Então, pensa comigo também, eu criar uma um ambiente que seja gostoso, atraente, é uma forma de eu tornar mais atraente a visita a empresa, engajar mais as pessoas no meu negócio. Isso aí tem uma cultura forte, é quando as pessoas trabalham umas para as outras. É isso aí. Melhor is uma cultura fraca é quando as pessoas trabalham uma contra as outras, né? Trabal. Olá, sou o Sandro Magalde e o José Salib Neto Salibão. Nós somos protagonistas do Gestão do Amanhã Podcast. Nosso podcast está se configurando num dos principais podcasts sobre gestão do Brasil, onde o
nosso objetivo é trazer tudo que nós temos pesquisado, produzido e compartilhar com você de modo a compor aqui um conteúdo atualizado e relevante sobre gestão, né, Salibon? Ah, com certeza, né? Nossos estudos não param, né? Já estamos chegando aí a 90 episódios, né, Sandrão? 90 episódios. E sendo que a maioria deles é Sandrão e eu. Sim. E e o que é bacana desse podcast que nos obriga a estudar mais ainda. Imagina, estudamos até agora 90 temas de gestão, é diferentes, né? E estamos planejando chegar a mais de 1000, 2000, né? Tem pressa. E e nos
faz estudar muito, né? Vocês vem aqui as anotações, são temas profundos, né? não tem obaoba e e faz um bem pra gente e para quem tá conosco, né, Sandrão? Essa é a nossa proposta. O tema de hoje, Salibão, foi justamente derivado algumas sugestões que nós temos percebido de quem nos acompanha muito interessado a gente explorar como nós já fizemos algumas vezes alguns livros, algumas obras bem-sucedidas e nós resolvemos pegar uma contemporânea, O poder dos hábitos atômicos e de James Clear, né? Uma obra que figurou nos na lista dos bestsells do dos livros mais vendidos nos
Estados Unidos e que traz uma mensagem poderosa sobre como nutrir Hábitos atômicos, né? No final do dia a visão é como eu ter práticas regulares que levam você a alta performance. Mas antes de eu começar, Salebão, tem uma notícia nova. Tem uma novidade, Salibão. Novidade, hein? Ó, bota nova os tambores. Bota nova nisso aí. Simão. Nós somos autores 10 livros de negócio, dentre eles a nossa, o nosso quinteto que agora virou cesteto. Cesteto, né? Vocês teve aqui, ó, aqui nessa câmera, né, ó. Estão acabando de lançar agora. Nós estamos em pré-venda até o dia 10
de julho, uma pré-venda da nossa mais recente obra. O Paulo Coelho fala, nunca fala a última, né? Fala sempre a mais recente, porque, né, a arte de fazer perguntas transformadoras. Aqui nós endereçamos toda a visão sobre como desbloquear a inovação, acelerar a transformação e potencializar o resultado do negócio por meio de perguntas, né, Salibon? Exatamente. Bom, Esse livro não chegou por acaso, né? É, é uma construção, né? Eu particularmente tive a experiência e a sorte de conviver eh e trabalhar com os dois maiores perguntadores da história da gestão. Um o Peter Jurker, que já não
está mais entre nós, mas eles era um grande perguntador. Toda vez que eu visitava em Clermont, eu saía com mais perguntas do que respostas, né? E o Jean Collins, que continua sendo um grande amigo, né, que sempre dirigiu a Sua vida eh em uma pergunta. Tanto é que toda vez que ele ele tá escrevendo, ele vai pensa em escrever um livro, ele pensa qual é qual é a pergunta a ser respondida, né? Chave. Ô, Salibão, olha só que a gente colocou aqui, ó. Que tal com esse livro você vai desenvolver o hábito de formular perguntas
que provocam transformação real, romper com a cultura empresarial que valoriza respostas rápidas e superficiais. utilizar questionamentos como ferramenta De inovação e vantagem competitiva, conseguir fomentar uma cultura organizacional que valoriza a curiosidade escutativa e liderar com humildade, abrindo espaço para ideias originais e soluções sustentáveis. Aqui você vai conhecer como perguntas geraram empresas protagonistas da nova era. E como as perguntas ou erradas ou a falta de perguntas, a nossa tese central nessa lião, uma empresa que fica obsoleta, ela Fica obsoleta porque ela para de fazer perguntas perguntas ou faz a pergunta errada. Pode pronuna, como elas quebraram.
E aí tem uma notícia boa para você que nos acompanha aqui. Até, mas só até o dia 10 de julho nós estamos no na pré-venda. E quem fizer a reserva da obra, adquirir a obra na pré-venda, que eu vou deixar o link na descrição aqui, vai ter um bônus especial que nós criamos com o editor Agente especialmente para você. Entra lá no Link para você ver que o bônus é incrível. Vou deixar a expectativa para você conhecer no link. E o bônus tem a ver com a nossa proposta de construir conhecimento e lhe auxiliar para
que você seja bem suucedida, bem sucedido nesse mundo de transformações. Então, as perguntas, esse livro vai ser um estouro. Pela primeira vez na humanidade, a resposta está virando uma commodity, cada vez mais. A precisão da inteligência arcial é é simplesmente eh Fantástica, né? Sim. E cada vez mais, né? cada vez mais já está se esperando o dia e não vai demorar muito para que ela seje mais inteligente do que a pessoa mais inteligente do mundo, que sem toda a inteligência do mundo juntas, né? Sem dúvidas. O diferencial vai ser na pergunta. Na pergunta, não é
verdade? Coisa, né? Muito bom. E acho que essa é a nossa jornada, né, Salibão, sempre quando a gente fala aqui sobre conhecimento relevante, é trazer Perspectiva para as pessoas, ajudar as pessoas a refletirem melhor. E essa questão dos hábitos tá nessa linha, né? Eu quero falar dos hábitos atômicos, mas eu não posso deixar de perder uma oportunidade de resgatar uma essência fundamental nessa história de hábitos. Talvez vale a pena já até a gente fazer um programa sobre isso, mas é innegável que essa história do hábito começa com o Stephen Covy, né? Que você teve a
oportunidade de interagir Pessoalmente, intimamente, eu diria, com Cov, né, Salibão, eu tive as proneta com você. O Cov tinha uma relação com você assim de profunda admiração. Várias várias vezes, né? Ele ele era o único, foi o único palestrante que ele conseguia prender atenção do público. Ele era incrível, não falando nada, ele era incrível. Ele simplesmente pegava aquele microfone. O poder do silêncio, Salibão, o poder do silêncio. Dava e e ele Simplesmente relaxava, né, e passava tudo aquilo pras pras pessoas, né? Começa com sete hábitos já, lá já deve sete hábitos das pessoas altamente eficazes.
É a obra prima de de Sffen Cov, que como eu disse abriu a picada para explorar a temática do hábito no ambiente corporativo como uma técnica, né, Salibon? O o os sete hábitos de COV, como os hábitos atômicos, eh, não são um livro de autoajuda, são um livro que traz um um sistema importante para mudar A mentalidade. Aí sim eu vou entrar numa perspectiva de mudar mindset, né? E não esquecendo do livro, né, O Poder do Hábito do Charles Durrig. Eu trabalhei com ele na na HCM Expo Manager na época. Cara fantástico, um jornalista, tá
sempre trazendo insightes eh novoseller, um baita bestseller número um. e ele introduz a questão, né, do hábito, que é uma maneira de você fazer eh coisas de maneira sistemáticas, né, e disciplinadas, de fazer o correto, né, De fazer o corazer criar o hábito da alta performance nito da alta performance. Que que você vê aqui nesse no poder já que a gente citou esses exemplos, a gente estudou esses outros exemplos? Eu lembro que inclusive o Salibon fez grupo de cumbuca do Sete na HSM quando a gente trabalhava juntos, né? Eu lembro que a gente estudou profundamente
os sete hábitos. Eu tenho ele todo, o meu tá todo rabiscado até hoje. Que que você vê diferente nos Hábitos atômicos aqui a de se deparar com essa obra, Salibão? Ou complementar ou peculiar, enfim, que que você que que chama atenção? É, eu eu acho que o o Steven C ele foi muito bom em em apontar aqueles hábitos que que realmente são de pessoas eh de grande sucesso, né? Sim. E acho que o o poder do hábito, dos hábitos atômicos, ele mostra meio que o como fazer, né? O como fazer, porque é muito difícil, né?
Você você fazer, tem coisas inesquecíveis, né? Do do cov, né? First things first, né? As primeiras coisas em primeiro lugar, né? Prioridade, né? Pride. Ele que popularizou a história do urgente importante, aquela matriz clássica, né? Faça o equilíbrio entre urgente e importante. Exatamente. E eu sou faço parte de um conselho de uma empresa americana, né? E o sempre começa o nosso encontro. Let's begin with the ending mind. Vamos começar com o final no começo. Perfeito. Para que que nós Estamos aqui? Exatamente. Let's begin with the end. Mas você percebe já pegando carona na estrutura do
do poder dos hábitos atômicos, né, Salibão, a importância do hábito. Isso é um hábito, um hábito corporativo que foi estabelecido, que se transformou num artefato dessa cultura. É aí que a gente vai chegar. que se estabelece, se estabeleceu como artefato da cultura, que é fundamental para trazer todo mundo para a mesma página e gerar performance Corporativa. Uhum. Vamos começar com o que realmente é relevante. Essa eu acho que é a estrutura fundamental. E assim, num contexto que nós latino-americanos, talvez a gente tenha, talvez não, nós temos um espaço para percorrer, para ter uma disciplina maior
de nutrir bons hábitos, né? Salibão é muito informal, assim, temos um espaço importante para sistematizar e nutrir uma prática clara de nutrir bons hábitos e sobretudo nas organizações, né? Ah, com certeza. Hábitos e disciplina eh andam lado a lado, né, Sandrão? A gente não consegue, você não consegue ter bons hábitos se você não tiver uma empresa disciplinada, né? Boa. E e hoje, né, a gente tem que ser empresas como a Amazon, que a gente tava conversando aqui, Sandrão, eh eles têm uma eh um poder de artefatos, de criar artefatos para alinhar todo mundo. E esses
artefatos viram hábitos da empresa viram hábitos. Viram hábitos. Como é que você vai pegar eh 2 milhões De colaboradores e botar dentro de uma linha, Sandra, de pensamento? É muito difícil. Se você não tiver uma coisa mais forte, eh uma coisa de, né, não basta chamar só de disciplina, né? Eh, a disciplina que gera bons hábitos, né? Eh, e aí você bota todo mundo na mesma página, né, Sand? Porque é o grande desafio hoje. Se você pegar nas as várias gerações que trabalhando juntas, cada um tem uma coisa na cabeça, Sandrã. Cada um tem uma
uma Agora, como é que eu Vou? O único jeito de unificar todo mundo é criar a disciplina com hábitos que tão que são parecidos, né, Sandrão? Vamos fazer uma construção. Salibom. Como a gente sempre diz, a cultura organizacional é o sistema operacional da empresa, né? Ela influencia todo o sistema organizacional, seja a estratégia, seja as relações de comando, processo decisório. Como você fortalece uma cultura organizacional ou transforma uma cultura organizacional quando Necessário por meio de comportamentos estabelecidos institucionais. Esses comportamentos são derivados de hábitos. Então eu tenho que ter uma intencionalidade de gerar o hábito que
eu desejo para fortalecer qual traço da minha cultura e desta forma eu fortaleço o meu sistema operacional. Por isso que é tão relevante essa essa tese. E aí, Salibon, o autor traz pra gente essa coisa das quatro etapas dos hábitos, né? Como você disse, acho que o grande Merito do poder dos hábitos atômicos é que ele traz framework para tudo quase, né, Salibão? É, é etapas, eh, road maps, né, e tal. Sim, sim. Quais são as quatro etapas dos hábitos? Eu vou começar aqui, Salibom, com a primeira etapa, que é o gatilho, né? Uhum. O
gatilho é um sinal que desencadeia um comportamento. Vamos falar sobre intencionalidade, né? Eu eh posso dar dois exemplos, né? Esse exemplo da Disney, né? Quando você aí Parque Disney, sobretudo parque, né? Cão, vamos vamos olhar o parque temático, né? Que que é um gatilho? É todo o aspecto físico do parque. A limpeza que se caracteriza como uma diferenciação, né? Você não encontra um papelzinho nem o lugar. A as pessoas sorrindo, todas mesmo quando não estão com vontade. Tem jeito. Mas você esse é o gatilho para gerar o comportamento, né? Teu filho na frente da Cinderela.
Ela Vai aparecer de mau humor, não dá, né, Sandrela? Até mesmo um colaborador, né, Sal? Que tá ali na fila, né, gerindo a fila. Então, e é claro que sempre vão haver desvios. Mas a Disney construiu um um um conjunto de princípios que devem ser seguidos pelos colaboradores, que funciona como gatilho para tornar um hábito positivo de centralidade no cliente, né? Aí eu posso citar um segundo hábito que é um um um protagonista que você também conhece bem Na celebr final. frequentava HM, ele aprendeu muito na HSM, ele sempre falava isso. Eloi Dávila, fundador da
Flyour, hoje a Flyur não é mais de propriedade do Eloi, mas a Fly Tour eh durante bons anos, ela foi a maior agência de viagens corporativa do Brasil. O Eloi, ele ele tem uma história, eu lá no meusucesso.com eu eu produzi o caso do Eloi. Ele tem uma história de vida bastante sofrida, né? O Eloi foi garoto de rua. No momento da Vida dele, ele morou na rua, né? E falando em Disney, quem foi fundamental para tirar o Eloi dessa vida e colocar ali em outro plumo? Foi é uma era a vovó Estela, era isso?
A tia Estela, você lembra? Sim, sim. Estela Barros. Estela Barros. Foi a proprietária da Estela Barros. A história que o Eló era flanelinha no Rio de Janeiro, na frente de uma loja da Estela Barros. E a a própria Estela vendo todo o Esforço desse desse garoto, falou assim: "Puxa, você dorme ao relento, vem aqui, faz o seguinte, você pode dormir dentro da agência da Estela Barros, lá no Rio de Janeiro, isso." E ele, dito e feito, ele começou a dormir na agência, mas não só isso, ele começou a aprender sobre turismo. Uhum. A partir desse
aprendizado é que ele constrói aquela que foi durante muitos anos a maior agência corporativa do Brasil. Então, foi fundamental aquela tese. Por que que Eu digo isso? gatilho. Os artefatos para gatilho para hábitos poderosos. Um hábito importante que o Eói sempre quis nutrir no seu negócio quando ele estava à frente dele era o hábito da humildade. Sim. Sempre entender da onde eu vim. É um hábito. Quero, eu quero ter humildade para entender da onde eu vim para não perder minha essência. Então, durante muitos anos, quando a Fly Tour foi, inclusive se transformou em franquias, uma
das condições que havia estabelecida Em contrato é que toda loja da Fly Tour na fachada deveria ter uma poltrona. Uma poltrona. Se você fosse visitar a série da flatura, como eu fui várias vezes visitar o Eloi, tinha uma poltrona logo na entrada para simbolizar, para simbolizar a essência da onde ela veio e fortalecer um hábito, um comportamento importante, que é a questão da humildade e resiliência, né, Salbon? saber da onde saber da onde você veio, né, e manter essa essa essa Humildade, né, independente do do tamanho da empresa, né, a Flly Tour cresceu para uma
empresa de faturamento mais de R bilhão de de reais, né? E e ele é um é um baita de um exemplo. O outro exemplo aqui, Sandrão, de gatilho, eh quando Steve J fazia aquelas mega apresentações na época de lançamento de algum produto, né? Sim, e ele quando todo mundo achava que ele acabava a apresentação, ele fala assim: "É one more thing". One. E aí ele fazia, ele Mostra uma coisa mais ele botava mais um feature feature, né? Uma feature, uma funcionalidade, uma funcionalidade do do de um produto da Apple, do iPad, do iPod, do mais
uma surpresinha do iPhone, né? Aí ele ele tava indo embora e ele voltava. One morf, cara, você imagina esse gatilho que passava pra turma da Apple, né? Ou seja, no seu desenvolvimento de produtos, tem mais mais um até onde a gente pode ir? Até onde a gente pode ir pouquinho a mais. Dólar a mais, né, Sal? Pouquinho a mais. Pouquinho mais. Putz, que lembrança boa, Salomã. Isso daí dá para pegar a carona inclusive na Então, a primeira estrutura é o gatilho. A segunda estrutura o autor chama de despertar o desejo, né? Algo do gênero, né?
Se bom, é é craving, né? Eh, despertar o desejo, né? Então eu eu gero o gatilho e desperto desejo. E também tem história boa da Apple, né? Ums dos artefatos poderosos da cultura da são os eram ainda são, né? Mas Sobretudo quando o Stef Job estava vivo, né? Copiado por todos. Todo mundo faz, mas ninguém faz como os eventos de lançamento de produto. Esperado, esperado. Parecia uma final de de Libertadores, né? Não há dúvida. Salibão era desejado, ele era esperado, né? Salibão? Que que ele fazia? Como eh eu não, eu não, por mais que eh
esses novos, olha, o que não que não falta são grandes inovações no mundo atual, né? Eh, e todos eles vão fazer, Mas ninguém tem aquela aquela ninguém ninguém tem aquele gatilho do Chip Jobs, né? Não tem é muito não. E assim, despertar o desejo quando ele conseguia, né, Saliban, porque é aquilo que você falou ali, o brilho nos olhos, a narrativa que ele construía, todo mundo ficava esperando alguma coisa, né, Salibon? Eh, aí eu faço até um convite à amiga, o amigo que tá nos acompanhando, faça uma busca, tá tudo disponível na internet, faça uma
busca. Veja lá, Eventos lançamento da época, você vai ver como ele cada fala era construída, né? Eu lembro daquela que você usa às vezes do lançamento do iPhone, onde ele mostra faltava o teclado nos outros celulares. Aí ele vem, faz tum, todo mundo fala: "Oh, ele era um mago para Então eu tenho o gatilho e depois eu desperto o interesse, né? É outra etapa". Ele colocava de um jeito que a concorrência simplesmente derretia nessa boa. Ele falava, ele ele botou, ele Botou os as quatro marcas, né, todas elas com seus devidos teclados e falava assim:
"Os teclados vão estar aí querendo você ou não, eles vão estar aqui e você não vai conseguir fazer mudança nenhuma por causa disso". Então eu resolvi o problema. A tela é inteira e eu consigo fazer as adaptações e transformar o iPhone no que virou nessa. Olha que exemplo excelente nessa. Percebe como desperto o desejo. Eu quero ter um negócio desse. Aí ele Diz, qual que é o hábito que ele que que que ele deseja? O hábito de ter um desejo para adquirir o aparelho da Apple. Percebe? Ele faz isso intencionalmente. Então, além do gatilho, um
dos componentes do hábito atômico, né, é você gerar o interesse, né, o desejo fica melhor, né, Salibão. Exatamente. E aí nós vamos pro terceiro. E aí você vai fortalecer esse sistema com o terceiro terceiro componente que é a recompensa, né? Quer Dizer, oferecer uma recompensa clara para fortalecer esse hábito. E a gente tem vários exemplos, não é? desde exemplo de empresas eh clássicas que recompensam não só com remuneração financeira, mas recompensam aqueles que adotam comportamentos e hábitos adequados explicitamente contaminando ou contagiando toda toda todo o ecossistema da organização, né? Ah, com certeza, Sandrão, hoje, eh,
com os produtos, serviços ficando rápidos, cada vez de Uma maneira mais ficando obsoletos de uma forma cada vez mais rápida, Sandrão, é impressionante como todos os dias a gente precisa est inovando para não ser engolido pela pela concorrência, para não ser engolido até por alguém que não é concorrente, né, Sandrão? Não há dúvida. Então, a única maneira de fazer isso não é simplesmente e temos que inovar, mas como inovar, né? E e essa inovação não vem fácil, porque as empresas durante séculos remuneraram Seus colaboradores pelos resultados financeiros e a inovação você não vai conseguir recompensar,
é porque ela demora. Então a pessoa que traz inovação não é recompensada. Então, as empresas têm que mudar esse hábito de uma forma muito eh urgente. S, o que você tá falando é o seguinte, Salibão, muito boa a sua colocação. Quer dizer, se eu quero, ó lá, Salibão, se eu almejo fortalecer na minha organização o hábito Das pessoas pensarem criativamente, das pessoas pensarem, despertar um pensamento original para desenvolver inovações, eu tenho que com intencionalidade gerar gatilhos, né? eh, despertar o desejo e gerar reconhecimento. Concorda? Com certeza. Então, vai, isso vai envolver todo o meu sistema
de recompensa e reconhecimento. O desafio é que você pede para as pessoas terem como é espírito de dono e tratar elas como um Colaborador qualquer. Exatamente. Ó, invadindo aqui o podcast, porque a gente tem uma notícia que não deu tempo de colocar nesse podcast, né, Salibão? Qual é, qual é? Pois é, o nosso podcast ao vivo, né, do que legal do do nosso sócio, falando sobre o nosso livro, né, Arte fazer perguntas transformadoras, que é um trabalho que Sandrão e eu já viemos fazendo já há vários anos, né, que a gente acredita muito no poder
da pergunta, a pergunta certa, né? Pergunta Certa. Pergunta certa, negócios prósperos. Pergunta errada, falência, né, é isso aí. Que tal você participar de um podcast ao vivo? Você pode mandar sua pergunta, a gente vai responder, vai interagir. Nosso primeiro podcast ao vivo, Salibão, ó, 10 de julho. 10 de julho, ao vivaço. Você vai entrar, poder mandar sua pergunta, interagir e nós vamos trazer um conteúdo de primeira, uma hora de conteúdo orientado ao nosso livro, onde a gente vai desvendar toda Essa lógica. É conteúdo de primeira linha sobre perguntas e você vai poder fazer a sua
pergunta, já que é de perguntas, né, Salbom? Então, aí, ó, já põe na sua agenda, já reserva aí 10 de eh julho, junho, junho, junho, agora, mês que vem, mês que vem, às 20 horas, 10 de junho às 20 horas. Aqui você vai acompanhar no YouTube o nosso podcast ao vivo, vai poder interagir em tempo real com a gente. Não perca no YouTube aqui no canal Gestão da Amanhã, 10 de junho, 20 horas. Imperdível, né, Salibão? Eu recentemente tava numa discussão aonde eh até num conselho que eu tava só sendo fui um convidado, contratado como
conselheiro convidado ali naquela discussão. Não, não, mas a gente tem a possibilidade de da pessoa ser sócia, beleza, mas é com ponto 3%. falei, não é, não é sobre isso. Acho que ponto três, você, lógico, de uma organização gigante seria muito, mas não é o caso. Ponto três, você desenvolve é Sim um aspecto simbólico, mas no aspecto prático, ele não vai sentir sócio. Você concorda? Não, não vai, né, cara? Então tem que ser de verdade isso. E Sandrão, e aqui eh entra a questão das perguntas que nós falamos agora do nosso novo livro, né? eh
que nos chamou muita atenção pelo insite que você trouxe eh lendo a a cartas acionistas da Amazon, né, aonde a Amazon hoje se define como The Company, eh o porquê, a companhia do porquê, sei Lá, não tem nem explicação, né, não tem nem tradução. A companhia do porê, mas não é aquele porquê dos do eh também é o porquê do da do propósito, mas é o porquê que as coisas têm que ser assim. Por que que é tão difícil? Por quê? Porque o sistema de healthcare tem que ser tão complicado, né? E a gente viu
com uma pergunta porque a Amazon acabou dear a Walgreens nos Estados Unidos, né? Porque é é muito complicado para você ir na Walgreens e você eh pedir remédio de Receitas que você defenda, gerar inquietude, né? Constante, né? Exatamente. E essa why, né? Eh, ela vem de duas maneiras. O why, né? como o Simon Cic, que é o porquê, que é o que é o propósito e o porquis têm que ser feitas dessa maneira, o motivo, né? Você inclui esse, se você incluir esse Y company, why culture, né, cultura, dentro desse desse hábito, as pessoas vão
estar se questionando o tempo todo. Você cria o hábito do questionamento, Sandrão, e como consequência uma cultura de inovação e aprendizado animal, cara. É isso, é isso. Totalmente relacionado com o nosso livro, totalmente relacionado. Aliás, a essência do livro, né? E aí vamos, nós pegamos aqui eh a estrutura que o autor nos trouxe de como criar um bom hábito, né? Tá bom entendi a estrutura, como eu crio um bom hábito, né? Então tem algumas referências muito legais aqui, né? O primeiro eh, torne óbvio, né? O tornar óbvio para mim é tão Importante, Salibon, porque eu
vou dar uma um testemunho pessoal, né? Nós, eu, Salibão, temos diversos projetos. A nossa plataforma, felizmente, é uma plataforma, a plataforma Gestão do Amanhã é um negócio hoje punjante, um dos projetos, a gente trabalha com um grupo mais restrito de empreendedores e empreendedoras, que a gente realmente contribui com o negócio desses empreendedores e empreendedoras, né? Eu tenho sido uma voz uníssona sobre uma Perspectiva que para mim ainda é é um espaço que a gente deve crescer, que é assim, por exemplo, Salibão, se eu tenho uma visão, se eu tenho uma visão estratégica da onde eu
quero chegar, então eu quero ser a empresa líder do meu segmento de atuação nesses mercados daqui a X anos. Só tô dando um exemplo, eu tenho que ter um planejamento estratégico com projetos que sejam óbvios para onde eu quero chegar. Concorda? Exatamente. Eu tenho que ter, Eu tenho que ter uma, um encadeamento lógico para saber, tá, como eu vou conseguir fazer aquilo. Aí aquele carinha lá, de repente o o analista de controladoria ou então o analista de crédito fica melhor que tá liberando o crédito, ele vai saber que ele não tá liberando crédito porque a
função dele é aquela. Ele vai entender que liberar crédito no contexto daquele projeto para aquela visão estratégica, ele tem um papel fundamental. Mas o que acontece é Que boa parte das vezes as empresas não dão transparência e tornam óbvio o seu sistema de pensamento estratégico, seu planejamento estratégico e afins. Sandrão, você me lembra de a questão de se tornar a, óbvio, né? Eh, a questão do do papel do Guilhermo Vilas na minha vida, né? Ah, fala. Isso é muito legal. Guilhermo Vilas foi eh o maior eh tenista da América Latina, que ganhou o maior número
de grandes lances, ganhou quatro, gole ganhou três. Ele foi o Primeiro grande sul-americano a ter essa posição. Eh, chegou a ser, ainda tem o debate, estão fazendo as contas, que ele foi número um do mundo em 77, mas não reconhece, mas eles têm mais pontos. O ponto é que eu quando comecei a jogar não tinha dinheiro para ter aula, né? Eh, tênis é um esporte muito caro. E eu usava, eu falei assim, eu quero ser esse cara, entendeu? Então, para mim os hábitos dele, né? Ele era conhecido, Sandrã, ele foi o primeiro cara a Introduzir
a parte física, como ele não tinha tanto talento, ele introduziu o físico. Então, aquilo para mim, né, de de disciplina, eh, de de desenvolver a parte física, de jogar com top spin, aquilo virou para mim um um um hábito de copiar esse cara. E para mim ele foi e eu tive a sorte de encontrar ele depois de que emoção depois de 40 anos em Monte Carlo, né? E e ele ele veio encaminhando na minha direção assim lá você ainda, esses torneios de de grandes lã ou de Masters 1, você ainda cruza com tenistas andando no
no local, né? E e aí ele veio em frente, eu falei: "Gillérmo, ele deu um sorriso para mim, Sandrão, eu falei: "Eu preciso falar para você do impacto que você teve na minha vida. Você foi um hábito na minha vida. Salibão, você que você fez até minha esquerda igual dele. Ô Salibão, você decodificou esse cara. Exatamente. Você pegou o cara. É, eu vou atrás dele. Olha que a referência de Salibon que fenomenal. Eu não cheguei a, Eu não cheguei a ele, mas os hábitos que eu desenvolvi, isso que por tentar ser como ele, foram fundamental
pra gente tá aqui agora. Sandra, isso que ia falar. Te levaram a alta performance. Exatamente. Olha que interessante. A partir do momento que o Salib conseguiu tornar óbvio todo aquele algoritmo para usar uma terminologia de hoje, né, Salomã, o algoritmo do Vilhas, a próxima vez que ele tornou óbvio aquilo, ele influenciou O salibe por meio de analogias, né, o benchmarking, a você ter hábitos que lhe tornem um profissional, um indivíduo em alta performance que estão até hoje presentes, né? Sim. Muito interessante, Andrão. Um dos hábitos dele era treinar muito. É. E aí você também treina
muito. Eu eu overtrain. Eu treino demais, Sandrão. Mas eu não ligo porque graças a graças a ter, né, depois de algumas próteses, né, sete cirurgias, eu não, eu não me arrependo, Sandrão. Eu fiz o que tinha que fazer. Sim. E e aquilo lá eh me deu os hábitos para mudar de de de cenário, para implementar esses hábitos que eu desenvolvi de treinamento numa quadra de tênis para o mundo empresarial. Nossa, como empreendedor. Exatamente. Euúv, você me conhece, eu tenho muitos hábitos. Muitos e hábitos de excelência. Não há dúvida. A gente na HM desenvolveu grandes hábitos.
Hábitos de excelência. que exemplo vibrante, Salemão. É Isso aí. Então, ó, tornar óbvio, segunda perspectiva, segunda, segunda sugestão, tornar atrativo, né? se tornar atrativo, de novo, a gente volta no sistema de reconhecimento e recompensa, né, Salibão? E aí eu só trago um elemento que é importante, tá falando sobre isso ontem com CEO, as organizações se acostumaram a falar sistemas de eh eh recompensa muito relacionados a um único atributo financeiro. Então, vou aumentar salário E tal. E é interessante isso porque quando eu falo em tornar atrativo, eu tenho que trabalhar uma um um um uma perspectiva
racional, que sim, é financeira, mas uma emocional. E a conexão emocional é fundamental. Então, dar palco, que é uma terminologia muito usada, ou seja, dar visibilidade também é tornar atrativo um hábito, né, Salibão? Fortalecer quem tá tomando esses hábitos atrativos, ou melhor, os hábitos adequados, é uma Forma de potencializar o hábito, né, Sandrão, quem faz muito bem isso aqui no Brasil é o WF food. né? A gente tem hoje a questão da grande discussão da geração Z que demanda isso, que demanda aquilo. Que que o iFood fez? Ele construiu um um ambiente de trabalho diferente.
Nós somos quando nós fomos visitar o iFood, pessoal, para quem não foi, você não sabe se você tá num escritório, num clube ou numa discoteca. Exatamente. Ele tornou atraente. Tornou Atraente. Adivinha o que acontece? que eu falei com a nossa amiga Alessandra Ferrari, fal assim: "Qual o turnover daqui?" Principalmente da moça, da moçada da geração do Z. falou muito baixo, baixíssimo, muito baixo. Então não adianta você querer mudar os hábitos dos colaboradores e falar que a geração Z vai ter que trabalhar que nem a geração nossa se você não fizer alguma coisa, a respeito, Sandrão.
E os locais de trabalho hoje ninguém tolera o local De tipo trabalho chato. Eh, porque as pessoas passam o tempo todo, as pessoas cresceram de uma maneira diferente. As empresas hoje todas elas têm que repensar o seu próprio local de trabalho para criar hábitos. Exato. Para que essas pessoas não vão embora. Que que te adianta, Sandrão? O quanto custa um auto turnover para uma empresa, Sandrão? Não, então as pessoas não calculam, as empresas não calculam. E eu vou te falar mais, eh, nós temos um desafio hoje que A gente tem enunciado, eu tenho até um
podcast sobre isso, né? Sobre o home office, tá? Então, pensa comigo também, eu criar uma um ambiente que seja gostoso, atraente, é uma forma de eu tornar mais atraente a visita a empresa, engajar mais as pessoas do meu negócio. Tem, eles tem dois, pelo menos naquela, naquela área que nós fomos, dois barmands, né? É baristas. Baristas, né? Dois baristas, né? Não, não barman, porque não serve bebida alcoólica, mas Lá tem bebida alcoólica também, né? Expediente. É, expente, mas eu pedi um chocolate frio, né? O cara olhou para mim e falou: "Senhor, o senhor quer com
bastante chantilly?" Olha, olha que cuidado. Você acha que eu vou querer trabalhar em algum outro lugar? Algum outro lugar. Só falta entregar pizza que deu vontade de ligar pro nosso amigo Diego Barreto e fala: "Digo, tem uma vaguinha para nós aí cara ficar aqui no cantinho, né? Excelente aqui o que acontece. Esse local estimula a criatividade das pessoas. Evidente. Você não consegue ser criativo no mundo que necessita como nunca ter a criatividade no local chato. Não vai acontecer. Não vai, a inovação não vem, você não obriga ninguém. Se você bota no ambiente, ela num ambiente
de crescimento, coisas incríveis começa acontecer, né? Nossa, excelente. Você que conteúdo bom. Então, ó, tornar Atrativo. Então, primeiro nós falamos eh tornar óbvio, tornar atrativo. O terceiro é muito bom, tornar fácil. Eu vou dar um exemplo que eu tenho dado inclusive nas nossas aulas, tudo o reciclo, né? Eu tava lendo que a a Valesca, minha esposa, né, Salibão, ela é especializada em transtornos alimentares, então a gente sempre tem interesse conversar com ela sobre esse tema. Ela mostrou uma coluna muito boa do nutricionista e ele contava a Seguinte história. Olha que óbvio essa história. Olha, vou
imaginar que você chega do uma um dia estressante em casa, tá preocupado em ter um hábito de uma dieta mais rigorosa, mas chega em casa depois de um dia puxado, pesado, você vai lá, abre a a geladeira, não tem nada, só tem junk food, né? Só tem eh lixo, mas coisas que te dão um prazer momentâneo. Aí você fala: "Não, vou cozinhar algo". P vai dar um baita trabalho, você tá cansada, cansada e Tal. Mesma cena. Imagina a mesma pessoa estressada e chega, abre a geladeira, tem um um frutinha cortada, um legume spray preparado, né?
Um um um um prato saudável que só vai colocar ali na na no fogão ou no aquecimento. Tá pronto. Percebe? Então, qual que é a ideia aqui? Torne fácil o hábito favorável, porque se você tornar difícil é um obstáculo. Então, em que medida eu tiro a fricção? que a gente fala muito, né, o atrito para as pessoas fazerem os hábitos que a Gente deseja de forma fácil nas organizações, né, Salivão, Sandrão, aí entre entra inteligência artificial, né? A inteligência artificial hoje ela pode nos ajudar a criar hábitos de uma maneira muito mais fácil do que
era no passado, né? Bom, Luciana, minha esposa sempre teve uma batalha dura com inglês. Ela fala fluente espanhol, morou, morou na Argentina muitos anos, mas é aquela coisa e tinha professor particular e tinha isso e tinha aquilo e e com uma Evolução muito muito curta, até que aparece o do língua. Do língua né? E aí você aprende o você aprende inglês de uma maneira fácil, fácil. você você aprende inglês em pequenas iniciativas, que é o que nós vamos falar para fazer grandes mudanças, você começa a pegar pequenas iniciativas e mais você escolhe o tom de
voz da inteligência artificial. Você quer uma pessoa com voz de garoto, vai o professor com voz de garoto, vem. Você quer eu, né, só de só de Brincadeira, ela escolheu de uma mulher deprimida. A mulher chega assim: "Hello, fala help". Mas assim, cara, dá uma dá, você morre de rir e fica atraente, não é verdade? Fica atraente. Cara, a evolução dela com o Lingo sem professor físico foi de uma maneira incrível. E fora que ins e fora que você conversa, ela te corrige, cara. É muito de novo aí. Aí o que acontece? Tá o tempo
inteiro falando com o Don e você vai passando de estágio Poderosíssimo. A inteligência artificial. contribuir para fortalecer hábitos por ser fácil. Lembro, eu lembro, eu lembro das minhas aulas na uma escola de inglês, eu não vou falar o nome, quando era moleque, né? Você tinha 10 crianças e a professora The Book is on the table, né? Doia, doí, doia, doí, rodava, depois voltava good morning, rodava. Cara, como é que você vai aprender um idioma desse jeito, Sandrão? Doía. E a inteligência Social tá aí e tá aí para criar bons hábitos de saúde também, Sandrão, para
te lembrar de saúde, da questão eh eh a inteligência judicial é uma parceira agora em tudo, né? S ó, mas eu tive insite você falando sobre as perguntas. Sim. Como se a gente quer, vamos lá, baseado na nossa tese, nós todos temos que ser exíos perguntadores e perguntadoras. Como eu desenvolvo esse hábito? Fazendo perguntas para inteligência artificial. Sim. Teste, faça perguntas provocadora, crie o hábito de fazer perguntas. E aqui tem, ó, aliás, nesse livro, no final, você tem um monte de framework, framework, né? Um monte de modelos que a gente fez para dar estrutura de
como fazer perguntas. Tem tem mais de 12, eu acho, estruturas. Vai perguntando para inteligência artificial. Quero fazer uma apresentação paraa diretoria sobre o tema X, mas não faça pergunta óbvia. Estimule Perguntas profundas. Olha, eu quero evidenciar esse tema. me traga baseado na sua base de dados outras referências. A inteligência artificial torna o hábito de fazer perguntas mais fácil. Muito bom. Como a tecnologia ajuda a fazer as coisas mais fácil. Exatamente, né? E é uma parceira, né? Quando a gente fala de hábitos aqui, Sandrão, não só não são hábitos só empresariais, né? Nós temos hábitos alimentares,
temos hábitos eh Psiquiátricos de questão de dependência química, eh tem todo quanto tipo de de hábitos, né? drogas, por exemplo, e a inteligência arcial quando bem usada, ela pode ser um baita parceiro para você criar novos hábitos, né, Sandro? E ó, bom, é legal que o quarto elemento que ele coloca aí, né, da dessa é só fazer uma observação, Sandrão, sabe o que é interessante? Por exemplo, né, a Luciana eh ela ela é especializada em saúde mental e eu vejo, né, eh você tem lá o Paciente que vai lá tratar com a com a a
médica ou com o médico e depois ele recebe um monte de conselhos e depois ele tá sozinho, tem, tem a família, inteligos, entendeu? Interessante. Interessante, né? Por isso que os médicos, médicas aprendem bastante inteligência arcial para ajudar na própria cura para seus pacientes criarem melhores melhores um aliado. Tem que ser um aliado. É como se fosse um assistente pessoal, o personal assistem, né? E aí, Ó, pegando a Corona, no seu exemplo do inglês, é muito bom porque o quarto elemento, né, que ele coloca aqui das como criar um bom hábito é tornar satisfatório. São as
recompensas. E o exemplo que Salibão deu do inglês é ótimo, porque na medida que é Luciana desenvolve esse hábito que ele é um hábito, aliás, ele cumpre tudo do olingo, né? Ele é óbvio, ele é atraativo, ele é fácil e ele dá recompensa na medida que ela começa a Aprender a falar inglês, sim, o hábito se retroalimenta e e a própria inteligência elogia você. Então, e o e ela falou: "Pô, tô falando, eu tô entendendo". Então, é fundamental. E aí tem uma tese, né? Eh, Salibão, então eu tava fazendo essa pauta fica claro, né? Para
você criar um hábito, Salibão, eh, tem que gerar uma, tem que ter um resultado positivo para você, cara. Se não tiver um resultado positivo, bacana que você baseado nos Teus hábitos, você ensina eh a inteligência arcial também desenvolver hábitos para te ajudar. Ela vai te aprender, ela vai aprender. A primeira coisa que a nossa inteligência artificial lá, a nossa deprimida, fala assim: "Ai, Luciana, how is Clara?", né? Como tá clara a nossa chiua. Sandrão, ela pergunta a nossa chiua. Isso é pan. Então, ela é desenvolvida intimidade. É, então aquilo que o nosso amigo Walter Longo,
né, fala que a Inteligência artificial não é não é você dar comandos, né? É você aprender, é aprender um com o outro, né? É. E a tese que a gente tem trabalhado, você me trouxe ela do mega self, né? Como a inteligência artificial faz com que o indivíduo seja um mega self, né? Ele cria hábitos hábitos para se tornar um um ser humano infinitamente melhor, né? Atômicos atômicos, né? E aí e eh é bacana o atômicos e mega self, né? E mega selfie. São as absurdos. Então, Quer dizer, vamos entender, vamos resgatar aqui a tese.
A gente goa, sempre quando a gente tá trabalhando o livro, a gente gosta de trabalhar a tese. Então, ó, só torne esses hábitos óbvios, atraentes, fáceis e simples e satisfatórios, né, com intencionalidade. Então, se você deseja fortalecer um hábito corporativo, que é fundamental para fortalecer um comportamento institucional, para mobilizar sua cultura, você tem que cumprir, sugiros, Sugerimos, orientamos, baseado nessa tese, cumprir essas quatro lógicas. Quer dizer, como eu torno ele óbvio, atraente, fácil e satisfatório. Como você vai fazer isso? Por meio de rituais. Rituais, bão, rituais claros para desenvolver essa tese. Nós citamos um monte
aqui, né? Que rituais você desenvolve para fortalecer essas teses, né? Nós falamos numa empresa que é a Amazon e um líder que é o Jeff Boss que usa e abusa dos rituais, né? Sal bom Cara, ele tem a manha que se transforma em hábitos. Se transforma em hábitos. Não, impressionante quando você ouve eh os profissionais da Amazon falando em diversos vídeos e eles estão muito alinhados. Muito alinhados. Muito alinhad. Todos com hábitos parecidos. Eles são pessoas diferentes. Não é porque você tem hábitos iguais que você é uma pessoa igual a outra. naquele local de trabalho,
você precisa desenvolver hábitos que fortalecem a Cultura, fortalecem a maneira de pensar daquela empresa, né, assim, que foi definida como que que estabelece na sua cultura, expressa na sua cultura, que é a cultura ideal. Exatamente. Agora vamos falar para finalizar, como eliminar um mau hábito, né, Salbão? Também essa aqui tem quatro coisinhas legal porque eu tenho que eu tenho que vamos lá eu fortaleço o hábitos que eu desejo para virar comportamento desejado para fortalecer um traço da minha cultura e Enfraqueço o que eu quero enfraquecer para melha cultura onde eu desejo, na intencionalidade. Agora, Sandrão,
você tem que tomar muito cuidado, porque um hábito do passado, ele pode ser não um bom hábito do futuro. Ah, muda, né? Você viu o que aconteceu? Não, a gente estuda profundamente a transformação da Bev, né? Sim. E quando nós somos nós fomos aí convidados a fazer uma diagnóstico, né, nós percebemos que os hábitos, que eram Os princípios, 20 princípios que levaram a empresa a ao sucesso no passado não funcionavam bem para o que vai fazer a empresa ter sucesso no futuro. Então, eh, a empresa teve que criar novos hábitos e se você não reconhece
a hora de você mudar esse hábito, você pode ficar, bom, custou 150 bilhões de dólares de valuation parav entender que ela precisava criar novos hábitos. Olha que coisa como é como é difícil, né? De novo, o mau hábito não é aquela Não é aquela coisa que só faz errado, né? ou ou ou simplesmente você come demais. Se você, sei lá, uma coisa antiética. Não, você pode ter hábitos que deram certo hoje, até hoje, que não vá dar certo no futuro, né? E como é difícil mudar esses hábitos, é por isso que se é tão difícil
mudar esses hábitos, é por isso que eu tenho que ter intencionalidade para enfraquecê-los, porque ele não vai embora sozinho, né? Então, quais são essas estratégias que o Autor cita, o James Clear cita? Por exemplo, torne invisível, né? reduza o acesso ao gatilho negativo. Então, desenvolva alguma iniciativa que faz com que torne esse mau hábito invisível, né? Eu lembro que o nosso amigo finado Eduardo Bomângelo, na Brasil Prev, né, um querido amigo, um grande amigo, um grande palmeirense. Sinto muita falta dele, né? cara, cara, incrível, incrível. Nos deixou muito fe, Presidente de várias empresas, várias empresas.
Quando ele estava na Brasil Prévia, eu lembro que uma vez eu fui visitá-lo, nós visitávamos muito a Brasil Prévia, né? E eu saí por volta das, a reunião acabou se alongando e alguém falou: "Ó, vamos acabar porque se não acabar até as 19 horas, as luzes aqui se apagam e pronto." Por quê? Qual que era o objetivo do bom Ângelo com essa Determinação? Extrair um hábito que ele tá percebendo que era negativo das pessoas ficarem trabalhando até altas horas. Sim. Então o que ele fez? colocou um gatilho às avessas para tornar esse hábito invisível e
eliminar esse hábito. E aí isso funciona tanto na forma prática que as pessoas sabem que eu não devo, não posso, mas também simbólica. Mostra que a organização de fato tá preocupada em eliminar aquele aquele hábito inadequado, né, naquele contex. E Um dos hábitos inadequados, André, eu já sofri a minha vida inteira com ele quando eu tava na HSM, é o hábito de fazer grandes reuniões e reuniões que não tinham duração, né? É, isso veio mais tarde depois que eu havia vendido minhas ações, pessoas novas com hábitos diferentes, né? Reuniões intermináveis, intermináveis, assim, até hoje eu
sou meio, tenho tenho tenho, eu sou meio e assola muitas. E aí, lembra do nosso nosso querido amigo Gal, né, que foi o Lendário CEO da da Henner, e levou a Henner a ser a Mor, sem dúvidas, maor empresa de moda do Brasil, sem dúvidas, que ele tinha na porta dele escrito: "Pense bem se você realmente precisa essa reunião." Olha que hábito, hábito invisível, né? No fundo, né? Sim, sem dúvida, Salibão, sem dúvida. Para diminuir aquar aquele hábito invisível, ou seja, extraío daquela relação. Perfeito. Você vai querer uma reunião se você não precisa da reunião,
não há Dúvidas. E aí você sistematicamente repete para criar o hábito que você deseja. Você imagina quando você é se de uma empresa, quantas vezes você é interrompido, né, Sandro? Quantas reuniões dessas, se você não for, pessoas ligam para você para falar uma coisa que não precisava falar, que não precisava falar, né? E aí tem esse, então esse é o primeiro. O segundo, torne aquele hábito pouco atrativo, né? E aí, se a gente fala de sistema de Recompensa para recompensar hábitos desejados, eu tenho que ter um sistema de consequência para os hábitos indesejados. Consequência mesmo,
né, que a gente fala desde questões éticas que elas não deveriam ser negociáveis até questões de hábitos indesejados que depois de feedback não acontece. Eu tenho que tomar. Se você não tem um sistema de consequência, o hábito indesejado ele se perpetua, Salibão, porque às vezes ele dá resultado no Curto prazo, entendeu? Ele vai se perpetuar. Eu tenho que ter proativamente uma ação orientada a isso, né? Exatamente, Sandrão. Eh, eh, é um dos dos eh hábitos eh como eliminar um mau hábito. Fundamental, né? A questão de torná-lo pouco atrativo, né, Sandrin? Consência. E o o terceiro
penúltimo aqui é tornar o hábito difícil. Esse é muito bom, né, Salivão? Esse é muito bom. E aí, vamos voltar na Amazon, né, quando você falou de reunião, né? Acho que é Muito bom. A Amazon todos sabem hoje é evidente que com a Amazon cresceu muito, esse comportamento não tá estabelecido uníssono em todo o sistema, mas nós temos temos a o próprio Jeff Bezos, né, e e afirmando isso, a prática das reuniões da Amazon. Veja, eu não tô falando que funciona para toda empresa, que fique bem claro, tá dando a referência da Amazon. para outra
empresa. Isso pode ser uma besteira, mas a Amazon, qual o hábito indesejado que Ele gostaria que ele que ele almejava excluída daquela cultura? As reuniões intermináveis sem uma proposição clara. Que que Jeff Besos fez? E depois só você pesquisar, tem inúmeros vídeos do Beszos falando sobre isso. Eliminou os PowerPoints. Sim. Aonde o autor da reunião ele tem que fazer uma a pauta da reunião, um press release, ele chama de press release, né? Sim. que é uma uma uma em uma lauda, cumprir todo o roteiro da reunião e Distribuir antes pra galera, né, Salibon? Principalmente com
relação a inovações, né? Qualquer colaborador na Amazon, colaboradora, podem trazer uma inovação, contanto que seja no framework de hábitos da Amazon, né? Sim. Que são seis páginas escritas, né? Muito bem, muito bem definida, não ser PowerPoint, que ele ele acha que o PowerPoint é um instrumento de venda, né? E com várias respostas, né? aquele f eh frequently asked questions, né, FAQ, né, com as Perguntas mais recorrentes respondidas, tá certo? E aí, baseado nisso, eles vão ver se aquela inovação vai pra frente ou não. Nesse caso, qual o hábito que ele quer eh qual o hábito
que ele quer eliminar a chuva de 10, sem consequência. Exatamente. Lembra aquilo que você falou? Quer levar o teu pensamento, Candrão? Eh, e aí entra a parte cognitiva. Eu eu tô estudando muita questão de como você aumentar o poder da a de eh como você aumentar a a Seu poder cognitivo, seu poder cognitivo cada vez mais. Isso é fundamental, né? E a gente viu o que aconteceu na China, estão falar da China agora. E eu fiquei espantado, comecei a entender, Sandrão, como é que eles conseguiram num num num período de 40 anos tanta evolução. Sandrão,
o foco desde o primeiro dia há 40 anos atrás foi aumentar o poder cognitivo do do do chinês. Sandrão. Tanto que existe esse padrão eh que é uma política de estado da forma. Não, Não importa. Mas tanto que existe uma não é uma análise política, pelo amor de Deus. tem uma política de estado de fortalecimento das formações técnicas em exatas. Exatamente. E aí aí entra Sandão, que eles trouxeram de volta o como é que chama? O Confúcio, né? É. E o Confúcio lá atrás, quer dizer, eles meio que, apesar do Malt Setung, ainda tem um
papel importante, mas eles deram uma substituída no Maltetung, introduzindo Confúcio dentro das escolas, né? E o Confúcio falava, né? Se você eh se você quer ter sucesso por um dia, eh plante grãos, né? Cultive grãos. Se você quiser ter sucesso por 100 anos, cultive pessoas, né? E foi exatamente que o governo chinense fez, né, Sandrão? Pessoja, isso é um artefato. Tirou 800 milhões de pessoas na pobreza em 40. Nunca na humanidade país nenhum fez isso. Ponto. Não estamos falando de política, não estamos falando vocês culpiam o logo do McDonald. Nós estamos Falando de trazer 800
milhões, pessoal. Nós estamos falando de quatro, não, três BRAS, três países como o Brasil. Quatro, quase quase quatro. Quase quatro. Só porque esse Não para, né? Ainda tem mais, ainda tem mais 500 milhões para tirar, né, Sandra? É. E claramente trabalhando isso como hábito, né? São inclusive é uma, é, é muito muito da cultura oriental, né? Sem pressa. Sim. Exatamente. Step by step, né? Muito bom. Então, eliminar torna Invisível, torna pouco atrativo, torna difícil e insatisfatório. Para finalizar, Salibão, três dicas gerais pra gente matar aqui nosso programa. Vamos lá. Primeiro, incentivar os pequenos ganhos, né?
Que o americano chama das quick wins, né, Salibão, aquelas pequenas vitórias que vai incentivando a pessoa a fazer cada vez mais, né? É, exatamente, Sandra. Acho que o grande erro das pessoas que querem mudar de hábito, né, É tentar fazer tudo de uma vez. Tudo uma vez só, né? Você tá numa dieta e você quer perder eh 20 kg em um mês, quer mudar de ma. Você pode até perder 20 kg em mês, você ganha tudo de novo. Exatamente. Entendeu? Então você tem que ir com os com os quickens, né? E e celebrá-los, né? Celebrá-los.
Celebrá-los. Segundo, identidade em primeiro lugar. Adorei isso. Identidade em primeiro lugar. Quer dizer, eh, qual que é a identidade dessa mudança? E um Exemplo bom aqui que a gente tem é o SAT Anadela. Nós temos aquele programa, nós temos dois podcasts legais aqui, um do Sati Anadela, vai lá na nossa playlist, e a outra do Grove Mindset, do Mindset de crescimento. O Sat Anadela deu uma identidade pra mudança de hábito que ele gostaria, o growth mindset, né, Salbon, ele usou isso como metáfora, né, para mudança, né? Ex. E e um dos itens lá que ele
fala do Grove Mindset, é dizer, é do crescimento da empresa, da do Crescimento do negócio pro crescimento do indivíduo, das pessoas, porque se se a pessoa crescer, naturalmente a empresa cresce. Sandr, olha a identidade que ele criou, né? eh, de uma empresa que sabe tudo para uma empresa que aprende tudo, ele gera identidade na mudança, né? Ele ele ele nomina ela, né? E finalmente o foco no sistema, né? Isso acho que é um dos elementos essenciais. Salibon mandou muito bem, né? num da dos trechos aqui Que ele falou um negócio de hábito, não é só
um hábito aqui, um hábito aqui, você tem que criar um sistema com intencionalidade, com artefatos, rituais, processos para fortalecer os hábitos que você deseja fortalecer, que vão levar a sua organização adiante com pessoas em alta performance, enfraquecer aqueles. Então eu tenho que criar um sistema, um sistema de disciplina, né? Um sistema disciplinado que as pessoas têm que cumprir, não tem jeito, né? Você Pode ser da geração Z, pode ser da geração A, pode ser qualquer geração, mas a gente tem que ter uma linha unificadora para juntar todo mundo. Aqui funciona, senão vira uma zona, né,
Sandra? Se a gente for ceder pra geração, eu lembro que teve uma empresa que eu conheci lá alguns anos atrás que eles tinham eh cinco gerentes de recursos humanos, cada um dedicado a uma geração. Ah, não. Imagina, imagina a reunião, né? Com certeza o gerente da Geração Z com as suas demandas, o gerente da geração Y com as suas demandas. Só fortalece a segregação. Exatamente. Mas você sabe que você, lembra que a gente tá no nosso livro de cultura, o novo coro da cultura. Eh, eu posso nominar esse daqui, ó. Eu posso identificar uma cultura
forte como uma cultura onde todos estão unidos em prol de um objetivo e um propósito comum. e uma cultura fraca, onde não todos não estão unidos em prol de um objetivo ou Propósito comum, muitas vezes dirigido pela própria agenda. Pode até funcionar no nível do indivíduo, na agenda pessoal, mas como organização ela não vai adiante. Uma cultura forte é quando as pessoas trabalham umas para as outras. É isso aí. Melhor isso. Uma cultura fraca é quando as pessoas trabalham uma com outras outras, né? Tra. Ó, vamos, vamos lá. Uma cultura forte é quando as pessoas
trabalham umas para as outras. Uma cultura fraca é Quando cada um trabalha por si. Que bom esse ficou bom esse conteúdo, hein, cara? Espero que sim. Espero que vocês tenham gostado, né? Cara, a gente estudou muito aqui. A hora que eu a hora que a gente pensou na questão do do dos hábitos atômic dos hábitos atômicos, né? Não tem como não estudar o Steven Covin, né? Não tem como estudar o poder do hábito. Inclusive tem uma passagem andando o poder do do hábito do Charles Drick, que foi um cara que eu trabalhei, Que foi o
Michael Felps, né? O Felps eu trabalhei com ele, eh, trazendo o trazendo para uma expo, né? Você participou daquela sessão moderada junto com junto com o Bob Bom. E um dos hábitos que ele criou, Sandrão, e era aquela coisa, né, que o o o Bob Boma falava assim: "Controle tudo que pode ser controlado, porque alguma coisa vai dar errado, né? Então, e uma das coisas que podia dar errado num nadador é entrar água no Olho. Isso não, você pode ter o o gago, né? Como é que chama? Óculos de natação. É mais perfeito do mundo.
Vai entrar água. E ele tava no final dos 200 m na borboleta em Pequi em 2008. A hora que ele foi dar a última volta, adivinha o que aconteceu. Entrou água em tudo. Qual o hábito que ele tinha? O hábito era de visualização, que o o o próprio Bowman trabalhou muito com a questão de visualização dele fazer a prova como devia ser e não Como seria, né? E nisso ele já tinha, ele já tinha 21 abraçadas gravadas, né? Sabia que ele tinha que dar 21 abraçadas para bater aquele recorde. Então ele tinha o hábito das
21. Então quando você tem hábitos atômicos, não tem e ele bateu o recorde mundial sem o óculos, óculos, sem óculos, sem aguentar, sem ver, enxergar, esse vídeo tá na internet, quem quiser ver, ele tira o ócul assim, sai um monte de água dele e o cara ganhou a última volta sem Enxergar se não por quê? Porque ele teve o hábito de de de visualizar, treinou a prova, de saber o número de braçadas que ele tem que dar e mesmo nas condições ruins ele conseguiu fazer. Ah, aliás, a gente conta essa história, o Salibon contou essa
história no recente workshop que nós tivemos, né? Você sabe que nós temos hoje um um uma plataforma com seis eventos ao longo do ano, então acho que vale a pena a gente aproveitar esse momento para convidá-la ou convidá-la Pro nosso workshop inovação e ruptura na prática, né, Celebão, tudo que você precisa saber para inovar no seu negócio, criar hábitos corporativos para gerar inovação, uma realidade no seu negócio. Porque hoje inovar não é mais algo acessório, desejável, é imperativo no mundo com excesso de concorrência. E lá a gente mostra por A + B em detalhes como
viabilizar a inovação nos negócios, né, Silon? Com certeza, né? Modelos do passado, né? Como por exemplo, modelos Do professor Michael Porter, né? Que eh que criava uma vantagem que você criava uma vantagem competitiva, né? E aquela vantagem demorava décadas, né? Hoje com a tecnologia essas vantagens competí sustentáveis foram todas derretidas, né? Então, se você não inova continuamente, né, na para obter uma vantagem competitiva transitória, você vai acabar, né, eh, perdendo o jogo. E aí que a gente entra, né, como você eh inovar de uma maneira Eh mais recorrente e mais precisa, né, que 85% das
inovações, das iniciativas de inovações no mundo inteiro dão errado. Sandor é um número muito grande, Sand. Não dá são trilhões de dólares desperdiçados em iniciativas que não vão dar certo. A gente não pode se acomodar com esse número inovação não é só ter uma ideia não. Aliás, ter a ideia parte mais fácil. É lá você vai aprender como executar a ideia, como ter a ideia, como executar a ideia. Um framework de oito Passos que a gente tem do nosso livro, A estratégia do motor 2 de crescimento, masterclass em profundidade comigo e com o Salibão. A
base dele é esse livro aqui, ó. Masterclass em profundidade, aulas de pesadas para que você possa ampliar seu repertório, mas só a teoria não ajuda, só a teoria não rola. Então a gente mostra na prática como viabilizar a inovação por meio da realização de atividades lá mesmo no espaço para você começar a exercitar essa tese para levar Pro seu negócio, mas também convidados. Nós teremos o Bruno Stefan, que foi red global de inovação DAMBEV, que viabilizou a inovação NBEV, foi o primeiro R, né, de inovação DAMB, que até tem um podcast com ele. Nós temos
o Jaime Dias, que hoje é R de uma divisão da MSD Saúde Animal, que tem um um exercício prático de governança, ou seja, como executar a inovação. E o nosso meio o Luiz Gustavo, que hoje é o R de estratégia e inovação da Simed, uma Empresa que tá e foi se dar esse corte, que o LG é um querido e com muita visão prática. dois dias inteiros aqui, ó, dias 13 e 14 de junho em São Paulo. E com nós dois aqui, aí você não larga a gente, porque quem participa do nosso evento fica com
a gente para sempre. A gente sempre faz virou um gestor ou uma gestora do amanhã. Exatamente. Todo mês nós temos eventos nunca mais estaram sozinhos, né, nunca mais. Todo mês nós temos eventos virtuais. Ontem mesmo tive A mão com quase 100 pessoas com fazemos eventos virtuais. o GTX para quem participou do nosso enfim, é um é uma beleza. Ontem tivemos a Alessandra Ferrari, né, diretora de diretor de marketing comunicação do iFood, né, falando dos seus achados no SXSW, né, porque não são todos que vão para lá, né, Sandrão? Eventão falado, ela passou uma hora e
meia conosco mostrando seus achados sobre a perspectiva de uma executiva brasileira, de como tudo que Foi tudo que aconteceu de importante lá, como é que pode ser aplicado aqui nessa? Então, ó, se você quer participar, faça a aplicação, subenta sua aplicação. Vou deixar o link aqui, tem o Qode para você estar conosco. Mas atenção, as vagas são limitadas. Ah, sim. Nunca mais de 60, não mais que 60 pessoas, porque a gente tá junto das pessoas, a gente quer conversar, a gente quer trocar ali no espaço. Muita, muita troca, né? Muita troca. E o a campanha
já tá em pleno Vapor, então sempre restam aí poucas vagas. Eu confesso a você que nem sei qual é esse processo. Beleza, fechou. O livro é Hábitos Atômicos, né, Salomon? recomendação, né? [Música] Olha, eu eu recomendo até três hábitos atômicos, o poder do hábito do Charles do Rig e os sete hábitos do pessoal atualmente de casa. Então, eu acho que a gente vai, a gente vamos fazer uns sete hábitos aqui, vale a pena. É muito bom, Né, cara? É muito bom, muito bom. Então, ó, três livros de referência para você, né? E aí você vai
poder E os três estão em português, né? Os três são em português. E se você não desenvolver um hábito atômico é porque você não quer desenvolver. Depois de ouvir esse podcast, ter acesso a tudo aí o atômico fica pro. Beleza, Salibão. É isso aí, Sandrão. Show. Bora então, ó. Vamos lá. Ah, se quiser o livro tá aqui na descrição. Prévendorar e com a nós Acompanhe sempre. @jessalibineto@sandromagalde. É nós. Sempre na fita. A gente usa o nosso pod inclusive nossas redes sociais para compartilhar conhecimento relevante. A nossa nossa batalha é mostrar que há vida inteligência no
vida inteligente no Instagram. Estamos conseguindo. Beleza? Até a próxima, gente. Ciao. [Música] [Música]