na aula de hoje vamos discorrer sobre planejamento de classes de arcos parcialmente desdentados com modificações ou seja casos mais complexos para prótese parcial removível é importante ter em mente a sequência de planejamento para que não se esqueça nenhum dos itens importantes que devem ser levados em contas durante essa fase de planejamento dação metálica a classificação dos apoios tipos de localização dos grampos de retenção e de oposição conector maior suas extensões e tipos as selas conectores menores linhas de fulcro retentores indiretos e planos guias a iniciar pela classe um com modificação no exemplo a seguir nós
temos uma classe um modifica um a classe um determinada pelos extremos livres bilateralmente e a modificação um dada pelo espaço anterior neste caso após a classificação nós vamos localizar os apoios lembrando sempre que nós temos que priorizar a área de extremo livre ou seja o extremo livre bilateral posterior assim os apoios devem ser localizados a distância do espaço protético principal que é o extremo livre ou seja na mesial de ambos os caninos após a localização dos apoios Nós vamos planejar o tipo de grampo de retenção para esses dois dentes Pilares como apenas temos esses dois
dentes não podemos priorizar a estética e sim apenas a função então nós devemos considerar o espaço de extremo livre bilateral e usar um grampo de ação de pontas no caso o grampo de ação T Por que T porque o t tem duas pontas ativas ou seja duas áreas de retenção ao invés de uma que é o que acontece no i e por ele ser um grampo de ação de pontas ele forma um ângulo de retenção com o dente maior do que um grampo do tipo abraçamento Portanto ele deve ser sempre utilizado em caso de extremo
livre para todo o grampo de retenção nós temos um grampo de oposição na superfície oposta certo ou seja nós vamos ter um grampo de abraçamento que funciona como oposição para os dois Ts que estão na vestibular então devemos pensar agora no tipo de conector maior para ser utilizado nesse caso trata-se de um caso com prognóstico ruim ou seja temos apenas dois dentes Pilares então o que que nós podemos fazer para melhorar o prognóstico dessa prótese planejar como se fosse praticamente uma prótese Total ou seja usar o máximo possível de toda a área chapeável disponível limite
da linha do ar fundo de suco e fazer uma cobertura total do palato para isso nós precisamos fazer um conector que vai dar um embricamento para grade que vai atingir toda a extensão do palato essa grade vai conferir o o embricamento mecânico da resina acrílica da base permitindo que sejam obtidos os princípios de adesão Coesão e pressão atmosférica da prótese total porque a resina que vai ser embricamento dessa grade metálica né unida nessa região de conector que vai aumentar a rigidez dessa estrutura e ela vai funcionar como um elemento de retenção mecânica pra resina acrílica
que vai ficar por baixo dessa grade ating intimamente todos os tecidos da área chapeável do paciente planejado o conector maior nós vamos localizar os conectores menores neste caso nós temos que unir tudo que tá sobre os dentes ao conector maior portanto nós vamos utilizar um conector com a conformação quadrangular na região mesial dos dois caninos para unir o apoio e o grampo de oposição ao conector maior que nesse caso é essa cela de cobertura Total o grampo T ele não precisa de União por quê Porque ele já está unido a barra pelo braço dele nessa
região no planejamento da linha de fulcro nós temos que pensar que essa linha principal vai passar pelos apoios nesse caso os apoios principais são esses localizados na mesial Nós só temos esses e a partir dessa linha de fulcro nós vamos planejar a retenção indireta aonde eu poderia localizar elementos de retenção indireta neste caso eu não tenho como fazer isso porque eu não tenho mais nenhum Pilar tirando esses Pilares principais que dão essa linha direta principal ou seja esse caso é mais desfavorável ainda porque nós não conseguimos Minimizar essa linha de fuco principal por meio de
retenções indiretas em Pilares como que nós podemos trabalhar para melhorar a a retenção indireta nesse caso para criar uma retenção indireta nesse caso fazendo uma moldagem funcional de toda essa região da área chapeável planejando como nesse caso a uma cobertura total do palato utilizando essa área do palat para minimizar a movimentação em torno dessa linha de fulcro fazendo reembasamento frequentes dessas celas e também ah fazendo um ajuste oclusal periódico tá então com esses cuidados nós podemos melhorar a a movimentação em torno da linha de fulcro mas nós não temos retenção em Pilares Porque nós não
temos Pilares adicionais a esse para o planejamento dos planos guias nós temos que considerar as superfícies aquais vizinhas aos espaços protéticos ou seja nesse caso é a superfície mesial e a superfície distal tanto deste canino como do outro que que tá passando nessa região na superfície proximal mesial dos caninos o conector menor então se ele tiver posicionado sobre uma superfície paralela ao eixo de inserção e remoção da prótese ele funcionará também como plano guia e no caso dessa região distal dos caninos nós podemos planejar uma placa proximal que também funcionará como plano guia se essas
superfícies distais estiverem Preparadas paralelas ao eixo de inserção e remoção da prótese assim nós conseguimos melhorar a estabilidade dessa prótese né se a gente conseguir esses quatro plano guias efetivos ou seja todas essas superfícies paralelas ao eixo de inserção e remoção da prótese nós vamos conseguir melhorar né a estabilidade dessa essa prótese exigir menos dos grampos de retenção durante os movimentos funcionais do paciente ou seja durante a mastigação durante a deglutição fonação do paciente nós vamos Minimizar né quando alguma coisa tentar tirar a prótese nós vamos Minimizar estabilizar essa prótese Minimizar esse movimento pelas eh
superfícies Preparadas na forma de planos guias nessa classe um modificação um inferior nós temos a algumas diferenças por isso que é importante considerar uma superior e uma inferior nós temos diferenças sobretudo em relação à extensão e ao tipo de conector maior utilizado então neste caso Seguindo os mesmos princípios nós vamos ter os apoios localizados na mesial por estar longe dos extremos livros bilateralmente nós vamos usar com as mesmas justificativas do caso anterior grampo de retenção do tipo T grampo de oposição do tipo abraçamento na superfície oposta e agora no caso do conector maior a gente
não pode como no superior fazer uma grade né até porque nós não temos o palato aqui é uma língua e nós não podemos também estender esse conector até o final do rebordo nunca a gente pode fazer isso em extremo livre inferior portanto nós vamos usar um tipo barra lingual simples com extensão um pouco além do último apoio planejado né que neste caso são apenas esses dois ou seja ela vai até a região do braço do do T bilateralmente Por que não estender até o final do rebordo Porque neste caso como trata-se de um arco inferior
a superfície da fibromucosa ela é irrigada superficialmente inervada superficialmente Ela não tem uma fibra mucosa densa como é o caso da superior né que é bem queratinizada que é uma fibra mucosa mais mais espessa e que pode sofrer compressão da prótese e dessa forma auxiliar né como uma estrutura de suporte para essa prótese no inferior o conector menor o conector maior ele é aliviado ou seja ele nunca pode estar em contato comprimindo essas estruturas por isso que não adianta nada nós estendemos até o final do rebordo porque ele vai ficar numa relação de alívio e
não vai participar da transmissão dos esforços como ocorre no superior a cela vai ser planejada né a ca metálica nas regiões onde vão ser montados dentes artificiais por embricamento mecânico da resina acrílica e dos dentes artificiais e agora nós vamos planejar os conectores menores nós temos que da mesma forma que no superior unir os apoios e os grampos de oposição a cela portanto nós vamos fazer conectores menores do tipo quadrangular achatado Ligando Os apoios desses grampos de oposição a cela a linha de fulcro nesse caso ela segue os mesmos princípios do Superior ou seja vai
passar pelos apoios principais e nós não vamos ter retenção indireta nos dentes Pilares Porque nós não temos mais dentes Pilares além desses principais dessa forma nós podemos melhorar a estabilização dessa prótese em torno da linha de fulcro fazendo uma moldagem funcional cuidadosa para obter o íntimo contato da base acrílica com esses tecidos da área chapeável estendendo o máximo Poss ível nessa base acrílica dentro dos limites da área chapeável inferior fazendo reembasamento periódicos para manter esse íntimo contato né ao longo do tempo de utilização dessa prótese removível e fazer também e de tempos em tempos ajuste
oclusal dessa prótese para minimizar dessa forma o a a movimentação em torno da linha de fulcro e como os planos guias vão ser os mesmos planos guias do Superior ou seja na região mesial dos caninos os conectores menores Se tiverem uma superfície preparada paralela ao eixo de inserção e remoção da prótese vai funcionar como plano guia e no caso da região distal a gente vai confeccionar uma placa proximal que além de estabilizar esse dente pode funcionar como plano guia desde que a superfície esteja paralela ao eixo de inserção e remoção da prótese neste caso de
classe modificação nós temos mais Pilares então é importante considerar isso por porque vai mudar agora nós podemos ter elementos para funcionar como retenção indireta nós temos elementos que vão receber outros tipos de grampo então é important considerar variações né de classe um modificação um neste caso como nós temos mais Pilares né nos casos anteriores nós tínhamos apenas dois e Aqui nós temos sete Pilares o prognóstico é mais favorável mas nós devemos considerar da mesma forma né nos pilares principais a localização dos apoios a distância do espaço protético principal que é o extremo livv bilateral ou
seja na mesial dos press no caso do canino ele já não é vizinho a um espaço protético do tipo extremo livre Ou seja é vizinho apenas a um espaço intercalado aqui mas por que esse apoio tá localizado na mesial e não na distal como seria a regra né já que em espaços intercalados nós posicionamos o apoio Vizinho ao espaço protético é porque neste caso nós vamos planejar o grampo de retenção do tipo Y ou seja esse grampo ele tem que vir de uma região mais distante para que ele tenha comprimento passando por toda a região
lingual na região ah começando pela região do cíngulo né contornando Toda essa região lingual e atingindo só a região vestibular bem distal ou seja só a pontinha dele aparecer esteticamente ah no sorriso do paciente esse grampo por ele ser considerado estético ele atua tanto como oposição no seu terço rígido como como retenção na região anterior né vestibular ou seja ele é um grampo de ação de abraçamento mas de uma ação mais fraca do que um grampo por do tipo circunferencial porque o mesmo grampo vai fazer a função de oposição e retenção Então nós não podemos
nunca utilizar esse tipo de grampo para um extremo livre e sim Sempre para um caso deste né que é ah vizinho a um espaço protético pequeno agora para os dentes vizinhos a extremo livre nós vamos utilizar o grampo de ação de ponta do tipo t tá pelos mesmos motivos explicados anteriormente porque duas pontas ativas maior ação retentiva e por ser um grampo de ação de tropeço e não de abraçamento para todo o grampo de retenção nós vamos ter o de oposição Então vai ser de abraçamento tanto no canino quanto no pré e ah o próprio
grampo Y como eu falei anteriormente vai funcionar como grampo de oposição no seu terço rígido Inicial como conector maior neste caso nós devemos pensar que trata--se de um um extremo livre bilateral então o conector maior de escolha neste caso deve ser uma barra palatina dupla tá não é necessário porque eu não tenho tanto poucos dentes remanescentes assim utilizar uma cobertura total do palato como no caso anterior Mas é interessante que eu não use uma barra em u e sim faça uma barra com cruzamento posterior porque esse cruzamento posterior ele vai aumentar a rigidez da estrutura
tá então ele vai aumentar a rigidez e vai favorecer a a a distribuição das forças mastigatórias por todos os dentes Pilares sem que ocorra flexão porque esse é o tipo de conexão mais rígido que nós temos em pró espal Ou seja é o que tem menos possibilidade de ter deflexão tá e qual que é a extensão desse conector no caso de um arco superior como esse eu posso estender até o final do rebordo então vejam a diferença deste caso pro caso anterior no caso anterior mesmo que se eu fizesse uma barra e uma uma uma
barra simples né lingual eu não poderia estender até o final do rebordo porque o rebordo não participa da transmissão dos esforços mas como trata-se de um caso superior aqui eu posso estender até o final do rebordo e cruzar essa barra posterior no máximo até a região da linha do a Ou seja eu posso aproveitar toda essa área chapeável porque o palato com a sua mucosa caiz né profundamente inervada profundamente vascularizada vai me auxiliar na distribuição dos esforços da prótese ou seja ele vai funcionar como uma estrutura de suporte prognóstico do Superior Num caso exatamente igual
considerando dentes saudáveis Ele sempre vai ser melhor do que o prognóstico do inferior determinado a extensão e o tipo do conector maior nós vamos planejar a célula metálica em todas essas regiões onde vão ser posicionadas a célula acrílica e os dentes artificiais e agora nós vamos planejar os conectores menores interessante nesse caso é que vai mudar em relação ao caso anterior porque nós vamos ter além né Desse conector que vai unir o apoio e o grampo de oposição à cela Ou seja aquele conector do tipo achatado e quadrangular nós vamos ter os conectores interproximais Porque
neste caso eu tenho dentes vizinhos a esses Pilares então o conector menor a conformação dele quando ele tem um dente adjacente essa conformação triangular com a base do Triângulo voltado pro conector maior a linha de fulcro principal neste caso vai passar pelos últimos apoios planejados ou seja os apoios vizinhos ao extremo livre Quais elementos poderiam ser utilizados como escolha para retenção indireta já que neste caso eu tenho mais dentes Pilares nós temos que traçar uma linha de 90º a partir da linha de fulcro e fazer uma linha perpendicular ar para formar esse ângulo de 90º
o elemento que tiver mais distante é o que vai proporcionar maior braço de resistência né para essa prótese porque olha o tamanho do meu braço de potência tudo que tá para trás da linha de fulcro onde nós temos extensão de dentes né em extremo livre então aqui nessa região seria ideal o o utilizar o incisivo central né que é o elemento mais distante dessa linha de fulcro no ângulo de 90º mas o incisivo central nós sabemos que ele é um dente com suporte perod mais fraco que por exemplo o canino e também passar um um
conector menor né para ter esse apoio indireto nessa região anterior é desconfortável pro paciente porque é uma região que tem bastante rugosidade palatina que pode ter papila incisiva e pode incomodar o paciente portanto neste caso nós podemos utilizar esse próprio apoio com o conjunto do grampo né que no caso aqui é o Y para funcionar como retentor indireto Então não precisa planejar nenhum retentor adicional porque basicamente eles estão na mesma linha com a diferença que o canino vai oferecer um melhor suporte periodontal para confecção de um nicho mais profundo né uma transmissão melhor dos esforços
e ele já tem esse grampo Y que também pode atuar minimizando o movimento da prótese em torno dessa linha de fulco principal por fim nós vamos planejar os planos guias neste caso também vai variar em relação ao caso anterior Porque além das placas proximais que nós vamos ter aqui saindo da região do braço do T dos dois lados e do conector né daqui da região mesial do Pré nós vamos ter o plano guia do canino que vai ser o terço semirrígido do grampo Y por quê Porque é o terço que tá passando na região proximal
é o terço flexível desde que essas superfícies estejam paralelas ao eixo de inserção e remoção da prótese todas elas vão funcionar como planos guias lembrando sempre que quanto mais planos guias nós tivermos mais estável vai est essa prótese Mas nós vamos limitar a remoção dela no único eixo certo Portanto o ideal é que se não existir naturalmente esses planos guias na boca do paciente que nós realizamos preparos para proporcionar esse paralelismo e uma maior estabilidade da pra já que estamos tratando de planejamentos não convencionais ou seja casos mais complexos de prótese parcial removível é interessante
pensarmos por exemplo nos casos de classe um quando os dentes anteriores inferiores apresentarem mobilidade grau dois quando eles apresentarem esse grau de mobilidade nós temos que desde o planejamento pensar em que elementos da prótese removível nós podemos adicionar para funcionar como uma contenção para esses dentes com mobilidade né uma contenção removível como se fosse uma esplintagem mas uma esplintagem removível se o espaço entre o fundo de suco do paciente isso a gente vai ver clinicamente o paciente tem que estar com a língua ligeiramente levantada nós vamos medir com uma Sonda periodontal se esse espaço entre
o fundo de suco e a margem gengival dos dentes for maior do que 9 a 10 mm nós podemos planejar um grampo cont de Kennedy também chamado de barra lingual dupla porque ela apresenta realmente além da Barra convencional né que é aquela barra simples apresenta uma barra adicional que vai passar sobre a região singular dos dentes com mobilidade só que para essa contenção funcionar né ou seja para que realmente eu eu consiga diminuir ou ah Minimizar e evitar a progressão da mobilidade desses dentes eu tenho que fazer nichos em todos esses dentes anteriores como geralmente
nos dentes inferiores eu não possui não possuo uma quantidade grande de esmalte na região singular nós devemos planejar a confecção da singularização desses dentes com resena composta Então isso é muito importante já durante o preparo de boca fazer a singularização fazer os nichos sobre essa região para posicionar corretamente o grampo contínuo de keneg e é importante ressaltar que além dele conter a mobilidade ele vai funcionar como retenção indireta né então todo o grampo fazendo apoios nesses dentes com mobilidade vão funcionar como retenção indireta então a linha de fulcro ia passar por esses apoios principais e
o grampo todo todos esses apoios eh formado pelo grampo ele vai funcionar como retenção indireta também então é uma boa estratégia para eu conseguir minimizar o movimento em torno da linha de fulcro bem Como minimizar ou evitar a progressão da mobilidade dos dentes com problema periodontal mas no caso de eu não ter esse espaço de 9 a 10 mm tem paciente que não tem esse espaço de 9 a 10 mm entre o fundo de suco com o paciente ligeiramente com a língua levantada e a margem gendal dos dentes anteriores eu vou ter que usar um
outro elemento da prótese removível ou seja uma placa lingual Por que essa placa lingual porque aí essa placa ela não começa tão e inferior como no caso do paciente que tem espaço ela começa um pouco mais acima e para ela ter essa rigidez necessária ela vai cobrir toda a região dos dentes exceto a região incisal Então por ela ter esse volume maior essa espessura e largura maior nós vamos conseguir conter e ao mesmo tempo ocupar o espaço disponível pro paciente que nesse caso é menor então ela vai fazer a mesma função do grampo contínuo de
Kennedy ou seja função de conter a mobilidade e Minimizar como retenção indireta os movimentos em torno da linha de fulcro a desvantagem da placa é que ela é mais difícil para adaptar nos dentes porque é uma cobertura metálica sobre os dentes então ela é mais difícil de adaptar que o gramo contínuo E além disso ela pode Por conseguinte ah por cobrir essa região de gengiva Marginal né gerar eh uma menor limpeza da ação dos alimentos né para essa região de gengiva então uma menor movimentação funcionar em torno dessa gengiva e uma cobertura maior do dente
pode também gerar maior acúmulo de placa então a desvantagem dela é isso mas no caso de eu não ter espaço é o conector a maior né de escolha no caso de pacientes com [Música] mobilidade h [Música]