o olá boa tarde todos então vamos dar continuidade à nossa aula de farmacologia mas científicamente nós estamos na farmacodinâmica farmacodinâmica estuda o mecanismo de ação dos fármacos hoje nós vamos trabalhar com tema bastante legal que a regulação de receptores farmacológicos é isso nos respondem muitos questionamentos com relação ao uso de fármacos então na farmacodinâmica estudando mecanismo de ação dos fármacos nocivos que tem dois tipos de fármacos fármacos de ação específica e fármacos de ação inespecífica os fármacos de ação específica são aqueles fármacos que atuam em locais da célula que nós chamamos de receptores a integração
do fármaco com o receptor vai causar um efeito esse feito a gente chama de resposta farmacológica é um efeito biológico então os receptores eles são considerados como transdutor de sinal que que é uma trans essa é a conversão do estímulo físico químico elétrico em potenciais de ação ou informação interno dentro da cela do segundo mensageiros que vai gerar uma série de respostas naquelas célula específica então os receptores podem ser considerado transdutores de sinais por que transformam uma modalidade de sinal extra-celular então isso é um estímulo químico físico elétrico mecânico numa outra modalidade de sinal e
entra celular essa modalidade de sinal entre o celular pode ser o que pode ser uma despolarização entrada de sódio pode ser uma hiperpolarização saída de potássio pode ser a formação dos segundos mensageiros então é eventos entre o celular então nós vamos falando para vocês que os fármacos eles não inventam eles não criam mecanismos eles apenas modula aqueles mecanismos já bom então a ligação do fármaco com seu receptor no seu sítio de são seu local de ação também é chamado de biofase vai haver essa integração o receptor vai fazer atrás do sol e nós vamos ter
uma resposta farmacológica um efeito então exemplificando aqui nós temos um neurotransmissor acetilcolina a acetilcolina é uma substância endógena do nosso organismo e que apresenta vários tipos de receptores que são chamados de receptores colinérgicos um desses receptores colinérgicos existe na membrana da célula muscular lisa quanto acetilcolina se liga nesse receptor promove a entrada por exemplo de sódio a célula muscular lisa cds polariza e alça despolarizar abre canais de cálcio e quando calça entra na célula muscular lisa ela contrai com muito mais intensidade e a resposta fisiológica é contração da musculatura oi isa você não estivermos 1farma
que foi muito parecido com a sítio colina que se ligue de forma complementar o receptor da sítio colina na membrana da célula muscular lisa o que que esse medicamento vai promover os mesmos efeitos da acetilcolina despolarização entrada de cálcio e contração da célula muscular lisa por exemplo quando eu quero contração da musculatura lisa de parede de vasos na hipotensão quando a pressão está baixa eu faço vaso constrição e aumenta a pressão arterial então é isso que a gente quer explicar quando os fármacos atuam nos receptores o substâncias endógenas não no passado nós vemos a classificação
dos fatos os fármacos são classificados em três grandes grupos drogas agonistas os antagonistas e os parciais que que é uma droga agony o mesmo é um fármaco que ser pro pia do receptor endógeno de outra molécula do nosso organismo imita engana a célula e as ela vai responder como se fosse o componente químico em dose então aqui nós temos ó esse azulzinho ligante endógeno pode ser um hormônio neurotransmissor se encaixa que você complementa a integração ligante-receptor promove alguma modificação aqui dentro que tem um efeito como eu falei se for uma célula muscular lisa contração se
ela estiver na parede do vaso sanguíneo vaso constrição se for uma célula muscular lisa da parede de brônquios e bronquíolos quando alguém se liga aqui vai causar broncoconstrição e assim por diante quando o fármaco é complementar é uma droga agonista ele vem aquele é diferente mas é parecido se encaixa aqui no receptor a produzir o mesmo efeito os antagonismos os antagonistas eles também tem afinidade pelo receptor do nossa substância endógena alisante natural só que ao se ligar no receptor não promove a ativação no promove formação do segundo mensageiro simplesmente ele é ocupa o lugarzinho a
ocupar o lugar a droga interna nossa agonista vai se ligar que não consegue e nós temos os parciais que que é um agonista parcial e um agonista fraco então nós temos os agonistas fortes lemos ou totais eles não precisam ocupar todos os receptores para ter resposta máxima eles são potentes os agonistas parciais por mais que ocupe número máximo de receptores a resposta dele nunca será máximo da mesma forma usando agonia e nós temos antagonistas fortes plenos ou totais eles não precisam ser ligar no número máximo de receptores para ter resposta de bloqueio máximo e os
parciais são aqueles que bloqueiam com menas intensidade e bom então aqui gente sempre faz uma pergunta professora é verdade que a gente começa utilizar um fármaco e com o passar do tempo ele não funciona mais o efeito do fármaco pode diminuir gradualmente quando administrado de modo continuou de forma repetida sim e não como por sim depende do farm depende de suas características e de seu mecanismo de ação então é isso que a gente vai tentar explicar para vocês existe uma certa adaptação das nossas células e mais especificamente dos receptores farmacológicos com relação aos fármacos essas
adaptações ela pode ser no sentido e é de diminuir a resposta farmacológica ea gente vai ter que aumentar a dose aumentar a quantidade do fármaco para conseguir ter aquele efeito inicial esse processo que ocorre quando a gente vai usando um medicamento de forma contínua o repetidamente com o passar do tempo passar dos dias das semanas o efeito dele vai sendo definido ele tem vários novos ele pode ser chamado aqui de sensibilização refratariedade tolerância e taquifilaxia tudo isso é para dizer que um fármaco começou a perder a sua eficácia dentro do nosso organismo o que muda
alguma coisa com relação a esses termos é o tempo então tá aqui tá que significa rápido a taquicardia tá a franquia é quando é todo esse processo de de sensibilização corre muito rápido a de sensibilização pode ocorrer horas a tolerância pode ser meses então há uma diferença no tempo para que isso cor mas quando vocês lerem na bula ouvirem falar que o medicamento sofreu de sensibilização refratariedade o tolerância significa que o uso contínuo dele já é esperado não vai ser uma surpresa para nós a sua resposta terapêutica vai caindo com a continuidade do tratamento ea
taquifilaxia quando isso era esperado para ocorrer dois três meses de tratamento ocorrem alguns dias é um processo muito rápido ocorre também é um processo semelhante com os antibióticos que a gente acaba chamando de resistência mas é só um processo a parte porque os antibióticos eles não age em receptores então com o antibiótico infecção de garganta teve um episódio ou amoxicilina daí teve mais uns amoxilina teve o terceiro não funciona mais que que aconteceu amoxilina tá com problema não é que as cepas bacterianas que estão causando uma infecção de garganta aprender a se defender da amoxicilina
e isso mecanismo de resistência e nós temos também uma outra condição que é chamada de hiperatividade então vamos começar com essa parte de sensibilização refratariedade tolerância taquifilaxia então essa processo de dessensibilização e hiperatividade eles são mecanismos que ocorrem devido a adaptação dos receptores em que os fármacos se liga o quê que pode acontecer os receptores podem se modificar eles podem ser destruídos pelas células então o número do receptor vai citar as substâncias mediadores podem estar exaustos não ser produzidas mais por nosso organismo os receptores podem ser degradados o nosso organismo pode fazer uma adaptação fisiológica
existe um processo de resistência que é lá na quimio nos quimioterápicos então vamos aqui de sensibilização ou refratariedade tolerância tudo mesma coisa nós vamos ter uma alteração dos receptores ou perda desses receptores que a gente chama de down regulação da altura baixo do inglês downregulation esse processo é observado quando nós utilizamos drogas agonistas por tempo prolongado então isso não vai acontecer normalmente no primeiro dia o fármaco no segundo no terceiro é muito variável quando que é de sensibilização começa ocorrer depende da resposta do organismo depende do farm bom então o que que vai acontecer aqui
o uso contínuo do medicamento vai propiciar com que os seus efeitos gradativamente sejam diminuídas então isso ocorre normalmente com drogas agonistas a principal causa da de sensibilização é uma alteração no receptor farmacológico que faz com que ele apresenta que ela downregulation que responda menos a proteína que forma o receptor ela sofre uma alteração na sua forma ou a droga agonista não consegue acessar o receptor temporariamente a célula passa a ser programada a reduzir a produção desses receptores e expor da membrana ou receptor fica mais tempo no seu estado inativado do que o previsto eu sempre
dou esse esse exemplo para os meus alunos assim e aí e é imagine que o receptor farmacológica como se fosse a campanha da nossa casa para que que serve a campainha serve para alguém te chamar lá fora te trazer uma correspondência te trazer uma informação ou essa pessoa quer entrar na nossa casa então pra finalizar nós estamos aqui dentro de casa e nós temos esse mecanismo que a campainha para ser acionado quando o fármaco se liga no receptor como a campainha tô cássia e alguém fosse chamado quanto a gente começa usar um fármaco por tempo
prolongado imagine para célula como essa campanha ficasse o dia inteiro sendo acionada de forma contínua se a gente ficar em casa campanha ficar disparando o tempo todo fica nos perturbando que a gente vai faz vai lá e desligue a campainha até conseguir consertar então é mais ou menos isso que os fármacos sofrem é ao atuar no seus receptores pela adaptação da célula que são as células vão desligando os receptores elas vão escondendo elas vão inativando porque elas percebem que aquela aquele estímulo tá muito persistente por muito tempo é o mecanismo que a gente chama de
adaptação então aqui nós temos esse quadro falando com relação a dose da droga ea resposta máxima então veja aqui ó a quantidade pequena do fármaco já me dá uma resposta grande qual o passar do tempo olha que ele tinha que fazer eu tenho que ir aumentando a dose para produzir aquele mesmo efeito que eu tinha anteriormente então para compensar a perda da sensibilização do fármaco nós vamos aumentando a dose então veja aqui esse autor traz a palavra tolerância então tudo mesma coisa tolerância de sensibilização refratariedade é a e corresponde a uma droga de uso continuo
podendo provocar a redução da resposta droga e ela pode ser dividida em nata e adquirida então e nata que do próprio organismo da pessoa e adquirida pelo uso contínuo do faro então vai explicar ali a curvinha que já mostrei para vocês o porém a janela terapêutica não se altera isso quer dizer que eu vou aumentando a dose para ter aqueles mesmos efeitos iniciais e qual é um risco o risco de atingir dose tóxica então a janela terapêutica não se altera levando a maiores chances de efeitos adversos efeitos tóxicos e é existe também as de sensibilização
ou intolerância inversa que ocorre quando determinado a dose provocam o efeito maior do que a curva controle é quando a pessoa tem uma resposta muito maior aquela dose que foi estudada do que o previsto isso a gente já já conversou um pouquinho na parte de indução e inibição enzimática mas eu vou repetir então aqui a de sensibilização refratariedade exemplos de fármacos que causa isso são todas as drogas agonistas morfina todo mundo já ouviu falar da morfina é um analgésico desçam central para controle e manejo de dor começa a se usar a morfina vai passando se
as semanas e os meses as doses não ter que ser aumentadas até que chegam certo ponto que o paciente está com morfina e ver e a dor não melhora um processo muito famoso de de sensibilização então aqui nesse gráfico a droga agonista administrei o fármaco teve uma resposta boa e grande por certo tempo começa a utilizar por tempo prolongado olha o pico aqui da resposta olha aqui caiu bastante porém se eu suspendo por certo tempo a administração da droga agonista quando ela retornar a ser utilizada o processo de resposta é recuperado então a morfina é
muito famosa por promover isso a nafazolina está representando aqui os descongestionante nasal inicialmente se começa usar um descongestionante nasal para dormir para destrancar o nariz depois você começa usar duas vezes um dia de amanhã de noite depois três vezes ao dia depois quatro vezes eu digo que que tá fazendo você tá aumentando a frequência das doses para tentar o mais destacado e cada vez eu tenho que usar mais descongestionantes até que você se torna um dependente que a gente chama daquele descongestionantes e fica muito agoniado angustiado o nariz tranca você não respira isso são efeitos
de síndrome de abstinência do farm então é de sensibilização refratariedade é bastante comum ela ocorre com drogas agonistas principalmente a morfina e os fármacos do seu grupo a nafazolina que são os descongestionantes nasais nafazolina etilefrina fenilefrina oximetazolina os broncodilatadores que são agonistas beta-2 salbutamol fenoterol então isso já são e efeitos que a gente já se espera todo mundo sabe que não vai dar para ficar usando descongestionante nasal de uso contínuo um aerolin salbutamol de forma contínua e com o tempo o efeito vai reduzir a professora isso ocorre com todos os fármacos não todos os fármacos
que você ouve que eles são o mecanismo de ação deles a ser uma droga agonista por exemplo existe um mecanismo de sensibilização que a gente chama de fisiológica ou também nós temos que levar em consideração a potência do fármaco você está com uma leve dor de dente vai lá e toma 500 mg de dipirona no outro dia está com uma dor de dente enorme você não foi no dentista e não resolveu o problema lesão e continua você toma um comprimido de dipirona não passa que que aconteceu de sensibilizou a dipirona não primeiro porque a dipirona
não é uma droga agonista segundo a lesão no teu dente que vai aumentando ea potência do fármaco é mesmo 500mg ele conseguia conter analgesia até certo tempo o último lesivo permanecem intensificado por algum motivo não é que o fármaco deixa ele não tem potência certo então se você é sofreu um pequeno corte no dedo a cortou vou tomar uma dipirona 500mg para aliviar a dor beleza agora você é um pouco tô dentro do pé vai tomar dipirona 500mg mas não porque ela não vai ser suficientemente potente para causar analgesia daí você vai usar uma morfina
o seu derivado então fármacos também tem potência e só para lembrar aqui que ataque solax ia de sensibilização que se desenvolve de forma muito rápida não existe um processo de de sensibilização que ocorre na farmacocinética que na verdade é o processo de indução e inibição enzimática às vezes com o passar do tempo da utilização de um farmaco as enzimas do fígado começa a trabalhar mais e os fármacos que vem depois dele que que vai acontecer mesmo eles vão ser metabolizados mais rápidos eliminados de forma mais rápida então é uma de sensibilização pelo aumento da taxa
de biotransformação e eliminação do fármaco e quem faz isso os barbitúricos o gardenal fenobarbital e kit de mula ou as enzimas do citocromo p450 do fígado e isso vai fazer com que tanto ele quanto os outros fármacos subsequentes que serão administrados para outros problemas de saúde eles serão removidos de forma muito mais rápida por isso que vai ter que aumentar a dose para promover efeito desejado e aí imperatividade a hiperatividade ele acontece mais comumente como o uso de antagonista a longo prazo ou com o uso de droga agonista inibitória que é agonista inibitória é um
fármaco que se liga na célula mas o efeito dele é inibitório por exemplo na célula muscular lisa relaxamento relaxamento ele está produzindo uma resposta fisiológica qual é relaxamento mais uma resposta do tipo inibitório então por exemplo existe um fármaco que eu já comentei que ele antagonista do receptor beta um do coração que é o propranolol e o propranolol vai lá e bloqueia o receptor e começa a bloquear as ela começa achar estranha é como se a nossa campanha na nossa casa não funcionasse mais que a gente faz compra outra campanha e põe lá compra mais
uma campanha quando vê tem 10 campanhas tá e elas vão sendo bloqueados como passar do tempo então o nosso organismo as nossas células foram se adaptando aquele bloqueio nós vamos isso aqui ocorre de forma muito muito mais lenta tanto é que demora para ver a necessidade de aumento da dose para compensar esse processo então nós vamos bloqueando as ela vai criando mais receptores que vão sendo bloqueados pelo fábio que ela vai criando mais receptores aqui gente enquanto estiver fazendo uso do fármaco não há problema algum qual que é o problema o problema é quando vai
fazer suspensão da utilização desse fargo e vamos na que a pessoa usava propranolol faz cinco anos que tá bloqueando o coração dele não bloqueando 100% porque eu não no sentido de diminuir taquicardia de militar que arritmia resolvida não tomar o propranolol mais por conta própria que que vai acontecer todos aqueles receptores que foram formados ao longo dos anos vão estar sem bloqueio e isso permite que as nossas mensageiros químicos endógenos irão se ligar que no caso é a noradrenalina e adrenalina que elas vão se ligar os receptores que foram criados ao longo dos anos e
nós vamos ter uma resposta muito grande e essa resposta será uma taquicardia intensa seu coração da pessoa não tiver com as suas artérias coronárias com plena funcionamento levando oxigênio para o coração essa taquicardia pode levar um infarto agudo do miocárdio a falta de oxigenação então tem fármacos que nós temos que nos preocupar com a retirada a gente chama de retirada gradual então a utilização contínua se fármaco faz com que o receptor fica isso pra regulado ou até mesmo inibido então na interatividade uma vez que o medicamento é um antagonista ele liga-se no sítio ativo e
impele por competição a ligação como exemplo da noradrenalina no receptor no momento em que o paciente para subitamente do tomar o medicamento por conta própria ocorre é super sensibilização ou hiperatividade do receptor já que não há mais antagonista competindo competindo ou receptor fica muito sensível ao neurotransmissor endógeno o que pode gerar uma hipertensão rebote e até infarto miocárdio porque aumenta a frequência cardíaca aumenta a o arterial 1 eu tô aqui na figurinha temos as sinapses ou receptor e tá colocando aqui o número de receptores de membrana normal começa utilizar o um fármaco agonista vai ativar
muitos esses receptores que que a célula faz esconde destrói não produz para ver se aquela resposta diminui como antagonismo é o contrário com o bloqueio as ela vai produzindo mais que aqui up-regulation quando se faz a retirada do fármaco de forma abrupta muitos receptores estão disponível para eventos endógenos então nós temos desses nessas situações nós temos que fazer retirada gradual do faro outro exemplo de defeito que a gente chama a ver retirada abrupta além do propranolol o mais comum são os tranquilizantes aqueles fármacos para dormir os benzodiazepínicos diazepam fármacos dessa família começa a inibe a
nossa região excitatória para a gente poder dormir com a retirada abrupta do fármaco ocorre essa up-regulation aqui e neurotransmissores endógenos na ausência do tranquilizante e vão ativar a gente não vai conseguir dormir de jeito nenhum então hoje sinais e sintomas decorrentes da ausência de um farmaco nós chamamos de síndrome de abstinência normalmente esses sinais são sinais ruins por exemplo insônia do propranolol taquicardia hipertensão e essas esses sinais é o são eventos que nos levam a retornar com a medicação e isso que a gente chama de dependência bom então a gente fica dependente fisicamente o nosso
organismo precisa daquela substância porque senão eu tenho efeitos ruins pode ser taquicardia sudorese tremedeira angustioso insônia agressividade dependendo do faro então por isso que alguns fármacos algumas substâncias ela tem que ser feita a retirada gradual é o mesmo que ocorre com as drogas ilícitas como por exemplo a cocaína a cocaína ela causa de sensibilização para produzir os eventos iniciais que ela causava no início da utilização nós vamos tendo que aumentar a dose aumentar a dose por quê que os dependentes químicos eles chegam em overdose porque eles não usam a sempre a mesma dose e tendo
sempre os mesmos efeitos porque ocorre de sensibilização então na tentativa de ter aqueles efeitos que tinha no início da utilização da droga o aumento ser muita dose chegando a níveis tóxicos e daí causa efeitos bastante severos então a síndrome da abstinência ela deve ser evitada deve ser feito ser feito normalmente retirada gradual do fármaco para que a pessoa vai se adaptando com a saída desse medicamento do seu organismo por exemplo se for para o plano love e diminuir a dose vai tomar tomava três vezes por dia toma duas depois tomar uma depois um dia sim
um dia não isso é feita com os medicamentos controlados por que os medicamentos controlados são os que mais causam isso que eles tarja preta são ele está escrito na embalagem medicamentos que causam dependência porque nós vamos utilizando levar nos trazendo um efeito benéfico mas quando a gente pára de utilizar de forma bruta ele vai causar sintomas muito ruins e que nos levam a dependência então na verdade se torna dependente temporariamente daquele medicamento à medida que vai ser havendo a necessidade de ficar sem aquele farm que não precisa mais o médico vai fazendo a retirada controlada
vai fazendo a retirada gradual e aproveitando aqui falando do nossos farms a gente já viu que os fármacos representam efeitos desejáveis e os efeitos indesejáveis então o que tem um efeito desejável é que o fármaco propicia aquilo que ele nasceu para ser propiciar um efeito terapêutico profilático ou diagnóstico então vou pegar aqui o propranolol já que está falando propranolol uma droga antagonista o receptor beta um cardíaco quando você liga no beta 1 cardíaco ele causa diminuição da frequência cardíaca e isso reduz então ataque card é um sintoma de ansiedade pode ser usado na cidade ataque
cardíaco causa aumento de pressão arterial então ele vai ter propriedade anti-hipertensivo o porém o propranolol ele não é seletivo de receptor betão ele acaba indo em outros receptores esses outros lugares que ele vai são os eventos indesejáveis por exemplo propranolol ele podem ir no receptor beta2 da musculatura lisa da parede de brônquios e causar broncoconstrição então a broncoconstrição é um efeito colateral não é o que eu quero eu uso propranolol para fazer para dedicar dia porém ele me traz também junto bronco constrição bronco construção então é um evento colateral o evento colateral o evento previsível
eu já sei o evento colateral como ele é previsível eu já ponto é contra indicações que tipo de paciente é contra-indicado propranolol paciente com asma com bronquite com de pios e então efeito colateral é algo que eu consigo explicar a partir do mecanismo de ação dos fármacos e ele não é nada que eu não ia esperar ele é algo muito previsível já um evento adverso já não é algo tão previsível assim já é algo que muitas vezes a gente não consegue evitar porque não se explica muito porque acontece isso por exemplo tem pacientes que usam
propranolol que relatam apresentar muito pesadelos é um evento adverso da medicação tá até nas literaturas mas ninguém explica como é por quê que acontece isso não sabemos e se eu tiver uma dose muito alta tomar errado de forma não intencional for por escrito errado aí e vai bater tão lentamente que ele pode e vou ligar parada cardíaca então isso é um evento daí tóxico então deu para entender evento colateral adverso em tóxico tóxico sempre relacionado com dose por cirurgia ou usou no adulto na criança ou a dose do adulto no idoso para o idoso é
tóxico uma coisa assim certo então a gente acha que é isso hoje nós terminamos essa parte da do mecanismo geral da ação dos fármacos conversamos então com relação às perguntas e dúvidas obrigado até mais