Você acha que há espaço para isso? Já que todos esses aí, com a experiência que eles têm, eles tiveram medo de ser candidatos contra esse sistema. Todo mundo foi lá pedir a bção a Bolsonaro.
>> Eu acho exatamente isso. Acho que tem esse espaço sim. Até porque essas pessoas não nasceram no bolsonaristas.
Elas se encantaram pelo Bolsonaro em grande medida. se apaixonaram pelo Bolsonaro, porque o Bolsonaro, para elas, vou tem que ser honesto, ele representou a esperança de que alguém parecido com esse brasileiro, quem é o brasileiro que vota no Bolsonaro, é um cidadão em geral produtivo, economicamente ativo, é um cidadão que ele defende um conjunto de valores tradicionais dentro da sociedade brasileira, é uma pessoa que tá cansada da impunidade e ele tá cansado da corrupção e do crime organizado. Vamos botar aqui, a gente pode fazer um mix aqui.
O erro desse eleitor é que ele achou que o Bolsonaro ia fazer alguma coisa contra essas contra esses problemas e que ele representava de fato esse esse cara. Ele não representa. >> Ele se desencantou.
Então >> ele não não uma parte tá encantada ainda. Existe pelo menos 15% do eleitorado que tá encantado do antipetismo como um todo. Vamos colocar aqui 30% do antipetismo continua encantado com o Bolsonaro.
E é isso que vai permitir que o Flávio largue sempre bem. o recall do próprio antipetismo. A questão é que o eleitor antipetista, que é diferente do eleitor bolsonarista, o eleitor antipetista, o eleitor conservador, ele precisa ter outras alternativas que respondam os problemas do Brasil para ele.
Por exemplo, o maior problema do brasileiro, todas as pesquisas captam, é o quê? Crime organizado e violência em todos os lugares. >> A sua camisa prendeu, matou, tem alguma coisa aí com pauta do crime organizado?
Sim, a gente precisa mudar as leis penais brasileiras, as leis de execução penal no Brasil. E nós precisamos instituir o que a gente chama de direito penal do inimigo, uma teoria de um jurista lá da Alemanha que configura uma organização criminosa, como nós temos aqui já no Rio Grande do Norte, fiquei chocado em saber isso. Eh, configurar elas como a grupos terroristas e aí um traficante, uma pessoa que comete crimes regularmente dentro uma facção, ele não dispõe dos mesmos direitos e prerrogativas que o cidadão comum.
O que eu quero dizer é o seguinte. Se eu, vamos botar aqui, eu, o Túlio ou alguém, sei lá, com demos um soco em alguém na rua, a gente tem as nossas prerrogativas. Temos que ser punidos porque cometemos um crime, mas temos nossos direitos prerrogativos como um cidadão que reconhece a lei.
Uma pessoa que faz parte de uma facção, ela não reconhece a lei do Brasil. Portanto, a lei do Brasil tem que ser muito dura com ela, porque tem que ter um, ela tem que ter um status especial. >> Esse prendeu uma matô é o quê?
Pena de morte que você defend. Não necessariamente, ainda que a gente tá discutindo a questão da pena de morto também, não necessariamente. A questão do prender o matô é se você faz parte de uma facção e você vem com uma metralhadora receber a polícia, ou você se entrega ou você vai morrer.
Não tem conversa, não tem discussão sobre não, porque o direito humano do cara que tá portando uma AR15, ele tem que Não, >> mas isso já existe, um confronto hoje já existe. Isso confronto já existe. A questão toda é que a o ato de haver um confronto, você vai pegar a a DPF das favelas.
Hoje você tem exércitos montados dentro das favelas. Rio de Janeiro é o caso mais emblemático, mas não é só o Rio de Janeiro. Se vocês forem pro Ceará, a gente, porque o Rio de Janeiro é todo mundo é é quase um negócio anedótico.
Não, o Rio Rio, o Ceará é muito mais perigoso que o Rio. Se bobear, tem que ver os números aqui do Rio Grande do Norte. >> Em termos de facções, em termos de de mortes, homicídios, as trocas de tiro que tem entre eles é são muito mais perigosas.
O você permite no estado brasileiro a existência de territórios inteiros em que há ocupação e os caras andam armados ali dentro. O estado sabe no Rio de Janeiro, especificamente na DPF da favela, você não pode fazer uma invasão se você não tiver toda uma reunião com inúmeros órgãos e sempre vaza e sempre Tanto que o urso, ursão lá do Comando Vermelho, nessa última operação que foi montada no Rio, ele não tava lá, ele já se pirulitou, ele sabia que tinha. Então a ideia do Prenderemô é leis muito mais duras e a reocupação por parte do estado desses territórios que hoje pertence ao crime organizado.
>> Voltando as eleições 26, o senhor coloca-se como de direita, uma direita mais moderada, vamos dizer assim. Não sou moderado. Moderado.
Moderado é o Flávio que é corrupto. [risadas] Moderado é o Flávio que é corrup. Trouxe recentemente os dados da pesquisa Atlas Intel que no segundo turno projetou Flávio Bolsonaro com o Lula 459.
Uma pergunta. Entendo o segundo turno e o senhor não indo para o segundo turno ou estando no seu? Vou colocar a hipótese de não indo.
O senhor apoiaria Flávio Bolsonaro? >> Eu nunca vou imaginar uma hipótese em que eu vou entrar numa luta pensando na minha derrota. Então essa hipótese não existe na minha cabeça.
Eu tô rodando nordeste, eu tô sobre assim no Ceará, eu já tenho ameaças de morte no Ceará. Eu não vou chegar no Ceará pensando se eu não vou pro segundo turno. Você nunca entra numa guerra para perder.
Eu, essa hipótese não existe na minha cabeça. >> Sobre você tá falando muito aí dessa questão da segurança pública, de combate ao crime organizado. Essa vai ser a bandeira principal de luta das um da missão, vamos dizer assim, é de combate ao crime organizado para se diferenciar dos demais, porque o Caiado também tem essa bandeira, né?
Dizendo que lá o estado dele é o mais seguro do Brasil, que bandido lá não tem jeito. >> Se cria, eu vi, eu vi ele falando o o >> qual sua diferença então para Caiado nesse caso? É porque a segurança pública ela é um dos três ou quatro temas prioritários para salvar o Brasil.
A maior, o maior problema do Brasil é como a gente resolver as desigualdades regionais. Meu, minha questão, inclusive, só uma curiosidade, se vocês abrirem o demográfico do, da pesquisa atlas, as regiões que eu vou melhor são Norte e Nordeste, porque eu sou o único que tá tratando os problemas dessas regiões. E na verdade, >> e o que que você propõe para desenvolver o Nordeste?
você tá começando a sua pré-campanha justamente aqui pelo Nordeste. Quais são as suas plataformas para desenvolver o Nordeste? >> Vamos lá.
Eh, eu amo esse tema eh e enfim, espero contribuir muito aqui, porque as é difícil tratar do assunto. Nós temos aqui no Nordeste desigualdades quando comparadas com o restante do Brasil muito agudas e às vezes as pessoas não gostam de falar porque isso às vezes machuca as pessoas. A questão é, a maior parte dos municípios do Nordeste dependem de dinheiro vindo do governo federal, que significa dinheiro de outros estados para sobreviver.
Você tem muitos municípios, os municípios não são austentáveis, >> você tem oligarquias políticas muito corruptas que administram esses municípios e você não consegue sair do lugar. Esses lugares geram problema pra federação, porque o problema da federação, problema representativo como a base da democracia brasileira. E aqui é uma provocação pro Brasil todo, morente pro Nordeste.
É a compra de voto. Vereadores, prefeitos, deputados se elegem compra de voto. Isso acontece com uma intensidade maior aqui.
A qualidade da representação que vai pro Congresso do Nordeste, ela é ainda pior. E esse é um problema. E isso afeta a tomada de decisões de todo o Brasil.
Você tem figuras de, por exemplo, como Vandag Artur Lira, que foi pego agora pelo Flávio Dino numa operação. Você vai pegar o o na região norte vai pegar o Al Columbri, que é o presidente do Senado, o Lira foi presidente da Câmara, você vai pegar o Hugo Mota lá lá com a turma dele de Patos no interior da Paraíba. São pessoas que representam estados com economias que estão claudicantes, altamente dependentes, mas ao mesmo tempo são super poderosos.
>> E aí, mas mas calma, mas não, calma que eu vou vou deixa eu deixa eu molhar o bico. >> Eu tô falando primeiro diagnóstico. Então a gente tem um diagnóstico assim, a vida das pessoas piora.
Se você vai pegar o mapa interno de migração do IBGE, as pessoas estão saindo do Nordeste tirando a Paraíba. Paraíba tem um caso específico em que pessoas migraram paraías. O resto pessoas estão indo embora.
O que que eu proponho pro Nordeste é muito simples. Nós temos que gerar classe média urgentemente no Nordeste. Isso passa por aumento, aumento da complexidade da atividade econômica.
E alguns lugares têm a atividade econômica mais complexa. Por exemplo, a região de Mossoró aqui no estado é uma região claramente assim os o os pressupostos pra gente conseguir começar a bombar em Mossoró estão certos. estão dados.
Aqui em Natal também tinha que ter porto. Aqui em Natal a gente podia usar usar o exemplo de Recife que teve o porto digital deles. Falaram que iam fazer um porto digital aqui em Natal, acabaram nunca fazendo.
Ou seja, você formar uma classe média, usar tecnologia, agregar valor à produção das pessoas. Uma coisa que a gente vê, por exemplo, aqui o Rio Grand Norte, me corrijam, acho que é o maior produtor de melão do mundo. Existe alguma marca de sorvete de suco nacional ou internacional oriundo aqui do estado?
Então existe um uma questão de aumento de complexidade que a gente precisa gerar desesperadamente. E para isso, como é que a gente vai fazer? Financiamento e trabalhar para ter uma zona econômica especial, igual tem na China.
Nós precisamos de zonas econômicas especiais no Nordeste para você gerar classe média, aumento de produto de econômica através de indústria e aí com base nisso exportação e aí você começa a equilibrar o jogo. Tem um estudo nos calma que já vou te passar bola tu. [risadas] É, tem um estudo maravilhoso.
Maravilhoso. Tomei bronca. Pode ir.
Pode contar, >> pode contar. >> É que eu não gosto, eu tô segurando tudo aqui. Calma que eu vou.
É que assim, tem um estudo que a gente fez que mostra, quanto mais você gera eh classe média, menos as pessoas votam no centrão, porque menos as pessoas vendem o voto. E isso é fundamental para gerar inclusive cidadania aqui. Pois é.
Você falou do central, queria falar justamente sobre isso. Quando o Bolsonaro tava em campanha, ele ele abominava o o centrão, dizia que não queria conversa e chamava de tudo no mundo. Quando ganhou a eleição, pouco tempo depois, o chefe do centrão, que era Círio Nogueiro, foi chefe do gabinete dele.
Como saber que Renan não vai fazer a mesma coisa? >> Porque Renan não é Bolsonaro, né? Então o Bolsonaro sempre foi do centrão, a vida inteira dele.
>> Desculpe, mas todos os presidentes são dependentes hoje do Congresso e do centrão, principalmente. >> A a questão é se você é conduzido pelo Congresso, se você conduz o Congresso. O Fernando Henrique conduziu o Congresso.
Fernando Henrique foi o presidente que mais fez reformas, ele conduziu o congresso. Emenda impositiva >> naquela, naquela época tinha emenda também. >> Tinha emenda tinha.
Eu sei, mas você tá falando do orçamento secreto do impositivo normal, mas naquela época você dependia dele da mesma forma. Você você tinha também loteamento de cargo naquela época. Uhum.
>> Então o ele era obrigado a lotear e ele e o e ele não apenas loteou menos, como ele passou legislações que pro centrão eram absolutamente suicidas. A lei de responsabilidade fiscal, ela foi uma coisa revolucionária que Fernando Henrique passou. A questão é, o Fernando Henrique, que não era oriundo do Centrão, ele conseguiu passar reformas no Brasil e ele não foi conduzido pelo Centrão.
O PT em alguns poucos momentos, ele até conseguia, mas era como na base da compra do do parlamento. O Bolsonaro, que me desculpem os bolsonaristas, ele sempre foi conduzido pelo centrão que ele não consegue imaginar fazer política para ele do centrão porque ele sempre foi do centrão. O Bolsonaro sempre falou e é palavras dele, eu sou do centrão.
Então um presidente da República, eh, eu não quero muito me estender nisso, né? Tá, tá bem legal a entrevista, mas às vezes eu tenho uma Me corrija aqui, por favor, se eu tô falando muito, tá? Mas um presidente da República, ele tem que mudar o sistema de incentivo que dá poder pro centrão.
Hoje o centrão tem as emendas, o do orçamento secreto, >> 65 bilhões. Como mexer com isso? Como mexer com isso?
Deixa ela perguntar que eu eu eu molho o bico e te respondo. >> Não, eu queria eh que você comentasse. Algumas eh pessoas assim, alguns veículos acabam fazendo uma associação da sua imagem com a de Pablo Marçal, que ele foi candidato a governador em São Paulo, que como se o MBL estivesse lançando um novo Pablo Marçal.
Como é que você vê esse tipo de comentário? E quem é Renan Santos? para as pessoas que não conhecem ainda o pré-candidato a presidente da República, quem é você, né?
A sua história, a sua profissão, enfim. >> Bom, se eu fosse o Pablo Marçal, o Túlio já teria dado uma cadeirada em mim aqui, [risadas] né? A coisa já estava em outro nível, né?
O que o que eu posso falar assim, eu não tenho eu tenho asco do Paulo Marçal. Eu achei ele um sujeito baixo, viu? Achei ele um enganador.
Eu tava falando assim: "Ah, Lula, Bolsonaro, ambos mentem pro eleitor. O Pablo Marçalo transforma os dois na Madereza de Calcutá". Nossa, >> o Pablo Marcel é um super mentiroso e, infelizmente, ele ganha dinheiro ludibriando as pessoas com aqueles cursos mentirosos dele e fora as mentiras que ele fala no palco, ele fala ao vivo, o cara é uma máquina.
Eu tô aqui falando verdade, vocês podem não concordar comigo num ponto, discordar, mas eu vou defender com argumento os meus pontos até o fim. Eu não tenho medo de absolutamente nenhuma pergunta e eu também não vou vir aqui lacrar para cima de vocês. Tipo, eu vou usar você ou você ou você de gancho para eu não vou te dar não, eu vou falar real, vou falar o que eu penso, eventualmente vocês não vão gostar.
E é da vida. Não era o que ele fazia. O P Marcel, inclusive, ele vinha no nos lugares com um roteiro para bater num jornalista.
Não é isso que eu vou fazer. E o projeto do MBL não é esse. Projeto do MB de longo prazo.
O Marcelo teve muito sucesso. Ele quase venceu a prefeitura de São Paulo. Se ele não mentisse lá com aquela carta do Bolos, ele tava no segundo turno, ele ganhava do Bolos.
A questão é, ele acabou politicamente, nós não vamos, eu tenho um partido hoje. >> Ag esse perfil, né, seu assim de de trazer a verdade, o debate e tal. A gente viu isso lá nos Estados Unidos com o Charlie Kirkassinado.
Vocês que se expõe do movimento MBL, que levam esse debate, que enfrentam, vocês temem a que no Brasil essa violência também possa chegar até vocês? >> Sim, sim, sim. Porque ela tá rondando a gente.
A Amanda, que é a nossa vereadora em São Paulo, tinha um maníaco, ficou atrás dela com faca, a gente teve que prender ele. Então, houve um trabalho junto com a polícia, a gente prendeu ele. Dois coletores de assinaturas do nosso partido no ano retrasado foram alvo de uma tentativa de assassinato.
A gente conseguiu prender os rapazes que tentaram matar eles. Eu tenho recorrentes ameaças de morte, especialmente como a gente começou a falar muito do comando vermelho, muito do PCC, começaram a bater muito na gente e viras essas ameaças. Eu, a pessoa mais ameaçada da nossa é Amanda.
E se segundo lugar hoje sou eu. E você fica com um pouco de preocupação. Hoje a gente tem que andar com segurança.
Dito isso, a gente não pode mudar o que a gente faz. >> Em relação ao partido, é um partido novo e consequentemente eh tem dificuldades em relação comparativo com os outros. Eu quero falar sobre debate.
Você tem como matériapra principal a voz, a fala, o conteúdo que você quer expor. Eh, o partido vai ter condição de participar de debates na eleição presidencial ou não? >> Formalmente, o que faz um partido participar dos debates é a a emissora autorizar participe.
Eh, >> a boa vontade dos demais participantes. A outra, ah, não, incluam ele. Em geral acontece que não não [risadas] acho que haverá, eu não sou muito amigável com eles também.
>> Ou o partido ter pelo menos cinco parlamentares, tá? Nós não apareceremos na eleição com cinco parlamentares, muito provavelmente, tá? A gente não tá abrindo, se quiséssemos, teríamos.
Teve muita genteorme para um candidato novo de um partido novo e ainda não f não ter nem mesmo a exposição que é um palanque, é um palco muito legítimo, que é o do debate. Então, como é que você vai vencer tudo isso, inclusive o desconhecimento da população sobre o seu nome? >> Primeira coisa, eu preciso subir nas pesquisas.
Hoje em qualquer cenário tem >> sobe na pesquisa ser conhecido. >> Não, mas eu tô aparecendo, eu já tô com 3 a 4%. Eu posso dar um exemplo dos governadores.
Como é que pode o o Zema, que é governador do estado de Minas, que o segundo estado mais populoso do país, ter metade praticamente das intenções de volta na pesquisar que eu tenho. Você vai ouvir uma a movimentação de rede social >> 3 a 4% nos cenários. O Zema tava com 1.
7, eh, o Ratinho também dois alguma coisa. E quem tava mais próximo junto era o Caiado. Isso na pesquisa Atras, que para mim é a melhor pesquisa e foi inclusive que pegou Estados Unidos, pegou Chile, acertou Argentina.
Para mim a atras hoje é a mais sólida. O o de maneira bem bem simples, eu vou me tornar mais conhecido. Eu sou o único que tô rodando no Brasil.
Todos os lugares que eu rodo, eu falo dos problemas locais. Por isso que eu tô melhor no nordeste. Eu andei mais no nordeste e tô crescendo mais no nordeste.
Eu tenho mais que o dobro do que esses caras no Nordeste. >> Pois é. Mas no Nordeste e também em outros estados existe a dificuldade da exposição.
Aqui você tá dentro de um veículo democrático, mas em outros lugares não permitiria que você estivesse com esse discurso, né? >> Dizem que dizem que >> não, dizem que era mais difícil aqui. Eu tô conseguindo em Olha, eu não vou também criticar concorrentes seus.
Eu soube que me barraram ainda em em duas rádios já aqui no Rio Grande do Norte, tá? É, é complicado. Sei que isso acontece, isso já aconteceu comigo no Ceará.
Vou enfrentar essa barreira, mas aí eu vou gravar meus vídeos, aí eu vou ter que ter minha estratégia e vou pro debate. Eu vou falar porque vou debate. Eu sou o único que tá movimentando a discussão das eleições.
Provavelmente haver virá no máximo quatro candidatos. Caiado não será candidato, o Zema não será candidato, Aldo Ribelo não será candidato. >> Então vai concentrar em >> em Lula, Flávio, Renan e talvez mais alguém.
>> Talvez mais alguém. Então nesse cenário eu est até porque o Lula não vai nos debates no primeiro turno. Se hav Se houver debate no primeiro turno, precisa ter eu.
>> E você vai desafiar ambos para o debate. >> Exatamente. >> Gostou dessa análise?
Assista o Análises Renais de segunda a sexta no canal do MBL Live TV às 15 horas.