O dilema da gestão de talento, ou seja, como atrair, reter e engajar os melhores talentos para que eles sejam um diferencial competitivo nas empresas é uma das grandes preocupações dos CEOs em todo o mundo. Por isso as organizações estão redefinindo o papel que o RH desempenha nas estratégias de negócios. Mas um estudo da PwC, mostrou que apenas 34% dos CEOs consideram que o RH está bem preparado para prosperar nas tendências de transformações do futuro.
O debate ainda é polêmico, mas o que vamos te mostrar nesse vídeo é que um bom RH irá precisar pensar primeiro como empresários e inovadores e, por último, como um RH mais tradicional. Olá pessoal, eu sou Dirlei Felippe, head de conteúdo na CoBlue, e nesse vídeo eu vou te contar tudo sobre RH Estratégico e como a área de recursos humanos pode se tornar protagonista dos processos de transformações das empresas. Vamos começar definindo, o que é um RH estratégico.
Mas antes, não se esqueça de se inscrever aqui no canal e ativar o sininho para ser notificado sempre que um vídeo novo sair. Por definição, ser um RH estratégico é fazer a gestão do RH de uma forma que apoie as metas e resultados da empresa. Em essência, você vai muito além das funções administrativas pelas quais o RH é conhecido, como folha de pagamento, processos seletivos e benefícios, Um RH estratégico têm como foco: Inovar sistemas e processos internos para encontrar vantagem competitiva.
Desenvolver uma cultura organizacional forte e alinhada ao propósito. E melhorar o engajamento e desempenho dos talentos. Você pode até pensar que isso já é um foco do RH porém um dos grande problemas é que a gestão do RH é baseada em dados abstratos, e o grande desafio para um RH realmente estratégico é aprender a mensurar todas as ações e demonstrar seu impacto real nos resultados das empresas.
Alguns profissionais do mercado afirmam que o RH está onde o marketing estava na década de 1980, lutando para atribuir números ao valor da marca. E hoje, o RH está tentando fazer o mesmo com o talento. Uma pesquisa da DDI baseada em 30.
000 avaliações com líderes de empresas de diferentes setores, relatou como os profissionais de RH se comparam a seus pares em relação a um conjunto comum de competências. A pesquisa encontrou quatro áreas principais em que os líderes de RH costumam pontuar abaixo de seus colegas em outras funções: Primeiro: ter conhecimentos detalhado sobre o negócio Perspicácia financeira, veio a seguir, ou seja, o conhecimento de finanças é fundamental para que o RH assuma uma maior responsabilidade estratégica. Terceiro: Os líderes de RH também ficaram para trás em perspicácia global, que é algo que impacta principalmente empresas multinacionais que desenvolvem talentos globais.
E o quarto: foco no cliente. O RH parece estar isolado e não tão atento às tendências do cliente e do mercado quanto as outras áreas. Uma vez que o RH domine essas competências, será capaz de medir o impacto que tem e provar que sua contribuição é real.
As melhores empresas já falam em métricas para medir o “retorno sobre o talento investido”, e utilizam análises e gestão em tempo real para impactar nos resultados dos seus talentos. Um bom RH sabe trabalhar com pessoas reais ao mesmo tempo em que administra os riscos operacionais, estratégicos, financeiros e não financeiros inerentes a ter o talento errado. Mas onde exatamente o RH precisa ser mais estratégico?
Eu vou destacar três principais pontos. Primeiro: o RH poderá atuar como um centro de desenvolvimento de lideranças e talentos. Os líderes estão enfrentando demandas crescentes para gerenciar e engajar sua força de trabalho de forma mais eficaz e eficiente, mas muitos deles admitem que não têm essas habilidades.
O RH pode atuar justamente desenvolvendo essas competências nas suas lideranças, deixando elas mais preparadas para liderar os talentos do futuro. Além disso, os dados mais importantes sobre a gestão desses talentos também estarão nas mãos do RH. Folha de pagamento, pesquisas de engajamento, pesquisa de climas, avaliação de desenvolvimento de liderança, PDIs, análises de desempenho, recrutamento etc.
. O RH deverá conectar tudo isso, gerando relatórios e insights importantes para as empresas entenderem os talentos críticos que precisam de atenção e os talentos excepcionais que precisam se manter engajados. O segundo ponto: com essa gestão mais detalhada a aquisição de novos talentos será outra atuação importante.
Será dever do RH entender as prioridades estratégicas da empresa, sua cultura e design organizacional, alinhando com as tendências do mercado de trabalho para recrutar e preparar as pessoas certas para as funções certas. O terceiro ponto: é ajudar no design da organização, que é uma ponte entre a estratégia e a execução e exige que o RH trabalhe diretamente com o CEO, diretorias e a lideranças, para analisar e definir as melhores estruturas de trabalho, modelo de gestão e processos internos. E o que você?
Acha que o RH pode ser mais estratégico e ter mais impacto nas empresas? Concorda com os pontos que apresentamos nesse vídeo? Comente aqui embaixo e vamos debater esse assunto.
Eu vou ler e responder todos os comentários. Não se esqueça de dar o seu like, se inscrever no canal, para receber semanalmente vídeos estratégicos como esse, e compartilhar esse conteúdo com seu colega de RH. Abraço e boa gestão!