é bom pessoal saudações dorgival aqui mais uma vez e eu estou aqui hoje para dar continuidade à nossa disciplina de nutrição de ruminantes do programa de pós-graduação em ciência animal e pastagens da universidade federal do agreste de pernambuco a nossa aula hoje tratará de aspectos relacionados a fermentação digestão absorção e metabolismo de compostos nitrogenados em animais ruminantes não custa lembrar mais uma vez que além dessas aulas você precisará também acompanhar e ler o assunto principalmente a partir dos livros textos recomendados na bibliografia específica dessa disciplina bem como também das revisões de literatura de atualização postadas
na sala de aula virtual é o nosso assunto hoje é um assunto que engloba uma molécula bastante importante pra a abolição do animal as proteínas tá então as proteínas elas são as biomoléculas mais abundantes na matéria seca do corpo dos animais ruminantes essas proteínas ela tem como elas tem como característica principal ser em polímeros constituídos por unidades chamadas de aminoácidos essas proteínas tem na sua composição esses aminoácidos esses aminoácidos eles são de um número de 20 né é essenciais e não essenciais nós vamos ver no slide seguinte os aminoácidos para vocês entretanto além de aminoácidos
as além de aminoácidos existem outros compostos nitrogenados também importantes para o metabolismo de animais ruminantes e que merecem menção aqui tais como a ureia amônia os nitritos e nitratos e outras moléculas como até mesmo os alcaloides e é os aminoácidos como vocês podem ver nessa forma genérica que está mostrada para vocês eles são chamados assim porque porque eles têm um grupamento carboxila comprimento o ácido tá ligado né ao mesmo carbono que também é ligado o grupamento amina esse quando um grupamento carboxila de um aminoácido se liga o grupamento amina de outro aminoácido ele forma ligação
peptídica e é justamente a presença dessas ligações peptídicas é que confere a característica dos aminoácidos proteicos né que são aqueles que formam as proteínas proteínas esse homem não as protecção de 20 os tipos aí descrito para vocês como vocês podem ver minha azul grupamento nitrogenado grupamento amina e em vermelho grupamentos carboxílicos dos aminoácidos eles podem ser de cadeia aberta ramificada o fechada tem como características serem apolar apolar e os neutros tá e essas essas características elas têm implicações severas prince a configuração das proteínas imagine vocês que esses aminoácidos eles formam cadeias ligando se uns aos
outros tais como blocos né e esses aminoácidos formam cadeias essa ligação peptídica deixa livre o radical ou seja o esqueleto carbonado da maioria dos aminoácidos essências que ele diz carbonatos eles podem interagir entre si e geram estruturas secundárias terciárias essas estruturas secundárias e terciárias principalmente de forma tridimensional elas influenciam inclusive no funcionamento das proteínas e o das enzimas então existe todo um funcionamento da estrutura estrutural dos aminoácidos que merecem importância aqui no entanto o que nós vamos focar de fato é como essas proteínas elas são fermentadas digeridas e absorvidas pelos animais ruminates então qualquer que
seja o tipo de proteína degradável no rúmen quer falar alguma em retículo dos animais iluminados vai sofrer mais ou menos o mesmo processo tá então ao chegar no ambiente ruminal essa proteína ela vai ser primeiro colonizada por microrganismos depois dessa colonização esses microorganismos vão secretar proteases ou seja enzimas que quebram proteínas e externas né extracelulares então essas bactérias principalmente vão secretar essas proteases extracelulares proteases microbianas e essas proteínas microbianas a grande maioria noventa porcento delas elas vão agir sobre esses essas proteínas preste atenção que a palavra proteína e peptídeo aqui em na maior parte do
tempo ser usados como sinônimos tá proteína em polipeptídeos bem então essas proteases microbianas essas proteases bacterianas elas vão agir sobre este tensiva mente sobre a proteína que é de agradável no ambiente ruminal possível eu e elas vão quebrar essas ligações perto clínicas seja das extremidades da cadeia de polipeptídeo do polímero né da proteína ou seja do centro então é essa essa quebra ela vai gerar uma série de compostos derivados dessa quebra peptídeos menores ou chamados de oligopeptídeos dipeptídeos tripeptídeos e até mesmo aminoácidos livres bem uma vez que você tem a geração desses oligopeptídeos né peptídeos
com 51012 resíduos de aminoácidos dipeptídio striptease e aminoácidos livres entra em ação aí os mecanismos de absorção dessas moléculas né de aminoácidos de pequenos péptidos pelos microrganismos ruminais existem evidências que suportam que essas bactérias elas podem absorver repetidos com até 5 resíduos de aminoácidos assim como resíduos de aminoácidos e é a maior parte da absorção extensivamente é feita a partir de de peptídeos e aminoácidos livres esses aminoácidos uma vez incorporados né dentro da do corpo microbiano esses aminoácido eles vão ser trabalhados metabolizados pela bactéria de acordo com o status energéticos deste microrganismo prestem atenção aqui
quando eu falo do termo status energético do microrganismo porque essas esses aminoácidos que acabaram de ser absolvidos por essas bactérias eles poderão ser utilizados como aminoácidos como blocos construtores das próprias proteínas das bactérias imediatamente absorção ou então eles poderão ser determinados ou seja o grupamento amina desse aminoácido pode ser retirado ou transaminase o grupamento amina deste aminoácido pode ser transferido para um outro aminoácido se vindo né para que haja uma síntese de novo de novo aminoácido dentro é o corpo microbiano bem como é que funciona então todo esse processo esse processamento de síntese de aminoácidos
ele depende do status energético da bactéria e por falar em energia um outro composto também que exigem energia para ser absolvido pelos microrganismos e fixados e esse composto que eu vou falar logo à frente que amônia né ureia e amônia ele tem relação também com a capacidade extrema que as microrganismos têm de gerarem os 20 tipos de aminoácidos gerarem proteína microbiana de alto valor biológico de fato é a capacidade que as bactérias ruminais tem de utilizar a ureia e como fonte de amônia e de absorver essa amônia e não só isso utilizar essa amônia que
é um composto relativamente tóxico para sintetizar aminoácidos isso mesmo os microrganismos ruminais eles utilizam amônia para sintetizar aminoácidos então como eles fazem isso isso tem uma relação estreita com o que eu já falava antes com o nível de energia da célula microbiana tá então é pra se utilizar amônia como fonte de grupamento nitrogenado para gerar um aminoácido dentro da bactéria tá é o microrganismo ele vai precisar de maquinários nesse máticos para fazer isso existe dois tipos de maquinários enzimáticos né a glutamina sintetase que é uma análise mata quando o microrganismo tem baixa é a alta
afinidade com amônia que tem a baixa afinidade com amônia perdão e tem a glutamato de é que quando o microrganismo tem baixa afinidade com amônia então esses essas bactérias elas vão utilizar esses compostos nitrogenados para sintetizar ou transferir os né dentro de aminoácidos para poder fixar esse esse composto nitrogenado essa amônia a um esqueleto carbonado então como é que isso funciona simples uma vez a mãe absorvida pela bactéria aí dependendo do tipo de micro-organismo um falar que dá glutamato desidrogenase mecanismo de glutamato desidrogenase é esse grupamento nitrogenado da que é amônia ele vai ser incorporado
a um esqueleto carbonado geralmente um derivado do ciclo de krebs nesse caso aqui o alfa cetoglutarato um derivado do ciclo de krebs do ciclo do ácido e do ácido cítrico tá então esse esqueleto carbonado ele vai se associar a esse nitrogênio tá bom esse nitrogênio presente na amônia e aí esse esqueleto carbonado associado a esse nitrogênio presente na moneo vai gerar com a vai se reduzir não é com adição de um nade de hidrogênio proveniente desse nada e ele vai se reduzir vai dar origem a um aminoácido o glutamato é tão uma vez que se
aminoácido é gerado a partir de um esqueleto carbonado e de um nitrogênio não proteico não é de um nitrogênio que veio da amônia não veio de outro aminoácido foi imediatamente absorvido pela manhã esse processo de fixação de nitrogênio é é justamente o que nós chamamos de síntese de aminoácidos a partir de um nitrogênio não proteico tudo bem bom então esse mecanismo que acabei de escrever para vocês é um mecanismo-chave para os processos de uso do nitrogênio no pelos microrganismos ruminais retornando agora para o que ocorre quando o nitrogênio está na forma orgânica como aminoácido bem
então uma vez que a bactéria é degradou aquele nitrogênio e depois ela utilizou e se degradou aquela proteína perdão e depois ela utilizou essa proteína absorveu esses aminoácidos provenientes da da dessa degradação desta proteína o que vai acontecer então com esse aminoácido bem uma rota comum é esse aminoácidos e imediatamente utilizado para a síntese de proteína microbiana como eu tô mostrando para vocês ou então esse aminoácidos se envolver em processos de é de ami nação ou de transaminação bem o que é que é de aminação de eliminação nada mais é do que a retirada completa
do grupamento nitrogenado do aminoácido e o que é que a transaminação transaminação e quando o aminoácido transferir um determinado aminoácido transfere seu grupamento nitrogenado para um outro aminoácido tá e o que que acontece com com amônia durante o processo de determinação bem então durante o processo de aminação alguns grupos de microrganismos são especializados nesse processo e geram grandes quantidades de amônio porque eles utilizam o esqueleto carbonado do aminoácido como fonte de energia como principal fonte de energia não é o caso da grande maioria dos microorganismos ruminais ok então esse nitrogênio na forma de amônia ele
pode ser liberado pela bactéria ou então aproveitado em processos de síntese de novos bom então veja só que versátil aquele aminoácido que foi absolvido pelo micro-organismo ruminal ele poderá ser imediatamente envolvido em processos de síntese de proteína tão aminoácido tal qual foi absorvido se microrganismo ruminal absorveu suponhamos uma a lâmina ele vai pegar essa lâmina e vai utilizá-la para síntese de qualquer proteína qualquer enzima derivada ou então ele poderá pegar essa mesma lâmina pode transar minar essa lâmina pode determinar essa lâmina se ele transa mina a lâmina deixa de ser a lâmina e passa a
ser um outro aminoácido e se ele der a mina a minha a lâmina deixa de ser a lâmina também olá tudo bem mas dessa forma deixa de ser uma aminoácido de forma definitiva a e o nitrogênio o grupamento nitrogenada desse aminoácido a amônia é derivada de si as nossas poderá ser jogada no líquido ruminal expedida pelo micro-organismo então utilizado em processos de síntese de novos aminoácidos ok pessoal então todos esses processos aí eles são mediadas pela fonte de energia presente no ambiente ruminal tá então as bactérias precisam do sincronismo entre energia e proteína para avançar
nesse processo então situado o que é que o microrganismo nominal faz com o aminoácido recém absorvido né derivado do processo e também levar em consideração que o microrganismo ruminal faz quando ele quando ele é exposto a amônia propriamente dita uma fonte não proteica é de aminoácido né quando a ureia colocado no ambiente ruminal que ela se solubiliza gera amônia e o que é que esses microfone é mas eu não fazer com essa harmonia frequentemente eles vão pegar essa harmonia se tiver né disponível eles vão incorporar essa harmonia o esqueleto carbonado gerando aminoácido tá é isso
é muito comum para determinadas cepas microbianas tá então a grande microrganismos que degradam fibra tem uma necessidade de extensa por esse tipo de mecanismo ou seja utilizar amônia como fonte de nitrogênio para síntese dos seus aminoácidos interesse de novo seus aminoácidos isso gera uma demanda específica para esses microrganismos tá uma vez que eles precisam de esqueletos carbonados para sintetizar seus aminoácidos alguns aminoácidos possuem cadeia ramificada tudo bem e aí é a nesse existe a necessidade de esqueletos carbonados também de cadeia ramificada que é o caso por exemplo dos ácidos graxos de cadeia ramificada derivados a
partir da metabolização da vale na né da o fim da isoleucina então a degradação da valina leucina isoleucina sé gera o isobutirato isovalerato e 2 metil butirato então esses compostos são ácidos graxos de cadeia ramificada e eles também são fatores de crescimento para micro-organismos degradadores de fibra no ambiente ruminal ou seja a síntese de proteína nesses micro-organismos degradadores de fibra está associada tanto a fonte de nitrogênio com uma fonte de esqueletos carbonados que tenham ramificação como os ácidos graxos de cadeia ramificada então pessoal é rapidamente o que nós falamos aqui em termos de ambiente ruminal
foi toda aquela proteína degradável no ambiente ruminal ela poderá gerar aminoácidos e estes aminoácidos eles serão então metabolizados pelo micro-organismo usada microrganismos dependem do status energético principalmente ou esse aminoácido será imediatamente empregado em processo é de proteína ou então será determinado e trança milagre em se tratando de um outra fonte de nitrogênio dessa vez nitrogênio não proteico como é o caso da ureia a proteína a um micro-organismo ele só vai poder incorporar esse nitrogênio não proteico se ele tiver uma fonte de energia e de esqueleto carbonado disponível para fazer isso pela aqueles mecanismos que eu
falei para vocês a glutamina sintetase ea glutamato desidrogenase e dependendo de claro da afinidade do nitrogênio tudo bem então aqui nós mostramos uma animação é para vocês e como é que o sistema funciona tá então as enzimas microbianas extracelulares vão de agradar essas proteínas e as proteínas elas vão gerar aminoácidos o pep kids in e esses aminoácidos serão então utilizados para síntese de proteína microbiana ou então geraram cadeias carbonadas essas cadeias carbonadas poderão gerar ácidos graxos voláteis isto não ocorre na maior parte das espécies energeticamente desfavorável certo uso de aminoácidos para geração de energia geração
de ácidos graxos o lado e geração de energia entretanto é comum algumas poucas espécies do nome do processo de transformação do aminoácido né de determinação então de transaminação o ok então essa amônia tocando ainda no ponto da mãe arrume na uma vez que a capacidade que as bactérias ruminais tem de utilizar essa harmonia é de fato bastante utilizada na dieta dos animais visto que nós utilizamos como ingrediente na dieta de animais a ureia tá e essa ureia ela também é reciclada via saliva de acordo com o status energético dos animais dá uma noção para a
gente ou mostra para a gente a importância dessa fonte de nitrogênio ruminal como provedor de síntese de proteína microbiana no rúmen tá então geralmente ela entra essa minha ela vai entrar a partir da saliva ou na forma de ureia ou então ela pode entrar filha parede ruminal também na forma de ureia é o transporte da corrente sanguínea do animal para dentro do homem em processos né de utilizando o homem como um dreno de nitrogênio da ruminal e aí e vamos adiante estão aqui nessa gravura porque nós mostramos para vocês é a relação que existe entre
a taxa de crescimento microbiano a síntese de proteína microbiana e a relação estreita que existe entre assim a fonte de aminoácidos a fonte de compostos nitrogenados e de monossacarídeos geradores de energia então que vocês observam aí é existe uma demanda específica pela bactéria por esqueletos carbonados é derivado e os monossacarídeos ah e também uma demanda pela bactéria dos grupamentos nitrogenados dos próprios aminoácidos esse grupamento nitrogenada associada alfacetoacidos gera proteína microbiana e essa proteína microbiana é a síntese dessa proteína microbiana ela é responsável justamente pelos processos de crescimento da bactéria colonização e é essa proteína pode
dependendo do tipo de animal e do tipo de dieta que nós estivermos trabalhando aí ela pode gerar em torno de 40 até sessenta por cento de todo o fluxo de proteína no intestino delgado os animais ruminates até um pouco mais que isso tá bem então aqui nós temos uma imagem de forma bastante geral mas muito é importante sobre o que é que acontece com os tipos diferentes tipos de proteína tá então se a proteína vier do alimento como tá olá no vídeo para vocês aí como proteína natural e se ela for solúvel né de agradável
solúvel ir de agradável a essa proteína ela poderá ser degradada no ambiente ruminal gerar aminoácidos e estes aminoácidos poderão ser utilizados como síntese de proteína microbiana ruminal se for na forma de nitrogênio não proteico não estiver associada a proteína ele também pode ser utilizado se tiver energia pelo micro-organismo e gerar também é proteína microbiana tá se eventualmente essa proteína foi um dia agradável nós não for degradável no rúmen essa proteína ela vai passar sem sofrer eventualmente nenhuma degradação no ambiente ruminal e eventualmente dependendo se ela for digestiva poderá ser digerida no intestino delgado tudo bem
então a proteína que deixa e o rumo e dos animais eventualmente a maior parte vai ser proteína microbiana entretanto dependendo do tipo da dieta como é o caso de bovinos leiteiros tem uma proporção maior de proteína não degradável no rúmen e presente na dieta também essa proteína não degradável no rúmen ela também pode ser uma importante fonte de aminoácidos que que eu tenho que deixar claro para vocês aqui aquele aminoácido aquele conjunto de aminoácidos que chega o pool de aminoácidos que chegam ao intestino delgado do animal ele basicamente será composto pela proteína microbiana sintetizada não
me retículo do animal pela proteína não degradável no rúmen e presente no alimento e também pela proteína endógena de descamação de parede de órgãos do animal ruim não tá então essa proteína microbiana ela de fato é a principal fonte de aminoácidos até mesmo pela qualidade e é extremamente vantajoso se otimizar a síntese de proteína microbiana até mesmo pelo efeito de otimização da fonte a admissão dos gastos de energia do animal e pela excelente perfil aminoácido que essa proteína possui tá então pessoal é imaginamos então que os processos de fermentação que nós acabamos de falar da
proteína geraram a proteína microbiana e também essa proteína não degradável no rúmen e esse material ele deixou rúmen retículo passou pelo orifício retículo nasal deixou almaço e entrou no abomaso do animal que esse fluxo de entrada no abomaso é bem maior nos animais ruminantes do que por exemplo o fluxo em animais não ruminantes que eu tô querendo deixar claro aqui é geralmente em animais não ruminantes existe o que nós chamamos de intermitência de refeição então você tem momentos em que você tem uma grande quantidade de material carecendo de digestão e essa quantidade ela vai ser
digerido e vai diminuindo né no caso de ruminados el vino achamos o aumento do fluxo desse material quando você tá é tão mas esse fluxo tende a ser constante então uso minutos a digestão das proteínas digestão tá ela vai se vai começar no abomaso e os animais o abomaso como eu falei é uma uma porção do trato digestivo desses animais que tem uma mucosa é composta por células mucossecretoras por invaginações células especializadas em secretar zimógenos de uma enzima degradadora de proteína chamada de pecinhas né a superfície nas então ela secreta os pepsinogen x ah e
também especializados em secretar ácido clorídrico então esse ácido clorídrico né com ph esse ácido é secretado faz com que haja desnaturação das proteínas essa desnaturação das proteínas facilita a ação das enzimas por esse por os locais onde os aminoácidos são ligados e facilitar o processo de hidrólise de quebra das enzimas degradadoras de proteínas tem uma vez que essa proteína microbiana essa proteína não degradável no rúmen chegam ao intestino ao perdão ao abomaso animal esse material ele vai imediatamente sofrer uma redução no ph uma vez que esse abomaso vai ter um ph baixo por volta de
quatro e esse ph baixo vai fazer com que a maior parte das proteínas elas desnature né expondo o seu sítio de ligação fazendo com que isso facilite o processo de quebra pelas enzimas as enzimas são são principalmente as pecinhas né é as piscinas são a principal família de proteases elas são sintetizadas na forma inativa como os emojis do pepsinogênio mas quando entra em contato com ph ácido ambiente ruminal elas eram as piscinas e essas pecinhas elas são ativas é essas pecinhas elas vão degradar e extensivamente de forma inespecífica né elas têm sítios inespecífico tanto tendo
como exopeptidase as essas pecinhas elas vão quebrar e nesse inespecífico inespecificamente as proteínas desculpa e de forma que elas vão gerar os peptídios grandões né polipeptídeos que são proteínas vão gerar peptídeos menores então quê que acontece uma bom mas os animais bem não é bom mas os animais grandes moléculas protéicas né grandes polipeptídeos bactérias inteiras né que tem sessenta por cento da sua composição de proteína parede celular e é setra vão chegar lá no intestino abomaso do animal no estômago do verdadeiro dos dominantes e vão sobre a ação da hcl e das pequenas esse hcl
vai deixe natural essas proteínas e as piscinas elas vão quebrar essas polipéptidos em pé pedidos menores o resultado do processo né que vai que evolui para intestino delgado que segue para o intestino delgado geralmente são peptídeos menores do que aqueles pepe diz que entraram e mais desnaturado por causa do hcl tudo bem então eu chegar no intestino delgado aí é que acontece é o processo mais extenso né tanto do processo de gestão de fase membro a gestante faz luminal das proteínas e o que é que é fantástico aqui pessoal é mais uma vez as proteases
elas são sintetizadas no intestino delgado a partir de uma sinalização endócrina tá então uma vez que chega proteína a verdadeira lá no intestino delgado derivada do abomaso minas essa proteína vai estimular a síntese principalmente de secretina pelas células enteroendócrinas essa secretinho vai estimular as células entrasse na lista o pâncreas a secretar uma solução rick bicarbonato para tentar tamponar esse material e também estimulará a secreção do cck os é secar vai estimular as células acinares tu pâncreas a sintetizarem uma grande quantidade de enzimas entre elas as proteases pancreáticas e aí guardem o nome dessas proteínas pancreáticas
tá tem as tripsina quimiotripsina nas as pessoas elas trazem e as carboxipeptidase se bem que é que é importante lembrar em relação a essas proteínas essas enzimas pancreáticas todas elas são sintetizadas na forma de zimogênios então nós temos a própria piscina né a pro quimiotripsina a proelastase né ou tripsinogênio eo quimiotripsinogênio a prova elastase as pro carboxipeptidases essas proteínas essas enzimas perdão todas elas são sintetizadas na forma decimal genus tão quem é que ativa essas proteases pancreáticas uma enteroquinase secretada pelo intestino delgado dos animais ruminantes vai ativar não é transformar o tripsinogênio que a forma
inativa da tripsina entre piscina né na sua formativa e o que é que vai acontecer essa tripsina em processo de cascata vai é ativar o quimiotripsinogênio em quimiotripsina a proelastase elastase e as procarboxipeptidase sem carbox pé é e essas enzimas de fase luminal vão atuar sobre os péptidos que vieram do abomaso do animal então pessoal veio um fantástico existe uma síntese de zimogênios né de enzimas inativas pelo pâncreas uma vez chegando ao intestino delgado o duodeno principalmente essas enzimas inativas não se tornar nativas e vão agir sobre as os peptídeos que vieram do abomaso desnaturadas
pelo hcl e previamente cortados pelas pequenas então as tripsina quimiotripsina elastase acabou compete das vão fazer as ações tripsina e quimiotripsina são mais genéricos depois ela está seca box vai dar só um pouco mais específicos e o que é que vai acontecer os produtos gerados dessa digestão de fase luminal das proteínas do intestino delgado principalmente na porção final do de no no íleo medial e no jejuno medial e final eo íleo é inicial vão ser dipeptídeos tripeptídeos bem esses dipeptídeos e esses tripeptídios vão seguir então para uma etapa seguinte que é uma digestão de fase
de membrana tá então essa digestão de fase de membrana que é que vai acontecer nessa digestão de fase membrana várias proteínas várias proteases sintetizadas pelos próprios enterócitos do intestino delgado os animais ruminantes vão agir sobre esses dipeptídeos e esses tri péptidos qual o objetivo simples quebrar os de peptídeos quebrar os tipos pedidos e aminoácidos livres e absorver esses aminoácidos tá então aí estão descritos de perto das aminopeptidases amigo a mina oligopeptidase todas essas perto das que estão descritas aí são peptidases da bordadura e de escova dos enterócitos do intestino delgado dos animais ruminantes então o
que é que vai acontecer essa a idade da bordadura de escova elas vão continuar a digestão e estava ocorrendo na fase luminal então a frase nominal gera como o produto final de péptidos e tripeptídios e a fase de membrana gera aminoácidos livres que serão absorvidos pelos enterócitos absortivos do intestino delgado dos animais ruminantes tudo bem então qual o mecanismo é vinculado aos processos de absorção bem existem mais de 20 tipos de mecanismo certo parece que os mecanismos de absorção de aminoácidos são similares aos mecanismos de absorção de carboidrato no que diz respeito à com transporte
então muitos aminoácidos são com transportados com sódio com gasto de energia muitas vezes mas parece que os mecanismos de absorção tão de fato vinculados ao tipo de aminoácidos é polar polar neutro ácido básico tá então aí o que vocês estão vendo é um exemplo de mecanismo de absorção de qual transporte de sódio aminoácido então se elevam e eu sódio e e me leva um aminoácido é contra contra o seu gradiente de concentração tá e isso acontece com muitos aminoácido pode ser que aminoácidos tem um competição entre um outro tipo de aminoácido aí mostrando mais outros
mecanismos né dependente desse aminoácido neutro básico ou por aí vai é bem pessoal então vamos parar essa parte de digestão absorção e metabolismo por aqui é fermentação digestão e absorção por aqui eu espero que tenha sido claro para vocês institutivos para vocês e na aula seguinte nós vamos falar um pouco sobre os processos de metabolismo de proteína tudo bem