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no youtube ele correia oficial o sexo ea cruz com 18 anos eu conheci almir ele foi o meu primeiro namorado o meu primeiro amor filho de fazendeiro da minha cidade almir era um rapaz mais cobiçado pelas garotas porque além da condição econômica ele era muito bonito além de rico bonito almir muito inteligente também eu queria ser professora almir queria ser advogado de fato eu fiz magistério e ele fez direito mas nunca exerceu a profissão pois tinha de cuidar das fazendas da família já que o seu pai o seu oscar andava doente eu conhecia o almir
mas nunca tinha conversado com ele havia uma diferença muito grande vamos dizer assim social entre eu e ele mas foi naquela noite dando aquelas voltas na praça em torno da fonte luminosa de nossa cidade que eu estava junto com a minha amiga zuleika ela percebeu que o almir estava me olhando e me olhando muito magda será que eu estou enganada ou almir está te olhando mesmo aí eu respondi você não está enganada não uso eu já percebi que ele não tira os olhos de mim vamos conferir na próxima volta nem a zuleika estava errada e
nem eu porque após a outra volta que demos na praça percebi o almir vindo em nossa direção zuleika olha ele vem vindo desliga olha ele está chegando eu fiquei assim como não acreditando ele com seu colega marcelo vinham em nossa direção e foi o marcelo que estuda comigo quem se adiantou falando pra mim que o almir queria me conhecer e se ele poderia me apresentar lo é lógico que eu disse sim claro e assim marcelo trouxe almir até mim nos conhecemos ficamos conversando marcelo saiu de perto de nós dois ea zuleika também se afastou ninguém
ficou ali pra segurar ela ninguém a princípio almir um tanto tímido eu também um tanto tímida mas logo fomos ficando um pouco mais à vontade ainda me lembro que ele me ofereceu uma bala que antigamente era uma bala muito comum ballatore efe muito gostosa depois vamos tomar sorvete na sorveteria ali na praça e ele pela primeira vez falou que há muito tempo ele olhava pra mim ele reparava em mim assim coisas que ele não via em outras garotas e até falou em namoro se eu não queria namorá lo que há tempos ele pensar em mim
que há tempos ele estava de olho em mim embora eu nunca tivesse reparado [Música] poxa em se tratando da unir a situação econômica um rapaz bonito todas as garotas queriam a unir é claro que eu disse sim tudo bem nessas alturas a minha amigas o liga já tinha espalhado para as amigas que eu almir está os na sorveteria é acho que já estava até namorando e não deu outra mais de 45 garotas foram lá pra ver pra conferir se era verdade mesmo que eu estava com um amigo que o almir estava comigo já que todas
tinham se um certo um case uma queda por almir e aí quando vi aquelas garotas passando ali na sony teria entrando na sorveteria eu toda orgulhosa toda metida afinal todas no fundo no fundo gostaria de estar com ele e eu então sabe erguer se a cabeça erguida o nariz toda toda feliz passeamos um pouco e chegou a hora de irmos embora nos despedimos e marcamos de nos vir no domingo 15 no dia seguinte às sete da noite ali mesmo na sorveteria e quem sabe no domingo poderemos oficializar o namoro porque não e foi então que
no domingo de fato realmente o nosso namoro começou de verdade e ele já sugeriu que o défice uma volta no carro dele até que eu tive vontade queria mesmo mas eu disse a ele não é é cedo demais é cedo ainda não vão andar não vou não vou entrar no carro sabe aquelas coisas assim a gente num a gente louca de vontade mas ao mesmo tempo é disfarçando mais cedo por quê perguntou ele cedo porque já não estamos namorando é mais mas você sabe né a língua do povo aqui aqui da nossa cidade se sabe
como é que a língua do povo é cumprida se me virem entrando no seu carro já vão comentar já vão falar e ele então disse bobagem não tem que dar satisfação a ninguém vai entrar no carro nos dar uma volta e concordando com ele entrei no carro e fomos dar uma volta que maravilha andando naquela camionete caminhonete do ano caminhonete bonita caminhonete que todo mundo sabia era do homem e eu me sentisse a mais especial de todas as garotas e acabamos indo numa rua que fica atrás do colégio eu nunca tinha ido lá porque nunca
havia namorado antes e quando chegamos lá naquela rua atrás do colégio muitos carros com casais também namorando eu até fiquei meio sem graça porque puxa eu estava namorando começando meu namoro naquele domingo e já fomos lá na naquela rua sabe ali atrás do colégio e vi tantos carros e tantos namorados foi então que aconteceu o nosso primeiro beijo o primeiro beijo a gente nunca esquece o primeiro beijo sempre é inesquecível tanto que me lembro até hoje e foram depois tantos outros beijos que eu nem sei dizer quantos foram de fato com aqueles beijos o nosso
namoro começou pra valer um dia final de tarde por sinal uma tarde gostosa de verão o sol já se preparava para se esconder um céu sem nuvens eu estava voltando da casa de minha tia ea irmã de minha mãe e estava passando perto do cemitério quanto eu avistei a caminhonete do almir ele estava voltando da fazenda e eu voltando da casa da minha tia logo que ele me viu buzinou desceu da caminhonete com aquele chapéu na cabeça aquelas portas aquela roupa de quem tinha trabalhado na terra já foi me abraçando e beijando nosso amor como
você está suado também não é para menos princesa trabalhou o dia inteiro marcando gado mas já que estamos aqui pertinho do cemitério vamos gastar um pouquinho na capela achei boa a idéia e rezar na capela ainda que fosse no cemitério mas tudo bem eu concordei entramos no cemitério e fomos na capelinha oramos cada um fez um pedido eu pedi um casamento com almir muito feliz que o nosso amor nunca acabasse e ele almir me falou que pediu também quase a mesma coisa que eu que eu amasse para sempre que o amasse para toda a eternidade
porque ele já estava me amando em seguida saímos da capelinha de mãos atadas e passamos a caminhar entre alguns túmulos um silêncio total só o cantar dos pássaros mais um pouco seria seis da tarde mais ou menos e uma hora seis da tarde 18 horas hora da ave maria e aproveitando esse silêncio o cair da tarde o canto de pássaros [Música] eis que almir me encostou num túmulo um túmulo de mármore pertencente a uma família tradicional da cidade túmulo muito conhecido no cemitério e encostado neste túmulo almir começou a me abraçar a me beijar eu
ainda disse e almir dá um tempo a aac não há aqui é cemitério a e daí qual o problema tá todo mundo morto mesmo não não almir calma calma calma amor é aqui cemitério mas não tem nada demais nada demais com o problema tem se entendem se precisa respeitar quer saber de uma coisa ninguém está vendo e o confesso a você eu não aguento mais de vontade não ouvir não para unir para para com isso o amigo sabe eu já disse vamos respeitar os mortos vamos respeitar estamos no cemitério mais almir estava incontrolável eu nunca
tinha visto desde quando eu o conheci desde quando nós começamos a namorar daquele jeito ele queria porque queria fazer ali em cima do túmulo aproveitando o silêncio aproveitando o cair da tarde aproveitando que não tinha ninguém em meio a ânsia de amar ele querendo eu resistindo ele pedindo eu dizendo não até que eu fui amolecendo amolecendo eram tantos abraços eram tantos os beijos que eu não fui aguentando não foi aguentando e aí eu pensei quer saber de uma coisa deixa acontecer [Música] e foi quando começou a acontecer mesmo pela primeira vez o amor entre eu
ea wii ele enlouquecido e nessas alturas eu também low que se nessas alturas nós dois estávamos pegando fogo era a nossa primeira vez no cemitério em cima de um túmulo quando então no auge do amor aconteceu aquilo devido à nossa loucura devido o nosso desejo devido àquele aquele prazer que estavam sentindo pela primeira vez não percebemos uma cruz de ferro com uma lança na ponta se desprendendo porque nós nos movimentarmos pra cá para lá pra cá e batíamos exatamente naquela cruz e quando aquela cruz então se solta do túmulo devido à trepidação provocada pelos nossos
corpos ea cruz cai em cima do meu pé direito a lança atravessou o meu pé e eu gritei gritei pela dor horrível que sente a unir almir pensou que o meu grito tivesse sido de prazer ele nunca tinha visto um crédito de prazer assim tão alto quanto então ele percebeu só depois percebeu que meu grito não tinha sido de prazer tinha sido um grito de dor quando ele viu aquela cruz fincada no meu pé e almir entrou em desespero eu gritava gritava gritava ao me pegou no colo dois coveiros que estavam indo embora já voltaram
correndo pra ver o que tinha acontecido primeiro pelo grito e depois pelo desespero que eles perceberam estava vendo lá naquele túmulo me colocaram na caminhonete de almir com aquela cruz de ferro enterrada no meu pé atravessando o meu pé fui levada à santa casa o doutor alberto diretor na do estabelecimento ele próprio fez o atendimento almir contou o que tinha acontecido sem dar detalhes só contou que estava no cemitério pra acender velas e fazer uma prece na capela e quando passamos no túmulo aconteceu que a cruz caiu no meu pé ele não contou o que
estamos fazendo e nem o porquê que aquela cruz né caiu porque nós ficamos tocando aquela cruz ficou balançando a cada cruz trepidando a cada cruz que profana caiu nós não falamos isso e eu confirmei tudo para o doutor que não contamos mais nada que apenas e tão somente passávamos quando a cruz caiu fui sedada depois foi aplicada em mim uma anestesia geral e o próprio doutor alberto mais o doutor lívio me operaram e tirar aquela cruz que estava fincada no meu pé porém o pé havia sido de ir lá será dado quando acordei já estava
no quarto minha mãe e meu pai do meu lado para todos os efeitos a versão foi mantida capela oração velas mas a verdade só nós dois sabíamos era almir querendo fazer amor no lugar impróprio eu acho que alguma coisa espiritual esteve atrás desse acidente meu pé ficou comprometido várias cirurgias feitas sim até que chegou um momento crucial e não teve alternativa foi necessário amputar parte do meu pé ou seja do peito do pé pra frente é preciso haver uma amputação [Música] mais tarde foi colocada uma prótese mas mesmo com a prótese só caminho com bengala
só consigo caminhar com bengala e tudo isso provocado pelo impacto pelo desejo de almir pela insistência de almir em fazer amor no cemitério uo ele arcou com tudo mas depois foi se distanciando se distanciando e por fim rompeu o namoro eu não tinha mais um pedaço do meu pé direito e não tinha mais o almir o meu primeiro e único amor hoje tenho 40 anos procuro levar minha vida como professora da maneira mais natural possível mas não nego que carrego na alma uma saudade de um amor tão grande e ao mesmo tempo a dor tão
grande também de almir não ter ficado comigo pois com certeza a falta da metade de meu pé foi a causa dele acabar com o nosso relacionamento eu tenho certeza disso hoje me pergunto e aquele amor que nós um minuto antes na capela do cemitério tínhamos jurado um ao outro onde foi parar esse amor onde foi parar aquele amor que juramos um outro de que internamente nós fossemos um do outro no amor feliz para toda a eternidade um amor feliz para toda a vida tudo acabado tudo acabado pelo que eu chamo de a maldição da cruz
sim foi o que aconteceu foi o que ouvi o que selou a minha vida eu sou magda falando da minha saudade mas também falando da minha dor mais uma história que a vida escreveu que saudade de você o sexo ea cruz mais uma história do canal youtube ele correia oficial [Música]