Nativas compartilhadas no Brasil de continuar ouvindo tentativa, e agora ela vai contar um pouco a respeito do grande sonho dela. Era um livro dedicado a costeletas e às experiências dela, aquilo que é o segredo do bom. Aí comecei a escrever o livro, e eu estou finalizando agora.
Foram três anos, porque ele tem muitas coisas, muitos detalhes. Estão sendo tecido como uma colcha de retalhos, porque é um romance, mas que tem uma voz minha ali, tem voz de mulheres. Ele é um livro que tem um caráter político, fônico, né?
Um dos autores que eu gosto na linguística, da filosofia da linguagem, é Bakhtin, né? Então, ele tem essa política das várias vozes de mulheres e tem um caráter também muito simbólico, sabe, de questões de uma mulher que é a personagem central e toda a relação dela com o tempo, com a vida. E, aí, esse tempo acaba sendo personificado.
Eu criei personagens para representar o tempo e ela começa a dialogar com o tempo. Enfim, até o final do ano eu acredito—meu desejo é terminar esse livro até o fim do ano, que daí é o fim do curso, então vai ser um marco na minha vida, né? O Central Brasileiro está aí.
Entrei no curso de Letras, comecei a escrever um livro, tudo ao mesmo tempo. Quando entrei no curso, de bobeira, aqui no papo com colegas de classe, eu fiquei sabendo da iniciação científica do programa incrível de ficção científica da UNISO. O curso de Letras da UNISO tem uma vertente muito voltada para o ensino-aprendizagem do educador-pesquisador.
Então, aí eu comecei a fazer esse gol. Eu passei por uma entrevista da professora doutora Maria Angélica, que é uma referência na minha vida. Iniciamos uma parceria maravilhosa, uma pessoa que me influenciou absolutamente e que acreditou em mim, uma pessoa maravilhosa.
Aí, eu apresentei o meu PC que eu havia defendido, como GIL e tal. E aí, você é legal, porque você já tem uma escrita acadêmica e a minha vivência também no jornalismo. Ela topou.
Então, nós, a Maria Angélica, a área de pesquisa dela é multi-letramento, Roberto. Talvez não falem de multi-letramento e SIC pintam como difícil. Eu tenho várias questões até por meio de livros ligadas a feminismo e a questões para fins sociais mesmo, né?
E, aí, na época, com acordes e jeito com essa questão da internet, redes sociais e tal, eu comecei a acompanhar uma página que chamava "Não Me Calo", que vem de um coletivo, né, que é uma referência também a Frida Kahlo. Então, nós começamos a observar as práticas de multi-letramento das pessoas que acessaram as páginas, as mulheres principalmente, e começaram a ter contato com o feminismo por meio das redes sociais e a ser influenciadas pela página. Excelente, tanto que da página eu comecei a escrever a partir disso.
E aí foi um ano de pesquisa com o olhar para essa questão – não teve nem a pesquisa, já apresentei. Aí, comecei outra no segundo ano. Eu comecei outras no segundo ano.
Daqui a pouco, nós continuamos em multi-letramentos, só que a gente começou a fazer uma análise do discurso social, do discurso social de ódio presente também nas redes em relação a questões ligadas à identidade de gênero, né? A gente começou a perceber esse olhar. Isso não teve?
Ainda terminei, você nem aí, defendi. Terminei, então foi meu mundo, a minha segunda pesquisa com Maria Angélica. Segunda defesa, terminamos e iniciamos uma terceira.
Então, toda a minha passagem no curso foi fazer pesquisa. E a terceira tem um entrosamento com o teatro, porque a terceira… Aí a gente continua com o cupom, choque e multi-letramento. Agora não quero mais falar do The Analysis, curso, um canal político-social.
Cansa um pouco, né? Aí comecei a pesquisar um curta-metragem e o objeto de pesquisa foi um curta-metragem de um pernambucano talentosíssimo, chama-se Bruno Bezerra. O curta-metragem chama-se "Muro", absolutamente total e semioticamente, né?
Com muita provocação e muita reflexão filosófica. Aí nós começamos a fazer análises da cena dentro da perspectiva da femiótica e das intertextualidades que o Bruno propõe, das reflexões como profissionais. E, mail, apresentei essas pesquisas todas.
Aí eu comecei a entrar mesmo, assim, nem se sabe, nesse caminho de buscar publicações. Participei aqui na UNISO de 12 edições do Congresso Internacional de Comunicações Cultura. E aí, este extintor que participei agora, do último que foi há duas semanas, defendi com o pessoal do mestrado e com o show do doutorado.
E agora acabei de receber um convite para a publicação dessa última pesquisa em uma revista americana de Nova Iorque. Recebi esse convite e foi por meio do Congresso Internacional daqui da UNISO. E o que isso tem a ver com o teatro?
Tem a ver, porque, nessa pesquisa, eu trato também do ensino-aprendizagem. De que forma? Pensando em um olhar das pessoas que trazem imagens e para todos os discursos que não estão claros, estou ínclito.
Então, eu pensei que o cinema proporciona muita reflexão, e as imagens desse tipo de cinema experimental provocam muita reflexão em diferentes contextos. Então, o que eu proponho como metodologia, com base em Terra Roxa e Rojo dos multi-letramentos, é pensar, mesmo, em todas as reverberações dessas significações poéticas do curta-metragem, o que permite com que o aluno… Do momento que ele reflete sobre aquilo que começa a pensar, ele entrou em contato, via lógico, com a obra curta-metragem. Por meio do corpo, entende aí que entra o teatro.
Então, aí a equipe atue chamou de novo, né? Então, o aluno vai participando de atividades através do curso. Parte disso, então, nesse segundo ano, nós nos conhecemos da tigela, com você, conhecer a literatura infantil.
E aí, participei de duas montagens suas. Uma foi uma narrativa que diz respeito à Semana da Arte Moderna. Foi muito legal, porque nós entramos num processo de pesquisa do modernismo, de toda aquela cena, aquela coisa da antropofagia.
E aí, nós montamos a peça, que foi escrita pela Danielle Souza, que é nossa colega e se formou no ano passado. Foi ela que produziu a dramaturgia e nela escreveu. E aí, eu participei; foi um papel muito legal, muito interessante, e tem muita coisa pra contar, muita coisa mesmo.
Até porque foi uma peça, foram experiências que nós tivemos com pessoas, com alunos que tinham alguma experiência com teatro, outros nem tanto, mas teve uma coisa só de união, de abraçar. E não tinha essa coisa de "só você não é ator", sabe? Então, teve uma coisa assim de muita união, muito respeito.
E sabemos que esse é o nosso propósito: pensar nisso dentro de um contexto da educação e o quanto a arte nos transforma e significa vida do aluno, de todo mundo. Nossa! A outra foi uma adaptação do conto "O Gato Preto", do Allan Poe.
A turma inglesa, esse aí, foi literatura em agentes, foi do Gato Preto. Eu não atuei em animais, mas "O Gato Preto" foi facilitada por um leve tom, Zé Roberto. A gente adaptou para a sua peça; a sua disciplina foi porque daí a gente foi para o teatro infantil.
Roberto, não foi nem será presa. Nós tivemos contato com o conto até por meio da literatura inglesa. Mas aí, o que fizemos foi que a Danielle, que também fez a adaptação, pegou o conto e transformou em uma linguagem teatral voltada para o teatro infantil, para o público infantil pedagógico.
E aí, "O Gato Preto" virou o gatinho Betinho. Lembra do gatinho pretinho? Júlio também com Júlio, camarim.
E que isso trouxe legal pra você? O que acha de participar de uma atividade como esta, por exemplo? Trouxe um olhar para a Penha Silva.
Teve um despertar, o produto. . .
ou eu, professora, de que forma eu vou conseguir mediar essas ações em sala de aula? E de que forma essa linguagem do teatro permite que o aluno se torne um protagonista daquela cena? Porque nós protagonizamos, né?
Então, a experiência que nós tivemos é a experiência que a gente pretende passar e ampliar, e realizar trocas. Em 2011, você troca bastante de semana. Isso aqui traz para você essa participação nas semanas de letras?
Eu acho que é uma oportunidade da gente descobrir talentos. A literatura é uma arte que está presente aqui no curso de letras, e ela acaba se entrelaçando com a música, com a poesia, com diversas linguagens artísticas. E tudo isso é trabalhado, não é?
Vivenciado aqui, sabe? É experimentado, vivenciado. Então, a gente se nutre disso.
Então, acaba assim deixando um pouco aquela coisa do acadêmico, da sala de aula, pra gente fazer famoso fora da casinha, né? Pra gente pensar num outro contexto. E como seria o aluno?
E como seria, por exemplo, isso que fico pensando muito nas minhas investigações, até da minha pesquisa, que eu pretendo levar para o mestrado, comunicação e cultura, ano que vem, se não houver nada. É de que forma o corpo desse aluno comunica e o que esse corpo está comunicando. Porque nosso corpo comunica, né?
Tudo em nós é o que ele diz e o que esse corpo não está dizendo. Então, quais são as ações que estão implícitas e que a gente pode perceber no aluno por meio de uma prática artística? Imagina quanta coisa.
. . da prefeitura da cidade, coisa.
E nós queremos vê-la também no próximo será, né? E com certeza vamos continuar ouvindo muitas histórias, ruas. Nós queremos agradecer a sua disposição, o companheirismo de ter havido conosco.
E eu digo que, Deus quiser, teremos novas possibilidades. Estamos ouvindo e contando histórias dos seus próximos trabalhos e, principalmente, a mensagem de, Deus quiser. Muito obrigado, disse o Beque.
Tá bom? O que é grave foi mais um. Eu te amo e respeito muito.
É uma alegria imensa para o amigo mesmo. Muito obrigado pelo convite. Eu cheguei aqui.
Muito obrigado a vocês. Até novas! As piores coisas já tinham sido publicadas.