Via de regra, todo mundo tem um Swip Fire ou deveria ter, pelo menos? >> Como que tu recomenda que as pessoas usem o Swipe File, usem o Swiper no dia a dia e, cara, e realmente tire benefício, sabe? Realmente consiga e aplicar ali no seu negócio. >> E é isso que faz um copywritter sair lá de um faturamento pequeno para um cara que vai mudar de vida e vai aposentar os 30 anos de idade. >> Isso é idiota, isso é meio óbvio, só que ninguém faz. Bruno Monteiro. >> Em apenas 3 anos, ele saiu de
programador para se tornar CTO da Empíricos, a maior empresa de marketing direto do Brasil na época. >> Hoje é fundador do Swiper, o único swipe file do país, 100% traduzido para português. >> Como que era a máquina de COP da Empíricus? >> Uma coisa que eu aprendi lá e eu Acredito que faz muito sentido para quem quer trabalhar com COP e para quem quer construir oferta. É, basicamente não tinha design a página, era só uma uma página fundo fundo branco, fonte preta ali. >> É, esse aqui vende, mano. >> Cara, o negócio vendeu 8 milhões
deais um texto, velho. Tipo assim, você ficava atualizando a dashboard de vendas, o negócio não parava de aumentar e até o final da semana deu 8 milhões em vendas. Acho que foi esse um dos momentos que mais me marcou do poder do COP. Assim, >> isso aqui, pessoal, é um dos maiores hacks que eu já aprendi em toda a minha carreira. Eu tenho 12 anos de marketing direto. Isso aqui é uma das coisas mais, se não for a coisa mais importante, tá? que eu já aprendi em 12 anos de marketing direto. E cara, e sabe
por que isso é uma grande vantagem? Porque ninguém faz isso. Ninguém no Brasil faz isso. Hoje eu vou ter uma conversa com o Bruno Monteiro. O Bruno, pessoal, ele trabalhou lá na Empíricos no auge da empresa quando ela se consolidou no marketing aqui digital como uma das maiores operações. E o doido é que ele entrou lá como programador, mas em apenas 3 anos ele foi crescendo e se tornou CTO da Empíricos. Ou seja, ele participou ativamente, tá, da criação dessa empresa aí que chegou a bater mais de 1 bilhão de faturamento. E, cara, o Mais
interessante é que mesmo vindo, tá, da área de tecnologia, ele descobriu a sua paixão mesmo foi no copywriting, tanto que hoje ele é criador do swiper, que é um dos maiores swipe files do Brasil. Então, hoje, pessoal, a gente vai tentar entender aí como que foi a trajetória do Bruno e também como que funcionava os bastidores da Empíricos para eles conseguirem ter escalado tanto assim. E claro, né, pessoal, também como ele é dono do swiper, a gente vai falar Sobre como usar swipe files no teu dia a dia aí para tu evoluir muito mais rápido
e elevar o nível das copias aí que tu escreve, beleza? E cara, caso tu não conheça, esse aqui é o podcast Segredos da Escala. E aqui a gente traz pessoas que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios para que você que tá em casa consiga pegar uma, duas, às vezes três dicas, se o podcast for bom, aplicar no teu negócio e escalar ele também. Esse podcast aqui foi criado Pelo Veturb, que é uma empresa que eu, João Campos, ajudei a fundar. E o Veturb, pessoal, é uma hospedagem de vídeos que ela foi feita para
aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. E hoje, tá, já tem mais de 11.000 empresas confiam no VTURB para aumentar a conversão dos seus vídeos de vendas, tanto empresas aqui do Brasil como empresas fora do Brasil também que usam a gente, que é uma coisa meio bizarra, tá? Não sabia que isso ia acontecer, mas Acabou acontecendo. Então assim, cara, existe um motivo pra gente crescer tanto que é a gente de fato aumenta tua conversão. Então se tu tem o vídeo de vendas, hospeda ele no Veturb. Para te ajudar com isso aí, eu vou te
dar 14 dias de teste grátis e também 15% de desconto durante os teus dois primeiros meses, uma vez que tu comece a tua assinatura aqui do Veturb. Então, cara, é só clicar nesse primeiro link aqui da descrição e se cadastrar para daí tu já Conseguir usar o Vetur para aumentar a conversão no teu vídeo de vendas, beleza? Mas sem mais delongas aí, vamos começar um podcast. Então, com vocês, Bruno Monteiro. >> Bruno, Bruno Monteiro. Então, cara, seja muito bem-vindo ao podcast Veturb. >> Valeu, João. >> Oi. >> Valeu, mano. Baita recepção aí. Obrigado. >> Gostou?
>> Pô, Veturb deixa a galera mal acostumada, né, cara? >> Ah, porque o que aconteceu? >> Não, agora a régua tá mais alta, né? >> É, >> nenhum podcast vai ter que poder fazer menos aí do que vocês fizeram, né? >> Boa. Eu achei que tu ia falar do motorista do hotel. >> Não, de tudo, né? Você já sai do aeroporto ali, já tem alguém te esperando, carrinho com ar condicionado. >> Sim. E olha só, aí tu pagou alguma coisa? >> Não, >> tudo de graça, né? Tudo >> na conta do João. Ex. Então, exatamente.
Então, pessoal, o que que você tem que fazer, cara, para me ajudar? Dá o like nesse vídeo, mano. Ô, eu paguei aqui um monte de coisa aqui pro Bruno tá aqui para gerar um conteúdo massa para vocês. Então, cara, dá o like aqui no vídeo, tá? Já pode dar porque aqui é o podcast Do YouTube, vocês sabem como é que vai ser aí. Vai ser um conteúdo bem interessante. Eh, mas cara, obrigado tu, tá, por tu dar o teu tempo aqui de vir para cá. >> Eu que agradeço. >> É, na verdade, eu até te
peço desculpas aqui publicamente, porque eu já tinha te convidado uma vez, só que daí na correria ali da da vida, tal. Eh, e mano, eu sou muito ruim de WhatsApp. Se tu fala comigo no WhatsApp aí de casa, Sabe que >> para eu responder meio meio difícil, né? >> Mas é que, mano, é muita correria. Essa semana inteira eu tive cinco podcasts, tá? Tu é o quinto. Então, esse mesmo processo que eu fiz contigo, vai lá no hotel, almoça, não sei o quê e tal, grava. >> Mas tá com energia, né? tá louco. >> Não,
mas tá com energia agora? >> Ah, não, agora eu tô. >> Já tomei um café aqui. >> Top. >> Eu tava cansado no podcast do Rubens, tá? Um pouquinho, pessoal. E se e se o podcast do Rubens já saiu, vai aparecer aí na tela. Mas o dele eu tava realmente cansado, tava um pouco piscando assim, mas ainda deu bom. Eu tomei um monte de café, um monte energético, só que naquele dia lá eu dormi, sei lá, 8 da noite, acordei acho que 8 da manhã do outro dia, dormi tipo é 12 horas ali. >> Pô,
tem que valorizar o que a VTURB faz aí pela comunidade, cara, porque é um material de muito valor. >> Eu sou fã. Eu sou fã. >> Não quero ficar puxando o saco aqui, mas é, eu vi que tu comentou no podcast do Paulo Sanchez lá. E se beato comenta em outros também, né? E vai aparecer aí na tela, tá, pessoal? O podcast do Paulo também para quem quiser ver. >> Comenta. >> Eh, mas cara, falando um pouco aqui do Teu background, tá? pessoal entender um pouco mais. Então, para quem não sabe, tá, pessoal, o Bruno,
ele trabalhou no que foi a maior empresa de marketing direto aqui do Brasil, que é Empíricos. E tu começou lá em 2016, tu ficou lá por volta de 5 anos, né, até onde eu sei. >> Foi por aí. Por aí, >> é. E ele começou lá, pessoal, como programador eh front end e foi evoluindo, tá, até se tornar cityo da empresa. Então, cara, ele viu todo esse Crescimento explosivo da Empíricos. E o pessoal mais antigo ainda sabe que aix foi uma das maiores referências aí do mercado digital. Então a gente vai abordar um pouco esse
assunto. E hoje, cara, tu também é fundador do Swiper. Para quem não conhece, né, pessoal? Swiper.com.br. br. Para quem já acompanha o Vetub há um tempo, volta e meio, eu falo aí do Swiper. E eu tinha um webinário que era sobre como reviver VSLs, fazer VSL já morreram, voltar a Vender e lá eu recomendava o Swiper. Então, se tu já viu o meu VSL aí em alguma maneira, provavelmente tu já deve ter visto o Swiper. Então, cara, que interessante isso, velho. Tu era programador e aí tu migrou para ser meio que estrategista ali, copywriter, empresário.
>> Sim. É. Basicamente eu eu sempre eu tava brincando com você aquela hora que a gente estava no almoço lá que, cara, toda a empresa que eu entrava, eu Deixava de ser programador durante um tempo. Isso me deixava meio frustrado assim, porque eu entrava numa empresa como programador, né, era registrado como programador e aí passava um tempo, o gerente ou sei lá, o dono da empresa chegava e falava: "Cara, preciso preciso que você vá para uma camada de gestão, de coordenação de projeto, de produto". E eu ficava, putz, lá vou eu parar de programar de
novo. Então, todas as empresas foram assim e eu fui para Empíricos, na verdade, porque a promessa me parecia muito atrativa, né? Falei: "Cara, lá de fato é uma empresa maior que tá em crescimento e lá de fato eu vou programar". E aconteceu a mesma coisa. Eu cheguei lá, comecei a trabalhar e, tipo, passou três, 4 meses, eh, eu recebi o convite para ser coordenador de projetos, >> Hum. >> Para ajudar na frente de produtos lá, que ia ter uma interação forte ali com a Equipe de marketing, de COP, né? Empíricos, ela era uma empresa >>
eh essencialmente de marketing, porém com uma base muito forte de tecnologia, né? Porque era tudo 100% digital, eles tinham um checkout próprio deles. Então não tinha uma Hotmart, uma que faz da vida, eles processavam todos os pagamentos e a recorrência também. >> Era a Pagarme no backend, >> não era tudo próprio. Eles tinham é, eles tinham conexões com várias Adquirentes, várias formas de ali de conseguir cobrar o cliente na na renovação também. E era bem uma época que eles estavam lançando a Jolivi, né, que era a vertente de saúde, que era uma recomendação da Água,
na época, e também a operação em Portugal. que depois acabou não dando certo. >> Ah, teve também isso aí. >> Eles chegaram a lançar uma versão da Empíricos Portugal lá, que também foi uma recomendação da Agora. Então, toda a Estrutura de software deles era in house, ou seja, era interno. Eles não tinham uma agência nem nada do tipo. >> Uhum. >> Eh, então eu entrei lá como programador e aí foi questão de tempo para eu já estar na parte de coordenação, né? E aí eu já não programava mais tanto. Até que eu resolvi aceitar o
destino aí de falar: "Cara, talvez eu seja muito bom em produto mesmo, é isso que eu tenho que fazer". E foi onde eu fiquei lá, mas sempre na parte de tecnologia também. Então eu tinha interação direto ali, por exemplo, com a Helena, com o Beto, eh, Roberto Hoffen, né? >> Ô, Bruno, pera aí. Eh, fala, fala pro pessoal ver o podcast da Helena aí pra audiência. >> Ah, é a Helena. Putz, a Helena, eu sempre falo que ela é minha madrinha aí na parte de COP. >> Boa. >> Sempre abraçou o Swiper desde o começo.
Tem muita gratidão ali por tudo que ela fez por mim. >> Boa. >> E eu trabalhava perto ali com ela, enfim, e com o Beto também. Então eu eu era de tecnologia, mas eu precisava entender o que que tava acontecendo no marketing, porque basicamente se a tecnologia não suportasse o marketing, a operação como um todo não funcionava. >> Uhum. >> E aí o meu crescimento na Empíricos foi foi bem exponencial assim, né, por por conta dessa visão de produto, né, não ser só um programador ou só uma pessoa com a visão técnica mesmo. >> Uhum.
Cara, deixa eu te fazer uma pergunta eh rapidinho, tá? Eh, a primeira coisa que eu queria entender aqui, depois a gente vai falar, tá, pessoal? eh, do Swiper aí, qual como montar um swipefile, como que ocorreu essa meio que essa transição de carreira Aí, sei lá, eh, como que tu mudou a tua direção. Mas, cara, em Períicos, pô, foi uma empresa referência aí no mercado. Se bobear ainda é, tá, para muitas pessoas, mas lembro que naquela época lá até eu, pessoal, até eu fui trabalhar para Empíricos. Eu trabalhei de eh lá de graça, tá, durante
um mês. Um abraço aí pro Rock Vega lá que me contratou. E sem dúvida alguma, ela tinha várias coisas ali que ela fez para conseguir eh Ser o que foi, né, para atingir esse tamanho. Essa parada do checkout, cara, tu acha que isso era uma vantagem que eles tinham ou tu acha que eles vacilaram em deixar a operação mais complexa do que deveria ser? Cara, na verdade é que a gente tá falando de 2016, né? Então assim, se hoje você consegue levantar uma oferta em minutos, era algo que a gente não tinha lá em 2016,
né? E eu entrei com o carro andando assim, então tinha uma empíricos Prévia ali, né? >> Uhum. >> Então acho que foi uma decisão dada a circunstância do momento ali, né? Eles não tinham uma alternativa, mas eu acho que começou em algum momento a se tornar aquele elefante ali, né? uma operação que ela era muito pesada e que não acompanhou de certa forma a evolução do próprio próprio digital, principalmente pós-pandemia, digamos assim. Então, hoje, assim, eh, é claro que depois que Acontece é óbvio, né? Mas hoje eu talvez migraria ali todo o motor de cobrança
de recorrência deles para alguma uma Hotmart da vida, por exemplo, >> que eu acredito que reduziria muito >> essa questão do peso que eles tinham para fazer qualquer mudança, né? Porque quando você tem só uma oferta, cara, é um é e pô, você terceiriza tudo, sua área de membro, seu checkout, é uma coisa, mas quando você precisa mudar de rumo, precisa levar todas as Assinaturas, toda a área de membros, é um peso considerável. >> Uhum. >> Então quando eu saí de lá, cara, eu tinha cerca de 25 pessoas só na minha equipe que trabalhavam comigo,
né? >> Então, pô, você pensa, quase 250 pessoas, era uma operação que fazer uma mudança pequena não era tão fácil assim, né? >> Sim. É, na minha cabeça, eu achei que isso aí era uma vantagem, porque Tu vai pagar menos taxa, né, uma vez que tu não tem uma Hotmart ali para comer a >> É, eu acho que a principal vantagem competível que a Empíricos teve no mercado, tanto que assim, cara, eh, até o oitavo, nono ano dela, talvez ali eles nadaram sozinho, era a quantidade de dados armazenados, então eles poderiam, eles podiam criar uma
previsibilidade muito grande, né? >> Como assim? fala mais sobre isso. >> Pensa assim, por exemplo, um cara Comprou um teu produto front-end, né? E aí você vai gerando uma massa, 1000 pessoas compraram aquele produto front-end. Quando elas compraram um backend, compraram produto mais caro, você começa a ter alguns algoritmos ali para entender eh tendências, né? Então, pô, se uma pessoa comprou em tal mês, talvez daqui dois, trê meses, ela já está pronta para ir para uma nova fase. Então, vou fazer uma campanha de evolução. >> Então, quando você tem esses dados dentro de casa, você
consegue criar essa camada de inteligência muito maior, que muitas vezes, talvez, com usando um serviço de terceiro, você não tenha tanto acesso assim à informação, que querendo ou não, se você usa uma um checkout da vida, você tem um sócio ali que não necessariamente ele vai te liberar todos os dados possíveis, né? >> Uhum. Então assim, não é que foi errado, digamos assim, mas Eh talvez poderia ter ser muito maior do que foi, né? Não sei, né? Difícil dizer. >> Sim, cara. Quando tu entrou lá na Empericos tinha mais ou menos quantas pessoas, tu lembra?
>> Cara, tinha cerca de 30 pessoas, assim. >> 30, velho. >> E quanto saiu? >> Mais de 250 por aí. cara. >> Então, era até meio bizarro que assim, chegava no escritório, você já não Reconhecia muita gente, sabe? >> Não, era gigante aquele negócio lá. É, eu lembro de um dia que eu tava num tava assim, foi uma época da pandemia, então tinha aquele negócio de cada um senta numa mesa distante da outra assim e aí eu tava lá trabalhando e tal e chegou um carinha que era tipo um estagiário, né? E aí ele falou:
"Você trabalha aqui?" Aí eu falei: "Meio que sim, né? Tipo, só uns se anos assim, mais ou menos e tal, mas que que você precisa?" Daí ele me Pediu um negócio, nada a ver, tipo, ele, sei lá, precisava de um mouse, alguma coisa assim. >> Aham. Porque muitas vezes as pessoas têm um pouco essa visão de TI, que é o cara que arruma a impressora ali, né? T, pô, precisa de um computador, >> esporte técnico. >> É. E no fundo a TI da Empírico era muito mais do que isso, né? A gente cuidava de tudo
ali, tudo. Então, teve várias vezes que eu liguei pra cliente, por exemplo, Para entender, pô, por que que você tá bravo? Aí, o cara mandava o e-mail reclamando, ah, tal coisa não funciona, eu ligava pro cara. Então eu sempre tentei olhar eh pra tecnologia muito mais com essa vertente de produto e as pessoas que ficavam na minha equipe, eu tentava trabalhar isso com elas, né, de >> Sim. É, cara, eu acho que no nosso mercado, mercado de, aliás, empresas que trabalham com marketing direto, se elas têm uma boa Tecnologia, acho que isso é uma grande
vantagem por n fatores, principalmente por esse negócio dos dados, da gente conseguir entender o que tá acontecendo, >> porque no fim das contas a nossa aquisição ela é matemática. >> Sim. >> A gente precisa gastar menos >> do que o LTV da pessoa. Só que muitas operações nem conseguem medir o LTV em primeiro lugar. >> Sim. E aí gera essa grande confusão e de Fato tá o pessoal que veio aqui ontem, que é o o Hugo pessoal e o Derlan, ou vocês podem chamar ele também de Darlan, tá com a Pode chamar de Darlan, apesar
do nome dele ser Derlan, pode chamar de Darlan. Eh, eu acho que ele que isso é uma das vantagens da empresa deles, essa quantidade de de dados ali de infraestrutura que eles têm, que permite eles tomar decisões eh bem fortes. E assim, cara, Pelo que eu tô entendendo, essa parte de dados, tá, tu acredita que foi um diferencial para empíricos sair ali dessas 30 para essas 200 e poucas pessoas nesse período que isso estava ali? Tá correto isso, >> cara? contribuiu bastante. Eh, mas eu acho que assim, só dados também não não resolve todos os
problemas, né? Eu acredito que principalmente para quem trabalha com resposta direta, ou seja, eh, um produto como é o da Empíricos ou Para a própria Veturb mesmo, eh você precisa um pouco de instinto também. >> Como assim, >> cara? é principalmente você usar seu próprio produto para você avaliar ele. Então você é entender os buracos ali daquele produto e ver o que que não tá legal, o que que poderia. O que que acontece? Muitas vezes as pessoas lançam o produto e elas não usam aquilo que elas lançaram. Então elas não sabem muito bem o que
que realmente tá fazendo As pessoas abandonarem, por que elas não estão comprando mais, né? Então eu gosto de talvez fazer uma divisão assim, é importante você se guiar por dados, só que é mais como um mapa, digamos assim, para você ter como uma sugestão, né? No fundo, o instinto ali, o teu olhar como dono do negócio, ele vai te guiar às vezes melhor do que do que só olhar a nível analítico toda vez, né? Sistemático ali pode ser um pouco perigoso. >> Uhum. >> Então eu eu atribuo muito assim o o Beto, eh, o próprio
os os as eram três, né? O Caio, Felipe e o Rodolfo, eles eram os donos fundadores ali do Empíricos. Eles eram, além de bons financas, eles eram ótimos copywritters também. >> Ah, é >> sim. E cara, o Felipe ele escrevia muito bem e ele e ele respondia aos clientes, né? Então, assim, ele era um cara que Tava meio que no topo da cadeia e o Palavra estrategista, que era o maior produto lá da casa, eh, que a Empírico chegou a bater acho que cerca de 400.000 assinantes. >> Caramba, velho. >> Então, era muita coisa. E
as pessoas achavam que era tipo um um robô ou algum, sei lá, alguém que era tipo ghost writer do do Felipe, mas não era ele que lia os e-mails todo dia de manhã, cara. E no fundo era isso, era o olhar dele Falar: "Cara, tem um monte de gente reclamando de tal funcionalidade, cara. Vamos corrigir isso, não vamos eh pirar aqui em mudar a tecnologia ou qualquer coisa do tipo." >> Uhum. >> Porque não é isso que o cliente quer. >> Uhum. Então, eu acredito que foi foi meio que a soma dessas coisas e o
fato de eles deles serem eh formados, né, na área ali específica de finanças, eh fazia com que eles olhassem pro mercado Todos os dias. Então eles conseguiam antecipar eh possíveis altas ou baixas e isso tudo ia guiando o time de cópia ali. Consequentemente sempre tinha uma coisa eh relevante acontecendo, né? >> Sim. E cara, esse time de cópia aí da Empíricos, tá? Tu viu ele nascer ou quando tu chegou lá ele já existia, o pessoal já tava escrevendo carta de vem? Como é que foi esse negócio? >> Não, cara, quando eu entrei lá em Piros
Já era bem consolidada no mercado, né? Foi foi um pouco. Eu entrei imediatamente depois que teve o boom do fim do Brasil, que era >> com 30 pessoas só que a Empíico fez aquilo lá. >> É, Empírico já era bem relevante. E basicamente o fim do Brasil foi quase que uma modelagem, digamos assim, do End of America, né? >> Mas foi, né? Foi, foi uma modelagem, eu não sei se foi fiel, >> é, ela foi meio que adaptada pro mercado brasileiro porque são problemas diferentes, né? Então, mas a lógica por trás ela era muito parecida,
né? >> É, o Brasil vai acabar isso aí. E aí, basicamente, e depois teve fim do Brasil dois e, enfim, teve teve variações dessa campanha com outros momentos ali. >> Tu sabia que o Rock ele me falou que essa cópia aí do fim do Brasil, ela funcionou em todas as as dios que é a os países que o negócio Lançou, >> lançaram o fim da Argentina, o fim da França, o fim do não sei o quê, o fim disso, o fim daquilo. E sempre funciona. >> Eu acho que é assim, eh, os seres humanos eles
têm similaridades, né? Então eles têm medos parecidos, eles têm ambições parecidas, o que muda talvez sejam as variações, né? Então o brasileiro hoje, por exemplo, eu não, eu acho que ele não olha, por exemplo, tanto para eh ideias de investimento Como ele olhava ali, talvez no pico da Empíricos, né? Que é diferente do americano. O americano, se você chegar e falar: "Pô, tem uma empresa aqui que é o Eomusk vai investir semana que vem". A galera vai falar: "Ô, pera aí, quero escutar". O brasileiro, talvez ele tá mais olhando para uma coisa um pouco mais
prática. Eu quero colocar meu dinheiro no lugar, apertar um botão e um robô vai resolver esse problema para mim. Então eu acho que tem fórmulas que Elas funcionam quase que de maneira igual, né, independente do lugar. >> Uhum. >> Só que você precisa entender esse público e adaptar para isso, né? Então a etapa de pesquisa ali, acho que ela foi talvez mais importante do que a etapa de cópia, >> né? Então eles entenderem tudo ali antes de fato começar a escrever, né? >> Sim. Mas eu peguei bem essa época de transição, então era uma época
que a Empírico estava muito bem assim em relação ao crescimento. >> É transição do quê? Exatamente >> de crescimento mesmo, né? Então porque foi logo depois que a Dilma fez um processo ali pro Empíricos. Empíricos ganhou esse processo na ocasião. Eh, e isso ajudou a aumentar também a o alcance da empresa que, pô, pera aí, uma empresa que faz relatório, tá sendo processada pela Dilma, tipo, tem alguma coisa estranha aqui. >> É, o pessoal de direita deve ter comemorado, >> não? E assim, eles pegaram esse essa esse ângulo, digamos assim, e reaproveitaram isso infinitas vezes,
né? Porque, pô, eh, a maior autoridade do país na ocasião tá tá querendo me silenciar, tipo, então, pera aí, eu tenho algo de muito valor e muita importância para falar aqui. Então, eu peguei bem esse momento que a empí estava crescendo muito, então era Contratação a todo momento, era aquele crescimento aceleradíssimo ali, né? >> Uhum. Eh, então foi um momento bom também para para entender tudo, na verdade, porque eu tinha frente com a parte de tecnologia, parte de COP, parte de de atendimento ao cliente >> e tudo isso na força dessa cópia aí do fim
do Brasil. >> Não só isso, né? Porque a Emiros ela tinha uma velocidade grande de novas ofertas, né? Então era, cara, enquanto Você tava vendo ali três, quatro ofertas saindo, o time de COP já tava meio que dois meses à frente produzindo outras coisas. >> Uhum. Então, eh, talvez, acho que a frente mais consolidada da empresa era o time de análise e o time de cópia. O time de tecnologia, ele ainda tava, eh, meio que se estruturando, digamos assim, né? >> O que que era esse time de análise que tu falou? >> Era basicamente é
que assim, o time de COP, ele colocava a assinatura dos analistas, né, nas cartas e nas mensagens. >> Ah, tá. Eu fazia também, >> mas eram outras pessoas que escreviam, né? >> Sim. geralmente era algo colaborativo. Então, por exemplo, o Betenhoffin e o Felipe Miranda, eles tinham praticamente o mesmo cérebro, assim, eles pensavam muito igual. Então, era muito difícil de Você saber quem escreveu o qu, né? Mas em alguns casos você via, pô, isso aqui tá com uma cara de carta da Helena, por exemplo, porque era o estilo dela de escrever, né? E era sempre
assinado por um analista que geralmente era o cara que ficava no escritório ali e às vezes aparecia no anúncio, aparecia numa VSL, né? >> Sim. O cara que gravava de fato, né? É, é, seria os pokerson ali do daquela carta em questão, né? >> Sim, sim, entendi. E tu tu sabe como que funcionava a máquina de marketing da Empíicos? Até onde eu sei, eles compravam leads. Depois que eles compravam leads, essa esse pessoal ia pro e-mail, né? E lá no e-mail eles martelavam ali carta de vendas. É, era basicamente isso. Então foi o modelo quando
a Águora chegou, que foi basicamente o que salvou a empírico de certa forma, né? >> Explica o pessoal aí o que que é essa Agora aí. >> É, tem gente que fala agora de agora depende, né, do Mas é a The Agora Co. É, que basicamente é uma empresa que foi fundada lá nos anos 70 pelo Bill Bonner, que ela escrevia relatórios sobre finanças, né? E eles têm essa cultura de criar o que eles chamam de afiliados, eh, de filiais, de, desculpa, eh em vários países, né? Então era muito maior, né? Hoje, basicamente, acho que
a operação principal deles é nos Estados Unidos ali. E a Empíricos, ela foi comprada como uma filial, digamos assim, né? Eh, e mas eles replicavam exatamente o mesmo modelo deles, que era basicamente você traz o público ali, público frio, com às vezes um nível de consciência muito baixo sobre um determinado assunto, com uma oportunidade muito legal, vai trabalhando essa pessoa até você identificar que ela tá pronta para comprar um determinado produto, né? Então, era uma máquina que ela tinha todos os dias entrando, entravam uma série de novas pessoas e as pessoas que já estavam dentro
daquela base, elas eram trabalhadas para comprar, enfim, os produtos ali que eles tinham, né? E com o tempo foi expandindo a quantidade de produtos. Então, no começo eu falava sobre era mais voltado, por exemplo, para público que trabalhava em banco e aí depois eles levaram isso mais pras pessoas pessoas físicas mesmo. Então, Pô, um dentista poderia investir uma nutricionista, um, enfim, uma pessoa que não necessariamente é um investidor ali de fato, >> né? Poder democratizar essa parte de investimento. >> Então, sempre tinha o que oferecer para essas pessoas e era um volume muito grande de
pessoas, né? Então, se você pensa, pô, 400.000 1 assinantes, pessoas que de fato pagavam e eu não tô nem contando a base que de fato eram só Leades, não necessariamente compradores, né? >> Uhum. Nessa época aí eles tinham funis de front end ou era só esse negócio de lead mesmo, >> cara? Eh, é um negócio que ele foi crescendo gradualmente, né? Então, >> mas você precisa do funil completo para você conseguir operar de uma forma saudável. Então não adianta nada você ter só um frontend se você não tem o que oferecer depois pras pessoas. Para
você Ter uma ideia assim, é um frontend lá custava tipo R$ 19,90. Cara, para você gerar lucro com R 19,90, você precisa vender numa quantidade absurda e seu tráfego precisa tá muito bom. >> É, >> porque teu li tá barato suficiente para você gerar um lucro. >> Sem dúvida. >> Então, toda essa filosofia que a que a Agora trouxe era de que você tinha o teu produto frontend, né? você tinha a Camada dos produtos, as ofertas gratuitas, digamos assim, que aí era uma newsletter, um acesso a uma coisa um pouco mais básica, produto mais barato
ali. E aí finalmente os produtos que eram um ticket mais elevado, que era de fato onde ali a perigos ganhava dinheiro, >> até mesmo a evolução, por exemplo, eh, de eventos presenciais ou até >> eh o que eles tinham, que eles chamavam de reserva, que era basicamente você Pagava uma vez só, se eu não me engano, acho que era R$ 50.000 R$ 1000. E aí você tinha acesso a tudo de uma vez e de uma maneira vitalícia, né? Então tudo que fosse lançado você já ganhava. Sim. >> Então às vezes a pessoa é você pagava
um custo muito baixo por aquele lead, >> só que se você fosse olhar o LTV dele, cara, esse cara deixou muita grana aqui na mesa, né? >> Tinham clientes muito fiéis lá, por exemplo, que teve um cara que, sei lá, Ficou tipo 8, 9 anos constantemente ali sendo assinante, né? >> Vixe. >> Então >> isso foi bom, né? >> É o tanto de grana que esse cara deixa no final. Uhum. >> E hoje eles t a evolução ali com com o banco BTG, né, que foi quando foi comprado, que aí é a próxima etapa de
pô, o cara tem toda a categoria de investimento com ele e também a grana Dele está dentro do banco ali, né? Então não tem muito para onde correr, digamos assim, né? A empíricos, eu vejo que eles eram bons em muitas eh vertentes e não só essa parte de COP, tá? a parte de tráfego também tinha um time de tráfego eh grande lá, tinha o Favarão. >> Favarão, sim. >> Um abraço aí pro Favarão. E essa parte de dados aí do LTV, isso aí foi tu que construiu? Era um sistema externo? Como É que era, >>
cara? Era tudo interno, né? Então toda a parte de BI, né, de business intelligence ficava interna também. Eh, e assim, os gestores de tráfego, eles tinham muita conexão com essa parte de dados. Então eu lembro que na parte de marketing lá, por exemplo, tinha uma televisão gigantesca ali que mostrava não só >> eu lembro >> eh as campanhas, mas quanto quantidade De leads, qual que era o CPL médio, enfim, todas as métricas importantes para que o o time de marketing tomasse uma uma decisão real time ali, né? Então não era um negócio que, ah, tá
rolando uma campanha, eu vou pensar o que que eu vou fazer daqui uma semana, tipo, não. Às vezes começava o dia tomando uma decisão, no final do no final desse mesmo dia já tinha que mudar uma rota ali, né? >> Uhum. Então eu lembro que um dos Principais nomes lá, que é um cara super desconhecido aí talvez no mercado, que é o André Gradin, que hoje ele é CEO da F Class lá no grupo primo com Thiago Negro, né? Ele era um dos caras mais violentos, digamos assim, entre aspas, no bom sentido da palavra, claro,
em relação a, cara, >> ele não bati ninguém no escritóri, >> não, não, não. Ele era super acelerado, mas era >> só de vez quando o pessoal >> era bom coração. Mas ele era um cara que ele e por exemplo a campanha mais famosa da da Empíricos lá da da Betina, né? Ele era um dos caras que tava ali coordenando e por trás da da do os o background ali daquela campanha tinha mais de 1 milhão de leaders esperando para comprar o produto, sabe? >> Sim. Caramba. Então assim, era um volume muito grande que, cara,
quando você abria checkout, você abria o carrinho para as pessoas comprarem, era aquele Aquela ansiedade do tipo, mano, nada pode parar de funcionar, nada pode cair, sabe? Então, >> sem dúvida. É, não, essa ansiedade aí eh o pessoal do lançamento conhece bem, né? >> É, então era bem bem acelerado. E por isso que a parte dos dados elas precisavam ser muito atualizadas assim, >> porque senão você tomava decisão errada e aí putz, desandava. >> Sim. e tinha essa particularidade de você colocar o dinheiro primeiro para Depois você saber se você vai recuperar o dinheiro. Uhum.
>> Então, uma decisão errada ali podia e, enfim, dar um um problema considerável assim. Cara, uma coisa que eu acho muito interessante, tá, da Empíricos e até dessa época aí que eu trabalhei com vocês e vou falar igual aos cariocas, né, com todo respeito, sem querer, sem querer falar mal, >> mas eu quando eu fui trabalhar lá, eu já Tinha muito o background de marketing direto raiz. >> Uhum. >> Então, por exemplo, sabe aquele curso do Tod Brown, o E5, E5? Método E5. Eh, eu já tinha feito aquele curso, eu já tinha estudado vários corporetes
clássicos e quando eu cheguei lá, eu eu não encontrei muito issum. >> Eu encontrei um processo de cópia até um pouco diferente. Tinha aquele one page lá que eles faziam >> e e eu lembro que algumas vezes o pessoal fazia o one page sem pesquisar, um cara tipo: "Ah, fiz aí como, mano, como assim não pesquisou?" Para mim era uma coisa muito doida. Só que mesmo assim, sendo diferente, sendo sendo um pessoal que meio que não nasceu no marketing direto, meio que eles pegaram pessoas de fora, né? >> Botaram para dentro de pá a a
Elena, por exemplo, eu acho que que ela era jornalista, né? >> Isso. Exato. >> Eu acho que a Alessandra, abraço aí pra Alessandra também, acho que ela era jornalista também. A Bet nem sei o que que ela era. Eh, mas deve ter faculdade de alguma coisa aí também, sei lá, ADM, não sei. Mas meio que eles pegavam essas pessoas de fora, botavam ali e dava certo, sabe? Eles treinavam e funcionava. E não só funcionava como funcionava muito bem, porque, a empresa cresceu muito. >> O que que tu acha que tinha ali na Empílicos que fazia
isso acontecer? Será que era o modelo de negócio que eles tinham? Que era um modelo muito bom, modelo de assinatura com back end caro? ou então era que realmente tinham processos muito bons para aquela tarefa específica que era, cara, criar mensagens de vendas pro mercado financeiro, que eu acho que é uma coisa diferente de outros mercados, aliás, acho não, né? É uma coisa diferente de Outros mercados. O que que tu acha que fazia, cara, a empresa funcionar tão bem, sendo que as pessoas não eram nativamente do marketing? >> Cara, eu acho que tem uma combinação
de fatores ali, né? Tem o fator, por exemplo, pô, eles tiveram, foram apadrinhados pela melhor empresa de resposta direta dos Estados Unidos. Isso já é um negócio que te torna, já te coloca num nível, é, ajuda, né? Querendo ou não, pô, você tá com Rock Vega do seu Lado te ensinando copy, tipo, >> você tá recebendo, pô, a gente teve eventos lá com Mark Ford presencialmente, sabe? Então, assim, é, é >> violento, hein? >> É, era muito bizarro, cara, porque assim, e eu não sei se todo mundo que passou por lá soube entender a dimensão
que é você participar de um evento presencial com o Bill Bonner te ensinando COP, sabe? o próprio Evaldo, Né, ele fez alguns alguns treinamentos dentro da Empíricos, né, >> cara. A Helena, ela foi num castelo na França. >> Ah, não, foi na França, né? >> Aprender com Cleiton Make Peace, né? Helena, que loucura, velho. Nossa, pessoal, ó o podcast da Helena aí na tela, tá? Vamos lá ver isso aqui depois. >> Então, é muito maluco você pensar a vantagem competitiva que a empresa tinha No sentido de, cara, eles estavam aprendendo com a fonte ali, não
tinha nenhum intermediário, né? >> Uhum. Mas também acho que tem um fator que assim a empíricos ela e é algo que eu levo para toda essa minha forma de trabalhar com produto até hoje que é muito uma lógica de errar rápido. E não só porque essa questão de errar rápido, ela te dá umas falsas sensação às vezes do tipo, ah, alguma coisa tá dando errado, eu vou lá e corto. >> Sim. >> Tipo, mas não é bem isso, assim, é tipo, é você saber qual que é o teu limite, né? Então, tipo, pô, o que
que é o errar rápido para ver turb? Talvez errar rápido para você seja rodar uma funcionalidade durante um ano. O teu rápido é um ano, mas para uma outra empresa, cara, é uma semana rodando, algo deu errado e você tira do ar. >> Então eu acho que eles tinham muito essa filosofia de, pô, colocou alguma coisa Na rua, não teve resposta, cara, troca e vai pra próxima. É claro que talvez, pô, se você falar aí de 1000, 2000 campanhas, talvez você erre, né? Não dá para ter uns 100% de acerto em relação a isso. Talvez
você desperdiçou algo que às vezes talvez só não fosse um momento certo, né? Mas é um preço a se pagar. Mas a quantidade de coisas, né? É, talvez esse seja o grande fator de diferencial da Empíricos em relação a qualquer outra empresa. E é algo de Certa forma replicável para outros nichos, que é no fundo ganha quem tenta mais, né? Tipo, se você o o David Dutt ele ou David Dot, né? >> D >> ele traz ele, não sei se eles vocês falaram disso no podcast com ele, mas ele traz aquela filosofia da 100 ideias,
né? Não lembro, cara. >> Que basicamente se você tem 100 ideias diferentes, dessas 100, provavelmente 10 vão ser mais ou menos. Dessas 10, umas Três vão ser boas e dessas três, uma vai ser aquela que vai explodir. Então era muito nessa lógica. Então, pô, se eu tenho 100 ideias para testar, cara, alguma coisa aqui eu vou acertar, né? Claro que ali era uma estrutura que permitia tanto financeiramente, né? Tipo, você tinha eh caixa para poder investir, mas eu acredito que no fundo foi isso que fez a empresa crescer tão rápido, que era muitas eram muitas
tentativas e eventualmente uma ou duas Era aquele negócio que explodia e essa explosão quando você leva muita gente pro pro teu funil, cara, e a questão de ficar trabalhando com essa galera e aumentar o LTV dela de maneira violenta ali, né? >> Uhum. Então, é algo que eu olho muito hoje quando eu falo de produto, é como que você pode testar algo amanhã, >> validar essa ideia, sabe? E aí o critério de validação vai para qualquer Um, >> eh, mas precisa ser adaptado também para qualquer um, né? Então, pô, eu trabalho com, sei lá, PSL
para nutrautico. Cara, qual que é o seu nível de tolerância? Tipo, ah, talvez ela precisa vender nos primeiros 1000 views, então, tipo, esse é o teu critério, então beleza, segue com ele. Mas não, eu prefiro, preciso passar de tanto de faturamento para considerar uma ideia validada. Então eu acho que é mais ou menos essa lógica de Errar rápido, mas saber o que que é o teu limite ali. >> Uhum. >> E aí, uma vez que você identificou, cara, eu já testei tudo possível, já bati no meu limite aqui, não tem mais o que extrair desse
negócio. Aí você vai conseguir mudar de rota. >> Sim, >> né? Então eu vejo que a velocidade de mudança de rota, ela é o que faz a a empresa prosperar de certa forma. E até Engraçado que quando começou a aparecer concorrente da Empíricos, né, que era foi algo novo para nós assim, né, a gente começou a olhar e falar, cara, tem uma empresa aqui que tá fazendo exatamente a mesma coisa que a gente >> pode falar o nome cara, >> acho que posso, pô. Tem teve a Suun no research, talvez foi a primeira assim. >>
Ah, a SUN, é verdade. Aí do Thago. É Thiago, né? É, Thiago, não sei, enfim, >> rapaz cabelinho, caracolado, né? >> Isso, eles estão até hoje aí. Sim, sim, eu lembro. >> Só que era engraçado que a gente eh sempre falava assim que putz, os caras eles, na verdade, eles estão copiando a empíricos de dois anos atrás, digamos assim. >> Uhum. >> Né? E até uma filosofia, o Spotify tem um pouco essa lógica de tem um, acho que um livro, se eu não me engano, eh, do fundador do da Spotify, que ele fala Muito que
o que as pessoas vêm hoje do Spotify, na verdade, é uma visão do Spotify planejado há dois ou três anos atrás. Então, quando o concorrente tá copiando o Spotify, na verdade ele tá copiando o passado porque o Spotify já tá já evoluiu. >> Então a tinha muito essa lógica assim de quando a gente via alguém copiando alguma coisa, a gente olhava e falar: "Cara, isso aqui a gente pensou há um ano atrás, o time de COP pensou há um Ano atrás, por exemplo." >> Uhum. >> Tanto de funcionalidade de tecnologia, quanto de projetos, o que
for, né? E aí, naturalmente, isso te deixa, cara, pensa numa corrida, você tá com muita vantagem à frente dos outros carros ali, né? Uhum. Eh, cara, eu quero fazer uma outra pergunta, tá? Mas antes eu vou, eu quero só comentar o que tu falou. Eu tô lendo um livro que é o livro, o nome é The Book of Elon, que é o livro do Elon Musk Que vai aparecer aí na tela, tá, pessoal? Thagão, é um livro branco com vermelho. Coloca aí. >> E tu já leu aquele Almanque do Naval? >> Sei. >> Sabe qual
que é? Tu sabe quem que escreveu esse livro? >> Não, de cabeça não lembro. >> Não foi o Naval, tá? Foi o Eric e Orgenson. Ele escreveu três livros que vão aparecer na tela. Primeiro é o manque do naval, coloca aí. Depois ele Escreveu a antologia do Balage, que é um indiano. Coloca aí também que indiano não, não é americano, mas de origem indiana que é brabo também, tá? Esse cara é brabo demais. E escreveu agora o livro do Elon Musk que vai aparecer aí na tela também. Recomendo ler os três, tá pessoal? São muito
bons, principalmente se tu leu o do naval, que ficou muito famoso aqui no Brasil. Mas o Lumask ele fala que, cara, se a tua se a tua velocidade de inovação for rápida o Suficiente, as cópias não importam. >> Sim, >> porque o cara vai, quando o cara copiar, tu já vai ter inovado e já vai ter feito uma coisa e superior. Então ele fala: "Não se preocupem com propriedade intelectual". >> Uma vez que a pessoa copia, ela já tá copiando no passado, que foi exatamente o que tu falou. >> E cara, eu concordo contigo, tá?
que o volume de COP lá produzido da Empíricos, Ele era bem alto, porque eu via como é que era. Eu tava lá na operação pessoal e depois eu eu quero falar um pouco dessa máquina de cópia. Eu não sei se tu sabe disso, tá? Mas eu vou te perguntar de qualquer maneira da sobre a gente vai para outro assunto. Mas cara, eu acho que o 8020 da Empirica, COP, velho. E por que que eu acho que não era COP? Eu quero pegar a tua opinião sobre isso. >> Aham. >> Eu acho que não era COP.
E com todo respeito aí o pessoal que era copit na Empíricos, tá? Vocês eram e são bravos, tá? São muito bons. Mas eu via que o pessoal que tava lá não necessariamente era um copywritter raiz, não era uma pessoa que amava copywriting, não era tipo tu que, mano, descobriu copywriting e começou a estudar e virou um nerd daquilo. Eram pessoas que viam uma vaga tipo, ah, redator publicitário, ah, paga bem, mano, tem benefício, ah, fechou, Vou vou mandar bala aí. >> E foi para lá. Só que o processo de criar cópi da Ágora, que a
Empericos meio que pegou e aplicou, ele era tão simples, tão bom, tão passo a passo, que ele conseguia transformar pessoas comuns em copywritters bons o suficiente para escrever carta de vendas do mercado financeiro. Só que essas cópias aí elas funcionavam por causa do modelo de negócio. Ou seja, a gente vende um produto ali no Front, se eu não me Engano, era R$ 7. No front era isso, né? R$ 7 ou por aí? >> É, o front ele tinha liberdade de fazer até por R$ 1, por exemplo, né? >> É, era, mas cara, era baratíssimo. >>
Sim. >> Então, pô, uma oferta mais irresistível que essa é difícil, né? >> Sim. >> E depois tinha um backend caro e, cara, isso daí funcionava. Sim. >> Então, mesmo não tendo talvez a melhor Cópia do mundo, e de novo, não tô falando que a COP era ruim, não tô falando que vocês eram ruim, tá pessoal? Só tô falando a minha opinião, é porque às vezes o cara pode interfetar dessa maneira, >> mas definitivamente não é isso, tá? Não é e já aprendi muito com vocês também, >> mas na minha visão o 8020 não era
essa parte de cópia, não era tipo uma cópia absurda ali que conseguia trazer um Roy ferrado no frontend. Até até mesmo como Tu falou, né, Bruno, é difícil a gente ter um Roy no front end cobrando ali R$ 1, R$ 7, R$ 19. É difícil, cara. não tem o funil completo. >> É, eu então assim, ó, no meu tempo que eu fiquei lá, cara, nesse um mês, a minha análise principal foi que, cara, esse modelo aqui de negócios é um modelo muito bom. Mesmo que a gente coloque aqui pessoas que talvez não sejam copyrights raiz,
pessoas que, cara, a gente consegue Treinar para fazer uma cópia que boa o suficiente, ainda assim dá certo, ainda sim vende. E não só dá certo e não só vende, mas dá muito certo e vende muito a ponto da empresa crescer o que ela cresceu. >> Tu concorda com o que eu falei? Cara, faz sentido, mas eh vou te dar um outro ponto de vista que era algo que eles talvez por eles nascerem dentro de um mercado de finanças. E o mercado de finanças ele tem essa categoria de, por Exemplo, você pega mercado de opções,
por exemplo, cara, cada 20 operações, talvez uma dessas operações vai compensar todas as outras, né? Então você vai tomar preju ali em 19, mas uma delas vai e e essa que vai valer a pena, ela vai valer muito a pena. Então eles tinham muito essa filosofia de que se você errar você vai errar pouco, mas se você ganhar você vai ganhar muito. >> Uhum. >> Né? Então a Impirus ela sempre apostou Muito nessa nessa questão de encontrar talentos. Então você pega, por exemplo, o Torelli, não sei se você tem a oportunidade de conhecer lá. >>
O Torelli, pô. É, é Rafael, >> não é? Cara, só conheço por Torelli agora que >> Eu também, cara. Ele tinha o óculozinho aqui, né? >> É, o Torelli, ele trabalhou com, na verdade, ele acho que estudou com o Rodolfo Amstalden, né? Cara, sabe uma Coisa que eu lembro dele só, só fazendo para tu ver como as coisas ficam na cabeça. Um abraço aí pro Torel, se ele vê esse podcast, tem um contato dele, cara. >> Ah, devo ter. >> Manda lá para ele, se tu achar. Manda lá. Eu gosto muito dele. Eu aprendi uma
palavra com ele, ele coleciona moeda. É, não é isso não. Não é mini master, não é isso? >> O quê? >> O nome da pessoa que que coleciona moedas. >> Ah, é >> é mi e alguma coisa. Ô, Gabi, coloca aí no Google aí, mano. >> Ele é colecionador de moedas. >> Coloca aí, Gabi, a palavra aí. Quem coleciona moedas? Minimasta, mini alguma coisa munimista. Pô, tran vai ficar bravo comigo, cara. Desculpa, eu não sei essa parada das moedas aí. Eu acho legal tu colecionar >> no nu quê? >> N >> numis mata. Numis mata.
Ó, ele é um Numis mata. Pessoal, eu sabia que era alguma coisa com isso aí. Ele coleciona moeda. Olha que massa. Mas ficou na minha cabeça aí. Mas enfim, fala aí. >> É, pera aí. Onde que eu tô? Ah, então o Torelli na verdade ele não era copywritter, então ele não foi um cara que estudou lá o Arts e Clayton Peace, até porque quando a gente fala disso Hoje em dia, cara, é muito fácil, né? Você vai no Google lá, mas você pensa isso em 2003. >> Hoje em dia, hoje em dia, né? >> É,
hoje em dia é muito mais fácil e não é tão fácil assim, né? Se você não domina inglês e tudo mais. >> Então, pensa isso quando, pô, você chega pra pessoa, então quer ser copywritter, cara. Falou: "O quê? Que que é copywritter?" Entendeu? >> Uhum. Então a Imperiala nasceu um pouco Com essa filosofia de, cara, vamos apostar numa galera que é totalmente aleatória, digamos assim, mas que de certa forma tá um pouco dentro inserida nesse mercado, né? Como por exemplo a Helena, que era jornalista, ou seja, ela sabe escrever pelo menos, né? >> Sim. >>
E eventualmente a gente vai encontrar um talento aqui, né? Então o Beto, ele defendia muito essa essa filosofia de que não me interessa muito se você é o Cara mais técnico, me interessa se você escreve um copy muito bom. E um COP bom não necessariamente é o COP que ele vai seguir ali o protocolo A + B, framework, certinho. Às vezes ele é um negócio que vai fazer o cara perder o sono. A ponto no dia seguinte ele falou: "Mano, se eu receber essa propaganda eu preciso comprar, né?" Então isso nasceu talvez de uma necessidade,
porque eles brincavam muito com essa lógica de que assim, ninguém acordava e Falava: "Ah, vou comprar um relatório de finanças, ninguém acorda pensando nisso, >> mas, pô, eu não quero correr o risco de do meus filhos não terem o que comer amanhã, por exemplo, né, por ponto de uma crise, sei lá, explode uma crise no Brasil, eu não vou ter mais grana, as pessoas se preocupam com isso." Então, era muito mais nessa lógica que que eles exploravam, não o produto ele era menos importante do que a oferta, digamos assim. Sim, >> até porque o produto
ele era um só, só que ele era multiplicado 1000, 10.000 vezes por ofertas e por abordagens diferentes. Então assim, é uma decisão arriscada, né, de você, pô, eu vou apostar em talentos, eu vou pegar pessoas fora do mercado e vou ver no que vai dar. Só que eventualmente, pô, se der muito certo, vai ser muito relevante. >> Uhum. >> Né? Então, porque provavelmente essa Pessoa, ela vai aceitar entrar por um custo muito menor do que você trazer um camisa 10 logo de cara. provavelmente se ela começar a acertar você vai conseguir remunerar ela melhor, >>
sem dúvida. >> E ela vai sentir que ela faz parte do daquele crescimento. E mais do que isso, né? Se ela ganha bem e ela entende a lógica do tipo, pô, quanto mais eu vendo, mais eu ganho, ela vai querer fazer mais vezes. >> Uhum. >> Então, os próprios copywritters lá, eles tinham essas iniciativas, tipo, cara, tive uma ideia que chegava pro Beto lá, o Beto meio que aprovava ou não, se não fosse uma coisa ultra absurda, né? >> Sim. Então, acho que talvez um um dos maiores exemplos que eu tenho lá, eu na Empíricos,
eu não trabalhei tão ativamente, é o é o Fernando que hoje ele tá >> Como assim? Tu não trabalhou ativamente? Tu trabalhou há 5 anos? >> Não, não, eu digo de interação. >> Como assim? >> De falar no dia a dia. Era uma pessoa que eu conhecia, né? Então, mas não ficava tipo no dia a dia conversando. Mas o Fernando, ele era um cara que ele tinha muito essa ideia de putz, eu vou encontrar coisas fora do do mundo de finanças e vou conectar com com ideias do mercado, vou levar isso pro Beto se ele
eventualmente aprovar. Então, teve Uma ocasião lá que eles fizeram a campanha do auxílio Bitcoin, né, que era, pô, o Brasil adora essas coisas de benefício, né, tipo você ganhar bolsa isso, bolsa aquilo e eles fizeram o auxílio Bitcoin, né? Então eles pegaram essa ideia, né, do benefício do governo com uma potencial de alta do Bitcoin. Fundiram isso numa ideia, >> auxílio Bitcoin. >> É. E aí, inclusive, né, o Fernando seria um baita cara para estar aqui, porque Ele é um cara que me ensina muito aí na parte de cópia. Ele tem ideias absurdas ali. >>
Qual que é o sob nome dele? >> É Fernando Vieira, o nome dele. E cara, ele ele talvez foi um dos caras que ele entra um pouco nessa categoria de ele entende toda a estrutura, todo o framework, porém ele prioriza muito mais os testes, as ideias e essa fusão de ideias do que seguir ali o tipo o acadêmico, digamos assim. Entendi. >> Então o resumo é assim, o copywritter mais nerd, ele perde talvez pro copywritter que mais entende o que que incomoda o público, o que que motiva o público a comprar. >> Dúvida, não. Sem
dúvida. Sem dúvida. Coprier mais especialista no público tende a ter uma vantagem. Claro, sem dúvida. Cara, tu entende como que era a máquina de COP da Empíicus ou era uma coisa que tava meio que fora ali do torcedor? Porque eu sei que tu virou CTO Eventualmente, né? Tu trabalhava com tecnologia. >> É. Eh, cara, essa parte de como que era a dinâmica de construção não não era algo que eu participava tanto. >> Uhum. O que era bem comum lá era assim entender quais copywritters eram muito bons para falar de um determinado assunto. Então, claro que
tinham copywriters que eles eram capazes, digamos, para escrever para qualquer nicho. Mas uma coisa que eu aprendi lá e Eu acredito que faz muito sentido para quem quer trabalhar com COP e para quem quer construir oferta, é identificar onde que você é o melhor cara e qual que é o qual que é o melhor nicho que você consegue operar. >> Sim, >> né? Então, por exemplo, pô, o cara de opções lá, que era o, acho que era o Gustavo Rosa, o nome dele, ele é um cara super low profile assim, só que ele cara, ele
era muito bom de opções, tipo Assim, era violento a o modo como ele conduzia. Um assunto que é bem difícil de você vender opções, né? A mesma coisa, a Helena, por exemplo, ela escreveu muito para ações, né? Então, ela tinha uma conexão muito boa ali com os analistas. Então, >> as melhores ações da bolsa. >> Exatamente. O próprio nome do produto já era muito bom. Mas basicamente a lógica era eh você entra lá na fogueira, cara, em algum momento você vai despontar em Alguma coisa, né? E aí meio que já sabia que você ia ser
o dono daquele produto ou daquele projeto de uma maneira recorrente, digamos assim. Mas o detalhe profundo assim de como que era a dinâmica, eu sei que eles tinham dinâmicas semanais ali de encontros para discutir ideias. Eu acho que eu fui num desses >> que assim, eu acho que rolava um uns quebra-pau assim, né? >> É, eu acho que eles não gostavam muito De mim não. >> Talvez você tinha ideias muito. >> Eu era completamente Não, tá maluco, irmão. Cadê o mecanismo único. >> É, então assim, é que, cara, no fundo, quando você vai construir uma
oferta, você tem que ter o o básico de respostas ali, né? >> Uhum. E a dinâmica de pe review, né, que é aquele negócio que senta todo mundo numa mesa e você vai apresentar, né, você vai apresentar a tua ideia e as Pessoas elas vão voltar com questionamentos e nisso, pô, dependendo se a pessoa não aceita às vezes muito questionamento, pode rolar um atrito, né? Então eu acho que assim também uma etapa interessante para quem quer trabalhar com construção de oferta é saber entender crítica, né? Porque às vezes a pessoa vai olhar e fala: "Mano,
que que você tá falando, velho? Só você tá viajando na maionese, na cabeça da pessoa é lindo, né? Nossa, peguei um Negócio aleatório aqui, mas quando ela leva pra outra pessoa e a pessoa não consegue entender, então isso já é um sinal talvez que o público também não vai conseguir entender aquilo, >> sem dúvida. >> Uhum. >> E aí, enfim, era basicamente essa, o que eu tinha acesso era basicamente essa parte de pew review. >> Uhum. >> Que era essa reunião com todo mundo ali Para você defender o teu COP, né, >> cara? E eu
lembro que eu participei de uma delas e eu comecei a falar do Tod Brown lá que eu falei, mano, por que que a gente não faz isso aqui e tal, usa e um mecanismo único aqui e faz tal coisa. Aí o Torel falou assim: "E a parte da emoção?" Eu lembro que tava o Beto na ponta, o Torelli aqui, a Helena, a Betina, tava todo mundo lá. Era uma reunião Zá e eu na outra ponta aqui. Eh, e de chinelo. >> Você tava chinelo. >> É. Ô louco. >> Aí o Felipe é Felipe Mirando, né?
Ele mandou um e-mail depois pra empresa inteira falando que nós usamos térm e tal. E >> você pediu também, né? J >> irmão, eu meti o louco mesmo, então não quero nem saber. Eu ia lá de chinelo, cara. Por isso que eu te falo, >> no meio da Faria Lima, o cara meteu um chinelão. >> F e regata. Mano, eu não, eu não consigo trabalhar pros outros, cara. Meu negócio é eu fazer as coisas do meu jeito. Hoje em dia eu sou mais arrumadinho, entendeu? Tô de zenha. Viste meu zenho aqui? Sim, >> eu tô
mais arrumadinho, mas naquela época lá tava ainda sou meio meio maluco, mas eu lembro exatamente desse processo e eu acho que tem um livro que fala desse processo que é o o copy logic, não é? >> Vai aparecer aí na tela, tá? Pessoal, tu que é um copywritter, >> eh, quiser falar um pouco mais sobre esse processo, quiser aprender sobre esse processo de revisão de COP. E, cara, isso é uma coisa que meio que parece que morreu no na no na comunidade de copywriting aqui do Brasil. Eu não vejo mais as pessoas falando sobre isso,
sobre pe review, sobre esse tipo de coisa. Por que que tu acha que isso aconteceu, >> cara? É, de fato, é um negócio que ele caiu um pouco, >> caiu demais. >> É um negócio que não tem muito. >> Eu tenho uma opinião, tá? >> Eu, cara, assim, eu acho que tem um pouco a ver com a velocidade das coisas. Então, a gente tá num mercado que hoje em dia tem umas coisas que você não consegue explicar muito bem porque que bombou assim, sabe? E eu acho que esse talvez seja um grande problema de de
Quem lança oferta e tudo mais, que às vezes o cara estourou e ele você pergunta para ele, ficar, mas por que que você acha que você estourou? El f não sei muito bem. >> Sei lá, >> tem 1000 fatores aqui que fez a minha oferta escalar, né? Que é diferente um pouco da dessa dessa época que eu peguei, talvez a época mais antiga de COP, né? Que você tinha um pouco de racional de timing, de vários fatores Que dava para você minimamente justificar, tipo, cara, essa oferta foi muito boa por conta disso. >> Uhum. Hoje
em dia eu acho que tem vários elementos ali que é um pouco difícil de Então, naturalmente às vezes o processo de preview ele acho que ele pode ser bom. Talvez, pô, se você tem um time de cópia aí com três, quatro pessoas, cara, pe review deveria ser o mínimo ali, não para entrar num processo de homologação das ofertas pr, né, mas assim pra Evolução do timeum. >> Porque às vezes uma coisa que eu falo do teu copo, você fala: "Cara, realmente, aí você vai lá, melhora e aquilo que faz a diferença." >> Sim. >> Eh,
mas enfim. Qual que é a tua? >> Cara, minha opinião é que eu acho, tá, que os processos que a Agora criou, eles são processos extremamente específicos pro mercado financeiro, Desde, aliás, de tudo, tá? Até, aliás, principalmente na maneira como eles criam as COPS em primeiro lugar. Então, pô, as COPS lá da Águora são muito focadas em tá acontecendo alguma coisa. E essa coisa aqui, ela vai fazer tu ou ganhar ou perder muito dinheiro. >> Então compra isso aqui para tu ganhar muito dinheiro para tu se proteger. Resumidamente é isso. Então cara, e esse ano
tem eleição, né? >> Sim, >> cara. Vai ter eleição aí no Brasil, tal, vai ter o Pedrinho e o Zezinho, independente do que acontecer, tá? Se for, se for o o Zezinho, Pedrinho, vai dar alguma coisa. Isso daí a gente consegue usar para vender. >> Aham. >> No mercado financeiro faz muito sentido. >> Sim. em qualquer outro mercado não funciona assim. É difícil ser assim. Eh, e daí se a gente for olhar a COP da Águora, o fato de ter o One Page, até o Próprio livro do Evaldo que fala lá sobre sobre a a
ideia, tal, isso tudo aí é muito focado nessa parada da Bigia. >> Sim. >> E aí, por causa disso fica muito fácil ali e fazer as copies. Por isso que a gente consegue treinar esses copywriters ali para para fazer as ces, porque tem esse template, esse processo passo a passo. E esse processo de preview é a mesma coisa, é um processo que a Agora criou pro mercado financeiro. Eh, ele Não se aplica necessariamente apenas pro mercado financeiro, tá? Pode ser aplicado para para outros. Porém, como é uma coisa que a gente precisa de vários copywriters,
demora para sair, a águora vai disparar essa esse meio, esse essa carta de para uma porrada de ente. Então, cara, a cópia ela tinha que est decente. Então, por isso que eles criaram esse processo e aí tem todos os defeitos dele, como tu falou, a parte da velocidade, etc. E isso daí, cara, é uma Realidade muito diferente de outras empresas. Então, pô, no mercado brasileiro, o pe review, sem dúvida alguma, funciona muito bem para funciona, né, para empíricos, talvez para Suno, não sei se a Suno faz marketing direto, eh, com carta de vendas ali, não
sei se eles têm essa essa skill. Se tiver, provavelmente eles fazem, mas cara, pro infoprodutor médio ali e tal que faz lançamento ou sei lá, roda um funil de VSL ou cara de Nutra, Enfim, todo mundo que não que não tá nesse ecossistema da água, eh, essa parte da velocidade acaba pegando bastante e muitas vezes eles nem tm copywritter para fazer isso. Muitas vezes é um ou dois copyright, ali, não tem um time de cop ali robusto, soltando cop para Então, parece que é um processo específico da Águora pr para essa empresa que já tá
um pouco mais escalada em primeiro lugar. >> Então, cara, mais ou menos assim, porque Uma coisa que é engraçado, né, quando a gente fala de big idea, de termos que pe review, por exemplo, parece que é muito restrito pra FPUB, né, que é o mercado de direct response para mercado financeiro, mas no fundo, se você for parar para pensar, não é tanto, né, é mais uma decisão estratégica do tipo, cara, o que que eu quero abrir mãos? Então, pô, se meu negócio é cash flow, talvez de fato não faça sentido você ficar fazendo pay per
review e Discutindo. Cara, seu objetivo é colocar anúncio na rua, oferta na rua e vender, acabou. Mas se eu tô falando, pô, eu quero construir uma empresa que eu vou trabalhar com ela 2, 3, 4 anos, em algum momento eu vou vender essa empresa, talvez faça muito mais sentido, né? Então eu acho que assim, eh, talvez o o a questão não é nem se funciona ou não para determinado nicho, mas não seguir a a risca ali, né? A ferro e fogo ali, talvez você possa adaptar. E a gente faz Pew review no swiper, por exemplo.
Então eu pego lá os assinantes, eh, a gente faz uma sessão onde o assinante ele vai ler o copy dele, >> é, >> em voz alta, né? E é importante que seja esse processo, até um negócio, um ritual, digamos, não adianta você ler só pensamento ali ou outras pessoas lerem, porque o objetivo de você ler o seu copo em voz alta é que você perceba gargalos, né? Você fala: "Cara, eu tô ficando Entediado aqui com o que eu tô lendo, então pera aí. Se eu que escrevi estou entediado, talvez quem vai ler vai ficar ainda
ou ouvir, né? Vai ficar ainda mais entediado. Então a gente faz essa dinâmica justamente para que o assinante treine, né, o o cop dele e outros comecem a desenvolver esse olhar crítico. Falar: "Cara, mas esa aí, eu tô oferta, você não falou nada de garantia, você não falou nada de bônus, como é que você não vai facilitar o pagamento pra Pessoa?" Sabe? Você começa a levar levantar um monte de questionamento que às vezes a pessoa tá no flow da escrita e ela se esquece de colocar ou então ela nem sabia que ela poderia colocar aquele
argumento. Então o pe review ele é uma técnica super legal que não necessariamente precisa ser feito dentro de uma empresa, né? Você pode chamar os amigos ali que estudam COP e faz ali, né? Não tem problema, cara. Eu acho que é um negócio que é super benéfico ali Para Então o lance acho que é quando você escuta alguma algum conceito que parece ser restrito a uma empresa grande >> Uhum. Não é que você vai falar: "Puta, mas isso aqui é só para essa empresa gigante, porque os caras t caixa, tem equipe, tem escritório". Não, mas
como é que eu posso às vezes pegar essa essa ideia de processo, trazer pro meu negócio e às vezes é isso cara, que vai fazer uma diferença absurda ali no no resultado, né? >> Sim. >> Então, >> sem dúvida alguma é adaptável. >> É adaptável. >> Sem dúvida alguma. Até teve alguém que veio aqui essa semana, eu não lembro se foi o Cauê, acho que foi o Cauê, cara. Acho que foi o pessoal, foi o podcast do Cauê e do Boaz. Eu não sei se já saiu esse podcast, na hipótese, tá, de ter saído, vai
aparecer aí na tela. Se não saiu, Vai sair no futuro. Então, coloca aí Kauê, Boz, etc. Mas eles usam o Oneepageum >> e é uma empresa de infoproduto de experts aqui no Brasil. >> Provavelmente eles adaptaram o One Pager para eles, né? Não é o One Pager da Empíricos, por exemplo, né? Porque >> Uhum. Mas isso é um negócio legal, cara, de adaptação de recursos que que crescem, né? >> É, sem dúvida alguma é adaptável, mas um Fato é hoje em dia eu não vejo tanto acontecendo nas empresas que eu que eu converso. >> Eh,
não se popularizou, >> cara. Mas eu acho também que é um momento, minha visão assim de de mundo, sabe? Eu acho que, pô, a gente tá no meio de uma guerra, >> tipo assim, tá todo mundo correndo para gerar o máximo de dinheiro possível, entendeu? Então acho que também influencia um pouco isso, né? Tipo, Quando você tá numa empresa onde você tem um mercado que, pô, você não tem nenhuma grande ameaça daqui a, sei lá, 2, tr anos, dá para você pensar, por exemplo, pô, imagina todo mundo que fez ali esse planejamento e aí uma
semana depois vem a pandemia. >> Uhum. >> É uma coisa um pouco imprevisível. Então eu acho que o mundo ele ainda tá um pouco se recuperando desse ritmo de cara, vamos viver o dia ali. Claro que Tem empresas que conseguem pensar no longo prazo um pouco mais estruturado, mas você pega, por exemplo, empresas de pô, o cloud, cara, o cloud, a empresa que cuida do cloud, né, é uma funcionalidade nova por dia. Tipo assim, é claro que os caras estão colocando coisa no ar que tá quebrado, que tá não tá 100%, mas por quê? Porque
é uma corrida, né? Ganha quem vai ter mais funcionalidades rolando, mais clientes pagando, né? Então acho que também tem Um esse fator de como que o mercado ele é hoje, né? >> Sim. >> Pode ser que talvez daqui uns anos as pessoas comecem a olhar pro review com >> uma necessidade maior. Não sei, né? >> É, cara, é possível. Até porque sei lá, velho, a gente tá com IA, talvez em breve a própria IA já vai conseguir revisar com vários ângulos diferentes. >> É, o PVW, na verdade, ele pode inclusive ser feito com uma IA,
né? Uhum. >> Você pode criar, é um pouco esquisito, talvez, mas você pode, sei lá, falar pro chat de PT que, cara, você vai ler o cópia para ele escutar ou ele revisar o seu cópio, né? Pode ser feito. Eu acho que não é tão produtivo porque provavelmente ele vai te dar uma uma opinião, enfim, que não vai ser tão relevante, diferente de eu ler o meu copio para você, né? Você teria uma visão muito mais >> humana, digamos assim. Mas quem sabe Daqui um ano ele consiga evoluir para >> uma interação muito parecida como,
né, você tá numa mesa com outras pessoas, né? >> Uhum. >> E aí, pessoal, antes da gente prosseguir aqui com o episódio, eu queria agradecer a todo mundo que assiste aqui o nosso canal e se inscreveu no nosso canal, porque a gente conseguiu reduzir o número de 65% para 38% Das pessoas que vem os vídeos aqui no canal, mas não se inscrevem. A nossa meta agora é chegar em 30%. Então, cara, se tu tá gostando aqui do podcast Segredos da Escala, tu quer que a gente continue trazendo convidados cada vez mais bravos para entregar um
conteúdo de graça aí para ti, cara, confere se tu já é inscrito. Se tu não é inscrito, clica nesse botão aí para se inscrever. Isso é rápido, isso é de graça, isso aqui ajuda demais o canal, porque a gente consegue Crescer, tem mais relevância e aí obviamente o conteúdo aqui sempre vai melhorando, beleza? Então, cara, se tu não é inscrito, se inscreve e agora de volta pro episódio. Cara, partindo desse ponto, tá, que tu acabou de me falar aqui, olha, a gente consegue adaptar as coisas. O que que tu acredita que é a coisa que
as pessoas de casa mais poderiam adaptar da empíricos nesse tempo aí de crescimento exponencial que aconteceu Até a venda ali do BTG? Sem dúvida alguma, né? Vão ter coisas ali bem interessantes que a empresa fez para ela crescer. A empresa ela não cresceu do nada. Teve algum motivo ali pelo qual, aliás, não algum motivo, teve alguns motivos que fizeram ela ela crescer. Eu acredito que o modelo de negócio delas eh era muito bom e foi um 8020 ali, a máquina de COP, possivelmente, mas cara, tu que tava lá dentro, tu que viu o CR, aliás,
não só viu o crescimento, né? Tu Que cresceu junto, entrou ali como programador, saiu, chegou até ser city show da parada, coordenando ali e dezenas de pessoas. O que que tu acha que a galera que tá em casa ali, um infoprodutor médio, um cara que faz nutra, enfim, essa galera que tem operação de marketing direto, que eles podem não copiar, tá? Ou talvez copiar, sim, >> mas principalmente adaptar da Empíricos para aplicar no seu próprio negócio? >> Cara, eu acredito muito que é construção de funil, né? Então eu vejo que é uma deficiência grande no
mercado hoje em dia, que as pessoas basicamente elas fazem. Você fazer uma venda é legal, né? Fazer uma primeira venda é boa, mas o mais legal é você vender mais de uma vez pra mesma pessoa. Então quando você constrói uma coisa que a pessoa entrou pagando um valor X e aí quando você para para analisar, fala: "Cara, esse o João aqui já deixou mais de R$ 5.000 na mesa Com as coisas que eu ofereço, né? é muito mais inteligente e muito mais sustentável no longo prazo. E isso vale, cara, para tudo, assim, eu acho que
é é até um ponto que eu vejo que às vezes o mercado falha um pouco de putz, eu não vou pegar, por exemplo, coisas que a Empíricos fez porque não se aplica o meu negócio. Cara, dá para aplicar qualquer coisa. Pô, se for um dentista, por exemplo, cara, se você fizer uma lógica de expansão ali do ticket médio, você Vai ter coisas para oferecer. Se você atende uma pessoa, você poderia atender a família inteira e triplicar o teu faturamento sem necessariamente ter eh novos clientes. Então, essa mesma lógica. Então, o que eu mais recomendo pra
galera olhar é tipo, pega o teu funil hoje, como que ele tá, e tenta identificar buracos ali. Então, cara, é muito comum, tipo, ah, beleza, eu tô tô sofrendo aqui porque tô no prejuízo ou então só empato. Ah, mas você tem um Back end? Ah, não tem. Então, faz um backend aí. Mas tipo, depois do back end, o que que acontece? depois de dois meses, você não fala mais com esse cara, você não entra mais em contato com ele para ofertar alguma coisa. Então é muito essa essa lógica de você não olhar sempre para novos
compradores, né? Então é importante você ter o flow ali de novos leads, novas pessoas comprando teu produto, mas mais importante do que isso é fazer essas pessoas comprarem mais de Uma vez. E o modelo de e eu não tô falando só de recorrência por si só, né? O modelo de recorrência ele é muito bom, é muito poderoso, só que o modelo de recompra também ele é importante, né? a pessoa ela voltar a assinar a Veturbia, ela, enfim, comprar uma mentoria, um treinamento, o que for. >> É, eu gosto. >> E eu acho que, cara, a
gente tá num momento muito fácil para fazer isso, >> porque você senta ali meia hora ali com GPT para conversar, >> fala: "Cara, meu produto é esse e meus clientes eles não estão renovando, não estão comprando mais. O que que eu faço?" Cara, ele vai voltar com um monte de coisa e você consegue construir esse monte de coisa, né? O o desafio talvez seja é, pô, eu penso assim, uma pessoa que tá sozinha, por exemplo, às vezes tem uma equipe muito inxuta, como que ela prioriza uma coisa ou outra, né? Então Acho que esse talvez
seja é mais um desafio operacional, né, de você ter que escolher qual briga que você vai comprar. Mas mais importante que isso é você pensar, cara, em algum momento eu preciso evoluir meu funil para que eu possa ter mais coisas para oferecer e sempre ter eh vendas acontecendo, né? Então, talvez, acho que esse foi o maior aprendizado que eu tirei na quando eu saí da Empíricos e fundei o Swiper, foi que ele não era um produto de uma venda Só. Essa foi uma premissa que eu assumi desde o dia um. Eu não quero que as
pessoas comprem, deixem lá, por exemplo, meu plano mensal é R$ 39. Eu não quero que ela só pague R9, acabou. Eu quero que ela continue pagando e evoluindo e que, principalmente, ela veja que faz sentido continuar pagando. >> Sim, >> né? Não, não se um negócio tipo, pô, existe a recorrência, por exemplo, conta de luz. Cara, ninguém quer ficar pagando Conta de luz, mas é uma necessidade. Mas, pô, um produto que eu posso cancelar a qualquer momento, eu preciso ter um racional pra pessoa olhar no cartão de crédito dela e falar: "Ah, não, beleza, eu
preciso dele, pode deixar a assinatura ativa aí", né? >> Uhum. Então acho que olhar pro funil com cuidado para entender formas de como que eu faço para ter coisas sempre disponíveis para vender para qualquer tipo de público, enfim, para qualquer Pessoa. E acho que o negócio ele fica muito mais maduro e aí você reduz aquela ansiedade de tipo, virou um mês, tô pobre de novo, preciso começar tudo de novo, preciso começar tráfego de novo, uma nova campanha, >> entendeu? Você nunca tem algo sustentável, né? >> Sem dúvida, cara. Já que essa parte de construção do
funil aí definir tipo, ah, buraco, onde é que tá? Será que eu faço no back end? Será que eu não faço? Como Que era? Aliás, tu lembra como que era o funil da Empíicus naquela época? >> Sim. >> Como que era mais ou menos, >> cara? Exatamente a fórmula da agora, né? Que é free news leader, primeira camada. Então, zero atrito, zero custo, zero impacto pro cliente. No caso, primeira entrada é um produto barato, que aí ele pode ser desde um produto tipo de R$ 1 até, sei lá, 19, 47, enfim. Segundo, não é um
produto frontend, é um midend que Ele é >> mid end, pô, acho que eu nunca escutei isso. >> Midend, ele é tipo, na verdade, ele é um, o objetivo dele é fazer a transição do usuário para que ele entenda a importância do back end. Uhum. >> Porque se ele sair do front direto pro back end, pode ser que tenha um impacto muito grande, ele não, ele rejeite aquilo. >> Sim. >> E peça o dinheiro de volta. E mais não só o reembolso é o problema, mas ele perde o per o engajamento ali, né? Porque o
ato dele pedir o dinheiro de volta é um impacto muito grande. Aí depois vem de fato o back end, que aí são produtos acima de R$ 2.000. Eh, e aí a evolução são os combos ali, né? que é, por exemplo, carteira empíricos, que era todos os produtos por um ano, o reserva, que era todos os Produtos vitalis, que aí são mais ofertas de vigência do que novos produtos, digamos assim. >> Mas cara, era basicamente isso, assim. Então, >> e como que tu acha que o infoprodutor médio aí que tá vendo a gente, ele consegue eh
adaptar isso aí da mesma maneira como ele adaptaria ali o peer review ali do do livro Copy Logic? Como que tu acha que ele poderia adaptar esse funil? Aliás, tu acha que ele deveria Fazer isso em primeiro lugar ou tu acha que tem outro tipo de funil que essa galera dos infoprodutos aí iriam se beneficiar mais? >> Cara, eu acho que assim, depende de cada nicho, né? Então, pô, se eu sou afiliado de Nutra, por exemplo, talvez não tenha tanta autonomia, >> ou talvez nem tenha autonomia, não tem. >> Você vai ter que ser um
nível muito absurdo para você chegar pro produtor, por exemplo, e conseguir convencer o Cara a mudar o funí. Então assim, talvez não seja tão aplicável facilmente para todas as categorias, mas eu acho que assim, pô, se o teu produto ele tem uma lógica, digamos assim, ele eh vamos supor que você ensina uma habilidade, pá, eu vou ensinar a fazer podcast, por exemplo, ensinar a editar vídeo. Cara, tem níveis para você, desde do cara que não sabe nada daquele assunto até o cara que trabalha, sei lá, para uma emissora de televisão, por exemplo, né? Então, Eh,
acho que o principal, o ponto inicial assim para você quebrar um funil e entender essas oportunidades é você entender qual que é a trajetória natural daquela pessoa para chegar desde o completo e ignorante, no bom sentido da palavra, né, para um total experiente, né? E aí, a partir disso você vai conseguindo suprir essas essas esses esses buracos, né? Então, eu gosto muito da filosofia do do Eugenio Schwarts, que ele fala que você não cria Demanda, né? Então, a gente estava conversando um pouco sobre isso antes de um erro muito comum quando a pessoa vai trabalhar
com oferta ou com produto, é ela colocar o que que ela acha que o público quer. >> Uhum. >> E não adianta eu chegar lá e ficar, cara, tipo, compra esse negócio porque é legal, isso aqui é maravilhoso. Tipo, as pessoas vão olhar e falar: "Mano, eu não sei nem porque que eu preciso disso, por Que que eu quero isso?" E a demanda ela tá lá. As pessoas elas querem ter um corpo melhor, elas querem ter um carro melhor, elas querem ter um estilo de vida melhor. Isso já tá no subconsciente da massa, digamos assim.
O lance é você encontrar forma de canalizar eh meios daquilo acontecer. Então, tipo, pô, para você emagrecer, meu produto é esse. Para você ganhar mais dinheiro, meu produto é esse. Esse é o caminho. Então, eu olho muito mais o produto como Uma forma de você chegar em tal lugar, né? E talvez assim numa quando você tá numa etapa muito iniciante de construção de funil, de ofertas, pode ser um pouco mais difícil isso. E às vezes você vai até esbarrar numa lógica assim, tipo, mano, quem pagaria por isso, sabe? Acho que essa é uma dúvida muito
comum assim, tipo, pô, por que que alguém passaria o cartão, né? E uma coisa que eu gosto de fazer bastante assim, é perguntar pro público mesmo o que que eles querem, né? Então, no caso do swiper, por exemplo, que eu faço muito, é, a pessoa terminou de comprar, passou o cartão, confirmou a compra, eu já faço uma pergunta para ela: "Oi, e aí, que que você faz? Você é copywritter? Você trabalha com edição de vídeo? Você faz tráfego?" E aí, a partir da resposta dela, eu vou desenvolvendo a conversa. Nesse caso, eu faço bem manual
mesmo, né? não tem nenhuma automação, quiz nem nada desse tipo. E aí eu vou conversando com ela e aí nisso eu vou Descobrindo buracos ali que eu posso de alguma forma preencher. Então, tipo, pô, tem desde o cara que às vezes ele já tem uma operação grande, já tem funcionário, por exemplo, e o cara fala: "Putz, meu time de COP eh ele não tá muito legal, não tá performando bem, os caras não trazem novas ideias". Eu falou: "Cara, eu tenho aqui uma um workshop só para construir ideias. Que que você acha da gente marcar um
horário? A gente ou vai no seu escritório ou sei lá?" Então não Necessariamente são coisas que eu já tenho tipo um um leque gigantesco de ofertas, mas o fato de eu dar voz pra pessoa que comprou me abre esse caminho, né? Então o Marcelo Bragião, ele fala muito sobre isso e foi um cara que me ensinou muito essa lógica de que o COP ele não é escrito, né? Ele o cop ele é construído. Então, pô, >> construído >> é no sentido de que vamos supor que eu chamo você, você é o potencial cliente, Digamos assim,
cara. eu chamo você para tomar um café e todas as coisas que você vai me falando, eu vou só anotando. Eu pego exatamente as mesmas frases que você me falou das suas dores, das suas frustrações, eu pego isso, coloco no meu cópio. Então, não necessariamente eu precisei escrever coisas novas ou assumir coisas. Eu dei voz, potencializei aquilo que você falou. E eu acho que isso é uma coisa muito negligenciada às vezes, né, do tipo essa Etapa de pesquisa, ela é algo que ela vai te guiar no na construção do teu COP, ela vai te guiar
nas oportunidades que você tem para construir coisas, né? Então, pô, se eu não posso ofertar isso no começo da jornada do usuário, eu posso talvez colocar isso com um ticket maior e isso ser um backend. Então, o próprio público, o próprio públo, o próprio público vai eh te guiar em relação a essa parte de construção das ofertas, né? >> Hum. >> Então, é esse talvez seja o estágio mais básico que eu uso para para construir qualquer coisa. >> Uhum. >> Né? E talvez esse tenha sido um dos fatores pro Swiper ter dado certo. Que cara,
existem vários swipe files por aí, vários sistemas parecidos com o swiper. >> Ah, é, cara. >> Ah, tem alguns, né? Eu acho que tão completo como o teu eu não vi não, tá? >> Tá, mas justamente por isso, porque a construção ela não é só coisas que são da minha cabeça. >> Uhum. >> Então tem muit muitas funcionalidades lá que foram foi uma pessoa que pediu e quando eu lanço essa funcionalidade eu atribuo a ela inclusive. >> Ah, legal. >> Então, pô, por exemplo, um cara falou: "Cara, eu adoraria imprimir os copies do swiper. Eu
gosto de ler no papel." Aí quando eu lancei essa funcionário de impressão, eu falei: "Pô, o João aqui pediu a funcionário de impressão, tá liberado aí pros assinantes". Então quando o cara olha aquilo é uma experiência completamente diferente para ele, né? Então >> eu acredito que para quem não tem nada de estrutura em relação a ofertas é entender o público ali, é fazer etapa de pesquisa. E cara, mesmo com IA assim, não é um negócio assim, quem acha que Isso é rápido, quem acha que isso é assim se engana. Sim, >> porque é algo quase
que infinito. Você tem cliente na Veturb entrando todo dia. >> Sim, >> são novos problemas, são novas pessoas, novos desafios. E se você seguia só por uma janela de tempo de pesquisa, você vai ficar trabalhando só com uma janela temporal ali que às vezes vai até te dar um mapa meio errado, né? Então o mercado muda, né? As vontades mudam e tal. Então, em resumo assim, eh, a construção de de um funil de ofertas, eu acho que o estágio zero, a resposta tá mais no público do que qualquer outro lugar, né? >> Uhum. E aí
você vai anexando isso a outras fontes de pesquisa ali, né? Teu teu feeling do mercado ou tendências, enfim. Aí você vai anexando ali e você cria alguma coisa, né? >> Uhum. Cara, foi até interessante ter falado isso porque, pessoal, agora tá em 2026, Eu percebo que tem duas oportunidades aí que estão disputando a minha opinião sobre qual oportunidade mais dá dinheiro. A primeira é o cara vem ser afiliado de produtos físicos nos Estados Unidos, porque lá, pô, paga em dólar, tem muita, a comunidade brasileira disso é muito boa e muito respeitada lá fora também. Só
que é um jogo mais de de saber muito bem tráfego, saber muito bem COP. Por outro lado, tá, tem a galera aqui do Brasil que são os infoprodutores Que estão fazendo exatamente isso aí que tu falou, que é vender no fronte, mas monetizar muito bem o backend. E é bizarro a quantidade de dinheiro que esses caras estão ganhando, cara. tão lucrando aí sete, às vezes múltiplos sete dígitos no mês. E quando eu falo lucrando, pessoal, quando eu falo assim, ó, lucro, tá? Lucro é lucro, é dinheiro no bolso, tá? É milhão no bolso, não é
faturamento, não. E como exemplo disso, tá? Eu tenho dois podcasts. O um Primeiro é do Lucas Ramos, que vai aparecer aí na tela, e o segundo é da Elsa Dias, que vai aparecer aí na tela também. Esses dois aí, cara, com todo respeito a vocês, tá, pessoal? Gosto muito de vocês. Eh, o funil, aliás, na na verdade que eu vou falar nem falto a respeito, mas cara, o funil deles é relativamente simples. Sim. >> É um funil de aquisição com um backendzinho simples. Eu acho que é muito mais simples do que o da em Pericos.
E mesmo assim eu nunca vi um negócio dar tanto dinheiro, velho, de lucro no bolso, como essa parada de vender um infro no front e vender um back end depois. E sabe o que é bizarro, cara? O mercado brasileiro demorou anos para fazer isso. Só agora em 2026 que eu tô vendo isso chegar um pouco eh mais forte. E sim, pessoal, eu sei que ah, o Pedrinho, o Erico Roch já fazia, que tem a mentoria um, não sei o quê, o Insider do não sei o quê e o master mind fechou, Mas não tava tão
popularizado esse negócio, principalmente a aquisição de frontend scalar, que é o que o pessoal tá fazendo com VSLs. E eu sei disso porque eu, tá, do VTUB sou um dos maior, sou um não, eu acho que eu sou o maior termômetro de VSL hoje do mundo. A gente tem lá o Vidal lá nos Estados Unidos, mas a gente já é maior que eles. Acho que não. Coloca no simil web aí, olha o tráfego nosso aí. Olha o tráfego deles. E é surreal, cara, que só agora >> sim >> que o mercado brasileiro resolveu fazer essa
coisa tão básica assim que vocês daí já faziam há muito tempo. >> Cara, e no fundo a quando a gente fala de funil, a camada de entrada ela tem que ser básica mesmo. Então quando você fala assim, putz, é um negócio simples, soua meio pejorativo às vezes, mas precisa ser simples, né? A pessoa não precisa pensar muito, cara, será que eu preciso? Porque assim, se ela tá diante de uma oferta e ela fica questionando, será que eu preciso disso? Então, né, talvez não seja o ideal para estar na ponta da na frente ali, no primeiro
impacto. >> Uhum. >> Né? Então assim, eu eu sempre falo que a a camada zero ali, que ela é sem custo, sem atrito, é um objetivo de você levar volume. Ou seja, a pessoa ela não pode sentir que ela não tá perdendo nada, nem Tempo. Então o atrito tem que ser o mínimo possível. E aí depois quando ela compra alguma coisa também tem que ser algo muito suave ali, né? Eu vi um case esses dias que eu achei absurdo assim. foi um cara que basicamente ele criou um mapa, uma árvore genealógica das pessoas da Bíblia,
digamos assim. Então, quem é filho de quem? E ele foi fazendo isso conforme ele tava lendo a Bíblia. Então, ele ia lendo a Bíblia, ele fala: "Ah, esse cara é filho de tal pessoa". Ele Foi fazendo esse mapa, é um mapa visual. Ele pegou e soltou isso no Twitter, assim, é gratuito e tal. Cara, tinha basicamente, sei lá, tipo, 19.000 pessoas desesperadas pedindo link. Ele podia ter monetizado, podia, mas o objetivo dele ali foi: "Cara, vou soltar isso de graça, porque provavelmente a próxima etapa dele tinha algo que ia levar muito dinheiro para ele. E
se ele, pô, 19.000 pessoas estavam, sei lá, desesperadas, comentando, pedindo link, Pô, você pensa, se uma pequena porcentagem comprar e entrar no funil dele, cara, tá ótimo, entendeu? Então, é muito essa lógica assim de a porta de entrada ela não precisa ter nenhum atrito e às vezes ela pode ser um negócio meio abstrato mesmo, né? É tipo, você não vai trazer, você não quer atrair um grande investidor ou ou desculpa, uma pessoa que nunca investiu, não tem nem conta numa corretora, trazendo um conceito que é ultra Complexo, que é algo que só é restrito para
grandes investidores, por exemplo, né, no contexto da da Empíricos ali. Então, é um pouco essa lógica de você entender, cara, isso aqui é porta de entrada, >> né, que é o o objetivo ali é fazer volume, é levar pessoas para que depois o próprio funil ele vá eh diminuindo. É natural isso, né? Então, pô, menos pessoas vão comprar um produto mais caro e tá tudo certo, mas o ecossistema ele Precisa funcionar, né? Então você precisa est ganhando em todas as pontas ali, né? >> Uhum. >> Eu acho que tem um desafio também que antes era
muito mais respeitado, digamos assim, essa trajetória do usuário. Então ele entrava de fato para um lugar eh uma newslettera gratuita e aí depois ele ia, né, todas as etapas assim. Hoje em dia, tipo assim, a pessoa ela ela consegue comprar tempo. Então, cara, eu não quero aprender VSL, eu não quero aprender cópia, eu quero resolver meu problema, né? Então, ele já quer ir para, digamos assim, paraa oferta final e tá tudo bem, não tem problema. Mas o problema é quando existe essa demanda e você não tem como ofertar e aí o cliente fala: "Ô, João,
pô, o seguinte, eu precisava de tal coisa". você fala: "Puta, cara, não tem, velho. Você vai perder o cliente para outro cara que provavelmente vai ter aquele, >> o cliente vai comprar >> e ele vai comprar e às vezes o produto do concorrente ele vai ser pior do que você faria". >> Uhum. >> Né? Então eu eu sempre trago essa essa lógica, principalmente na na mentoria do Swiper, de que pensa nessas coisas eh antes da demanda acontecer, né? Antes do do pedido acontecer, porque uma vez que a o cliente chegar ali com um determinado Problema,
né? Você vai falar: "Cara, seguinte, eu tenho isso aqui que talvez resolva seu problema, bora testar. Entendeu? Então você vai ter alguma coisa, você não vai perder o o cliente para para um concorrente ali, que é muito uma lógica. Você pega os, sei lá, grandes serviços da internet, o Google, você usa mais Google assim, a parte do de serviços deles, tipo, >> eu uso o drive, só o drive, o Drive, o Meet, o Carlander, uso, né? Então, uso, >> então você já viu a quantidade de coisas, então tipo, preciso de um e-mail, Gmail, preciso de
>> Gmail também, >> preciso de uma hospedagem de arquivos, tem o drive, preciso de um calendário, tem o Google Calendar. É um monopólio no final das contas, mas é isso que fazem os caras ser muito grandes, né? >> É, sem dúvida. É, é, eles têm, eu tenho uma opinião sobre eles, tá? Mas eu não vou entrar nesse assunto aí. Depois do, Do podcast, eu te conto. Eh, cara, eu queria falar do da tua transição para tu virar o o eu até falei lá no almoço, né, pessoal, que eu chamei aqui o Bruno de nerd da
COP, porque bizarramente ele ele estuda mais COP do que eu e eu já estudei muito, tá, mano? E é meio maluco, sabe? Eu quero falar um pouco sobre isso, mas antes, tá? Antes disso, tu falou que quando a pessoa ela vai resolver o problema dela, ela tem ali níveis onde a gente resolve aquele Problema. >> Aham. >> E esses níveis a gente pode usar pra gente construir o nosso funil e ir vendendo para ela mais coisas, coisas mais caras. E aí assim, quando eu entendo, quando tu falou níveis, tá, o que que eu entendi sobre
isso que eu não sei se é exatamente o que vocês faziam lá na Empíicos, mas eu entendi, cara, que a gente tem ali o nosso produto principal, Aliás, o produto de fronte. >> Uhum. >> Eh, que muitas vezes é um produto faça você mesmo. >> Sim. Então, a pessoa consome ali alguma coisa e ela mesma tem que fazer a as ações para ela conseguir daí ter o resultado. Um nível acima seria um produto onde nós dois fazemos juntos. Por exemplo, uma mentoria. >> A mentoria a gente faz junto o negócio pra gente ter o resultado,
>> que o valor agregado disso é maior, usa mais tempo, logo é mais caro. >> Uhum. E um terceiro nível daí, Ece nível daí seria esse nível onde eu faço o serviço pra pessoa, que daí seria o o nível mais alto de todos. A pessoa não tem nenhum tipo de de esforço, nenhum tipo de trabalho e já recebe o negócio pronto. >> E cara, geralmente tá no mercado de infoprodutos, é mais ou menos isso aí que a galera e opera. Pelo que eu me Lembre, tá? O funil lá do Lucas Ramos é um rapaz de
investimentos, onde o fronte é ele aprender a investir e o o maior de todos é o rapaz montar a carteira para ele, pro cliente. Uma coisa mais ou menos assim. Cara, eh, o que que tu acha disso que eu falei referente a esses níveis, tá, para montar funil e também como que era lá na Impéricos? Porque eu acho que não era assim, pelo que eu me lembre, era o infopruto no fronte e o back end ali é Ou mid end, não sei, o produto ali que acho que era R$ 2.000, R$ 3.000, ainda era também
um infoproduto, ainda era faça você mesmo. Como que um infoprodutor aí médio, padrão que tá vendo isso aqui, como que ele pode planejar e essas estruturas de oferta em termos de estilo de entrega, tá? Fala um pouco disso aí, >> cara. Eu acho que não tem uma regra específica, depende muito de cada mercado. Eh, no caso da Empíricos, de Fato, assim, você quando você evoluía de um produto frontend para outro, um outro back end, por exemplo, você tava evoluindo no mesmo formato de produto, ou seja, você ia consumir ele no mesmo lugar, da mesma forma.
A diferença ali, no caso, era a exclusividade das informações, digamos assim. Ah, >> então era algo um pouco mais relacionado, por exemplo, a ser restrito mesmo, né? Então, tipo, pô, no aeroporto todo mundo pode entrar, só que dentro da Parte ali do do aeroporto que só só quem tem um voo marcado pode entrar dentro da sala VIP, é só agora da sala ultra VIP, entendeu? Então, >> terminar o BTG, >> isso, exatamente. Então, não é todo mundo que vai entrar ali. E uma vez que, pô, é mais restrito, teoricamente você assume que tem oportunidades melhores
que os outros não vão ter acesso. >> Uhum. Então, batia um pouco nessa tecla de eh, mas e por isso que precisa ser Alinhado com o nível de consciência da pessoa, porque não adianta você pegar um cara que não investe ou que não sabe nada do teu produto e jogar ele direto para um produto mais caro. O cara vai olhar, ele vai se sentir deslocado, ele vai se sentir frustrado e ele vai pedir para sair. E é pior porque ele às vezes vai virar um advogado contra a sua marca, né? >> Sim. Então, por isso
que essa esse te ela ela é importante, mas nesse caso Especificamente ele era mais sobre eh informações que elas eram mais restritas, digamos assim, ou mais exclusivas, né? Mas aí, cara, eu acho que depende de cada negócio, né? Eu acho que a etapa de pesquisa, que é você escutar o teu público, enfim, entender o mercado, ele vai te dar um pouco mais de clareza do que que você pode oferecer para cada coisa, né? Então pensa assim, pô, o modelo do Swiper, o que eu defini ali de funil, de frontend, backend, é Completamente diferente da VTURB,
porque o problema do teu público é diferente, as soluções que você pode oferecer são diferentes, né? >> Uhum. >> E o que é legal também é que assim, às vezes o teu back, quando eu falo o backend, não necessariamente precisa ser meu, né? O o a etapa de backend, às vezes ela pode ser feita em parceria com uma outra empresa que vai suprir aquele negócio, Né? que é a lógica, por exemplo, pô, eu te ensinei tudo que você pode fazer para investir, mas ó, eu tenho uma empresa parceira aqui que ao invés de você ficar
lendo um monte de relatório, os caras vão só apó só apertar um botão para autorizar e todas as operações vão rodar aí e te fazer ganhar dinheiro. Só que não necessariamente vai ser eu que vou fazer isso, entendeu? Então essa estrutura de ofertas, né, ela não necessariamente precisa ser algo que Putz, vou ter construir mais ofertas, vou ter mais trabalho, mais coisa para olhar, mais coisa para cuidar. Não necessariamente. É uma, por isso que precisa de um olhar estratégico para ver, cara, dentro do meu mercado, quem que eu posso acionar para ser um parceiro ou
então um recurso que vai potencializar isso e todo mundo vai ganhar dinheiro no final das contas, né? Então acho que não tem uma resposta única eh para todos os segmentos. >> Uhum. que eu acho que é muito perigoso é quando a pessoa ela ignora oportunidades por não achar que aquilo é adaptável pro mercado dela. Eu acho que isso talvez aconteça muito mais pro mercado, por exemplo, de produto físico. Eh, nutra, por exemplo, acontece muito da pessoa achar que, cara, não tem mais o que oferecer, tipo, o que que eu posso fazer para Mas tem, né?
Tipo, pô, você se você oferece um produto, sei lá, para um cara que tem problema de próstata, sei lá, Cara, provavelmente ele tem outros problemas que você possa ofertar outras coisas para ele. E uma coisa que fazem muito lá nos Estados Unidos, as as empresas de eh que são tipo aquela a versão de saúde da Águora, né, agora de cabeça eu não lembro exatamente uma delas, mas o que que eles fazem é beleza, eh provavelmente tem alguém na sua família que sofre desse problema. você pode resolver o problema para ela. Então, o Teu funil não
vai atingir exatamente aquele cliente, mas você vai ter formas de aumentar o teu teu faturamento, ofertando mais coisas para as pessoas que estão naquela perto daquela pessoa ali, né? >> Uhum. >> Então assim, vai da criatividade da pessoa e o nível de detalhe que ela vai ter da do público dela, né? Então, >> mas é por isso que eu te falando, não é um negócio fácil de fazer e não é um Negócio rápido. E eu acho que é aí que as pessoas se perdem um pouco, né? Porque elas pensam: "Cara, vou ter que fazer isso".
E aí entra naquele loop de olhar sempre pra primeira venda. >> Uhum. >> Que pessoalmente eu acho muito mais cansativo, né? >> Uhum. Não, sem dúvida. Tá maluco. Pelo que eu entendi, tá, tá me falando que não existe uma uma forma de fazer para todo mundo, Porque os negócios eles são diferentes. >> E aí tu falou: "Cara, no Hyper aqui eu tenho os meus clientes com seus problemas, tu tem os teus clientes com seus problemas. Logo, cada um vai ter um funil diferente." Maravilha. Entendi. Apesar disso, eu acho que a gente consegue definir princípios para
construir esse funil aí em primeiro lugar. Aí um princípio, por exemplo, seria tu simplesmente pensar qual que é o próximo problema que a pessoa tem. >> Sim. E aí ir constru construindo os produtos a partir disso. Esse é um princípio aí que eu acho que o Russell Branson fala muito sobre isso. Então, tipo, ah, o cara, sei lá, no exemplo do do Nutrautic foi o que tu falou, o cara comprou um negócio de emagrecimento, também foi o produto, o cara emagreceu, aí agora a mulher, a mulher emagreceu, aí vai ter o quê? Flacidez na pele.
Então tu vende uma coisa de flacidez também. Sim. Então esse é um Frameworzinho que funciona. Tu acha que a Empíicus tinha algum framework assim ou ele só, cara, jogava personalista mesmo, martelava ali SL? Vendeu, vendeu, não vendeu, não vendeu? >> Cara, na teoria sim, acho que na prática não é tão fácil, né? E até o Gabriel fez o podcast com você, falou David Shaded, que eles tentaram lançar a a vertente de acho que roupas, >> é, que não deu muito certo. Então, isso pode acontecer também, >> né? você pode assumir coisas e aí na hora
que você bota para rodar, você vê que não é lá o grande sucesso que você estava esperando. E aí entra um ponto de atenção que é assim, quando a gente fala de expandir ofertas e ter coisas para oferecer pras pessoas, você precisa tomar muito cuidado para aquilo não se tornar uma distração, porque você pensa assim: "Cara, eu quero dominar o meu mercado, né? Vou pegar VTURB, por exemplo, cara, o foco de vocês é VSL". Ponto. Tipo, ah, mas tem advertor, tem página de vendas, a gente poderia ter um page builder, poderia ter isso, poderia ter
aquilo, cara, não, o meu foco é VSL e eu vou resolver problemas dentro desse nicho de VSL. Isso é importante porque é mais sustentável, né? Então, eu acho que é importante tomar cuidado com isso para você não começar a criar um monte de coisa que, cara, no fundo você olha e fala: "Meu, beleza, tenho 10, 15 ofertas aqui, mas nenhuma delas é sustentável, Nenhuma delas para de pé". Também não é legal esse esse formato, né? Uhum. >> Então ou houveram casos assim de coisas que, cara, a gente lançou lá, né, que enfim, que davam baita
de um trabalho, tipo, de puts, você construir a era de membros e aí fazia uma putosa habilidade, um negócio que envolvia designer, programador, gerente de projetos, um monte de gente, aí lançava e falava: "Cara, isso aqui talvez não fez tanto Sentido, o público não tá respondendo bem, entendeu?" >> E aí entra o lance que eu falei no começo que é o errar rápido, né? você deixar um pouco seu ego de lado, falar: "Cara, beleza, deu um trabalhão, deu, mas a gente já tentou todas as possibilidades aqui, vamos seguir pra próxima". E é nesse momento que
às vezes você volta o back to basics ali, né? Você passa por toda essa etapa para você olhar e falar: "Cara, vamos voltar pro Arroz com feijão que é aquilo lá que Então assim, nessa trajetória, no tempo que eu fiquei lá, cara, houveram várias vezes que a gente fez esse vamos voltar para original". E aí era um, era um pouco frustrante, né? que você falava: "Caramba, velho, mobilizou um time inteiro para fazer às vezes um negócio super legal, mas no fundo >> é >> eh vamos voltar pro pro arroz com feijão, né? Então >> é,
já aconteceu comigo também. >> Dá um dá uma railinha, né? >> Uh! >> Cara, eh eu queria entender agora o que que aconteceu nesse meio do caminho aí para tu decidir virar copywriter. E mano, eu acho que tu é copywriter, tá? Não sei se tu se considera isso, mas tu estuda copa caramba. Tu é dono do swiper, tu tem um swipe file e não só tu tem, como ele é público e as pessoas podem comprar. Então tipo, mais Copyright que isso é difícil ser, né? O que que aconteceu para tu para tu tipo migrar? Cara,
então, basicamente, e eu acho que assim, o termo copywriting, copywritter por si só, eu acho ele um pouco ingrato porque ele tá muito associado à escrita por si só, mas eu olho o copywriting como uma habilidade de vendas, acima de tudo. E uma vez que você aprende essa habilidade de vendas, cara, você pode usar isso infinitas vezes em qualquer coisa. Então, acho que O Paulo Sanchez, ele falou um pouco isso no podcast, que, cara, se ele for um garçom, ele vai ser o melhor garçom. Se ele for um, sei lá, qualquer profissão que ele for
executar, ele vai ser o melhor cara, porque no fundo as empresas elas estão procurando pessoas para você ganhar mais grana, né? Você não quer contratar um funcionário que o cara só tá lá e não vai de fato dar um retorno financeiro pra empresa, né? Eh, então eu sempre Sempre estive um pouco nessa nessa parte de produto e de vendas, mas às vezes sem perceber. E isso acho que vai de encontro com o que eu falei sobre a minha, eu queria ser programador e a galera me levava para ser coordenador de produto, de projeto, porque eu
tinha essa olhar, esse olhar de vendedor acima de tudo. Então, quando eu construí alguma coisa, uma nova funcionalidade, eu pensava num novo projeto, eu não pensava só na entrega pro cliente Puramente dito, mas eu pensava: "Cara, como que aquilo pode ser um canal para que você consiga habilitar outras vendas, né?" né? Então, o projeto que eu tava comentando agora, que era a parte que eu cuidava na na Empíricos ali, que era na área de membros, era o pós-venda. E um dos desafios era, cara, a gente depende muito de tráfego pago, a gente depende que comprar
o leíd para ele comprar um produto. E eu olhei pra área de membros, eu falei, cara, vamos Transformar a área de membros em uma vitrine. Tinha até uma funcionalidade lá que era muito legal, que basicamente quando a pessoa fazia o logout, ela saía da plataforma, ela ia que eu chamava para um, eu chamava de Dutch free, que é tipo quando você sai do avião e aí você é bombardeado, né, de ofertas e coisas ali, porque é o momento que você tá no e era a mesma coisa, então você saía da plataforma da Empírico, você fazia
o Logout, você ia para um Dutch free, que aí você ia para uma página que tinha umas ofertas e eram específicos daquela página. Então eram alguns preços mais legais e tal. Então, no fundo, eu eu comecei a perceber isso. Eu falei: "Cara, talvez eu seja um bom vendedor no final das contas, né?" E eu gosto muito dessa filosofia eh de algumas empresas que elas trazem essa lógica de que assim, cara, eu vou te contratar para ser, sei lá, da administração, por Exemplo, você vai precisar passar para um treinamento de vendas, por mais que você não
execute isso no dia a dia, digamos assim, né? Porque acho que é importante para você performar bem em qualquer empresa, você saber vender aquilo, eh, e se tornar também, não quer dizer que você ativamente vai ser um cara que vai ficar vendendo e tudo mais, mas de alguma forma você precisa olhar para VTURB, por exemplo, falar: "Cara, se eu for almoçar com uma pessoa, eu vou Saber converter esse cara". Então, eh, resumindo, eu acho que por mais que o meu background ele seja de tecnologia, eu sempre olhei com um olhar muito comercial pras coisas, digamos
assim. E assim foi até o Swiper mesmo, que o Swiper ele nasceu essencialmente gratuito e ele era um hobby no final das contas, porque ele um hobby >> é, ele nasceu para resolver um problema meu que eu quis, eu queria estudar COP, mas era tudo muito desorganizado, os Swipefiles eram um drive com um monte de coisa. E eu comecei a construir aquilo até um ponto que eu falei: "Cara, e se eu colocar um botãozinho aqui?" Você, se você quiser, as versões traduzidas, você paga. E aí eu coloquei e aí, tipo, eventualmente alguém comprou. Mas que
Mas mano, mas que ideia é é que eu acho muito doido assim, tipo, tu tava ali, ah, sou programador tal, aí tu, cara, vamos montar um Sfil, >> parece uma coisa, >> cara, não é tão tão abrupto assim, tá? >> Mas o meu primeiro contato com Swapf conta do Cop Camp, né? Eu tenho, eu sempre conto essa história que o Beton um dia chegou. >> O que que é o Cop? Para qu Cop Camp, para quem não sabe, >> Cop foi basicamente uma vertente da Empíricos para porque o que acontece, o Beto não conseguia contratar
copywriter, né? volta um pouco naquela, naquele ponto, era difícil achar a profissão Copywriter, né? Ele falou: "Cara, eu vou treinar meus próprios copywritters". Ele lançou um curso, um um treinamento mesmo, né, que era bem parrudo, era bem extenso. E os melhores, eles participavam de um campeonato e era monetizado. Acho que a pessoa ganhava tipo R$ 10.000 se fosse o copelacionado e tal e trabalhava na Empíricos durante um tempo. E dentro, um dia o Beto chegou para mim e falou na minha mesa assim, falou: "Bruno, eh, seguinte, a gente Precisa de um swipe file para amanhã".
Eu falei, mano, tipo, só dei um joinha assim e toquei o barco, né? E aí eu fui pesquisar o que era Swipef. Aí foi a primeira vez que eu fui lá no Google, digitei Swipe Fire e aí eu fui entender a lógica por trás e tal. >> Explica pro pessoal aí que que não sabe o que que é. Apesar de que eu acho que a grande memoria já deve saber, mas cara, vai quê? >> Cara, o Swipefile ele é um termo mais Conhecido dentro do mercado de marketing de COP, que ele é basicamente uma coletânea
de coisas que você acha interessante. Eu acho a tradução de copy de Swip muito ruim, né? É arquivo de furto, né? Um negócio horrível assim. >> Arquivo de furto. >> É, não tem uma tradução para português, mas basicamente, pô, você viu uma uma peça publicitária, você achou legal, você vai e guarda isso, tira um print, salva o vídeo. Isso é um Swipe Fire. >> Uhum. >> E aí quando nasceu o Swipe Fire do Cop Camp, eh, nasceu, >> mas por que que ele queria? Qual que é o benefício de ter isso aí? Porque, cara, basicamente
não tem, eu acho, assim, talvez tenha, sempre tem uma exceção, mas é muito difícil você ser um bom copywritter sem referência, muito difícil mesmo, porque você precisa saber o que que funciona, né? Igual, pô, você vai ser músico, você precisa de outras Fontes, digamos assim, para se inspirar e misturar coisas e tudo mais. Então, os melhores copyrighters que eu pude trabalhar e que eu conheço, eles têm bons swipe files, eles têm esse olhar >> de falar: "Cara, isso aqui é um bom hook, isso aqui é uma boa headline". e eles vão armazenando isso. Então, via
de regra, todo mundo tem um swipefile ou deveria ter, pelo menos >> todo mundo tem um swipefile mental aí que a pessoa foi absorvendo ao longo dos Anos, mas muitos não têm isso eh visual categorizado ali como tem no swiper, ou seja, que tu pode olhar. >> E, cara, uma coisa que eu acho interessante falar pr as pessoas é como se fosse um prompt que tu dá pro teu cérebro, que ele te dá ideias de novas coisas. Então, quando tu lê uma headline, tu começa a pensar em novas headlines pro teu produto com base naquela
que tu leu. >> Você pode fundir coisas também, né? Então você lê um copy, eh, no meio desse copy você funde com uma ideia que você viu em outra coisa, né? Então o Swify ele tem o Swify ele tem esse meio que esse papel, digamos assim. E na ocasião o o Bet ele montou o SFile do Cop e ele era um complemento do curso. Então você via uma aula e eventualmente ele ia referenciar, olha, teve esse cop que eu escrevi, dá uma lida lá e estuda. Só que primeiro, o primeiro defeito era que ele Era
limitado só para finanças e saúde, que era as duas vertentes que eles que eles operavam. E segundo que assim, eh, não era um swap file onde você detalhava na vírgula e o papel de cada coisa. Então o o Swipfire por si só, ele não tem valor, digamos assim, ele é só um arquivo com um monte de coisas. O desafio maior é você saber, cara, esse parágrafo aqui é o que faz as pessoas se tornarem meros leitores para um potencial comprador. Foi essa frase. E é Isso que faltava quando eu tava estudando COP. >> Eu falava:
"Tá beleza, por que que esse COP aqui, sei lá, do David OG é muito legal?" Ah, porque ele colocou um carro lá, o da Rolls Royce, por exemplo. Não, porque a Radline ela tem, então tem essa lógica. ele explora esse essa emoção, segue essa estrutura. Então eu comecei a a evoluir nesse sentido nos estudos e cara muito difícil na época assim, não tinha um lugar onde tinha isso Mastigado, principalmente em português, né? E aí eu comecei a desenvolver que, cara, começou começou a ficar muito bom, né? E as pessoas, como ele era gratuito, as pessoas
elas davam feedback, tipo, enfim. E aí foi a Helena um dia que ela me falou, falou: "Cara, você deveria estar cobrando, na verdade por isso, né? Porque ele era grátis, né? Mas foi bom, na verdade, ele ter sido grátis, porque ele ele serviu como uma etapa de quebra gelo ali, as pessoas me Conhecerem e, enfim, eu construí uma base ali. >> Tem uma, isso é uma tática de PLG, de product. >> Então, ele é exatamente, era um fre, ou seja, era uma experiência muito boa já no primeiro impacto. >> Uhum. E eu acho que isso
até um legal, um negócio legal de comentar, que assim, quando a gente fala de funil, existe uma distorção comum que é os meus produtos mais baratos, por serem mais baratos, Eles vão ser qualquer porcaria. E não é bem isso, na verdade. Isso, na verdade, é um grande erro, porque se o teu primeiro impacto com a pessoa for ruim, como que você espera que ela vai querer comprar um produto melhor? >> É, não vai. Então, quem fala muito sobre isso é o Russell Branson, né, que um dos principais nomes de funil no no mercado de marketing.
E, cara, e ele tem assim, ele dá tipo masterclass de 2 horas gratuitamente. A troca é o seu e-mail, Entendeu? Só que aí se você olha se p, cara, eh, se ele tá me dando isso de graça, imagina o que que ele vai ser capaz de me entregar pagando, né, cara? Te interrompendo aqui rapidinho, tá? O, pelo que eu entendi, então o teu, o swiper hoje, ele é comentado. >> Sim. >> Ah, então, tipo, tu pega as copas, tu lê elas e aí tu comenta aquilo que tu falou, tipo, ah, essa frase aqui é a
frase >> perfeito >> que que que vai que na que na na tua consideração, né, foi a frase que aumentou ali a conversão, que fez o cartas. >> É, existem casos de cartas onde o próprio autor comentou em algum lugar. >> Hum. Isso ajuda bastante porque aí você entende exatamente o racional e aí, cara, é uma pesquisa complexa, que às vezes tem que pegar um livro relativamente antigo. Eh, e hoje em dia não tem muito esse costume, né, dos copywriters assinarem os copies como era antigamente. Então, às vezes é difícil você saber a opinião exata,
o qual que foi o racional, digamos assim, >> tá? Mas eu tento fazer isso. Então, se existe alguma um embasamento, digamos assim, um motivo pro copywriter ter escrito aquilo, algum contexto, aí eu adiciono na análise. Mas geralmente é muito baseado na minha própria opinião, Né? >> Legal. Legal. >> E o legal do swiper é que assim, não é só um swipe file aleatório, ou seja, coisas que eu vou lá catalogando, são coisas que de fato eu estudei, eu apliquei de alguma forma. Então tem muitas headlines lá ou muitos ângulos, muit, enfim, coisas que me chamaram
atenção que de fato eu apliquei aquilo em algum projeto, >> tá? Tá. >> E essa acho que talvez seja tenha sido a maior diferença do swiper para outros, que é eh não é só um acervo, é o meu acervo que eu estou te emprestando, digamos assim, para que você tenha o mesmo estudo que eu, né? Então, acho que isso dá um tom mais >> pessoal, mais amigável, digamos assim, né? Cara, o que eu entendi, tá, do que tu acabou de dizer, foi que o Beto, e para quem não sabe, o Beto, pessoal, ele era O
CMO da Empíricus. Ele ainda é ou não? >> Cara, o Beto, ele ele foi o primeiro funcionário da Empíricos e ele foi contratado, na verdade, para escrever, para, para ser analista, então ele não era copywritter. E aí quando a a Agora chegou lá e falou: "Cara, a gente precisa construir uma newsletter, se vira aí". E aí ele teve que aprender e tal. E cara, o cara se tornou, talvez, acho que o maior nome durante um tempo em relação à resposta direta no Brasil, Mas ele é bem low profile hoje em dia. Ele não é um
cara que gosta de aparecer. >> Tu acha que ele não viria aqui no podcast? >> Pô, vamos fazer um convite, né? >> Convida ele aí, pô. >> Tá bem aí, Beto. >> Pessoal, vai lá no Instagram do Beto aí, ó. Vai aparecer. >> Não faço, não faço não, que ele vai ficar puto, >> então não vai não. >> É, não vai não. Não vai não. >> Não coloca o Instagram. >> Deixa que eu mando o WhatsApp para ele. Fala, Beto, vamos lá. O João quer conversar com você, vai ser mais. Mas cara, o Beto ele
é ele é muito muito absurdo assim, tecnicamente falando. >> Uhum. >> É, hoje ele é semol do BTG Pactual, do grupo, né? >> Então >> esse cresceu na vida, hein? >> É, >> eu achei, na verdade que quando teve todo o Dio ali, ele na verdade ia se aposentar e viver a vida, né? Porque assim, o Beto ele escreveu, cara, acho que meu maior impacto assim com uma carta do Beto foi uma campanha que não sai na minha cabeça. O Beto, ele tinha um costume de mandar cóp, tipo, 5 horas da manhã para soltar 7
horas, assim, e eu ficava puto assim porque, tipo, não dava tempo de fazer as coisas direito Assim. Mas depois eu fui entendendo o racional ali, a lógica que acho que talvez o picoal, >> acho que o pico de criatividade dele era na madrugada, assim, silêncio, enfim, cada cada copywritter tem, né, o seu ritual. Ah, eu entendo ele sim. Meu também é. >> E ele soltava e uma vez ele soltou um copo, cara, era tipo 5:30 da manhã assim e o negócio ia sair às 8. Aí o que que deu para fazer? Basicamente não tinha Design
a página, era só uma uma página fundo fundo branco, fonte preta ali. >> É, essa aqui vende, mano. >> E cara, o negócio vendeu R$ 8 milhões deais um texto, velho. >> Eu eu eu sei bem, eu sei bem. >> E tipo assim, você ficava atualizando a dashboard de vendas, o negócio não parava de aumentar e até o final da semana deu 8 milhões em vendas. >> Uhum. Tipo, acho que foi esse um dos momentos que mais me marcou do poder do COP, assim, sabe? É, >> não temos que chamar ele aí, cara. Tenta resolver
isso aí, tá? Pra gente ver. Eu queria conversar com ele aí, pegar o as experiências dele até posso ir para São Paulo, tá? Volta e meio, eu vou para lá para São Paulo. Quando tem alguém, é, quando tem alguém assim muito difícil, >> mas eu eu dou uma moral da recepção da Veturb, fala que tem o hotelzinho. >> É, se ele não quiser, tudo bem, cara. Eu apareço aí, tá? que sabe, mas assim, ó, O que que eu entendi que tu tava ali no teu computador, pá, não sei o quê, fazendo ali o teu trabalho,
chegou o Bet e falou: "Ô, Bruno, olha só, é, monta o SF aí e acabou". Aí tu, que é essa? Aí tu foi pensar o que que é, >> montou ali um swp motivo, tá? Tu gostou disso, que é uma coisa meio estranha, né, pessoal? Pelo menos eu acho, mano. E e daí tu gostou, tu gostou, sei lá, por quê? E tu começou a fazer mais disso. Tanto Que as pessoas acharam legal, como a Helena falou, e pelo fato de tu ter disponibilizado isso de graça lá pro pessoal do COP Camp, que mais uma vez
era o curso gratuito da Empíricos, tu começou a ter mais e mais pessoas usando o swipe. E aí sim tu teve a ideia de, opa, acho que eu consigo fazer uma um produto aqui, acho que posso criar uma coisa paga. É, >> foi mais ou menos isso aí, >> cara. Teve teve um fator de ter gostado, Teve um fator de que era um momento que eu tava gostando muito de estudar COP, assim, de fato, porque eu vivia aquele mercado, mas eu de fato não estudava. Então eu fiz o Cop Camp, assistia as aulas e eu
cuidei de toda, assim, toda a plataforma de educação de cursos, né, da Empíricos foi a minha equipe que construiu. Então eu eu literalmente eu participei do do zero, daquilo até eh o momento que eu saí. Eh, então teve esse fator de gostar de daquilo, mas também Teve o olhar de de cliente, que é algo que eu acho super importante quando você constrói um produto, né? Eu tenho eu ten quando eu parava para assistir uma aula, eu não não olhava aquilo como uma pessoa que construiu aquela plataforma. Eu tentava olhar, tipo, cara, eu não sei nada
de cópia, eu vou aprender cópia agora. E aí o Beto um dia virava e falava assim: "Pô, então teve o cópia aqui do Wall Street que vendeu 2 bilhões, foi responsável por renovar as Assinaturas do jornal, blá blá blá, falava: "Tá legal, onde que tá esse cópia?" E ele falava: "Ah, tá lá no Swipf, aí vai lá você caçar no Swipf." E aquele problema que todo mundo sente quando porque quando o teu Swapf ele cresce muito e você não faz a categorização, não faz uma organização, cara, é muito difícil você ver valor naquilo. >> Às
vezes até prejudica, né? >> Até prejudica. é o excesso de informação Que que acaba dando ruim. >> E mesmo se você pegar um swipe file pré-curado, digamos assim, como sei lá, do Clayton Make Peace, que ele tem aquele de 500 registros e tal, você olha, cara, por onde que eu começo? O que que tem mais valor aqui? >> Uhum. >> Então isso começou a me incomodar no no olhar de cliente de falar: "Cara, pô, a minha experiência poderia ser muito melhor se quando o Beto fala de um COP, Sei lá, o COP já tá lá."
E mais do que isso, tem as análises do Beto, as anotações, né? >> Sim. E e foi assim que nasceu meio que um primeiro MVP do Swiper, porque o primeiro buraco, o primeiro problema que eu queria resolver era isso, era de, pô, eu li esse parágrafo, eu posso entender exatamente o que que o cara pensou, pelo menos, né, eu assumo ali o que ele pensou >> para chegar naquela conclusão, né, >> cara? Assim, pessoal, o o Swiper custa R$ 39, né? Isso. Mensal, >> cara, custa R$ 39, pessoal. Então, qual que é a desculpa para
não assinar, né? Tá louco, mano. Eh, sem, sem dúvida alguma, acho que é um um dos maiores ROS aí que tu pode ter na tua operação. E, pô, por R$ 39, mano, tá baratinho, tá tá bem barato, mano. >> Tem motivo para tá barato, né? >> Tem, é, tem o teu back endez. >> Exato. >> Mas é um Roy, tá? Então eu recomendo que vocês assinem. Acho que que sinceramente tá de boa. Não é não é porque eu chamei o Bruno aqui porque, mano, tipo, é muito barato e tem um monte de cópia boa. Então,
é que que é mais que isso. Mas assim, ó, eh, tu que tem a experiência de ter o teu Swip File, e eu recomendo que vocês Assinem o Swiper, tá? Porque vale a pena, mas que dica que tu dá para quem quer construir o seu próprio swipe file? Porque, cara, é qual que é a verdade, tá? E eu não tô desmerecendo o teu produto. Teu produto ele é muito bom. Mas as pessoas que vão eh que que vão ver isso aqui, eles vão ter necessidades específicas da operação deles >> que vai ser suprida pelo teu
swipe, mas eu acho que é legal ele também montar o swipe dele, ele não depender só do teu Swipe, entendeu? Pelo menos essa é a minha opinião. >> Considerando que isso é verdade, tá? considerando que, pô, além de ter o swiper, o swiper, monte também o seu swipe. Que dica que tu dá para alguém poder montar o seu próprio swipe file? Tu que já faz isso aí há anos, tu que organiza ali, comenta, cara, acho, >> o que que tu acha que são boas práticas, cara? >> Então, a questão é que, como eu falei, o
Swipe file ele tá muito conectado a oo contexto de copy de marketing. Eu acho isso um pouco errado, porque no fundo o um sitefile ele pode servir para qualquer coisa, né? Então, por exemplo, um músico, ele vai ter um swipe file de coisas que ele acha útil para produzir a música dele ali, né? Então, é basicamente isso >> que a gente poderia chamar aí, né? Se a gente fosse generalizar isso para todas as indústrias, seriam referências ou Benchmark. >> Referências, exatamente, >> que é uma coisa que qualquer indústria faz. >> Por isso que assim, vamos
supor que você é um empresário, você não tem nada a ver com COP, você não necessariamente escreve COP, mas você vai ter o Swipfy, o que que vai te agregar valor naquilo? É, cara, você saber desenvolver ideias, porque muitas vezes um uma carta de vendas que você leu de 1950, Né, foi impressoa num jornal nos Estados Unidos para vender um carro, você vai olhar e falar: "Cara, pera aí, dá para eu pegar isso aqui, adaptar pro meu negócio e vai fazer muito sentido, né?" Então, eu acho que esse é o grande diferencial, né? Eu eu
sou super a favor de, né? O conceito de modelagem que o pessoal gosta muito de falar pra COP, né? Que é basicamente você pegar algo validado e adaptar. Eu acho, eu sou super a favor. Eh, eu acho que tem que Ser feito em determinados casos, mas mais importante do que isso é você saber desenvolver suas próprias ideias, porque é isso que faz um copywritter sair lá de um faturamento pequeno para um cara que vai mudar de vida e vai aposentar aos 30 anos de idade. É ele saber desenvolver ideias e acima de tudo é você
desenvolver uma habilidade. que eu acho que um grande erro para quem trabalha com marketing, não só com COP, é achar que Chega uma hora que você não tem mais o que aprender. E a real é que assim, cara, é infinito o negócio. E mais do que isso, por exemplo, quando você vai, você tá treinando lá, você falou que tá treinando, né? Tá bombadão aí. >> Tô, não tô não, mano. Cara, >> não parece pessoal, mas eu treino. >> Mas vamos supor que você fica aí duas semanas parado, quando você voltar, não é mais difícil? >>
Sim. >> É a mesma lógica, entendeu? Então, pô, eu estudei COP para caramba durante um mês. Cara, se você ficar um tempo sem estudar, vai ser difícil para você retomar depois. Você não vai sentir as ideias fluírem tão bem. Então, eh, a habilidade de cópia, ela precisa ser constante e ela é infinita, assim, ela não vai parar nunca, né? Eh, então o Swipf ele ele serve meio que para isso. Ele não é um negócio que você vai ter um pico onde você vai colocar um monte de Coisa lá e nunca mais vai mexer naquilo. Cara,
é um negócio que todo dia você vai precisar olhar. >> Uhum. Especialmente quando você não tiver fazendo nada. Então o que que eu gosto de fazer muito, cara? Terminou o dia, eu deitar na cama antes de dormir e sei lá, vou ler um cópia. >> Aí tu é maluco, mano. >> Não, >> aí tu é do >> tô falando que é uma uma regra você Fazer isso, tá? Mas é legal você fazer isso em momentos que a tua cabeça ela tá preparada, digamos assim, para armazenar alguma informação. Porque se você for deixar para estudar, sei
lá, no flow do dia a dia, um monte de projeto, cliente buzinando, um monte de coisa acontecendo, você não vai armazenar as informações da mesma forma. Então, a mesma coisa que você ler um livro, né? Você vai ler um livro num momento calmo, um momento onde você possa anotar. É Basicamente essa essa lógica, né? >> É por isso que eu falo, cara, que tu é mais nerd de cop. Se bobear ou mais nerd de cop, tá? Que eu que eu já vi, >> cara. Tem tem acho que uma pessoa que é mais nerd que eu,
duas, talvez. >> Ah, mano, quem? >> O Derck e acho que o Derick é e o Afonso. Não sei se você conhece o Afonso. >> Afonso. Afonso com Zé mesmo. >> É Afonso. >> Você não conheço. Afonso quê, >> cara? É, não lembro do sobrenome dele, mas ele é um cara bem, >> o Derck é o Derck que veio aqui, o cego. >> Ah, tá. >> Mas o Afonso ele é ele é bem hardcore assim, a ponto de ter os copos impressos assim, sabe? Tipo, ele imprime em tamanho real assim. Então ele >> cara, o
Derck eu não sei não, tá? Eu acho que ele ele é muito bom, sem sombra de dúvidas, muito bom. E Tecnicamente o guri é excepcional, mas eu não sei se ele é tão assim de >> talvez hoje em dia, acho que não tanto, mas o Derck do Velho Testamento, ele era bem nerdão assim. >> Pode ser, pode ser. É, ele era da programação, né? Então ele tinha esse pensamento lógico, deveria ter estudado bastante. Pode ser. Mas independente disso, cara, tu vai se tornar cada vez mais, porque tu tem um produto disso, entendeu? Tu trabalha ativamente.
Teu Trabalho é lcop. >> É. >> Então como que vai ganhar disso, entendeu? Essa esse é o benefício assim, você monetizar o seu hobby, tem prós e contras, né? >> Uhum. >> Porque quando você quer o hobby só por hobby, se torna um negócio do tipo, eu só queria descansar, mas não. >> Hoje em dia é um preço que eu pago, porque assim, eu não consigo ver um cop Sem olhar, falar, cara, isso aqui poderia estar no swiper, digamos assim. >> Sim. >> Mas, cara, eu acho que é um é um é um investimento muito
pequeno que ele pode fazer um um diferencial muito grande. >> Não pode, mano. Faz. >> Ele faz. E isso vale, por exemplo, pô, você é dono de uma operação, você vai começar a desenvolver um olhar crítico muito maior do tipo, você olha o copy lá do teu copyright que você acha que ele é Maravilhoso, você vai olhar e falar: "Cara, tipo, pera aí, mano, essas ideias não estão tão boas assim quanto eu achava que tava". Então isso começa a desenvolver um olhar muito mais feroz ali. Não necessariamente você precisa ser um copywritter para ter >>
para absorver o benefício de um swipe file de copy, né? >> Uhum. Mas mudando um pouco de assunto, cara, o teu vídeo de vendas ele já tá no Veturb? Se não tá, então olha, tu tá Perdendo bastante dinheiro, porque o Veturb ele é o único player de vídeo feito 100% para aumentar a conversão no teu vídeo de vendas. Ou seja, se tu trocar o teu player de vídeo pelo VTub, o teu vídeo ele vai converter mais, tu vai faturar mais e no fim do mês tu vai ter muito mais lucro, que cara é o que
a gente quer, né? Hoje já são mais de 10.000 empresas que usam o Veturb todos os dias. Então assim, eu acho que se tu usar, tu testar também, cara, tu vai Também, assim como eles, ganhar mais dinheiro e aumentar tua conversão. E por causa disso, eu tenho um link aqui na descrição, onde tu vai ter 14 dias de graça para testar o Eturb. E também tem um QR code que tá aparecendo aqui na tela. É só escanear ele para tu criar tua conta também. Então assim, se tu não tem conta, faça isso. E agora de
volta pro podcast. Bruno, tu falou para mim, eh, que, pô, às vezes a gente consegue ver uma COP lá de 1900 e lá vai pedrada Lá e ter alguma ideia referente a isso. E hoje, se a gente entrar lá no Swiper, pelo menos a última vez que eu entrei, eu lembro que tinha muita, muita, muita cópia antiga. Uma pessoa que não tá tão acostumada com esse mundo aí de ver um SF ou até mesmo de cópia, se ele entrar lá, pode ser que ele tome um susto. Ele pense: "Caralho, mas que o que que esse
cara tá botando esses negócios de jornal aqui?" >> Aham. >> Eh, cara, explica pro pessoal de casa aí qual que é o benefício, tá? Por que que são importantes essas cópias antigas? Depois eu vou dar minha opinião também, mas eu queria escutar primeiro de ti, >> tá? Cara, eu acho que assim, eh, isso é uma coisa que talvez a velocidade da inteligência artificial tá tirando um pouco da gente, que é você parar um tempão para estudar um público, entender um determinado comportamento e aí escrever baseado nisso, né? Então, o O Eugen Scharts, ele falava, o
David Algev também, enfim, os grandes autores, eles falavam muito sobre o tempo que eles tinham disponível para escrever alguma carta. Então o o ar, por exemplo, ele falava que, cara, ele tinha quatro semanas para escrever um anúncio. Claro que a taxa de acerto dele era muito alta e talvez seja por conta disso, porque ele tinha muito tempo para produzir, muito tempo para pesquisar, né? Que é algo que hoje em dia, pô, se você Trabalha numa empresa, às vezes você não vai ter tempo para falar. Você chega pro seu chefe e fala: "Cara, preciso de quatro
semanas aí para o cara vai te mandar embora". >> Uhum. Então, eu acho que eh talvez essa seja a principal diferença assim de de o os cops mais antigos pros novos. E por que que eu não olho tanto para copo? Justamente por isso, porque é muito mais difícil você tirar às vezes um um Racional do por que ele usou aquela aquela técnica, enfim, o que for ali, né? >> Os cops novos então são ruins. >> Não, cara, na verdade não é ruim. Eu não acredito muito >> comparado ao passado, talvez >> eu acredito, eu não
acredito muito nessa questão de cop bom, ruim, sabe? Eu acredito em assim, o que que dá para você tirar de valor de uma coisa ou de outra, porque existem, isso também é um Erro muito comum da galera às vezes só querer estudar cópia que teve alguma forma de relevância, né? Os COPS que chamam de escalados ali, né? Ah, eu só vou estudar o que escalou. Mas isso é um erro, porque muitas vezes um COP que não teve um potencial tão forte, na verdade ele vai te mostrar o que não fazer, por exemplo, >> é >>
que é o caminho contrário. Então você sabe que, pô, isso aqui deu errado. Por Quê? Porque ele fez, foi feito dessa forma. Então, eu gosto sempre de estudar eh os copies, independente de se ele foi um bestseller ou não, porque muitas vezes tem coisas para você tirar o valor dos dois casos. Mas eu acho que o o o por que o Swiper foca mais em copy clássica é justamente por isso, porque ele carrega eh mais informação, digamos assim, útil, prática, digamos assim, que você possa aplicar nos seus trabalhos de hoje em Dia. Não quer dizer
que você não possa encontrar isso no em técnicas atuais, né? Mas eu acho que é uma forma diferente de você consumir. Por isso que eu tenho um pouco de dificuldade, por exemplo, de analisar um cópia atual. Não é um algo tão tão fácil às vezes. >> Sim. Não, mas mas ô Bruno, eu acho que tu tá sendo generoso, tá cara? Porque assim, velho, >> não tem copy ruim, sim. Tá, é isso que você queria ouvir. >> Não, não só isso não, cara. Eh, o pode ser até que que a cópia ela seja boa, tá? Tu
falou o COP, né? >> É, eu falo CP. É quem é a cópia. >> Fala cópia. Para mim a cópia é uma mulher pessoal maravilhosa, entendeu? que me deu, já me deu muitas alegrias na vida, muito dinheiro principalmente. Então, valeu, COP. Mas eu não digo que é ruim, cara, mas eh como tu falou, pô, antigamente, pessoal, pô, Eudini Scharzes aí tinha um um mês Para escrever ali um anúncio no jornal de 1000 palavras. >> Sim. >> Hoje aí a galera cosp um VSL aí de 7.000 palavras em c dias, entendeu? É. E antigamente no jornal
ou numa carta de vendas, por que que o nome é carta de vendas? Porque chegava uma carta na casa da pessoa, >> literalmente uma carta, >> literalmente uma carta. Essa carta ela tinha um espaço limitado. Então se tu Coloca uma folha dentro o preço é X. Se tu coloca 10 folhas, talvez seja 10x. Ou seja, quanto mais COP tu coloca, maior é o teu custo de tráfego ali, teu custo de aquisição e obviamente isso influencia na campanha. Então assim, cara, antigamente cada palavra que tava ali, ela tinha que merecer estar ali. >> Era milimetricamente escondido.
>> É, o cara ele pensava: "Não, eu vou tirar essa vírgula aqui, eu vou fazer Essa outra coisa aqui." Era uma ciência extremamente pensada e refletida e relida. e revisada por n pessoas para garantir que tava na melhor versão possível. E aí sim, depois que tinha isso, tá? Depois que tinha esse suprassumo ali, o estado da arte do que era a cópia atual, aí sim os caras pegavam, disparavam, né? Anunciavam pras pessoas. Então assim, cara, num lado, né, antigamente tinha isso, hoje em dia o vagabundo vai ali e Não interessa o quão grande é o
texto, porque não tem custo. A se tu botar uma carta de vendas de 5.000 palavras ou 10.000 numa página da internet, se tu se o teu VSL ali ele tem, sei lá, 30 minutos ou tem 3 horas, não tem tanto custo a mais assim para tu veicular, não tem nenhum, tá? Talvez no consumo tem ali, porque tu vai tem que pagar o o vídeo ali e tal, mas na prática é eh até a parada da IA que tu falou, o custo de produção, tá, de entrega de COP tá tão Menor que as pessoas podem fazer
um monte de loucura sem revisar, sem pensar. Tanto que, pô, a gente até falou no podcast, pessoal, o processo ali de pay review do do Libra, o Copy Logic, ele já não tá tão em alta assim. Então os caras soltam qualquer desgraça mesmo, aliás, nem qualquer desgraça, eles soltam uma cópia ali que é testável. E é isso. Nem sempre tu vai conseguir ver aquela cópia e falar: "Ah, isso aqui, essa cópia funcionou por causa Dessa parada aqui." Tu não sabe, velho. Ele só jogou lá, vendeu, acabou. >> Tá jogando a versão easy do easy do
easy assim, né, cara? Você reclamar hoje em dia de da de >> produzir um funil. É, cara, você imagina você fazer isso há 30 anos atrás, 40 anos atrás, que você não podia errar uma vírgula >> se você errasse o telefone, né, que era já era, entendeu? E uma coisa legal sobre isso é que assim, eh, eu acho Muito perigoso quando a gente fala de performance de COP hoje em dia, porque mudou completamente isso. Então, o que que é um COP bom, cara? Isso é muito relativo. É o CP que vendeu para caramba, é o
COP que é bem escrito, não sei. Então, para cada contexto é uma coisa e uma um ponto sobre isso é que assim, muitas vezes a galera analisa a performance de um de um COP sem analisar todo o restante. O que que eu quero dizer com isso? O público vai Influenciar totalmente na performance daquele COP. >> Se você falar a coisa errada pra pessoa errada, >> tipo, a chance da daquilo virar um desastre é muito alto. >> Uhum. Então, um uma coisa que eu sempre mostro ali em análise de VSL, enfim, de mentoria que eu faço
e tudo mais, é, cara, não olha a retenção, por exemplo, na VTURB só como um parâmetro único. Tenta trazer um pouco mais de contexto. Será que não tem um anúncio que a retenção tá um pouco melhor, >> né? Então, recentemente eu analisei uma VSL que, cara, o tráfego desktop, a retenção era tipo 40% maior do que o mobile. Talvez para aquele público o cara vai acessar no computador e às vezes o funil do cara tá otimizado para mobile porque todo mundo falou que e não é verdade, né? Então, eh, pô, a gente tem muita vantagem,
cara, competindo assim. Você tem o você tem a VTURB Prontinha lá te entregando um monte de dados, >> então nem tudo é o COP que vai resolver. >> Uhum. >> Né? É, então o olhar da do do funil como um todo ele é importante. >> Uhum. >> E, pô, o próprio Swiper mesmo, cara, é, eu nunca investi um centavo em tráfego no Swiper, tipo, é 100% orgânico, >> boca a boca. >> E eu nunca fiz uma VCL pro Swiper, Assim, é só o COP texto. >> Eu já fiz preturb, só que deu errado. >> Então,
é que no meu caso é um público que ele tá mais quente, ele tá mais preparado para comprar. >> Uhum. >> Então eu posso usar essa técnica, né? Então por isso que o contexto ele importa. Tipo, se eu colocasse lá uma uma promessa tipo ah, o acervo que vai te transformar em milionário em cinco dias, talvez eu venderia. Só que ia Trazer um monte de gente ruim que pro meu LTV seria negativo. >> Uhum. >> Né? Então o contexto ele é hoje ele é muito mais amplo do que antes que você só vi uma carta
que o cara tipo só tinha aquele tem uma arma com uma >> eh uma munição dentro, sabe? >> É, tem que acertar. >> Tem que acertar. É, mas cara, isso daí eh eu queria tirar o preconceito que as Pessoas têm, tá, com cópi antigas, porque número um, como a gente acabou de concluir, elas são muito mais bem escritas do que as copas atuais, muito mais. e não só bem escritas, mas elas também eh elas, aliás, por causa disso, né, por ser bem escritas, a gente consegue analisar muito melhor. Dá para saber qual parte ali é
realmente importante, qual parte realmente teve um grande impacto, que eu acho que esse trabalho Que tu faz é bem interessante, tá? De tu analisar e trazer a luz para esses dados aí, pra gente entender, pô, isso aqui que é legal, isso aqui que não é. E também além disso, né, além de est bem escrito, além da gente conseguir entender o que tá rolando, as ideias também são muito boas, cara. Os ganchos deles são muito bons. E assim, ó, é um dos maiores hacks, tá, que eu já aprendi. Isso aqui, pessoal, é um dos maiores hacks
que eu já aprendi em toda A minha carreira. Eu tenho 12 anos de marketing direto. Isso aqui é uma das coisas mais, se não for a coisa mais importante, tá? que eu já aprendi em 12 anos de marketing direto, que cara, tu consegue pegar COPS antigas, validadas, com ângulos extremamente bons, curiosos, e simplesmente aplicar hoje. >> Sim, >> isso é idiota, isso é meio óbvio, só que ninguém faz. O pessoal, eles querem só olhar o que tá acontecendo hoje e tentar Pegar o que tá acontecendo hoje para se inspirar. sendo que lá em 1900 lavai
pedrada teve um copywritter, um aí que é um gênio, que ele pensou meses para criar um ângulo ali. E aquele ângulo ali deu milhões e milhões e milhões. E eu até lembro, tá, de duas vezes que isso aconteceu. tinha uma headline que que eu vi num era um advertorial que falava assim, eu até te falei lá no almoço, eh, a headline era dona de casa de Atlanta, eh, investigada E quase presa por perder eh 35 kg. >> Cara, quando eu li isso aí, eu eu eu pensei assim, que é essa? Como assim? A mulher foi
presa por emagrecer no advertorial. Eu falei: "Cara, esse ângulo aqui ele é muito bom". Aí eu criei esse mesmo ângulo, coloquei em nate viés no tabula. Cara, o CTR foi absurdo. Oferta deve ter vendido, sei lá, uns R$ 35 milhões deais, sabe? Com na força desse ângulo de que a mulher foi presa e por emagrecer rápido demais. E teve uma outra COP que é aquela, talvez tu conheça aquela COP da água que o cara falava assim, a Red Line era descubra porque esse médico diz: "Eu não bebo água há 20 anos". >> Aham. mano, olha
essa cópia, tá ligado? Aí eu peguei isso daí, eu achei tão gênio essa cópia, pessoal. Descubra. Porque tu tem essa cópia aí? Não, >> acho que não, >> cara. Se eu achar essa cópia vai Aparecer aí na tela, tá? É, mas se eu não achar, enfim, eu acho que eu tenho no meu Siper, pessoal. Eu acho. >> É, o Siper é sempre atualizado. Então, hoje talvez, é, hoje talvez não tenha, mas amanhã pode ter. >> Boa, boa. Eh, e daí o o que que eu fiz, né? Eu vi essa cópia aí e eu tava lançando
na época um produto de clareamento dental. >> Uhum. E aí eu tinha achado um ângulo lá muito Bom, tal, porque eu descobri que certas pastas de dente estragam o dente e deixam o dente mais amarelo do que branco de fato, porque ela acaba lixando dente. Enfim, tem tem toda uma história aí, toda uma argumentação. Mas aí essa redline aí, cara, que era descubra porque esse médico diz, eu não bebo água há 20 anos. >> Eu transformei, adaptei, né, modelei e criei a headline. Descubra porque esse dentista diz: "Eu não escovo o dente há 20 anos."
>> Se adaptou, né? >> E aí, bum, entendeu? Outra paulada também vendeu pra também. Na real da não vendeu tanto, tá? Mas o CTR foi absurdo e eu fiquei muito feliz com essa cópia. >> O primeiro cópio que eu fiz pro Swipe para vender o Swiper foi modelado de uma de uma headline, assim foi essa mesma lógica. Então o que que o que que eu gosto de fazer quando eu estudo COP é Tentar ver espaços que eu chamo de de variáveis, digamos assim, né? Onde você pega aquele trecho e aí você troca por uma outra
coisa e aquilo passa a fazer sentido para outro público completamente diferente. >> É, >> né? Então é um exer cara, é, e é um negócio que, novamente, é um hábito, assim, provavelmente na primeira vez que você vai fazer isso, você fala: "Mano, coisa idiota, né? Tipo, eu não consigo Fazer isso". Aí depois tudo que você olha você fala: "Cara, dá para adaptar". Então, um um que eu vi recentemente. Você já achou aquele filme Um lugar Lugar Silencioso? Não, É um filme que basicamente é um tá dominado por aliens e você não pode fazer barulho porque
eles são sensíveis a barulho. >> Ah, eu acho que eu vi não uma série. Isso >> não é um filme, tem três filmes. >> Ah, esse filme é até que é uma mulher com uma criança, não é >> isso? Acho que a minha esposa viu. >> Então, basicamente o que acontece, esse filme ele começa com um, o terceiro filme, eu acho, se eu não me engano, ele começa falando assim: "A cidade de Nova York, ela gera tantos decibéis de barulho eh por dia, vai um número X e aí depois aparece em vermelho do tipo assim,
isso é o que um ser humano Deveria ouvir durante a vida inteira dele, só que ele ouve em um dia só, estando em Nova York." E aí você pega esse mesmo, essa mesma lógica e por exemplo, você poderia levar, e eu vi isso sendo feito, inclusive pegar essa mesma ideia e levar isso para um produto de zumbido. >> Hum. >> Então essa mesma lógico, pô, seu ouvido ele tá exposto a barulhos que era para você ouvir a vida inteira, só que Condensados em um dia só. Você imagina o impacto que isso tem no seu ouvido.
>> E não vai ser ficar colocando um negocinho aqui e tal, porque o problema, na verdade, tá no seu cérebro, entendeu? Então, tipo, aí você vai desenvolvendo, mas uma coisa completamente aleatória ali, por isso que eu falo que o Swipe File não é só de anúncio para anúncio, >> ele pode ser de uma coisa completamente aleatória ali que você achou interessante >> e na cabeça do da pessoa que vai olhar e fala: "Nossa, mano, isso é muito bizarro, isso é muito impactante para mim". Aham. >> E aquilo vai ficar na cabeça dela e ela vai
entendendo a lógica até que ela fal: "Cara, por favor, me passa o link para comprar o >> o produto, sabe?" >> É, mas aí tu entrou num nível a mais aí, né? uma coisa muito mais que é um, sei lá, um um super swipefile, eu não Sei que não necessariamente é apenas cop, podem ser também elementos de persuasão. E de fato eu tinha isso, tá? Eu no meu swipe que eu tenho até hoje, ele ele tinha lá eu tirava fotos de imagens para eu poder usar, porque na época a gente anunciava com imagens do Facebook,
layouts de página, tudo que eu achava que era interessante, que era um poder, que tinha algum tipo de poder persuasivo, eh, eu colocava ali. Mas assim, independente disso, tá? Eu, João, os meus maiores resultados, pessoal, em 12 anos de marketing direto vieram dessa técnica aqui que eu acabei de falar, pegar essas cópias antigas, adaptar esses ângulos aí que são extremamente poderosos, que esses caras aí, tá, que passaram 40 anos aí, 50 anos estudando essa arte de copywriting, que tinha que fazer a COP perfeita, que tinha limite de palavra, que eles pegaram todo esse conhecimento, condensaram
isso aí nas suas cops, Veicularam elas, vem vendeu e aí sim eu pego só a ideia do cara e aplico hoje em dia, atualmente. E cara, e sabe por que que isso é uma grande vantagem? Porque ninguém faz isso. Ninguém no Brasil faz isso. Os caras só querem ficar vendo coisa nova. Eles não dão moral alguma para cooperativ, mas tem um padrão, né? Assim, pô, se você for ver os copywritters, pelo menos os brasileiros que a gente tem acesso, os que mais se destacaram, cara, é um padrão. Todos Eles falam bem do Swipfire. É, >>
tipo, não tem, não tem um cara que, eu vendi muito. Ah, mas você tem SWF, tipo, não, não existe isso, cara. Mas, mas acho que a maioria dos que são bons mesmo devem fazer mais ou fazem, aliás, eles fazem o que eu acabei de falar e e combam com algumas outras coisas atuais ali, a técnica lá do RMBC, do Stephan para criar os NBexa com frameworks. >> Exatamente. É, mas o ângulo mesmo ali, a Parte mais importante ali do VSL, que cara, é pegar a atenção das pessoas, eles fazem isso daí e usam. Exatamente o
que eu falei, esse que é o segredo, >> cara. E eu acho que tem um negócio que você foi falando, eu fui pensando aqui, que é assim, quando a gente fala de performance de COP, né? O que que é um COP bom ou ruim, é muito importante. Por isso que a Veturb eu acho que ela é muito útil nesse sentido, porque ela vai te dar clareza se o seu COP de fato ele É bom ou ruim para o público que você tá rodando. Porque eu já vi muitos casos, cara, de uma performance horrível em Meta
Eds, o cara joga a mesma o mesmo funil no native e a performance é completamente diferente, >> sem dúvida, >> entendeu? Então é, eu eu tenho muito contato com com o Gubas, não sei se você >> é o Gubass e cara, ele é um dos principais nome de Native, come tabula ali com arroz e feijão no dia a dia e Foi um cara que me ensinou muito em relação a isso e me abriu o os olhos em relação a essa questão de performance, né, de você não olhar só falar, cara, esse funil aqui tá tá
condenado, tem que desligar. Mas, pô, olha a fonte do do público. E quando a gente tá falando de, por exemplo, de native, a gente tá falando de público congelado assim, né? nem frio, é um cara que ele tá em outro outro planeta. Então, os argumentos que você vai usar no Metaads, por exemplo, é Completamente diferente do Native, que é completamente diferente do Google, por exemplo. Se você vai fazer um anúncio pro YouTube, cara, provavelmente você vai ter que ir com um copy mais educacional, mais devagar, mais nativo do da plataforma do YouTube. Então, quando eu
quando eu vejo e alguém muito agoniado do tipo assim, cara, tô com uma oferta que o negócio não pega, não dá certo de jeito nenhum, muitas vezes eu nem olho pro copy do cara. Eu tento Entender o contexto dele. Para quem que você tá direcionando essa mensagem? Qual que é o tipo de funil? Se o cara tá no native, por que que você tá jogando ele para um funil completamente diferente da experiência dele? Se ele tá lendo num jornal, né, um sei lá, um portal Metrópolis, por exemplo, ou um Fox News, ele vai sai de
um site de texto e vai direto para uma VSL. Você não acha que tá muito quebrando a experiência do cara? >> Uhum. >> Né? Então, eh, hoje em dia a gente tem uma, cara, um tantas ferramentas para você entender de fato se aquele cop ele é bom ou não, né? Que eu fico imaginando como que você, eles mediam antigamente por, >> era tipo quase que o modelo de teste AB assim, né? Tipo, eles soltavam dois cops com pequenas diferenças, um no jornal da cidade X, um no jornal, >> o CTA lá, o número do CTA.
>> É. E aí isso eles meio que definiam quem que melhor e tudo mais, né? Então falava, ó, coloca o código promocional, tal, >> cara. E hoje em dia você vai na Veturb lá, escolhe o tráfego, tipo, sabe, você tem um mapa completo ali para É, graças a Deus. >> Então, >> graças a Deus nascemos nessa época, né, pessoal? Conseguimos ter mais abundância Graças à tecnologia. >> Sabia que tu é muito mais rico do que o rei Luiz, não sei o que da França? Hoje tu pega o teu celular aqui, ó, pode escolher a comida
que tu quiser. E tu é, pô, e tu tu é muito mais rico do que os copyrighters legendários do passado. >> Eh, cara, eu quero te fazer uma outra pergunta, tá? Que é o seguinte: como que tu recomenda que as pessoas usem o Swipe File, usem o Swiper no dia a dia e, cara, e realmente tire benefício, sabe? Realmente consiga e aplicar ali no seu negócio? Cara, o que que eu recomendo assim quando a pessoa vai utilizar, seja o Swiper ou qualquer outro swipe file, é primeiro assim entender que é um processo gradual, então pode
assustar um pouco a quantidade de coisas. Em qualquer Swip file que você acessar, vai, cara, vai ser igual uma biblioteca, então vai ter muita coisa lá. Mas é importante você entender que assim, o o Swip File, ele é algo que você vai Revisitar inúmeras vezes, independente do seu nível como copywriter, como dono de oferta, o que for. não vai chegar um momento, você vai falar: "Cara, não preciso mais de swip". Isso, infelizmente, não existe mais. Talvez você precise menos de swipefile com o tempo, mas você sempre vai precisar revisitar. Então, eu acho que esse é
o estágio zero assim da em relação ao uso, né? E uma outra coisa que eu acho que é importante é você colocar em prática as Ideias que você desenvolve, que eu acho que um erro muito comum para quem quer trabalhar com COP, enfim, é ficar esperando o momento certo para executar alguma ideia. E cara assim, você não vai acertar de primeira, né? Então demora para você ter algo realmente relevante que você fala: "Caramba, isso foi um case de sucesso aqui". Então o que que eu tanto que lá no swiper toda vez que você termina de
ler um copy tem um exercício e não é um Exercício qualquer assim aleatório, é um exercício que ele é contextualizado com aquilo que foi dito. >> Hum. >> Então vamos supor, você estudou lá um COP sobre o emagrecimento. É o que você falou aí da da dona de casa de Atlanta. Eh, o exercício ele vai ser, cara, e ele é atualizado pro pro dias de hoje. Então, por exemplo, eu não falo para você escrever uma carta de vendas porque provavelmente você não vai usar. Eu Falo: "Cara, escreve um anúncio pro TikTok, TikTok ads, usando um
gancho parecido, uma coisa inusitada, tipo uma mulher que, sei lá, eh, não foi mais reconhecida no trabalho depois de eh sei lá, ficar três meses fora, sabe? pega um gancho completamente aleatório, só que baseado naquilo que você acabou de estudar. Então é isso que eu recomendo pra pessoa, né? Não fica só estudando, porque o copy ele ele precisa ser um hábito de desenvolvimento. Você Precisa fazer aquilo e quase que todo dia para no momento que de fato chegar uma oportunidade, você vai est muito pronto para fazer aquilo. >> Uhum. >> Né? Então, por exemplo, quando
eu escrevi a minha primeira VSL, cara, eu tava muito pronto para fazer aquilo, porque por mais que eu não tinha VSL se colocando na rua, eh, eu tava sempre treinando, treinando lead, enfim, treinando estrutura, treinando bloco de Oferta. no momento que chegou de fato um projeto, uma oportunidade para criar uma VSL, foi cara, bati no peito e eu executei aquilo tipo muito rápido. E esse é um ponto que eu vejo que a IA também ela provocou um pouco isso, diferente dos copywriters antigos que eles tinham meses para desenvolver uma um anúncio. Cara, se chega um
projeto hoje para você, provavelmente você vai ter tipo dois ou três dias no máximo para executar. E é isso que diferencia Você de um copywritter muito bom hoje para um copywriter mediano. É qual que é a velocidade que você tem para desenvolver uma ideia com qualidade. E a forma para você destravar essa velocidade muitas vezes é o swipef que vai te dar, porque sua cabeça vai est tão cheia de acervos e vai est tudo tão bem encaixado e você vai saber onde buscar as coisas, eh, porque aquilo vai te dar uma vantagem injusta, digamos assim,
em relação a outros que, ah, Beleza, chegou um projeto para VSL agora, o cara aí ele vai procurar o que que é lead. Ah, tá. O que que é isso? Que que aí, tipo, nisso já passou o tempo, o cara perdeu o projeto. >> Sem dúvida. >> Então eu eu penso o melhor uso pro Swip F é isso, né? É de ser constante. Então o plano mensal do Swiper, ele é mais para você quebrar o gelo e entender o jogo. Mas eu nem recomendo que você fique no mensal, né? já vai logo para Mal porque
você vai revisitar aquilo. Então tem assinantes, por exemplo, estão há três anos comigo lá, que é o tempo que o swiper existe, e eles usam diariamente, constantemente. Tem muita gente que fala: "Cara, usei uma ideia de um um anúncio, sei lá, de 1930, >> coloquei esse gancho num anúncio, o negócio validou, >> ganhei uma comissão violenta aqui, sabe? Então tem várias histórias assim. É, cara. E como é R$ 39, é muito difícil Não dar ROI, porque, se tu não consegue fazer R$ 39, é via de regra, quem cancela o swiper é porque o cara ou
mudou de área, tipo assim, não tô mais trabalhando com COP, >> é, mudou diário, >> ou existe muito caso, por exemplo, a pessoa, sei lá, era veterinário, aí viu uma oferta de alguém que falou sobre o marketing digital e aí falou: "Mano, talvez não é tão legal assim, eu quero continuar na minha profissão original". Sim. >> É o chne que tu vai ter vai ser um churne estrutural. São pessoas que não t mais a necessidade, porque uma se o cara tá no digital e ele tem cops e que se ele produz cops eu acho que
faz muito sentido ter, porque cara, tu tu tá atualizando diariamente, eh, semanalmente, mensalmente, o swipe é barato e com uma única ideia ali, ele pode pagar por anos. >> Sim. Eh, na verdade, cara, assim, ó, eh, se eu entro no teu swipe, mano, e eu encontro uma headline, tipo essa da mulher que foi presa, eu acho que eu vendi aí por volta de 40 45 milhões com essa oferta. Meu irmão, é, é como para eu te pagar isso em parcela de R$ 39, tipo, tu vai ficar, >> é muito irrelevante, >> sei lá, Thagão, coloca
quantos anos ia ter que ficar aí na tela para eu perder dinheiro com os Viper, entendeu? >> Sei lá, vão ser centenas de anos, entendeu? Tipo, um ano vai dar R$ 390, 10 anos vai dar R 3.900, 100 anos vai dar R9.000, 1000 anos vai dar R90.000, 10.000 1 anos vai dar eh sei lá, mas enfim. Então é é muito tempo, cara. Não tem como não dar, >> cara. E e no swiper eu não exploro só os os cops, né? Eu tento sempre anexar aulas que são complementares esses cops. Então, por exemplo, quando a gente
fala de análise de COP, inevitavelmente a Gente fala de nível de consciência, que é muito bizarro pensar que hoje em Suars pensou nisso tipo em 1950, 60. >> É, o cara era brabo, velho. >> É, o cara era o último viajante do tempo assim, né? cabeça dele, ele tirou um negócio, >> tipo, ele tirou um conceito que, cara, hoje é básico, você não trabalha COP se você não entende nível de consciência. >> É, >> então todo o COP lá que eu analiso, eu Sempre anexo uma aula que eu falo exatamente sobre nível de consciência, segundo
o Eugenio Schwartz, né? Então eu tento, no fundo o Swiper ele ele nasceu com Swipefire e hoje eu acho que ele é muito mais uma plataforma de estudo e o futuro dele vai ser caminhar para uma plataforma eh de estudo sobre ser vendedor, digamos assim. >> Hum. Então, não ser só sobre COP especificamente, mas você desenvolver habilidades de venda que, pô, sei lá, às Vezes o cara tem um trabalho que ele fala, ele não escreve, mas como é que ele pode pegar toda essa lógica e aplicar no trabalho dele que é no dia a dia,
no gogó ali, né? Então, talvez esse seja o caminho do SARP pro futuro, né? É o que eu ainda tenho pensado um pouco. >> Saquei. Legal, cara. Eh, e como que faz, tá, para as pessoas adquirirem o swiper? Qual que é o o que que ela tem que fazer, >> cara? Basicamente swiper.com.br. Eh, e aí lá dentro não tem nada fechado assim, ela pode ver todo o acervo antes de comprar. Então, assim, não tem nenhuma pegadinha do tipo compra e fica um monte de coisa bloqueada. Então, ela pode testar durante os 7 dias tranquilamente. Tem
o plano mensal, se ela quiser expandir pro anual também. E aí tem eh as mentorias em grupo que eu faço, né, que aí a gente cobre tanto a parte de COP quanto que aí engloba Divertor VSL, e-mail, tudo. E também tem a parte de construção de oferta. Então você quer construir um produto, seja para você ou para um cliente, aí a gente cobre isso na mentoria em grupo, né? >> Uhum. >> E como é que funciona essa mentoria aí para para entrar para as pessoas que forem atraídas pelo swiper e quererem algo a mais? Cara,
geralmente o que que eu faço? Eu abro duas turmas por ano, não mais do que isso, porque o objetivo É algo mais próximo mesmo. Então não é aquela mentoria que é um carnaval de gente ali. Eh, e uma vez que a pessoa entrou no swiper, ela vai começar a consumir, ela vai gerar o hábito de acessar, ela vai se tornar um lead muito mais qualificado e naturalmente ela vai evoluir para níveis de desafios diferentes. >> Uhum. >> Porque provavelmente essa pessoa, qual que é o comportamento de alguém que Compra o swiper? é uma pessoa que
entrou numa operação, ah, você copy de ads, por exemplo, e aí ele entra para aquilo. Aí o cara começa, pô, você é um bom comprar de ads, mas seguinte, eu tô precisando de mais leads, tô precisando de mais microleads, eu quero falar que preciso aprender isso, mas só para aprender microlades, eu vou precisar aprender VSL. Então, eh, essa própria demanda que o público foi expondo me fez criar a mentoria, né? Então, o objetivo É justamente isso, começar a o o esperado que a pessoa quando saia da mentoria é que ela seja o profissional de de
direct response mais qualificado possível. Eu não espero que ele vai ser tipo o cara mais de VSL nem nada do tipo, mas pô, se você chegar com desafio, preciso escrever um adverto, o cara vai saber o que que é, ele vai saber onde buscar referências, como estruturar. Então, basicamente essa é a ideia da mentoria em grupo. Eh, então São duas turmas por ano só. e tem um acompanhamento de um ano, né? Então eu faço um acompanhamento muito próximo ali. E cara, é basicamente toda a parte educacional do swiper é isso, né? Aí tem o restante
do funil que aí entra muito mais na parte de consultoria, de mentoria particular, eh de prestação de serviço mesmo, né? Que aí são tickets mais elevados, que não é algo que eu divulgo tanto porque é algo muito mais >> específico, >> específico, né? >> Também não tem não tem escala porque sou eu que faço, então não dá para trazer o mundo inteiro ali, né? Entendi, entendi, entendi. Então, pessoal, o caso tá na hipótese de tu se interessar pelas mentorias ou pelo Swiper e eu recomendo que tu se interesse, cara. Se se vocês perceberam aqui, pessoal,
eu tentei vender o swiper para vocês, porque eu realmente que isso, eu realmente Acredito que isso beneficia o VTURB, cara, porque é eu eu acho que não tem como não dar ROY, sabe? Se tu pegar uma ideia, uma única ideia, é muito difícil tu não fazer R$ 39 com a ideia. É, e se for a ideia correta, tá? Dependendo do nível da tua empresa, cara, isso aí pode valer milhões e milhões e milhões e milhões. Então assim, é um dos é disparado os maiores Roy que que existem. E cara, eu acho, tá, que o único
motivo De tu fazer o swiper com tanta qualidade e ser tão barato é porque tu aprendeu lá na Empíricus que esse teu primeiro produto tinha que conquistar a pessoa, entregar muito mais valor do que pelo preço para tu poder daí depois >> vender as tuas mentorias no final, que eu acho que é aí que tu ganha dinheiro, porque tu ganhar dinheiro com R$ 39 é difícil, né? Exatamente. >> Então o Bruno tá estudando aqui, como ele falou, ele acaba o dia dele e o Maluco aqui vai ler cop, velho, para daí fazer um resumo e
comentar e mandar para ti para tu receber isso por R$9,90 ou R$ 39. É R9,90 não, R$ 39 >> R9,90. >> R$9,90, pessoal. >> É hoje, né? >> Tem que dar atualizada já nesse. >> Vamos ver o que que vai acontecer aí, tá? Não sei quanto é que vai est, >> mas cara, no começo eu tomei na cabeça um pouco de crítica assim da galera fal, Cara, tá muito barato, você é louco. >> Claro, mano, tá maluco. >> E aí no começo eu também ficava pensando um pouco nisso, mas será que eu deveria cobrar mais?
Só que a ideia de trazer esse conceito de ecossistema, de funil, me permite cobrar mais barato. >> Sem dúvida. Esse que é o teu diferencial. Então, e isso e exato, isso isso se torna um um diferencial, porque, cara, tem outros Files que, sei lá, o cara vai cobrar >> 97 por mês, >> né, que é muito mais pesado do que 39, né? Então, >> eh, isso para mim foi um um ba diferencial, cara, porque isso me deu o fôlego para focar em coisas que justificam ter um custo maior >> e não sacrificar a ponta de
entrada, digamos assim, né? >> Sem dúvida, sem dúvida. Então, ó, pessoal, vai aparecer aí, tá? swiper.com.br. br. Entra lá se tu se Interessou, dá uma olhada ali no que tá acontecendo. >> A gente não fez o convite lá, né? >> Qual? >> Que os três primeiros melhores comentários. >> Ah, é verdade, é verdade. Fala aí, fala aí. >> É, a ideia é mais ou menos assim, né? Os comenta aí nesse nessa edição, marca aí o momento que você, sei lá, teve o melhor insight possível. Os mais Curtidos vão ganhar três meses de swiper. E para
quem for cliente VTURB, uma análise da VSL >> boa >> para melhorar lead, melhorar a retenção, o que for ali. >> Ah, é, mas só para esses três aí, tá? Porque senão é >> tu tá >> Imagina, >> é >> fazer análise de todo mundo ali, não dá, >> não complica. É, então vai ter isso daí. É, só que a gente tem que voltar um tempo, né, pra pessoa fazer isso, porque o que que como que se define melhor os comentários? Vai ser os mais curtidos em x tempo. Acho que os mais curtidos. >> Mas
tipo, e se passar um ano e tiver um for mais curtido? >> Não, mas o primeiro mês assim, >> fechou. Então >> que aí eu vou olhar lá, vou entrar em contato com a pessoa, liberar o acesso. Três meses mais análise. SL. >> Ó, o o que que eu vou fazer aqui, tá? Eu vou dar um tempo de duas semanas, >> que eu acho que que um mês acho que é muito tempo pro cara ficar curtindo e tal, talvez duas semanas, que uma semana talvez seja muito rápido, né? >> Que é o tempo pr é
um episódio por semana, né? Então são tempo de dois episódios. É, exatamente. >> Perfeito. >> Então, ó, eh, esse episódio aqui saiu, Tá? Se tu chegou até aqui, comenta eh os episódios, os comentários mais curtidos, tá? Nesse período aí de duas semanas, desde a data, tá, que a gente soltou o episódio. Na verdade, vai aparecer aí na tela, tá? O intervalo da promoção, porque a gente sabe quando a gente soltou, né? Ah, chegão, coloca aí o dia que a gente soltou, conta duas semanas, coloca a data final, coloca o intervalo aí. Então, os três melhores,
os três, os três comentários mais curtidos nesse Período que vai aparecer aí, tá, na tela, eles vão receber daí o acesso ao Swiper por três meses. É isso? três meses, >> três meses e se tá vocês forem clientes do Veturb, o Bruno também vai analisar o teu VSL, ver o que que tá acontecendo ali, se tem alguma besteira que tu fez, alguma coisa que tu pode melhorar, alguma coisa aí, alguma ideia lá do swipe que a gente pode pegar, eh, do swiper que a gente pode pegar e aplicar No teu VSL para fazer ele converter
muito mais. Então, cara, comenta aí, tá? Eh, tá, tu não tem nada a perder, tem tudo a ganhar. >> É bom que a gente sabe quem chegou até perto do final aí. É, >> vamos testar o a retenção da galera. >> Boa. Testaremos. E cara, fala para mim, tu gostou do podcast? >> Pô, muito massa, cara. Obrigado, obrigado mesmo. >> É, >> obrigado pela parceria também, né? Veturb, para quem não sabe, mas vocês são fornecedores ali do player de vídeo. Então, eu uso Veturb ativamente. Recomendo para todos os clientes, cara, vocês são muito, muito bons.
>> Obrigado. >> Muito por esse olhar de vocês, né, de olhar de cliente mesmo. Vocês usam a plataforma, vocês sabem o que que não é legal, o que que é. E cara, atendimento da Veturb também, Pô, só elogios, de verdade. Obrigado mesmo pela recepção. Fiquei muito feliz aí. >> E, pô, sempre que precisar, >> eu que agradeço. >> Quero o próximo passo agora, o upscell aí é participar de uma mesa redonda, né? Boa. >> Bater boca ali com >> Boa. É xingar os cara, >> dar opinião. Boa, boa. >> Cara, eu que te agradeço, tá?
Pô, tu Saiu lá da tua cidade, veio para cá e eu sei que eu te dei hotel, a toda, mas, mano, tu poderia estar lá com a tua esposa, entendeu? sexta-feira aí, pô, é uma coisa que, querendo ou não, é um sacrifício, sabe, que tu faz. Apesar de Sim, eu entendo que tem benefícios aqui da parte do Vetur para ti, mas são sacrifícios também que tu faz. Então, te agradeço, agradeço todo mundo, tá, que vem aqui no podcast Veturb e também você que tá assistindo aí, tá? tá ligado? Eh, Obviamente, né, sem a pessoa que
assiste daí nada faria sentido. Mas, cara, eh, eu sempre encerro o podcast, eh, falando pra pessoa falar um Instagram dela, aliás, algumas coisas, né? Mas qual que é o teu Instagram? >> É @brunoswiper. >> @brunoswiper. Vai aparecer aí na tela. Então, assim, ó, o que que eu vou falar pro pessoal que fazer? Número um, vai lá no swiper.com.br, assina o swiper, tá? comenta aqui Embaixo alguma coisa com a intenção de ser um desses comentários mais curtidos para tu ganhar esses três meses aí de swiper e também uma análise do teu VSL se tu for cliente
do Beturb. E aí também eh segue o Bruno lá no Instagram, tá? Que vai aparecer aí na tela. É Bruno Swiper, né? Então segue ele lá, manda uma mensagem lá, fala: "Ah, vi o podcast do YouTube, não sei o quê e tal, dá uma moral lá para ele". E cara, eu sempre termino o podcast do Veturb falando pra pessoa deixar uma mensagem pra audiência do Veturb e tu pode falar o que que o que tu quiser, desde motivação, eh, falar do swiper, falar de ti, falar de Deus, falar de propósito. O assunto é livre, tá?
Olha aqui pra câmera aqui, ó, essa daqui. E e fala alguma coisa que tu acha que vai ser legal ou que tu só quer falar em primeiro lugar? Cara, eu acho que eh o que eu poderia Recomendar e o que eu falaria, né, para mim há 10 anos atrás, é focar em movimento, né? Eu acho que isso é o que fez a minha carreira crescer e eu alcançar os objetivos que eu queria, que é estar sempre em movimento. Eu acho que a gente tá no mercado que, cara, é totalmente favorável para você fazer muita grana.
Eu sempre brinco que, cara, é o melhor, é o melhor momento da humanidade. Deus, >> você pode fazer dinheiro da sua casa Ali, tipo, conforto da sua casa. Então, só que nada adianta se você ficar só na teoria e buscando tendências e nunca colocar em prática alguma coisa, né? Então, eu sempre defendo muito essa ideia de que o movimento ele acaba te gerando esses benefícios aí, né? Então, se hoje eu tô aqui conversando com você, tendo essa honra de participar e ter essa parceria aqui com a com a Veturb, foi porque em algum momento eu
comecei a fazer alguma coisa em casa ali, às vezes Sem muitas eh muito muitos objetivos grandes, não tinha muita clareza do que aquilo ia me levar, mas eu tava focado em fazer alguma coisa. E, cara, é isso. Eu acho que essa talvez seja o maior maior aprendizado que eu tive nesses últimos anos. E é algo que eu sempre defendo para todo mundo que entra no swiper ali. Eu sei que às vezes dá um desânimo, eh, você vê, pô, faturamentos milionários e aí você fala: "Cara, quando vai chegar a minha vez?" Mas Todas essas pessoas que
tiveram esses faturamentos eh expressivos, eles botaram a mão na massa ali e tiveram que sujar um pouco a roupa para conseguir executar alguma coisa. >> Então, foque no movimento, eu acho que o movimento ele acaba trazendo todo o resto e aproveitar o melhor momento que a gente tá vivendo aí, né? Boa pessoal, esse aqui foi mais um episódio do podcast Segredo da Escala. Se tu gostou do Podcast, clica naquela setinha que tem aí, tá? E compartilha isso aqui em algum grupo de WhatsApp. Manda isso aqui para alguém que tu acha que é legal. Fala assim:
"Cara, vê isso aqui, olha que interessante essa parte aqui e tal. faz isso porque daí o podcast ele cresce e a gente consegue trazer mais pessoas aqui pro podcast para gerar esse conteúdo gratuito aqui para ti, esse conteúdo denso, técnico, de valor, para que tu consiga pegar aí uma, duas, talvez até Mesmo três dicas, se o podcast for bom para aplicar no teu negócio e escalar ele também. E é isso aí. Te vejo então na próxima terça-feira às 5 da tarde. Um grande abraço e valeu, >> cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais
um episódio do Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso aí é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se tu tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para
tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais. Ah.