Nesse vídeo aqui você vai aprender a como não ter mais aquela sensação de ficar perdido quando vê uma questão de matemática ou de física e não sabe nem por onde resolver. Bom, como que eu quero começar abordando esse vídeo? Vamos lá.
É muito comum que a gente veja hoje em dia pessoas que dizem que vem a teoria e entendem a teoria e muit das vezes não conseguem resolver questões porque dizem que estão confusas ou não sabem por onde começar. Na verdade, eu não tive a ideia desse vídeo do nada. Eu recebi essa dúvida no grupo da AKe.
Inclusive, se você não sabia o que é AK é, é meu treinamento em química básica. Se você quiser, vai ter um QR code aí na tela agora. Recomendo que você assine para você ter um conteúdo bom de química básica, tudo bem?
E também se inscreve no meu canal para me ajudar aí. Eh, bom, beleza. Me mandaram uma dúvida que era mais ou menos assim, era um áudio de dois ou três minutos, eu ouvi e era basicamente o pessoal falando que ela tava estudando geometria analítica e tal e ela entendia perfeitamente a teoria, circunferência, bonitinho.
Só que quando ela ia fazer questão, ela não conseguia sair do lugar. E quando ela via resoluções, acabava que muit das vezes ela entendia o que tava sendo posto, mas ficava tipo, cara, como que ele tirou essa ideia ou por que eu tenho que usar essa ideia e não outra? E isso é uma coisa interessante.
Eu até falei com essa pessoa que, cara, eu não tinha a menor ideia de como responder a dúvida dela, porque eu não tinha essa confusão. Mas aí, óbvio, fui pensando um pouco mais. E é claro, eu sempre tenho que me botar no lugar de vocês, porque é isso que um professor faz, se coloca no lugar do aluno, só que eu não estudo mais para concurso.
Então eu tinha tava com um pouco de dificuldade em entender, só que eu pensei, ok, eu não estudo para vestibular, mas eu ainda estudo e muito, diga assim de passagem, eu ainda estudo muito, estudo muito mesmo. E eu pensei, eu tava estudando esses dias de machine learning pelo Kegle, beleza? tava estudando lá e é uma plataforma que você tem a teoria e tem alguns exercícios exercícios em seguida para você escrever um código.
E beleza, muitas das vezes o que acontecia comigo era que ele falava assim no exercício: "Ah, complete o código disso aqui". E eu não sabia para onde começar. Eu pedia pro chat GPT, ouvi a resolução, tem uma resolução lá que eu achei no GitHub.
Eu olhava a resolução, falava: "Mano, por que que esse cara usou isso aqui? E outra, será que eu não podia fazer de outro jeito que talvez fosse mais simples para mim entender, para eu entender? Aliás, eu ficava com essa dúvida até que eu me me peguei pensando, pô, eu vou fazer igual fazia no vestibular.
E aí eu me lembrei, cara, eu fazia assim. O que eu fiz, cara? Deixe sua criatividade fluir.
É basicamente essa a dica. Então, sempre que hoje eu vejo um desafio no Kagle, normalmente tem algumas soluções muito elegantes que resolvem uma linha o código, pô, e fica bonitão, não sei o quê. Eu não tenho nenhum exemplo agora de cabeça porque eu esqueci, mas ok.
Reviews psindex. data lock, não sei o que para resoluções muito bonitas, só com uma linha de código. E eu sempre fui muito meio ruim de entender Python quando fica com muitas funções uma dentro da outra.
ponto, ponto, ponto, ponto. Era meio ruim. O que eu gosto de fazer?
Eu gosto de fazer minha própria resolução. Eu gosto de separar cada coisa que eu tô fazendo. Mas não é isso que eu vim falar aqui nesse vídeo.
Não tô falando para você separar as coisas que você faz. O que eu tô falando é sempre que eu vi uma questão, o que de fato acontecia? Vamos lá agora para os fatos.
Quando eu vi uma questão dessa no Kegle, o que acontecia é que eu li a questão e eu tinha umas, sei lá, umas 54 ideias de como fazer aquela questão. Eu tinha, por 57 ideias de como resolver a mesma questão, só que eu sempre tentava ver a mais rápida e a mais elegante, porque aquilo quando você tem várias opções e e você quer chegar numa resposta certa, você só tem normalmente uma opção dessas opções que você pensou são as corretas. Ou seja, se você pensou em 10 resoluções possíveis e só existe uma resposta correta, então é de imaginar que você tenha 90% de chance de errar, né?
que só uma é correta entre as 10. Beleza? Só que aqui tá um ponto.
Primeiro, não necessariamente só existe uma resolução correta, pode existir mais. E outra, é boa, bom que você teste mais de uma resolução. Por quê?
De duas uma, ou você vai quebrar a cara e vai entender por que essa resolução que você pensou é uma bosta e não funciona, ou você vai descobrir uma nova resolução além da original que foi proposta. Isso é muito bom. Isso é o que eu faço atualmente para qualquer coisa que eu estudo.
Eu vejo um problema e eu falo assim: "Cara, o que que eu tô pensando? O teu instinto vai apitar. Teu instinto apita.
Teu instinto vai apitar. Se ele não apitou, vai calculando coisas. Se teu instinto não apita em uma questão de matemática para nada, começa a calcular algumas coisas, sei lá, cara.
Começa a calcular uns coeficientes angular, umas paradas, tipo que uma hora tu vai associar, mas normalmente tu tem um instinto. E se você tem um instinto, você pode fazer o seguinte, pega um instinto e começa a destrinchar o seu instinto. Pô, tenta uma resolução assim.
Aí tu vai perceber que talvez essa dê muita conta, então não é muito legal. Essa aqui tu vai perceber que tu errou. E quando tu voltar para ver o que tu errou, tu vai ver que tu considerou uma parada que era errada.
E aí tu vai testar outra resolução. E aí, beleza, tu vai ver que essa daqui funciona, certo? Beleza.
E aí tu vai ver a resolução proposta pelo professor vai ser outra resolução. Então assim, se você seguiu os teus instintos quando foi fazer uma questão, perceba que você obteve talvez quatro métodos de resolução diferentes. Aliás, quatro não, mas você aprendeu quatro coisas novas.
Você aprendeu o por que você não pode usar essas duas ideias. Você aprendeu que uma ideia que você pensou era válida e você viu uma ideia do professor que, pô, maneiro, é muito melhor do que você se forçar, veja como isso é diferente, de você pensar em 10 ou três soluções possíveis e chutar ou tentar imaginar tudo na sua cabeça qual que é a correta para você seguir, que é o que normalmente a gente faz. E isso gera confusão.
A confusão nada mais é do que você pensar em um monte de alternativas e não escolher nenhuma. Isso inclusive pra sua vida, não é? Quando que você fica confuso no que você quer fazer na sua vida?
É quando você tem muitas opções, quando você não sabe o que escolher. E numa questão não é diferente. Você fica confuso quando você enxerga várias possíveis resoluções, só que você não consegue decidir qual é.
Você fica tentando imaginar na sua cabeça motivos para uma ser a certa e a outra não. Ao invés de só testar cada uma e ver qual que vai errar, qual que vai acertar, isso vai te dar. Isso vai aprimorar teu instinto, porque você vai ter mais noção de quais ideias são erradas, porque você já tá errando muito quando você tá testando uma resolução que você pensou.
E você vai ter mais noção de qual possivelmente é a solução certa, é o caminho certo, porque você já vai treinar isso também, você vai saber diferenciar. Para você saber com, para você conseguir fazer o certo, você não pode saber só o que é certo. Por isso que não adianta ver só resolução.
Se eu só vere para cada exercício de machine learning, eu visse o código do GitHub, que tá certo, OK? Eu poderia até saber o que tá certo, mas eu não saberia o que tá errado. E acredite, saber o que tá errado é muito mais valioso do que saber o que tá certo no mundo real, tá?
É muito mais valioso. E então você precisa ter uma sensibilidade para saber o que tá errado. Isso é muito válido, tá?
Então, por isso que eu não gosto muito que vocês fiquem eh se pegando e eita lá ele. Eu não gosto que vocês se peguem pensando, cara, eu não quero fazer isso aqui porque isso tá errado. Não faça isso.
Porque assim, claro, normalmente a gente pensa ideias e o que acontece? Ah, não, mas eu acho que tá errado. Se você pensa uma ideia e fala que acha que tá errado, você já tá errado.
Porque você tem que saber o por tá errado. Não é só achar que tá errado. Por que que tá errado?
Se você não sabe o porque tá errado, coloca a tua ideia no papel, vai desenvolvendo. Vai chegar uma hora que vai dar pau, né? Em algum momento vai lá vai zer igual um, tu vai achar um negócio assim e você vai saber, pô, beleza, deu errado, porque nesse passo aqui eu assumi um negócio que era falso, não fazia sentido nenhum eu assumir e aí cagou daqui para baixo.
Então não faz sentido. Então isso é muito bom. você desenvolve esse senso de isso está errado por causa disso, não é achismo.
Matemática, claro, no seu estudo você desenvolve isso com base no achismo, mas com o passar do tempo que você se desenvolve mais, você tem que saber, ah, não, essa ideia é errada, eu não posso aplicar isso porque isso para para isso ser verdade, eu tenho que assumir isso e isso é falso. Beleza? Não é só ah, não, eu acho que isso aqui tá errado, porque eu acho que tá errado, então você não sabe, tá?
Então é, é assim que você faz para não ficar confuso. É assim que eu faço para não ficar confuso. Eu testo todas as alternativas que eu tenho e assim eu aprendo quais são erradas, por estão erradas e aprendo as certas ou possíveis certas.
E claro, dentre a do a que o professor sugeriu ou a que o GitHub sugeriu, a que o ST GPT preferiu, normalmente eu prefiro a que vem no meu instinto, porque normalmente ela é mais intuitiva para mim. Eu inclusive para ser mais específico, eu gosto de separar muitas linhas de código para fazer cada passo que eu tô fazendo. Eu aprendi a programar no ITA, assim, quando eu aprendi ser com o professor Armando, ele ensinava programação bem detalhadozinho.
Ele falava: "Ah, cara, faz uma operação por linha, isso aqui paraá paraná". Isso foi muito útil. algo que carrega até hoje.
Então, eu não consigo me adaptar à soluções propostas pelo chattou ou por professores ou por pessoas mais avançadas em Python ou em programação de maneira geral, porque elas costumam fazer várias coisas em uma linha só e eu fico meio, ok, eu não consigo raciocinar nesse nível, eu não tenho esse nível de raciocínio. E aí eu tenho que seguir meu instinto. E normalmente meu instinto, agora que eu testo cada alternativa que eu tenho é um pouco mais acurado nesse sentido.
Então, e o assunto mais ou menos calhou assim no grupo da que é ele terminou mais ou menos assim. Teste as alternativas que você tem. Nem sempre a do professor é melhor.
Eu não uso a resolução do professor ou do chatt, né? Ou do GitHub. Atualmente eu uso.
A que faz mais sentido para mim. Beleza, eu acho que era isso por hoje. Eu queria trazer essa reflexão aqui.
E é isso, galera. Espero que vocês tenham gostado. Valeu, falou e assinem a que é.
Adeus. M.