Olá então dando sequência a nossa avaliação no exame físico da serpentes é sempre muito importante durante a avaliação física nós fazermos essa avaliação no sentido crânio caudal no qual nós iremos avaliar inicialmente toda a cavidade oral da serpentes e posteriormente nós vamos dar sequência observando a desidratação presença de ectoparasitas As lesões na pele desses animais e também lesões tanto na cavidade oral também naquela membrana ocular que muita das vezes pode acontecer por uma troca inadequada da Pele que é a desequidíase e essa dezek de desequidias e pode acontecer tanto em toda a superfície corpótória da
serpentes e também nessa membrana ocular que é muito recorrente a retenção de ovos também pode ser observado por meio da palpação tanto a retenção de ovos ou a presença alguns embriões e também é muito importante avaliação de massas tumorais principalmente massas tumorais em região de coluna vertebral que cada vez mais o tempo de vida desses animais em cativeiro está aumentando proporcionando então a formação de novas neoplasias e principalmente neoplasias articulares e também neoplasias ósseas e finalizar a inspeção na região e inspeção da cloaca né que é feito por meio tanto de vídeo né então a
gente pode usar a vídeo né guiado no qual a gente consegue fazer toda essa análise da morfologia ou mesmo avaliação morfológica com o próprio a própria observação e palpação e também muito importante a busca por hackers por meio tanto da avaliação direta quando o uso de microscopia eletrônica observar a presença de traumas ou infecções que possam estar associadas alguma doença térmica alguma doença de pele e também muito importante as serpentes a gente avaliar o tônus muscular o ideal é que essa serpentes Tenham sempre um tônus adequado um tônus cada vez mais firme a medida que
ela se enrola e se esse animal ele não apresenta esse instinto de se enrolar e fazer essa preensão já indica aí um provável sintomas de desidratação e até mesmo fraqueza anemia que pode ser associado a esse desenrolar fácil da serpente durante a manipulação E aí após avaliação física nós vamos então fazer a coleta de sangue né a coleta de sangue ela é feito pela punção na região da veia oxigia caudal No qual no qual nós iremos inserir a agulha em um ângulo de 45 graus na região na metade da cauda na linha média né E
aí a gente deve fazer essa angulação de 45 graus e aí a agulha ela deve entrar entre as escamas a gente não pode perfurar em cima das escamas o ideal é que a gente selecione entre uma escama e outro e aí a gente possa fazer a venda punção nessa região e muito importante depois de feito a colheita a gente colocar essas esse sangue coletado para hemograma que a gente possa colocar no anticoagulante heparina pois não é DTA desses animais a gente pode causar hemólise porque a morfologia das hemácias dessas espécies tanto da serpentes quanto dos
répteis é uma morfologia diferente nós podemos avaliar que as hemácias por exemplo elas são nucleadas por uma questão evolutiva elas ainda mantiveram o núcleo dentro das hemácias e outra característica também muito importante né são os heterófitos né esses linfócitos específicos das serpentes e dos répteis que são os heterófilos né que são os responsáveis pela formação de determinados cáseos nos répteis é muito comum de nós observarmos que eles não formam aquela secreção por lenta ao invés dessa secreção por lenta é observado essa formação caserosa essa formação caserosa se dá principalmente por conta dos leucócitos que são
diferenciados dos leucócitos dos mamíferos E aí essa secreção ela se dá por meio da formação de casos né tanto em região abdominal em cavidade celomática quanto também regiões de pele e região de cavidade oral são observados esses casos e esses Casos eles são formados por diversos motivos e na maioria das vezes vai ser sempre associado a uma infecção bacteriana E essas infecções bacterianas elas acabam sendo recorrentes na clínica de serpente justamente por conta do ambiente em que nós submetemos Esses animais o ideal é que colocamos Esses animais sempre em um recipiente é adequado tanto para
o tamanho quanto para a espécie né Nós vimos nas outras aulas que a gente deve sempre fazer e adotar as medidas para controle de temperatura de umidade e ventilação dentro do serpentário para evitar com que a gente tenha proliferação de alguns agentes infecciosos e aqui se a gente for pensar nos agentes infecciosos bacterianos né que é a principal causa de mortalidades em serpentes sendo os bacilos gram-negativos esses principais agentes etiológicos presentes na clínica médica de serpentes causando essas infecções que muitas das vezes é muito difícil né fazer o tratamento com antibacteriano e ter resultados efetivos
e também nós sabemos que essas doenças bacterianas e as doenças fúngicas elas possuem esse caráter oportunista que são os agentes secundários as outras infecções sejam elas virais ou mesmas infecções parasitárias que vão causar uma imunossupressão e essa imunossupressão juntamente com todo o estresse que esse animal está passando ali no serpentário e o manejo inadequado de todo a forragem que tem ali naquele serpentário vai fazer com que esses animais tenham essa queda na imunidade proporcionando então a multiplicação bacteriana tanto na forrage né no sedentário como um todo quanto a multiplicação bacteriana tanto na pele né e
também em outras cavidades por exemplo cavidade oral e na cloaca E aí nós temos como as principais bactérias listadas aqui né E nós podemos observar também que em casos de bactérias gram-positivas podem ser isolados também e principalmente foi a principal bactéria gram-positiva que foi isolada em serpentes sendo mais uma vez observado que as gram-negativas possuem uma recorrência muito maior na clínica médica de serpentes e aí o que que essas doenças bacterianas Podem trazer de consequências para serpentes o principal sinal Clínico né A gente vai ver os sinais clínicos Aonde tiver a proliferação bacteriana a princípio
Aonde ocorreu esse contato direto então se a gente teve uma infecção bacteriana por meio do contato oral nós vamos ter uma proliferação bacteriana na cavidade oral e essa proliferação bacteriana pode causar a bursite e a estomatite que são todas essas lesões causados na cavidade oral aqui nessas imagens mesmo nós conseguimos observar uma placa bem vermelha bem ele tem hematosa junto com essa placa casero né aqui um outro exemplo nós podemos observar mais uma placa caseosa justamente por conta desses leucócitos com essa esses heterófilos com essa diferenciação dos mamíferos E aí posteriormente a essas lesões orais
o que se espera que essas bactérias possam se multiplicar e aí acometendo vários outros sistemas causando aí por exemplo as anterites e as gastroenterites e também pode se difundir essas bactérias pela traqueia adentrando em região de Paul mal né e causando Então as pneumonia secundárias as infecções bacterianas causando os abcesso subcutânicos subcutâneos e oftálmicos também é possível observar a offarite né que a infecção da região dos ovários das serpentes e também nos casos mais graves onde não foi feito adequado diagnóstico e também tratamento não está sendo eficaz nós observamos observamos um quadro de septicemia por
conta dessa proliferação é exagerada e um controle inadequado das infecções bacterianas desses animais e geralmente o que nós fazemos né é todo uma suplementação é que a gente deve fazer uma mudança de todo manejo desses animais para tentar descobrir qual foi a causa primária que estava associado com essas doenças bacterianas né porque geralmente elas são associadas mais uma vez a outros fatores primários por exemplo super populações onde a gente tem um excesso de animais e um determinado local que gera stress gera competição de alimento né e gera lesões traumáticas também isso daí faz com que
a gente tenha essa proliferação bacteriana sem contar o acúmulo dos detritos no ambiente que pode acontecer por conta desse acúmulo de fezes né E todas essas lesões em pele vai causar a imunossupressão desses animais principalmente os animais de vida livre que são imunossuprimidos por algum motivo né pode ser um agente viral que estava ali presente nesse animal de vida livre que aí depois que ele passa para cativeiro é esse vírus ele começa a se multiplicar e de forma secundária a gente tem então as doenças bacterianas outros fatores relacionados aos serpentário que vão gerar estresse e
também a temperatura inadequada que é feito por meio do controle da temperatura e dos termostatos que são colocados nesses locais e aí como exemplo nós podemos observar essas serpentes né no qual a gente consegue ver toda uma região de hiperemia na região dorsola lateral né no qual nós podemos observar bem nítido a diferença da pele desses animais né que tá associado então um quadro de dermatite infecciosa úmida que foi isolado a bactéria Proteus né E aí essa bactéria por multiplicação por algum fator primário ela deve ser combatida aqui um outro exemplo nós podemos observar né
onde nós temos essas lesões em formatos de petecas E essas dermatites também dermatite úmida por conta de infecções bacterianas secundárias austraumas que podem acontecer e aí as doenças infecciosas se a gente for pensar em todos esses fatores que podem correlacionar as doenças bacterianas nós vamos então pensar em fazer um tratamento multi modal no qual nós iremos controlar os fatores stress fazer todo o controle do serpentário para aquele controle de umidade de temperatura ventilação e proporcionar o ambiente de qualidade para esses animais para que nós possamos reduzir esses fatores estressantes E aí sim a gente vai
ter mais condições de fazer e proporcionar um tratamento adequado e uma dessas técnicas que nós podemos utilizar por exemplo é acupuntura para redução do estresse desses animais e aí por meio da acupuntura a gente faz esse controle da energia que nós chamamos de ti né que a energia Vital dentro da Medicina oriental E aí esse controle de energia e essa redução do estresse vai fazer com que esses animais tenha uma redução da proliferação bacteriana e a imunossupressão secundária esses fatores estressantes E além disso né Nós vamos utilizar todos os outros mecanismos da medicina tradicional que
seria o uso dos agentes conexão os antibióticos e também todo o cuidado que nós vamos fazer durante o tratamento desses animais e aqui o que que nós podemos observar principal né Na avaliação clínica é estomatite infecciosa ou a estomatite ulcerativa no qual nós vamos ter os pontos hemorrágicos azul-cerações e necrose muco de mucosa oral então aqui nós podemos observar mais uma vez toda essa mucosa oral com bastante eritema né com bastante região inflamada né áreas hemorrágicas e todas essas áreas hemorrágicas e de petecas já indica aí quadros já de inflamação e infecção né E esses
fatores predisponentes eles vão levar a proliferação bacteriana mais uma vez e os sinais observados dessa serpentes será a salivação excessiva por conta daquele agente daquele caso e de toda infecção bacteriana e também os quadros de anorexia por conta também dessa infecção e inflamação oral que faz com que o animal não tenha a vontade que sinta muita dor ao fazer ao pensar a sua presa e aí ele vai evitar de se alimentar e também hiperemia das mucosas mais uma vez a gente vê todas essas áreas de perêmicas o edema gengival petecas ele trema e placas caseosas
que em animais mamíferos nós iríamos observar principalmente a formação de pus já que esses animais não fazem a formação de líquido por lento eles vão formar as placas caseosas E aí em casos mais graves por aspiração desses agentes etiológicos bacterianos nós vamos ter as pneumonias que vai ser um tratamento muito mais complexo e muito mais complicado dentro da Clínica Médica de serpe E aí as pneumonias por exemplo um dos sinais muito clássicos e muito importante que nós é saibamos é quando esses animais por conta dessa pneumonia dessa dificuldade de respirar eles podem desenvolver tosse eliminar
todos esses fluidos por via traqueal né E aí como Eles não conseguem muitas das vezes eliminar esses fluidos pela Via traqueal é por conta dessa formação caseosa Eles não conseguem na maioria dos casos tossir e nem expelir esses fluidos o que nós vemos é um acúmulo de todo esse tecido toda essa fibrina e de todas essas infecções bacterianas que se forma no pulmão E aí em nós mamíferos que a gente consegue ter essa reação de tosse a gente consegue eliminar muita carga bacteriana e viral por meio da tosse do espirro já Esses animais eles acabam
acumulando por conta de todos os fatores anatômicos e fisiológicos que eles possuem que impossibilita essas eliminações de forma eficaz e também os fatores de mas condições são os fatores pré-disponentes mais uma vez e os sinais clínicos que serão observados em quadras de pneumonia São todos aqueles correlacionados com apatia prostração dificuldade respiratória E aí para a gente identificar essas dificuldades respiratórias nos animais o que nós podemos observar é esse sinal Clínico no qual animal vai ter a cabeça levantada ele vai ficar muito das vezes com a boca aberta e também é possível observar que eles ficam
com papo que é com essa formação né de ar que fica nessa região então apresentando esse papo e bastante prostração quando a gente vê esse papo formado na serpentes já é um achado muito importante para a gente fazer posteriormente o diagnóstico diferencial de uma pneumonia já indica que esse animal tem sintomas graves do pulmão e das vias aéreas superiores né no caso vias aéreas craniais E aí essas vias aéreas a gente deve iniciar o tratamento quanto antes porque isso já é bastante grave quando ele já começa a ter Essas manifestações clínicas e o diagnóstico ele
na maioria das vezes ele é feito por meio de lavagem pulmonar no qual nós iremos então fazer passar a sonda né então a gente vai fazer o diagnóstico por meio de todos esses sinais clínicos e o lavado branco alveolar que nós fazemos por meio da Lavagem com solução fisiológica no volume de 1% da massa corpórea então 1% da massa corpórea desses animais nós vamos utilizar de solução fisiológica nós vamos entubar colocar essa solução fisiológica e posteriormente aspirar por meio da sonda traqueal E aí a gente vai colocar em uma um tubo apropriado do estéreo E
aí a gente vai mandar para fazer todos os exames e análises morfológicas e também é microbiológicas pensando na cultura e antibiograma e também na cultura do fungo e o fungo geograma E aí a gente vai fazer isso com o animal em decúbito ventral nós podemos utilizar tanto a sonda traqueal quanto a sonda uretral E aí como a entrada da traqueia é uma entrada bastante Ampla a gente consegue fazer se lavado e no caso dos animais a gente pode tentar por meio da massagem pulmonar em decúbito ventral no qual nós vamos tentar empurrar esses conteúdos caseiros
por meio da sonda e posteriormente fazer a coleta desses materiais e aí nesses animais quadros de pneumonias com todos esses sinais clínicos nós devemos então fazer a cultura e o antibiograma e juntamente com a cultura de fungo e o fungograma para saber exatamente qual que é o agente etiológico de todo esse quadro de pneumonia Mas até que esse exame eles fique pronto o ideal é que nós já iniciamos o tratamento para que nós não fazemos com que tem uma progressão dessa doença a medida que a gente aguarda o resultado dos exames a gente já entra
então com o uso da amicacina até ter todos os resultados da cultura e do antibiograma para depois fazer essa troca para o antibiótico mais adequado para esses quadros de pneumonia então aqui por exemplo nós temos algumas imagens quais a gente pode fazer para chegar o diagnóstico a gente vai utilizar por exemplo na região de cavidade oral a gente pode usar um swab estéreo né em regiões onde a gente tem todas essas áreas onde tem todas essas vesículas contendo esse conteúdo casoso nós podemos fazer a punção a coleta e o envio para cultura e também para
antibiograma tanto de bactérias quanto para fungos né até que a gente consiga por exemplo ter esse antibiótico específico aqui no qual nós temos uma área bastante consumida das bactérias nessa região no qual nós podemos observar que esse antibiótico ele conseguiu matar grande parte dessas bactérias e já aqui por exemplo são antibióticos que nós não devemos utilizar pois eles não apresentaram nenhuma destruição bacteriana nenhum alo ao redor desse antibiótico que foi usado E aí a gente deve facilitar o uso desses medicamentos pois eles não vão surtir efeitos na terapêutica que foi instituída para esses animais então
continuando a respeito do tratamento que nós vamos utilizar para essas infecções e bacterianas né o ideal é que nós tenhamos o menor manipulação durante esse tratamento principalmente pensando em todos aqueles animais peçonhentos quanto menor a manipulação melhor será a o tratamento desses animais né para não ter nenhum risco para todos os seus cuidadores E sem contar em todos os fatores de estresse que estarão relacionados no momento em que a gente faz a contenção desses animais então menor a manipulação do animal e aí os medicamentos na maioria das vezes eles serão utilizados medicamentos injetáveis com um
amplo espectro e também um tempo de ação maior para esses animais e aí a utilização dessas drogas de amplo espectros e também eficiente contra as principais doenças bacterianas e as bactérias mais comuns né que é por exemplo a pseudomonas é que são as bactérias mais recorrentes nós podemos também fazer o uso da amicacina certas idioma e também a pereclina Azitromicina enrofloxacina Metronidazol acéfalosporinas a Amoxicilina e também a gentamicina lembrando que em ordem né começando sempre por desses e posteriormente de acordo com os resultados dos exames a gente passa para os próximos antibióticos e é sempre
importante a gente lembrar da necessidade da responsabilidade do médico veterinário com a saúde pública e aí sempre buscar fazer o uso do antibiótico baseado na cultura e no antibiograma para evitar ficar usando antibiótico depois vocês usa o outro e assim por diante de uma forma irregular em errônea então é importante nesses animais a gente fazer a cultura e antibiograma para fazer a utilização do antibiótico de uma forma efetiva e eficaz para essas espécies Nós também temos a Cefa cefalexina que infelizmente elas não possuem fundamentação científica para o seu uso até o momento né E aí
nesses animais a gente ainda não tem essa fundamentação Então deve ser evitar né que a gente tem um exemplo por exemplo do convênio que é essa fórmula que é comercializado né iguanas verdes né em outros répteis foi então aplicado a medicação e foi visto que ela é de uma curta duração com uma meia vida menor do que quatro horas então o convênio quando aplicado em cães e gatos nós já temos Rela né de que a ação é prolongada dentro de 14 dias então se a gente fosse pensar nessa analogia o convênio seria o melhor medicamento
para utilizar em serpentes que é de aplicação E aí a duração de 14 dias porém nesses animais por questões fisiológicas e de metabolismo eles não possuem ainda fundamentação científica que trazem embasamento de que elas podem ser utilizados em serpentes e em iguanas por exemplo já foi observado que essa meia vida é baixíssimo né em torno aí de quatro horas então diferente dos outros mamíferos a gente não tem essa qualidade no tempo de uso do convênio E aí foi utilizado então um teste em uma jiboia e duas cascavéis Russas no qual foi observado uma concentração plasmática
da sefazina bem abaixo do que é registrado em cães e gatos Como eu disse mais uma vez e aí o que que a gente evite os desses medicamentos pois a meia vida além de ser baixa ainda não foi comprovado cientificamente que Esses medicamentos podem ser e são eficazes no tratamento de bactérias em serpentes e a cefalosporinas amicacina e gentamicina elas podem ser nefrotóxicas e elas devem ser sempre utilizadas com muito cuidado sempre que possível né então nos animais que são nefrotóxicos nos animais que são nefropatas nós vamos evitar e suspendeu o uso dessas bases de
antibiótico né porque a gente deve evitar porque elas são nefrotóxicas E se a gente for pensar então né como base em doses específicas para serpente a gente deve ser reduzir essa dose buscar no bulário Qual que é a dose recomendada para esses animais para cada espécie e também para cada tipo de infecção bacteriana e lembrando sempre que utilizar somente com a necessidade específica do tratamento com Esses medicamentos específicos