então aqui eu coloquei esse mesmo esse mesmo algoritmo né representando o indivíduo a tarefa e o e que é de Meio Ambiente em inglês e a gente vai olhar dentro deles O que que tem constituir então quando a gente tá falando de tarefa a gente tá falando da interação de três outros fatores então toda a tarefa todo movimento que tá correlacionado a uma tarefa Ela depende de conceitos de estabilidade mobilidade e manipulação então toda a tarefa todo o desempenho motor que a gente executa seja ele qual for eu preciso ter primeiro uma estabilidade segundo uma
mobilidade ocorrendo em cima dessa estabilidade e por fim uma manipulação então esses três conceitos eles acontecem em todas as tarefas eh a gente até extrapola um pouquinho aí porque acho que vocês já Ouviram isso em outro momento mas a gente tem um contexto conceito perdão que a gente sempre ouve falar que é o tal da estabilidade né da mobilidade sobre estabilidade então só existe mobilidade Se houver uma base estrutural de estabilidade por trás vamos para um exemplo um exemplo mais prático então quando eu tô olhando um movimento uma atividade do meu membro superior eu dependo
de uma estabilidade Central uma estabilidade de tronco por os meus membros né os meus membros apendiculares o braço ele sai do meu tronco Então eu preciso de um tronco estável uma mobilidade de braço para ter uma coordenação motora fina uma destreza na minha mão então quando eu olho um indivíduo um paciente nosso desempenhando uma tarefa de destreza eu tô olhando o final dessa cadeia acontecer então eu tô olhando efetivamente a mão a parte da manipulação eh da questão de destreza fina mas antes disso precisou haver uma mobilidade do meu braço e uma estabilidade do do
meu tronco para que essa tarefa aconteça então qualquer alteração em algum desses aspectos pode afetar a tarefa pode afetar o movimento como um too quando a gente fala de Meio Ambiente a gente tem dois principais fatores que a gente aglomera eles em fatores reguladores e não reguladores Qual que é a diferença entre eles em resumo os fatores reguladores são os fatores que exigem a adaptação do meu sistema nervoso central então qualquer fator que exista no meu meio ambiente que exija do meu sistema nervoso central que ele se adapte e adapte o movimento a gente chama
de fator regulador e todo fator que não exige com que o meu sistema nervoso central se adapte a gente chama de fator não regulador dess desse movimento dessa atividade Então vamos dar exemplo para ficar mais prático um exemplo de de fatores reguladores são peso tamanho e formato de objetos que a gente tá interagindo então se eu olhar uma criança fazendo um transporte de objeto o peso daquele objeto o tamanho e e o formato desse objeto pode afetar o meu movimento porque o meu sistema nervoso central precisa se adaptar a esse peso específico a esse tamanho
específico e esse formato específico desse objeto que eu tô transportando então ele é um fator regulador porque ele exige adaptação do meu sistema nervoso central para aquele movimento acontecer quando eu falo de fatores reguladores que não exigem adaptação eu tô falando como por exemplo de ruídos ou distrações E então quando eu tô num ambiente que eu tô desempenhando um movimento uma tarefa e esse ambiente é um ambiente que tem distratores tem vidos o meu sistema nervoso central não precisa adaptar o meu movimento da tarefa é lógico que vocês podem pensar assim que quando as nossas
crianças estão num ambiente com mais distratores com mais ruídos e a exigência do sistema nervoso central e a exigência da tarefa Ela é maior isso é um raciocínio perfeito é lógico que a exigência de processamento sensorial é maior porque ruídos e distratores eles aumentam o input de aferência sensorial e o Cérebro dessa criança vamos falar grosso modo ele precisa processar mais informação então uma criança que tá num ambiente com ridos e distratores ela pode ter uma redução do desempenho na realização daquela tarefa isso ocorre mas não diretamente exigir uma adaptação do movimento frente à tarefa
Então essa é a diferença tá então falamos aí sobre os fatores que moldam o movimento de um ponto de vista de tarefa e de um ponto de vista de ambiente se a gente for olhar do ponto de vista do indivíduo no caso do indivíduo a gente tem três principais fatores que ocorrem juntos então a gente tem a percepção que são as aferências sensoriais a cognição que é a intenção de movimento então o processamento dessa aferência sensorial e a ação que é a eferência motora Então a gente tem aí o nosso ciclo né de ciclo de
percepção ação ciclo de aferência processamento e referência eh a grosso modo Esses são todos os fatores que estão envolvidos na produção de um movimento e como que a gente pode usar todo esse conceito esse conteúdo que eu tô compartilhando com vocês a nosso favor no nosso dia a dia prático a gente olha tudo isso e é lindo é um raciocínio é um conteúdo e muito rebuscado muito refinado tem bastante coisa dentro de cada coisa disso que eu tô falando Mas como que a gente usa isso no nosso dia a dia prático a gente pode usar
tanto num contexto de entendendo essas informações analisar Aonde estão as restrições ao movimento do meu paciente como também eu posso utilizar para e entender como eu posso manipular esses fatores a meu favor com um treinamento Então vamos dar um exemplo prático eu tenho uma criança que tem uma restrição de movimento uma dificuldade de movimento para desempenhar uma tarefa e ela tem uma alteração sensorial uma alteração de aferência uma alteração próprio stiva por exemplo então eu sei que a aferência tá impactada nessa criança aqui é um dos problemas que tá restringindo o movimento Será que ela
tem outros problemas que eu preciso avaliar Lógico é importante eu avaliar como tá a estabilidade a mobilidade Como tá a manipulação Então como tá por exemplo a função de membro superior dessa criança então entendendo esses conteúdos eu posso buscar qual desses conceitos tá impactando na produção de movimento assim como eu posso manipular eles para treinar se eu sei que a minha criança tem uma dificuldade de estabilidade eu consigo nortear o meu raciocínio nortear o meu o meu treino com essa criança para que ela desenvolva maior estabilidade e assim melhore a qualidade do movimento então a
ideia de trazer e conversar um pouquinho sobre essa parte conceitual é porque todo o raciocínio Clínico ele parte daí essa é a premissa o começo do nosso raciocínio Clínico da nossa parte técnica para entender lá na S lá na frente como que a gente vai usar a informação que ela traz então quando a gente fala de comprometimentos neurológicos do controle mutor a gente sempre tem que lembrar que existe essa cadeia hierárquica de comando como chamar assim então os nossos pacientes de uma maneira geral Se a gente pudesse colocar todos eles num único numa única situação
num único bolo vamos chamar assim todos eles têm algum tipo de lesão ao sistema nervoso central Então essa é a raiz é a causa primária de todos os comprometimentos posteriores que vão vir então a causa dos comprometimentos primários é a lesão do sistema nervoso central que o nosso paciente tem ou uma lesão ou uma alteração de processamento ou uma alteração de um ponto de vista genético algo do tipo mas é uma alteração de funcionamento do sistema nervoso central que me gera comprometimentos primários Quais são os comprometimentos primários de uma alteração do sistema nervoso central fraquesa
muscular anormalidades de tonos como hipotonia hipertonia espasticidade rigidez problemas de coordenação então ativação e sequência e cron metragem da ativação muscular e também movimentos involuntários aí as coretos e as distonias então todos esses achados são achados que a gente chama de comprometimentos primários e por sua vez essa é a causa da gente encontrar comprometimentos que a gente chama de secundários que são os comprometimentos efetivamente músculo esqueléticos então quando o meu paciente eu avalio ele ele tem um comprometimento músculo esquelético isso vem de um comprometimento primário que pode ser uma criança que tem uma fraqueza muscular
ou uma normalidade de tonos não devidamente tratada durante muito tempo e gerou uma sequela músculo esquelética e que toda essa cadeia de raciocínio veio lá da raiz de tudo isso que é a lesão ou a alteração no sistema nervoso central então a gente precisa entender esse conceito porque quando a gente foi falar da stic a gente vai est avaliando o controle segmentar de tronco a gente vai est avaliando a capacidade controlar o tronco e vocês vão ver que questões músculoesqueléticas podem impactar então a gente sabe que um paciente tem uma fraqueza muscular de tronco uma
alteração de tonos nas musculaturas de tronco eh ou uma escoliose rígida ou não rígida enfim mas todas essas alterações elas acontecem por conta da raiz de tudo isso que tá lá no sistema nervoso central dessa criança e por que que a gente tá falando tanto de controle motor porque o controle motor ele é a base de tudo isso certo sendo ele a base a gente precisa de novo sempre lembrar Qual é o ponto do nosso raciocínio então estamos falando de controle motor para falar do dia a dia de um raciocínio Clínico dos nossos pacientes e
aonde que o controle motor entra no raciocínio Clínico do dia a dia de quem tá na prática do dia a dia de atendimento na cif então Eh acredito que todos vocês estejam clínicas renomadas em clínicas de referência que fazem um trabalho Fantástico e que fazem um trabalho grande parte delas seja um trabalho consciente estruturado ou inconsciente mas todas as clínicas elas trabalh em cima desse conceito da cif a cif ela é a classificação internacional de funcionalidade e incapacidade de saúde ela é muito mais extensa eh do que do que eu coloquei aqui nesse esse quadro
ele é só um resuminho bem pequenininho pra gente entender como eu vou usar o controle motor dentro do meu raciocínio clnico e como o meu raciocínio clínico é pautado na então quando a gente olha e a gente tá falando de controle motor e falando de C A gente tá diretamente falando principalmente desses dois fatores aqui dessa parte um da cif que é a parte de funcionamento e incapacidade então a cif a gente pode dividir ela em dois grandes grupos uma parte dela vai tratar de funcionamento do do corpo né então funções e estruturas corporais e
também vai tratar de incapacidade ou capacidade tá diretamente relacionado à atividade e participação uma outra parte dela ela vai tratar de fatores relacionadas ao contexto daquele indivíduo ou daquele ambiente Então a gente vai ter fatores ambientais que é o ambiente onde aquele indivíduo tá inserido que pode exercer uma influência externa e fatores pessoais que podem estar correlacionados a ao indivíduo que tá realizando aquela atividade aquela tarefa que trazem influências internas de funcionamento e incapacidade então entendendo que a cif a grosso modo ela tem esses dois essas duas grandes partes divididas nesses quatro componentes a gente
pode entender que controle motor e consecutivamente ático que é o tema central da nossa aula hoje tá direta ente correlacionada aqui porque a stico ela é uma estrela que vai tratar de controle de tronco se ela vai tratar de controle de tronco eu tô falando de função e estrutura corporal e correlacionando essa função e estrutura corporal com atividade a participação Lembrando que o nosso foco de tratamento quando a gente monta um planejamento terapêutico é sempre a funcionalidade então a gente tá sempre buscando que o nosso paciente seja mais funcional E para isso eu como terapeuta
do movimento seja eu de qu áre eu for eu vou trabalhar diretamente com função e estruturas do corpo mas correlacionando isso com alguma funcionalidade então a stico ela vai entrar aqui é aqui que a stico eh se completa com esse raciocínio da cif para montar um planejamento terapêutico agora vamos avançando um pouquinho na aula vamos falando sobre controle postural então entendendo que controle motor é um tema mais amplo a gente tá indo de um tema mais amplo para um tema mais restrito e o final da aula vai ser a sáo então controle postural ele é
o controle do posicionamento do corpo que tá dentro desse desse contexto de controle motor então Vamos definir o que que é controle postural normal para depois a gente entender o que que é o controle postural normal que é o dos nossos pacientes controle postural basicamente é controlar a posição do meu corpo no espaço para ter estabilidade e orientação então se eu tenho estabilidade postural e orientação postural eu tenho o controle da postura eu tenho controle postural vamos entender então o que que é estabilidade e o que que é orientação pra gente começar a fazer um
raciocínio do porque os nossos pacientes tê alteração de estabilidade de orientação Quais as compensações que eles usam E como ático vai me trazer informação para nortear o meu plano de tratamento tá então quando a gente fala de estabilidade em resumo a gente tá falando de Equilíbrio estabilidade é equilibrar e para se equilibrar para me manter equilibrado sentado como eu estou por exemplo eu preciso controlar o meu centro de massa em relação à base de suporte Então eu tenho diferentes bases de suporte é uma base de suporte quando eu tô sentado outra base de suporte Quando
eu tô em pé eh mas controlar a oscilação do meu centro de massa dentro dessa base é o que me faz ficar equilibrado ficar estável e não desequilibrar não cair vamos deixar dessa maneira mais mais grosseira entendimento e a orientação postural é a habilidade de manter uma relação apropriada entre os segmentos corporais e propriamente o corpo e o meio ambiente da tarefa então em resumo estabilidade é se equilibrar manter o centro de massa na base de suporte e orientação é a gente direcionar eh um correto posicionamento dos segmentos do corpo de acordo com a tarefa
que eu vou desempenhar no meio ambiente em que eu estou Vocês já vão entender porque que a gente tá em por essa linha de raciocínio para chegar na stico tá