a preocupação da gente é se vai danificar o prédio se não vai se a gente tá seguro aqui dentro vendo aqui o piso também piso cedendo o portão nem fecha mais ó portão não fecha porque empenou ali em cima olha só outra rachadura não temos condições nenhuma de voltar PR casa entendeu a gente já viu o buraco sendo medido de 30 m de 50 m a gente não sabe a dimensão do buraco que embaixo em 2018 depois de Umo um tremor de terra de magnitude 2. 5 imóveis no bairro de Pinheiro em Maceió começam a rachar e grandes crateras foram abertas embaixo das casas meses depois moradores de mutange Bebedouro bairros vizinhos também relataram rachaduras Car M passa Racha mais M passa Racha mais eu vou fazer o qu senhora tem PR on Tenho não e a gente faz o quê numa hora de uma emergência como é que eu saio para onde eu vou numa madrugada numa chuva o que quer que seja de 2019 mais de 60. 000 pessoas precisaram deixar suas casas abandonar empresas igrejas escolas e os bairros viraram bairros Fantasmas a rachadura não foi só nos Imóveis foi em nós na alma né e agora a gente precisa procurar uma eh judicialmente uma forma de recuperar o que nós estamos perdendo naquele ano de 2019 um relatório do serviço geológico do Brasil um órgão ligado ao governo federal mostrou que a principal causa do afundamento do solo era a extração de sal gema feita pela petroquímica brasken sal gema é um tipo de cloreto de sódio usado na fabricação de soda cáustica e PVC Na audiência em que foram apresentados esses resultados Michele Farias repórter do G1 perguntou para um representante da Agência Nacional de mineração se a área tinha sido fiscalizada ela fiscalizou essa extração da da sal gema e se foi fiscalizado é porque não teve nenhum tipo de atuação já que o solo como dr Thales é tão estável ali na região as informações elas estão como acabei de dizer Elas acabaram de chegar ontem na agência ontem no final da tarde e é evidente que que a empresa vem sendo fiscalizada aí tem que lembrar também que a as evidências se aceleraram a partir da data de 5 de Abril de 2016 o fenômeno de ativação de aceleração do processo n o tectonismo é coisa relativamente recente então é preciso fazer análise com essa conjuntura completa a repórter insistiu assim se o senhor me permite e de 2016 para cá são 3S anos então assim ninguém soube ninguém procurou como é que e assim como ele já falou há 10 anos atrás já tinham informações de que tava movimentando E assim a agência não não soube disso é em relação movimentação essa é uma questão que nós temos discutir internamente ainda do ponto de vista técnico né porque a informação repassada pela empresa atva inclusive de declaração de condição de estabilidade das cavernas eh por meio de consultorias eh contratadas eh no estrangeiro atestavam de que as cavernas estavam intactas lá em 2012 4 anos depois no último dia 29 de Novembro a crise ganhou um novo capítulo a Defesa Civil emitiu um alerta de que a regão da mina 18 em mutange poderia colapsar a qualquer momento e produzir uma cratera gigante só em novembro a região registrou cinco abalos sísmicos e o monitoramento precisou ser reforçado e mais famílias foram retiradas de suas casas 2 horas da manhã né a campanha tocou na minha casa eu vim atender quando eu abri o portão e já me deparei aqui com oficial de justiça e disseram que eu tinha Que desocupar a casa de imediato que alertas foram feitos e quantos foram considerados e levados a sério nas últimas décadas a população sabia dos riscos bem abaixo dos seus pés o sentimento que a gente tem é de impotência porque assim a gente tá em Alerta que Alerta é esse que se acontecer o pior todo mundo venha sai as pressas e acabou da redação do G1 eu sou Nat tu zaneri e o assunto hoje é o inacreditável caso da brasken Maceió como a sucessão de alertas ignorados contribuiu para histórico da crise produzida pela mineração de Salema e quais as consequências pra população local eu converso com Lenilda Luna jornalista da Universidade Federal de Alagoas que acompanha a atuação da brasen em Maceió há 27 anos e Rodrigues coordenador de conteúdo do G1 Alagoas desde 2012 quarta-feira 6 de dezembro Lenilda você tinha 10 anos quando a brasken começou a operar em Maceió isso ainda na década de 1970 e os primeiros alertas vieram em 1980 mas eles não tinham nada a ver com o risco de desabamento que Alerta eram esses e ainda quando eu era criança eu ouvia muitos comentários sobre a brasen embora isso fosse de forma muito velada não só pela situação da época política né né que não permitia grandes manifestações mas também porque meu pai trabalhava lá era Operário da salgemma quando ele soltava alguma coisa porque ele retinha muito mas quando ele soltava alguma coisa era risco de vazamento de cloro no ar era um risco assim para quem estivesse mais próximo de aquele produto químico que era armazenado na sede da antiga salgemma hoje brasken que é ali perto da praia na Restinga que isso vazasse rapidamente eh no ambiente era esse o medo que as pessoas sempre tiveram esse nunca eh se falava de uma exploração no subsolo o local começou a ser explorado na década de 1970 pela salgemma indústrias químicas incorporada pela brasken em 2002 as 35 Minas extraíam sal gema para produção de cloro soda e PVC a gente não visualizava eu pelo menos meus amigos os colegas a gente tinha ideia de que a salgemma eraa extraída do subsolo mas não visualizava não tinha informações de queem quantidade como era isso a que profundidade muito menos que tava transformando macion num queijo suíço essa imagem a gente não tinha e a população recebia orientação suficiente naquele momento porque pelo que eu tô entendendo você tá dizendo que não que as informações sobre um eventual vazamento de cloro eram essas informações eram insuficientes e um outro ponto você fala de um período difícil você tá falando da ditadura militar Eu imagino Exatamente esse período né porque a salgemma ela começou a operar em 1977 Na época eu tinha 10 anos e eh as primeiras manifestações que a gente eh começou a escutar Foram ainda em 82 na época que chegaram assim algumas pessoas que durante a ditadura eh foram do país foram exilados e começaram a voltar aqui para Alagoas e já começaram a se debruçar sobre esse assunto e a organizar movimentos então foi quando eu comecei a ouvir em 1982 se falar do movimento pela vida de organizar o movimento pela vida eh para lutar contra eh os riscos que a sal gema trazia Para os habitantes de Maceó e de Alagoas e havia naquele momento do passado treinamento orientação havia informação suficiente eh a primeira vez que eu comecei a ouvir falar sobre treinamento já foi quando eu comecei a trabalhar como repórter de TV aqui da da de emissoras locais já em 1996 97 eh o clima político em Alagoas estava muito nessa época eh muito muito tema né não era o foco não era só Gena porque foi o ano que foi assassinado eh o PC Farias foi o ano da gangue fardada foi então o jornalismo ele tinha outras pautas Essa época que eram assim de grande repercussão e que exigiam muito que era uma verdadeira confusão aqui mas eh nesse período também se começou a falar de eh do risco da brasken para um bairro próximo ali da sede principal que é o Pontal Pontal da Barra que a gente chama é um bairro de pescadores é um bairro turístico porque tem artesãs que fazem o filé então muitos visitantes vão para lá e se tinha muito medo desse tal vazamento de cloro que seria pelo ar que poderia contaminar a lagoa que é Laguna na verdade mas a gente sempre chamou lagua Mundaú mas é Laguna que ela tem uma abertura pro mar né E com essas exigências esse movimento algumas denúncias a brasken começou a convidar a imprensa para alguns treinamentos eh no caso de risco de vazamento então suava sirene os moradores todos eram treinados tinha uma espécie de comissão né de de alerta que eram moradores que eram treinados mas o treinamento na tusa era assim era acordar os vizinhos dar o alerta e correr para uma zona de retirada a gente ficava se perguntando eh mas vai dar tempo para isso para essa operação se tiver esse vazamento porque o que a gente sempre ouviu dizer é que o cloro se espalhava rapidamente e rapidamente ele provocava danos muito grandes na na no aparelho respiratório na pele nas pessoas né eu me lembro de uma imagem que meu pai trabalhou lá que ele falou de um vazamento que aconteceu dentro da empresa e que o colega dele ele viu o colega dele queimar derreter com uma vela essa imagem Eu ainda era criança me ficou na minha cabeça e quando eu fazia as matérias Eu ficava imaginando isso Será que tem esse risco tão grande será que esses produtos estocados em contato com o a eles queimam a pessoa né que o que que acontece e dá tempo Desse pessoal correr e pegar um ônibus e ser levado para outro lugar isso nunca ficou muito Claro agora a gente passa por esses anos todos e chega a 2018 e 2018 é uma espécie de divisor de águas na relação da população de Maceió com AB brasken então de lá para cá a gente tá falando de mais de 40 anos desde o início das operações até a gente ficar sabendo do mapa dessas minas ali debaixo do debaixo da terra né É verdade Olha eu acho que durante esse período quando eu penso faço uma reflexão sobre Por que teve uma mobilização na década de 80 Eh esses treinamentos a década de 90 e de repente eh a impressão que eu tenho na tus é como se a gente tivesse conviver com esse monstro ele tava mais ou menos quieto a a brasken né Essa empresa agora porque veio mudando de empresários de chefia corporativa durante muito tempo mas a brasken investiu muito em eh relação social Responsabilidade Social e Meio que eu acho que a a sociedade Alagoana na verdade acomodou e talvez nós do jornalismo também a aceitar que bom tá lá um monstro quieto como aquele eh vulcão que como ele tá dormindo muito tempo você começa a acreditar que ele é só uma montanha inofensiva agora a preocupação é com a mina 18 no bairro do mutange que já cedeu quase 2 m desde quinta-feira num ritmo de 62 cm por dia segundo a Defesa Civil de Alagoas a mina tem em torno de 60 m de largura por 120 de altura parte dela fica por baixo da Lagoa Mundaú especialistas acreditam que o colapso possa abrir um buraco do tamanho do estádio do Maracanã e afetar toda a região é o dono da brasken Petrobras e a antiga Odebrecht hoje se chama novonor Então as principais acionistas têm que ser chamadas a participar da solução a brasken é a empresa responsável ela tem que ser penalizada e ela tem que se cumprir dela tudo mesmo que mesmo no melhor cenário que não haja o colapso tinha um cinturão verde que foi criado que é uma área de digamos assim uma pequena reserva Florestal não chega a ser uma reserva Florestal mas uma área verde em volta da brasken que era como se dissesse ali bom tem aqui um verde uma natureza que vai muito bem obrigada então Enquanto essa natureza tiver aqui em volta nada queimar nada morrer é porque tá tudo bem com o ar que a gente tá respirando Inclusive eu lembro que uma das matérias que eu fui fazer nesse período de reportagem foi entrar no Cinturão Verde na semana do meio ambiente mostrar que lá tinha criação de abelhas que as escolas do Entorno iam para lá fazer Educação Ambiental então era tudo muito lindo muito tranquilo então a verdade é que a gente se acomodou com esse monstro até 2018 Eu quero seguir adiante nessa história Lenilda porque esse tremor de 2018 que parece acordar todo mundo fez com que o serviço geológico brasileiro elaborasse estudo sobre essa região E aí é que começa essa nova fase desse desse enredo mas foi só aí que se concluiu Esse estudo e aí a brasken acabou sendo culpada Então eu queria te pedir para nos lembrar como é que a população de maó foi alertada sobre o tamanho dos riscos naquele momento nesse momento que é o divisor de águas a partir de 2018 então em 2018 quando teve esse tremor 3 de Março de 2018 todo mundo foi pra porta os o WhatsApp da vida mesmo para quem não morava lá mas tem familiares você tem amigos né então todo mundo ficou preocupado e por qu mació não é uma um local de tremor de terra não tem esse fenômeno aqui o laboratório de imagens de satélites da UFAL que está conectado com sensores de terremotos de outras universidades do país registrou o epicentro a 15 km de Maceió com magnitude de aproximadamente 2.
5 na escala hister que vai até nove pontos o abalo foi sentido por moradores de vários bairros de Maceió entre eles bebedouro Pinheiro Gruta de Lourdes farol Serraria Mangabeiras Tabuleiro do Martins Jaraguá Jatiuca e Cruz das Almas no momento que teve o tremor a a mesa mexeu o sofá também aí foi um Pânico geral no prédio que todo mundo começou a descer pelas escadas foi Pânico todo mundo correu então a a UFAL claro que é onde eu trabalho foi demandada para explicações a gente tem uma geóloga que que começou foi uma das primeiras a falar sobre isso e até foi aquela correria até que o professor Abel eh Galindo que é um estudioso da da área de engenharia que já brigou com o ab quem na época da implantação na década de 70 já estava aposentado ele eh convocou no Creia né que é o Conselho Regional de Engenharia aqui de Alagoas uma coletiva porque todo mundo queria uma explicação e ele foi o primeiro a falar isso não tem nada a ver com um sismo um acidente geológico isso é a brasken é a mineração de sal gema E aí a gente se surpreendeu porque a imagem da do perigo de sal gema era aquela de contaminação das águas e do ar é do cloro vazar e provocar um um um acidente muito sério mas a gente não pensava no subsolo não se pensava na tusa a gente não tinha essa ideia de um buraco né de um grande queijo suíço na cidade as paredes não estavam mais aguentando o peso do vão que ficou lá embaixo do buraco lá embaixo porque eh não se pensou nem em pressurizar ou encher de areia nada ficou um vão lá um um espaço vazio que a terra começou a a Pressionar para acomodar e é isso que tá acontecendo agora isso em bairros densamente povoados não é assim um lugar de sítio uma casa ali prédios eh hospitais muita gente morando eh cinco bairros de muita gente morando né a gente tem vários aí contagens porque vai aumentando Mas hoje se fala em 70. 000 pessoas que estão tendo que sair algumas já saíram 55. 000 é a contagem assim que a gente ouve mais frequência de que já saíram mas dos atingidos só cresce o número o Instituto de Meio Ambiente de Alagoas multou a brasken em 72 milhões de reais desde 2018 o IM já mutou 20 vezes a Bras por questões referentes às minas na região do mutange hoje de acordo com a Defesa Civil de Maceó a velocidade de afundamento da mina 18 voltou a cair de 0,26 cm porh ontem para 0,22 hoje à tarde o acumulado em 24 horas é de 5,5 E desde o dia 30 de novembro 1,87 cm natuza o que eu me impressiona é que de 2019 para cá quando a gente começou a se ocupar com essa subsidência com esse afundamento e começou a procurar respostas estudos eu passava lá porque é uma área que eu passo quando vou para determinados locais da cidade porque é perto da Fernandes Lima Fernandes Lima é uma espinha dorsal é a principal Avenida né que atravessa a cidade e eu ficava curiosa porque eu via prédios em construção eh vende-se né Compre seu apartamento aqui eu ficava gente mas isso não é muito perto da área onde eles estão evacuando pessoas A gente assistiu as pessoas tendo que se aglomerar colocar colchão móvel em cima de caminhões da brasken para sair as primeiras pessoas que tiveram que se mudar as pressas foi em 2019 então assim eh eh enquanto as pessoas eram evacuadas em outra área próxima a gente via pessoas comprando novos apartamentos para morar investindo né seu seu salário para financiar um imóvel Eu tenho dois colegas jornalistas que estão num prédio que todo mundo dizia não aqui é seguro aqui é seguro e que agora vão é um prédio que vai ser evacuado Já pensou isso é muito impressionante 40 anos em que nada se fez eu queria até tentar entender com você porque você cita o professor Abel dizendo Olha quando teve o tremor ele disse essa algema ele ele começa falar que a extração de sal gema era responsável por aquele tremor isso depois do tremor ou ele já alertava que tinha algo errado antes de 2018 os alertas que eu vi né dos trabalhos escritos pelo professor eh José Marques e pelo professor Abel Galindo eles falavam de que a Salema nunca poderia ser instalada ali é uma área de Restinga uma área próxima à Lagoa inclusive o professor José Marques ele chegou a pedir demissão do cargo que ele ocupava num órgão do meio ambiente porque ele eh foi chamado de louco né que ah esse pessoal tá criando coisa mas não ficava claro que era uma afundamento o que ficava Claro é que essa empresa ali naquele local ela seria um risco a ideia de afundamento só começou a vir Clara nos discursos no nas conversas quando teve esse tremor de 2018 duas coisas bem rápidas vou te pedir para explicar esse conceito que você usou Já duas vezes subsidência e a outra nos falar sobre o histórico de Protestos da população contra brasken em massó e das reivindicações feitas pela população quando se viu que a coisa era muito grave Pois é sobre subsidência a gente teve que aprender né Nós somos Engenheiros nem geólogos mas tivemos que aprender a entender o que tava acontecendo o que eu vi é que essa extração de uma camada de sal muito grande que está a 800 m de profundidade não poderia ser extraída manualmente não dá para descer pessoas numa profundidade tão grande nem máquinas então o que que se optou por fazer eh enfiar é é como se a gente enfiasse uma mangueira gigantesca num buraco para eh colocar água lá com pressão forte para formar o que a gente faz assim não é nemum liquidificador mas é a água circular quando você faz isso além de tirar o sal você vai corroendo as paredes daquela caverna e ela vai aumentando aumentando aumentando e ninguém colocou lá nem areia nem nada para tapar esse buraco que ficou quando se retirava essa água salgada Então não parece lógico que um dia isso ia acabar desmoronando não que essa a subsidência que essas paredes dessas cavernas não aguentaram o peso né do que vem em cima delas e elas começaram a desmoronar Rui É claro é uma área que você não colocou só uns Coqueiros tem uma cidade em cima na tza o governo federal e a prefeitura decretaram situação de emergência a cidade está preparada né para eventualmente se acontecer um evento mais contundente toda a área de abrangência eh que pelos estudos e os cálculos que foram feitos eh pode ser afetada Ela está toda ela evacuado os protestos que eu me lembro né Eu ainda Adolescente em 82 eu fui com a minha irmã eu tinha 15 anos minha irmã tinha 13 e a gente foi para uma manifestação eu lembro bem dessa imagem do movimento pela vida o movimento pela vida fez manifestações até 85 86 depois deu esse lapso grande e a gente tá vendo agora protestos constantes Inclusive a partir de 2019 2020 Enilda super Obrigada foi importantíssimo te ouvir aqui muito obrigada por por ter topado falar e eu desejo muito boa sorte para vocês em Maceió Obrigada anusa espera um instante que eu já volto para falar com o c Rodriguez cabo eu conversava bastante com a Lenilda sobre os sucessivos alertas em relação aos riscos desse caso e com você eu queria muito entender Qual é o estatus atual dessa tragédia e Para onde as pessoas que foram deslocadas ao longo do tempo foram Qual o apoio que as autoridades deram a essas pessoas enfim queria um desenho do momento atual as áreas foram desocupadas elas vieram nesse processo de desocupação desde 2018 Quando surgiram as primeiras rachaduras e crateras em ruas e e residências a medida que o o tempo foi passando a situação foi se agravando novas rachaduras em móveis surgiram não somente no bairro do Pinheiro que é Vizinho ao bairro onde tá localizada a mina que pode colapsar como também nos outros bairros no entorno ah bebedouro o próprio mutange o bom parto também E aí foram surgindo ordens de evacuação nessas áreas Ao todo são mais de 14.