Boa tarde a todos já tiveram aqui a ver um bocadinho do do webinar stream como é que vocês estão estão prontos para esta Mega sessão sobre análises clínicas boa alguém que esteja a assistir ao um webinar em direto pela primeira vez alguns nomes aqui já costumo ver de algumas sessões anteriores Ok Alexandra Não é a primeira vez então bem-vinda ao seu primeiro webinar em direto espero que goste quero começar aqui por deixá-la completamente à vontade para fazer as questões que tiver tá bem isto porque Alexandra h estes momentos de webinar São mesmo para Isto são para vocês H terem mais conhecimento sobre como como as coisas funcionam e e neste caso como é como é que podem por exemplo interpretar um um as análises clínicas feitas pelos clientes Hum mas também é aqui um momento que vocês têm comigo para me perguntarem o que precisarem tá bom e não sinta medo porque uma das coisas que eu digo em todos os webinares é que efetivamente a questão é um início de um conhecimento ok e não há perguntas estúpidas combinado para Além disso também costumo sempre fazer chamada esperamos aqui só cerca de 5 minutinhos para entrar aqui mais [Música] gente e depois então iniciaremos o nosso webinar de quem está presente no momento já alguma vez tentaram perceber como é que se interpretava as análises clínicas não costumam ler os vossos ossos relatórios de análises clínicas contem-me aqui um pouco ok que tipo de anemia teve Alexandra Eu também J também adoro mesmo grande maioria comparar com os valores de referência vê nem sempre percebe bem totalmente totalmente normal Denise nós hoje vamos ver só h de ver aí que tá a parte um nós vamos ver só uma parte H das análises clínicas Vamos nosar focar só numa parte e depois entretanto irei ten ainda que soar o o outro o webinar da segunda parte porque acho que tá pouco explícito ainda portanto será para mais tarde tá bem ferro a priva crónica Pois então vai perceber um bocadinho também melhor as suas análises com com este webinar tá bem Alexandra bem já tivemos aqui 5 minutos inhos vamos aqui então fazer a chamada reforço que quem já escreveu no chat não precisa dizer nada tá bem o que eu preciso efetivamente é que quem não tiver escrito no chat diga só que está presente ou quem estiver presente e não ouvir o seu nome dizer estou aqui mas não ouvi o meu nome tá bem vamos lá isto Alexandra Silva Vanda Ben Denise gato TAM Sara Fernandes maes Carolina Simões jo Morais const ao bem se não tiver dito diga-me tá bem Maria paur e Samuel Pereira alguém que esteja presente que não tenha ouvido o seu nome pronto em princípio estamos todos vamos dar aqui início ao nosso webinar tá bem até porque hoje é muita informação é possível que demora ligeiramente mais do que meu hora tá bem mas vamos tentar aqui com que não da muito a uma hora para quem não me conhece e hoje temos aqui e formações que não são minhas da minha responsabilidade por assim se dizer eu sou a Ana da Costa coto sou a e tutora das formações de parafarmácia dietética e Nutrição e de especialização em dietética nutrição e suplementação desportiva como já te disse aqui um bocadinho nós vamos falar sobre como interpretar análises clínicas e uma coisa que eu gosto muito de fazer é efetivamente começar pela Base ok perceberem de onde é que isto vem e depois então vamos olhar para a análises Tá bom vamos lá isto uma das coisas que é muito importante nós percebermos é porque é que existe isto interpretação das análises clínicas porque é que é importante vermos elas basicamente se vão servir aqui para conseguirmos aperfeiçoar métodos de prevenção diagnóstico e tratamento com elas nós conseguimos avaliar alterações funcionais dos nossos órgãos mas não é só isso que elas fazem elas vão nos permitir aqui confirmar estabelecer e complementar um diagnóstico Clínico a grande importância da análise da das análises clínicas é que nós temos que ver este aquilo que está que consta nesse relatório à luz da condição clínica da pessoa que temos à nossa frente das medições que foram utilizadas das escolhas daquela pessoa relativamente Ao estilo de vida à idade e ver o seu estado de hidratação se estava em jujum ou não quando fez a A análise os valores de referência do laboratório onde foram realizadas e depois perceber que as avaliações clínicas é muito importante também terem aqui uma componente avaliativa e nós não devemos comparar uma avaliação um uma análise clínica que foi feita num laboratório e mais antiga de uma análise clínica que foi feito noutro completamente diferente mais recente Ok isto porque isto tem alguma algumas características mas eu vou já eu vou falar um bocadinho mais à frente tá bom interessante aqui perceber que o nosso sangue corresponde a cerca de 7 a 88% do nosso peso corporal nós somos essencialmente líquidos e tecido tá bem o que acontece é nós vamos eles vão nos retirar um pouco do sangue e h vão colocar em recipientes próprios estes recipientes próprios têm um [Música] anticoagulante e após ser colocado nesses frasquinhos vão fazer uma centrifugação Para quê Para ele separar-se e conseguirmos avaliar os vários elementos sanguíneos e ele fica com uma imagem mais ou menos deste gênero 55% é plasma que é composto por proteína água e outras substâncias sendo que essencialmente é água estamos a falar em 90 91% e depois 45% são os elementos figurados e é aqui que nós vamos ter as plaquetas os glóbulos brancos e os glóbulos vermelhos tinham noção disto mas vamos ver por imagens Eu gosto muito de imagens está em brasileiro tá bem é uma imagem que eu tirei de um livro brasileiro podemos ver aqui então novamente a composição do plasma que é cerca de 90 91 como eu tinha dito dependente da da bibliografia de percentual de água no plasma Depois tem iões que é o sódio magnésio potássio cloro cálcio bicarbonato Depois temos as proteínas como Albumina ou fibrinogenio as imunoglobulinas e depois temos as substâncias transportadoras E aqui estamos a falar de nutrientes resíduos e gasos respiratórios dentro dos nutrientes temos então a glicose aminoácidos lípidos [Música] vitaminas temos os resíduos como a amónia e a Oria temos e também as hormonas temos depois a nível dos gases as hormonas estão nos entes ainda são considerados nos nutrientes tá bem e temos os gasos respiratórios que é o oxigénio e o carbono dióxido de carbono nas células do sangue que é o que nós vamos ver hoje temos as nossas hemácias ou glóbulos vermelhos ou eritrócitos pode-se dizer das três formas que são responsáveis por transportar o nosso oxigénio temos os leucócitos que intervem aqui no no nosso sistema imunitário e eles dentro dos leucócitos depois Temos vários temos os basófilos os eosinófilos os linfócitos os neutrófilos os monócitos também vamos ver mais para a frente e temos aquilo que atua na coagulação do nosso sangue que são as plaquetas que também já vamos ver mais à frente em detalhe dúvidas não me deixem falar sozinha por favor Apesar disto ser muita matéria gosto sempre que vocês intervenham boa perfeito é importante perceber de onde é que vê estas células e o facto é que todas estas células são origem têm origem na Nossa medula óssea vermelha num processo que é chamado de hematopoese basicamente Eles começam aqui com uma célula mãe vai originar uma célula mielo ou uma célula linfoide a célula linfoide vai dar origem posteriormente a linfócitos e a mieloide pode dar aqui origem às hemácias às plaquetas e aos neutrófilos ok aquela imagem que nós vimos inicialmente aqui conseguimos vê-la um bocadinho mais distinta temos o plasma e depois naquela parte considerada do sangue temos uma fase de e dos elementos figurados temos uma fase meia de transição que é onde temos os leucócitos e plaquetas e depois é que vamos ter Então os nossos eritrócitos emos ou glóbulos vermelhos a nível de microscópio Isto é aquilo que nós conseguimos ver pelo menos na parte do sistema imunológico temos o linfócito o neutrófilo um monócito um basófilo e um eosinófilo portanto estruturas completamente diferentes não é agora eu vou-vos mostrar uma análise Clínica específica de uma rapariga que na altura na altura devia devia ter os seus 27 28 anos se eu não estou em erro e vamos tentar aqui perceber o que é que cada componente quer dizer vamos começar no hemograma e depois Vamos então para o leucograma e eh finalmente iremos para as plaquetas o que é que é o hemograma quem me sabe dizer não tenho voluntários para me dizer o que é que é um hemograma ok Não Faz Mal nenhum Vamos aprender agora tá bem Alexandra eem pela falta de resposta estou a ver que tá tudo um bocadinho tá tudo um bocadinho como a Alexandra o hemograma é a análise efetivamente do sangue mas ela vai aqui identificar a alguns elementos a figurativos do sangue nomeadamente o quê a hemoglobina as células vermelhas ou como Já vos disse os eritrócitos ou hemácias Ok vai também identificar aqui os glóbulos vermelhos e vai identificar as plaquetas que acontece Aqui nós temos três coisas distintas temos dentro do hemograma vamos ter então o eritrograma vamos ter o leucograma e vamos ter o trombosit Ok vamos começar aqui pelo eritograma o eritograma logo aí na primeira Vocês conseguem ver a hemoglobina certo o que é que é hemoglobina é nada mais nada menos do que a forma mais precisa de nós conseguirmos aqui avaliar se estamos com uma anemia ou não é o que vai também permitir h a própria ligação [Música] h a própria cor da dos glos dos glóbulos vermelhos os eritrócitos ou células células vermelhas ou ou também chamado hemácias é o que traduz o número de eritrócitos que nós temos no nosso sangue e aqui nós conseguimos ver dois valores vemos que na hemoglobina ela tem 1,2 Ok e nos eritrócitos tem , 46 x 10 elevado a 6 por microlitro o que acontece aqui Vocês conseguem ver que dentro dos valores de referência para a idade da da rapariga e e considerando que é uma rapariga tem ali valores de referência entre os 12 e os 15 vocês olhando aqui para este valor O que é que pensariam é por aí é por aí risco de anemia Ok o que que acontece Aqui nós temos uma diferença de dentro dos valores de referência de 3 G por D Ok e estamos aqui com uma diferença de então 1 1 o para o máximo e 1,2 para o mínimo encontra-se aqui no Médio Mas mais para o limite inferior mas podemos até dizer que tá mais ou menos mediano ainda assim é uma pessoa que efetivamente tem mais tendência para a anemia olhamos para os eritrócitos e temos aqui um 4. 46 num limar de 3,8 a 4,8 portanto aqui temos efetivamente um valor mais próximo do valor de referênciaa máximo o que é que nós podemos tirar aqui de conclusão ela vai ter um maior número de eritrócitos comparativamente ao que tem de hemoglobina faz sentido mas por isso é que é importante vermos os valores a seguir temos o hematócrito o hematócrito é nada mais nada menos que a percentagem de sangue que é composto por hemácias no caso desta mulher ela tem 40 por isto quer dizer que 40% do sangue desta cliente é composto por eritrócitos E o restante vai ser água e outras substâncias diluídas 60% do seu sangue será água e substâncias diluídas Ok voltamos aqui a estar mais próximo do Lim inferior já com uma diferença ligeiramente maior a nível percentual para o limite superior Portanto ele efetivamente tem um número de Emas ligeiramente mais baixo portanto mais propício a ter uma anemia problema aqui da falta de hemácias é que nós vamos estar a prejudicar o transporte de oxigénio mas também não é bom teras em exesso ok Porque se tivermos muitos eritrócitos o que vai aqui acontecer é que o nosso sangue vai ficar mais espesso e isto vai atrapalhar o fluxo sanguíneo e vai favorecer também a formarmos coágulos portanto nem a menos nem a mais tentar arranjar ali um equilíbrio Ok os primeiros três valores que falamos agora a hemoglobina os eritrócitos e o hemat permitem-nos aqui perceber se estamos em estado de anemia ou em estado de policitemia o que é que é vocês para vocês anemia isso é um tipo de anemia Alexandra tá bem mas anemia não quer dizer isso é um baixo número decias é isso mesmo é um baixo número de gobos vermelhos tá bem o que vai aqui trazer Como diz bem constan o problema de transportar o oxigénio e e o que é que é policitemia é o oposto muitos eritrócitos em circula tal e qual OK depois vem aqui as siglas fantásticas que a maioria das pessoas não sabem o que é que isto é sabem o que é que isto quer dizer o vgm hgm cm h g i r DW ou olhem olham normalmente olham vão ver se está mais ou menos dentro da média e pronto e tá bom e os restantes valores como é que estão Alexandra vamos fazer uma coisa para não nos disparos aqui muito eu vou eu vou fazer um print de da sua dúvida preciso é que me dê mais valores H ou se conseguir enviar-me uma mensagem ou eu ou melhor eu envio mensagem no final do webinar tá bem Alexandra E e Alexandra manda-me os as suas análises pode ser E eu aí consigo fazer uma interpretação mais correta pode ser assim pronto óbvio que depende sempre e isto nós temos que ver sempre é H Isto é importante vocês terem esta por exemplo aqui na questão da Alexandra ela ela indicou inicialmente que ela H tem uma anomia ferropriva ou seja com com falta de de ferro é muito importante aqui nós analisarmos análises para trás antes dela ter feito qualquer tipo de medicação porque este 29. 3 de ferro pode ser maior do que inicialmente mas ainda não estar totalmente compensado tá bem pode ver-se é isso pronto então vamos explicar aqui o que é que estas siglas querem dizer que é para vocês começarem olhar para elas de outra forma tá bem Começando aqui no V no VG m v quer dizer volume G globular e m de médio portanto basicamente o que é que ele faz aqui vai medir o tamanho dos eritrócitos se ele tiver muito elevado Então quer dizer que estamos com eritrócitos grandes ou seja Emas grandes se tiver muito baixo quer dizer que vamos estar ali com eritrócitos pequenos e isto é muito importante porque nos vai ajudar a diferenciar Que tipo de anemia é que nós podemos ter por exemplo no caso da carência de ferro aqui como como é o caso da Alexandra o que vai acontecer aqui é que nós vamos ter uma microcitose ou seja vamos ter Emas pequenas ou microcíticas Ok no caso de uma anemia por falta de vitamina B2 falta de ácido fólico vamos ter hemácias grandes ou seja macrocíticas Portanto vamos estar perante uma macrocitose mas também pode acontecer este valor estar alterado e não haver anemia Por exemplo quando estamos uma perante de pessoas com alcoolismo é muito normal nós termos uma macrocitose presente ou seja em Fas grandes Ok Portanto vgm tem a ver com o tamanho dos nossos eritrócitos a outra a seguir a hgm esta basicamente tem a ver com hemoglobina globular média portanto ela vai aqui analisar por assim se dizer a quantidade de hemoglobina que cada glóbulo vermelho tem portanto aqui vendo aqui para já só estes dois numa fase inicial aqui temos 89.
7 que está mais ou menos no meio portanto temos ali uma quantidade temos ali uma uma quantidade não um tamanho de eritrócitos dentro do dentro do median ok poderá ter ali umas imaas eh talvez ligeiramente mais pequenas Hum mas não tá não tá um mau valor tá bem tá tá muito mediano mesmo e até mais próximo do do Extremo do que do que do baixo dentro da hemoglobina globular média do hgm é que nós começamos aqui a ver que ela está mais próxima do baixo o que quer dizer que a quantidade de hemoglobina dentro de cada eritrócito é mais para o baixo do que propriamente para o médio tornando-se aqui necessário ver estaa grande basicamente quer dizer concentração de hemoglobina globular média se o anterior mede a quantidade este vai avaliar a concentração que nós temos de hogl Bina dentro então das nossas hemácias valores muito baixos normalmente existem em casos de défice de ferro e o que vai fazer com que portanto nós possamos dizer que tem uma concentração baixa em cada eritrócito no entanto é um valor que não é muito sensível quando nós temos défices marginais de nutrientes Ok tanto a hemoglobina globular Como a concentração de hemoglobina globular média são valores que basicamente querem dizer aqui a mesma coisa um tem a ver com a quantidade do outro tem a ver com a concentração e Ambos são muito importantes para nós percebermos o tipo de anemia que aquela pessoa a quem já foi diagnosticada uma anemia possa ter vendo aqui o último valor que é o rdw que basicamente é um índice depressão eritrocitária é uma sigla inglesa tá bem por isso é que não corresponde e o nome às siglas portanto é o índice de dispersão eritrocitária é um índice em percentagem e vai avaliar aqui a diferença do tamanho entre os eritrócitos que estão no sangue Conseguimos ver aqui que 12,1 estamos ali vá mais próximo ali do o limite máximo mas muito mediano em si Ok basicamente o que acontece aqui é que quando nós temos anemias por exemplo por ferro este valor vai estar aumentado Ok isto quer dizer o quê que nós vamos ter h eritrócitos de tamanhos diferentes no nosso sangue logo dar-nos ali a indicação que há um problema na morfologia das nossas hemácias Ok o que é que acontece aqui conseguimos perceber um bocadinho isto por ser o ferro se nós não temos ferro dur se nós não temos ferro a própria formação da hemoglobina vai ser impedida então se não vamos ter e esta formação da hemoglobina nós vamos ter uma micr ose Ok mas também existem outros casos como por exemplo e a anemia por anomalia congénita e da própria concentração de hemoglobina que é tel cmia que já não vamos ter valores aumentados de rtw ok conceção aqui da hemoglobina e do hematócrito nós temos que perceber que todos os outros parâmetros são muito complexos e na avaliação de uma anemia e do tipo da anemia é preciso fazer um estudo muito mais profundo do que este que eu V estou a dizer aqui para conseguirmos entender as relações entre cada parâmetro E então identificar de uma forma totalmente fiável e com base científica na o tipo de ania que possa estar presente Ok quando estamos a olhar para eritrócitos E hemoglobinas também temos que perceber outra coisa que é nós podemos ter valores aumentados por alterações no teor da água no nosso organismo que acontece quando o quê quando estamos durante uma desidratação diarreia excessiva vómitos suores excessivos quando uma pessoa tá a tomar diuréticos ou pode ser na presença de um tabagismo altitude elevada e doença pulmonar crónica portanto e vou voltar aqui atrás vou agora dar-vos aqui um detalhe desta desta desta cliente paciente ela é radora e por isso é que nós observamos estes valores aqui Ok quando temos valores baixos temos aqui então e valores e que já são mais para a anemia nos outros valores O que é que nós podemos aqui retirar de daquilo que falá anteriormente já tive a dizer que no rdw então estará aumentado por exemplo numa anemia de Ferro numa Talia não vai estar aumentado poderá estar normal ok Porque mexe é com a concentração não mexe com a morfologia na hemoglobina globular média no tamanho Então temos valores produzidos que poderão aqui efetivamente ser assinalados de vir a assinalar esta chamada hipocromia a hipocromia é quando se não temos muita hemoglobina na célula e se é hemoglobina que dá a cor à célula então elas não vão ser tão vermelhinhas Ok e isto é muito comum em anemias por déficit de f no volume globular vamos ter aqui assim então nos défices de Ferro valores abaixo dos normais também ocorre numa [Música] téia mas num contexto de anemia Como já já dissemos por vitamina B2 ou ácido fólico elas vão ser hemácias com um volume globular médio elevado dúvidas antes de entrarmos no leucograma Eu sei eu sei Alexandra por isso é que por isso é que estava a dizer que mandava mensagem porque Possivelmente não tem não Ten o meu contacto disponível para mandar mensagem e por isso é que eu hoje também estou a tentar ter aqui uma uma linguagem mais mais simples Tá bem qualquer dúvida que tenha é dizer-me porque às vezes eu posso ter aqui posso dizer aqui hum um palavreado mais técnico que é normal [Música] não não saber não saberme dizer e assim consigo ajudá-la mando pelo Campos tá bem mando mensagem no Campos Alexandra não havendo dúvidas nem das minhas formações nem de das outras que também estão aqui inscritas posso ir para o leucograma ok Vimos a imagem do leucograma ao microscópio não é e como vemos aqui Temos vários tipos de glóbulos brancos chamamos de leucograma porque os gbos brancos T outro nome que é leucócitos e os leucócitos são nada mais nada menos que como tínhamos falado células de defesa que vão aqui combater infecções e vão fazer parte do nosso sistema imunitário Isto são várias células e cada uma vai ter uma função distinta no próprio sistema imunitário algumas vão aqui atacar diretamente O Invasor outras vão produzir anticorpos e que que depois vão atuar na na na defesa e algumas têm apenas a ção de identificar que temos ali um microrganismo que está a invadir o nosso corpo Então vamos ver um a um Nós já tínhamos visto que elas eram produzidas na medula óssea mas também podem ser produzidas nos órgãos linfoides Ok Começando aqui pelos neutrófilos que são H os glóbulos brancos em maior quantidade os neutrófilos são basicamente um tipo de leucócito eh mais comum são especializados no combate a bactérias também são responsáveis pela formação de pus e pela própria reação inflamatória portanto quando nós temos uma infecção bacteriana é muito normal ter H um valor elevado nos neutrófilos OK depois temos os eosinófilos os eosinófilos T aqui a responsabilidade de combater parasitas e também tão presentes no mecanismo das alergias representam uma percentagem de cerca de 1 a 5% da quantidade de glóbulos eh brancos que nós temos circulantes os basófilos uma quantidade ainda menor entre os Zero e os dois e vão atuar aqui na nos processos alérgicos e na própria libertação de histamina que é um vaso aou dilatador Ou seja que vai dilatar e os nossos vasos sanguíneos OK depois temos os monócitos um bocadinho com um bocadinho mais percentual que os outros dois que falamos eles representam ali cerca de 3 a 10% dos glóbulos brancos que estão a circular no nosso no nosso sangue eles basicamente são responsáveis que assim por H envolver o o agente que está a entrar vão como se fosse comê-lo e destruí-lo dentro deles próprios então ele acaba por ser ativado em em sequência de processos virais e bacterianos o que acontece Aqui nós temos um tecido que está a ser invadido por ehh um agente patogénico um agente que é causador de doença Então o que é que o nosso sistema imunitário vai fazer ele vai encaminhar os monócitos para esse local que está a ser infetado ele vai o monócito vai ativar-se e vai transformar-se no chamado macrófago e o macrófago portanto nós temos aqui um monócito OK o macrófago acaba por ser uma célula maior tá bom ele torna-se então este macrófago e vai comer esse agente patogénico vai envolvê-lo e vai destruí-lo então ok Deu para perceber e depois com um um percentual de dentro dos leucócitos em ainda superior a qualquer um dos outros três temos os linfócitos os linfócitos vão aqui ser responsáveis pela produção dos nossos anticorpos são então como eu já tinha dito o segundo grupo de leucócitos mais comuns em circulação portão ali entre os 14 e os 30 e os 45% de de formação de de percentual de de número de glóbulos brancos e eles aqui H basicamente vão fazer o reconhecimento de organismos estranhos e vão iniciar o processo de ativação do sistema imune muito importante aqui perceber outra coisa que é se nós tivermos perante uma infecção viral o número de linfócitos pode ultrapassar o número de neutrófilos o que vai fazer aqui uma inversão nesta fórmula leucocitária supostamente temos mais neutrófilos do que linfócitos vamos ver vamos ver outra vez aquela cliente para vocês perceberem um bocadinho melhor tá bem portanto aqui é muito importante o conceito de leucocitose e leucopenia Ok e que tem a ver aqui com Então os leucócitos olhando aqui para esta paciente o que é que vocês diriam que ela tem mais probabilidade de estar dentro do normal mais probabilidade de estar dentro de uma leucocitose ou mais probabilidade de estar dentro de uma leucopenia e vocês vão perguntar que Rai de nomes são esses não é atenção aqui que os valores o intervalo é muito grande porque estamos a falar de 6,4 x 10 elevado 3 portanto estamos a falar de 6400 6400 células por microlitro e o valor varia entre 4000 e 10 tá uma leucocitose é quant temos valores acima muito aumentados uma leucopenia é Quando temos os valores diminuídos O que é que acham mais para leucocitose mais para [Música] leucopenia exatamente apesar de não estar abaixo do do valor de referência sendo nós estamos aqui a falar numa diferença de 6 6000 células portanto um valor de 6. 4 x 10 elevado a 3 eu já me preocuparia aqui com o seu sistema imunitário é uma pessoa que Possivelmente facilmente fica doente OK agora temos é que perceber o que é que está a acontecer dentro de cada célula e por isso vamos ver então primeiro aqui os neutrófilos os neutrófilos o O importante aqui é perceber que quando temos um aumento na circulação sanguínea vamos estar perante uma situação de uma infecção bacteriana e eles têm um tempo de vida de 24 a 48 horas Ok por isso e nós conseguimos aqui e perceber que o processo infeccioso vai ser aqui muito controlado pela modula Isto vai fazer com que haja uma redução na produção de novas células para que os valores sanguíneos possam depois voltar ao normal olhando aqui para o percentual aqui está o valor em percentual de referência ela tem 48,1 temos aqui uma diferença de 40 no no percentual 48. 1 quer dizer que os neutrófilos estão algo baixo não é e eu agora quero que vocês vejam os linfócitos lembram-se de falarmos da inversão da da Fórmula leucocitária os linfócitos estariam elevados quando havia uma infecção vírica aqui ultrapassam o valor de referência Ok o que é que acontece aqui ela quando foi isto é uma é um esta rapariga tem erpes e na altura em que foi fazer e a análise estava com o herpes ativo estão ver a importância de nós percebermos cada parâmetro os linfócitos também são os mais comuns a verem-se h nas rejeições [Música] de aqui do Trans do transplante de órgãos porque são eles que vão provocar OK Elas são células que vão H elas basica os linfócitos basicamente são células que vão ser atacadas pelo vírus também do do HIV o que pode levar ali a um quadro de [Música] imunossupressão Isto vai fazer com que hajam também mais infeções oportunistas e h e por isso é que pessoas com HIV acabam por ter muitas infecções associadas bem vendo os outros então temos os eosinófilos que eh um aumento dos níveis dos eosinófilos Acontece muito em pessoas com alergias em pessoas asmáticas ou quanto há uma infecção intestinal derivada de da presença de parasitas vamos ver aqui ela tem 2.
2% tá ali assim a um valor médio baixo OK ela é uma pessoa com suspeita de H renite e sinusite portanto este valor acaba por acaba por até não me surpreender Depois temos os basófilos que estão aumentados em casos de infecções crónicas como por exemplo uma tuberculose ela tem 0,5 portanto não tem aqui qualquer tipo deção crónica tá bem dúvidas vos mostrar o quadro a seguir que ajuda um bocadinho basicamente se os nossos glóbulos brancos estiverem baixos uma coisa é certa e foi aquilo que eu vos expliquei Se temos um valor baixo quer dizer que as defesas estão muito estão aqui muito reduzidas portanto estamos perante uma pessoa que facilmente poderá ter uma infecção o que é que pode levar a glóbulos brancos quimioterapia na presença de uma anemia plástica que basicamente é quando a medula ósea deixa de produzir glóbulos brancos em casos de infecções virais em caso de alcoolismo em caso da Sida ou do HIV em caso de lupos também acontece muito Ok e vão estar aumentados em casos de infecção inflamação num stresse físico como por exemplo e estar com febre ou após uma cirurgia ou num stresse emocional que seja grave portanto estamos a falar de de uma depressão Ok queimaduras e é quer dizer insuficiência renal no caso da tuberculose nas leucemias também vamos ter aqui valores aumentados de glóbulos brancos quando se faz corticoides Ok não basta portanto presença de lupos leva à diminuição mas depois a própria presença de corticoides que ele faz vai aumentar um bocadinho esses valores e se houver a remoção do Basso também pode levar aqui a aumentos níveis aumentados de glóbulos brancos e Este quadro acaba por ser bastante bom para vocês perceberem que o que é que cada um pode ter a ver com Ok neutrófilos normalmente vão estar aumentados em infeções de origem bacteriana os linfócitos quando há uma infecção de origem ou Quando temos quando estamos perante por exemplo uma tuberculose os monócitos estão aumentados em doenças virais também os eosinófilos é muito comum estar em aumentados quando estamos perante e infecções por parasitas alergias e asma e os basófilos alergias é um tipo de alergia diferente do do eosinófilo na medida em que H libertação de histamina tá bem estamos a falar aqui neste é isso falamos nas infecções crónicas estamos a falar dos monócitos não é por norma a nível dos monócitos a nível dos monócitos está-me a perguntar se vend das infeções as infeções virais crónicas a nível dos monócitos por norma é quando estão aumentados as infecções Ok vamos ter um número maior de de monócitos e não de linfócitos tá os linfócitos é quanto temos uma infecção de origem viral tem a ver com o vírus por exemplo H um vírus eh Como por exemplo o o HIV um vírus como por exemplo h o herpes labial zona também tem a ver com com herpes Só que não é o erpos Simplex tá bom dúvidas no leucograma podemos avançar para o último para o trombosit ograma é para ver se não Demoramos aqui muito tempo para além da da hora boa eu tenho que começar a pôr este estas análises clínicas 1 hora e meia assim sempre é mais sempre é mais seguro portanto aqui o trombocito tem a ver então como nós tínhamos falado nas plaquetas basicamente é a parte que vai avaliar as nossas plaquetas sanguíneas as plaquetas são umas células que têm uma dimensão pequena e que vão aqui servir de base para a formação de coágulos e os coágulos é aquilo que é necessário para controlar uma hemorragia Ok as Eh vamos pensar como se fossem blocos de tijolos nós temos uma fenda temos uma fenda grande na parede que é um corte e as plaquetas são os tijolos que se vão colocando com cimento para fechar essa fenda tá eles atuam aqui com fatores de coagulação que que efetivamente são aqui substâncias que também temos em circulação no sangue que vão que vão aqui formar Então esse tal coágulo que acaba por ser composto por plaquetas e um género de uma rede de fibrino Ok é outra substância quando temos um valor baixo que é que acham que vai acontecer vamos estar perante uma trombocitopenia ou uma trombocitose trombocitopenia valores baixos trombocitose valores altos farem em valores baixos quando as plaquetas estão baixas Alexandra exatamente muito bem portanto temos baixo temos um número baixo de plaquetas o que vai fazer é que a nossa e ação na formação de coágulos não é tão não é tão perfeita não é não vamos conseguir controlar aqui h hum ação de coágulos não ação de coagulação é mais é para fazer aqui baralha na no tema portanto nós vamos ter aqui um um combate a uma hemorragia muito deficitário portanto é muito normal nestas pessoas terem hematomas com grande facilidade por exemplo coçam e TM uma matoma hah e podem ter aqui mais facilmente hemorragias espontâneas tá bem e mais duradouras H demora mais tempo a cicatrização depois o aumento H dos níveis das plaquetas nós chamamos então de trombocitose aqui problema na trombocitose é que vamos formar coágulos mesmo dentro dos vasos sanguíneos Portanto vamos fazer trombose ao fazer as tromboses vamos bloquear a circulação Isto pode pode acontecer e é muito frequente em alguns tipos de cancros em doenças inflamatórias bom no caso da nossa paciente ela tem volto a dizer não se esqueçam aqui que é 10 elevado a 3 portanto é pôr mais TR no ombros poderá não sofrer de trombocitopenia O sangramento não tem a ver com isso porque a vitamina C não está envolvida na formação das plaquetas bem portanto voltando aqui temos que acrescentar três zeros ela tem 190 num Universo de referência entre 150 e 400 pode dizer 190 estamos a falar em 190. 000 150. 000 400.