Hum. Vamos começando. Essa é uma aula que eu queria dar já há algum tempo, né, especialmente sobre as novas informações, né, do impacto do trauma, especialmente nas crianças e na vida adulta, né? Quanto mais eu estudo trauma, mais eu vejo, né, que se você quer ter uma vida longa, saudável, você tem que tratar os seus Traumas, tá? E vocês vão entender nessa aula justamente por isso, por que que isso acontece, né? Por que que um trauma desde a infância, por que que os traumas que acontecem na nos primeiros anos de vida, né, marcam profundamente as
pessoas e vão favorecer >> mais tarde o adoecimento dessas pessoas? >> Oi, >> né? Então, eh, justamente por isso que eu Queria tá falando para vocês e mais, né? O que eu vou est trazendo para vocês são as mais novas informações, né, sobre o impacto do trauma, né, sobre as crianças, sobre as pessoas de forma geral, né? Eu espero que vocês curtam muito essa aula, tá gente? Quem tá com com o som aberto aí, por favor, fecha, tá? A gente vai ter momento onde vocês vão poder talvez casa barato, >> tá conversando e com o
som aberto aí, tá? Eh, vou compartilhar com vocês aqui um PowerPoint e a gente vai conversando sobre essas aulas. A gente vai dar umas paradinhas pra gente conversar um pouquinho, né? Eu quis fazer pelo Zoom, pelo pra gente poder trocar, né? eh as experiências, poder vocês podem ter uma troca mais direta comigo, né, que o YouTube não permite. Deixa eu compartilhar com vocês aqui que Eu preparei uma aula super bacana para vocês. Vamos lá, deixa pessoal tá entrando. Deixa eu colocar a turma para dentro aqui, tá? Fitas escondidas, né? A gente vai falar sobre o
impacto neurobiológico de um trauma na vida das pessoas, né? como que ela, como que isso vai marcar profundamente a questão inclusive de saúde mental e saúde física dos outros, né? E eu não tenho dúvida hoje que a Questão do trauma ele é muito muito mais do que saúde mental, né? Eu não tenho dúvida que a questão do trauma hoje passa inclusive paraa saúde física, né? E vocês vão entender nessa aula o porquê, né? Qual que é a importância, né? da gente tratar os nossos traumas. Qual a importância da gente manter essas janelas aonde é possível
que o trauma seja tratado? E mais, né? E qual que é a importância, tá, eh, dos neurohormônios e da história do trauma ser algo Neurobiológico, muito além do que a gente pensa, tá? E na verdade estão feridas escondidas. Ativo muda aí, por favor, >> pra gente poder compartilhar, né? Essa aula tem interferência pouca você tem mais duas. >> Deixa eu só desativar. >> Nãoou. >> Vamos lá. Deixa eu compartilhar de novo com vocês aqui que a gente tava lendo. Quem não me conhece, eu sou psicóloga. Eu sou neuroterapeuta, né? Eu estudo trauma, né? Algumas pessoas
falam que eu sou neurocientista, mas eu não gosto muito desse desse termo não, porque eu acho que no fundo eu sou um grande estudioso de estresse pós-traumático, né? Há mais de 30 anos eu trabalho com isso. Eu sou escritor, eu sou professor, eu sou um terapeuta do bem, né? Mais do que um terapeuta de trauma, né? Isso é importante que a gente saiba aí, né? E eu começo essa aula com uma frase do Porges muito bacana, que ele fala o seguinte: "As pessoas traumatizadas se sentem seguras no abraço, no acolhimento. Isso tá ligado ao nosso
DNA. Segurança não é uma opção. Segurança é neurobiológico, tá? E é importante que a gente entenda isso, né? A importância do amor, né, na nossa vida, Não só pela questão do amor, mas pela função neurobiológica que ela tem, tá? E essa frase do do B é linda, né? E na verdade é justamente isso, né? Quer dizer, a ideia de uma cama compartilhada, uma ideia de de relações afetivas, amorosas, né? Eh, são importantes por quê? Porque elas trazem a sensação de segurança. Por quê? Porque elas produzem oxitocina. E vocês vão entender isso muito claramente no final
dessa aula. Traumas. Ninguém escolhe ter trauma. Traumas são momentos aonde a gente aciona a nossa sobrevivência. E são momentos aonde a gente vive uma situação de extremo desamparo e que aciona a nossa resposta de sobrevivência de coping, que é pensar, engajamento social, fugir, lutar e congelar, tá? Até então o que vocês escutaram como Resposta de sobrevivência era a resposta clássica, né? Acionamento simpático, fogo, luta, congelamento, colapso e o de novo a autorregulação, que seria o vago ventral. Só que o porches ele nos iluminou uma coisa nova, né, com com a terapia polivagal dele, né, né,
nós não somos, né, mamífero simples, nós pensamos, nós temos memória, tá? E numa situação de trauma, a gente vai acionando às vezes do mais evoluído pro mais primitivo. Mas se o trauma é Muito forte, a gente aciona primitivo. Eu aciono primeiro o meu pensar com meu cortexual frontal direito. Depois eu aciono engajamento social, tento conversar com meu agressor. Se isso não funciona, eu vou pro fugo, eu congelo. No trauma, a situação de congelamento e não é impossível você passar por um trauma sensacional primitivo congelamento, né? é que vai fazer o que a gente chama De
estress póst-traumático. Essa prevalência, esse acionamento constante dessa situação de congelamento a cada gatilho traumático vai fazer com que eu acione o mais primitivo e vão fazer marcas importantes. E vocês vão entender agora por que elas são tão importantes e por que elas marcam tanto as pessoas de forma geral. Segundo, se a gente pegar aqui o Scare, Robert Scare, o Vander Colk, Né? Se a gente pegar aqui, só um instantinho, gente, talvez eu saio um pouquinho do ar aqui, que eu vou botar só uma internet mais potente aqui, tá, né? Mas vocês estão me escutando ainda?
Então, tá, se eu pego os principais teóricos de estress póst-traumático, tá? Sare, Wandercolk, Shore, tá? Eh, o Levini, né? Eu falo muito sobre isso, isso é uma coisa importante da gente tá trazendo, tá? Aonde estariam as raízes, tá, da traumatização? Por que que as pessoas traumatizam? Se você pega todos esses importantes teóricos, né, e eu fiz aula com quase todos, né, isso tem uma ligação direta com o trauma sem palavras, com o trauma de desenvolvimento, com as experiências adversas da infância, especialmente Anteriores aos 3 anos de idade. Por que que a marca dos 3 anos?
Hum, que aquilo que acontece antes dos 3 anos marca muito mais profundamente do que aquilo que acontece posterior aos 3 anos. Porque aos 3 anos o nosso lob temporal e o nosso hipocampo que nós são os principais formadores de memórias, eles só tão maduros para funcionar a partir daí. Aquilo que é gravado antes dos 3 anos fica em termos de sensação, né? fica marcado em termos de de Situações muito fortes, né? Aí essas pessoas que têm trauma eh pré-verbais, né, elas têm uma sensação avaçaladora de sofrimento, né? E hoje a gente tem ferramentas com as
quais a gente pode trabalhar isso de uma forma completa, né? A gente não vai falar disso, mas a gente tem hoje um multidão de ferramentas terapêuticas que vão nos ajudar muito nisso aí, tá? Então aquilo que o SK fala, que o Colk fala, que o Shor fala o seguinte, aquilo que Acontece, né, de algumas semanas de vida até os 3 anos, são visto como trauma de desenvolvimento, são experiências adversas da infância e definem uma predisposição à traumatização, tá? Isso é importante que vocês entendam, né? O que faz uma pessoa vulnerável e uma pessoa forte é
aquilo que ele viveu, especialmente até os 3 anos, né? Se ele é um filho querido, se ele é Um filho amado, se ele teve uma mãe que proporcionou a ele amor, ostito ele vai ser uma criança normal, resiliente, forte, que veio pro mundo para aprender, para relacionar, para crescer, para fazer uma família. Agora, se ele é uma criança, né, que veio ao mundo, né, desde o início, né, com muito medo, com muito sofrimento, com uma mãe, com experiências ruins na gravidez, ele vai ser uma pessoa vulnerável, Né? Mas a boa notícia é que isso pode
ser revertido, tá? Hoje a gente tem ferramentas que são capazes de trabalhar esses traumas sem palavras. No trauma. O grande dilema do trauma é porque o trauma é uma detupação da memória. >> No trauma o presente é afetado para as memórias traumáticas do passado. Qual que fala isso? O esquer fala maravilhosamente isso. O grande problema do trauma, né, é por você é invadido o Tempo todo pelo passado, que são seus gatilhos traumáticos, né? O seu cérebro, ele fica pronto para se proteger. >> Ele não ser o cérebro para relacionar. Queridos, por favor, fechem o som
de vocês. >> Tudo bom, >> né? O cérebro veio aqui para, nós viemos ao mundo para relacionar, para viver, não para ter medo. Um cérebro de uma criança que tem traumas, né? Ele vive um Adulto que vive para ter medos. E mais, tá, ao contrário de outros distúrbios psiquiátricos, a questão do trauma central e a realidade é o presente. Por quê? Quando eu sou invadido pelos meus gatilhos traumáticos, o passado invade o presente e me tira completamente, né, da minha relação com o mundo atual. A grande dádiva da vida é a gente viver Um presente
conectado, né? O trauma nos retira de viver esse presente conectado, né? Vamos lá. No trauma você tem um armadilho biológico. O que que é isso? O trauma acontece quando a gente aciona aquilo que há de mais primitivo em nós. Quando eu aciono aquilo que há de um, né, mais animal dentro de mim, Né, é quando eu aciono essa resposta de sobrevivência, de congelar, de colapsar, né? O que que acontece? Por que que uma memória? Vamos pensar. Deixa eu, deixa eu fazer um pouquinho. Deixa eu interromper esse compartilhamento aqui. Só coisa importante da gente pensar, tá?
A maioria de vocês não se lembra daquilo que você almoçou há 10 dias atrás Ou uma semana atrás, mas é capaz de se lembrar com muito detalhes daquilo que você viveu há 30 anos atrás, que foi um trauma. Por que que essa memória não se apaga? Por que que ela permanece para sempre? Por que que o passado sempre invade o presente quando eu tenho estresse pós-traumático, né? Pela presença excessiva de neurohormônios, né? Especialmente neurohormônios que provocam medo, raiva, Ansiedade e dor, tá? Quanto mais eu aciono as minhas respostas de ativação, quantos mais gatilhos traumáticos eu
tenho, mais eu favoreço essa memória. A gente sabe que é um hormônio chamado nonadrenalina hoje que faz com que o trauma permaneça para sempre, que ele não se apague. A gente se lembra para sempre, por dor, por medo, por raiva e também por amor, tá? Por ositocina, Tá? Aqui vem um conceito muito importante, tá? No final da aula, tá? Eu vou est trazendo para vocês, talvez a grande novidade que eu vim falar para vocês, né? Que é a questão das intervenções quimicamente inteligentes, que é a questão, né, da de usar a ocitocina para trazer segurança
pro outro nas nossas relações terapêuticas, tá? E cada vez que eu aciono aquele gatilho traumático que o passado invade O presente, eu estou aumentando a produção de noadrenalina. Então eu tô reforçando a memória traumática. Por isso uma experiência traumática fica para sempre, por isso ela não se apaga, né? A menos que você tenha técnicas adequadas para trabalhar com elas que nós estamos estudando há tantos anos. né, para trazer para vocês. Vamos lá. Deixa eu voltar de novo aqui pro meu slide. Por que que ele é um armadilho Biológico, né? Por a cada vez que eu
aciono um gatilho traumático, tá? tem aquela sensação de perigo de alguma coisa ruim ruim vai acontecer, eu fico 26 horas ruminando sobre aquilo, >> né? E essa ruminação que eu tenho sobre aquilo, né? Vai vi junto com noradrenalina, né? E isso não fecha. Então, a cada vez que eu tenho um gatilho traumático, eu estou aumentando a potência desse Trauma. Se eu peço que uma pessoa fale sobre seu trauma, sem uma estimulação que aciona a citocina, gente, fecha o microfone, por favor, sem uma estimulação. >> Tô numa aula, tá? Rapidinho, >> que que de alguma forma
>> Oi, a >> tem acionamento de citou assim. >> Oi, tudo bem, >> gente? Fecha o microfone, por favor. Hã, >> é, eu pensei até a mesa. >> Deixa eu ativar aqui o mudo das pessoas, senão a gente vai ficar o tempo todo sendo, né? Vamos lá. A cada vez que eu aciono esse esse esse sentimento, eu tô produzindo mais, tá? E uma coisa muito interessante, outro dia eu assisti uma aula do do Colk, Vanerc e ele falando hoje que os tratamentos atuais de trauma, eles pedem que você refaça a cena, Um replay da cena,
né, do trauma sentinela, que esse é um conceito bacanérico também, né, desse momento armadilha mais estimulado, tá? Eu tenho que ter a presença de algum neurohormônio para que eu consiga fazer realmente, né, um trabalho bacana com estress pós-traumático, né, dando outro sentido corporal e cognitivo a experiência, tá? Mas o que eu quero falar hoje não é tratamento de trauma, Não, tá? Vocês estão cansados de me escutar falar sobre isso. Eu quero falar sobre uma coisa que eu preciso falar para vocês, né? que é, né, é preciso que a gente tenha um olhar diferente sobre estress
pós-traumático. É preciso que a gente entenda quais são os efeitos do trauma na infância. É preciso que a gente entenda, né, os impactos dos maus tratos na Neurogênese de um cérebro infantil, tá? compreender os impactos de um trauma na vida de uma criança, de uma pessoa, né? Porque aquilo que que a gente viveu na infância não fica na infância, cara. Ela vai impactar a nossa vida, ela vai nos adoecer e vocês vão entender porquê. Entender os impactos amplia o nosso olhar clínico, né? Evita diagnósticos reducionistas. e possibilita intervenções mais Eficazes. Eu acho que todo terapeuta,
todo orientador parental, todo pessoal, todo pediatra, ele tem que saber o que ele tá fazendo em termos de funcionamento cerebral, né? Ele tem que entender de neurociência. O trauma deixa marcas profundas no cérebro, mas com abordagens adequadas, o nosso sistema nervoso pode se reorganizar, ele Pode se recuperar, mas quando se fala de infância, cara, isso é terrível, tá? Pensa o seguinte, se você vai na praia, naquela areia ali mais maciazinha perto da água, tá? aquilo é criança. Nós humanos adultos, nós somos terra pisada. Nós temos experiências de vida, nós temos poder de comparação. Uma criança
não tem. Toda vez que você faz um trauma na criança, é como se você fizesse uma pegada naquela areia mole. É profundo, Na gente não. Toda vez que aquilo é refeito, mais profundo fica. E não tem como isso não marcar a vida dela pro pro resto da vida. Não tem como isso favorecer um processo de doença mental ou mesmo de adoecimento físico dela, né, ao longo da vida. Tratar trauma hoje é uma questão de saúde pública, né? Saúde pública, não só mental. Vocês Vão entender por daqui a pouco. Os impactos de um trauma numa criança
produzem alterações duradouras no cérebro, tá? esses maus tratos físicos, sexuais, psicológicos, né, vão afetar, né, as principais estruturas funcionais do nosso cérebro, né? Nós vão levar o quê, né? Só um instantinho aqui, onde botar a Pessoa para dentro, saiu aqui da pai que eu queria, né? que que eles vão fazer e as consequências vão envolver o quê? Aquilo que há de mais precioso em nós, que são as nossas emoções que ficam embotadas, que é o nosso processo de memória, nosso processo de aprendizagem, comportamento e saúde física, por incrível que pareça, né? Os maus tratos na
infância, especialmente no sistema límbico, né? O Nosso cérebro é como se fosse uma mão, tá? Aqui é o nosso córtex que a gente avalia, que a gente pensa. Vocês estão usando muito deles agora para assistir essa aula. Nós temos aqui no meio, que seria o meu dedão aqui, o sistema límbico, que é o nosso centro das nossas emoções. Tudo que eu não controlo com meu pensar é aqui no sistema límbi, né? Isso vai levar o quê? Uma implitação emocional, uma irritabilidade elétrica Do sistema límbico, especialmente uma estrutura chamada amidle hipocampal. né? E esse estado de
irritabilidade elétrica da nossa mí hipocampal vai levar aquilo que a gente chama de um stress tóxico, né? que vai aumentar o nível de vasoprecina no nosso corpo. A vasopressina, ela é responsável pelo acionamento de fugoluta. Isso vai danificar possivelmente o nosso hipocampo por mais por meio de uma Exposição excessiva a esse estress tóxico, tá? E o nosso hipocampo, ele é o grande responsável pela formação de memória, né? Alguns estudos fazem, falam inclusive, né, que se eu tenho um trauma muito forte, o hipocampo faz um neurô step, um neurônio ali, né, para que eu acione mais
rapidamente uma resposta de emergência diante da situação de perigo, né? É como se tivesse um neurônio no meu hipocampo responsável pelo acionamento Do meu gatilho traumático. Se eu tenho muitos traumas, eu vou ter vários. neurônios steps, eu vou ter uma propensão a cada vez mais a ter mais traumas. Amídala, amídala é uma estrutura do nosso sistema límbico, tá? de novo o cérebro como uma mão, como se fosse a pontinha do meu dedão aqui. Ele é o nosso centro identificador de perigo, tá? Tudo que entra no cérebro Passa pela mítala e ela vai dar o tom,
se é perigoso ou se não é. Essa mídala, ela tem memória. Tudo que eu não resolvo com pensar tem uma relação direta com essa mídila hipocamp. E esses e os maus tratos vão fazer o quê? aquilo que eu falei, um estrato de de irritabilidade elétrica vai me deixar na hipervigilância. Sabe quando você aciona um gatilho traumático, você tem aquela sensação de Que alguma coisa vai acontecer com você a qualquer momento, né? Você já vocês já viveram isso, né? Se não viveram, já leram em algum livro sobre isso, tá? Essa estado de hipervigilância, ele é proporcionado
pela métla. E quais são as consequências disso? Um aumento do medo, um aumento da irritabilidade, da hostilidade, maior reatividade emocional. Então eu fico vivendo a partir do medo, Né? E nós não nascemos para ter medo, nós nascemos para relacionar. Nós somos mamíferos, nós gostamos de grupo, nós gostamos de viver juntos, né? De relacionar, de crescer. Junto com a Middla, a gente tem uma outra estrutura muito importante que é o nosso hipocampo, né? Hipocampo porque ele parece um cavalo marinho, né? O formato dele, né? Ele é extremamente vulnerável ao stress, especialmente ao estress tóxico, Né? Alta
densidade de receptores de cortisol ou de noradrenalina, né? essa exposição excessiva, esses hormônios de estress vão alterar a forma dos nossos neurônios, vão matar as nossas células neuronais, inibir a produção de novas células, né? Vou falar, vou falar sobre isso daqui a pouco, tá? Alguns estudos têm mostrado, especialmente em crianças que sofrem experiências adversas da infância e mulheres que sofrem abuso físico, uma Redução do tamanho do hipocampo. Isso vai afetar diretamente a minha experiência de aprendizagem e vai afetar diretamente o meu crescimento pessoal no mundo. É disumano hoje você deixar que uma criança permaneça com
estress pós-traumático. Daí a importância de projetos como meu, né, que atende crianças a baixo custo, né, eh, atende crianças, né, gratuitamente dentro de alguns abrigos, Né, por quê? Porque nós estamos fazendo uma população mais forte na medida que a gente trabalha os traumas dessas crianças. Qual que é a relação entre hipocampo e estress pós-traumático? Íntima, próxima. O hipocampo é nosso formador de memórias, né? Adultos com históricos de abuso infantil, tá? Especialmente de negligência, né? Ou de abuso sexual. Gente, tem gente que não dá água pra criança, Tem gente que não alimenta a criança, tem gente
que não deixa a criança passar frio. Tava vendo, acho que no na Rede Globo, no Fantástico, né? Um pai que deixou uma criança quase uma semana dentro de uma caixa d'água como castigo, né? E esse abuso infantil na infância vai fazer uma redução de 12% do hipocampo esquerdo e o hipocampo direito fica do Tamanho preservado. Qual que o que acontece quando eu tenho uma uma redução de 12% hipocampo esquerdo? Cara, déf na minha memória verbal, tá? Eu vou ter praticamente dificuldade de aprendizagem. Aí você vai entendendo a quantidade de diagnósticos de déficit de atenção com
hiperatividade. Hum, e que muitas vezes a medicação que é dada para essas crianças não funciona. Por quê? Ela não tem déficit de atenção à cuperatividade, ela tem trauma. E a redução do hipocampo vai afetar diretamente o processamento de memória, especialmente da memória recente, né, que é a mesma memória que é afetada quando você tem um déficit de atenção com ou sem hiperatividade. Qual que é a consequência desse dano hipocampal, tá? Qual a consequência desses 12% de redução do hipocampo? Tá? você tem uma hiperresponsividade A estímulos ambientais, tá? Você sente tudo, você mais fica vulnerável, né?
Você tem prejuízos no seu processo de aprendizagem. Você não consegue classificar o mundo de uma forma correta, né? Você vai ter uma desordem de empatia. Você não vai perceber corretamente o que as pessoas te falam, né? e vai ter impacto direto no transtorno de estress pós-traumático. Quando você não trata crianças traumatizadas, tá? Isso vai ter um impacto direto na vida adulta dela. Uma criança que tem um prejuízo num processo de aprendizagem, como que vai ser conseguir ter um bom emprego, ser um bom profissional? E mais, ele vai perpetuar a agressividade, né? Por quê? Porque ele
acha que a primeira coisa que ele tem que fazer quando alguém agrede é agredi-lo. Por Quê? Porque o cérebro dele foi condicionado a isso. Como é que o trauma vai afetar o nosso comportamento, tá? Essa supressitação da criança, especialmente no nosso sistema olímpico, né, está associado, né, a comportamento antissociais. Muito das pessoas que estão presas não são psicopatas, eles são grandes dissociados. Eles deixaram de sentir. Eles assumem comportamento antissocial porque não sentem. Você tem uma quantidade maior de maior impulsividade, desregulação emocional. Muitos dos casos que são tido como transtorno opositório desafiador, na verdade são um
estress pós-traumático. Por quê? Porque essa criança fica antissocial, essa criança não fica impulsiva, ela não consegue uma regulação emocional nem para aprender. O nosso sistema anímico, ele é o centro primitivo de memória e emoção, né? E ele vai formando um cérebro de medo, não um cérebro de amor, de crescimento. O nosso papel enquanto educador, enquanto eh profissional de combate à violência é fundamental, né, quando a gente trabalha com estresse pós-traum. O gapa aqui vem uma coisa muito importante, tá? O nosso gaba, tá? Que que é o gaba? O gaba é o nosso precursor, né, de
parar com ansiedade, né? E o estresse crônico provocado por trauma, ele vai alterar o receptor gaba, o gabo, o gabo é o principal neurotransmissor inibidor do nosso cérebro, especialmente das respostas de ansiedade, de raiva. Eh, que que acontece quando a pessoa tem uma redução da função do gaba? E o e o gaba Vai ser de alguma forma reduzido quando eu tenho estresse pós-traumático, tá? vai ter um aumento da minha excitabilidade elétrica, né? Pode gerar inclusive convulsões. Aí começa começa a entender, né? Porque que alguns casos específicos, né? Eh, especialmente somatizações histéricas, a pessoa tem convulsão,
né? Todas as todas essas conversões, né, que a gente chama, a gente sabe hoje que elas são Neurológicas, mas elas não têm uma causa física, né? possivelmente proporcionado pelas por essa redução do do gapa, né? Isso explica inclusive algumas anormalidades, né, daquilo que a gente chama do nossos eletrosencéfalogramas, tá? Que há muito comuns nos estress póst-traumáticos, né? Vocês estão percebendo como que o trauma faz um impacto Negativo, né, desproporcional, né? Eu acho que mais do que qualquer outra doença, né, que a gente possa imaginar, o trauma ele reconfigura a nossa neurobiologia. o estresse constante da
infância, especialmente o estresse tóxico. Esto tóxico porque ele é repetitivo, ele não para, tá? A gente vai falar um pouquinho sobre isso que eu vou citar o trabalho da Nadine Book Harris daqui a pouco para Vocês, tá? Isso vai reorganizar a estrutura molecular do meu sistema límpico. Vai afetar a minha mdla e o meu hipocampo de forma duradora. Isso resulta o quê? A pessoa não cresce com cérebro mamífero para viver em grupo, tá? Ela não cresce com um cérebro mamífero para viver com mais pessoas. Ela cresce com um cérebro adaptado à sobrevivência, A não aprendizagem.
Eu não sei se vocês estão tendo a noção, tá, do impacto que um trauma tem na vida de uma pessoa, mas você pensa, né, uma pessoa vivendo isso desde a sua gravidez, sendo exposta desde a gravidez a um estress tóxico, né? você desde dos primórdios da formação da sua do seu sistema límbico, são que é a primeira coisa que forma no nosso cérebro, né? Ele já vai crescendo num adaptação à não aprendizagem, num adaptação à sobrevivência. É muito sério que a gente tá estudando e falando aqui. O trauma na infância, o que que ele provoca?
né, um entorpecimento emocional das crianças, né? Que que é um entorpecimento emocional, né? Para sobreviver aquela situação, eu tenho que tirar a minha dor, Né? Eh, o entorpecer é uma é uma é uma defesa dissociativa. Eu faço isso para sobreviver aquele momento, tá? E automaticamente, quer dizer, apesar de ser uma defesa dissociativa contra ansiedade extrema, tá? A gente olha pra criança e parece que a criança tem uma uma depressão, porque ela fica apática, ela fica desmotivada. Não quis descer desar >> depois eu achei que você demora. >> Gente, fecha o microfone, >> por favor. >>
Bom, já que eu interrompi aqui, depois a gente volta lá. Vocês querem me fazer alguma pergunta? Vocês gostariam de me fazer alguma pergunta? >> É, sobre o que a gente tá falando. Vocês vão ter que for fazer no chat ou perguntar. Pode falar, Susana. >> Eu queria fazer uma pergunta que é a seguinte. Eh, eu tenho estado a acompanhar uma uma adolescente Que tem eh que vem com o diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada, mas aquilo que eu vejo é muitos sintomas, de facto, de stresse pós-traumático. Eh, e eu não sei, começo a ver as
coisas e há alguma relação. Isto ela sofreu de fapa, uma doença cá em Portugal muito rara e e ela passou por muitos, ou seja, quando ela surgiu em Portugal ainda não existia sequer o reconhecimento desse Diagnóstico e, portanto, ela durante muito tempo teve muitas internações, teve muitos exames, ela sentiu-se muito uma cobaia, eh, e eu penso que se calhar pode vir daí. e gostava muito de de de realmente de perceber se esta se esta minha análise poderá fazer sentido, porque de facto ela tem sofrido eu uma coisa horrorosa que os pais também não entendiam, não
tinham essa conceção. Eh, e se é possível, de facto, por uma Pessoa, uma adolescente que viveu isso e também passou pelo COVID, se podemos dizer que ela sofre de stresse pós-traumático. Não tenha dúvida, né? Porque na verdade um um uma das questões do stress pós-traumático, né, é um aumento da irritabilidade elétrica, né, que se manifesta como ansiedade. E muitas vezes, né, quer dizer, o que que acontece é que na verdade, né, nós profissionais de saúde, nós somos muito mal informados sobre o que é um trauma, Tá, né? E muitas vezes eles dão diagnóstico sem fazer
uma visão mais ampla, né? Na verdade, principalmente que essa pessoa tem um estress póst-traumático e a cada gatilho traumático, ela tem uma crise de ansiedade. >> Uhum.É, >> né? Quando você tem uma dissociação, muitas vezes você não consegue conectar, né, aquilo aquela ansiedade a ser um gatilho traumático, né? >> Então, muitas vezes o diagnóstico vem como se fosse uma tag, como se fosse um um pânico específico, né? Porque você não consegue fazer a relação entre uma coisa e outra, né? Depois você vai lá no meu canal do YouTube, tem uma aula lá só sobre essa
questão, o que que o trauma gera essas questões de ansiedade. Talvez isso possa ser importante para você estudar. >> Uhum. >> Sobre isso, tá? Mas o impacto do trauma hoje é uma questão de saúde pública, >> não é só uma questão de saúde mental, não, né? >> Né? Hoje, quer dizer, o que eu discuto com os meus parceiros, >> sobre trauma é justamente sobre isso. >> Desculpe, desculpe. >> Eu e qual seria o que é que seria mais indicado? por porque a pé do psiquiatra eh indicou só medicação. Eu estou a fazer acompanhamento como educadora
Parental e e mesmo hoje eu questionava o que é que poderá ajudar mais sobretudo a diminuir estas crises de ansiedade que ela tem cada vez. tem que arrumar um bom terapeuta de trauma que possa fazer uma avaliação hoje, né, se ela tem realmente taga ou estresse pós-traumático e fazer um trabalho específico. Aí em Portugal você tem várias pessoas já com essa formação adequada, né? Você tá onde? Lisboa. >> Sim, >> né? Que vão que vão trabalhar nesse sentido e ter um resultado bom com relação a isso, tá? Cheg >> posso entrar em contacto para me
enviares essas essa informação? >> Po, claro que sim. Eu tenho vários alunos em Portugal, né? Obrigada. >> E que já trabalham perfeitamente com essas ferramentas. Algumas perguntas aqui do chat, tá? Os traumas transgeracionais não entram nessa lista? Sim, né? Mas o trauma Transgeracional ele vai de alguma forma ficar reativando. Ele vai potencializar inclusive algumas experiências adversas da infância. >> Ah, agora desliguei. Voltou. >> Se eu carrego dentro de mim, tá, >> né? uma um abuso sexual da minha mãe, eu tenho uma propensão muito maior a ser abusado, né? Isso é muito maluco, mas é assim
que funciona, né? Além de de de uma, né? Bom, tem uma pergunta da Lorena aqui. Uma, essa semana atendi uma criança politraumatizada que vem sendo tratada com medicação e de atenção por por quê? O, a medicação de déficit de atenção, ela só vai funcionar se a criança tiver déficit de atenção. Se não tiver, não funciona, né? Você vai robotizar a criança, >> né? Isso é muito grave, >> né? Que que você tem? Tem tem um estudo americano, Lorena, que fala que 70% das crianças que foram medicadas nos Estados Unidos eh entre 2000 e 2010 não
deveriam ter sido medicadas, né? E você hoje você tem uma medicalização excessiva de crianças sem saber, né, qual que vai ser o impacto disso na na vida duda dessas crianças, na formação, na neugênese do cérebro dessa criança, né? que ninguém sabe, né? A gente tá vendo agora as primeiras pessoas que estão ficando adultas, né? E que vem do do uso aí de de dessas medicações para défic atenção. >> É fundamental que todo terapeuta hoje, Nilva, né, tenha uma informação sobre sobre trauma, que seja informado com relação a trauma. Não dá para viver hoje mais sem
essas informações, né? Não existe nenhuma relação entre bipolaridade e trauma, tá? Agora, pessoas bipolares podem ter trauma e e são e a gente pode tratar, eu tenho várias clientes que são bipolares e a gente trabalha os traumas delas também, Tá? Mas o trauma não causa bipolaridade, nenhum inverso. Maira querida, que que você quer me perguntar? Oi, querido. Eh, queria saber da hipófise ela também é atingida nessas horas aí? >> Sim, eu vou falar daqui a pouquinho dela, posso falar depois? >> Ah, pode, pode. Tá bom. >> Tá. Mais alguma coisa? Podemos? Vamos continuar aqui que
tem muita coisa pra Gente conversar hoje. Essa sensação que a gente estava falando aqui, tá, da entorpecimento emocional. Que que acontece? Como eu entorpeço a dor, né, como dissociativamente eu entorpeço a dor, eu também vou entorpecer, tá, a minha emoção, a minha minha relação com o mundo, né? E automaticamente vou ter sintomas muito parecidos com aquilo que a gente chama De de depressão sem ser, né? Por incrível que isso pareça, né? Isso é fundamental, né? Então, só voltando aqui, olha, né? Existe uma relação entre depressão, dissociação e trauma? Existe sim, né? O entorpecimento, ele pode
se ser manifestado como se fosse uma depressão sem ser, tá? Isso é importante que vocês entendam. Ela apresenta uma nedonia, uma falta de vontade de fazer coisas que Normalmente ele faria, uma falta de motivação, estados associativos, né? E se torna pra vida inteira um modo habitual. Olha que loucura isso, né? Qual o impacto no comportamento infantil, tá? especialmente da sensação de entorpecimento, tá? As crianças perdem o interesse por brincadeiras, Elas reduzem as suas interações sociais. A gente sabe hoje que as interações sociais elas são importantíssimas, fundamentais para trazer a sensação de segurança, tá? Elas tornam-se
isoladas. criança precisa de outra criança. Por quê? Porque isso vai trazer para ela uma sensação de segurança pela presença de de ocitocina. É uma criança que vai explorar muito, muito pouco, né, o mundo que ela vive, Né? Então, numa criança que vai ser curiosa, né? E um prejuízo direto no no processo de aprendizagem, tá? Aí vocês começam a entender por tantos casos de de atenção, né? E por tantos casos também do teia tipo um, né, que eu acho que são comportamentos, né, que a gente tem que prestar atenção neles, né, e fazer um diagnóstico diferencial.
Hiperatividade autonômica e trauma. Então, que que é uma hiperatividade Autonômica? Essa ansiedade que não para, essa sensação de que alguma coisa vai acontecer a qualquer momento, né? ativação excessiva, né, do nosso sistema nervoso autônomo, né, que que ele vai promover sintomas somáticos muito comum, que é ansiedade, tremores, náuseas, sudoreses, arritmias, tá? E automaticamente aí vem a pergunta da Maira, tá? E qual que é a relação disso Com a hipófise direta? Tá? A hipófise faz uma relação direta com aquilo que a gente chama das nossas glândulas adrenais, especialmente ligadas a à resposta de estress, né? O
estress tóxico, Maía, tem uma relação direta com com a com a hipófise, né? Por quê? Porque ela fica num contínuo, ela não ela não de alguma forma ela não entra aqui, né? Ela não faz um desligamento, né? Isso é terrível, tá? Eh, essa hiperestimulação, essa hiperativação tem uma relação direta com essa desregulagem da hipófise e do eixo HPA, tá? H, deixa eu voltar aqui. >> Crianças traumatizadas, que que elas apresentam? Insônia. Sono fragmentado, medo de pesadelos, hipervigilância, sobressalto exagerado, perda de regulação de ritmo biológico, Que também tem relação com a hipófise, tá? Quanto maior o
nível de cortisol, menos essa criança dorme, mais o sono dela é fragmentado, tá? Deixa eu contar uma coisa para vocês aqui. O nosso corpo, tá, ele tem um poder de autocura emocional, tá? E o nós temos durante a vida que são janelas de reconsolidação de memórias traumáticas. E o nosso sono, né, é uma dessas janelas Que a gente tem neuroplástica de reconsolidação de memória. Uma criança traumatizada, automaticamente isso vai afetar o sono dela. Não só as crianças, nós adultos e adolescentes traumatizados vai afetar o sono. E quanto mais eu afeto o sono, mais eu dificulto
com que essas crianças tenham uma um trabalho natural de recuperação do estress pós-traumático, tá? É fundamental hoje que nós terapeutas, nós Profissionais de saúde, nós educadores, nós educadores parentais, né, saibamos da importância, né, de de crianças e adultos traumatizadas terem boas noites de sono, tá? E uma das coisas que favorece, né, essas janelas de reconsolidação de memória é a cama compartilhada, tá? Muitas vezes os pais forçam a criança a ficar no outro quarto porque aprenderam isso. Tem treinamento de sono, né? Tem umas umas coisas loucas Até hoje que eu fico pensando como é que as
pessoas fazem isso, né? Por quê? Não encostar corpo no outro, automaticamente isso produza ositocina. E essa produção de ocitocina vai fazer com que a criança sinta segurança. No que ela sente segurança, ela dorme. Se ela dorme, ela tem um sono profundo e reparador. Isso aumenta a minha chance de reconsolidação dessa memória traumática, né, de trabalhar ela. Se ela não tem um sono bom, se eu forço ela a dormir no outro quarto, né, automaticamente eu tô dificultando o trabalho terapêutico com essa criança, tá? Engraçado, né? Porque, né? E eu sou de uma geração e alguns de
vocês também que a gente trabalhava com com um treinamento sono, né, de deixar a criança no quarto, de uma série de coisas, né? E hoje, como o mundo mudou, né? Como essas informações têm mudado a Nossa forma de entender e de promover nossa relação amorosa com os nossos filhos e com as pessoas que a gente ama. O trauma também vai afetar diretamente o nosso processo de aprendizagem, tá? Essa hiperativação fisiológica interfere no na concentração, compromete a nossa memória, prejudica o aprendizado, né, por experiência, entendeu? Por que que acontece quando eu quando eu tenho hiperativação Fisiológica,
eu tenho pouco córtex pré-frontal funcional, né? E automaticamente que que vai acontecer? Vai prejar prejudicar a minha experiência pro aprendizado, né? Por um cérebro traumatizado, ele prioriza a sobrevivência, não a aprendizagem. Sintomas do trauma podem imitar aquilo que a gente chama de um transtorno de déficit de atenção com imperatividade, Tá? Por quê? Porque por dissociação eles vão fazer sintomas muito parecidos com déficit de atenção, problemas nas memórias de curto prazo, dificuldade de acesso às novas informações. E quando as pessoas fazem os testes neuropsicológicos para fazer, dão lá o quê? Deve ter atenção. Sem ser. E
tanto é quando você faz um trabalho perfeito de estress pós-traumático, com o adolescente, com uma criança, melhora a performance cognitiva dela e Faz todo sentido. Nosso córtex pré-frontal, ele é profundamente afetado, né, pelo estress pós-traumático. Nosso pré-frontal, ele funciona pra nossa avaliação, ele regula os nossos impulsos, ele controla a nossa agressividade, né? E o trauma compromete o quê? Essa função reguladora. Por quê? Porque quanto mais, né, quanto mais hiperativação eu tenho Da minha mira hipopantal, isso aqui sequestra o nosso pensar, né? Quanto maior o trauma, menos pensamento eu tenho. Um trauma que é muito forte,
ele é cheio de brancos de memória, né, que não vão ser, né, eh, não vão ser acessados nunca. >> Tá aqui de novo, Maira, nós estamos falando de novo da questão do da hipófise, tá? Qual que é a relação entre cortisol? >> Queria muito ter uns anos a menos mais Neurônios para me estudar neurociência. Quem falou isso? >> Hã, mas eu acho que eu não consigo. >> Que isso? Eu comecei a estudar neurociência muito mais tarde na minha vida. >> E eu acho que você pode estudar neurociência de uma forma fácil hoje. Não tem isso
não. >> Tenho. É, >> não >> é porque neurociência é muito nome, é muita coisinha. >> Estudar o cérebro não é fácil. Não, mas você não precisa saber tudo. Você precisa saber o que é importante na neurociência, né? Ó, ele me >> nem eu sei tudo, né? >> Você não precisa saber tudo, você precisa saber o que é importante, viu? Ó, captou aqui minha dúvida. >> Vamos lá. Eu tô preocupada em estudar tudo. Ele me respondeu. Respondi mesmo. Pera aí, só um instantinho que meu PowerPoint aqui sumiu. Só um instante que eu vou puxar ele
aqui. Ele baixou aqui. Cadê ele? Deixa eu abrir de novo. Cortisol. tá? Com relação entre cotisol e trauma e tem de novo a hipófise, tá? O trauma repetitivo, tá? Ele vai provocar o quê? O estresse crônico, né? Ele eleva o cortisol cronicamente, Tá? E esse elevar do cortisol cronicamente leva que a gente chama de cortisol tóxico, tá? Ou estress tóxico, ira, tá? O stress tóxico, ele tem uma relação direta com a hipófise, né? É como se ela ficasse em modo constante, tá? E mais o FKBP5, que é o nosso de gem, né? E que regula
esse cortisol, ele fica defeituoso, especialmente quando eu tenho trauma iniciais da vida. E esse excesso de cortisol danifica o tecido cerebral, inibe novas conexões, Vai afetar a percepção corporal espacial das pessoas, vai fazer no futuro um adulto desregulado, tanto corporalmente quanto emocionalmente. E aqui vem uma um trabalho bacana, né, essa Nadine Book Harris, tá? é uma médica americana, uma pessoa que eu tenho estudado muito ela atualmente, né? Eh, é uma pediatra, pesquisador americana bacanérrima, né? E uma das pessoas que veio trazer pra gente a questão do estressóxico, Tá? Especialmente a partir das experiências diversas da
infância, tá? E aqui tem uma frasezinha do do Vandercock que fala o seguinte: mesmo quando não lembramos, o corpo se lembra. Isso é verdade, tá? E isso tem uma relação direta com os traumas préverbais que ficam ali marcando a gente pro resto da vida. Para Nadine, o trauma pré-verbal, tá? É guardado nas respostas Fisiológicas. Intenção em medo, hipervigilância. A gente não deve ter só terapeuta aqui, não, mas quem é terapeuta sabe. Às vezes chega no nosso consultório, tá? E quem também trabalha com orientação de pais sabe disso, tá? Aquela pessoa, né, que durante a vida
inteira teve sensações avaçaladoras, né, aquela coisa, tá tudo certo, mas para aqui dentro de mim tá horroroso, né? e ela não consegue fazer uma conexão Disso, né, com alguma situação de vida do passado, né? E por que que isso acontece, né? Porque isso provém das experiências adversas da infância. Olha, Nadine falando como essas reações aparecem depois, mais tarde na vida, né? É através dessa sensação avaçaladora, né? Isso é muito importante que a gente entenda e aprenda sobre isso, tá? Vamos lá. Vamos falar mais um pouquinho. Tá dado da Nadine é um trabalho lindo para Nadine,
esse trauma pré-verbal, né, é que vai provocar essa sensação horrorosa de tensão, de hipervigilância, de que tá tudo certo. Sabe aquela sensação que tá tudo certo, mas tá esquisito? A criança que passa por estressóxico, ela aprende biologicamente que o mundo não é seguro. E essas memórias implícitas modam o Nosso comportamento, nossas relações futuras vão marcar profundamente a vida de uma pessoa, fazendo um adulto disfuncional, né? Eu falo que nossa profissão deveria ser a profissão mais bem paga do mundo pelo bem que nós fazemos as pessoas. >> Aqui de novo, manra. >> Então, gente, fecha o
som aí, por favor. A Book Harris fala que o trauma infantil ativa de forma crônica a hipófise, que Vai, de alguma forma ativar o nosso sistema HPA. que é o nosso, que é o produtor de conado. Tons de lápis azul, >> né, que é o nosso protetor. Deixa instantinho aqui, gente. Só fechar o microfone. >> Pronto. É de azul. O trauma infantil, ele ativa de forma crônica o nosso sistema de estresse do eixo HPA, tá? Isso leva uma condição daquilo que a gente chama de estressóxico. Então, estressóxico tem Direta, tem relação direta com a hipófise,
com esse eixo HPA. Por quê? O estress normal você vive e ele desaparece. Aqui não. Aqui ele fica em modo constante. >> E sem apoio emocional, sem regulação, sem citocina, o corpo permanece em alerta o tempo todo, né? Isso vai provocar o quê? Processos inflamatórios, adoecimento, doenças mentais, né? É desumano deixar que uma criança passe por isso. E é justamente por isso que eu tô dando essa aula para vocês. Qual a consequência disso a longo prazo? Dificuldade de aprendizagem, problema de saúde mental, maior risco de doenças físicas, hipertensão, diabetes, autoimunes, né? Eu tenho falado muito
pro pessoal das minhas comunidades, especialmente da comunidade do bem, né? que nós temos que nos preparar para uma Epidemia de doenças autoimunes que já tá chegando no consultório. Por quê? Não tem como você passar por uma pandemia como nós passamos sem o nível elevado de estressóxico. E automaticamente quando você tem um estress tóxico, isso vai impactar diretamente, né, meu sistema autoimune. O meu corpo começa a atacar meu corpo. Então, rashimotos, né? Eh, e todos os tipos de doenças autoimunes vão aparecer e a gente tem que trabalhar porque eu Preciso regular o corpo para que o
corpo de alguma forma possa de alguma forma funcionar perfeitamente, né? Eu tava lendo um trabalho da da SU Carter, a gente vai falar um pouquinho sobre ela daqui a pouco, né? Ela falando que o nosso oxigênio ele é inflamatório, não sei se vocês sabiam disso, né? e que as nossas regulações sociais, especialmente a presença de ositocina, é que vai fazer essa desinflamação no processo respiratório, Né? Por isso tanta doença, né, pulmonar ligada a estresse pós-traumático. Deixa eu botar aqui. O trauma préverbal de desenvolvimento afeta a formação de vínculos seguros. prejudica o desenvolvimento de áreas cerebrais
com a mídala, que fica totalmente ativada, o hipocampo que não forma memórias adequadas, e o córtex, que não regula e não faz coerência naquilo que ele aprende. A criança vai crescer com dificuldade de confiar, de se acalmar, de compreender suas emoções. Não sei se vocês estão percebendo a importância do papel de vocês na formação de um mundo melhor. O trauma préverbal, ele molda o corpo e a mente, mesmo sem a lembrança consciente. Trauma hoje é uma questão de saúde pública. Se a gente não tiver Profissionais preparados para tratar o estress pós-traumático, nós vamos ter daqui
a 20 anos um quantidade enorme de autoimunes, de câncer, de de problemas do coração, né? Nossa, eu poderia ficar aqui falando para vocês horas e horas sobre quais são as consequências do não tratamento de crianças, adolescentes e adultos contra alma. Cuidar da infância. Atenção, gente, cuidar da infância é investir saúde integral da sociedade. Pensem muito nisso que eu tô falando, tá? O estress tóxico e o cérebro em desenvolvimento vai alterar a arquitetura do cérebro infantil. Anadine tem uma série de pesquisas, né? Não dá para citar aqui nessa aula, né? Ela fala que, né, que vai
mudar a arquitetura. Nós viemos no mundo para relacionar, para viver bem, para viver com as pessoas. E acaba que quando nós Temos um estress tóxico, nós vivemos um um cérebro de medo tempo todo acuado. Um cérebro infantil que tá em formação, né, e ele é submetido ao estress tóxico, quanto mais novo, pior acontece, né? Vai, esse estress tóxico vai moldar a estrutura e o comportamento. O trauma não tratado vai ter impactos ao longo da vida. A infância é o chão que a gente pisa no futuro. Isso não é fraqueza Neuroindividual, não. Não é mimimi, isso
é biologia de desenvolvimento. Cara, eles me perguntam o que que é o estress tóxico, tá? Que a gente tanto falando aqui. É o stress intenso, frequente, prolongado, tá? Ele é provocado por experiências adversas da infância, onde não existe o acolhimento necessário da criança, tá? Existe um conceito novo, tá? Que eu falei muito na última aula que eu dei, né, sobre o trabalho deitocina e Vasoprecina, né, da sua ecárt, né, pessoal da comunidade, por favor, vá lá e escute essa aula de novo, tá? Por favor, né? Existe um termo novo que é ormese, vocês conhecem esse
termo? Hã? Que que é ormese? Não tem como a gente passar pela vida sem um nível de estresse. Vocês concordam? Mesmo uma criança, tá? Que que é hormese? Hormese é a capacidade que a gente tem de girar numa criança, dela entrar em estress e voltar Para um estado de normalidade, de autorregulação ou de vago ventral. Quando isso acontece, tá? É quando a criança passa por um stress, mas ela tá de mão dada com alguém. Ela tem aquele ser acolhedor do lado que tá ali e fala assim: "Tô do seu lado, vamos embora, né? Terapia, terapia
de trauma, né? Educação parental, consulta pediátrica, né? Consulta de educador, né? Ela se Funda numa mormese. O terapeuta é aquele que dá mão pro sujeito e fala assim: "Nós vamos conseguir trabalhar o seu trauma. Eu vou estar de mondada com você. Eu estarei com você testemunhando, apadrinhando. Eu possibilito ela entrar em estress do trauma, mas eu vou estar de mada com ela. Eu vou est tendo um acolhimento suficiente para que ela volte à situação de normalidade, Tá? É importante hoje que qualquer terapeuta que trabalhe com trauma, que ele que ele entenda esses conceitos novos, né,
tão importantes de trabalhar com estresse pós-traumático. E Ormésia é uma delas, né? é a capacidade que a gente tem de dar a mão para alguém nos momentos difíceis, recuperando e voltando para essa pessoa, pro estado normal dela. Sem acolhimento, a criança vai ficar cada vez Mais traumatizada. Essa é a grande verdade. Então, o estresse tóxico é aquele estresse que acontece quando não tem ninguém de mondada com a pessoa e ele é repetitivo, né? E ele ele é ativado continuamente. Isso vai provocar o quê? Um aumento de violência, abuso ou negligência, né? Perda precoce também promove
o estress tóxico, instabilidade extrema. Família com doença mental. né? Uma das coisas Que mais aumenta estressóxico uma criança, alcoolismo, progradição, né? Doenças mentais graves, né? Onde a criança é exposta à violência da doença, né? pessoas não medicadas corretamente é a exposição constante ao medo. O cérebro de uma criança em desenvolvimento, ele se forma de baixo para cima, do mais primitivo pro mais evoluído. Ele é extremamente plástico, sensível, ele é delicado, ele é um bolo de Cristal, não pode deixar cair no chão porque quebra. É um ebola de borracha. Cada experiência que a criança tem pode
fortalecer ou enfraquecer as conexões neurais. O cérebro se adapta a um ambiente que ele vive e ele é consequência do ambiente que ele vive. E a e a responsabilidade da gente com relação a isso é enorme. Como estress tóxico e como trauma afeta O corpo e a mente. Trauma é experiência intensa, com presença de congelamento, de colapso. Ela é repetitiva, prolongada, que supera a capacidade da pessoa de lidar. Quer dizer, ela entra e ela não volta pro vácuo ventral. Ela fica, ela não tem ormese, violência doméstica, abuso, perdas, medo constante, violência moral, bullying, tá? Como
é que o Vander Colk entende o Stress tóxico? Tá, o Colk fala o seguinte, que é um dos grandes, né, nomes em estress pós-traumático no mundo, tá? O stress tóxico é trauma crônico. E ele e ele é trauma crônico quando ele acontece na infância em contexto de impotência, sem apoio emocional e dentro de relações que deveriam ser seguras. Aquilo que deveria proteger a criança muitas vezes é aquilo que machuca profundamente a criança, Né? E ele fala que a base disso é o trauma desenvolvimento, que vai formar o que a gente chama de traumas complexos, tá?
O porges deu um nome novo para isso que é trauma sentinela, que é um termo super legal. Esses traumacentinelas eles ficam pela vida, bastionando os nossos gatilhos traumáticos e promovendo a nossa desregulação pela vida. Qual o impacto do estress tóxico pro cérebro, segundo WterCK, né? Você tem o Sistema de alarme ligado o tempo todo. E para ativação de amídala. O corpo vive em estado de ameaça o tempo todo. Ele vai ter reações desproporcionais a estímulos neutros. O cérebro traumatizado se organiza em torno do perigo. Olha, eu falo isso, a Nadine fala fala isso, o Borges
fala isso, o Vandercock fala isso. Vocês vão ver que a sua é Carter fala isso, tá? Não podemos deixar as crianças como elas Estão. A infância ela é muito frágil para ser abandonada, como a gente tá fazendo, né? Nós temos poucos profissionais hoje preparados para trabalhar com realmente traumas na infância. Essa é a verdade, né? E mais, nós temos profissionais tentando trazer técnicas de adulto em criança que não vão não vão funcionar, tá? Isso vai provocar o quê? o enfraquecimento da autorregulação, muito pouca atividade no meu córtex Pré-frontal. Eu tenho um cérebro que não pensa
corretamente. Dificuldade nomear emoções, tomar decisões, controlar impulso. Não tem terapia cognitiva. Se eu não nomeio emoções, se eu não tomo decisões, se eu não controlo impulsos. Não é escolha, é neurobiologia. Trauma não é bimimi. Trauma é neurobiologia. Ele vai provocar memórias fragmentadas, o hipocampo menos eficiente e o trauma não vira narrativa. Então, as Terapias cognitivas não são funcionais quando se trabalha com estress póst-traumático. E ele vai reaparecer o quê? Como sensações, como imagens, como reações automáticas. O Robert Squerre, eu não citei ele aqui não, porque senão ficaria uma aula longuíssima, tá? Eh, o Roberto fala
que o trauma, a fé trade de brocar do nosso cérebro, que é onde que eu faço a narrativa, né? Ele Fala inclusive que as terapias eh cognitivas são disfuncionais porque eu não tenho uma área de brocar funcional, né? Quando eu tenho estress pós-traumático. O Dercolk tá falando a mesma coisa. Que que é um corpo sobressóxico? Segundo Vandercol, o corpo guarda o stress, o sistema nervoso autônomo fica completamente desregulado. Eu perco a minha conexão com a vida. Aí eu vou Desregular meus filhos e vou provocar mais traumas neles também. Aí vão surgir o quê? Dores crônicas
intratáveis, tensão muscular e doenças psicosológicas, né? Não tem jeito. Por quê? Porque proque o corpo ele mantém a sensação de perigo o tempo todo, como se ele nunca descansasse. E vem essa mulher maravilhosa que é a sua carta, tá? Qual que é a ideia central da sua carta? O estresse tóxico é, acima de tudo, ausência crônica de segurança relacional. Vou repetir. O estress tóxico é, acima de tudo, ausência crônica de segurança relacional, né? Não tem ninguém de mão data, não tem ninguém para ajudar. Não é só o estressor em si, mas é a falta do
outro regulador, um cuidador, um vínculo seguro. A biologia do amor é a biologia da segurança. Sem segurança, o estresse se torna tóxico. Vocês escutaram que essa mulher falou que eu tô trazendo para vocês? Que coisa linda isso, né, cara? Olha que coisa linda, né? Se eu tenho relações onde a mãe consegue de alguma forma tá perto da criança, onde eu tenho um terapeuta que regula o o nosso paciente, Cara, eu tenho, né, pessoas, eu tenho pessoas reguladas, né? Isso é fundamental. Vamos lá. Tem muita coisa para falar ainda hoje. Que que o stress cor tóxico
faz no corpo? Segundo a sua carta, uma desregulação do nosso sistema de apego, tá? O estess precoce altera o sistema de Oscitocina, vasoprecina. Ositocina quer dizer amor, né? Ocitocina quer dizer segurança. Ocitocina quer dizer o quê, né? Não existe segurança se eu não tiver a sensação de oxitocina. E a vasoprecina é o que faz a gente ativar, né, o que a gente chama de simpático, tá? O que que acontece aqui? A citocina junto com a vasoprecina faz o quê? Com que eu tenha um cérebro com segurança. E a vasopressina faz com que eu proteja as
Minhas relações sociais. Que que acontece no sistema de estress tóxico? Eu não tenho citocina e eu tenho um aumento excessivo de vasoprecina. Isso vai afetar o quê? A minha confiança, a minha empatia, a minha capacidade de vínculo e a minha sensação de pertencimento. O corpo aprende que a conexão não é segura, tá? E segurança, confiança não é uma opção. Eu não resolvo ser seguro, eu não resolvo me sentir seguro, eu não resolvo ter confiança. É neurobiológico, tá? Aqui tá uma foto minha com a sua carta. Eu fui lá em Jacksonville só para escutar essa mulher.
Quem me surpreendeu foi o poste, mas o que eu aprendi com essa mulher não tem preço. Que que acontece quando eu tenho um stress tóxico? Eu tenho um sistema nervoso extremamente ativado. O que que ela mostra? sem apego seguro o Organismo vive num espaço, num estado simpático dominante. Fico fica o vasoina puro. O eixo estress de novo, a hipósfese fica hiperativado. A regulação vagal fica prejudicada, tá? Isso é a base biológica do stress tóxico, né? Qual o efeito disso? Um desenvolvimento, né? Em estudos sociais, especialmente com ratos do campo, né? A separação dos cuidadores precocemente
aumenta a ansiedade, reduz comportamento social, altera a resposta do estress na Vida adulta. Vocês têm que entender que isso aqui não é psicológico, não é mimimi, as palavras não vão resolver, é desenvolvimento neural. Dá para recuperar, dá. Hoje a gente tem ferramentas que são capazes disso. E no finalzinho dessa aula eu vou falar para você sobre isso. Espero eu que eu chegue lá. Qual a relação entre estress tóxico, apeco seguro, né? O que que a sua carta Demonstra? Estress tóxico, né? Tem uma relação direta com trauma relacional. O que que é um trauma relacional? Vocês
nunca ouviram falar sobre isso, né? é aquele que ocorre quando o vínculo, em vez de proteger, fere ou ameaça. Atenção, educadores parentais que estão aí, tá? O grande problema de vocês que especialmente na relação com com quem vocês trabalham, né, é esses trauma relacional, né, porque muitas vezes aquele meio que deveria proteger, ele Fere e ameaça e ele aumenta com isso a produção de estresse tóxico. Que que esse trauma relacional compromete? a autorregulação, a corregulação e a capacidade de pedir ajuda de uma pessoa, tá? O estress tóxico, ele é biológico e também relacional, tá? Ele
danifica meu sistema de apego de regulação. Não é uma questão de falha, não é uma Opção. Relações seguras são o tratamento, não apenas contexto. Mas existe uma coisa muito importante que vocês têm que entender. Não existe relação segura sem a presença de oxitocina. Hoje todo terapeuta, todo educador parental, todo profissional de saúde tem que saber ferramentas, né, que promovem a ativação de oscitocina, Que é a ocitocina que te faz a sensação de segurança. Vocês estão entendendo a complexidade do que eu tô falando, né? que para mim às vezes é tão claro e talvez é tão
difícil talvez as pessoas entenderem sem amor, né? No fundo não é segurança, gente. Aqui a gente tá lançando um curso baratinho, tá? Para as pessoas que querem entender um pouquinho mais de neurociência, tá? Todo esse contexto, que que é o imposto, que que é amida, que que é tudo lá, né? Eh, tá, vocês, quem quiser tá nesse curso, é só usar o cupom oferidas. Esse Qcode te leva diretamente lá, tá? E lá você vai ter além da do o que você precisa conhecer de neurociência para trabalhar e mais detalhado isso que eu tô falando aqui
para vocês, tá? Eu acho que eu Tinha que dar essa aula porque eu acho que é uma função social minha mostrar pras pessoas o que tá acontecendo e a brevidade, né? Mas se você quer para aprofundar mais nisso, vai lá. Ficou muito legal. Atenção, pessoal que é da comunidade do da da escola do trauma, não comprem, vocês vão receber isso de graça, tá? Já subiu na Escola do Trauma esse curso vai subir em breve lá na comunidade, tá? Não, não comprem, tá? Só para quem quer conhecer neurociência, Tá? Que vale a pena eh tá trazendo
esse curso. Que que você vai aprender nesse nesse curso, tá? Como o trauma infantil altera detalhadamente o hipocampo, o córtex, a hipófe. Por que que o cérebro traumatizado prioriza a sobrevivência, não aprendizagem? a relação entre trauma e déficit de atenção, depressão, o impacto do stress tóxico no desenvolvimento cerebral, detalhadamente, que que são esses, que que são experiências adversas da Infância, como é que elas são incorporadas, né? O papel da epigenética do FKBP5, como que isso afeta o nosso DNA, né? E por que o trauma pode silenciar a linguagem e fragmentar a memória e como o
cérebro mesmo ferido pode se reorganizar, tá? Tem umas coisas muito legais lá que vocês vão aprender, tá? Turma da comunidade, não compra, por favor, tá? Vocês vão receber isso de graça. Turmo lá da Escola do Trauma Também já tá lá para vocês, tá, né? Amor e segurança não é uma opção, é uma escolha, é neurobiológico. O cardiol auxilia nesse processo. Não existe ferramenta mais fantástica para ativar o citocina do que o cardiom, o Tagal, tá? Aqui vem uma informação nova, importantíssima, gente, que também tá lá, né? Quando o estresse deixa de ser adaptativo, tá? O
corpo baixa a produção de mielina. Que que é mielina? A mielina é o que faz a velocidade do meu cérebro, a velocidade do meu pensamento, é o que me faz aprender, tá? Ativação prolongada do eixo HPA. De novo a hipófise aqui, Maneira. Então, essa liberação excessiva do cortisol e não adrenalina, o que que vai fazer, né? O cérebro passa a priorizar sobrevivência, não integração, não vivem Em harmonia, em sociedade. Que que é a mielina? A mielina é a base da comunicação neural. É o que nos faz ser rápidos, violentos ou que nos tornam humanos, né?
Que que a que que a mielina faz, né? Ela produz uma condução rápida de impulso, integração entre áreas cerebrais, autorregulação emocional e cognitiva. Sem mielina, o cérebro funciona em câmera lenta, cara. Hum. Olha o buraco que a gente tá Fazendo no cérebro das crianças e das das pessoas traumatizadas. Quais são as áreas mais afetadas pela mielina? Córtex préfrontal, atenção, planejamento, controle de impulso. Quer dizer, não existe terapia se não tiver mielina. Hipocampo, memória e aprendizagem. Quais são as áreas mais afetadas ainda? As conexões límbicos corticais, né? A regulação emocional não é permitida porque eu preciso
pensar para me regular E eu aumento a resposta de estresse. Qual que é o resultado disso? Um cérebro reativo, fragmentado, e pela lesta, incapaz de aprender, incapaz de relacionar, incapaz de regular os próprios filhos. Quais são os sintomas clínicos associados à baixo de mielina? Dificuldade de atenção e concentração, lentificação de processos cognitivos, desregulação emocional, hipervigilância e outroção, Sintomas que aparecem com déficit de atenção, tá? Não é déficit moral, não é falta de esforço, é neurobiologia do trauma. Cada dia mais é fundamental que as pessoas aprendam as novas técnicas para trabalhar com estress pós-traumático, tá? Não
importa o que você é, se você é pediatra, se você é educador parental, se você é educador, se você é psicólogo, se você é terapeuta, se você é Enfermeiro, né? Você tem que saber essas ferramentas. Aí vem o meu amigo Portes, né, que ele fala que o sistema nervoso adora rotina e previsibilidade. E é verdade. Por quê? Algo que é previsível, sugere de segurança. Tudo uma criança traumatizada precisa de rotina e algo previsível, não é de proteção, né? É claro que de acolhimento, sim, proteção não. Vamos falar um pouquinho de fatores de Proteção. Eu já
falei do dos danos, agora eu vou falar sobre proteção. O apoio emocional, tá? É o antídoto mais poderoso, né? que existe contra o estress tóxico de um trauma. Vínculo cuidadores estáveis, né, sem cuidadores pouco engatilhados, não fundamentais. as terapias baseadas em vínculo e corpo, né? Terapias psicossensoriais, mais difundines, terapia de apego, cardiom, compressão, né? São Fundamentais. Intervenções pediátricas precoces são hoje fundamentais no trabalho de um pediatra. Um pediatra tem que saber disso, né? terapias psicossensoriais, tá? Pessoal da comunidade aqui, olha, Cantind, pessoal da Escola do Trauma, PR, TVHAL, oração do coração, intervenções quimicamente inteligentes. Tem
os estudos mostrando que essas intervenções Reduzem 40% o estressóxico, o estress crônico. Vocês escutaram isso? 40%. Tá, não dá mais para você ficar conversando com a pessoa sobre o trauma sem fazer intervenções, né, quimicamente inteligentes, intervenções que vão barrar a presença de de vasoprecina, de congelamento, de endorfina, de noradenamina, né? Hoje todo terapeuta tem que entender um pouquinho de neurociência. Ele tem Que saber o que ele tá fazendo. Olha o que a sua carter fala, tá? Ela é uma neurocientista que estuda os vínculos, né? Ela fala que a citocina é a molécula chave paraa segurança
emocional. O apego e a proteção do cérebro infantil, ele tem que ter oxitocina, especialmente nos primeiros anos de vida. Qual que é a ideia básica? Ositocina é sinal de que você tá seguro do cérebro. Ela diz pro cérebro assim: "Seguro, eu tô aqui, é hormese, tô de uma ondada, né? Não dá para pensar hoje, né? um terapeuta que não saiba de de de técnicas que produzem oxitocina, né? Qual a melhor técnica? A técnica que produz oxitocina. Que que é o citocina? É um neuropeptídeo. É um hormônio de longa duração que fica no cérebro, tá? Ele
é liberado no toque, no colo, na Amamentação, no olhar, na voz afetiva, nas técnicas psicossensoriais. Ele é um sinal biológico de segurança. O cérebro fala assim: "Agora estou protegido". Oxitocina e segurança emocional são fundamentais pra gente combater o estresse tóxico, porque reduz o cortisol, acalma o sistema de alerta, promove sensação de confiança, ajuda o bebê a se regular emocionalmente, né? E mais, a ocitocina tem um fator de Proteção ao cérebro infantil, né? Ela é uma neuroproteção quanto o estresse tóxico. Ela fortalece as conexões cerebrais saudáveis. Ela favorece um desenvolvimento emocional equilibrado. Ela ajuda no controle
do medo e da ansiedade. Ela é um bombeiro contra o fogo do trauma. Aqui, olha que tá aí eu o citocinado com meu netinho que acabou de nascer, Rodriguinho, né? Não existe nada mais Amoroso que isso aqui, olha, né? Eu eu vocês vocês vocês devem ter experiência com filho ou com neto, quem neto, né? Tem dias que eu pego meu celular aqui, cara, fico só olhando a foto dele assim, ó, e aquilo me dá uma sensação tão gostosa. Se eu tô regulado, automaticamente ele tá regulado. O amor muda o mundo. Muda o mundo porque é
o citocina. Pego seguro é biológico, é o citocina. Não é mimo, é neurobiológico. A citocina constrói círculos de empatia, vínculo e cooperação. O cérebro apente: "Não estou sozinho, agora estou seguro." A criança aprende o mundo, é com os citocina. Oitocina mostra para ela que o mundo é seguro, que as relações são confiáveis e maior capacidade de socialização ela tem. Colo, amor, cama compartilhada são fundamentais. Não é dizer te amo, é sentir te amo. Qual que é a mensagem central da sua carta? O amor o cérebro. né? Quando eu tive lá agora com ela em setembro,
cara, eu falei: "Cara, eu tô no lugar certo". Essa mulher falou, né? Música pros meus ouvidos. Por quê? Porque é isso que eu que eu tô falando para vocês há anos. Ela só colocou isso De uma forma científica. Cuidado e necessidade biológica. Relações seguras constróem saúde mental. Gente, é fundamental a gente investir em ferramentas que fortaleçam conexões afetivas, que qualifiquem as relações entre pai e filho, recursos que favoreçam a liberação de ositocina, que contribuam pra segurança emocional, o desenvolvimento saudável das pessoas. E as ferramentas psicossensoriais que a Gente aprende na comunidade de terapias do bem,
na escola do trauma, são fundamentais para isso. Vocês não podem mais negligenciar essas ferramentas, porque fulano de tal que dos Estados Unidos falou isso, que fulano de tal da Europa falou: "Cara, estão fazendo tão tá lá máximo que vem um algumas frases do Vanerc que eu gostaria muito de compartilhar com você. Sociação é uma estratégia de Sobrevivência que o cérebro arrumou para lidar com experiências traumáticas. É que vem uma frase da Lia Lft. A infância é o chão que pisamos a vida inteira. Traumas de associações têm consequências não só na infância, mas na vida adulta
para toda a vida. Segundo Vanercolk, tá? Pessoas que tiveram uma infância de abuso tendem a não responder bem à medicação antidepressiva e ainda ficam propensas a Históricos de suicídio. E são frases que eu peguei no curso que eu fiz com ele. As crianças americanas consumiram 16 milhões de dólares em remédios antipsicóticos, que destrói a capacidade de enquadramento delas no mundo. Ser grave. Uma criança que assiste a mãe em ser agredida na infância aumenta 80% da chance dessa pessoa entrar em um relacionamento abusivo futuro. Abusos sexuais e traumas na infância são problemas graves de saúde pública
e mental. são responsáveis por grande parte das depressões na vida adulta. E a verdade ser explicado cientificamente. Abusos sexuais na infância são responsáveis por 3/4 do abuso de drogas injetáveis na idade adulta, tá? E por uso também de cocaína, por grande parte da tentativa de suicídios na vida adulta. Abusos sexuais da infância são responsáveis por 2/3 de problemas de alcoolismo na vida adulta. São responsáveis por mais da metade de toda a violência doméstica no mundo. Pessoas que tm são traumatizadas cronicamente se sentem inseguras dentro seus próprios corpos. O passado está vivo na forma de um
desconforto interior atormentador. E vem eu me acordo com um cara que eu curto muito, que ele fala o seguinte: "A infância não é um tempo, não é uma idade, é uma coleção, não é uma coleção de memórias. A infância é uma janela que fechada ou aberta permanece viva dentro de nós. E não dá pra gente negligenciar mais a infância depois dessas informações que eu dei para vocês. Aí vem o porte. Falar sobre trauma não reorganiza o trauma. A cura começa no corpo com segurança, com corregulação e acesso à estimulação vagal, Tá? Estimulação de vagal diferente
de freio vagal. Estados antes da história, segurança antes do significado, corpo antes da narrativa, tá? Mas tem que ser trabalhado nos dois níveis, no cognitivo e no corporal somático, senão ele volta 7 anos depois. Aqui de novo o nosso curso que a gente, se quiser aprender mais sobre isso, tá? Isso aqui é um pequeno pequena amostra do que tem lá. É muita Coisa nova, inclusive com mostrando a questão do neuro neurofuncionamento. OK. Vamos lá, chegamos ao final. Abrir para algumas perguntas aí. Vocês gostariam de saber, de me perguntar. Temos alguma perguntas aqui, né? Tem professor,
eu atendo. Queria agradecer o pessoal da Europa que tá aí até essa hora, tá tarde aí, né? Ser quase 2 horas da manhã aí, né? né, Susana, Maira, pessoal todo que tá aí, né? Obrigado aqui por estarem compartilhando comigo esse momento, né? Fico muito feliz com o interesse de vocês. Nilva, cara, eu acho que muitos sintomas do burnô, né, tem uma relação direta com aquilo que a gente chama de estress pós-traumático, sem menor dúvida, tá? Eu acho que toda vez que eu tenho um burlô No meu consultório, eu faço uma diferenciação se essa pessoa não
tem estresse póstraumático para que eu possa tratá-la de forma correta, tá? Então de cabe fazer. Nós temos ferramentas hoje interessantíssimas que fazem diagnóstico de trauma rapidinho. Sabrina, obrigado por partilhar o material tão rico. Obrigado a vocês por estarem aqui me escutando. Sabe o que que é, gente? Nós temos uma função social de falar sobre isso. Não posso Guardar isso para mim. Não posso estar vendendo isso só o tempo todo, não, né? Acho que as pessoas têm que ser informadas sobre isso, né? Eu acho que foi uma hora muito clara para vocês, né? Não fiquei escondendo
nada não. Não quer vender curso, não. Quer saber mais? Vai lá, compra o curso e saiba mais, né? Mas vocês t que entender o buraco que um trauma faz, né? E nós temos uma responsabilidade social sobre isso. Nós, psicólogos, terapeutas, educadores, Pediatras, médicos, profissionais de ajuda, né? Não podemos fechar os olhos para isso. Hum. A Lorena falando que até hoje a áudiocina. Realmente, gente, quem é da comunidade da da terapia do da escola do trauma, assista a aula de ocitocina. Acho que foi a aula mais linda que eu já dei até hoje na comunidade. Susana
comprou o livro da da da Sui, né? Da SUI. Aham. Mol profundo. É verdade. Pasa para cima. O afeto transforma. Transforma, né, Fabi? afeta a expressão do amor. A comunidade você pode fazer parte eh lá na na no Instagram tem como você fazer o link, né? A comunidade ela é uma comunidade que tem várias técnicas psicossensoriais de trabalho com trauma, né? Nós temos também um projeto social que virou uma escola agora, onde vocês também aprendem a trabalhar atendendo Quem precisa, né? E ainda recebem por isso, né? Às vezes as pessoas pagam o próprio curso atendendo
as pessoas que precisam de terapia, né, na no projeto trauma. A função do pediatra no trauma é fundamental, né? Eu acho que eu a o pediatra hoje ele tem que levar essa informação importante sobre vínculo, sobre o citocina, sobre o sobre a a câmera compartilhada, sobre ter a criança perto de você, sobre o toque que Promove amor, né? É fundamental. O pediatra hoje não pode fechar os olhos, não, né? Pediatria não é só por de cultura, né? Muito mais do que isso, né? Milena falando aqui, olha isso, isso é uma pergunta, Milena, que que que
coisa legal que você colocou aqui, tá? Eu tive contato com a Sui, tá, há uns 10 anos atrás, né, manec minha mulher que tá aí, saia, se ela sabe disso, né? Quando eu tive contato com a Sui, uns 10 anos Atrás, ela foi fui, fui, na realidade, eu fui, fui assistir um curso do PES, tá? Que eu já admirava o cara. né? Naquela época ninguém falava dele. E ela ela deu uma palestra, ela deu uma aula, falei: "Caramba, olha essa que que essa mulher tá falando". Tá? E eu já trabalhava com a técnica de de
cardiom na época, né? Que que eu acreditava que era o citocina que fazia isso. Eu fiz uma pergunta para ela, né? Se eu pegar um cliente traumatizado e Colocar o citocino no nariz dele, eu vou tirar o impacto do trauma? Vocês concordam comigo? Que é uma pergunta lógica, tá? Ela me respondeu uma coisa, tá? Vocês precisam ver o que que essa mulher falou na última aula que eu tive com ela sobre psicodélicos. Depois eu vou falar para vocês, né? N que eu fiquei assim, meu Deus, né? Eh, que que acontece, né? A gente tem uma
proteção Do nosso cérebro, uma camada cerebral. Quando eu coloco alguma coisa externa, o corpo entende que aquilo ali não não é uma produção do corpo. Então aquilo não funciona como fator protetor. Eu tenho que fazer a pessoa gerar a sensação de amor para fazer a produção de ocitocina. E hoje eu tenho ferramentas que vão fazer isso, tá? Não tenha dúvidas com relação a isso. Então, não é funcional os citocina Nasal. Obrigado, Natália, pela aula maravilhosa, né? Obrigado, Susana, Márcia, Nívia de Lamar, querida também da minha comunidade, né, cara? E tem gente que não compartilha essas
coisas, né, que fico querendo vender, né? Eu acho que nossa função social é compartilhar. Mas quer saber mais? Compra o curso, vai lá, aprende, Né? Mas eu acho que a gente tem essa função de mostrar pras pessoas qual que é o impacto, qual que é o buraco que um trauma faz. Cardiom é uma das técnicas que a gente tem, que mais produz o citocino. Juliano cada vez mais apaixonado pelas suas aulas, né? A pessoa da minha comunidade é bom que eles, né? São fiéis, né? Maira renovam aqui, ficam comigo a vida inteira. E no curso
cardiome. Sim, no curso cardiom novo ensina também tratamento de trauma. Nós temos uma escola em uma criança que não conseguia ficar dentro da sala. Quando você fala que o corpo precisa sobreviver, explica porque que ela não aprende exatamente por isso, tá? Essa criança precisa de acolhimento, precisa de amor, precisa de tocina. Se você colocar ela como professor amoroso, né, que encoste nele, que de alguma forma Traga segurança, talvez ela funcione. Essas crianças funcionam muito bem, amor, né? Essas crianças, por exemplo, que são hipilativas no consultório, né? Eh, as minhas intervenções, elas são extremamente amorosas iniciais.
Por quê? Porque eu sei que eu vou trazer ela pro meu lado, a linguagem que ela teme. Por quê? Porque amor e segurança. Ela só vai ficar comigo se ela sentir segura. Obrigado a vocês, né? Ô, gente, vamos descansar o corpo, né? Obrigado por vocês estarem comigo aqui esse tempo todo, né? Pelo carinho de vocês, né? E foi muito bom, né? Poder compartilhar com vocês. Querem aprender mais? Vai lá, vamos pro curso lá. Tem um monte de informação que não tá aqui, que tá no curso, tá? E eu fiz um curso barato, isso que todo
mundo tem que ter, né, essa experiência de de tá aprendendo Sobre neurociência, né, né, né? E e eu vou vou disponibilizar essa aula depois, tá? Para quem não assistiu, a gente tinha quase 400 pessoas inscritas, né? Mas na hora H não conseguem aparecer, né? E e vocês podem aprendendo, né? Eh, essa aula não tem certificado, tá? N, mas os cursos todos têm certificado, sim. Né? Obrigado a vocês, Patrícia, que tá na comunidade há pouco tempo, né, Patrícia? Nós temos que nos conhecer Mais pessoalmente também, né? Ok, gente, um beijo para todos, um beijo no coração,
até o próximo. Muito bom ver as pessoas e esses clientes, todo mundo aí curtindo. Beijão.