Então gente bom dia deixa eu compartilhar aqui a minha tela com vocês né como tá programado para no nosso calendário Hoje a gente vai falar um pouquinho sobre risco de cárie né risco de cara e risco de doença periodontal ou seja análise de risco e que isso faz parte também do nosso processo diagnóstico né Olá Ariane bom dia seja bem-vinda fique À vontade e aí gente como até um combinado nosso vocês podem abrir o microfone é qualquer momento podem fazer pergunta no chat também eu tô acompanhando aqui tô com duas telas tô acompanhando o chat
aqui do daqui do Meet E aí podem parar qualquer momento que a gente tá aqui no diálogo tá tentando fazer um diálogo a gente vai trazer alguns conceitos para poder a gente definir o que que é risco e Como orientar a partir do Risco o tratamento Da cárie dentária e da doença frontal Tá bom então vamos vamos iniciar a nossa apresentação tá é quando a gente fala sobre risco e tratamento a gente tem que saber que os nossos problemas né Vocês estão me ouvindo né consegue me ouvir tá tudo tranquilo aí a projeção e a
o áudio né perfeito bacana E aí gente é você tem o quando a gente pensa no problema no caso os dois principais problemas que a gente tá Tratando dentro da não somente os dois mas os dois principais que é na clínica agora da saúde coletiva com modo de prevenção que é a cara e doença periodontal autorizando aqui a Regiane seja bem-vinda Regiane Bom dia então dando continuidade nessa introdução a gente sabe que esses dois principais problemas que a gente trata que a gente acolhe na clínica que a gente tem que pressionarizar inclusive Para intervir dentro
dessa proposta de mínima intervenção na prática Odontológica a gente tem que entender que é esses problemas tem determinantes biológicos ou quem chama aproximais aproximar no sentido que são muito próprios dos próprios indivíduos né E temos determinantes de estais que que são esses determinantes de estais são determinantes que não estão diretamente ligados à tua o comportamento as características Biológicas do indivíduo mas que afetam no adoecimento dele entre os determinantes biológicos ou profissionais que a gente Analisa isso no olhar da clínica que a gente consegue a partir da anamnese a partir da nossa da nossa exame físico
compreender como é que tá essas como é que estão essas condições esses determinantes nos indivíduos a gente percebe que pode ter tanto a tanto a microbiota E aí a gente pode perceber por exemplo numa atuação Clínica é o acúmulo de biofilme por exemplo na prática a gente fazendo a revelação de placa a dieta a partir do uma análise de como é que tá a frequência alimentar a qualidade desse desse alimento Verificar como é que tá o acesso ao flúor e a gente já viu na aula passada super importância inclusive da gente analisar Qual é o
dente frio para saber por exemplo se tem carbonato de cálcio no como abrasivo que a gente vai Perceber que talvez o fluor disponível talvez não é bem provável que o fluor que disponível naquele identifique isso é menor do que o fruto que tá lá no rótulo da concentração e também chamar de saliva a gente já viu a importância de a gente analisar saliva para identificar se o indivíduo tá com salivação ou com produção é o fluxo aí vai normal e antes de determinantes digitar a gente tem é que identificar Que fatores por exemplo só gráficos
a Pessoa tem alguma fonte de trabalho como é que é escolaridade Qual a idade desse indivíduo é qual é o a origem que ele vem sendo do interior se é da Capital em que região de mora ou seja todo o contexto social que ele vive inclusive o contexto cultural além dos aspectos psicossociais ou seja que interfere por exemplo como é que tá o relacionamento dele com a família como é que tá o nível de ansiedade dele que tudo isso também vai interferir no Cuidado ou no alto Cuidado dele além de fatores ambientais que interfere na
vida desse indivíduo e consequentemente vai interferir na saúde desse desse nosso paciente que a gente vai estar colhendo no consultório e aí tem dois autores que desenvolveram uma tipo uma síntese que é o dalgra e o White Hit que a gente fala que para a gente analisar esses determinantes sociais a gente precisa não só entender esse Questão aqui que é o mais proximal que é mais Central que é a questão individual seja as características de cada indivíduo que é relação a sexo a idade a fatores hereditários no caso do da saúde bucal Como é que
tá a as lesões de carne como é que estão as lesões é de doença periodontal mas também entender como é que o estilo de vida dos indivíduos Ou seja que estilo de vida ele tem algum vício fuma bebe faz higiene bucal usa fio dental né tem autocuidado é Sedentário ou não E aí a partir daí a gente entender como é que é redes sociais e comunitários ou seja o meio que ele vive meio social que ele vive pode ser um ponto favorável no autocuidado ou ser uma característica potens de potencialização deste trabalhar em comunidade e
favorecer por exemplo processo de Educação de saúde e além disso a gente entender que há situações de vida ou seja as condições não só de vida e de Trabalho que pode estar interferido na qualidade de vida e na saúde dele por exemplo como é que eu acesso ao emprego ou seja você está desempregado ou não como é que o acesso a água e esgoto por exemplo se ele tiver um acesso a uma água potável fluoretada por exemplo isso pode interferir na qualidade da Saúde focal inclusive da prevenção da cárie dentária como é que o ambiente
de trabalho são ambiente mais saudável essa lobro como é que eu acesse a educação ao Nível Educacional da comunidade entre outros fatores inclusive acesso alimentação né como é que é a segurança alimentar entre outros fatores Serviços de Saúde ou seja tem acesso a saúde ou não então todos são questões que também ou diminui o protege aumenta o risco ou aumento a proteção à saúde desse indivíduos isso não olhar mais macro né E aí mais para o nosso olhar clínico quando a gente está diante do paciente a gente vai Precisar responder algumas coisas para a gente
termo de conceito o que que é risco de saúde né O que que é analisar o risco e será que o nosso tratamento ele precisa pautar nele nesse risco porque quando eu dei aula para vocês de cárie dentária lembra o que eu falei que é uma coisa é você estar com a doença outra coisa você está com a lesão advinda do adoecimento outra coisa eu estar com risco de ter o problema e às vezes risco Que pode estar associado ou não o problema já estabelecer só permitir que a entrada da Ana Paula Olá Ana Paula
Bom dia seja bem-vinda E aí são muitas perguntas como tá aqui no nosso balãozinho e às vezes aí quando a gente vai fazer vocês vão ver até no nosso no nosso prontuário muitas perguntas a gente faz para o paciente sente realmente vai alinhar nosso trabalho Pautado no risco e às vezes a pessoa só quer uma limpeza Ah não só fazer a manutenção do meu problema permitir que a entrada da Amanda Bom dia Amanda seja bem-vinda fique à vontade Obrigada Professor Bom dia e aí o é isso ou seja Às vezes a gente vai tentar identificar
vários questões de risco mas se às vezes a pessoa só quer uma limpeza não aí depois que ele vai entender quando a gente vai perguntar e depois a Gente vai até fazer um processo educacional do porque que está perguntando aqui do Porque que a gente examina saliva do Porque que a gente tem que perguntar qual é a escova que ele utiliza Qual é a pasta de dente o porquê que te pergunta sobre a dieta alimentar dele o porquê que a gente pergunta de como é que foi as experiências anteriores dele em termos de acesso e
teve acesso à saúde ao tratamento odontológico se teve acesso à saúde Enfim são todas essas questões que são importantes para a gente poder inclusive no indivíduo que ele acha que tá com saúde bucal na percepção dele ao gerar elementos ao identificar vários elementos que são constantes na classificação de risco e te mostrar para ele olha meu querido você tá com um risco elevado para adoecimento bucal Olá Luiz Bom dia seja bem-vindo E aí queridos O que que a gente tem que entender dentro desse processo de risco Que aquela pergunta que eu sempre já faço essa
analogia com você né Odontologia é um jogo né a gente está jogando isso aqui eu até peguei nos prints de um joguinho lá do no tablet da minha filha é que é um tratamento odontológico né Tratando as crianças né em vários etnias e tal se a gente vai extraindo ou não será aqui por exemplo sentar restaurante a gente faz aqui por exemplo uma um uso de uma broca a gente usa que a Profilaxia né Se aqui a gente tá te traindo já o dente ou colocando uma coroa mas nesse contexto de Odontologia de prática Odontológica
Qual é o nosso objetivo a gente pensar que é Odontologia a profissão ele tem uma função tem um papel nosso né se a gente jogar isso com uma análise de RPG né que é um jogo que cada um desenvolve o papel qual é o papel do dentista aí vocês podem falar promoção de saúde tratamento reabilitação e a gente Entender Até sempre importante sempre gosto de falar isso essa analogia do nosso na nossa disciplina é em que fase nós estamos eu acho que a gente tá nessa fase nessa pesquisa eu quero que na minha visão na
visão do professor Roberta dentro do contexto da disciplina a gente tem essa percepção que está nessa fase que que é importante muito importante antes de pensar no tratamento é pensar num bom diagnóstico na identificação de Risco para poder te indicar o melhor tratamento Principalmente um tratamento focado na promoção de saúde baseadas e intervenções odontológicas de abordagem não só não invasiva como abordagem microvasivas preferencialmente e sim quando necessário a gente partir como é nesse joguinho aqui para extração para uso de remoção por broca enfim por outras práticas Ok E aí no fim teremos vencedores aí é
interessante vocês Também fazerem esse reflexo né da formação de vocês como é que a gente vai vencer na odontologia até porque haverá paciente por outros questões como eu falei para vocês aqui no slide anterior que há outros determinantes inclusive determinantes de estilo de vida das pessoas que às vezes a gente não consegue controlar por isso que o processo educativo preventivo é tão complexo que é uma mesma abordagem que a gente faz com paciente sente utilizar Essa mesma abordagem em um a gente vai ter sucesso em outro a gente não vai ver sucesso por isso que
a gente tem que desenvolver estratégias de intervenção de prevenção educação muito particulares que até recordando a nossa conversa da nossa primeira aula de que as intervenções inclusive de material educativo é só uma base é só uma um orientador para que o que a gente possa dentro do ou da interlocução com o nossos pacientes Terem é a noção de como desenvolver principalmente o processo de autocuidado dele até porque a gente vai desenvolver tem essa Clara noção vai desde agora eu vejo estratégias intervenção na saúde coletiva 2 de abordagem não invasiva e invasiva inclusive Quando vocês forem
para Clínica seja do adulto ou Clínica Pediátrica que vocês vão desenvolver também estratégias de intervenção de prevenção que vão surgir efeito na grande maioria dos pacientes Mas vamos Ter paciente que não vão substituir tanto é feito mas a gente tem que pelo menos em termos de elementos que nós vamos obter a partir da anamnese e identifica R esses riscos inclusive quando eu falo para vocês que os riscos são baseados também entendendo esse tipologia multifatorial Nas questões como nós apontamos aqui nas questões psíquicos sociais sócio-demográficos e ambientais porque indivíduos podem ter a mesma condição Biológica mas
Nas condições culturais sociais e são bastante distintos E aí dentro desse processo o que a gente precisa entender de risco de doença a gente quer verificar uma provabilidade ou a gente define como uma certeza realmente é uma certeza que a gente vai ter que a pessoa vai ter cárie dentário isso é uma coisa que a gente precisa perguntar e às vezes dependendo do cenário das informações que a gente tem do grau de envolvimento de conhecimento Que a gente vai ter com o paciente a gente pode ter um grau de certeza bem elevado e Que processos
primeiro para verificar como é que tá o processo de doença a partir daí a gente precisa observar e principalmente conhece o paciente tem um acompanhamento longe do Dinar o monitoramento já de algum tempo quando a gente acompanha os estágio de doença a gente vai ter noção se o paciente realmente está controlando você vê o filme se tá controlando o Aparecimento de Nova lesões e aí a gente precisa ter esse olhar para entender como é que o processo de adoecimento desde o desenvolvimento de uma gengivite até o agravamento dessa gengivite para se tornar uma periodontite bem
como a gente entender como é que é o processo da cadeia dentária analisa a partir do Olhar do encedagem desde a ausência de lesão pacientes daquelas lesões iniciais de mancha branca de mancha do suco até o descimento de cavidade o outro aspecto Importante a gente verificar nesse nessa probabilidade de ter ou não doença como é que tá o nível de educação em saúde tem que saber porque às vezes o que que a gente ensina será que as pessoas estão entendendo o que que a gente tá tentando ensinar e não luta contra o Óbvio eu falei
isso até nessa última aula a gente acha que as pessoas estão entendendo o que a gente está falando mas a melhor forma que a gente possa Perceber se a pessoa aprendeu ou não diga para ela responder para você diz que é para ela e como é que faz então me ensina a saber como é que faz a higiene bucal como é que usa o fio dental me mostra que me demonstra que a melhor forma de a gente verificar é atrapalhar se a pessoa aprendeu ou não na demonstração demonstra faz a escovação aí faz o uso
do fio dental gente que produto você tá usando né Qual a interferência Qual a interferência que a Uma alimentação de sacarose tem na sua alimentação e quando o teu o teu o cliente o teu paciente responde isso para você aí isso é um bom passo de que ele realmente tem um conhecimento e tá aplicando esse conhecimento no tratamento e isso interfere no risco Além disso o risco é importante no ou se como auxiliar no tratamento porque você consegue planejar e executar é cuidados no sentido de você confiar aqui no plano De intervenção vai ter a
orientação adequada para o paciente o paciente vai conseguir seguir aquelas orientações Ou seja quando você faz inclusive uma prescrição de uso seja de escovação seja de uso de cloreto de bochecho ou outro tipo de controle químico o tipo de escovação frequência escovação uso fio dental orientação para dieta orientação contra a produção salivar e ele vai acompanhando isso e você dá o material Dá uma cartilha de orientação faz uma prescrição uma receita para ele tudo isso vai fazer com que até a gente possa ter uma clara noção que esse paciente vai diminuir a sua classificação de
risco e ter uma possibilidade de a gente promover a saúde desse paciente e além disso a gente sabe que rapidinho gente só autorizar que a obra Olá André Bom dia seja bem-vindo fique à vontade e além disso não só auxiliar tratamento mas a gente ter essa Abordagem de risco é quando a gente também começa diferenciar sobre a frequência do cuidado porque a gente vem conversando que até nas abordagens que a gente vai ter inclusive de retorno de paciente vai ter indivíduos que vão precisar retornar com a gente é semanalmente ou quinzenalmente por pelo menos ao
mínimo em dois meses ele tem que vir de 15 em 15 dias para a gente fazer raspagem fazer adequação do Meio fazer Reflexão Às vezes a gente dá alta dessa adequação do meio e de restaurações e vai precisar retornar de 12 2 meses no primeiro ano para depois quando a gente Verifica que tá diminuindo o risco de Nova lesões ele poder passar mais essas consultas de monitoramento e a indivíduos que às vezes a gente se ele passar dois anos no consultório Provavelmente o aparecimento de Nova lesões vai ser de minuta mas como estratégia sempre a
gente tem que levar Em consideração que não pode passar muito tempo longe da nossa observação porque dentro daquele olhar da prevenção é secundária de que a gente precisa fazer diagnósticos precoces o paciente precisa ver periodicamente por pelo menos uma vez ao ano para a gente identificar lesões né e não necessariamente rápido aplicação de flor nem nada é mais para a gente fazer monitoramento de lesões e se há lesões seja de problemas periodontais ou seja Problema de na coroa dentário na raiz de cara dentária a gente tem que fazer uma estratégia de retorno para que a
gente possa fazer esse monitoramento dos problemas que ele apresenta e claro esse monitoramento e vai depender muito do Risco o risco mais elevado frequência mais constante no consultório risco mais baixo a gente pode passar bem essa frequência de consumo Amanda pode perguntar Professor a minha dúvida sempre vai ser Um pouco relacionado ao sistema único de saúde que por exemplo eu consultório privado eu consigo fazer um planejamento agendamento para os meus pacientes eles Talvez tenham recursos para fazer né os procedimentos que eu indico para eles que eu considero mais importante para ele tudo mais mas quando
se trata de um ambiente de sujo por exemplo uma unidade básica de saúde alguma coisa relacionada a isso como que eu posso fazer esse planejamento É boa pergunta manda isso vai depender muito de Qual modelo assistencial que era adotar na minha na minha atuação clínica na minha unidade básica de saúde porque eu imagino que essa pergunta que você faz é tá relacionado por exemplo a dificuldade de acesso aos indivíduos para ter um atendimento às vezes tirar entre aspas uma ficha para o dentista que às vezes o dentista vai contigo e às vezes ele vai você
não garante o retorno dele para poder fazer essa sequência de Atendimento às vezes você é a forma de acesso atendimento às vezes tá lá até um aviso Olha a gente só tem atendimento para extração naquele dia enfim são coisas meio surreais que existem no atendimento odontológico quando até indiquei para vocês assistirem aquela Live lá sobre Odontologia de mim e tevesão no SUS inclusive relatando com vocês compartilhando a experiência que eu tive já na primeira reunião lá de assessoramento Adorarei-se agora em Brasília uma das coisas que a gente discutiu praticamente foi um turno da da nossa
reunião foi sobre o modelo assistencial no SUS e como a gente quer dentro do sistema de saúde a gente modifique para ter um olhar menos é mutilador menos curativista focado na doença focado na lesões nas relações nas distrações que isso é um modelo assistencial que é não se sustenta porque você vai só enxugar gelo e dentro dessa lógica de Filosofia De trabalho que vocês estão aprendendo não tendo essa noção é até essa criticidade que você traz Amanda é realmente como é que a gente pode então mudar isso eu vou te dizer é claro há vários
elementos isso essa questão de programação de ações de saúde é uma é um é um messiismo foco principal por exemplo da disciplina saúde coletiva 6 que é noitava semestre que trabalha política e sistema de saúde que aí Claro a gente vai discutindo Posso até desenvolver isso em seguida mas eu quero compartilhar uma experiência minha rapidamente eu quando fui trabalhar é no município de Santa Luzia do Pará na época eu era um único dentista da família de lá e o que acontece imagina a demanda reprimida para o atendimento com dor de dente precisando restauração precisando extração
só que eu precisava paralelamente trabalhar é um olhar de saúde bucal focada nessa prevenção e Principalmente porque eu acho que é o principal que eu mais lógico e eu tô trabalhando dessa lógica por você nesse mestre junto com a professora Roberta Qual é se eu faço um diagnóstico se eu identifico o risco elabora o plano de tratamento eu preciso executar esse plano de tratamento até o final concordo e nessa nesse olhar lógico imagina aqui que a Amanda traz para gente uma pessoa vem com uma com uma demanda para principalmente dor de dente a pessoa Identifica
que ele é uma necessidade de restauração ou extração simplesmente o que que ele faz não tenho uma um uma organização de agenda para programar retornos e faz aquele procedimento que o paciente está se queixando Só que até identifica que além daquele elemento dentário o indivíduo tem problema periodontal tem necessidade de restruação em mais quatro dentes por exemplo e ele não vai garantir o retorno e o que é grave e não vai garantir o Tratamento concluído ou seja execução de toda a necessidade de tratamento que a pessoa tem e o que que eu fiz na prática
e até na organização da agenda é nessa lógica que a gente quer até dentro do Mistério da Saúde agora adora que tá pensando nisso de ser de organização de agenda de dentistas para que eles possam ter autonomia para dentro do agendamento deles atender uma demanda sim a demanda espontânea que procura atendimento naquele dia no consultório lá do SUS lá Na unidade básica de saúde na unidade de saúde da família mas que eu tenho garantido na minha agenda espaços para atendimentos de retorno de paciente para que eu possa quando iniciar esse tratamento eu posso garantir com
que mesmo que esse paciente demore sei lá dois meses para conseguir um atendimento uma ficha no meu consultório eu posso eu como membro da minha equipe eu minha equipe a gente Garanta que Até o acesso ao tratamento a gente consiga completar esse tratamento ou seja ele começou o atendimento dentro do limite Claro da atenção básica que é não tem atendimento especializado eu posso fazer com que eu termine esse tratamento trazendo essa lógica por exemplo inclusive para disciplina O que que a gente tem como como responsabilidade fazer o diagnóstico fazer análise do ou de risco elaborar
o plano de tratamento dentro dessa lógica De abordagem de ações não invasivas e minimamente invasivas e o que que for além da nossa responsabilidade da nossa condição da nossa fase de jogo encaminhar para que o paciente ele consiga ter o acompanhamento do Cuidado Deu para entender ou seja isso vai depender muito da minha começa isso a organização até porque muitos colegas sofrem pressão de do próprio secretário de saúde do Prefeito às vezes quando ele ia contratado quem tem que atender vários vários pacientes naquele dia atender fazer extração quanto mais atender só que aí você tem
que trabalhar com ele né isso para entender rápido só que também a lógica viu Juliane e já finalizando a minha fala com em resposta Amanda a lógica que a gente tem que saber qual o limite também do trabalho do dentista quando eu falei na quarta-feira sobre práticas a quem precisa desenvolver Práticas há quatro mãos mãos a seis mãos a gente precisa se até estimular a contratação de auxiliar de saúde bucal para quem elas possam desenvolver por exemplo procedimentos de profilaxia se principalmente se eu tiver um dois consultor imagina duas cadeiras no mesmo consultório o dentista
tá ali fazendo procedimento são irreversíveis que é restauração remoção de frustração e aqueles procedimentos que são não invasivos que é orientação de orientação De gene bucal profilaxia aplicação de cloretos podem ser executados após análise após avaliação do dentista podem ser Delegados isso uma pessoa para o pessoal auxiliar porque aí sobre tua supervisão porque aí o que acontece você amplia o acesso para essa população que a gente entende dentro desse jogo do como é que é o atendimento a gente só vai ampliar o modelo assistencial se a gente trabalhar também democratizando esse acesso a partir de
ações que são de Menor complexidade serem delegadas até eu falei para vocês que o não só auxiliares mas eu tinha no meu trabalho quando desenvolvi lá em Mosqueiro recém-formado eu tinha todo um trabalho que a gente comunitários que eu programava a visita domiciliar deles para eles fazerem a aplicação de cloretos é indivíduos que o atendi no consultório programei para ele fazer essa aplicação de cloreto de após dois meses após três Meses e sempre já programava o retorno daquela daquele paciente após seis meses para poder avaliar no consultório para saber como é que tava o controle
de higiene bucal como é que tava até o aparecimento de Nova lesões ou não então é dentro desse contexto que a gente precisa avaliar mas a gente só vai poder ter condições para organizar o nosso sistema até o nosso microssistema que é o nosso sistema local que a nossa unidade de saúde se a gente entender Qual é o papel da Clínica principalmente o papel da Clínica como promotor de saúde como uma clínica não mutiladora não focada somente na doença mas focada na prevenção de saúde na identificação de riscos e até na de forma até que
é um dos princípios do SUS de forma equitativa que é Equidade direcionar as ações de educação e prevenção de forma precisa é mais fortalecida de forma mais densa para nichos sociais para núcleos familiares Que tem mais necessidade por isso que também tem que trabalhar com estratégias por exemplo de vulnerabilidade social de poder classificar famílias e até promover o melhor acesso aquelas famílias que tem quem sabe que a toda uma relação de nível sócio Educacional Cultural de maior crescimento para as pessoas que têm essas condições sociais Mas é agravadas por sua condição de vida né é
um pouco nesse contexto acho que Respondi né Amanda que eu acho que não é tão simples isso né Obrigada aí mas é isso é muito é muito interessante para você ter essa reflexão e até porque se você for hoje numa unidade básica de saúde há uma reprodução de uma Odontologia ser executada há pelo menos quando se cria o sistema de saúde 88 quando se obriga que todos os municípios tenham que tenham que ter até 88 não era Obrigado que Dentro das normas do Ministério da Saúde que tivesse dentista no município Ou seja a grande maioria
do dos pequenos municípios no país não tinha dentista e quando tinha era no formato somente para extração e hoje sente olhar para as unidade de base de saúde A grande maioria de serviço ainda reproduz esse tipo de modelo assistencial essa é uma grande reflexão porque porque o que que a gente está aprendendo aqui na clínica Se vocês forem olhar conversar com Colega é que tá atuando no serviço público ele não sabe o que é isso não sabe classificar em risco porque porque não foi desenvolvido estratégias que fortalecessem isso tanto que é uma das discussões que
vai ser trabalhado a partir por exemplo em breve vai ter é ações Até que a coordenação do Ministério da Saúde está adotando de reformular esse modelo inclusive de formação de educação permanente de Dentistas de auxiliares saúde bucal de técnicos saúde bucal de agente comunitários para a gente retomar essa discussão que no início quando teve a inclusão da equipe saúde bucal na estratégia saúde da família lá em 1998 com a expansão das equipes saúde bucal no SUS principalmente no início dos anos 2000 até 2010 se tem tinha todo esse trabalho né só que é de oito
anos para cá houve a redução de investimento na nas equipes né na expansão das equipes e Imagina como é que foi isso na orientação de como é que o as equipes saúde bucal que atuam no sistema de saúde deveriam abordar em termos de prática Odontológica focada na promoção de saúde sim falei muito me empolgo e falar nisso empolgar quero logo adiantar para vocês que ontem eu recebi um convite aqueles convites que não dá para para negar né até como membro da comissão de aceleramento lá do Ministério da Saúde é Na terça-feira de manhã em Brasília
o presidente Lula ele vai sancionar a lei né um projeto de lei que tava já uns cinco anos rolando no Congresso mas o projeto de lei que torna a saúde bucal com uma política de estado ou seja até então a Odontologia ação de bucal ele não era regulamentado como lei né ou seja E hoje é sempre argumentado como lei ela vai tornar obrigatória realmente legalmente porque tinha Regimento administrador da saúde que tornavam é Que todo mundo deveria ter equipe saúde bucal mas tornando o efeito de lei aí você também a garantia de que a população
vai ter começasse é um direito garantido pelo Estado e os executores do estado que a nível Municipal Estadual e o próprio Federal que são as Secretaria Municipal estaduais e o Ministério da Saúde possam executar essa a saúde bucal já garantido por lei né E aí vai se acionar vai ser um momento histórico no até para a saúde bucal no sistema único De saúde no País E aí quando eu falei para para minha esposa né é que eu ia ontem de noite né até acordei ela que eu soube fui ler meu meu WhatsApp de noite eu
falei amor acorda ela ficou até assustada né Aí disse não não é nada sério eu só tenho que te falar uma coisa eu vou ver o presidente né eu falei disso vou ver o presidente aí o que que ela me falou em vez de dizer não vou garantir só garante a minha viagem ou seja tu pode até faltar mas eu quero Minha viagem para Presidente Claro brincadeira parte ele disse não não dá ela ela se empolgou de início não não vai dar para viajar Vai lá sozinho e e bate a foto eu não tenho nem
ainda terno para isso porque vai ser de dia né de manhã aí eu já até agendei com uma mulher que no ano passado eu fui numa loja comprar um terno para um casamento de dia só que eu comprei um blazer comprei algo mais é mais light não era um passeio completo né aí eu vou ter que Já até agendei no final da aula de tarde ou seja até falei para ela olha eu vou ter que antes da nossa viagem para Mosqueiro vou ter que ir na loja para poder não vou postar vocês vão ver lá
nas redes sociais lá o no enfim bora ver que deram o convite a gente já deu os nossos dados aí vai ser esperando a passagem vir né mas eu vou até comprar já o terno do a mulher até falou aí tem que ser um azul claro um cinza claro enfim hoje Lá Começa vocês comprar medir eu vou viajar vou pedir para minha sobrinha ou ou o a minha cunhada buscar Provavelmente vou viajar né tem que viajar hoje à noite ou amanhã de manhã e aí para pedir para elas buscarem porque provavelmente eu vou viajar o
esse aqui que meu arroba aí o pinheiro é que eu vou viajar no Provavelmente na segunda-feira porque o evento de manhã aí não dá para arriscar para viajar de madrugada né até porque eu já fiz esse Movimento de viajar de madrugada para ter reunião de manhã eu fico totalmente estragado porque quando viajo de madrugada tu não consegue ter não consegue dormir né enfim mas vamos lá gente pede verba para Ah tá é mas isso quem tem que pedir a direção da da faculdade eu tenho malmente eu só tô ali eu não tenho governança nenhuma gente
de só só fui convidado assessorar a coordenação eu não tenho isso isso gente de forma voluntária tá recebendo um Centavo sequer inclusive as diária que pagam para gente Para gente viajar não consegue pagar o hotel em Brasília só para vocês terem uma ideia mas tudo bem Bora voltar aqui para o nosso ainda nisso da aula né risco da doença ou seja além da frequência cuidado a gente precisa determinar o prognóstico né como é que é o prognóstico da doença como ele vai ser né no futuro a progressão estabilidade da doença a Partir do que o
os pacientes se apresentam para gente né numa questão de se ele tem muito acúmulo de doença muito acúmulo de biofilme se ele não consegue vocês vão perceber isso de alguns pacientes que você orienta para fazer Gene bucal Mas quando você vai reavaliar o cúmulo do meu filme pelo índice de Oliver permanece mesmo percentual E aí a gente vai ter que desenvolver outras estratégias nesses pacientes de não só Enfim incentivar novamente a higiene bucal mas fazer controle químico do filme enfim outras estratégias e mostrar para ele que se ele não fizer a parte dele ele vai
vir adoecer mais cedo ou mais tarde E aí dentro desse contexto a importância da história clínica para que a gente possa levantar os dados para o diagnóstico e para a classificação do Risco primeiro o histórico médico E as doenças crônicas e principalmente focado nas alergias tratamento Ecológico uso de medicamentos a gente falou um pouquinho sobre isso na na questão da dos riscos né Principalmente questão de ir para o salivação a experiência prévia de cárie por exemplo né que isso vai mostrar para a gente se os dentes estão tratados se tá faltando tratamento como é que
tá essa restauração se tem infiltração você tem cara e recorrente ou seja se nova lesões O dente está fraturado ou não tudo é relacionado a experiência prévia de cárie e também a gente vai ver a experiência de doença prodontal como é que tá se tem sangramento se tem recessão gengival se tem presença de bolsa periodontal quando a gente vai fazer a nossa sondagem para analisar de como é que tá enfim a característica da doença pronomental Então são todas as análises que a gente no exame Clínico para saber Como é que tá a condição desse paciente
E aí falando especialmente da cárie dentária eu falei para vocês dos pedágio né mas tem o iccms que ele é um sistema internacional de manejo da cárie dentária quem foca especialmente no nas características de como é que tá o risco da doença tá então Quais são os fatores já adianto para vocês que a partir desse índice que a gente adota na clínica também fatores de alto risco para cárie Dentária se tiver alguma dessas desses fatores pelo menos um desses fatores a gente já considera o paciente de o paciente de alto risco ou seja se o
indivíduo tiver hipo salivação sede fez rádio terapia de cabeça e pescoço e Seiya apresenta lesão de cárie ativa qualquer um dos três ele já é considerado paciente de alto risco Beleza a gente vai falar que são sete fatores que a gente tem observar para Classificar para fatores de risco mas se ele tiver um desses três primeiros somente um e já é considerado paciente de alto risco beleza gente e por salivação radioterapia e lesão ativa Diga lá Luiz Professor Bom dia como é que a radioterapia ela influencia nessa fator de risco de cárie é porque ele
vai Como faz a radioterapia emissão de radiação na região de cabeça e pescoço ele qualquer tratamento oncológico e Interfere na produção de novas células interferindo inclusive por exemplo na questão do de epitélio por isso que cai cabelo né que não renova as células de forma adequada tem mucosite né que a interfere no na produção de epitélio ali na mucosa bucal ele vai interferir no caso aí diretamente na glândula sai de lá como é na região de cabeça e pescoço vai agir ali na vai interferir também a radiação na glândula salivar e isso vai Interferir no
na produção de saliva tanto que já é protocolo quando há um procedimento de tratamento de radioterapia dessa região de cabeça e pescoço o paciente tem que passar por tratamento odontológico para poder tratar todas as lesões de cárie remover dente que eventualmente precisam ser removidos porque ele vai ter uma baixa de produção Inclusive tem protocolos para tratamento de paciente oncológico e vai fazer radioterapia de Destinação ou seja de destinação para ele de saliva artificial para deixar a umidade do e também a composição da saliva para fazer que haja uma ali uma umidade e uma característica de
tamponamento daquele meio bucal que para evitar uma um processo de desmineralização constante do somente o processo de diminuir desdeminalização constante daquele daquela estrutura dentária do que a gente comentou isso na até na aula agora de cloreto é Ana Paula O senhor indica que seja feito em todo o atendimento leve sim porque o dentro da análise que a gente vai fazer Ana Paula é um dos itens que a gente precisa verificar é o acúmulo do meu filme tá claro que tem algumas particularidades por exemplo paciente que tem restaurações que foram feitas por exemplo a menos de
três meses é dependendo da qualidade da Restauração se tem muito principalmente de dente anterior mas se O paciente a característica a gente tem no atendimento de consultório já é paciente que tem é uma um tempo de atendimento que não é atendido no tratamento dodontológico pelo menos a mais de seis meses e aí não tem tanto prejuízo da gente fazer a o índice placa nesse indivíduo mas como um protocolo a gente preferencialmente ou seja a gente precisa fazer isso no primeiro atendimento Porque além da gente Verificar como é que tá esse Acúmulo do meu filme para
a gente poder também Trazer isso como fator de risco para o desenvolvimento não só da doença periodontal da gengivite como ainda cárie dentária mas já é um fator também de educação para o paciente porque impacta né e mostra pra vocês já tá vendo ele tá acumulando aqui tá vendo que tá acumulando a parte interproximal E aí você já garante nesse primeiro atendimento todo o processo de educação e saúde mostra a escovação como é que Faz essa escovação até mostra por exemplo como é que com a própria escovinha de de hobbinson lá da da do contra
ângulo Quando você vai fazer profilaxia mostra como é que deve ser inclinação da das cerdas da escova para fazer higienização mostra ali no vai ficar bem Evidente se o paciente não tem uma frequência de uso de fio dental vai ficar bem Evidente ao combo filme de forma interdental mostra como é que faz o uso como é que insere como é que faz Toda o processo de desorganização de vai e vem abraçando o elemento dentário com o uso do fio dental então desde de toda essa cai críticas a gente adota como protocolo salvo essas considerações de
pacientes que foram tiveram restaurações recentes que não é a característica da da do público que é tem tido no nosso consultório lá na clínica a gente vai fazer preferencialmente até no primeiro atendimento que a gente vai fazer paciente Ok gente então risco de cárie dentária ter um desses três elementos já é de alto risco porque e por salivação a gente sabe que é uma condição perdão uma condição sistêmica [Música] ou local né a gente sabe que tem algumas síndromes que a gente possa identificar quando o paciente tem como de slogan a gente tem que verificar
por isso que a Gente pergunta Você usa algum medicamento e esse medicamento é de uso contínuo porque tem alguns medicamentos principalmente psicotrópicos pacientes medicamentos psiquiátricos que interferem no fluxo salivar por exemplo uso de drogas e Álcool aí tem uma tendência de diminuição do fluxo salivar também E além disso algumas condições clínicas que interferem a qualidade a quantidade de saliva Munique Professor a cara e radiação é uma consequência Desses acometimento dessa de vários não tem Claro tem o principal da cara de radiação Qual é é que diminuição da educação mas claro que a cara dentária ela
é multifatorial ou seja falta também até para progressão dessa doença é mesmo com mesmo que tivesse ido artificial a gente precisa conter os outros fatores Qual é frequência de gestão de sacarose higienização uso de pasta com floreto nesse caso protocolo é recomendado fazer bochecho com produto floretado é Recomendado que haja uma frequência muito grande no consultório para a gente fazer aplicação de [Música] floreto de uso profissional seja no Gel seja na no formato de verniz ou seja Há esses outros fatores não é somente porque teve a radiação porque cara não é somente essa esse efeito
da radiação não tá bom Monique beleza E além disso daí por salivação eu acho que não sei se a professora Roberta Comentou com vocês que é nos casos que a gente tem já de desses dois anos aí de atendimento Clínico na disciplina comigo e com ela quando a gente começou a estabelecer a questão do exame salivar dos casos que nós tivemos de ir para o salivação pelo exame da saliva quando a gente é investigar pós exame a gente perguntava Como é que tá a sua ingestão de água aí você vê que é na Maioria dessas
pessoas que estiverem por sair devação não geriam Água com frequência que deve ser gerida pela quantidade diária quando a gente recomendou a gente faz recomendação no na verdade tem que ser para todo mundo mas a gente recomenda de forma específica para quem tem e por sair vação é aumentar a gestão de de água se hidratar né durante o dia quando a gente refazia os exames teve somente dois Casos que se Manteve aí para o salivação o restante que eu acho que em torno que a gente tem de uns 10 Casos que deram ir para o
salivação No primeiro exame quando a gente foi refazer o exame Em outro momento o exame de saliva voltou para normalidade Então até isso ou seja de você orientar o paciente para se hidratar de forma frequente é porque ali você tem uma pessoa mais hidratada tem uma produção de saliva mais eficaz E aí a gente tem uma proteção maior desse desse meio bucal para o tamponamento e para a prevenção de cárie dentária Deu para Entender gente Daí até a importância dessa hidratação e essa orientação para o paciente a radioterapia é isso né é tratamento odontológico antes
esse tratamento a gente precisa fazer antes do protocolo de radioterapia ela interfere na produção salivar né das plantas salivares altera o paladar isso é uma coisa constante do porque Altera a produção de saliva Ele modifica a microbioca microbiota bucal porque não tendo saliva não tem enzima né não tem a própria saliva ela tenta também alguns anticorpos que ajuda nesse controle do biofilm né do da microbiota bucal E além disso ele interfere na composição molecular dos Cristais minerais minerais né dos dentes de forma mais fragilizada a gente viu na aula de quarta sobre a formação de
hidróxido hepatita que com a baixa da produção da saliva né E às vezes até a Extinção da produção da saliva após esse tratamento às vezes na grande maioria das vezes há um retorno na produção quando você cessa o tratamento da radioterapia mas o que acontece você não tem mais a formação da Hidrólise hepatita que ela é produzida a partir do da presença da saliva e da reposição do Fosfato do cálcio para estrutura do esmalte ali a gente vai estar só produzindo patita e isso Altera a composição molecular e aqui o exemplo do Até de um
vídeo que lá no Ceará né o lá o hospital que faz tratamento oncológico eles disponibilizam e artificial para tratamento de paciente com tratamento de câncer né Para umedecer né e fazer com que não ocorre Isso é uma característica de um paciente adulto de uma Projeção de uma doença ou seja de cárie dentária por causa da diminuição da salivação e o que que mudou na vida desse indivíduo porque ele fez o tratamento de Radioterapia por isso que é fundamental fazer um protocolo de prevenção E além disso é atividade de lesão da cara dentária né a gente
precisa verificar se tem lesão de cargativa que é um fator essencial para a ocorrência de do indivíduo com alto risco então presença de lesão ativa a gente vem discutido esse que que é uma lesão ativa isso vai fazer com que aumente o risco de novas lesões E além disso não só de Nova lesões mas a Progressão da severidade de lesões já existentes porque se a gente não fizer nenhuma intervenção por exemplo aquele dente tem uma ansiedade 2 e pode ser transformar num cedais 3 que é a cavidade na nos malte ou pode já fazer se
a carne na oclusal já fazer a ampliação a difusão dessa cárie para debaixo do esmalte ali na dentina dando característica do cedas 4 até exposição da dentina né no quando tem um cenário cinco e seis então por isso que é Importante a gente identificar se tem lesão de caridade ativa porque tenha não só novas lesões mas a proteção das já das lesões já existentes e que outros fatores também é precisam A gente analisar que também são fatores de risco para cárie dentária um é a dieta porque a cárie é uma doença sacarose dependente e nós
já Vimos que a importância não é somente o doce né que todo mundo merece um dia de lixo né Todo mundo merece um dia para comer doce e Tal e aí só que é o problema não é o doce naquele dia você vai ter naquele dia uma alta começa isso é fermentação baixa de PH e nós vimos já na aula passada no esquema lá que nós falamos lá do Dente O problema é a frequência dessa desse processo de deminalização esse que é o problema por isso que a gente ao investigar a gente não tem que
saber só se o indivíduo Ele come açúcar e Nigéria açúcar mas como é que essa frequência é toda refeição é entre refeições e por Isso tem essas perguntinhas lá no nosso prontuário o outro aspecto higiene bucal porque higiene que a gente vai verificar principalmente se ele escolhe ou seja como é que a técnica de escovação que ele faz Qual é a quantidade de creme dental que ele utiliza se ele usa fio dental se ele usa enxaguante ou se a gente tem que desenvolver estratégias de usar os enxaguantes e a gente verifica isso de forma bem
direta com o uso do revelador de placa né então esses dois São também os principais fatores Outro fator também de risco além da dieta e do apoio de biofilme são os fatores retentivos por exemplo quem tem aparelho ortodôntico é um fator retentivo Ou seja é um indivíduo que tá com risco de cara dentário o uso de prótese sintaxe Por exemplo essa perereca que essa prótese removível ó não só aqui nessa parte aqui é o resina né acrílica hoje também o próprio é acúmulo de Biofilm no grampo aqui no suporte de metal aqui é uma prótese
removível que tem a parte de do dente que é de resina o dente que é de acrílico e o metal aqui apinhamento a gente vai ver que indivíduo que tem apinhamento dental desde alinhamento desalinhamento tem tente já tem o maior cômodo de ver o filme nesses locais E além disso a própria superfície radicular aqui ó essa lesão aqui cervical não cariosa pela própria localização anatômica quando a Gente vai fazer a higienização às vezes se a gente não fazer a inclinação correta das cerdas a gente tende acumular esse meu filme aqui é progredir é uma doença
ou talvez é um local que teve uma uma lesão cervical que é não cariosa devido ao cúmulo da cárie C estabelecido uma lesão de cárie dentária nessa região tá então fatores detetives são importantes Lembrando que um uma das um dos critérios tem até no nosso manual da disciplina que a gente não faz Atendimento dentro da faculdade é de indivíduos com o com o aparelho dentário por causa da dificuldade que tem da do próprio processo de profilaxia tá até porque para fazer para os maxia tem que remover o arco tirar né o arco [Música] do que
une né de breves e a gente não tem não é o a situação da gente fazer isso dentro da nossa clínica Um Outro fator também que é importante são as próprias condições né Sócio-econômica nessa B quais são os recursos econômicos que aquela indivíduo tem sede consegue comprar porque a gente fala assim ó é preciso comprar escova de certa macia e fluoreto em pasta e às vezes o cara não tem nem dinheiro para comprar sei lá e conseguiu emprestado um dinheiro para ele se deslocar para lá para clínica da faculdade às vezes não garante nenhum dinheiro
para ele se alimentar naquele dia imagine para ele Ter com frequência é a troca de escova dele e comprar enxaguatório então são coisas que a gente precisa levar em conta o próprio nível da passional e o aspecto comportamental não só do indivíduo quando da família principalmente para saber como é que é o nível do da um nível né do entendimento o nível intelectual até para saber se tem algum grau de dependência ou não o Letícia Bom dia querida seja bem-vinda E aí gente além dessas condições a gente tem só para Recordar nós temos sete fatores
de risco e por salivação radioterapia atividade de lesão de cárie que tem dieta frequência elevada né de dieta acúmulo de biofilme 5 fatores retenticos de placa 6 e vulnerabilidade social 7 só lembre desse sete depois a gente vai classificar o risco do a partir desse 7 Tá o que que o indivíduo bom particular Do mais fácil dentro da classificação desse do ICMS o que que eu indivíduo com risco Severo é presença de qualquer um dos fatores de alto risco que são aqueles três indo salivação radioterapia e lesão ativa de cárie ou paciente com experiência de
cárie muito alta ou seja várias lesões de cárie dentária ou apresentar vários fatores de riscos mais baixos Quais são os fatores de risco mais baixo acúmulo de ver o filme É fatores recentivos é o a questão da frequência sacarose tá então se tiver vários desses fatores e pelo menos um fator de alto risco ou várias lesões mesmo que essas lesões cárie dentária Estevam estejam inativas ele tem um risco Severo para cárientar tudo bem e o que que é o contrário e contraponto baixo risco é ausência de qualquer um daqueles fatores de alto risco daqueles três
Fatores que nós falamos e outros de fatores de risco estão dentro de faixas seguras por exemplo e tem sacarose frequência mas a gente percebe que não é uma frequência tão elevada a prática de gene bucal d e tem como de biofilme mas ele tá com acúmulo é baixo ou moderado que não é um acúmulo tão grande de biofilme aí tem acesso a Flu a pasta florestada então ele tá nessas condições dentro do quadro de baixo Risco e dentre esses dois quadros de baixo e de Severo risco e a gente já tem um estágio intermediário que
chama de moderado que é não é considerado nem como definitivamente de baixo risco mas também não é um de alto risco Tá bom então como é que te adota dentro da disciplina ele é de moderado risco quando ele tem pelo menos dois dos outros quatro fatores ou seja sei que tem isso fora da Faixa de humanidade tá ele tem fator retentivo de biofilme lesões várias lesões de cárie dentária ele tem acúmulo de biofilme e frequência alimentar levada de sacarose seja tem dois desses fatores ele considerado de risco Severo sei que não tem nenhum fator de
alto risco mas desses quatro fatores seguintes ele tem três e é considerado de risco Severo se ele tem um ou nenhum ou se tem esse fator é mais Não é tão Evidente não é tão elevado e é considerado de baixo risco Tá bom a gente vai discutir isso mais à frente mas é só para entender Na graduação de classificar uma pessoa se ela tiver muita gente fatores de alto risco extensão dos três primeiros ele já automaticamente de risco Severo e dos demais mesmo que ele não tenha esse esse de esses fatores de alto risco pelo
menos um deles ele apresenta três daqueles outros fatores aí considerado De risco Severo sem apresenta até dois é de risco moderado seria apresentar um ou nenhum é de baixo risco de cara deitado E aí nesse nesse quadro que eu acho que isso também tá lá no nosso manual da disciplina a gente vai ver como é que a gente classifica o indivíduo como probabilidade baixa probabilidade moderada e probabilidade Severa devia ter cara dentária o que que essa probabilidade a gente vai classificar o que que a gente falou até Agora foi estado de risco né risco Severo
risco moderado e risco baixo o que que a gente viu na nossa aula do diagnóstico é que a gente pode classificar o indivíduo com a ausência de lesão de cara ativa quando tem lesão de carinha em estágio Inicial ativa e quando tem lesão de cáries estágio moderado ou Severo está ativa tá então aqui esse primeiro aqui é inativo e aqui ativo só que ativo estágio Inicial e aqui É o ativo e estágio que não Inicial estágio já mais prolongado da doença como é que a gente percebe isso esse esse estágio ausência Inativo ou ativo Inicial
ativo final pelos estado de risco né É pelo que eu acabei para você pela classificação de risco a partir da classificação de risco e pela presença ou não de cara ativa você vai classificar em tá aqui o quadrinho Verde nessa interseção o verde aqui é Probabilidade baixa essa probabilidade de ocorrência de cárie dentária que vai orientar o nosso atendimento aí vocês vão entender no quadro seguinte se eu tenho cárie inativa e sou de risco baixo e moderado eu tô nesse nessa faixa Verde aqui ó que é probabilidade baixa mas eu tenho ausência de cariativa mas
o meu risco é Severo eu entro numa faixa amarela que é uma probabilidade moderada O que que tem a ver essa propriedade Professor eu vou falar para vocês para Cada classificação de probabilidade para ocorrência de Nova lesões ele tem um protocolo de tratamento que eu vou mostrar na sequência e aqui eu tenho cara de lesão Inicial Eu sou tanto de risco baixo ou moderado eu tô nessa Faixa Amarela de probabilidade baixa mas se eu sou de risco Severo já entra na probabilidade alta que a faixa vermelha aqui isso eu tenho cara estágio moderado Severo Mas
eu sou de baixo risco aqui ó de baixo risco tô nessa faixa amarela Mas seus já sou de risco moderado ou Severo eu já tô na faixa vermelha então o que que a gente vai fazer na prática gente a gente vai fazer o diagnóstico de cárie pelo cedais identificação pela coloração lá no prontuário de como é que tá a ser a cara ativo ou não vamos fazer a partir do processo não só de exame físico mas de anamnese ele causa os elementos de risco de cadeia dentada e classificar um Indivíduo de risco baixo moderado ou
Severo para a partir daí a gente orientar o nosso plano de tratamento a partir desse quadro aqui que é vermelho amarelo e verde que é a probabilidade baixa moderada e Severo para ir até vai ficar mais claro agora quando a gente fizer agora o que que é a recomendado em cada uma dessas probabilidade de ocorrência de cárie dentária o que que é recomendado de tratamento na probabilidade básica aquela faixa Verde que que é recomendado para a gente é orientar os indivíduos com cuidado em casa escovação com creme dental pelo menos mil PPM e seguir essas
orientações aqui dados pelo dentista escovação escova macia usar fio dental sempre orientar contra higiene isso aqui é o cuidado que ele deve ter em casa e que intervenção a gente vai fazer na clínica Desde a parte não invasiva conversa orientação de educação em saúde bucal dieta rica de Açúcar como a gente pode melhorar nossas condutas por isso que a gente precisar aqui ter uma cartilha educativa para inclusive fazer parte essa orientação aqui na clínica para também Seguir em casa e aí a gente vai manter as visitas odontológicas intervalos baseados no risco Mas como é um
risco baixo a gente vai geralmente Prolongar esse atendimento de 6 a 12 meses tá quando a gente tem uma probabilidade moderada que entra naquela faixa amarela que a gente aumenta o risco aumenta a presença de lesões de cárie ativa o que que a gente vai mudar aqui vai mudar o nosso orientação aqui em casa sempre pensa que tem uma estratégia para casa e uma estratégia aqui na clínica em casa o que que a gente vai fazer ó ele pede um verniz projetado de maior Eficácia Ou seja que tem um maior concentração acima de 1.400 seguir
as orientações de técnicas Mas além disso O que que a gente tem que fazer ó treinar fazer com que ele modifique o comportamento da saúde bucal e precisa melhorar esse comportamento E além disso para ajudar nesse processo de prevenção a gente indicar o que vai prescrever um enxaguante com cloreto que a gente já viu que pode ser tanto semanal mas de preferência para Estabelecer hábito nele um enxaguante que possa ser de uso diário e na clínica vocês viram que lá na clínica como tratamento a gente não tem recomendação não fala que recomendação de flotação de
flúor como tratamento de flor aqui na no consultório Mas como já é de probabilidade moderada já tem que fazer como terapia ó o uso não só de flor gel ou flúvel e o retorno é mais frequente ó de três Pode ser até de menos tempo de dois ou tem um mês dependendo da característica para fazer profilaxia aplicação de cloreto E além disso é recomendado em locais onde que pode ter risco de novas lesões ou de lesões a aplicação de selante E aí também a gente vai precisar fazer essa orientação para dieta modificar aí para o
salivação induzida por alimentos aliás por medicamentos se o paciente tem hipossalivação e é Induzida por medicamentos começar a trabalhar com até em contato com o médico para poder ajustar medicação ou se for o caso se essa medicações essencial para a vida dele é trabalhar com estratégias que possa enfim trabalhar por exemplo conseguir artificial e a gente sabe já vimos ali que as drogas recreativas tabagismo é o próprio etilismo o próprio todos as drogas que fuma por exemplo Maconha eles são redutores de produção de saliva e isso tem que estar Claro para o indivíduo que a
gente precisa inclusive falar sobre isso para prevenção da cárie dentária só que se o indivíduo entrar na faixa vermelha as orientações aqui para o cuidado no domiciliar mesmo cloreto de alta concentração as orientações modificar toda a questão do comportamento Mas das intervenções clínicas a gente vai fazer o quê só aumentar a ideia é o quê como tá Maior a probabilidade de lesão aumentar a frequência da terapia e pode ver aqui ó retorno mais frequente até de um mês de semana se for o caso e aí continuar trabalhando a redução da do da frequência carósi verificar
a questão do uso do ver como é que tá as interferências na na ipoçaivação Ok E aí ou seja a gente trabalhar com os diversos fatores que Ocasiona cárie dentária quando foi falado se é o paciente com tratamento oncológico trabalhar essa lógica se é um indivíduo que tá ruim por salivação por isso que a gente precisa fazer investigação adotar com um protocolo porque se tiver aí consegue salivação e provavelmente vai entrar ou seja ele entra no risco elevado e nesse plano de execução nessa probabilidade severa trabalhar com o uso de Uso profissional com maior frequência
no consultório trabalhar o processo educativo até de orientação para questão da dieta em relação a sacarose então todo esse fatores a gente precisa estar agindo Pessoal vocês conseguiram entender tão acompanhando essa lógica do meu da aula de hoje do protocolo de intervenção digo sim ou não tão me ouvindo ainda tô aqui beleza e aí só para a gente recordar a Gente tem que definir primeiro falei para vocês do Risco e esse quadro aqui é bem resumido bem legal isso tem lá no manual da disciplina de vocês é identificar o risco aqui na linha e a
gente vê como é que tá a presença de lesão se tá ativa ou inativa E aí dentro dessa intercessão a gente vai gerar o protocolo né que é o protocolo com baixa probabilidade moderada probabilidade Severa probabilidade tem a ver com esses quadros que eu falei com vocês Diga lá Ana Paula com essa dúvida é para avaliar em Qual tratamento será feito isso o que que o ICMS ele faz ele a partir dessa classificação de risco e da detecção da lesão de cárie você tá ativo ou não densidade a gente consegue [Música] ver qual é o
protocolo de intervenção para mim pronto e aí o que acontece o que que é o ICMS o sistema de gerenciamento quando Eu consigo fazer essa classificação perfeito eu consigo o quê com essa classificação é já ter um direcionamento ou seja essa orientação de que cuidado devo fazer com o paciente que é Cuidado preciso fazer com o paciente caso ou na clínica ele vai poder fazer a orientação para o tratamento né inclusive Qual é a frequência de uso de verniz O que que a gente precisa recomendar passa para o slide de baixo risco tá vamos lá
perdão Aqui ó o que que eu baixo risco é quando ele tem na classificação de risco tem ausência de qualquer fator Ou pelo menos um fator de risco presente tá bom Juliane e aí dentro dessa classificação aqui de risco do paciente a gente vem para cá para esse quadro aqui ó classificou o risco classificou o risco e baixo moderado e Severo eu vou ver como é que tá os cedas como é que tá o bicho aqui só para a gente poder visualizar melhor Se eu tô aqui ó classifico risco né na aula de hoje que
são esses sete riscos né E aí sete fatores que a partir da classificação a gente vai fazer com que o paciente esteja classificado como baixo moderado Severo e a partir do que a gente tem do nosso exame físico a gente vai verificar se tem ausência de lesão se tem lesões em estágio Inicial por exemplo e cedais um dois três até o 4 a gente consegue classificar e aqui como está estágio Moderado ou Severo quer dizer quando tem exposição de dentina aí a gente faz todo esse trabalho aqui relacionado a indicação do tratamento é a Monique
o ICMS varia o risco Professor apenas direciona para o tratamento não é somente direciona para o tratamento e considera o risco e a partir do Risco ele faz ele dentro do protocolo dele ele considera o risco considero os cedais ou seja diagnóstica e cárie e de faz com que a partida dessa Interseção entre classifica o indivíduo sobre a probabilidade de ocorrência de novas lesões e a partir dessa probabilidade que é o baixa moderado Severo Ou seja a faixa verde amarela e vermelha e Indica Qual é o protocolo de intervenção Diga lá Juliana Então a gente
vai levar em consideração e cedais a partir de ansiedade a gente vai conseguir criar uma probabilidade que baixa o auto Severa e a partir daí a gente vai traçar o tratamento é isso o Que que você acha que eu acho pra gente Juliane ele vai trazer porque a gente vai ver lá qual é o seu dá zero um dois três quatro cinco seis quando a gente vê que ele pode até ter ansiedade por exemplo um Cedae 6 mas a gente percebe que ele tá com cárie inativa ou seja ausência de Carina ativa por isso que
a importância do do programa só tá lá quando a gente pintar a cara ele vai estar uma codificação a gente vai pintar a cara e tá tudo pretinho que é a Coloração que a gente faz para cárie inativa ele entra nessa coluna mas a gente tem ansiedade que é por exemplo temos cariativa Mas aí tem ansiedade um dois que é manchamento lesão lá na no sulco né do da faceclusal ou ansiedade 3 que ele tá com uma cariativa que a gente percebe que cariativa que tá opaco ali ao redor por exemplo da cavidade aí de
esmalte aí eu já vou estar aqui no nessa faixa aqui ó eu tenho lesão de cárie estágio Inicial mas quando eu tenho Lesão de cara ativa mas estágio moderado ou Severo Ou seja eu já tenho exposição de dentina E essa cara está ativa eu entro nessa coluna então o que que a sociedade me dá me dá a característica de como é que tá a lesão de cárie naquele momento está ativa ou não E como é que tá você tá estágio Inicial um estágio mais elevado E aí o que que a gente faz a partir não
só da anamnese porque o que que anamnese a Gente faz na anami 10 A gente vai ver por exemplo como é que é dieta né a gente não consegue fazer no exame físico a gente vai perguntar como é que é dieta como é que é higiene bucal dele a gente Analisa não somente aqui por essas perguntas mas a gente faz a o índice a gente verifica não só pergunta seria usa prótese mas a gente Analisa dentro do Meio bucal você tem fator de placa dental se ele como é que tá o nível de da parte
da Vulnerabilidade você tem acesso a cloreto principalmente a pergunta aqui Ela É pautada principalmente se ele tem acesso a taxa de dente ou seja se tem acesso ao tratamento tratamento não há produtos folhetados isso na clínica o que que esses condições socioeconômicoportamentais é importante ser escova dentes escova dentes com com pasta de dente fluoretada e aí a partir desses três primeiros sete critérios a gente vai classificar o risco e a partir Do risco a gente vem para cá classificou o risco o ICMS ele adota não só a classificação da lesão de cárie mas ele adota
a classificação do Risco se é baixo moderado ou Severo e a partir daí o que acontece eu classifiquei como é que tá a atividade de cárie e comentar o risco eu faço essa interseção e vou ver em que faixa de probabilidade que ele tem de ocorrer novas doenças de novas lesões de ocorrer nova lesões para poder A partir Dessa faixa isso é verde amarelo vermelho ou seja a probabilidade baixa moderada é respectivamente para a partir daí ter o protocolo de intervenção sugerido a partir desse ICMS E aí a gente adotou que a gente acha que
é é algo menos subjetivo e mais objetivo baseado nesses critérios que são objetivos Quais são os critérios objetivos que a gente tem detecção da objetiva pelos e cedais que tem cara ativa ou não E se a estágio Inicial Não e por critérios que a gente identificou não só na anamnese como no exame físico que classifica o indivíduo quanto ao risco para quem te possa classificar de forma objetiva que faixa indivíduo tem e a partir dessa faixa o Consenso lá do grupo de expertise de profissionais que desenvolver esse ICMS que é o sistema de internacional de
controle manejo da caridade desenvolver esses protocolos Porque ele tem que fazer em casa quem tem que fazer na clínica de baixa moderada e severa Deu para entender gente claro que isso aqui não precisa decorar isso precisa a gente entender e por isso que a gente colocou no manual a gente precisa tá lendo o manual chega lá Ana Paula Professor uma dúvida só pode voltar naquela imagem do quadro por favor se eu tiver uma cara no estágio é 6 Digamos mas ela tiver com ausência de lesão de cara ativa eu não tô entendendo essa parte a
gente vai avaliar nessa parte de ansiedade a atividade da cárie ou a gente vai avaliar que você anotar num estágio 6 e ela tiver com atividade Nativa não sei se eu tô conseguindo me estressar para os pedais a gente vai considerar as duas condições atividade e severidade ou seja progressão da lesão qual é a primeira pergunta que a gente tem que Fazer Tem atividade cara é criativa se não ela entra nessa primeira coluna aqui de ausência entra nessa primeira coluna aqui certo e se tiver se tiver inativa entra nessa primeira coluna A gente poder classificar
a faixa mas se ele tiver atividade de cárie dentária ele vai depender o que se é estágio Inicial por exemplo precisar um dois e eu considero 3 e 4 porque ainda não tem exposição de dentina aí a gente vai entrar nessa Faixa atividade de Cárie Cárie ativa com os sinais Inicial e quando ansiedade que a gente escale ativa em estágio moderado Severo Ou seja quando ele já tem exposição de dentina a gente já vai colocar o indivíduo nessa coluna E aí a gente vai ver qual é a faixa dependendo do risco que ele apresenta se
é baixo moderada e Severo mas se eu tiver uma carne por exemplo no estágio 6 e ela foi inativa tipo ela já tá parando de progredir e qual como ela tinha um Quadradinho que que vocês acham gente na primeira na primeira coluna nessa coluna aqui mesmo que o dente esteja muito comprometido mesmo que o dente esteja muito comprometido porque a gente está vendo aqui a atual por isso que tá aqui em cima e cedais que é o estado atual da atividade de cárie que é mais importante para identificar o risco de Nova lesões é o
quadro atual entendeu E aí por isso que a gente precisa ter Isso pode perguntar em relação a essa imagem aí eu queria perguntar para o senhor se o senhor pode repetir aquela parte é quanto por exemplo procurar o paciente em risco baixa quantos parâmetros tem que ter para ele ser classificado e moderado só para ela anotar aqui por favor eu só quero ver se eu entendi então a gente vai fazer uma associação dos pedais junto com os ccms Então a gente vai levar em consideração também a lesão De cárie mas a gente vai levar também
questão aqueles outros fatores que o senhor mencionou se ele tem acesso à escova de dentes se ele tem uma boa higiene bucal é isso o que que eu acho que é importante deixar bem claro o que que eu ICMS o que que é ICMS ccms ele é um sistema de controle de gestão de caridade o que que o que que ele orienta a gente a gente orienta o que o plano de tratamento Então esse ICMS é o Plano o que que o ICMS é esse quadro aqui de baixo tá são essas faixas que a gente
vai ter que classificar um indivíduo e faixa Verde tô falando faixa para ser mais de idade Tá mas probabilidade baixa moderada e Severa beleza para eu poder classificar esse indivíduo eu preciso verificar a atividade da cárie dentária pelos cedas e me dá proteção mas a gente precisa saber como é que tá a cariativa por isso Que os sedais ele tem uma alimentação que ele não disse tem carativo ou não Por isso que a gente utiliza o odontograma para que quando a gente for analisar o prontuário vocês pintarem lá a gente vocês vão pintar de vermelho
a lesão de cara que tá ativo de preto que tá inativa para a gente saber se tem alguma lesão em atividade ou não E se essa lesão está em estágio é Inicial ou moderado Severa como é que a gente vai saber o estágio inicial a Severo porque A gente não vai saber pela extensão da lesão a gente vai ver pela progressão aonde a gente vai saber a progressão é pelo próprio ansiedade que ansiedade que me dá a classificação se é que atingiu somente esmalte tá em estado inicial ou já tá atingida dentina beleza um grande
ela ainda pode ser inativa sim ou seja se eu tiver vários tiver todos os dentes afetados por cárie mas ele primeiro quadro é uma ausência de lesão de cada dia isso A primeira coluna A Primeira coluna entendeu E aí a faixa que a gente vai escolher vai depender do Estado de risco aí vou lá voltar aqui para Ana Paula que é esse baixo esse quadro que é a gente tem que lembrar são sete fatores então lá até no nosso prontuário um é radioterapia tá dois [Música] ir para o salivação três lesão ativa de cara dentária
quatro é só voltando aqui ó É por exemplo os três primeiros são os três que se a pessoa tiver já é de alto risco é hipo salivação radioterapia e lesão ativa de cárie beleza Quais são os outros quatro que é ou seja frequência de sacarose elevada é acúmulo de biofilme por isso que Gene bucal eu tô falando aqui mas é acúmulo de ver filme onde a gente vai ver objetivamente é pelo índice de oléuri a dieta onde que a gente verifica é na anamnese Fator retentivo de biofilm além da gente perguntar se ele usa prótese
seguir fez tratamento ortodôntico ou se faz com que metrô ortodôntico a gente vai verificar na no exame físico se ele tem apinhamento Você tem lesões cervicais se tem fraturas de dente porque fratura de dente também é um fator retentivo de ver o filme e também a gente vai ver isso quando a gente fizer um índice geone que a gente vai ver que ele tem fator Retentivo de biofilme que é um risco elevado Então é isso já tem quantos fatores os três primeiros dieta 4 acúmulo de biofilme fator retentivo e por último essa condição Econômica que
na prática o que que é ser escova o dente e tem acesso à escovação com pasta fluoretada porque se ele não tiver escovação com pasta fluoretada ele é um indivíduo de é um fator de risco que a gente precisa identificar tá bom são Esses sete fatores beleza e aí o que acontece como é que a gente classifica o indivíduo tendo os três primeiros qualquer um dos três primeiros tem um só um e não tem nenhum outro ele já é de risco Severo isto se ele tiver não tem nenhum dos três primeiros mas dos quatro restantes
que é retenção de biofilme acúmulo de biofilme frequência de sacarose e flureto uso de cloreto sei ausência de cloreto no caso se ele tiver desses quatro tiver três Ele tá também no risco elevado de cárie dentária mesmo que ele tenha cara inativa e tem lesões anteriores mas cara inativa mas tem esses três fatores risco Severo desses quatro fatores restantes ele tem dois riscos moderado sei que tem somente um risco baixo ou se ele pode ter por exemplo aí não tem tem acúmulo de biofilme tem fator retentivo de placa mas é esses fatores repetitivos de placa
ele não afetam tanto porque tem um bom controle de biofilm então aí Acaba sendo mesmo que ele Diga que lá olha ele tem escovação frequência elevada de sacarose tem meu filho mas no você analisa que às vezes a gente pode até apresentar três fatores por isso que ele fala aqui se são fatores se estão são faixas aqui no quadro bem aqui deixa eu colocar aqui ó faixas seguras por exemplo tem lanche só açucarado não come toda hora tem prática de bucal tem exposição A fluoreto então ele é considerado de Baixo risco e o risco moderado
intermediário disso se tem pelo menos dois fatores e também e tem fatores presentes mas não é considerado de risco Severo porque você vê que ele tem acúmulo moderado de biofilme é são classificações que a gente acaba tendo de forma intermediária porque assim na qual é o nosso entendimento assim as praticamente eu tenho com a professora Roberta a gente tem somente baixo e alto risco o Moderado ele é um intermediário dele que ele pode estar em determinado momento tá em alto e tá embaixo o risco pergunta Ana Paula professor no caso se ele tiver apenas um
daqueles três que é de alto risco ele é considerado como moderado ou como Severo qualquer um qualquer um dos três primeiros ele é tem um dele é Severo beleza é isso a gente vai pegando isso aí depois dessa ou seja para a gente fazer o nosso plano de tratamento Baseado no ICMS a gente tem que levar em consideração um bom diagnóstico por excedais e uma boa classificação de risco que a gente vai ver que tem a ver com exame físico e com anamnese ou seja um bom exame Clínico para a gente identificar o estado de
risco aí a gente já sabe quais são as faixas E aí tem essa esse plano de tratamento de acordo com o nível do dente ou seja estágio e atividade por exemplo se o cedais é zero Só para até ajudar na classificação de estado de atividade e não tem lesões né mas o que que é o estágio Inicial só para a gente poder classificar então estágio Inicial só pra gente tornar de forma bem objetiva que que o estágio inicial de cárie aí você dá um e dois quem que estágio moderado não moderado ele já inclui cavidade
ou seja de envolvimento de cavidade no na no esmalte e aquele movimento ou Envolvimento da dentina então quando tiver ansiedade 3 e 4 corrija minha colocação porque aqui o estágio moderado é os seda das três e quatro então o que que estágio somente inicial de e tem que ser ativo é quando ele tá com os pedais um e dois só já o três e quatro e cinco e seis e já entra em estágio moderado ou Severo tá E aí já vai entrar lá Ou se tiver lesão ativa vai entrar nesses dois quadros aqui Nesses dois
colunas certo os sedais 1 e 2 nessa nessa coluna se é a partir dos sedar 3 é nessa coluna que se for a cara ativa tá bom ou seja tudo isso também ser quadro para a gente orientar para a gente poder classificar o indivíduo para a gente poder colocar lá naquela coluna sobre atividade de cárie e a o estágio né a progressão da cárie dental E aí tem as prevenções né ali a atuação de tratamento tá nessa faixa aqui ó é o plano de intervenção e o plano de Prevenção vai depender da do de como
é que tá o expor e Cedae né ou seja de Eu a intervenção fiz diagnóstico fazer o tratamento e a partir daí eu quero só somente fazer prevenção e você vai 0 prevenção baseado no risco de cárie dentária os cedais 1 e 2 manejo não invasivo e talvez alguma coisa O manejo Inicial Inativo ou seja não apresenta nenhum tratamento específico para para cárie dentário Então se eu tô no estágio Inicial e dor não tem cavidade então vou fazer toda o manejo não invasivo que é flor gel higiene oral remoção Mecânica do meu filme seja profilaxia
se for oclusal fazer selante e te aproximal fazer algum selante resinoso etc tá então essa o olhar preventivo que o ICMS dá quando tá no cedais um idoso quando está ansiedade 3 e 4 a gente vai fazer se for moderado ativo o manejo não invasivo é selantes E minimamente vazio se tiver lesão de sombramento baseado na radiografia interproximal e a gente vai indicar o que selante resumoso e o número no caso de lesões até metade ou ter cisterna da dentina ou seja se está no texto externa nesse quadro aqui por exemplo quando tem já o
acinzentamento da lesão aí a gente vai analisar radiografia para saber se a gente vai fazer o manejo não evasivo né no caso aqui o manejo Minimamente vazio a gente vai fazer somente o selamento se tiver Esse envolvimento de dentina ainda começa estágio até um texto da dentina ou até metade aí a gente faz somente a o selamento Mas se tiver por exemplo envolvimento já do texto final é para próximo da polpa pa aí já é recomendado fazer o manejo jamais evasivo tá E se for inativo né a gente vai fazer uma agendamento minimamente vazio que
é selamento de Cavidade com selante ou com ou com e o número de vidro E aí quando é cinco seis né Isso aqui é só protocolo tá gente isso aqui é só para orientar a gente quanto a ao nosso tratamento do que que é minimamente vazio ou não que isso a professora Roberta deu início de como é que a tarefa e aqui João direcionamento que o ICMS dá para gente quando tem cedais 5 e 6 que é já é Severo exposição de dentina a gente faz o quê Emoção seletiva e se não tem risco de
exposição a gente faz parede circundantes remove cárie e na parede poupar até alcançada em ti na firme o que é que é sem risco de posição é que a lesão não está próximo da polpa mas se tem risco de Exposição uma lesão profunda qual vai ser o protocolo a gente vai remover as paredes circundantes ou seja ao lado da cavidade e a parede poupar somente Remover até a dentina amolecida e a partir daí fazer o a base ali do fundo da cavidade utilizar um protetor poupar que a gente usa é por eleição assim o padrão
que a gente utiliza é o semente de hidróxido de cálcio por isso que a gente pede o porta de cal que é aquele instrumental que tem uma esfera na ponta para poder aplicar isso no fundo da cavidade e por isso que a gente pede também clorexidina 2% que é alta Concentração porque depois que a gente remove Essa dentina é dessa emoção seletiva a gente tem que limpar a cavidade ou seja fazer uma desinfecção da cavidade com uma pelota de algodão umedecida na na clorexidina 2% para a gente fazer os pregaço ali na cavidade para poder
a gente desfectar ou seja diminuir é a quantidade de microrganismos ali naquele local para a gente for colocar na base da Cavidade o semente de hidróxido de cálcio para poder depois a gente colocar o selamento da cavidade que é o selante resumoso resina flor e aí já te passo a palavra Ana Paula e quando ele tiver uma cárie inativa aqui no caso semestre Severo a gente faz o minimamente invasivo Qual a mínimamente invasiva selamento dessa cavidade ou seja nesse caso a gente vai fazer remoção seletiva é só quando a gente tiver já o SMS com
exposição de dentina Tá bom pergunta aí Ana Paula essa parte que o senhor tá mostrando de prevenção voltando de novo no caso seria basicamente eu tenho paciente com ansiedade 6 aí eu vejo que ele tem baixa probabilidade eu faria o tratamento daquela daquela daquele dente e depois eu entrarei com esse quadro de prevenção tipo assim se eu sei que meu paciente tem baixa probabilidade seria um tratamento não invasivo mas aí eu faço tratamento daquele dente depois eu só Vou auxiliar o paciente para prevenir Outras casas eu não sei se o Senhor entendeu mas eu acho
que ele tem que deixar claro essa lógica Tá o que que a gente tem nesse quadro aqui vai ser o plano de tratamento ao nível do paciente na intervenção Inicial Qual é a terapêutica inicial até para a gente gerenciar cárie dentária ou seja trazer o indivíduo na sua classificação e na sua lesão Para começar a fazer o manejo Da cara dentária que cuidado a gente tem que fazer em casa e na intervenção clínica para prevenir a cárie dentária certo e aí quando a gente parte para essa situação aqui de qual é o manejo da cárie
dentária essa que é manejo da lesão quando a gente está nos zero a gente só faz prevenção mas quando a gente já tem lesões né lesão tipo 1 e 2 A gente só faz o manejo não invasivo mas quando já tem cavidade que é o 3 e 4 você dá Moderado e os cedais Severo já o manejo da lesão aquela parte Inicial que estava trabalhando era só o plano já terapêutico para poder controlar a doença cárie mas a gente precisa também atuar na lesão o manejo da lesão tem a ver com essas características Qual é
a abordagem que a gente vai fazer vai fazer o quê somente não evasiva no caso aqui do Cedae zero é não invasivo mas aqui ainda não invasiva dois sim é não invasivo por quê Porque Não tem cavidade Mas quando tiver já cavidade que a hospedagem 3 e 4 qual vai ser o nosso manejo vai depender da característica vai ser minimamente vazio ou não invasivo vai depender dessas características que a gente vai poder é analisar a partir da radiografia e também do diagnóstico Clínico para ver se tem a cavidade ou não e nesse caso que você
das 5 e 6 que já tem cavidade já tem exposição de dentina a gente vai analisar de como é que tá essa Profundidade de lesão o sistema providade lesão que não tem risco de exposição a gente pode até avaliar por uma radiografia para ver qual é a profundidade dessa lesão está muito próxima polpa a gente faz esse manejo aqui ó nesse primeiro manejo parei de circundante remove da parede Popular remoção seletiva mas se tem profundo já a gente tira da parede circundante mas não Remove a dentina firme só a dentina Amolecida para não ter o
risco da exposição poupado elemento dentário E aí esse é o manejo para poder fazer a emoção seletiva para adequar o meio claro que isso aqui vocês vão estar quando tiver uma situação dessa a gente vai estar auxiliando vocês nesse procedimento visto que é um procedimento de adequação do Meio restaurador mas que a gente precisa falar sobre isso nessa disciplina que é um procedimento de adequação do meio mas os princípios Desse manejo você já precisam ter Esse princípio até porque o aprofundamento da parte prática da parte técnica do manuseio do instrumental do manuseio do material no
manuseio dos instrumental é necessário a gente fazer isso na Perspectiva do na Perspectiva por um rapaz veio falar e tirou meu raciocínio aqui comigo mas deixa eu tentar assim para tentar fazer na perspectiva de uma abordagem que é Trabalha a mínima intervenção a gente consiga fazer esse olhar começa aqui na disciplina de adequar o meio mas a parte mesmo técnica por isso que eu quero tirar um pouco ansiedade de vocês Qual é ansiedade que talvez tenha você a gente vai fazer essa restauração vai fazer esse manejo se tiver um caso bem de fazer a gente
vai fazer mas o que que a gente quer trabalhar com vocês que vocês tenham essa noção do que que é uma exposição de dentina quais são Estratégias de mínima intervenção não só na mínima intervenção ou já é uma uma intervenção já invasiva minimamente invasiva invasiva e já o manejo Ou seja a técnica se a ocorrência de eu fazer isso é bem provável que algumas equipes eu faço isso na na disciplina mas isso não vai ser problema que a gente vê para vocês porque na trajetória formativa de vocês vocês vão passar pela disciplina de materiais dentário
dentro da pré Clínica vocês vão ter a disciplina de dentística dentro da pré clínica que vocês vão fazer o manejo de instrumentais não só de cureta de dentina e todos os instrumentais para fazer restaurações é de mini intervenção e também vai ter toda a vivência clínica da na própria Clínica Odontológica mas a gente precisa tá fazendo isso para que por isso que a gente vai fazer é pelo menos uma prática de manejo para quando tiver por exemplo A gente vai até simular por isso que a gente vai levar algumas brocas dentro do quando a gente
fizer a prática de adequação do meio de selamento de cavidade a gente vai simular algumas cavidades com broca e vocês instrumentais que tem que colher de dentina são os calcadores vão fazer uma simulação de remoção dessa cárie seja parei de circundante opupar e fazer o selamento com o yonômio Saber manipular Qual é o número e isso em manequim e Também quando tiver fosse uma lesão no ainda é talvez e cedais 3 e se é das 2 que a gente precisa fazer a profilaxia e o uso de selante a gente fazer também vai ter essa essa
parte prática para a gente entender como é que é o manejo básico para poder fazer nesse caso aqui desse ICMS Qual é o manejo da lesão de cárie Ou seja a parte Inicial que a gente viu qual é o manejo inicial de Prevenção e também já de intervenção preventiva e aqui esses são os protocolos para o manejo da lesão de cárie dentária certo gente tudo bem beleza e aí gente aqui a gente fecha mais ou menos a atuação do da cárie dentária de acordo com só voltando acho que esse quadro É muito interessante esse é
o quadro básico que tem lá no nosso manual Identificação de sedais e do estado de risco devido aqueles fatores para a gente poder ver qual é a faixa de televisão a faixa intervenção de acordo com probabilidade de ocorrência de cárie Qual é o manejo da cara que a gente vai fazer ou seja dá do adoecimento Essa é o manejo do adoecimento de Nova lesões e esse aqui é o manejo das lesões de cárie dentária no olhar da minha intervenção que que a gente vai fazer claro que esse aqui vai gerar dúvida eu quero que vocês
Estudem quero que vocês é veja Tira essas dúvidas que Principalmente quando a gente fizer a parte prática que vai ser uma dessas próximas aulas a gente vai avisar com antecedência que a gente vai fazer com manequim a gente possa sanar qualquer dúvida que tenha essa questão e por fim eu preciso só finalizar a gente já passou de meio-dia mas vou tentar ir no máximo 15 minutos e falar sobre o fator de risco de doença periodontal é dizer que paraense Verificar fator de risco a doença produto tal a gente precisa também criar ter adotar critérios objetivos
com isso avaliar saúde sistêmica a gente falou um pouquinho sobre isso lá na aula de Diagnóstico pelo Total mas a gente precisa agir na causa Quando é a fase terapêutica e ter procedimentos curativos que a fase corretiva que a gente não faz na disciplina mas a gente tem que ter um olhar também do entendimento que o tratamento Periodontal principalmente na dor a partir da adolescência ela vai ser constante como monitoramento ou seja com a fase de manutenção que é o que a gente chama de terapia perontal de suporte nesse sentido a gente adota uma classificação
de risco que é esse diagrama que funcional esse diagrama vou mostrar passo a passo desse diagrama porque cada linha aí desse hexágono por exemplo aqui ó é um é um fator esse aqui é outro fator ou seja Esse aqui é outro fator a gente vai falar cada um desses fatores tá que é sangramento na sondagem bolsa residual perda de dente perda precoce condições sistêmicas e fatores ambientais Então vamos falar sobre cada um deles que é esse quadro aqui ó que é sangramento que é bolsa que é perda dentária perda óssea a gente vai ver cada
um deles de forma específica Tá o que que é percentual de local é a sondagem a gente vai ver pelo Percentual dos sucos que a gente sondor Qual é o percentual de sucos que tiveram sangramento porque pelo PSR a gente vai registrar a pior condição mas a gente consegue ver ali pelo percentual se a gente fez a sondagem se teve menos de 10% dos sucos que foram sondados tiveram sangramento ele entra como risco baixo entra bem aqui ó nesse quadro de quatro até 10% aqui ó quatro A 10%, ele entra na faixa azul que é
risco baixo Mas se tiver acima de 10% e até um quarto dos sucos até 25% dos sucos que apresentaram sangramento após sondagem e entra como risco moderado e acima de um quarto dos sucos com sangramento ele entra como risco alto para doença periodontal baseado nesse fator que é sondagem aqui ó sonda sangramento bem aqui ó o exemplo da imagem sangramento após sondagem que a gente vai fazer pelo PSR lá e a gente avalia também esse fator de risco O outro é prevalência de bolsas por exemplo claro que aqui vai estar por exemplo por nossa disciplina
vai estar comprometido esse item da avaliação de risco porque a gente não avalia o nosso exame não é total nós exame é parcial só em alguns dentes mas a gente consegue classificar por exemplo para a gente se tiver bolsa periodontal É arriscado mas se fosse por quê Porque são poucos dentes que a gente Analisa mas dentro desse critério de se a gente fizesse o Exame Total examinar todos os sucos se ele tivesse até quatro sucos com bolsa estaria na faixa azul por isso que tá dois a quatro aqui ó dois a quatro estaria na faixa
azul que seria um baixo risco 5 a 7 bolsas né periodontal vocês sondagem teve a bolsa aqui por exemplo aqui nesse exame que é uma bolsa profunda entraria cinco a sete aqui na faixa amarela a partir de oito oito ou mais entraria na faixa vermelha né de entrar em alto risco de doença Periodontal em relação à perda dentária eu comentei com vocês na aula de Diagnóstico que a perda dentária ela é um fator de risco para doença prodontal porque quando a gente perde muitos dentes há uma sobrecarga da função mastigatória desse dentes afetando a nossa
afetando o nosso enfim a questão oclusal né afetando o nosso perodonto Ou seja quando os Indivíduos até início a gente consegue identificar pelo odontograma se tiver os dentes ausentes que a gente vai marcar em x se tiver até quatro dentes ó e entra na faixa azul de baixo risco dentes ausentes extraídos ou por problema de cara ele não tá ou o problema de fratura tem cinco a sete dentes ausente no meio bucal e entra na faixa moderada mas se tiver a partir de oito dentes ele já entra como fator De alto risco para doença periodontal
tudo isso a gente está vendo como critérios objetivos tá para o risco de doença prontal a outra tem a ver com o suporte periodontal isso aqui a gente não Analisa ainda na faculdade porque na nossa disciplina é porque precisa ter uma é um cálculo maior e também um exame mais ampliado mas tem a ver com a perda precoce suporte Ou seja quando a gente olha aqui ó perda de sessão quando a gente olha essa imagem Aqui a gente percebe o nível de Exposição desse dessa raiz ou seja esse é um carro que tem a ver
com a cada milímetro de perda é que milímetro de recessão gengival a gente tem 10% de perda e essa razão de perda tem a ver com a idade por exemplo se eu tenho 10% de perda mas eu tenho 30 anos eu faço essa divisão da 10 por 30 vai dar 0,3 aí entraria aqui ó até 0,5 ela baixa o risco é tipo um carro que eu tenho imagina que eu tenho aqui cinco essa Perda aqui foi cinco milímetros tá de perda óssea esses cinco milímetros seria equivalente a 50% da perda da do elemento dentário de
suporte E se eu tenho 50 anos eu vou fazer essa razão de percentual de perda que é 50%, porque para cada milímetro tem 10% de perda pela idade e se eu tenho 50 anos então pega 50% devido pela idade 50 e dá igual a um aí eu entraria nessa faixa aqui ó de 0,6 A1 de risco moderado mas isso para Gente é mais para o olhar mais específico mais especializado para esse suporte período top também é necessário a gente já discutir agora com vocês que isso também é um fator de risco quando tem perda de
sustentação Mas isso é um fator que a gente não vai adotar na disciplina mas é necessário a gente falar sobre o risco de doença periodontal O Outro fator que também a gente pergunta em termos de anamnese é o fator Sistêmico se o indivíduo ele tem a presença de doença por exemplo de diabetes mellitus méritos ele já é o indivíduo de alto risco e o outro que é indivíduos que tem como é cinza é fatores imunológicos como a produção de um agente de um intermediário lá da inflamação que é intelestina um se ele tem essa produção
que tá muito ligado ao indivíduos que tem problemas de Cunho de fatores por exemplo de artrite reumatóide que são fatores é de doenças reumatológicas se o indivíduo tem algum problema reumatológica e já entra com um fator de risco também seja já entra no fator de risco alto a presença não só diabetesminitos mas devidos tem doenças auto-imunes e doenças inflamatórias sistêmicas como é as doenças é de interesse reumatológico ele já entra de alto risco e o Outro fator é o ambiental que é o tabagismo ou seja se é de acordo Com fumo né se ele é
não fumante o espumante ele é de baixo risco sem ele fuma menos de um maço seria fuma até 20 maços é menos uma carteira por dia é risco moderado se ele for mais do que o maço de cigarro e de risco elevado Então se a gente classifica esse risco de acordo com o risco ambiental e aí como é que a gente vai classificar o risco se ele tem para nossa classificação se ele tem um fator precisa ser até um Fator desse risco desses seis riscos sangramento bolsa periodontal é fumo diabetes se tiver só um fator
risco moderado aliás somente de um fator desse risco moderado ele acaba sendo o risco esse na verdade aqui porque a gente tem a classificação desses é que todos esses fatores como risco baixo risco moderado que a faixa azul e Faixa Amarela se tem pelo menos um desse até o nível moderado ele entra como risco Só para a gente definir se ele tem a presença de até um fator de risco moderado ele é classificado o risco moderado aqui sem riscos o risco pelo Total dele é baixo sem ter a presença de ao menos dois fatores de
risco moderado e ao menos um alto ele já é risco moderado Opa perdão se ele tem a presença de aumento dois fatores de risco alto ele já é de risco periodontal alto só Voltando a lá para o nosso fator se olhar para esse quadro Aqui nós temos seis fatores deixa eu apagar aqui temos o perdão ô meu Deus do céu temos seis fatores Só lembrando sangramento bolsa periodontal perda perda dentária perda óssea diabetes fatores stivos principalmente Diabetes fatores ambientais que é fumo se ele tiver dentro dessas condições até um moderado até um fator moderado por
exemplo moderado fumo até fumo aqui ou até aqui perda óssea moderada que essa faixa aqui ó que aí tem essas faixas pretas aqui mais regressivas em [ __ ] é que distingue aqui ó essa parte mais Central é risco leve risco moderado e mais externo risco elevado de cada um desses fatores se eu tiver pelo menos um risco moderado dentro dessa faixa que do Mais intermediário deixa só apagar aqui de novo se eu tiver pelo menos um risco desse aqui intermediário eu sou o risco para periodontal baixo se eu tiver voltando lá para nossa classificação
se eu tiver até dois fatores de risco moderado em um alto eu posso ter um alto aqui ó eu posso ter por exemplo eu posso ser Diabético mas eu não tenho nenhum outro elevado eu tenho essa um moderado aqui que eu fumo eu tenho perda perda óssea é perda dentária moderada eu vou estar diante do Risco periodontal baixo mas se eu tiver ao menos dois fatores de risco alto eu já tô diante de um risco elevado periodontal E aí mostrando por exemplo nesse quadro Olha esse primeiro exemplo ele tá em risco baixíssimo Nesse aqui por
exemplo esse outro indivíduo e teve até ou seja um moderado aqui que é de sangramento e nenhum outro moderado e aqui ele é um de baixo risco porque porque só tem um moderado nesse já nesse diagrama O que que a gente tem por exemplo nesse aqui de baixo Olha ele tem um alto e tem esse aqui ó um moderado dois moderado que é perda óssea e bolsa periodontal mas só tem um elevado esse indivíduo aqui de ter um risco moderado para doença Produto tal Porque porque só tem um risco elevado já esse aqui não olha
esse de baixo aqui a direita ele já tem o risco risco alto para sangramento o risco alto para ou seja mais de oito sucos com bolsa periodontal e tem mais de 10 dentes com perdão óssea ele tem com perda dentária e tem muita perda óssea ou seja tem quatro fatores de risco elevado então é esse indivíduo aqui em termos periodontagem ele é um indivíduo com risco periodontal alto tá É isso né E aí tem por exemplo a gente vai pegar paciente a cinco bolsas residuais né não fumante a ausência de sangramento ele tá nesse nível
de risco aqui embaixo porque porque ele só tem ó ele pode até ter várias bolsas e tem um sangramento aqui embaixo não tem aliás tem o fator aqui de bolsa perguntar abaixo e não tem sangramento e tá no nível baixo já esse paciente aqui ó ele tem cinco Bolsas residuais e sangramento persistente tem perda óssea e já entra aqui no risco moderado ó esse paciente já tem comecinho o sangramento persistente tem como é siso o aqui o nível de perda de sessão elevada é fumante ou seja consegue ter um risco aqui alto e já entra
aqui um risco alto no caso para o ambiente que é para o fumo e entra aqui no risco moderado já esse paciente é diabético É fumante tem sangramento tem perda óssea a esse aqui já entra no risco ele não tá mais é levado certo e claro e tem outros fatores quais são os outros fatores apinhamento envolvimento de furca né do elemento dentário e astrogenia de restaurações ou seja uma restauração que tá alta entre aspas e foi feito a instalação mas não não se teve o cuidado com a questão da Oclusão né teve dente com relação
elevada ele tem esse problema oclusal também o suporte para lutar reduzido ou seja dente com baixos suporte periodontal são dente que a gente acaba tendo risco elevado para esse produto tal e a própria mobilidade dentária desde que se tem mobilidade dentária e também tem um mesmo que ele não tenha esteja com bolsa perodontal e nem com sangramento e tem um alto risco para doença pronomental para estabelecimento De novas lesões tá e aqui é um outro quadro que eu que mostram protocolo que eu não vou aprofundar muito e o outro momento eu mostro para vocês com
mais calma é um protocolo de intervenção Né desde a verificação do histórico da reavaliação de acordo com esses riscos que nós temos cálculo cárie é sangramento bolsa periodontal Quais são as estratégias de tratamento aí a gente faz a terapia profilaxia e como é que vai ser a Logística de intervenção dos pacientes tá e a gente faz um outro momento para a gente poder é aprofundar isso até porque a gente já passou bastante tempo do nosso horário tá bom no mais gente deixa só parar aqui a nossa projeção É espero que nessa parte periodontal a gente
avançou um pouquinho mas vai ficar gravado deixa só terminar a gravação aqui da nossa