Oi, gente. Boa noite. Boa noite. Me digam aqui se vocês estão conseguindo me ver e me ouvir bem. Comentem no chat, por favor. Eu não estou vendo nenhuma. Sim, Camila já. Obrigada, Camila. E gente, deixa eu até dobrar minhas pernas, fica mais à vontade, porque hoje eu tenho tanta coisa para falar, inclusive tô até com o tarot aqui na Mão, porque a aula de hoje vai ter sim uma relação com o tarô, mas não da forma como vocês já devem ter visto e falar por aí. E antes de começar, antes de falar qualquer coisa, eu
quero agradecer a presença de vocês e dizer que vocês são muito corajosas, né, por estarem aqui, porque eu sou uma filósofa que não foge da verdade e eu gosto de est sempre colocando a verdade à tona, porque eu acredito tanto por experiência própria Como também devido a tantos anos de estudo, que a única forma que a gente tem de transformar uma realidade é conhecendo-a, é encarando frente à frente. Já dizia lá no oráculo de Delfos, né? Conhece-te. Eu acho que essa frase, na verdade, não é nem do oráculo de Delfos. Eu acho que Cristo que
falou essa frase que é o conhece-te a verdade que a verdade vos libertará. Essa é uma frase atribuída a Cristo. E a verdade ela tem um valor Psicológico muito grande. Sempre que a gente se aproxima da verdade, algo em nós se transforma. Por que que é tão importante assim pra filosofia que sempre colocou a verdade como objeto de investigação? E o que é que isso tem a ver com o planejamento, com precisão que nós vamos falar aqui? É que o inconsciente, como diria o Jung, ele é a própria natureza. E a natureza ela não mente.
Então, um dos atributos do próprio inconsciente que tá o tempo todo interferindo no nosso destino é que ele é extremamente verdadeiro. E a verdade, ela tem uma função que é de fato nos libertar. Sempre que a gente encara a verdade, por mais dolorosa que ela seja, algo em nós se transforma e transforma também o destino. a gente tá, né, eh, A gente vive num ocidente onde o ego ele é muito valorizado, onde os ganhos, a matéria, a gente vive numa sociedade muito materialista, né? E aí a gente tem uma tendência a se planejar focando nos
ganhos, nos resultados. A gente olha para uma árvore e só enxerga os seus frutos. E quando vocês topam assistir uma aula como essa aqui, vocês reafirmam o compromisso que vocês têm consigo mesma de encarar a verdade do fato, dos Fatos e também de se engajarem com a responsabilidade diante da própria vida. Porque não tem, mais uma vez, vou repetir, não tem possibilidade da gente transformar uma realidade que a gente não conhece. Ponto. Seja ela uma realidade pessoal, seja ela uma realidade coletiva, a única forma de transformar uma realidade é quando a gente a conhece. E
hoje aconteceu algo que eu achei assim muitíssimo triste, Tragico. A verdade é essa. Eu tenho um uma amiga, né, que ela é uma grande astróloga e ela é certeira, a é boa no que ela faz. e ela fez algumas previsões a nível nacional, a nível global. E ela recebeu assim uma resposta terrível de muitas pessoas, né, de alguns haters. Um até falando que ficou tão nervosa com as previsões que precisou tomar Rivotrio e começou a atacar ela por ela dizer uma Coisa que os astros estão falando. E esse comportamento é um comportamento muito mais comum
na sociedade do que se imagina. Por isso que eu digo que vocês são muito corajosas de estarem aqui, porque eu costumo tocar sempre o dedo na ferida, né? E eu sei que isso incomoda, isso incomoda os nossos próprios demônios. É muito difícil encarar a realidade de frente porque a gente precisa se responsabilizar por ela. Não tem possibilidade de uma transformação sem autorresponsabilidade. Essa semana eu recebi, eu até quero saber, né, eh, de vocês aqui, se vocês são assim também. Eu recebi uma mensagem lá no oráculo da Peti de uma leitora falando que ela quer fazer
muitas coisas e ela não sabe aonde focar, que ela fica assim dispersa e não sabe o que fazer, não sabe onde direcionar a atenção. E aí eu comentei algo lá que eu quero trazer aqui novamente, que é não há foco sem autoresponsabilidade. E a gente não precisa ir muito longe para saber onde nós devemos focar a nossa atenção, o que é da nossa responsabilidade na nossa vida. Eu confesso a vocês, se fosse pelo pelo desejo dos do meu ego, eu queria passar se meses viajando pela China e pelo Japão. Ah, eu adoraria passar seis meses
conhecendo a China e o Japão. Só que isso não se adequa à minha realidade. Agora eu tenho compromissos que eu preciso honrar. Então vai ficar para uma próxima. Se isso é um desejo legítimo meu, eu preciso me organizar tanto a nível financeiro quanto também a nível pessoal, porque eu tenho muito trabalho para entregar. Então eu não posso Simplesmente chegar na minha empresa, chegar na minha equipe e dizer: "Gente, olha, eu vou passar, né, se meses viajando pela China e deixar as minhas clientes na mão, deixar a minha equipe na mão, deixar o meu cachorro na
mão, deixar o meu marido na mão, porque ele, a empresa dele depende muito da presença física dele. Então, sim, é um desejo, eu adoraria. passar se meses conhecendo a cultura Chinesa, japonesa, mas não se adequa à minha realidade agora. Mas nessas eh duas últimas semanas, né, em que eu fui andar de bicicleta, curti o recesso, eu percebi que a minha resistência física, ela tá terrível. Eu tava cansando muito andando de bicicleta e eu moro numa casa muito gostosa e eu tenho uma tendência a ficar dentro de casa. E os exercícios que eu faço não Trabalham
resistência. Eu faço um pilá, eu faço uma yoga, eu faço alguma musculação, mas eu não trabalho resistência, eu não faço aeróloga. E eu senti que uma caminhada que eu dei, que ao andar de bicicleta eu fiquei muito cansada, que o meu corpo tava clamando uma atenção, que apesar de fazer exercício com regularidade, o meu corpo tá precisando demais. Eu tô enferrujada, eu tô cansando muito rápido. E o corpo Não é algo que a gente deve negligenciar, mas a gente negligencia. Eu tenho certeza, né, que todas vocês, assim como eu, sabem da importância de direcionar a
atenção pro corpo. Então, se o meu corpo ele tá pedindo isso, né, tá pedindo mais exercício, é isso que eu tenho que fazer. Ou seja, é uma realidade. Eu não queria, gente, eu não sou uma pessoa atlética, não sou uma pessoa que gosta de fazer exercício físico. Na verdade, eu não Gosto, né? Não é eh não é algo que é natural meu gostar de fazer, fazer uma coisa que o meu corpo pede. E se é uma coisa que o meu corpo tá pedindo e que o corpo de vocês também deve pedir, eu a gente precisa
aprender a direcionar a nossa atenção. Então, na nossa vida, é por isso que quando eu falo assim de planejamento, uma das primeiras coisas que a gente precisa fazer é olhar quais são as esferas da nossa vida que são da nossa Inteira responsabilidade. E aí é isso que a gente vai ver aqui hoje na nossa aula. Só para recapitular como é que vai funcionar o nosso encontro hoje, né, do que essa aula vai falar e tudo mais. A primeira coisa que eu quero trazer para vocês é porque o planejamento que a gente vê por aí, ele
não funciona. O jeito tradicional de se planejar, ele é falho. Ele é falho porque o que ele leva em consideração não é a complexidade do psiquismo humano. ele leve em consideração os desejos do ego. No entanto, quando eu comecei a me aprofundar, pesquisar, fazer formações em psicologia complexa, em psicologia analítica, eu descobri algo assim que, meu Deus, né, me fez entender as coisas de uma outra perspectiva. Porque se a gente dá muita atenção aos desejos do ego, isso causa um Desequilíbrio psíquico e há uma compensação. Eu percebi isso até na minha própria vida. Eu sempre
tive uma tendência desde muito nova, que não é uma tendência saudável, já deixo logo claro, né? que era de buscar a perfeição. Então eu sempre fui sim muito organizada, muito disciplinada, onde é que eu tenho que fazer, o que é que eu tenho que fazer. E eu queria fazer tudo Perfeito. E aí eu percebia que toda vez que eu conseguia chegar perto dessa perfeição que eu criava na minha cabeça, eu tinha uma alteração de humor, eu ficava extremamente irritada e começava a ter conflitos dentro dos meus relacionamentos. Eu ficava muito afetada. A primeira vez a
gente não se dá conta. A segunda vez a gente também não se dá conta. Na terceira, na quarta, na Quinta, eu que costumo ter muita atenção para mim mesma, eu comecei a perceber um padrão. Nossa, que interessante. Toda vez que eu, né, tô assim fissurada em alcançar essa perfeição, o que acontece é que eu tenho uma queda. Eu fico tanto com alteração de humor, um pouco irritada, mais controladora, mais intolerante, como eu também fico eh mais impotente, de repente me bate um cansaço. E isso durante muito tempo foi tema da minha terapia. Eu levava para
análise essa questão. Eu me sentia até injustiçada, né, por ser mulher. Aí fala: "Não, por que que isso acontece comigo? Por que é que eu não consigo, né, manter essa linha reta? e sempre tem uma queda. E aí aconteceu algo que eu achei muito interessante, que a gente vai falar brevemente sobre isso aqui hoje, é que eu comecei a ter Um sonho recorrente. Eu sonhava que eu tinha a faca e o queijo bem na minha frente, mas que eu não podia pegar a faca e o queijo. Não deveria pegar a faca e o queijo. E
era um sonho assim que tava muito recorrente, eu não tava entendendo do que se tratava. E aí, trabalhando em análise, né, esse sonho, eu percebi algo que é o tipo de coisa que não entra no planejamento, Que é o que o nosso próprio consciente quer. O meu sonho, ele estava dizendo que mesmo eu sabendo o que eu deveria fazer para alcançar o sucesso, é por isso que ele colocou a metáfora da faca e o queijo, eu não podia pegá-lo com a minha mão. Ou seja, o meu sonho, ele tava me apontando o caminho que eu
precisava restaurar o meu equilíbrio psíquico, fazendo o sacrifício. E o sacrifício era abrir mão da faca e o queijo, algo completamente contraintuitivo, principalmente porque na nossa sociedade o que se defende é um comportamento egóico, é uma linha linear. Vai lá, faça, conquiste. Eh, se você, né, você colocar assim na sua agenda que você vai todo dia paraa academia malhar 5 horas da manhã, é só ir, né, você colocar lá no seu mapa dos sonhos uma comida saudável, é só comprar comida saudável. Você botar que você quer ler um livro por mês, é só ler um
livro por mês. E a gente sabe muito bem que não é assim que funciona, que não basta querer. É por isso que o modo como eu trabalho a questão do planejamento, ele não visa apenas a matéria. Ele não visa a conquista puramente de coisas objetivas, primeiro porque é impossível. Existe uma força muito maior em nós que Se chama inconsciente. E por mais que a gente se torne extremamente delirante, querendo alcançar tais coisas, um inconsciente ele tem uma lei que é a lei da compensação. Por quê? porque ele quer o equilíbrio psíquico. A nossa vida, para
ela se manter, ela precisa do equilíbrio psíquico. E o inconsciente, se ele vê que tem um Comportamento patológico e patológico pro Yung chama-se exagero. Se o inconsciente ele percebe que o nosso comportamento ele tá exagerado, como o meu que durante muito tempo foi um comportamento hiperprodutivo, hiperprodutivista, ele lança uma compensação que é o oposto complementar. E aí a gente experimenta uma realidade que a gente não gostaria de experimentar. E quando a gente não tem consciência disso, quando a gente não tem consciência de como funciona o psiquismo, o que acontece é que a gente não consegue
sustentar a caminhada ao longo do tempo. Então, a minha forma de fazer planejamento hoje, ela leva em consideração a nossa vida psíquica. E aí, eh, a gente precisa, né, fazer ajustes Práticos. É isso que a gente vai ver também aqui nessa aula, de como fazer alguns ajustes práticos para que esse ano você já consiga ter mais clareza sobre a jornada, porque a jornada ela não é só tentar se ajustar ao que tá fora, é tentar também se ajustar ao que tá dentro. E aí, ó, eu quero até mostrar para vocês o tarô. Vocês sabem, gente,
o que é o tarô? Olha, eu vou logo avisando que essa aula, essa Primeira aula aqui, não vai dar tempo de eu trabalhar tudo muito aprofundado. Então, ela é um recorte do que a gente vai ver lá no workshop do planejamento com precisão. Eu quero mostrar para vocês uma coisa aqui, ó. Duas cartas. Deixa eu ver aqui a carta do louco. Vocês estão vendo que tem um rapaz com um cachorro que ele tá caminhando e que ele tá na beira do abismo? Essa carta aqui é a carta de número não dá para mostrar. Que pena.
É a carta de número zero. É a carta que inicia o tarot. O tarô, os arcanos maiores do tarô, el primeiro que o tarô é uma ferramenta que nos ajuda a desenvolver e ampliar a nossa personalidade. O tarô ele não é um oráculo de adivinhação, ele lê o campo psíquico. E o tarô, os arcanos do tarot, né, essas Imagens arquetípicas, elas falam sobre a nossa jornada em direção a realização. Então, a primeira carta é o louco. O louco representa aquele que inicia, aquele que dá um passo em direção ao desconhecido, aquele que topa o desafio
de construir algo novo para si. O louco somos nós no início do ano. Todos, todas nós no início do ano somos o louco que queremos o quê? A gente quer vida nova, a gente quer prosperidade, a gente quer amor, a gente quer dinheiro, a gente quer boa saúde, a gente tá lá toda entusiasmada, toda entusiasmada para iniciar o ano. Essa somos nós no início do ano. E a última carta, olha só, a última carta dessa jornada, porque é uma jornada de 22 cartas, né? Cada uma fala de uma etapa que a gente passa em direção
à realização. A última é a carta do mundo, que é a finalização de um Ciclo, que é a expansão, que é o fim. Só que o que vocês provavelmente não devem ver aí nos planejamentos, né, sobre como planejar o ano, é a carta da torre, a carta mais temida do tarô. É a carta que simboliza a destruição. É a carta que diz literalmente que a casa vai cair. Quem é que bota aí no planejamento um momento do ano pra casa cair? A gente tem como adivinhar que a casa Vai cair? Quando é que a casa
vai cair? A gente não tem, a gente quer que a casa caia, a gente não quer que a casa caia. Só que depois que a casa cai, essa é a carta eh 16, aparece a carta da estrela, ou seja, você precisa cair, as estruturas precisam ruir para que você possa encontrar a sua estrela. E isso aqui, gente, é de uma Profundidade psicológica tremenda. Quantas de nós só fomos descobrir o nosso caminho depois de um uma demissão, depois que a gente perdeu, né, contato com determinado grupo de pessoas, depois de um divórcio, depois de um fim
de um relacionamento. Ninguém quer, ninguém quer uma demissão, ninguém quer o fim de um relacionamento, ninguém quer, né, romper com as estruturas conhecidas. Quem quer isso? Ninguém. Mas todas nós, cada um à sua maneira, já deve ter experimentado a estrela depois que isso aconteceu. Fala: "Nossa, eu tô tão melhor sem aquela pessoa. Meu Deus, recuperei a minha luz". Nossa, eu nem tava me dando conta que aquele emprego tava atrapalhando a minha vida. E o que a gente não sabe porque a gente acha que a gente tem o controle de tudo, né? E tem uma frase
maravilhosa que foi Dita tanto pelo Freud como também eh pelo Jung. E foi dito assim repetidas vezes é que o ego não é o Senhor na sua própria casa e você não sabe, mas o seu inconsciente ele tá influenciando decisivamente no seu destino. E como já diria o ditado popular, há males que vem para bem. E a gente só consegue perceber isso quando a gente tem uma abertura pro desconhecido, pro inconsciente, pro Mistério da vida. É a capacidade de simbolizar que possibilita a gente ajustar as rotas. Então, o planejamento ele não é sobre a gente
alcançar milimetricamente tudo que a gente colocou lá. no nosso mapa dos sonhos ou que a gente planejou, né? Muito bonito. O planejamento ele é um norte que vai nos guiar, mas a gente não tá trabalhando sozinha. Existem forças invisíveis que estão trabalhando com a gente, tanto o inconsciente como a vida. Então, os planejamentos comuns, eles não funcionam exatamente por conta desse ponto. as pessoas, né, quem que muito ensinam sobre o planejamento, que tem uma uma postura assim mais de coach e tudo mais, que não conhecem sobre o funcionamento do psiquismo, a complexidade do psiquismo, ela
não leva, elas não levam Em consideração o inconsciente. Então as pessoas elas se planejam como se elas fossem uma máquina estável, como se a gente fosse uma indústria, uma máquina que vai ter que produzir aquela quantidade de coisas que se planejou, como se o sucesso ele fosse uma linha linear, mas o sucesso ele não é uma linha linear. Eu diria de verdade que o Sucesso, na verdade, ele nem tem a ver com resultado. O sucesso, ele é para mim a capacidade da gente conquistar, estar bem na nossa própria pele e se manter entusiasmada na jornada.
Esses dias eu assistir Star Wars, né? Vocês já assistiram Star Wars? Star Wars é um filme assim excelente em múltiplos aspectos, tanto numa perspectiva geopolítica como Também numa perspectiva simbólica. É um clássico, né? Eu acho que todo mundo deveria assistir. É muito legal. E olha a quantidade de coisas, né, que acontecem durante a jornada, né, que é assim a jornada do herói, que é feita de altos e baixos para que eles consigam recuperar, né, eh, o poder da galáxia, pelo menos por um tempo. A gente pode representar a galáxia Como a nossa própria vida. E
pra gente recuperar o poder sobre a nossa própria vida, a gente precisa também lutar contra forças obscuras que existem dentro de nós. Ninguém consegue mudar de vida. De verdade, gente, é impossível. É psicologicamente impossível você mudar de vida sem você reconhecer As suas próprias sombras, sem reconhecer o que foi que te levou a essa situação que hoje você se encontra. E aí eu até pergunto a vocês, né? E aí, o que foi isso? Se vocês olharem pra vida de vocês agora, agora, agora, agora, ela tá satisfeita, ela tá boa, ela tá satisfatória? O que de
bom e o que de ruim relacionado à própria personalidade de vocês, Trouxe vocês até aqui? Essa capacidade da gente parar, pensar, refletir, é uma educação da nossa leitura simbólica. E quando a gente aprende a ler simbolicamente a nossa própria existência, a gente ganha autonomia. E aí a gente se aproxima sobre, a gente se aproxima da força. O que é a força, Gente? Sabe o que é a força? Numa linguagem mais assim da psicologia yunguiana, a força é o self. O self no nosso psiquismo é quem mais tem uma quantidade de energia. Ele é como se
fosse o sol de nós mesmas. Então, quanto mais próxima a gente tá do nosso selfie, realmente mais força a gente tem. E essa força a gente pode também nomeá-la De vontade. Você sabe o que é a vontade? Vontade com V maiúsculo. Vontade não é o querer. Vontade é uma quantidade de energia psíquica disponível na consciência para agir. E os planejamentos egoicos, Eles não levam, eles falam de força de vontade do querer. Querer todo mundo quer, quem não quer todo mundo quer. Mas querer não é poder. Quando você tá muito triste, você tem condições de, sei
lá, fazer o que deve ser feito. Por que que isso acontece? Por que que quando a gente tá triste, quando a gente tá deprimida, A gente não tem força para fazer algo? Porque a nossa energia psíquica disponível na nossa consciência, ela tá limitada. E aí a única coisa a ser feita é olhar para dentro, porque a única forma da gente liberar energia psíquica paraa consciência, né, se aproximar da força que existe dentro de nós, do selfie, é a partir do Autoconhecimento. Então os planejamentos que a gente vê por aí, eles não levam em consideração a
realidade psíquica. Eles só visam o ego, o que o ego quer. Iludem as pessoas dizendo, né, que há um caminho linear e que é fácil fazer, mas não é fácil fazer. E o que que acontece? frustração. E eu vivi isso na minha própria pele. Quando eu tinha esse modelo assim, que Eu queria fazer as coisas milimetricamente perfeitas para alcançar o sucesso, eu também me frustrava. Eu não sabia que tinha a compensação do do inconsciente. A gente começa super animada e a gente perde a constância. A gente se culpa por não conseguir fazer aquilo que deveria
ser feito. E a pessoa que ela tá com baixa energia psíquica na consciência, coitada, ela Vai realmente se sentir uma grande merda. Ela vai se perguntar por que os outros conseguem ou não. E aí tem outra coisa também, nossa, que que não vai dar para eu falar aqui hoje, é que nós mulheres, todas nós temos o general interno dentro de nós. E muitas vezes, muitas vezes não, em todas as vezes que a gente buscar a perfeição, esse tirano interior, ele fica mais forte. E toda vez que a gente buscar a perfeição, ele vai produzir séries
de críticas internas. Ele vai dificultar a gente perceber os nossos pontos cegos. Ele vai tornar a gente mais rígida e mais inflexível. E aí a gente não vai entender, porque mesmo fazendo as coisas perfeitinhas, a gente tá tiranizado internamente. Então a busca, inclusive eu tô Escrevendo um artigo científico sobre isso. Quando eu publicar, eu obviamente partilho lá no Instagram para vocês lerem, né, essa relação entre o perfeccionismo e a tirania interior para na psicologia analítica, que é a minha abordagem, né? E aí, cara, a gente tiranizada, a gente vai chutar o pau da barraca, a
gente não vai conseguir fazer, a gente vai dizer: "Não é pra gente". E corre sério risco da gente abandonar os nossos sonhos e achar que a gente tem que recomeçar sempre do zero. Exatamente. Tem até uma outra coisa muito óbvia, né, na da nossa realidade, que não se fala muito, é que a gente tem um ciclo menstrual, né, gente? E quando a gente tá de TPM, a gente tem uma baixa potência para ação. E aí isso acontece comigo direto quando eu, né, tento engatar, Eh, aumentar a quantidade de exercício físico. Quando chega TPM, eu não
tenho muita força para fazer a musculação que eu faço quando eu tô ovulando. Não tem. Aí antes eu passava assim uma semana sem fazer exercício, porque eu não conseguia e eu me sentia fracassada. Hoje eu mudei a estratégia. Ao invés de fazer musculação pesada, que eu consigo fazer na quando eu tô ovulando, eu faço só yoga. Faça um yoguinha, um pilatinhos assim, uma coisa mais leve e aí eu consigo me manter constante. A constância ela não tem que enxergar. Deixa eu perguntar uma coisa a vocês. Vocês estão se reconhecendo nisso que eu tô falando? Vocês
já perceberam isso assim de tentar seguir algo perfeito e perceber que internamente você se sente assim irritada, exaurida, que no meio do caminho quando Acontece alguma coisa, abaixa da energia se sente fracassada. Vocês se reconhecem, gente, na nessas palavras? E a gente tem uma questão muito séria, né, com a busca pela perfeição. É algo muito típico de nós mulheres. A gente passa por cima da nossa realidade. Tanto, olha a Laus, você está descrevendo a minha minha vida. É, eu Nesse momento estou assim. É, e é fogo, né? Porque a gente vive num num contexto político
e econômico que diz que o sucesso ele é uma questão de merecimento, né, de meritocracia e que para você ter sucesso, você só precisa se esforçar e fazer o que deve ser feito. Só que a vida ela é extremamente imprevisível. Surge a sabotadora. Exatamente. Surge a Sabotadora. E é por isso que o problema não é com você em específico. O problema do planejamento, né, é o método. é que o que a gente reconhece por aí, principalmente, que é difundido desse nosso contexto eh neoliberal, essa questão da meritocracia e que nos pega muito, porque nós mulheres,
todas Nós, a gente tem o chicotinho, uma voltada de querer ser perfeita, né? Ser a esposa perfeita, a mãe perfeita, profissional perfeita, tudo perfeito, teu corpo perfeito, te perfeito e a gente tem um chicotinho. E a culpa é um péssimo afeto, né? E a gente se sente extremamente culpada quando a gente não consegue alcançar a perfeição. Só que ao invés da gente fazer o exercício reflexivo, afetivo, Ou a gente chuta o pau da barraca e foge da responsabilidade com a própria vida, que é o que a maioria faz, porque aterrorizante olhar para a própria vida.
Ou a gente aprende a enxergar o planejamento a partir da importância da jornada, assim como o tarô, que tem vários arcanos que tão falando da jornada, olha aqui, ó, por exemplo, um arcano, o eremita. O eremita quando aparece numa tiragem de jogo, ele fala da importância de se interiorizar, de silenciar, de parar, de voltar-se para dentro. Será que no planejamento de vocês que vocês estão acostumados a fazer, o eremita é levado em consideração? Será que o eremita é um fracasso? Será que quando, por exemplo, a TPM, muitas vezes A TPM ela é o momento da
gente trabalhar aqui essa atitude na jornada, o do se interiorizar, de voltar-se para dentro, de silenciar, de se fechar na caverninha. percebe que o próprio corpo da gente produz isso? O nosso corpo nos força a partir da nossa própria biologia para que a gente se volte para dentro. Só que quando a gente tá nesse processo Assim de se voltar para dentro, a gente vê como um fracasso. É ou não é? Tem outro arcano também que eu gosto muito, deixa eu ver aqui, que é o arcano que o pessoal também tem muito medo, que é o
arcano do pendurado. Olha só, ele tá de cabeça para baixo. Não dá para aparecer aí aí na tela, mas as moedinhas estão caindo e o pendurado é o momento de Sacrifício. É o pendurado ou o enforcado. Aqui tá o pendurado. É um momento de sacrifício, de pausa. é onde a transformação psíquica ela tá acontecendo e você precisa parar esse essa atitude aqui do pendurado, né, de ficar de cabeça para baixo, que a gente precisa parar e às vezes ficar assim nessa postura para ver o mundo a partir de outra perspectiva. E na nossa própria jornada,
a vida, gente, ela nos impõe esses momentos. Quando a gente é forçada a parar, a sacrificar o que a gente tava fazendo e a ver as coisas de uma outra perspectiva. Quer ver um momento que eu eu vejo muito como enforcado? a maternidade, lidar com o recém-nascido, lidar com a criança assim de zero a 4 anos de idade, é só sacrifício. Você tem que sacrificar O seu ego, você tem que sacrificar o seu tempo, você tem que muitas vezes sacrificar tudo que você achava que era a vida, do que era educação, do que era a
criança, do que era a maternidade. Porque a criança ela vai te forçar isso. Só que aí nesse sacrifício que parece terrível, tem um ganho, um ganho de consciência. você percebe que a vida é diferente. Você passa a ver a vida a partir de uma outra perspectiva. E às vezes assim eu eu atendo algumas mulheres que são mães, né, com criança pequena e tal, e elas acham que nesse momento que a criança tá pequena, ela precisa resolver. a vida profissional dela e ela fica angustiada porque ela não consegue focar no trabalho, porque ela tá atravessada assim
e tal e ela tá sentindo que ela tá ficando para Trás e ela acha que ela tá perdendo alguma coisa e tudo mais. aquela angústia, né, aquela sensação muitas vezes depreciativa, né, que faz com que a mulher se sinta uma merda, porque só tá só tá muito em aspas, né, se ocupando de uma criança. Isso é uma pressão social, isso é o ideal. Onde já se viu, gente? Se você tem uma criança pequena sobre os seus cuidados, você acha que a sua atenção ela tá ela Deve estar aonde? naquilo que a realidade tá colocando. É
na criança. É na criança. É nesse momento que é o momento que passa também, passa rapidamente. E aí, nesse momento, você tá vivendo o quê? O pendurado. Só que todo mundo vê o pendurado como um grande fracasso, né? Terrível. Igual a carta da torre. Mas o pendurado ele traz pra gente algo que muitas vezes a gente Não valoriza, mas que é a coisa mais importante da jornada, que é uma transformação da nossa própria personalidade. E eu não vou muito me aprofundar aqui nos Arcanos do Tarot porque essa vai ser a segunda parte do workshop do
planejamento com precisão que vai acontecer semana que vem, onde eu quero onde eu quero falar mais minuciosamente sobre esses esses Arcanos e como eles estão na nossa vida, da gente entender eles a partir de um aspecto simbólico, que é o que de fato o tarot é. É, não é assim uma deviação do futuro, não. É uma leitura de cão. E aí eu quero fazer uma pequena atividade com vocês, uma atividade assim reflexiva. Lembrem do momento que vocês fizeram um plano grandioso na vida de vocês e que algo aconteceu Que vocês precisaram sacrificar. precisar experienciar um
sacrifício. E agora tenta pensar o que foi que você que vocês ganharam com isso. O que foi que se transformou em vocês? O que foi que esse sacrifício trouxe de coisa para nossa? Eh, personalidade paraa personalidade de vocês. Por exemplo, a maternidade tem muito sacrifício, mas tem muitos ganhos Também. Qualquer coisa que a gente faça, né, tem ôus e bônus. E é por isso que ao falar de planejamento, eu levo em consideração algo que vocês não vão ver ninguém falando por aí, que são os afetes. Existe um intelectual, um teórico, psiquiatra suíço, o John Blue,
Que ele diz uma frase que norteia assim grande parte do meu trabalho, que é a partir, né, das pesquisas do Bilvo esse esse método do planejamento com precisão, que ele diz o seguinte: a atenção é um estado afetivo. E o que eu espero com o planejamento de precisão é que vocês se demo, de poder abrir mão da culpa, conseguir abrir mão do da busca pelo perfeccionismo E entenderem que a jornada ela realmente precisa ser feita de altos em baixos, porque o que está em jogo é a transformação da personalidade e a nossa atenção, que é
um estado afetivo. Ela ao longo da jornada ela vai direcionar para um local, ela vai direcionar para outro. Quando a gente tá muito dispersa, significa que a gente tá fugindo da responsabilidade com a nossa própria Vida, né? uma pessoa assim que se envolve muito em todos esses assuntos e tendências da sociedade de massa, né, que tá em todas, assim, ela tá sempre se metendo em confusão na internet, né, comentando, discutindo, tá gastando muito tempo envolvida com esses assuntos, com os problemas que só existem na internet, porque eu não sei se vocês já perceberam isso, mas
tem Problema. Eu achei maravilhoso. Eu vi recentemente, não sei Quem foi que falou, olha, tem problema que se você desligar, se desligar da internet, ele desaparece. E é verdade. Só que quando a gente tá imersa numa sociedade de massa, a gente acha que esses problemas eles são reais, mas não é que nem assim, a televisão, a vida tá acontecendo, né? E as pessoas estão vivendo as suas vidas sem serem tão afetadas por essas discussões da internet. E quando a Pessoa ela tá muito envolvida nisso, isso pode ser uma fuga tanto inconsciente quanto consciente da própria
realidade. Porque realmente é muito difícil a gente olhar para nós mesmas e perceber que a vida insatisfatória que nós temos em grande parte é da nossa responsabilidade. E aí a gente se dispersa porque é mais divertido, Porque a vida dos influenciadores é mais interessante. A gente quer saber o que tá fazendo, o que não tá, o que tá comendo, o que não tá. E a gente deixa de viver a nossa vida. Só que o tempo passa e o inconsciente cobra porque não se mete ou não se mente por inconsciente. Em algum momento ele cobra a
conta. E como é que o inconsciente ele cobra a conta quando a gente tá fugindo da nossa Vida? com adoecimento psíquico, com neuroses. Eu gosto de sintetizar o que é, se é muito neurótica, né, de uma forma bem simples. A neurose é o resultado de uma mentira que a gente conta para nós mesmas. E quando a gente tá emocionalmente adoecida, Mentindo para si o tempo todo, a gente vai de fato produzindo ainda mais esse adoecimento que nos paralisa, a gente fica impotente, a gente é tomada por afetos tristes, a gente não consegue fazer mais nada.
E a única forma de sair dessa situação não é resolvendo se tornar um atleta olímpica na semana seguinte, é olhando para dentro. E o que eu quero com planejamento com precisão é que vocês eduquem o olhar de Vocês exatamente como o bu ele propõe, o que é que tá te afetando, para onde é que a sua atenção ela tá indo. Peti, eu tô muito viciada assim em ficar acompanhando as pessoas da internet. A minha atenção tá indo para esse local. O que que isso quer dizer sobre mim? A minha atenção tá me fazendo ruminar acontecimentos
passados. Por quê? Porque esses acontecimentos passados, eles precisam ser trazidos à consciência. É por isso que você tá ruminando e você Precisa olhar para eles com atenção. Quando a gente, gente, tem autoconhecimento de verdade, quando a gente, é, por isso que para mim é a coisa mais importante a gente buscar esse autoconhecimento. A gente libera a nossa energia psíquica dos complexos. Aí ela se volta paraa consciência. É por isso que a gente se sente potente. A pessoa que consegue Fazer o que deve ser feito, independente se faça chuva ou se faça sol, ela tem duas
características fundamental. É o Eugen. Deixa eu botar aqui no chat. Elgen. Ops. Elgen. Ble. Ble. Ele é um psiquiatra suíço. Ele contribuiu bastante pro pensamento do Jung e é ele quem fala sobre a noção do da atenção ela Ser afetiva. E gente, a gente nem precisa estudar o blur para saber disso. É só olhar para nós mesmos. Quando a gente tá triste, onde é que tá a nossa atenção? Quando a gente tá com raiva, aonde é que tá a nossa atenção? Quando a gente tá ressentida, onde é que tá a nossa atenção? Será que a
gente consegue seguir o planejamento? Seguir o planejamento? Se a gente não tem uma educação dessa atenção, não consegue. Então, a pessoa que faz o que ela se propôs a fazer, ela tem essas duas características. Ela é autorresponsável e ela também tem autoconhecimento. Quanto mais potência de agir a gente tem, mais autoconhecimento a gente tem também. Então, se você quer ter potência de Agir, ti, eu quero porque assim, gente, a energia psíquica, libido, que são a mesma coisa, é o tesouro mais importante das nossas vidas. Existe uma coisa chamada economia psíquica. A energia psíquica é como
se fosse o combustível do nosso psiquismo. Se você não tem energia psíquica, você não levanta nem da cama. É por isso que a pessoa que tá em depressão, ela não consegue fazer as coisas. Não é Falta de vontade, não é um problema moral dessa pessoa. É que a sua energia psíquica, ela tá consumida por outros complexos. ela não consegue. É por isso que é tão importante fazer terapia quando se tá vivendo episódios depressivos, porque o autoconhecimento possibilita liberar essa energia para a consciência. Então, quanto mais autoconhecimento a gente tem e mais, e assim, a gente
só produz Autoconhecimento com autorresponsabilidade. Autorresponsabilidade leva ao autoconhecimento e autoconhecimento leva a autorresponsabilidade. Aí é lindo. Isso produz na gente esse combustível. E aí a gente consegue fazer o que deve fazer, faça chuva ou faça só. Então, como é que vai acontecer? Por exemplo, o próximo workshop, a gente vai ter duas aulas que serão relativamente longas. A Primeira aula vai ser essa aula mais teórica que eu vou trazer. Então, a depressão não seria falta de autorresponsabilidade? Olha, depende, mas uma pessoa que ela não consegue olhar para uma determinada situação da sua vida, do seu passado,
entendê-la simbolicamente, a tendência vai ser que ela se ela fique Presa nessa situação por muito tempo. E ela, essa situação que a gente vai chamar aqui de complexo, ela vai sugar a energia psíquica dessa pessoa. Então, para ela sair dessa situação, além, né, que cada caso é um caso, a gente não pode generalizar, ela vai sim precisar olhar para si mesmo e assumir uma certa autorresponsabilidade de entender com clareza e com consciência aquela situação. É só assim que a gente avança. O que é a maturidade psíquica, gente? A maturidade psíquica, ela é produzida quando a
gente integra as experiências com sabedoria. Ah, como eu tinha 17 anos, eu tinha uma atração por um determinado tipo de homem que me causou muito sofrimento. Ai, o Flávio. Tá, deixa eu terminar isso que eu tô falando. Beleza. Se eu não entendo o que em mim me levou a me atrair por esse tipo de Pessoa, eu vou estar sempre encontrando essa mesma pessoa em corpos diferentes pela frente, que é a questão da repetição, que se fala muito, né? Por que que a gente repete tanto situações que nos causam sofrimento e dor? Porque a gente não
elaborou, porque a gente ainda não entendeu qual é a nossa parcela de responsabilidade naquilo. O que em mim me leva a essas Situações, o que em mim me leva a me relacionar com pessoas que me passam a perna, o que em mim me leva, né? Por que, qual é a nossa tendência? Ai, sei lá, me relaciono com pessoas que me passam a perna para caramba e aí eu posso ficar super ressentida, achar que o mundo tá sendo cruel comigo, perder a esperança no mundo, achar que tudo é horrível. E esses pensamentos, Eles vão de fato
baixar a nossa potência de agir. Qual é a única forma de eu sair dessa situação? É entender por ou o que está me levando a me relacionar com pessoas que me passam a perna. Quando eu entendo isso, já para responder aqui o que o Flávio tá perguntando, quando eu entendo isso, bora lá. Imagina Uma grande bola aqui que eu vou chamar de complexo. O complexo ele é como se fosse eh ele é como se fosse não, ele é ele é um amontoado de história nossa que estão repletas de afetos. E a nossa tendência é agir
através dos nossos complexos. E a gente acha que a vida é isso. Então, por exemplo, se durante a minha vida eu nem percebi, mas eu tenho um comportamento, Por exemplo, a pessoa que é muito boazinha, eu tava conversando isso com um grande amigo meu, né? Uma pessoa que é muito boazinha, e aí quem são as boazinhas que estão aqui me assistindo? Ela vai encontrar muitas pessoas que vão passar a perna nela. E assim, ela vai viver no complexo. Ela tá no complexo onde o comportamento dela que ela não sabe por, mas é esse comportamento de
ser muito boazinha, né? E aí a vida só vai mandar pessoas que vão passar a perna nela, que vão enrolar, que vão tirar vantagem. Viver dessa forma é o que a gente chama de viver através do complexo. A única forma dessa, né, a nossa acaba que a nossa libido, gente, é muito complexo. E eu vou falar isso mais aprofundamente no próximo encontro, porque realmente assim é uma aula de psiquismo. Mas só para responder o Flávio de forma sintética, né? Eh, quando a gente entende, caramba, ah, eu sou muito boazinha porque eu sou tomada pela culpa.
Sempre que uma pessoa me faz me sentir culpada, eu faço o que ela faz. ou eu faço o que ela pede. Opa, eu entendi agora que eu sou muito boazinha porque Eu sou manipulável através da culpa. Essa consciência, ela ela é como se ela, essa consciência sobre esse comportamento é como se ela tocasse no complexo e esse complexo ele vai liberando energia que vem paraa consciência. Ou seja, o que antes está o que antes estava inconsciente sugando a nossa energia, na medida em que a gente se torna consciente disso, isso perde energia e essa energia
ela se volta Pra nossa consciência. Ficou claro, Flávio? É por isso que o autoconhecimento ele ajuda a gente conseguir mais energia e realizar mais coisas. Porque sempre que a gente se torna eh consciente sobre os nossos padrões de comportamento que são também afetivos, a gente libera energia que tava no inconsciente e agora vem pra Consciência. E aí a gente tem mais disposição de verdade. Só que tem outra coisa também, o autoconhecimento, ele produz senso de identidade. Poderíamos dizer que é sinônimo. A Ana Elise perguntando, elaborar seria entender a causa interna de passar por essas situações?
Sim, elaborar isso é entender a causa do afeto. É entender a causa do afeto. Eu vou dar um exemplo mais claro. Eu cresci numa família assim muito eh A Karina falando, isso que eu descobri, a culpa me fazia ser manipulada. Esse tipo de revelação é extraordinária. É extraordinária. Deixa eu contar para vocês. Eu tinha uma questão muito grande que eu me sentia sempre muito culpada quando eu tava no supermercado comprando coisas, fazendo mercado. E eu era tomada por uma tristeza. Toda vez que eu tava no supermercado fazendo as minhas compras, eu ficava Triste. Eu ficava
muito triste. E aí durante o tempo eu tentei fugir disso, né? Aí eu pedia, por exemplo, pro Ian fazer o mercado para eu não ter que lidar com essa tristeza, que eu não tava entendendo porque eu sempre ficava triste. E aí um belo dia, né, eu fiquei muito afetada, assim, triste por estar no supermercado, mas eu ao invés de fugir, ao invés de cortar o afeto, eu dialoguei com ele e eu me perguntei por que que eu tô Triste? O que que me deixa triste? E me veio a imagem, é que eu fui uma criança
muito pobre e fazer o mercado, sempre que eu ia no mercado com a minha mãe era muito difícil. Eu não podia pedir nada. sempre que eu pedia alguma coisa, ela brigava comigo e aí eu me sentia muito culpada por querer biscoito salgadinho, porque ela brigava, não podia pedir. Então era um momento Assim onde os meus desejos eles eram tolos, porque a gente não tinha dinheiro, né? E aí eu ficava triste. Isso é um complexo, né? Isso é um complexo. Isso é um complexo que me acompanhou durante tanto, muito tempo, de tal forma que toda vez
que eu ia ao supermercado, ativava inconscientemente essa mesma história. E aí eu revivia O afeto, a tristeza. Durante o tempo eu tentava fugir disso porque era desconfortável. Quem é aqui já passou por isso? As pessoas que vieram de origem mais humilde, elas tendem a se sentir muito culpadas, né? Tanto em querer determinadas coisas ou até em gastar dinheiro. Tem gente que vai gastar em excesso para tentar compensar. Tem gente que vai ter uma dificuldade afetiva, vai ficar mal, vai Achar que nunca é merecedora. E aí é isso que a gente chama de complexo. E ele
puxa a nossa atenção, puxa a nossa libido. Pra gente mudar isso, esse padrão afetivo, a gente precisa encarar de frente, entender qual é a causa do afeto. Quando eu olhei pra minha história e eu revivi e foi difícil reviver, foi triste e tudo mais, eu tinha até esquecido disso, né? Magicamente, de verdade, gente, isso é impressionante. Eu parei de ter esse problema. Hoje eu vou ao supermercado super tranquila, me sentindo legítima do meu dinheiro, merecedora, comprando as coisas que eu quero, sem me sentir afetada. Essa é a importância da gente olhar pros nossos afetos. E
aí, né, a gente eh precisa levar isso em consideração na hora da gente se planejar. Vocês levam isso em consideração? A Silvia falando, eu quando podia comprar o carro, fui comprar Honda, comprei mais, fui devolver duas vezes na concessionária, graças a familiares e amigas que diziam que eu podia comprar e merecia. Olha, e tu veio, Silvia, também de origem humilde? Tu veio? que geralmente, gente, é impressionante como os nossos complexos eles moldam A nossa vida, o nosso destino até a gente ganhar consciência sobre a causa deles. A gente fica no na eterna repetição de padrão.
E aí eu quero perguntar a vocês, vocês levam isso em consideração na hora de se planejar ou vocês vão assim super gananciosas? achando que vai fazer acontecer, né, que vai fazer acontecer, que basta só ter o roteiro Que vocês vão realizar tudo. Vocês levam isso em consideração, este, vou super gananciosa. E sabe por que a gente vai super gananciosa também? Porque olha só como também essa ganância é uma fuga da nossa realidade, né? Quando a gente tá assim desconfortável com quem a gente é, a gente quer se livrar imediatamente de quem nós somos. E aí,
como o final do ano, né, como o final, como o final e o início do ano, ele é uma oportunidade, né, que a gente tá renovando os botos, a vida e tal, a gente pensar, não, agora não, agora eu quero, né, comprar um carro, eu quero viajar muito, eu quero isso, eu quero ser magra, eu quero ter a barriga definida, eu quero encontrar um amor, eu quero casar, Eu quero resolver a minha vida toda em um ano. E aí a gente vai gananciosa, Não levando em consideração os afetos, os complexos, o psiquismo, um inconsciente, não
levando em consideração os afetos que atravessam a jornada. E aí a gente se sente frustrada porque não consegue aquilo que a gente planejou. E a Natália falando, eu já nem planejo mais porque sinto que não vou conseguir cumprir quase nada. E a gente realmente não vai se a gente For muito gananciosa. Tem uma coisa que eu gosto muito e é por isso que eu gosto tanto desse método, é que quando a gente aprende a se autorresponsabilizar pela nossa realidade e fazer o pouquinho que ela tá pedindo, já existe uma transformação absurda. Eu não consigo, sei
lá, eh, virar uma atleta olímpica. E aí a gente vê na mídia, né? Não vire Triatleta que agora a moda tá é ser triatleta. Você não, eu também quero ser triatleta. Você é CLT, você não tem tempo para isso. Fazer esporte excessivamente é um privilégio de classe. Você ter todos esses equipamentos, você ter treinador, é um privilégio de classe. Se você é gananciosa, não olha pra sua própria realidade e percebe que você não Tem condições de virar uma triatleta, aí você se sente frustrada achando que o problema é você. Não, o problema tá na ilusão
de não reconhecer a própria realidade. Pra gente transformar a nossa realidade, a gente precisa levar ela em consideração. É por isso que o planejamento com precisão, o que eu levo em consideração, é a realidade, tanto interna quanto externa. Ele nasceu Dessa vontade que vem tanto de uma dor minha, né, que eu aprendi as duras penas e foi estudando sobre o psiquismo que a minha mente se abriu, como também de algo assim que se a gente olhar na prática, gente, é bem óbvio que a gente tem oscilação emocional o tempo todo. Então, na primeira na na
primeira aula do planejamento com precisão, quando a gente for eh estudar a jornada do tarô a partir da nossa própria realidade, o Que é que simboliza cada uma dessas cartas? Eu quero mostrar como essas oscilações emocionais elas acontecem e afetam o nosso planejamento. Tem um livro que eu até indiquei ele, né, dia desses, que é o a psicologia financeira. E a psicologia financeira é um livro assim que eu achei interessantíssimo. Primeiro porque ele traz uma realidade Que a gente ignora. O mundo é caótico. A gente vive numa sociedade de risco, de riscos que estão o
tempo todo sendo produzidos. Você tem uma personalidade mais desenvolvida para lidar, por exemplo, com a crise econômica, com a possibilidade de uma guerra? O que se faz diante disso? E aí o autor ele traz algo que, né, parece óbvio, mas não é. é que o planejamento ele não é Sobre realizar tudo milimetricamente, mas ele é o norte que possibilita a gente manter-se caminhando. E aí a Leiliane tá perguntando, Peti, o que deveríamos focar no nosso planejamento? Talvez buscar focar em algum aspecto da nossa personalidade que precisa ser trabalhada. É por isso que eu disponibilizei para
vocês o balanço existencial, né? No balanço existencial a gente olha paraa nossa personalidade. E sabe uma coisa que que também nos ajuda a isso? Os sonhos. Há uns dois anos atrás eu tava tendo um tipo de sonho que era o seguinte: eu morava, eu tava indo me mudar. Aí eu chegava num apartamento e o apartamento era um chuchu, só que ele era pequeno. E aí eu começava, nossa, o apartamento é bonito, mas ele é muito pequeno e eu trabalho dentro de casa. Nossa, né? E aí os sonhos foram se Repetindo e cada vez que eu
sonhava o apartamento ficava menor. De tal forma que nos dos sonhos eh o meu escritório e o meu quarto, eles eram o mesmo cômodo e eu ficava assustada porque aquele apartamento tava muito pequeno e eu tava me sentindo apertada. E aí o sonho ele trouxe um aspecto da minha personalidade que eu precisava transformar. É que eu tenho uma tendência a ficar muito dentro de casa, só que eu já trabalho dentro de casa e não tava fazendo bem pro meu psiquismo tanto isolamento. E o sonho tava me alertando a isso, a essa transformação de atitude. Foi
aí que eu resolvi. Vocês, vocês perceberem, ano passado eu viajei para caramba. Eu vi mais amigas, eu fiz mais coisas, eu tenho saído com muito mais frequência. Quase todo final de semana eu tenho saído para encontrar amigos. Ontem eu saí para tomar sorvete, encontrei um casal de amigos, fui andar no parque, hoje eu já saí para comer no restaurante. Ou seja, os nossos sonhos. Inclusive, a gente vai ter um bônus no planejamento, no workshop, planejamento com precisão, que eu vou falar sobre sonhos a partir de uma perspectiva da Psicologia analítica. Como é que a gente
pode se lembrar dos nossos sonhos? Primeiro, a gente precisa se manter interessada pela nossa vida psíquica. É assim que a gente consegue lembrar dos nossos sonhos e sonhar. Se a gente não tiver interessado pelo nosso mundo interno, os sonhos não vão se comunicar com a gente. A gente precisa desenvolver essa capacidade De se interessar por isso. E aí os sonhos eles dizem isso. E é nisso que o planejamento, Leiliane deve focar. É a gente transformar a nossa personalidade a partir de microábitos. para que a gente consiga construir a vida que a gente quer. Então, sim,
é importante a gente ter um norte, mas tendo consciência que não é esse norte que a gente vai alcançar. Eu vou te dar um exemplo. Eu me formei para ser professora. Desde que eu entrei na faculdade, eu já queria ser professora. Só que na minha cabeça eu queria ser uma professora universitária, só que eu também sou uma professora universitária. Eu dou aula em pós-graduações e eu tenho a minha própria escola de filosofia, mas eu não sou uma professora universitária da federal, ou seja, eu tinha nota, só que na minha Época, né, eu queria mais estabilidade
e tal, p, não, você é uma professora da federal e tudo mais. me formei para isso academicamente, só que eu dei a possibilidade do destino também interferir. Então, sim, eu me tornei uma professora, eu sou professora de pós-graduações, mas eu também tenho a minha escola de filosofia, eu também sou professora de vocês aqui. Então, percebe que o planejamento ele precisa ter essa margem De erro, que eu não vou chamar de erro, vou chamar assim de margem de ajuste da vida. Quando a gente tem autoconhecimento, a gente consegue ter mais ou menos em mente o que
a gente quer. E aí o planejamento ele precisa levar isso em consideração, tanto a nossa própria realidade objetiva, o que é que a gente precisa ajustar na nossa vida para que ela se torne melhor. Às vezes, Gente, é cortar laços com gente muito dodo da cabeça. Às vezes, eh, entrar numa academia ou fazer como o meu sonho tava pedindo, sair um pouco mais, sair mais de casa, olhar paraa nossa vida e levar isso em consideração, porque é isso que vai possibilitar as transformações. E quais são, né, as transformações, as verdadeiras transformações? É, antes de tudo,
a transformação da Personalidade. A nossa realidade atual, ela tem uma coerência com a nossa personalidade e isso é muit Eu também. A Natália aqui falando nesse momento eu só queria ser dodoca. Eu também. Tu acha mesmo que eu não queria assim ter passar 3 horas na academia? Eu adoraria passar 3 horas na academia, fazer musculação, pilates, natação, passar 3 horas por dia, mas não, essa Não é a minha realidade. Agora sabe o sonho que eu tenho e que eu sei que é um sonho pro futuro, eu tenho um sonho de viver de escrita, de assim
tirar um mês livre para escrever romances filosóficos. Só que agora na minha realidade eu não posso viver isso. Então qual é a minha estratégia? A minha estratégia é me preparar financeiramente para que no dado momento da minha vida Eu consiga tirar três meses de férias para viver em torno de um romance filosófico. Acordar para escrever, dormir escrevendo, viver uma vida onde eu tô só envolvida nisso. Só que agora não dá. E o que que eu faço? Eu escrevo na newsler para vocês. Sempre tem como a gente fazer microações do que a gente quer. Eu adoraria
fazer pilates fora de casa, Mas eu não tenho tempo porque eu atendo muito o dia inteiro e eu faço pilates dentro de casa. E é por isso que a ganância ela é tão perigosa como ela nos afasta de fato de planejar com o pé no chão, que é o que o planejamento com precisão ele quer oferecer. O que é? E é o que eu vou oferecer nas duas próximas aulas. A gente se planejar com pé no chão a partir da nossa Realidade. A gente não precisa fazer coisas grandiosas. Um pouquinho só e a gente já
muda a nossa realidade. Às vezes, gente, 10 minutos de pausa e de silêncio no dia já muda a qualidade do dia. Tem um livro que eu acho que é um besteller assim meio autoajuda, mas que eu concordo muito com ele, que é o milagre da manhã. Cara, esse livro ele é verdadeiro. Eu digo isso porque eu experiencio na minha própria vida. Os dias que eu tenho, né, que eu experiencio o meu ritual matinal, ele faz com que o meu dia ele seja muito mais gostoso, onde eu não fique tão ansiosa. É um momento realmente de
eu ver que a minha vida tem sentido, que é gostoso, que eu tô usurfruindo da vida. A gente vive, por exemplo, numa sociedade que diz que a gente só vai ser feliz com Grandes experiências. Então não, quando eu for paraas Maldivas, aí sim vai ser maravilhoso. E a gente fica esperando grandes acontecimentos acontecerem. Só que quando a gente traz a atenção para transformar a nossa vida com pequenos hábitos, com pequenas coisas, a vida ela fica muito mais gostosa. Por exemplo, hoje eu fui almoçar num restaurante muito gostosinho com o meu marido e aí, né, a
gente tava olhando o Cardápio e eu ri porque eu sabia fazer todas aquelas comidas do cardápio. Eu sei fazer um risoto de cogumelo, eu sei fazer uma um curry de legumes, eu sei fazer uma macarronada gostosa. Aí eu falei assim pro pro Ian, né, eu falei: "Caramba, eh o fato de eu saber cozinhar e cozinhar bem, eu cozinho bem e de forma prática uma habilidade que eu desenvolvi, né, ao longo desses últimos anos, isso faz com que a minha vida ela Seja muito mais gostosa. Gente, eu quase não peço iFood. Se eu pedir iood duas
vezes no ano é muito. Eu também quase não vou em restaurante porque eu sei cozinhar. Ou seja, para mim é um hobby, torna a minha vida muito mais gostosa, me faz economizar dinheiro e eu não preciso achar que eu preciso de uma grande experiência pra minha vida ser boa, porque a minha vida é boa todo dia Com coisinhas, o fato de cozinhar, fazer uma comidinha gostosa, né? o fato de eu separar o momento para eu escrever sobre as minhas emoções, sobre os meus afetos, esses pequenos ajustes na rotina da gente se planejar, levando em consideração
o desenvolvimento da nossa personalidade, né, e também os objetivos que a gente Quer. É isso que vai nos fazer conquistar a vida dos nossos sonhos. E a vida dos nossos sonhos, gente, ela não vai ser um grande acontecimento. É no dia a dia, é na rotina mesmo. Tem um livro, tem um filme também para além de Dias Perfeitos, que é que é outro filme chamado Com Perfeitos, mas que fala sobre, deixa eu ver aqui, a Segunda Guerra Mundial. Cara, esse filme é lindíssimo. Deixa eu ver aqui. Eh, não lembra, gente? ver aqui. Ah, achei a
vida é bela. Quem já assistiu A Vida é Bela? A vida é bela é um filme lindíssimo. Como mesmo diante do caos, a gente pode retomar a nossa dignidade com as nossas próprias mãos para tornar a nossa vida mais bela. É Como eu sempre falo para vocês, a beleza é o nutriente da alma. Então é assim, aprender a cozinhar uma sopinha gostosa, aprender a fazer um macarrão que seja gostoso, aprender a separar 10 minutos do dia para ficar em silêncio, para escrever, botar um vídeo no YouTube de yoga e fazer uma yoga em casa. É
fazer suas próprias velas artesanais. Enquanto a gente não tomar Através das nossas próprias mãos a responsabilidade de eh eu já sintetizei, o livro, ele fala exatamente sobre isso, de de como construir uma manhã transforma o resto do nosso dia. E aí, só para retomar, né, esse esse e e essa essa perspectiva, o nosso planejamento ele precisa levar em conta a realidade, a vida boa. Inclusive eu falo porque eu conheço gente muito rica, gente assim, Gente muito rica que não aquele shake eh, como é? Shakes árabes que que tem tigre dentro de casa, né? que acha
que, cara, eu conheço gente rica nesse nível, né, que tem animais exóticos, são gentes ass são pessoas assim super excêntricas, que querem sempre a maior das experiências. E aí eu sempre penso, caramba, tá vendo que que essas pessoas elas não são Felizes? Elas querem sempre mais. é uma ganância, é a experiência, é a centricidade, elas não conseguem se relacionar com a simplicidade. E tem um um guru, eh, que eu gosto muito aqui no Brasil, que ele tem uma frase que é mente simples ou vida simples, mente elevada. E a gente vive num contexto onde a
gente acha que a felicidade ela vem do excesso da excentricidade, dessas grandes Experiências. Quando, na verdade, quando a gente passa por toda essa jornada, a gente percebe que a felicidade mesmo, ela vem de uma disposição da alma pra gente lidar com a simplicidade, conseguir transformar a nossa vida independente, né, da nossa situação, se a gente é CLT, se a gente é autônoma, independente de quem a gente seja ou do patamar onde a gente esteja, a gente precisa ter essa a capacidade de pensar que não É o resultado, não é a viagem para Paris. Não é
que você não possa sonhar com a viagem para países, não é isso que eu tô falando, mas não é isso que vai fazer você se sentir feliz. Porque às vezes, na verdade, na maioria das vezes, muitas coisas que a gente faz é em nome dos nossos complexos, em nome do ego. Eu lembro, gente, que a primeira vez que eu fui a Paris, eu tava imensamente triste E eu fiquei revoltada comigo mesma, porque era um sonho realizado, um sonho assim que eu tinha provado a meio mesma que eu era capazes, mas eu tava muito triste. E
eu até brinquei com a piada sobre sofrer em Paris. Você tá vendo? Se sofre em Paris. E de fato, se a gente não tiver bem na nossa própria pele, não tem viagem para Maldivas, não tem viagem para Paris que faça a gente usurfluir dessa experiência como ela merece. Mas quando a gente tá bem na Nossa própria pele, até um banho, até o banho é capaz de fazer a gente feliz. Então, ou seja, ao invés da gente focar nos resultados grandes, achando que é isso que vai resolver o nosso problema, a gente precisa educar a nossa
personalidade, a nossa a nossa alma, para que a gente consiga usufruir da vida e continuar caminhando de pouquinho em pouquinho, Até que a gente chegue lá no patamar mais confortável materialmente. Então, se a vida ela não for gostosa aqui e agora, você vai tá correndo atrás do próprio rabo, achando que é a grandiosidade que vai fazer você feliz. E não é, não é, eu garanto a vocês, de verdade, não é. E aí, eh, deixa O que que eu quero com o planejamento com precisão? Que vocês sejam capazes de se planejar e a gente vai ter
uma atividade prática para fazer juntas, que vocês sejam capazes de se planejar com consciência. Primeiro, a parte da realidade material e também a parte da realidade interior e que consigam integrar de forma estratégica hábitos que são fáceis. Sempre que a Gente facilita a nossa vida, a gente faz o que deve ser feito. Inclusive, eu não vou saber o nome dele porque isso foi um amigo meu que também é professor de filosofia. Ele me falou sobre esse Nobel que ele explicou algo a partir da economia, como o Estado poderia fazer com que as pessoas agissem da
forma que ele queria. E aí ele explicou o seguinte: "Olha, vocês Percebem que eh no supermercado se coloca um chocolatinho barato, um uma bala. E aí a gente quando tá na fila do supermercado para pagar a conta, a gente vê aquilo na nossa cara e a gente ah cara, o que é R$ 1 a mais, né? Pega lá e bota e compra. E aí ele consegue perceber algo que o ambiente quando ele facilita a ação, a pessoa Age. Se você quer ler mais, começa a colocar livros. na sua casa. Se você quer beber mais água,
deixa o copo de água, a garrafa de água acessível. começa a produzir o ambiente para que o próprio ambiente ele te incentive a ação. E aí, eh, o que eu quero com o planejamento, primeiro, é que vocês consigam reconhecer As etapas que vocês se encontram na jornada da própria vida, que vocês consigam se planejar com muito mais lucidez, com os pés no chão, sem idealização excessiva a partir da realidade de vocês, levando em consideração que todo mundo tem uma quantidade de energia psíquica limitada. Qual é a sua? Se você tem pouca energia psíquica, não adianta
botar muita coisa. O mais estratégico é você olhar Para dentro. Talvez seja muito mais interessante, sei lá, fazer começar uma análise, começar uma terapia antes de querer virar uma triatleta. Então, olhar paraa nossa realidade com coragem é o que possibilita isso, para que a gente consiga sempre saber também que as rotas elas precisam ser recalculadas e que não é um fracasso. Recalcular a rota fracasso. Não é um fracasso, É inteligência. Só uma pessoa burra, ela permanece inflexível. Inflexível. E aí, como é que vai acontecer? A gente vai ter a primeira aula sobre a jornada do
tarô, levando em consideração o que é o psiquismo. Eu vou falar de cada arcano, então vai ser assim uma aula mais longa, mas deixando claro que vocês, né, vão ter acesso a essa aula por um ano. Quem é da Escola da Vida Afetiva, não precisa comprar Workshop porque você já tem acesso, tá? A Escola da Vida Afetiva tá cheia de cursos maravilhosos. Todo mundo que tá dentro da escola já tem acesso a todo o material que já foi produzido como diversos cursos, como também eh vai ter acesso a tudo que vai tá sendo produzido ao
longo desse ano, inclusive o planejamento com precisão. E aí a segunda aula que a gente vai ter no workshop é uma aula muito mais prática, Onde eu quero que vocês saiam com o planejamento de vocês na mão. Então, a gente vai ter um material didático que vocês podem, né, imprimir para que a gente consiga construir isso juntas, para que vocês saiem com esse material mais estratégico e acompanhem e ele seja assim o norte de vocês ao longo desse ano. E a gente vai ter o bônus. O bônus vai ser aula sobre os sonhos a partir
da Psicologia analítica. E também a gente vai ter um outro bônus que a gente teve ano passado e vai ter esse ano que é o planner. O planner mudou de cara, tá? Ele não vai ser mais esse, ele tá com a cara nova, tá lindíssimo. Mas olha, é um planner que você pode utilizar independente do mês. Então ele não é um planner rígido, tem as prioridades do dia, tem as tarefas, tem os compromissos. E aí na Aula a gente também vai aprender a hierarquizar como ao longo do dia, de cada dia, a gente vai priorizar
a nossa hierarquia. Porque gente, às vezes a gente quer fazer o dia acontecer, não, o dia vai ter que fazer isso, isso, isso e isso. Aí acontece algo no dia que nos desestabiliza emocionalmente e a nossa potência de agir, ela cai completamente. E a gente tem que se perguntar, Qual é a única coisa que nós precisamos fazer para que o nosso dia ele seja um bom dia. E existe sempre uma hierarquia na ação. Quando a gente foca a nossa atenção nessa hierarquia dessa única coisa, dessa mínima coisa, a gente consegue sustentar a estrutura. Então a
gente pode, gente, até sofrer, se dá assim no nosso na nossa agenda Tempo para sofrer, porque tempo para sofrer também é importante. Então, o que eu quero é que vocês consigam se planejar com os pés no chão, respeitando os limites de vocês, respeitando o tempo, respeitando os ciclos das coisas, que aprendam a ler e a interpretar os afetos. Qual é a causa do cansaço? Qual é a causa do medo, do desânimo, do entusiasmo? e que mesmo com essas oscilações afetivas, mesmo com os barques da vida, Vocês continuem caminhando para que sejam capazes de sustentar a
ação ao longo do ano. Por o planejamento ele é principalmente a jornada que você escolheu para transformar a sua personalidade. Então, a realização dos nossos sonhos só acontece quando a gente transforma a nossa personalidade. Vocês não fazem ideia do tanto de coisas Que eu precisei eh transformar na minha vida para que a escola da vida afetiva acontecesse? Eu vou só dizer uma coisa, né? Eu dei um exemplo hoje aqui nessa aula que foi um exemplo meu. Eu tenho uma tendência a só contratar pessoas que não podiam me ajudar e que acabavam me passando a perna.
E eu tinha esse padrão de comportamento mesmo. Eu só contratava, gente. Eu, olha, meu início enquanto empresária foi catastrofa, Porque eu não sabia como contratar pessoas. Eu não tinha ainda o manejo. Eu era tomada pelo complexo, pelo meu complexo de Salvador e de Boazinha. Tava querendo ajudar pessoas que acabavam me atrapalhando. E pra escola da vida afetiva nascer, eu precisei olhar para esse aspecto da minha personalidade. Eu precisei entender porque que eu tava colocando a minha empresa na mão de pessoas que não davam nem conta da Própria vida. Quem dirá das responsabilidades com a minha
própria empresa? E eu paguei um preço caro por isso. Paguei um preço muito caro, tanto emocional quanto financeiro. Mas a capacidade de simbolizar, de de elaborar, de olhar paraas minhas próprias sombras foi o que possibilitou eu transformar minha personalidade para que hoje eu tenha uma empresa no qual eu me orgulho, com a equipe que eu adoro trabalhar, com Pessoas que eu admiro, que de fato contribuem pra empresa, pra escola. Vocês percebem a importância da gente olhar paraa nossa própria personalidade? E quando a gente tá querendo realizar os nossos sonhos, o que nos trava enquanto pedra
no caminho é a nossa própria personalidade. Vocês conseguem ter consciência disso? Existe uma pedra no caminho e essa pedra é a nossa própria Personalidade. Não tem possibilidade da gente realizar os nossos sonhos sem transformar a nossa personalidade. E qual é o nome que a gente dá para isso? O nome que a gente dá para isso é maturidade psíquica. Apenas uma pessoa que tem maturidade psíquica consegue sustentar um casamento. Porque é uma coisa e a gente entrar na igreja de branco, de vel, realizar aquela festa linda, outra coisa é Sustentar um casamento. Outra outra coisa é
construir uma família saudável. Uma coisa a gente passar no vestibular, outra outra coisa é sustentar a jornada dentro da academia. Uma coisa é ter um diploma, outra coisa é ganhar dinheiro com ele. E aí, né, quando a gente não olha pra nossa personalidade, a gente quer essas coisas, quer conquistar essas coisas e Não entende que o caminho para conquistar o que a gente de fato quer, que aponte que nos leva do sonho à realização é a nossa personalidade. É desejável você querer encontrar um grande amor, mas qualquer pessoa aqui que vive um relacionamento sabe a
quantidade de sacrifícios egoicos que a gente precisa fazer. E aí tá disposto a fazer esses sacrifícios egóicos? Para conseguir ter um amor duradouro até o resto da vida. Você tá disponível para fazer os sacrifícios necessários para manter a sua empresa, para surgir a sua, para fazer com que sua empresa aconteça ou para estudar para passar no concurso? ou, por exemplo, preparar sua aposentadoria, a gente precisa guardar um dinheiro por mês e significa, para quem não é rico, como é o meu caso, Poupar, mas quando eu poupo, eu deixo de comprar algo. É um sacrifício. Tá
disposto a fazer? Então é muito importante a gente levar isso em consideração, que é a transformação da nossa personalidade que vai nos levar à realização dos nossos sonhos. E eu já quero abrir aqui e convidar vocês porque hoje estão liberadas as Inscrições pro planejamento com precisão, levando em consideração que é um workshop com dois encontros e dois bônus. Um encontro simbólico sobre a jornada do tarô e o desenvolvimento psíquico e da personalidade. Segundo, colocar a mão na massa para praticar e se planejar. Terceiro, uma aula sobre os sonhos, o equilíbrio psíquico E como a gente
pode analisar os nossos propos sonhos na jornada. E o outro bônus é o planner. E esse planner, quanto antes vocês comprarem o planejamento com precisão, porque a gente envia o planner de acordo, né, com com o tempo de quem comprou o primeiro, mais rápido vocês recebem em casa. E aí, deixa eu perguntar aqui à minha equipe, eh, o link, Lembrando, gente, que o planejamento com precisão ele vai ser vendido em lotes. As vagas elas são limitadas e os lotes eles são preços que eles vão aumentando. E aí o primeiro lote para que você consiga ter
acesso a todo esse material e também o acesso ao planner é esse daqui. Deixa eu pegar aqui o link. Ops. Aqui A Karina, a o plano será vendido separadamente. Sim, Camila. Para quem é já eh do EVA tem acesso a comprar esse planner separadamente no preço simbólico, tá? Inclusive várias alunas já compraram o planner. Quem já viu a capa dele? A capa tá linda com a frase: "Os sonhos querem ser realizados." E o planner, esse planner daqui, ele foi feito por Mim mesmo. Ele tem, ó, o ultraataque, que é esse instrumento que eu sempre ensino
a vocês de educação da atenção, 5 minutinhos por dia. Eu tenho tratar aqui, gente, em vários lugares da casa, tá? Ó, aqui também eu tenho tratar aqui no meu escritório, eu tô em vários lugares da casa que eu realmente coloco para que eu seja sempre lembrada de fazer. me ajudou muito. Hoje eu sinto que eu já não preciso tanto do tratar, Mas quando eu tô meio meio afetadinha assim, meio indisciplinada, corro para ele. Eh, esse planner internamente, ele é também uma forma da gente desenvolver a nossa própria personalidade. E aqui, ó, abaixo dele tem tantos
afetos do dia quanto a causa dos afetos. Essa parte daqui é uma parte, né, para que vocês consigam ter consciência sobre o que tá afetando, Qual é a causa e como isso afeta aqui a potência de agir de vocês. E aí tem outra coisa também que é o seguinte, eu coloquei para vocês esse link aqui, que é um link cheio de meditação guiada. E aí quando vocês tiverem muito afetadas, querendo voltar paraa realidade, querendo voltar pro pro corpo, educar Atenção, é só pegar o celular, clicar que vocês vão ser levadas a uma página do da
Hotmart para escolher a meditação guiadas que vocês querem para retomar, apaziguar os ânimos, olhar para dentro. Então é um planner que ele não é só um plano que foca em objetivos materiais, uma coisa lógica, mas é um plano de educação afetiva, de educação dos afectos. Ficou claro, gente? Vocês têm alguma Dúvida sobre esse processo, sobre como vai funcionar? Quem conseguir comprar agora, quem comprar agora vai comprar no valor que ele não se volta mais, tá? E para quem não tá no Eva, lembrando que, deixa eu pegar aqui o link também, que para quem não tá
no EVA, como a Camila falando, ah, eu não tô no EVA. Camila tá Perdendo tempo porque no EVA você tem acesso a vários cursos que focam no desenvolvimento da personalidade, como também a tudo que vai acontecer próximo ano. Então, próximo ano a gente vai ter curso sobre tarot. Eu encontrei uma professora maravilhosa para dar curso sobre tarot. A gente vai ter curso sobre sonhos. Eu tô planejando o curso também sobre política, política e afetos pra gente Falar, né, já que a gente vai estar num contexto nacional muito perturbador, a gente vai ter curso sobre política
e a gente vai ter também uma coisa maravilhosa. A gente vai ter aula de yoga dentro do EVA. tem uma professora incrível que vai ministrar aulas pra gente duas vezes por semana para que a gente além de se educar emocionalmente também possa educar o Nosso próprio corpo ao longo desse processo, unindo mente e espírito. Então Eva ele é de fato uma escola de filosofia que não fica só na teoria, que fica também na prática. a gente une conhecimento filosófico, tanto das ciências sociais, quanto da filosofia, quanto da psicologia complexa, como também muita prática. Será gravado
ao vivo? Vai ser ao vivo, gente. Eu prefiro ao vivo. Mas vocês vão ter acesso por um ano e fica tudo gravado. Tudo que é ao vivo vai ficar gravado. Então, quem comprar o planejamento com precisão agora, vai comprar por um preço muito mais barato no primeiro lote e vai receber em casa o planner com prioridades. Vocês têm mais alguma dúvida? Lembrando, primeira aula que a gente vai ver vai ser a aula sobre a simbologia da Jornada a partir dos arcanos do tarô e a relação com o nosso psiquismo. A gente vai ter uma segunda
aula que vai ser uma aula mais prática de como se planejar de fato com precisão, levando em consideração a nossa realidade interior, a realidade material e os altos e baixos da vida. A aula bônus vai ser uma aula sobre sonhos a partir da psicologia complexa. Quais são as pões do sonho? Como a gente Pode acompanhar os nossos sonhos? Como a gente pode analisar os nossos sonhos? Que tipo de conhecimento a gente precisa ter para acompanhar os nossos sonhos. Afinal, os sonhos querem ser realizados e muitas vezes, para não ser assim, na maioria das vezes, os
sonhos eles estão nos dizendo qual data. A gente vai ter dia 15 e dia 18, ou seja, quinta-feira e domingo. Serão as aulas a partir das 19 horas. E aí, gente, os sonhos, voltando a falar sobre eles, eles muitas vezes são compensatórios e eles estão nos convidando a fazer o exato oposto daquilo que a gente tá fazendo. E quando a gente obedece os nossos sonhos, quando a gente entende o que ele tá falando, além da gente, né, conseguir ter um ganho muito grande de saúde mental a partir desse reequilíbrio psíquico, a Gente também facilita a
nossa jornada. A gente para de dar murra em ponta de fato. Tem até uma história, né? Eh, não gosto até hoje de comer junto com a minha família, pois sempre remete às brigas homéricas que aconteceu na hora da refeição. Ah, que triste, Luana. Tem uma história, só para vocês entenderem o poder dos sonhos, né? que o Jung conta de um alpinista amigo dele, que era também médico, que foi até ele e perguntava assim: "Yung, eu tô tendo vários sonhos subindo uma montanha e quando eu chego no topo, eu caio. O que você acha que esse
sonho tá querendo dizer?" A Jung bem sabiamente falou para ele assim: "Se eu fosse você, eu tomava mais cuidado Ao fazer alpinismo. Se meses, se meses, não, dois anos depois, uma coisa assim, o cara morreu e ele morreu exatamente como o sonho tava falando." Então, os nossos sonhos, eles querem preservar a nossa vida e eles querem restaurar o equilíbrio psíquico. Então, quando a gente aprende a dar atenção aos nossos sonhos, a gente Consegue realmente se planejar com precisão, não colocando o ego em consideração, mas a verdadeira realidade, que é a realidade psíquica. como centro do
nosso planejamento. E é esse o meu propósito com planejamento, com precisão. Para finalizar, gente, a gente já chegou a quase 2 horas de aula. Vocês têm mais alguma dúvida sobre a jornada? Alguma dúvida sobre o EVA? Podemos ficar por aqui então. Qualquer coisa, pergunta para minha equipe, manda mensagem, pergunta a mim que eu respondo, tá bom gente? Então aguardo vocês lá no planejamento com precisão, porque se essa aula foi boa, a nossa jornada semana que vem vai ser muito mais. Então, beijo para vocês e tchau tchau. Ja.