Olá não há nenhum segredo que a Terra é um planeta fascinante e possui Uma História extremamente rica mas mais do que qualquer outra parte do Planeta os oceanos continuam sendo os locais mais tentadores e misteriosos isto acontece porque a grande maioria dos oceanos permanece inexplorada graças a uma combinação de águas incrivelmente Profundas pressão e f de luz solar mais de 80% dos oceanos da terra são um completo Enigma como era de se esperar esta estranheza em torno do Oceano leva a imaginação de algumas pessoas a correr solta as águas oceânicas cobrem quase 70% da superfície do pleta e disso tudo somente 20% é concio ou orado pela ciência não foi à toa que surgiu o famoso bordão sabemos mais sobre a superfície de Marte e da lua do que sobre o fundo dos oceanos Então nada mais razoável que para quem tem recursos e explore o espaço como ninguém a famosa Nasa também se preocupe em pesquisar e entender o fundo dos oceanos não é verdade vejamos o que já foi feito até hoje pela Agência Espacial nesse tipo de exploração quais os motivos para isso e o que fez a NASA ter apostado tanto nesse mergulho por mais estranho que pareça algumas pessoas achavam que a NASA tinha sido criada com o objetivo de explorar os oceanos mas que por algum motivo resolveu explorar o espaço sideral Living a administração Nacional da aeronáutica e espaço que é isso que está embutido na sigla Nasa foi criada em 1958 com um propósito Inicial único não ficar atrás da União Soviética que havia acabado de lançar o primeiro satélite espacial o Sputnik 1 na verdade um ano antes para a órbita terrestre começa aí e começava Aliás a corrida espacial um capítulo integrante da Guerra isto quer dizer que a NASA desde o princípio foi criada para explorar o espaço e embora a agência desenvolva projetos e satélites meteorológicos para serem usados por outra agência a noaa sigla Para administração Oceânica e atmosférica Nacional a Agência Espacial nunca foi usada para investigar ou explorar os oceanos no entanto segundo o artigo publicado pela BBC a NASA também compreende que ao estudar o fundo dos oceanos a ciência poderá entender melhor o espaço sideral Como assim vamos entender melhor esta premissa vamos Ok parte da missão da NASA é desenvolver uma compreensão de sistema terrestre como um todo e dos efeitos das mudanças naturais e também aquelas induzidas pelo homem no meio ambiente como nossos oceanos desempenham um papel fundamental ao influenciar as mudanças no clima e no tempo de forma Global a coleta e análise de dados oceânicos de longo prazo especialmente por meio de satélites é o que tem permitido um estudo mais amplo sobre o mar e o quanto ele colabora para a vida no planeta antes dos satélites grande parte do que aprendemos sobre o anos vinha de medições inabitadas por navios boias e derivações os oceanógrafos baseados em navios estão limitados a amostras de áreas relativamente pequenas no oceano e muitas vezes enfrentando Muitas dificuldades os dados de navios boias e derivações não são suficientes para caracterizar as condições da diversidade espacial do oceano Contudo não é só por cima que a NASA tem feito tal exploração eles também foram mais fundo literalmente afundaram a fim de investigar de perto ambientes mais extremos e assim conseguir avançar em suas explorações espaciais futuras como nos satélites naturais Europa e Titã respectivamente luas de Júpiter e Saturno que contém líquido em sua superfície no caso de Europa a NASA inclusive está para lançar a missão Europa clipper em outubro de 2024 o programa foi adiado devido a alguns contratempos pois seria lançado em 2023 o fato é que os cientistas estão quase certos de que há vida em abundância sobre a concha de gelo que envolve Europa já que ela esconde o imenso líquido E é disso que a missão tratará no entanto para aumentar as chances de sucesso a NASA precisa se ambientar ou seja saber na prática como lidar com os equipamentos que serão lançados para lá e sem sombra de dúvida é um ambiente extremo que está longe do Sol é frio desolado e provavelmente inóspito e nada melhor que os oceanos da Terra para simular Tais ambientes em tempo a missão Europa clipper é composta por equipamentos de alta tecnologia mas não levará humanos É certo que estudar os oceanos por meio dos satélites algo relativamente novo trouxe grandes conquistas no âmbito meteorológico por outro lado não é também suficiente para a NASA se preparar para conhecer de perto um oceano situado à maisem 620 milhões de kmet de nós é por essa razão que as pesquisas em ambientes inóspitos aqui mesmo na terra são de extrema importância já que prevêem muito sobre o comportamento e a funcionalidade dos equipamentos em determinados locais as missões destinadas a compreender ambientes extremos são sempre cheias de Maravilhas surpresas mas também perigos como o risco de implosão dos veículos devido à pressão atmosférica todas essas missões são controladas remotamente enquanto os equipamentos vão coletando dados fotos vídeos e o que mais for necessário para possibilitar um estudo preciso sobre o ambiente e adequação dos equipamentos a ele as profundezas dos oceanos da terra são surpreendente ente similares algumas das condições que a NASA espera encontrar em outros mundos do nosso sistema solar essas descobertas Podem Até Nos dar pistas sobre onde os cientistas deveriam procurar por vida alienígena é como se os oceanos fossem um laboratório natural para entender o que pode existir lá fora no Cosmos Teoricamente pelo menos não devem ser tão diferentes em termos uma vez que os elementos químicos até onde sabemos são literalmente universais as partes mais profundas da terra são conhecidas como zona adal uma homenagem ao deus grego do submundo Adis não são locais onde qualquer um chega ou teria coragem de chegar são zonas proibidas até certo ponto e compostas por valas e depressões Profundas sendo que em alguns locais como a força das Marianas se estendem 11 Km abaixo da superfície dos oceanos do mundo no total estes locais profundos representam uma área equivalente ao tamanho da Austrália Isto é por volta de 7. 600 mil km qu no entanto são poucos os veículos ou melhor submersíveis que conseguem sobreviver ao mergulhar num Abismo como este então para conseguir desenvolver um programa de estudos adequado sobre as condições em outro planeta a NASA associou-se com o Instituto oceanográfico Woods Hall que está integrado ao Instituto de Tecnologia de massachusets o me o trabalho em conjunto Visa a exploração e a sondagem dos limites da vida na terra para então serem determinados os limites para fora do o nosso planeta no programa foram reunidos físicos astrofísicos e astrônomos da Nasa com biólogos marinhos e oceanógrafos do Instituto oceanográfico desde o início do programa já foram enviados diversos lenders ou pousador na linguagem astronômica para as profundezas estes pequenos robôs mergulhadores são equipados com radares sensores e câmeras que além de coletarem dados da zona adal registram tudo o que conseguem e fazem diversas medições em praticamente todas as missões a NASA conta com o seu principal braço o JPL ou laboratório de propulsão a jato localizado no sul da Califórnia o JPL é um centro de pesquisa e desenvolvimento que tem como principal função a construção e operação de espaçonaves robóticas planetárias Isso significa que eles projetam constróem e operam sondas espaciais que exploram outros planetas Luas e asteroides em nosso sistema solar o JPL também é responsável por operar a Deep Space Network sob a sigla dsn que é uma rede de antenas de rádio que rastreia e se comunica com essas espaçonaves em todo o espaço profundo no entanto como os estudos em conjunto com o Instituto oceanográfico tem como alvo uma lua tão distante é claro que a JPL não poderia ficar de fora deles já na sua fase final é no JPL que está sendo construído o submersível mais tecnológico já produzido o orfeus o nome claro é o ao herói grego que viajou ao submundo e voltou para contar a história a função do orfeus da Nasa será mapear as profundezas ainda inacessíveis e também utilizará a mesma tecnologia da navegação visual do Rover perseverance que foi enviado a Marte suas câmeras são altamente sensíveis e poderá identificar desde formações rochosas a pequenos animais que ocasionalmente vivem no fundo as imagens capturadas São então convertidas em mapas tridimensionais com pontos de referência ou marcas encontradas no fundo do mar sem falar em seu forte kit de iluminação imprescindível numa área tão distante dos raios solares a estrutura do orfeus é um projeto mais avançado que do seu antecessor O nereus que foi enviado para estudar a foça kermadec a Nordeste da Nova Zelândia a foça possui 10. 047 m de profundidade até agora considerada a segunda mais profunda depois das Marianas mas em maio de 2014 exatamente em kermadec os operadores do submersível perderam contato o veículo não tripulado estava no TR dia de uma missão de 40 dias de exploração e se encontrava a 10.
000 mos de profundidade praticamente no chão do Oceano Pacífico quando implodiu naquele momento o submersível suportava sob uma pressão de 16. 000 L por polegada quadrada o mesmo que estar debaixo de quatro elefantes africanos adultos sobre cada polegada quadrada Que loucura né bom voltemos agora ao motivo pelo qual a NASA necessita dos oceanos por muito tempo os biólogos marinhos acreditaram que a vida na zona adal era impossível no entanto à medida que os submersíveis de Águas Profundas começaram a explorar essa região na primeira metade do século XX Ficou claro que a vida poderia sobreviver ali antigamente pensava-se que todos os organismos vivos dependiam de uma cadeia alimentar baseada na fotossíntese as plantas algas e algumas bactérias Marinhas nas águas superficiais convertem a energia solar em açúcares que armazenam em sua matéria orgânica essa matéria orgânica é então consumida por herbívoros que por sua vez são comidos por animais carnívoros matéria de se ou sétima série hum lembra não os cientistas acreditavam que os organismos no fundo do oceano sobreviviam de matéria orgânica morta como carcaças de animais fezes e detritos orgânicos que caíam de cima como uma espécie de Neve Marinha no entanto acreditava-se que não havia comida suficiente para sustentar as criaturas marinhas e acreditava-se que as áras mais profundas eram muito escuras e frias para a vida essa percepção mudou em 1977 quando uma equipe de pesquisa dos Estados Unidos lançou um veículo operado remotamente a 8.