Deixa eu concluir. Ol, deixa eu concluir. >> Mas tem de política. Se você é direita, se eu sou esquerda, se eu sou direita. [risadas] Isso tem tudo a ver com assunto. Isso é direito constitucional, inclusive é artigo segundo, separação dos poderes. Presta atenção. Presta atenção. Você ficar sentado aí, ó. Lá lá. Tá vindo aí para quê? Presta atenção. Cara, tá vindo ali. De que o Cara tá em pé ali? >> Não, pode ficar aí. Pode ficar. Senta aí. Senta aí. Senta aí. Senta aí, pô. Senta aí, pô. Senta aí, pô. Rapaz, você tá achando que
eu tenho medo? Vem cá. Vem para cá. >> Fala pessoal, professor Mateus Oliver, diretor da maior escola preparatória de carreiras policiais do Brasil, Instituto Oliver. Eu sou pai raiz e eu vim aqui Debater com uma porrada de pais modernos. E quem discordar de mim vai sentar aqui agora. A minha primeira alternativa é: pai não só pode, como deve sim bater nos seus filhos para corrigi-los. >> Bora. >> Qual que é o nome do senhor? >> Anderson. >> Seja bem-vindo, Anderson. >> Anderson, brasileiro. E hoje eu vim aqui debater com o pai raiz. Eu vou mostrar
Para ele que oprimir o filho é fácil. Eu quero ver ele oprimir a gente aqui que a gente vai bater de frente com ele e vai mostrar para ele que ele tá totalmente errado. Então, por que que você acha que o pai raiz tem que bater nos filhos? Por quê? >> Para corrigi-los. >> Corrigir como você não acha que conversando você pode corrigir um simples diálogo, você sentar teus filhos num sofá e conversar, você não vai Corrigi-los? >> Sim, o diálogo, o diálogo é uma forma de correção, >> mas do ponto de vista históricoo social,
através de dados, isso se mostrou ineficaz. >> Que dados são esses? Da onde você tirou essa informação? Tem dados do PISA. Se você pegar o programa internacional de avaliação dos estudantes, vai me permitir concluir, né? Então, tem dados do PISA. O Brasil hoje com essa evolução Da educação positiva, tá na posição 65 de matemática, tá na posição 52 de leitura e tá na posição 62 de ciência. Calma aí, segura só. Agora, olha só, um país que adota a correção física parental. Estados Unidos, Canadá, Suíça, Itália, Inglaterra, Irlanda do Norte. Embora no Canadá é previsto no
Código Penal a correção física parental e a Suprema Corte vem limitando os abusos excessos, esses países, por incrível que pareça, no PISA, Programa Internacional De Avaliação dos Estudantes, ocupa os 20, as 20 melhores posições mundiais. >> Qual é o o caráter pedagógico que você traz para um filho seu quando você bate nele? Qual é o caráter emocional que você traz pro seu filho? Você deu exemplo de Estados Unidos, as pessoas mais infelizes do mundo. >> Dei vários exemplos. >> É, aí você tem trazendo informações de de pessoas que cresceram na físicas, eh na em em
estruturas, estudos, etc. Mas e O emocional onde fica? >> Seja bem-vindo. Qual o nome da senhora? >> Prazer, Paola. >> Prazer, Paula. >> Meu nome é Paola Valentina e hoje eu tô aqui para debater com esse pai raiz, que é um termo muitoquado, né? É só uma desculpa para oprimir os filhos. >> Vou te fazer uma pergunta. >> Vontade. >> A gente tá em constante evolução, né? A gente tá sempre aprendendo alguma coisa. >> Com certeza. >> E tudo que você aprende hoje em dia foi depois de uma surra? >> Não, a surra não é
o único método que eu defendo, né, de correção. Então, >> eu defendo, eu defendo todos os métodos de correção, tá? Desde que seja pedagógico e com amor e carinho. >> Você apanhou muito na sua infância? Não, >> não apanhei muito. Digo que eu apanhei moderadamente. Quem apanhou muito foram foram meus pais, né? Mas eu apanhei Moderadamente, nunca fui espancado, mas fui sim corrigido fisicamente. E isso me tornou um homem muito bom de valor, de princípios. Se tornou um homem muito bom porque você apanhava quando era para ser corrigido. >> Não, não só apanhava. Acompanhado do
diálogo. Eu também apanhei quando foi necessário. >> Tá, mas você acha que é necessário apanhar? >> Simples demais. >> É necessário bater? Em qual situação é necessário? >> Tá. Você acha que uma criança de três, de quatro, de dois, de c, de 6 anos entende a linguagem de um adulto? >> Aí você acha que bater que vai fazer a criança entender? >> Responda a minha pergunta. Você acha que uma criança ah entende? >> Acho que ela entende. >> Você tem certeza que ela entende? >> Tenho certeza que ela entende, >> que ela entende direitinho o
que um adulto tá falando. Ela tem capacidade cognitiva 100% desenvolvida e completa >> para poder entender inteiramente muitos adultos hoje em dia não tem, né? >> Ok. Ok. Vamos lá. Obrigado. Bora >> aqui carro de boito. >> Prazer, meu irmão. Qual o nome do senhor? >> Boa tarde, querido. Luan. >> Luan, fica à vontade. >> Eu sou Luan Gonçalve. Vim debater com Esse pai raiz aí, entender esses ideais que é, vamos combinar essa tá bem ultrapassadas. Acho que isso é mais uma desculpa para não melhorar como pessoa, não evoluir, entendeu? Então vamos lá. Cara, eu
tava tentando dar uma acompanhada legal nisso que você tava falando. Assim, quando a gente é pai, a gente não leva muito pro lado científico, porque é a experiência de você ser pai. Então, assim, eh, muitas vezes a gente fica, cara, como assim ele Não tá entendendo que é para descer? E assim, eu como pai já me vi em situações de assim, caraca, pô, será que essa foi a melhor atitude que eu poderia ter tido? Porque a gente, quando a gente sente que não foi a forma correta, a gente tem essa sensação, né, de assim, será
que essa foi a melhor forma que eu falei com ele e tu fica com aquele peso, mas você sabia que era para algo melhor, mas você sabe que aquilo ali não resolveu. O que tá resolvendo é algo a Longo prazo, eu acho que é quando você conversa uma, conversa de novo. Obviamente, poxa, ter filho é uma um aprendizado que o meu filho tá com Pode falar, pode falar, pode. Bom, primeiro, com todo respeito, eu acho que essa questão de ficar esperando >> eh uma correção, né, ela evoluir a média longo prazo, então eu abro mão
de uma correção física parental, acreditando que a média de longo prazo ele vai evoluir. Eu acho que isso é coisa de pai Frouxo, o filho, o ameica tranquilo, cara. Falei com isso é o que a gente quer, porque é o que a gente gostaria de receber. Deixei tu falar e você me interrompeu. Vou continuar para falar. >> Me permitiu falar. Fica tranquilo. Interrompeu. Eu deixei agora. Vou falar o seguinte, eu vou concluir o raciocínio. Você vai vai falar, eu vou esperar. Pode ser. >> Não é de boa somendo. Fica tranquilo. Eu só queria saber de
você assim uma Situação que você pode passar para mim que você aprendeu apanhando. Você falou: "Cara, depois de ter apanhado aqui, tipo, mudou a situação. Porque eu não vejo isso como uma solução. Eu vejo isso como um uma raiva, tá ligado? uma raiva que você sentiu na hora porque ele não fez o seu bel prazer de responder, sendo que é um ser humano que não tem ideia de de do que que é ordem, o que por ele tá apanhando, entendeu? É basicamente isso, porque como você tá evoluindo como pai, Tá olhando para ele como espelho
do que você quer que seja a sua melhor versão, entendeu? Já sei que você é um mano um pouquinho narcisista, tem sua foto no na blusa, entendeu? Então eu acho que tem porque um pai raiz não é um pai que defende os seus ideais 100%. >> Qual que é a definição de narcisismo? >> A sua foto na blusa, eu acho. Tá ligado? >> Eu tenho a minha foto na minha blusa é ser narcisista >> completamente. >> Qual é a definição do ponto de vista psicológico? >> Por que que o naciso morreu? Me explica por que
o narciso morreu. >> Responda minha pergunta e não fuja, >> pô. Tá entendendo? >> Pode fazer a pergunta. Pode fazer lá. Você não responder uma pergunta. De boa, de boa, de boa, de boa. >> Beleza. O senhor não respondeu uma pergunta. Eu vou concluir agora rapidinho, pessoal. Eu também ten que Falar, pô. >> Não vamos. Tá maneiro. Tá maneiro. >> A criança não entende a linguagem, um adulto >> corretamente. Ponto final. Quem fala isso, >> não entende nenhuma linguagem. >> É, quem fala isso é a ciência, não sou eu. Não é acheologia, isso é fato.
Cient, vamos lá, não te interrompi. Do ponto de vista técnico, do ponto de vista técnico Científico, a criança não entende a linguagem de uma pessoa adulta. Agora, ela entende a linguagem da dor. Vou te contar uma experiência. Mas é uma linguagem que não é extremamente necessária a ponto de você. Senhor >> vai me permitir >> suave. >> O senhor viu que eu permiti o senhor explicar. >> Pode falar. Pode falar. >> Tá vendo que eu fui educação suave? >> O senhor percebe que eu fui até melhor educado que o senhor nessa questão? Porque o senhor
me interrompe, eu deixo senhor falar. Então vamos lá. Olha só que interessante. >> Pode falar. >> Meu menino 3 anos de idade lá em Goiânia, no Isaac, né? Eu trabalhava com câmara cerquetar. Não, pera aí, eu tenho que concluir. E aí o que aconteceu? Toda hora ele chegava perto da tomada. Toda hora chegava perto da tomada. Isaco não Pai mão tomada. Isaque no pai mão na tomada. Curioso. Ele pegou uma chave de fenda minha, meu amigo, e ia enfiando a chave de fenda na tomada. Ele ia tomar um choque, seria eletrocutado e seria ele ia
morrer. >> Foi que ano? >> É isso aí lá em 2018, 201 sabe que aconteceu >> 2018 já tinha tampada. Era para ter tomada, era só você comprar que é R$ 2. Só para concluir, só para Concluir que eu fiz por extinto, depois de falar com ele 10 vezes, peguei a minha chinela, tá aqui, ó. Conselho Tutelar por extinto, eu, professor Mateus, professor direito, peguei minha chinela e sentei nas costas dele sem ver. >> Total três anos, né? >> Três anos. Sabe o que aconteceu, >> professor? >> Sabe o que aconteceu? Sabe o que aconteceu?
>> Professor de qu mesmo? >> Meu filho nunca mais chegou perto da tomada. E direito. Meu filho nunca mais chegou perto da tomada. Agora, sabe o que aconteceu com vários pais? Sabe o que aconteceu com vários pais que ficou com esse negocinho de não, não sei o quê. Perderam seus filhos. Sabe por quê? Não pode ir. Não pode ir. Não pode ir. Aí virou as costas, o moleque é curioso, foi lá e meteu a mão, morreu no trutado. Então, entre ser um pai frouxo, eu sou Um pai raiz e se necessário for, vou sentar a
mão na orelha. Sim, >> tudo bem, a gente não tá. >> Ora, observa que eu fui melhor educado que ele, né? Porque eu interrompi ele. Não vou interromper o senhor. >> Pois é. >> Qual que é o nome do senhor? >> Ronier. Ronier Conrado. >> Qual que é? Roni Conrado. >> Rier, seja bem-vindo, fica à vontade. Muito >> obrigado. Me chamo Ronier Conrado e usar o termo de pai raiz para não assumir que é violento, agressivo, antiquado e limitado. Aqui a gente vai mostrar a verdade. >> Eh, você falou a respeito da da criança não
ter o desenvolvimento cognitivo para poder entender. >> Perfeito, >> né? o a fala do adulto. >> Perfeito. >> Perfeito. E você como adulto, já com cérebro formado, linha de raciocínio formada, o quanto de capacidade você tem para parar para entender o que leva o seu filho a, por exemplo, querer botar o dedo na tomada, chegar perto de um fogão antes de se tornar agressivo e violento com uma criança de 3 anos. >> A pessoa que é cega, se ela tá andando na rua e tem um buraco na frente dela, ela pode cair lá, sim ou
não? >> Porque ela é cega, ela não tem um Conhecimento visual. A pessoa que não é cega e sabe que ali na frente tem um buraco, vai falar pro cego que não passa por aí. O adulto, o adulto em uma família, o adulto, o pai, o pai é o adulto, a criança não é adulta. Então ela é cega, ela é cega do ponto de vista intelectual falando, ela não entende que lá dá um choque, vai, pode até matá-la. Então eu que sou adulto, faço uso sim da correção física parental, gero uma linguagem que é a
dor, não abuso, porque Eu não defendo abuso, não defendo covarde, não defendo o pai otário que machuca seus filhos, que são covardes, que espancam seus filhos. Eu não defendo isso, porque filho a gente ama. Agora não existe ninguém nesse mundo que vai morrer de levar uma chinelada, uma cintada e uma varada do pai e da mãe. >> Então você acredita que é melhor você agredir a criança para ele aprender do que você criar um ambiente em que ele possa se desenvolver num ambiente seguro Para ele? >> Só respondendo sua pergunta, você vai ter que levantar.
>> O adulto, o adulto somos nós. Nós somos cérebro pensante. A criança está aprendendo. >> Eu acredito que se for necessário é para usar isso assim. Eu não, eu não brinco com a sorte. Criança é curiosa, ela tá em pleno desenvolvimento intelectual, aprendendo as coisas. Sim, >> eu não conto com a sorte. Eu não fico 24 Horas olhando criança, não fico. O adulto, ele tem a vida dele. Então, entre contar com a sorte, meu filho lá longe de mim, pô a mão e morrer, e corrigiro-lo na hora, gerar uma linguagem de dor e não correr
esse risco mais, eu fico pela segunda opção. >> Lá em casa eu criei um ambiente em que ele pudesse associar cada e eh parte faz isso. >> Ué, >> mas é >> hoje o que tem mais é informação. >> Todos os pais têm condição de criar um ambiente perfeito pra criancinha encantada. O príncipe que chegou, >> mas sim desenvolvendo. Não é seu filho. >> O príncipe encantado chegou. >> Aí é mais fácil porque é mais fácil pro adulto pegar e agredir. >> Agredir não. Correção física parental. >> Imagina o tamanho da sua mão. >> Boa,
boa, boa. Qual o nome do senhor irmão? >> Hélio. >> Hélio, fica à vontade, tá? >> Não gostou. >> Eu sou o Hélio Amaral e vem aqui debater com esse cara aí que vem com o título de pai raiz. Pai raiz para justificar ele, não amar os filhos, não falar um eu te amo, tratar tudo na base da pancada. Não é assim que funciona, não. Gosta de oprimir criança, vai sair daqui oprimido hoje. Então, eh, você falou que uma criança não tem Ideia cognitiva para entender a linguagem de um filho, do pai, né? Bom, eu
tenho uma filha que hoje tem 13 anos, mas quando ela tinha 3 anos de idade, ela brincava e espalhava todo brinquedo, aquela coisa normal de criança, né? Normal. >> Normal. >> E a gente sempre falava, a mãe dela, pô, tira só o que você tem que você vai brincar, pega só o que você vai brincar. E ela com a mania de espalhar tudo. Aí Teve um dia que eu cheguei para ela, falei: "Cata todos os brinquedos". Ela tava com sono, ela catou, pegou todos os brinquedos, botou dentro da caixa, levou um tempo. Quando ela terminou,
eu virei a caixa dela toda no chão de novo. Eu falei: "Agora tu vai catar de novo." >> Perfeito. Pedagógico. >> Ela pegou chorando. Pai, que que você fez? Catou tudo de novo. Demorou um tempo. Quando ela terminou, eu falei: "Isso é para você aprender quando você For brincar, você tirar só o que você vai brincar". feito. >> Ela nunca mais espalhou o brinquedo. Ela só pegou, só pegava e brincava com que ela ia brincar realmente. Então foi uma uma forma de eu ensinar ela sem precisar bater. Funciona? Parabéns. Concordo com o senhor. Tá. E
nesse caso aí eu acho que o pai que bate no filho, o pai que usa da correção física parental para ensinar isso pro filho, ele é um [ __ ] >> Uhum. >> Ele é um jumento. >> Então em qual situação? >> Porque filho não é saco de pancada. >> Em qual situação você defende de bater no filho? Um exemplo, >> existem várias situações que você pode se utilizar da ferramenta de >> essa da tomada que você falou, por exemplo, eu não concordo. Respeito o senhor não concordar comigo. Isso é uma democracia e é uma
linha de pensamento. Nós somos seres individuais e diferentes. Eu concordo com o senhor de de tranquilo você discordar de mim. A questão é, eu conheço, o adulto naquela época, hoje meu filho já tá virando a criança, já entende bastante. Hoje eu mais converso do ele do que eu utilizo da ferramenta de correção física parental, é óbvio. Mas e ele tem só 9 anos, tá? Nem lembro a última vez que eu corrigi fisicamente, mas se for necessário eu corrijo sim. E pode estar Com 20 anos, tiver morando na minha casa, se precisar senta a mão na
orelha dele. É assim que funciona, porque lá em casa não é filho que manda, é eu e minha esposa. Não é igual esse mundo de hoje da Disney, que o filhinho é um príncipe encantado em casa, que sobe na televisão, brinca, grita, toca o terror enquanto os adultos tentam conversar. Não, lá não. O que te faz? O que te faz definir o pai raiz? Você vê que essa camisa aí é pai raiz, tá? O que que para Você é pai raiz? A raiz é o que não busca aprovação, amor de filho, ele busca respeito do
filho. >> Então tu tá indo contra a bíblia, por exemplo. >> Ah, é? Você quer falar de bíbl comigo? Você vai apanhar? Vai tomar a Bíblia diz para você não gerar ira no teu filho. >> Não, você pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. >> A Bíblia diz para você não gerar, gerar ira no teu filho. >> Com todo respeito, o senhor quer ir para essa linha teológica, o senhor vai tomar uma surra teológica. >> Então pode falar, pô. A gente vai tá aqui pro debate. >> Mostra. Pera, então, que que o senhor falou?
>> Que a Bíblia diz para você não gerar. Lá em Efésios, capítulo 6 versículo 1. Continua o texto. >> Sim. >> Continua o texto. Vamos lá. >> Continua o texto. Carta de Paulo aos Efésios, capítulo 6, versículo de número um. Continua o texto. >> Diz para você para pros filhos obedecer o pai e mãe para que seus filhos se provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e a demonstração do Senhor. Vamos lá então. Qual que é a disciplina do Senhor? Vamos ver qual que é a disciplina do Senhor. Você quer ver? Êodo capítulo
20. Honra teu pai e tua mãe. Capítulo 21. >> Sim. O filho ou a filha que ferir seu pai será morto. Não é surrinha, não é morto. >> Será morto por quem? >> Você tá falando de pentateuco. Calma aí. Segura, segura que eu não interrompir. Por qu? >> Segura que eu não interrompi. >> Não. Vocêá morto por quem? >> Segura que eu não interrompi. >> Tá. Mas irá morto por quem? >> Segura porque eu não interrompi. Segura. Segura. >> Segura. Eu vou concluir raciocínio. Segura. Vamos lá. Levi. Você falou para mim da da não pode
provocar ir ao filho. Só que você não conclui o restante do texto bíblico, que é o quê? Criar na disciplina do Senhor. Vou te mostrar na Bíblia. >> Qual disciplina do Senhor. >> Qual é a disciplina do Senhor? Vamos lá. Levítico 19. Os filhos deverão temer aos seus pais e não amar. Isso é Bíblia. Tá Bom. >> Provérbios 13:24. O que retém vai senhor vai me permitir? >> O senhor vai me permitir concluir? >> Qual o primeiro mandamento? >> O senhor vai me permitir concluir? >> Amai. >> O senhor vai me permitir concluir? >> Amor
acima de suas coisas. Não, o chumbo aqui é grosso mesmo. Não fique com medo não. O chumbo é grosso. Vamos lá. Você vai tirar o o primeiro mandamento como Amar para você temer. >> Não fui eu que fui pra teologia. Foi você. E se qualquer um aqui quiser vir pra teologia, vem preparado que vai apanhar. >> Provérbios 13:24. O que retém a vara, >> o que retém a correção física parental aborreça o seu filho, >> aborreça o seu filho, mas o que o ama cedo o disciplina. É isso tá na Bíblia, >> tá? E e
a Bíblia, toda vez que a Bíblia fala de vara, ela tá se remetendo aqui, >> porque Moisés quando quando meteu a vara na na na pedra em vez de em vez de tocar, >> em vez de tocar, como Deus mandou tocar, só ele quando ele feriu, >> ele só não entrou na terra prometida por conta disso, né? >> Pois é, >> só não entrou na terra prometida. Qualquer agressão física não seria nada perto da proibição do cara de entrar na terra prometida. Aonde que tá a Proporcionalidade? Você tá concordando comigo? Não, preferiram que ele apanhasse,
caramba. Ou seja, foi muito mais grave do que apanhar. >> Então, pronto. Não, não tô falando que ele apanhou. Eu tô falando que Moisés, quando Deus mandou ele tocar tocar a a pedra, deixa eu terminar agora também. Quando Deus mandou ele tocar a pedra, você não deixou terminar. >> Em vez dele tocar a pedra, ele ele Feriu. É o que eu tô falando. A vara quando você diz que a vara, a vara na Bíblia ela significa o quê? >> Correção física parental. >> Não, >> pelo amor de Deus. Você não sabe nada de hebraico, cara.
Você quer ir para isinha de novo? Não, >> você vai tomar outra surra, cara. >> Não, >> você já tomou uma surra em teologia aqui. Você quer continuar? >> Tomei a surra de quê? >> Você quer continuar? >> Você se contradiz. >> Eu não me contradizo. Então a Bíblia se contradiz. >> Não, você se você se contradiz porque você concordou comigo. >> Entendi. Ela só não se contradiz quando ela é favorável ao seu pensamento. >> Você concordou comigo. >> O senhor falou assim, Efésios 6. >> Pais, não provoqueis aos filhos a ira. Sim, >> você
foi malicioso. Você não continuou o texto. O texto é: "Criai e criai-os na disciplina do Senhor." >> E qual é a disciplina do Senhor? Não é o amor, >> não. >> Não o amor >> não é só o amor. Da onde você >> não é só o amor? >> Então, >> mas o principal é o quê? >> Se Deus não educa a humanidade, >> o principal é o quê? >> Não é só amor. >> É o principal não é só amor. >> Negativo. O principal não é só amor. >> Não am próximo, tá? Não amar
seus filhos. >> Falei falei isso, gente. >> Então é o que então, >> cara? Vou te falar uma coisa. Não, ó, vou dar, vou dar uma dica para o aqui. Não venha com teologista, não vai tomar Surra. Fica a dica. >> Quem tomou a sua foi ele. >> Então vem discutir com mologia. Me dá a sua. Então >> vai lá, senta aqui. >> Senta aqui. >> Não, então se você discorda da Bíblia, você não tem nem que citar ela. Pronto. Bora. A educação positiva não funciona nem aqui e nem na China. Porque ele ele acabou
de me dar parabéns. Ele acabou de me dar parabéns Porque eu tive uma educação positiva e agora ele tá se contradizendo de novo, falando que não funciona. >> Posso explicar? >> Pode. >> A educação positiva, ela proíbe definitivamente qualquer tipo de forma de correção física parental. >> E tu acha isso ruim? >> Péssimo. >> A proibição de qualquer >> péssimo. Do ponto de vista histórico, Social, nós não evoluímos, nós evoluímos. >> Hum. Evoluímos >> porque antigamente eram os homens da pedra que que arrastou, eu não eu não vivo no mundo das pedras, meu irmão. Eu
não tô falando de mundo das pedras. >> Você tá defendendo a agressão o tempo todo. >> Pega a década de 80, a década de 70, tá? O nível do PISA que o Brasil ficava, educação, beleza? Cultura do brasileiro E pega essa porqueira que é hoje em dia, onde não se pode mais bater no príncipe encantado que acabou de vir no mundo e manda na casa. Então você porque a a o princípio o princípio do do criação do o dever do pai e da mãe é educar os filho. Se você não tem o educação fazão se
você não tem a você como adulto não tem a a ideia cognitiva de tentar sentar e ensinar o teu filho de forma que ele entenda, você tá você tá errado. Você tá sendo pai. Você não era nem para ter Sido pai. Você tá me confundindo com agressor arbitrário. Você tá confundindo autoridade com autoritarismo. Eu não defendo autoritarismo, eu defendo a autoridade. Na autoridade, como dizia, de forma indireta, só um minutinho para concluir, eu precisar agredir meu meu filho, eu tenho total autoridade sobre ele. >> Concluir para concluir meu raciocínio. >> Sim. >> Como dizia Nicolau
Maquiavel na obra, o Príncipe, >> não tem como se respeitar aquilo que não se teme. >> Isso é ponto pacífico, acabou. Então eu defendo que sim. A educação positiva erra nesse ponto em proibir concluir ele tá falando falando, falando, daqui a pouco eu saio, eu não falo. >> Você só falou desde você chegou agora que eu comecei a falar, mas vai lá, fala lá, vai lá. >> Porque para você ter o temor do teu filho, você não precisa ficar batendo nele o tempo todo. E >> quem tá defendendo que tem ficar batendo nele o tempo
todo, você tem problema de cognição, >> pô? Você que falou, cara. >> Você tá com problema de falando que é ruim a proibição. Você tá falando que é ruim a proibição de você agir e agredir, não, né? a educação, como fala física parental parental, >> porque quem agride o filho de forma arbitrária é vagabundo, tem que preso. Eu não defendo isso. >> Mas você tacou o chinelo nas costas do teu filho. >> Ah, eu vou matar ele por causa disso. >> Não, não vai matar, pô. Mas isso gera >> vou causar uma lesão corporal média
grave, gravíssima nele. >> Isso gera o que no teu filho? >> O que que gera nele? Aprendizado. >> Aprendizado. Que que gerou no Isaac Quando deixa ele nunca mais chegou perto da tomada? >> E aí ele aprendeu ou não aprendeu? >> Chegou perto da tomada. Mas tu acha que foi por causa disso? Lógico que foi, foi a linguagem que ele entendeu a dor. >> Quantas vezes eu falei a dor era compreensão, né? >> Não, só a dor não, mas se necessário. Sim. Levante minha >> agora o povo vai tourar. Você falou que ia vir com
tudo. Você vem agora. >> Aqui é Joelson de Oliveira. Vi de Campo Grande, complexo do Rio Morto, para debater com esse pai aí que de raiz, ó. Ele tá ultrapassado, cara. Tem que se adequar ao Rio Dir de hoje, entendeu? fazia um carinho no filho e ele pesquisei ele, ele é um cara que não dá nenhum bom dia para um filho. Então isso é para você paraa raiz, pô, mano. Vai, vai ouvir coisas que ele nunca ouviu. >> Qual o nome do senhor? >> Joel. Se não aperta mão de covarde. Tá Escrito aí raiz. Para
mim você é um covarde. >> Não, só posso falar de cadeira porque eu senti na pele. Meu pai me batia de vara, de goiaba, >> certo? De espada de São Jorge. Você sabe, eu tenho marca nas costas pr tu ver aqui, ó. Então, >> cadê a marca? Eu não vi não. >> Então você vê aqui quantos quer? >> Cadê? Eu não tô vendo marca nenhum não, >> pô. Então defesa fake news. >> É mentira. É mentira. Não tem marca na minas costas não. >> Cadê? Vira aí. Deixa eu ver. Deixa eu ver. >> Então de
cadeira eu posso falar porque eu sofri isso >> e eu quando, desde criança sofri isso na minha pele do meu pai. >> O senhor ama seu pai? >> Amo. Hoje eu amo por >> hoje eu amo. Hoje eu amo. Por qu? Vou te dizer por causa de quê? Porque desde Criança eu falei que eu nunca ia fazer com meus filhos o que ele fez comigo. Por isso que para mim você é um covarde. Você é um retrô. >> Eu sou um quê? >> É um covarde. É um retrô. >> Que que é retrô? >> Que
que é retrô? >> Qual é a definição da >> É isso aí que você é os pais de antigamente. Hoje, graças a Deus, nós temos o Conselho Tutelar para evitar o Que? Um pai igual você aí, ó. >> Cons tutelar. Desafio aos senhores. Vem atrás de mim. >> Vem, vem. Pode vir, pode vir. Se achar, se achar alguém no meu condomínio onde eu moro, aonde o filho ou uma filha tem a maior nota que os meus na escola, tá feito o desafio. Eu mudo o meu nome, não chamo Mateus, tá bom? >> E o pai
que não bate também tem. Pai que não bate também tem. Até melhor melhores, os melhores alunos da escola, Tá? Foram os melhores o ano passado, não tem um vermelho, os melhores da sala. E eu adoto a correção física parental. Tá feito seus bandos de covarde. Hoje em dia hoje em dia você não tem nem você não tem vergonha, você não tem vergonha. Você é covarde. Você é covarde. Covarde. Pessoal é Conselho Tutelar. Que fique indo lá e prejudicando o pai de família porque o filho tá trabalhando dignamente falando que criança não pode trabalhar. Criança não
pode trabalhar, Mas pode usar droga, né? Pode roubar, né? Pode ser violentada sexualmente, pode ser abandonada. Aí o conar não vai atrás dessa galera. Mas quando a criança tá trabalhando, vendendo uma bala no sinal de forma digna, o conselho literário quer ir lá. Bando de hipócritas. Se vocês forem homens, vão na minha casa, tá feito o desafio. Sou professor direito e desafio os senhores. Vai lá na minha casa. Bora. Já cumprimentei o senhor, né? >> Tudo bem? >> Vamos bora. Paulo tá torando aqui. Já fui chamado até de covarde, cara. Você tá vendo? Mas como
eu fui bem educado, eu tenho uma coisa chamada domínio próprio. >> E o seu domínio próprio vai até chegar ao ponto que uma criança menor de idade desafia você. Criança menor de idade, ela tem que aprender limites. E criança menor de idade, ela só aprende limites quando há o quê? Quando há Consequências. E ainda que seja necessário, consequências do ponto de vista correção física parental. É assim que funciona a vida, meu brother. >> Tanto é. Quer quer ver um dado? Mais uma prova. Vamos lá. Mais uma prova. Como acabou a autoridade dos professores em sala
de aula? Vamos lá. Ministério dos direitos humanos. A lei da palmada é a 1310 de 2014 estacionada pela jumenta Dilma Russef 13.01 de 2014 que incluiu o artigo 18A no Estatuto da Criança Adolescente, lei 8690 falando que é direito da criança do adolescente ser educado, tá? Sem qualquer tipo de correção física, tratamento cruel ou degradante. Olha que patifaria essa legislação de merda. E olha só que interessante, vamos pros dados do ponto de vista histórico social. De 2013, 1 anos, 1 ano antes da promulgação da lei a 2023, nós tivemos um aumento de acordo com o
Ministério dos Direitos Humanos. Não é fake news, Não é acheologia, não. De 254% da violência nas escolas, as crianças se bateram na escola e principalmente violência contra professor. O professor hoje com essa educação bosta positiva, não tem mais autoridade na sala de aula. O índice de criminalidade aumentou, disparou. >> E e você acredita que violência não é questão de consequência. Realmente concordo contigo na questão de não ter consequência, mas falando de violência Contra o menor de idade, por exemplo, vamos lá. Pera aí, você falou, você falou que não iria cortar. >> Vamos lá. Vamos lá.
>> Eu te respeitei até agora. >> Vamos lá. >> Ah, pelo que eu notei aqui, você tem uma aliança no dedo. Aparentemente é casado, né? >> Aparentemente não. Sou casado e muito bem casado. >> Tá. Tá. Aparentemente com uma mulher, né? Não sei da das suas intimidades. Enfim, >> se fosse com homem também não teria problema nenhum. >> Nenhum. Nenhum. Eh, >> mas é com mulher, tá? Não, >> tá bom. >> V deixar bem claro, >> tá bom? Tá aí pr para quem tá aí interessado, tá? >> Com mulher, tá, gente? >> Então, assim, ã,
quantas vezes a sua esposa precisou falar alguma coisa contigo? Não precisa responder a retórico, tá? >> Eu respondo. Tem medo não. >> Ah, sobre alguma situação >> que você voltou a cometer aquela falha, aquele erro. Aí eu te pergunto, ela está liberada? a tacar o chinelo em você, te agredir como forma de correção do teu argumento. >> Mãe, ela é minha mãe. >> Ela é uma pessoa que deve respeito. >> Ela é minha mãe. >> Esse verso, correto? Minha mãe. >> Ela já não falou com você? Se em caso, se a gente tá falando de
uma criança, agora a gente tá falando de um adulto cérebro formado. >> Bíbl acredita na Bíblia? >> Claro que eu acredito. >> Olha só, pessoal, olha a hipocrisia. O senhor não acredita na Bíblia? >> O senhor falou que sim. Não existe nenhum texto de Gênesis a Apocalipse, de Moisés a João, 66 livros, profetas menores, profetas maiores, livros poéticos, livro pentateuco, nada aonde dá autoridade paraa esposa bater no seu marido. Agora >> e dá autoridade pro pai agredir o filho. Vai lá e agrda seu filho. >> Aonde? >> Quer que eu leio mais texto para você?
Provérbios 13:24. O que retém a vara Aborrece seu filho, mas o que o ama sendo disciplina. No caso, no caso você tá falando de, no caso você falou, >> hebraico, é conção física. Tá lá no hebraico >> para agressão. >> Posso continuar? >> Porque a vara, como é dito na Bíblia, é como um pastor orienta as ovelhas, correto? >> Não tem nada a ver uma E pelo amor de Deus, como que o pastor orienta as Ovelhas com a varinha assim? Vai ovelhinha, vai ovelinha ou é batendo quando for preciso, meu Deus. >> Batendo, orientando. A
gente tá falando de uma criança de tr anos, >> [ __ ] mano. >> Entendeu? Fal de uma criança de 3 4 anos. >> [ __ ] cara. Aí não dá, cara. Aí não dá. >> A gente não tá falando de de >> [ __ ] o cara quer vir com pensamento da Disney, [ __ ] Eh, pai raiz, qual é o desafio que você fez aí em relação a seus filhos? Melhores notas >> no meu condomínio, >> tá? >> No meu condomínio. >> Mas qual o desafio que você fez? >> Eu quero saber dentro
do meu condomínio, né? Porque eles alegam que por eu corrigir fisicamente os meus filhos, isso só quando é necessário, que eu não sou nenhum debo mental, né? Não sou Nenhum covarde, como fui chamado aqui pelo pelo ilustre aqui, que pelo jeito não foi bem educado pelo pai, faltou mais umas varadas que ele tinha ter levado. Mas vamos lá. Eh, eh, não, um rapaz que atrás de mim tinha ter levado mais varada. Se fosse pro meu filho tinha ter apanhado mais. Mas vamos lá. O desafio foi no condomínio, no condomínio que eu moro ali é adotada
a a a correção positiva. A gente vê isso na prática, né? O desrespeito que tem ali, as Crianças sem limites desrespeitam, né? Porque tá na lei. A lei fodeu, né? Com a educação nesse país. Infelizmente isso é dado, não é conversa boi dormir. E aí o que acontece? Eu desafio qualquer um lá que adotado a a educação positiva, o filho que teve mais nota melhor do que os meus na escola. Aí você atribui isso às varadas, a chinelada que você deu no seu filho? >> Não, não foram varadas. Eu posso contar no dedo. >> Não,
não foram chineladas. Mais que é no plural porque é mais de uma, mas eu posso contar nos dedos à vezes que eu necessitei. >> Você não se acha autoritário? >> Não, jamais. Se eu fosse autor, você dis que teu filho tem que ter medo de você. >> Deixa eu te falar, respeita e temor. Medo não, tá? Medo não, o temor ele tem amor, ele tem respeito, ele tem ele tem admiração. >> Quando o assunto é de filho, papai, Vocês não sejam debloides aqui, não. >> Tudo bem? Qual que é o nome da senhora? >> Eduarda
Pires. >> Eduarda, seja bem-vinda. Fica à vontade. >> Eduarda Pires. Essa ideia aí de pai raiz já tá passada, só serve para oprimir as crianças e deixar criar um adulto traumatizado. Eu tô aqui para provar que isso aí não vale a pena. Você não tá criando filhos inteligentes, você tá criando filhos traumatizados. >> A escola não fala isso. >> Eu eu sou uma criança aqui uma adulta que cresceu com a criação de de uma mãe raiz. Já >> ia ficar preocupado com que criança. Caramba, >> mã raiz, uma adulta, desculpa me corrigir, >> uma adulta
que foi criada com a criação de de pai e país. Então eu tenho total direito de fala. >> Eu sou traumatizada, >> não é pouco, é muito. Eu tenho uma Filha, minha filha tem 4 anos, >> certo? Eu faço a criação positiva com ela. >> Ah, então ela faz que ela quer na casa dela. >> Não, criação positiva não é isso. >> Certeza? >> Tenho certeza. A minha filha é a criança mais educada que eu conheço é minha filha. Todo mundo elogia ela. Ela é inteligente para Pode xingar, >> [ __ ] >> Não pode
xingar. >> Ele é a criança, ela é a criança mais inteligente que eu conheço. Então eu eu tenho, desculpa, eu tenho direito de fala dos dois lados, da criação positiva que eu tô dando pra minha filha e tá, tô tendo um resultado ótimo. >> Seu marido é, é, você é casada? >> Não. >> Então ela é, >> mas tem uma boa relação com pai da minha filha. Ele ele ele corrige ela Fisicamente. Fala a verdade. Ele não corrigiu ela fisicamente.Então você faz parte, >> ele também faz, ele também faz criação positiva. >> Então você faz
parte da exceção à regra. A regra não é essa. A regra educação positiva não funciona do ponto de vista histórico social. E detalhe, como ela só tem 4 anos, você tá correndo um grande risco, tá? >> Não tô. Ela é a criança mais educada que Eu conheço. >> Vamos, vamos, vamos. Daqui 10 anos nós conversa. Daqui 10 anos nós conversa, tá? Tá toda hora os barra aqui, mano. Meu >> irmão, agora vou deixar você passa, deixa eu falar, mano. Não, vontade. Tranquilo. >> É assim, eu notei algumas incongruências no que você disse. Eh, por exemplo,
quando você falou sobre a escola, o professor, que depois que mudou a lei, o Professor não podia mais bater, né? Para >> professor, falei que o professor perdeu autoridade em casa, porque os malditos não são bem educados dentro de casa. Entendi, entendi. E para mim é maldito porque eu sou professor. O aluno que não respeita o professor, ele é um maldito. Falta de surra para criar vergonha na cara. Aprender. >> Ex. Exato. Então, cara, mas o que que acontece? Eu peguei essa essa incongruência, eu peguei também a Questão sobre, caraca, qual foi? Desculpa, tá, cara?
A gente vai falando tanta coisa. >> Eu percebo que você tá bastante nervoso, eu entendo. Fica tranquilo. É difícil mesmo, é difícil mesmo defender o indefensável. Eu sei como é que é. Fica tranquilo. >> Não, cara, que defender um indefensável. Obrigado, cara. >> O que que acontece sobre a dados são totalmente desfavoráveis a você? >> Não, mas não é sobre dados. A gente tá falando sobre convivência, não é convivência, sobre a gente conviver com o nosso filho e entender como cada criança lida. Eh, mais uma vez relembrando que você é narcisista, a única frase que
você falou ali se engrandecendo é sobre quero ver o aluno que tem a nota maior que a do meu filho aqui lá na escola. Isso é isso é mais uma questão sua, porque seu aluno não tá competindo com os outros alunos. O seu Aluno tá ali para ele trazer consciência. >> Deixa eu te fazer uma pergunta. >> Conhecimento para ele, tá entendendo? Pergunta pro senhor. Todo respeito do mundo. Pode. >> Com todo respeito do mundo. >> Pode. >> Senhor trabalha com quê? >> Sou audiovisual. Trabalho com audiovisual. >> Senhor é bom no seu trabalho? >>
Muito bom. >> Muito bom. Olha o que que o senhor falou. Muito bom. Eu não vejo isso como arrogância. Eu não vejo isso como narcisismo. >> Não. Foi uma resposta com firmeza. >> Demência. >> Firmeza. Mas no caso, >> porque você sabe melhor do que ninguém. Eu não te interrompir. >> Pode falar. >> O senhor sabe melhor do que ninguém que O senhor é bom. Eu sei melhor do que do que ninguém, que eu sou um bom pai e os meus filhos dão resultado e eles são apaixonados em mim, meu irmão. A gente sabe quando
como a forma que a pessoa pensa pela forma que ela fala, entendeu? Quando você traz dizendo que seu filho é o melhor da turma, é o melhor da sal. >> Não, não é, cara. Seu filho não é melhor que ninguém cara. Seu filho é uma criança de luz, é uma criança maravilhosa. >> Olha só, você tá seguindo estereótipo, você tá sendo como qualquer pessoa desse dessa galera aí que você caminha, entendeu? Você tá estereotipando. Eu não tô perguntando, não. Não é medo. Eu não tô perguntando o que que você bebe, o que que você faz
dentro de casa. Dificuldade entender o que eu tô falando, cara. >> Não, não é dificuldade. Você tá tentando transformar, caminhar todo o enredo para trás de você, tá entendendo? Tá tentando Trazer para mim. [ __ ] cara, tu tá tentando trazer para mim uma situação totalmente estereotipada, só para acabar com totalmente dados. É Deus, cara. Você, >> eu que sou empreendedor que gera emprego, sou um colonizador. >> Cara, pelo amor de Deus, olha a forma que você dialoga. Eu vim aqui trazendo ele. Faltou mais surra, viu? O pai e a mãe desse rapaz aqui. Faltou
mais surra. >> Faltou mais surra, viu? Faltou mais Surra. Pai e mãe desse rapaz aqui, ó. Tinha que ter batido mais. Olha, >> tinha que ter batido mais. >> Com certeza ninguém te respeita nessa [ __ ] >> Eu ia falar exatamente sobre isso, sobre respeito, né? Porque você não ensina respeito pro seu lá. Vamos lá. Respeita sua colega. >> Podre. Você é podre. >> Respeita sua colega. Respeita sua colega. >> Você não ensina respeito, né, pros seus filhos, porque você realmente não respeita ninguém. >> É, eu eu não consegui te ouvir. Vamos lá. Desculpa.
>> Ah, não. >> Maneira, maneira. >> Você realmente não ensina respeito paraos seus filhos, né? Porque não tem como, você respeita, >> é, eu tô vendo que você não respeita as pessoas mesmo. Você mostra isso. Você Ainda fala que os seus filhos, você prefere que seus filhos temam a você do que tenham amor por você, né? >> Não, eu prefiro, eu prefiro que eles tenham as duas coisas, as duas coisas no caminham juntas. >> Como que a gente consegue temer e amar? Desculpa, eu acho muito difícil. >> Ah, então você não foi, infelizmente, bem educada
pelo seu pai ou pela sua mãe? >> Ah, eu fui, eu fui. Não, >> deixa eu te fazer uma pergunta. Falei nada >> não. Deixa ela falar, deixa ela falar. Deixa ela falar. Deixa, fil, deixa eu terminar de falar rapidho. >> Termin, vou te fazer uma pergunta, me responde, >> tá? O seu filho, ele é um indivíduo, ele não é a sua propriedade. >> E quem falou que é minha propriedade? >> Você trata como propriedade, porque você acha que só pelo fato dele não te Entender, sendo que é uma criança. Uma criança. Você tem quantos
anos? >> Eu tenho 30, >> tá? >> E trabalho desde oito. >> Ai, você trabalha desde >> desde os anos. E que bom, porque eu trabalho significo homem. >> É por isso é traumatizado, né? >> Sou. Eu só evoluí. É complicado. >> Então, uma criança, meu filho, ele tem menos do anos, ele tem 1 ano e 10 meses. E meu filho me entende. Eu peço para meu filho ficar parado. Hum. Ele entende. Deixa eu falar. O meu filho, ele me, ele quando ele me olha, ele me trata do jeito que eu trato ele. Eu não
grito dentro de casa, meu marido não grita dentro de casa, meu filho não grita, >> certo? >> Meu filho não esperneia, eu falo com o meu filho, eu chamo meu filho. Pois é. Pois é. >> Vamos ver daqui 4 anos, 5 anos. Mas se Ele ô, a tendência é a gente evoluir. A tendência é a gente evoluir. Se o meu filho com um ônibro mesmo, né? Porque assim, >> não, eu não retroc e 10 meses o meu filho consegue entender, entendeu o que eu tô falando. >> É, tem que estudar ela, viu, gente? Estudar o
filho dela, que iso não é normal, não. >> Óbvio que é normal, entendeu? Só que o meu filho, ele presta atenção em como eu Trato ele. >> E é assim que os seus filhos aprendem. >> Sempre, sempre os seus filhos aprendem assim. Ele prestem atenção em como que você é. Não, você falou que ele entende tudo que você fala. Tudo foi isso que você falou. >> Eu falei que o meu filho, quando eu peço para ele ficar quieto, quando eu peço para ele parar de fazer o que ele tá fazendo, ele me olha, ele entende.
Vão ter vezes que ele não vai obedecer. Óbvio, porque é uma criança, porque tá querendo descobrir as coisas, porque quer pegar na tomada. Eu acho que é obrigação minha tampar a tomada. >> Posso fazer uma pergunta? Eu >> não tenho que bater nele. >> Posso fazer uma pergunta? >> Pode. >> Você me perguntou assim, ó. Não tem como amar e temer a mesma coisa. Me responde uma coisa. Você tem carro? >> Carro >> é. >> Não >> tem moto >> não. >> Você não tem carro? Não tem moto. >> Hum. >> Nada. Nem carro, nem
moto não. Não tem dinheiro. >> Qualquer um >> Não tem carro e moto não. >> E você tem medo de ficar sem dinheiro? >> Oi? >> Você tem medo de ficar sem dinheiro? >> Tenho. Tenho. >> E você ama o dinheiro? >> Sim. Mas >> ô meu Deus. Hipócrita do caramba. Acabei de desmascarar ela. Vai lá, pessoal. Próximo. >> Nossa. >> Acabei de provar que tem como amar e temer a mesma coisa. >> A mesma coisa a ver com dinheiro, né? Nossa, você é bem normal. Você falou que Não. Você falou que não tem como
temer e amar a mesma coisa de provei que tem. Nossa. Bora, gente. >> Telefone, meu irmão, você tá levando pessoal? Eu vou, eu vou levar pro pessoal também. >> Eu vou levar pro pessoal também. Aqui é raiz. Aqui não é moleque não, viu, rapaz. >> Sentar a mão na sua cara não custa nada não. >> Sentar a mão na cara, tu vai bater de Frente com o exu na tua frente, tu vai ficar >> e você vai bater de frente com Jesus e você vai. Então manda o exu me pegar. Manda a [ __ ]
do seu me pegar, [ __ ] >> Manda a [ __ ] do seu ch me pegar. >> Manda seu ch me pegar. Manda o seu me pegar. Manda o seu exu. Olha só ele não vai te pegar. Olha só. Olha só. Tá feito. Tá feito. Tá feito. Tá feito. O desafio. Falou para mim vai mandar o Exu me pegar. O seu Exu é um exu de Bosta. Manda o seu exu me pegar. Manda o seu exu me pegar. Não, você está desrespeitoso. Você está desrespeitoso. Eu chamo sim. Ele não tá chamando Exu. >> Ele
não tá chamando Exu. >> Vem, [ __ ] Ele fez o desafio do Exu. Eu vamos ver então. Vamos lá. Vamos lá. Ele fez o desafio do Exu. >> Tá com medo. >> Ele fez. Que medo de Exu, meu irmão. Medo de Exu, meu irmão. Eu tenho medo do Deus de Israel. Eu tenho medo do Deus de Israel. Deu não tem medo não. Então vem peg. >> Manda o seu pegar. Se você levar pro coração, eu vou levar. Eu tenho legalidade para agir com você. Você prove que existe e vem me pegar. Vem me pegar.
>> Você vai provar. Você coisa você crê, >> filhote. Vem, você vai passar a noite sem dormir. Vem aqui. Vou falar nada. >> Vem fazer eu passar a noite sem dormir hoje, seu bosta. Tá feito o desafio. >> Ele tá deturfando ele começou falando, respeitou meu deus. começou falando: "Eu vou aí para te pegar porque eu tô levando pro coração". Eu falei: "Cem você vai conhecer tá na gravação". Maluco, >> rapaz do seu lado que >> coração. Eu falei: "Tu vai conhecer a chu". >> O rapaz, o rapaz, o rapaz do seu lado, Que inclusive
tem muito mais educação que você, >> acabou de confirmar que não foi isso que eu falei. >> Você não respeitou o seu convidado, você continuou debatendo, atrapalhou a sua colega e você continua falando não sei o que, não sei o quê. Vem, vem, vem, vem, não sei o quê. Aí eu fui te falei, eu tenho legalidade. Tinha que ter apanhado mais. >> Não tem respeito. Você é noj >> você é pai. Do pai não é de polícia. >> Acorda. As suas palavras. Não é possível. >> Nossa, olha que que ele citou. Jesus que desceu o
chicote no povo do templo. >> Olha que hipocrisia. Olha que hipocrisia. Citou Jesus que desceu o chicote, correção física, parental, no templo pro povo vendendo. Você é maconheiro, tá explicado. Você é maconheiro, tá explicado. Ah, sai fora. Não dou ideia para maconheiro não, meu irmão. >> Não dou ideia para maconheiro não, meu irmão. >> Não dou ideia para maconheiro não. Maciro tem >> tá atrofeado o cérebro já, >> pô. [ __ ] >> Tem que legal. Paga as contas com Deus mesmo. Se [ __ ] >> Não, eu quero pagar com Exu. >> Se [
__ ] Então, >> com Deus eu pago. >> Vem conhecer. >> Com Deus eu pago. Eu não quero conhecer Exu não, meu irmão. Eu conheço Cristo. >> Então, fica na turma. >> Conheço Cristo, meu irmão. >> Fica na turma. >> O autista que é o Tea, transtorno do espectro autista e o TDH também devem ser corrigidos pelos pais. A correção que eu defendo, pessoal, eh, são todas que os senhores defendem, mas A correção física parental, se necessário, tá? Eu não sou nenhum físico parental que você diz é >> isso. Ah, isso, perf. Você, olha, você,
parabéns, você definiu. Não é murro, não é paulada, não é nada disso. Parabéns. E não é varada também não, que eu também não dou varada no meu filho não, tá? É só assentada que eu já dei. Já >> pode discordo, porque o que acontece? A criança autista e a criança que tem TDH, ela não tem condições alguma de ser eh Através de palmadas ou através de agressões físicas ser educada. Essas crianças elas têm um limite muito maior do que qualquer criança normal. Eu não tô dizendo que uma criança autista ou que tenha TDH é anormal.
Eu tô querendo dizer o seguinte, que até os pais ou até mesmo a mãe, porque no em muitos casos o pai é o primeiro a correr. Então a mãe fica sozinha com o filho autista, com o filho com TDH e até ela sofre muito para educar esse filho. E não vai ser através De palmada que ela vai conseguir. Pode ter certeza disso. Através de muita educação, através de muito carinho, através de muito amor. Não é através de palmada. Você fez um desafio a respeito dos seus filhos? Eu vou falar sobre os meus. Eu nunca bati
nos meus filhos. E o meu filho mais velho passou na ERGE. Os meus dois filhos gêmeos passaram no Setur IFRJ e passaram também no colégio Pedro II. Eu nunca bati nos meus filhos. Eu não preciso bater nos meus filhos Para educá-los. Is é só regra. Eu coloco os meus filhos sentados desde 2 anos de idade no sofá e converso e tenho conhecimento e posso dizer afirmativamente que eles entendem tudo que um pai e uma mãe falam. >> Parabéns. >> Não é através de palmada, nem de chicote, nem de vara de goiaba. O que que você
tem a dizer sobre isso? >> Parabéns primeiro, tá? Eh, o senhor faz parte a exceção a regra. Eu reconheço, Regra. >> Eu reconheço que existe exceção à regra. >> A exceção aqui é você, amigo. >> A exceção à regra é o quê? São pessoas que nunca foram corrigidas do ponto de vista físico pelos pais e viraram mulheres de valores e homens de valores. Isso existe, isso é um fato. Eu não, eu não moro no mundo da Disney. Isso é um fato. Isso é só uma regra. A regra não é essa, infelizmente. A exceção só a
regra. E eu falei isso através do ponto De vista histórico social com dados. Vamos lá. O senhor falou que ela tem muita dificuldade. Isso é mentira, tá? O DSM5 da manual da psiquiatria, o CID 11 da Organização Mundial de Saúde, o senhor sabe muito bem disso. >> Vive na Disney. Sim. >> Não, não vivo não. Isso é fato. Então, o Manuel da Psiquiatria da Disney do Mundo Real. A Organização Mundial de Saúde Dad é dados. Engraçado, quando eu trago dados, o senhor inverte, fica com medo. >> Dado tá na tua cabeça, você que inventou. >>
Não, eu que inventei. Pessoal, DSM5, manual da psiquiatria, beleza? SID 11 da Organização Mundial de Saúde. Define autismo TDH como simplesmente um cérebro neurodivergente. Não é doença. Não é doença. Quem tem TDH e quem é autista não é doença. Existem os níveis, nível um, nível dois e nível três de suporte. Mas isso não exenta a pessoa de comportamento, Beleza? Isso não exenta. Ela não é nenhum inimputável à luz do Código Penal. O senhor sabe muito bem que é código penal porque o senhor é baixor em direito também e o senhor é advogado, ok? Então o
senhor sabe que é inimputável. Ele não é ninguém que tem a capacidade cognitiva incompleta ou [ __ ] beleza? É um ser humano normal, com um cérebro diferente. Somente isto, beleza? Dificuldade de manter o contato visual, beleza? Eh, Dificuldade de interação social, dificuldades muito sensíveis a sons, toque, luzes, cheiro. Não gosta muito de mudanças, prefere mais ficar na rotina. Esse é o autista. Só isso. >> Alguns são não verbais. >> Só isso. Sim. Aí vai na onde? Foi na logista. >> E se não resolver? >> Mas vai resolver. >> Se não resolver, apanhar. >> Não.
Agora deixa eu falar um negócio pro Senhor, um dado. Qual que é o primeiro país do mundo, o número um, que tem mais altista DH? >> Não sei. >> Estados Unidos. Qual que é o segundo no mundo? China. Qual que é o terceiro? Brasil. O senhor já viu nos Estados Unidos onde é permitida a correção física parental algum autista, algum TDAH bater no coleguinha da escola? Bater nas professoras, dá showzinho em shopping, gritando enrolando igual um [ __ ] porque eles não são [ __ ] são seres humanos normais. Esses pais frouxo que fica incentivando
o filho a parecer um deblois porque não são? São pessoas normais extremamente inteligentes. São pessoas ex Meu amigo vai discutir com Monal da psiquiatria, com a Organização Mundial Sal. Não discute comigo, não. Isso é fato. E aqui eu trago assim, eu não trago acheologia. Beleza? Então são pessoas normais. Nos Estados Unidos eu não veio. Sabe por Quê? Porque são corrigidos. Ou seja, se necessário for, o pai corrige fisicamente. Aqui não pode. Aí vir essa bagunça, esses autistas fazer o que quer no meio da rua, em tudo que tá lugar. >> Não, deixa aí. Ele tá,
ele tá esperando muito tempo. >> Não, ele nunca foi. >> Ah, é, desculpa, perdão. Não, verdade. Desculpa, o senhor. Tá certo. Desculpa. >> Qual que é o nome do senhor? Meu irmão? >> Andriel. >> Ah, já, já gostei da sua educação, fica à vontade, mestre. >> É, boa noite. >> Boa noite. >> Fala, galera. Boa noite. Meu nome é Andriel Regis. O que eu discordo da criação raiz, do pai raiz, é que antigamente eles, os vizinhos, faziam muitas queixas, né? Meu pai e minha mãe não queriam saber da nossa verdade, da nossa da nossa parte
e já nos batiam. Então, eu discordo Totalmente disso. >> O meu ponto de vista, meu ponto de vista, eu observando todo o debate, eu observo de que, eh, alguns argumentos aqui eles são parecidos com os seus, só que pontos de vista diferente. Eu, no caso, eu não sou um cara que sou um pai raiz, que só defendo a correção de de 2000, de 80, de de não sei quanto, mas eu sou também aquele cara que sou adepto à educação, que conversa com o filho. Eu não faria com minha filha. Hoje eu tenho Uma filha de
8 anos e eu já bati na minha filha, já dei palmada em minha filha. Ela tinha 4 anos, ela tava fazendo pirraça no carro. Eu dei um tapa na minha filha. A partir desse dia, eu não precisei mais rebater na minha filha. Eu olho para ela, >> a educação raiz funciona, acabou de provar. >> Eu olho para ela, eu olho para ela, ela entende o que eu falo. Agora eu tenho Sobrinhos que eu falo com ele uma, falo com ele duas, a gente corrige ele, dá um tapinha no Thiago Mateus, daqui a pouco o Thiago
Mateus tá lá de novo, >> aumenta a palmada. >> Então eu a eu acredito, eu eu acredito que nenhuma verdade é plena. A sua não é plena. >> Concordo, senhor. >> A da moça aqui não é plena. A do rapaz aqui não é plena. >> Eu e meus irmãos somos sete. Nós Apanhamos muito, muito dos meus pais. Eu não faria o que eles faziam com a gente. >> Eu também não. >> Eu não faria >> os excessos. Não, >> mas a a as coisas que eles nos corrigiram batendo, hoje nós levamos pra vida e não
fazemos porque nós aprendemos. Então eu acredito, eu acredito que sim. E há momentos da vida que você tem que ser um pai raiz, porque eu já vi um Filho no mercado dando tapa na cara da mãe e a mãe. >> Concordou comigo, irmão. >> Porque eu vi, eu já vi um filho no mercado dando tapa na cara da mãe e a mãe. >> Cuidado que vão te chamar de nazista aqui, viu? Cuidado. >> Meu filho não faz isso. Meu filho não faz isso. E a mãe? E o filho dando tapa na cara da mãe. >>
Pois é. Filho bater na mãe. Que inversão De valores, né? Concordo isso. >> Que inversão de valores esses pai babaca banana. Eu acredito que >> bando de banana >> que nenhuma verdade é plena, mas há momentos que você deve usar o a correção verbal e a correção não verbal. >> Deix é isso que eu defendo e o senhor tá de acordo comigo. Acho que o senhor deveria estar do meu lado aqui, não lá com o pessoal. E parabéns pela educação que o senhor tá dando pra sua filha. O Senhor vai ter uma filha de sucesso,
viu? Pode ter certeza disso. >> Vamos lá. Autista e TDH. >> Autista TDH, né? É, devem ser corrigidos também. >> Então, eh, eu tiro o chapéu e aplaudo as mães e os pais de autista DH. >> Concordo, senhor. >> É carinho. Tem que dar carinho. Não é porrada não, cara. É carinho. Muito carinho. Eu já vi. E não é mimimi não de se jogar no shop criança. Não é não, Cara. Você estudar. Então isso é uma crise. Fala, então. Então você fala que tem que dar porrada nunca. Mães, pais, autista, DH, carinho, muito carinho. Eu
bato palma para vocês, porque vocês, ó, é isso aí, cara. É isso aí, porque Deus escolhe as pessoas certas. Se Deus botou aquela criança, entendeu? Então, é isso. >> Ó, o que ele falou que eu concordo 100%, eu me sensibilizo porque eu sei que é difícil, pessoal, você ter uma criança autista. Eu sou TDH, tá? Vocês devem Perceber que eu tô aqui, eu fico toda hora com a perna mexendo. Isso é uma das características em TDH, que é agitação, né? Eu faço tratamento há 10 anos. É, e isso melhorou bastante a minha vida. Então assim,
pessoal, é muito difícil ser pai e mãe de pessoas com TDAH, porque é um cérebro neurodivergente. O que eu quero que vocês entendam e também, principalmente autista, o que eu quero que os senhores entendam é o seu filho, ele não é isento de fazer o que Ele quer só porque ele é autista, só porque ele tem. Se for necessário, corrija esse moleque fisicamente. >> Teu pai, tua mãe te bateu, te bateu? Sim, senhor. >> Você apanhou quando você quando você apanhava, você teve uma um entendimento que eu, pô, não vou fazer aquil que vou apanhar
no meu pai e minha mãe? Foi dessa forma? Sim, >> senhor. Eu aprendi. >> Então, parabéns para você. Voltando só Um pouquinho daquela eh da não, só um pouquinho daquela da >> Eu vou eu vou te fazer não teu respeito. Não, manter o respeito. Eu quero eu quero saber de você o que que você faria numa coisa que eu fiz e quase ninguém sabe a questão do amor do meu filho. Você falou, perguntou para mim: "Teu pai, você amo?" Eu amo meu pai, mas amo muito mais o meu filho. Que que aconteceu? Eu cheirei brisola
por causa do meu filho para tirar ele de uma boca De fumo que ele tá tava vendendo um devendo um valor que cocaína quase uma semana e com dois dois outros em casa. Eu fui eu fui coração aberto, ele não queria sair da favela. Eu falei o que para ele? Só vou sair da favela quando com você. Então vamos cheirar junto. Chei com meu filho para você ver do estado que eu, eu, sua mãe e tua família fica em casa. Ele viam naquele estado, saímos dali, eu consegui colocar ele numa clínica. Hoje o Juquinha é
limpo, não bebe nemum copo de cerveja. O senhor entende que o que o senhor fez com ele foi até pior do que corrigir fisicamente, né? Parabéns. Pergunta. Você faria isso que eu fiz pel um filho? Parabéns, meu irmão. O que você fez? Isso é coisa de pai raiz. O pai raiz não é só aquele que corrige fisicamente, não. É aquele que se for necessário ter que dar o fígado dele pro filho dele viver, ele vai dar. Eu se for necessário Eu tirar meu coração para dar paraos meus filhos, eu vou dar. Porque o que eu
tenho de melhor na minha vida, meu irmão, são os meus filhos. Eu dou a minha vida pelo Isaque, pelo Miguel. A minha vida se tiver que matar. Eu nunca matei, eu nunca roubei, eu nunca trafiquei, eu nunca cometi nenhuma ilicitude, nenhum fato típico, nenhuma intilidade. Che brisola cheiraria de novo para tirar ele daquele local. O senhor fez. Isso é coisa de pai raiz. >> Isso é coisa de pai raiz. Pai Nutella não faz o que o senhor fez não. Pai Nutella abandona seu filho. Pai Nutella entrega pro estado cuidar. Isso é coisa de pai raiz
que o senhor fez. Tá bom? Porque pai raiz como eu, como o senhor, se tiver que morrer pro filho viver, a gente morre. É isso que as pessoas não entendem. Acha que amor é só bem bom. É só falar sim. Quem ama fala não. Quem ama mostra como o Senhor mandou mostrou para ele na prática e fez ele sentir o Que o Senhor fez. O que o senhor fez nele foi pior do que o senhor tivesse batido nele. Parabéns pela pedagogia e por mal seu filho a ponto de fazer isso. Parabéns. Tem meu respeito, [
__ ] Parabéns, [ __ ] Isso é coisa de pai, meu irmão. E conta comigo, viu? Conta comigo. Qualquer coisa o senhor precisar. Não tô falando aqui porque tá em bosta de câmera, não. Qualquer coisa o senhor precisar em questão do seu filho, de ajuda, assistência social, Recursos financeiro, você conta comigo. Porque ninguém que me conheça, eu não fico, eu não fico nas redes sociais mostrando os trabalhos sociais que eu faço através da minha empresa, não. Mas eu vim de muita dificuldade financeira. Eu vim de uma família muito pobre, cara. E eu mudei de vida
trabalhando e estudando muito. Não foi roubando, não foi matando, não foi dizer nada de errado. >> Provavelmente eu vou vou atrás de você Mesmo, mas graças a Deus consegui. Ele tá limpo, ele toma, não gosto de cerveja. Conta comigo. >> Parabéns, meus netos estão tudo crescendo lá. Aí, >> conta comigo, meu irmão. Parabéns. Parabéns. Eh, caso o tema é sobre TDAH, né? E aspectro artista. >> É [ __ ] Eu me emociono que eu me emociono com isso aí, cara. É pesado demais. >> Enfim, >> vai ter que fazer isso para salvar o filho. Isso
mostra o amor do pai puro, que às vezes, muitas vezes, não é visto. Fala-se muito de amor de mãe, mas não se sabe o quanto um pai ama um filho. >> É sacrifício. É um sacrifício. Ah, vamos lá. Eh, a gente tá falando do aspecto autista com TDAH e a educação positiva, certo? Analisando todo toda a sua fala, dá para ver que o a sua perspectiva, o seu conceito a respeito do da educação Positiva é um conceito limitado e que eu vejo que muitas pessoas pensam dessa forma que a educação positiva é deixar o filho
fazer o que ele bem entender sem impor limite. Na verdade, a educação positiva, ela impõe limites e de forma não agressiva, de forma não violenta e tentando trazer o mínimo de trauma possível, mas trazendo a consciência e o resultado dos atos dele dentro daquela situação. Ponto. ah, dentro do TDAH e autistas, né, a gente tem uma limitação, São pessoas altamente inteligentes, tal, eu acredito que eles têm um um nível além do que o corpo deles consegue chegar e não é pra gente romantizar, tá? Quando eu ouvi você falando eh se vangloreando das notas dos seus
filhos e utilizando, é como se a nota boa dos seus filhos fosse uma nota boa pr pra palmada que você dava pra correção e tudo mais. E é como se aquilo te inflasse, tipo assim, isso me perdoa. Foi o que deixou transparecer. Tipo, ah, Eles têm essa nota boa, porque eu ajo dessa forma. Quando eu era mais novo, meu pai me batia muito por conta das minhas notas baixas. E essa agressão que ele gerava contra mim não resolveu nada. Por eu sempre tive muita dificuldade de aprender em sala de aula. Hoje eu tenho, falo três
idiomas diferentes, >> parabéns. >> Nenhum deles eu aprendi em sala de aula. Por qu essa forma? É. Yes. >> Yes. English. >> I don't have problem speaking. Very good. Very good. Very good. [risadas] >> So, ah, então >> já ia falar em inglês, né, pô? Sou eu. Então, então >> dentro dessa cortou a linha, a linha de raciocínio. Mas >> o que que acontece? Nós precisamos entender que cada pessoa aprende de uma forma diferente e não é na agressão, né na violência. Se os meus pais tivessem o nível de formação que hoje as pessoas Têm
para entender que olha só lá o Roni não consegue aprender dessa maneira, mas ele aprende de outras formas, com certeza o meu desenvolvimento intelectual teria sido muito melhor aproveitado se fosse analisado isso de forma e eh prévia, >> coisa que não aconteceu. >> Muito pelo contrário, meu pai trouxe, não tô falando que ele é culpado, não tenho raiva dele, mas ele trouxe da educação que ele recebeu. >> Entendi. Então isso não é parâmetro pra gente olhar e falar assim: "Ah, tem que ser dessa forma". Muito pelo contrário. A questão é beleza, a nota dos seus
freeos e eh são incríveis e tudo mais. Quais são as habilidades que eles têm individuais e o quanto a gente investe nisso? As pessoas com TDAH, com o aspecto autista, eles têm uma forma diferente de aprendizado. >> E aí gera uma dificuldade muito grande para nós pais buscar entender como que Eles pensam. Aí é mais fácil agredir, é mais fácil bater. >> Não, não, eu não defendo que ele tem geral. Tô falando em geral, entendeu? >> Sim, concordo com o senhor. Concordo. E eu tenho diversos amigos, tá? que são pais e mães eh de autistas
e eles corrigem fisicamente os filhos com amor, com carinho. E eu não vejo e nunca vi nenhum desses meninos dar trabalho, ficar na rua jogada, dando surto, correndo, gritando com os outros, dando Tapa na cara dos outros, porque agora a moda, né, é moda. É moda. No Brasil virou moda. Autista fica batendo na cara dos outros, gritando. Eu tava na padaria, vou contar um caso. Eu tava na padaria lá em Uberlândia, um menino que eu acho que deve ser autista por causa do jeito que tava parecendo ser um autista, na fila dando chute na candela
de todo mundo. E eu na fila esperando. E a sambanga da mãe dele. Não faz isso, filhinho. A gente não dá chute na Perninha dos outros, filhinho. Filhinho não pode, filhinho. Filhinho não. Ele lá e dava um chute na canela do chuto. Quando ele chegou perto de mim, eu falei: "Vem moleque que eu vou sentar o bicudo na sua cabeça. Dá, dá o chute em mim, rapaz. Rapidinho sa correndo. Mãe, mãe, mãe, mãe, mãe." Aí o sambanga do pai dele tava lá no carro. Ai, que que foi? Que foi? Não sei o que, não sei
o quê. Eu acabei de corrigir ele. Ele deu, ele deu chute em mim. >> E qual era mais criança? Deu mim uns 8 anos. Por que que ele não deu um chute em mim? Porque ficou com medo, ele me respeitou. Então é isso que eu eu entendo. Outra coisa, fica com medo e respeitar são coisas diferentes. >> Que que eu tô querendo explicar? O pai, eu sei que é difícil, meizo com isso, é difícil. Só que o pai não pode deix deixar de pôr limites aos seus filhos, ainda que seja necessário o uso da correção
física parental. Eu não tenho Dúvida que nenhum dos senhores aqui são pais bons, inclusive aquele rapaz ali que eu discuti com ele, >> eu não duvido que ele seja um pai bom também. >> Uhum. Dá para ver que ele que ele tem boas intenções, que ele ama a filha dele, que ele quer um amor. Eu me preocupo porque hoje a sociedade ela tem uma visão de amor muito diferente, muita escassez. Não é isso, gente. Amor não é só falar sim. Amor não é deixar o filho Fazer o que quer e aprender dessas formas novas que
do ponto de vista histórico social. O dado hoje é hoje e o passado. Quando eu olho pro hoje, pro passado, não funciona educação positiva. >> Mas a educação positiva, nesse seu conceito, você e muitas outras pessoas acreditam que é não impor limites. Eu faço educação positiva com o meu filho, mas ele tem os limites dele, >> certo? >> A questão é que aplicar a educação. >> Se for necessário senhor pôr o limite com correção física parental, o senhor vai fazer >> nessa idade? É, em qualquer idade >> ainda não me ainda não me me houve
a necessidade, >> mas se for necessário, entendeu? A não ser que como você falou, ah, meu filho com 20 anos, aí a gente tá lidando de homem para homem. Pergunta simples e objetiva. Se for necessário, o senhor Vai utilizar da da correção física parental com seu filho? >> Uma criança? >> É, >> não, >> não vai. Então o senhor é adequação positiva. Perfeito. >> Pais emocionalmente frágeis geram filhos emocionalmente frágeis. Que que você acha de como é que seria um pai frágil emocionalmente? Eu entendo que o pai que não tem domínio próprio, Não consegue se
autocontrolar e enche a cara de álcool e chega em casa embriagado, bate na esposa, bate nos filhos de forma covarde. Ele é um pai emocionalmente fraco. Um pai que não corrige o seu filho do ponto de vista correção física, parental, se for necessário para impor limites e mostrar autoridade. Eu entendo que ele é um pai emocionalmente frágil. Filg por quê? Porque às vezes o pai extrapolou demais, aí ele não quer nem fazer nada. Eu Discordo, tem que ser o meio termo, tem que ter proporcionalidade, tem que ter razoabilidade. É igual o direito. Você comete uma
infração penal, a resposta estatal tem que ser proporcional ao agravo e não desproporcional. É isso que eu defendo. >> Claro. Então, então o que que você me diz de um pai que tem um filho policial de alta patente, >> é patente, é oficial. E aquele aquele filho todo marombado que malha e aquele Pai que tem um filho [ __ ] travestir, aquele filho que é transformista. Como é que como é que seria essa? Então aí não tem meio termo. Tem >> não. Sua pergunta foi muito boa. Obrigado por por senhor ter feito essa pergunta. Pessoal,
não interessa se a pessoa é homossexual, essa pessoa é trans. Não interessa o que ela faz dentro da casa dela ou em locais apropriados e respeite a família tradicional. Beleza? Porque nem a Família tradicional eu concordo ficar fazendo essas coisas na rua. Uhum. Tem crianças que estão se desenvolvendo. >> Eu já concordo na rua, não, mas na na tipo assim, se eu tenho um pai, um filho policial, beleza, vou. >> Mas se eu tenho um filho que é transformista, que é [ __ ] eu vou até com ele, eu maquio ele, eu vou no show
dele, eu vou dar força para ele, porque é meu filho, sendo policial ou travesti, [ __ ] sapatão. Concordo. Que que eu Defendo? Eu defendo o quê? Eu me preocupo com o caráter da pessoa. Se é uma pessoa de bem, se tem ética, se tem valores, se tem princípios, se é trabalhador, trabalhadeira. É isso que eu preocupo. Eu não me preocupo com a orientação sexual do meu filho. Então se um dia o meu filho vai para mim assim: "Pai, >> eu gosto de outro homem. >> Meu filho, >> você sabe, nós somos cristãos. Do ponto
De vista teológico, isso é um pecado entre você e Deus. Você tem que resolver isso com Deus. Eu não tenho nada a ver com isso. Eu vou continuar sendo seu pai. Eu não vou concordar com você, mas eu vou te chamar, vouar seu pai. >> Eu já até concordo. Homem com >> que as pessoas fazem hoje é ficar julgando e mandando os outros pro inferno. Eu acho que você não vai concordar. >> Sim, senhor. >> Homem com homem se casar e mulher com mulher. Você concorda ou não? Eu concordo. Por que que eu concordo? Muitos
filhos que é [ __ ] vamos dizer assim, [ __ ] 15, 16 anos. >> Ah, então bota o filho para fora. Bota o filho para fora. >> Calma. Então, bota o filho para fora. Aí quando o filho chega a 25, 26 anos, consegue construir. E aí o pai, aí a mãe, então, aí o pai e a mãe quando morreu quer herdar. >> É, pô, casando já não tem esse problema que o marido vai ficar. Isso é coisa de vagabundo. O cara que faz isso com o fi, cara. Agora é a primeira vez da senhora,
né? >> Sim. >> Bo, boa noite. Qual que é o nome da senhora? >> Priscile. >> Seja bem-vinda, Priscila. >> Oi, meu nome é Priscile Martins. Eu discordo totalmente de criação de pai Raiz. Eu acredito que a criança é corpo, mente e espírito. Tudo tratando junto. >> Você disse >> emocionalmente frágeis. Pais emocionalmente frágeis geram filhos emocionalmente frágeis. >> Você se considera um pai emocionalmente frágil? Não sou forte para caramba. Eu tenho disciplina. Eh, construir uma empresa tem anos. >> Sim ou não? Eh, >> ah, eu tenho que responder o jeito que Você quer. Não,
onde é que eu quero. É, não, você pode responder. >> Desculpa, eu não sabia que era ditadura. Desculpa. >> Não é ditadura. Você pode responder do jeito que você quiser, porque minha pergunta mesmo é outra. Mas porque você falou era sim ou não? Eu fiquei confuso agora. >> Ai, tudo bem. Você respondeu. Eu só queria saber sim ou não. Tá bom. >> Eh, um pai emocionalmente forte, ele tem O autocontrole? >> Sim. E quando você falou que o seu filho estava colocando alguma coisa na tomada, >> era chave de fenda na tomada. >> E aí
foi instinto seu, jogou um chinelo nele. >> Instinto paterno de cuidado. Eu tive auto controle. Se eu não tivesse autocontrole, eu tinha matado ele. >> Nossa, uma criança de >> 3, 4, 4 anos. >> Entendi. >> Que que é autocontrole? Que que é autocontrole? Câmera imagina sem ninguém. >> Ai, cara, tá difícil, meu irmão. Tá difícil manter a paciência, cara. Para ralar, rapaz. É, é o autocontrole ali. Você precisa se controlar em relação? Eu tô, eu, eu tô me controlando e muito bem. É porque você interromper a pessoa, a senhora pode ver quando a senhora
falou, não te Interrompi. Eu acho isso muita falta de respeito, entendeu? Não é nem questão de autocontrole, questão que atrapalha o raciocínio. Vamos lá. >> Provérbios, eu sou cristão e eu acredito na Bíblia. Vou responder sua pergunta na Bíblia e te provar que eu não tive falta de autocontrole. >> Mas aí eu não acredito >> não. Mas aí é o que eu acredito, não o que a senhora acredita. Porque foi eu que deixo nelado. Nossa senhora. Vamos Lá. Foi foi eu que dei a chinelada no meu filho, não foi a senhora. Então eu que tô
mostrando que eu tive sem autocontrole. >> Beleza? Provérbios 22:15. >> A tolice está ligada ao coração da criança, mas a vara da correção a afugentará. Foi isso que eu fiz. Isso não é perder o controle. A vara ali, eu não usei a vara, lógico, usei a chinelada. Fiz ela o quê? >> Fugir. Fiz ela o quê? Fugir da toíce de querer enfiar a chave de fenda na tomada. Salvei meu filho. Palmas para mim. >> Salvou de quê? Da morte. tomar um choque. Lógico. A senhora sabia que muitas crianças morrem eletrocutadas? A senhora tá falando, a
senhora tá brincando com uma coisa muito séria. Senhora, senhora é filho, a senhora tem filho? >> Quantos filhos a senhora tem? >> Uma. >> Uma filha. A senhora tem noção de quantos pais que perderam seus filhos por causa de um pai frouxo ou de uma mãe frouxa que não corrigiu o seu filho porque ficou falando: "Não pode, não pode, não pode, não pode". E o miserável foi lá e colocou a mão na tomada e morreu porque o pai não deu uma correção física parental. A senhora tem noção da dor de ser um pai frouxo e
fraco e não agir como homem? >> Um pai, >> como autoridade, corrigir o filho, porque amor também é isso. >> Um pai que não é frouxo é o pai que bate no filho. É que você tá grande. >> Não, se for necessário correção física parental, não bater. >> Sim, necessário. Em favelas, assim, eu vou entrar num assunto que não é nem o que eu queria falar, mas em favelas tem muito bandido que provavelmente é coisa totalmente errada para você, óbvio. Mas De uma crição, pra senhora também, né? >> Errado também, com certeza. Bom, >> mas
ele veio de uma criação que ele muitos muitos apanham, muitos são espancados, porque você até em um algum momento você falou: "Ah, que eu bato no meu sobrinho". Alguém falou que batia no sobrinho, não. Alguém falou que batia no sobrinho, continuava fazendo a mesma coisa. Você dá mais palmada. Então, enquanto não resolve, vai batendo, vai batendo, vai batendo >> com proporcionalidade, sem espancar a criança, sem ser torturador. >> Sim, as pessoas têm bastante noção em relação a isso. >> O problema da lei é que fala até de tratamento degradante. Então você imagina, sua filha tem
quantos anos? >> Minha filha tem 3 anos. >> Tr anos. Quem que tem a de 13 aqui? É o senhor, né? É o rapaz que é de 13, né? Olha só para você ver. Eu tava contando para ele um caso. A filhinha 14 anos Namorando com o namorado. O namorado, é, eu quero que você namora comigo. Ela: "Meu pai não deixa. O pai não vou deixar. Educação positiva. O papai dela não vou deixar. Vou deixar ela não, que eu vou namorar. O namorado, denuncia seu pai por abuso sexual. Fala que ele estrupou. Ela foi lá
e denunciou. O pai, falou que ele foi eh abusou dela. O pai dela foi preso preventivamente, prisão cautelar, foi estrupado no presídio. Quando o juiz ia julgar, aquele todo Cenário mobilização social, descobriu que o pai não tinha feito dado através de exame de corpo delito, fez os exames tudinho. E a filha foi lá e confessou que foi pelo namorado. Só que o pai que foi um frouxo, não sentou a mão na orelha dessa menina para ela aprender a respeitar ele quando era pequena. Porque é isso que a Bíblia fala, não é isso que a Bíblia
fala? É isso que a Bíblia fala que tem que corrigir desde cedo. É desde cedo você tem que pôr a vara de como ele Não ouviu isso, deixou crescer, né? Deixou a marmota crescer sem correção. Sabe o que aconteceu com ele? Foi estrupado, gerou um trauma. E aí, como é que ele vai ter um relacionamento agora com a filha dele? >> Você está dizendo que foi frouxo. Deixa eu te falar. Você também diz que tudo que a gente fala aqui a respeito da educação positiva é exceção. Não, você falou tudo que a pessoa assim que
vai contra o que você acredita é exceção. Agora vou te falar, isso também é uma exceção. Não. Sim. Ó, eu não eu não fujo da verdade. A senhora tá certa. Isso que essa menina fez é exceção a regra. Sim. Só que eu tô te dando um um exemplo de alguém que só aplicou educação positiva e a filha teve a coragem, como não respeitava o pai, de até denunciar ele. >> Sim. Mas aí as pessoas acabam confundindo um pouco a educação respeitosa de oba oba. É igual liberdade Com libertinagem. Não tem nada a ver uma coisa
com a outra. A educação respeitosa não é simplesmente meu filho pode fazer tudo. Não, mamãe. Igual você falou que viu a situação aí na padaria, não sei, no mercado. Isso não é educação respeitosa, isso daí é libertinagem total, não tem nada a ver com com >> Mas educação possível fala que tem que só conversar, a mãe só conversou, não resolveu. Ocudo mundo impô os limites. Isso daí Não está totalmente estruturado, baseado numa educação respeitosa. não está baseada não, porque a educação >> é você impor limites, porque a criança ela também, ela vai ver, ela vai
ver no seu limite, ela vai até onde você permite. >> Entendi. >> Eu também tive esse caso com a minha filha de queou querer colocar a mão na tomada, eu vou deixar? Não vou. Agnes não. Agnes não, não é para você fazer Isso. Sentei, conversei e ela continuou porque a criança tem que ficar repetindo. >> O meu não continuou, não correu esse risco. >> Beleza. Não correu esse risco. Mas eu também tampei. Óbvio que eu também. Também tampei depois, mas ele nunca foi lá perto. >> Não, tampei antes. Mas ela ia lá para poder ver,
porque criança é curiosa. Ela quer aprender, ela quer ver. Agnes não, Agnes não. >> Acabou. É fase. Só que os pais não, deixa, eu posso concluir, os pais não querem ter alguns, né, assim, na minha opinião, os pais raízes não querem ter o trabalho de conversar e falar com o filho. É isso, eu estudo. E eu sou baseada em coisas que eu estudo, diferente do seu estudo, que provavelmente você nem deve conhecer, mas os bebês estão conscientes desde o ventre das suas mães. Meses antes, ela Já, ele já tem contato com seus pais. Beleza, você
não acreditar, mas é uma criança minha. Se você quiser procurar saber sobre isso, dado >> dado, eu tenho, eu tenho livros que eu leio sobre isso. E assim, o be o o cérebro do bebê, o bebê, >> o livro cérebro com bebê fala que ele sabe tudo dentro da barriga da mãe já >> não tem, são baseados também. O cérebro bebê não fala não, mas tem o do nascimento do bebê. Eu posso trazer para Vocês sem problema nenhum, porque agora eu não realmente não vou lembrar. Eu tenho algum, >> eu lembro de todos os livros
que eu li, tá, pessoal? >> Eu posso te mandar, não tem problema. Tudo bem, querido. Você tem a sua o seu pensamento, seu posicionamento. Se eu não me lembro o nome do livro que eu li, aí já não é o problema. Mas eu posso te apresentar. Eu posso mostrar com você. Eu posso até ver ali no meu Instagram. Não, mas deixa eu falar. Eu concordo com você raciocínio sobre libertinagem e liberdade, viu? Ele falou: "Pronto, se for pra gente continuar e tá aqui, a gente continua". >> Não tô debatendo você tá falando que eu concordo
com você da liberdade. Você de parabéns a liberdade com libertinagem. Eu concordo. Tô concordando com você, mulher. Eu tava de mulher. Quer brigar com a gente? Tá concordando, pô. Vai lá, meu irmão, fica à vontade. >> É positiva não é permissiva, né? São diferentes. >> E o povo confunde isso hoje. >> Sim. >> É o que a gente tá brigo. É o que >> falei. Na verdade vocês têm os mesmos posicionamentos que a maioria dos senhores tem a aplicação do pai raiz em si, porque ele deu a vida pelo filho, foi lá, cheirou, fala filho.
>> Isso é coisa de raiz. >> Pai raiz. Acredito que ele já tomou Tomou uma atitude também baseado em pai raiz. Só que eh eh eh eh eh são unas de raciocínio, eh eh que não está sendo explicada e na verdade o senhor não quer absorver a a a informação do outro. Acho que só >> não, eu vou totalmente contra. >> Vai lá, meu irmão. Você colocou a questão do >> é do eh pais frágeis, não é isso? Pais frágeis geram filhos frágeis emocionalmente. >> Na hora que você jogou aquele chinelo, tá? Eu não entendi
como uma forma de correção, >> tá? Na verdade, foi um instintivo para salvar o seu filho de um momento de perigo, tá? Então você utilizou os recursos que você tinha naquele momento para livrar ele de algo que tava pondo ali em risco. >> Isso qualquer um dos pais aqui numa eventual necessidade faria, >> entendeu? Puxaria filho pelo cabelo se Ele fosse atravessar a rua no carro ou coisa do tipo. Então >> is forma de agressão e eu tenho certeza que faria. Então, no caso, não foi uma forma de correção, diferente de pegar, cadê o aqui
o amigo que o pai dele agredia ele com a espada de São Jorge, certo, mano? Isso aí não foi uma forma, mas era uma forma que ele acreditava que era uma correção querendo ou não, não fiz, >> mas é a mesma linha de raciocínio como Forma de goiabeira assim que era pior do que a de São Jor. Então, mas não é aquela planta que corta, quando bate corta, >> pô. Isso aí não, mano. Até hoje, >> mas era a forma como o pai dele acreditava que era uma forma de correção. E se você perguntasse para
ele, ele utilizaria argumentos similares aos seus >> para isso. Agora, a questão é, por exemplo, quando meu filho começou com a A intenção de colocar coisas na tomada, primeiro eu ensinei a ele o que poderia ser colocado na tomada e como ser colocado na tomada e o que não. Então, toda vez que ele pegava algo que não poderia se colocar na tomada, eu falava: "Filho, é o outro". E aí ensinava ele a fazer. Toda vez que eu ia colocar algo na tomada, eu chamava ele comigo e falava assim: "Segura aqui". E é dessa forma. Meu
filho nunca tomou um choque. Eu nunca precisei tacar nada nele e eu Nunca cheguei para ele e falei assim: "Não pode fazer isso não". Eu falava: "Isso pode e isso não pode". E orientava tanto com calor, frio e tudo mais. >> Então, só que isso dá muito trabalho. >> Dá. Eu sei como que dá, cara. >> Sim. E a questão do das pessoas emocionalmente frágeis, agora eu preciso saber de você. Qual é o seu conceito a respeito de um pai emocionalmente forte? É aquele que não sabe o que bloqueia suas emoções Ou aquele pai que
reconhece suas emoções e procura entender as emoções do filho? >> Boa pergunta. Também senor viu que eu não te interrompi, né, cara? O meu filho, ele aprende a se relacionar com a futura esposa dele da forma que ele vê como eu trato a mãe dele. >> Justo? >> Então ele vê a forma que eu trato a mãe dele. Ele sabe que se for necessário eu morro pela minha esposa. Sim. >> Se for necessário, eu dou minha vida Pela minha esposa >> também. >> Eu já passei o pão diabo maçou. Vi todo mundo aqui falando. É
muito bonitinho falar que ah, eu já preparei todo o cenário. Meu irmão. Quando meu filho nasceu, eu tava com aluguel atrasado, energia cortada, água cortada, eu tava quase indo pra rua e estudando igual um desgraçado para vencer na vida. Eu não tive tempo para preocupar com tomadinha para tomada não, meu irmão. Eu tava Preocupado com muscilão do meu filho que eu tinha que correr atrás e eu sempre trabalhei muito. Então é muito lindo o mundo da Disney, mas a realidade do brasileiro é muito difícil. Eu sou pobre, nasci pobre. Hoje eu eu sou classe médico,
mas eu sempre fui pobre, irmão. Sempre trabalhei desde cedo. E o meu menino, zero, o 01, quando nasceu com se meses desmamou. O outro que já nasceu com uma vida melhor, mamou até os 3 anos. Olha como que a vida que as Peças, né, que a vida prega em nós. É normal, tudo bem, entende? Então o filho tem que ver no pai uma autoridade. Nossa, meu pai é trabalhador. Como que eu ensino meu filho a amar os estudos? Tem 10 anos que eu estudo da meia- noite às 6. Eu durmo 4 horas por dia. Tem
10 anos. 4 horas por dia, eu durmo de manhã, das 7 às 11, das 7 às 10, das 7 à meiodia, quando eu tô muito cansado. Essa é a minha rotina. Todos os dias de noite, antes dele dormir, a gente faz Oração, faz leitura bíblica, certo? A gente conversa sobre o dia dele, tudo. Ele vai lá no meu escritório de madrugada, quando ele vai tomar banho, quando vai fazer xixi. Que que ele vê? Quando ele vai lá mijar no banheiro, eu estudando. Aí ele vê lá conversando sozinho, estudando. Isso. Eu vejo como ele me olha,
sabe? O olhar de admiração. Eu vejo tão assim, são filhos apaixonados em mim. Que que eu tô ensinando ele? Eu tô ensinando, olha, Tem que ser forte mesmo de madrugada, mesmo papai cansando, mesmo papai tendo trabalhado da 1 da tarde às 10 da noite, papai tá aqui. Porque é isso que homens fortes fazem para mudar a realidade da sua vida financeira e a vida da sua família. É isso que eu ensino meus filhos. Outra coisa, meu filho nunca viu batendo na mãe dele. Meu filho nunca viu chegando bêbado em casa. Meu filho nunca viu espancando
o irmão dele ou espancando eles, abusando deles. Meu Filho nunca viu isso. Meu filho nunca viu brigando com os outros no trânsito igual um [ __ ] à toa do nada. Isso é controle emocional. A criança vê tudo. Aprende. Como que a criança aprende a ser honesta? Isso quem fala é psicologia. Não sou eu. Isso é psiquiatria. Não sou eu que falo. Não é eu falando. Seja honesta. É vendo nos pais a honestidade na prática. >> Só que você mora aqui no Brasil. Certo. >> Certo. >> Por mais que a gente utilize dados eh eh
exterior. >> Sim. Sim. Concordo. >> Gostei disso. >> Na prática. Gostei disso. Vamos lá. Dentro da nossa sociedade, a educação que nós temos, >> tá? E que vem de décadas, de séculos. >> O que você falou, por exemplo, quando meu filho nasceu também tava passando uma situação bem apertada. >> Normal brasileiro, né, cara? >> Irmão, logo assim que ele nasceu, comecei a trabalhar com hotelaria, ficava 15 dias sem vê-lo e sem vê-lo, sem ver a mãe dele, longe da minha família. Mas quando eu tava ali, ele tinha que ver a mesma coisa que você. Só
que eu sei que a sua realidade, essa sua atitude e a minha não pode ser aplicada num todo. Concorda? >> Em que sentido, o senhor fala? >> Em que sentido? Na na questão Estrutural. Por exemplo, se você pega um pai que apanhou a infância inteira, >> tá errado, cara? tinha um pai alcólatra e tudo mais. >> Tá errado. >> A probabilidade desse cara ser forte emocionalmente e equilibrado no futuro é muito difícil. E a gente tá falando, não é, não é, não é, os dados te contrapõem, tá? Não é. Ele tem uma probabilidade de ser
tendencioso ao álcool, ao tabaco, a ser agressor. Mas não é regra. >> Mas se você for ver, >> é, mas não é regra, né? >> Os filhos não estão jamais acima do casal. Mas o povo acha que tá, >> os filhos não estão jamais acima do casal, né? da da sua esposa e do senhor. >> Isso. Isso. Então, uma coisa que aconteceu lá em casa e em comum acordo, uma filha de 17 para 18 anos, primeiro namoradinho, na mesma idade, eu e minha Esposa eh eh decidimos fazer o quê? Deixar eles namorar em casa. Namorar
em que sentido? até dormir. Eu me considero um pai Nutella porque até de manhã eu acordava cedo para comprar pão para levar para minha filha e o meu gerro lá no meu no quarto namorando. Aí hoje pergunto para você onde hoje já tem 4 anos, onde eles estão hoje eu me considero um pai Nutella aí. Aí >> eu tenho certeza que não tá, né, coisa boa, né? Não tá coisa boa. >> É porque pelo amor de Deus aí >> não não existe. Então você você eh olha pro meu lado, meu pensamento lá na frente, que
eu já vi acontecer até na família. É adolescente, namorando na rua, no carro é tudo, é assaltado, é roubado, é espancado. Eu preferi guardar minha filha, tá ali. >> Parabéns. É coisa parção. >> Hoje dia os dois estão trabalhando fora do Brasil, então eu não me arrependo. Considerei, fui falado muito na vizinhança, pô, o cara até comprar pãozinho de manhã, eu ia com maior prazer. >> Parabéns, você é pai raiz. Você é amor de pai de verdade. >> É isso aí, pô. >> Parabéns. Concordo, senhor. Eu sou assim também, cara. Parabéns. Bora. Tem o próximo
aí. Você ama seu filho mais ou Seu marido? Entendeu? Quem quem que tem mais prioridade? E o vice-versa do marido com a esposa também? >> Meu filho. >> Então, no seu caso, o seu filho tem mais prioridade que seu marido. >> Sim. E eu entendo também se ele tiver mais prioridade do que eu na vida dele. Não me importo com isso. Qu, quais que são as intenções da senhora? Senhora, tem quanto tempo de casada? Ah, tenho bastante tempo. Bastante Tempo. Uns anos. >> Então, deve ser poiz já. Deve tá desgastado. Eu tô brincando. Deve ter
>> Não, tá desgastado. Não, não. Que que acontece? Eu passei bastante tempo assim da minha infância. Minha mãe maravilhosa, só que a minha mãe tinha os defeitos dela, >> normal. >> E aí minha mãe se relacionou algumas vezes, né? Foi casada algumas vezes e eu não concordava quando eu sentia que eu Era deixada de lado. Mas eu assim, eu aceitava, mas me doeu isso, entendeu? Foi uma coisa que me machucou e eu não faria isso jamais com o meu filho mesmo. O meu marido é o pai do meu filho, mas eu também jamais faria isso
se eu arranjasse um outro marido, né, que não fosse pai do meu filho e colocaria ele acima do meu filho de jeito nenhum. Porque eu acho que assim, eu coloquei o meu filho no mundo, sabe? Então a minha, eu preciso cuidar dele, entendeu? Ele Tem a mim, ele é a minha família. Então assim, meu marido acho que ele é bem grandinho para entender que o meu filho é realmente minha prioridade. Se eu tivesse que escolher, por exemplo, amo meu marido e amo meu filho, mas se eu tivesse que escolher entre salvar a vida do meu
filho ou a vida do meu marido, eu só veria a vida do meu filho. >> Olha, você tá certa, isso é instinto materno, tá? Parabéns. Isso é coisa de mãe raiz que daria sua vida pelo seu Filho, tá? As mães de hoje, as moderninhas, não faz isso não, tá bom? Você tá certo. A questão aqui é, vamos supor que seu filho é é filha que você tem. Vamos supor filho, né? Vamos supor que seu filho começa a ficar violento em casa, desrespeitar, mexer com drogas. Não tô falando de uma coisa, falando de droga pesada mesmo,
sabe? Cocaína, coisa pesada que foge com a pessoa mesmo. >> Acho muito difícil porque >> entendeu, não, vamos supor, por isso que Eu falei, vamos supor, vamos supor, >> né? E fica insustentável o relacionamento, desrespeita o o o seu marido, bate no seu marido, pega a faca pro seu marido, ainda assim você vai ficar defendendo o príncipe encantado ou vai ficar do lado do seu marido, que é nessa hipótese minha, trabalhador, honesto, cuida de você, te protege. O que que você faria? Eu acho que assim, é muito difícil eu me colocar nessa posição, porque eu
não me vejo passando, Passando por isso, uma realidade. Mas isso acontece no Brasil existem casos assim, acontece. >> Vamos supor que você se enquadra nessa realidade agora, qual seria a sua decisão? Seu marido vira para você e fala: "Não dá mais, ele tá tentando matar, tá muito desrespeitoso, tá roubando as coisas da gente dentro de casa. Não dá mais. Tá com 19 anos, não dá mais." >> Isso é uma situação muito >> específico, sabe? Mas >> eu tô botando numa situação de, por exemplo, >> entre eu priorizar a >> Isso é cuidado que você tá
falando, isso é normal. >> Mas eu eu vim de uma de uma realidade em que muitas vezes eu não fui priorizada e eu acatei >> que sentido me entender o que você tá falando? Em muitos momentos eu não fui. A minha mãe sentido, >> já teve momentos que a minha mãe ouviu padrasto meu e fez coisas que me machucaram só por ouvir de um homem que não gostava de mim, de um homem que não tinha nenhum tipo de relação comigo, não era meu pai, não tinha nenhum tipo de afeto, na verdade ele tinha ciúmes de
mim, entendeu? Então ela ouvia tipo assim: "Ah, faz o que o que você tem que fazer, bate nela, entendeu? Corta o cabelo dela, tira alguma coisa dela, Entendeu? E assim, eu não consigo me encaixar numa realidade onde eu faria qualquer coisa para afetar o meu filho, porque em prol do meu casamento, do meu relacionamento, suprando maldição. >> É, tá, tá mesmo. Concordo com ele, tá quebrando a maldição mesmo, porque isso aí não, presta atenção. Vamos, vamos, vamos mudar então a pergunta. Então, você tá na sua casa, você vai fazer uma festa com suas amigas, com
seus amigos do trabalho, pessoas que você ama, você Gosta, beleza? E aí o seu filho não queda fazendo bagunça, correndo, coisa de criança, né? Ela não é uma criança, isso não é normal da criança brincar, correr >> e voando na televisão, brincando, gritando, correndo, desperdendo na casa. Está atrapalhando a festa. >> Uhum. >> Está atrapalhando ali você tomar o seu vinho com o seu marido, >> a sua carne assada com seu marido, beber Sua pinguinha com seu marido, não sei se você gosta, tá ali aquele momento seu, >> aí seu marido, ó, tá me incomodando,
tá ontem que você vai fazer? Ah, deixa porque é criança. Ou você vai dar prioridade pro seu marido falar assim, não vou corrigir porque tá atrapalhando nós que somos adultos, somos o casal. >> Mas a correção a gente pode corrigir tranquilamente, né? A pergunta é: nesse caso, a prioridade é o casal ou a criança? A criança vai fazer o que quer, Porque criança é seu filho ou a prioridade é do casal? >> Mas aí você já tá, já passa, ultrapassa o ponto, né? Já vai num ponto, tipo assim, eu aceito uma um desrespeito do meu
filho em prol do meu do meu marido, não é isso, entendeu? >> O meu marido, o meu filho, ele está acima a partir do momento que que ele está correto. >> Posso explicar uma coisa? Qual que seu nome mesmo? Que sim. >> Paola. >> Paula. É porque hoje a gente Paola, perdão, a gente vê hoje nas casas das pessoas que adotam educação positiva. >> Paula, >> eu tenho até preguiça, tanto é que eu nem participo desse tipo de coisa. Eu nem tenho amizade com gente assim. A gente explicou, educação positiva, ela não é permissiva, >>
mas o povo confunde. É isso que eu luto, Paula. >> Mas é isso que é Paula. >> Paula, Paula, luta contra isso, Lula. Sabem que a educação positiva confunde com a educação permissiva. E eu luto para que na educação positiva seja a possível que haja possibilidade desse caso necessário ocorrer a correção física parental. É só caso necessário. Não é que tem que ser a regra, porque eu não utilizo isso na minha vida. A minha regra não é bater no meu filho para hora. >> Tudo bem. Mas aí, mas o que acontece? Eu já concordo com
ele, por exemplo, com uma criança eu jamais bateria independente da situação. Então, meu filho, eu jamais bateria. Ele enquanto criança, eu jamais bateria. Agora, ele com 20 anos gritar comigo, querer vir para cima de mim, obviamente eu iria para cima dele, porque agora ele é um homem e a gente já tá lidando de igual para igual. Agora, enquanto criança, eu não acho que eu tenho direito, eu como Adulta responsável, né? a minha, meu, eu já tô muito mais desenvolvida do que ele, eu não acho que eu tenho direito de bater nele. Eu acho que é
o mínimo que eu posso fazer é ensinar a ele, entendeu? Por quando você bate no seu filho, porque o seu filho foi muitas vezes na tomada e você já mandou várias vezes ele não ir na tomada, você não tá ensinando ele que ele não pode ir na tomada, você tá ensinando a ele que qualquer coisa que ele faça que você não Concorda, >> ele tem que ter medo de você, porque você vai agredir ele. >> Não, não foi isso conhecido nele, não. >> Mas vai ser isso que a criança vai entender. >> Não, no meu
caso, ele aprendeu, não foi mais tomada e continuou vindo até mim para brincar comigo, para conversar, para me cheirar, dormir comigo, tomar banho comigo. >> Mas ele vai continuar fazendo isso. Ele Vai te amar, ele vai continuar fazendo isso. Só que ele vai saber que, caraca, se eu fizer uma coisa que o meu pai não concorda, eu não tenho nem como falar para ele, por eu vou apanhar. >> Então, o que acontece hoje na vida das pessoas é que você vai na casa dos casais, né, e a criança faz o que quer. Os adultos estão
tentando conversar, os adultos, sabe aquele cara e aquela mulher que trabalhou o dia todo para pagar sua conta, que está na sua casa, Que ela paga aluguel, criança quer brincar. Mas tem que ter horário, tem que ter limite. Criança não pode ser. Mas aí você conversa, você conversa. Não é questão de não dar limite. Você conversou, não resolveu, você corrige. >> Mas você precisa conversar várias vezes. Você não vai aprender uma coisa nova do nada. Então vou ficar conversando eternidade. >> Não, não é uma eternidade. Você vai ficar conversando até ele entender. Porque a criança
e a criança entende, a criança vai entendendo aos poucos. >> Explica. Me explica uma coisa. Através da educação positiva foi várias e várias, foi feito várias e várias conversas. Tem que se respeitar professor. Tem que se respeitar professor. Não pode bater no colega na escola. Não pode bater o colega na escola. Os dados mostram que isso não resolveu. >> Só aumentou em 254%. >> É isso que eu isso que eu tô tentando explicar. Vocês estão debatendo contra os dados, contra fato histórico social. Não dá para discutir, mestre. Contra fato histórico social. Manda bala, mestre. Qual
que é o tema mesmo? Ah, é o filho tá acima do casal. >> Não, isso é um tema que você, pô, fez aí. Não tem nem como discutir isso. Enfim, mas o que eu queria falar aqui é a respeito da da do que você defende da educação, né, para bater. Por exemplo, Tu considera, teu filho tem quantos anos? >> Nove. >> Nove. Que aconteceu? Quando aconteceu aquele fato que ele tinha 3 anos, né? Meu filho tem 5 anos, né? Por exemplo, anos. >> Eh, tu considera teu filho um filho obediente? >> Demais, cara. Meu filho,
todo mundo, cara, com a graça de Deus elogia eles. >> Você não acredita que naquela situação? >> Inclusive, meus filhos não fica com telefone no celular na mão 24 horas, tá? >> Também não. Eh, você acredita que naquela situação se você tivesse sentado e ensinado teu filho em vez de tacar o chinelo, não teria aprendido também? Tendo em vista que você falou que ele é um filho obediente? Mas eu ele só é obediente hoje porque ele foi corrigido pela correção física parental e naquela época então antes ele não era obediente. >> Então antes ele não
era obediente. Igual Explicando pro senhor, naquela época eu já fiz isso. Eu já tinha conversado várias várias vezes, só que como eu já morei em Araguari lá e eu perdi vizinhos, né? O pai na verdade que perdeu, né? Coleguinha de escola, porque tomou choque, isso me traumatizou. Nossa, o fulano morreu, você viu? >> Você é um pai traumatizado. >> Eu tô te explicando. Eu não sou um pai traumatizado. Eu quando criarmente frágil. >> Não vou. Isso é conclusão sua. Isso é conclusão sua. >> Não, mas você que falou. Não, eu tô te explicando que eu
quando criança, meu vizinho na época lá era guarita, tinha morrido porque depois de da tomada. >> Então o que que eu pensei? Nossa, quando eu tiver um filho nunca, o senhor vai deixar eu concluir ou sen vai ficar tentando militar corte? Não, >> teu emocional ficou, mas isso daqui é para isso. O teu emocional ficou Abatido. >> Não, não ficou abido, não. Não ficou batido coisa nenhuma. Eu simplesmente protegi meu filho porque gerou estravo em mim. Eu falei: "O dia que eu tiver filho não vou deixar chegar per uma tomada até ele aprender o que
é uma tomada". E fez isso aconteceu. >> Então meu filho também de 5 anos. Eu nunca precisei tacar o chinelo do meu filho para ele não enfiar. >> Como é que você ensina seu filho a Nadar? >> Ô, então, como é que ensu filho nadu filho? Tem quantos anos? >> Meu filho tem cinco. >> 5 anos. Alguém, alguém que ensinou os o filho a nadar? >> Sim, eu ensinei minha filha a nadar. >> Alguém ensinou? >> Porque vocês sabem como pais que todos os dias crianças morrem afogadas, né? Em casa, na piscina dentro de casa.
E como é que vocês ensinaram? Alguém sabe? >> Mas aí tem uma deatação, né? >> Não. Então, mas e o pai que não tem condição? >> Botando na água. >> Às vezes o pai não tem condição. Às vezes o pai não tem tempo, né? que é só jogar na água mesmo, igual botar na água, >> tipo assim, esperar mul que vem >> cara que que acontece não que acontece a minha filha mais velha >> você acreditaó só >> você acredita que eu ia falar justamente que você falou? Foi assim que eu dei meu filho, eu
tô falando você sentar aqui pr te responder, a minha filha mais velha tem >> Mas eles aprendeu, irmão. >> A gente tá aqui, ó. Quem tá aqui sou eu. >> A minha filha mais velha tem 13 anos. Eu criei ela sozinho desde os três. A menina desde os 3 anos de idade criei ela sozinho. Uhum. >> Conversando, ensinando. A minha filha me chama de senhor. >> Parabéns. >> Me trata me trata por senhor. >> Eh, eu nunca precisei gritar com a minha filha. Eu falava com ela aqui, ó. >> Mas se for preciso um dia?
>> Eu hã, >> se for preciso um dia? >> Não. Então, deixa eu terminar. Eu sempre falei, minha filha, quando eu ia ensinar minha filha, eu sempre fal, baixava o Tom e sentava ela e falava com ela nesse tom aqui para ela entender o momento. No momento que eu precisava aumentar o tom para falar com ela, isso já gerava um negócio dela, porque ela não tava acostumada eu gritar com ela. Então, a partir do momento que eu aumentava o tom, ela já ficava desesperada. Eu nunca precisei a adotar o método de tá batendo nela para
poder ela me temer ou me respeitar. Sabe, sempre falei nela que e ela é uma uma menina educada que todo Mundo gosta. Minha filha é onde para é elogiada. Hoje ela tem 13 anos de idade, entendeu? Cri ela desde 3 anos quando eu separei da mãe dela. >> E é isso, é educação positiva. >> Parabéns. Isso é só uma regra. Obrigado. >> Bora. >> Toda vez vai ser só uma regra. >> Bora, bora, bora. Voltando pro tema. né, que é >> é o filho tá acima do casal. >> Filho está acima do casal. Ah, quando
eu e a mãe dele decidimos ter um filho, né, que foi algo que a gente foi pensando, planejando ao longo do tempo, >> né, durante o nosso casamento e tudo mais, eh, uma coisa que a gente sempre teve em mente, nós não criamos o filho pra gente, nós criamos o filho pro mundo. >> Boa, >> tá? Porque dentro do do do reino animal nós somos a única espécie que tende a Guardar o filho até o resto da vida, >> né? >> Então >> o que nós estamos criando? Nós estamos criando o o aquela criança ali
é um homem informação, é uma mulher em formação, é um ser humano. Então ao longo do tempo a gente vai criar para que ele vá. >> Perfeito. E quem vai ficar com você? >> Quem vai ficar comigo? a minha esposa, >> parabéns. Então ela é prioridade. >> Então ela no caso é a prioridade. Isso não significa que >> parab >> eu vou deixar o meu filho na mão ou colocar ele acima ou abaixo dela. A questão é que >> dentro da da dos momentos, por exemplo, há necessidade do momento entre o casal. Só que se
eu chego em casa cansado do trabalho e tal, eu quero conversar com a minha esposa, quero sim, só que quantos pais o meu filho tem? Só um, >> só um. E ele passou aquele dia inteiro sem me ver. Então quando eu chego, o que ele mais quer é tá comigo. Tudo bem, eu tô cansado, não significa que eu vou >> todos os dias. Porque o mundo real é esse, meu amor, tá cansado. Todo dia você tem que dar atenção pro príncipe, não. Você tem que dar atenção pra sua esposa também. Tem que cuidar de você
também, porque se você não se cuidar, seu filho vai perder o pai. Infartou porque deu um AVC. Claro. Então, hoje é Uma inversão de valores. >> Só que o que acontece, aquela criança, ela tem a necessidade de ter esse contato com o pai. Ele passou a a o tempo inteiro, o dia inteiro. Vai lá, vai lá, vai lá. >> Só, só para concluir aqui, ele passou o dia inteiro e eh longe >> Uhum. da pessoa, de uma das pessoas mais importantes, onde ele precisa se sentir seguro. E aí quando eu chego em casa, eu corrijo,
ele, chamo a atenção dele, Porque ele tá demonstrando um afeto, um um um sentimento por mim, >> aí fica difícil, irmão. >> É, mas eu não defendo isso não, cara. Você tem que dar atenção pro seu filho, sim. Isso aí é >> bom, pessoal. Tema livre agora para quem quiser debater qualquer coisa que passou batido. Vamos lá. Eu discordo veementemente de todos os temas que você abordou aqui, tá? Sou um pai Atual, >> trato meus filhos com carinho, com muito amor, com muita conversa e muito diálogo. >> Mas tem uma coisa que você falou aqui
que ele é praticamente é criminosa. Quando você traz a situação da padaria, que o menino tá chutando a canela das pessoas e a mãe falando assim: "Para com isso, para com isso, para com isso". E você, quando ele chegou perto de você, você falou assim: "Se você chutar minha Canela, eu chuto sua cabeça". >> Falei mesmo. >> Isso é crime, >> não. >> É crime. Porque se você fizesse isso com um filho meu, >> eu botaria você na cadeia. >> Pode ter certeza. >> Botaria, porque você ameaça. Você não pode ameaçar o filho dos outros.
Não. Negativo. >> Você pode fazer com o seu vírgula, Porque tem um Conselho Tutelar para proteger luz. >> Não, não, não. Vamos lá. >> Você desafiou pro Conselho Tutelar que >> vou fazer desafio de novo agora, >> tá? Mas você não pode fazer isso com filho de ninguém. Se você faz isso com um filho meu, eu não te dou autoridade para você dar educação pro filho meu. >> Então corrija, seu filho não dá autoridade para ficar dando bicu na cara do outro. >> Mas você não tem essa essaidade >> não. Vamos lá então. >> Vamos
lá então. Primeiro, se você Eu concordo 100% com você, 100%. Ninguém tem direito de pôr a mão no seu filho. Ninguém. >> Seu filho, um chute na cab, >> seu filho é sua propriedade. Em que sentido? Obrigação, legal de cuidado, proteção. Isso é previsto na Constiução, no artigo 227 e no Código Penal. Sabe muito bem disso. Tá bom. Agora seu Filhinho encantar também, quando eu falo em cantar tô usando uma metáfora, uma hipérbole, tal, pr as pessoas entender, ele também não tem um direito desrespeitar o direito de ninguém na rua. Então, se o senhor não
corrige como deveria corrigir, não é o seu caso, não é exemplo. E ele faz isso na rua e ele arruma um doido, porque jamais eu iria dar um bicudo na cabeça da criança. Eu usei daquilo para poder assustá-lo. Meu Deus do céu, isso não existe. Só falei Para assustá-lo. E ele entendeu. E ele entendeu. Beleza. E vou fazer de novo. Qualquer filhinho aí, qualquer príncipe encantado que a senhora ou senhor é um frouxo, uma frouxa que não dá educação pro seu filho, deixa seu filho bater na sua cara, bater no professor, bater no coleguinha, vim
bater na rua, ele vai arrumar um que vai dar na cara dele, viu? E detalhe, se ele não arrumar um batendo na cara dele na rua, na hora que ele crescer, ele vai apanhar da polícia. Vai apanhar da polícia, tá bom? Porque isso vai acontecer. Não respeita pai e mãe, não respeita professor, vai respeitar a autoridade, não vai. Estão só concluindo. Então eu não cometi crime nenhum. Teria, pelo amor de Deus, você não quer, você não quer discutir comigo código de processo penal, iter de crimes não vem, não vem que não vai dar certo. Não
vai dar certo. Por quê? Eu não cometi a lesão corporal prevista no artigo 129 do Código Penal. E o senhor Sabe muito bem disso. Não houve a ofensa física à saúde dele. Não houve isso. Eu simplesmente falei. >> Mas houve ameaça. >> Falei. Então quem tem que representar ele ou o representante legal foi representado? Não foi. E se tivesse da ameaça, o senhor sabe que não ia dar nada. >> Deixa falar. Pra gente encerrar, eu queria te fazer uma pergunta. Você é a favor de reprimir, educar os filhos >> com qualquer pessoa em casa ou
em qualquer lugar na frente de qualquer pessoa? >> A criança, ela tem que respeitar o pai e a mãe em qualquer lugar. Não falei respeitar, eu falei educar, reprimir, oprimir. Eu não falei respeitar. Respeito, respeito é uma coisa, >> educação outra. Eu >> eu ia te dar uma resposta, mas como o senhor foi totalmente educado desde o início, eu vou continuar educado com o Senhor. Eh, vou vou pedir para o senhor me permitir concluir. A criança não tem, eu vou concluir, o direito de afrontar os pais, a mãe em lugar nenhum. Assim também como a
mãe não deve se escusar de corrigi-los em lugar nenhum, porque a criança ela é inteligente, ela é sagaz, ela é esperta pro que ela quer, por aquilo que ela tem capacidade de acordo com a idade dela, o desenvolvimento intelectual dela. Tanto é que o que que eles fazem? Às vezes quer fazer graça na Frente da avó, do vô, às vezes quer fazer graça na frente dos outros porque sabe que a mãe não vai educar, entendeu? Exemplo, a maioria do Vamos colocar aqui um casal normal que tem o homem e a mulher, beleza? um casal tradicional,
na maioria das vezes a mãe é aquela mais amor, mais carinho, né, mais diálogo. E às vezes o pai é aquela figura mais paterna de autoridade, né? Ó, vou contar pro seu pai. É lógico, hoje a gente sabe que as mulherada tá dando de couro nos Homens, né? As mulheres tá mais corrigindo os filhos do que os homens hoje. Mas num cenário desses atual, num cenário desse atual, a maioria das vezes o filho não respeita a mãe só quando a presença do pai tá lá ou só quando tá perto do pai. Por quê? Porque o
filho não vai respeitar a mãe, já que a mãe não bate nele no sentido de correção física parental quando necessária. Não põe de cxig, põe uma tela. Senhor, é a favor de você colocar uma tela de um Telefone celular na mão do seu filho para poder ficar quieto? >> Não, mas você não você não respondeu minha pergunta. >> Respondi. >> Você é a favor de educar >> e reprimir na rua, na frente das pessoas, trazendo constrangimento e humilhação ou somente dentro de casa? >> Esse é o problema da interpretação legal. O senhor tá trazendo uma
interpretação complicada do artigo 18a. Então eu vou, eu tô respondendo a senhor. Essa interpretação dela é complicada. Por quê? Porque então até tratamento degradante, então eu sou criminoso, tá na lei, tratamento degradante. Então eu não posso pegar criança e falar assim: "Lá em casa eu vou te corrigir. É tratamento degradante, aí eu tô cometindo crime". >> Mas você não respondeu. >> Responde aí, mestre. Tem, eu tenho que corrigir sim na frente de qualquer um, No shopping, no no onde tiver. >> Não concordo, >> senhor. Não concorda. É só em casa. Tem corrigir. Eu acho que
você corrigir quando a pessoa já é maior no particular, beleza. Agora criança dando birra nos lugar. Não, meu irmão. Se der birra comigo, Isaac Miguel, no shopp, papai vai quebrar vocês. >> Bora. >> Eu queria fazer uma uma pergunta para Você. >> Mas eu queria que você tirasse o que olhar no dentro do meu olho, assim, olhando dentro do meu olho. >> Vamos lá, meu irmão. >> Você me responda com toda a sinceridade. Eu tô analisando você o debate todo. O debate todo. Posso fazer uma pergunta? Você vai me responder com toda, eu vou fazer,
não quero saber que tá cheio de segurança aí não. >> Você quando adolescente para mim, você Já foi molestado >> quando adolescente? Não, nunca, diante de Deus. >> Porque sua atitude assim toda hora me dá a entender disso. Até porque tu anda cheio de homem aí, ó lá, cheio de macho aí atrás de você. Algum motivo não é possível. E sem necessidade, porque você não é, eu acho. Você >> conhece? Você já foi policial militar? >> Não fui, não fui um policial militar não. >> O senhor forma policiais no Brasil todo. >> Não, mas e
que que tem a ver? Você andar cheio de macho, cheio de homem atrás, cara. É. Você tem medo de alguma coisa? >> Não. Então, então quando chama polícia, senhor nunca vai chamar polícia, então não. Se um bandido vir na sua casa, >> pô, mas for ameaçar, >> mas que tem você anda, você tá com 15 homem aí macho aí atrás de você. Não, eu só não ando 15 anos. Não, ando armado. 24 anos. >> Não, mas então mas para que mais isso? Anda armado para defender, para defender minha integridade. Isso aqui é Brasil, meu irmão.
>> Mas defender tua integridade precisa disso. Você não deve, você deve. Você sabe, eu não devo, eu não devo, eu não devo não. Mas olha só, aonde você tem um presidente analfabeto presidindo o país, você pode esperar aí. >> Você pode esperar aí a gente não est falando de política. >> Você tá falando, você já falou de política ou já falou de religião aqui. Tá aqui política, não. >> Vo deixar concluir, vai deixar concluir, >> mas de política. Se você é direita, se eu sou esquerda, se eu sou direita. >> Isso tem tudo a ver
com assunto. Isso é direito constitucional, inclusive. É artigo segundo, separação dos poderes. Presta atenção. Presta atenção. Você ficar sentado aí, ó. Lá. Lá. Tá vindo aí para quê? Cara tá vindo ali. O cara tá em pé ali. >> Não, pode ficar aí. Pode ficar. Senta aí, senta aí. Senta aí, senta aí, pô. Senta aí, pô. Senta aí. Para com isso, vem para cá, vem cá, vem cá. >> É isso que eu fico chateado. Tá vendo? O cara, o cara partiu pra agressão e agressão não pode, cara. Só contra filho, correção física parental, pô. Agora o
cara me agredir é artigo 129 do Código Penal. Tô pensando aqui, acho que Vou representar contra esse cara, pô. [ __ ] vim lá de Minas Gerais para cara vir para cima de mim, pô. Vamos manter a cordialidade, pessal. Fica até nervoso essa [ __ ] aqui, ué. >> Pelo amor de Deus. Aí, pô, o cara ali que eu eu quero confessar aqui, eu fui desrespeitoso com ele quando eu fiquei induzindo ele. Se fuma maconha, se ele fuma morão, é problema dele. Eu tenho certeza que ele é um bom pai. Peço até perdão ao vivo
aqui que a minha fala foi Infeliz, tá bom? Fui infeliz na hora que eu falei isso para você, eu me retrato. >> Era para resolver vocês dois, pai. É aí ele, ele que eu fui infeliz e ofendi ele. >> É, eu que fui infeliz, ofendi ele. Ele não veio cá batendo em mim. Ele não veio cá batendo em mim. Pô, não vim aqui no janeiro para isso não, cara. >> Dois, vocês dois tem que resolver. Não é vir o cara lá de fora, não. Ah, tô armado 24 horas. E aí, Não, não tinha servido também
não. Ô, obrigado, meu irmão. Deus abençoe. Nós temos essas diferenças, né? Pelo menos você ajudou con teu rapaz. Aí, qual que é o tema? Já até perdi o tema, mano. >> Tema livre. Tema limo, >> [ __ ] velho. [ __ ] Vamos lá, meu irmão. Eh, embora eu concorde com muitos pontos de vista que você impôs aqui, é, concordo com o >> Segura esse cara aí que esse cara vai entrar aí, viu? >> Fica velho aquele cara aí, viu, mano? >> Eu vou voltar. >> E concordo também em pontos de vista que foram falados
aqui pelos pelos que vieram aqui debater contra o senhor. >> Aham. Eh, eu espero que em algum momento você tenha a consciência de que nem sempre é necessário eh usarmos os métodos que que eram usados eh usados na na antigamente, como antigamente. >> Concordo. Então assim, eu parabenizo, né, embora alguns não devam concordar comigo, mas eu também parabenizo pelos pais que aqui tem, que eu sei que todos nós visamos e é o melhor para cada filho. >> Sim, certeza. >> E nenhuma verdade, nenhuma aplicação de educação, a sua ou a de qualquer outra aqui vai
aplicar naquilo da educação que eu quero dar para minha filha. >> Sim. Então esse é meu ponto de vista e Eu agradeço por participar desse debate que foi. >> Obrigado, irmão. Em alguns momentos assustando >> ali, meu irmão. Lá. >> Quantos anos seus filhos t e >> vai fazer sete agora e nove. >> Então eu cresci apanhando da minha mãe. >> Crescia apanhando dela. >> A cada surra que eu tomava eu tinha medo. Você falou que eles têm que ter Temor, né? >> É. A cada surra que eu tomava, eu tinha medo da minha mãe.
>> Ela espancava, ela não te batia. >> Me batia. Me batia para me corrigir. >> Ela espancava ou só batia com amor? Porque >> batia para me corrigir. >> Que bateu umas duas, três chineladas, né? Uma cintada só. >> Eu tinha medo. E eu tinha medo da minha mãe. >> Entendi. >> Eu tinha medo da minha mãe. Eu não fazia as coisas porque eu tinha medo, eu temia. >> Uhum. >> E aí eu comecei a fumar cigarro com 14 anos. >> Por quê? >> Comecei a fumar cigarro com 14 anos. Não tô falando que é
a culpa dela de, >> é lógico >> de não. Experimentei, né? Fui Apresentada e experimentei. >> Cigarro normal. >> Cigarro normal. >> Aham. >> Minha mãe só foi descobrir quando eu tinha 20 anos, porque eu contei para ela com 20 anos. Eu tava adulta, né? 14 anos eu comecei a fumar cigarro. Minha mãe nunca descobriu. >> Espertinho com o cheiro. >> Deixa eu te falar. >> Tô esperta. >> Deixa eu terminar de falar. Eu >> não tô concordando com você. >> Deixa eu terminar de falar. Eh, voltou na raciocínio. Eu nunca contei pra minha mãe
porque eu tinha medo da minha mãe. Com 20 anos eu não tinha mais medo da minha mãe. Eu nunca contei pra minha mãe porque eu tinha medo da minha mãe. Muito medo da minha mãe. Eu fazia muita coisa escondida da minha mãe. Tudo eu fazia escondida da minha mãe porque eu tinha medo dela. Quantas coisas você acha que seus filhos não te contam por medo de você? >> Você não contou pra sua mãe uma coisa ruim, uma coisa boa? contava nada pra minha mãe, as coisas ruins, porque eu tinha medo da minha mãe. >> Não,
porque você tinha vergonha e respeito. Eu tinha medo. Eu tinha medo. Eu tinha medo. Eu sabia que eu ia apanhar. >> Porque você tá fazendo algo bom ou algo Ruim? >> Algo ruim. >> Então, acabou. Tá terminando. >> Porque seus filhos, as coisas, seus filhos não vão ter fazer coisas boas no tempo todo. Seres humanos. E eles não e eles não vão te contar as coisas, porque eles têm medo de você. Não vão. Eles têm medo de você. >> Eles têm medo de você, Eduarda. >> Eduarda. Sabe por que que vai, Eduarda? Porque eu não
sou amigo deles. Sou pai. Vai além de >> Exatamente. Eles não vão te contar. Eles têm medo de você. Eles sabem que você vai bater nele. Eu tô errada. >> Não, eu não discuto com mulher. Mulher sempre tá certa. Tá certa. >> Obrigado. Então, >> certo. Vai lá. >> Já que você não discute com mulher, né? >> Pô, não [risadas] vai falar que você é mulher, cara. senão vou estranhar aqui. >> É por isso que eu tô aqui. Não que o meu Seja maior que o seu, mas o que ela falou e até foi uma
das coisas que a nossa colega ali falou, é real, tá? Ah, o nosso filho, ele vai tender a esconder por respeito é diferente de medo, tá? Se eu faço algo que eu sei que meu pai pode entender como errado e eu vou sofrer as consequências, a consequência disso é violenta, é claro que eu não vou contar, não vou partilhar com ele, mesmo que eu precise partilhar com ele, porque tô fazendo algo, cara, Eu fiz algo errado, isso vai me gerar uma consequência. Quem é a pessoa que eu vou recorrer? a pessoa que me agride ou
a pessoa que vem cá, por que que você fez? Como que isso aconteceu? Deixa eu entender o que que você tava passando, o que que você tava sentindo. Porque no momento que eu faço algo errado e eu apanho, eu não vou entender que aquilo ali era errado. Eu vou entender que se eu faço alguma coisa que não agrada o meu pai, eu vou apanhar e eu não vou Partilhar isso para ele, entendeu? Quando eu era mais novo, eu apanhava do meu pai. Certa vez eu perdi um um objeto que era dele e eu tive pavor
de chegar para ele e falar assim: "Pai, desculpa, eu perdi por quê? Eu tinha medo dele me agredir." Essa é a realidade na cabeça da criança. Não é respeito, entende? Fechou? Respeito meu pai, amo meu pai, mas a minha realidade naquele momento é que eu tinha medo. >> Eu só acho engraçado que todo mundo que Fala que tem medo do pai e que não contou Y ou X pro pai, quando você vai ver o que ele não contou, era uma coisa errada. Ou seja, ele saquela pessoa que vai dar o suporte pra gente, não vai
agredir, entende? >> Ah, entendi. Entendi. Você quer que seu pai aprove o erro que você cometeu? >> Não é aprovar. Não, não. Olha só, eu tô falando com uma pessoa estudada, correto? >> Entendi. >> Sim. Mas >> você, você é graduado? >> Sim. Eu sou melhor do que você, né? >> Não, mas não é questão de ser melhor. Muito pelo contrário. >> Nós somos todos iguais. >> Não sou contra nem a favor. Muito pelo contrário, a questão é que no momento que eu precisar, no momento que meu filho precisar de um suporte, >> não tô
falando que eu vou ser eh eh >> condizente com o que ele tá fazendo de Errado. Muito pelo contrário, eu preciso que ele olhe para mim e me enxergue como suporte um refúgio do que algo que vai gerar nele um ônus e que não vai estar prestes para dar suporte para ele. Por exemplo, você é cristão, certo? Certo? >> No momento de dificuldade, a gente recorre a quem? >> A Deus. >> A Deus, porque Deus nos a >> ajuda. >> Nos ajuda e nos acolhe. >> Nem sempre é na nossa hora. E nem sempre que
a gente quer >> nem sempre. Com certeza não. Com certeza não. Nós vamos sofrer a consequência dos nossos atos. Vamos. Mas a gente recorre a ele. Por quê? >> Para melhorar, né? >> Porque ele nos acolhe, entendeu? E o nosso pai e nós chamamos ele de pai. >> Tá, vamos lá. >> Nós somos pais. >> Vamos lá. Tá. Eu não quero que meu filho acredite que eu vou aprovar aquilo que ele sabe que é errado >> e aquilo que ele aprendeu comigo que que é errado. Eu não quero que meu filho ache ou pense que
eu vou acolhê-lo quando ele cometer algum erro, porque o mundo real não vai acolhê-lo quando ele cometer algum erro. >> Mas quando >> o mundo real, >> o mundo real não vai. Então eu tenho que Eu tenho que treinar o meu filho, mestre pro mundo. >> Sim. >> E o mundo real é diferente, cara. >> Mas quando ele precisar aprender a lidar com as coisas, ele precisa aprender a lidar com quem? Com você ou lá fora? Não comigo e tem que ter conversa. Eu concordo com você. Não tem que ficar batendo toda vez, não. Ai
pai, fiz algo de errado que o senhor não queria. [ __ ] pá, pai. Isso é coisa de [ __ ] cara. Justo >> positivo. >> Não, porque educação positiva proíbe qualquer tipo de correção. Não é permissiva. Não é permissiva. >> Você tá confundind? >> Não, presta atenção. Não, vocês estão confundindo. Olha só, você falou que então eu eu a eu eu pratico a educação positiva. Você conversa conversa? >> Sim, ó. Eu pratico sim a correção física positiva, mas qual é o problema? Eu não A defendo por quê? Por só um item. Ela fala que
não pode haver correção física parental e eu não concordo com isso por isso, mas eu converso com os meus filhos. Se você conseguir educar seu filho, se você conseguir educar seu filho sem precisar bater, você vai fazer o rapaz levantou a mão. O senhor não levantou a mão? Tá de boa. >> Não, mas se você precisar educar seu filho sem precisar agredir, >> mas é o que eu mais faço, é 90% do que Eu faço. Ué, >> isso cara, [risadas] >> mas educação positiva proíbe corrigir fisicamente? Eu corrijo. >> Não, eu não quero. Você sabia
que dói mais em mim do que nele? >> Justo. >> Você sabia que eu choro mais do que nele? Não repete, não precisa fazer isso, >> não precisa, porque toda vez que foi necess >> toda vez que foi necessário, meu filho melhorou, ele evoluiu, ele amadureceu muito e cada dia que passa se torna desnecessário usar essas cois aprendeu, mas porque ele porque ele não fez não significa que ele aprendeu a fazer o certo. >> Beleza, meu irmão. Deus abençoe, Carol. >> Obrigado, viu? Parabéns pela sua educação, viu, irmão. Obrigadão, viu, [aplausos] >> pessoal? Primeiro eu
queria vai vai tá As redes sociais de todo mundo lá, né, pessoal? Primeiro eu queria que gostaria que os senhores seguisse todos que participaram aqui, pessoal, segue eles nas redes sociais, tá? Se inscreva no canal deles, no no Instagram deles, curte, fala: "Ó, sou aluno do professor Mateus Olive, acompanhei o debate lá, manda um abraço, tá, pro pessoal aqui, pessoal, beleza? E agradecer a todos, todos, todos. Eu respeito todos, não tenho raiva de ninguém, todos, tá? Eu tô Falando de coração mesmo, respeito todos. Eu tenho uma visão diferente, um pouco diferente, beleza? dos senhores. Sou
totalmente contra o pai ser covarde, agressivo. Não concordo com a educação possível, porque do ponto de vista histórico social, quando a gente olha paraa atualidade, piorou a educação no PISA, piorou tudinho, um índice de suicídio aumentou de 2011 a 2022, 6% ao ano, sabe? O Brasil é o país mais ansioso do mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, sabe? É só ladeira abaixo que esse país tá indo, que essa educação somente positiva. Mas respeito todos os senhores. Beleza? Depois eu quero marcar um debate com o senhor em direito. O senhor falou que é
advogado eh do direito de família há 20 anos. Nós vamos debater direito que eu quero debater com o senhor depois. Tá feito o desafio ao vivo aqui. Beleza? Vamos embora, gente. É nós. Bora. [aplausos] Uh.