e aqui por toda essa exercício que o filme propõe pela riqueza pela de elementos né eu comentei para a molhar vocês vão ver que depois aparece o trauma né o próprio trauma da perda o próprio luto que aparece aí nesse contexto me Os Delírios o uso da bebida tudo isso mais claro que o seu seu se eu pudesse é escolher algo para para falar assim porque mexeu tanto comigo né Por que que esse filme me traz para esse lugar de refletir sobre é porque além dessa nossa forma de lidar com a realidade Como Se nós
estivéssemos vendo algo que tá lá fora e não querendo que isso de alguma forma afete a nossa própria noção do mundo a forma como nós simbolizamos a as nossas vidas e o quê com essa mensagem de quanto que nós comum terapeutas como psicanalistas Também passamos por por esses experimentos né por esses desafios de conseguir trazer uma escuta capaz de entender essas verdades essas singularidades toda essa subjetividade que está ali e de fato e tira essa essa essa condição de ofertar uma escuta capaz de ouvir com meu próprio inconsciente inconsciente do outro então eu percebo que
esse esse esse filme nos permite muitas vezes e ver esse lugar por quanto a gente começa a fazer alguns juízos de valores né começa a querer dar forma para essas cenas que aparecem impressa uma narrativa que vai acontecendo como se realmente a Anna Fox ela acontece é doida né Vamos falar assim tá delirando tá realmente alucinando né Essa combinação de medicamento álcool e com todos os processos que ela viveu na vida dela não tá fazendo bem para ela e o filme mostra para a gente algum pouco além disso que mesmo por trás de todos esses
delírios e aí eu me lembro muito do que o Ford dizia né existe muitas verdades né existir muitas mensagens verdadeiras por aí e aí algumas vezes eu questão né e eu vejo esses dias dama uma estudado um pouco sobre o método né psicanalítico Eu vejo quando o forte falando ok né Todos nós sabemos que o objeto ele principal né de a terapêutica tradicional de serem os neuróticos né são seriam os neuróticos mais é e fáceis em cima da gente aí vão vamos lá essa expressão né da gente conseguir minimamente manter esse essa essa esse processo
que a gente chama de processo transferencial a transferência e contratransferência uma boa comunicação né uma associação livre ou uma escuta flutuante enfim que nos permitiria viver isso que talvez com psicóticos não fosse não não seria tão impossível mas é interessante que ele mesmo deixa entrever e e deixe algumas mensagens que talvez não naquele momento e nosso poderemos pensar no processo de acolhimento para os psicóticos e até porque ele tanto problema sinaliza o quanto que essa linha esse limite entre a neurose EA Psicose ele é um limite muito útil a gente transita muito rápido né desse
desse estado meio persecutório meio para nós comer histérico para você Cosme assim né Ah e não que que você por neurótico seja melhor do que o Psicótico né Eu até gosto muito de um uns exemplos que lidar e que que faz muito sentido né porque o Psicótico ele cria esse mundo né essa fantasia mas ele ele ele ele assume que ele tá vivendo essa mundo que ele tá vivendo essa fantasia nele ele carinho quase que entregue aí essa fantasia todas essas projeções aos setores a esses delírios e nós não Nós criamos tudo isso mas negamos
e tu diz que nós queríamos né E aí a gente vive nesse conflito né entre aquilo que nós idealizamos na nossa cabeça tudo aquilo que nós vivenciamos como afetos sentimentos e relações E por aí vai com né esse mundo aí fora né então assim parece que a gente vive né sempre nessa nesse lugar do da ambivalência nessa coisa meio paradoxal essa coisa muito pouco contraditória um pouco do ao assim como se nós vivêssemos um ideal ou estivéssemos ali sonhando projetando o ideal mas que a realidade fosse bem diferente disso então a gente acaba pedindo quase
que e realidades paralelas negócio de Dois Mundos em função disso e então acho que esse esse filme esse exercício nos permite e nosso permitiu e aqueles que participaram e acompanharam aonde concordar comigo e que embora a riqueza e ele me trouxe para esse lugar da reflexão Por que que nós desacreditamos tanto por quê que nós sempre estamos colocando a nossa bagagem aquilo que nós acreditamos aquele que Nós pensamos o desejo do analista que ele tem nós desejamos aquilo que nós esperamos como como possível caminho interpretativo dessa verdade desse significante de significado é interessante Consoles e
eu eu acredito que o filme nos permite e viver esse lugar né é se dar conta de que o essa escuta psicanalítica é com mais que que eu entenda que há neutralidade ela ela não lembro exercício é muito fácil mas a Escuta psicanalítica ela ela deveria ser realmente uma escuta livre né daquele que nós acreditamos do nosso próprio Desejo mesmo do nosso desejo interpretativo de dar significado de dar sentido aquilo que tá sendo narrado por que comumente o que nós fazemos a gente tem quase que as ansiedade de querer simbolizar interpretar e devolver algumas coisas
para nacionalizando demonstrar para ele só que ele faça um tiro só não faço pedido e talvez nessa e nessa ansiedade nesse nesse lugar que a gente a culpa de querer dar ou entregar uma interpretação produzir um efeito analítico de falar nesse nossos encontros a gente acaba e em correndo em alguns erros ou não consegui de fato ouvir essa verdade que está por trás de todas essas narrativas então o caso dando a Fox e ela ele nos permitir realmente entender um paciente e vão vamo imaginar ela como um possível analisando e com com todos os elementos
da paranoia da Histeria da os medos fóbicos né as fobias ali controlando um pouco direcionar na vida dela né a gente vê algumas questões relacionadas a dicção a a essa conclusão a bebida ou também a tua busca da bebida como forma de fugir da realidade e e não é muito diferente quando o nosso pensamos na Ana que ver se mundo lá fora aqui tá preta essas histórias que interpreta esses acontecimentos externos através da sua própria perspectiva Então se e a Anna interpreta essas essas janelas que ela acompanha através da sua própria janela através do seu
próprio instrumento que né vou ter um instrumento psíquico não é com o com todos os outros e vamos falar sentidos que que podem estar comprometidos ou não mas e nós percebemos que ela vai ter no sentido e significado a tudo isso e é isso sentido que importa para nós né o que ela veio com ela significa de que forma ela ela ela ela percebe isso é muito importante para nós porque aquilo que e a Ana Vilela fora diz muito sobre o cana vivencia internamente diz muito sobre como a Anna tem se sentido como Sujeito como
ser humano ou e que que funcione são essas né que sentimentos são esses que emoções são essas que estão ali presentes na história da Ana de forma que ela ouvir gritos ela percebe ameaças né então você percebe tudo isso mas algo que talvez vocês e tem observado e a Anna parece viver esses esses Axis né do do comportamento melancólico a uma Mia cor né a gente percebe que ela sai ali um pouco daquele processo triste compra um pão processo de risos de alegria e aí de e que possa falar com o que que é que
a Ana tá ruim que eu te falo né É Oi e esse comportamento o INSS não não contou dessa e essa essa clareza que a ficção nos traz mas esses episódios melancólicos e maníacos Eles são muito comuns a gente ele tá com bastante frequência não só comum como sujeito né bem apro da nossa própria singularidade da nossa da nossa própria história de vida né mas nesse processo também Clínico né não atendimento aos nossos pacientes no atendimento ao analisando Então isso é algo bem comum e às vezes a gente fala nossa como que a pessoa saiu
do melancólico da tristeza de angústia para alegria né Outra uma parente aí tá tudo ótimo tá tudo resolvido eu tô bem né que bom eu tô conseguindo resolver minha vida eu tô conseguindo seguir adiante e a gente percebe muitas vezes eu esses Picos né de ambos aí que também demonstram aí claramente para nós que o provavelmente esse processo e ele continua né Ele só tá tendo algumas alternâncias aí algumas alternâncias de humor o e bom eu gostei muito quando eu eu fui buscando algo sobre as eu me lembro explorando um pouco mais entendendo que eu
vejo que essa história acontece em Nova York né e eu fiquei pensando muito como aqui também essa vida nossa né como que é lidar com essa vida nas grandes cidades nos grandes centros urbanos que realmente é parece que só nós percebemos que tá acontecendo aqui dentro da nossa casa né dentro da nossa morada e nem sempre Nós nos damos conta de tudo que acontece na nossa morada mas nós temos percepções disso que acontece e eu percebo que essas percepções Elas podem até serem feridas em diversos