Nicolás maduro claramente ameaça o presidente brasileiro Lula e afirma que ninguém irá parar a Venezuela e mostra sua força ao lado do presidente russo Vladimir Putin que estão pretendendo enfraquecer a posição brasileira mediante o Bricks Assista esse vídeo até o final para você ficar por dentro dessas novas atualizações deixe o seu like nesse vídeo se inscreva e Ative o Sininho das notificações na esteira da Cúpula do Briggs em Kazan Rússia um dos episódios mais marcantes da diplomacia latino-americana recente tem causado grande repercussão o veto do Brasil a entrada da Venezuela no bloco evidenciou uma ruptura
Inesperada nas relações entre os governos de Nicolás Maduro e Luís Inácio Lula da Silva que até então mantinham um alinhamento ideológico sólido a decisão do Brasil gerou fortes reações do presidente venezuelano colocando em cheque a cooperação entre os países e expondo novas fissuras na diplomacia internacional envolvendo o brick e o Conselho de Segurança da ONU durante a Cúpula do brix em cazan a Venezuela expressou o desejo de integrar-se oficialmente ao bloco que agora inclui Brasil Rússia índia China e África do Sul e busca expandir sua influência internacional a decisão de vetar a entrada venezuelana porém
foi defendida por Celson Amim ex-chanceler brasileiro e atual assessor de relações internacionais de Lula sob o argumento de que o governo maduro não cumpriu compromissos de Transparência segundo Amorin maduro havia prometido a Lula divulgar atas detalhadas das últimas eleições presidenciais nas quais foi proclamado Vencedor com 52% dos votos no entanto esses documentos exigidos pela legislação venezuelana não foram publicados pelo Conselho Nacional eleitoral CNE devido a um alegado ataque hacker ao sistema eleitoral esse fator levou o Brasil a questionar a confiabilidade do governo venezuelano o que resultou no veto em um gesto hostil que maduro não
deixou passar despercebido após retornar a Caracas maduro respondeu duramente em um pronunciamento transmitido pela televisão estatal venezuelana sem mencionar explicitamente o Brasil mas deixando Clara sua insatisfação o presidente declarou que ninguém vetará nem calará é a Venezuela e criticou aqueles que tentaram silenciar a nação bolivariana no passado sugerindo que estão Secos e na lata de lixo da história as declarações de maduro soaram como uma ameaça direta ao Brasil rompendo um período de relações amigáveis que vinha sendo mantido entre Lula e o líder venezuelano ao adotar esse tom desafiante maduro enfatizou a resistência de seu governo
e afirmou que recebeu apoio e reconhecimento de Aliados globais como Rússia China Irã Cuba e Nicarágua os quais teriam ratificado sua vitória eleitoral mesmo diante das denúncias de fraude feitas pela oposição venezuelana além das tensões com o Brasil o governo maduro enfrenta uma crise interna devido a denúncias de fraude eleitoral feitas pela oposição Corina Machado líder da oposição Public cópias de % das atas eleitorais afirmando que o verdadeiro vencedor seria Edmundo Gonzales uta atualmente exilado na Espanha devido a um mandado de prisão relacionado à divulgação das cédulas de votação esse embate interno cria obstáculos adicionais
para a Venezuela que busca apoio externo mas sofre com a falta de Transparência alegada pelo Brasil e outros países o veto brasileiro não apenas trouxe tensões bilaterais com a Venezuela mas também revelou dentro do próprio brix a Rússia país anfitrião da Cúpula e aliado próximo de maduro manifestou discordância com a posição do Brasil abrindo uma divergência Clara no bloco quanto à admissão da Venezuela essa situação deixou o Brasil em uma posição delicada e o gesto de Lula pode acabar isolando o país nas futuras negociações do grupo ademais as tensões se estendem ao cenário Global com
membros do Bricks sugerindo que não apoiariam o pleito brasileiro por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU o Brasil tem feito campanha para obter uma posição permanente destacando-se na diplomacia multilateral contudo a falta de consenso dentro do próprio Bricks sobre questões como o veto à Venezuela prejudica a imagem brasileira como liderança internacional enfraquecendo a legitimidade de seu pedido a postura de maduro que criticou implicitamente e sua administração representa uma mudança significativa no quadro de alianças da América Latina a Venezuela outrora um parceiro próximo do Brasil em questões ideológicas e diplomáticas agora vê no
país um adversário que segundo maduro tentou calar a voz da rebeldia e da Justiça da Venezuela em vez de colaboração a retórica venezuelana parece apontar para uma relação de desconfiança e possível antagonismo no futuro próximo o episódio portanto Marca um momento de inflexão para a diplomacia brasileira que precisa reconsiderar sua abordagem no contexto do Bricks e nas relações com a Venezuela enquanto o Brasil tenta expandir seu papel no cenário global e garantir a confiança de parceiros estratégicos eventos como o veto a um país da mesma região podem impactar a percepção de sua liderança e fiabilidade
no bloco e além o desenrolar dessa crise nas próximas semanas será determinante para entender os Novos Rumos da política externa brasileira e as alianças da América Latina no atual cenário geopolítico global