O áudio livros poderosos apresenta o Jean Jacques Rousseau o contrato social livro três siga o áudio livros poderosos no Instagram e no Facebook acesse o nosso site e a sua leitura já vai começar [Música] E aí [Música] o livro 3 e antes de falar das diversas formas de Governo e trataremos de fixar o sentido exato desta palavra não perfeitamente explicado ainda e do governo em geral o advirto o leitor de que este Capítulo deve ser lido pausadamente e desconheço a arte de ser claro para quem não deseja ser Atento e toda ação livre tem duas
causas que concorrem para produzir ela uma moral a saber a vontade o que determina o ato Outra física Isto é o poder que é executada quando o caminho na direção de um objeto e vai se primeiramente é necessário que eu lá queira ir em segundo lugar que meus pés me levem o que um paralítico desejo correr e um homem ágil não queira dar na mesma ambos permaneceram no mesmo lugar e o corpo político possui Nobilis idênticos distinguem-se igualmente aí a força EA vontade esta sobre o nome de Poder Legislativo a outra sobre o nome de
Poder Executivo e sem o concurso de ambas nada se faz ou se deve fazer nós vemos que o poder legislativo pertence ao povo e só ele pode pertencer o e ao contrário é fácil ver pelos princípios anteriormente expostos que o poder executivo não pode pertencer a um maior número como legislador ou soberano pelo fato de este poder só consistir em Atos particulares que não são de modo Algum da jurisdição da Lei e Por conseguinte do soberano cujos atos não podem ser senão leite não necessita pois a Força Pública de uma a gente próprio que a
reúna e apanha em funcionamento segundo os rumos da vontade geral que sirva comunicação do estado e do soberano e fácil de alguma forma na pessoa pública o que a união da alma e do corpo faz do homem eis Em que consiste no estado a razão do governo enganosamente confundida com o soberano Da qual não é senão ministra a quem a Portanto o governo é um corpo intermediário estabelecido entre os vassalos e o soberano para possibilitar a recíproca correspondência encarregado da execução das leis e da manutenção da Liberdade tanto civil como política e os membros desse
corpo chamam-se magistrados ou Reis governadores Oi e o corpo em seu conjunto recebe o nome de príncipe nota em Veneza dá-se ao Colégio o nome diz sereníssimo príncipe mesmo quando o dogi aí ele não assisti fim da nota e assim sendo tem muita razão os que pretendem que o ato pelo qual o povo se submete a chefes não constitui um contrato e tal coisa não passa de uma comissão ou de um emprego através do qual simples oficiais do soberano exerce em seu nome o poder de que são depositários e que ele soberano pode limitar modificar
e Retomar quando bem lhe aprouver é porque a alienação de um tal direito é incompatível com a natureza do corpo social e contrária ao fim da associação chama o pois governo ou Suprema administração ao exercício legítimo do Poder Executivo e príncipe ou magistrado ao homem ou ao corpo incumbido dessa administração e é no governo que se encontram as forças intermediários cujas relações compõem a do todo ao todo ou a do Soberano ao todo pode-se representar essa última relação pela dos extremos de uma proporção continua cuja média proporcional é o governo do soberano recebe o governo
as ordens a serem dadas ao povo e para que o estado se mantém em perfeito equilíbrio se faz Mister tudo compensado haja igualdade entre o produto ou poder governamental tomado em si mesmo e o produto ou poder dos cidadãos que de um lado são soberanos e vassalos de outro além disso E não seria possível alterar nenhum dos três termos sem imediatamente romper a proporção E se o soberano quiser a governar ou se o magistrado quiser legis lá ou se os vassalos recusaram a obedecer e a desordem suceder a regra a força EA vontade não mais
agiram de acordo e o estado uma vez desunido tombara no despotismo ou na anarquia e enfim como não há senão uma média proporcional entre cada relação não há Também senão um bom governo possível no estado e entretanto como acontecimentos mil podem vir a mudar as relações de um povo não apenas diferentes governos são passíveis de serem bons para diversos povos como também para o mesmo povo em diferentes épocas tá afim de dar uma ideia das diversas relações capazes de imperar Entre esses dois extremos tomarei para exemplo a quantidade do povo como uma relação mais Fácil
de exprimir suponhamos feijão o estado composto de 10 mil cidadãos e o soberano não deve ser considerado senão coletivamente e em corpo cada partícula o Porém na qualidade de vassalo é considerado como indivíduo e assim o soberano está para o vassalo na proporção de 10 mil para um Isto é cada membro do Estado possui a décima milésima parte da autoridade Soberana Embora esteja todo inteiro a ela Submetido ou seja o povo constituído de 100 mil homens e o estado dos vassalos não muda e cada qual suporta igualmente todo o império das leis e ao passo
que o seu sufrágio reduzido a um centésimo milésimo e é dez vezes menos influente na sua relação Então como vassalo permanece sempre um aumenta a relação do soberano em razão do número dos cidadãos de onde Se segue que quanto mais o estado cresce mas diminui a liberdade e quando eu digo que a relação aumenta entendo que se afasta da igualdade de maneira que quanto maior é a relação no conceito dos geômetras menos relação existe no conceito comum e No primeiro caso a relação considerada a consoante a quantidade é medida pelo expoente e no segundo considerada
conforme a identidade é avaliada pela similitude A hora quanto menos as vontades particulares se relacionam com a vontade geral isto é os costumes as leis tanto mais deve aumentar a força repressiva portanto para ser bom deve o governo se relativamente mais forte à medida que o povo seja mais numeroso e por outro lado dando o engrandecimento do Estado aos depositários da autoridade pública maior número de tentações e meios de abusar de seu poder de mais força necessita o governo para conter o Povo e mais força requer o soberano para conter o governo Eu não falo
aqui de uma força absoluta mas da força relativa das diversas partes do Estado e segue-se dessa dupla relação que a proporção continuar entre o soberano O Príncipe e o povo não constituem absoluto uma ideia arbitrária mas uma consequência lógica da natureza do corpo político e segue-se ainda aqui estando um dos Extremos Isto é o povo na qualidade de bassalo fixo e representado pela Unidade todas as vezes que a razão duplicada aumenta ou diminui a razão simples do mesmo modo aumenta ou diminui e Por conseguinte o meio termo é mudado o que demonstra não haver apenas
uma constituição de um governo único e absoluto mas tanto os governos de distinta natureza quanto os estados de diferentes grandezas e se ridicularizando esse sistema se Dissesse que para achar a média proporcional e formar o corpo do governo é preciso Como entendo extrair a raiz quadrada do número do Povo e eu responderia que não tomo aqui o número a não ser por um exemplo que as relações de que falam não se medem apenas pelo número de homens assim geral pela quantidade de ação que se combina por infinidades de causas E de resto se para me
expressar em Menos palavras tomo de empréstimo alguns Termos de geometria nem por isso ignoro que a precisão geométrica não tem lugar nas quantidades Moraes e o governo em pequena escala O que o corpo político que o encerra em grande escala e constitui uma pessoa moral dotada de ter terminado as faculdades ativa como um soberano passiva Como o estado suscetível de ser decomposta em outras relações semelhantes de onde nasce Por conseguinte uma nova proporção e ainda Outra nessa tá aqui segundo a ordem dos tribunais até que se chegue a um meio-termo indivisível Isto é a um
único chefe ou magistrado Supremo que podemos representar em meio dessa progressão como a unidade entre as séries das frações EA dos números e sem nos embaraçar mas nessa multiplicação de termos contentemo-nos de considerar o governo como o novo corpo no estado distinto do povo e do soberano e intermediário entre um e Outro e entre esses dois corpos ocorre essa diferença essencial e aqui o estado existe por si mesmo ao passo que o governo Só existe devido ao soberano E assim a vontade dominante do Príncipe só é ou só deve ser a vontade geral da lei
Sua Força É a força de todos concentrada em si bom então logo pretendo a ele extrair de si mesmo algum lado absoluto Independente a ligação do todo começa a afrouxar É sim sim acontecesse a ter o príncipe uma vontade particular mas ativa aqui do soberano para exigir obediência a essa vontade particular fizesse uso da Força Pública que tem em mãos de sorte aqui houvesse por assim dizer dois soberanos onde direito e outro de fato a União Social x vai seria no próprio instante e o corpo político seria dissolvido E todavia para que o copo do
governo tem uma existência uma vida real que é distingua do corpo do Estado a fim de que todos os seus membros possam agir de acordo e responderá o objetivo para o qual foi instituído e ele necessário um eu particular uma sensibilidade comum a seus membros uma força uma vontade própria tendentes a sua conservação tal existencial particular suponha assembleias conselhos um poder de deliberar de resolver Direitos títulos privilégios exclusivos do príncipe que tornam a condição do magistrado mais honorável a proporção que mais penosa e as dificuldades estão na maneira de ordenar no todo nesse todo subalterno
de forma nada alterar na Constituição geral em afirmando a sua que distinga sempre sua força particular destinada a própria Conservação da força coletiva destinado à conservação do estado e que numa palavra se mostre sempre prestes a Sacrificar o governo ao povo e não o povo ao governo E de resto apesar de um corpo artificial do governo ser obra de um outro corpo artificial e de algum modo ter apenas uma vida emprestada e subordinada isso não impede eu posso ele agir com mais ou menos vigorou celeridade a desfrutar por assim dizer de uma saúde mais ou
menos robusta Enfim sem se afastar diretamente do objetivo de sua Instituição dele se manter mais ou menos distante segundo a maneira porque está constituído o Edi todas essas diferenças que nascem a diversas relações do governo com o corpo do Estado conforme as relações o acidentais e particulares pelas quais este mesmo estado venha a modificar as you é porque o melhor governo em si se tornará frequentemente o mais vicioso se as relações Se tiverem alterado de Acordo com os defeitos do corpo político a que pertence E aí E aí E aí 12 do princípio que constitui
as diversas formas de governo tô afim de expor a Causa Geral dessas diferenças hoje distinguir aqui o Príncipe e o governo Como distinguir anteriormente o estado e o soberano e o corpo do magistrado pode ser Composto de um maior ou menor número de membros de sermos já que a relação do soberano com os vassalos era tanto maior quanto mais numeroso fosse o povo Ah e por Evidente analogia o mesmo podemos dizer do governo em relação aos magistrados a hora desde que a força total do governo continue a ser do Estado em absoluto não varia é
de onde se segue que quanto mais vi ele usa essa força sobre seus próprios Membros menos força ali resta para agir sobre todo o povo e portanto os magistrados são tão mais numerosos quanto mais bebe o se mostra o governo bom e como esta máxima é fundamental eu apliquei nos é o melhor esclarecê-la não é possível distinguir na pessoa do magistrado três vontades essencialmente diferentes Bom dia início à vontade própria do indivíduo O que só prende em favor de seu interesse particular e em segundo lugar à vontade comum dos magistrados que apenas se relacionam ao
que é o príncipe interessa ou a vontade do corpo como pode ser chamada e a qual a geral em relação ao governo e particular relativamente ao estado de que o governo faz parte e em terceiro lugar a vontade do povo ou a vontade Soberana que é geral não só em relação ao estado considerado como um Todo como também em relação ao governo considerado como parte desse tudo e numa legislação perfeita à vontade particular ou individual deve ser nula é a vontade do corpo próprio ao governo é bastante subordinada Ah e Por conseguinte a vontade de
gerar o ovo Soberana sem predominante é a regra única de todas as outras e contrariamente de acordo com a ordem natural essas diversas vontades se tornam mais ativas a medida que se Concentram E assim a vontade geral revela-se sempre mais débil a vontade do corpo a segunda em categoria Oi e a vontade de particular A primeira é de todas de sorte que no governo cada membro e antes de mais nada ele mesmo e depois magistrado em seguida cidadão graduação diretamente oposta à exigida pela ordem social o rosto isso põe a seu governo por inteiro das
mãos de um só homem e eles Completamente Reunidas à vontade particular EA vontade do corpo e Reunidas em consequência no mais alto grau de intensidade que possa existir hora como é do grau da Vontade que depende o uso da força e como a força absoluta do governo em nada varia infere-se que o mais ativa dos governos é o exercido por uma só pessoa em sentido contrário o nome do governo a autoridade Legislativa façamos o príncipe soberano e de todos os cidadãos Outros tantos magistrados bom então a vontade do corpo confundida com a vontade geral não
será mais ativa que essa e deixar à vontade o particular toda a sua força o governo desse modo sempre de posse da mesma possa absoluta se encontrará em seu mínimo de força relativa ou de atividade eu sou incontestáveis essas relações e outras considerações servem ainda para as confirmar e vê se por exemplo que cada um dos Magistrados é mais ativo em seu corpo que cada cidadão no seu bom e que Por conseguinte a vontade particular tem muito mais influência nos atos do governo que nos do soberano é isso pelo fato de que cada um dos
magistrados está quase sempre incumbido de alguma função governamental enquanto que cada cidadão tomado a parte não possui nenhuma função de soberania E de resto quanto mais o estado se estende mas sua força real aumenta Embora não aumente por motivo de sua extensão ao passo que permanecendo o estado estacionário por mais que se multipliquem os magistrados não adquire o governo maior força real pode criar essa força é a força do Estado cuja medida é sempre igual e assim sendo diminui a força relativa ou a atividade do governo sem que sua força absoluta ou real posso aumentar
e eu ainda certo o que eu expedição dos negócios se torna mais lenta E à medida que maior número de pessoas é disso encarregada o que Fazendo sem maiores concessões a prudência não se consegue o bastante a fortuna e se permite que fuja a oportunidade e aqui a força de deliberar perde-se por vezes o fruto da deliberação eu venho de provar que o governo enfraquece a medida que os magistrados se multiplicam o e demonstrei mais acima que quanto Mais o povo é numeroso mas a força repressiva deve aumentar o infere-se daí que a relação entre
os magistrados e o governo deve ser um universo das relações entre os vassalos e o soberano E isto é e quanto mais se amplia o estado tanto mais deve o governo restringir-se da mesma maneira que o número de chefes diminui em razão do aumento numérico do Povo E ademais não fala que isso não dá força relativa do governo e não de sua retitude porque ao contrário quanto mais numerosos são os magistrados mais à vontade do corpo se aproxima da vontade geral e enquanto que sob o magistrado o único essa mesmo a vontade do corpo como
eu disse não é senão uma vontade particular e perde-se assim por um lado o que se vem a ganhar por outro o iate do legislador consiste em saber Fixar o ponto em que a força EA vontade do governo sempre em proporção recíproca se combinem na relação que ofereça mais vantagens ao estado e E aí E aí E aí e três divisão dos governos como vimos no capítulo precedente é porque se distinguem as diversas espécies ou formas de governo pelo número dos membros que os compõem E esta ver agora Em que momento se opera essa divisão
e o soberano pode de início confiaram o depósito do governo ao povo em conjunto ou a maioria do povo de modo a haver maior número de cidadãos magistrados que simples cidadãos particulares e dá-se a essa forma de governo o nome de democracia eu vou pode então restringir o governo entre as mãos de um pequeno número de sorte haver maior número de cidadãos Particulares que de magistrados e essa forma de governo recebe o nome de aristocracia e finalmente pode o soberano concentrar todo o governo em mãos de um magistrado o único do qual todos os demais
recebem o poder e essa terceira forma é a mais comum de todas e chama-se monarquia ou o governo real eu devo assinalar que todas essas formas é o menos as duas primeiras são Susceptíveis de maior ou menor e mesmo de grande latitude you é porque a democracia pode abarcar todo o povo oi ou então restringir-se até a metade a aristocracia por sua vez pode restringir-se da metade do Povo até indeterminadamente é o menor número e a própria monarquia é suscetível de alguma partilha em Esparta de acordo com a sua constituição sempre teve dois Reis O
que houve no Império Romano até 8 imperadores simultaneamente sem que por isso se pudesse dizer que o império estava dividido e assim sendo existe um ponto em que cada forma de governo se confunde com a seguinte e vê-se que apenas sob três formas de domínio já se mostra o governo capaz de adquirir tantos aspectos diversos quanto os cidadãos possui o estado é a mais podendo o mesmo governo Subdivide-se por diversos motivos em várias partes ou administrada de certa maneira outra de outra maneira pode resultar dessas três formas combinadas uma infinidade de formas mistas cada uma
das quais suscetível de ser multiplicável por todas as formas simples o discutiu-se em todos os tempos a melhor forma de governo e sem considerar que cada uma delas é a melhor em determinados casos e a pior em Outros e se nos diferentes estados o número de Supremos magistrados deve estar constituído em razão inversa do número dos cidadãos segue-se que em geral o governo democrático é o que mais convém aos pequenos estados o aristocrático é o que mais convém aos Estados médios e a monarquia é o que mais convém aos grandes estados strass se esta regra
imediatamente do princípio é mas como contar a infinidade de Circunstâncias capazes de fornecer as exceções e E aí E aí [Música] E aí E aí E aí E aí 14 da democracia [Música] e quem faz a lei Quem sabe melhor que ninguém como deve ser Ela executada e interpretada e Parece pois que não se poderia ter melhor constituição que essa em que o poder executivo está unido ao legislativo é mas é justamente isso que torna esse governo sob certos aspectos insuficiente uma vez que as coisas que deveriam ser diferenciadas não são e o Príncipe e
o soberano sendo a mesma pessoa não forma o próximo dizer senão um governo sem Governo e não é conveniente que quem redige as leis as execution e nem que o corpo do Povo desvia a atenção dos alvos Gerais para a concentrar nos objetos particulares é nada é mais perigoso que a influência dos interesses privados nos negócios públicos e o abuso das leis por parte do governo constitui um mal menor que a corrupção por parte do legislador continuação infalível dos alvos Particulares bom então alterado o Estado um sua substância toda a reforma se torna impossível é
um povo que jamais abusaria do governo também jamais abusaria da Independência um povo que sempre governasse bem não teria necessidade de ser governado e rigorosamente falando nunca existiu verdadeira democracia e nem jamais existirá a Contrariar a ordem natural o grande Número governar isso era um pequeno governado é impossível admitir esteja o povo incessantemente reunido para cuidar dos negócios públicos e é fácil de ver que não poderia ele estabelecer comissões para isso sem mudar a forma da administração eu creio com efeito poderá sentar em princípio que quando as funções governamentais são partilhados entre diversos tribunais os
menos numerosos adquirem cedo ou tarde a maior Autoridade se por outro motivo não fosse pela facilidade com que o esperam os negócios ali levados naturalmente e ademais que de coisas difíceis de reunir não supõe tal governo Primeiramente um estado bastante o pequeno em que seja fácil congregar o povo e onde a cada cidadão possa facilmente conhecer todos os outros em segundo lugar uma grande simplicidade de costumes que antecipe a multidão de negócios e as discussões espinhosas E em seguida bastante igualdade nas classes e nas riquezas sem o que a igualdade não poderia subsistir muito tempo
nos direitos e Na Autoridade e enfim pouco ou nenhum luxo porque ou luxo o efeito das riquezas ou as torna necessários já que corrompe ao mesmo tempo ricos e pobres bons pela posse outros pela cobiça vende a pátria lassidão e a vaidade E afasta do Estado todos os cidadãos submetendo-os uns aos outros e todos a opinião é isso porque Um célebre autor afirmou que a virtude é o princípio da República Pois todas essas condições não subsistiriam sem a virtude mas a falta de haver feito as distinções necessárias Só faltou por vezes a este Belo talento
precisão inclusive clareza pois não viu o que sendo autoridade Soberana em toda parte a mesma o mesmo princípio deve nortear qualquer estado bem constituído mais ou menos é certo de acordo com a forma de governo O acrescentemos que não há governo tão sujeito as guerras civis e as agitações intestinas como o democrático ou popular e depois que não há nenhum outro que tenda tão frequente e continuamente a mudar de forma nem que demande mais vigilância e coragem para se manter na sua e é sobretudo nessa Constituição de governo que o cidadão se deve armar de
força e Constância e dizer em cada dia de sua vida no fundo do coração o que Diziam Virtuoso palatino na dieta da Polônia prefiro a liberdade com perigos a uma escravidão tranquila e se houvesse um povo de deuses ele se governaria democraticamente tão perfeito o governo não convém aos homens e E aí E aí E aí 15 da aristocracia [Música] nós temos aqui duas pessoas Morais Distintas e a saber o governo e o soberano e Por conseguinte duas vontades Gerais é uma concernente a todos os cidadãos outra apenas aos membros da administração assim sendo embora
para o seu governo regulamentar sua polícia interior como bem lhe aprouver é só poderá falar ao povo em nome do soberano Isto É em nome do próprio povo Coisa que jamais se deve esquecer e as primeiras sociedades governaram se Aristocraticamente o chefe de família deliberavam entre si sobre os negócios públicos os jovens seguiam sem dificuldade perante a autoridade da experiência e daí os nomes de padres anciãos senado gerontes e os Selvagens da América setentrional ainda assim se governam em nossos dias e são muito bem governados mas a medida quer dizer igualdade de instituição sobrepujou a
desigualdade natural É a riqueza ou poder foi preferido a idade EA aristocracia passa a ser eletiva e finalmente o poder transmitido juntamente com os bens dos Pais aos filhos o enobrecendo as famílias se torna o governo hereditário E viram-se então senadores de apenas 20 anos e após três espécies de aristocracia natural eletiva e hereditária É a primeira natural Não convence não há povos simples a terceira a hereditária é o pior de todos os governos E aí eletiva a segunda é a melhor é a aristocracia propriamente dita é afora a vantagem da distinção dos dois poderes
possuia da escolha de seus membros É porque no governo Popular todos os cidadãos nascem magistrados mas este os limitam a um pequeno número o qual é escolhido através de eleição meio pelo Qual a probidade as luzes a experiência e todas as demais razões preferenciais e de estima pública constituem outras tantas novas garantias de que seremos sabiamente o governados E além disso as assembleias se fazem mais comodamente os negócios são melhores discutidos o expediente é executado com maior ordem e diligência o crédito do estado é melhor garantido no estrangeiro por veneráveis senadores que por uma multidão
desconhecida e Menosprezada e numa palavra a ordem mais justa e natural é a em que os mais sábios governa e a multidão quando estamos seguros de que a governaram em benefício dela e não em benefício próprio não é de nenhum modo necessário multiplicar em vão as alçadas nem fazer com 20 mil homens o que sem homens escolhidos fazem ainda melhor e deve-se porém assinalar que o interesse do corpo começa aqui a dirigir Com menos eficiência a força do público no que tange à vontade geral o que outro declive inevitável subtrai as leis uma parte do
Poder Executivo e a respeito das conveniências particulares não convém nenhum estado tão pequeno nem um povo tão simples e Reto que a execução das leis result imediatamente da vontade de pública como numa boa democracia também não convém uma tão grande nação em que os chefes o espaços para a governar possam decidir à Revelia do soberano em seus respectivos departamentos e começará por se tornarem independentes e virem a ser em seguida os senhores e contudo se exige a aristocracia - virtudes que o governo Popular requerem troca outras que lhe são próprias tais como a moderação Por
parte dos ricos e o contentamento Por parte dos Pobres porque parece uma rigorosa igualdade eu estarei aí deslocada nem mesmo Esparta a observou E de resto se esta forma de governo composta acerta desigualdade de riqueza isso acontece para que em geral a administração dos negócios públicos seja confiada aos que vem dela cuidar empregando todo o seu tempo e não como pretende Aristóteles por serem os ricos sempre os preferidos ao contrário é conveniente que uma escolha oposta ensine por vezes ao povo que a no mérito dos homens razões de preferência mais importantes que a riqueza é
E aí [Música] E aí E aí E aí E aí 16 da monarquia [Música] E aí e até aqui consideramos o príncipe como uma pessoa moral e coletiva unida pela força das leis e depositaria no estado Do Poder Executivo temos agora a considerar este poder se reunido em mãos de uma pessoa natural é de um homem real único investido do direito de dele dispor segundo as leis Esse é o que se chama um monarca ou um rei e ao contrário das outras administrações em que um ser coletivo representa um individo nesta aqui é um indivíduo
que representa um ser coletivo nesse modo a unidade moral que constituiu o príncipe É simultaneamente uma unidade física na qual todas as faculdades que a lei reuniu na outra com tantos esforços se acha em naturalmente Reunidas E assim a vontade do povo EA vontade do Príncipe EA Força Pública do Estado EA força particular do governo tudo enfim Responde ao mesmo Mobil em todas as molas da máquina estão na mesma mão tudo caminha para o mesmo objetivo e não há movimentos adversos que se Destruam mutuamente e não se pode imaginar nenhuma espécie de Constituição em que
um esforço menor produz uma ação mais considerável aqui médios é tranquilamente o sentado na praia e se vingando sem dificuldade um grande nave e representa a meu ver um lado e o monarca a dirigir de seu gabinete seus vastos estados e a fazer com que tudo se nova dando a impressão de que permanece imóvel mas se governo não há mais Rigoroso que este e também outro não lá tem que a voltar de particular seja mais respeitada e mais facilmente domine as outras tudo caminha para o mesmo objetivo a verdade mas esse objetivo não é o
da Felicidade pública EA própria força da administração gira sem cessar em prejuízo do Estado e os reis desejam ser absolutos É de longe eles bradamos que é melhor bandeira de úlcera consiste em se Fazerem amar por seus povos e essa máxima e muito bela e verdadeira em certo sentido e infelizmente sempre viram disso nas cortes o poder oriundo do amor dos povos é sem dúvida o maior mas precário e condicional e os príncipes jamais se contentaram com ele os melhores Reis desejam ser malvados quando lhes apetece sem cessar índice ser os senhores e por mais
que se esforce um orador Político em adverti-los de que a força do povo é a sua própria força e de que o seu maior interesse deve consistir em que o povo seja fluorescente numeroso de nível eles sabem perfeitamente Que tal coisa não é verdade é o seu interesse pessoal está antes de mais nada em que o povo seja débil miserável e jamais Luiz possa resistir eu confesso o que imaginando os vassalos sempre inteiramente o submissos me parece que o interesse dos Príncipes Residiria na existência de um povo poderoso a fim de que sendo dele tá
o poder o tornasse e temido dos seus vizinhos e como porém tá o interesse é secundário e subordinado e as duas suposições se mostram incompatíveis é natural que os princípios bem sempre preferência a sentença mais imediatamente útil para eles é o que Samuel com vigor apontava os hebreus é um que Maquiavel demonstrou com evidência fingindo dar lições aos Reis deu as lições e grandes lições aos povos e o Príncipe de Maquiavel é o livro dos republicanos nós vimos através das relações Gerais que a monarquia só eu conveniente aos vastos Estados e o mesmo acharemos examinando-a
em si mesma o quanto mais numerosa for a administração pública mas a relação entre o príncipe e os vassalos diminui e se aproxima da Igualdade Que sorte que Tal relação é uma ou a própria igualdade na democracia e essa mesma relação aumenta à medida que o governo se contrai e atinge o seu máximo quando o governo se acha em mãos de uma única pessoa o passo a ver então uma enorme distância entre o Príncipe e o povo e o estado carece de ligação para formar essa ligação são necessárias as ordens intermediários Príncipes grandes nobreza que
as devem preencher hora nada do que Foi dito convém a um pequeno estado pois antes o arruínam e contudo se é difícil que um grande estado seja bem governado é mais difícil ainda selo por um só homem e todos sabemos o que sucede quando o reino 6 substitutos e onde é feito o essencial e inevitável que sempre por a o governo monárquico abaixo do republicano Tu está em que neste último e o republicano E a voz pública quase nunca e leva aos primeiros postos homens que não sejam esclarecidos e capazes e não usou culpem com
dignidade ao passo que nas monarquias os que se elevam são a maioria das vezes pequenos recheados pequenos velhacos pequenos intrigantes cujos pequenos engenhos que permitem nas cortes alcançar os grandes postos só lhe servem para demonstrar ao público o quanto ineptos são tão logo aí consigam chegar E aí e no tocante a essa escolha o povo se engana bem menos que o Príncipe de sorte que é quase tão raro encontrar um homem de real mérito no Ministério quanto um tolo a testa de um governo Republicano e quando acontece por um desses felizes há casos que um
desses homens Nascidos para governar toma o Timão dos negócios numa monarquia quase a ruim nada por esses acervos de Belos regentes e fica se surpresa dos recursos por ele Encontrados bom e tal coisa faz época no país e para que os estado monárquico possa ser bem governado seria preciso que sua grandeza ou extensão fosse mensurada conforme as faculdades de quem governa e é mais fácil conquistar do que administrar e com uma alavanca adequada pode se abalar o mundo é mas para o sustentar são necessários os ombros de Hércules E por pequena que seja a grandeza
de um estado o Príncipe é sempre demasiado o pequeno quando ao contrário acontece o estado ser muito pequeno para o porte de seu chefe o que de resto é muito raro é ainda assim mal governado por que o chefe seguindo sempre a grandeza de seus alvos esquece os interesses dos povos Ah e não os faz menos infelizes pelo abuso do excessivo talento que um chefe limitado por carecer de talento seria preciso por assim dizer que um reino se Expandir se ou se restringe isso em cada Reinado de acordo com a capacidade do Príncipe ao passo
que os dotes de um cenário tendo medidas mais fixas podem impor o estado constantes limitações e não prejudicar a administração e o inconveniente mais sensível do governo de uma única pessoa que consiste na falta dessa sucessão continua que forma nos dois outros uma ligação ininterrupta e as eleições abre intervalos perigosos São tempestuosos Oi e a menos que os cidadãos sejam de um desinteresse de uma integridade acima dos méritos desse governo as disputas e a corrupção se misturam E é difícil que aquele a quem o estado foi vendido não o venda por seu turno e não
se indenize à custa dos Fracos do dinheiro que os poderosos lhe extorquir u é Cedo ou Tarde tudo se torna penal sobre semelhante a administração EA Paz De que se desfruta sobre o governo dos Reis passa a ser então pior que a desordem dos interregnos e o que foi feito para prevenir esses males a face com quem em certas famílias as coroas se tornassem hereditárias e estabeleceu-se uma ordem de sucessão que previne qualquer disputa em consequência da morte dos Reis a história substituindo-se O Inconveniente das regências ao das Eleições preferiu-se uma aparência tranquila a uma
administração sábia esse achou melhor correr o risco de ter por chefes crianças Monstros e imbecis Oi Mateus de questionar sobre a escolha de bons Reis não se considerou que expondo-se assim aos riscos da Alternativa colocam-se quase todas as oportunidades contra si mesmo tratava-se de uma ideia muito sensata igual a do jovem Dionísio a quem o pai reprovando uma ação vergonhosa de dente o exemplo Disso a responder o filho vosso pai não era Rei Olá Tudo concorre para privado de justiça e razão um homem e levado ao comando dos outros cansa demais segundo se diz ensinar
os jovens Príncipes a reinar e não me parece que tal educação lhe seja proveitosa passei a melhor começar por ensinar eles a arte de obedecer e os maiores Reis já celebradas na história não foram educados para reinar É esta uma ciência que tanto menos se possui quanto mais se aprendeu e que melhor se adquire obedecendo do que dirigindo citação em latim o meio mais cômodo e mais rápido de discernir o bem do mal é perguntar tio que terias vão não terias desejado se um outro que não tu tivesse sido Rei é uma sequência dessa falta
de coerência é a inconstância do governo real e regulando senhora por um plano hora por outro segundo o caráter do príncipe que Reina ou dos que reinam por ele não pode ter por muito tempo um objetivo fixo nenhuma conduta consequente variação que faz o estado flutuar permanentemente de máxima e máxima de projeto em projeto e que não têm lugar nas outras formas de governo em que o Príncipe é sempre o mesmo ver se também geral que se ar Mais astucioso Uma Corte a mais sabedoria no Senado e que as repúblicas perseguem seus objetivos Por meios
mais constantes e melhor seguidos É isso porque cada revolução no ministério provoca a outra EA máxima comum a todos os ministros EA quase todos os reis é a de fazer em tudo o contrário de seu predecessor é da sua mesma incoerência tira se ainda a solução de um sofisma muito familiar aos políticos realistas não apenas a de comparar o governo civil ao governo doméstico o príncipe ao pai de família erro já resultado como ainda ajudar liberalmente a esse magistrado todas as Virtudes de que ele necessitaria EAD sempre isso porque o príncipe É de fato o
que deveria ser suposição com a ajuda da qual o governo do rei é evidentemente o preferível a qualquer outro pois que é sem contestação mais forte e para ser também o melhor só lhe falta uma vontade de corpo mais conforme com a vontade geral é mas se com sua arte Platão e o rei por natureza é um personagem tão Raro E quantas vezes concorrem a natureza EA Fortuna para o coroar e esse a educação real corrompe necessariamente os que a recebem o que se deve esperar de uma sequência de homens distinguidos para arrendar e é
portanto querer iludir se confundir o governo real com o governo de um bom Rei dá para ver o que é esse governo em si mesmo deve-se considerá-lo sob o mando de Príncipes limitados ou perversos pois Como Tais chegaram ao trono ou o trono o se tornar como Tais E essas dificuldades não escaparam aos nossos autores mas eles não se embaraçar um nisso o remédio consiste disseram eles em obedecer sem murmurar e Deus em sua Cólera da os maus Reis e é preciso suportá-los como castigos do céu Oi tá opinião é sem dúvida edificante mas parece-me
que calharia melhor no púlpito do que não livro de política o que dizer de um médico que promete Milagres e cuja a que existe apenas em exortar o doente a paciência e sabe-se perfeitamente que é preciso para de ser um mau governo quando se o tem a questão consistirá em encontrar um bom bom E aí E aí E aí 17 dos governos mistos é propriamente falando não há governo simples é necessário um chefe o único Possuir magistrados subalternos é indispensável a um governo popular ter um chefe e assim na partilha do Poder Executivo a sempre
graduação do grande número ao menor pó diferença que hora é o grande número que depende do pequeno hora é um pequeno que depende do grande em algumas vezes ocorre uma divisão igual seja quando as partes constitutivas estão em luto a dependência como no governo da Inglaterra seja quando a autoridade de cada parte a independente mais imperfeita como na Polônia e esta última forma é na pelo fato de não haver unidade no governo e de ao estado faltar ligação E qual é melhor um governo simples ou um governo misto e é uma questão muito debatida entre
os políticos e a qual se deve dar a mesma resposta dada anteriormente a propósito de toda a forma de governo E o governo simples é melhor em ser pelo simples fato de ser simples e entretanto quando o poder executivo pouco depende do Legislativo Isto é quando a mais relação entre o príncipe o soberano que entre o povo e o Príncipe é necessário remediar essa falta de proporção dividindo o governo Porque então todas as suas partes tem igual autoridade sobre os vassalos e a divisão delas tornas todas em conjunto menos fortes contra o soberano A prevenir
se ainda o mesmo Inconveniente estabelecendo magistrados intermediários que deixando o governo em sua inteireza servem apenas para criar um equilíbrio entre os dois poderes e conservar seus respectivos direitos e o governo então deixa de ser misto para ser temperado pode ser remediar Por meios semelhantes O Inconveniente ao posto bom e quando o governo é excessivamente frouxo erigir tribunais a fim de um Reforçar e tal coisa se pratica em todas as democracias e No primeiro caso divide-se o governo para o enfraquecer e no segundo para fortalecer Lu porque o máximo de força e o máximo de
fraqueza encontra-se igualmente nos governos simples enquanto que as formas mistas produzem uma força média e E aí E aí E aí há 8 nem toda forma de governo é apropriada a todos os países E aí e não sendo a liberdade um fruto de todos os climas não está ao alcance de todos os povos e quanto mais se medita sobre Esse princípio estabelecido por não ter que ia mais se ele percebe a veracidade e quanto mais te acontece tanto mais que lhe dar oportunidade para estabelecer-se Através de novas provas e em todos os governos do mundo
a pessoa pública consome e nada produz de onde ele vem pois a substância consumida e do trabalho de seus membros é o supérfluo dos particulares que produz um necessário do público e segue-se daí o que o estado civil só pode subsistir enquanto o trabalho dos homens rende mais que as suas necessidades a hora isso é dente não é o mesmo em Todos os países do mundo em números deles é considerável em outros é medíocre em outros ainda nulo em alguns até negativo essa relação depende da fertilidade do clima do tipo de trabalho exigido pelo solo
da natureza que suas Produções da força de seus habitantes da maior ou menor consumição necessária e de numerosas outras relações semelhantes das quais são os países compostos e por outro lado nem todos os governos possuem a mesma natureza Ou aos dotados de maior ou menor voracidade e as diferenças estão baseados neste princípio quanto mais as contribuições públicas se distanciam de sua fonte é tanto mais se torna onerosos e não é pela quantidade de imposições que se deve medir essa carga Mas pelo caminho a ser feito por elas a fim de regressarem as mãos de que
saíram quando a sua circulação é realizada e bem estabelecida pague-se pouco ou muito o Povo é sempre rico e as que não são os caminhão sempre a contento quando ao contrário por pouco que contribua esse pouco não retorna as suas mãos e vem contribuindo sempre o povo depressa se exaure o estado jamais será Rico e o povo será sempre indigente infere-se daí o que quanto mais aumenta a distância entre o povo e o governo é mas se torna onerosos tributos e assim sendo Na democracia o povo é o Menos sobrecarregado e na estou Classe A
ele é um pouco mais e na monarquia Ele carrega o maior peso e a monarquia portanto só convém as nações ou polentas a aristocracia só convém aos Estados Medíocre riqueza bem como em tamanho e a Democracia convém aos Estados pequenos e pobres e com efeito na medida em que mais nisso refletirmos melhor vamos percebendo a diferença entre os Estados livres e os monárquicos E nos primeiros os estados Livres tudo é empregado no sentido do interesse comum em segundos os estados monárquicos as forças públicas e particulares funcionam de maneira recíproca e o aumento de um corresponde
ao enfraquecimento da outra a enfim ao invés de governar os vassalos para o fazer felizes o despotismo tornam os miseráveis a fim de uso governar o ex portanto em cada clima causas naturais que permitem indicar a forma de governo aqui a força do clima conduz O e mesmo dizer que espécie de habitantes deve ele possuir e os lugares de ingratos e estéreis onde o produto não compensa o trabalho e devem permanecer incultos e desertos foi o povoado juridicamente por selvagens e os lugares o que um trabalho dos homens não produz senão necessário e deve ser
habitados pelos povos bárbaros Ah pois qualquer política aí seria Impossível e as regiões em que o excesso do produto sobre o trabalho é medíocre como convém aos povos livres o e aquelas cujo solo fértil e abundante fornece grande quantidade de produtos em troca de pouco trabalho devem ser governadas monarquica mente para que o luxo do Príncipe consuma o excesso do supérfluo dos vassalos E por que mais convém seja esse excesso absorvido pelo governo a ser dissipado Pelos particulares há exceções Eu sei mas justamente essas exceções confirmam a regra nisso em que Cedo ou Tarde produzem
revoluções as quais reconduzem as coisas a ordem natural o distinga vamos sempre as leis Gerais das causas particulares capazes de modificar o efeito delas o mesmo que todo o meio-dia estivesse coberto de repúblicas e todo o norte estivesse coberto de estar nos despóticos E não seria menos verdade aqui por motivo do clima com viria o despotismo aos países quentes à barbárie aos países frios e a boa civilização as regiões e intermediários um beijo igualmente que aceitando o princípio podemos discutir a sua aplicação nós podemos dizer que a países frios bastante férteis e meridionais muito ingratos
é mas tal dificuldade somente existe Para quem não examina o fato em todas as suas relações é preciso Como já deixei dito contar com as de trabalho de forças de consumo e etc a suponhamos que de dois terrenos iguais um produz a 5 e outro produz a 10 se os habitantes do primeiro consumir em 4 e os do segundo 9 o excesso do primeiro produto será um quinto e o do segundo um décimo e a relação desses dois SOS será portanto a inversa da dos produtos Oi e o terreno que não produzirá mais que cinco
dará um duplo supérfluo do terreno que produzirá dez mas não se trata de um produto duplo Eu não creio haja alguém que usa em geral colocar a fertilidade dos países frios em confronto com a dos países quentes e todavia admitamos as a igualdade deixamos Se quisermos ainda até a rainha equilíbrio com a Cecília e a Polônia com o Egito e mais ao meio dia teremos África e as Índias mas ao norte nada mais teremos e para essa igualdade de produção e Que diferença de Cultura e na Cecília Basto arranhar o solo na Inglaterra que de
cuidados para trabalhar hora no lugar em que se faz necessário o maior número de braços para se obter a mesma produção o supérfluo deve ser necessariamente menor a considerar E além disso que a mesma quantidade de homens consomem muito menos nos países quentes E o clima exige que sejamos sóbrios para nos sentirmos bem os europeus que ali pretendem viver como se estivesse em seus próprios países perecem todos de desinteria indigestões nós somos de Shazam feras carniceiras Lobos comparados com os asiáticos alguns atribuem a sobriedade dos persas ao fato de seu país ser menos cultivado E
quanto a mim creio alcontralho que ali menos abundância de gêneros porque deles menos necessitam os habitantes E se sua frugalidade continua Shazam se sua probabilidade fosse um efeito da penúria do país ou então apenas os pobres comeriam um pouco e em lugar de todos geralmente jejuarem e em cada província segundo a fertilidade do solo seria maior ou menor o seu consumo de gênero ao invés de a mesma sobriedade ser Idêntica em todo o reino os peças se vangloriam de sua maneira de viver dizendo que basta olhar Eles a pele para reconhecer Quanto é melhor que
a dos cristãos na verdade a Tess dos persas é liso é bela fina e lustrosa ao passo que é dos armênios seus vassalos que vivem a maneira europeia é rude avermelhada e eles têm o corpo grosso e pesado concluir Jordan e quanto mais se aproximam do Equador tanto mais vivem os povos com menos raramente comem carne o arroz o milho o cuscuz a mandioca constituem seus alimentos vulgares a na Índia milhões de Homens cuja alimentação não custa um show do por dia mesmo na Europa vemos sensíveis diferenças no que concerne o apetite entre os povos
do Norte e os povos do meio-dia é um espanhol viver a oito dias do jantar de um alemão um dos países em que os homens são mais Vorazes também o luxo se volta para as coisas de consumo e a Inglaterra mostra-se numa mesa sobrecarregada de Carnes na Itália Sereis regalados com açúcar e flores é o luxo dos trajes também oferece o semelhantes diferenças nos climas em que as mudanças das estações são rápidas e violentas usam-se roupas melhores e mais simples naqueles em que a gente se veste apenas para enfeitar se procura-se mais efeito que utilidade
e os próprios trajes constituía em um luxo o inápolis tereis todos os dias no posillipo homem só passear em vestes Douradas e sem meias é o mesmo acontece no tocante aos edifícios tudo se emprega na magnificência quando nada se tem atender das injúrias do ar e em Paris em Londres quer se estar alojado cálida e comodamente em Madrid tem seus salões soberbos mas nenhuma janela que feche e dorme sem ninhos de ratos e os alimentos são muito mais nutritivos e suculentos nos países quentes é uma Terceira diferença que não pode deixar de influir sobre a
segunda é porque se consomem tanto os legumes na Itália porque são ali excelentes nutritivos e saborosos e na França onde apenas são nutridos de água também não alimentam quem os consome e são perfeitamente dispensáveis na mesa não ocupam Portanto o menor extensão de terreno e não em todo caso tanto trabalho para serem cultivados e sabe-se por experiências realizadas Que os tribos da barbária de resto inferiores aos da França rendem muito mais em farinha e que os da França por sua vez dão maior rendimento que os trigos do Norte e onde se pode inferir que semelhante
graduação é geralmente observada no mesmo rumo do Equador ao Polo hora não constitui visível desvantagem a verem igual produto uma menor quantidade de alimentos Olá a todas essas diversas considerações Posso acrescentar uma outra que delas Decorre e as forte fica é a de que os países quentes não necessitam de tantos habitantes como os países frios podendo alimentá-los por mais tempo o que produz um duplo supérfulo sempre vantajoso para o despotismo e quanto maior o número de homens a ocupar uma grande superfície mais difícil se tornam as revoltas porque não se as pode consertar nem pronta
nem secretamente sendo sempre fácil o Governo descobrir os projetos e cortar as Comunicações sim mas quanto mais um povo numeroso se aproxima menos pode o governo usurpar a soberania e o chefes também deliberam em seus gabinetes com a mesma segurança com que os príncipes o fazem seu conselho Oi e a turma reúne-se com tanta presteza nas praças quanto as tropas em seus quartéis é a vantagem de um governo tirânico Estudar pois em agir a grandes distâncias e com ajuda de pontos de apoio que assim mesmo se da sua força aumenta de longe como a das
alavancas a nota isso não contradiz o que eu disse anteriormente O Livro 2 Capítulo 9 A propósito dos incovenientes dos grandes estados porque ali se tratava da autoridade do governo sobre seus membros e aqui se trata de sua força contra os vassalos os membros espaços lhe servem De ponto de apoio para agir de longe sobre o povo mas não dispõe ele de nenhum outro ponto de apoio para agir diretamente sobre seus próprios membros assim sendo não dos casos o comprimento da alavanca faz a sua fraqueza e no outro caso faz a sua força fim da
nota retomando o texto com ajuda de pontos de apoio que a si mesmo se da sua força aumenta de longe como a das alavancas é do Povo ao contrário só age quando concentrada evaporasse e perde-se esta Se se estender como o efeito da Pólvora espalhada por terra que só pega fogo grânulo por grânulo os países menos povoados são assim os mais apropriados a tirania os animais ferozes imperam somente nos desertos [Música] E aí E aí E aí E aí 19 dos sinais de um bom governo é E quando então se pergunta qual é o melhor
governo e propõe-se uma questão insolúvel e indeterminada Ou se quiser que possui tantas boas soluções quantas combinações possíveis nas posições absolutas e relativas dos povos é mas se perguntasse Por que sinais é possível conhecer se um determinado o povo está sendo bem ou mal governado a coisa seria outra e a questão de fato poderia ser resolvida E entretanto de nenhum modo a resolvemos porque cada qual deseja resolvê-la à sua maneira e os vassalos elogiam a tranquilidade pública os cidadãos elogiam a liberdade dos particulares um prefere a segurança das possessões o outro prefere a segurança das
pessoas é um pretende que o melhor governo é o mais Severo o outro sustenta que o melhor governo é o mais Brando este quer que se punham os crimes e aquele quer Que se os previnam um é de opinião que se deve ser temido pelos vizinhos o outro prefere ser ignorado um mostra-se contente quando o dinheiro circula o outro exige que o povo tem a pão e mesmo no caso de se obter entendimento sobre estes e outros pontos semelhantes ter-se-ia avançado mais tá faltando a medida precisa as quantidades Morais embora se Concorde quanto ao sinal
como fazê-lo no tocante ao julgamento Eu de minha parte sempre me assombro de que se diz conheça um sinal tão simples ou de que se tenha a mafed nisso não concordar e Qual é o objetivo da associação política é A Conservação EA prosperidade de seus membros é e qual é o mais seguro sinal de que ele se conservam e prosperam Qual é o seu número e a sua população Eu não busquei isso portanto em outra parte esse sinal tão disputado O sendo todas as coisas semelhantes o governo sob o qual sem meios estranhos sem naturalização
sem colônias os cidadãos habitam e se multiplicam por mais tempos é infalivelmente o melhor e aquele sobre o qual um povo diminui e perece é o pior e calculadores agora é vossa tarefa conte meça compare nota pelo mesmo princípio devem ser julgados os séculos merecedores da prerrogativa de terem promovido a prosperidade do gênero Humano admiramos sobremaneira aqueles em que as artes e as letras floresceram sem que penetrar somos no objeto secreto de sua cultura e considerássemos o funesto efeito situação em latim os tolos chamavam de humanidade O que já era um começo de Servidão hoje
veremos um dia nas máximas dos livros o grosseiro interesse O que leva os autores a falar e não digam o que disserem quando malgrado o seu brilho um país se diz Povoa não é verdade que tudo estivesse indo bem não é suficiente tem um poeta cem mil libras de renda para que ser o século seja o melhor de todos e deve-se cuidar menos do aparente repouso e da Tranquilidade do Chefe que do bem-estar de nações inteiras e sobretudo dos Estados mais numerosos a Saraiva a chuva de pedra por vezes disso alguns cantões mas raramente provoca
a penúria e os motins as guerras civis muito Assustam chefes mas não são responsáveis pelas verdadeiras desgraças dos povos que podem até desfrutar de Sossego enquanto o combate uns que os tiramisu não é de seu estado permanente que nascem suas prosperidades ou suas reais calamidade Us e quando tudo é esmagado pelo despotismo é que tudo cresce e o chefe estudo destroem a sua vontade situação em latim fazem a solidão e chamam isso de paz o quanto à entrega dos grandes agitava o Reino da França e o código torre de Paris levava ao Parlamento um punhal
no bolso nada impedia o povo francês de viver feliz e numeroso numa honesta e livre abastança outrora a Grécia florescia Em meio às guerras mais cruéis e o sangue ele corria abundantemente é mas todo o país estava povoado e parecia diz Maquiavel queimei Os Assassinos as proscrições as guerras civis Nossa República se tornava mais poderosa É a virtude dos cidadãos os costumes sua independência contribuíram mais para reforçá-la que todas as dissensões para enfraquecê-la é um pouco de agitação da elasticidade as almas e o que dá maior prosperidade a espécie é menos a paz que a
liberdade fim da nota E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí Ben 10 do abuso do governo e de sua tendência a degenerar em e assim como a vontade particular atua continuamente contra a vontade geral assim se esforça incessantemente o governo contra a soberania o quanto mais aumenta a isso esforço mas se altera a constituição e como não aqui outra vontade de corpo que Resistindo à vontade do Príncipe faço o equilíbrio Com ela deve acontecer Cedo ou Tarde venha um príncipe o primeiro enfim o soberano de romper o Tratado social e está aí
o vício inerente e inevitável que desde o nascimento do corpo político tem de 100 afrouxamento a destruído assim como a velhice EA morte destroem por fim o corpo do homem e há dois caminhos Gerais que conduzem um governo a degenerescência a saber e quando se restringe o ou quando o estado se dissolve A restringir seu governo quando passa do grande número ao pequeno Isto é da Democracia aristocracia e da aristocracia a realeza é esse o seu pendor natural se ele retrograda se do pequeno número ao grande poder-se-ia dizer que se de habilita mas tá o
progresso em sentido inverso é impossível a nota sobre o pendor natural e além da formação e o progresso da República de Veneza em suas lagunas Oferecem um notável exemplo dessa Associação e é de admirar aqui após 1200 anos aparentem estar os venezianos ainda no segundo termo o qual começa no serrar de concílio em 1198 quanto aos antigos Duques que se licensure independentemente do que possa dizer o isquitinha dela libertar veneta mas está provado que não foram seus soberanos o objeto a semear que a República Romana seguiu como se dirá o progresso inteiramente o contrário passando
da Monarquia a aristocracia e da aristocracia a democracia mas eu estou bem longe de pensar assim é o primeiro estabelecimento de Rômulo foi um governo misto que prontamente degenerou em despotismo em virtude de causas particulares o estado pereceu antes do tempo como se vê morrer um recém-nascido antes de chegar a ser homem com a expulsão dos tarquínios constituiu a verdadeira idade da República mas ela Não adquiriu de início uma forma constante porque a obra se foi pela metade não a bolinha do patriciado é dessa maneira aristocracia hereditária que a pior das administrações legítimas permaneceu em
conflito com a democracia EA forma de governo sempre incerta e flutuante não fixada como o provão Maquiavel senão quando do estabelecimento dos tribunos e somente então houve um verdadeiro o governo e uma verdadeira democracia É na realidade o povo então não era apenas soberano mas também magistrado e Juiz O Senado não passava de um tribunal subordinado incumbido de temperar ou concentrar o governo e os próprios consoles com quanto patrícios embora primeiros magistrados apesar de Generais absolutos na guerra não eram em Roma senão os presidentes do Povo E desde então ouviu-se também o governo tomar seu
pendor natural entender resolutamente para a aristocracia O extinguindo-se o patriciado em si mesmo aristocracia deixava de residir no corpo dos patrícios como é em Veneza em Genebra mas no corpo do Senado composto de patrícios e plebeus ou então no corpo dos tribunos quando estes começaram a uso para um poder ativo E de resto as palavras não mudam em nada as coisas e quando o povo está sujeito a chefes que governam em seu lugar tenha um nome que tiverem esses chefes constituem sempre uma aristocracia Um dos abusos da aristocracia nasceram as guerras civis e o triunvirato
Sila Júlio César Augusto tornaram-se de fato o verdadeiro Os Monarcas e enfim sobre despotismo de Tibério o estado foi dissolvido e a história Romana não desmente portanto meu princípio mas o confirma o fim da nota e voltando ao texto se ele retrograda ácido pequeno número ao grande poder-se-ia dizer que se de habilita mas Tá o progresso em sentido inverso é impossível o governo com efeito só muda de forma quando perdido a elasticidade da mola esta o deixa excessivamente enfraquecido para poder conservar aquela hora se isso estendendo ela foi o chassi mais ainda sou a força
se tornaria a inteiramente nula e ela não teria condições de subsistir é necessário pois remontar e comprimir a mola a medida que ela sede de outro modo o estado que ela sustem desabaria em ruína É o caso da dissolução do estado pode se dar de duas maneiras primeiramente Quando o Príncipe não mais o administra conforme as leis e usurpa o poder soberano E então Acontece uma mudança considerável é que não mais o governo mas o estado se restringe eu quero dizer que o grande estado se dissolve e que se forma um outro no seio daquele
apenas composto dos membros do governo e que nada mais em relação ao Resto do povo senão o senhor e o tirano Dia de Sorte aqui no instante da usurpação da soberania por parte do governo e é rompido o pacto social e se todos os simples cidadãos recoladas de direito em sua liberdade natural são forçados mas não obrigados a obedecer é o mesmo sucede também quando os membros do governo usurpam separadamente o poder poder que só devem exercer em conjunto e que não constitui menor Infração das leis e produz ainda maior desordem eu penso Então por
assim dizer tanto os princípios quanto os magistrados o que o estado não menos dividido que o governo perece ou muda de forma e quando o estado se dissolve seja qual for um abuso do governo toma o nome de anarquia tô fazendo a distinção a democracia degenera em osso e o trazia a aristocracia degenera em oligarquia Eu posso ainda acrescentar que a realeza degenera em tirania mas este último termo é equívoco e exige explicação e no sentido vulgar do termo o tirando um rei que governa com violência e Sem respeito à justiça e às leis no
sentido preciso um tirando é um particular que se afoga autoridade real sem a ela ter direito é assim que os gregos entendiam termo tirando davam no indiferentemente aos bons ou maus Príncipes cuja autoridade não era legítima E assim sendo tirando um usurpador são dois termos perfeitamente sinônimos e para dar diferente os nomes só diferente as coisas chamo tirando a usurpador da autoridade real e o déspota a usurpadores do Poder soberano o tirando é aquele que se decide contra as leis a governar segundo as leis e o déspota é o que se põe Acima das leis
e assim o tirando pode não ser déspota mas o déspota tá é sempre tirando nota É Verdade que Aristóteles distinguiu tirando do Rei isso em que o primeiro governo em seu próprio proveito e o segundo somente em proveito dos vassalos mas ao contrário geralmente todos os autores gregos tomaram o termo tirando em sentido diferente como se pode ver em especial no e Herondy xenofonte inferir a cidade de extinção de Aristóteles que desde o começo do mundo não teria existido ainda um só Rei fim da nota E aí [Música] E aí E aí E aí há
11 da morte do corpo político E aí E qual é o pendor natural e inevitável dos governos melhor constituídos em Esparta e Roma apareceram qual o estado que pode esperar durar eternamente e Se quisermos constituir um Estabelecimento durável não pensemos em Absoluto em fazê-lo eterno para sermos bem sucedidos não devemos tentar o impossível nem nos vangloriar mas de dar a obra dos homens uma solidez que as coisas humanas não comportam e o corpo político bem como o corpo do homem começa a morrer desde o nascimento e contém em si mesmo as causas de sua destruição
é mais um e outro podem ter uma constituição mais ou menos robusta E Adequada a conservá-la por um longo tempo e a Constituição do homem é obra da natureza a do estado é obra da arte e não depende dos Homens A prolongação de sua vida mas depende dele se prolongaria do Estado tanto quanto possível dando-lhe a melhor constituição que possa existir o melhor constituído será mais duradouro que outro se nenhum incidente previsto provocar sua perda com o tempo É o princípio da vida política está na autoridade soberana e o Poder Legislativo é o coração do
Estado O Poder Executivo é o cérebro que põe tudo em movimento o cérebro pode ser atingido pela paralisia e o indivíduo continuar a viver ainda e o homem torna-se imbecil e vive ainda sim mas são logo o coração deixe de funcionar o animal perece não é em virtude das leis que o estado subsist mas devido ao poder legislativo a lei de Ontem não obriga o dia de hoje mas o consentimento Tácito é presumido do silêncio e o soberano confirma implicitamente as leis que não revoga podendo fazê-lo tudo quanto declarou desejar uma vez ele o deseja
sempre a menos que o invalid é porque Pois atribuímos tanto respeito as antigas leis E pelo fato mesmo que serem antigas deve-se crer que somente a excelência das antigas vontades puderam elas Sobreviver puderam elas sobreviver tão longo tempo E se o soberano não estivesse considerado o Salutaris ele é seria mil vezes advogado o Facebook longe de enfraquecerem as leis adquirem de continuar uma força Nova em todos os estados bem constituídos o preconceito da antiguidade torna-as mais veneráveis a cada dia que passa ao passo que quando as leis e debilitam envelhecendo o fato Constitui uma prova
da inexistência de poder legislativo e de que o estado já não vive [Música] E aí [Música] E aí E aí a 12 como se mantém a autoridade soberana E aí e não dispondo de outra força senão o Poder legislativo e o soberano sua tua pelas leis Ah e não sendo as leis mas que atos autênticos da vontade geral não poderia o soberano agir senão quando o povo se encontra reunido e o povo reunido disse a quimera Oi hoje é uma Quimera mas não era há dois mil anos terão os homens mudado de natureza e os
limites do possível das coisas Morais São menos estreitos do que Nós Pensamos são nossas fraquezas nossos vícios nossos preconceitos que os constringem e as almas mesquinhas não acreditam nos grandes homens os vídeos escravos sorriem com a zombeteiro da palavra Liberdade e pelo que foi feito consideremos o que se pode fazer e não falarei das antigas repúblicas gregas mas a República Romana parece-me era um grande o estado EA cidade de Roma Uma grande cidade o último recenseamento deu a Roma quatrocentos mil cidadãos em armas e o último censo do império enumerou mais de 4 milhões de
cidadãos Sem contar os vassalos os estrangeiros as mulheres as crianças e os escravos o que dificuldade não haveria para reunir em Assembleia o povo imenso dessa capital e arredores e entretanto raramente passavam semanas sem que o povo romano se reunisse inclusive várias vezes E o povo não somente exercia os direitos de soberania mas também uma parte dos governamentais cuidava de certos negócios julgava determinadas causas e permanecerá na praça publica frequentemente quase na qualidade de magistrado a fora ou ser na de cidadão e remontando aos primeiros tempos das Nações verificar-se-ia que a maior parte dos antigos
governos inclusive os monárquicos tais como os da Macedônia e dos Francos possui a semelhante os Conselhos ou seja como for esse único fato incontestável responde a todas as dificuldades do existente é possível a consequência parece-me boa E aí [Música] E aí E aí E aí O treze continuação E aí E não basta aqui o povo reunido tenha uma vez fixado a constituição do estado sancionando um corpo de leis não basta que tenha constituído um governo perfecto ou provido de uma vez por todas a eleição dos magistrados e além das assembleias extraordinárias que casos imprevistos podem
exigir necessário havê-las fixas e periódicas que não possam ser abolidas nem adiadas a fim de que em dia marcado seja o povo legitimamente convocado pela lei sem que Se faça preciso para tanto nenhuma outra convocação formal é contudo a fora essas Assembleia jurídicas por terem data certa qualquer outra Assembleia Popular não convocada pelos magistrados nomeados prefeitos segundo as fórmulas prescritas deve ser tida por legítima qualquer Assembleia Popular não convocada deve ser tida por legítima e por no tudo quanto se faça nela porque a própria ordem de reunir-se deve emanar da lei E quanto aos retornos
mais ou menos frequentes das assembleias legítimas dependem de tantas considerações que não saberíamos fornecer acerca disso regras precisas podemos apenas dizer generalizando que quanto mais força tem um governo mas se deve mostrar o soberano e Isto desfiliar pode ser bom quando se trata de uma única cidade mas o que fazer quando o estado compreende numerosas cidades dividir esse a Autoridade Soberana ou se deverá então concentrá-la numa única cidade e submeter todas as outras cidades eu respondo que não se deve fazer nenhuma coisa nem outra em primeiro lugar a autoridade Soberana é simples e em Divisa
e não se pode reparti-la sem a destruir em segundo lugar uma cidade vem como uma nação não pode ser legitimamente o submetida a uma outra porque a essência do corpo político está no acordo da obediência e da liberdade e Estes termos vassalo e soberano são correlações idênticas cuja a ideia se reúne sob um único conceito cidadão eu respondo ainda que sempre constitui um mau unir inúmeras cidades numa sociedade e quem insistindo em realizar tal união não nos poderemos vangloriar de evitar os seus incovenientes naturais e não é necessário objetar o abuso dos grandes estados a
quem só os deseja pequenos é mas como dar aos pequenos estados Força suficiente para resistir aos grandes como resistiram outrora as cidades gregas ao grande rei e como mais recentemente a Holanda EA Suíça resistiram a casa da Áustria e todavia se não podemos reduzir o Estadual justos limites resta ainda um recurso Esse é o de não impor uma capital sediando o governo alternativamente em cada uma das cidades E aí também de modo alternado reunir todos os estados do País a povoar e por igual o território estender por toda parte os mesmos direitos levar a todos
os lugares a vida e abundância é assim que o estado se tornará um tempo o mais forte e o melhor Governador possível recordai-vos de que as muralhas da cidade se formam das minas das casas camponesas em cada Palácio construído na capital criou ver todo um país transformados ruínas e E aí E aí E aí E aí E aí há 14 continuação E no instante em que o povo está legitimamente reunido em corpo soberano e se essa toda e qualquer jurisdição do governo O Poder Executivo fica suspenso e a pessoa do último dos cidadãos é tão
Sagrada e Inviolável com todo o primeiro magistrado É porque onde se encontra o representado deixa de haver o representante e a maioria dos tumultos ocorridos em Roma durante os comícios originou-se de se haver ignorado ou negligenciado essa regra se os consoles não eram então se não os presidentes do Povo os tribunos simples oradores nota mais ou menos no sentido em que esse nome é dado no Parlamento da Inglaterra a semelhança desses empregos criou o conflito entre os cônsules e os Tribunos ainda quando toda a jurisdição tivesse sido suspensa fim da nota voltando ao texto os
cônsules não eram senão os presidentes do Povo os tribunos simples oradores O Senado não era coisa alguma e esses intervalos de suspensão em que o príncipe reconhecia ou devia reconhecer um superior atual foram sempre temíveis e as assembleias do povo que são a égide do corpo político e o freio do governo foram em todos os tempos o horror do Chefes os quais também jamais economizam cuidados objeções dificuldades ou promessas a fim de desanimar em os cidadãos e quando Estes são avaros frouxos pusilânimes mais Amantes do repouso que da Liberdade não resistem longamente aos redobrados esforços
do Governo quando a força da Resistência aumenta de continuar a autoridade Soberana por fim se dissipa e a maioria das cidades tomba e perece com o tempo E aí [Música] E aí a 15 dos deputados ou representantes é assim que o serviço público cessa de ser a principal preocupação dos cidadãos e ao qual o melhor preferem servir com a bolsa do que pessoalmente e já se encontra o estado próximo da ruína e se é preciso seguir para o combate Eles pagam as tropas e permanece em casa Se é preciso ir à Assembleia e eles nomeiam
os deputados e continuam em casa é a força de dinheiro e preguiça eles dispõe de soldados para servir a pátria e de representantes para vender é a confusão do Comércio e das Artes é o ave do interesse do ganho é a lassidão e o amor das comodidades que trocam os serviços pessoais por dinheiro segue-se uma parte do lucro para aumentar os a bel prazer dar em dinheiro e em breve Terei os grilhões e e a palavra fazenda é um termo de escravo é desconhecido na cidade e no estado verdadeiramente livre os cidadãos tudo fazem com
seus próprios braços e nada como o dinheiro longe de pagarem para se isentar de Tais serviços pagaram para os executar pessoalmente estou bem distante das ideias comuns pois acho as borbulhas - contrárias à liberdade do que as taxas nota Bórgias trabalho forçado fim da nota O quanto melhor estiveram o estado constituído tanto mais os negócios públicos prevaleceram sobre as particulares no espírito dos cidadãos chega mesmo a ver muito menor número de negócios privados porque a soma de felicidade comum fornecem maior porção a felicidade de cada indivíduo de modo que menos lhe resta a procurarem suas
ocupações particulares e numa cidade bem dirigida todos votam nas assembleias sobre o mal o governo Ninguém Aprecia dar um passo para fazer isso porque ninguém se toma de interesse pelo que se faz prevendo que a vontade geral não prevalecerá E por que enfim os cuidados particulares tudo o absorvem e as boas leis permitem que se faça outras melhores as mas conduzem as piores tão logo diga alguém referindo-se aos assuntos do Estado o que me importo pode-se ter a certeza de que o Estado está perdido e o individamento do Amor à Pátria a Atividade do interesse
privado a imensidade dos estados as conquistas os abusos do governo fizeram imaginar a criação de Deputados ou representantes do povo nas assembleias da nação é a isso que em certos países se ousa chamar de terceiro estado assim o interesse e particular de duas ordens é posto no primeiro e no segundo plano e o interesse público é relegado a terceiro plano e a soberania não pode ser representada Pela mesma razão que não pode ser alienada e ela consiste essencialmente na vontade geral EA vontade de modo algum se representa ou é a mesma ou é outra não
há nisso meio termo e os deputados do povo não são pois nem podem ser seus representantes são quando muito os seus Comissários e nada podem concluir definitivamente são nulas todas as leis que o povo não tenha ratificado deixam de ser leis E o povo inglês pensa ser livre mas está completamente iludido apenas o a durante a eleição dos membros do Parlamento é tão logo estejam e se quiser leitos é de novo o escravo não é nada e pelo uso que faz da Liberdade nos curtos momentos em que iria dado desfrutá-la bem merece perdê-la é a
ideia dos representantes é moderna vem do governo feudal desde o iníco e absurdo o governo no qual a espécie humana é degradada e o nome de homem Constitui uma desonra e nas antigas repúblicas inclusive nas monarquias jamais o povo teve representantes não se conhecia sequer esse nome é bastante singular o fato de em Roma onde os tribunos eram tão sagrados e se quer saber imaginado pudessem eles usurpar as funções do Povo em meio de uma tão grande multidão nunca terem imaginado passar um só decreto oriundo de sua própria cabeça O julgues entretanto pelo que acontecia
no tempo dos gracos o embaraço causado por vezes pela turba Quando uma parte dos cidadãos dava o voto de cima dos telhados e onde direito EA Liberdade tudo representam os incovenientes nada ação eu não sei o desse povo sábio tudo estava posto em sua justa medida e ele permite aos leitores fazerem um que os tribunos não teriam usado pois não receava daqueles aveleira idade de Um representar e todavia para explicar de que forma os tribunos por vezes representava o povo basta conceber Como o governo representa o soberano e não sendo além senão a declaração da
vontade geral e claro está que não poder legislativo não pode o povo ser representado Mas pode e deve ser no Poder Executivo que outra coisa não é senão a força aplicada a lei E isto permite ver aqui examinando-se bem as coisas muito pequeno número de nações possuem efetivamente leis ou seja como for é certo que não dispondo os tribunos de nenhuma das partes do Poder Executivo não podem jamais representar o povo romano pelos direitos de seus cargos e a não ser usurpando os do senado e entre os gregos tudo quanto o povo tinha a fazer
fazia o por si mesmo Bom dia constantemente reunido na praça Pública habitava a ele um clima Suave não era havido disponha de escravos para os trabalhos a sua grande ocupação era a própria Liberdade não possuindo as mesmas regalias como conservar os mesmos direitos nossos climas mais duros nos impõe maiores nessa cidade durante os seis meses do ano a praça pública não é suportável vossas línguas surdas não se podem fazer entender ao ar livre das maior atenção ao vosso ganho que a vossa Liberdade e reais menos a escravidão do que a miséria como só se mantém
a liberdade e graças ao apoio da servidão e talvez e os dois excessos se tocam tudo que não se contém nos limites da natureza tem os seus incovenientes EA sociedade civil mais que tudo o resto e a Thaís posições infelizes nas quais é impossível conservar a liberdade a não ser as dispensas da de outrem e em que o cidadão só pode ser Perfeitamente livre se o escravo for perfeitamente escravo era assim a condição de Esparta E quanto a vós povos modernos não possui os escravos porém o só isso e Pardais a liberdade deles sacrificando a
vossa luz vanglorias dessa preferência Mas eu vejo nisso mas covardia do que humanidade eu não consigo pelo exposto a necessidade de se ter escravos nem que o direito de escravatura seja legítimo uma vez que Provei o contrário expõe apenas As razões pelas quais os povos modernos que se acreditam Livres tem representantes E por que os povos antigos não tinham ou seja como for no instante em que o povo se dá representantes Deixa de ser livre se essa de ser povo Olá tudo bem examinado não vejo ser daqui por diante possível ao soberano conservar entre nós
o exercício de seus direitos se a cidade não for pequena é mas sendo muito pequena será ela Subjugado e não demonstrar em seguida como é possível reunir o poder ir no exterior de um grande povo como fácil o policiamento EA boa ordem de um pequeno estado E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí a 16 quando a instituição do governo não é um contrato é uma vez bem estabelecido o poder legislativo trata-se de estabelecer igualmente O Poder Executivo é porque este último que só opera através de Atos particulares não sendo a
essência do outro está naturalmente dele separado E se fosse possível que o soberano Como tá o considerado tivesse o poder Executivo o direito e o fato seria um de tal modo confundidos que não mais se saberia o que é lei e o que não ué eu coloco político assim desnaturado cedo seria e a presença da violência contra a qual havia sido instituído e sendo os cidadãos todos iguais em virtude do contrato social a todos podem prescrever o que todos devem fazer ao passo que ninguém tem o direito de exigir que outro Faça aquilo que ele
mesmo não faz A hora é esse direito propriamente indispensável para fazer viver em mover o corpo político que o soberano outorga ao príncipe ao instituir o governo Há muitos pretenderam que o ato desse estabelecimento constituía um contrato entre o povo e os chefes por ele nomeados contrato pelo qual sua estipulava entre as duas partes as condições que obrigavam a comandar e o outro a obedecer e aqui convívio estou certo que a gente Tem uma estranha maneira de contratar Mas vejamos foi a sua opinião é sustentável de início autoridade Suprema não pode modificar-se nem alienar-se limitá-la
equivale a destruí-la é absurdo e contraditório que o soberano senhor torne um superior obrigasse obedeceram senhor é repor se em plena Liberdade E além disso é evidente que o contrato do Povo com Tais e tais pessoas seriam lá que o particular segue-se daí que tal Contrato não poderia ser uma lei nem um ato de soberania e que Por conseguinte se tornaria ilegítimo Fast ainda que as partes contratantes se encontrariam entre si sujeitas a única lei natural e sem nenhum fiador de suas obrigações recíprocas O que repugnam é de todos os modos ao estado civil quem
tem a força na mão seria sempre o senhor de execução de pouco Valeria portanto dar o nome de contrato ao ato de um homem que poderia dizer a outrem Boa noite tudo o que possuo com a condição de que me restitua zouk bem te aprouver é só a um contrato no estado é o da associação que exclui qualquer outro não seria possível imaginar nenhum contrato público que não constituísse uma violação do primeiro E aí E aí E aí E aí Em 17 da instituição do governo eu soube que ideia deve-se pois conceber o ato pelo
qual o governo é instituído a assinalar e início que tal ato é complexo ou composto de dois outros e o estabelecimento da Lei e o da sua execução é Oi para o primeiro estátua e o soberano que haverá um corpo de governo estabelecido sobre esta ou aquela forma e está claro que este ato constitui uma lei Oi para o segundo o povo não meia seu chefe que serão encarregados do governo estabelecido hora sendo essa nomeação lá que o particular não constitui uma lei Mas apenas uma continuação da primeira e uma função do governo é a
dificuldade consiste em compreender como pode haver um ato de governo antes de existir o governo e como pode o povo que só é soberano o vassalo tornar-se príncipe ou magistrado em determinadas circunstâncias E é ainda aqui que se descobre uma dessas surpreendentes propriedades do corpo político pelas quais eles tive concilia operações contraditórias Na aparência e isso é feita em virtude de uma súbita conversão da soberania em democracia o que sorte que sem nenhuma mudança sensível é somente através de uma nova relação de todos a todos os cidadãos mudado sem magistrados passam dos atos Gerais aos
atos particulares e da lei a Execução da mesma E é só mudança de relação não representa uma sutilezas de especulação Desprovida de exemplo na prática não têm lugar todos os dias no Parlamento da Inglaterra hoje a câmera baixa Em certas ocasiões se reúne com todo o corpo político para melhor discutir os negócios e de corte Soberana que era num instante precedente se torna simples comissão a qual em seguida faz assim mesmo ao relatório como câmara dos Comuns do que vende ajustar na qualidade de comissão e de libera novamente sob um título a respeito do que
já decidiu sobre o outro e esta superioridade do governo democrático poder estabelecer se de fato por um simples fato da vontade geral e depois disso esse governo empossado e se tal é a forma adotada ou estabelecido em nome do soberano o passo a para escrever a lei Ah e tudo entra novamente na normalidade E não é possível instituir o governo de nenhuma outra maneira legítima sem renunciar aos princípios acima referidos e E aí [Música] E aí E aí há 18 meios de prevenir a Juju expansões do governo é o resultado esses esclarecimentos confirmando o Capítulo
16 que o ato Instituidor do governo não constitui um contrato mais uma lei o que os depositários do Poder Executivo não são em absoluto os senhores do Povo mas apenas seus oficiais o que o povo dispõe do direito de uso nomear e o substituir quando bem lhe aprouver que o problema para eles não consiste em contratar mas em obedecer e Quem combinou se das funções que lhe são impostas pelo Estado outra coisa não fazem senão cumprir com o seu dever de Cidadãos sem terem de maneira alguma o direito de discutir as suas condições e quando
por isso acontece que um povo Instituto e um governo hereditário seja monárquico Numa família seja aristocrático numa ordem de cidadãos e não constitui o fato uma obrigação assumida e trata-se de uma forma provisória dada por ele à administração até que se comprazem a substituir por outra E é verdade que as suas Mudanças são Sempre perigosos e que não convém tocar Jamais no governo estabelecido exceto quando este se torna incompatível com o bem público é mas tal circunstância é uma máxima política e não uma regra de direito e o estado não é mais constrangido a deixar
a autoridade civil em mãos de seus chefes ou a autoridade militar em mãos de seus Generais e é ainda Verdade que em semelhante caso não seria possível observar com Excessivo cuidado todas as formalidades requeridas para se distinguir um ato regular e legítimo de um tumulto sedicioso ou à vontade de todo um povo os clamores de uma facção e é sobretudo neste ponto que só se deve dar ao caso o odioso o que não se lhe pode recusar em todo o Rigor do direito ia também desta obrigação que retira o príncipe a superioridade o que lhe
permite conservar o poder malgrado a oposição do povo sem que se possa dizer Que ele tenha usurpado é porque parecendo fazer apenas uso de seus direitos e é muito fácil para ele estender esses direitos e impedir sob o pretexto de tranquilidade pública as assembleias destinadas a restabelecer a boa ordem de forma a prevalecer-se de um silêncio que ele mesmo não permitisse roupa ou das irregularidades que faz cometer a fim de mudar em seu favor a opinião dos que se Calam por receio e punir os que ousam Falar E é assim que os decênviros eleitos de
início por um ano com mandato em seguida prorrogado por mais um ano tentaram manter perpetuamente o seu poder não permitindo que o povo se reunisse em comícios e É também por esse e-mail fácil que todos os governos do mundo uma vez revestidos da força do público usurpam cedo ou tarde a autoridade soberana e as assembleias periódicas de que falei Anteriormente só apropriadas para prevenir ou espaçar isso infortúnio e sobretudo sim dependendo de convocação formal e Por que então príncipe não pode impedir las sem se declarar abertamente infrator das leis e inimigo do Estado a abertura
dessas assembleias cujo único objetivo é a manutenção do tratado social e deve sempre fazer se por duas proposições que não possam jamais ser Suprimidas e sejam separadamente sufragados é a primeira consiste em saber se apraz ao soberano conservar a presente forma de governo o EA segunda consiste em saber O que é um povo atrás deixar a administração aos que dela estão atualmente incumbidos e Suponho nesta altura a ver já demonstrado que não existe no estado nenhuma lei fundamental que não possa Ser revogada nem mesmo um pacto social é porque se todos os cidadãos se reunissem
como fim de romper esse pacto ninguém poderia duvidar de Que tal rompimento não fosse legítimo croco chega mesmo a pensar que cada qual tem direito de renunciar ao estado de que é membro e retomar sua liberdade natural e seus bens retirando-se do país nota que fique bem claro Desde que não se abandone a pátria para fugir ao dever e esquivar-se de servi-la no momento em Que ela de Nós necessita porque a fuga aí então seria criminosa e punível isso não seria retirada não isso seria deserção E agora se não for esse o caso hora aí
seria absurdo não poderem decidir os cidadãos reunidos o que pode cada um deles separadamente [Música] se você ouviu de Jean já que eu sou e o contrato social livro treinos e e se você puder compra um livro físico e Prestigia sim o trabalho de pessoas que fazem com que este conteúdo chega para você e se puder também curta e Compartilhe o nosso canal Assim você nos ajuda a crescer para continuar produzindo áudio livros para você E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E
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