Mamãe falei falou besteira no debate. Se liga. Então, um dos problemas da CLT que você enxerga é o FGTS.
Um deles. O problema é que o FGTS não tá na CLT. Não, mas [ __ ] vida, cara.
Não importa, não importa. Você falou que quer rasgar CLT. E você trouxe o problema do do FGTS.
O FGTS está fora da CLT. Será que nesse debate veremos Artur do Val, mamãe Falei, falando besteira, tomando uma invertida de esquerdistas no debate? É isso que a gente vai ver hoje.
Vamos entender esse debate que tá sendo falado pela internet por muitas pessoas, onde o Artur teria tomado um amasso de debatedores de esquerda. Vamos entender tudo isso e muito mais depois da vinheta. Fala pessoal, beleza?
Aqui quem fala é o Víor Santos. Eu sou especialista em comunicação e comportamento não verbal e você tá no canal Metaforando o maior canal de linguagem corporal do mundo. Hoje nós vamos comentar tecnicamente o debate do Artur do Val contra 30 esquerdistas.
É isso. Algumas pessoas, eu vi comentando na internet que esse debate o Artur foi muito mal, que ele foi muito fraco, que parece que até um dos rapazes que debateu com ele, acho que esse primeiro rapaz aqui tava falando que deu um amasso nele, não sei o quê. Vamos entender o que que aconteceu nesse debate do ponto de vista da retórica do Mamãe Falei.
Então, bora. Meu nome é Artur Doval e eu tô na zona de fogo com 20 esquerdistas. A minha primeira frase é: "Eu quero rasgar a CLT".
É óbvio que quando eu quero rasgar a CLT, quando você ouve essa frase, você pensa: "Lá vem o defensor de patrão, lá vem o explorador de CLT". Agora ele vai justificar a premissa dele, enfim, vai apresentar justificativas da do argumento. Justamente o contrário.
Eu acho que a CLT hoje ela prejudica muito mais o trabalhador e a economia como um todo do que ajuda as pessoas que querem arrumar emprego, melhorar os seus salários, melhorar suas condições de trabalho e e sonhar com um futuro melhor. Então ele acha que rasgando a CLT, na verdade ele tá ajudando o trabalhador. Então o etos, né?
O que a motivação justa do Artur seria no fim das contas ajudar o trabalhador. É isso. Por isso que ele quer rasgar a CLT.
Prazer te conhecer, cara. Prazer. E aí, como é que tá?
Beleza. Meu nome é Tamir Felipe. Eu sou professor, streamer e músico.
Eh, vamos lá. A CLT, ela tem 92 artigos. Eh, esses artigos, essas leis regulam a relação de emprego no Brasil.
Qual especificamente você quer acabar e por quê? Boa. A definição inicial super honesta.
Olha, a gente tá falando disso. Isso que você tá falando que quer rasgar é embasado por X artigos. Tudo isso, esses X artigos e isso aqui que você quer rasgar regulam isso aqui.
Com base em tudo isso que eu falei, que parte que você quer rasgar e por quê? Então, super honesto, né? Apresentou os termos, as definições.
Vamos ver que que o Artur responde. Por quê? Vamos lá.
Na verdade, eu acho que a CLT ela tem um espírito errado. OP, a CLT tem um espírito errado. Espírito da CLT, ela veio, ah, no início do século XX, você sabe, de uma forma que hoje é completamente arcaica.
Nós não trabalhamos mais numa sociedade, infelizmente, né, e industrializada. E hoje as relações de trabalho elas são muito muito engessadas pra realidade que a gente tem hoje. Então eu diria para você o seguinte, até agora ele não explicou qual artigo ele quer rasgar, nem porquê, tá?
Vamos, vamos seguir. A gente tem que rasgar a CLT e entender como que hoje no século XX as relações de trabalho são feitas, tá? Ele não, ele ainda não respondeu o ponto, né?
O rapaz falou: "Tá, você quer rasgar qual artigo e por quê? " poderia começar com uma provocação para você que eu já vi você falando, por exemplo, de FGTS, né? Você diz muito que o FGTS ele é importante porque nenhum país se desenvolve com sem poupança.
Concordo com você. Apesar de achar que o FGTS é a pior poupança que pode existir. Primeiro que ela é compulsória, sai do do do bolso do trabalhador, né?
não sai do empregado e segundo que ela é muito engessada, ela é simplesmente pra e habitação. Então a minha provocação é o seguinte, como é que você pode dizer que um imposto para o funcionário, um imposto, porque isso é imposto, não é um direito, um imposto pro funcionário ajuda ele a crescer, uma vez que o rendimento perde para todas as outras opções que ele pode ter no mercado. Então tá pessoal, então tá, o o Artur ele não responde de maneira direta o que o oponente perguntou, né?
O oponente fala: "Eu quero que você fale qual artigo e por você quer rasgar". E o Artur, ele na verdade dá uma resposta dando entender que toda a CLT e todos os seus artigos estariam equivocados e como ele definiu, né, a CLT tem um espírito errado. Então ele tá querendo definir tudo de maneira geral.
Me parece que o porqu ficou muito bem explicado. Tem que tomar cuidado com isso, tá? Quando seu oponente pergunta algo específico, vale a pena eh você dar uma resposta em cima daquilo que ele tá falando, mesmo que aquilo o seu oponente vá utilizar para jogar contra você depois.
A gente sabe que isso acontece no debate, mas vale a pena você responder de maneira objetiva o que seu oponente perguntou no primeiro momento, porque pode parecer, se você não responde de maneira objetiva, eh, que você validou a objeção, né, ou que você não tem o que responder. Ou pode parecer que você tá tentando ser muito esquivo e isso não costuma ficar bacana, né? Então, me pareceu até uma pergunta inicial aqui do rapaz.
Eu não conheço ele, não sei quais são as intenções dele no debate, mas pareceu até uma pergunta honesta, né? Alguém faz uma afirmação super grande, por exemplo, ah, não existem sinais corporais, não exist sinais não verbais são, é, é puramente balela. E eu acho que a gente deveria nunca mais falar sobre esse tipo de disciplina na vida.
E eu falaria: "Tá, o que que não existe? " Não sei, não existem sinais espontâneos, não existem sinais culturais, não existem sinais universais, não existem sinais faciais, não existem sinais hormonais. O que que o que que não existe, que você tá falando que não existe?
E por que que você acha que esse sinal não existe? Me pareceu uma pergunta até honesta, né? Como eu falei, não conheço o rapaz aqui, não sei quem são as pessoas envolvidas, mas vamos ver.
Então, um dos problemas da CLT que você enxerga é o FGTS. Um deles. O problema é que o FGTS não tá na CLT.
Não, mas não importa. Não importa. Você falou que quer rasgar CLT.
E você trouxe o problema do do FGTS. O FGTS está fora das cara. É, cara, difícil, hein, Artur?
Você falou que quer rasgar CT e você trouxe um problema do LT. Não, mas não importa. Importa.
Você falou que quer rasgar CLT. Eu acho que esse é o estratagema 37, né, do Schopenhauer. Use um exemplo ruim.
Não destrua uma tese. Destrua uma boa tese por meio de um exemplo ruim. Então, a pessoa pode até ter uma tese que seja boa.
Se o exemplo que ela apresentou for equivocado, você pode clamar que reverteu ou que refutou a tese completa com base naquele exemplo ruim. E lembrando, quando eu falo é estratagema de Schopenhauer, ah, Vitor, a pessoa tá tá mentindo. Não, estratagema não não tem nada a ver com mentira, né?
Tratagema é uma forma de você organizar a sua fala para que ela seja mais persuasiva. É unicamente isso. Então aqui de fato o o Artur fala sobre rasgar CLT.
Se o que o rapaz tá falando está correto, né, eu confesso que não sou o cara da legislação. Então se o que o rapaz falou tá correto, o Artur fala sobre rasgar a CLT. Me dá um exemplo por quê?
Por conta da FGTS. E aí o cara fala: "FTS não é da CLT. Não que FGTS não tá na CLT.
Não, mas não importa. Você falou que quer rasgar CLT. Sim, cara.
trouxe o problema do do FGTS. O FGTS está fora da Estratagema 37. Destrua uma boa tese por um exemplo ruim, por um exemplo equivocado ou por um exemplo frágil.
Enfim, quem já viu o Artur em vários debates sempre fala que ele se comunica muito bem tal, que a retórica dele é muito boa. E eu já falei muitas vezes que ele tem uma retórica muito boa também. Agora o que o Arthur não fala é que tem uma série de livros que você pode ler, uma porrada de livro sobre retórica, persuasão, oratória, etc, etc, etc.
Você pode ler essa porrada, essa pilha de livros, ou você pode comprar uma porrada de curso, de oratória, de retórica, sei lá, enfim, sair comprando um curso atrás do outro, mas fazer esse tipo de estratégia não vai te deixar no nível de retórica de um Tamir, de um Artur, enfim, tanto quanto ter uma experiência prática. Então, dia 4 de novembro, numa aula gratuita aqui no canal, eu vou te falar tudo que você precisa estudar para desenvolver uma boa retórica, uma boa oratória, se comunicar bem, ter um auto controle das suas emoções quando for participar de discussões, de conversas, enfim. E tudo isso sem ter que ficar comprando um livrinho atrás do outro de oratória, de retórica, sem ter que ficar comprando um cursinho atrás do outro de persuasão.
Enfim, dia 4 de novembro, às 20 horas aqui no canal, um aulão gratuito onde eu vou te explicar sobre isso. A nossa Mega Black Friday histórica do metaforando. Já clica se registrando num link que tá aparecendo aqui na descrição desse vídeo.
Clica lá agora, faça o seu registro e dia 4 de novembro eu te vejo por aqui. Vamos seguir pra análise. O FG10 é uma lei a CLT.
Quando a gente fala de CLT, eu tô falando de todos os direitos trabalhistas. Ah, então a afirmação sua tá, você não quer rasgar CLT, você que tem um problema com uma lei específica que é do FGTS, que está fora da C. Não é uma lei específica, são várias leis específicas, não tá, ó, pode até ser que a definição do Artur seja aberta, tá?
Mas assim, a fala é problemática, né? Se eu falo que eu quero acabar com a CLT e em específico e algo que eu clamo não está na CLT, é uma fala ruim, eu poderia, o Artur poderia ter feito. Artur, se você tiver vendo esse vídeo, cara, tá ligado, né?
Eu já comentei com você. você debate bem, você tem bons pontos, mas aqui você poderia ter definido melhor. Então, se o seu ponto era falar da organização de trabalho de de relação de emprego no Brasil, você poderia ter definido melhor no começo, né?
Aqui o rapaz, a observação dele é super pertinente. Não, pera aí. Você falou de CLT e agora você vira e fala que, na verdade, você tava dizendo sobre todas as as relações de trabalho, então você devia ter definido isso no começo.
É sempre, eu já falei várias vezes isso, né? Sempre definam de início muito bem aquilo que vocês estão falando, porque se vocês não defenderem bem aquilo que vocês estão falando, o seu oponente pode pegar uma brecha, algo que você não disse, mas que você também não definiu. E ele pode clamar que você está errado.
Não, você tá errado, porque olha esse ponto aqui. Então aqui o Artur devia ter feito uma definição ampla no começo. Não estou falando sobre as as relações de trabalho e regulamentação do trabalho no Brasil, né?
A legislação trabalho no Brasil no total, não tô falando da CLT específico, enfim. Você que tem um problema com uma lei específica que é do FGTS que está fora da CT? Não, não é com uma lei específica, são várias leis específicas, a regulação do trabalho.
Mas você citou uma lei específica que não está na e a sua afirmação foi que você quer rasgar CLT. Tudo bem? Então, se minha frase for imprecisa, ponto para você.
Não, pergunta muito específica assim, você encontra um problema numa consolidação das leis do trabalho, ou seja, um conjunto de lei especificamente, 922. Aí eu perguntei assim, ó, me cito uma lei ou algum problema, alguma coisa que você quer fazer na relação de emprego que a lei CLT, esse conjunto de leis não permite. Aí você me citou uma que tá fora.
Vamos lá. Raciocínio do rapaz super coerente, né? Você pode concordar, discordar do que ele defende, enfim, né?
Mas o raciocínio é super coerente. Você apresenta algo, um grupo de coisas que você discorda e justamente a coisa que você usa como exemplo não tá naquele grupinho que você discorda. Então, tem alguma outra coisa?
Fora dessas 1922. Seu problema é outro. Tem que meu problema é outro.
Tudo bem. Ponto para você. O o e o o rapaz faz bem, tá?
Eu já falei para vocês também. Retóricaística, esse tipo de debate onde todo mundo tá prestando atenção e eh tá vendo quem tá dominando o debate, não necessariamente tá acompanhando o raciocínio do argumento. É importante frisar erros do seu oponente.
Quando seu oponente erra, é importante fazer igual e Tamirna, igual o rapaz fez aqui, ó. Frisar. Não, pera aí, deixa eu só.
Não vamos passar batido por isso aqui, Artur. O Artur até fala mais rápido, entendo eu que na intenção do debate seguir logo para vamos fingir que não aconteceu, tal. Agora ele vira e reconhece, fala: "Não, tudo bem, tá?
" Mas antes ele tentou falar mais rápido e o rapaz aqui vira e fala: "Não, não, não, pera aí, pera aí, vamos lá, ó, você parará par". Então, é, é uma estratégia boa você frisar quando tem um erro, quando tem um equívoco, enfim, quando o seu oponente comete algo que você entenda que foi um erro, é importante frisar, falar: "Pera aí, antes da gente avançar, só deixando claro que aqui você errou". Tudo bem?
Tudo bem? Então vamos seguir, né? Pro público nesse tipo de debate é muito importante.
O público muitas vezes não tá seguindo a lógica do raciocínio, mas quando alguém fala que errou, o público pega e presta atenção. Ah, então quer dizer que o Arturo errou. Ah, entendi.
Enfim, o FGTS tava fora da CLT. Mas de qualquer forma, eu posso dizer o seguinte para você, como é que eu posso ter um trabalho hoje flexível se eu não consigo ter uma relação ã de flexibilidade, por exemplo, de horários? Por exemplo, vamos supor que você tem um bar, Hum, e nesse bar eu quero contratar três vezes por semana.
Eu já falei também, cara, eh, e eu não fico muito satisfeito, não gosto quando quando a gente vai fazer uma definição do argumento e invés de apresentar uma definição técnica, a gente dá um exemplo. Acho que eu até comentei isso com o Artur quando eu fui entrevistado por ele ou quando eu entrevistei ele aqui. Se a sua primeira definição ela é um exemplo, pode ser que você acabe dando margem.
Exemplo também não é a melhor forma, né? pode ser que seja de margem pra pessoa e discordar de você ou encontrar um erro. O Artur tomou uma invertida no começo porque ele deu um exemplo ruim que foi o da FGTS.
Então, se ele tivesse feito uma definição primeiro e depois dado um exemplo, ele poderia falar: "Tudo bem, pode ser que meu exemplo foi ruim, mas a minha definição é aquela que eu te falei no começo, a minha definição se mantém. Pode ser que esse exemplo não seja o melhor, mas a definição tá inabalada. Eu vou pegar outro exemplo aqui e aí você pega outro exemplo.
Então, quando Artur começa respondendo aqui a crítica do rapaz que vai, ele vai perguntar sobre qual tipo de flexibilidade e o Artur entra especificamente em exemplo de primeira sem dar uma definição, eu acho que ele se coloca ainda mais em risco aqui. Consigo ter uma relação ã de flexibilidade, por exemplo, de horários. Por exemplo, vamos supor que você tem um barade e nesse bar eu quero contratar três vezes por semana, mas só essas três vezes.
Por que que necessariamente eu tenho que te pagar o FGTS? Por que que necessariamente eu tenho que pagar todos os impostos que vem com isso, dobrando o custo? Aliás, às vezes até até triplicando se você colocar o custo do dos processos trabal.
76% da do seu gasto como patrão vai diretamente pro funcionário. Não. Sim.
Não, mas de qualquer forma, Camí, vamos lá. Você concorda? Vamos lá, pessoal.
Quando você faz uma afirmação sim ou não, né, o rapaz ele faz uma afirmação negativa, ele fala: "Ó, informação do Artur é falsa, já tem o estratagema 32, né? Poderia comentar: "O Artur se equivocou? Olha, Artur, acho que tá meio equivocado.
Acho que não. Informação falsa. Eu já faço até uma associação com uma fake news.
Ah, Víor, mas é uma informação falsa. Não tô dizendo que não seja. Eu tô dizendo que tem várias formas de você rotular o a prática do seu oponente, o argumento do seu oponente.
Você pode rotular, por exemplo, se fosse alguém que tivesse conversando com o Artur discordando, mas sei lá, fosse amigo do Artur, talvez falaria: "Nossa, olha aqui, o Artur se equivocou porque a porcentagem não é essa", etc, etc. Então aqui quando o rapaz fala informação falsa, já tem também um rótulo negativo pro Artur. E o Artur fala: "Não, o Artur, o menino fala: "Sim, a porcentagem é tal".
O Artur fala não, mas tudo bem, vamos seguir aqui quando ele fala não, mas tudo bem, vamos seguir aqui parece que ele validou ou invalidou o ponto do do oponente. Parece que ele validou, porque ele não está lidando com objeção. Se eu vou lá e falo para você assim, olha, eh, existe, sei lá, grandes níveis de replicabilidade de que o comportamento não verbal em situações emocionais ocorre independente de cultura.
E a pessoa fala: "Não, na verdade, Vittor, é X% que ocorre mais que isso não". E eu viro e falo: "Não". E a pessoa fala: "É".
E eu falo: "Não, mas tudo bem, parece que eu validei". Ou parece que eu não sei, não tenho dado para contraargumentar essa porcentagem. Eu poderia falar: "Da onde você tirou essa porcentagem aí?
" ou falar: "Não, você está equivocado. Olha, existem mais de 200 casos registrados num catálogo de 2018 chamado What the Face Reviews, que mostra com altos nível de replicabilidade acima de 78%, blá blá blá blá blá. Opa, pera aí.
Aí eu tô debatendo um dado, trazendo um outro dado. Aí o debate fica mais equilibrado. Quando eu só discordo, falo: "Não, você tá errado por quê?
" E não falo o porquê. Você tá errado, mas vida que segue. Parece que ou eu não sei como contraargumentar aquele dado que meu oponente jogou ou que eu estou errado e tô validando ele.
Então essa abordagem do Artur também não é interessante. Ele tá falando algo, o cara fala: "Não, você tá errado porque na verdade é x%". E o Artur ao invés de justificar o dado dele, só concorda.
Foi comigo que ele tá dando ponto pro oponente, né? Pro funcionário. Não.
Sim. Não, mas de qualquer forma, Camil, vamos lá. Se não.
Sim. Não, mas olha, parece que ou ele não sabe como responder esse dado que o oponente trouxe, ou ele só tá errado. Então, um ponto aí, Artur, concorda comigo que você tributar a Folha, ainda mais tirando a opção do funcionário, escolher o que ele vai fazer com o dinheiro que vai diretamente para ele é uma coisa ruim.
76% como eu disse, tá? 76% do que você disse, eu posso trazer. 76% do que é pago do patrão vai direto pro funcionário.
As outras coisas que não vão, ela vai para ou imposto ou para algum fundo trazer 76% do que diz, né? Presta atenção quando o rapaz ele faz uma crítica ao Artur, como que ele fala? Num tom mais grave, mais calmo e o Artur disse 76% do que você disse, eu posso trazer.
Ainda mais tirando a opção do funcionário escolher o que ele vai fazer com o dinheiro que vai diretamente para ele. É uma coisa ruim. 76% como como eu disse 76% do que você disse, eu posso trazer 7.
Então, pessoal, na forma de falar, né? Você pode falar muito rápido e num tom vocal mais agudo. Não, não, porque olha aqui, na verdade, o que você tá falando, ó, porque não, não, deixa eu te explicar, porque olha, isso geralmente vai transmitir que você tá um pouco, sei lá, um pouco mais ansioso, um pouco mais nervoso, um pouco mais incomodado.
Ah, ou você pode falar mais calmo, lento, pontuando ponto a ponto. E aí você transmite, geralmente quando você fala mais calmo, mais lento, que você não tá tão incomodado, que você não tá tão ansioso, que você não tá tão nervoso. E a gente volta para aquele conceito que eu já falei várias vezes.
Nesse tipo de debate aqui, o público em volta, a maioria que geralmente não entende dos números do debate, ah, vai prestar atenção em quem parece que tá mais confiante ou em quem tá mais ansioso. E é isso que o público vai tirar em algum tipo de dialética elística. Eles não vão muitas vezes prestar atenção exatamente no que foi falado, mas sim na postura de quem falou, se falou com confiança ou se falou com nervosismo, né?
E o Artur demonstrou nervosismo aqui de novo. 6% do que é pago do patrão vai direto pro funcionário. As outras coisas que não vão, ela vai para ou imposto ou para algum fundo especificamente que também vai pro funcionário, como por exemplo o FGTS.
Nem sempre. Por exemplo, Tamir, você é a favor de o funcionário pagar imposto pra entidade patronal? Depende.
O funcionário hoje? Hoje paga não. O funcionário paga para Sim.
O funcionar. Então a gente pode discutir especificamente. É por isso que eu perguntei para você qual especificamente.
São vários. Eu posso, eu tô Não, então é assim, FGTS não está dentro CLT. A gente já você mesmo já concordou.
Mas, mas a Só que é interessante, ó. Olha, olha que interessante. Tamir, você é a favor de o ponto bacana de o funcionário pagar imposto pra entidade patronal?
O Artur tá tentando fazer uma pergunta para obter um sim do Tamir para que ele possa desenvolver a comunicação dele. Então é uma pergunta, a gente chama de pergunta armada, né? Você já tá pensando em alguma coisa com essa com a resposta do seu oponente com essa pergunta.
Só que ao invés do Tamir responder a pergunta do Artur é o que ele faz. Depende depende. E tá certo, né?
Eu também acho que você tem que definir bem antes de responder. Não pode sair falando sim ou não para qualquer coisa. Hoje, hoje paga não.
O funcionário paga para Sim, o funcionário hoje. Então a gente pode discutir especificamente. É por isso que eu perguntei para você qual especificamente.
São vários. Eu posso. Eu tô então é assim, FGTS não está dentro CLT.
O o Tamir volta pro erro do Artur. Então o Artur tenta colocar uma pergunta de pressão no Tamir, o Tamir pede por mais definições, mas depende mais do que que está dizendo, etc, etc. E aí ele volta para lembrar do erro do Artur.
Vamos lembrar agora que você, né, no começo você se equivocou, você mesmo, você mesmo concordou comigo, etc e tal. Então essa é uma estratégia interessante, né? Você volta em cima daquilo que o seu oponente falou e joga para ele.
É inclusive uma estratégia que o próprio Artur faz com frequência. pega o que a pessoa falou e joga de volta nela. É o estratagema número cinco do Schopenhauer.
É, meu Deus do céu, use as premissas do seu oponente ou use os erros do seu oponente contra ele. Você mesmo já concordou? Aí agora você tá falando sobre a regulação de trabalho.
Artigo 442, trabalho intermitente é possível fazer. Você pode contratar as pessoas, ter uma relação de emprego com a pessoa e ter jornadas intermitentes. Por exemplo, você citou o exemplo do bar, contratar três vezes na semana.
Tá vendo como a definição ela é muito melhor? Ele primeiro deu uma definição e depois ele apresentou um exemplo. É muito, muito, muito mais funcional você dar uma definição e atacar a definição, porque o exemplo é frágil.
Você explicar o seu ponto por meio de exemplo apenas é muito fraco, né? Eu já falei várias vezes aqui no canal, enfim, é preferível que você dê uma definição primeiro e depois um exemplo, porque se o seu oponente ataca o seu exemplo, você pode sempre dizer que não deu um bom exemplo, mas que a definição se mantém intacta. Tudo bem, pode ser que o meu exemplo não foi dos melhores, mas ó, a minha definição é essa aqui.
Para refutar essa definição, o que que você tem? Ou você pode trazer um novo exemplo, fala: "Tudo bem, pode ser que o meu exemplo não foi dos melhores, mas a minha definição é essa. " Deixa eu pensar num outro exemplo.
Então, ó, a definição é essa, né? Um outro exemplo seria blá blá blá blá blá. Então, meio que ele fez exatamente isso.
Primeiro ele dá uma definição, o Tamir, né? E daí ele vai entrar no exemplo do Artur. Quando tem uma pode artigo 443, novamente é uma formação falsa.
Artigo 443. Quando você olha o resto do mundo, o mundo inteiro regula suas regulações, suas relações de trabalho. O mundo inteiro, a CLT no Brasil regula a relação de emprego, não é relação de trabalho.
Emprego é uma das relações de trabalho. Tudo bem. Vamos a prestação de serviço, por exemplo, hoje assistência outra coisa.
Outra palavra também. A CLT hoje ela regula as relações de emprego. Como é que hoje eu, por exemplo, ó, o Tamir falando calmo, isso, né?
Calmo, tranquilo, sempre demonstra mais tranquilidade o Artur falando mais rápido. E percebam quantas vezes o Tamir faz retíficas no Artur. E eu não sei tecnicamente porque não é minha área se as retíficas do Tamir tá estão certas ou estão erradas.
Vocês que estão vendo a análise aqui, comentem se não. O Tamir tá falando faz sentido ou não faz sentido ou ele tá e eh falando, enchendo linguiça, eu não faço ideia, tá? Mas o ponto aqui importante é o tanto de retífica que o Tamir faz.
Posso contratar uma CLT hoje? Ela regula as relações de emprego. Como é que hoje eu, por exemplo, e o tanto que o Artur concorda e fala: "Tudo bem, tudo bem, não, tudo bem.
Pensa na seguinte situação, você vai apresentar algo, olha, eu quero apresentar por que, sei lá, o livro tal é o melhor livro a ser lido, retórica a Alexandre, sei lá, é o melhor livro de comunicação que você deveria ler. " E a todo momento que eu vou falar sobre isso, alguém faz uma correção e eu concordo. Quando eu vou fazer minha explicação, vou lá, olha, o livro retórico Alexandre é um livro, aí alguém fala assim: "Primeiro que não é um livro, é um manual".
Tá, tá, é tudo bem. Então é o manual, bom manual retórica Alexandre é um bom manual de oratória. Aí a pessoa fala: "Não, mas não é não é oratória, é retórica".
Ah, tá bom. Tá bom. Bom, então vamos lá.
O manual retórica Alexandre é um bom manual de retórica e é um livro muito bom, muito atual. Não, não, mas na verdade esse livro ele é de dois. Ao final dessa minha apresentação, se eu fico toda a hora concordando, concordando, concordando, concordando, concordando, quem parece que é uma autoridade?
Eu que tô concordando com todas as as correções e retíficas do meu oponente ou o meu oponente que está me corrigindo e tá tendo as suas retíficas acatadas? Você entende? Então, ao mesmo tempo que, claro, você tem que reconhecer quando você erra, de duas uma, ou você admite que tudo que você tá falando tá errado, né?
Cara, não faço ideia do que eu tô falando, tal. Ou você questiona essas correções. Pera aí, mas por que que você tá falando desse termo?
Não, mas o meu termo é o mesmo. Por que que você tá, só para entender, por que que você tá corrigindo esse termo, na sua opinião? Tá errado.
Por quê? Blá blá. Porque se o seu oponente faz uma correção, você acata correção, você acata.
Correção, você acata. A impressão que dá pro público é: esse cara não sabe nada que ele tá falando, tanto que quem sabe é o outro, que inclusive é o outro que tá corrigindo cada cinco palavras desse aqui. Então a sensação que fica é essa.
E você tem que, claro, conciliar, né, fazer uma retífica, aliás, fazer um uma autocrítica quando você percebe que tá equivocado. Eh, mas vale a pena. Se você acreditar que está com a razão, sempre importante lembrar isso.
Se você tem confiança nos seus argumentos, nos termos que você tá utilizando, vale a pena debater o termo. Mas por que que eu não vou usar esse termo? Não, pera aí.
Você sugeriu esse termo aqui. Por que que você tá sugerindo esse termo? Só para eu entender.
Tá certo? Caso contrário, parece que seu oponente sabe tudo, tanto que ele tá até te corrigindo e você não sabe nada, né? Vamos contratar uma pessoa que seja, por exemplo, um técnico de TI, sem que ele caia na CLT e sem cair na pejotização.
Não tem como, cara. O cara às vezes ele precisa fazer uma manutenção, por exemplo, de manhã tá misturando as coisas. Calma aí.
Se você fez afirmação que você quer acabar com a CLT, a CLT ela regula a relação de emprego. A, o PJ ele é um prestador de serviço, é uma pessoa jurídica prestando serviço para uma outra jurídica. Por é uma relação de trabalho.
Porque por que que existe essa outra se a CLT não abarca ele? Porque percebam, o Otamir fala: "Pera aí, Artur, você está confundindo". E aí ele cita uma relação ali de trabalho e o Artur não vira e fala: "Não, eu discordo ou mas esa aí, Tamir, por que que você acha que o que você tá falando é diferente do que eu tô falando?
" Só tem o quê? O acato, né? Então o Tamir faz a retífica e o Artur ou ele fala tudo bem ou ele simplesmente ignora e então então tá.
Então vamos aqui agora para esse exemplo. Então vamos aqui. Então esse é um ponto ruim porque novamente a impressão e vamos lembrar tecnicamente eu não faço ideia, tá galera?
Eu sou eh eh eu admito, né? Eu não vou lembrar de quem que é a frase, mas assim, uma das coisas mais inteligentes é admitir aquilo que você não sabe, né? Então assim, eu não sei sobre o tema, não é a minha minha praia, né?
Enfim, legislação não é minha praia, legislação trabalhista não é minha praia. Eh, mas enfim, o ponto aqui é, se você acredita que tá com a razão ou que os termos que você está utilizando são adequados, você tem que parar e questionar termo sobre termo, ponto sobre ponto. Mas por que que você tá usando esse termo aqui?
Mas por que você acha que o termo que tá equivocado? Mas o que você tá falando é a mesma coisa do que eu tô falando. Por que que não seria a mesma coisa?
Não, por causa disso, isso, disso. Não. Então, são a mesma coisa.
Porque se você vai apenas concordando, a impressão que dá é que seu oponente sabe tudo e você não sabe nada. Tem uma sociedade. Não, não.
A sociedade existe, todas sociedade existe diversos tipos de relação de trabalho, diversos tipos. Por exemplo, uma relação de trabalho pode ser uma relação societária, também uma relação de trabalho. Uma relação cooperativa também uma relação de trabalho.
Tami, vamos lá. Eu já vi você falando em vários vídeos seus que as pessoas estão se pejotizando. Isso é uma coisa negativa.
Isso é mesmo no mundo inteiro, o mundo não vai para pejotização. O mundo inteiro prefere relações de trabalho que sejam relações de emprego. O fato é o seguinte, por que que aqui no Brasil você tem uma extrema pejotização?
Porque as pessoas querem fugir da CLT. Não tem extrema, 35% das pessoas tá baixo relação de emprego e 7%. Nós nós estamos numa crescente de pejotização que nenhum concordo.
A gente pode discutir sobre isso é que assim, vamos lá. E outra coisa, a maior tá vendo pessoal os termos, né? Aqui o Artur acata a retífica e inclusive ele concorda, ele concede com o argumento, ele fala: "Nós estamos numa crescente", mas o primeiro termo que ele usa é extrema.
Extrema pejatização. O Tamir fala: "Não é extrema, é x%. X% não é extrema.
Tudo bem, Tamir? Tudo bem, mas nós estamos numa crescente. O Tamir fala: "Tá, a gente pode discutir isso.
Crescente é um termo diferente de extremo. Vale muito a pena tomar cuidado com os termos que vocês utilizam, tá galera? Então uma coisa é eu falar para você, por exemplo, no meu caso, inclusive um dos espantários que a galera fala sobre mim, né?
A metaforo é o cara que te ensina no curso online a detectar mentira por meio da expressão facial. Então assim, nunca falei isso, enfim, não falo isso, mas tem que tomar muito cuidado porque se na minha história eu sempre falasse: "Vou te ensinar a detectar mentira pela expressão facial", ou pela expressão facial, dá para saber se alguém tá mentindo e o cara me faz uma correção dessa, fica muito difícil na hora para eu virar e falar: "Então é verdade, né? Não, eu não posso falar que detecção de mentira, tal".
Então é muito, tom muito cuidado com os termos que você explica, os termos que você utiliza. No meu caso, eu sempre falei o quê? Que emoções podem ser observadas por meio de comportamentos não verbais variados.
como, por exemplo, expressões ou microexpressões faciais, mas nunca falei de mentira, né? Uma coisa, uma coisa não tem nada a ver com a outra, né? Enfim, mas tem que tomar muito cuidado com os termos que você utiliza, porque o seu oponente pode pegar esse termo e fazer um estratagema 37.
Você tá falando sobre isso, mas, ó, esse termo que você usou tá errado, então toda a sua argumentação tá errada, né? Que é o estratagema 37. Você pode pegar um exemplo ou uma fala isolada da outra pessoa e clamar que refutou toda a tese dela.
Tomar muito cuidado com os termos. Parte das pessoas hoje está na informalidade. Por que que as pessoas estão na informalidade?
Justamente por isso. Vamos lá. Então, você tem algumas características de emprego.
Você tem a relação de PJ, que é uma relação de prestação de serviços. Legalizado, depende do contexto. Legalizado, a gente pode discutir sobre isso.
Legalizado. Você tem uma relação de emprego formal que é regido pela CLT. Você tem uma outra relação que é os empregos não formalizados, que são os informais.
Um cara autônomo, coisa do tipo que não tá formalizado, mas trabalha por conta. E você tem os os trabalhadores que têm relação de emprego, mas não estão formalizados, não estão na CLT, que é o como você quer, correto? Não, não, não, calma.
Eu justamente o contrário, eu quero que as pessoas sejam mais formais. Eu quero que as pessoas estejam dentro do trabalho formal. O problema é que hoje a formalidade dita que ela tá, ela expulsa as pessoas.
Isso é um fato. Isso não sou eu, não sou eu, e eu antes de fazer o juízo de valor sobre se isso é bom ou ruim, existe um dado aqui. O dado é hoje as pessoas estão indo para informalidade e essa está numa crescente.
Esse dado está numa crente. Isso é um fato. Agora, um ponto aqui pros dois, né?
Tanto o Tamir quanto o Artur, uma boa uma boa noção de respeito, né? Uma boa noção de iniciativa, de de espera. Então assim, o Tamir espera o Artur falar, o Artur espera o Tamir falar e por aí vai.
Eh, você percebe que não tem ninguém atropelando a fala de ninguém berrando por cima, né? É uma forma muito interessante, assim, esse é o ideal, seria o ideal no debate. Vamos fazer um juiz de valor a partir de se a formalidade é boa, por que as pessoas estão fugindo dela?
Então, tenho duas características nesse ponto. Um estudo da FGV publicado há pouco tempo pelo professor Nelson Nelson Marconi, ele fez essa segregação e viu sobre a questão do salário. Primeiro ponto, antes dele apresentar os dados do estudo, é como que você citar um estudo é uma das melhores formas de gerar confiança no argumento.
Eh, não só pelos motivos óbvios de que um estudo, obviamente, é muito melhor do que você falar: "Eu acho ou eu eu penso" ou: "Ah, não, eu acho que isso tá errado. " Por quê? Porque com o meu tio não acontece assim.
Porque teve uma amiga da minha tia que na empresa dela aconteceu isso, isso. Isso seria uma evidência anedótica. Então, obviamente, o estudo é uma evidência empírica.
Então, pelos motivos óbvios, o estudo acaba sendo uma das formas mais confiáveis de você vai lhe dar um argumento. Mas o ponto aqui é quando eu falo segundo o estudo tal, segundo o artigo tal, segundo o livro tal do pesquisador tal, no ano tal, isso transmite muito mais impacto e gera muito mais credibilidade no seu argumento, porque é um dos três pilares da retórica, né, que é o logos. O logos é a lógica.
Quando eu cito inúmeros estudos, pesquisas, referências, eh referências da literatura científica, enfim, eu tô fazendo um apelo ao logos. É como se eu virasse pro meu público e falasse assim: "Olha, vejam como faz sentido lógico o que eu estou dizendo". Então, é uma das melhores formas de você ganhar credibilidade.
Muito melhor do que você ficar falando: "Não, mas eu acho, não, mas eu acredito. " "Não, mas tem um primo meu". "Não, mas veja, veja bem, imagina se as pessoas".
Né? Tudo isso é evidência anedótica. Então, eh, essa estratégia do Tamir de apresentar um estudo sempre é muito válida e muito necessária.
Inclusive, aí eu vou fazer uma pergunta bem direta para você. Você acha no Brasil que a mão de obra, via de regra, ela é qualificada ou ela não é tão qualificada? Ela é desqualificada.
Ela é desqualificada. Concordamos nesse ponto, correto? Que que esse estudo constatou?
Quando você tem uma relação de PJ, geralmente você tem uma um alto nível de qualificação. Sim. E nesse al nível de qualificação acaba acontecendo um processo de demanda, ou seja, as empresas precisam desses profissionais qualificados, porém tem uma quantidade menor de de profissionais.
Não é só isso, Tamirudo dizendo Não é só isso. Quando você vai contratar um profissional qualificado, o peso da CLT ou o peso das relações de emprego, use o termo que você quiser, são tão pesados que você expulsa essa pessoa de lá. Exatamente.
Mas é o que eu tô querendo explicar para você, o estudo mostra justamente o contrário. Que que ele mostra? que as pessoas estão indo pra CLT.
Não, vou explicar para você. Pessoal que vai para pejotização tem uma característica específica que é o quê? Alta.
Acho que às vezes o Artur tem muita pressa em falar, né? O rapaz acabou de falar o contrário disso, tipo assim, é só prestar um pouco mais de atenção, né? Vamos lá.
mais qualificação, alta qualificação. Então tem muita pessoa procurando esse tipo de de trabalho e poucas pessoas para fazer esse tipo de trabalho. Por isso que mesmo sem a regulação, as pessoas, esses profissionais qualificados, eles conseguem através da dessa força de demanda negociar os preços e situações melhores que não não desencadeia em vulnerabilidade.
Entendam? Vamos, vamos concluir o estudo. Vamos concluir o estudo.
O segundo grupo mais bem remunerado são as pessoas que tm uma relação de emprego debaixo da CLT. Depois vem o quê? justamente o que você tá pedindo, que é o quê?
As pessoas que não tão sobre regulação de CLT, mas estão com a relação de emprego, esse grupo recebe menos. Mas, mas também você não tá entendendo. Eu não quero empurrar as pessoas para informalidade.
O meu argumento é o contrário. A informalidade hoje é uma F. Você foi votado.
Ai, caramba. [ __ ] eu achei que você tava bem pr caramba, velho. Eu achei que você tava muito bem cara eu, ó, Cam, eu achei que você tava muito bem cara, na boa.
Legal. Um ponto aqui, né? percebe que o o Artur tá toda hora dando risinho, né?
Artur Tamir estava muito bem e tal e o Tamir não olha sorrindo e não gargalha junto com o Artur tipo: "Ah, então demorou eu tô saindo então". Sa eu achei que você tava bem pr car percebo a postura dele. Caramba, velho.
Eu achei que você tava muito bem, cara. Pô, eu ó, perceba que ele sai dando as costas pro Artur. Eu achei que você tava muito bem, cara, na boa.
E ele sai dando as costas e olhando em volta para outras pessoas, né? Ele não tá olhando pro Artur. Arthur tá falando com ele e ele tá olhando para outras pessoas e tá dando as costas pro Artur, né?
Isso. O que que qual é o ponto aqui, né? Ah, ó, dando as costas e tal, ele levanta dando as costas pro Artur.
No começo do debate, ele vai, pega na mão do Artur, etc. E vamos pensar, vamos lembrar do oposto de uma pessoa que fez o contrário disso e foi ali vista como foi massacrada pelo Artur, que foi o Meteoro Brasil lá, o o Álvaro. Então ele começou o debate, né?
Eh, eu quero saber primeiro se vocês se consideram fascista e não sei o quê, enfim, e outras situações de outras pessoas que não. Eu não vou pegar na sua mão. Teve o debate do Guto Galamba, o debate do Pablo Marçal.
Qual é a questão aqui? Quando você demonstra pequenos sinais de que você está muito afetado ou de que você não tem relação alguma de respeito com o seu oponente enquanto oponente de debate, isso geralmente é visto como arrogância e isso gera um ônus. O pessoal, o público vai te olhar de forma negativa.
Então o Tamira ele no primeiro momento ele vai sentimentir é de esquerda e obviamente o Artur é um inimigo de qualquer pessoa de esquerda, né? Vamos dizer assim, o Tamir não poderia demonstrar que ele é amicíssimo ali do Artur. Não poderia demonstrar, olha que legal, Artur, meu amigo.
Eu nem sei a opinião dele pessoal do Artur. Enfim, se ele gosta, ele desgosta. Mas isso a própria bolha que segue ele iria cair matando em cima dele.
Se ele vira e fala: "Ah, Artur, pô, eu fui votado para sair, pô, mano, obrigadão aí, tamo junto", tal. Então, ele não foi mal educado, mas pelas atitudes, pela forma que ele levanta, forma sutil, ele demonstra: "Cara, não, não compactuou com o Artur não, cara. Isso pra base dele é muito forte.
A base dele olha e fala: "Nossa, vê o Artur não ficou de risadinha com o Artur, o Tamir não ficou de risadinha com o Artur, não ficou de coleguismo, né? Ah, meu brother, tal". Não, foi educado, sentou, pegou na mão, cumprimentou, debateu, levantou e saiu deu dando as costas para ele ainda.
Então é uma abordagem interessante, né? E claro que tudo isso aqui que eu tô falando também pode ser simplesmente fruto da sensação, do sentimento que ele tem em relação ao Artur. Às vezes ele só não gosta do Artur.
Isso se traduz na própria postura, na forma que ele tá lidando aqui com o Artur, né? E não, obviamente não que o cara tenha feito todo um ensaio, eu vou levantar, vou virar as costas pro Artur nem nada do gênero, né? Para esse vídeo não ficar gigante, eu quero saber se você quer que eu continue analisando ele.
Você quer ter mais análises do restante desse debate? Você quer uma parte dois? comenta aqui, tá certo?
Que mais que você quer ver ser analisado? Ou se você gostou desse tipo de vídeo, quer mais análise de debate sobre persuasão, sobre retórica, sobre postura, comportamento não verbal, comenta persuasão ou retórica ou debate aqui para que mais vídeos como esse sejam entregues para você, tá certo? Muito obrigado.
Lembrando que dia 4 de novembro tem a nossa aula gratuita da Black Friday Historica Metaforando. Não deixa de se inscrever clicando no link aqui na descrição do vídeo e eu te vejo por aí. Valeu, um abraço.
Ciao. Ciao.