Sejam todos muito bem-vindos e muito bem-vindas a esse workshop que chama-se o cérebro bioquímico para quem está chegando pela primeira vez para quem viu um anúncio se inscreveu nesse workshop pergunta Quem é essa pessoa quem é esse professor que vem aqui conversar comigo eu sou um farmacêutico de Formação fiz farmácia porque eu gostava de química H né chega lá ao segundo terceiro ano segundo grau a gente começa naquela Pressão vamos dizer assim né eu vai fazer o que de vestibular eu gostava de química e Lia no rótulo do shampoo escrito farmacêutico responsável resolvi fazer farmácia
para fazer shampoo e e hoje nem cabelo não tem posso lavar a cabeça com qualquer coisa mas farmácia para fazer shampoo passei no primeiro vestibular eu acho que quando a gente passa no primeiro vestibular isso é bom mas às vezes também não é tão bom porque a gente não se questiona se é exatamente Aquilo que quer fazer entrei na graduação e durante boa parte da graduação não me viia farmacêutico ou seja não gostava do do tal do shampoo e não não tinha afinidade com nenhuma das áreas que me eram apresentadas quando faltava um ano para
eu me formar começou uma nova angústia que era Tá e agora o que que eu vou fazer depois de formar andando pela Universidade Federal de Santa Catarina onde eu fiz toda a minha graduação eu vi um laboratório foi o Laboratório de psicofarmacologia eu confesso que foi foi assim eu bati o olho na palavra eu gostei achei bonita e contei essa história meio parecida pro professor e ele acho ter sentiu compaixão daquele menino de 19 anos na época 20 anos na época e e me deixou ficar no laboratório dele e ali eu me apaixonei por um
órgão que é o cérebro me apaixonei por olhar o cérebro sobre o ponto de vista da psicofarmacologia tu me perguntar Fabrício você bota que você é um neurocientista sim eu sou um neurocientista a princípio não há no Brasil uma GR ação que te ensine a ser um neurocientista mas eu sim digo que eu sou um neurocientista por quê Porque eu vi várias pessoas hoje no Brasil se auto intitulando o neurocientista com uma formação muitíssimo menos sólida do que a mim então eu posso dizer para vocês que desde 1999 eu tenho o privilégio ser pago para
estudar esse órgão encantador que é o cérebro sob o ponto de vista de tentar entender Quais são as vias bioquímicas correlacionadas ao controle de comportamento vias bioquímicas relacionadas ao controle da ansiedade da tristeza da depressão do abuso de drogas do processamento e aprendizado de memória no laboratório de psicofarmacologia eu fiz mestrado doutorado e hoje para encar essa Conversa a minha vida envolve apresentar a neurociência para profissionais da Saúde concentra a minha vida envolve a apresentar a neurociência para profissionais da Saúde na minha empresa que é a escola de neuros suplementação Por que eu digo apresentar
a neurociência para profissionais da Saúde porque não importa a sua formação Não importa se você é médico farmaceutico nutricionista fisioterapeuta dentista não importa eu tenho certeza Absoluta que não existe um curso de graduação no Brasil que tenha um semestre de neurociência então a a gente forma tendo uma visão Ampla do corpo e seus mais variados órgãos Mas tem uma visão muito fraca ainda sobre o funcionamento do cérebro como um órgão bioquímico fisiológico que ele efetivamente é então o meu papel é apresentar a neurociência para profissionais que acreditam na possibilidade ou na necessidade de um Olhar
integrativo do corpo de entender que muitas vezes um sintoma do estômago pode ter relação com o cérebro que uma resistência insulina que não cessa pode ter relação com noite mal dormida é mostrar que não existe visão integrativa no mais belo sentido da palavra sem olhar pro cérebro Então essa é a ideia da escola de neuros suplementação na verdade ela começou como escola de neurociências aplicadas a suplementação E aí o nome foi começando a diminuir Diminuir diminuir e virou escola de neuros suplementação então senhoras e senhores finalizando essa breve apresentação ao meu respeito Especialmente para quem
ainda não me conhece no final das contas eu sou um ser humano que hoje Ten o privilégio de ser pago para estudar e o produto dos meus estudos Eu ofereço paraos profissionais da Saúde os cursos mentorias masterclasses da minha empresa que é a Escola de neuros suplementação que sempre busca entender o cérebro sobre um aspecto bioquímico fisiológico para que dessa maneira a gente possa pensar em suplementos da maneira mais assertiva o possível PR os nossos pacientes e quanto mais eu tenho o prazer de conhecer o cérebro quanto mais eu tenho o privilégio de conhecer o
cérebro menos eu tenho receio de dizer uma frase dessa aqui se houvesse um substrato anatômico bioquímico e fisiológico para isso que Nós chamamos de alma com certeza seria o cérebro porque é o cérebro que faz a gente lembrar ou esquecer é o cérebro que faz a gente ficar alegre ou ficar triste é o cérebro que faz a gente pensar umas Barbaridade zinhas De vez em quando porque seja justos todo mundo pensa todo mundo pensa um negócio meio diferente de vez em quando mais né eu quando eu penso eu falo não Fabrício isso não é socialmente
aceitável Não faça isso e assim por diante Mas o que Eu quero que a gente compreenda é que quando a gente começa a olhar pro cérebro como órgão como qualquer outro a gente começa a racionalizar sobre ele o meu trabalho é ajudar profissionais da Saúde como vocês a racionalizar sobre o cérebro como racionalizar sobre o pâncreas por exemplo Pensa bem se eu dissesse para cada um de vocês olha pessoal quando existem anticorpos contra a célula Beta pancreática que levam uma lesão de célula Beta pancreática Consequentemente não liberamos insulina e Então dessa maneira fazemos poliúria polidipsia
eh hiperglicemia como sintomas dessa falta de insulina todo mundo me diria Óbvio legal é isso aí mas se eu disser para vocês olha a partir do momento em que eu tenho mediadores inflamatórios em abundância no sistema nervoso central consequentemente eu tenho aumento atividade de uma enzima chamada indoleamine de oxigenase e Consequentemente menos triptofano para síntese de serotonina por isso eu tenho prejuízos de humor a pessoa vai dizer Opa Como assim então A ideia é sim olhar pro cérebro como um órgão anatômico bioquímico e fisiológico para que a gente possa tratar com naturalidade os sintomas da
doenças desse órgão que controla comportamento porque se eu considero natural que quando o pâncreas falhe Eu Tenho um distúrbio de controle do metabolismo da glicose eu também tenho que considerar natural que quando o cérebro que é o órgão que controla o comportamento fale eu tenha algum viés no controle de foco e atenção eu tenha algum problema no controle do meu humor ou na manutenção da minha calma ou no controle dos momentos de ansiedade que eles passam para todos nós então A ideia é que a gente se aproxime disso que nós chamamos de emoção e eu
gosto muito Dessa definição de emoção dada pelo professor Roberto lente para quem não conhece no Brasil nós temos vários neurocientistas referências dois neurocientistas que estudam temos sidarta Ribeiro temos o professor Roberto lente Professor Roberto lente é um professor da Universidade Federal Fluminense que tem um livro muito interessante que é os 100 bilhões de neurônios e lá no livro 100 bilhões de neurônios do professor Roberto lente ele Bota a definição de Emoção da seguinte maneira emoção é uma experiência botar o apontador pra gente emoção é uma experiência subjetiva Como assim emoção é uma experiência subjetiva Qual
é a ideia a ideia é entender que emoção é experimentada de maneira muito subjetiva entre os diferentes indivíduos por exemplo vamos olhar para essa mulher aqui essa mulher provavelmente está experimentando a alegria mas talvez a Maneira como eu experimento a alegria não seja a mesma maneira como cada um de vocês experimentam alegria então emoção é uma experiência subjetiva acompanhada de manifestações fisiológicas e comportamentais detectáveis toco a minha campainha para chamar vocês para mim senhoras e senhores o que eu preciso que vocês tenham muito claro emoção é uma experiência subjetiva acompanhada de manifestações comportamentais Detectáveis Qual
é a conversa é entender que eu experimento a alegria de maneira subjetiva Mas provavelmente todos nós aqui quando estamos Alegre manifestamos um comportamento Qual é o sorriso então a probabilidade vários de nós estarmos sorrindo quando estamos alegres felizes é muito grande só que o que eu quero mesmo é chamar a atenção de vocês da parte do meio dessa definição perceba que quando eu leio a definição de emoção eu vejo aqui ó acompanhada de Manifestações fisiológicas E se eu quero te aproximar de um cérebro bioquímico se eu quero te aproximar de um órgão que controla comportamento
sim mas que produz manifestações fisiológicas a definição de emoção me ajuda muito nesse raciocínio perceba emoção é uma experiência subjetiva acompanhada de manifestações fisiológicas aí eu quero compartilhar Algo com você a primeira vez que eu li essa definição eu pensei comigo mesmo Pensei com os meus botões falei assim Fabrício se emoção é uma experiência subjetiva acompanhada de manifestações fisiológicas Muito provavelmente o Uma emoção ruim trará manifestações fisiológicas ruins e Uma emoção boa trará manifestações fisiológicas boas e aí eu comecei a vigiar muito as minhas emoções durante um dia tentando deixar durante esse dia sempre o
saldo muito Mais positivo do que negativo vamos dizer assim claro eu não quero reforçar o fato Ou o termo manifestação fisiológica ruim não A ideia é entender que no momento que eu sofro com ansiedade o meu corpo responde com uma manifestação fisiológica de alerta que num primeiro momento pode ser muito boa mas que de maneira sustentada vai ser prejudicial né a gente não precisa de forma alguma criminalizar aspecto algum No corpo A ideia é que a gente compreenda que algo que a princípio me defende é importantíssimo no curto prazo mas é um dos grandes problemas
no médio longo prazo então olhar pro cérebro bioquímico é ter consciência que o que a gente vê no dia a dia é como se fosse a pequena ponta de um iceberg de uma série de interações bioquímicas fisiológicas funcionais entre diferentes áreas do cérebro Por isso que eu gosto sempre que A gente tenha isso muito claro olha para esse slide aqui aqui você tem uma figura publicada numa das revistas Nature mostrando pra gente o quê mostrando pra gente comportamentos relacionados por exemplo à ansiedade comportamentos relacionados à anedonia e a relação desses comportamentos aqui com diferentes áreas
do nosso sistema nervoso central mas também com vias bioquímicas Então deixa uma coisa aqui certo olha para essa Parte de cima da imagem olha para essa parte aqui deixa eu sublinhar pra gente eu gostaria que o foco de vocês estivesse neste canto da imagem agora comigo lembra que eu dizia ainda a pouco eu dizia Olha eu quero trabalhar para que a gente compreenda que este órgão que é o cérebro é o órgão que controla comportamento que a interação de diferentes áreas forma para mim circuito neurais que quando interagem fazem foco e atenção que quando interagem
fazem Controle do humor que quando interagem fazem processamento cognitivo mas que se eu me aprofundo numa determinada área obviamente Eu Verei o quê obviamente eu verei células Óbvio que eu vejo células e se eu vejo células e me aprofundo um pouco mais eu vejo o quê eu vejo vias bioquímica então ainda Pou ou que eu usei um exemplo assim eu dizia olha num cérebro inflamado o que eu tenho num cérebro inflamado eu tenho o aumento da Atividade de uma enzima chamada indoleamine dioxinas e consequentemente aquele triptofano que entraria na via de síntese de serotonina vai
para outra rota outra rota bioquímica e consequentemente eu tenho menos serotonina e com menos serotonina menos todos os comportamentos relacionados a ela aí eu posso pensar obviamente no controle do humor Mas eu também tenho que lembrar do papel da Serotonina no controle da ansiedade no controle do Sono no controle das compulsões alimentares no controle da agressividade E aí eu posso pensar de um ponto de vista mais macro na depressão na insônia na compulsão alimentar no todde to com a campanha e venho aqui bem perto da câmera para falar suave no teu ouvido tá entendendo onde
eu quero chegar eu quero chegar que a gente tem que primeiro de tudo pensar nas coisas elementares de funcionamento do nosso Cérebro para de verdade pensar nele como um órgão como qualquer outro então a ideia das próximas 4 horas feito esses primeiros 15 minutos de apresentação para você de um cérebro bioquímico é te ajudar a pensar no básico certo é te ajudar a pensar no básico sabe por quê Um dia aconteceu isso comigo sabe um dia aconteceu isso comigo um aluno meu antigo perguntou assim para mim Professor o que que você acha do Óleo de
gibóia pro tratamento da Esclerose múltipla e aí eu perguntei para ele tá mas e e a quantas andam as células CD4 dessa pessoa ele falou não sei professor e a quantas and o valor de vitamina D de homocisteína de ferro nessa pessoa ele falou não sei Professor E aí eu falei cara mas por que que antes de pensar numa coisa muito elaborada Tu não pensa no básico então não dá para querer inverter a ordem senhoras e senhores nós estamos nesse momento com toda a certeza Acompanhando os jogos olímpicos é provável que um de vocês esteja
com olho nessa tela e com outro olho numa competição que esteja acontecendo Eu não tô nesse momento eu tô 100% focado em vocês mas o que eu quero dizer é todos aqueles profissionais que nós vemos lá são atletas de ponta mas com o certeza todos eles um dia iniciaram aprendendo os movimentos básicos do esporte que eles praticam E por que eu tô te dizendo isso Eu tô te dizendo porque eu tô preparando a tua cabeça para sair desse momento introdutório e entrar no conhecimento do dia de hoje mas é fundamental que quando a gente entre
num assunto a gente entre consciente do que a gente está fazendo ou seja o que eu quero fazer no dia de hoje é te dar essa base inicial para tu pensar no cérebro como órgão bioquímico é óbvio que em 4 horas a gente não vai fechar todo uma linha de Raciocínio A ideia é entender que um dia que um dia alguém fez como esse pai tá fazendo com essa menina aqui né te ajudou a a a andar de bicicleta e os outros pontos você foi seguindo então a ideia que eu quero deixar muito claro para
todo mundo é essa aqui senhoras e senhores Esse é o pensamento que eu aprofundo no curso NS pro né lembra que eu falei para vocês que eu tenho uma empresa que é a escola de suplementação ela tem cursos masterclasses mentorias Barará mas tem um produto que eu me orgulho muito que é o curso neurociência suplementação para profissionais da Saúde só que eu chamo de NS pro que ficou uma sigla mais fácil de ser falada Qual é a ideia de apresentar neurociência suplementação para profissional da Saúde A ideia é compreender isso que eu tenho te dito
que lá no consultório nós vemos os sintomas tristeza sentimento de culpa anedonia Agitação tendência suicida alteração de sono atenção e foco né alteração de atenção e foco de aprendizado de memória Esses são sintomas que o paciente apresenta pra gente se ele chega tomando medicamento onde age o medicamento o medicamento age aqui ó medicamento age modulando o funcionamento de neurotransmissores né medicamento a aqui modulando o funcionamento de neurotransmissores mas o que tem por baix Dessa falta de dopamina eu vi no chat que alguém colocou assim para mim ah Fabrício para um pouco mais cedo por causa
que eu tenho TDAH né Vamos falar um pouquinho do TDH aqui agora Puxa vida quando a gente fala de TDAH se eu tivesse que resumir o TDH numa frase rápida com começo e meio fim eu diria o TDH é causado pela falta de dopamina e nor Adrenalina em áreas frontais subcorticais cerebelares beleza aí a pessoa toma um Metilfenidato toma a lisdex anfetamina são dois medicamentos bem Famosos hoje em dia tem agora atomoxetina também são agora medicamentos bem famosos que vem para quê que vem para me ajudar a manter essas concentrações de dopamina na hora adrenalina
beleza eu não tô aqui para criminalizar o medicamento eu sempre digo que eu acho fundamental que a gente compreenda que especialmente nas doenças do cérebro Existem momentos que o medicamento é essencial digo de novo nas doenças do cérebro existe momentos que o medicamento é essencial que o medicamento é essencial por exemplo porque a pessoa tá em risco de vida em risco profissional em risco financeiro em risco sexual mas a gente tem que entender que o medicamento age nesse ponto medicamento age modulando o neurotransmissores só que por baixo dessa falta de neurotransmissores ou do Excesso de
glutamato aqui eu tenho o quê eu tenho uma série de outros pontos eu tenho uma questão de bioenergética eu tenho uma questão de neuroinflamação eu tenho uma questão de hiperatividade do eixo hpa de redução de neuroplasticidade de disfunção sináptica Então o que vai acontecer daqui para frente quando o tempo passa e quanto mais eu dou aula mas eu vejo que é fundamental você ter muito claro o que virá o meu foco com vocês estará em Vitamina D ferro e insulina e sempre que eu terminar um assunto eu quero botar essa imagem de novo e dizer
olha Então isso que a gente falou se contextualiza lá no pensamento que eu aprofundo no Ness pro no contexto da neuroinflamação da bioenergética disso disso daquilo combinado para você est sempre bem consciente Essa é a ideia Ah para que você esteja sempre bem consciente Então vamos paraa frente eu sempre que atendo alguém eu digo olha Existem alguns exames que são fundamentais pros ajustes bioquímicos do sistema nervoso central existem exames que são fundamentais por exemplo vitamina D vitamina B12 homocisteína ferro Ferritina tração de transferrina para dar uma olhada legal nesse metabolismo do ferro Glicemia de jejum
insulina de jejum peptídio C de jejum né tu vai falar Fabrício Mas tu falou cinco e tem mais de cinco aqui não é Porque para mim é como se eu considerasse Opa Volta para cá vocês todos eh É como se eu considerar só um momento É como se eu considerasse vitamina D Deixa eu botar aqui uma coisa pra gente deixa eu mostrar o que que eu considero considero este um este dois este TR 4 e c tá por isso que eu uso o número cinco aqui e você vê uma lista maior de exames isolados vamos
dizer assim né E conforme essa conversa for acontecendo Eu quero que todos Claro por que que eu considero estes essenciais essenciais e de maneira alguma os únicos essenciais e de maneira alguma só eles não não é isso é olha no mínimo no mínimo no mínimo lembra antes de mais nada faça o básico antes de im nada comece pela base antes de pensar em coisas muito elaboradas Então vamos paraa frente senhoras e senhores no meu relógio são 9:30 você me perguntar Fabrício Que horas tu vai parar temos aqui um momento sobre vitamina D eu acredito que
algo em torno de 10:15 por ali no máximo no máximo no máximo estourando 10:3 tá bom Eu respeito quem me pediu para que eu parasse à 10 mas se eu parar às 10 fica muito picado esse momento e talvez a gente não consiga contemplar tudo até a 1 hora então por isso que talvez eu renda um pouquinho mais eu vou sentindo Sempre que eu tô aqui falando e e olhando para essa câmera Eu fico tentando me colocar no lugar de vocês combinado se eu sentir que que eu cansei ou que vocês cansaram aí eu paro
Tá bom então toma um gole d'água aí te ajeita e vamos começar combinado são 9:33 no relógio eu falei considerando que eu comecei a falar 99:10 tô com 20 minutos de fala só que ninguém tá cansado descansa um pouquinho toma um gole d'água e vamos começar Deixa eu Tomar meu gole d'água também Bora vamos lá vitamina D começa do básico tá começa do básico olha para cá quando a gente olha paraa vitamina D A gente compreende que temos aqui um hormônio claramente um hormônio né não dá mais para considerar a vitamina D uma vitamina né
exito bioquímico da palavra temos aqui um hormônio que sofre uma síntese vamos dizer assim em várias partes passando por vários órgãos né a gente tem que destacar o papel do fígado Aqui na formação da 25 hidróxi vitamina D obviamente e obviamente dos rims na formação da forma ativa da vitamina D Então qual é a primeira questão a ser compreendida que fique muito claro você pode num exame de num laboratório de análise Clínica dosar tanto essa quanto essa você pode dosar a 25 hidró quanto a 125 de hidróxi vitamina D que é a formativa normalmente nós
doamos essa né Nós doamos essa aqui porque essa aqui é Mais barata A grande maioria dos artigos científicos dosa a 25 hidróxi né normalmente é essa dá para dosar essa aqui Fabrício dá mas essa aqui tem uma questão tem uma questão financeira né vou fazer três cifrões para essa e vou fazer um cifrão para essa então vocês vão perceber que eu falarei Deste aqui porque eu quero que os exames que nós vamos conversar sejam de bom custo benefício bom custo benefício então eu valari muito dessa Aqui mas eu tenho que fazer uma ressalva na hora
que você for aprofundar na hora que você for tirar as rodinhas e pedalar e ter vários né formas de pensar compreenda algumas vezes seu paciente pode ter vitamina 25 hidróxi né vitamina D 25 hidróxido vitamina D normal ou dentro de um valor legal mas ainda assim ela não está mostrando os efeitos clínicos que ela deveria talvez o problema esteja no quê esteja na conversão e na formação da Formativa E aí neste paciente talvez vha a pena gastar um pouquinho mais e dosar A5 Combinado então a primeira coisa que a gente tem que ter Clara é
isso quando a gente fala de vitamina D quando a gente pensa na dosagem de vitamina D normalmente doamos a forma intermediária ainda que é a 25 hidró que é o que vai funcionar na grande maioria dos casos mas quando você quiser detalhar um pouquinho mais entenda a forma ativa é essa aqui e a 125 hidróxi que Tradicionalmente é formada onde tradicionalmente é formada nos gins e vai agir reabsorção e formação óssea absorção de cálcio reabsorção de cálcio e diminuir a síntese de pth Isso aqui é uma imagem de livro de fisiologia e senhoras e senhores
eu fui professor de fisiologia Na graduação por 15 anos né eu não contei isso no começo da minha apresentação porque quando a gente começa a ganhar uma certa idade se a Gente for contar todos os detalhes da nossa vida acadêmica demora muito Tudo bem então eu fiz uma versão resumida para vocês mas eu fui Professor fisiologia por muitos anos né Eu vi a Tamires aqui quando quando entramos eu dei oi para Tamires e tal A Tamires foi minha aluna na graduação eu acredito que de fisiologia e farmacologia e e quando você é um professor de
fisiologia Na graduação você não pode falar tudo porque senão deixa você deixa a gurizada Louca sabe você deixa a gurizada louca eu lembro quando eu fiz 10 anos dando aula quando fiz 10 anos dando aula eu falei Fabrício agora eu vou arrebentar nessa aula não sei o que eu vou aprofundar um monte e tal e não dava por quê Porque os meus alunos sempre chegavam novos eu ficava mas chegava sair uma turma entrava outra tentava sair uma turma entrava outra e o aluno Entra com uma maturidade acadêmica se tu falar tudo para ele tu deixa
ele louco Então você fala certos pontos então isso aqui é um slide que a gente vê na graduação eu aumentei um pouco para vocês o entendimento entendendo que olha o que vamos dosar é esse intermediário Fique atento que se já estiver uma concentração ideal e ainda assim não estou vendo efeitos Pode ser que seja um problema de ativação dessa vitamina D então talvez vha a pena solicitar um exame um pouquinho mais caro para esse paciente agora eu quero entrar um Pouquinho mais com vocês olha que legal sabia que em animais tá bom em animais já
foi mostrada a presença das enzimas que ajudam a formar a vitamina D também em neurônio em células da glia então assim já foi né Ó mas eu quero deixar claro aqui ó no cérebro de ros já se identificou a expressão de enzimas relacionadas com a síntese de vitamina D tanto em neurônios quanto na micróglia então Claro a princípio a princípio nós vamos ficar sempre aqui tá Nós vamos ficar aqui entendendo que a síntese de vitamina D em humanos é um processo dependente de pele fígado e rim ou se eu penso em suplementação especialmente fígado e
rim olhando aqui pro fígado e pensando na suplementação eu quero dizer olha por isso que se o paciente puder usar pela via oral padrão ouro mas às vezes esse intestino tá muito Detonado ele usa pela Via sublingual ou bucal tá tudo bem porque daqui a pouco ela vai passar pelo fígado Também combinado mas a título de curiosidade saiba Olha já temos trabalhos em rato sugerindo que o cérebro ou que neurônios micróglia né não pensa cérebro que células do nosso sistema nervoso central também podem fazer essa síntese agora vamos para lá Quais são os mecanismos moleculares
para os efeitos da vitamina D que vão além daqueles tradicionais olha para esse slide comigo então vitamina D quando liga-se em seu receptor ela vai Um controlar a homeostasia do cálcio Fabrício Mas isso é o básico tá então deixa eu contextualizar com o sistema nervoso central o excesso de cálcio em neurônios contribui para o que a gente chama de excitotoxicidade como é que você vê a excitotoxicidade a excitotoxicidade pode ser mostrada por uma labilidade emocional a excitotoxicidade glutamatérgica pode ser mostrada pela ansiedade pode ser Mostrada pela enxaqueca pode ser mostrada por crise convulsivas frequentes num
paciente que já tenha uma predisposição então quando eu vejo a vitamina D controlando o excesso de cálcio eu vejo ela num papel de controlar o que a gente chama de eito toxicidade glutamatérgica Esse é um primeiro papel da vitamina D Agora continua olha para cá vitamina D controlando a Expressão de genes antioxid antes olha aqui esse gênio Fabrício essa sigla não me diz nada essa sigla que eu tô sublinhando que eu tô destacando pra gente agora é o nrf2 quem é o nrf2 é um fator de transcrição que quando ativado promove a expressão de mais
de 600 genes fitoprost E tu vai me dizer pô mas o que que isso tem a ver com o cérebro tudo toco a campainha para vocês me ouvirem toquei a campainha para vocês me Ouvirem o que que o controle do stresse acusativo tem a ver com o cérebro Tudo a Ver pensa no cérebro anatômico bioquímico e fisiológico que ele efetivamente é então dessa maneira senhoras e senhores controlar controlar stresse oxidativo é fundamental e aumentar vitamina D também agora vamos para cá vitamina D olha aqui controla a formação de serotonina pros mais íntimos Quem é essa
aqui ó tph2 Tph1 quem é é a triptofan hidroxilase então vitamina D aumenta a expressão da triptofan hidroxilase 2 e reprime a expressão da triptofan hidroxilas um vamos lá rapidamente para todo mundo ficar nivelado junto comigo a gente tá aqui para crescer senhoras e senhores Lá vai eu tenho o triptofano que ele pode interagir com vários enzimas combinado não é só triptofan hidroxilase mas no contexto da triptofan hidroxilase nós temos a Triptofano hidroxilase 1 e a triptofano hidroxilase do o que a gente tem que entender é triptofano hidroxilase do sistema nervoso central triptofano hidroxilas 1
sistema nervoso ento ai Fabrício o intestino é o segundo cérebro porque ele produz um monte de serotonina não intestino é segundo cérebro uma série de outras coisas mas a serotonina do intestino é útil pro intestino é útil pras plaquetas é útil para um monte de efeito Periférico então quando eu falo que a vitamina D controla a formação de serotonina É porque quando eu vejo esse tipo de informação eu vejo aqui que a vitamina D quando liga no seu receptor controla a expressão da triptofan hidroxilase do que é aquela enzima presente no neurônio serotoninérgico no sistema
nervoso central Combinado então é fundamental pensar nisso pensa nos países de hemisfério Norte que a gente tem a depressão sazonal Poxa na Inglaterra no inverno na Inglaterra amanhece 9 da manhã escurece à 5 da tarde e entre 9 e 5 ainda tava nublado e chovendo então essa deficiência de vitamina D levando uma diminuição da ade da enzima que controla a síntese da serotonina no sistema nervoso central vai me ajudar a entender a depressão sazonal Com toda certeza sabe por que que eu toquei a campainha porque nesse momento Especialmente para quem não me conhece tá aqui
pela primeira vez tu já entendeu a ideia do cérebro bioquímico Tu já tá começando a olhar para valor de vitamina D e dizendo não dá para deixar a vitamina D baixa num paciente com depressão mas eu já te disse ainda H pouco que serotonina não é só depressão que serotonina depressão insônia ansiedade comportamento alimentar Agressividade Então como uma criança com Todd com transtorno de oposição desafiante ninguém fala para esse pai que tem que aumentar essa vitamina D Porque tem uma relação enorme de serotonina com o Todd entende a ideia Essa é a conversa então vitamina
D controlando a expressão da enzima triptofan hidroxilase 2 diminuindo a atividade da enzima triptofan hidroxilas 1 Depois ainda vitamina D reduzindo a expressão de toxinas inflamatórias e Pô falar de neuroinflamação em cérebro é normal e ainda garantindo o funcionamento mitocondrial sa precisa mitocôndria no cérebro lógico primeiro órgão que mais tem coração né coração imagina do jeito que ele trabalha é primeiro ó que mais tem mitocôndria segundo cérebro cérebro Então tudo o que me falar que ajuda a manter funcionamento Mitocondrial é fundamental Então pessoal evolua comigo vamos para cá vitamina D é função sináptica vitamina D
aumentando a expressão de fator es neurotróficos lembra do bdnf Talvez o bdnf seja suente o mais famoso dos fatores neurotróficos mas ele não é o único aqui eu tenho o ngf o gdnf o GAP 43 o que que é um fator neurotrófico que a gente tem que entender é que talvez os fatores neurotróficos ficaram famosos por causa Da neurogênese legal bem bom mas porém todavia entretanto né usando todas as conjugações conjunções que a língua portuguesa me permite usar eu diria para vocês com todo respeito e carinho que mais importante do que a neurogênese é a
sinaptogênese sinaptogênese é neuroplasticidade então quando eu vejo vitamina D regulando a expressão desses fatores neurotróficos aqui eu penso muito nela Dando um controle muito interessante paraa função sináptica para funcionamento sináptico depois continua comigo um resumo pra gente então aqui eu deixei em português resumido o que os últimos dois slides mostraram pra gente cinco motivos pelos quais você tem que pensar na vitamina D pra neuroquímica do sistema nervoso central uma aumento da expressão de genes antioxidantes redução de de expressão de citocinas pró-inflamatórias Controla a expressão de proteínas mitocondriais aumenta atividade da triptofan hidroxilas 2 e ainda
aumenta expressão de fatores neurotróficos Então existe uma série de evidências bioquímicas existe uma série de evidências robustas mostrando esse papel bioquímico da vitamina D só que sempre sempre que eu estudo eu penso tem trabalho em humano sim ou não sabe por quê Porque eu falei para vocês ainda pco eu tenho o privilégio de ser pago para estudar vamos dizer assim eu até atendo pessoas eu atendo né esporadicamente eu atendo pessoas eu nunca anuncio que eu atendo porque meus pacientes vão chegando até mim meio que de maneira harmônica sem eu precisar anunciar então eu atendo mas
a ideia é compreender o quê A ideia é compreender o seguinte que eu estudo para apresentar o produto dos meus Estudos para os profissionais que investiram em algum curso meu né seja vocês que investiram nesse workshop seja as pessoas do nspr seja as pessoas que já estão nas mentorias mais avançadas Então sempre que eu tô estudando eu penso cara tu vai apresentar para um médico tu vai apresentar para um nutricionista tu vai apresentar para um fisioterapeuta tu vai apresentar para um profissional da Saúde você tem que pegar esse teu produto do Teu trabalho Fabrício assine
e aplicar num ser humano então de nada adianta a gente ficar viajando só nos mecanismos bioquímicos e moleculares se isso ainda não se repercute no humano porque eu fiquei 12 anos trabalhando tocando experimento com rato né pô eu comecei no laboratório de iniciação científica em 99 e saí em 2011 quando eu toquei meu último experimento com rato último experimento doutorado eu convidei meu amigo que tava Tocando experimento comigo falei cara vamos vamos beber uma cerveja Quero tomar uma contigo agora porque vai ser meu último experimento por porque uma das grandes angústias que eu tinha quando
eu escrevi um artigo científico dos meus artigos dos meus trabalhos vamos dizer assim dos meus projetos de pesquisa era ter que botar lá na discussão assim olha temos que entender que esse é um trabalho com animais Então precisamos de novos estudos para ver se Isso é replicado no ser humano então eu quero trazer pra gente agora o que que a gente tem de ensaio Clínico fazendo essa correlação entre vitamina D e seres humanos para ver como que isso se correlaciona Então vamos lá vitamina D TDH vitamina ddh vamos ver o que que essa imagem nos
diz aqui aqui eu tenho um risco relativo né numa comparação entre risco para o diagnóstico de TDH né e baixos valores de vitamina D durante o período gestacionais né Durante esse período gestacional próximo ali ó então perceba aqui ó valores menores de vitamina D tem essa relação né com o maior risco para o diagnóstico do TDH aqui o que eu tenho eu tenho aqui ó menores valores perinatais de concentração de vitamina D estão Associados a 40% maior risco de TDH na vida adulta então isso começa a ser mostrado com risco continua aqui um outro trabalho
mostrando o quê pra gente mostrando ah a associação de vitamina D E probabilidade do TDH em estudos caso controle e o que eles mostram nas suas conclusões deixa eu pegar o o marcador que eu acho que fica melhor para riscar do que Obrigatoriamente a caneta vermelha olha só essa análise mostra que vitamina D insuficiente ou deficiente em crianças tem um risco 2.50 vez 2.57 vezes maior de desenvolver o TDH do que aquelas com concentrações de vitamina D suficientes lembra que eu falava do Óleo de gibóia Lembra que eu falava do Óleo de giboia né eu
comecei essa essa conversa ainda a pouco dizendo assim antes de pensar numa coisa muito elaborada pensa no básico Fabrício o que que tu acha do cbd pro TDH eu te digo já trouxe um valor de vitamina D pro ideal ainda não então não viaja então não viaja não vai no no no no topo da pirâmide você ainda não fez a base da pirâmide vamos no que é fácil de dosar vamos no que é barato de suplementar vamos no no que meu Deus é Um é assim entende o começo da da da aula agora acho que
o começo da aula agora tá ficando escancarado de Claro para todo mundo é eu dizer não dá para tu querer fazer um negócio super elaborado se nem o básico tu não faz direito essa é a ideia desse workshop Essa é a ideia desse sábado para mim eu ganho o sábado sair daqui entendendo que o básico tem que ser bem feito para depois o resto ser feito melhor ainda Vamos pra frente outro trabalho né outro trabalho aqui fazendo uma associação agora o quê né crianças e adolescentes que tiveram essa quantidade de vitamina D menor do que
a média tinham né ou que crianças e adolescentes com TDH tinham em média essa quantidade de vitamina D menor do que os controles que não tinham TDH quando comparado então a gente vem desde essa vitamina D Perinatal como um aumento de risco quanto mostrando quando eu comparo Crianças que não t TDH contra crianças que T TDH as que tem tem menores valores de vitamina D Então segue a linha aqui é um outro trabalho que essa figura agora que eu vejo ela aqui ela ficou dificílima de mostrar para vocês né mas o que ela mostra ela
mostra pra gente na verdade a suplementação de vitamina D melhorando uma série de sintoma porque uma outra busca que eu sempre faço entenda a a a linha que eu fui fazendo com Vocês Será Que vitamina D tem relação com TDH olha menores valores de vitamina D nesse momento Perinatal tem relação com o risco de TDH quando eu comparo crianças controle contra crianças com TDH crianças adolescentes eu vejo que as crianças com TDH T menos vitam D aí a próxima pergunta que eu me faço quando eu tô montando a aula é Tá mas será que a
suplementação disso aqui vai melhorar o sintoma que é o que esse trabalho mostra Ele mostra para mim a melhora de alguns sintomas relacionados ao TDH Quando essas crianças suplementaram e corrigiram essa deficiência de vitamina D mas aqui eu teria que ter cortado essas figuras para ela ficar um pouquinho melhor para que a gente avalie mas depois você pega essa referência aqui e consegue olhar para ela com tranquilidade vamos pra frente aqui eu quis trazer também esse aqui eu quis trazer não é TDAH combinado não é TDAH mas ele apareceu para mim e enquanto eu montava
esses slides eu falei eu quero mostrar por quê Porque em algum momento eu conversei com vocês sobre o papel da serotonina e o controle de agressividade em seres humanos combinado em seres humanos ou seja agressividade tem ten uma relação interessante com um déficit Severo de serotonin Eu lembro que há um tempo atrás eu montei uma Master Class sobre Todd eu tenho várias masterclasses e uma delas é sobre Todd sobre o transtorno de oposição desafiante E aí quando eu estudei a neurobiologia do Todd eu entendi o quê eu entendi que tem um papel interessante do Déficit
de serotoninérgico e quando eu vejo vitamina D controlando a síntese de serotonina depois eu vejo lá na frente um trabalho mostrando deficiência de vitamina D relacionado com problema comportamentais em adolescentes eu tipo De trabalho que chama muito a minha atenção chama muito realmente a minha atenção e o que que esse trabalho mostrou aqui esse trabalho mostrou ele comparou né crianças com problemas comportamentais contra crianças controle e mostrou que esses valores abaixo de 50 nanomol por litro tá mais relação com problemas comportamentais muito em adolescentes aqui né entre 11 e 18 anos Muito provavelmente relacionando o
quê Muito provavelmente agora extrapolando né ô Fabrício por que que esse deficiência de vitamina D estaria relacionada à ansiedade a quebras de regras a ansiedade e assim por diante olha daqueles mecanismos lá atrás que eu mostrei para vocês o que mais justificaria com toda a certeza seria né quando eu olho para esses mecanismos aqui e me pergunto Poxa qual desses mecanismos Aqui justifica aquele artigo lá bom primeiro momento esse aqui só que nesse momento nesse momento com 50 minutos de fala já eu iria ficar honrado se um de vocês tivesse pensado assim é mas ele
falou ainda pouco que a inflamação aumenta a atividade de uma enzima que diminui serotonina então isso também tem a ver com isso bingo Claro Ah mas então se eu controlar stresse oxidativo eu também controlo isso e consequentemente isso lógico e se Eu melhorar o funcionamento mitocondrial eu melhoro isso melhoro isso e também ajudo para isso Óbvio entende onde eu quero chegar a minha vida é mostrar pras pessoas que não dá para querer olhar algo que tem um grau de complexidade de maneira muito centrada numa coisa só sabe aquela analogia que uma série de pessoas foi
colocada para investigar um elefante bem de perto já veio essa que aí uma foi Colocada perto da Pata outra perto da tromba outra perto da orelha outra em cima outra embaixo assim por diante e várias pessoas disse disseram que aquilo era algo muito pontual porque elas não estavam tendo a oportunidade de olhar o macro e o meu papel quando eu te digo que eu sou pago para estudar o cérebro desde 99 é ter tido essa oportunidade né eu felizmente tive essa oportunidade mas não foi assim hoje isso veio para minha cabeça Óbvio que não isso
é um processo pessoal isso é uma história entende isso é uma história que me permite ir olhando as coisas dizendo cara isso conecta com isso isso conecta com aquilo e isso tem a ver com isso E é isso que eu apresento para as pessoas quando eu trago elas para um evento como esse ou quando eu convido para aprofundar comigo no curso NS pro então resumo falar de vitamina D claro que é falar de TDAH também claro que seria falar de terra claro que é Falar de esquizofrenia vira um pouco sai do TDAH Agora pensa na
esquizofrenia sabe quando eu me pergunto Qual é a minha missão uma das respostas que eu me dou é a minha missão é falar sobre o cérebro e químico para que as pessoas não tenham preconceito com as doenças do cérebro quando eu quero te convidar para pensar num cérebro anatômico bioquímico fisiológico é para acabar com os preconceitos com as Doenças com os profissionais que se especializaram a estudar o cérebro e com os pacientes dessas questões também E por que que eu sempre gosto de falar de esquizofrenia eu gosto de falar de esquizofrenia Porque eu conheço várias
pessoas com esquizofrenia e vejo que é uma doença que coloca Às vezes o paciente à margem E se eu me pergunto Fabrício existem trabalhos relacionando vitamina D e esquizofrenia olha existem mas eu gosto eu trouxe aqui Um trabalho uma revisão de 2024 Então ela revisa os anos anteriores vamos dizer assim eu tenho aqui um trabalho que dá para mim uma relação uma relação forte entre a deficiência de vitamina D e esquizofrenia outros trabalhos já olha não mostramos aqui ó o outro aqui né ó a suplementação com vitamina D não mostrou um benefício muito comparado ao
Placebo então é aquela aquela linha que eu sempre faço né poxa será que existe deficiência de Vitamina D relacionada a esquizofrenia Sim será que existe suplementação de vitamina D melhorando sintomas né Ainda não temos muito né Ainda não temos muito agora aqui ó Pode ser né que para esquizofrenia a suplementação de vitamina D seja importante especialmente para outros sintomas como os sintomas cognitivos normalmente a gente atrela na esquizofrenia só os sintomas positivos que a gente chama por definição né que São aqueles sintomas relacionados a O Surto Psicótico mas existem os sintomas negativos o embotamento emocional
prejuízo cognitivo Então embora né embora à Não seja mostrado n trabalho efeito sobre sintoma positivo talvez no prejuízo cognitivo seja mostrado Então temos também vitamina D esquizofrenia vitamina D e depressão Claro que tem também claro que tem também olha aqui para esse trabalho primeira coisa senhoras e senhores 10 da manhã já vamos Chegar no nosso intervalo daqui a pouco combinado já vamos chegar no nosso intervalo daqui a pouco mas concentra comigo olha aqui ó o que você tem aqui você você tenho aqui a depressão e os sintomas depressivos e os sintomas cognitivos e eu botei
esse slide para dizer assim não separa depressão de cognição não separa emoção de cognição não separa humor de cognição então quando a vitamina D melhora sintoma cognitivo ela pode lá na frente fazer Efeito sobre o humor também Fabrício existe trabalho mostrando efeito da suplementação de vitamina D sobre emoções negativas existe né olha quantos trabalhos analisam os efeitos da suplementação de vitamina D sobre emoções negativas Claro que sim claro que esses trabalhos existem mas eu gosto muito desse trabalho aqui por porque ele dá para mim um norde esse trabalho esses autores foram fazendo uma correlação entre
Valores de vitamina D da 25 hidroxi lembra que eu já fiz o comentário sobre a 25 hidroxi no começo desse momento e diminuição de risco de depressão e compara um valor entre 20 e 30 aqui contra um valor de 50 a 60 aqui não vamos nem pensar nesse valor de 10 aqui né certo onde você gostaria que seu paciente estivesse neste ponto neste Ponto ou neste ponto ou letra a letra B ou letra C eu acredito firmemente que a gente escolheria a letra C então eu quero sempre trabalhar para esses valores de vitamina D estarem
próximo de 60 Até perto de 90 mais ou menos esse é meu trabalho ultimamente Para quê Para reduzir risco de uma série de doenças do sistema nervoso central e aqui mais um trabalho que eu quis trazer eu tava também nas buscas ele apareceu para mim e eu quis trazer Que era a associação entre deficiência de vitamina D e comportamento suicida e e eu diria sim que identificar o comportamento suicida ou prevenir o comportamento suicida ou melhor Estar atento para o comportamento suicida é prevenir o suicídio vou dizer de novo o que eu quero dizer é
prevenir ou Estar atento para o comportamento suicida é prevenir a Consequência dele então a partir disso eu comecei a pensar Fabrício não faz sentido você estudar a neurobiologia do suicídio do ato faz sentido você estudar a neurobiologia do comportamento suicida Porque quanto mais eu puder entendeu que que esse comportamento tem de origem bioquímica e fisiológica mas eu vou poder atacar isso para prevenir a consequência dele esse é a ideia e aí vamos pegar o Marc texto para Sublinhar alguns pontos aqui agora esse trabalho providencia evidências a favor da relação entre vitamina D e comportamento suicida
e sugere né que a insuficiência de vitamina D tem um papel no comportamento suicida Fabrício por muito Possivelmente por aquelas relações que a gente conversou lá na frente vitamina D e neuro envelhecimento olha para cá Olha esse trabalho que lindo pessoal Olha que lindo isso aqui é um trabalho também Publicado recentemente eu não lembro exatamente o dia mas eu acho que foi junho desse ano de 2024 E aí perceba comigo o que os autores fizeram Olha o tamanho do trabalho eu tenho aqui ó 270.000 pacientes entre 55 e 69 anos que foram acompanhados por 14
anos né que foram acompanhados por 14 anos aí eu tenho indivíduos que tiveram que que eles foram estratificados em indivíduos com Deficiência de vitamina D que eram aqueles que tinham a 25 hidró a baixo de 30 nanol por lro e indivíduos com insuficiência de vitamina D que eram aqueles que tinham 25 hidró entre 30 e 50 nanomol por L calma calma calma não posso nunca nunca nunca nunca deixar que a minha fala Gere mal entendido na tua cabeça nanomol por lro não é o valor oficialmente mostrado nos Laboratórios brasileiros nos Laboratórios brasileiros normalmente o Valor
é aqui ó em nanograma por ml Então esse 30 que você está vendo aqui agora e aquele 30 e 50 não dá pra gente fazer uma correlação rápida e Estreita com os valores que a gente tá pensando combinado aqui quando muda a unidade muda 50 nanomol por L vai dar para mim eu tenho aqui essa mudança aqui ó quer ver ó aqui ó aqui tá aqui ó 50 nanomol por L equivale a 20 Nan por ml tá bom 20 N por ml então aqui ó volta para cá 50 nanomol por litro é 20 nanog por
ml Combinado então aqui o que eu tenho eu tenho valores bem baixos de vitamina D se a gente for pensar né Se a gente for pensar aqui são valores realmentes abaixo Vamos botar assim valores abaixo de 20 nanograma por ml o que que eles deram como resultado eles deram como resultado um maior risco de demência seja demência vascular seja demência de Alzheimer Nesses pacientes conforme estavam envelhecendo Fabrício não consigo pensar na relação entre vitamina D e prejuízo cognitivo e demência eu diria olha pensa nisso tudo aqui né Pensa nisso tudo aqui pensa na relação entre
vitamina D e neuroinflamação E controle de estresse oxidativo pensa na relação entre vitamina D e controle da funcionamento mitocondrial pensa na relação de vitamina D e Funcionamento de fatores neurotróficos relacionados à saúde sináptica tá entendendo porque que lá no NS pro eu vou aprofundando esses detalhes e um dos primeiros módulos de NS pro é esse workshop que eu tô fazendo com vocês olha ela Tocando Em vários pontos dessa fisiopatologia de base que tem que ser pensada mas antes de terminar minha parte de vitamina D olha para cá eu quis Trazer isso aqui por quê Porque
eu acho que uma das funções que a literatura me Dá ou um dos papéis da literatura é me dar tranquilidade para dizer olha eu quero valores de vitamina D entre 60 e 90 e tô tranquilíssimo com esses valores porque olha para cá Aqui nós temos um trabalho de revisão publicado em 2018 falando sobre toxicidade de vitamina D onde o a k i é a insuficiência renal aguda Tá bom então Fabrício existem trabalhos mostrando toxicidade de vitamina D Claro que sim claro que sim mas essa toxicidade Normalmente tá relacionada com valores de vitam vitamina D em
que ordem olha para essa coluna que eu destaquei para você agora olha para essa coluna senhoras e senhores olha para cá vitamina D em nanograma por ml do jeito que a gente é acostumado a ver nos Laboratórios brasileiros não precisa agora transformar nada tá bom É do jeito que tu tá habituado a ver sempre acima de 150 aí começam com certeza a aparecer Valores ou sintomas relacionados a toxicidade de vitamina D o que eu peço para as pessoas sempre o que é é valores até 90 tenho todos os efeitos positivos que eu quero ainda com
uma boa segurança isso aqui é um trabalho para crianças né isso aqui é um trabalho para crianças e aí eu tenho aqui ó valores de vitamina D onde começou a aparecer toxicidade sempre ali aí nesse trabalho aqui em crianças acima de 200 Nanog por ml eu tô te pedindo para trabalhar aqui ó certo aqui ó essa é a ideia de um valor de segurança abaixo de 100 realmente tá seguro eu botei aqui uma fórmula de vitamina D e já botei junto a vitamina K2 para ser elegante né para ajudar a distribuir um pouquinho melhor esse
cálcio mas ã para manter Entre esses valores aqui a princípio nem precisaria mas deixa junto 4000 2000 Isso aqui vai variar eu gosto de dose diária mas por uma questão Evolutiva de entender que a gente pega sol uma vida toda então se eu pego o sol uma vida toda eu vou obviamente né tomar e todos os dias Teoricamente ã eu vou tomar vitamina D todos os dias mas a literatura mostra que também usar toda semana a princípio não é um grande problema Fabrício mais perto do 60 ou mais perto do 90 eu sempre digo lá
no nspr eu digo isso eu digo ó quanto maiores foram os sinais de neuroinflamação que você identificar Mais perto do 90 quanto menores os sinais de neuroinflamação mais perto do 60 Essa é a conversa tá bom essa é a conversa então volta para cá eu te convidei para vir aqui neste sábado das 9 às 13 para conversar ou para me ouvir te contando evidência sobre ah a relação entre vitamina D ferro insulina e o sistema nervoso central para que eu possa te mostrar que exames simples te ajudam a identificar pontto e Chaves da fisiopatologia de
Vários sintomas importantes na prática clínica que não Obrigatoriamente é depressão TDH Alzheimer Parkinson não é muito mais macro é muito mais macro a questão toda é entender senhoras e senhores que nós temos com toda a certeza o quê Nós temos com toda a certeza essa correlação entre esses sintomas a deficiência de vitamina D a necessidade de reposição dela e de manutenção dentro de valores ideais