G1 olá prezados alunos sejam bem-vindos a mais uma vídeo aula da área de farmacologia eu sou professor davi do carmo malvar sou professor da área de farmacologia na universidade federal rural do rio de janeiro nesta vídeo-aula vamos discutir sobre a farmacologia dos anestésicos locais mas antes de abordarmos os principais aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos e Clínicos os anestésicos locais vamos relembrar alguns conceitos importantes da fisiologia da dor segundo a iasp que é associação internacional para o estudo da dor a dor ela é definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano presente ou potencial
ou descrita em termos de tal demonstrando que a dor sempre apresenta um componente subjetivo aqui vale a pena a gente destacar dois pontos desse conceito primeiro É relacionado ao dano presente um dano em potencial nós somos capazes de antecipar a dor é possível que você já tenha vivenciado um fenômeno de ter visto alguém sofrer algum tipo de fratura né algum tipo de lesão muito grave e a gente sentir uma angústia muito próxima dor de ter visto a lesão do outro a gente até costumo usar o termo nosso eu consigo sentir a dor que você tá
tendo nesse momento e isso é um fato verdadeiro a gente consegue Antecipar uma dor em potencial além disso o mesmo estímulo nocivo é capaz de causar dores intensidade diferente para indivíduos diferente por exemplo se a gente pegar uma farta de 1 milímetro e introduzindo o dedo de duas pessoas distintas olha veja bem se a farpa é idêntica as duas tem um m e a mesma espessura a gente tem um estímulo de dor de dente então a o símbolo de dor é o mesmo entretanto é muito provável que cada uma dessas Pessoas demonstrem uma intensidade uma
percepção de intensidade diferente dessas dores dessa desse estímulo nocivo onde um devido pelas presenças essa farpa sinto uma dor muito significativa e o outro sinto uma dor pouco significativa a gente vê se exemplo muito facilmente quando a gente vai para uma campanha de vacinação numa campanha de vacinação agulha que é introduzida nas pessoas é a mesma e o volume injetado é o mesmo entretanto tem Pessoas que saem daquela experiência dizendo que não sentiram dor nenhuma pessoas que saem relatando que sentir um pouco a dor e pessoas que saem relatando que sentiram muita dor essa percepção
da dor diferente nesses indivíduos está muito relacionado com esse com esse componente subjetivo da dor o vitor é diferente de nossa opção um conceito muita das vezes confundido pelas pessoas e utilizado como sinônimo quando na verdade são conceitos Distintos a nossa opção corresponde aos mecanismos pelos quais um estímulo periférico nosso receptivo ou seja potencialmente nocivo é detectado lá na periferia e transmitido até o sistema nervoso central então isso é nossa excepção a dor ela só ocorre como a gente vai vir ao longo da aula ela só ocorre quando esse sinal nosso receptivo alcança regiões do
córtex somatossensorial onde ele é então interpretado um dor E como é que ocorre a geração do estímulo aceptivo a primeira etapa é o a ocorrência de um dano de uma lesão no tecido frente é a sua lesão tecidual vai ocorrer a liberação de vários mediadores das células residentes do tecido lesado esses mediadores são chamados de mediadores nossos executivos nessa porque são mediadores capazes de ativar o sistema nociceptivo e quem vai ser o primeiro componente do sistema nossa se tivesse ativado desse processo o Primeiro componente ativado é esse neurônios que no esquema está em na coloração
azulada tá esse é o nosso setor também chamado de neurônio nosso receptivo aferentes primários e se nós se tua ele se apresenta a seguinte forma ele tem um corpo celular que está localizado nos gânglios da raiz dorsal ea partir desse corpo celular sai o seu axónio esse projeto só que só não quis ir as duas partes uma parte periférica que Vai enervar os tecidos e uma parte central que vai fazer sinapse com outro neurônio que é um que é o segundo componente do sistema nociceptivo lá na medula espinhal mas daqui a pouco nós vamos falar
desse dessa assinados vamos falar um pouquinho aqui da parte periférica na parte periférica no axônio da parte periférica do nosso setor a gente vai encontrar os terminais livres onde estão localizados os receptores que uma vez ativados levam a deus Polarização do nosso setor e esses nossos setores ou neurônio assistiu à frente primário tem algumas características importantes da gente destacar primeiro são neurônios polimodais o que significa isso significa dizer são neurônios que são capazes ser ativados por diferentes estilos como por exemplo estímulos mecânicos estímulos térmicos estímulos químicos são estímulos capazes de ativar esse nosso setor entretanto
apenas Estimula hoje alto lineares citatório vão ser capazes de ativar esse nosso setor tão apenas um estímulo mecânico intenso o suficiente para ser potencialmente lesivo ao tecido é que vai ser capaz de ativar o nosso setor e isso é muito importante né porque a gente precisa diferenciar um estímulo tátil no estímulo de dor e se o estímulo for leve né se você encostar a ponta do dedo no tecido assim isso funciona leve esse estímulo leve é Capaz de ativar mecanorreceptores mas não nosso ceptor porque o nosso estou tem um alto linear licitatório para que esse
estímulo mecânico consigo ativar o nosso setor você tem que aumentar a intensidade dele então por exemplo dá um beliscão mais forte quando você deve ser verificar o mais forte você consegue ter um estímulo mecânico de auto linear e dessa forma ativar os nossos sectores e os nossos setores são divididos em duas dois tipos de fibras a delta ea Fibra se a fibra a delta é uma fibra pouco mielinizada por conta disso tem um diâmetro é de cinco micrômetros uma velocidade de condutância mais rápido 35 metros por segundo a dor percebida quando você tem ativação dessa
fibra a delta é uma dor rápida que a transmissão de sinal então a transmissão rápida com alto nível de intensidade então a dor causada pela ativação das fibras a delta é uma do que é percebida de forma rápida aguda curta de alta intensidade e que a Gente consegue localizar espacialmente facilmente a gente consegue delimitar facilmente a área da região que está doendo esse é um tipo de sinalização sensorial que a gente chama de e crítica tem essas características não há sinalização rápida curta e bem localizado e a fibra se é uma fibra amielinizada por conta
disso tem um diâmetro menor dinei micrômetro mas velocidade de condutância também menor 2 metros por Segundo e a transmissão do sinal nascer contigo ele também é uma transmissão mais lenta mais longa numa intensidade mais baixo ea percepção da dor pela ativação das fibras e tem característica gente chama de protopático que quer dizer que a gente sente essa dor de forma um pouco mais tarde ia mas por mais tempo ela é uma dor um pouco menos intensa nela mais suave e se apresenta numa forma de queimação e é uma dor que não é muito bem localizado
então você Não consegue definir espacialmente exatamente qual é a região que está doendo é uma vez ativado nosso setor como a gente discutiu slides anteriores a parte central desse nosso setor vai fazer sinapse com neurônios de segunda ordem no forno dorsal da medula espinal forno dorsal que também é chamado de cor no posterior esse corno posterior da medula espinal ele é dividido em 6 lâminas chamadas de lâminas de rexed sendo as Duas primeiras lâminas chamada de substância gelatinosa é justamente aqui nessa substância gelatinosa onde a maioria dos nossos receptores vão fazer sinapse com neurônios de
segunda ordem com neurônio aceptivo aferente secundária vale destacar que alguns nos receptores do tipo a delta também fazem sinapses em lâminas mais profundas ea lâmina 50 e aqui a gente tem o esquema davi ascendente da dor que havia que Transmite o sinal nociceptivo até o córtex somatossensorial a aqui embaixo a gente tem esquematizado né o nosso receptor a gente pode observar que o corpo o celular dele localizado no gânglio da raiz dorsal a gente tem um nosso setor aqui a gente tem um outro acertou mais aqui acima essa porção aqui que não tá aparecendo na
figura seria a porção do axónio periférico desse nosso setor e do lado de cá porção central do nosso setor que é a porção que vai fazer Sinapse com neurônios de segunda ordem no cor no posterior da medula espinal nas lâminas 12 e 5 veja que acabou de ver no slide anterior e esse neurônios de segunda ordem ele após fazer sinapse com neurônios primeira ordem ele cruza a medula espinal para para o lado contralateral né e aí ele é acende esse opções não acende até regiões talâmicas no tálamo e se neurônio em segunda ordem o neurônio
nosso executiva aferente secundário vai Fazer sinapse com neurônios de terceira ordem que é um neurônio não se tiver diferente terciário esse neurônios terceira ordem ele projeta para regiões corticais onde no córtex somatossensorial esse sinal nosso ceptivo a interpretado como dor então desde o momento da ativação do nosso setor até a chegada do sinal nosso ceptivo até o córtex somatossensorial o que a gente tem não é dor é nosso excepção a dor só vai acontecer quando o Sinal não assistiu chegar no córtex somatossensorial e aí aqui nesse ponto ele vai ser interpretado em dor e aí
efetivamente o indivíduo sente dor por que é importante destacar isso é importante destacar isso porque a gente pode bloquear a dor através do bloqueio da nossa recepção em diferente pontos a gente pode bloquear o neuronal sentir diferente primário né o nosso setor o neurônio secundário e até mesmo neurônio terciário né por exemplo Se a gente bloqueia aqui o neurônio terciário o indivíduo não sente dor entretanto a nossa opção ela continua correndo ela só foi bloqueada a partir do que se aro então é com isso a gente vê que são dois conceitos totalmente distintos a nossa
excepção é a transmissão do sinal nosso efetivo ea dor é a interpretação desse sinal no córtex somatossensorial aqui a gente tem esquematizado uma das vias ascendentes da dor que é o trato espino-talâmico Lateral um homem chamado de tatu espírito espino-talâmico contra lateral né o termo contra lateral se refere ao fato do neurônios de segunda ordem cruzar a medula e acender lateralmente né nessa medula do lado contralateral onde ocorreu a ativação do nosso receptor e essa via é uma via que projeta um sinal na ceptivo até o córtex somatossensorial onde ocorre a interpretação da lua a
então essa via espinotalâmica lateral Ela é importante para a percepção discriminativa da dor ou seja é para percepção efetiva da lua entretanto que eu falei não é a única via ascendente existe uma outra via ascendente chamada trato espinho retículo tauane fica aqui o início dela é bem similar a essa aqui tá tem um neurônio o nosso ceptor ele ativado ele se liga no meu segunda ordem que também projeta até e entretanto do tálamo a o violão de terceira ordem não vai para o córtex Somatossensorial ele vai para regiões subcorticais não somatossensoriais como por exemplo a
formação reticular do sistema límbico o lóbulo frontal e o hipotálamo consequentemente na como ele não vai para o córtex somatossensorial essa via e sem ventilador ela não é importante para a percepção da dor de forma discriminatória mas ela é muito importante para aquela parte subjetiva da dor porque a quando ela projeta para regiões por exemplo reticular que do Sistema límbico é são essas regiões importantes para fazer o vínculo né a dimensão afetiva daquele indivíduo sente quando ele está sendo submetido aquele processo nosso executivo já lóbulo frontal é muito importante para a dimensão cognitiva né a
dimensão da silva daquela dor que ele tá sentindo ou que ele serve que ele pode sentir e a projeção para o hipotálamo é muito importante para ativação de mecanismos autonômicos adaptativos aquela nossa Excepção então essa via trata o espinho retículo talâmica ela é muito importante para a circulação subjetiva da dor né e emotiva cognitiva mas também para adaptação autonômica aquela resposta dolorosa por exemplo a ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal entre outras respostas neuroendócrinas que vão adaptar melhor o sujeito a aquela condição de dor que ele tá vivendo o ator ela é uma resposta fisiológica muito importante
ela sinaliza ao Indivíduo que algum para parte do seu organismo está comprometida e que ele precisa tomar decisões para preservar aquele que ele tecido aquele órgão aquele membro que está lesado entretanto se essa dor for muito intensa ela pode se tornar uma dor incapacitante em frente a uma dor incapacitante o indivíduo né perde a sua habilidade de se preservar por conta disso o organismo evoluiu de maneira a modular o sinal nascer cultivo quanto mais intenso é o Sinal nossa cultivo maior vai ser a ativação dos mecanismos que modulam esse sinal para reduzir a percepção dessa
dor de maneira a manter o indivíduo não é capaz de lidar com aquela dor que ele tá sentindo é a modulação da vida de honra acontece através da via descendente modulatória dor essa via descendente mudou a história da tua tem como região central a substância cinzenta periaquedutal que essa região nessa figura a tá Esquematizado aqui na nessa isquemia ao lado da figura como pague que a seguir inglês para a substância cinzenta periaquedutal a gente pode ver aqui no isquemia que a substância cinzenta periaquedutal ela recebe informações do córtex somatossensorial do tálamo e também no hipotálamo
a gente também observa isso aqui na figura ó ela recebendo informações do córtex somatossensorial recebendo informações também do tálamo e recebendo informações Do hipotálamo dessa forma a gente consegue entender como que aqueles aquela via e sem dente né que se a gente lembrar a via ascendente e esses dois pratos que a gente discutiu aqui ó o trato espino-talâmico lateral ele vai terminar justamente no córtex somatossensorial e o trato espinho retículo talâmico ele vai terminar justamente ó no hipotálamo em ambos os casos tanto no espino-talâmico lateral quanto no espinho retículo talâmico Esses dois pratos passam pelo
tálamo então essas três regiões que regulam a substância cinzenta periaquedutal elas também recebem influência recebe um sinal nossos executivo então quanto maior é a chegada de sinal nosso receptivo para essas três regiões mas essas três regiões vão responder ativando a substância cinzenta periaquedutal a por isso eu havia falado anteriormente quanto maior maior é a intensidade da via ascendente dador Emaior também vai ser ativação é de sem ventilador essa substância cinzenta periaquedutal é uma região encefálica que tem um potencial altíssimo de promover analgesia existem estudos já clássicos que mostram que se a gente implantar um eletrodo
no nessa região na substância cinzenta periaquedutal de ratos e estimular essa região eletricamente a gente é capaz de fazer uma cirurgia de laparotomia em um rato sem dar anestesia esse animal e sem Que esse animal sinto a dor obviamente essa estimulação é capaz de promover paralisia do corpo do animal então para você fazer esse tipo de procedimento cirúrgico é importante que você faça um bloqueio neuromuscular por exemplo para que o que o animal fique parado né é mas o importante destacar é que eles fizeram um experimento não tiver uma cirurgia uma laparotomia uma cirurgia invasiva
no animal sem uso de anestésico somente estimula eletricamente a Substância cinzenta periaquedutal e um animal não apresentou nenhum sinal autonômico de dor mostrando o potencial analgésico dessa região encefálica mandem ativada essa região encefálica projeta neurônica núcleo magno da rafe esquematizado na esquema que o lado pela sigla nr e me sigam em inglês no núcleo magno da rafe e do núcleo magno da rafe bom vai ficar de sinapse com neurônios que vão que vão se projetar para o corno posterior da medula espinal tá aqui ó Tem matizado cor no posterior ocorra no dorsal da medula espinal
nessa região os neurônios do núcleo magno da rafe liberam serotonina que tem é capaz a inibir a sinapse entre um neurônio nosso ceptivo né o nosso receptor e o neurônios de segunda ordem que é um neurônio que compõem a viés sem dente da dor então quando a gente fala em via descendente da dor essa é uma via que inibe a sinapse entre o norte como vou te mostrar aqui no esquema que eu acho Que fica melhor eu tenho aqui ó meus terminais periféricos do meu nosso receptor né no corpo o celular no gânglio da raiz
dorsal essa aqui é a parte do axónio periférica e aqui a parte do axónio central então o nosso setor uma vez ativado ele se projeta né o axónio central dele se projeta para o corno dorsal da medula espinal e aqui naquelas lâminas de rexed a uma dois s e a 5 e faz sinapse com neurônios de segunda ordem que vai para o outro lado Na medula espinal né e a estende lateralmente até o e aí e se a gente olhar e havia descendente ela vai terminar exatamente aqui ó nesse ponto onde ocorre a sinapse entre
um neurônio nossa cultura frente primário né o nosso setor e o neurônio secundário da via ascendente e a forma pela qual havia descendente moldura ver ascendente é justamente por inibir essa sinopse tá a gente vê aqui a velha via descendente A vermelha né a viagem sem dente é azul então esses neurônios vermelhinhos aqui ó que estão vendo no núcleo magno da rafe vão liberar serotonina no corno dorsal nessa região zinho aqui e vão inibir a sinapse entre o nosso setor e o neurônio secundário vão inibir a sinapse entre o nosso receptor e o neurônio secundário
dessa forma eles estão bloqueando a via nossa efetiva as sem dente aqui ó bem no comecinho dela quando ocorre E nada dessa do sinal não sentiu no sistema nervoso central nesse slide a gente tem o esquema do terminal periférico do meu nosso receptor mostrando os vários receptores que esse neurônio pressa no seu terminal periférico aqui a gente pode encontrar receptores de prostaglandinas né de bradicinina de capsaicina que é o trpv1 de prótons é o ácido né que receptores de atp todos esses receptores uma vez ativados são capazes de levar um Alteração no potencial de membrana
desse nosso receptor com consequente desde polarização a nesse esquema também a gente vê alguns outros receptores como receptores opioides né que são alvos farmacológicos para terapia de opioide mas isso a gente vai deixar para falar quando a gente for falar de forma com o pior ok vou comprar um pouquinho agora sobre como ocorre a despolarização nesse nossa tô aqui a gente tem né os que minha do Nosso setor vibrar delta fibras e esses dois nos setores tem como potencial de repouso geralmente é ele por volta de -60 milivolts e para que ele sofra uma despolarização
esse potencial de membrana tem que sair do repouso que é menos 70 e ir para menos 50 que é o limiar excitatório de despolarização desse neurônio quem vai fazer isso quem vai fazer com que esse potencial de repouso saia de menos 70 para menos 50 são justamente esses mediadores Algesicos aqui ó por exemplo a bradicinina a bradicinina quando ela se liga no seu receptor ela gera uma alteração no potencial de membrana desse neurônio fazendo com que ele saia de mim anos 70 para menos 50 e quando ele alcança esse menos 50 um neurônio despolariza a
é essa modificação de menos 70 para menos 50 como ela é causada pela ativação do receptor ela é chamada de potencial do receptor ea capacidade com Que o receptor tem de alterar o potencial de repouso desse meu neurônio bom então aqui a gente tem um esquema de uma despolarização né de um neurônio nossa executivo a gente vê aqui ó ele tá no menos 70 quando ele é ativado por um estímulo por exemplo a bradicinina a parte de cinema se ligou no seu receptor e alterou o potencial de membrana desse receptor para valores acima de menos
50 né aqui né tá esquematizado como menos 55 mas acima de menos 50 essa Modificação aqui a gente chama de potencial de receptor como esse potencial de receptor atingiu o limiar de despolarização dessas células até esquematizado aqui nessa linha azul como esse potencial atingiu o seu limiar de despolarização da célula é assim que ele alcance linear ele de flagra o potencial de ação então a gente tem um aqui uma subida né até mais ou menos mais 40 né millivolt de despolarização seguida da repolarização Desse meu neurônio e aí se a gente for ele simplificar nisso
em relação ao estímulo nociceptivo se eu tenho um estímulo nociceptivo muito fraquinho né com uma liberação de poucos mediadores algesicos eu vou ter é um potencial de receptor pequenininho também se esse potencial de receptor for baixo e ele não atingirem limiar excitatório da célula não ocorre despolarização então assim não vai a correr o potencial de ação não vai acontecer a despolarização Ao longo do axónio se eu aumento um a minha intensidade do meu estilo nosso receptivo então agora tem uma liberação de uma o maior de mediadores algesicos nisso eu vou ter uma ativação de mais
receptores então eu vou ter um potencial de receptor maior também se esse potencial de receptor atingir o limiar de despolarização do neurônio né então para valores maiores do que menos 50 eu vou deflagrar o potencial de ação se eu Deflagrou potencial de ação eu vou ter potenciais de ações ao longo do axónio então eu tenho efetivamente ativação do nosso receptor se o aumento ainda mais o meu estímulo eu tenho potencial de receptor ainda mais intenso o que vai levar o aumento da frequência de potenciais de ação e consequentemente um aumento da frequência de potenciais de
ação ao longo do meu oxônio né e isso vai intensificando ainda mais a minha resposta a minha ativação do meu sistema Nosso receptivo e como falar um pouquinho da participação dos canais de sódio e potássio voltagem-dependente no potencial de ação o que que eu vou a gente vai discutir um pouquinho desses canais o foco da nossa aula é falar sobre os anestésicos locais e a gente vai ver que o alvo farmacológico dos anestésicos locais são recentemente o canal de sódio voltagem dependente dos nossos setores a então vamos Contextualizar bem a função desses canais para a
gente compreender bem o mecanismo de ação dos anestésicos locais aqui a gente tem de novo não é um potencial de ação esquematizado a que a gente tem uma situação de repouso na situação de repouso todos os canais estão fechados os canais de sódio tão fechados que são esse marronzinho os canais de potássio no fechado senão esse vermelho como a minha célula está da hiperpolarizada nela tá com potencial de Membrana de menos 70 nessa situação a célula é mais negativa do lado de dentro e mais positivo é de fora quando eu tenho ativação do meu receptores
algesicos em que o atingir o limiar de despolarização que a gente já falou aqui que é por volta de menos 50 quando ele alcança menos 50 esse potência essa variação na voltagem da membrana leva justamente a abertura de canais de sódio na verdade vai levar abertura de um dos dois canais tanto do De sódio quanto de potássio quando eu atingir menos 50 no momento que atinge menos 50 e abrisse os dois canais o que que vai acontecer no primeiro momento num primeiro momento ocorre a entrada de sódio dentro da célula e aí se a gente
olhar a célula é mais negativa do lado de dentro do que do lado de fora entretanto como abre o canal de sódio sódio está entrando dentro da célula e o sódio é um cátion então isso vai fazendo com que o lado de dentro da célula vai Ficar é positiva e é isso que a gente veio aqui no potencial de ação né a gente ver o que eu o lado de dentro da sala ficando cada vez mais positivo até que chega um ponto em que esses canais de sódio se fashion entretanto os canais de potássio se
mantém aberto nesse momento como está nas de sódio se fecharam e o sódio para de entrar então potencial de ação para de subir como o canal de potássio são os que estão abertos nesse Momento e o potássio também é o cátion só quando em vez de atrás sai de dentro da célula a saída de carga positiva de dentro da célula traz a célula de novo porque a gente chama de potencial de repouso né tá rê polarizando a célula então a gente vê a queda do potencial aqui de membrana ao longo do meu potencial de ação
né a gente vê que quando atinge o repouso você vai ter o fechamento do canal de potássio ele vai parar de sair o potássio e a gente vai Voltar a ter o lado de dentro mas negativo lado de fora mas positivo e aí eu tenho certeza que vocês lembram muito bem disso você já tiveram zoologia em outras disciplinas mas só para dar uma relembrada e aqui a gente tem a condutância de dois rios né sódio e o potássio que estão definindo o potencial de ação a fase ascendente né a fase de despolarização e a fase
aqui a fase de escolarização e aqui a fase de repolarização entretanto Os dois são cátions o que que o sódio ele entra dentro da célula e o potássio ele faz caminhão contrário ele sai de dentro da cela isso acontece porque o sódio é um cátion que tá mais concentrado do lado de fora da célula 140 mil imóveis do que dentro da célula dez mínimos então por gradiente de concentração quando o canal de sódio se abre ele entra dentro da selva o potássio é o contrário ele é mais concentrado dentro da célula do que fora Das
células então quando canais de potássio se abrem ou potássio sai de dentro da célula é muito importante a gente ter sempre nesse mente para a gente entender o que que é o sódio causa a despolarização enquanto que o potássio causa a repolarização e outra coisa que é muito importante a gente tem mente é lembrar que a cinética de abertura destes canais são distintas ambos os canais são abertos no momento Em que o potência e o limiar de excitação da célula é atingido por que ambos são regulados por voltagem então quando eu voltar ainda membrana né
o potencial de membrana alcança valores próximos a menos 50 milímetros os dois canais se abrem contudo a cinética de abertura deles são distintas o canal de sódio ele se abre muito rapidamente e se fecha também muito rapidamente como sódio ele entra dentro da célula e abertura dele é muito rápida num Primeiro momento que a gente observa é despolarização no momento em que esse canal se fecha a gente pode ver que o fechamento do canal de sódio com esse de tempo temporalmente com bico aqui de condutância de sódio ele com esse de temporariamente o bico do
potencial de ação ou seja o canal de sódio ele se fecha mais ou menos no mesmo e o momento em que o potencial de ação para de subir ao para de ocorrer de escolarização já Repolarização ela vai acontecer porque porque nesse momento o canal de sódio já tá fechado não entra mais sódio entretanto os canais de potássio ainda estão se abrindo e o pico do canal de potássio de abertura tem uma de potássio é bem mais tarde assim como o seu fechamento também vai demorar mais tempo e é justamente a saída do potássio que vai
levar o fenômeno de repolarização desse meu nosso setor o outro ponto importante Para a gente vai lembrar são as diferentes fases do nosso canal de sódio voltagem-dependentes o canal de suas voltas independente no repouso ele está na forma fechada uma vez que ocorre né o potencial de membrana alterado é atingido linhares cartório né do meu neurônio eu tenho a abertura do canal de potássio o que é um momento em que ocorre a despolarização e depois quando ocorre o fechamento desse canal de potássio ele Assume uma terceira forma que a forma inativado e essa foi depois
que ocorre todo o processo de repolarização é que meu canal de sódio voltagem-dependentes sai da da forma inativada e volta para sua forma fechada na forma inativada mesmo que ocorra outro sinal para que ocorra a despolarização esse canal ele não é capaz de se abrem tá bom agora que a gente já relembrou um pouquinho sobre a fisiologia da dor sobre alguns conceitos importantes da Fisiologia da dor e relembramos quem é o canal canal de sódio voltagem-dependentes qual é a sua importância a sinalização da lua vamos entrar mais especificamente no tópico da aula que a sobre
os anestésicos locais os anestésicos locais eles são umas das possíveis ferramentas que a gente farmacológica né que a gente tem para controlar a dor de um paciente existem outras os analgésicos opioides de uma outra ferramenta muito interessante a Gente vai discutir aulas mais adiante sobre esses fármacos antiinflamatórios esteroidais e não esteróide das também são uma outra ferramenta bastante útil também discutiremos em outras aulas a dipirona ou paracetamol também são fármacos analgésicos né o que tem uma potência bastante interessante bastante utilizado na clínica mas que também discutiremos em outras aulas e se a gente for conceitual
anestésico Local a gente pode utilizar esse conceito clássico tá o conceito clássico diz que é a perda da sensibilidade numa área circunscrita do corpo devido à depressão da excitabilidade das terminações nervosas o a inibição do processo de condução dos tecidos nervosos periféricos é o que determina a anestesia local em outras palavras a anestesia local ela se baseia da gente no fato da gente é deprimir ou inibir o processo nas executivo a gente vai Interromper o processo nosso executivo seja ele nas terminações nervosas periféricas do nosso setor ou em regiões mais acima do meu nosso setor
e aqui a gente tem um light mostrando a classificação química dos anestésicos locais e é importante a gente tem em mente alguns fatos em relação aos anestésicos locais primeiro o seguinte todos eles são bases fracas como pecar variando entre 7.5 enorme com exceção da benzocaína que tem um pk de 3.5 se a Gente for olhar a estrutura química dos anestésicos locais a gente vai ver que existe uma similaridade bem grande e estrutural entre essas moléculas todas elas são constituídas de um resíduo aromático e a esse resíduo aromático ele é muito importante para dar lipossolubilidade para
essas moléculas e eles também são constituídos de uma de um radical livre a mina a todos eles vão ter um radical livre a mina com exceção da benzocaína a Esse radical livre a mina ele também é muito importante porque ele é que dá a característica básica dessas moléculas e é também nesse terminal a mina que pode ocorrer o fenômeno de ionização dessas moléculas que a gente vai discutir ao longo das aulas e vocês vão entender a importância desse fenômeno de ionização a única molécula que não tem essa terminação a mina é a benzocaína e por
isso ela é uma molécula mas as tela não a base fraca a E a gente pode classificar quimicamente os anestésicos locais de acordo com a cadeia intermediária conecta esses resíduos aromáticos com o terminal a mina essa cadeia intermediária ela pode ser do tipo éster ou do tipo amida prestem atenção que aqui é a me dá com de tá e de acordo com essa ligar com essa cada intermediária a gente classifica os anestésicos locais como anestésicos do tipo ésteres ou anestésicos do tipo Amidas então vejam bem existe uma confusão bem comum entre as pessoas na hora
de classificar os anestésicos locais já tive a experiência de alunos vem perguntar mas professor classificação do anestésico local é o que ele é uma amida ou ele é uma mina bom ele é um ou ele é extra ou ele é a me dar a me dar porque a classificação química can determine a cadeia intermediária e a mina que é encontrada nos Anestésicos locais está relacionada com um radical livre e todos eles vão ter essa cadeia mina como a gente é discutiu com exceção da benzocaína todos os outros tem esse radical é a mina então a
gente não classifica um anestésico local nunca como a mina é como a me dar ou héstia e para aqueles que quiserem alguma dica para lembrar é só lembrar que quem deu as aula para vocês que está ensinando isso para vocês o professor davi o Professor davi começa com b então a classificação dos anestésicos locais em amidas ou ésteres certo desde da via se vocês nunca vão esquecer bom voltando aqui para nossa aula a a ação é quando a gente fala em farmacocinética desses anestésicos locais algumas coisas a gente tem que ter na cabeça primeiro ponto
é o seguinte local de ação dos anestésicos locais como o próprio nome dele diz anestésico local o objetivo é o local de Ação corresponde ao local de administração eu quero o efeito analgésico no lugar que eu estou administrando aquele medicamento ou pelo menos né como a gente vai ver a gente pode fazer bloqueio de ramo então eu vou querer anestesiar a região que está sendo inervada pelo nervo que eu tô bloqueando localmente ou seja os aspectos farmacocinéticos e na verdade todos eles são aspectos que vão levar à redução da eficácia desse medicamento A absorção quando
absorção é caracterizada pela pela saída do medicamento no local de administração para corrente sanguínea como o local que eu quero com anestésico local haja é no local que eu administrei ele quando ele é só quando ele só para absorção a concentração dele no local de ação diminui ou seja se o efeito se diminui a mesma coisa em relação à distribuição que a gente vai ver que está muito relacionado com toxicidade né efeitos Indesejados metabolização também se a metabolização muito rápida eu tô eliminando mais rapidamente o anestésico local tô perdendo meu efeito e se essa metabolização
foi muito lenta eu posso ter intoxicação mesma coisa para eliminação então os parâmetros farmacocinéticos na verdade acabam sendo um indesejados do ponto de vista é do meu ponto de o canal de simone estésico local em relação a absorção absorção na vai estar Muito relacionada com a dose então quanto maior for a dose do anestésico local utilizar consequentemente maior vai ser absorção desse anestésico para corrente sanguínea e aí a gente tem que ter em mente como a gente vai discutir mais para o final da aula os efeitos tóxicos dos anestésicos locais estão relacionados aos efeitos sistêmicos
do anestésico local principalmente sobre o sistema nervoso central sobre o coração então absorção é altamente não Recomendar é quanto mais absorver o fármaco maior é a possibilidade de ter efeitos tóxicos então a gente tomar muito cuidado com a dose do anestésico local para não gerar uma absorção significativa e com isso levar o efeito tóxico e essa absorção ela vai variar bastante em relação ao local que ela tá sempre sendo administrada e isso em função da perfusão sanguínea aqueles tecidos que tem uma perfusão sanguínea maior Absorção dele vai ser mais rápido consequentemente o tempo de anestesia
vai ser mais curto e o potência o risco de ter feito tóxico vai ser maior a então por exemplo quando a gente faz anestesia local de mucosas que são regiões altamente vascularizados a gente tem que tomar esse cuidado né a gente vai precisar usar uma dose maior que a gente tem que pensar sempre que existe o risco de ter a intoxicação se eu vou fazer essa anestesia local no tecido que É menos vascularizado como por exemplo vou fazer uma cirurgia articular e vão injetar o anestésico colocar dentro da articulação articulação na região bem menos particularizada
então o risco de eu ter uma abt o aplicativo efeitos indesejados significativos é menor e consequentemente o meu efeito anestésico local também vai ser mais prolongado uma forma da gente contornar isso que eu vou apresentar alguns gráficos mais adiante Para ficar mais fácil de entender é coadministrar junto com anestésico local alguma outro medicamento vaso constritor como por exemplo adrenalina é fenilefrina que quando você promove essa vaso constituição você reduz o fluxo sanguíneo no tecido e isso permite com que você usa uma dose menor de anestésico local prolongue o efeito desse anestésico e diminui o risco
de intoxicação porque você vai reduzir a absorção E o outro fator que pode também alterar a absorção do anestésico local são propriedades físico aqui no perdão anestésico local por exemplo se ele é um medicamento que é muito lipossolúvel e se liga bastante a proteínas do tecido ele vai ter uma absorção mais lenta do que um anestésico local com uma característica mais hidrofílica e que não se liga à proteínas teciduais a em relação à distribuição é quando a gente fala de uma distribuição localizada por Exemplo digamos que vocês vão tratar um paciente vão fazer uma cirurgia
na região abaixo da cintura é que vocês optaram por fazer um bloqueio regional e aí vocês vão administrar esse anestésico local no espaço subaracnóide né no fundo do cérebro espinal quem é e aí você escolheu lá uma intersecção lá entre vértebras que corresponde a região se você quer é anestesiar que recebe inervação da região que você quer anestesiar e aí Você injetou anestésico local lá existe a possibilidade você é de luiz anestésico local e soluções hiperbáricas isobáricas ou hipobáricas qual é a vantagem de você usar essas soluções é que se você usar o anestésico local
em soluções hiperbáricas no momento que você fizer administração subaracnóide desse anestésico local a tendência dele é que ele se distribua para regiões para baixo do local que você injetou então se você injetou em por exemplo entra l1 e L2 a tendência que se anestésico e local ele vá começasse distribuir por para l3 para ele quatro né para regiões mais abaixo da medula se você e ele em soluções isobáricas a tendência que ele se permaneça relativamente estático ali entre l1 e l2 e se você utilizar soluções e por barcas a tendência ele acender né para regiões
acima da l1 e l2 a isso óbvio desde que o paciente permaneça na posição sentado então essa é uma forma da gente modular A distribuição localizado no anestésico local é possível fazer isso quando a gente faz administração subir era que nós na se a gente for fazer administração intradérmica é o em mucosa a esse tipo de distribuição a gente não consegue modular sistemicamente né após a absorção para a corrente sanguínea a distribuição do anestésico local lá vai ocorrer principalmente para aqueles tecidos ricamente de fundidos cérebro fígado coração rins e aí é que ele está Aqui
o cérebro coração por quê em tecidos em que ocorre é o maior não os efeitos indesejados os efeitos tóxicos mais graves acontecem justamente nesses tecidos daí é uma importância mas é significativa da gente está controlando a situação dessa desse processo de absorção e distribuição para evitar esses efeitos indesejados e em relação a metabolização e eliminação os anestésicos locais do tipo raster tom que tem aquela cadeia Intermediária que liga o anel aromático com radical a mina não quando ele é do tipo oeste e esses anestésicos eles sofrem uma hidrólise pela butirilcolinesterase também chamado de pseudocolinesterase que
é uma colinesterase plasmática né por exemplo a procaína ea cloroprocaína que são exemplos de anestésicos locais gente proeste tem o tempo de me ajuda curtíssimo porque quando eles alcançam ou a corrente sanguínea de rapidamente São hidrolisados pelas a motiva quando esteras que é uma enzima que a gente tem bastante concentração no plasma isso faz com que esses esses medicamentos os anestésicos locais do tipo estas sejam anestésicos mais seguros quanto aos efeitos tóxicos o seu tempo de meia-vida plasmática o dele é muito curto esse também faz com pessoas efeitos de anestesia local geralmente sejam mais curtos
a temos que tomar cuidado com pacientes que tenham Algum tipo né de alteração nessa colheita colinesterase plasmática ou ainda pacientes que fazem uso terapêutico de anticolinesterásicos né que são fármacos que inibem a enzima acetilcolinesterase e também a butirilcolinesterase como por exemplo pacientes que fazem tratamento de miastenia gravis com carbamatos porque este paciente tem atividade da butirilcolinesterase reduzida consequentemente o tempo de meia-vida Dos anestésicos locais do tipo western aumenta por conta do aumento da concentração plasmática né é e isso pode levar efeitos tóxicos e já os anestésicos locais do tipo amida eles vão sofrer metabolização hepática
por enzimas do sip 450 a taxa de metabolismo varia de medicamento para medicamento é na ordem do mais rápido por mais lenta né na taxa de atualização a gente tenha prilocaína seguida da lidocaína da mepivacaína da ropivacaína Que é bem parecido com da pupi vá kahina e da levou puppy vascaíno tá então seguindo essa taxa de metabolismo aqueles que são metabolizados mais rapidamente são anestésicos locais mais seguros do ponto de vista de promover efeitos tóxicos que vão ter tempo de meia vida mais curta é importante a gente lembrar que se o paciente for hepatopata ele
pode ter a metabolização desses anestésicos o amido prejudicados e isso pode levar Um aumento da concentração plasmática de sendo estética local e consequentemente aos efeitos tóxicos indesejados como esses anestésicos locais são fármacos que tem uma característica de base né são bases fracas se você tiver um paciente que tiver apresentando uma intoxicação para anestésico local uma forma da gente aumentar a eliminação desse medicamento é através da acidificação da urina quando a gente acidificar a urina uma vez que esse Anestésico local chega na urina ele vai sofrer organização né devido ao ph mais ácido da urina e
isso leva o fenômeno de aprisionamento de ouricuri anestésico local há uma vez que a base é quando ela é pro tô nada ela ganha a carga e aí ela vai ficar aprisionada na urina e só aumenta a eliminação urinária dos anestésicos locais e como já adiantei né eu vou essa só repetir o mecanismo de ação dos anestésicos locais dependem justamente Do bloqueio do canal de sódio voltar de independente não que eu tenho meu canal de sódio né aí quando ele tá aberta e permite a passagem do sódio aí que ele tá na formato fechado e
aqui ele tá no formato que ele está bloqueado pelo meu anestésico local então ao bloquear esse canal de votar de sódio voltagem-dependentes ele vai impedir a despolarização do meu nosso receptor consequentemente ele está é inibindo a nossa excepção E a esse anestésico local uma vez que ele é administrado no tecido ele vai alcançar o o interstício e aqui no interstício ele vai estar principalmente na sua forma ionizada isso acontece porque o ph não é do meio do meio do meio está seu lá é por volta de 7.4 e a gente já viu que o pecado
esses fármacos eles são bases fracas então pecado eles vão tá cimento e 7 e 6 e 9 mais ou menos que acontece que o anestésico local quando ele vai bloquear aqui a gente tem Um sistema do canal de sódio voltar independente quando ele vai bloquear esse canal ele não consegue bloquear esse canal através do meio extra-celular para ele bloquear esse canal ele precisa entrar dentro da célula porque ele consegue ter acesso ao canal por dentro da célula e aí bloquear ou então através da membrana ele entra no meio da membrana ele tem um acesso a
ao polo do canal e aí ele também consegue bloquear esse canal de sódio voltagem-dependentes Então um primeira etapa importante para o anestésico local promover o seu efeito é que ele consiga entrar dentro das células e só vai entrar dentro da célula a forma do anestésico local que não estiver pronto nada que a forma que não tem carga que a forma mais lipossolúvel né e aí essa forma ela entra dentro da célula quando e da célula uma porção dela vai vai receber a carga né vai ser pro nada vai receber o e olha mais vai ficar
com uma Forma iônica de um cátion e aí ela vai ter acesso ao canal e o único e vai bloquear esse polo do canal iônico isso acontece tanto quando ele entra na célula quando quando ele vai através da membrana porque quando ele sai de dentro da membrana é alcance o espaço do poro nesse canal ele também é protonado nessa região a aqui a gente diz que havia hidrofóbica de acesso ao canal ocorre quando o anestésico local ele entra dentro da membrana e através da membrana E ele já acessa o canal o polo do canal de
sódio voltagem-dependentes já havia hidrofóbica é quando esse anestésico local atravessa a membrana do meio extra-celular para o intracelular no meio para celular ele é protonado oi e aí ele vai e tem acesso ao canal de sódio voltar independente é importante destacar que essa via é hidrofílica que é a mais importante é que acontece com maior intensidade ela é chamada ela é a gente diz que ela é dependente do uso Que quer dizer isso quer dizer que quanto mais vezes esse canal se abrisse fechar é quanto mais vezes o neurônio foi de escolarizar escolarizado você aumentar
foi com essa abertura e fechamento nesse canal maior e acessibilidade do anestésico local protonado ao sítio de ligação então quanto mais recebem esse canal se abrir e fechar mas ele vai ser bloqueado isso não acontece pela via hidrofóbica mas havia hidrofóbica ela é mais lenta do Que havia hidrofílica para promover esse bloqueio essa questão do dependente de uso vai ficar mais claro em slide mais adiante e na verdade nesse slide é tão porque a gente diz que é esse efeito é dependente de uso né olha que interessante aqui a gente tem um gráfico mostrando a
corrente de sódio ou seja a condutância de sódio quanto mais para baixo aqui nessa essa linha que tiver quer dizer que mais sódio estava atravessando Através da membrana então quando a gente na presença do anestésico local a gente vê que se a gente causar uma única de escolarização desse neurônio ainda assim a gente vai ter uma condutância muito grande de sódio e conforme a gente vai aumentando a despolarização de uma para duas a gente vê que já entra menos sódio duas para três entra menos sódio e conforme a gente aumentando três 4 quatro quatro 5
a gente vai ter uma diminuição se a Gente fizer 25 despolarizações a gente vê uma queda na entrada de sódio muito significativa ou seja quanto maior quanto mais vezes esse neurônio foi de polarizado consequentemente mais vezes o carro de sódio foi aberto fechado mas a condutância do sódio foi inibida isso quer dizer que quanto mais vezes eu abri e fechei o canal mas o meu anestésico local bloqueou canal de sódio consequentemente menos sódio entrou ah tá então esse gráfico mostra Exatamente esse fenômeno quanto mais vezes eu descolar iso o meu nosso receptor menos sódio vai
entrando isso acontece na presença do anestésico local tá gente tá na presença do ministério do local quanto maior for o número de vezes que o ativar o nosso setor mais rapidamente o meu anestésico local vai acessar o seu alvo de ligação e consequente uma bloquear o canal de sódio e por conta disso menos sódio entra no meu no meu neurônio tá por isso Né que quando o por exemplo você vai no dentista e o dentista faz uma anestesia local é muita das vezes ele aguarda um tempo né para que você tenha uma anestesia inicial e
às vezes ele vai iniciar o procedimento e pergunta para vocês estão sentindo dor aí você falar tô sentindo mas vocês podem observar que muita das vezes eles não fazem um repique a estação anestésico local mas eles continuam a mexendo no seu dente mexendo Na gengiva porque conforme eles estão mexendo lá no seu dente na gengiva eles estão estimulando a despolarização do nosso setor né e quanto mais ele despolarizar esse nosso setor mais acesso anestésico local tem ao seu sítio de ligação consequentemente maior é a potência da anestesia local por isso que no meio do procedimento
você de repente você vê que você tá nesteziado e o dentista não deu mas anestésico local isso esse efeito a gente chama de efeito Uso dependente o outro ponto muito importante para a gente destacar quando a gente fala de anestésico local é a influência do ph do meio e do pecado anestésico local é um tecido normal a gente já discutiu né eu já participei mas esses led ele é muito bom porque a gente consegue visualizar melhor esse fenômeno e um tecido normal né que é um phd 7.4 se eu administrar um anestésico local que tem
um p-cad 7.9 pessoal vamos abrir um Parênteses aqui só para dar uma relembrada que eu tenho certeza que vocês sabem sobre isso todo mundo aqui já fez farmacologia 1 então todo mundo já teve aula disso p k é a constante de dissociação a que é a possibilidade do fármaco se dissociar do próton né se protonado ou deixo para o tornando quando a gente diz com a nestlé que uma droga em um p-cad 7.9 quer dizer que se eu submeter essa droga a um ph de 7.9 ou seja um ph igual pecar cinquenta por Cento do
meu fármaco vai estar na forma o e cinquenta por cento do meu fármaco vai estar na forma não protonada e essa proporção ele é definida pela equação de renda sem rosembak quem não tá lembrando vamos pegar o livro de farmacologia e vamos dar uma estudada sobre esse fenômeno vamos discutir aqui sobre anestésico local que é o foco da nossa aula se a gente pegar esse anestésico local que tem um pecado de 7.9 e colocar ele um phd 7.4 eu já venci Ph ele tá abaixo do pkk se ele tá abaixo do pk a eu tô
tem uma conta uma condição de hidrogênio mas concentrado nesse mês para celular né então a forma principal né a maior parte do meu fármaco vai estar na forma protonada como anestésico local é uma base a base quando ela está pronto nada ela ganha carga elas irão um cátion então ó se eu tiver mil moléculas né se injetar nenhum moléculas desse anestésico local nesse tecido com p hd 7.908 Há 750 moléculas vão ficar na forma catiônica e 250 moléculas vão ficar na forma não aniônica né vou ficar na forma sem carga essa forma sem carga é
a forma que consegue atravessar a membrana plasmática né e aí o que que acontece essa forma que que a gente consegue atravessar a membrana por difusão simples ela vai entrar em equilíbrio ela vai começar entrar pro lado de cá vai ficar entrando pro lado de cá vai ficar entrando para o lado de cá e ela vai Entrar em equilíbrio até o momento em que eu tiver 250 moléculas do lado de cá também então vou ter 250 moléculas em carga do lado de fora 250 moléculas sem carga do lado de dentro acontece que o ph da
célula do ph do meio intracelular também é de 7.4 então como essa moléculas em carga ela chega aqui no meio extracelular vai sofrer associação ou próton né ela vai receber a carga do próton oi de novo né é 25 porcento 25% dela vai Ficar na forma sem carga e 75 por cento dela vai assumir a forma com carga então de 250 moléculas 70 moléculas vão ficar na forma sem carga e 180 moléculas vão ficar na forma com carga essa forma com carga do anestésico local que têm acesso ao canal de sódio né por dentro da
mulher que ele consegue bloquear esse canal então é é dessa forma que o anestésico local ele consegue atravessar a membrana biológica do meu nosso receptor chega dentro do nosso setor e Consegue bloquear o canal de sódio voltagem-dependentes tá porque que a gente tá discutindo a porque isso é um saco isso é muito difícil né é uma reclamação muito comum que a gente ficou todos os alunos quando a gente fala sobre esses fenômenos e aprisionamento iônico sobre a equação de remuneração em razão entretanto a gente está falando de anestésico local é muito importante que a gente
compreender esse fenômeno porque no Tecido inflamado o ph do tecido ele é mais baixo ele é mais baixo que o ph do tecido saudável ele vai atingir um ph aqui de seis né cinco pontos oito 5.961 tá nesse ph se a gente colocar o mesmo fármaco tá com pecado de 7.9 agora a proporção é totalmente diferente para cada mil moléculas 990 moléculas vão ficar na forma com carga no meio extra-celular e apenas 10 vão ficar na forma sem carga tá ou seja apenas um por cento vai ficar na forma sem carga Desses um por cento
nessas 10 moléculas elas vão conseguir atravessar a membrana plasmática é um canção meio intracelular quando atingirem o equilíbrio é as moléculas que entraram dentro da célula elas vão se dissociar né porque eu peça o ph do meio intracelular é 7.4 então de novo aqui 25% dessas dez que entraram ou seja dois molécula c-6 vão ficar na forma sem carga e 75 por cento vão ganhar carga ou seja eu vou ter apenas sete molécula c-6 com carga a Quantidade de molécula com carga que é a forma que vai conseguir bloquear o canal de sódio voltagem-dependente por
dentro do meu neurônio né é muito pequena olha só quando eu comparo o tecido inflamado que eu vou ter só 7:30 moléculas quando comparo com tecido saudável que eu vou ter 180 moléculas essa é a diferença é muito grande é por isso que a gente diz né que no tecido inflamado é mais difícil fazer anestesia local por isso é muito comum Paciente chegar lá no para fazer um tratamento no dentista e o dentista fala ó o seu dente está muito inflamado não dá para mexer ele agora não tem que tratar com anti-inflamatórios reduzir a inflamação
e só depois disso eu vou conseguir tratar ele fala isso porque nesse paciente se ele injetar aqui o anestésico local ele não vai conseguir anestesiar esse tecido porque a quantidade de farmaco com carga dentro da célula dentro do nosso setor vai ser Muito baixo para ele conseguir anestesiar eu teria que aumentar a dose o problema é que seria aumentar a dose ele também vai aumentado sorção desse anestésico local e se você aumenta a absorção do anestésico local você aumenta o risco de efeitos tóxicos daí a necessidade de fazer o tratamento da inflamação para só depois
fazer o quê e envolve o uso do anestésico local aqui a gente tem influência da concentração do anestésico local né só para mostrar Que o seu desconto maior for a concentração de anestésico local a passando de 2,5 5 10 20 atua aumentando a concentração do anestésico local no caso a lidocaína maior vai ser a capacidade do produzem anestesia esse gráfico aqui ele está apresentando a amplitude do potencial de ação então quanto menor potencial de ação mas eu tô inibindo o neurônio nosso receptor né que o efeito do anestésico local não só para mostrar aqui eu
consigo aumentar a Potência anestésica aumentando a dose local do tratamento eu só tenho que lembrar quanto maior a dose maior a taxa de absorção maior concentração plasmática maior o risco de efeito tóxico isso gente nunca pode esquecer é uma forma da gente reduzir essa absorção como gente ia falou é cor administram junto com anestésico local adrenalina ó esse gráfico aqui mostra a influência da adrenalina na duração da anestesia com lidocaína a então com Lidocaína no bloqueio de nervo na área que bloqueio peridural a barrinha a chorada é sem adrenalina ea barrinha branca é com adrenalina
e aqui eu tenho podia anestesia a gente pode ver que o tempo de anestesia com adrenalina foi maior tanto no bloqueio na conta no bloqueio epidural quando comparado com o sem anestesia isso acontece porque porque quando eu uso adrenalina eu promovi eu promovo vaso constrição então reduz o fluxo sanguíneo daquele tanto Tecido se eu tô reduzir o fluxo sanguíneo eu vou reduzir a absorção né isso a gente pode observar que por esse gráfico o efeito da adrenalina e sanguíneo máximo de diversos anestésicos locais né por via peridural ó concentração plasmática do anestésico sem adrenalina com
adrenalina sem adrenalina de quadrilha ali na que a gente tem da mepivacaína aqui da lidocaína a gente pode ver que sem adrenalina a concentração plasmática é Maior do que com adrenalina isso acontece porque com adrenalina vaso constrição no tecido reduz o fluxo sanguíneo daquele tecido e consequentemente reduz a absorção ea concentração plasmática e isso é bom porque isso aumenta o tempo de efeito do fármaco como a gente viu nesse gráfico aqui e também reduz o risco de efeito tóxico porque a gente reduzem a concentração plasmática do fármaco e agora temos que lembrar que a gente
Não pode usar vaso constritor em alguns tecidos como por exemplo ponta de dedos né nas falanges distais né ou nas orelhas são tecidos é que precisam de um alto fluxo sanguíneo e que são em que respondem muito fortemente a vaso construtores e que se a gente é administrar vários construtores tecido corre o risco de ocorrer necrose na isquemia é nesses tecidos por falta de fluxo sanguíneo a então é importante tomar um cuidado para decidir fazer o Uso do do vaso constritor alguns tecidos como falante de estar as orelhas não é recomendado fazer o uso desses
vasos construtores é um outro ponto importante como a gente vai ver nos próximos slides o anestésico local ele bloqueia o canal de sódio também de neurônios pós-ganglionares do sistema nervoso simpático e aí se a gente lembrar o neurônio pós-ganglionar do sistema nervoso simpático libera noradrenalina que promovem vaso Constritor constrição então os anestésicos locais por natureza eles são vasodilatadores a eles vão bloquear esses neurônios do sistema nervoso simpático diminuindo a liberação de noradrenalina provendo vasodilatação o que reduzem seu tempo de ação e também aumenta a concentração plasmática e o uso de vasoconstritores reverte a ser feito
em relação estrutura-atividade dos anestésicos locais aqueles anestésicos Descrição tem pesos moleculares menores e que são mais lipídicos em geral tem uma taxa de interação mais rápida com um canal de sódio a voltagem dependente por conta disso costumam ter efeitos mais rápidos é eles costumam ter a potência e o tempo de ação correlacionados com a lipossolubilidade a então a líquido a lidocaína a prilocaína a mepivacaína são mais hidrossolúveis e por conta disso geralmente são menos potente e quanto que a tetracaína o bivaca ina Ropivacaína por serem mais lipossolúveis são mais potentes e em relação a susceptibilidade
de efeitos aquelas fibras nervosas que têm diâmetros maiores elas são mais resistentes aos anestésicos locais e aquelas fibras menores né mais finas como as fibras a-delta as fibras do tipo b e ativas do tipo c que são as fibras com menor diâmetro elas vão ser também as fibras mais sensíveis ao bloqueio do anestésico local e aqui como já adiantei Vale destacar que as fibras pré-ganglionares e pós-ganglionares do sistema nervoso simpático todas elas são bem sensíveis ao bloqueio pela anestésico local então quando a gente administrou anestésico colocar um tecido a gente já pode prever que vai
ocorrer uma redução do simpático naquele tecido né uma das consequências vai ser vaso dilatação porque não tá liberando é noradrenalina e em seguida os mais sensíveis com seus Da dor né é do tipo c e e do delta do tipo delta a delta né também são de dores de temperatura e em seguida os fusos musculares de tato pressão e dá para percepção motor vale destacar que apesar de existir essa diferença de sensibilidade sensibilidade em relação a diferente fibras todas as fibras em algum grau são comprometidas pela anestésico local então é muito difícil a gente conseguir
uma analgesia local plena sem alterar nenhuma outra função Motora tatio daquela região então o bloqueio dependente do estado do uso né já falou isso os nossos sectores c&a delta eles têm uma maior frequência de disparo e o potencial de ação mais longo então porque uma frequência de disparo né mais alta a saudação mais longo eles são mais suscetíveis a esse efeito de bloqueio dependente do uso já as fibras motoras né por exemplo as beta aí saber até a alpha mesma gama a frequência de disparo É mais curta o potencial de ação é mais curto então
esse efeito dependente de uso ele vai ser menor tá isso é um dos motivos pelo qual a sensibilidade das fibras de dor são maiores do que as fibras motoras e de tatuí depressão e em relação ao uso clínico esses anestésico eles podem ser utilizados de forma tópica é a vacina administrada em mucosas como coisa natural mucosa oral é o mesmo nas margens de feridas a eles podem sem injetados próximos a Terminações periféricas então você vem né injeta próximos aos terminais livres na do nosso receptor da região que você quer anestesiar a gente chama eu senti
infiltração perineural ele pode ser injetado em em grandes troncos nervosos né que a gente chama de bloqueio então quando eu injectora num grande tronco é eu vou estar bloqueando não só essa região mas também toda essa região aqui para baixo né chama de bloqueio regional ou ainda a pode ser administrado no Espaço epidurais souber aqui nós comente já que sempre ficou anteriormente eles também vai ter um bloqueio regional de tô é aquela porção que recebe a inervação da região né dessa região que vai estar sendo anestesiada vale lembrar aqui que quando a gente tem essa
estrutura né faz um pouquinho em grande nervos a parte mais interna desses desse grande tronco nervoso ele vem de regiões mais distais né cê vê que ele começa aqui fininho e Ele vai recebendo projeções é terminações de regiões mais proximais e essas regiões mais fosse mais elas vão compondo a parte externa desse meu tronco nervoso então quando é um gesto um anestésico aqui nesse para fazer esse bloqueio no tronco nervoso esse anestésico ele vai em filtrar de fora para dentro dentro dentro desse tronco nervoso as primeiras fibras que vão ser afetadas bom ter o seu
transmissão bloqueadas vão ser que estão mais por Fora desse tronco né na a mais externa desse tronco que são as fibras que inervam as regiões mais proximais já a anestesia das fibras mais internas elas vão demorar um pouco mais para acontecer e vão acontecer em menor grau então anestesia que vai ser feito aqui na mão por exemplo pelo bloqueio é regional aqui na pelo bloqueio do tronco grande né não troco nervoso grande ele vai ser mais leve do que a anestesia que vai ocorrer em regiões periféricas ao Local onde eu fiz a administração desse anestésico
local então essa distribuição anatômica importante a gente tem em mente quando a gente faz esse tipo de bloqueio e em relação a ordem do bloqueio em geral ela segue essa essa seguinte ordem os primeiros nervos que são bloqueados são os da transmissão simpática seguido de transmissão da temperatura da dor por último percepção do toque e do motor a então geralmente é essa sequência que a Gente observa na clínica na prática né é quase impossível a gente conseguir uma uma analgesia total de um tecido sem qualquer tipo de comprometimento do toque o motor a gente observa
muito isso quando a gente vai no dentista e tem a boca anestesiada a gente vê que quando a gente sai de lá e a gente toca né nos nossos lábios a gente vê que a percepção desse toque ela tá alterado então a gente não consegue analgesia sem alteração E em algum grau do bloqueio da percepção tátil e até mesmo motor é e lembrando né que devido a questões anatômicas em relação aos troncos nervosos periféricos bloqueio periférico varia e a fraqueza motora proximal pode preceder ao início da perda sensorial mais digital isso condiz com o fato
que eu acabei de falar para vocês né que as fibras nervosas mais distais ela vai sempre compor a parte mais interna de um grande tronco nervoso né a parte mais Externa de um tronco nervoso está relacionado com regiões mais próximas se vocês não podem esquecer oi e para fechar a aula vamos falar um pouquinho sobre a toxicidade toxicidade dos anestésicos locais ela estão limitadas basicamente aos seus efeitos sistêmicos e dois tecidos são muito sensíveis aos efeitos tóxicos dos anestésicos locais sistema nervoso central do coração então vamos começar a falar aqui sobre os efeitos tóxicos Sobre
sistema nervoso central basicamente podem ser sedação tontura distúrbios visuais auditivos inquietação isso vai acontecer sempre que a gente tiver altas concentrações plasmáticas devido a uma rápida absorção desse anestésico local ou devido a uma administração intravascular e na divertida então o o médico não é um ser meio quando fui fazer administração de anestésico local ele acabou pegando uma artéria umas ver mas como pegar uma veia E a injetou intravascular ao invés de igg e no interstício do terceiro e a dormência perioral e na língua e também um gosto metálico são sinais precoces de efeitos tóxicos sobre
o sistema nervoso central a une está demo é uma das distúrbios visuais ele é o ministério uma caracterizado pela movimentação de lateralidade do globo ocular né da esquerda para a direita é involuntário assim como contrações Musculares espasmódicas seguidas de conjunções e depressão do sistema nervoso central são efeitos tóxicos sobre o sistema nervoso central é mais graves né então são os que vão aparecer mais porque posteriormente de corrente também de altas concentrações plasmáticas a convulsão ela pode ser tratada com benzodiazepínicos a e é muito importante evitar a hipóxia e acidose causada pela convulsão porque ela esse
Os nomes a hipóxia e acidose ela piora o quadro de intoxicação acidose é bem fácil da gente entender né quando você acidificam o sangue você mantém o anestésico colocar o preso no sangue porque ele fica mais organizado então fica mais difícil de você metabolizar ou eliminar esse anestésico local e em relação aos efeitos cardiotóxicos o principal efeito cardiotóxico vão ser alterações na condutância e na função cardíaca tá esse é o efeito mais temido Dos anestésicos locais e geralmente é o que pode levar o paciente ao óbito esses efeitos são traduzidos em arritmia ou parada cardíaca
a existem diferenças em relação ao efeito a toxicidade card cardíaca né os anestésicos locais em relação à estrutura química das moléculas por exemplo a mistura racêmica da viva kahina é mais tarde o tóxica do que quando você administra o enantiômero s sozinho que alevo bupivacaína então mostrando que essa é essa essas Alterações né de um ano de o momento para o outro pode determinar uma maior uma menor cardiotoxicidade e vale lembrar que qualquer coisa que a gente administra um animal do pescoço para cima ele acaba retornando para o coração em alta concentração a então quando
a gente faz uma anestesia local do pescoço para cima qualquer região do né por exemplo dentista né fazer esse tipo de anestesia é conforme o anestésico local ele é absorvido pela Corrente sanguínea esse sangue é drenado e antes de ser né distribuído pela corrente sanguínea sistêmica do corpo inteiro ele volta para o coração e aí você acaba tendo uma carga numa concentração desse medicamento chegando no coração muito significativa então é mais significativo do que quando você faz por exemplo uso do anestésico local no membro superior e inferior ou mesmo no tronco então o cuidado com
o uso de anestésicos locais e região de cusco É uma deve ser ainda maior que quando você tá usando ele em regiões pescoço para baixo e é isso pessoal vocês tiverem alguma dúvida sobre o conteúdo dessa vídeo-aula vocês poderão tirar essas dúvidas através de fóruns específicos sobre esse assunto que a gente vai abrir na sua turma virtual de farmacologia lá na plataforma do cigarro um abraço a todos e bom isto