e não não posso não posso falar não é Oi Val ficou e nada mais E aí o jeito é claro que esse vídeo não termina aqui né senão você vai ficar sem repertório eu sou prova e também colocar uma criança no mundo tá longe de ser um assunto do qual o homem podem se abster aliás muito pelo contrário primeiro porque na maioria dos casos né um homem teve sua participação lá no início do processo né Afinal todo mundo sabe de onde vêm os bebês né gente não precisa ficar fazendo mistério que não né mas segundo
que qualquer um tá aqui hoje né porque em algum momento sai o que o útero então Tecnicamente todo mundo tem alguma coisa a ver sim com esse assunto e com as tretas políticas que giram em torno dele e a treta que vem ao caso aqui é a chamada violência obstétrica que de acordo com a lei de países que já oficializaram esse termo aí pode ser entendida como a apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais da Saúde causando perda da Autonomia e capacidade de decidir livremente sobre o e sexualidade posso falar mais da
prática né porque rola é que uma em cada quatro mulheres no Brasil sofrem algum tipo de violência por parte do sistema de saúde em algum ponto da gestação isso começa pelos comentários constrangedores das consultas pré-natal ou mesmo pela recusa em oferecer tratamento hospitalar passa também por impedir que a mulher escolha quem vai acompanhar ela durante o parto Eu já vi até alguns relatos de mulheres aí que tiveram suas mãos amarradas seus pés amarrados na maca durante um parto gente é uma parada muito medieval sabe a lista é enorme e muito chocante e o mais louco
é que tem coisas que a gente até já naturalizou mas que se você for parar para pensar não tem nada de natural tipo a questão da cesariana por exemplo tipo eu tenho sessenta por cento de certeza que você que está aí assistindo nasceu de uma cesariana Pedro Como assim Como é que você sabe disso a gente não é feitiçaria não é dado estate e aqui no Brasil 57 por cento dos partos são cesarianas que na rede pública essa porcentagem é um pouquinho abaixo ali uns quarenta por cento mas a rede privada são 84 por cento
dos parques que são cesarianas e isso coloca o Brasil no segundo lugar no mundial no número de cesarianas Agora penso só a recomendação da OMS é que a cesariana seja usada em apenas quinze por cento dos casos ou seja Será que tá rolando uma epidemia no Brasil que faz com que a maioria das pessoas não consigam para ir por vias naturais é claro que não né Gente olha só primeiro de tudo a cesariana é muito importante para preservar a vida das Mães e dos bebês em casos extremos mas quando não é essa questão o parto
normal tem uma série de vantagens para a mãe e para o bebê e o fato de que mais da metade das Mães não podem dar à luz desse jeito acende uma luzinha tem alguma ou será que esse número tem a ver mais com saúde das Mães ou com que acaba sendo mais conveniente para as instituições de saúde onde acontece o parto a gente vou dar uma olhada nos relatos das pessoas que passaram por isso dá para ver que boa parte do que rola tem a ver com procedimentos desnecessários e invasivos que são realizados para acelerar
um processo que naturalmente pode ser bem demorado mesmo isso vale tanto para cesárea e sem justificativa plausível quanto para outros recursos que acontecem sem o consentimento da mãe e que acaba tendo consequências muito ruins e doloridas por exemplo tem a aplicação de soro com ocitocina que acelera ele as contrações da mãe e faz o bebê nascer mais rápido uma parada chamada episiotomia que é um corte ali na região do períneo para aumentar a passagem para o bebê e que depois a se corte ali ele se transforma em uma cicatriz dolorida que fica visível para sempre
tem uma cena de um filme chamado the mine of o sentido da vida que é do Monty Python é um grupo de humoristas ingleses que eu adoro implodir essa cena denuncia a situação da violência do Parque bem na zoeira mesmo com o morro bem ácido ela mostra uma equipe médica se preparando para realizar um parto e Logo no início Eles já preparam uma tonelada de equipamento olham para marcar vazia esse pergunta ué tá faltando alguma coisa ali né você não sabe nem sei lá um [Música] e eles nem se deram conta da ausência de uma
pessoa ali na máquina né da de parturiente Inclusive a cena tá disponível interino YouTube e a gente vai colocar o link aqui na descrição para vocês tá é muito legal para você ver como nas últimas décadas o parque virou basicamente um caso Clínico sendo que as pessoas gente pariram de forma natural ao longo de toda a história da humanidade agora no movimento contrário um conteúdo muito bacana que trata disso de uma forma bem mais séria é o documentário o renascimento do parto' que fala justamente da renaturalização do parto e das alternativas que estão surgindo para
as pessoas que querem ter essa experiência de um jeito mais autônomo porém ao mesmo tempo mais seguro Então vale muito a pena dar uma olhada viu gente mesmo com tudo isso que a gente falou o governo federal ainda não têm leis específicas para tratar desse assunto e o pior tem pouco tempo aí que o ministério da saúde divulgou um despacho dizendo que o termo violência obstétrica tem conotação a roda e ataca diretamente os profissionais da Saúde daí gente eles sugeriram estratégias para abolir o uso dessa expressão não ser é demais né até porque sim a
violência obstétrica ela não tem a ver apenas com o procedimento médico e o que não faltam gente são casos de discriminação de gênero de raça gordofobia médica violações graves dos Direitos Humanos isso sem falar nas condições deploráveis de alguns hospitais por aí né tudo isso é considerado uma violência praticada em um momento que a pessoa ela não tem condições de reagir né e sabe o que que é ainda pior quando a pessoa se sente lesada não existe orientação Clara sobre como proceder onde denunciar né como saber se ela tem razão ou não onde procurar ajuda
colocando assim parece até caso de Justiça né e não é que é mesmo olha só o que que a advogada Marina Rose contou para a gente a respeito desse assunto ado a ado só que fora do quadrado E aí pessoal do salto da sua máquina Rose advogada e fundadora da Braga erro ser advogadas que o primeiro escritório do Brasil voltado às defesa dos direitos das mulheres da população LGBT que ia amar no Brasil a gente ainda não tem uma legislação específica sobre violência obstétrica isso não significa que a gente não sabe o que é violência
obstétrica mas o fato da gente não interessa pela legislação específica ainda que não significa que a gente não tem substrato jurídico para dar segurança essas mulheres na prática é um passo a mais que você não tem que percorrer caso elas queiram ter seus direitos vocês marinadas ou no mínimo reparados e só para deixar claro assim a gente ter um um criam Não nunca de fez com que as pessoas parassem de comer pelo né mas a ideia é que é um reconhecimento do Estado a respeito da gravidade daquela conduta porque a gente só torna crime aquelas
condutas que a gente entende que ferem direitos são muitos fundamentais Oi gente muito legal o trabalho da Marina né aliás para saber mais sobre os direitos das mulheres é só seguir o canal direito delas no YouTube lá a Marina e a advogada Ana Paula Braga falam de forma bem explicadinho sobre esse assunto e muitos outros viu a real gente é que esse papo de parto é meio que um tabu sabe tanto que para mim como homem se não é nada fácil sentar aqui e falar disso tudo eu fico eu fico um pouco desconfortável sim sabe
Porém quando eu tava pesquisando para esse vídeo eu percebi que quanto mais se fala mais fica claro o que que é de boa e o que que não é de boa dentro de uma sala de parto Então vale a pena chamar a atenção para as organizações que trabalham justamente para botar esse assunto na boca do povo um bom exemplo é a exposição sentidos do nascer que é um projeto que saiu da UFMG e que leva informação de um jeito muito bacana cheio de obras interativas de forma gratuita para população de Minas Gerais o que eles
é incentivar o bem-estar e os direitos da mulher da criança no momento do parto ou seja nada além do que um direito básico se eu não concordo fora isso eu acho importante ressaltar A Urgência do Governo Federal em unificar as medidas para esse tipo de caso hoje em dia o que existe são iniciativas isoladas ali tipo em Alagoas e no Paraná que são estados que se organizam para coibir a negligência obstétrica nas instituições de saúde faz sem uma ação oficial do governo né e massiva muita gente fica desamparada então para abordar melhores assunto eu vou
deixar vocês aqui com a nossa Saltitante favorita a Aline que com certeza já tem uma proposta de intervenção na ponta da língua para falar sobre esse assunto eu vou ficando por aqui até mais um beijo e corta [Música] Olá Saltitante É tudo bom com vocês esse tema de violência obstétrica é muito pesado né não e por outro lado é imprescindível que a gente discuta mais sobre esse assunto não só na prova como na vida né e agora que você já aprendeu tanta coisa com Pedro eu vou te ajudar a organizar o conteúdo numa redação nota
1.000 bora começar com a frase a temática que eu separei para vocês a violência obstétrica em questão no Brasil já na introdução a gente aconselha que você comece com um repertório sociocultural pode ser um filme o Renascimento do Parto do Pedro Estava contando você pode dizer por exemplo que procedimentos cirúrgicos excessivos como cortes desnecessários na região do períneo e agressões verbais são algumas violências denunciadas no documentário o renascimento do parto' daí você vai apresentar o tema de forma parafraseado para mostrar para o corretor que você entendeu sobre o que você tem que falar Bora ver
como fica esse Panorama evidencia que ocorre no país uma desumanização do parto que esse é por meio de diferentes condutas que caracterizam a violência obstétrica por último ainda na sua introdução e vai ser tá bem rapidinho os argumentos que a gente vai trabalhar ao longo do texto quer ver só esse cenário é causado pelo machismo estrutural e também pela mercantilização da saúde e deve ser combatido a fim de garantir a integridade da gestante gente presta atenção que aqui apresentei dois problemas o machismo estrutural EA mercantilização da Saúde então o desenvolvimento um eu tenho que retomar
o problema um o machismo estrutural daí para dar autoridade o meu momento eu posso usar um repertório Universal do eixo da violência que é um pensamento do sociólogo Pierre bourdier basicamente Ele disse que existe um tipo de violência que não se manifesta necessariamente por meio da coação física e que é empregada sobretudo contra minorias sendo um instrumento de D o pão de grupos opressores para quem não sabe esse é o conceito de violência simbólica que se aplica perfeitamente ao machismo estrutural partindo então para o desenvolvimento dois eu tenho que tomar o problema dois né que
é a mercantilização da saúde e aí eu vou de novo de repertório Universal dessa vez do eixo temático da economia eu vou usar o bom e velho Karl Marx que falou falou e Até babou de tanto falar sobre o quanto o capitalismo é pautado pela busca de lucros e aí a gente pode relacionar isso com a realização excessiva de cesarianas do Brasil Afinal ao reduzir o tempo do parto aumenta esse número de mulheres atendidas e consequentemente os hospitais obtém mais lucro certo e a justamente essa treta aí a gente tem que resolver lá na nossa
conclusão então você pode colocar lá no final do seu de dois assim ó logo torna-se necessário combater essas condutas a saúde e o bem-estar da mulher tudo bebê tudo lindo até aqui bora responder as perguntinhas de ouro para nossa conclusão quem vai fazer o quê como e para que sendo Come bem detalhadinho quem o Ministério da Saúde deve fazer o que serve desenvolver um programa de Formação humanizada direcionado aos profissionais da saúde e como ele deve fazer isso por meio de cursos frequentes ofertados as equipes dos hospitais que explique o que é a violência obstétrica
e quais são as diferentes condutas que a caracterizam e para que o ministério da saúde deve fazer isso para que os profissionais sejam informados sobre o problema e capacitados para não o reproduzir acabou é só isso gente podia até ter acabado mas a gente aqui do salto a gente gosta de deixar tudo ainda mais lindo com recurso de texto cíclico que conecta o repertório da introdução com a última a visão fica assim a partir disso práticas como as descritas em o renascimento do parto' serão mitigados na sociedade brasileira e aí que que você achou dessa
relação se você quiser baixar lá na íntegra ela tá disponível gratuitamente aqui embaixo na descrição desse vídeo e se você quiser aprender a estudar por eixos temáticos e sempre tem repertório para falar sobre qualquer coisa aí você corre para o nosso curso completo de redação para o Enem Então é isso eu vou ficando por aqui e você já sabe deixa seu like se inscreve no canal compartilhe com os amigos deixa embaixo um comentário Saltitante que a gente se vê que super dica super beijo para você e E aí o ex roupa vai embora ainda não
Zé eu tenho uma notícia que eu tenho certeza que você vai gostar sabia que esse tema de redação que a gente tratou esse vídeo faz parte de um eixo temático eu não sei se você já estudou temas por eixos antes mas pode ter certeza que essa é a melhor forma de você pontuar alto na sua redação nós aqui do salto temos um curso com uma metodologia top das Galaxias para você que tem pouco tempo para estudar mas precisa mandar bem na redação do Enem mesmo assim então para saber mais clique aí no link que eu
deixei na descrição até mais um beijo e corta a [Música] E aí E aí E aí [Música]