a medicina deu dois grandes passos para o combate à malária uma nova droga promete curar a doença com apenas uma dose e menos efeitos colaterais se na áfrica o engenheiro também desenvolveu uma nova maneira menos invasiva de diagnosticar a malária brian guia tem 24 anos e é um engenheiro de uganda que acaba de ganhar o maior prêmio da áfrica dedicado à inovação e engenharia ele desenvolveu em quatro anos o que te super simples capaz de detectar a malária sem que o paciente precise coletar sangue o engenheiro explica que basta colocar o dedo no aparelho e
uma microagulha faz pingar uma gota de sangue nesta tira aí no computador é feita uma análise imediata o exame dura dois minutos o peixe errou diz tê-la membros é uma grande vantagem de ser um exame não invasivo com o resultado direto diz um engenheiro que espera ver o dispositivo sendo usado em breve nos centros de saúde da áfrica para diagnosticar a doença joseph o que espera que o kit seja aprimorado e se torna incapaz de revelar outras infecções que o paciente tenha que foi a vilã infecções o criador do kit diz que isso é possível
ele vê o projeto como uma solução para ajudar comunidades sem acesso ao sistema de saúde assolados pela malária a doença infecciosa transmitida por mosquitos mata mais de 600 mil pessoas por ano nas regiões mais pobres da áfrica no brasil a malária também voltou a preocupar as autoridades recentemente só nos primeiros seis meses de 2010 18 mais de 35 mil casos da doença foram registrados no amazonas um aumento de mais de 10% em relação ao mesmo período do ano passado pelo menos três cidades do estado estão em situação de emergência enquanto isso aqui nos estados unidos
uma notícia que acaba de ser divulgada traz esperança no combate à doença o governo norte americano o uso de uma droga capaz de curar a malária é apenas uma dose e com menos efeitos colaterais o remédio que existe hoje em dia precisa ser tomado pelo paciente infectado por 14 dias a taf no cne como está sendo chamada conseguiria eliminar do corpo humano o parasita da doença o remédio já está liberado para ser vendido nos estados unidos agora agências reguladoras de outros países devem analisar a nova droga para decidir se recomendam o uso