[Música] Olá jovem alma seja bem-vindo ao canal diário do terror se você tem medo de relatos reais e assustadores esse canal não é para você sugiro a você sair desse vídeo mas se você não tiver medo de escutar esses relatos horripilantes sugiro que se inscreva no canal para não perder os próximos relatos na pequena Vila de Pinho morto histórias de terror eram passadas de geração em geração uma das mais antigas e temidas era a lenda de Serafina a brucha que fora queimada viva na floresta vizinha séculos atrás diziam que seu espírito vingativo ainda habitava o
lugar pronto para punir qualquer um que ousasse entrar em seu domínio a floresta densa escura tornou-se um local proibido evitado por todos os moradores da Vila Helena uma jornalista cética em busca de uma grande história decidiu investigar a lenda para um artigo Desafiando os avisos dos moradores locais mal sabia ela que sua curiosidade a levaria a uma experiência aterrorizante sempre fui cética em relação a lendas e superstições como jornalista meu trabalho é buscar a verdade desmascarar mitos e trazer fatos à luz quando ouvi sobre a floresta Assombrada de Pinho morto e a história de Serafina
a bruxa que amaldiçoava quem entrasse em seu território senti uma mistura de Fascínio e descrença decidi que essa seria a matéria perfeita para o meu próximo artigo cheguei à Vila no final da tarde e a recepção não foi das mais calorosas os moradores me olhavam com desconfiança alguns até com medo fui direto ao pequeno bar local onde esperava encontrar alguém disposto a falar sobre a lenda você deve ser Helena disse um homem idoso sentado em um canto escuro do bar sou Joaquim ouvi dizer que veio investigar a floresta sim senhor Joaquim gostaria de saber mais
sobre Serafina e o que aconteceu naquela Floresta respondi tentando parecer amigável Joaquim suspirou olhando para o copo em sua mão Serafina era uma mulher sábia conhecia as plantas e doenças Mas em tempos de ignorância sua sabedoria foi vista como bruxaria os Aldeões a condenaram e queimaram viva naquela Floresta seu espírito nunca encontrou paz e ela jurou Vingança contra todos que entrassem em seu domínio a história Era trágica mas parecia ser apenas mais uma lenda alimentada pelo medo e o que acontece com quem entra na floresta perguntei cética ninguém volta disse Joaquim com com um olhar
Sombrio ou se voltam nunca mais são os mesmos agradeci a Joaquim pela informação e decidi que no dia seguinte eu exploraria a floresta na manhã seguinte com minha mochila carregada de equipamentos segui para a entrada sombria da floresta o ar parecia mais pesado e o silêncio opressor cuidado Helena ouvi a voz de uma mulher ao longe você não sabe o que está fazendo ignorando o aviso entrei na floresta as árvores eram altas e antigas com Galhos que pareciam formar uma cúpula fechada sobre mim a luz do sol mal penetrava pelas folhas densas criando um ambiente
Sombrio e inquietante caminhei por horas documentando cada detalhe a floresta tinha uma beleza sinistra com suas árvores retorcidas e a vegetação densa de repente senti uma presença Estranha como se estivesse sendo observada olhei ao redor mas não vi nada ter minha imaginação pensei tentando me acalmar enquanto continuava a sensação de estar sendo seguida só aumentava o silêncio foi quebrado por um sussurro fraco quase imperceptível parecia vir de todas as direções quem está aí perguntei tentando não demonstrar medo o sussurro cessou Mas a sensação de inquietação permaneceu a cada passo a floresta parecia mais fechada e
opressiva finalmente encontrei uma pequena clareira com uma árvore grande e antiga no centro suas raízes se espalhavam como dedos gélidos pelo chão esta deve ser a Árvore dos Espíritos murmurei para mim mesma aproximando-me cautelosamente de repente senti um vento frio passar por mim e a voz Suave e ameaçadora de uma mulher ecoou pela clareira você não devia estar aqui virei-me rapidamente e vi a figura de uma Mulher Pálida e etéria com olhos que brilhavam com uma luz sombria você é Serafina perguntei tentando manter a calma a figura riu um som que fez minha pele arrepiar
Sim sou eu e você tola entrou no meu domínio antes que eu pudesse reagir a névoa começou a se formar ao redor da clareira e a figura de Serafina desapareceu senti um medo profundo e primitivo tomar conta de mim Tentei encontrar o caminho de volta mas a névoa era densa e desorientador cuidado Helena ouvi a voz de Serafina sussurrar ao meu ouvido a floresta é viva e agora você faz parte dela caminhei pela névoa tentando encontrar uma saída mas tudo parecia igual as árvores pareciam se mover mudando de lugar para me confundir o som dos
sussurros aumentava e comecei a ver sombras se movendo entre as ávores não posso ficar aqui pensei o pânico crescendo dentro de mim preciso sair mas cada vez que tentava avançar a floresta parecia se fechar ainda mais as sombras se tornaram mais nítidas e comecei a distinguir formas humanas entre elas eram as almas daqueles que haviam se Perdido na Floresta você nunca sairá daqui sussurraram as sombras suas vozes ecoando em minha mente Você pertence a Serafina agora senti as lágrimas escorrerem pelo meu rosto mas não podia desistir continuei andando ignorando os sussurros e as sombras de
repente tropecei em algo e caí no chão quando olhei vi um antigo diário parcialmente enterrado na terra Talvez isso possa me ajudar pensei pegando o diário e folando suas páginas as anotações Falavam sobre rituais de proteção e maneiras de igar os espíritos encontre a pedra do sacrifício dizia uma entrada ofereça algo precioso e a bruxa poderá deixá-la ir seguia as instruções do diário procurando a pedra mencionada a noite estava caindo e a Escuridão tornava tudo ainda mais assustador finalmente encontrei uma pedra grande e Lisa cercada por símbolos antigos espero que isso funcione murmurei tirando meu
colar de família e colocando-o sobre a pé Doutora por favor Serafina deixe-me ir a floresta ficou em silêncio absoluto senti uma presença ao meu redor Mas desta vez não era ameaçadora a névoa começou a se dissipar e a clareira ficou visível novamente a figura de Serafina apareceu Diante de Mim seus olhos agora sem a luz sinistra você fez bem disse ela sua voz Suave mas lembre-se a floresta sempre terá um pedaço de você com essas palavras ela desapareceu e a trilha de volta à entrada da floresta se tornou Clara corri o mais rápido que pude
o coração batendo descontroladamente quando finalmente cheguei à entrada cai de joelhos Exausta mais aliviada voltei para a Vila Mas sabia que nunca mais seria a mesma a experiência na floresta me deixou marcada para sempre contei minha história a Joaquim que me olhou com um misto de alívio e tristeza Você teve sorte de sair disse ele mas lembre-se Serafina nunca esquece apesar de ter conseguido escapar da floresta a sensação de que algo estava errado nunca me deixou voltei para a cidade grande tentando retomar minha rotina mas a lembrança da floresta e de Serafina me assombrava a
cada momento os sussurros não cessavam e os pesadelos eram constantes tentei convencer-me de que tudo era apenas fruto da minha imaginação mas a verdade é que a floresta havia deixado uma marca profunda em minha alma uma noite acordei de um pesadelo ofegante olhei ao redor E vi minha sala familiar mas algo parecia fora do lugar o ar estava frio e uma névoa leve pairava pelo chão isso não pode estar acontecendo murmurei levantando-me da cama caminhei pela casa tentando acalmar meus nervos mas os sussurros nov mais altos e Claros do que nunca você nunca sairá daqui
diziam as vozes ecoando em minha mente aterrorizada peguei o diário antigo que havia trazido da floresta e foli as páginas procurando qualquer pista de como acabar com isso de uma vez por todas de repente uma rajada de vento abriu a porta da minha varanda e uma figura sombria entrou na sala era Serafina mais vvida adora do que eu lembrava seus olhos brilhavam com uma luz sinistra e seu sorriso era de Puro mal você achou que poderia escapar de mim disse ela sua voz um sussurro gélido Eu avisei que a floresta sempre teria um pedaço de
você recuei tentando encontrar uma saída mas minhas pernas pareciam paralisadas pelo medo o que você quer de mim consegui perguntar minha voz trêmula você fez o sacrifício errado respondeu o Serafim você deveria ter oferecido algo muito mais precioso a sua própria alma com um gesto ela fez com que a névoa na sala se tornasse mais densa e as sombras começaram a se mover aproximando-se de mim sentia uma pressão esmagadora no peito como se o ar estivesse sendo sugado para fora da sala desesperada lembrei-me de algo que Joaquim havia mencionado sobre um antigo ritual de proteção
foli freneticamente o diário encontrar as palavras corretas finalmente encontrei o que procurava e comecei a recitar o encantamento Serafina Rio um som que fez o chão tremer você acha que simples palavras podem me deter continuei recitando minha voz ganhando força à medida que as palavras fluíam a luz na sala começou a brilhar mais intensamente e as sombras recuaram ligeiramente Serafina deu um passo atrás surpresa isso não é possível disse ela sua voz cheia de raiva Você não pode me vencer mas algo estava mudando a luz cresceu iluminando cada canto escuro da sala as sombras desapareceram
e Serafina gritou de dor sua forma começando a desvanecer você pode tentar disse eu minha voz firme mas nunca conseguirá me possuir com um último grito Serafina se desfez em uma nuvem de escuridão e a sala voltou ao normal a névoa desapareceu e o ar se tornou respirável novamente senti uma onda de alívio Mas sabia que a batalha estava longe de terminar no entanto algo dentro de mim havia mudado a experiência na floresta e o confronto com Serafina me deixaram mais forte e determinada sabia que precisava fazer mais para garantir que ela nunca mais voltasse
na manhã seguinte voltei a Pinho morto e procurei Joaquim contei-lhe tudo o que havia acontecido e ele concordou em me ajudar a realizar um ritual final de proteção juntos voltamos à floresta equipados com os talismãs e os conhecimentos necessários a entrada da floresta parecia menos ameaçadora à luz do dia mas a sensação de estar sendo observada ainda persistia chegamos à clareira com a Árvore dos espíritos e começamos o ritual Joaquim recitou os cânticos antigos e eu símbolos de proteção ao redor da ávore a luz comeou a brilhar intensamente e as sombras desapareceram completamente agora você
está livre disse Joa sua vozme a conexão foi quebrada senti uma paz Profa algo que não experimenta háo tempo vol à Vila sabendo que aesta finalmente esta em paz no entant a experiência havia me mudado para sempre [Música] no coração de uma pequena vila chamada Vil Norte cercada por densas florestas e montanhas sombrias havia ruínas de um antigo Castelo as lendas locais Falavam sobre uma bruxa chamada Cátia que havia sido aprisionada e condenada pelos Aldeões séculos atrás no entanto poucos ousavam se aventurar perto das Ruínas temendo despertar o mal que lá residia João um arqueólogo
ambicioso e curioso encontrou um antigo mapa que indicava a localização de um amuleto de valor inestimável sem acreditar n superstições locais ele partiu em uma expedição que mudaria sua vida para sempre sempre fui fascinado pela história e pelos mistérios antigos quando encontrei o mapa de vilen Norte em uma livraria antiga senti uma excitação que não experimentava há anos a ideia de descobrir um amuleto perdido e desvendar Segredos históricos era Irresistível preparei minhas coisas e fui para vilte ignorando os avisos dos dores sobre a maldição que cercava o lugar cheguei à Vila ao entardecer o céu
estava nublado e uma névoa leve pairava sobre o chão criando uma atmosfera sombria os moradores me olhavam com desconfiança murmurando entre si fui até uma pequena Estalagem para passar a noite e o dono um homem idoso chamado Miguel parecia especialmente preocupado você veio por causa das Ruínas não é perguntou ele sua voz baixa e cautelosa sim respondi tentando suar confiante Estou atrás de um amuleto que segundo as lendas está escondido no antigo Castelo Miguel Balançou a cabeça lentamente muitos foram mas poucos voltaram e os que voltaram bem não eram mais os mesmos tenha cuidado jovem
Cátia não perdoa facilmente agradeci pelo aviso mas minha mente estava focada no amuleto na manhã segu segu o mapa até as ruínas do Castelo as pedras antigas estavam cobertas de musgo e o silêncio era quase absoluto quebrado apenas pelo som distante de pássaros e o farfalhar das Folhas caminhei pelas ruínas sentindo uma estranha mistura de excitação e inquietação finalmente encontrei uma passagem secreta que levava a uma câmara subterrânea a câmara estava escura e úmida o tinha um cheiro de mofo e terra a luz da minha lanterna vi um pedestal no centro da sala onde repousava
o amuleto o amuleto era lindo feito de ouro e encrustado com pedras preciosas parecia brilhar com uma luz própria quando me aproximei e o peguei senti uma onda de frio percorrer meu corpo mas a sensação foi rapidamente substituída por uma Euforia ao perceber o valor histórico do artefato veio o amuleto comigo sentindo uma vitória pessoal no entanto ao sair das Ruínas comecei a sentir uma presença estranha ao meu redor as sombras pareciam se mover e um sussurro fraco ecoava no vento você não devia ter feito isso dizia o sussurro mas ignorei convencido de que era
minha mente pregando peças voltei à Estalagem e mostrei o amuleto a Miguel que empalideceu ao vê-lo Você cometeu um grande erro disse ele sua tremendo Cátia não vai deixar isso impune naquela noite tive o primeiro de muitos pesadelos via uma mulher com olhos ardentes e um sorriso Cruel que me chamava pelo nome e prometia Vingança acordei suando frio com o coração disparado mas ainda assim continuei a ignorar os sinais nos dias seguintes eventos estranhos começaram a acontecer objetos se moviam sozinhos ouv vozes sussurrando meu nome e sombras passavam pelo Canto dos meus olhos sentia uma
presença constante como se estivesse sendo observado uma noite enquanto trabalhava no meu quarto senti um arrepio e olhei para trás a figura de Cátia estava ali parada na penumbra seus olhos brilhando de ódio você pagará Por isso disse ela antes de desaparecer o medo Começou a tomar conta de mim cada dia que passar aa mais per pessoas queridas em acidentes inexis e minha própr saúde comeou a deteriorar STI fraco exausto e atormentado pelos sussurros incessantes decidi que precisava acabar com aquilo voltei à V Norte determinado a desfazer a maldi Miguel me recebeu com um olhar
triste você deve devolver o amuleto e pedir perdão disse ele mas não será fácil voltei às ruínas cada passo pesado com o peso da culpa e do Medo entrei na Câmara subterrânea o amuleto na mão e comecei a recitar as palavras de desculpa que Miguel havia me ensinado a câmara ficou fria e a figura de Cátia apareceu novamente Tarde Demais disse ela sua voz ecoando pelas paredes você trouxe a maldição sobre si mesmo e agora deve pagar o preço a luz da minha lanterna come piscar e senti uma mão gélida agarrar meu ombro a dor
foi insuportável como se minha alma estivesse sendo arrancada do meu corpo gritei implorando por misericórdia você quer misericórdia riua Deveria ter pensado nisso antes desesperado lembrei de uma passagem no diá que fala sobre um sacrifício de sangue sem pensar cortei minha mão e deixei o sangue pingar sobre o amuleto a luz da câmara brilhou intensamente e Cátia gritou de raiva isso não acaba aqui gritou ela desaparecendo em uma nuvem de escuridão caí no chão exausto e sangrando a presença maligna Parecia ter desaparecido Mas sabia que o preço que paguei foi alto peguei o amuleto e
o deixei sobre o pedestal saindo das Ruínas com a esperança de que a maldição estivesse quebrada voltei à Ville Norte e Miguel me ajudou a cuidar do ferimento você fez o que pôde disse ele mas lembre-se Cátia nunca perdoa completamente com o tempo minha vida começou a voltar ao normal os pesadelos cessaram e as vozes desapareceram no entanto as cicatrizes físicas e emocionais permaneceram aprendi uma lição dolorosa sobre mexer com o desconhecido e desrespeitar o passado agora sempre que vejo um artefato antigo penso duas vezes antes de tocar a história de Cátia e o amuleto
de sangue serve como um lembrete Sombrio de que algumas portas não devem ser abertas e que o preço da curiosidade pode ser alto demais após minha tentativa desesperada de desfazer a maldição a vida em Vil Norte Parecia ter voltado ao normal mas no fundo eu sabia quetia não havia terminado comigo os dias passaram e comecei a sentir uma crescente as sombras em minha casa pareciam mais escuras os sussurros voltaram e o ar estava carregado de uma energia opressora algo terrível estava para acontecer e eu precisava estar preparado uma noite Enquanto Dormia fui acordado por um
som ensurdecedor olhei ao redor E a casa estava mergulhada em uma escuridão impenetrável Minha Lanterna não funcionava E o ar estava gelado levantei-me tateando no escuro e senti uma presença ao meu redor os sussurros eram agora gritos de agonia e raiva João ouvi a voz de Cátia clara como nunca antes você achou que poderia me derrotar o sacrifício de sangue Apenas me deu mais força agora você pagará o preço final o medo tomou conta de mim mas sabia que precisava enfrentá-la corria até as ruínas sentindo a presença dela se intensificar a cada passo a lua
cheia iluminava o caminho mas a floresta parecia viva com somb se movendo e Galhos tentando me deter cheguei à Câmara subterrânea o coração batendo descontroladamente o amuleto estava lá no pedestal brilhando com uma luz sinistra a figura de Cátia apareceu diante de mim mais poderosa e aterrorizante do que nunca seus olhos brilhavam com uma Fúria Sobrenatural você nunca deveria ter mexido com o meu amuleto disse ela sua voz ecoando pelas paredes da câmara agora sua alma é minha senti uma dor lancinante no peito como se uma mão invisível estivesse tentando arrancar meu coração caí de
joelhos tentando resistir olhei para o amuleto tentando encontrar uma maneira de acabar com aquilo de uma vez por todas lembrei-me de algo que Miguel havia dito sobre a força da alma e da vontade com um último esforço levantei-me e agarrei o amul sentio uma onda de energia Negra percorrer meu corpo você não vai me vencer gritei minha voz cheia de determinação eu sou mais forte do que você pensa Cátia riu um som que fez a câmara tremer você é apenas um mortal tolo disse ela não pode me derrotar Mas eu sabia que tinha uma última
chance concentrei todas as minhas forças e comecei a recitar um antigo encantamento de proteção que havia encontrado no Dio a luz a Red do aumentou EA começou a recuar gritando de raiva isso não é possível gritou ela você não pode me derrotar a câmara começou a desmoronar e pedras caíam ao meu redor continuei recitando o encantamento a luz crescendo até se tornar segante Senti a presença de Cátia enfraquecendo Seu grito de raiva se transformando em um sussurro desesperado com um último grito cáa desapareceu em uma explosão de e sombra a câmara tremeu violentamente e as
paredes começaram a desmoronar corri para fora sentindo o chão ceder sob meus pés quando finalmente saí das Ruínas olhei para trás e vi o castelo desabar em uma nuvem de poeira O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor senti uma paz que não experimentava há muito tempo a presença maligna havia desaparecido e o amuleto agora sem vida estava em minhas mãos sabia que a batalha estava finalmente terminada voltei para Vila Norte exausto mais vitorioso Miguel me recebeu com um sorriso aliviado você conseguiu disse ele sua voz cheia de emoção quebrou a maldição deixei o amuleto com
Miguel para que Ele pudesse escondê-lo onde nunca mais fosse encontrado sabia que o perigo havia passado mas as cicatrizes físicas e emocionais permaneceriam para sempre enquanto saía de Vil Norte olhei para as montanhas sombrias uma última vez a experiência me havia mudado profundamente aprendi que o desconhecido deve ser tratado com respeito e que o preço da curiosidade pode ser alto demais na pacata vila de Vilar do Medo um antigo convento abandonado repousa nas colinas cercado por uma densa Floresta há séculos o convento de Santa Marta foi um lugar de retiro espiritual mas histórias de atividades
sombrias e rituais macabros emergiram levando ao seu fechamento abrupto diziam que as freiras que lá viviam eram na verdade um Coven de Bruxas liderado por uma mulher chamada Ágatha recentemente estranhas ocorrências na Vila levaram os moradores a temer que algo Sombrio estivesse despertando no convento Lucas um jovem Historiador com uma paixão por desvendar mistérios antigos foi chamado para investigar mal sabia ele que essa investigação o levaria a afrontar forças Além de sua compreensão onde o terror e o sobrenatural se entrelaçavam de maneira mortal sempre fui fascinado por histórias antigas e Mistérios ocultos quando recebi a
carta de Vilar do Medo convidando-me a investigar o convento abandonado senti uma excitação que não experimentava há tempos preparei minhas coisas e parti para a Vila determinado a descobrir a verdade por trás das Lendas cheguei a Vilar do Medo a arder e a recepção foi menos calorosa do que eu esperava os moradores pareciam assustados sussurrando entre si enquanto eu passava fui direto para a pequena Pousada Onde ficaria hospedado e a dona uma senhora chamada Marta me olhou com preocupação você veio por causa do convento não é perguntou ela sua voz baixa e cautelosa sim respondi
tentando suar confiante quero entender o que aconteceu lá e descobrir a verdade por trás da lendas Marta suspirou balançando a cabeça tenha cuidado Rapaz o convento guarda segredos sombrios e as bras que viveram lá não descansarão facilmente agradeci pelo aviso mas minha mente estava focada na investigação no dia seguinte segui para o convento que ficava no alto de uma Colina cercado por uma floresta densa e opressiva a trilha que levava até lá era Estreita e cheia de raízes como se a própria natureza tentasse impedir minha passagem quando finalmente Cheguei ao convento fiquei impressionado com sua
arquitetura gótica as paredes de pedra estavam cobertas de musgo e as janelas quebradas pareciam olhos vazios observando o mundo o portão de ferro enferrujado rangeu ao ser aberto revelando um Pátio coberto de folhas secas Isso é incrível murmurei para mim meso de admiração e inquietação entrei no convento e o silêncio era quase absoluto o ar estava pesado e a luz do sol mal penetrava pelas janelas sujas a sensação de estar sendo observado era constante mas continuei explorando decidido a encontrar Alguma pista sobre o que realmente aconteceu ali no centro do convento encontrei uma grande sala
que parecia ter sido usada para reuniões havia mesas e cadeiras dispostas em um círculo e no centro Um Altar coberto de símbolos estranhos em uma das Mesas encontrei um antigo grimório suas páginas amareladas e frágeis este deve ser um dos livros de feitiços das Freiras pensei foliando o grimório com cuidado os feitiços eram escritos em latim e alguns pareciam invocações para demônios sentia um arrepio ao ler as palavras mas sabia que precisava continuar conforme me explorava a sensação de inquietação aumentava e os sussurros começaram a ecoar pelos corredores vazios você não devia estar aqui diziam
os sussurros mas ignorei tentando manter a calma a noite caiu rapidamente e o convento ficou mergulhado na escuridão acendi minha lanterna a luz fraca criando sombras dançantes nas paredes continuei explorando mas algo parecia estar me seguindo cada vez que me virava via apenas a escuridão mas sentia uma presença constante finalmente encontrei uma passagem secreta atrás do altar que levava a um porão descia as escadas de pedra sentindo o ar ficar mais frio e úmido no porão encontrei uma série de celas e salas de tortura com instrumentos antigos e enferrujados isso é horrível murmurei imaginando Os
horrores que devem ter acontecido ali em uma das celas encontrei um diário parcialmente queimado mas ainda legível as entradas descreviam rituais macabros e a verdadeira natureza das Freiras descobri que Ágatha a líder havia feito um pacto com um demônio prometendo Almas em troca de poder eterno preciso sair daqui pensei sentindo o pânico crescer dentro de mim mas quando me virei para sair vi a figura de uma mulher ao pé da escada era Ágatha seus os olhos brilhando com uma luz sinistra você achou que poderia vir aqui e sair ileso disse ela sua voz ecoando pelas
paredes eu só quero entender o que aconteceu disse tentando manter a calma não quero causar problemas Agatha riu um som que fez minha pele arrepiar você já causou problemas ao entrar aqui agora deve pagar o preço a luz da minha lanterna começou a piscar e a sombra ao meu redor se tornaram mais densas senti uma mão gélida Agarrar Meu braço e a dor foi insuportável você não pode me vencer gritei tentando me soltar Ágatha começou a recitar um encantamento e a sensação de pavor aumentou sua alma é minha disse ela sua voz cheia de malícia
desesperado lembrei-me do grimório que havia encontrado peguei o livro e comecei a recitar um contra feitiço que havia Lido a luz ao redor de Ágatha começou a diminuir e ela gritou de raiva isso não é possível gritou ela você não pode me derrotar continuei recitando a luz da minha lanterna finalmente se estabilizando as sombras começaram a recuar e Ágata gritou em agonia antes de desaparecer completamente o silêncio Voltou ao porão e eu caí de joelhos exausto mas aliviado sabia que havia quebrado o poder de Ágatha mas o preço foi alto peguei o diário e o
grimório saindo rapidamente do convento voltei à Vila onde Marta me recebeu com um sorriso aliviado você conseguiu disse ela quebrou a maldição deixei os livros com mar para que ela pudesse escondê-los onde nunca mais fossem encontrados sabia que o perigo havia passado mas as cicatrizes físicas e emocionais permaneceriam para sempre enquanto saí de Vilar do Medo olhei para as colinas uma última vez a experiência me havia mudado profundamente aprendi que o desconhecido deve ser tratado com respeito e que o preço da curiosidade pode ser alto demais após minha aparente vitória sobre Ágata tentei voltar à
normalidade no entanto algo dentro de mim dizia que o mal não havia sido completamente banido os pesadelos persistiram e a sensação de estar sendo observado nunca me deixou a vila de Vilar do Medo parecia respirar um pouco mais aliviada mas os sussurros nas sombras indicavam que algo ainda estava errado uma noite enquanto revisava minhas anotações sobre o convento senti uma presença Fria ao meu lado virei-me rapidamente mas não havia nada o ar parecia mais pesado e um sussurro familiar encheu o quarto você achou que poderia se livrar de mim tão facilmente Ágatha sabia que ela
não havia sido completamente derrotada o medo tomou conta de mim mas também uma determinação feroz decidi que precisava voltar ao convento desta vez para acabar de vez com a presença maligna que assombrava o lugar preparei-me com mais cuidado desta vez levando comigo não apenas o grimório mas também amuletos de proteção que mar me deu ao anoitecer parti para o convento sentindo o peso da Escuridão à medida que me aproximava ao chegar a sensação de opressão era esmagadora a lua cheia lançava sombras grotescas nas paredes de pedra e o silêncio era cortado apenas pelo vento frio
que assobiava pelas ruínas entrei no convento cada passo ecoando nos corredores vazios você voltou ouvi a voz de Ágatha ecoando pelos corredores achei que fosse mais esperto a figura de Ágata apareceu na sala principal seus olhos brilhando com uma intensidade maligna Desta vez você não sairá daqui disse ela avançando Não Vou permitir que continue assombrando esta Vila respondi tentando manter a calma vou acabar com isso de uma vez por todas a luz da minha lanterna começou a piscar e senti a temperatura cair drasticamente comecei a recitar os encantamentos do grimório mas á riu sua voz
reverberando pelas paredes você acha que essas palavr maisos você asbr aorn mais dens formando figuras grotescas que se moviam em minha direção senti um medo primordial tomar conta de mim mas continuei recitando minha voz tremendo de repente a sala começou a tremer e as paredes pareciam se fechar ao meu redor levantou as mã cruciante e a visão ficou turva seu fim está próximo disse ela sua voz cheia de Triunfo lembrei-me dos amuletos de proteção que Mara me deu com um esforço desesperado peguei um deles e o segurei com força recitando uma oração antiga que havia
aprendido a luz do amuleto brilhou intensamente e Ágatha gritou de dor isso não pode estar acontecendo gritou ela tentando se proteger da Luz as sombras ao redor a se dissipar e a energia Negra perdeu força Aproveitei a oportunidade e continuei recitando os encantamentos do grimório a luz do amuleto crescendo até se tornar cante áa tentou avançar mas foi repelida pela Luz você não pode me derrotar gritou ela sua forma começando a desvanecer com um último esforço lancei o amuleto em direção à Ágata E a luz explodiu em uma onda de energia que varreu a sala
o grito de Ágata foi ensurdecedor e sua forma se desfez em uma nuvem de sombras que se dissipou no ar o silêncio que se seguiu foi esmagador senti uma paz profunda algo que não experimentava há muito tempo sabia que havia acabado com o mal que assombrava o convento mas o preço foi alto o corpo doía e a exaustão tomou conta de mim deixei o convento ao amanhecer cada passo pesado com o peso da havia travado voltei à Vila onde mar me recebeu com lágrimas nos olhos você conseguiu disse ela sua voz cheia de emoção o
mal foi banido deixei o grimório e os amuletos com mar para que ela pudesse escondê-los onde nunca mais fossem encontrados sabia que o perigo havia passado mas as cicatrizes físicas e emocionais permaneceriam parae Eno sa de Vilar do Medo uma última vez a experiência me havia mudado profundamente aprendi que o desconhecido deve ser tratado com respeito e que o preço da curiosidade pode ser alto demais C [Música] l