então vou falar um pouquinho de porqu de de esterilização né primeiro os estéreis são muito desafiadores de fabricar a definição de estérea é livre de organismos viáveis eh a gente também quer que seja livre de pirog vou falar disso daqui um minutinho eh eu já trabalhei com ifas já trabalhei com cápsula comprimido líquidos or mas de longe os produtos estéreis são mais desafiadores n o que é um pequeno problema na fabricação de não estéreis no nos estéreis para quem tá nessa vida sabe que a diferença entre abortar o lote e jogar tudo fora né um
pequeno vazamento na fabricação de de de produtos orais em geral não é motivo de ção do lote na fabricação de estéreis principalmente depois da da filtração da esterilização normalmente é o fim da da vida daquele lote o objetivo é todas as unidades serem estéreis eh não existe meio estérel o brinco não tem meio grávida meio anão e também não tem quase estéril o o teste de esterilidade eh ele tem um alcance limitado então o produto em geral você tira 20 unidades se o volume for pequeninho Às vezes você tira mais como 40 mas ele é
só uma representação estatística do lote o o hoje onde eu trabalho tem lotes menores de digamos 4000 unidades mas tem lotes de 600 600.000 unidades 1 milhão de unidades Então o a amostragem que você tira de começo meio e fim para teste de estilidade tem um alcance muito limitado eh principalmente se a gente considerar que quando tem caso de contaminação que graças a Deus é raro não é uma questão de de de de contaminação geral e sim uma coisa mais pontual então contar com os testes de cidade para dizer que o lote tá bom É
como comprar o bilhete da Loteria e sair gastando por conta eh não não tem idade estatística eh eu vou falar sobre validação de por calor úmido e calor seco mas esse é um dos muitos elementos da garantia da da da esterilidade né então validação para quem tá se iniciando nesse mundo é evidência documental de que o processo consistentemente produz um produto dentro das especificações pré-determinados no caso o o aspecto que a gente tá olhando especificamente é que ele é estéril eh eu gosto desse desse slide ele é um pouco da pirâmide de como construir os
a sua manufatura de de de produtos estéreis ou a sua garantia da da da esterilidade então a base de tudo é infraestrutura e as referências são gmps padrões da indústria e os e os padrões regulatórios né o Ema fda Visa eh depois você tem que ter uma camada que é a manutenção dessa infraestrutura né garantir que as coisas funcionem conforme projetado conforme validado que não ferruge que não vase que a calibração esteja sendo feita e que os os equipamentos estejam funcionando conforme instalado e qualificado aí tem uma camada que é o processo e o e
o procedimento as referências são são parecidas além dos dos padrões internos Depois tem uma parte importante que é como que você desenhou o seu processo né junto com a área de pesquisa e desenvolvimento e depois a última etapa por exemplo o teste de estilidade é a medição mas não se limita a isso né Eh seus relatórios de ciclo todas as as coisas que você confere durante a fabricação do lote né temperaturas relatórios de equipamento teste de esterilidade o seu sua seu biobar no bioflora em processo antes da filtração e assim por diante eh aqui eu
tentei capturar emem vários elementos que compõem a garantia da da esterilidade então começa com com a instalação o seu sistema de hvac a qualificação e a certificação dele teste de fumaça quando a gente tá falando de sistemas em grau a para quem assistiu a palestra do do Leonardo ontem é válido tanto para sistemas de rabs isoladores ou área limpa tradicional né Eh conhecer a sua bioflora o seu bioburden e as medições em processo os ciclos de esterilização que é o que eu vou focar mais hoje a sua filtração estéreo o seus sistemas de fechamento e
a validação deles e enfim as medidas lote A lote que são são tomadas é crítico ter planos de contingência O que fazer quando tiver um vazamento quando acabar a energia enfim Qualquer que seja a a emergência que possa ocorrer teste de esterilidade então de novo focando que teste de esterilidade é um pedacinho desse todo para quem tem produtos com preservante eh como eu tinha quando eu trabalhava com oftálmicos né né então você tem que ter o o o teste de eficácia do preservante é um digamos é um teste de produto eh como gestão a gente
tem obrigação de garantir a aderência e e a fiscalização aos padrões operacionais eh a área de produtos estéreis é eh dependente do ser humano mesmo em áreas muito automatizadas como uma das duas fábricas que eu tenho hoje o o ser humano ainda tem um papel muito importante nem que seja da da da operação remota dos dos equipamentos no setup na manutenção e na calibração então o o ser humano por mais automatizado que seja ele pode não ter um impacto 100% direto mas ele tem tem um impacto no processo perigo do automatizado é que eh Às
vezes o o Impacto é muito maior né ele ele pode impactar uma campanha inteira ou ou um lote não só um pedaço pontual do lote monitoramento ambiental que é que é um tema que eu gosto muito é um tema bem bem amplo o programa de limpeza e sanitização eh antigamente se falava muito da da sanitização mas eu gosto de falar em limpeza e sanitização a gente tem que sanitizar mas tem que remover o o resíduo um um número que eu gosto muito de citar eh que fizeram estudos para para ver eficácia da limpeza e e
da sanitização e dependendo do autor eles vão dizer que algo em torno de 80 70 90% da remoção de microorganismos é possível fazer com com limpeza simples simplesmente um um uma bucha um um pano de área limpa e remoção mecânica então a remoção mecânica ela tem um um papel grande além do da da eficácia do produto químico que tá matando o os microrganismos as boas práticas acéticas o programa de mediafi Então esse é mais ou menos o ciclo das coisas principais no num operação e vamos focar no ciclo de esterilização então Eh esterilização a seco
esterilização a vapor né Qual que é o objetivo de de cada uma bom as duas TM o objetivo de tornar o material ou produto isento de microorganismos viáveis eh não vou falar muito mas tem também a despirogenização que é que é um outro tema é um processo de calor seco tipicamente eliminação de e o que é o o o pirogênio ele é o resíduo da parede eh polissacarídeos microrganismos principalmente nas bactérias Gran negativas ele pode vir de vírus de outras fontes mas a fonte principal são as bactérias Gran negativas e por isso que é importante
também no no programa de monitoramento ambiental uma vigilância em relação a eh em geral elas estão associadas com áreas que ficam molhadas com umidade constante eh por isso que em áreas limpas é é fundamental de que tirando o momento em que a gente tá limpando e sanitizando que a área esteja seca né Eh áreas onde pra gente ficar mais vigilante são as áreas de suporte não no no coração da área limpa mas em áreas grau C por exemplo onde a gente a pode estar lavando peças eh vidraria etc em áreas de suporte a manufatura o
perigo do do do pirogênio é que ele causa uma reação eh o o sintoma principal é a febre e por que que é tão indesejável porque em geral quem tá tomando um um medicamento injetável é porque ele tá com alguma situação de saúde e você causar febre nesse paciente em cima do que ele já tem obviamente é indesejado principalmente se já tem o sintoma de febre eh só para comparar a esterilização a vapor a temperatura de referência 121.1 GC a esterilização a calor seco é 250 e despirogenização se não me falha a memória em torno
de 300º C tá eh aplicações para que que a gente usa esterilização a vapor e e e a então uma aplicação são os produtos terizados terminalmente no mundo perfeito todos os produtos seriam esterilizados terminalmente mas na realidade a maioria dos produtos ele não resiste a a esterilização terminal comentei já de temperatura e principalmente com biológicos eh Imagino que a lista seja muito curta do que do que pode ser proteínas vão começar a desnaturar em temperaturas muito mais baixas vai depender do produto mas de 40 GC você começa a ter ter problema se não tiver antes
né muitos produtos são eh mantidos refrigerados ou ou congelados então o conceito de esterilizar calor eh é vai contra a estabilidade do produto eh a esterilização a vapor pode ser usado para esterilizar linhas de invase então do do seu tanque onde o produto tá formulado passando pelo filtro depois normalmente por um tanque Zinho que alimenta a linha de invase e a conexão para a linha de invase você pode esterilizar com vapor você pode fazer isso com tanques então um dos processos que eu tinha e os tanques eram móveis a gente fazia uma formulação filtrava para
dentro do tanque então o tanque tinha que tá estérel antes de receber o produto eh em oftálmicos em particular a gente tem produtos onde tem uma base gel então o gel você não consegue filtrar pela viscosidade extrema dele então você tem que formular ele dentro do tanque e depois esterilizar Então você você pode comparar isso mais ou menos com uma panela de pressão eh de de grande custo e alto luxo e complexidade obviamente Mas você esteriliza o material dentro do tanque através da da da jaqueta aquecendo e e pode também ter a injeção de vapor
Limpo dentro do tanque também eh stação ao alguns exemplos isso eu L dei bem menos na minha carreira menos comum eu tinha esterilização de ifas a calor seco que eram usados em processos de pomada e no processo de pomada a água extremamente indesejada porque ela causa problemas de aglomerados pode causar dissolução do IFA enfim eh água e e petrolato são são inimigos né eles não não se misturam você pode usar não é muito comum mas usar a esterilização a seco de materiais de vaso para esse processo de de pomada também ou você pode fazer uma
esterilização úmida e uma secagem depois mas a sua garantia de esterilidade tá no na esterilização a vapor e e despena de materiais em geral eh através de túneis né que são equipamentos grandes com misteira e os frascos passam devagarzinho em geral tem uma uma etapa de aquecimento uma etapa de exposição a calor a temperatura constante e depois eh separado ele tem uma área de de de resfriamento né tecnologia mais antiga é fazer a a a lavagem dos frascos colocar eles em bandejas empilhar eles e colocar ele dentro de um forno numa área grau c e
depois saída dentro do da sua área cética no Grau B Mas essa é uma tecnologia superada do ponto de vista de garantia de esterilidade e a despirogenização é um processo muito mais efetivo para quem tem lotes pequenos eh E como eu tinha em terapia avançada a gente já comprava o frasco despirogenização esse processo era feito pelo fornecedor eh é um processo bem mais caro mas que vale a pena quando a escala é pequena quando você tá falando de dezenas ou centenas de frascos ao invés do que milhares ou milhão de unidades eh outros usos alguns
fora da Indústria Farmacêutica para quem fabrica o próprio meio de Cultura então você pode esterilizar o seu próprio meio de Cultura eh descontaminação de meio de Cultura usado para garantir que a gente não tá devolvendo pro meio ambiente uma Flora Rica e crescida eh dur an monitoramento ou pior ainda depois que o que o monitoramento foi feito e o material é descartado mas tem muitas aplicações é usado em hospitais na na é usado muito na indústria de fornecimento de material hospitalar material de dentista eh manicure deveria tá tá fazendo o mesmo com com com os
alicates eh outras técnicas de esterilização que eu não vou cobrir aqui eh tem a esterilização por óxido de etileno ela é usada por exemplo em frascos na na fabricação de produtos oftálmicos e também muito usado no em produtos hospitalares como suturas e e e muitos outros ferramentas usadas em cirurgia e radiação Gama também ela é bastante usada em em em em frascos e e os gotejadores em em oftálmicos e e muito mais coisa e e e a irradiação por elétrodos eh uma tecnologia que era emergente mas agora já tem algumas décadas a esterilização por peróxido
de hidrogênio tem várias aplicações né em geral eh depois de tudo montado dentro do isolador feito o teste de de estanquidade você roda um ciclo de peróxido o um ponto de atenção no peróxido é que ele é um fenômeno de superfície ele não penetra dentro dos materiais ou ou das cargas então ele é tão bom quanto a distribuição do ar e a homogeneidade que você consegue ter Ele nessa enfim dentro dessa câmera uma aplicação mais recente eh mas é é bastante cara tem empresas que faz a esterilização ou a Bi teração de salas inteiras em
geral airlocks mas é um processo caro e difícil porque tem tem um lado da segurança das pessoas a sala realmente tem que ser estanque não pode vazar pelo hvac pelos dutos pelas frestas então é é uma coisa que não é muito usual Ok vantagens né de cada uma a em geral a esterilização a vapor úmida ela é mais eh gentil com com os materiais ela é bom para materiais sólidos ele é bom para materiais porosos também muitos anos da da minha vida as roupas da área limpa eram esterilizadas dessa forma o o cuidado que ia
chamar a atenção é de que a secagem é muito crítica Você não quer que as roupas da área limpa permaneçam úmidas e que com isso favoreça crescimento da da bioflor existente eh o processo de esterilização a seco Essa eu tenho menos experiência mas eu eu como já dividi usei para IFA na área de pomadas e olhando na internet também se usa para vidro já usei para muitos anos atrás para materiais de amostragem fiquei surpreso de que ele é usado também para eletrônicos eu imaginei que ia queimar tudo mas aparentemente tem usos próteses de silicone e
materiais em geral que se danificam com unidade tá a temperatura é mais alta na na esterilização seca Então é obviamente é um cuidado aqui eu eu trouxe fotos de equipamentos Então esse é um uma Autoclave zinha de bancada algo desse gênero é é o que asos manicures deveriam tá tá utilizando é uma de bancada de laboratório essa aqui é uma típica de descontaminação de material contaminado essa já é uma Autoclave em escala Industrial menor ou de laboratório microbiológico para esterilização de vidraria ou esterilização do me cultura fabricada em casa essas aqui já tem uma pegada
bem mais industri para produtos esterilizados terminalmente aqui a gente pode ver que com certeza não é uma área limpa é uma área mais mais geral mais compatível com área de embalagem e aqui eu tenho uma foto Essas são todas da da internet é uma Autoclave em escala mais Industrial com o carrinho com a parte de baixo o carrinho de cima que desliza e entra e o material todo embalado e em geral elas são dupla onde você alimenta pela área de menor grau de limpeza tipicamente grau C ou ISO 7 E E a saída numa área
grau B do do outro lado eh pouquinho da da ciência por trás da da da esterilização a vapor e então é importante entender a troca de de calor e o objetivo desse slide é explicar um pouquinho Por que tem que ser o vapor saturado Então esse é um um diagrama onde a gente tem tem a pressão e a temperatura e bem nessa linha é onde a gente tem o vapor saturado aqui é o vapor super aquecido e aqui é o condensado ou líquido Por que que é importante esse controle dentro da autoclave ou dentro do
processo de de cpsp da da sua linha tá exatamente navegando nessa combinação de temperatura e pressão porque é justamente na condensação onde a gente tem a maior troca de calor para quem lembra das aulas de colegial é o calor latente e não o calor sensível eh então é a pessoa fala não mas mais calor é melhor não necessariamente nesse caso porque o vapor super aquecido você vai ter só a troca de calor não vai ter o calor latente da condensação não lembro o número exatamente mas é uma ordem de grandeza na casa de 10 vezes
maior a troca de calor ou de caloria Como como o povo gosta de falar Eh então para você ter uma troca de calor efetiva eh você precisa dentro da sua Autoclave aqui tem um diagram minha dela você precisa ter a remoção do ar vou falar disso aqui mais embaixo um pouquinho então na sua rotina de operação você tem um teste de remoção de ar que tô costumando a chamar de boic que é uma marca específica mas tem obviamente concorrentes e é importante também você ter o teste de integridade e vazamento do seu equipamento que tá
incluído no seu ciclo de esterilização e o critério de aceitação em geral eh tá ligado à à recomendação do fabricante tá ligado ao tamanho do equipamento e complexidade eh E você tem normalmente três técnicas para remover o o ar de dentro Lembra que eu falei que o importante é a condensação do vapor se eu tiver um bols de ar preso no canto obviamente nesse lugar seja onde onde for principalmente na carga eu não vou ter a troca de calor desejado então o tem o gravitacional que é simplesmente deixar o o o vapor para fora o
fluxo é sempre o vapor por cima condensado é é drenado embaixo Então não é um fluxo vivo de vapores sim um processo onde eu tenho um um purgador embaixo eliminando sol condensado meço a temperatura em geral próxima do dreno e tem um loop de controle que controla a a entrada de vapor eh muitas vezes a gente tem um sensor dentro da da autoclave também você pode fazer pulsos de de vácuo paraa remoção do ar ou mais efetivo ainda eh alternar pulso de vácuo com injeção de vapor aqui tem um perfil do de temperatura e pressão
da autoclave então a gente vê os pulsos de vácuo e de vapor muitas vezes três mas é é o que você precisa desenvolver a gente tem uma etapa de aquecimento uma etapa de Exposição de temperatura e e pressão constantes e depois um processo de de resfriamento e secagem da carne para efeito da validação da esterilização o ponto de interesse é essa etapa aqui de temperatura constante então guardem esse gráfico por favor tem toda uma ciência por trás da da da esterilização eh eu vou pular um pouquinho da da da da teoria do passado mas a
a a mode microbiana ela é descrita por essa eh equação logarítmica e esse cientista descobriu que a o número de microorganismos ele decai com a exposição a à temperatura numa escala logarítmos eh aqui a gente tem um gráfico Então você tem o número inicial de microorganismos digamos 10 a sexta que em geral é o número de interesse e aqui a gente vê ao longo do tempo ele vai decaindo numa reta a uma temperatura constante Então o que é importante a gente saber que cada microrganismo ele tem uma resistência específica ao calor poros obviamente tem um
valor D mais alto e depende da da espécie e podemos também dizer que da da ca específica do do microorganism eh e depende da exposição né do tempo e da temperatura tá então é uma combinação da da multiplicação de temperatura eh então tem a validação tem dois elementos que a gente vai olhar que é um cálculo teórico baseado na temperatura e na equação que eu acabei de mostrar então essa aqui é derivada do mesmo fenômeno Então a gente tem um índice de letalidade que é o valor de F f0 ele é um cálculo teórico feito
com comes né baseado na temperatura temperatura obviamente Pari Então você vai usando seus intervalos de medição eu já vi a usar minuto gente usar a cada 2 segundos eh e usar essa temperatura e o intervalo de medição para esse cálculo então na equação de zero é a temperat medida a temperatura de referência tá então para calor um minuto divido por valor eh aor São 10º Então você zer cada fale ação logar ou seja 10 vezes aú 250 46 então quanto maior e mais rápid você anula o seus deidade obviamente o tem limitações materia mais Quinho
mais eh então então integral ío a aqui teoria 121 G você acula se no final gente de eho gente [Música] apli você comear al Controlar se [Música] [Música] empes biológic eh e a gente trabalhando for durá anos né não dias mas anos ou dezenas de anos já ouv gente falar em centenas não sou microbiologista Vou Acreditar nele mas ele é uma forma de resistência doiso quando ele encontra um ambiente favorável deura com oxigênio etc ele sai dessa forma deo e e volta na forma vegetativa né ou na forma acento mulação Eles são muito mais resistentes
ao calor esse geob bacilo termófilo em geral ele ele é encontrado na natureza em ambientes muito hostis nascentes de águas termais ou seja ele natural de água ou seja ele é muito muito mais resistente do que microrganismo que a gente encontra em áreas limpas e enfim os em casa outros microorganismos também são usados eh eu pessoalmente só usei esse aqui para calor Sec o microrganismo de referência pros indicadores biológicos são bacilos subí riais né indicadores biológicos eles são parte do do processo de de validação em geral eles são fabricados em disquinhos de de de in
tem algumas também que são em em tiras de de papel Eh você precisa conhecer a sua bioflora né da da sua área de manufatura para poder usar esse bioindicador como representante de de pior caso eles devem ser testados antes de de usados né você deve confirmar a contagem dependendo da polí da sua companhia você deve testar também o o valor dele em laboratório ou Depende se você não tiver e a sua política de qualidade permitir você usa o o valor do do laboratório fabricante ou muitas vezes você manda num laboratório externo para conferir o que
eu realmente eu recomendo tem muita coisa que pode dar errado com com o bioindicador tá então resumo um pouquinho de microbiologia é a população bacteriana tem um decaimento logarítmico eh a esterilização é uma função de probabilidade que depende do número inicial de microorganismos da resistência e da combinação de tempo e temperatura eh existem equações usam esses valores de DZ para calcular os valores f de letalidade ou de calor seco ou de calor úmido e vou falar um pouquinho de validação mas a efetividade do ciclo é baseada na no no na habilidade de Matar tudo que
tem no bioindicador essa população de 10 a se 1 milhão e mais o cálculo teórico tiddo pelos termopares né dos valores de f e os D são eh determinados experimentalmente em laboratório n eh uma etapa importante no no processo de esterilização é desenvolver o seu ciclo é onde a gente muitas vezes gasta pouco tempo e depois passa o resto da vida se arrependendo de ter um ciclo que ou tem problemas que não foi bem desenvolvido ou é longo demais pede muito tempo e muita muita energia tá ocupa muito equipamento então tem dois approaches principais em
desenvolver o seu ciclo o de preferência é o de overc onde a gente tem um cálculo mínimo de 12 f0 ou FH no caso do do calor seco e uma probabilidade de sobrevivência menor que um em 1 milhão como eu expliquei tem por caso de materiais sensíveis ao calor Tem um método de bioburden ele é mais complexo então Então você precisa conhecer a sua Flora microbiana calcular o valor D do microrganismo representativo mais resistente você pode usar o o próprio como um bioindicador ou fazer um processo de comparação com o microrganismo de referência tá eh
quando eu vou usar o o biob muitas vezes no no no produto ou num IFA que é esterilizado onde você não pode expor ele demais ao calor por afetar a estabilidade do mesmo vantagens e desvantagens comparas né então oquil para materiais estáveis bioburden termolábeis o Overkill você não precisa conhecer tanto a sua bioflora honestamente você precisa conhecê-la de qualquer forma pro processo de monitoramento ambiental e o seu programa de limpeza e sanitização e aqui você precisa conhecer a bioflora não só pelo que eu acabei de mencionar Mas pela resistência ao calor ciclos mais longos aqui
o ciclos são um pouco mais curtos eh em geral aqui eu consigo usar bioindicadores comerciais aqui eu posso usar da minha própria bioflora aqui eu tô sempre buscando maior que 20 f0 ou letalidade acumulada ou 12 reduções logarítmicas e aqui vai ser baseado no no valor D da minha bioflora e na enumeração que eu tenho em geral no no meu produto Em ambos os casos a gente busca o que os bioindicadores ao final do processo não Ten o crescimento eh como eu disse ele é fundamental para otimizar o ciclo né achar o ponto ótimo entre
temperatura e tempo você você quer que o processo falha nas primeiras rodadas ou na primeira rodada para você achar o seu limite entre um processo robusto e um processo com falha para que você não tenha um processo longo demais por exemplo eh cargas diferentes vão exigir ciclos diferentes então carga de materiais não porosos em geral são separados em materiais porosos Como roupa de área limpa é um exemplo de material poroso H parte do seu desenvolvimento é você determinar o tempo de secagem eh a gente vai distribuir termopares ao longo da carga e é importante localizar
tanto os termopares quanto os os indicadores químicos nesse caso nos pontos eh mais difíceis de esterilizar então é uma avaliação científica e visual uma maior dees para desenvolvimento de ciclo para identificar Quais são esses pontos mais difíceis que às vezes você pode ter ter surpresas em geral para quem tem experiência não é muito difícil de adivinhar mas uma baixa incidência tem tem dificuldade em identificar um ponto frio que vem a ser uma surpresa eh na esterilização terminal você também usa para avaliar do produto e o impacto na estabilidade do mesmo pré-requisitos antes de iniciar a
validação o equipamento tá todo qualificado você tem a validação de sistemas computadorizados e não esquecer de fazer o mesmo com seu equipamento validador Tem várias marcas o que eu mais usei é o da Ke k y tudo tem que tá calibrado né tanto o equipamento industrial quanto de Test a sua Autoclave o equipamento tem que passar no teste de vazamento no teste de remoção de de ar Eh você precisa ter as suas cargas definidas a minha recomendação é que você tenha um checklist com a quantidade máxima de cada item e como ele é distribuído porque
você não pode amontoar tudo num canto ou colocar as coisas aleatoriamente dentro da autoclave então eh a melhor prática é além da descrição você ter fotos para as pessoas saberem o que que coloca baixo assim como asidades e o protocolo com os critérios de aceitação definidos então durante a validação a gente vai est usando bioindicadores além dos termopares a gente acumula o o índice de letalidade aí uma decisão da empresa é algumas só acumulam naquela etapa de temperatura constante que eu mostrei no gráfico outras consideram também o que acumula no aquecimento E algumas no no
resfriamento também mas é uma política interna aqui é um exemplo de um de um validador Então a gente tem o equipamento que faz o cálculo aqui esse é um banho de calibração esse mais grosso é o um rtd de referência e os termopares estão enfiados em Pocinhos para se fazer a leitura e e durante a calibração em geral você tem que calibrar antes e fazer pelo menos uma checagem depois das suas corridas de validação e aqui eu tenho exemplos de temperaturas como na validação a seco desculpa a vapor temperatura de referência é 120 Então você
entre 90 e 130 o acúmulo de feros é negligenciável abaixo de 100 GC então por isso que não não vale a pena calibrar em temperatura ambiente então aí pergunta de 1 milhão de dólares pro seu sistema da qualidade é quantos termopares usar um exemplo é no mínimo 12 Mas vai depender do tamanho da sua Autoclave também em que locais já conversamos né os bioindicadores mesmo local em geral você vai colocar os Stop pares e bioindicadores no nos piores locais no vente no dreno quantos ciclos você roda então um exemplo é três ciclos com eh câmera
vazia representando a menor carga possível a empresa coloca uma uma coisinha dentro e três de carga máxima quando que eu devo validar obviamente equipamento novo que eu acabei de falar quando você tem introduz um ciclo novo com parâmetros de tempo vácuo temperatura diferentes alteração significativa da Carga e eu coloquei em Itálico significativo porque entra uma avaliação científica E opinião e experiência eh mas não sejam muito agressivos nas mudanças sem validação e alterações no equipamento substituições manutenções que que impactem a performance do do equipamento critérios de aceitação aqui são exemplos né mínimo de 12 termopares o
bi tem que ter 10 a sexta o de velio Eu recomendo que você tenha acho que o tempo tá acabando né Isabele acho que esse aqui é o último slide isso mesmo 1 e e 2,5 minutos tá de valor D tem um critério para perder temon pares porque às vezes eles se rompem ou tem problemas durante o o ciclo tá eh torça para não ser no pior caso e variação de temperatura dentro da da câmera uma das empresas que eu trabalhei trabalha com mínimo 20 f0 que você não cai abaixo de uma temperatura mínima e
uma melhor prática e você comparar com a validação original para ter certeza que você não tá tendo problemas de performance ou um decaimento de performance do equipamento ao longo do tempo e era o último slide mesmo perfeito Davi obrigada viu deixa eu te ajudar perguntas eu não tô conseguindo ver as perguntas aqui então nós vamos ter que fazer um esquema de entrevista aqui improvisada isso mesmo vamos lá ó vou interromper o seu compartilhamento vê se aí no rodapé você consegue acessar o que o Enem agora eu consigo per marav Obrigado já anado programa de entrevistas
vamos lá então pergunta da Lorena alguns fornecedores de kit B Dick recomendam temperaturas diferentes para o ciclo de teste devemos validar todas as temperaturas para poder usar os diferentes kits eh no meu entendimento não Lorena uma coisa é a validação do seu ciclo e o e o teste de remoção de ar ou boig ele é um um ciclo específico e talvez pensando bem a resposta paraa sua sua pergunta é que você tem que qualificar se você pretende usar diferentes fornecedores em temperaturas diferentes você vai ter que qualificar eles de diferentes então não tem impacto na
validação das cargas mas na qualificação do ciclo de teste que graças a Deus é é bem mais simples Eh pergunta do Guilherme God como validar um ciclo curto de esterilização terminal por calor úmido em Temperatura acima de 121º eu não sei se eu entendi bem bem a temperatura talvez eu expliquei durante a a a nossa conversa mas o o cálculo de letalidade ele leva em consideração a a combinação de temperatura e tempo então o seu validador automaticamente Digamos que você trabalha a 125º c ele vai levar isso em consideração então ele vai encurtar o ciclo
E aí você obviamente precisa conhecer o produto para entender Qual é o impacto desses 4 graus na na estabilidade eh acho que de forma geral arriscaria dizer que encurtando o ciclo com diferença pequena em graus cel você tem pouca pouca diferença né em geral a degradação do produto ele é Segue uma eh se for de primeiro grau ele segue uma equação de arrenius que é diretamente proporcional à temperatura em kelven então é temperatura em celsus mais 273 então 4º nessa nessa soma de quase 500 não faz muita diferença mas aí é uma é uma conversa
para para quem é o especialista no no produto eh pergunta da Ana Paula Rocha eh o teste de boedic deve ser realizado de forma rotineira a resposta é sim ele é uma forma de você se proteger porque a validação você faz a validação Inicial e em geral você anualmente faz uma requalificação com uma corrida por exemplo Eh aí você tem operação manutenção os problemas de equipamento eh tem empresa que faz esse teste diariamente que é para garantir que tudo que aquilo que você tá fazendo se tiver algum problema Você tem só fazendo a sua matriz
de impacto é é um dia tem gente que faz semanalmente Então você aumenta o seu risco e o seu tempo de impacto e pergunta do Guilherme Godói e tá pipocando Pergunta ele correu para baixo é possível estabelecer um ciclo por f0 acumulado ao invés de tempo fixo de Exposição à temperatura constante olha em geral para cargas sólidas você faz de de de a combinação de em geral tempo tá eh uma coisa que eu acabei não não falando na na palestra é que você em geral na validação você usa uma temperatura mais baixo um ano ou
desculpa 1 grau ou 2 graus mais baixo e você tem um tempo de exposição menor então pode ser 25% menor pode ser que você dobre ciclo de de Exposição eh perdi a pergunta aqui [Música] do eh e acho que a pergunta era se dava para fazer por fzer acumulado em geral quando é pelo método de bioburden você calcula vivo durante o ciclo não só na validação mas na execução do ciclo você calcula o número de fzer e e você pode terminar o ciclo Quando você atinge esse valor justamente para proteger a estabilidade do seu produto
então se você tiver rodando numa temperatura mais alta por alguma razão você não quer impactar a estabilidade Então você trunca o ciclo quando o o equipamento Autoclave tiver atingido aquele número de FZ é uma é uma estratégia possível outras empresas usam simplesmente o o tempo mas o conhecimento do produto é é fundamental eh uma pergunta da Emily essa eu eu vou eu eu vou passar é em autoclaves do do tipo Rain process se é necessário fazer bu Dick é é um tipo de equipamento que eu não conheço direito então eu vou alegar ignorância e e
e e vou passar sobre esse esse processo se se alguém tiver um bom conhecimento eu tô curioso também da da pergunta a a Renata Sanchez tá perguntando em relação aos indicadores eh qual que é a melhor prática na na no recebimento né Eh se é confirmada a resistência D para cada lote ou na qualificação do mesmo Renata melhor prática é para cada recebimento você conferir não só a contagem né ou enumeração mas o valor D a razão é porque a gente não controla como esse B indicador foi estocado como ele foi tratado então por isso
a melhor prática realmente é em cada recebimento você eh conferi o valor D dele e podemos fazer agora essa última da Letícia Campos E aí as demais eu encaminho para você tá bom para você responder você me encaminha no e-mail e isso mesmo perfeito a gente faz Só essa da Letícia E aí os demais Pessoal vocês podem colocando as perguntas depois a gente encaminham os polistes tá maravilha eh a Letícia Parabéns pela palestra Obrigado houve uma atualização do capítulo 552 ensaios biológicos para avaliação de pirogênio a farmacopeia brasileira que está em consulta pública pela Anvisa
atualmente avaliamos apenas endotoxinas e esterilidade e não pirogênio essa atualização indica que teremos que avaliar além da esterilidade em toxinas também o pirogênio eh Pode ser que seja ignorância minha mas no meu entendimento pirogênio e endotoxina são a mesma coisa pirogênio talvez é é é o é o nome mais antigo tá o seja estamos falando da mesma coisa eu Talvez desenterrei um termo antigo perfeito Obrigada viu Gu fica à vontade Davi muito obrigada pela apresentação eh foi muito enriquecedora realmente você trouxe muitas informações e tenho certeza que pelo nível das perguntas acredito que o pessoal
só ficou bem interessado Muitíssimo obrigada Davi eh Eu que agradeço o convite obrigada mesmo que eu sei que você teve que tá acordou bem cedinho hoje para poder atender aí a nossa o nosso pedido né a Márcia abriu a a câmera Márcia se você quiser dar algum recado pro Davi Oi pessoal só para agradecer mesmo Obrigada Davi por ter aceitado o nosso convite de participar foi ótimo parabéns Obrigado um prazer e uma honra est aqui com vocês muito bom enviaremos para você a as perguntas por e-mail tá bom Davi Obrigadão Então pessoal agora pontualmente às
10 no meu no meu relógio aqui tenho a honra de convidar novamente o Léo para para se juntar aqui a nós e realizar a uma nova apresentação hoje de cunho mais técnico né Léo vai falar hoje sobre isolator isolators e hubs certo Uhum Então a plateia é Sua Léo novamente Muito obrigado bem est me escutando bem ok Ah que bom ok tudo certo