Aa é uma situação que tá muito associada a crítico estresse metabólico então a vai isso Mel verdade [Música] [Música] acordei ficou faltando só essa parte aqui que foi relativa ainda a pacientes que estão fazendo e diálise peritoneal geralmente a solução que é infida que é Infundida gente na cavidade abdominal ela tem uma determinada concentração de glicose então durante o tempo que esse líquido fica na cavidade abdominal do paciente essa glicose uma parte dessa glicose é é absorvida né então estima-se que cerca de 60% da da glicose que está nesse dializar ela ela é de fato
absorvida pelo paciente então isso poderia né isso na verdade vai contar para uma carga calórica adicional se o paciente tiver com desição a gente não Tem tanta preocupação né porque a gente até deseja iso é uma coisa que tem até um efeito positivo o Vai representar uma carga calórica adicional para ele né sem que ele precise né fazer isso pela via oral isso é até B até eh positivo só que se é um paciente que precisa perder peso e a gente tiver com o plano hipocalórico para perda de peso essa glicose ela pode contribuir de
forma negativa para essa perda de peso Então nesse caso o que que a gente tem Que fazer a gente tem que estimar Qual que é a quantidade de glicose que foi eh de fato absorvida pra gente ter uma estimativa do valor calórico proveniente dessa glicose então se for um paciente que precisa perder peso e o plano dele sei lá for de 1600 calorias e a gente chegar em um valor de cerca de 400 calorias provenientes da diálise a gente desconta então a gente considera ali 1200 na alimentação e essas 400 calorias aí prov desse líquido
que foi inido tá Então a gente precisa fazer essa avaliação E e essa contabilização se o paciente tiver um processo de perd espelo tá bom se tiver um paciente desnutrido a não tem preocupação n que isso acaba sendo um aporte adicional e como que a gente vai fazer esse cálculo a primeira coisa a gente precisa saber qual que é a quantidade de glicose que tem na b então geralmente a prescrição desse líquido paraa infusão ela vem com a concentração de glicos em um Determinado volume Então nesse caso aqui eh o paciente tinha a prescrição de
três bolsas de 2 l eh a 1.5% de glicose então 1,36 g de glicose por decil é a concentração de glicose nessa nessa bolsa e e uma bolsa de 2 l a 4 25% de glicose e a concentração seria 3.87 g de glicose por DL essa informação a gente consegue na própria prescrição que aquele paciente v e na bolsa também vem uma uma bolsinha né com líquido e nessa bolsa tem toda a composição todos Os componentes que tem ali incluindo o percentual e a concentração de glicose Então essa é uma informação aqui que a gente
consegue eh obter só sabendo a prescrição para aquele paciente aí a gente vai utilizar essa fórmula aqui para saber qual que é a quantidade de glicose que foi realmente absorvida né então a glicose absorvida ela representa 11,3 mg de glicose que é um valor fixo - 10,9 vezes o volume infundido Esse ngi é A média da concentração de glicose que a gente calculou aqui então como exemplo para para esse paciente ele eh ele recebeu três bolsas de 1,36 né que foi essa aqui três bolsas de 1,36 a gente multiplica Chegamos em 4,08 e ele recebeu
uma bolsa de 4,25 por 100 que representa 3,87 de glicose então 13.87 Eh aí a gente vai eh somar essa essa quantidade que deu 7,95 né a gente toma essa quantidade da Primeira prescrição e a quantidade da segunda deu 7,95 e a gente divide por quatro para para saber a média da bolsa então em média ele tem 1,99 g e por Dil de glicose certo essa é a concentração média da bolsa naquele dia certo aí a gente pega essa concentração média eh e determ peraí aqui tá aqui é para calcular a concentração média certo e
aqui é para calcular qual que foi o Volume né então ele ele recebeu eh três bolsas de 2 l e uma bolsa de 2 l então ele recebeu no total 8 l tá então a gente tem que pegar essas informações e jogar na fórmula então aqui a gente coloca a média de glicose que foi calculada que foi um 99 e aqui o volume que ele recebeu certo essa média de glicose ela cor Corresponde à média de bolsas com concentrações diferentes se ele tivesse recebido por exemplo quatro bolsas com essa mesma concentração ia Ficar mais fácil
era só pegar esse valor e jogar lá mas ass é porque teve bolsas com concentrações de glicos diferente aí a gente só fez a média tá então em média ele tem 1,99 G por dcl de glicose e o volume total que ele recebeu foi o só jogar na fórmula aí a gente achou um valor de 91,1 G por dia essa é a quantidade de glicose que ele teve ali naquela bolsa Aí a gente vai calcular isso do correspondente em energia né então como É carboidrato a gente considera 3,76 então 9 desculpa 91,1 x 3,76 a
gente encontra um valor de 34 2,5 calorias por dia Então nesse caso esse paciente ele teve a o aporte calórico correspondente a 342 proveniente da diá certo então se for um caso de algum paciente que quer perder peso a gente vai calcular o valor da dieta o o valor que seria prescrito para ele e subtrair 342 certo para ele ficar ali eh para ele Não ficar com esse aporte adicional se fosse um paciente que quer perder peso isso poderia atrapalhar né Poderia comprometer esse processo é uma regra para carboidrato é tipo a gente arredonda para
quatro né a gente fala ah carboidrato tem quatro e calorias por Gama Só que na verdade é 3,76 a gente fala quatro porque a gente arredonda mas o o valor certo é 3,76 é 44 e a gente fala 44 carboidrato proteína e pra gordura mas na verdade é Um valor meio quebrado né a gente faz o arredondamento para facilitar certo então assim é só uma informação Aí caso a gente vai trabalhar com algum paciente que tem essa situação que faz diálise peritonial que é uma coisa mais cara né mas existe e que precisa perder peso
aí a gente precisa fazer esse cálculo para descontar o valor calórico certo eh e aqui é um outro cálculo que é feito Mais paraa diálise peritonial automatizada essa aqui é é a diálise peritonial ambulatorial contínua porque nesse caso aqui ele fica com o líquido de diálise o tempo todo nessa aqui ela é periódica ela é Ela é mais fracionada aí tem uma máquina que tira ali o líquido e infunde de forma periódica eh o raciocínio é o mesmo conhecer a prescrição de diálise para desse paciente depois a gente calcula o total de glicose que foi
infundida a Concentração Eh aí a gente calcula que nesse caso a única diferença é que nesse caso aqui a gente vai a gente vai considerar que a glicose absorvida foi entre 30 e 50 porque no caso da diálise automatizada ou o paciente fica um tempo menor com esse líquido na cavidade abdominal então a absorção dessa glicose acaba sendo menor mas o raciocínio não é a meso eu nunca vi nenhum paciente com P Automatizado Então é isso Ficou claro essa informação é simples né e aqui eu tinha até falado ontem né Falei rápido mas eh falaram
que a a a suplementação nutricional oral ela é recomendada para aqueles pacientes que não conseguem ingerir a quantidade Total pela pela via oral então a gente deve fazer o uso desses suplementos né que eles são importantes para evitar ação a gente vê que quando a ingestão ela tá Abaixo de 60% por mais de 5 dias aí já tem a recomendação da sonda mas no caso Às vezes a gente vê uma leve diminuição na ingestão que não justifica a passagem da sonda então a gente sempre vai fazer uso desses desses complementos e e nesse caso a
dire recomenda que a suplementação não deve passar entre 20 e 25% das necessidades totais Então realmente quando a gente vê e que o paciente tá ali 60% 55% não é não adianta a gente Ficar só com suplementos primeiro porque acaba ficando mais caro aqui suplementação segundo porque ele vai ter que fazer isso pela via oral mesmo e o suplemento ele dá saciedade ele tem volume às vezes ele não é muito tolerado pelos pacientes eh e eles recomendam que de alterações metabólicas Eh hipercalemia hi femia pacientes que tem um controle do que of desses desses parâmetros
aí é recomendado as fórmulas especializadas Então a gente tem Suplementos eh nutricionais orais e também fórmulas para nutrição enteral que são específicas para pacientes com doenças renais Então já tem conteúdo menor de fósil menor de potássio menor de sódio então isso deve ser considerado tá eh e aqui eu tinha mostrado ontem né só algumas fórmulas aí que tem para para essa suplementação eh eu não sei se eu cheguei a falar Disso também se eu falei que foi muito rápido que alguns pacientes que T desnutrição tem um controle pior que estão fazendo diálise uma possibilidade é
a a terapia nutricional para interar uma intr dialítica então ele fica ali eh no momento em que ele tá fazendo a hemodiálise ele já recebe a nutrição parenteral isso acaba sendo um aporte maior né porque ele ele já tá mesmo já tá recebendo aquela aquela intervenção ali então isso Poderia facilitar eh mas também tem um nível de evidência baixo então Eh somente naquelas situações em que realmente a gente tenta outras estratégias outras alternativas e não é possível né porque a nutrição parenteral também ela não é tão simples né Ela precisa também de um de um
cater venor central ou periférico for baixo volume mas for o volume maior tem que ser Central então tem toda uma complicação também associada a Isso is que eu já tinha falado certo era isso que tinha ficado alguma dúvida não V falar isso aqui primeiro é mas eu vou falar disso primeiro porque como aen aguda é mais presente em casos críticos eu acho que talvez vou deixar lá para eu vou deixar lá para depois falar disso aqui primeiro faz mais sentido com a Doença renal crônica com que a gente tá falando né então outro não vai
eu acho que eu vou deixar a ira junto com o estresso metabólico porque aí faz mais sentido né porque a insuficiência renal aguda ela é uma situação em que a redução da função renal ela é limitada no tempo então a gente vi na doença renal crônica eh é necessário alterações com um período superior a 3 meses na doença renal aguda abaixo de 3 meses e a insuficiência Renal aguda já é uma situação mais aguda ainda que é uma alteração temporária da função renal que geralmente tá acompanhada de pacientes críticos que têm disfunção múltipla de órgãos
e a ira é uma alteração muito muito associada a isso então tá mais relacionado com as doenças críticas do que eh algo mais crônico Então faz mais sentido vocês vão ver se vai fazer mais sentido ver isso mas é uma al bom que que são Glomerulopatias são doenças que acometem os glomérulos e doenças que inclusive podem a longo prazo causar uma doença renal crônica né Elas não não são consideradas doenças renais crônicas Mas elas podem causar a doença renal crônica levar a redução da taxa de filtração glomerular e até necessidade de diálise né Se for
por tempo prolongado Então são alterações que acometem os glomérulos e os túbulos né também eh elas são causadas por processos inflamatórios que Vão obstruir os túbulos renais e vão lesionar esses esses capilares então uma inflamação que pode acontecer que vai destruir essa região e vai atrapalhar os túbulos ou ainda obstruir a passagem aí eh de sangue por esses tulos geralmente são situações que tem o início súbito eh e tem como manifestações clínicas a ematuria que é a presença de hemácias na urina proteinúria que é a presença de proteínas na urina redução da taxa de Filtração
glomerular de uma forma mais rápida mais aguda oligúria que é redução da produção da urina retenção hídrica né Porque se é a a filtração glomerular reduz essa esse líquido ele fica retido e os sinais de disfunção renal estão presentes né Essa é a síndrome nefrítica aguda geralmente esses pacientes eles se recuperam eh na maioria das vezes eles podem ter essas alterações mais agudas mas eles se recuperam sem nenhum comprometimento sem Que isso acarrete nenhum nenhum problema aí eles podem recuperar completamente a função renal na maioria das vezes eh tem só que tem um outro tipo
de e essa é a síndrome nefrítica aguda já um outro tipo de glomerulopatia que é mais grave que geralmente ela não se recupera é chamado de glomerulonefrite rapidamente progressiva então é uma é uma alteração também que acontece de forma mais rápida só que diferente da outra ela permanece por mais tempo e ela Tem uma chance maior de desenvolver a insuficiência renal crônica eh então geralmente quando aparece os pacientes são classificados com insuficiência renal aguda Mas eles podem evoluir também eh para insuficiência renal Crô O que que causa né a as glomerulopatias várias situações tem vários
fatores que podem causar entre elas doenças infecciosas são as principais aí a gente tem infecções Bacter Anas infecções virais infecções parasitárias tem então várias situações que podem ter como manifestação Clínica as glomerulopatias eh ptic eh cachumba Sarampo enfim várias doenças sistêmicas também como o lupus o lupus é uma doença autoimune sistêmica que acomete vários locais entre eles os rins também podem ser estar cometidos doenças glomerulares primárias são doenças mais raras não é tão comum assim então a Gente vê aí uma uma variedade de situação que pode causar as glomerulopatias de forma mais limitada ou de
uma forma mais grave né dependendo da situação as glomerulopatias Elas têm como manifestação Clínica a proteinúria né quando a gente tem a presença de proteínas na urina de forma importante a gente chama de síndrome nefr então vocês ouvirem esse termo síndrome nefrótica ela vai se referir a essa grande Quantidade de urina que é de proteínas que são perdidas na urina que pode estar presente aí tanto na glomerulopatia mais leve quanto mais quanto na mais grave e ela é definida quando a proteína a perda de proteína ela superior a 3.5 G em 24 horas tá e
na doença renal a gente viu que a presença de proteínas é uma alteração só que aqui para ser considerado síndrome nefrótica é realmente uma quantidade muito maior de proteínas que Acaba sendo perdidas porque aquelas infecções aquelas doenças elas destroem os a os glomer e isso impede essa filtração por isso que a gente acaba tendo uma quantidade de proteína muito grande e por isso que tem um nome né só para descrever isso que é a síndrome nefrótica respirar eu não tô conseguindo acompanhar tá vamos lá qual qual qual o par que vocês vão entender tudo entendi
a senhora falou mas não est Acompanhando consegui escrever porque tá muito rápido só tá diminuindo mas tá a gente falou da síndrome das glomerulopatias que são doenças que que acometem nos glomérulos e elas podem ser causadas por infecções bacterianas virais e algumas outras doenças mais raras doenças autoimunes várias outras condições elas podem ser mais limitadas no tempo aparecer e recuperar completamente ou elas podem ser progressivas e na evolução causar uma Doença renal crônica certo quando a gente tem aí eu falei que uma das manifestações clínicas é a presença de proteínas na urina e quando a
gente tem uma quantidade de proteína sendo perdida maior que 3.5 em 24 horas aí a gente chama de síndrome nefrótica porque aí eu fiz até o paralelo com a doença renal tôn que a gente viu que tinha uma proteína perdida ali mas é em doses menores na síndrome nefrótica é como se a gente tivesse um uma perda de barreira Mesmo então a gente acaba tendo uma perda de proteínas na urina muito grande certo e aí paraa síndrome nefrótica ser caracterizada a gente precisa de uma perda superior a 3.5 G eh de proteína em 24 horas
que Quantidade grande né Eh uma outra alteração que acontece é a hipoalbuminemia porque a gente acaba tendo perda eh de proteína de forma muito intensa Então as proteínas citas elas também ficam reduzidas por conta dessa perda por conta da desnutrição que Acontece hiperlipidemia pode estar presente e a perda até de lipídios na urina Então pense que na síndrome nefrótica eh a gente tem uma destruição mesmo dos capilares Então você acaba não conseguindo filtrar nada fta proteína e às vezes você não consegue filtrar ND né que é uma é uma estrutura muito maior Então isso acaba
levando muitas perdas de forma eh rápida e contribui muito também para piorar o estado nutricional do paciente Eh aí aqui uma figurinha só para mostrar né esse processo de fisiopatologia da da síndrome nefrótica a gente tem uma perda de proteínas na urina né que tá representado a algumin mas também há outras proteínas que são Perdidas com a perda grande de Albumina a gente tem a a perda grande de Albumina na urina a gente acaba tendo uma redução da concentração sée de Albumina então a gente desenvolve a hipoalbuminemia a Albumina tem várias funções né de Transporte
de várias coisas mas principalmente de manter a pressão oncótica do clá vocês estão lembrados disso né que quando ela tá reduzida a pressão oncótica do plasma diminui aí a gente passa a ter extravazamento de lípido pro espaço extravascular tá eh e isso vai gerar uma diminuição do volume sanguíneo circulante né então aqui a Albumina Ela tá no sangue e mantém aqui a pressão a pressão oncótica Se ela tá reduzida o líquido acaba passando P espaço extravascular Então você tem perda de volume volume sanguíneo mesmo e isso pode gerar a diminuição do do do volume sanguíneo
efetivo que vai por sua vez a acionar os mecanismos compensatórios né entre eles ativação do sistema renina angiotensina aldosteron ão lembrar disso da fisiologia que vai culminar na reabsorção de sódio e reabsorção de água para tentar reter para tentar manter Esse volume circulante aqui isso vai gerar edema então geralmente né todas essas alterações aqui estão presentes no paciente com síndrome nefrótica é porque a fisiopatologia ela ela existe que a gente vai lembrar a gente lembra de um monte de coisa né de fisiologia de bioquímica aí a gente às vezes a cabeça mesmo mas ficou mais
claro mas assim pegando esse raciocínio aqui vocês Conseguiram acompanhar o que acontece na síndrome nefrótica certo então alguém fala para mim porque estão falando de sim mas eu t achando que não não mas vamos lá então vamos recapitular o que que acontece primeiro s no início da síndrome no início da síndrome atinge os Romero H ela pode ser ível ou [Música] não os glomerulos são como se fosse um filtro né se esse filtar perdido não filtra mais não filtra mais aí a gente passa eh proteína lipídio células na urina certo aí vem para esse processo
aqui que é uma característica Geralmente quem tem algum problema anal é então perde proteína perde Albumina Albumina reduz na corrente sanguinha risco diminui pressão oncótica Hi perde Líquido com diminuição do volume vascular ativa o sistema renina angiotensin do sterona para tentar reter líquido e água e isso ainda gera edema e gera maior risco de outras doenças cardiovasculares também né então são condições que estão geralmente associadas certo eh a síndrome nefrótica ela pode estar presente que essa perda grande de proteínas ela pode estar presente nas Doenças renais primárias né como aquelas que eu tinha falado antes
infecciosas bacterianas eh ou autoimunes e também em doenças como o Diabetes então nós vimos que o diabetes ela eh a hiperglicemia crônica também é um fator que gera eh dano vascular e os capilares são muito delicados são estruturas muito muito delicadas e que acabam sendo muito comprometidas com a hiperglicemia crônica então a o Diabetes melitos descontrolado também é um importante Fator de risco para essa perda de proteínas para essa destruição glomerular então pacientes com doença com diabetes tem um risco grande né de alterações penais eh e a evolução para doença renal crônica ela pode acontecer
ou não né Então dependendo do grau de destruição desses capilares e da capacidade de regeneração meso então se for um dano muito fe muito prolongado isso pode gerar a doença renal crônica de que forma o luos Pode o no lcos o lucus é uma doença autoimune Então você acaba produzindo Auto anticorpos que vão ter efeito sistêmico Então você tem manifestações na pele e em vários órgãos da tireo geralmente né e rins então rins também são bastante acometidos porque você começa a autodestruir aquelas estruturas entendeu Você gera uma inflamação ali e isso acaba destruindo o os
nefrons eh É um mecanismo autoimune mesmo a atia diabética é uma das Principais causas de doenças renais né por conta disso por conta da nefrótica evolui muitas vezes para eh doença renal crônica e o problema é que a nefropatia eh diabética Assim como as outras quando elas se desenvolve ela é assintomática então muitas vezes a pessoa se não faz um exame de sangue não tem eh diagnóstico até que Essas manifestações fiquem mais intensas né Então esse é um problema eh mas a evidência Clínica precoce é o Aparecimento da Micro albuminúria então é uma coisa também
que pode ser identificado facilmente com os exames de rotina exames de sangue exames de urina nesse caso né então é uma coisa também que pode ser eh vista de forma mais precoce bom o que que a gente deve fazer no caso de apreo da síndrome nefrótica né Eh os objetivos é repor essa albumina e outras proteínas que são perdidas então que na síndrome nefrótica a gente Tem um risco grande de desnutrição porque há uma perda de proteínas muito grande né então a gente viu lá acima de 3.5 G em 24 horas já é considerado mas
esses valores eles podem ser muito maiores Então a gente tem que pensar em repor essa proteína que é perdida para evitar eh a desnutrição né ou contribuir pra recuperação do Estado nutricional é muitas doenças que são causas da síndrome nefrótica elas são doenças infecciosas né infecções Bacterianas virais e isso gera também um aumento de necessidade metab de metabólica mesmo né porque isso gera catabolismo então gera perda de massa muscular perda de gordura então a gente também tem que pensar eh que são pacientes que tem uma demanda nutricional maior e consequentemente um risco maior de desnutrição
eh eh a anorexia também é uma outra situação muito associada a catabolismo nosso próximo modo a gente Vai falar de infecção de catabolismo de eh alterações que acontecem nessas doenças inflamatórias sistêmicas e uma alteração muito presente a perda de apetite o paciente catabólico ele além dessa perda acelerada tem neuromodulação paraa anorexia então ele não sente fome a ingestão alimentar fica com comprometida também e controlar a hipertensão e a injeção de sódio para também Minimizar essa questão do edema eh Então esse aqui são os Nossos principais objetivos e contribuir para diminuir o a evolução né a
progressão dessa dessa doença eh O que que a gente deve fazer a gente tem que pensar eh na reposição de proteínas para repor essas foram perdidas na urina Então a gente vai aqui pensar em uma injeção de proteínas norm pensando adulto né norm proteica de 0.8 A1 adicionada de 1 g de proteína para cada GR que foi perdido então é necessário Realizar a coleta de urina durante 24 horas para fazer a estimativa de proteínas que foram perdidas né a aferição Porque a partir disso a gente pode fazer essa reposição então isso pode representar cinco isso
pode representar 10 Depende muito do Grau né de de dano renal ali então para que a gente consiga fazer essa intervenção na síndrome nefrótica é necessário fazer a coleta deinem 24 horas eh pra gente fazer isso tá eh aqui tá a recomendação De 0.8 a 1 pensando em um adulto com estado nutricional normal então isso já essa recomendação mas ela pode ser um pouco maior dependendo do Estado nutricional então for um paciente que já tem uma desnutrição ele pode necessitar de valores maiores de prote tá eh nesse caso é recomendado o consumo preferencial de proteína
de origem vegetal né porque elas têm uma elas são menos que eu vou dizer elas são melhor Toleradas pressa questão das manifestações clínicas ela tem uma tolerância maior aar querendo lembrar elas são melhor toleradas então geralmente é melhor aí até quando a gente vai fazer uma reposição Se for possível a gente fazer a reposição com proteína de origem vegetal pensando aí na síndrome nefrótica é preferencial tá gente gente não é aquela coisa assim que o paciente vai chegar pra gente e a gente vai Recomendar uma dieta vegetariana para tratamento não é isso mas preferencialmente tá
eh da mesma forma que a gente pensa que reduzir uma um consumo de proteínas animais a gente também reduz outros parâmetros que são importantes nesses casos né dição De colesterol de burila saturada Então isso acaba sendo importante também eh e tomar cuidado porque esses pacientes eles têm retenção hídrica tá então a avaliação do peso também fica Comprometido então quando a gente for fazer esses cálculos a gente precisa considerar o peso seco tá bom para fazer os cálculos uma outra coisa é que a gente perde Albumina e perde também outras proteínas né a gente fala da
Albumina que é uma das principais proteínas ali mas também tem outras proteínas que são perdidas entre elas as proteínas transportadoras porinas transportadoras de eh vitamina D A a transcobalamina que é da vitamina B12 eh então isso pode afetar né o transporte e o metabolismo de vitaminas e de outros nutrientes então por exemplo alguns medicamentos eles são transportados na corrente sanguínea ligados a Albumina e no caso da hipoalbuminemia até a terapia medicamentosa pode ter uma efetivo idade menor por conta disso então isso também pode gerar outras complicações aí uma pior resposta o tratamento medicamentoso tudo isso
pode acontecer eh então é Importante eh investigar né os níveis plasmáticos de alguns componentes eh principalmente do cálcio e da vitamina D eh também de Ferro cobre e Zinco que podem estar alterados podem estar reduzidos eh E se o paciente fazer fizer uso de corticosteroides o risco de deficiência principalmente do cálcio e da vitamina D é maior ainda então são dois nutrientes que a gente precisa fazer uma investigação de uma forma mais frequente mais cautelosa e solicitar né O exame bioquímico pra gente investigar eh importante a gente fazer essa solicitação do exame bioquímico antes de
suplementar né Porque mesmo que sejam pacientes que tem um risco maior de deficiência a gente precisa comprovar então no caso da vitamina D mesmo a gente só vai suplementar doses de reposição quando for eh comprovado né que ele tem essa deficiência e não confundir a dose de reposição com a dose de manutenção no caso da vitamina D por Exemplo a dose de reposição é de 50 unid 50.000 unidades interacionais e a dose de manutenção é é aquela de dois que é a suplementação padrão que a gente vê aí nesse caso a gente tá falando de
suação de reposição quando tiver uma deficiência comprovada certo todo mundo pode tomar reposição todo mundo pode tomar de reposição Só se tiver uma deficiência comprovada de manutenção A de manutenção se a gente percebe que a genta não tá suficiente mas os níveis ainda estão normais aí pode ser recomendado a de manutenção a dose de 2000 é geralmente ela é diário eh mas assim só se você realmente investigar se fizer a Magnésio e ver que a ingestão tá baixa mas os níveis céos ainda estão normais aí É como se você tivesse fazendo uma uma precaução né
mas assim antes de Suplementar é interessante a gente tentar trabalhar com a alteração da ingestão de alimentos primeiro né Por exemplo traido e gestante dificuldade é mais difícil porque é muito al aí por exemplo Ness casec de gante é mais até protocolar a gente recomendar né a a suplementação de gestante gestante geralmente to agora a dose maior que aquela dose de reposição é só se tiver mas assim é isso né A gente só vai eh suplementar a de Manutenção se a dieta não for suficiente então a gente só tem que tomar cuidado para não entrar
nessa também de tipo assim entrar nessa onda da suplementação a gente vai chega o paciente chega a gente faz uma anamnese a dieta Tá deficiente vou suplementar então a gente primeiro tem que tentar incluir os alimentos bons trabalhar com isso primeiro antes de suplementar porque senão a gente começa a suplementar tudo né porque é mais assim parece ser mais Prático mas não é o nosso objetivo né E então assim falei da síndrome nefrótica só para fizar essa só para passar essa informação né da recomendação de reposição dessas proteínas que foram perdidas tá a síndrome nefrótica
ela pode estar presente em um paciente que tem doença renal crônica ou não tá ela pode estar presente em pessoas que não TM doenç renal crônica que tem a taxa de infiltração glomerular acima de 60 mas Que tem alguma algum dano renal que é o seria Aquele caso do estágio um e estágio dois tá então às vezes a taxa de infiltração glomerular tá normal mas esse paciente tem essas alterações estão relacionadas à síndrome nefrótica e lembrando de novo que ela pode ser temporária ali paciente tem uma infecção bacteriana temha alteração e melhora ou ela pode
ser mais crônica certo pode passar tô falando mais devagar tá Tá uma maratona é porque é tanto é tanta coisa para falar que às vezes acelera Mas quando tiver falando rápido vocês fazem isso vocês me chamam para senão eu vou e não falo nunca mais bom um outro assunto que a gente tem que pontuar aqui também é um assunto bem tranquilo é sobre a liti renal que é esses cálculos renais né popularmente chamado de cálculos renais que é uma condição muito comum né muito frequente aí também e a gente tem Algumas algumas recomendações bom a
nefrolitíase que nada mais é do que os cálculos renais o nome certo né para cálculos renais e tias é se refere à formação de cálculos né então é uma afecção comum do trato urinário é bastante comum atinge todas as faixas etárias aí são pessoas jovens também eh e a gente observa o aumento de incidência nos últimos anos o que tá muito associado aos hábitos de vida e ao consumo alimentar também né então Eh por Isso que além da obesidade a obesidade é um fator que que favorece o desenvolvimento de cul então tem vários fatores aí
que contribuem para Esse aumento de incidência e é bem frequente atinge até 15% da população e como atinge pessoas jovens né é bastante comum não sei se alguém que já teve calcos renais outra mas o meu é porque o médico disse que eu não tenho uma proteína no sangue aí eu já fiz e cgia a laser mas sempre Volta sempre volta então deve ser alguma proteína que impede a cristalização aliás que impede a cristalização ou que favorece né em 2020 eu quo Mori por causa disso aí vixe meu tava muito meu tav não tava mais
conseguindo infiltrar aí eu fiquei internada tomei medicação aí você fez a aí eu fiz a cirurgia de a lei Mas qual o tipo de cálculo você sabe é porque tem vários tipos né então tem tem vários tipos de cálculos como a gente vai ver é uma posição Multifatorial tem fatores genéticos né como ela falou tem fatores genéticos importantes que são Associados a isso que vão favorecer eh essa essa essa formação desses desses cálculos mas também muitos fatores es eh Associados aos hábitos de vida a obesidade é um fator que favorece eh A inflamação crônica de
baixo grau que a gente vê na obesidade é como se ela favorecesse né Se fosse um ambiente inflamatório que favorecesse esse Processo de formação de cálculos diabetes a síndrome metabólica uma outra coisa são anormalidades anatômicas também é mais é mais raro né situações mais específicas uso de medicamento também podem favorecer esse esse processo de liti as doenças gastrointestinais e distúrbios metabólicos então sim é bem geral São várias coisas que influenciam e que interferem nesse desenvolvimento o processo de litogênese Que é a formação propriamente dita desses cálculos vai depender de muitas coisas entre elas a concentração
dos constituintes de cálculos Então vão pegar um cálculo comum que é o cálculo de Oxalato de cálcio então um alimentos que contém Oxalá né se a gente aumenta muito a ingestão e também tem outros fatores de risco pres presentes a gente vai favorecer então o aumento da concentração de Corti de cálculos é muito importante na aula de doença renal A gente falou que às vezes o paciente com hiperfosfatemia faz uso de pelant de fósforo e os quelantes de fósforo eles são a base de cálcio a maioria né E que a gente precisa contabilizar esse cálcio
e somar com o cálcio da dieta para não passar 2000 porque se passa você aumenta o risco de formação de cálculos né porque o cálcio é um do constituintes desses cálculos então a suplementação de forma desordenada é um fator também que pode favorecer o desenvolvimento desses Cálculos descob com 9 anos então você já teve vários uhum e você consegue espelir eles normalmente assim e dói né mas eu vou pro hospital dói né nas nas últimas férias longas eu ti eu fui porque tava aguentando programa falar dói dói dói que Pens são Pedrinhas que estão passando
ali e vão machucando né vão lesionando ali como se fosse um corte e a mãe é pior que aor do pai porque a dor do pai você esquece por isso que você Viou do filho então você deve ficar toda ligado consumo de água cons é antes eu bebia pouca água hoje eu já consigo beber mai ah a ingestão hídrica né que vai tá relacionado com o volume urinário é importantíssimo porque quando você urina mais você tá diluindo aqueles componentes então a chance de formar cálculos fica menor então pessoas que ingerem pouca água a ingestão hídrica
é um dos principais fatores assim Comportamentais porque você concentra você concentra volume menor aqueles constituintes Então você favorece aquela formação então por isso que pacientes com com cálculos renais com risco de formação de cálculos uma das principais orientações é ingestão hídrica profess pass geram fbr desses canais porque tá machucando pode gerar dependendo e da frequência porque aquilo ali pode Uma inflamação Zinha ali quando ela tá espaçada tudo bem mas quando ela é muito frequente a longo prazo ela pode gerar mas assim só for muito frequente mesmo e uma outra coisa que interfere muito são infecções
urinárias de repetição porque a infecção também urinária ela vai gerar um ambiente ali inflamatório que vai favorecer A litogênese então pessoas que TM infecções urinárias de repetição que é uma situação também bastante comum tem Maior risco eh dudos metabólicos as normalidades anatômicas como eu falei e a dieta Tá então relacionado a dieta principalmente a baixa ingestão hídrica a dieta pobre eh em cálcio ou suplemento de cálcio com valores muito grandes também podem contribuir eh dietas hiperproteicas a gente estava falando de suplementação de proteínas com quantidades muito maiores às vezes por esportistas e tudo isso também
Também pode favorecer a formação de cálculos e e dietas ricas em sódio e então a gente sempre tem que pensar nesses dois fatores em fatores que vão eh aumentar a saturação dos componentes né Eh aumento de cálcio de Oxalato de ácido úrico e de fósforo Então são os principais constituentes né então falou da suplementação de cálcio exagerada fos em o salato o ácido úrico que aí tem a ver com a injeção de proteínas né Então dietas hiperproteicas também aumenta o ácido úrico aumenta a chance de conação e o fósforo e por outro lado existem alguns
fatores que são considerados protetores porque eles diminuem essa chance de litogênese eles atuam como se fosse aumentando a solubilidade dos componentes impedindo que ele se agregue que é o citrato e o magnésio então deficiência de magnésio também tá relacionada a isso e redução de citrato Aí aqui a gente tem a foto com vários tipos de cálculos né então por isso também depende do tipo alguns tipos eles são mais eles têm uma estrutura que agridem mais out mos saem mais fácil e tem uma amiga minha que ela faz coleção ela tem um um fotinho todos os
cálculos que ela tirou professora bombando na internet a gente viu no Instagram fez um texto só com as min Mãe na vesícula são cálculos de colesterol né cálculos biliares a quando ela fica super saturada também ela vai formando cálculos mas a a constituição é diferente desses cálculos aqui imag e então existem vários os os tipos de cálculos mais comuns são esses o oelado de cálcio é o mais comum presente em 70 75% dos dos casos os fatores de risco hipercalciúria O aumento da concentração de cálcio na urina hipocitratúria que é a diminuição da conção de
citrato na urina e a hiperoxalúria que é o aumento da concentração de Oxalá tá então são os principais fatores de risco aí Aqui tem a a característica dele né geralmente eles são redondos E radiodenso então esses são redondos são mais fáceis de eliminar eh o de fosfato de cálcio é menos de 5% eh o os os cálculos de ácido único mais Ou menos 10% e esse é o tipo que tá muito associado a ingestão de proteínas né aumento da ingestão de proteínas Então nesse tipo de cálculo a recomendação de reduzir proteína da dieta acaba sendo
mais importante ainda então tem isso também né De acordo com o tipo de cálculo você vai ter uma orientação que é um pouco mais específica cálculos de estritas cerca de 15% nesse caso aqui o fator de risco é infecção bacteriana né Então existe Algumas bactérias que vão favorecer o desenvolvimento desses cálculos e cálculos de cistina são bem menos comum cerca de 1% eh representando então assim o Oxalato de cálcio é o principal eles são formados n eles são formados aqui ó nessa região em geral O Cálice renal e porque eles são maiores né os Neos
são muito pequenininhos Então nem Nem teria como formar ali é mais aqui aí de acordo com o tamanho eles podem obstruir a passagem de urina que é formada aqui isso pode gerar uma inflamação pode ter vá mais graves Mas eles vão só depositando ou el então eles vão pensa em uma solução que tem uma concentração grande de componente e vão se aglomerando aí eles vão tipo meio que crescendo ali eles vão se juntando eh eles podem se movimentar e ser eliminados pequenininhos e você Nem sentir que é o que acontece na maioria das vezes são
cálculos muito pequenos você não sente você elimina tranquilamente mas quando eles são maiores eles podem ficar eh alojados ass mesmo e dependendo da posição eles podem obstruir a passagem uma situação né que aí realmente precisa de procedimento pr pra retirada eh tem uma bactéria que ela tá muito associada ao desenvolvimento dos Cálculos né então a disbiose ela tem um um papel importante nesse desse processo também principalmente relacionado a essa bactéria que chama oxalobacter formid é uma bactéria que ela vai degradar o excesso de obelar então quando ela não tá presente ela pode favorecer o desenvolvimento
desse cálcul Mas apesar disso ainda não tem nenhuma suplementação não tem nenhum probiótica relacionado com essa bactéria não pelo menos não tem conexo Relacionado a isso tá Quais são as manifestações clínicas né bem fácil da gente imaginar a cólica renal que é uma dor também de intensidade variável ela pode ser mais mais leve como se fosse um Disc conforto e pode ser uma dor assim você precisa realmente pro hospital tomar analgésico na V depois é porque fica você fica toda dolorida triscado não sei o que acontece aqui na região abdom meu Deus é uma não
CONSEG nem mexer depois parece sabe quando você volta PR academia meu Deus e é tipo de dor ass que você nem imagina até você ter pode acontecer porque com esse processo de eliminação você pode ali lesionar aquel ão pode gerar sangramento Então pode aparecer sangue dor abdominal nuse tá muito relacionado à dor e alterações do jato uriná são as principais manifestações Clínicas aí aqui que você tinha perguntado a localização a gente tem cálculos do Cálice renal da pelv e do urec Então depende ali do tipo de cálculo te nessas regiões principalmente eh é importante fazer
a investigação da etiologia né a gente viu que tem vários tipos de cálculos e vários fatores Associados então saber a etiologia para poder ter a intervenção Clínica mais adequada e geralmente é necessário fazer A coleta de urina 24 horas junto com a avaliação da injeção alimentar pra gente ter certeza então pra gente eh saber realmente a composição desses cálculos eh a ingestão alimentar é importante a gente fazer também porque a gente vai investigar a ingestão dos alimentos que são constituintes né de ovo salado de ácido úrico eh de cálcio Então tudo isso a gente precisa
investigar eh recomenda-se que a gente faça eh ou registro alimentar de três dias Tfa ou recordatórios repetidos e incluir no dia que a gente fizer o inquérito alimentar incluir a avaliação da coleta de urina de 24 horas que aí a gente vai conseguir né fazer a correlação melhor desses constituintes eh e os parâmetros que a gente solicita para avaliar a urina de 24 horas são esses né o cálcio Oxalato sódio citrato acidúrico ureia creatinina o PH e o volume porque aí a gente consegue saber quais desses componentes aqui estão aumentados ou Reduzidos né pra gente
eh aliá o citrato por exemplo é um fator de risco quando ele tá reduzido o Oxalato quando ele tá aumentado então aí vai depender de cada situação tá e o tratamento também deve ser estabelecido de acordo com essas alterações metabólicas que são encontradas na urina de 24 horas eh você já fez maa a a coleta de urina de 24 horas e você viu todos esses aqui eu não tive Acesso a não ah depois você esquea saber ti é porque meu futuro porque de acordo com essas alterações aqui você vai ter as recomendações mais específicas né
E calciúria aí a gente vai precisar verificar a ingestão de suplementos ou até mesmo de alimentos contra de Cácio Eu lembro que quando em 2020 que eu fui internada a minha dieta era tinha muito leite queijo essas coisas que tinha cálcio só isso que eu lembro é aí seria interessante fazer o inquérito E avaliação de urina porque se a Às vezes a ingestão alimentar tá um pouco aumentada de cálcio mas urina tá normal Então significa que aquele não é um fator entendeu Então essas aqui são as principais alterações que a gente precisa investigar hiper calciu
aumento de cculo hipoc citrat que é a redução do citrato o citrato é um fator que aumenta solubilidade então é o fator protetor hiperoxalúria né que é o aumento de Oxalato hiper orcos suria que é o aumento de ácido úrico e o PH tá e aqui a gente tem o a tabelinha com os parâmetros né normais pra gente comparar mas no próprio exame também vem a gente compara lá o que é recomendado eh no caso do cálcio se a hipercalciúria tiver presente a gente tem algum algumas coisas que podem eh indicar né Essa alteração entre
elas o hiperparatiroidismo né porque no hiperparatiroidismo você tem aumento de Hormônios que estimulam a retirada de cálcio dos ossos para corrente sanguínea Então você acaba tendo aumento de cálcio uma doença chamada sarcoidose também favorece o aumento de cálcio na corrente sanguínea e consequentemente a eliminação Mas é uma causa bem mais rara uso excessivo da vitamina D pode levar hipercalciúria e assim é aquilo né o uso exagerado de suplementos às vezes pode causar mais mal do que bem a gente tá falando da vitamina D uso excessivo de Vitamina D pode levar aumento de cálcio que que
a vitamina D faz estimula a absorção de cálcio a nível intestinal então então você pode ter hiper e hipercalciúria por conta disso então se tiver presente a hipercalciúria tem que investigar se esse paciente faz uso de algum suplemento de vitamina D ou até mesmo de cálcio né Eh e a causa idiopática que é quando não é identificada a causa então todas essas coisas aqui Podem estar presentes a gente pode ter mecanismos de aumento de reabsorção de cálcio no intestino por forma da vitamina de e redução da absorção de cálcio nos rins e aumento da reabsorção
de cálcio nos ossos eh apesar disso a restrição de cal da dieta não é recomendado porque geralmente a ingestão alimentar quase nunca é causa mesmo porque pra gente ter uma hipercalciúria por conta de ingestão De cálcio alimentar você precisa consumir muito cálcio Então não é uma coisa que tem uma ação direta geralmente tá mais associado a essas alterações que eu sei aqui tá E e apesar do cálcio aí vamos com calma para isso não dar um um bololô na cabeça porque a gente tá falando que a concentração de cálcio na urina é o fator que
vai gerar e maior risco de cálcios de Oxalato de cálcio né o cálcio é constituinte eh só que depende de onde esse cálcio tá Presente porque se a gente diminuir a a absorção de cálcio além de outros distúrbios óseos o cálcio ele se liga no Oxalato a nível intestinal e promove a eliminação então o cálcio ele se liga de forma muito fácil ao Oxalato melhor dizendo assim se eles estiverem presentes na urina eles vão se ligar e vão formar esses cálculos mas se eles estiverem presentes a nível intestinal eles vão se ligar e vão ser
eliminados então por isso que não é recomendado Restringir cálcio da dieta mas sim investigar os outros fatores certo porque o cálcio ele se liga ao Oxalato no intestino e elimina o que não pode é o cálcio e o Oxalato na urina mas a nível intestinal isso acaba sendo benéfico eh e também restr de cálcio a gente aumenta risco de doenças ósseas e outras coisas por isso que não é recomendado a restrição de cálcio mas sim a investigação desses fatores eh a ingestão deve seguir a recomendação Pra população geral né a gente não reduz nem aumenta
é o é o normal e se quando for necessário a suplementação se for algum paciente for disturbi o osso que tem a recomendação de suplementação de cálcio além de se atentar muito a dose máxima que é permitida eh é recomendado suplementar durante as refeições fazer o cálcio eh suplementar o cálcio sempre durante as refeições para ter esse efeito protetor aí a nível intestinal Certo tudo bem sobre o Cácio O Oxalato né que é o o principal constituinte de lá 75% dos dos cálculos é de Oxalato eh o Oxalato ele vai ter algumas Fontes né ele
resulta do metabolismo endógeno da conversão do ácido ascórbico da síntese EF e de fontes alimentares então tem várias Fontes aí para esse Oxalato tá ele é produzido naturalmente né nosso metabolismo ele é produzido a partir da conversão do ácido ascórbico eh ele é produzido pelo pelo fígado e por Fontes As fontes alimentares representam 24 a 42% da origem desse Oxalá então uma das intervenções é reduzir a ingestão de Oxalato tá alimentar mas não é a única fonte então a gente não consegue também reduzir de forma tão drástica assim mas isso vai fazer uma diferença tá
eh em indivíduos l líos o consumo de vitamina C né de 1 a 2 g de vitamina C Aumentou a oxaluria porque a vitamina C é metabolizada e produz Oxalá e a vitamina C é um Outro é um outra uma outra vitamina que é uma coisa meio geral né Ah toma vitamina C suplemento de vitamina C Ah não tem problema o excesso a gente elimina não tem risco nenhum de ficar tomando vitamina C em pessoas que tem predisposição para liti as e a suplementação de vitamina C pode favorecer o o o desenvolvimento de cálcio então
assim também essa questão de suplementação é muito complicada né a gente tem que fazer realmente de uma Forma muito então pacientes que tem risco de litíase eh suspender a suplementação de vitamina C tá porque ela é convertida e produto Oxalá profe eh era ter perguntado na vitamina D Mas enfim você acha que a aplicação não a suplementação de oral venosa né E você acha que tem maior chance de aumentar o risco de Rená portão absorção rápida do cálcio você aplica a vitamina D por c e já vai cair direto na corrente sanguíneo Tem uma possibilidade
maior olha não de forma aguda porque se você pensar vai aumentar rápido a concentração e você vai estimular a absorção de cálcio Mas seria naquele momento naquele dia porém a longo prazo sim não de forma aguda pensando naquela na na naquele momento mas quando você faz uma reposição venosa você tem um maior risco de níveis maiores daquele componente Esse é um problema e a Vitamina D é um hormônio ela vai atuar de várias formas e ela vai ficar aumentada não só naquele momento ela vai ficar de forma mais contínua então sim tem maior risco mesmo
fazendoo uma aplicação só ou era necessário fazer uma aplicação constantemente para poder ter Então hoje tem essa essa possibilidade de reposição venosa que ela é mais rápida porque ela usa doses muito altas só que quando você vai ver assim as evidências não tem a Gente não tem a gente não sabe o que que acontece a longo prazo quando a gente faz essas reposições mesmo que for uma vez só porque é uma quantidade muito maior e que isso vai ter outros efeitos que a gente nem imagina ainda mais a vitamina D que é um hormônio Então
eu acho que ainda falta muita evidência pra gente ter uma segurança para poder fazer isso sabe eu acho que a gente ainda não tem evidência científica para poder fazer isso Eh uma coisa não fazer mal de forma aguda não significa que ela não faz mal às vezes você vai ter um efeito a longo prazo daquilo então eu eu eu vejo isso assim porque eu não vejo evidência científica sabe trabalhos que mostraram que fizeram isso então por isso que tem todo esse questionamento é mais prático né Você vai lá faz uma vez mas eu acho que
não é a gente não tem segurança para isso entendeu isso é muito baseado na opinião de especialista mais do que em Evidência científica então eu acho eu acho assim eu fico com medo sabe tipo vai saber o que que isso vai fazer qual efeito que isso vai fazer Pode falar a suação de ou a suação vitamina C tá então se o paciente tiver cálculo de Oxalato e fizer uso de vitamina C A gente reduz tá porque aí a gente eh diminui a a conversão pelo ácio ascó e também vamos reduzir as fontes alimentares tá o
Oxalato eh ele tá presente em Grande quantidade de alimentos de origem vegetal então alguns alimentos com elevados de Oxalato é o espinafre que é um alimento muito bom né tem muito ferro tem outros componentes muito bons mas tem bastante OBS salato Então se o cálculo do paciente for de Oxalá se ele tiver hiperoxalúria a gente vai reduzir a carambola que é uma coisa que o paciente com do renal nem nem pode consumir né mas enfim aqui a gente não tá falando tipo assim com redução de taa De filtração glomerular nada mas enfim Carambola tem muito
beterraba o iato nem é do nosso hábito consumir né Nunca nem vi é feijão Cacau E oleaginosas então são alguns alimentos que T bastante Oxalato então a gente deve reduzir a injeção desses alimentos se o paciente tiver hiper Ox salú a vantagem aqui o cozimento com água ferente reduz até 90% do Oxalá então para alguns alimentos a gente consegue Fazer isso mas Cacau mesmo vai fazer oleaginosa cozinhar oleaginosa faz sentido né então para algumas coisas funciona mas para outras não então a gente vai vai reduzindo tá alguma dúvida sobre o Oxalá em relação ao sódio
eh a ingestão elevada de sódio contribui para hipercalciúria porque eles têm transporte comum então transporte a gente tem transporte e eh cotransporte de sódio e de e de cálcio então quando a Gente tem um consumo alto de sódio a gente elimina mais sódio na urina e por consequência a gente elimina mais cálcio então a concentração de cálcio na urina Aumenta também por isso que indiretamente o consumo de sódio também pode favorecer a formação de cálculos entendeu é o outro ponto adequar não é necessário também reduzir sempre adequar para pro pra quantidade normal e é de
2 A TR Eh desculpa de 2 a 2,3 e de sódio o que equivale entre 5 6 g de sal né E Principalmente reduzir o sódio a partir de alimentos industrializados processados tal como a gente já sabe em relação às proteínas elas são metabolizadas produz ácido úrico né e os cálculos de ácido úrico também representam uma quantidade importante aí dos tipos de cálculo então a gente também vai precisar fazer a adequação da ingestão de proteínas então assim pelo senso comum quando a gente fala cálcio O pessoal já vai nas Proteínas né tem que reduzir as
proteínas tem tem mas tem vários outros componentes como a gente tá vendo né as proteínas animais elas são as principais eh Elas têm uma uma predisposição maior pra formação desses cálculos então quando a gente vai restringir a a gente restringe principalmente proteínas de origem animal tá e mantém preferencialmente aí as de origem vegetal não é eliminar completamente mas reduzir Eh as proteínas animais elas contribuem para várias vários fatores litogênese pra hiperuricosúria porque você tem um aumento de purinas decorrentes do metabolismo dessas proteínas animais contribuem pra hiperoxalúria porque elas também contribuem para aumento da síntese de
Oxalato eh hipocitratúria porque elas promovem maior reabsorção tubular de citrato Então você elimina menos trato que é protetor e hipercalciúria pela menor reabsorção Tubular de cálcio então elas contribuem de vários vários aspectos aí paraa formação de cálculos a recomendação é adequar para 0.8 A1 que é uma recomendação norm proteica para um adulto né eh se for um paciente idoso a gente pode ficar ali nos limites inferiores né ali 1.2 tentar não passar disso e ele tá especialmente alimentos que são ricos em cinas como pitela bacon cabrito Car de carne de cabrito de carneiro que aqui
na nossa Região no Nordeste de uma forma geral consome bastante né Tem uma quantidade maior de cinas fígado língua rim miolo então assim eh vísceras de uma forma geral também devem ser evit eh ancova sardinha também é um é um tipo de alimento que tem muita cina não deve serir bacalar salmão também salmão também tem bastante ova de peixe mentil galeto e peru são os principais alimentos aí ritos em eh urinas aí a gente reduz Tá e por fim o citrato o citrato é ele é protetor né ele vai se complexar o cálcio e vai
inibir a formação de cálculos então a presença de citrato é é é positiva né e o citrato é oxidado para formar bicarbonato no fígado e atua como alcalinizante da urina também gerando um ambiente Ali vai diminuir essa esse processo de litogênese então a presença de citrato é positiva e quando a gente faz a o exame de urina e a gente vê a Hipocitratúria é um fator de risco tá no caso aí ela é Ela é protetora Então as frutas cíclicas e algumas não cíclicas e vegetais são alimentos ricos em sit trato tá então a gente
sempre inclui na dieta porque são fatores protetores e aqui só alguns alimentos né que tem bastante limão laranja melão também é um alimento tem bastante cado a gente sempre deve incluir na alimentação e o básico né que é a Ingestão de líquidos então quando a gente tem uma produção de urina menor esses componentes eles ficam concentrados então a chance de forar cálculos é maior quanto maior a ingestão hídrica mais solubilizado vai ser né e maior a chance de eliminação e até mesmo de eliminação de pequenos cálculos antes que eles cresçam e se fore cálculos maiores
a produção de a ingestão de água vai favorecer a eliminação mais fácil desses cálculos que são menores né Eh e para idosos principalmente às vezes é bastante difícil né a ingestão de líquidos de forma adequada porque eles suem muita sede às vezes esquece até a gente na nossa rotina às vezes que a gente sai e leva a garrafinha de água fica o dia inteiro sem beber água de forma tranquila né mesmo que na nessa região que é quente a gente ainda às vezes faz isso eh uma dica que pode ajudar algumas pessoas que TM dificuldade
de ingerir muita água é água Aromatizada né colocar as frutas gotinhas de limão Gotinha de laranja colocar laranja cortada limão Então isso acaba ajudando um pouco para quem gosta aí de água salizada pode ajudar e ainda contribui PR pro aporte de citrato aí alguns alimentos que também não devem ser consumidos eh com em quantidades exageradas porque podem contribuir pra formação de cálculos é o chá preto e o chá mate porque os dois né T al teor de Oxalá e então a gente vai consumir com Bastante moderação e de preferência é com leite porque aí o
Oxalato se liga o cálcio e não é nem absorvido Então mas qu para quem gostar né de chá com leite [Música] acho que eu preferia não tomar do que tomar chá com leite mas e a cerveja apesar do efeito diurético da cerveja né ele tem alto teor de cinas então também é um fator que contribui para cálculos Nossa pior parte essa aí porque só de dizer não pode parece que você ass meu Você esquece né aí dia quente gelada eu saí com meus amigos aí assim um copinho mas eu falei meu primo disse que ou
eu Tom uma cerveja porque meu primo ele me tratava assim não comente ele tratava comente mesmo ele fal você quer ficar internada não querida misericórdia aí convenceu né convenceu na hora foi do mes mas realmente tem tem tem muita Purina Então não é um alimento que deve ser consumido né refrigerante também a base de cola ou cont de flos Também não devem ser consumidos e porque a frutose aumenta a absorção de cálcio também e por conta do aumento da our saúde Então são alimentos industrializados né que a gente deve evitar de qualquer forma dúvidas ó
eu vou fazer o seguinte eh a ira como é uma uma uma doença associada a estresse metabólico eu vou falar no Próximo módulo tá que a gente fica só aqui com as crônicas com as Situações mais crônicas E aí antes de falar de doenças críticas aí falo doira que faz muito sentido ali porque são situações muito correlacionadas tá [Música] eh D então na prova a gente vai ter eh doença arterial coronariana tá para vocês lembrarem lá e diferenciarem a tá aí a cardiopatia istmica crônica A Síndrome Coronariana Aguda né que é o infarto o AVC
a doença renal crônica a síndrome nefrótica né que a gente vai focar ali na reposição da proteína e eh a litis E aí tem todas essas questões dos cálculos constitu e tudo mais pode falar fros do da liti a gente vai levar as diretrizes já da renal ou tem diretri lá não tem nada sobre litis a gente não tem diretriz sobre liti não tem nada o que a gente tem assim eu eu não sei se eu já coloquei lá lá no alguns Capítulos de livros que falam sobre isso mas a Diretriz mesmo não fala de
causas tá bom dúvidas Deixa eu fazer chamada aqui e a monitoria vocês estão indo mas essa semana vocês vão né não se [Música] [Música] Gabriela giov [Música] Car Lorena [Música] [Música] não Natália pres pa Ju [Música] verica 15 é entre TR E aí tá falando já fal tratamento conservador de forma [Música] geral n aí chegou na hora do amém amém