Amém. Salmo 102. Salmo 102.
Se todos acharam, nós vamos ler com a ajuda de Deus e a do Espírito Santo. Nós vamos ler diretamente o segundo zerador. Orá tá bastante avançado.
Palavra não vai demorar, mas é rápido. Então vamos ler a partir do verso 27. Salmo 102, a partir do verso 27.
Mas tu és o mesmo e os teus anos nunca terão fim. Os filhos dos teus servos continuarão e a sua descendência ficará firmada perante ti. Só daqui.
Amém. Glória as necessárias mudanças, as necessárias mudanças aleatórias e os percursos hipotéticos deitados ao longo desta pequena grande leitura da vida, nos levam ao foco da flor. Aleluia!
Os deleitos deste de obrigatoriidade das transformações, temos que subsistir ao sujeto à aspirações que percorrem pelos extensos barros dos desejos. Pois na enfera do conoção santo que se esconde atrás dessas cortinas misteriosas que se abrem a cada amanecer. se torna um empenho interativo, se preparar para as futuras variações, lógicas nineades que sejam encontradas nas esquenas do nosso destino.
Devemos lutar não apenas pelos anseios, mas vencer pela coragem da necessidade. Glória Jesus. E nesta proliferação incontrolada do comodismo que tenta contagiar desde a nossa mente até as minúsculas partículas subatômicas que formam o nosso céu, se não encontrarmos em nós a flexível apetidão de enfrentar situações e naturezas diversas, correremos o risco de nos tornarmos paradoxos de estações contemporâneas devido à contradição das razões do comum.
Desta forma, transformaremos o insército e seremos atropelados pelos vagões da inovação que correm constantemente dos trilos dos tempos modernos. Oar pelos desejos e às vezes pela compulsão da lei do momentamento. Paulo quando escrevia aos cristãos da cidade de Corinto, antigo município da Grécia, ele convocava em suas cargas.
Quando o menino senti que escorpia como menino, mas agora que me tornei homem, deixei de ser criança e passei a com essas fundações nos atingeem por feitil natural de acordo às fases da vida, infância, adolescência, forma adulta e vel. Às vezes somos forçados a mudar até mesmo sem passar por esses ciclos evolutivos da nossa existência. Amém.
E dentro da mesma categoria que vivemos, antes mesmo de nos tornarmos vítimas das mudanças da nossa metamorfosa, precisamos deixar de ser quem somos, pois somos obrigados a começar a ser que não é. Essas mudanças são consequências da vivência do abório. Mudar para abrir as portas da oportunidade ou mudar para fechar os portões do arrependimento.
Mudanças pessoais, mudanças profissionais, mudar. Oro e às vezes há uma obrigação. Há momentos que mudamos para acertar o alvo dos nossos objetivos, mas há ocasiões que carecemos mudar para vencer os gigantes das derrotas que nos pediram.
Em tempos as mudanças nos faz provar o fruto do século da conquista. Mas há momentos que elas nos obrigam a sentir paladar da nossa língua ao sabor do cálice das unidas. Temos mudamos para melhor ou tempos mudamos para pior.
Uns nascem ricos e morrem pobres. Outros nascem pobres e morrem ricos. Somos obrigados a aceitar a ca da nossa trajetória.
E para uns ela parenda ser injusta, mas para outros beneva. Mas independentemente das ulências que apropriamos pelos percursos dos pontos da nossa vida, jamais poderemos vencer a seiva do tempo que não perdoou. Não importa que na infância fui pobre e na delícia serei rico, mas as pedras da minha riqueza jamais serão capazes de novamente a glória da minha juventude.
Ainda que na luz da meninice a inocência da poeiri apresentada a mesa do homem apenas o pão da braz na fartura dos seus dias, a velice já estiver entrado pelas portas do seu tabernáculo. tempo impossibilitará a sua volta para a era do belo sorriso de menino como oferenda das suas obras. Por mais abundante que seja o número de moedas de ouro encontrada nas terras do homem, nunca ele poderá acrescentar nem menos sequer um dia em sua vida, além dos que foram pré-determinados por Deus.
A cada dia que se passa, ainda que abrangemos em nossos braços os troféus dos nossos objetivos, estaremos mais pertos do repentino apresentar surpreendente da chacina da própria morte. Por isso que no momento do sofrimento o salmista da vida dedicava Gutum o canto da poesia do seu silêncio, que como a dada feri os alma. Faça-me conhecer, Senhor, o meu dia e as medidas dos meus dias, qual é para que eu sinta quanto sou frágil.
Em uma simples frase procedida pela madre da angúcia, ele expressa a imagem dos coloridos de uma inteira vida, porque o silêncio do salmista sendia a luz do seu entendimento, fazendo compreender que ainda que o homem não fosse capaz de acrescentar um dia em sua vida, ele seria capaz de acrescentar muitas vidas em seus dias. Mas para isso ele deveria amar a Deus com toda intensidade entrega, para assim encontrar em si a condição de viver intensamente o presente, perpetuando a sua vida nos caminhos das diretrizes do Altíssimo. Porque a vida é simplesmente um efêmero ciclo dos momentos, pela qual foi testificado pelos lábios ungidos de Isaías.
E no livro de Pedro também foi lembrado: "Toda a carne como a Eva e toda a glória do homem como a flor da Eva. a e caiu a flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E nesse circuito lógico dos acontecimentos, além dos passos longos da arqueologia para o odierno, até mesmo as amenidades da natureza são vítimas das imprescindíveis mudanças itinerárias, desde os primórdios de toda a criação ao mundo do homem forte que passou a ser senhor absoluto sobre a terra.
As variações geológicas são presentes e constatadas pela lei da ciência humana moderna. As espécies se multiplicaram entre si. Sementes que germinaram em solos féris, árvores que nasceram e outras que foram extraídas desde as suas raízes.
Fantasmas da morte que se apresentaram em maremotos e terremotos. Guerreiros da destruição, que cavalgaram sobre as inflamas das larvas dos vulcões que em vossas curas entraram em erupição. Bérigos soldados devastadores que navegaram sobre as águas dos furacões, destruindo cidades e entregando os corpos inocentes aos braços chacinais da própria morte.
A terra alterou o seu formato. E quem é capaz de entender esse ciclo da vida que percorre nas linhas do tempo, a natureza destrói e ainda assim o dom da vida não se ausenta do planeta. A natureza constrói o que ela mesma destruiu e no final tudo se renova.
Em Eclesiastes foi deixado escrito que foi o que há de ser que se fez. Isso se fará. De modo que nada de novo debaixo do sol.
Vaidade de vaidade, tudo é vaidade. No monte das oliveiras, Cristo anunciava aos seus discípulos. Chegar-se os tempos em que se levantará nação contra a nação e reino contra reino.
Haverá fome e peste, terremotos e rumores, mas ainda não será o fim, pois todos esses acontecimentos serão os princípios das dores que há vivir sobre o homem. Mas os céus e a terra passar e as minhas palavras não h de se passar. Como escribas imeléveis das memórias do tempo, Paulo testificado em suas cartas em aos Hebreus.
No princípio tu fundaste a terra e o céu são obra de suas mãos. Mas como roupas eles envelhecerão, mas tu permanecerás e os seus anos nunca terão fim, mostrando que todo homem que estivesse vinculado nas riquezas terrenas seriam ceifados como a erva. Mas aqueles que estivessem eternizado no espírito teriam a tua glória por toda a eternidade.
Por isso que o salmista dizia: "Bem-aventurados que não obram a iniquidade, nem praticam a justiça, porque cedo serão ceifados como a Eva e mocharão como a verdura. Fui moço e agora sou velho, mas nunca vi um justo desamparado e nem a sua descendência mear o plano. Esta compreensão é uma escolha e foi esta escolha que deu a você a condição de aceitar as mudanças que a vida te causou.
Na carreira contingente dos episódios da tua vida. A lógica perdeu seu sentido e você teve que provar do sabor indesejado do amargo, do inesperado. Nem você e nem aqueles que fazem parte das marcas do seu convívio conseguem entender os porquês de tantas perdas e decepções.
Justo você que espiritualmente falando vivia no outono onde seus jardins e seus parques eram cobertos de folhas, de todas as cores e tamanhos. Os seus dias eram rápidos e frescos, e os seus frutos estavam maduros e prestes a cair no chão. Mas logo veio o inferno e todos se esconderam por causa do frio que visitou as estradas dos seus sonhos.
O verde das suas árvores foram encobertas pela neve que deu a lar a tua graça e as suas frutas desapareceram como a saraiba e a brasa de fogo. A sua terra está totalmente devastada e os seus dias se escureceram mais rápido. Ó inverno que não passa, ó tempo que parou.
As estações da sua alegria sempre foram como a chuva de verão, que vieram rápidas, mas logo foram-se embora. Bendito e a sua vida se tornou como um livro de enigmas que são incapazes de serem decifrados. Bendito e pelas ruas da cidade dos seus pensamentos se formam interrogações e transitam questionando as tuas razões.
Aonde foi que eu errei para sofrer branco assim? Senhor, e a corça da tua coragem foi totalmente transpassada pela espada dos traumas das suas desilusões. Porque neste canto escuro e assombrado que se tornou o instante do teu hoje, você começa a desconhecer a aparência, aparência pálida que se tornou do teu próprio eu.
As cartas da tua felicidade escrita nas folhas dos seus desejos foram guardadas nas gavetas da mobília do esquecimento. E no silêncio do vazio do seu quarto, você enterra na melancolia oculta da tua glória. As tristes lágrimas das suas derrotas.
As suas mudanças, elas não foram as suas escolhas. Você não teve alternativas de caminhos diferentes a seguir. Mas quando percebeu, você já estava na sargeta do arrependimento.
que se estivesse na tua condição, você se tornaria agora um guerreiro do tempo para vencer as plataformas do momento e voltar para o bosque do teu passado e colorir uma nova história dentro da tua própria história para transformar o pesadelo do teu presente em um inesquecível sonho que há muito tempo foi sonhado. Bendito por isso que no momento da tua dor você começa a olhar para o espelho da tua conquista. e percebe que tudo foi diferente do que você sonhou.
E como o salmista olhava para o céu dizendo: "Não esconda de mim, Senhor, a tua face no dia da minha angústia inclinas o teu ouvido para o soro da minha lamentação, para que os meus dias se consomem como fumo e os meus ossos estão ardendo como lenha. O meu coração está ferido e seco como a erva. pela qual até me esqueço de comer o meu pão.
Bendito sou semelhante ao americano no deserto e sou como na solidão. V sou como pardal solitário no telhado. Porque aqueles que contra mim se aborrece a mim uma pessoa.
Misturei com lágrimas a minha bebida e fiz as cinzas o meu cão. E os meus dias se tornaram como a sombra que decline e como a erva eu estou secando. Mas tu se levantarás, bendito.
E quando chegar o momento, bendito, de se levantar a respeito de Sião, o tempo determinado já chegou, porque desde a antiguidade tu criaste a terra e o céu são obra das tuas mãos, mas com os vestidos das princesas eles se envelhecerão. Mas trouerás o mesmo e os teus anos nunca terão fim. está na comunhão.
Isso significa que são seus mesmos. As minhas promessas não mudam. Não importa a guerra, luta, a prova, a dor, a aflição que você se encontra.
A enfermidade bateu na tua porta. A contenda tentou destruir a tua família, consciência de feitiçaria na tua casa. que tentou que abraçar a depressão que cura não roubada mais Paulo testificava.
Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje eternamente. Se eu sou o mesmo agora, eu vou desafiar o decreto de Satanás porque me cairão ao lado de 10. 000 à tua direita.
você não serás atingido e não terás espanto no mortandade que o meiodia. Onde transpassou agora o manto atmosférico da terra e ele está andando pelas ruas da cidade de Suma e vai chegar na igreja do Maria Antônia agora. O cheito de ouro acabou de chegar.
tem glória, tem gló tem poder. Igreja, adora, adora, glória, glória. Os gravetos se acenderam.
A palavra vai encerrar. A palavra vai encerrar. Tem um decreto de morte na vida de alguém que está aqui.
Mas o século de ouro está apontado para esta igreja. E com Estter que entrou no parque interior do palácio real, clama para o teu criador agora, porque se você tocar na sensibilidade do coração do teu rei, o meu ser vai apontar para a tua cabeça. E quando ele apontar, pede o que tu queres, porque até metade do meu reino eu te darei.
Tem glória. Asapeçarias são feitas pano branco, celeste, tendentes e cordões de linha e púrpora. E os leitos são de ouro, de próvio.
Sobre um pavimento bestra de pedras preciosas. Você entrou no pato, a igreja está na comunhão agora. O demônio da tua casa ele está caindo agora.
Bendito tem olhos de unção nas paredes dessa casa de oração. Eu vou transformar os teus braços em asas de quem. Levante agora a tua espada.
Vamosar comigo, igreja. Vem, igreja. Onde está agora?
Ela falava, falava. O homem que mandava pegar pegava. Vem igreja, vem igreja, vem igreja.
O s de ouro pass de ouro tá passando aí. Sandim. Neste momento, um grande guerreiro das trevas se levantou entre os filistos.
A tua altura é de ser escova do São Paulo e ele vem trajado com manto bem do teu escoo de bronze e trevas e bronze estão acima de seus pés. Bendito que ele está com a coraça de escama. que o teu nome gigante e diante dele vir um escudeiro que está clamando pela terra de Israel.
Mas a partir de agora esta palavra está sendo cortada por uma cristalina água de um reedeão. E como Davi, você vai escolher apenas cinco seas doiro. Glória a Deus.
Jerusalem colonios. Colonosa. Te fil não vai morrer.
Não vai morrer. Deus agora a cidade em busca da tua alegria. A tua família não vai se destruir.
Eu tô chegando na tua casa. Tem muito tem glória aí. Dav.
Vamosar comigo agora. agora vem igreja. O Senhor esprendeu lá atrás.
Que coisa linda. A igreja vem comigo agora. Vamos a vida comigo agora.
comigo agora Deus seja louvado. Nosso eterno Deus, rocha viva, menanciar de águas puras e cristalina, tu és a fonte de inspiração para as escritas dos contos de toda existência, que preenche com a plenitude dos seus dias até as limitadas margens extensas da eternidade. Diante da brandura do despertar da sua voz, as estrelas da alva calam a ternura das suas canções.
Glória! Montes perpétuos são esvilsáiros eternos encurvados na infinidade da sua muita misericórdia. Maravilhoso foi o dia em que uma luz memorável resplandeceu no céu de Belém.
E tu enfatizaste em corpo carnal corruptível a sua imagem em forma de Cristo, que transformaste o vitupério do Calvário da Cruz em uma estátua magistral, marcando nas linhas do tempo o brilho da conquista do teu amor, ao dar ao homem a luz da grandeza da tua graça. E este ato de entrega se converteu em uma pena de ferro que esculpiu nas rochas invisíveis da vida o decreto que marcaria os livros da história do mundo. Independentemente de quem cresça ou não, todo homem conheceria um dia a canção do sofrimento de um rei que passou pela terra onde na tua cabeça não colocar uma coroa de pedras preciosas, mas tecer uma coroa mais dura do que a de acás com os espinhos penetrando o seu crânio.
E o seu corpo era representado pela uma máscara de sangue prestes a morrer. Mas quando a lesão do seu tronco nervoso permanecia em contato com os pregos e o seu nervo estava totalmente esticado, com muitas dificuldades, sem força até mesmo de respirar, bendito o Senhor, as suas palavras banhou a terra com ribeiros de amor. Eli, eli lamanquitan, Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?
A terra começou a tremer e as rochas se prenderam. O vé do templo se rasgou e tu tem nos feitos reis e sacerdotes. E hoje com herança, sangue de sofrimento herdamos em nossas mãos que expressem um corpo lanceado e ferido pelas guerras, as lágrimas amargas que ontem foram brotadas pelos nossos olhos.
Bendito corvos do inferno sobrevoaram a região seca das nossas plantações, tentando devorar qualquer fruto de alegria que ainda podia ser brotado das árvores da nossa última esperança. Nas lavouras do nosso passado, sementes de esperança foram semeadas, mas no brotar das suas folhas, a tempestade das desilusões destruíram até as raízes do seu tronco. que o cetro do nosso opressor feria os nossos lombos como nos dias dos midianitas.
Mas graças nós te damos porque entramos na tua casa e quando aparecia tudo acabado, o céu desordinou e tu tem mandado a sua soberana e realística palavra. Bendito nos lembrando da vida de um homem que um dia partindo com o rebanho de Getro, sacerdote Midiã para trás do deserto, subiu ao monte e viu uma sarcia ardente que não se consumia com fogo. Bendito o teu nome.
Agora só nos resta agradecer por este momento único e soberano. A terra se calou e a glória do mundo se fechou, mas as portas celestiais agora estão abertas e reconhecemos a mantilha da nossa incumbência neste momento. Como Moisés que descalçou os seus pés, porque a terra em que tu estava a terra santa.
A partir de agora, nós vamos te dar toda honra, toda glória e todo louvor, porque a nossa missão é desacorrentar aqueles que estão aprisionados pelas garras de Satanás. Nós vamos levar o teu evangelho, vamos cruzar o oceano, ultrapassar as fronteiras. Vamos vencer agora bendita barreira da atmosfera, porque o nosso glória vai chegar como incenso de sua vida as suas narinas.
Quebra agora todas as correntes de Satanás na vida da mocidade de Jandira, Sorocaba, Campolino Paulista. Graça nós te damos. Dá um abraço nesta mocidade.
A tua glória está entre nós agora. Abra os demônios que tentaram nos matar. Em nome de Jesus te rendemos graças por esta santa reunião de jovem que é bendito eternamente.
[Música] Deus. Aleluia. Jesus.