Mas por que que eu vou votar no regime econômico quando ele se instaura? Eu sou o primeiro da fila a morrer. Tá louco?
Érica Hilton existe opinião dela e crime de ódio. Não existe diálogo. Discordou de mim?
É crime de ódio e é denúncia no Ministério Público. Érica Hilton tá fazendo as pessoas ficarem com ódio da comunidade LGBT, com pautas ridículas. Estuprador tem que ter castração química.
Por que que a esquerda é contra castração química, cara? É o mínimo. Porque essa maninho defender bandido.
Você é de direita? Sou. Por quê, cara?
Por causa vida, liberdade e propriedade privada. Eu digo que não existe gay de esquerda. Por que que não existe gay de esquerda?
Porque liberdade sexual pressupõe liberdade individual que pressupõe capitalismo. Os direitos que a gente alcança, a gente alcança por conta do capitalismo. Quem defende a bandeira do capitalismo é a direita.
Por que os direitos que vocês defendem vocês conseguem por causa do capitalismo? Você tá comprendo direitos? Não.
Vamos lá. Eh, vou te dar um exemplo, tá? Início do século passado a gente descobre que crianças e bebês consomem.
Que que você tem? Loj de criança, loja de bebê, loja de brinquedo. Este mercado é fomentado.
O público gay consome muito. É experiência exclusiva, mercado de luxo, carnaval de trancoso, Salvador, Rio de Janeiro, mais os mais altos camarotes. Os países que a gente adquire direito são os países capitalistas, porque a gente consome, porque esse mercado ele é o mercado de luxo, ele é fomentado.
Mas isso é bonito a gente só conseguir ter representatividade dessas pessoas porque elas consomem. Então você acaba dizendo que esse indivíduo só teria valor porque ele consome? Olha, será que ele não podia ter valor só porque ele é uma pessoa e perece e tem valor?
Mas eu acho que você acaba tendo função. A gente que quando não consome não tem função. Vou até dizer uma coisa horrorosa aqui, mas a Inglaterra na revolução industrial resolve abolir escravidão do mundo inteiro porque aquele mercado consome.
Claro, né? Foi o motivo. Foi o motivo.
Então assim, uma coisa discussão aqui com Talis Gomes que falou: "Não, princesa Isabel foi muito boazinha, ela quis, ela quis abolir. " Não, ela foi pressionada. Não, mas ela foi pressionada, mas a fam a família real tinha uma luta anti antira tinha uma luta eh abolicionista.
Eles tinham uma luta abolicionista. Veja não, mas veja bem, é o que você tá, o raciocínio é esse que você vem. A Inglaterra, por uma questão econômica, precisava isso acontecesse, não só a Inglaterra, né, a Europa.
[limpando a garganta] Na Europa inteira. Então assim, nós somos um mercado que consome muito. Aí você olha pr os países capitalistas, a gente dá abraçada.
Então assim, eu fico em choque vendo gay defender um regime econômico onde você é o primeiro da fila morrer. Não existe gay de esquerda. Eu falo liberdade, liberdade sexual pressupõe liberdade individual, que é escolha, que é o poder de escolha, que pressupõe liberdade.
Mas você não acha que a esquerda justamente pega a pauta das liberdades individuais como uma das principais frentes de at? Não, eu acho que você bota pro estado, eu acho que é pro grupo. Eu acho que a esquerda bota pro grupo, não é individual, não te vê como indivíduo, te vê como grupo.
Grupos mais quem defende mais as minorias, por exemplo? Quem que traz essa diversidade? Quem fala de, olha, você pode ter a liberdade de ser quem você quiser, independente de um modelo, é mais à esquerda ou mais à direita?
Cara, a esquerda sequestrou essas pautas. A esquerda sequestrou todas essas pautas. O movimento negro, o feminismo, a comunidade LGBT.
Um horror hoje a parada LGBT que eu me recuso a falar LGBT, tá gente? Eu tô sou do GLS, mas você quer entregar idade aqui, você quer que eu também sou da época. Que horror.
A gente, a gente tá velha. Você tem uma parada gay, tá? Qual que é o objetivo?
Celebrar aquisição de direitos. OK. Tá, esse é o objetivo.
Virou um comício. Érica Hilton para falar de de eh pauta se por eh escala 6 por1. Escala 6 por1.
Aí você tem bom fim. Em 2024 o tema da parada era eleição de São Paulo e você eh coloca no palco para falar tábate e bolos. Se fosse, por que que não chamou o Pablo Marçal para falar?
Por que que não chamou o Nunes para falar? Por que que não chamou Marina Helena para falar? Eu tô falando, a pauta foi sequestrada.
Olha, é um ambiente hostil. Eu hoje, eu e vários meninos de direito, a gente não é bem-vindo, a gente não pode ir. Você é um desserviço.
Você como que é? É a barata a favor da inteticida. Por quê?
Porque eu penso diferente e eu não voto em quem que vocês querem que eu vote. Mas por que que eu vou votar no regime econômico quando ele se instaura? Eu sou o primeiro da fila a morrer.
Tá louco? A direita vai defender pessoas. Quem coloca trans, negro, mulher, gênero, raça e acaba com toda a discussão.
Tem que ser o que tá no papel, tem que ser o que tá na lei. Acabou. É por indivíduo.
Aí você pega, você fragmenta toda a discussão com raça, com gênero, com eh orientação sexual. Não, a gente não tem que fragmentar dessa forma. A gente tem que lutar por indivíduos.
Isso é uma causa, gente, humanitária. O direito de amar o outro tem que ser qualquer um, não importa. E é o que eu sempre falo, o Mas você acha que a comunidade LGBTQ mais tem o mesmo direito do que quem não tá dentro da comunidade, por exemplo, de amar o outro?
Qual direito eu não tenho? Qual direito civil eu não tenho? Hoje você tem o direito formalmente, mas você concorda comigo que você não é você, mas a comunidade, por exemplo, uma mulher transal gay não tem o mesmo direito moral, a mesma aceitabilidade quando você quando você é o país, por exemplo, que mais mata transsexuais no mundo, ou, né, como a a própria comunidade fala que ou me mata ou me consome para sexo, isso também é uma forma de não deixar aquela pessoa exercer seu direito de viver com dignidade, porque você tem uma moralidade imposta ali que de alguma maneira soa como uma restrição.
Você concorda com isso? Vamos lá. Vamos por partes.
Primeiro, gente, esse dado, cadê a câmera? Esse dado é mentiroso, tá? Existe um grupo que chama Grupo Gay da Bahia, tá?
Todo ano eles pegam todas as mortes publicadas em jornais por pessoas LGBT e quantificam. Então, Firminando a rua aí, caiu um raio, morreu. Homofobia.
Fermino foi atropelado. Homofobia. Bastou a notícia do jornal dizer transexual morre ou homossexual morre.
Eles quantificam como crime de ódio. Isso é errado. O Brasil não é nem de longe o país que mais mata LGBT do mundo.
É trans, né? A gente tá falando de pessoas trans. Não, nem nem de pessoas trans.
Você sabia que esse dado que a idade média de 35 anos que de uma pessoa trans? Uma travesti pegou, quantificou a morte de transexuais naquele ano, pegou a média de idade de transexuais que tinham morrido naquele ano, tá? E e a média era 35 anos.
Eles pegaram este dado. Ah, a idade média de um eh transexual é 35 anos. Estes dados são mentirosos.
Vem cá, você acha que o país de Cácia Heller, Renato Russo, Casusa, Oanita, Pablo Vitar, a pluralidade cultural que a gente tem, vai na farm de Amoedo no carnaval e me fala se esse é o país que mais mata LGBT no mundo? Olha como o Dubai persegue. Os países muçulmanos perseguem, Uganda pune com pena de morte.
E você vem falar que este país é o país que mais mata o IBG. Se quiser, bate na minha porta e pergunta: "Escuta, quantos homossexuais moram aqui? " E você pode responder, qualquer um desses países você morre.
Isso é um dado mentiroso, repetido de diversas vezes. Esse reconhecimento, né, e essa formalização de direitos também não tem a ver com a luta da própria comunidade? Eu acho que não.
Eu acho que tem a ver com a cultura. Tem essa teoria, tá? Eu acho que a cultura, até principalmente a televisão nos anos 90 e nos anos 2000 tem um papel fundamental, tá?
É a, eu sempre digo, a cultura fez mais que o movimento LGBT. O movimento de LGBT hoje, ele é um partido político. Se você não vota como eles querem, você não tem valor, você não vale nada.
Você é um desserviço pra comunidade, porque eles colocaram que esse grupo defende. Hoje o maior desservisto da comunidade LGBT se chama Erica Hilton. Errica Hilton tá fazendo as pessoas ficarem com ódio da comunidade LGBT, com pautas ridículas.
A gente discutindo banheiro, esporte, onde é que já se viu, gente? Sabe? Você ter que exp uma mulher se sentir incomodada porque tem um homem biológico mijando no banheiro errada ser ela.
Você não pode. Érica R. Não existe opinião dela e crime de ódio.
Não existe diálogo. Discordou de mim? É crime de ódio e é denúncia no Ministério Público.
Tem uma ação correndo no Ministério Público de uma feminista que não reconhece mulher trans enquanto mulher. A testemunha do do processo, é Erica Hilton. Vê se ela tá falando Erica Hilton na postagem dela.
Não tava. Érica Hilton tá perseguindo mulher, tá perseguindo feminista. Eu tô te falando o inferno que ela fez na comunidade LGBT, de fazer a comunidade LGBT se odiar, ela tá fazendo no grupo das mulheres.
A esquerda precisa achar uma outra forma de se comunicar sem ser tão palestrinha, essa coisa que dá uma sensação de chatice. Eu vejo muito essa crítica. Será que eu acho que esse pessoal fala pra bolha, por exemplo, eu tô batendo duro contra a PL da misogenia.
Por quê? Primeiro, o que é misogenia? Discordar de uma mulher é misogenia.
Porque foi basicamente o que a Sora Tronique falou ali, relatora do projeto. Como que [roncando] eu não vou poder discordar de uma mulher? Se eu interrompo uma mulher numa reunião para fazer uma pergunta, aquilo é lido enquanto misogenia.
Isso não tá especificado na lei dessa forma. Na verdade, a lei ela é excelente em relação a isso e ela deixa em aberto e e as a fica a critério do juiz, né, do judiciário, entender naquele caso concreto o que foi considerado misogenia ou não. Então, eh o que a gente vê muito de crítica é isso.
Ah, então tá, né, a gente está na mão, é uma coisa muito abstrata, é igual transfobia, mas veja, é igual muitos outros tipos penais que também falam de outros crimes. Então eu sempre trago esse exemplo, assim, por exemplo, eh, o Código Penal vai falar de ato obsceno, você não tem lá a definição do que é ato obsceno. Eventualmente, quando você vai discutir isso na justiça, o juiz vai chegar à conclusão de se aquilo que você fez é um atopeno ou não.
Cara, é porque assim, a gente tá num momento que a mulher, se quiser, ela acaba com a vida de um homem, tá? A gente teve eh exemplos recorrentes na mídia, certo? De mulheres que fizeram denúncias.
A gente teve o Johnny Deppp, a gente teve a Dani Calabresa que foi arquivada, a gente tá vendo uma história esquisitíssima agora dona Hickman, que cada hora aparece uma coisa nova. Então é, bastou a mulher abrir a boca, falar um a vida daquele homem é destroçada, a vida daquele homem acaba e depois não volta. Mas a vida de um monte de mulher também não está acabando, não, gente, tudo bem, mas mas assim, as pessoas não falam de desses ataques que os homens de reputação, desses ataques de reputação que os homens vêm sofrendo.
Descobri um termo outro dia que eu que eu adorei, que diz que é misandria, que é o oposto de misogenia, que eu nunca tinha ouvido falado tal de misandria, mas e quando eh o marido, ex-marido Ana Ricman vem falar com essa coisa de direito dos homens, tá? Não é porque eu falei: "Ai, a gente só me tá passando vergonha, né? [limpando a garganta] Pelo amor de Deus, né?
" Uhum. Tipo, comparar homem e mulher assim, é claro que mulher tem. Na época eu fui a primeira pessoa a falar isso.
Hoje ele, eu até falei, hoje eu entendo a luta dele. Ele até me escreveu agradecendo o dia que eu falei isso. Mas assim, eh, o Alexandre, eh, a você ir na delegacia, falar qualquer coisa, você sai com uma medida protetiva de lá, sem precisar provar nada.
Isso é o maior absurdo do mundo. Você acha que esse recorte representa realmente a maioria? Porque a gente vê tanta medida protetiva que sequer é respeitada.
E a mulher acaba morrendo. A gente vê tanta notícia de feminicídio que acontece e quando você vai olhar aquela mulher tinha uma medida protetiva contra aquele agressor e mesmo assim ela é tudo bem. Mas eu acho que é uma coisa individual ali.
Ah, gente, e eu tenho visto, vamos lá, ninguém tá negando aqui que mulheres morrem, que mulheres são agredidas. É desde agressão doméstica com crime, tá? Ninguém tá negando isso aqui.
Agora, eh, esses episódios de denúncia falsa, eles têm sido cada vez mais recorrente. Como é que a gente resolve? O que que é uma medida efetiva?
Então, acho, eu acho que a palavra da mulher não deve valer como única exclusivamente. Isso é uma Como é que você prova, por exemplo, um estupro se só tava você e o agressor? Gente, mas aí é uma coisa muito bom.
Você tem na delegacia, né? Eu sei que você tem exame que você pode fazer para ver se teve penetração, para ver se tem registro de esperma, de semen, de, né? Isso.
Mas é que aí isso sempre vai cair no ai, mas foi consentido e aí fica essa discussão. Foi consentido, não foi consentido. Foi consentido, não foi consentido.
Gente, não tem como você usar a palavra de uma pessoa para incriminar outra. Mas então como é que a gente defende uma pessoa de vítima de Gente? Não sei como é que você defende uma pessoa vítima de estupro.
É, na verdade eu sei como mais efetiva para estuprador. Castração química. A esquerda foi contra castração química, cara.
Cara, você tem noção? Tipo assim, o cara estuprou. Um cara que chegou ao cúmulo de estuprar, você vai deixar o cara comer outra pessoa ainda, Corta o pau desse cara fora.
Como que não vai castrar o pau desse cara? O cara estuprou uma pessoa, é igual pedófilo, gente. Uma pessoa a um nível de doença, o cara para ter tesão de uma criança de 5 anos em bebê, em bebê de um mês.
Você ter tesão em bebê de um mês. Para, para, para. Você já pensou?
Você soltar essa pessoa, você achar que essa pessoa vai se regenerar e soltar na sociedade, gente, tem que deixar preso. Estuprador tem que ter castração química. Por que que a esquerda é contra castração química, cara?
É o mínimo. Porque essa maninha defender bandido? Eu não entendo.
A gente teve um negócio lá no Rio de Janeiro, no fim do ano, que entrou na favela e saiu atirando, matou cento e tantos bandidos. A esquerda, à direita pludiam de pé, à esquerda chamou aquilo de genocídio. Aquilo ali foi maravilhoso.
O pessoal da comunidade amou. Quem não curtiu aquilo foi a galera do Leblon. Agora vê se a galera do Leblon vai morar no morro.
É isso que eu falo, cara. Eu não entendo esse fetiche que a esquerda tem um bandido. Da onde que vem?
Você disse propriedade privada. Propriedade privada é um direito constitucional. Eh, o direito também dos indígenas de preservar as terras, né, que eles ocupam e e a sua cultura, a sua ancestralidade, a sua tradição também é um direito constitucional, tá?
[roncando] Eh, onde que tá o limite e em que momento a gente entende até aqui é é esse direito e daqui pra frente a gente precisa respeitar esse outro direito? Gente, vamos lá. você eh os indígenas eles têm uma função ancestral, eles fazem parte cultural do país, eles têm a as terras deles demarcadas.
O que a gente tem hoje é eles querendo invadir propriedades novas. Mas a gente tem hoje é uma uma um tentativa também de tirar esses essas pessoas, porque não é que eles são invadidos, eles tiveram áreas onde eles ocupavam que foram tomadas, então eles acabaram que tem que se aplicar. Exato.
A gente tá, eles acabaram tendo que se movimentar para outros lugares porque foram tirados de alguns onde foram foram. Gente, vamos lá. Pera lá, gente.
A história do mundo. Você já assistiu o Game of Thrones? Já.
Invadi teu reino. Você perdeu. Aquele reino é meu.
Essa é a história do mundo. Qualquer país é assim, gente. Qualquer país que já esteve em guerra, que foi tomado, que virou um império, que virou um reino, quem a história tá contada.
Não, gente, não tem que ser feito. Você tá fazendo uma medida para reparação histórica de uma coisa que ninguém tava aqui, de uma coisa que ninguém viveu. A minha família veio fugida da Armênia por causa do genocídio armênio antes da Primeira Guerra Mundial, antes da Segunda Guerra Mundial.
Imagina que eu vou lá na Eu vou lá pro pro pra Armênia atrás de uma reparação histórica. Que isso? Essa história de esse negócio de reparação histórica porque a gente tava aqui, porque essa terra era toda nossa.
Vai lá bater na porta do parlamento português, então porque não tava ninguém aqui. Você tem algum culpado? É Portugal que você não vai lá na porta do parlamento português bater na porta.
Os caras querem os direitos, né? Que é tudo que não é assim. O homem branco, ele é vilão.
Ele criou avião, ele criou internet, ele criou Wi-Fi, telefone, a gente quer tudo. Mas aqui, ó, a gente enfia no R do homem branco. Você decide, meu filho, ou você é indígena ou você é da cidade.
Não tem como se não. Quando me convém, eu sou indígena. Pera aí, agora eu tô aqui na aldeia, vou pegar meu benefício.
Eu sou indígena. Aí acabou. Ah, não.
Me dá o celular aí. Qual que é a senha do Wi-Fi? Olha, eu tô entendendo a sua crítica de que você acha que tem pessoas que se valem e de forma oportunista disso.
Vamos lá. O que o que o Código Penal vai dizer é que se você comete um crime e você não sabe que isso é um crime, porque você é muito cancelado. [risadas] Vai, continua.
É o seguinte, a gente vai ser cancelado. Um lado cancela, o outro descancela, entendeu? Então assim, a gente tá tá tudo bem e no fim a gente sai para tomar cerveja e dar risada.
[risadas] mesmo jeito, entendeu? Bem, tá falando de código penal, vai. Mas é, não, a, meu ponto é o seguinte, então assim, eh, o que existe de proteção legal formal para isso é a pessoa que não sabe, né, tem um, comete um erro de tipo, ela desconhece que aquilo seja proibido porque ela vive numa outra cultura, porque ela tem outras tradições, etc.
A gente tá falando, o que você tá trazendo como crítica é que eventualmente isso seja instrumentalizado ou utilizado de uma maneira que não foi como a lei foi pensada para ser aplicada. Ela tá partindo do pressuposto que de fato aquela pessoa fez alguma coisa que ela não sabia, né, por viver apartada de uma outra forma de sociedade que se instituiu aí a partir da colonização. Mas é, mas assim, se eles vivem, eles não estão apartados.
É isso que eu é esse é o problema. Eles não estão apartados. A gente ouve os maiores absurdos de aé indígena de pedofilia, de zoofilia, de assassinato de criança.
Quando nasce gêmeos, eu mato um. Então, gente, a gente ouve os maiores absurdos. O estado não pode intervir, não pode falar nada.
Eles são intocáveis, eles invadem uma terra, é deles, tem que desapropriar. A, o cara leva 10, 20 anos para receber aquele dinheiro. É um absurdo.
A história está contada. O que foi feito é horroroso. É uma história triste, com sangue, tá?
Agora tá contada. A gente tem o que a gente tem. Eu não aguento essa história de dívida histórica.
Você já pensou assim? Mas você entende que isso não é só sobre dívida histórica. Isso também tem a ver com sustentabilidade, porque a gente não pode tirar tudo que existe da natureza, porque a gente vai morrer todo mundo.
Ninguém protege mais o meio ambiente que o agronegócio. Ninguém protege mais o meio ambiente que o agronego. Você que o o o segmento tem essa preocupação, mas a gente não pode negar o impacto ambiental que não só o agronegócio, como muitos segmentos, vários setores da economia causam e que isso é uma preocupação global, certo?
Ou a gente tá, ou a gente tá negando aqui. Gente, não, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Olha só, hoje as fazendas tm reserva legal.
Se tem uma coisa que funciona no Brasil, olha gente, poucas coisas funcionam no Brasil. Pensão alimentícia, multa de bama funciona no Brasil hoje numa, né, onde a nossa propriedade Grosso do Sul é 20% da área de reserva legal. O Brasil é o país que mais tem eh eh florestas nativas no mundo.
Se tem alguém que faz a nossa parte, somos nós. Sabe isso? Não pode falar de brasileiro que brasileiro não preserva.
E isso não pode falar de brasileiro. Gente fazendo tem reserva legal. Amazônia é 80% da propriedade de reserva legal.
Você tem uma e fogo é queimado, você precisa replantar. Não precisa que que precisa precisa, mas mesmo assim você tem grileiro. Exatamente.
Mas é tudo por satélite aí. Tá, mas só para adicionar, o ponto é além, né, de a preocupação com a sustentabilidade, você tem também e esse respeito, essa essa o direito a dignidade da pessoa indígena de preservar as suas raízes, a sua cultura, né, as suas terras, o lugar onde eles vivem, etc. , tal.
E isso também é um direito constitucional. Então, são essas Ah, mas preserva sua cultura fora da minha fazenda. Eu, hein?
Vai em outro lugar preservar sua cultura. Você que não ven com a fazenda em cima da da terra. Sai fora.
[risadas] Ó, tô empregando, ajudando na redistribuição de renda, dando emprego, aumentando o PIB, alimentando o país. Ai, meus ancestrais estavam aqui. Os meus ossos estão enterrados aqui.
Ah, dá licença. Vai trabalhar, meu filho. Vai ajudar o país também.
M.