O Espírito Santo não é um quadjuvante na obra redentora do Filho. Ele participa ativamente da encarnação, capacita o ministério terreno de Jesus, está presente no Calvário e confirma a exaltação do Filho pela ressurreição. Desde o ventre de Maria até o trono da glória. Pai, Filho e Espírito atuam em perfeita unidade. Nesta lição, veremos como essa ação conjunta revela a profundidade do plano trinitário da salvação. E qual é a resposta esperada do crente diante de uma obra tão completa, tão perfeita e tão gratuita? Eu sou o professor Azeniel. E para você entender isso com clareza, fica
comigo, porque nesta lição 12, o filho e o espírito, eu vou te ajudar a compreender esse conteúdo. Primeiro, eu te ensino o fundamento bíblico e teológico de cada assunto com a orientação pedagógica. Depois eu te mostro como essa verdade funciona na prática e responde a questões reais no exemplo prático. E em seguida eu te equipo com uma estratégia clara para envolver seus alunos na aplicação em sala. E no final você estará apto, com mais segurança e ousadia para ministrar essa aula. Dando continuidade, vemos que essa unidade trinitária não começou no Calvário. Ela já estava presente
no momento em que o filho assumiu a natureza humana. E Lucas registra esse instante com precisão no texto áuro. E respondendo o anjo, disse-lhe: "Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Pelo que também o santo, que de ti há de nascer, será chamado filho de Deus". Lucas, capítulo 1, versículo 35. O texto áurrio desta lição apresenta a anunciação como revelação trinitária. O Espírito Santo desceria, a virtude do Pai cobriria Maria e o Filho Eterno se encarnaria. A concepção virginal não é mito, mas ato soberano de
Deus, que garante a santidade e divindade de Jesus desde o nascimento. Além disso, será chamado filho de Deus, confirma a identidade eterna, não título adquirido. O texto áureo prepara o professor para ensinar que a encarnação foi obra exclusiva da trindade. O Pai planejou, o Espírito operou e o Filho Eterno assumiu natureza humana para realizar a redenção da humanidade. Após meditarmos sobre o texto áureo, vamos para a verdade prática. O filho de Deus cumpriu seu ministério em plena dependência do Espírito, revelando que a obra redentora é trinitária. O pai envia, o Filho obedece e o espírito
capacita. A verdade prática desta lição afirma que a obra redentora não é ação isolada, mas missão trinitária perfeita. O Pai planejou, o Filho obedeceu até a morte e o espírito capacitou cada etapa do ministério de Cristo, revelando harmonia absoluta entre as três pessoas divinas. Além disso, essa dependência do filho ao espírito ensina que a vida cristã também exige total dependência. A verdade prática prepara o professor para ensinar que servir a Deus não é esforço humano, mas rendição ao Espírito Santo, que capacita, guia e sustenta cada crente em sua missão. Aqui concluímos a verdade prática. Agora
vamos pontuar quais são os objetivos dessa lição. No primeiro tópico, vamos mostrar que a concepção de Jesus foi obra sobrenatural do Espírito Santo. Já no segundo tópico, vamos explicar que Jesus viveu e realizou seu ministério em plena dependência do Espírito. Agora, no terceiro e último tópico, vamos destacar que a obra da salvação é trinitária e exige do crente fé e submissão. Agora vamos dar início à nossa introdução. O plano da salvação é uma ação coordenada pela Santíssima Trindade. Desde a concepção do Filho, sua obra redentora no Calvário e a ressurreição dentre os mortos, o Pai,
o Filho e o Espírito atuam em perfeita unidade. Ensine que a salvação não é obra isolada de uma pessoa divina, mas uma ação perfeitamente coordenada. O Pai, o Filho e o Espírito Santo atuaram juntos desde a concepção até a ressurreição de Cristo. Pense numa orquestra. Há vários instrumentos distintos, mas todos tocam a mesma partitura, em perfeita harmonia para produzir uma única sinfonia. Assim, atua a trindade. Três pessoas distintas operando juntas o único plano de salvação. Pergunte: você tem consciência de que o Deus Triuno se uniu para salvar você? Muitas vezes focamos apenas na obra do
Filho e esquecemos que o Pai planejou e o espírito aplicou a salvação em nós. Agradeça hoje ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo por trabalharem em perfeita unidade para garantir o seu resgate. Para compreendermos o escopo desta lição e como o Espírito Santo participa ativamente dessa obra, vamos para o próximo slide. Essa lição revela como o Espírito Santo participa ativamente da encarnação, capacitação e exaltação do filho e mostra a resposta esperada do crente à obra de redenção. Apresente o roteiro da aula. Mostre que estudaremos três fases da atuação do espírito na vida de Cristo.
Sua encarnação, capacitação ministerial e exaltação, além de como devemos responder a essa obra. Pense num mapa de viagem. Antes de pegar a estrada, o guia mostra as paradas. Este slide é o nosso mapa. Revela os três grandes marcos da atuação do espírito na vida de Cristo que visitaremos hoje. Pergunte: você é espectador ou participante da redenção? Muitos conhecem a obra de Cristo, mas não reagem a ela. Prepare-se hoje, não só para aprender, mas para responder a Deus com fé e submissão. Para compreendermos a primeira fase dessa atuação, que é a participação do espírito na concepção
do filho, vamos entrar agora no nosso primeiro tópico, o espírito e a concepção do filho. Tópico um, o anúncio do nascimento de Jesus. Subtópico 1.1. Lucas registra que o anjo Gabriel foi enviado por Deus à cidade de Nazaré, na Galileia. Lucas, capítulo 1, versículo 26. O mensageiro visita uma jovem chamada Maria, Lucas, capítulo 1, versículo 27, e lhe faz uma revelação surpreendente. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho. Lucas, capítulo 1, versículo 31, parte A. Ensine que a encarnação do filho iniciou com uma ação direta de Deus. Ele enviou
o anjo Gabriel a uma jovem simples em Nazaré para anunciar o maior milagre da história, a concepção do Salvador. Pense num embaixador real que cumpre etapas precisas. É o que vemos aqui em Lucas 1, versículo 26. Deus envia seu embaixador Gabriel a Nazaré. Em Lucas 1, versículo 27, ele encontra a Jovem Maria. E em Lucas 1, versículo 31, parte A. Ele entrega o decreto de que ela conceberia. Cada referência mostra um passo dessa missão divina. Pergunte: Você está atento às intervenções de Deus na sua vida? Maria vivia sua rotina normal quando o céu a visitou.
Deus continua chamando pessoas simples para seus grandes propósitos. Mantenha o coração sensível para ouvir e aceitar a vontade de Deus em meio ao seu cotidiano. Para vermos os detalhes dessa promessa e o nome que a criança receberia, vamos avançar para o próximo slide. E ainda lhe diz o nome da criança, por-lhe o nome de Jesus. Lucas, capítulo 1, versículo 31, parte B. Gabriel também declara que o menino será chamado filho do Altíssimo. Lucas, capítulo 1, versículo 32. Ensine que o nome e o título revelam a missão e a identidade de Cristo. Jesus significa o Senhor
salva. Já o título Filho do Altíssimo atesta sua natureza divina e absoluta igualdade com o Pai. Pense num herdeiro real. Seu nome tem o peso da coroa. Em Lucas 1, versículo 31, parte B, o nome Jesus decreta a salvação. Em Lucas 1, versículo 32, o título Filho do Altíssimo atesta sua realeza divina inquestionável. Pergunte: Você tem reverência pelo nome e autoridade de Jesus? Muitos usam o nome de Jesus de forma superficial, esquecendo que ele é o filho do Altíssimo, o próprio Deus. Invoque o nome de Jesus hoje com profunda reverência, reconhecendo seu poder e divindade
em sua vida. Para vermos a reação de Maria diante dessa revelação extraordinária, vamos para o próximo slide. Maria demonstra perplexidade, não entende como isso poderia acontecer, uma vez que era virgem. Lucas, capítulo 1, versículo 34. A esse respeito, o anjo lhe assegura: "Para Deus nada é impossível". Lucas, capítulo 1, versículo 37. Agora, acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 34: "E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço o varão?" Como lemos na referência de Lucas, a dúvida de Maria era natural. Ensine que a virgindade tornava a concepção humanamente
impossível. A mente humana não alcança a lógica dos milagres de Deus. Pense num projeto que desafia a gravidade. Para nós é loucura, mas o engenheiro garante a obra. Como vemos em Lucas 1:37, o anjo assegura que para o criador do universo não existe o impossível. Pergunte: qual impossível você tem questionado diante de Deus? Assim como Maria, muitas vezes olhamos para as nossas limitações naturais e duvidamos do que Deus prometeu fazer. Descanse na promessa divina. Entregue hoje a Deus aquilo que foge do seu controle e creia no seu poder. Para entendermos qual foi a explicação do
anjo sobre como esse milagre aconteceria na prática, vamos avançar para o próximo slide. Na sequência, o texto afirma que ela creu e na mais completa confiança e submissão declarou: "Eis aqui a serva do Senhor, cumpra-se em mim segundo a tua palavra". Lucas, capítulo 1, versículo 38. Ensine que a resposta de Maria é o modelo perfeito de fé. Diante do impossível, ela não exigiu mais provas, mas rendeu-se à vontade de Deus, assumindo sua posição de serva. Pense num contrato em branco assinado por confiança. Em Lucas 1:38, Maria faz exatamente isso. Ao dizer cumpra-se em mim, ela
assina o plano de Deus sem exigir saber os detalhes do futuro. Pergunte qual é a sua resposta à vontade de Deus. Queremos as bênçãos divinas, mas muitas vezes resistimos em ser servos nos seus propósitos. Renda-se hoje. Aceite a vontade do Senhor para a sua vida com total confiança, assim como Maria fez. Para compreendermos como o Espírito Santo atuou de forma direta para que essa concepção acontecesse, vamos para o próximo subtópico. O Espírito como agente da concepção. Subtópico 1.2. A explicação que o anjo faz a Maria de como seria a concepção é singular e miraculosa. Descerá
sobre ti o Espírito Santo. Lucas, capítulo 1, versículo 35. Pártia-a. Ensine que a concepção de Jesus excluiu qualquer participação humana. Foi um ato direto, singular e miraculoso do Espírito Santo, garantindo que o Filho de Deus encarnasse de forma pura e santa. Pense no relato da criação quando o espírito pairava sobre o caos para trazer vida. É o mesmo princípio aqui. Como vemos em Lucas 1:35A. O anjo garante que o Espírito Santo descerá sobre Maria, operando diretamente o milagre da vida no ventre dela. Pergunte: você crê que o Espírito Santo ainda opera milagres hoje diante de
situações impossíveis, nossa tendência é buscar apenas soluções humanas e esquecer do poder de Deus. Entregue hoje as suas impossibilidades a Deus e confie que o mesmo espírito que operou esse milagre continua agindo. Para entendermos a segunda parte dessa explicação do anjo e como o poder de Deus a envolveu, vamos para o próximo slide. A resposta é expressa por meio de uma figura de linguagem em que a segunda linha repete a ideia da primeira. Assim, o Espírito Santo está vinculado à virtude do Altíssimo, te cobrirá com a sua sombra. Lucas, capítulo 1, versículo 35, parte B.
Ensine que o texto usa um paralelismo poético. O Espírito Santo é a própria virtude e poder do Altíssimo. A expressão cobrir com a sombra indica a presença gloriosa e criadora de Deus, envolvendo Maria de forma íntima e protetora para gerar a vida. Pense na nuvem de glória chequina que cobria o tabernáculo no Antigo Testamento. Como vemos em Lucas 1, versículo 35, parte B, ocorre o mesmo princípio. A virtude do Altíssimo que cobre Maria com sua sombra não é uma força impessoal, mas a presença real do próprio Espírito Santo, operando o milagre. Pergunte: Você tem buscado
a cobertura do poder de Deus para a sua vida? Muitas vezes tentamos realizar os propósitos de Deus na força do nosso próprio braço, sem a dependência do alto. Busque diariamente ser envolvido pela presença do Espírito Santo, pois é a virtude dele que nos capacita a viver a vontade de Deus. Para concluirmos este raciocínio e vermos o resultado santo dessa concepção divina, vamos avançar para o próximo slide. Como já estudado, a sombra refere-se à presença de Deus. Êxodo, capítulo 40, versículo 35. Reporta-se a nuvem da presença divina na transfiguração. Lucas, capítulo 9, versículo 34, e sinaliza
o poder criativo do espírito de Deus. Gênesis capítulo 1, versículo 2 e Salmos capítulo 104 versículo 30. Acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 35. De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem ficava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. Como lemos na referência de Êxodo, a glória do Senhor enchia o tabernáculo através da nuvem. Ensine que essa sombra não significa escuridão, mas a manifestação visível. protetora e gloriosa da presença de Deus que agora envolveria Maria. Pense na assinatura de um autor em suas obras.
É o mesmo padrão divino, a mesma nuvem de glória que envolveu os discípulos em Lucas 9, versículo 34. E o mesmo espírito com poder criativo que pairava sobre as águas em Gênesis 1, versículo 2, e que renova a terra em Salmo 104 versículo 30. É o mesmo Deus agindo. Pergunte: A presença de Deus tem sido real e visível na sua vida? Admiramos a glória de Deus operando no passado, mas muitas vezes esquecemos que o seu espírito habita em nós hoje. Permita que a presença do Altíssimo envolva suas decisões hoje, trazendo o poder criativo de Deus
para transformar a sua realidade. Para compreendermos o resultado dessa concepção miraculosa e a natureza santa da criança que nasceria, vamos avançar para o próximo slide. Logo, reitera-se que a sombra do Espírito é protetiva e criadora. Desse modo, elucida o anjo, a concepção será a obra do Espírito Santo pelo poder do Altíssimo e, por isso será chamado filho de Deus. Lucas, capítulo 1, versículo 35, parte D. Ensine que a consequência direta dessa intervenção miraculosa do Espírito Santo é a pureza absoluta de Cristo. Por ter sido gerado sob a sombra protetiva e criadora de Deus, sem a
semente do pecado original, ele possui a exata natureza divina. Pense em uma obra prima que reflete perfeitamente a natureza de quem a criou. Como vemos em Lucas 1, versículo 35, parte D. O anjo conclui que, por ser gerado diretamente pelo poder do Espírito Santo, o menino será chamado filho de Deus. A identidade da criança atesta a sua origem inquestionável. Pergunte: "A sua vida reflete a natureza do espírito que habita em você? Jesus foi gerado pelo Espírito e é o filho de Deus. Nós, ao nascermos de novo pelo mesmo espírito, também recebemos uma nova natureza para
vivermos como filhos. adotivos. Honre hoje a sua identidade espiritual. Deixe que o Espírito Santo molde o seu caráter diário para que o mundo veja em você a imagem de Cristo. Para compreendermos como essa obra do Espírito garantiu a pureza e a santidade do filho, vamos entrar agora no próximo subtópico. A pureza e a santidade do filho. Subtópico 1.3. O anjo afirma que o filho que nasceria de Maria seria santo. Lucas capítulo 1, versículo 35, parte C. A palavra santo do grego rágios indica separação do pecado e consagração ao serviço divino. No caso de Jesus, designa
um atributo divino. Salmos, capítulo 99, versículo 9. Reensine que a palavra grega ágios significa separação total do pecado. Jesus não apenas agiu de forma santa, ele é essencialmente santo desde a concepção, possuindo o mesmo atributo de pureza absoluta do próprio Deus. Pense em uma peça de ouro 24 quiles sem nenhuma contaminação ou mistura. É essa pureza absoluta que as escrituras revelam. Em Lucas 1, versículo 35, parte C. O anjo decreta que o menino já nasceria santo, isento da natureza pecaminosa humana. E em Salmos 99, versículo 9, vemos que essa santidade é um atributo exclusivo do
próprio Deus, o que atesta a divindade de Cristo. Pergunte: "A sua vida reflete a santidade do Salvador que você serve?" Fomos resgatados por um Cristo perfeitamente santo, mas muitas vezes toleramos impurezas e pequenos pecados em nossa rotina. Consagre-se hoje. Decida viver separado do pecado, honrando a natureza santa de Jesus que agora habita em você. Para entendermos como ele assumiu a nossa humanidade sem herdar o pecado, tornando-se o nosso perfeito representante, vamos avançar para o próximo slide. Ele já nasceu santo, assumiu a carne, mas não o pecado. Hebreus, capítulo 4, versículo 15. Ele é o segundo
Adão, obediente e justo. Romanos, capítulo 5, versículo 19. O Espírito também o consagrou para ser o cordeiro sem defeito e imaculado. Primeiro Pedro, capítulo 1, versículo 19. Agora acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 15, porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Como lemos na referência de Hebreus, Jesus assumiu a nossa humanidade e foi tentado em todas as coisas, mas sem pecado. que a encarnação exigiu que ele se tornasse plenamente homem para nos representar, mas sem
herdar a nossa natureza caída, vivendo em obediência perfeita. Pense em um campeão que luta no lugar de todo o seu povo. O primeiro representante, Adão, caiu e trouxe a derrota. Mas as escrituras mostram a vitória do nosso novo campeão. Em Romanos 5, versículo 19, vemos que a sua obediência perfeita nos justificou. E em primeiro Pedro 1, versículo 19, ele é revelado como o cordeiro imaculado, o único apto e sem defeito para pagar o nosso resgate. Pergunte: você tem confiado na obediência de Cristo ou nos seus próprios méritos? Muitas vezes tentamos alcançar o favor de Deus
pelo nosso próprio esforço, esquecendo que a nossa natureza humana já falhou no Éden. Descanse hoje na justiça do segundo Adão. Pare de tentar se justificar por obras e confie inteiramente no sacrifício perfeito do cordeiro. Para compreendermos como essa santidade absoluta de Cristo se tornou a base legal para a nossa redenção e justificação, vamos avançar para o próximo slide. A santidade do filho é a base de nossa redenção, justificação e santificação. Somente ele foi capaz de cumprir a lei, Mateus, capítulo 5, versículo 17, e de oferecer-se como sacrifício perfeito. Hebreus, capítulo 10, versículo 10. Ensine que
a nossa salvação só é possível, porque Cristo é absolutamente santo. Se ele tivesse a mínima falha, não poderia nos justificar. A sua pureza o capacitou a cumprir todas as exigências de Deus e a se tornar o substituto aceitável em nosso lugar. Pense em um fiador que se oferece para quitar uma dívida impagável. Para ser aceito, ele não pode ter dívidas próprias. É o que as escrituras mostram. Em Mateus 5:17, Jesus afirma que veio cumprir toda a lei, provando não ter dívidas com o pecado. E em Hebreus 10:10, vemos que, por ser esse sacrifício perfeito, a
sua oferta nos santificou de uma vez por todas. Pergunte: você tem valorizado o alto preço da sua justificação? Muitas vezes tratamos a salvação como algo barato ou automático, esquecendo que ela exigiu a santidade absoluta e o sacrifício perfeito do filho de Deus. Viva hoje com profunda gratidão. Honre o sacrifício perfeito de Cristo, buscando uma vida de consagração diária. Para entendermos como essa santidade de Cristo se reflete em nós através do novo nascimento pelo Espírito Santo, vamos para o próximo slide. Assim como Jesus foi concebido pelo Espírito, os crentes também nascem espiritualmente pelo mesmo espírito que
nos santifica a imagem do filho. Romanos capítulo 8 versículo 29. Agora acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 29. Porque os que Dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Como lemos na referência de Romanos, o propósito de Deus é que sejamos conformes à imagem de seu filho. Ensine que o mesmo Espírito Santo que operou a concepção física e santa de Jesus no ventre de Maria é o que opera o nosso novo nascimento espiritual, trabalhando continuamente para nos
santificar. Pense em um escultor trabalhando uma pedra bruta. O Espírito Santo é esse artista divino. Assim como ele formou a humanidade perfeita de Cristo na encarnação, ele agora trabalha em nós, esculpindo o nosso caráter dia após dia, tirando as arestas do pecado, até que a imagem do filho seja refletida em nossas vidas. Pergunte: as pessoas conseguem ver a imagem de Cristo refletida nas suas atitudes? Muitas vezes queremos as bênçãos de Jesus, mas resistimos ao processo de santificação do Espírito que nos molda ao caráter dele. Submeta-se hoje ao agir do Espírito Santo. Permita que ele molde
o seu temperamento e as suas reações para que você seja um reflexo vivo do filho de Deus. para aprofundarmos o nosso estudo e entrarmos no segundo tópico, onde veremos a relação do filho com o espírito e o mistério do verbo feito carne, o filho e a sua relação com o espírito. Tópico dois. O filho é o verbo feito carne. Subtópico 2.1. Ao assegurar que o verbo se fez carne, a escritura revela o mistério do filho. João, capítulo 1, versículo 14. Porém, o verbo não começou a existir em Maria, pois ele é eterno, anterior à criação,
coigual com o Pai e o Espírito. João capítulo 1, versículo 1 ao 3. Ensine que Jesus não passou a existir na manjedoura de Belém. A encarnação foi o momento em que ele assumiu a forma humana, mas a sua essência é eterna. Ele é o verbo de Deus, coigual e coexistente com o Pai e o Espírito Santo desde antes da fundação do mundo. Pense em um autor que escreve um livro e em determinado capítulo decide entrar na própria história como um personagem. Ele não passou a existir ali. Ele já existia antes do livro. É o que
as escrituras revelam. Em João 1, versículo 1 ao 3, vemos que ele é o autor eterno, o criador de todas as coisas. E em João 1, versículo 14, vemos o momento exato em que esse autor se faz carne e entra na nossa história. Pergunte: você tem a real dimensão da grandeza de quem desceu para te salvar? Muitas vezes limitamos Jesus à figura do bebê no presépio ou de um grande mestre, esquecendo que ele é o Deus eterno e soberano. Adore a Cristo hoje, não apenas pelo que ele fez na cruz, mas por quem ele eternamente
é, o criador do universo que se humilhou por amor a você. Para entendermos como ele conseguiu assumir essa limitação humana sem perder a sua essência divina, vamos avançar para o próximo slide. Isso indica que na plenitude dos tempos, o verbo assumiu a natureza humana sem deixar de ser Deus. Gálatas, capítulo 4, versículo 4. Ele submeteu-se voluntariamente às limitações humanas, mas manteve a sua essência divina. Acompanhe comigo. Versículo 4 diz assim: "Mas vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho, nascido de mulher, nascido sob a lei. Como lemos na referência de Gálatas, Deus enviou seu
filho no momento exato e perfeito da história. Ensine que a encarnação não foi um acidente, mas um plano soberano. Ao se fazer carne, o verbo não deixou de ser Deus em nenhum momento. Ele apenas assumiu a nossa natureza. Pense em um rei soberano que decide tirar suas vestes reais, vestir roupas simples e viver no meio do seu povo para ajudá-los. Ele escolhe viver sob as mesmas limitações e dificuldades que eles enfrentam. Durante todo esse tempo, ele não deixa de ser rei. Ele apenas abriu mão voluntariamente de usar os seus privilégios reais. Foi exatamente isso que
o verbo fez por nós. Pergunte: você está disposto a abrir mão dos seus direitos por amor ao próximo? Vivemos em uma sociedade que nos ensina a exigir nossos direitos e buscar sempre o lugar de maior honra, o oposto do que Cristo fez. Siga o exemplo do Mestre. esteja disposto a abrir mão de privilégios e confortos pessoais, quando isso for necessário para servir e abençoar a vida de um irmão. Enquanto homem, Jesus não usou plenamente seus atributos divinos, exceto quando o Pai o permitia pelo Espírito. Lucas, capítulo 4, versículo 18 e 19 e João capítulo 5,
versículo 19. Por fim, Atos capítulo 10, versículo 38. Ensine que a encarnação exigiu submissão total. Jesus continuava sendo o Deus todo- poderoso, mas escolheu viver como um homem dependente. Ele abriu mão do uso independente dos seus atributos divinos, agindo apenas sob a direção do Pai e através da capacitação do Espírito Santo. Pense em um embaixador que possui autoridade e recursos ilimitados, mas decide que não dará um único passo sem a ordem direta do seu soberano. é o que as escrituras revelam sobre Cristo. Em João 5, versículo 19, ele afirma que o Filho nada pode fazer
de si mesmo senão o que vê o pai fazer. E em Lucas 4 versículo 18 e 19 e Atos 10 versículo 38 vemos que os seus milagres e a sua pregação não eram feitos de forma independente, mas porque ele foi ungido e capacitado pelo Espírito Santo. Pergunte: Você tem agido na força do seu próprio braço ou em submissão a Deus? Se o próprio Deus encarnado, sendo perfeito, decidiu não agir de forma independente, é um ato de extrema arrogância. tentarmos viver a vida cristã sem depender da direção de Deus. Abandone a independência orgulhosa. Tome a decisão
de buscar a vontade do Pai e a capacitação do Espírito Santo antes de dar qualquer passo ou tomar qualquer decisão hoje. Para compreendermos como essa dependência revela a perfeita harmonia da trindade na execução do plano da salvação, vamos avançar para o próximo slide. Dessa forma, a obra foi operada pelo Espírito Santo. Mateus, capítulo 1, versículo 20. Lucas, capítulo 1, versículo 35, demonstrando a perfeita harmonia entre o Filho e o espírito na execução do plano redentor do pai. Agora, acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 20. E projetando ele isto, eis que em sonho
lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: "José, filho de David, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo". Como lemos na referência de Mateus, a concepção de Jesus foi uma obra direta do Espírito Santo. Ensine que não houve disputa de protagonismo na trindade. O Pai planejou, o espírito operou o milagre da encarnação e o filho se submeteu voluntariamente. Há uma perfeita harmonia na execução da nossa redenção. Pense em uma orquestra sinfônica. Cada músico toca um instrumento diferente, mas todos seguem a mesma partitura do maestro para criar
uma única obra prima. É o que vemos na trindade. Em Lucas 1, versículo 35, o anjo detalha essa sinfonia ao explicar que o Espírito Santo desceria sobre Maria e o poder do Pai, o Altíssimo, a cobriria, resultando no nascimento do Filho. Três pessoas divinas, um único e perfeito plano de salvação. Pergunte: A sua vida reflete a harmonia do Espírito Santo ou é marcada por divisões? A trindade trabalhou em perfeita unidade para nos salvar, mas muitas vezes dentro das nossas igrejas e lares não conseguimos trabalhar juntos para o avanço do reino de Deus. Busque a unidade.
Peça a Deus que opere em você a mesma harmonia e submissão que vemos na trindade, para que você seja um cooperador pacífico e frutífero na obra do Senhor. Para compreendermos como essa relação continuou durante o ministério terreno de Jesus e entrarmos no próximo subtópico, onde veremos como o Espírito capacitou. O espírito capacita o filho. Subtópico 2.2. Embora sendo Deus em seu ministério terreno, Jesus agia como homem cheio do espírito. Cada palavra proferida. João capítulo 3 versículo 34. Cada milagre realizado. Lucas capítulo 5 versículo 17. Cada demônio expulso. Lucas capítulo 11 versículo 20. E cada perdão
ministrado, Lucas, capítulo 5, versículo 24, eram o resultado de uma vida conduzida pelo Espírito Santo. Mateus, capítulo 12, versículo 28. Como lemos em Lucas, Jesus perdoava pecados. Ensine que, embora fosse Deus, ele agia na terra como um homem totalmente cheio do Espírito Santo, em cada palavra, milagre e perdão. Pense num canal perfeito. Jesus era esse canal. falava as palavras de Deus. João 3 versículo 34 curava. Lucas 5 versículo 17 e expulsava demônios. Lucas 11 versículo 20 pelo poder do espírito. Mateus 12 versículo 28. Sem agir por si só. Pergunte: "Suas ações diárias refletem a condução
do espírito? Queremos o poder de Deus, mas resistimos à sua direção. Imite a Cristo. Submeta suas palavras e atitudes ao controle total do Espírito Santo hoje, para vermos como essa ação salvadora era guiada pelo Espírito em profunda humildade e compaixão. Vamos avançar para o próximo slide. Sua ação salvadora era guiada e sustentada pelo Espírito. Lucas, capítulo 4, versículo 18. Ele não veio com ostentação, mas em humildade, movido por compaixão divina. Filipenses, capítulo 2, versículo 5 ao 7. Agora, acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 18. O Espírito Santo é sobre mim, pois que
me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração. Como lemos em Lucas, o Espírito ungiu Jesus para libertar. Ensine que sua ação não era independente, mas guiada e sustentada pelo Espírito, agindo sempre sem buscar qualquer ostentação. Pense num médico que deixa seu conforto para atender num vilarejo. É o que vemos em Filipenses 2, versículo 5 ao 7. Jesus esvaziou-se da glória, assumindo forma de servo, movido por compaixão, não por fama. Pergunte: o que motiva o seu serviço a Deus? Compaixão ou ostentação. Muitas vezes queremos os holofotes, esquecendo o exemplo de humildade
de Cristo. Sirva hoje movido por amor, guiado pelo Espírito, sem buscar aplausos. Para vermos como essa dependência resultou em capacitação com sabedoria, poder e direção, vamos avançar para o próximo slide. O espírito lhe capacitava com sabedoria, inteligência, poder e direção. Isaías, capítulo 11, versículo 2. Esse padrão mostra que até mesmo o verbo encarnado escolheu depender do espírito de Deus. Mateus, capítulo 4, versículo 1. Ensine que Jesus não operava no automático. Ele dependia ativamente do Espírito Santo para ter sabedoria e direção em cada passo, provando que a encarnação exigiu submissão total. Pense num viajante que confia
no seu guia. Em Isaías 11, versículo 2, vemos o Espírito repousando sobre ele com sabedoria e poder. E em Mateus 4, versículo 1, ele é guiado pelo Espírito ao deserto. Pergunte: você decide sozinho ou busca a direção do Espírito? Se o Deus encarnado precisou dessa capacitação, nós não sobreviveremos sem ela. Renuncie à autossuficiência. Dependa do Espírito hoje para entendermos como essa dependência de Cristo se torna o modelo perfeito para a nossa própria vida. E serviço cristão. Vamos avançar para o próximo slide. É também um modelo para todo o verdadeiro cristão. Toda obra espiritual deve ser
realizada no poder e na direção do espírito. Atos capítulo 1, versículo 8. Acompanhe comigo no versículo 8. diz assim: "Mas recebereis a virtude do Espírito Santo que há de vir sobre vós, e sermeieis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra". Como lemos em Atos, o poder vem do Espírito Santo. Ensine que Jesus é o nosso modelo. Assim como ele dependeu do Espírito, nossa obra espiritual deve ser feita sob essa mesma direção e poder. Pense num carro. Sem motor e combustível, ele não anda. Nós somos o
veículo, mas o Espírito Santo é a força motriz. Sem ele, nenhuma obra espiritual verdadeira pode ser realizada com impacto eterno. Pergunte: você faz a obra na sua força ou na do espírito? Muitos cristãos vivem exaustos por tentarem realizar obras espirituais usando apenas esforço e intelecto humanos. Busque o revestimento de poder diário. Para aprofundarmos esse tema e entrarmos no próximo subtópico, onde veremos como essa dependência marcou momentos cruciais do ministério de Jesus, vamos avançar para o próximo slide. O filho e o poder do espírito. Subtópico 2.3. Como observado, o ministério de Jesus foi marcado pela dependência
do Espírito. Isso não nega sua divindade, mas exalta sua humildade na encarnação. Seu batismo foi confirmado pelo Espírito e pela voz do Pai como manifestação da trindade. Lucas, capítulo 3, versículo 22. Ensine que a dependência de Jesus não anula sua divindade, mas prova sua humildade. Ele escolheu viver como homem. O batismo marcou o início desse ministério com a chancela de toda a trindade. Pense na posse de um rei, onde autoridades confirmam seu reinado. Em Lucas 3, versículo 22, vemos a posse de Jesus. O espírito desce como pomba e o pai fala do céu, validando publicamente
o seu ministério. Pergunte: você busca a aprovação de Deus ou dos homens? Jesus não iniciou seu ministério buscando aplausos, mas com a chancela do Pai e do Espírito. Não dê nenhum passo sem ter a confirmação do Espírito Santo. Para vermos como essa mesma dependência do Espírito sustentou logo em seguida para vencer a tentação no deserto. Vamos avançar para o próximo slide. No deserto, pelo espírito, venceu a tentação como o novo Adão. Mateus, capítulo 4 versículo 1 e Primeiro Coríntios, capítulo 15 versículo 45. A unção do espírito sustentou o seu ministério. Mateus, capítulo 12 versículo 18
ao 21. Acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 1. Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto para ser tentado pelo diabo. Como lemos em Mateus, Jesus foi levado pelo Espírito. Ensine que, ao contrário do primeiro Adão que caiu no Éden, Cristo venceu a tentação no deserto pelo poder e direção do Espírito Santo. Pense num resgate. Em Primeiro Coríntios 15, versículo 45, Jesus é o último Adão que conserta a falha do primeiro. Em Mateus 12, versículo 18 ao 21, vemos que a unção do Espírito sustentou para não falhar e garantir nossa vitória. Pergunte:
Como você enfrenta as suas tentações diárias? Tentamos vencer o pecado com força de vontade, mas até Jesus dependeu do Espírito. Pare de lutar sozinho. Clame pelo Espírito Santo na hora da tentação. Para vermos como essa mesma unção do Espírito operou milagres que revelaram o reino de Deus. Vamos avançar para o próximo slide. Seus milagres operados em comunhão com o Espírito revelaram o reino de Deus. Mateus, capítulo 12, versículo 28. Em sua humanidade, submeteu-se ao Pai e agiu no poder do Espírito. João capítulo 6, versículo 38. Ensine que os milagres de Jesus revelavam a chegada do
reino de Deus. Ele não agia de forma independente, mas em perfeita comunhão com o Espírito e total submissão à vontade do Pai. Pense num embaixador. Em Mateus 12, versículo 28, Jesus expulsa demônios pelo espírito, provando que o reino chegou. Em João 6, versículo 38, ele afirma que desceu do céu não para fazer sua vontade, mas a do Pai. Pergunte: "Suas obras revelam o reino de Deus ou o seu próprio? Queremos fazer grandes coisas, mas sem submissão a Deus. Submeta seus projetos. Que suas ações no espírito apontem para Cristo, não para você. Para vermos como essa
cooperação com o Espírito e obediência ao Pai culminaram na sua entrega na cruz e ressurreição. Vamos avançar para o próximo slide. A entrega na cruz e a vitória sobre a morte foram realizadas em cooperação com o espírito. Romanos capítulo 8 versículo 11 e Hebreus capítulo 9 versículo 14. Assim, mesmo sendo Deus, viveu em plena obediência ao Pai e capacitado pelo Espírito. Agora, acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 11: "E se o espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos
corpos mortais pelo seu espírito que em vós habita." Como lemos em Romanos, o Espírito ressuscitou Jesus. Ensine que a entrega na cruz e a vitória sobre a morte tiveram total cooperação divina. Cristo obedeceu ao Pai e foi capacitado pelo Espírito. Pense num resgate onde a equipe atua junta. Em Hebreus 9, versículo 14, vemos essa união. Cristo se ofereceu a Deus pelo Espírito eterno. A cruz não foi um ato isolado do filho, mas uma obra trinitária. Pergunte: você tem cooperado com Deus ou resistido? Jesus, sendo Deus, obedeceu até a morte, capacitado pelo Espírito. Nós muitas vezes
fugimos da nossa cruz. Renda-se. Suporte as provações diárias no poder do Espírito Santo. Para aprofundarmos como essa cooperação divina atua e entrarmos no terceiro tópico, onde veremos a trindade na missão redentora e o envio do filho e do espírito, vamos avançar para o próximo slide. A trindade e a missão redentora. Tópico três. O Pai envia o Filho e o Espírito. Subtópico 3.1. A salvação é iniciativa do Pai. Ele é a fonte de todo propósito redentor. João capítulo 3, versículo 16. O Pai envia o Filho ao mundo, não apenas como mensageiro, mas como oferta viva. Gálatas,
capítulo 4, versículo 4 e 5. Ensine que a salvação não foi uma ideia de última hora, mas a iniciativa soberana do Pai. Ele é a fonte do propósito redentor, enviando o Filho não só com uma mensagem, mas como a própria oferta. Pense num rei que envia seu filho para pagar a fiança de rebeldes. Em João 3, versículo 16 vemos a fonte do plano, o amor do Pai. Em Gálatas, capítulo 4, versículo 4 e 5, ele envia o Filho no tempo exato para nos resgatar da lei. Pergunte: Você tem agradecido ao Pai por ter planejado a
sua salvação? Muitas vezes focamos apenas no sacrifício do Filho e esquecemos que o Pai o entregou por amor a nós. Adore ao Pai hoje por essa maravilhosa iniciativa. Para entendermos como o Filho executou esse plano perfeito, assumindo a carne para tomar sobre si a nossa condenação, vamos avançar para o próximo slide. O filho, o verbo eterno, assume a carne para cumprir perfeitamente a lei e tomar sobre si a condenação do pecado. Segundo Coríntios, capítulo 5, versículo 21. Acompanhe comigo no versículo 21. Diz assim: Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós, para que
nele fôssemos feitos justiça de Deus. Como lemos em segunda Coríntios, Deus o fez pecado por nós. Ensine que o Filho assumiu a nossa natureza para fazer o impossível, cumprir a lei perfeitamente e receber a nossa condenação. Pense num juiz que tira a sua toga para cumprir a pena no lugar do réu. Jesus, o Verbo eterno, fez exatamente essa troca. O inocente assumiu a culpa para que fôssemos declarados justos. Pergunte: Você tem consciência do peso da condenação que foi tirada de você? Reclamamos de pequenas injustiças diárias, mas esquecemos da maior delas, o inocente morrendo no lugar
dos culpados. Viva com gratidão para entendermos como o Espírito Santo atuou de forma ativa em todo esse processo. Desde a concepção até a aplicação da redenção, vamos avançar para o próximo slide. O espírito, por sua vez, não é agente passivo, mas ativo desde o princípio. Ele concebe o filho no ventre de Maria. Lucas, capítulo 1, versículo 35. Acompanha-o em cada passo do seu ministério. Atos capítulo 10, versículo 38. E aplica os méritos da redenção nos corações dos crentes. Primeiro Coríntios, capítulo 2, versículo 10. Ensine que o Espírito Santo não foi um mero espectador na salvação.
Ele atuou ativamente desde a concepção de Jesus, sustentou seu ministério e hoje é quem aplica a salvação em nossos corações. Pense numa construção. O espírito é o construtor ativo. Em Lucas 1, versículo 35, lança o alicerce, concepção. Em Atos 10, versículo 38, ergue a obra Ministério e em Primeiro Coríntios 2, versículo 10, aplica a obra em nós, habitando-nos. Pergunte: você reconhece a ação do Espírito na sua salvação? Sem o Espírito, a obra da cruz seria apenas um fato histórico. É ele quem torna a salvação uma realidade viva em nós. Agradeça ao Espírito Santo por habitar
e atuar em você. Para vermos como essa cooperação perfeita resume a atuação de toda a trindade no plano da salvação. Encerrando este subtópico, vamos avançar para o próximo slide. Essa cooperação revela a atuação da trindade no plano da salvação. O pai decreta, o Filho executa e o espírito aplica. Primeiro Pedro, capítulo 1, versículo 2. A redenção é, portanto, uma expressão do amor trinitário em missão. Primeiro João, capítulo 4, versículo 9. Agora acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 2. Eleitos segundo a preciência de Deus Pai em santificação do Espírito para a obediência e
aspersão do sangue de Jesus Cristo, graça e paz vos sejam multiplicadas. Como lemos em primeiro Pedro, a salvação envolve toda a trindade. Ensine que o Pai decreta o plano, o Filho o executa na cruz e o Espírito Santo o aplica em nós. É o amor trinitário em missão perfeita. Pense na construção de um hospital. O arquiteto projeta: Pai, o engenheiro constrói filho e o médico atende, espírito. Em Primeiro João 4, versículo 9, vemos o motivo dessa missão conjunta, o imenso amor de Deus. Pergunte: você compreende que três pessoas divinas trabalharam para te salvar? Achamos que
nossa salvação tem pouco valor, mas ela exigiu a ação conjunta de toda a trindade. Valorize sua salvação e viva em santidade. Para entendermos como o Espírito atua nessa missão e entrarmos no próximo subtópico, onde veremos que ele revela e exalta o filho, vamos avançar para o próximo slide. O Espírito revela e exalta o filho. Subtópico 3.2. João explica que a missão do Espírito não é atrair atenção para si, mas revelar e exaltar o filho. Jesus Cristo afirmou: "Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e volo há de anunciar". João, capítulo 16
versículo 14. Ensine que a missão do Espírito Santo não é atrair os holofotes para si mesmo, mas revelar e exaltar a pessoa de Jesus. A verdadeira obra do Espírito sempre aponta para o filho. Pense num holofote no teatro. Você não olha para a luz, mas para o ator iluminado. Em João 16, versículo 14, Jesus diz que o Espírito glorificará. O espírito é a luz divina que ilumina Cristo para nós. Pergunte: as suas experiências espirituais exaltam a Cristo ou a você mesmo? Muitos buscam os dons do Espírito para autopromoção, esquecendo o seu real propósito. Avalie suas
motivações. Que Cristo cresça em você. Para entendermos melhor como o Espírito dá testemunho do filho e revela o mistério do Cristo crucificado e ressuscitado, vamos avançar para o próximo slide. Esclarece-se que o Espírito não busca glória própria, mas dá testemunho do filho. João capítulo 15 versículo 26. A direção do Espírito está, portanto, ligada principalmente à revelação do mistério da salvação do Cristo crucificado e ressuscitado, que um dia voltará para buscar sua igreja. Primeiro Coríntios, capítulo 2, versículo 10. Agora acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 26. Mas quando vier o consolador, que eu
da parte do Pai vos hei de enviar, aquele espírito de verdade que procede do Pai, ele testificará de mim. Como lemos em João, o Espírito dá testemunho de Cristo. Ensine que ele não busca a glória própria. Sua direção está ligada a revelar o mistério da salvação e o Cristo crucificado e ressuscitado. Pense num guia que aponta a lanterna para a obra prima, não para si. Em Primeiro Coríntios 2, versículo 10, vemos que o Espírito esquadrinha as profundezas de Deus para nos revelar a beleza do Cristo crucificado. Pergunte: onde está o foco da sua vida espiritual?
Muitos buscam o Espírito apenas para ter experiências místicas, esquecendo que o seu alvo é revelar Jesus. Busque o espírito para conhecer mais a Cristo, para entendermos como essa verdade nos ajuda a discernir se uma manifestação espiritual é genuína ou não. Vamos avançar para o próximo slide. Assim, toda a obra genuína do Espírito é profundamente cristocêntrica. Portanto, como igreja, devemos discernir as manifestações espirituais à luz da Bíblia. Primeiro João, capítulo 4, versículo 1 e 2. Tudo o que não aponta para Cristo não procede do espírito. Cristo é o centro da obra do espírito. João, capítulo 16,
versículo 13. Ensine que a verdadeira obra do Espírito é cristocêntrica. Precisamos usar a Bíblia para discernir as manifestações. Se não aponta para Jesus, não vem do Espírito Santo, pois ele é o centro. Pense numa caneta que detecta notas falsas. A Bíblia é esse teste. Em primeiro João 4, versículo 1 e 2, somos chamados a provar os espíritos. Em João 16, versículo 13, vemos que o espírito da verdade sempre guia a Cristo. Pergunte: você tem discernimento bíblico para avaliar o que vê nos cultos? Aceitamos qualquer manifestação sem julgar se ela exalta a Cristo ou ao homem.
Seja criterioso. Rejeite tudo aquilo que não glorifica a Jesus. Para entendermos que todo esse plano perfeito da trindade exige uma resposta humana de fé e submissão. Entraremos no próximo subtópico. A fé e a submissão do crente. Subtópico 3.3. O plano da redenção, embora concebido e executado pela trindade, requer uma resposta humana. Efésios, capítulo 2, versículo 8. Não somos agentes da redenção, mas somos seus recipientes e participantes. Segundo Coríntios, capítulo 5, versículo 18. Ensine que a trindade fez toda a obra, mas exige nossa resposta. Em Efésios, capítulo 2, versículo 8, vemos que a salvação é pela
graça, mediante a fé. Não salvamos a nós mesmos. Somos apenas recipientes dessa graça. Pense num presente valioso. O doador pagou o preço, mas você precisa estender a mão para recebê-lo. Em segundo Coríntios, capítulo 5, versículo 18, vemos que recebemos a reconciliação e agora participamos desse ministério. Pergunte: qual tem sido a sua resposta à obra da trindade? Muitos querem os benefícios da salvação, mas recusam-se a responder com fé e entrega: "Arace a graça, seja um participante ativo da reconciliação". Para vermos um exemplo prático e perfeito dessa resposta humana de fé e submissão na vida de Maria.
Vamos avançar para o próximo slide. Maria, ao ouvir a mensagem do anjo sobre a concepção milagrosa, mesmo sem entender plenamente, submeteu-se com fé. Lucas, capítulo 1, versículo 38. Acompanhe comigo no versículo 38. Diz assim: "Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor, cumpra-se em mim segundo a tua palavra." E o anjo ausentou-se dela. Como lemos em Lucas, Maria respondeu com total submissão: Ensine que diante do plano da Trindade, ela não exigiu entender todos os detalhes, mas submeteu-se com fé à vontade soberana de Deus. Pense em um paciente diante de um cirurgião renomado. Ele não
precisa entender toda a complexidade da cirurgia. Basta confiar no médico. Maria fez o mesmo. Confiou no caráter de quem prometeu. Pergunte: você exige entender tudo antes de obedecer a Deus? Muitas vezes paralisamos nossa vida espiritual porque queremos explicações lógicas para os planos divinos. Imite Maria. Diga: "Eis-me aqui". E obedeça com fé para vermos como essa resposta de Maria se torna o exemplo profundo da postura. que todo crente deve assumir diante da obra trinitária. Vamos avançar para o próximo slide. Sua resposta é um exemplo profundo da postura que todo crente deve assumir diante da obra trinitária,
isto é, confiar com humildade e entrega total. Salmos, capítulo 37, versículo 5. Ensine que a resposta de Maria não foi um ato isolado, mas o padrão para todo crente. Diante da grandiosidade da obra da trindade, nossa única postura aceitável é a confiança e a entrega total. Pense num salto de para-quedas. Você não controla o vento, só confia no equipamento. Em Salmos 37, versículo 5, vemos essa atitude, entregar o caminho ao Senhor e confiar plenamente que ele fará o impossível. Pergunte: Você tem entregado totalmente o controle da sua vida a Deus? Dizemos confiar em Deus, mas
vivemos ansiosos tentando controlar o nosso futuro e os planos divinos. Solte o controle. Descanse na soberania de Deus. Para encerrarmos este tópico e vermos o resumo prático da resposta que Deus espera de nós, fé, arrependimento e obediência, vamos avançar para o próximo slide. Assim como o Filho se submeteu ao pai e foi ungido pelo espírito, também o crente é chamado a se colocar nas mãos de Deus, crendo que ele é poderoso para fazer o impossível. Lucas, capítulo 1, versículo 37. A resposta que ele espera de nós é fé. Hebreus capítulo 11 versículo 6. Arrependimento. Atos
capítulo 17 versículo 30 e obediência. Tiago, capítulo 1, versículo 22. Agora acompanhe comigo na referência em destaque. Diz assim, versículo 6. Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam. Como lemos em Hebreus, sem fé é impossível agradar a Deus. Ensine que nossa resposta à obra da trindade exige submissão total, crendo que ele faz o impossível. Pense num paciente. Ele crê no médico. Lucas 1, versículo 37. Muda seus maus hábitos. Atos 17, versículo 30. E segue a
receita. Tiago 1, versículo 22. Assim é nossa resposta a Deus. Fé, arrependimento e obediência prática. Pergunte: qual tem sido a sua resposta prática à salvação? Muitos dizem ter fé, mas resistem ao arrependimento e falham na obediência diária. Renda-se totalmente. Responda com fé. Abandone o pecado e obedeça hoje. Aqui concluímos mais uma lição. Agora vamos para a conclusão. Pense num paciente. Ele crê no médico. Lucas 1, versículo 37. Muda seus maus hábitos. Atos 17 versículo 30. E segue a receita. Tiago 1, versículo 22. Assim é nossa resposta a Deus. Fé, arrependimento e obediência prática. Não esqueça
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