Olá meu nome é Marcos Alexandre sobre a cidade do Rio de Janeiro Rocinha ela nos ajustes agora somos o fogo é o nome desse trabalho aqui atrás mas eu também um dos versos do meu mano brecar que é um rapper lá do Rio de Janeiro Também tô achando as partes mais importantes desse trampo é as pessoas que eu crio de fazer esse diálogo entre rap e pintura que você for pegar na história da arte mas ele tá na mente eu acho que São Paulo tá na sua produção e poetas brancos europeus como o seu a
mítica prática Kant e eu acho que eu quero ele tem essa essa coisa que eu consegui falar com o Gueto e com a margem então a pintura ela está nesse espaço onde o código é o código mais mais restrito mais do privilégio então fazer esse diálogo para mim é muito importante a série parte de papel é basicamente e 30 corpos medos né de situações de empoderamento negro sobre papel pardo que o parto foi usado durante muito tempo como designado para esconder Negritude EA gente tá vendo esse esse momento a última do medo o nego tá
batendo no peito mesmo e se assumiu como negro