E aí, pessoal! Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos à segunda aula sobre os anglo-saxões. Nessa aula, hoje, nós vamos estudar sobre os séculos perdidos. Vocês se lembram que, na primeira aula, a gente estudou sobre a Bretanha romana, sobre como ela era e sobre como ela caiu, o que propiciou o terreno para que os saxões conseguissem se estabelecer na Bretanha de forma definitiva, certo? Então, hoje, o que nós vamos estudar é sobre um período em que não se tem muitos registros. Nós vamos estudar sobre o século V e o século VI nas Ilhas Britânicas, que
foi o período em que os saxões se estabeleceram. Se você for ver, no início do século V, eles não estavam na Bretanha, porém, no final do século VI, existiam vários reinos dos anglos-saxões na Bretanha, certo? Então, nós vamos estudar exatamente esse período. Porém, o que acontece, infelizmente, é que no século V e no século VI há muitos poucos registros sobre o que aconteceu. A gente tem bastante registros arqueológicos, mas não temos muitos registros escritos, certo? A gente não sabe quase nada. O que podemos fazer? Podemos formular hipóteses do que aconteceu, principalmente por causa dos registros
arqueológicos. Mas mesmo com os registros arqueológicos, nós não vamos saber o que aconteceu exatamente; nunca vamos saber, essas informações estão, infelizmente, perdidas na história. Por que a gente sabe disso? Porque, através de registros arqueológicos e da falta de registros escritos, a gente percebe essa ausência de informações, e eu vou explicar mais pra frente. Ok? Primeiramente, nós temos que entender que, uma vez que os romanos saíram da Bretanha, houve uma transformação na ilha. Certo? A gente viu na última aula que os romanos eram responsáveis por manter a Bretanha segura e forte sob a dominação romana. Porém,
quando os romanos saíram de lá, a situação mudou. Certo? Então, o que aconteceu? Nós vimos que o comércio na Bretanha, sob os romanos, era forte, e que, uma vez que eles saíram de lá, um pouco antes, no começo da queda do Império Romano, a moeda que representava um comércio forte, que tinha muita movimentação, começou a ser mais escassa. Ela começou a cair um pouco. Então, o que acontece? Essa escassez de moeda, que continuou após a queda do Império Romano por um tempo, trouxe novos problemas, como, por exemplo, como pagar o exército, como alimentar uma cidade,
como trabalhar lá, porque em uma sociedade que tinha bastante comércio, muitas pessoas se envolviam no comércio. Com a moeda caindo e o comércio despencando, novos desafios foram surgindo, certo? E, como nós vimos, nós não sabemos exatamente como os bretões se mantiveram governando depois que o Império Romano caiu. O que sabemos, como já citei na última aula, é que vários reinos bretões se formaram e foram governados por líderes organizados, ou alguns nem tão organizados assim. Como nós podemos ver, por exemplo, tem o reino da Doninha, que era governado por líderes bretões. Além da muralha, outros reinos
também se formaram, como, por exemplo, Gente, que era um reino manal, e havia outros reinos de povos da Irlanda que conseguiram adentrar e estabelecer alguns deles, como, por exemplo, o reino de Dae Fé, que era o reino irlandês. Certo, se tem algum só. Mas, com o tempo, nós conseguimos perceber que os bretões foram se dividindo entre si e formando vários reinos, inclusive com outras influências, como os povos além da muralha. Nós sabemos que, nos picos que a gente estudou, os povos escoceses conseguiram também entrar e estabelecer um pouco dos reinos deles ali. Certo? Lembrando que
os romanos não estavam mais lá para defender os bretões e as ameaças foram aumentando e crescendo. Alguns centros de poder romanos, por exemplo, continuaram. Novos centros de poder se formaram, como os romanos não estavam mais lá. Alguns continuarão sendo aproveitados, só que outros também surgiram, tá? Nós temos indicações de que a lógica, por como, por exemplo, a fortificação de self, ela mostra que a Bretanha estava mais parecida com o que os romanos encontraram do que com o que os romanos deixaram para trás, certo? Ou seja, quando os romanos trouxeram a civilização para a Bretanha, eles
encontraram algo; encontraram a Bretanha ocupada com o modo de vida do povo nativo. Eles impuseram seu modo de vida lá, porém, quando os romanos saíram, essa mistura entre romanos e bretões organizados acabou que, digamos, algumas coisas foram decaindo, certo? Novos centros foram formados, e a Gabriela estava cada vez mais parecida com o que os romanos encontraram e não com o que tinham deixado para trás. Ou seja, alguns pontos regrediram, certo? Isso nós podemos dizer. Mas o que permaneceu de instituição romana forte na Bretanha? Ela permaneceu, por exemplo, a igreja. A igreja permaneceu uma instituição forte
nesse momento. Os bretões que estiveram sob a dominação romana já eram cristãos. Ok? Isso foi importante, porque foi a igreja dentro da Bretanha que preservou a cultura latina. Muitos lugares, por muito tempo, nós podemos dizer que um grande fator para a cultura latina e a cultura romana não ter morrido na Bretanha foi a presença e a influência da igreja no local, certo? E o cristianismo não ficou restrito só à Bretanha; ele se expandiu para a Irlanda, por exemplo, que se tornou cristã. Os irlandeses foram cristianizados por quem? Por São Patrício, entre outros missionários. E São
Patrício, como já comentei na última aula, era... O que ele era? Bebê tão certo e é importante. Importante! Quando eu já comentei sobre os reis bretões, todos os bretões, os novos games que se formaram, eles eram cristãos; porém, os futuros invasores anglo-saxões, algumas facções eram todos pagãos. Isso vai ter uma influência não só na sociedade deles, como também para a arqueologia hoje, que a gente ainda vai ver nessa aula. Certo? Essa diferença foi importante. Os bretões que eles fizeram durante esse período e durante séculos perdidos, além de formarem vários reinos dentro da Bretanha, eles também
ocuparam outra região. Tá, uma região que eu vou usar o nome que os ingleses se referenciam: região. Tá, é a região WTN. Onde fica essa região? Ela fica na França. Em português, talvez você possa usar o nome Britânia, talvez até o nome Bretanha mesmo; porém, é uma região que fica na França. Eu vou mostrar um mapa para vocês aí, tá? Você já deve estar vendo o mapa na sua tela. Essa região é conhecida como Brittany ou como Britânia, como Bretanha. Você vai encontrar todos esses nomes porque ela é conhecida. Se você está vendo, que ela
não fica na Inglaterra, ela fica onde a França. Porém, os bretões ocuparam ali porque eles ocuparam ali? É como invasores; podem ter invadido, ou como refugiados. Quando os povos que costumavam atacar a Bretanha, como os anglo-saxões, espíritos, os cortes, enfim, continuaram atacando e não tendo mais Roma para defender os bretões. Os bretões podem ter tanto invadido como se refugiado naquela região e acabaram ocupando essa parte onde hoje a França está e se estabeleceram ali, ampliando um pouco o mundo bretão. Lembrando que nós não estamos falando ainda sobre os anglo-saxões; nós estamos falando sobre os bretões,
que eram os povos que moravam lá antes dos anglo-saxões chegarem. Se reorganizaram com eles e continuaram ali depois que os romanos saíram, até a vinda dos anglo-saxões. Entender o que nós temos... Também não nos enganemos, pensando que tudo foi regressão. Houve indícios de crescimento também. Por exemplo, a gente pode sugerir que o comércio começou, com o tempo, a ser retomado novamente, porque nós temos indícios dessa época de conexões com o Mediterrâneo. Porque o que foi encontrado lá? Cerâmica vinda da região do Mediterrâneo. Nós temos também inscrições memoriais que foram encontradas na ilha que sugerem uma
ligação marítima com o Mediterrâneo, tá? Então, se o comércio diminuiu, podemos sugerir que ele estava sendo retomado aos poucos, com o tempo. Tá? Embora houvesse escassez de moeda e tudo isso, conforme o tempo foi passando, os bretões podem ter retomado, sim, o comércio, mesmo que alguns aspectos regrediram. Outros podem ter voltado a aumentar, ok? Talvez as mudanças na Igreja também, o desenvolvimento do misticismo e o culto de relíquias que surgiu naquela época, que, como já disse, os bretões eram cristãos. Certo? O desenvolvimento do misticismo e o culto de relíquias podem ter tido muito a ver
com essas conexões distantes, porque, digamos assim, eles não estão em um lugar. É, apenas, as relíquias veneradas pelos cristãos estavam espalhadas pela Europa, tá? Então, talvez o culto de relíquias possa ter impulsionado um pouco dessas conexões distantes. Misticismo também, sobre o misticismo a gente vai conversar depois. Então, o que nós temos? Embora alguns elementos desapareceram, tá? Outros floresceram. Como você já deve ter percebido, houve uma regressão. Houve, sim, uma certa regressão; porém, houve também um certo fornecimento em alguns outros aspectos, por exemplo, no aspecto cultural, mantido pela Igreja, e o comércio pareceu dar uma pequena
retomada. Só que, usando os anglo-saxões, chegaram, tá? Quando eles chegaram, exatamente, nós não podemos saber. Nós temos aí uma estimativa que eu vou dizer, mas nós não podemos saber exatamente quando os anglo-saxões chegaram. Tá? Importante! Importante. Vamos falar um pouco das fontes escritas, depois a gente fala das fontes tecnológicas. A Inglaterra, na época, não foi ocupada apenas por anglo-saxões. Isso é importante. Foi, em sua maioria, anglo-saxões; porém, não somente anglo-saxões. O termo "nordic" é usado em relação a todos e quaisquer povos germânicos que se estabeleceram na Bretanha, apesar de incluírem outros. Além de algumas opções,
mais tarde, todos eles vão ser chamados, em inglês. Fontes escritas confiáveis, nós não temos, infelizmente. Nós não temos fontes escritas confiáveis sobre o que aconteceu durante as invasões. A gente pode especular quais são uma das causas dessas especulações. Eu vou comentar uma coisa importante: a invasão dos saxões, o estabelecimento dos saxões, dividiu a Bretanha entre leste e oeste, sendo que o leste foi ocupado pelos invasores e o oeste ficou com os nativos da ilha. Como vocês podem ver nesse mapa que eu estou mostrando, esse verde mais escuro são os celtas, os celtas que eram os
bretões que já ocupavam militar quando os romanos saíram. Os visitantes ficaram com eles. Esses bretões eram de origem celta, embora já estivessem organizados, a origem deles é certa, ok? Eles ficaram com essas regiões que vocês estão vendo, ficaram restritos. Os anglo-saxões ocuparam aí a parte leste. Como vocês veem, esse verde mais claro. Tá? Alguns reinos, algumas opções que a gente vai citar, que você já pode ver no mapa, por exemplo, os Essex, Sussex, Kent, Essex, está em inglês, Mércia e no Tamnia. Esses são alguns dos reinos anglo-saxões que a gente vai citar. Eles serão citados
muito extensivamente no decorrer das aulas, ok? Mas só para você ficar um pouco informado sobre o que estava acontecendo ali. Então, os bretões chegaram, os anglo-saxões chegaram. Desculpa, foi usando as seções que vieram. Os bretões ficaram restringidos a oeste, nesse primeiro momento, enquanto algumas duas opções ficaram a leste. Beleza? E o que possivelmente aconteceu? Nós temos duas pessoas, duas pessoas que escreveram sobre isso. Duro, mas vou citar duas fontes principalmente, aquelas que escreveram sobre esses possíveis acontecimentos. Um deles era Gildas e o outro foi o bilhete. Eu vou chamá-lo de "Pedir", porque assim que os
ingleses chamam, tá? Porém, se você quiser pesquisar o nome dele em português, é "São B" da Procura pelo BB. Ele foi o cara que escreveu a "História Eclesiástica do Povo Inglês". Ele escreveu no século 18. A gente vai mencionar muito ele aqui e, inclusive, vamos citar sobre a era que ele viveu e sobre por que foi importante ele ter escrito, além do que ele fez para escrever essa história eclesiástica do povo brasileiro. Um monge, tá? Ele é uma fonte importante para a época, porém, mesmo ele sendo uma fonte relevante, nós não vamos confiar muito no
que ele diz sobre essas invasões, pois os relatos não podem ser muito confiáveis. Mesmo assim, nós temos registros de duas dúvidas: do Bide e do Be. A primeira coisa a mencionar é a invasão dos Pictos e dos Scots. O que aconteceu um pouquinho antes dos anos de ação chegarem? Os romanos deixaram a ilha de acordo com os registros. Seguindo, os romanos deixaram a ilha. Beleza, gente? Estudou outros? Daí, a gente já viu que os Pictos e Scots invadiram, obviamente, e claramente continuaram invadindo a ilha. Depois, o que aconteceu? Os Bretões, embora não estivessem mais sob
o domínio romano, estavam organizados e viam em Roma, ainda, a força que uma vez ela foi na ilha, mas não estava mais ocupando. Então, num primeiro momento, quando os Pictos e Scots invadiram, o que os Bretões fizeram? Eles apelaram para o comandante romano Áecio por volta de 446 a 454 depois de Cristo. E o que Áecio fez? Ele não mandou ajuda. Ele negou ajuda aos Bretões. Olha, Roma não mais vai defender o que já falamos; basicamente foi isso que ele fez. Ele não vai mais mandar tropas para ajudar vocês a se defenderem dos Pictos e
Scots ou de qualquer invasor que entre. Então, o que aconteceu? Os Bretões tiveram a brilhante ideia de chamar um outro inimigo para combater os inimigos deles, tá? Então, eles pediram. Lembra da última aula? Quem é? Quem vai ajudar? E que os Scots e os Pictos, de acordo com o Bide, nos disseram que resolveram pedir ajuda de saxões como mercenários para defender parte da ilha. Ou seja, como já disse, para se defender de um inimigo, eles pediam ajuda de outro inimigo. Só queriam pagar esse inimigo pela ajuda, foi como mercenários. E que Bide disse que os
saxões foram chamados pelos Bretões. Os líderes dos mercenários eram dois, os dois líderes mercenários. Porém, o que aconteceu? Os saxões foram lá. Beleza, a gente ajuda você, a gente topa, vamos ajudar vocês. Só que aí eles demandaram mais dinheiro e falaram: "Vocês estão pagando aqui no nosso sentimento; a gente quer mais". Os Bretões recusaram a pagar, então eles se rebelaram e se estabeleceram onde? Na época do Bede, era o reino de Kent, de acordo com Judas. Depois de um tempo, eles foram para casa, seja lá o que ele quis dizer com isso, não está muito
claro o que ele quer dizer com isso. Só que veja, os mercenários mencionados vieram e, pela ajuda mencionada, fizeram mais dinheiro. Os mercenários se revoltaram e se estabeleceram ali. Não foram para casa, ficaram ali, permaneceram dominando. E depois, será o que Deus quis dizer com isso? Foram para casa. Interessante a história! A gente tem também outro escrito, o "The News", que conta a mesma história, só que essa mesma história é contada com outros detalhes, detalhes que a gente pode duvidar, pois parecem muito mais romantizados do que históricos, ok? Só que a história é basicamente a
mesma. As Crônicas Anglo-Saxãs foram escritas no século 19 e a gente vai citar elas também mais pra frente. Elas citam a origem de vários reinos, como o reino de Kent, e o que a crônica cita como a origem do reino de 500. Ela cita essa igreja como razão do renascimento da força. Ela cita os reinos de Sussex com a invasão, e ela cita o reino de Wessex, a história do Handebol ex 13. História diferente sobre as invasões dos anglo-saxões. Então, o que nós ficamos de lição pra isso? Embora essas histórias talvez não sejam muito confiáveis,
foi provavelmente o que aconteceu: os Bretões chamaram, pediram ajuda aos saxões, tá? Outros anglos e, pelos saxões, inicialmente vieram, mas acabaram gostando muito de ficar ali e foram ficando. Ok, com estabelecimentos e com invasões, vou citar isso mais pra frente nessa aula, mas já fique com essa imagem na sua cabeça. Ok, todos os acontecimentos que a crônica cita, que acabei de mencionar, são datados no século 5: no ano de 449, 444, no ano de 477, no ano de 495, com a exceção da invasão de um homem chamado Porte, no rio Ex. A crônica datou a
invasão no ano de 501 e 514. Ok, mais ou menos nessas duas datas aproximadas. Fontes mais tardias? Nós vamos falar de outras fontes agora, dessas do século 12 e do século 13, contando as histórias dos reinos. Algumas seções datam as origens do reino de Sussex no ano de 527, no reino da Imbuia, na Andréia Oriental, no reino no ano de 571, e do reino de Mércio, no ano de 585. Todas essas datas estão no século 6. Embora nós não possamos confiar nas datas exatamente, pois os próprios ingleses ainda que, em média, se esforçaram para datar
e contar a história deles, nós podemos presumir que pelo menos o século eles acertaram. Está a lição disso que fica dentre esses. Séculos perdidos: como os próprios ingleses citam fontes não confiáveis. A Inês que citam está usando as opções, foram entrando, foram entrando por invasões e se estabelecendo, fundando os seus próprios reinos entre os séculos 5 e 6. Ok, como nós vemos aí, o reino de Sussex, o reino dos Saxões Ocidentais ainda no século 4 e o reino de Mércia, que se extinguiu no século 6. Ok, então é isso que andou acontecendo. Outra coisa importante:
os Saxões eram letrados, o que dificulta muito a adaptação, porque eles eram pagãos. Porém, a ser letrado significa ser letrado. Os romanos, por muito tempo, foram pagãos, mas eram extremamente letrados. Enfim, a diferença é que eles eram pagãos, eram letrados, e quando invadiram, não deixaram nenhum registro escrito. Então, nós não temos registros dos próprios anglo-saxões sobre o seu estabelecimento na Bretanha; eles não escreveram nada. Ok, porém, o fato de eles serem letrados e pagãos não favorece as fontes escritas, mas favorece as fontes arqueológicas. Porque veja só: ironicamente, os séculos perdidos, o século 5 e 6,
não têm registros escritos, como eu disse, mas ironicamente, têm muitos registros arqueológicos. É muito rico em um período geológico, esse período. Só que o que acontece? A ideologia é que a discussão que eu disse — porque a tecnologia conta a história, mas ao mesmo tempo não conta — é que ela não consegue, por si mesma, contar o que houve. Se você acha uma moeda, você não vai saber exatamente, somente através da moeda que você encontrou, o que aconteceu. Como moeda, quem carregou essa moeda, onde essa moeda foi produzida, a não ser que você compare com
outros registros. Talvez você possa saber onde a moeda foi produzida, mas, por si só, você não vai saber. Certo? Então, a arqueologia joga luz aqui no que nós já sabemos. Há outras fontes que confirmam que as fontes escritas dizem, mas por si mesma, ela não conta a história. Se você encontrar um corpo em um cemitério anglo-saxão, você não vai saber o que houve com aquele corpo, quem era aquele corpo, de quem era, o que ele fez, o que lhe pertenceu, a não ser que tenha algum registro escrito dizendo alguma coisa que você possa comparar com
o que você encontrou. Você vê? Isso mesmo está batendo com as coisas. Entendeu? Então, a arqueologia conta a história, ela joga luz na história. Essa é a diferença. Então, pelos registros arqueológicos em si, nós não podemos saber o que aconteceu, porém, podemos sugerir algumas coisas. Ok? A maioria dos registros arqueológicos que encontramos na Bretanha vem de cemitérios inconclusivos encontrados ali por onde os anglos saxões evitavam. Pelo menos 1.500 metros de terra já foram descobertos, isso na década de 80. E 1.500 agora já é demais. Ok? O interessante é que não há quase registros arqueológicos dos
bretões; a maioria dos cemitérios são dos anglos. As descobertas podem indicar que essa falta de cemitérios bretões e essa maior ocupação de cemitérios anglos podem indicar que, conforme o tempo foi passando, os anglos foram se estabelecendo cada vez mais no continente, conforme o maior número de cemitérios que nós achamos. Tá? Então, quanto mais cemitérios anglos saxões são encontrados, é feita a adaptação desses cemitérios. Uma adaptação aproximada que nós temos. Métodos de datação e nós comparamos as datas. Esses cemitérios são desse período, tem muito cemitério aqui. Então, o que isso sugere? Que, nesse determinado período, os
anglos saxões já estavam ocupando extensivamente essa região e havia menos bretões. Bretões foram recuando, os anglos saxões foram aumentando. Entenderam? Então, conforme mais cemitérios foram encontrados em um determinado período, é sugerido que a população anglo-saxã dentro daquele período é crescente. Continuando, o que Bede nos diz em seus escritos? Certo? Que a gente pode confirmar pela arqueologia. Olha só, eu vou citar as palavras dele aqui nos escritos na "História Eclesiástica do Povo Inglês". Ele diz assim: "aqueles que vieram eram três dos mais poderosos povos germânicos: os saxões, os ângulos e os jutos". Isso quer dizer os
povos que habitam a Ilha de Wight, porque é uma ilha que fica no sul da Inglaterra. E os povos que hoje são chamados jutos estão localizados nos reinos de Essex, que eram saxões do Oeste. Oposto da Ilha de Wight. Dos ângulos, isso quer dizer do país que é chamado ângulos, que parece ter ficado deserto daquele tempo até o presente, em termos das terras dos jutos e dos saxões. Descendem os anglos e os marcianos, e a Assembleia no inglês, e Mércia, e todas as raças. E nós também, que eram do reino da Noruega, que vocês vão
ver. Isso quer dizer dos povos que vivem ao norte do rio Rando. E os outros povos, ângulos, o que isso quer dizer? O que Bede quer dizer com isso? Sobre quem eles estavam falando? Vou mostrar os mapas de novo para explicar. Ok? Vocês estão vendo aí dois mapas: o mapa da Inglaterra que vocês já viram nesta aula e o mapa da Dinamarca que vocês viram na última aula. Como eu disse, "Paula, usando as facções". Vêm da península dinamarquesa. Vocês veem jutos e saxões. Os saxões, os ângulos, jutos também vieram. O que Bede quer dizer? Que
os jutos, esse povo que você está vendo aí no norte da península, ocupou o Reino de Kent. Esse reino que vocês estão vendo no mapa, que fica aí ao sul da Inglaterra, mais popular no Oeste, está do lado Leste. Desculpe, o reino de Kent, ok? Os saxões ocuparam mais essa parte sul, Usks e Sussex, porque esses reinos têm esses nomes. É fácil, é só um pouquinho de conhecimento de língua inglesa. Você vai conseguir ligar o Essex, Oeste, Sete Anos, Saxões do Oeste; eles eram as opções se estabelecendo no Oeste. O lugar onde eles estabeleceram foi
chamado de Wessex. Os Saxões do Oeste, ou seja, Sex, esses Sete Anos. Os Saxões do Leste, onde os Saxões se estabeleceram no Oeste, foram chamados de Essex. Esses Saxões, Sussex, ou seja, os Saxões onde eles se estabeleceram no Sul formaram o reino de Sussex. Muito simples de entender. Os ângulos, quais eram os reinos ângulos? Este, em inglês, ainda é árduo, tem a ver com os Anglos que se estabeleceram onde? Se estabeleceram no Oeste. Então, o André do Oeste, o local onde os Anglos habitaram no Leste, ok? Isto em breve não tem muito segredo. No cruzeiro,
com exceção do rio de 501, reino de Mércia no Tumblr, quentes, de acordo com o Club Bruges, era um reino junto. Mércia e Nortúmbria eram os reinos ângulos. Então, como nós podemos dividir? Estão ali mais reinos. Só que o que acontece é que esses foram os principais, o que por enquanto, embora haja controvérsias na questão de evitar que há sete reinos, que os historiadores mais recentes refutam um pouco a ideia de que esses reinos eram extremamente importantes. Poderiam haver outros reinos mais importantes, e o consenso é que nós vamos usar são desses sete reinos principais,
ok? O Essex, Sussex e essas opções quentes junto e inglês, Mércia. E não saber como reinos anglos, ok? Agora, sobre os registros arqueológicos desse tempo, o que os registros arqueológicos nos dizem? Eles confirmam o que o BBB falou pra gente, tá? Por quê? Porque há uma abundância de evidências da presença desses povos, onde eles foram citados. Ou seja, a tecnologia mostra tanto nas terras germânicas, de onde eles surgiram, lá na Dinamarca, quanto nas suas terras, assim como na Bretanha, as semelhanças nas regiões em que esses povos ficaram. Certo sobre o que encontraram da Germânia e
o que é encontrado na Bretanha. Então, comparando a terra original usando os Saxões, juntos com o que nós encontramos lá, com o que nós encontramos na Inglaterra, nas terras onde Sam Bird nos fala que os Saxões, juntos, se estabeleceram, nós encontramos semelhanças. Então, que quer que elogia, faz um livro desses dois registros. Eles dizem a verdade. Durante esse período citado, nós podemos encontrar mais e mais evidências de ocupação anglo-saxã e juta, onde ele nos fala. No período que ele nos fala, entender até mesmo interessante. Vocês lembram que eu li que ele falou assim: "Ele falou
que parece ter fim a dos ângulos". Isso quer dizer que o país que é chamado ângulos parece ter ficado deserto daquele tempo até o presente, foi escrito, certo? Até isso, a ecologia confirma, áreas desertas têm plausibilidade. O nível do mar, na época, subiu e, provavelmente, muitos dos povos da região, por causa dessa subida do nível do mar, talvez tenham... Ok, muito interessante. Outros povos germânicos também podem ter vindo, como eu disse. Embora, principalmente, foram longos, opções de uma região, juntos, tá? O historiador Procópio, o que ele cita pra gente? Ele cita que a BT campanha
era ocupada por seções e frísios. Hora, mais uma tribo surgindo, frísios. Muito provavelmente, também houveram migrações de francos, olha só, que moravam lá onde hoje é a França. Vários outros povos também são citados, inclusive, nós temos evidências de povos vindos da própria Escandinávia. Ou seja, não era puramente anglo-saxão, embora em sua grande maioria fosse anglo-saxão. Coisa que eu disse na última aula, que tinha conexões com a galera, tá? Onde hoje é a França, ok. Nós temos algumas evidências de conexões fortes da Bretanha com a galera. Isso é mais do que se imagina, ok, essa conexão
entre eles. Isso é uma coisa que vai ser ressaltada durante o discurso inteiro. Você vai perceber que muitas vezes você está os carolíngios falando aí de alguns grandes reinos que houveram na Grã-Bretanha, o rock é coisa do tipo, mas começando por aqui. Agora, não há nada de pausas, nada de impossível com essa ligação forte. É compreensível pensar que algum governante bretão tenha tido influência do outro lado do Canal da Mancha. Ou seja, pode ter acontecido que algum governante bretão ou anglo-saxão tenha tido influência também na França e vice-versa, ok? Como nós não sabemos direito o
que aconteceu, isso é possível, porque eles são separados com um simples canal. O Canal da Mancha é comparado ao mar oceano, não é grande, é o Canal da Mancha. Então, a influência que 111 até pode exercer pela outra existe, ela existe. Nós temos duas histórias que podem comprovar essa influência na Bretanha. O que envolve povos germânicos sugere que a Bretanha estava presente, tá? Essa história sugere que habitantes estavam presentes e mostram a importância das relações entre os governantes bretões em duas facções e os governantes germânicos do continente. Olha só, eu vou contar duas dessas histórias
pra vocês. Senta aí que essa obra é extensa. Olha só, uma delas é baseada em um livro que eu estou tirando como base para essas aulas, um livro chamado "Negociações", ok? Uma dessas histórias é contada pra gente por Weid, de tudo, Gregório de Tudo, tá? Ele escreveu o historiador dos francos, que era contemporâneo na época ao que aconteceu. Ele cita uma história de um rei franco chamado... Que morreu em 482, e nessa história ele conta uma conversa do rei que, hoje, com a futura esposa dele, estava. O nome dela era Vacinar, de quem ele cita.
Ele pergunta para ela por que ela desertou o marido e veio para ele; abandonou o marido para casar com ele. E que ela respondeu: ela fala que ele é um homem capaz e eficiente na nação, e ela fala, sem ter a certeza, que se nas partes além do mar eu conheci alguém mais capaz do que você, eu procuraria ele para ser meu marido. Foi aquela disso com essas partes além do mar. Na França, nas partes além do mar, é provável. Nós podemos inferir que ela estava se referindo à Bretanha. Tá? Nas partes além do mar,
você teria que atravessar o canal para chegar na Bretanha. Na Escandinávia, você pôde chegar a pé, onde os povos germânicos vieram originalmente. Lá, ideias e poderia chegar a pé além do mar. O único lugar onde você teria que atravessar o mar seria para chegar na Bretanha; provavelmente ela se referia à Bretanha. Outra história que pode sugerir uma conexão próximo à frente a essas regiões é uma história que Procópio conta pra gente sobre um outro líder da época. Ele conta assim sobre um povo germânico chamado Vine, que eles eram liderados por um rei chamado Remédio Eficaz.
O nome do rei era casado com uma irmã do rei dos Francos e Roberto. Nós vemos que é puramente continental essa história, e ele tinha um filho; o filho dele era Hardigg, nome que esse filho era de uma esposa anterior. Ele já não estava mais casado com sua esposa, que essa história nos diz. Ele queria que Radígys sucedesse ele no trono quando ele morresse. É que o Radígys dizia da Suzano de leis que ele queria, e que aconteceu. Ele casou o filho dele com a irmã de um rei na Bretanha. É isso que o Procópio
conta pra gente. Um dia, ele saiu pra cavalgar, olha só, e um pássaro falou pra ele, um pássaro, uma profecia desconcertante. Ele falou que ele ia morrer em 40 dias. Já entendi o que ele fez: desesperado com essa profecia, o Radígys achou melhor casar o filho dele com a madrasta dele; ou seja, ele casou o filho dele com a esposa atual dele, que era madrasta do filho dele, do que casar com ele com a princesa da ilha. Certo? E desde já conversamos para se redimir, morreu. Isso aconteceu a gente até pra questão de casar o
filho com a madrasta, pela questão do passado e a profecia. Essas características sugerem que é mesmo uma história germânica, tá? Só que o que é essa ilha não fica muito difícil de você perceber. Por quê? Porque ele estava noivo, estava prometido para uma princesa do reino, né? A princesa da águia de um rei no Angles, na Bretanha, Britcham. Certo? Então, essas duas histórias, aí, exemplo, tá? Sugerem uma forte ligação. Não tinha sequer Bretanha nessa época, tanto na época dos Bretões como dos Saxões, funcionava isoladamente, tá? Ela não funcionava isoladamente; ela tinha uma forte conexão com
a Galha e com os outros povos germânicos também. Ok, bem interessante isso! Partindo para a outra fase, para nós terminarmos o estudo sobre os séculos perdidos, vamos formular algumas hipóteses, tá? Ajeitar na cadeira que ele dê um pouquinho. Porque eles vieram, porque que os anglo-saxões... e lá, tá? Nós vamos formar uma hipótese, saque, baseada nas histórias escritas, mesmo não sendo tão verídicas. Mas juntando aí essa história escrita com os registros arqueológicos, a gente pode ter uma ideia que os anglo-saxões começaram a se estabelecer ali na Bretanha por iniciativa dos próprios Bretões. O que nós vimos
na história é que os Bretões chamaram os anglo-saxões como mercenários para defendê-los dos invasores. Ok. O que pode ter acontecido? Eles podem mesmo, e alguns relatos, há registros arqueológicos que sugerem realmente isso, que eles podem ter feito acordos com os povos germânicos para que se estabelecessem ali e ajudassem na defesa, mas se estabelecer sem mesmo. Não vindo de vez em quando, ajudaram a lotar e voltando para a terra natal. Eles não, eles ficarem ali. Ora, assim por iniciativa dos Bretões: "Vem aqui, fica aqui, habite junto com a gente e ajuda a gente a defender dos
invasores." Certo? E é provável que realmente eles fizeram isso, porque há muitos assentamentos germânicos. Lembrando que os anglos e saxões eram povos germânicos. Juntos, também parecem ter sido estabelecidos dessa forma com o propósito de defesa. Eles ficaram e começaram a ficar ali, tá? Porém, nós não podemos ter certeza que tudo começou assim, tá? Embora seja plausível, de acordo com as histórias, que eles possam ter ficado ali convidados, também é igualmente plausível que aqueles assentamentos de defesa foram resultado de invasões que eles vieram aproveitar na fraqueza competente no momento. Não estou militar, se estabeleceram ali, ficaram
ali e fundaram a sociedade, ser fortificados para se defender dos Bretões. Porém, o que seria ainda mais plausível? Nós considerarmos as duas opções que eles se estabeleceram ali, tanto convidados pelos Bretões como por invasões, e com o tempo, fruto, com certeza, das invasões e expansões militares, eles foram tomando mais e mais, até os Bretões ao ponto em dois séculos. Eles tinham tomado a maior parte da ilha, isolando os Bretões no oeste. Entenderam? É plausível as duas opções: terem ficado lá, convidados, e depois ter expandido, como ter entrado lá pela força e continuado pela força. Roque.
Só que é importante uma coisa que você tem que manter na sua cabeça: que... As origens dos habitantes de uma região não significa que eles eram governados por pessoas da mesma origem. O que eu quero dizer com isso é que os anglo-saxões, embora fossem a maioria em uma região, podem ter sido dominados e governados por bretões. Um parêntese: se você considerar que eles vieram convidados, certo? Se os bretões convidaram, eles ficaram ali. Inicialmente, eram governados por bretões, assim como bretões podem e foram governados por anglo-saxões. Ok, talvez em um lugar onde a maioria da população
era árabe, eles chegaram e invadiram ali por algum tempo. A população continuou sendo bretã até que os saxões foram se impondo, chegando ali e suplantando a população. Bem, tanto em outra coisa, talvez alguma dinastia pode ter vindo de outro lugar completamente diferente. Olha só, a Estendia Anglia Oriental, por exemplo, no século 6, parece ter sido governada por uma dinastia sueca. Isso mesmo, uma dinastia sueca. Nós temos indícios de que ela pode ter sido governada por uma dinastia sueca, só que a maioria da população de lá era bretã. Então, a origem da dinastia dominante não necessariamente
tem a ver com a origem do povo que ela dominava. Ok, bretões podem ter sido dominados por anglo-saxões ou pobretões. Em algumas seções, bretões — e, no caso do sistema, talvez por uma dirigente, isso é... Então não tente fazer uma coisa que eu chamo de "da caixa roque", que é uma teoria. É importante falar agora, para finalizar, que nós vamos mencionar a questão da continuidade. Qualquer teoria da caixa é uma teoria formulada por mim, e você é que eu posso formular uma teoria que é assim: os romanos saíram, você pega tudo do mundo romano, coloca
em uma caixa e joga essa caixa fora, pega uma caixa nova, tira o mundo bretão pós-humano, coloca na Bretanha, tá? E fala: "Pronto, agora aquilo lá não existe mais, isso aqui está dominando". Aí, usando o site, você pega tudo do mundo bretão pós-humano, põe numa caixa, joga fora, abre a caixinha dos anos de Tite e o que tem lá dentro para a Bretanha, fala: "Pronto, agora todas aquelas características não existem mais e nós temos características novas". Não é assim! Quem dera se a história fosse fácil assim! Ela não é. O que acontece é que as
mudanças são lentas, existem barreiras, existem quebras, mas também existem continuidade. É uma mistura de tudo, tá? Não é somente uma sucessão de eventos claramente definidos, certinhos. Não é certinho, as fronteiras são curvas, não são retas. Podemos dizer sim. Ok, falando nisso, quero finalizar o look falando da questão da continuidade e aí nós vamos terminar um pouquinho as especulações a hipótese saídos dos séculos perdidos. Tá? Nós vamos falar do "airboard". Quem é esse "airboard"? Já começando a citar o nome dos reis, lembrando que eu vou falar no nome original, como os ingleses chamam. Os ingleses chamam
ele de "Eadberht". Se você quiser pesquisar mais profundamente sobre ele, embora a gente vai continuar falando dele na próxima aula, mas se você quiser pesquisar mais profundamente, fale: "Só quero saber tudo sobre o Eadberht". Você pode pesquisar sobre o rei Etelberto de Kent, ok? Eu acho uma tradução horrível para o nome dele, eu prefiro o original, mas, enfim, Etelberto de Kent, pode pesquisar sobre ele. Foi rei de Kent. Como eu já disse, ele reinou de 560 a 616. E é importante sobre ele que foi o primeiro rei inglês a se tornar cristão. Por que "inglês"?
Porque ele habitava onde hoje ainda é Kent. Tá? Não vão achar que ele é o rei de toda a Inglaterra, que ele era rede. Dito isso, não era rede em 500. Porém, porém, o que acontece é que o Bede nos diz que ele foi o terceiro rei a ter autoridade sobre os outros reinos ao sul do rio Hamer. Tá? Ele foi o terceiro. Quem foi o primeiro? Então foi ele de Sussex. Ele teve autoridade sobre todos os outros reis ao sul do Hamer. O segundo é alguém de Wessex, que teve autoridade sobre todos os outros
reis ao sul do Hamer. Ele foi o terceiro. Ou ele não tem culpa? O Gilberto foi o terceiro. Ele foi o que os bretões chamavam de "Bretwalda", ou então "grande molda", que é o governante de toda a Bretanha, embora coloque uma aspa: "de toda a Bretanha". Ok? Os outros reis não deixaram de existir, mas ele tinha influência e autoridade suficiente para se impor sobre os outros. E isso, por exemplo, a natureza da sua autoridade, exatamente nós não sabemos, mas sabemos que ele tinha muita autoridade. Por exemplo, a autoridade que ele tinha sobre os outros reis
permitiu que ele mandasse missionários. Como ele se converteu ao cristianismo, com o salvo-conduto até o porteiro. Eu vou mostrar o mapa para vocês onde é o Hubble. Como vocês estão vendo no mapa, o Hamer é… e eu não achei nenhum mapa mostrando exatamente o governo. Desculpa, eu editei o mapa, escrevi minha letra, Rosinei, mas vocês conseguem ver que esse estuário e essa faixa do de mar de água dentro da Inglaterra, que a festa está apontando. Aí é o Hamer, está do lado. Você consegue ver o vale do Ripper Times, que é onde o Etelberto conseguiu
mandar missionários com salvo-conduto. Ou seja, ele tinha autoridade suficiente sobre os reis da região para mandar missionários de 500 até lá com o salvo-conduto no meio dos pagãos, entendeu? Então o que acontece do Hamer ao sul do Hamer até a parte do Aperto Tempo, talvez até um pouquinho depois o Ator Barry, que a Rede Kent... Se você se lembra do outro mapa, Kent fica na região sul, do oeste, bem no sul, e bem no oeste e no leste, desculpa, da Bretanha, naquele reino vizinho. Ele conseguiu estabelecer sua influência a todo esse ponto ao sul do
Hummer, até essa parte do porteiro, que talvez ela é ok. Então, ele era importante; ele era um rei poderoso, tá? No período dele, no período do ator, disse que ele reinou e que foi de 560 a 616 depois de Cristo. É difícil você responder, se você achar a natureza das ligações da Inglaterra, da Bretanha, que o ator Robert viveu com o passado romano, o romano britânico, o que continuou daquele passado romano do comando britânico até o período de Hartford. Certo, é certo que, até o final do século VI, as facções não se estabeleceram ainda em
muitas áreas; tinha ares ainda ocupados pelos bretões, ok? Na Inglaterra, Gales continua sendo ocupada muito tempo depois, até hoje. É de Uribe, tem população de lá. Mas, falando especificamente da Inglaterra, até o final do século VI, nós temos algumas áreas que não haviam sido ocupadas ainda pelos anglo-saxões. O termo continuidade que continuou pode ter significados diferentes em lugares diferentes. A continuidade é diferente; nós não sabemos o quanto do mundo romano tinha sobrado para influenciar os anglos-saxões. O nome "Quente", por exemplo, tem uma origem romana. Os homens de Quente, os habitantes de Quente, chamavam assim mesmo
de Cantuária, que quer dizer... é, tem um significado germânico, palavra romana "cant" ou "cante". A ti não sei falar, mas o nome "Quente" tem origem romana. A capital romana de 500 foi mantida; ou seja, onde Quente tinha sua capital era uma cidade romana. Isso implica que a Eta Berti tinha um palácio lá na antiga capital romana, que era a capital de 500, e as propriedades da metrópole dentro daquela cidade eram seus domínios. Ok? Então, o nome "Quente", por exemplo, pode significar uma continuidade, assim como outros nomes do passado romano. E também, como vimos, várias fortalezas
locais romanas, cidades romanas, continuaram a ser aproveitadas na Bretanha depois da saída dos romanos. A própria capital de 500 pode simbolizar uma certa continuidade com o passado romano, ou "gritando romano", dentro de campo. Só que é importante ressaltar que as cidades mudaram de função desde os peruanos. Algumas podem ter servido de centro de poder com os bretões; outras, como York e Quebrei, quebre em Kent, podem ter tido um papel de capital entre os governantes germânicos. Ok, algumas continuam sendo centros de poder, outras tiveram um papel de capital, e outras podem ter sido completamente abandonadas. Nossa
capacidade de provar o que era um centro de poder e o que era uma capital, que foi abandonada, vai ser provida para nós através de novas descobertas arqueológicas. Ok, como funcionava a organização? Já que antes era dividida assim: quem era dividido em um número de subunidades, que chamavam "la tercera". Vou escrever “latência”. Cada uma dessas lares dessas subunidades... diz que quem era dividido ficava sentada em uma vila real. O que era uma vila real? Era um assentamento central de um território rural. Ok? Então, a série de cada “late” era uma vila real, um assentamento central,
sempre circundada por um território rural. E se essa via central, o território rural, era um centro de coleta de impostos e serviços devidos ao rei, pelas vilas no latim? Ou seja, existiam vários lotes, cada um centrado em uma vila real, e nessa vila real, todas as terras em volta do latim, que era um território rural, pagavam impostos que eram ao rei, nem posso... e serviços de trabalho que eram devidos ao rei e eram recolhidos dentro desses lotes. Ok? Essa organização, ela provavelmente não é uma organização original de 500; ela pode significar um exemplo de continuidade
pessoal, ela remonta a um tipo de organização celta do ano passado e é possível que tenha ligações com o passado romano-britânico. Então, vai além das cidades; podem ter tido um pouco da organização de Quente na época de Edward que remonta ao passado, como no critério. Ok, e até mais antigo, talvez. Eu tenha passado um celta. Nós sabemos também que minas que eram exploradas pelos romanos continuaram a ser exploradas pelos reservas. Secções, como por exemplo, as minas de chumbo, tá? Fora, ter continuado é provável também que algumas dinastias... são duas opções, tenham sido parcialmente bretãs. Nós
não sabemos exatamente o que aconteceu. Só que o que acontece é que alguns ou muitos governantes em duas opções podem ter tido esposas bretãs. Seria uma jogada muito inteligente da parte deles terem esposas bretãs para si, pra conseguir, aí, há talvez a simpatia do povo que eles acabaram de dobrar, para conseguir juntar um pouco a esses dois povos, vai conciliar esse novo jogo de poder que estava tendo. Então, eles podem, sim, uma vez que começavam a dominar um lugar, ter pegado esposas bretãs pra simbolizar uma continuidade de poder. Ok? O que aconteceu? O que era
um reino, Gols Ação na Bretanha, era uma organização essencialmente mais velha que caiu sob o controle dos invasores. Ora, se era uma organização mais velha que mudou o líder e caiu sob o controle dos invasores, é muito provável que os invasores tenham usado muito da organização mais velha, tá? Que já estava ali, pra terem seguido os seus domínios, para terem continuado dominando, baseado em uma organização mais velha que, nesse caso, remontaria a um passado bretão ou passado romano-britânico. Entender outra coisa: produtos manufaturados, principalmente os que envolviam metal, eram comuns e importantes entre os anos... os
saxões. Talvez uma tivesse uma relação muito grande de poder e manufatura, porque grandes homens eram os poderosos que tinham a seu serviço ferreiros, escravos que podiam ser... Artistas, talvez a autoridade e o poder de fornecer manufaturas, que é algo importante, estivessem ligados a Tatham. O mesmo, muito poderosos, vão produzir bastante, em produzir bastante manufatura e produzir muita coisa útil para eles, né, para os seus amigos. Ok? Quentes, na época de Ayrton, era um rico, isso nós sabemos. Nós temos indícios de outras localidades, e que também, para fazer um paralelo como Romã, várias localidades do mundo,
tá? São encontrados 500 coisas, artefatos que vêm de muito longe, podem ser encontrados ali, o que sugere que o comércio havia voltado a ser importante no período de Alberto Roque. O comércio deu uma caída, uma queda, a circulação de moeda diminuiu durante o fim do período romano, no começo do período Betão, no começo do século. Perdidos, o que acontece na época de Quentes? Nós já podemos dizer que o comércio já estava tendo uma boa retomada e já estava em um nível bom novamente, porque nós encontramos coisas do mundo todo, aí, lá em Quentes, do mundo
todo, assim. Vamos pegar na questão do Mediterrâneo, não vamos falar ao mundo todo porque o mundo é muito grande, ok? Para encerrar essa questão, espero que vocês tenham entendido a questão da continuidade que aconteceu. Já pra pegar um gancho para nossa próxima, Itaberá disse que o ataque fez. Ele se casou com a princesa franca; o nome dela era Aberta, da dinastia dos Metroviários. Olha só, mais uma ligação entre Bretanha e Gaia, que eu já citei. Robert se casou com quem? Tinha tantas mulheres na Bretanha! Se casou com uma princesa franca, ao sul do Canal da
Mancha. Roberta, o nome dela, da dinastia dos meus vídeos, filha do rei Carl Barat, rei de Paris. E levando o seu envolvimento com a galera franca, ela era o quê? Era cristã. E esse casamento foi a primeira relação, primeira relação de uma cadeia de eventos que elevaria a conversão da Inglaterra ao cristianismo. Lembre-se que, nessa época, a Inglaterra era pagã, inclusive a internet! Quando ele subiu ao trono, ele também era pagão, mas se converteu ao cristianismo. E é isso que nós vamos estudar na próxima aula. Nós vamos ver a coisa sobre os primeiros reis cristãos
da Inglaterra anglo-saxã. Bastante em cufa, quase uma hora. E que fica dessa aula? Que fica aqui, embora nós não possamos saber exatamente o que aconteceu para que os anglos-saxões se estabelecessem ali. Nós podemos formular as hipóteses; eles podem ter vindo convidados pelos letões e depois continuarem invadindo. Tanto quanto chegaram, também invadindo. O primeiro... A gente continuar a sua invasão. As duas opções são Paulo Civis, como eu já citei. Fica a questão que o mundo anglo-saxão, no início, em um primeiro momento, e depois também tinha muito a ver com o mundo bretão. Pelo menos algumas características
do mundo bretão continuarão aí sendo válidas no período. Os acção e havia uma conexão muito próxima dos dois com a Gaia e também. Que, com o tempo, com os anos, as opções foram se expandindo cada vez mais. A gente pode fazer esse paralelo da expansão deles, de acordo com os registros arqueológicos, ou seja, quanto mais você encontra registros de anglo-saxões em determinada região, em determinado período, isso sugere um povoamento mais denso dos anglo-saxões e menos denso dos bretões, ok? E também, por fim, é importante. Nós não podemos esquecer que os anglos-saxões vieram e estabeleceram vários
reinos ali. Igualmente, muito bem, o nome desses reinos, ok? Porque são reinos que nós vamos estar muito e muito e muito e muito aí nas próximas aulas. Ok? Não vamos esquecer. Vamos lembrar o nome dos sete reinos principais aí que eu citei: Quente, reino que vem junto, o Ex, Ex Sussex, reino saxões, está no YouTube, e Méric em nos ângulos, ok? Não se esqueçam disso, ok? Acabou por hoje. É só, bastante coisa! Bastante coisa! Veja, reveja, estude também, serve porque isso aqui, digamos que, é uma introdução, é um guia para você. E você pode continuar
estudando aí por conta própria, inclusive incentivo isso! Não fique só com o que você está vendo aqui. Vá à frente, cobre a cara a bater, estude sozinho, se você gostar do assunto, porque vale a pena. É bom! Esse, pessoal, espero que vocês tenham gostado mesmo dessa aula e vejo vocês na próxima. Até lá!