Fala pessoal, tudo bem? Esse é mais um episódio do BBC. Aqui quem fala é Leo Costa. Aqui quem fala é o Lucila Costa. E hoje a gente vai ter um episódio um pouco diferente nesse canal. Hoje nós vamos falar de uma coisa incrível, vai ser sobre solidariedade, sobre correção de desigualdade e sobre esporte, em especial o esporte que eu tanto amo, que é o tênis. A gente vai conversar com Adriane Carvalho, que é a pessoa que Coordena o lindo projeto Raquetes para a vida. Eu peço que todo mundo fique aqui, que vocês vão amar ouvir
a história dele. Galera, antes de começar esse episódio, eu vou te pedir duas coisas. Primeira coisa, você tem que seguir o canal do BBC no YouTube para que agora bota uma pausa, aperta o botão seguir e segue a gente. Nós vamos bater 100.000 pessoas nesse canal em breve. Eu espero que até antes disso, que eu fiz uma campanha lá que a gente queria 100 Episódio com 100.000 seguidores. Ajude a gente a chegar nessa meta. Se tiver 120, 130, 1 milhão, milhor. Tem problema. e agradecer ao nosso patrocinador do PEBC, a MedCof, a melhor escola de
preparação de médicos e estudantes de medicina para passar em concursos públicos, provas de título e prova de residência. Se você tá preocupado que a concorrência não para de subir, se você fizer na Medicop, você tá lá dentro, tá bom? Segue a Medicopia aqui na na nas descrições aqui do vídeo E do áudio e use o cupom PBC, caso você queira conhecer os cursos deles. É isso aí. Vamos começar o [Música] episódio. Queridos amigos do PBC, esse é um episódio diferente e muito especial, em especial para mim. Eh, você é totalmente egoísta nesse episódio. Eh, para
quem não sabe, eu joguei tênis, eh, eu disputei o Campeonato Brasileiro Juvenil por 6 anos. Eh, muitas coisas que a minha vida me deu de boa veio do Tênis. meu meu comportamento como pessoa no trabalho, etc. E eh claro que eu não virei tenista, todo mundo deu para ver, não não deu certo de tudo, mas tentou, mas tentou. Tentei, tentei, tentei. Sou geração, sorte, sorte a sua, tá vendo? É, sou geração Google, sou de 76. Eh, inclusive já joguei contra ele. Eh, é essa mesma mesma idade. Exatamente. É isso aí. E aí, cara, eu tô
falando paraa Lu tem uns 10 anos. Lu, eu queria muito embarcar em algum projeto de Solidariedade para ajudar as pessoas e tudo e nunca encontrei um negócio que tinha a minha cara, né, Lu? A gente falava, a gente ajuda um monte de gente, né, Lu? A gente ajuda um monte de gente. E aí, cara, um amigo nosso aqui do condomínio, Rafael, me mandou um link de um podcast e falou assim: "Isso aqui é um soco no meu estômago". E me mandou. E dali a gente fez uma série de coisas que eu não vou contar, depois
eu conto. E aí eu conheci esse cara, esse é o Adriane. Ele é o gestor do Raquetes para Vida. E nós vamos conhecer o Adriane hoje, porque ele tem um projeto simplesmente incrível e eu queria muito que vocês não só prestasse atenção na história dele e divulgasse paraos seus amigos a sua história para que a gente conseguisse chamar a atenção pro projeto do Adriane. Adriane, muito obrigado por você tá aqui. Antes você fala tudo que você vai fazer, parabéns pelo projeto. Conta um pouquinho sobre você e apresenta o Projeto pra vida e nós vamos bater
um papo aqui. Bom, primeiramente é um prazer enorme estar aqui, né, com toda a notoriedade e alcance que vocês têm, mas mais do que isso, a gente consolidar uma amizade que ela começou numa ação social, né, que já deu met ali, que a gente já comunga de dos mesmos valores e descobrir que você foi tenista contemporâneo de vários colegas meus também. Então assim, foi uma conjunção de de que eu faço seus maravilhosos Acasos da vida, né? E a minha vida é pautada disso. Então, eh, agradecer, Lu. Obrigado por por esse canal, por você tá dando
voz a nós, né? E que a gente seja a ferramenta para dar voz para o que vocês têm de de empatia ao próximo, de doação, de de valores, né, desse pertencimento com as pessoas. Então, para nós é uma honra, para mim é uma honra e uma responsabilidade muito grande. Então, eh, parabéns, seu canal sensacional. Eu tive o privilégio, Através daquela ação, começar a conhecer o trabalho de vocês. Eh, vai, corrobora muito com o que eu prego no dia a dia no trabalho, de atualização profissional, de estudando. Então, mas vamos lá falar do projeto, né? Raquetes
paraa vida começou em 2019, né? Um projeto social, né? A gente é uma organização da sociedade civil, eh, popularmente conhecida como ONG, né? a gente tem ela regulamentada, tudo direitinho. E ela começou da do que pulsava em mim de Devolver um pouco pro esporte o que o tênis me deu. Eu sou de família muito simples, comecei como gandula, como pegador de bola, imagina 10 anos atrás de uma família que eu não teria a menor possibilidade, a menor chance de ter acesso à modalidade de tênis e aprender a jogar tênis. Essa palavra, esse esporte, ele nem
faz parte da cultura da da do imigrante, né? Né? como a gente nordestino, não faz parte, infelizmente, né? E e aí por causa de um colega nessa História tão engraçada que ia pra escola, cara, o moleque ele era mais meu pai, pô, ele era tinha uma condição social muito pior que a nossa dela se passava bem dificuldade mesmo, né? Mas esse moleque comia todo dia x salada no na cantina do colégio. E eu falava: "Não é possível, cara". Eu falei: "Então, [ __ ] essas coisas eram muito distante, sflé, essas coisas, sem fazer mech aqui
era muito cara". A gente não tinha acesso a essas coisas. E esse moleque Começou a me incomodar, cara. É da minha casa, Renatinho. Aí eu falei, um dia eu perguntei para pô, onde é que você arruma dinheiro para comprar, né? Que eu sabia que eles passavam necessidade. Aí ele falou: "Cara, eu pego bola na academia do lado da sua casa. Tinha uma quadra particular do lado da minha casa. Aí eu falei: "Pô, também quero". Aí coincidente bem, deu umas duas semanas surgiu uma vaga e ele me chamou e eu comecei a pegar a bola. E
nisso eu tive Meu contato com o tênis. Aí eu comece vi os professores se vestindo bem, com carro, assim, uma mobilidade social muito distante da minha realidade, muito assim, muito, muito. Então, achava que esses caras todos eram ricos, né, de uma riqueza que eu não conseguia ver essa mobilidade dentro da minha família, né, infelizmente na época. E aí, pô, eu falei: "Quero ser professor de tênis". E eu comecei a tentar aprender a jogar para ser professor de tênis. Nesse Inteirinho eu comecei a jogar direitinho e me desenvolver através de esporte, pegar amor, mas eu não
pensava em ser atleta. Nesse me desenvolvia, comecei a jogar bem, né? Dormi muito em rodoviária, dormi banco de de praça, vestiário de clube, pulava o clube. Era um mundo menos hostil do que hoje, né? A gente consegui hoje você domina rodovel, você acorda, você não acorda, né? Você não acorda, você acordar pelado, tá no lucro, né? Eh, o mundo mudou, né? tinha Um pouco de romantismo de viiava escondido, mentira pro meu paraos meus pais que tinha hospedagem, que tinha alimentação. Mentira, nunca passei necessidade em casa, né, alimentar. Mas quando viajava passava, porque não tinha dinheiro
para para almoço, para janta e eu falava que tinha gratuidade. A gente se virava ali com mais dois, três amigos, a gente fazia essa aventura. Comecei a jogar bem, eh, comecei a ter bastante resultados e em pouco tempo e Algum tempo depois eh as coisas começaram a mudar, tive o patrocínio e, pô, tava jogando viajando, aí conheço 11 países jogando tênis diversas vezes, quase o país todo. E pude estudar através do esporte. É muito legal conhecer pessoas, toda a minha formação, cultura, meu desenvolvimento eh não só técnico, né, longe disso, mas o meu desenvolvimento eh
emocional, eh de estudar e tudo vê através do esporte. Então essa a minha formação toda de Valores, né, de como uma pessoa foi através do esporte e não tive essa frustração, pude estudar, né, fazer faculdade, tudo através do tênis. Então essa esse final que é trágico para 95% dos profissionais do tênis que dão aula, que tentou ser profissional e não conseguiu, preciso de ser. Para mim foi feliz porque eu sempre fui uma criança que eu quis dar aula de tênis, sempre quis ser professor de tênis. Eu tive oportunidade de ser atleta, o que me Ajudou
muito na minha formação como profissional, né, como profissional da área, inclusive de me formar, de estar em contato com atleta, com profissionais de alto rendimento, né, de ponta, mas não foi, não sou frustrado que não foi jogador. Uhum. Né? Então eu curti essas fases todas e absorvi muito bem a questão da de ser um profissional da área de tênis. Gosto muito de estudar. Hoje sou técnico master no Brasil. São tem uns 40 profissionais que tem essa Formação hoje no país. O Brasil é celo ouro na no desenvolvimento profissional de tênis. É uma pena que são
sempre as mesmas pessoas que tão fazendo isso, né? Deveria abrir mais. Eh, o número é pequeno, apesar de ter essa essa essa certificação que são nove países apenas tem no mundo. Argentina entrou agora é o nono. E então eu pude ter o privilégio também de ser técnico master, sou embaixador de algumas marcas. E essa é um pouco da história da do do coiso. E Aí eu tive boleiros pegadores de bola que jogaram tênis comigo e que pudesse desenvolver que hoje dar uma aula que consegui se desenvolver. E em 2020 que os tratados de erradicação do
trabalho infantil foi banido os os boleiros. Oh, não sabia. É 2020. Não tem nenhum clube no Brasil pode ter mais porque é trabalho infantil. Então ECA assim, a gente não é a favor do trabalho infantil, tá? Mas uma coisa, uma coisa, acho que outra coisa, outra coisa. você Tirar a criança do farol, tirar a criança do trem, de locais insalubres da da pista, enfim, eu acho que é importante, não tenho dúvida alguma, mas essa criança periférica, essa criança imigrante, essa criança de um que não teria nunca acesso à modalidade de tênis, como eu e inúmeros
colegas que são profissionais do tênis hoje, eh você tirou também a oportunidade de estar num local onde as pessoas estão pensando em saúde, em esporte, em lazer, ela tá Tendo outras referências pessoa de coisa ruim para colocando no lugar num lugar bom, né? Isso. As pessoas pensam de saúde, os soft skills que estão na moda, né? Essa as pessoas desenvolvem no esporte no dia a dia no tênis, que é a respeitar as regras, a hierarquia, a honestidade, o fair play, a resiliência, quer dizer, tudo isso o esporte te molda. E você tirou essa oportunidade, essa
criança de ela ter acesso a uma modalidade considerada elitista, né? que Não que que que não tem a cultura paraa modalidade no país, infelizmente. E você baniu, então só que continua as crianças nos faróis, continua as crianças em locais salubres. Eh, o ECA ele tem, ele é muito bacana, mas num papel na prática, infelizmente o estado não entrega aquilo. Então, a frase tão bacana, Adriane. Assim, eu tô te ouvindo falar e e tirar essa oportunidade. Recentemente, eu tenho uma filha, minha filha mais velha, ela tá apaixonando com O mundo do esporte através da ginástica artística.
Eh, e ela conheceu uma fã dela recente, que é a Flávia Soares, né? E a Flávia falou exatamente essa frase que você falou assim, que o esporte ele tira muitas crianças, muitas crianças até de de baixa condição financeira de um de um ambiente hostil para ficar num ambiente totalmente assim mais saudável, que o esporte ensina muitas coisas. E ela falou exatamente a frase assim de não se frustrar, de não ser talvez um Atleta olímpico. Porque muitas pessoas que entram no esporte pensam assim: "Se eu não for um atleta profissional, eu me considero um fracassado". E
a visão dela é exatamente a sua, o quanto de pessoas ao redor dela, ao longo da carreira dela, que ela conheceu, que o esporte foi uma porta de entrada para um sucesso, que não o sucesso olímpico, mas o sucesso de poder trabalhar na área, de poder ser um profissional da área da saúde que atende esses atletas, de Trabalhar com o esporte, não diretamente sendo atleta, mas que isso tirou a pessoa de uma condição de vida e colocou ela em outro patamar graças ao todos os aprendizados que que o esporte trouxe para essa criança. E essa
fala me relembra exatamente da forma que ela colocou. Isso. Eu sou eu sou fruto eh diretamente da tua oportunidade da transformação através do esporte. É isso. E a gente deixa isso bem claro no projeto que a nossa ideia o que que é o Tênis ele é um meio, ele não é o fim, ele é um meio de transformação. Porque quando porque entender que todo aquelees valores que a gente, a nossa ideologia, a nossa metodologia que a gente aplica lá no dia a dia é para fazer vencedores das quadras da vida. Claro, porque o fato dele
não ser um campeão não quer dizer que ele seja um derrotado. Ele pode ser o menino sair daquela modalidade, ele pode, a ideia de mostrar que através do esporte ele pode ser o Que ele quiser na vida. É difícil quebrar bolha. É difícil, mas é possível. É possível. Possível. Ô Adriane, deixa eu dar um pitaco aqui. Muitas pessoas não conhece o ecossistema do tênis. Do tênis. Tênis é um esporte elitista? Sim. É. É. Sim. Eh, eu me veio três ou quatro nomes de pessoas que foram boleiros, gandula de quadra de tênis e que viraram donos
de academias de tênis. Vou falar um nome para para mandar um beijo para esse cara, o William Lá de BH. Esse cara que foi meu car, querido amigo meu, o William foi um dos, eu fui um dos primeiros alunos, ele ele era rebatedor na equipe de tênis do Iart Tênis Clube, onde eu era sócio. Eu lembro ele chegando numa barra circular, aquela bicicleta, que ele não sabe o que é barra circular, digita aí, com uma raquete metal class, uma raquete de metal pesada e ele não sabia mal arremessar uma bola pros meninos bater, Ele era
rebatedor, tá? Ele começou como gandula, virou rebatedor, hoje ele é dono de academia de tênis, é um jogador primeira classe, ele cuida da família dele, técnico, grande técnico, o filho dele tá indo super bem e tal. Me vê um outro nome, não sei se vai lembrar, Cristiano Oliveira, lá de BH, ele é técnico em Portugal, trabalha na Europa, com eles feminino, tá na Espanha. Tá na Espanha. O Cris, cara, eu tive aula com o Cris. Conço, eu conheço o Cristian, Tive, a gente tem muito amigos em comum. É, é. Você tá vendo como é que
é louco? Então assim, me vê esses dois nomes, porque são pessoas que eu posso falar com propriedade porque eu joguei com esses caras, eu bati bola com eles, eu tive aula com eles. Então assim, eh eh eh se e se tem um esporte que dá a chance de alguém entrar, todo rebatedor de tênis aprende a jogar tênis, aprende a bater na bola e de repente você tá sem adversário no dia, fala: "Ô moleque, Entra na quadra comigo aqui, bate uma bola com amigo". o menino bate bola e ele vai jogando e o bicho é viciado,
ele fica lá jogando. De repente esses caras viram rebatedores, viram professores, viram gestores de academia e e eu nem sabia dessa história, entendeu? Não é uma crítica ao estatuto da criança e adolescente, mas eh eu lamento também, cara. Eu eu vejo isso aí com, né, lógico que a lei não vai conseguir pegar os tentaram fazer acordo com o Ministério Público de De toda maneira, não teve jeito, não teve jeito. Aí c então desde 2020, então o que que tá acontecendo? E já tá tendo um déficit enorme de profissionais para atender e nas grandes centros, tá?
Em BH, em BH com o super colega meu Robertinho, vice-presidente da Federação Mineira de Tênis, tem uma escola excepcional, não, tendo problemas profissionais, isso é grandes centros. Imagina, nós estamos desenvolvendo um mais médicos do tênis, porque ninguém Quer trabalhar no Chavantes do Norte de Tá Pipoca. O cara estuda, forma o filho dele para trabalhar na capital, né? Então hoje você imagina Minas Gerais que tem acho que 900 cidades, municípios, São Paulo 645 já tá tendo déficit, porque o menino que vem numa classe média alta, que joga tênis ou a classe, né, da elite, não vai
querer ficar 10, 12 horas na quadra no sol, né, sabe? Vai montar a academia dele, enfim, vai tentar fazer e não tem mercado. Então, Tá tendo faltando mercado, eh, gente, para poder ter essa essa mobilidade social. É impressionante. E a nossa ideia mesmo falando é isso a lei foi em 2020, 5 anos são é uma oportunidade de novas pessoas e preenchendo vagas no futuro e vai dar um buraco ainda maior porque eh são crianças que estão ali se inspirando e e e talvez construindo carreiras que num futuro vai faltar treinadores para para tantas. Não, já
está já está faltando porque tá eu tô Mais perto do fim do que do começo, né? Não tem jeito. Uma questão é é a linha, né? é, é, é a linha da, é cronologia de vida e é assim que funciona. Então, tá faltando muito, muita gente e e a nossa ideia no projeto é justamente desenvolverse, começar a desenvolver esses profissionais para pro mercado. Legal. Porque por mesmo que não seja uma pessoa de ponta, então a ideia que eu mostrei quando a gente leva agora levando uma molecada pro Rio Open, eh, o Que que é? Não
é só ver o jogador de tên, isso é é um menos, né? Nem não é a cereja do bolo. A cereja do bolo nossa que a gente que a gente entrega para eles é levar essa primeiro, pô, a gente ia para uma excursão na escola, você ia, sei lá, no zoológico da sua cidade, a mulher a gente já ficava, um filho nosso vai para excursão, é uma semana você pode pedir para ele arrumar a cama e lavar a louça, que ele lava a louça, ele corta a grama, ele varre para não perder Excursão. Você imagina
você pegar crianças que nunca viram à praia e levar para pro Rio de Janeiro, que é uma cidade linda. A gente leva pro Cristo Redentor, pro Pão de Açúcar, crianças que nunca comeram numa rede de árabe, para não falar o nome, foram nunca foram eh atendidas, pô. E você leva, pô, agora vai falar que é dos parceiros, levando cabana hambúrguer, super hamburgueria e comer do bom e do melhor, atendido, as pessoas atendendo, recebendo, eles sendo Recebidos com amor, com carinho. E a ideia é fazer o quê? é mudar para impactar a criança. Não só a
criança, mas a família isso reverbera na na no bairro da favela inteira, porque esse moleque volta alucinado e chega no torneio, a gente a gente não quer mostrar lá o o Isvo, o Alcaraj Cajões que que já tiveram os meninos ou o Fonseca esse ano. Não, mas falar que olha, tem um árbitro de linha que começou também de boleiro, tem o Fisioterapeuta, tem o caminho do marketing, tem o jurídico, tem mostrar tem o pessoal da imprensa, fomos entrevistados, mostrar o pessoal que vende a que faz os programas da da Fab, por exemplo, que faz os
pacotes e mostrar toda a indústria do tênis que o fato, exatamente pegando o gancho que a Lu falou, o fazer não ser um campeão blistado dentro da quadra, ele pode ser ele pode ter muito mais sucesso fora do que aquele próprio atleta que tá ali Dentro. Exato. Porque isso também é uma oportunidade de emprego que tem para uma pessoa que entende sobre o esporte, porque todo esporte você precisa de trabalhadores que entenda do esporte para pegar aquela vaga. Então são oportunidades de empregos que que uma vez conhecendo o esporte diferencia de outra pessoa que não
conhece o esporte, que teve oportunidade de conter. A gente tem um grande amigo meu, João Cozaque, que ele é um psicólogo tem pós-doutorado Em psicologia do esporte, né? Fiz a extensão com ele e ele fala: "Não adianta você pegar o profissional, tem que conhecer para trabalhar com o tênis do esporte", ter tem que conhecer o cheiro do vestiário. Uhum. Né? Não dá por mais, não dá para ser só o acadêmico e não sabe que quer sacar 15:40 com sol na cara o segundo serviço, né? Verdade. Então ele Ah, pois vai atender uma teta de golf.
tem que entender as regras do golf para entender as situações do Esporte que isso você não vai aprender nunca na num papel, né? Por mais que você academicamente você não vai saber o que que quer jogar um campo com o buraco, tá escorregando a grama e segurando. Então tem toda essa esse profissional e assim a questão de mobilidade, né? mobilidade social, porque esse moleque, essa criança, ela consegue em pouco tempo mudar completamente a história da vida, da família dela. Eu não tô sendo, eu não tô Exagerando não, sabe? A gente tem hoje quase 70% do
nosso público é fem eh a mãe tenedora dos lares. É mãe, é a mãe é mantenedora, sabe? Não tem pai, tem criança lá que tem 13 irmãos. Mãe com 40 anos de idade, sabe? É, é um mic. Quantas crianças hoje estão dentro do programa do projeto? 2 267 267 crianças. Onde que estão os Onde vocês estão lotados? Onde onde acontece o o programa? E os dois polos em Itapevi. Temos dois polos em Itapevi e Um em Santana de Parnaíba. Mas a gente não tá em Santana Paraníbal Favile, tá? É Santana, Paraníba, fundos mesmo. A gente
a gente escolhe a dedo, onde o estado não chega, não tem interesse chegar ou não quer chegar. Enfim, é nosso experetiza é ir lá, porque a gente descobriu nesses anos que para eu trazer o menino, vamos lá, eh, vamos dar um exemplo, trazer o menino do morro para levar pro pro Joker Clube no Rio de Janeiro, é mais barreiras que a gente Coloca, é mais dificuldade, transporte, alimentação, exposição à sede, exposição à violência, exposição a a ao calor. E essa criança hoje de 9, 10 anos, infelizmente como a mãe é mantenedora do lar, essa criança
tá cuidando do irmão de 5, quatro abaixo. Então para você tirar, você não consegue tirar essa criança por muito tempo da casa dela. E fora que tem que desar os cachorros caramelo no caminho também, né? Os cachorros caramelo. Então, eh, e essa Criança da favela, ela tá perdendo a infância dela. Pelo menos que eu falei, pelo menos nessas as duas horas que ela vão no projeto, ela exerce o direito do lúdico de brincar. E a gente sabe da importância que é o brincar no desenvolvimento da criança, não infância, na na pré-adolescência, na adolescência, a interação
social, ainda mais hoje. A mãe da da favela prefere que o moleque fique em casa trancado na tela, no touch, do que tá na rua, porque Ela não sabe com quem tá, tá, o filho tá exposto. É, exatamente. Então, pra gente quebrar, a gente tem que entrar na família. E é difícil, cara. Aham. É difícil você conseguir que chegar nessa mãe que sai de casa. Se eu saio às 4:20 para trabalhar para daras 5 horas da manhã, imagina ela para poder abrir o condomínio às 5. O cara da portaria da segurança, ele saiu às 3
horas e vai chegar em casa tarde. E se não chover, né, que São Paulo aqui chove para o Mundo. Então, eh, como é que essa mãe, a mãe quer que o filho fique, a gente é questão de empatia. Você você prefere que seu filho ficasse sua casa que tivesse na rua brincando. O mundo mudou, não é? O nosso mundo que a gente ia brincar voltava quando escurecia, né? Tinha tinha uma regra universal. escureceu, tem que voltar para casa. Uhum. Então, a gente tem que conseguir a confiança dessa mãe e é um trabalho de médio e
longo prazo que a gente consegue Na recorrência do dia a dia, porque eu ia lá fazer agora vai ter Páscoa, ah, vamos fazer uma ação de Páscoa, tá legal, dá um ovo, dá ovos, tal, bacana, mas, né, o cara dá com uma mão, hoje em dia, assim, dá com uma mão e tá registrando, fazendo conteúdo com a outra, néum? E a gente tá na recorrência, então a gente tem, vai pegando a confiança das famílias. para poder que a gente tá olhando ali e a comunidade cuida porque sabe que a gente Tá lá, né? Então assim,
no começo da comunidade, Adriane, como é que foi a estratégia? Você chegou lá um dia e falou com um líder lá da comunidade: "Me empresta um lugar aqui, eu vou botar uma rede, onde que acontece as aulas de tênis pra galera?" Então, a gente a gente usa o espaço público, a gente se adapta, né? né? Então a gente tá hoje, por exemplo, em uma unidade, a gente tá na no projeto Areninha, que é o campo de grama sintética, que é um projeto do Governo do estado, que algumas prefeituras pleitearam, né, e fizeram várias unidades. A
gente vai montar ele adapta lá, mas eu vou te responder essa pergunta sendo bem objetivo. Aí outra a gente cometiu uma unidade que era um estacionamento de uma igreja. Cara, o que mais tem na favela é igreja. Igreja, né? A igreja dega o que mais tem. E aí, pô, aqueles pisos lisinho, asfalto, fala: "Cara, isso aqui dá para botar uma quá de três, só tem culto à noite. Então A gente vendeu, vê o pit e o cara adorou". Porque aí você traz a comunidade para dentro da igreja, atende a comunidade da igreja e você chega
no boca a boca ali no social. Mas aí como é que você chega? A gente tem que chegar assim, eh, a primeira escolhe uma unidade que a gente abriu, a gente falou na época com o presidente da Câmara, fala: "Onde que tá, onde que é o onde vocês estão tendo problema?" O cara falou: "Nossa, tal lugar, tal". Tipo, Eles não dão conta, não conseguem entrar, o estado não consegue entrar, não consegue ter câmara de segurança, nada, nada. Então, bom, vamos lá. Você vai, vai no comércio, pergunta, só sempre tem uma associação de moradores, tenta falar
com com a associação que tem um contato de quem manda do outro lado. Uhum. E aí tem, você explica o que que é o histórico, o que que é o projeto, pessoa convenceu, achou que é legal, que é para criança, fala que é gratuito, vai Cobrar nada. A gente traz todo o material, explica que, pô, o pessoal fala: "Tên, mas eu não tenho futebol." Primeira coisa que pergunta, mas não tem futebol? Não tem futebol, tudo é futebol. Aí você fala que não, porque só o futebol só atende dos meninos, as meninas não vão muito, né?
A gente vai quebrando. Bom, aí você marca reunião. Esse dia, foi um dia assim muito eh marcante para mim. Tá na reunião, tinha seis celulares, apareceram três caras. E Aí, salve salve. Eu não sei se o cara tá em Brasília, se tá na ONU, um pouco me importa tá no presídio, se tá no, enfim, no executivo. Aí você explica o que que é o projeto. E aí no outro dia, nessa quadra de futebol, imagina, cara, tinha time de fora, sabe aquele time faz dois, entra e faz dois, entra, sai, né? Tipo 15 cara de fora,
lotado, tudo grandão. E aí eu falei: "Olha, como é que eu vou fazer? Amanhã vai começar, só que eu preciso um favor. Como é que vai liberar A quadra das 10 horas da manhã às 4 horas da tarde?" Tipo, os caras vão me pegar na paulada aqui, né? para jogar tênis com um monte de criança pequenininha. Não, fica tranquilo que amanhã 10 horas a 4 tá liberado para vocês até às 4. Olha, nunca tivemos um problema zero. Você encosta o carro com material, todo mundo já saiu. Todo mundo já saiu. Ninguém tentando entrar até às
4 horas da tarde jogando. O pessoal respeita. Por quê? Porque a gente tá Atendendo o que acontece. As pessoas eh São Paulo é organizado, né? São Paulo é uma facção só de frente do Rio, de Brasília, que tem brigas e tem mais milí. São Paulo é organizado. Então o que acontece? O pessoal que dá lá, eles não querem problema, eles não querem que os filhos deles sejam usuários, eles não querem que o vizinho use. É claro, porque como é uma dependência química, o cara pede o senso, né? A alma do cara é arrebatada e começa
a roubar em casa e Rouba do vizinho, rouba da comunidade e aí traz problema e coloca em evidência. Então a gente trabalha lá, tá atendendo os filhos deles, os sobrinhos, os primos e na recorrência. Então a gente é muito respeitado. Eles querem ajudar até financeiramente a gente de hipótese alguma aceita nada, né? Pô, eu não quero material não, não, tá tudo bem, não tava tudo bem, mas a gente fala que tá tudo bem porque para não misturar as coisas, né? Então a gente trabalha e eles sabem Disso. Então respeitar as regras. Você vai entrar no
bairro, ter que baixar os quatro vidros do carro, pode estar chovendo, não importa. Mas um dia eu perguntei: "Pô, mas você já não sabe qual que é o meu carro? Vem sempre com esse s com o outro." E aí? Falei assim: "Pô, penso não, eles vão senão polícia pode fazer dublê com o seu carro que apareci. Se a gente se a gente faz para entrar para entrar em empresa, imagine pro policial fazer o acesso é muito mais Fácil". Então é só seguir as regras que é entrar direitinho, sair, não teve problema nenhum. Zero problemas, nunca
teve problema assim nada. O quase que o narco estado, né? Funciona assim as regras. Eh, teve uma vez que tava assumindo bolinha, foi só vez engraçada. Foi a única vez uma mãe falou: "Pô, lá no prédio tal tinha um menino com as bolas, pedi para devolver, tava com seis bolas e aí o cara coincidentemente chegou, ele falou: "Pô, e aí tá tudo Bem?" Então eu falei: "Pô, tem um menino lá no prédio pegou umas bolas, a mãe do fulano pedido e não deu." Quem é? Daí eu falei: "Não, segunda-feira essas bolas vão estar de volta."
Falei: "Ah, tá bom. Só dar um toque para ele e tal". Segunda-feira o cara, aí eu abri, falei: "Ó, porque é uma bola que custa R$ 20 na época, né? Peguei, mostrei para ele no na nor assim no celular, né, as bolas eh didáticas, né, bola vermelha. Aí falou: "Não, segunda-feira as bolas vão estar Aí". Ele me trouxe 30 bolas, 10 pacotes. Tomei um susto fechado. Ele falou: "Não, que não pegamos os moleque e eles foram trabalhar no fluxo". Falei: "Como assim?" Falou: "É, quer ter um ter um bante sexta sábado domingo ter os horários,
ajudar a montar as barracas, desmontar, limpar tudo na sexta, no sábado e no domingo até terminar 2 horas da manhã. E aí falei com o colete do vacilo, falei: "Como assim?" É, é o colete do vacilo, é Um colete cinza para toda a comunidade saber que eles vacilar, que eles pisaram na bola. Então assim, cara, e não tem impunidade, funciona redondinho. Hoje se o moleque achar nunca mais sumiu uma bolinha. Oi. Não, na segunda-feira, eu quero achei a bolinha. Tô aqui, ó. Já devolve a bolinha. Registra aí que eu te devolvi a bolinha. Então, funciona
bem. Entendi. E e as crianças rapidamente aderiram ao projeto. Como que foi o início do Recrutamento dessas crianças? Ah, no começo eles chegam querendo, querendo futebol, né? Ah, futebol, futebol. Mas aí, infelizmente a gente muita gente, a gente pega muito pelo estômago, né? Porque a gente dá lanche, todos os lanches, eles têm lanche. Todos os treinos, todos os treinos. E é assim, é coisa boa. Empresa que é parceira nossa, eh, eles trabalham com atendimento ao consumidor, então tem todas as marcas do mundo são clientes deles. Então assim, Vem coisa bom demais. Vem, imagina coisa, vem
panetone trufado, coisa assim de primeira que o moleque nunca comeu. Vem chocolate 80% de cacau, tem um monte de coisa assim que o moleque vê só na televisão e olhe lá, você fica lá o fechado que a TV aberta só a bolacha barata, né? Ah, ô Adriana, mas aí o o menino chega lá, ele tem aula de tênis, eles se divertem, eles recebem um lanche, é isso? Toda todo dia, todos os dias. Não tem como a gente eh acabar no Meio da turma. Já chega vendo o que que o outros vão receber, que já sabe
que vai receber no final, porque muitos ali é o é o alimento, é o lanche que tem na tarde, que vai ficar até sem comer. Tem criança que vai e divide e vai com irmã para para para dividir, para levar em casa. Teve um dia, um caso, a menina chegou, esse dia esse dia foi muito forte, né? As meninas chegaram, pensei que tava com uma boneca, né? Uma menina de sete, outra de c 6 anos. carregando Assim como que eu fosse uma boneca. Vi longe. Quando cheguei perto vi para Natal que é uma bebê de
se meses, 5 meses ou se meses, a irmã mais nova. Não, não. Eu vim pro treino. Uma ia ficar segurando a bebendo sol do além porque as duas iam treinar. Um, uma elas dividem o lanche, outro o lanche levam para casa para dividir com os irmãos. Oxe, porque ela que cuida da bebê, porque a mãe deve estar trabalhando. Isso não é é pesado. É forte. É forte. É Pesado. Ô, Adriane, como é que essa operação toda, cara? É porque eu fico pensando assim, não é simplesmente um conjunto de professores de tênis que compraram a sua
ideia e que receberam material esportivo. Depois eu queria que você falasse, agradecesse as marcas e tudo que te ajuda. Eh, eh, mas também tem uma questão alimentar. Então, assim, quando você pega o carro e sai para lá, você já sai com os kits de para pr as crianças comerem e com os materiais de Tênis e tudo, né? Deve uma logística pesada di uma logística diária. Você me falou que é todo dia. É hoje, hoje mesmo pela manhã. Ah, você você vai lá pro 120 que na favela do 120. Falei: "Não, tenho tem um podcast do
Léo." Nossa Senhora. Então, aí falei: "Pega Uber, né? Para pegar o material". A gente tem a sede, tem uma sede física em Itapevi que é em frente à unidade nossa a gente e aí só que faz essa logí, vai pra sede da sede e sai com material com todo o kit. A Gente tem uma empresa a online Cargo, tá conosco desde sempre e ela que manda os alimentos para todos os treinos. Não falta, não pode faltar, não tem como. Online cargo que chama, chamou online e saque de serviço de atendimento ao consumidor. Ah, você me
falou, cara, parabéns para eles, cara. Que coisa fantástica. Eles são são sensacionais. São sensacionais. São os queridos assim. Eh, o filho filho sócio da empresa jogou tênis alto rendimento, morou na Espanha, Foi meu atleta. Oh, né? E coincidentemente em Itapevi, quando eu vim para Alfavía 26 anos atrás, hoje é um cara, um homem, um executivo bem sucedido, eh, empresário, cara, pô, o cara sensacional, jogou muito tênis, parou porque se machucou, tavaando na Espanha e a família sempre ajudou o projeto, sempre ajudou, acredita, uma muito de confiança, de saber que a gente tá lá na ponta
mesmo, de não querer nem ir, tipo, de confiar, a gente insiste Para que eles vão, porque uma coisa a gente mostrar, falar outra coisa Quis a pessoa a pessoa vai e fica, vocês vão ver, vocês vocês vão ter o privilégio de ver aqui, fica impactado porque é muito legal. Aí a você falando sobre a a logística, então a gente vai leva o material para esses locais, a gente tem esses os kits, a gente tem hoje muito material e os professores não compraram a ideia assim, né? Na verdade, voluntária, eu e minha esposa. Nós somos Voluntários,
não somos remunerados, os professores são registrados, todo mundo recebe. Então, a gente tem hoje tem for pagamento, paga imposto sobre sobre todo mundo em cargos. Eh, começamos assim, então é tudo direitinho porque a gente não pode, porque a gente como instituição, as pessoas eh acham que quando você trabalha no terceiro setor, você tem que ganhar mal. Uhum. Sabe? Ou então o que a gente tem que fazer voto de pobreza. Olha, você trabalha no Terceiro setor, você tem que fazer voto de pobreza. Você não pode ganhar bem. Você não pode ter uma vida boa, você não
pode ter vida de gente, a gente a gente lidera pelo exemplo. Como é que eu posso estar com o meu professor mal remunerado, mal vestido, mal alimentado, sem ter um plano de carreira, sem ter um tratamento digno para essa criança? Se ele que vai estar na ponta diretamente pra criança, ele ele tá, eu tô aqui agora, eles estão atuando lá e não só Tem que ser uma pessoa. Quantos estão, Adriane? Oi. Quantos professores são no projeto agora? São quatro. Quatro. Cara, velho, que legal. Quatro caras. E aí, ô Adriane, esse esse material vem de onde?
Você recebeu de doação também os materiais? Muita gente recebe doação, mas a maioria a gente compra. A recorrência a gente tem com bolas mensais. Hoje a gente tem um parceiro que é a In tá entrando conosco agora, tá ajudando com bola, não só com bola, mas Também dando super desconto pra gente comprar. Eh, mas a gente, os materiais são praticamente todos nossos mesmo. A gente tá hoje tem muito material, vou fazer caixa, faço que os alunos ajudam, tem clientes que ajudam, a gente faz bastante ações aí para para poder tá tocando, né? Porque você tem
um tem um custo fixo alto, né? Fora o variável, né? De sede, de uma empresa, né? Você tem toda a parte de contábil, tudo, né? E a gente hoje a gente tá fazendo, você tem que profissionalizar a gestão. Uhum. Não dá para ficar passando sacolinha, né? A gente tem que ter uma questão de ESG para entrar na na nas empresas. Tem que ter uma a questão de de marketing para poder de de evolutiva para esse cara para poder compensar de retorno que seja institucional. Que então a gente tem hoje várias frentes que a gente tá
tá tocando porque a gente tá na mesa disputando com entidades renomadas que Tem extremamente estruturadas, né? que tem departamentos de captação não só eh eh governamental, eh empresarial, de ações sociais, de telemarketing, que tem que tem uma estrutura, né, a gente tá na na mesa brigando com brigando no bom sentido com com GRAC, com ACD, com institutos que são renomados, que estão aí há há 20, 30 anos, com profissionais, então o setor eh tá cada vez mais competitivo e que isso é bom que a gente que a gente sobe a régua e sobe a régua
No sentido qu de atender, de entregar melhor impacto lá na ponta, porque a gente vê nosso produto, vamos chamar depois, nosso produto social é a transformação, impacto. Então, a gente hoje também tem ferramentas que a gente consegue mensurar o impacto que a doação que vocês fizeram causam, causaram. Uhum. A gente consegue hoje mensurar com com ferramentas que que para poder a gente entregar. Maioria dos nossos apoiadores, cara, eu eu vou querer Mostrar, o cara quer me bater, fala: "Cara, manda, manda, vai catar aqui, né? nem quer ver prestação de conta, né? Ele quer, ele quer
o projeto andando, né? Não é pração de confiança, mas a gente manda da mesma maneira, tá? Tá documentado, porque a questão de quanto mais transparente, quanto mais você for melhor essa essa pressão de conta, né? Mais credibilidade você você alcança, porque infelizmente e as pessoas ficam falando: "Ah, tem muita ONG, ong O on Picareta". Cara, picareta tem vocês mais que ninguém sabe, né? Nós sabemos, tem médico picareta, tem pesquisador picareta, tem tem picareta, gente, mais uma índole, tem tudo lugar. Tem cara que você vai te só vai querer te operar, né, para para poder faturar,
para aumentar a receita. Enfim, isso é do ser humano, né? Então, cabe a nós eh ser o mais transparente possível, porque até porque a cultura de doação ela ela não tá eh ela não é uma coisa que faz parte da Cultura do brasileiro. Não se fala não se fala de doação no jantar, não se fala de o eh não tem não se fala isso. Os filántropos, por exemplo, você pega o maior filtropo do Brasil, o cara da Cirela, o é o sócio que é imigrante, que é o filântropo, que vai doar futuro dele e vida.
O pessoal da Claro é o filanttropo, é o sócio que não é brasileiro, que é o maior, que é o filântropo da empresa, porque são países que vieram de guerras, países que Passaram por por guerras mesmo, por dessas migrações, vieram, né, dessas essas eh e que precisou da ajuda do povo para se erguer, né, e ver o povo reerguendo um país, porque não é só um um estado que consegue pegar um país, é igual você deu o exemplo de guerra, sozinho, reerguer aquela nação. e transformá-la novamente numa potência, né? Então eles tem ele tem, ele
tem esse senso, por exemplo, e o próprio estado ele não te ajuda, ele não ele não ele Não ele não te incentiva a doar. Por se eu falar para vocês que a gente paga isss, se você me faz uma doação de R$ 1.000, eu te emito a nota para dar, porque eu tenho que emitir nota fiscal para dar entrada, justificar a entrada na na parte contábil bancária, né, na parte financeira, eu eu pago ISS imposto sobre serviços. Então, ó, o o estado, primeiro setor é o estado, segundo setor é o é o empresário, o trabalhador
que paga imposto, que já deu, já pagou, o Estado recebeu para poder dar o lazer para aquela criança para fazer para dar o esporte. Ele recebeu, o segundo setor pagou, aí o terceiro setor vai fazer o que o estado, o segundo pagou, ele recebeu não fez. Aí ele fala: "Não, pera aí, eu tenho lá, eu tenho lá 200 crianças na rua sem fazer nada, ociosa, eu vou, eu vou dar aula". Não, não é assim não. Você vai ter que abrir uma instituição, vai ter que ir lá na Junta Comercial, vai ter que fazer ata, vai
Ter que pagar R$ 1.000 de cartório, cada vez que vai mandar uma coisa no estatuto é uma paulada. É, e não facilita por aí. E aí você vai captar o recuro, vai captar. Não, eu não vou te repassar o dinheiro que eu recebi, que eu não faço, não. Você se vira. Você vai pegar, vai pagar nota fiscal, IR, ISS sobre eu pago IPTU. Eu falo essas horas, eu queria ser igreja, gente. Igreja, é, né? Pois é. Então ele não te incentiva. Então assim, ele já quer fazer, além de ele não Fazer, você quer fazer, ele
ainda vai te penalizar. Tu vai ter que ter registro no Conselho Municipal do Direito da Criança, que nossa fazer todo um um planejamento pedagógico, financeiro, cara, não dá para vocêar. Tem poucos, né? Ô, ô, Adriane. Então, assim, a burocracia é gigantesca. Eu fico eh Adriane, eh, eh, o tamanho do seu projeto não é pequeno, 267 crianças, mais funcionário, mais tudo. E essa operação, além dela ser Complexa, eu fico imaginando que ela é cara. Ela é cara para rodar o projeto. Hoje o projeto Quetes para vida, ele tá se ele depende muito de coisa externa, assim,
esporádica. Como é que você tá? que o o meu sonho de ver você, Adriana, falar assim: "Cara, o projeto roda, o projeto roda, ele roda, ele ele está rodando, mas ele rodar assim sozinho, eh, vindo grana de algum lugar e fazendo a coisa acontecer, cara. Então, essa também é o nosso sonho, né? É quase uma É quase uma, uma utopia. A gente se engana, a gente se se engana porque se fizer as contas direitinho, cara, é pauleira. Mas assim, a gente conseguiu um modelo, a gente tem um modelo, a gente tá fazendo um trabalho de
captação da um relacionamento institucional governamental, então ter ido paraa Brasília uma vez por mês, indo na Lesp, recebemos o prêmio semana passada, viu? Muito legal reconhecimento assim. Conta o prêmio. Oi. Conta o prêmio. O que que O que que significa o prêmio, como é que é o nome dele? Prêmio significa e através do deputado Felipe Franco, eh, que é que ele é atleta eh alterofilista, que ainda tá em atividade, é deputado estadual. É um prêmio na Aesp, foram 12 pessoas homenageadas, 12 eh 12 coletivos, né, para pessoas cham a força do esporte. Humum. Então, por
pessoas que fizeram diferença, cara, cada história que de maluco, de maluco. Imagina um cara que Tem a maior três maiores empresas de próteses para esporte que trabalha junto com o CPD, o cara perdeu duas pernas com 16 anos de idade. E ele falando na minha empresa, todo mundo que entra aqui tem que sair melhor do que entrou. Quem pode pagar, paga, paga porque não pode. E a gente tá desenvolvendo assim desse nível de pessoas. E foi muito legal, muito emocionante ver história de pessoas que realmente tem muita gente anônima fazendo trabalhos assim, cara, Excepcional, excepcional.
Eu saí de lá assim, eh, transformado, mais ainda assim, energizado. E muito legal poder contar minha história. Eh, consegui. Eu tô, galera, eh, pô, fiquei super emocionado, as pessoas se emocionaram que não contei também história, porque eu falei onde a gente está hoje, eu escolhi estar, é onde eu quero estar, que é lá na quebrada, na favela, é onde eu acho, onde eu me encontro, eh, onde acho que me o propósito de vida. Então, Assim, o projeto vai, a gente tá profissionalizando para justamente para quê? Para que ele seja sustentável. e Peren e que eu
falei a ideia não é a homenagem não é pro Adriane Carvalho, é o Raquetes pra vida, ele é muito maior do que Adriane Carvalho. Sim, né? E a ideia é que ele continue, n? A gente passa para essas crianças que elas sejam as mantenedoras, as multiplicadoras e as mantenedoras do futuro, que através do projeto elas possam se desenvolver de Forma plena, né? Porque a gente vai precisar de vários profissionais e a nossa ideia é formar esses profissionais lá, tá? levando transformação, levando oportunidade, porque ele tem um senso de com essa comunidade, né? Então a gente
é é a gente deixar é desenvolver isso dessas crianças, né? O amor e a gente tá conseguindo fazer isso muito legal porque eles são muito coletivos. Ah, que legal. perguntar se eles compram esse projeto, se você percebe que eles têm a Percepção que eles podem um dia estar do lado de cá, né, de virar o profissional do projeto, de trabalhar pro projeto, se eles já têm essa visão, tem essa visão, porque a gente faz essa essa essas eh essas essas excursões que a gente faz eh elas são muito impactantes para eles, pô. Levamos no B
de Cup, já levamos no Cabana Burg, levamos em pizzaria assim, pô, renomadas em São Paulo. E aí e sempre levando a questão de transformação, de falar com o dono, que O dono que era o cara que é selfimate também. Coincidente que essas pessoas têm muita empatia com a causa, né? São pessoas que tiveram oportunidade na vida e que hoje eh hoje eh hoje quero dar oportunidade para outras pessoas também. Então tem esse, a gente tem muita gente boa para do projeto, a gente é muito abençoado. Eu falo que são os maravilhosos a casos da vida
da minha vida, que me traz assim pessoas maravilhosas que estão sempre abrindo Portas e e as pessoas estão se conectando. Então a ideia é que as crianças fiquem e que continue, porque eu não eu não quero que o projeto dependa da Adriane, né? Eu fui idealizador, né? Estou como presidente no momento. Minha esposa é o é o é um motor que toca que tô aqui, ela tá lá, ela é advogada, ela tem as coisa dela, trabalha e e assim desse um ano para cá a gente sentou a família e falou: "Olha, vamos, vamos agora vai
ou vai ou não vai Para ficar fazendo a só esse assistencialismo a gente vai ter que profissionalizar". Então a gente, eu fiz essa mudança e aí mexe com toda, toda a estrutura familiar, porque eu abri mão, saí muito tempo da quadra para ter tempo de tocar o projeto, para poder focar mais o projeto. Uma vez mês, vou paraa Brasília apresentar para para deputados. Eh, é uma pena que tem muito poucos projetos desportivos em Brasília. os deputados, senadores tão tem projeto, Porque o cara do esporte ele não se ele ele é do esporte, ele entende de
gilgitos. Uhum. De futebol. Mas você tem que, não é, você tem que tá apto, tem que ter toda a parte de documentação, tem que ter que provar que você vai tá apto para receber, recebeu a emenda, vendeu, executar a prestação de conta via transfer, que é uma série de burocracia para ter transparência para poder que a gente não recebe funa fundu, não é que eu ah se eu conseguir na Parlamentar e cai na nossa conta, não é assim, tá? Pessoas entender. É igual a leian que infelizmente essa polarização no Brasil faz um desserviço paraas leis
que ajudam a cultura e como ajuda o esporte. Aham. Então a gente vai fazer o quê? A gente faz um projeto, eu tenho assim, a prova do Ministério do Esporte, tá lá, aprovou, então tem o direito de captar R 1 milhão deais. Então ele vai dar o direito para essa empresa da da renúncia fiscal de de empresas que estão No lucro real de até 2% desse valor. Ele tem que captar. E aí e o que que acontece? E tá lá. Aí você captou o valor, tudo ótimo. Então tudo que tá lá no projeto foi aprovado,
eles que faz o pagamento. Não consigo sacar R$ 5 para comprar um uma garrafa d'água que não seja dentro do projeto. E eles fazem o pagamento, tem que foto, subir, prestação de conta, tudo assim. Agora tem coisa errada, tem coisa errada como tem tudo, como tem plano de saúde, como Tem hospital, como tem médico, fazer o quê, né? Para isso tem o Ministério Público e Tribunal de Contas. Hoje, hoje você já tem alguma grana que vem de de emenda parlamentar, de alguma coisa assim ou ainda não? A gente começou esse trabalho ano passado, acho que
esse ano entra, tá? A gente tá com muita coisa bem andada, muita coisa andada. O projeto foi muito bem aceito, né? A questão do tênis, né? Eu fui com pessoas que me ajudaram muito lá, que Pô, amigo meu do que é do Graac, do ACD, Santa Casa de Pirascaba, Santa Casa de Votuporanga, Boss, Banco de óleo de Sorocaba, que é uma um lugar excepcional, né? Referência de transplante de córnia na América Latina. Então tem vários amigos do R golf, da área da saúde, que já faz esse trabalho lá de captação há 10, 12, 9 anos.
E ele conta pro pessoal o que que foi o lance do tênis, que foi muito legal, porque foi até através do lance do tênis que a Gente se conheceu, né? Dos tênis que a gente do, né? Sim. Então, foi isso mesmo. Foi através do saque resenha do dos meninos que são os queridos. Falei com eles ontem à noite, pô, eles estão dando uma super força pra gente, deram voz também. Já vê que a gente conheceu vocês e a ação que vocês fizeram, cara, sensacional. S, são 120 pares de tênis, 240 pares de meia, pô. Aí
minha esposa foi, fez mais sacolinha e não sei o quê e entregou assim, cara. Vê aquela Molecada assim que ia jogar descalço porque ela tem um chinelo e se o chinelo quebrar vai andar descalço. A mãe não vai comprar chinel. Quando o Léo me contou do projeto lá atrás quando vocês se conheceram que é isso assim, vocês montaram projeto, vocês conseguiram entrar na comunidade, conseguiram o espaço, conseguiram a confiança das mães, as crianças começaram a aderir ao projeto e aí na hora que você olha as crianças não têm um mínimo, um sapato, Um sapato, uma
meia. Tá. E na hora que o Léo olhou pra minha cara, falou: "Luna, vamos tentar ajudar." Eu falei assim: "Gente, eh eh hoje eu confesso que eu tô aqui te escutando. Toda hora meu olho enche de lágrima assim, porque a gente coloca no lugar que não é só a dificuldade de se apaixonar e de se interessar por um esporte que muitas vezes é colocado como esporte de elite. É de é a barreira lá do início de falar assim: "Eu não tenho tênis para não Queimar meu pé numa quadra". A gente não enxerga, não enxerga isso.
É, a gente tem a gente, as pessoas que não enxergam, porque a gente tá muito distante, a gente vive numa bolha, né? A gente é muito privilegiado, né? Muito privilegiado. A gente é muito privilegiado. E tem as pessoas que não querem enxergar, tá? Quem não sabe a moça que trabalha na casa dele, né? Que trabalha, que atende ele, que atende o filho dele, sabe? Não, não tem Interesse, não quer nem saber da da da onde mora, o que é a vida, não sabe, não tem empatia. Então não, porque não quer saber, não quer se sentir
responsável e não tem como a gente ser feliz, sabe? Tem gente passando fome do lado da gente. É isso. Adriane, o seu projeto é tão legal, cara, que olha só, eu acho que o Adriane não sabe disso, que é são detalhes pra gente contar histórias e tudo. Quando a gente resolveu doar tênis, foi por quê? Porque o Rafael, meu Vizinho, ligou pro Adriane, falou: "A gente quer ajudar de alguma forma". Aí falou: "Como que a gente pode ajudar?" Aí o Adriano falou assim: "Aí eu acho que foi mais ou menos assim: "Cara, os meninos estão
sem calçado, beleza". Aí o Rafael mexeu com a gente, o grupo dos tenistas aqui do condomínio e tal, três, quatro pessoas se mobilizaram. Aí cara, tem uma coisa que eu acho que ninguém sabe. Nós ligamos pra Net Sho que a gente não conseguia comprar o o a Quantidade de calçado no clique. Então nós tínhamos que conversar com o cara do telefone para vender. Aí nós contamos a história para ele. Aí cara ele baixou o preço. Olha que legal. É, cara. E aí não é muito legal, cara. Assim, o cara ouviu só falou: "Pera aí, o
valor do Tudo começou de podcast. Eu acho que o Rafa viu Adrian e foi todo mundo puxando o outro. Sim. Então assim, é um é um um a gente conheceu o Adriane pelo pelo podcast Saque Resenha, os meninos são Maravilhosos. Aí um amigo ouviu, por isso que eu que falei assim, a gente tem que fazer um podcast por causa disso. Aí o Rafa me me me sensibilizou, sensibilizou o nosso outro vizinho aqui do condomínio e tal. E nós sensibilizamos um gerente de Netchuos. O o ligou pra loja, a loja deu um desconto, aí a gente
comprou mais porque a gente tava com uma uma certa orçamento para comprar e comer o dinheiro nós com mais. Aí depois o Rafael conversou com Um amigo dele, falou: "Nós temos o tênis, a gente queria comprar meia". Aí o cara que vendia a meia não cobrou da gente, ele doou as meias. E aí o Adriano foi lá na casa do Rafa buscar, cara. Corrente do bem, cara. É uma história do [ __ ] que Adriano contar. E assim, cara, de novo, a gente nem foi lá, a gente nem foi lá ver, entendeu? Então assim, foi
muito legal, pô. Isso foi coisa de uma semana a gente resolveu tudo. E se a gente tivesse, se a gente Tivesse forçado mais, eu sempre fico a sensação falou: "Pô, a gente podia ter feito mais, podia ter sido 240 pares de tênis e não 120, porque sóistas é a a as coisas e o eh eu vi ontem no colega muito bem falando assim: "O der Deus, o derrepente de Deus tem o seu tempo, né? demora. Eh, a gente tá começando a colher frutos, que não é esse ano, foi não, que é um trabalho que vem
desde 2019 e que vem de dentro e que que vem Latente dentro do nosso do coração da gente há muitos anos, né, de forma eh eh não formalizada, né, mas sempre ajudando, fazendo aqui, sempre sempre fiz voluntariado, mas eu precisar falei, eu preciso ter alguma coisa para usar, para trabalhar minha credibilidade que eu tenho com as pessoas, com meus clientes, o alcance que o tênis me dá, o network, né, o relacionamento que eu tenho. da da carreira que eu tenho, profissional muito legal assim. E falei: "Cara, eu posso tenho que usar isso para poder fazer
as conexões, porque muita gente quer ajudar e não sabe como." Exatamente. Não sabe como. E e a gente tem muita gente tá ajudando agora porque as pessoas começam a confiar, né? E a gente vai pegando credibilidade isso, né? por essa questão meio de transparência, de prestação de conta, da recorrência e cara, principalmente de da de como que que que as crianças foram acolhidas e como que elas que elas que o Bichinho do tênis começou a pegar, né? Já já quer a gente tem umas 15 crianças que quer ser professor de tênis, quer dar aula de
tênis, quer quer jogar tênis, elas não se deslumbram ser jogador e tudo bem, mas cara, se elas for dar aula para outras crianças, olha que coisa maravilhosa, esse ciclo, a gente vai precisar de profissionais. É isso. Eh, então assim, tem tem sido muito bacana. Eh, a gente tem a V falar, a gente tem hoje o modelo, só para Terminar aquele assunto, é muito enxuto, muito enxuto. A gente consegue fazer com um valor muito baixo, tá? De investimento. O que a gente chega lá em Brasília e que chega lá fazer solicitando uma emenda do valor X
para tocar uma escola com 200 crianças, o cara olha assim no papel e fala assim, ó, só isso? É só isso. Mas falei, mas eu deixo bem claro, eu não tô pedindo para fazer, a gente já faz. Eu tenho um projeto validado. Uhum. A gente só quer O quê? Para amplificar isso, para melhorar a qualidade do atendimento e o alcance eh qualidade do do atendimento e alcance dos atendidos, né? E aí você leva pro cara, o cara, ah, mas tênis pode rico, raquete custa caro. Eu falei: "Pera um pouquinho, se eu você não começa a
jogar futebol, tá? Se seu se eu comprando uma chuteira do Messi que custa R$ 2800. Por mais você ter condições, você não põe no pé do seu filho uma chuteira". Aí eu pergunto, Toda vez que eu vou atualizo o valor, uma chuteira dura um ano no pé de uma criança? Nunca não dura. Se ela jogar não vai durar, até porque ela ela cresce, ela pede, ela pede a chuteira. Uma raquete, a gente tem raquete desde 2019 e a raquete não só dura, né? Como eu posso usar a turma um, usar na turma dois, na turma
três, na turma quatro, né? Eu não tenho como, eu teria que ter um uma chuteira para cada criança. Então a gente, a gente sou um modelo que ele Funciona com qualidade, tá? su cateamento e consegue entregar. O que eu falo, o que acontece é que não existe uma política e um olhar paraa modalidade. Sim. Tá. Esse é o a questão. Nós estamos vendo aí, tá tendo aí o nosso nosso amigo João Fonseca, Buano voando, pode. Já já tivemos Maríban, tivemos o Guga, tivemos Belut, tivemos os duplistas, ganharam o número um do mundo. É, tem a
Biadadora e temos o João Fonseca. Enquanto o tênis estiver eh tem Um problema de infraestrutura, um enquanto o o tênis estiver dentro dos clubes e academias, pode vir um ET aqui, Jesus Cristo, que não vai ter onde se vai ter gargalo, não vai ter onde escoar, não vai ter como receber, não tem, porque você conhece clube novo. Clube novo não existe, só fecha clube. Não tem, não tem um pinheiros novo. Os clubes que tem em São Paulo tem menos clube do que tinham. A 40. fechando e subir no prédio. É exatamente. Academia Vira prédio, né?
Então, enquanto o tênis estiver fechado a condomínios de alto padrão, academia, você pode vir 10 João Fonseca e 10 Guga que não vai conseguir escoar e desenvolver isso, não vai conseguir absorver. Tem um problema de infraestrutura. Agora, a Argentina tá aí dando um baile na gente, né? Dando um baile, dando na cara. Por quê? É, o país é menor do que o estado de São Paulo. Nós temos 350 quadras públicas no país. Ah, só imagina 6.000 municípios e tanto. 350 quadras públicas. Agora vê o pior. 175 delas é no estado de São Paulo. Uhum. e
75 no município de São Paulo. Então, no universo de 645 municípios, deve ter uns 600 que não tem uma quadra pública. Então, a gente não só faz a inclusão das crianças na modalidade considerada elitista, como a gente faz a inclusão da modalidade que é olímpica no município. E tá, se o prefeito quiser jogar tetos pagando, não tem. Em Jandira aqui do lado não tem. Tô falando é Grande São Paulo, na região que tem 10% do PIB do estado, 3% do país, tá aqui numa área de 19 km. né? Que é de Osasco para cá. Osasco
é o segundo município com a maior receita do estado de São Paulo. E não tem quadra pública. Não tem nenhuma quadra pública. Argentina tem mais de 100 quadras públicas. É, a Argentina tem quadra embaixo de viaduto, né, cara? E depois não entende porque que é uma um país se destaca num esporte, né? Ô, Lu, mas o grande lance é O seguinte, o grande lance dessa conversa nossa, claro que eu tô, eu tô sonhando grande, sim, tá, Adriane? É, é que a gente precisa de uma meia dúzia de cara ajudar o projeto, entendeu? Eu gostou fico
pensando assim, ó, Adriane, eu morei em São Paulo 12 anos, você também é desse estádio, eu sou mineiro, né? Todo mundo deve saber. Eh, não tinha quadra de tênis em Birapuera. Aí nessa última gestão agora lá na Ren, é, foram lá na Renault falar, cara, constói duas Quadras de cyber aqui, bota sua propaganda aqui. Os caras foram lá e colocaram. Quadra funciona, quadra boa, quadra bonita, troca, tá rodando. Qualquer pessoa pode ir lá reservar um horário, trazer uma raqueta, pode ser raquete até de madeira que ele joga. ainda consegui o patrocínio para manter essa cara,
o tênis, eu eu tô esperançoso porque o tênis tá numa hype boa, porque o projeto do Adriane, ele é teoricamente barato, mas é assim, cara, É eh eh grandes empresas, sabe? O mesmo cara que bota XP aqui na bola, o João Fonseca só dá entrevista assim de lado, ó. E um logozinho da XP aqui. XP toca o projeto da Adriane. Como XP, cara. E a gente a gente tem um aprovado através da lei de incentivo e ao esporte federal aprovado para captar dois anos para captar o valor para banco. É nada detergente. Então eles não
precisam nem doar, né, Adriana? Eles vão fazer uma renúncia fiscal de um lado e passar. Exatamente. Você vai ao invés de pagar papel, ao invés de pagar papel você tá pagando marketing institucional, endomarket pedalando em cima. A gente tem um monte de seguidor aqui que a gente sabe que tem influências em grandes bancos. Vamos lá ajudar o presente, Lu. É, é, é isso que Adriana tá falando. Não é só marketing endomarketing, nada. É ajudar 267 crianças. É isso. Que poderiam estar se ferrando, podia estar dentro de casa no Celular ou fazendo aviãozinho de tráfego, de
droga, eh, e dando a oportunidade dele fazer um esporte, que não é porque é o meu esporte, não. É um esporte que dá controle motor, que dá características de de disputa, que vai fazer com que o cara se fruste com a derrota. que vai melhorar o corpo dele e que vai transformar o caráter pensamento estratégico, tático, tudo. E a gente tem que aproveitar o hype de quando tem bons atletas nacionais jogando. Eu falo pelo De novo, eu vou trazer o exemplo da minha filha. E a minha filha hoje ela faz ginástica na prefeitura, que foi
muito difícil conseguir a vaga, que é um projeto social também que depende de doação das indústrias aqui da região. Eh, e que é lindo de ver o número de crianças por causa até das meninas da ginástica que ganharam um monte de medalhas nas últimas Olimpíadas. a popularização do esporte de não dar conta de absorver e é lindo. Eu levo, a Prefeitura não dá não aguenta. Infelizmente eles precisam de doações para manter o projeto. E é lindo de ver crianças e exatamente crescendo, amadurecendo em todos os aspectos sociais, eh educacional e até mesmo esportivo, né? Que
começa a querer alimentar bem, fazer atividade física, que tudo isso é uma é uma um ambiente saudável. E é lindo o projeto, mas você vê toda hora assim as os professores pedindo, olha, não consigo abrir mais Vaga porque tal verba foi cortada. Eh, esse eh e é triste de ver porque é lindo ver as crianças se mobilizando por alto e quanto quanto o país tiver essa cultura de ver o esporte como coisa supérflo, gente, esporte é segurança. Você tem inúmeros estudos que você diminui a incidência de de criminalidade, infante juvenil, esporte é é é saúde
primária, prevenção, sabe? É uma geração que tá aí obesa, é saúde mental, a geração ansiosa, essa molecada Que tá se nós estão falando do normal e lá lá é o extremo, porque tudo isso além de ensinar resiliência, treinamento, esforço, tanta coisa, evasão, escolasão diminui porque a única condição de tá de participar do projeto, ela tem que estar estudando, ela obrigada a ir. Quer dizer, você é um investimento a médio e longo prazo e sabe a qualidade de vida, você tá potencializando pessoas. Olha que o país pede potencial, de potencial humano, porque da quantidade você sai,
Você tira qualidade. Exato. E a quantidade, a quantidade trabalhada com qualidade, você potencializa isso. Quantas crianças que tentos que não, nunca teve a chance de a o contato com a modalidade de descobrir isso, né? Então assim, eh, é, é, é sobre isso, né? É sobre inclusão, é sobre desenvolvimento. E a gente hoje tem mais meninas, muito mais meninas do que meninos no projeto. Coisa é de uma forma orgânica que nem é por causa da Bia não, hein? Porque Primeiro que a questão da de mulher é uma pauta mundial, né? A a questão da do potencial
do feminino, né? É uma é uma pauta mundial, diminuição do do feminicídio, de da violência, dessas coisas. Então assim, já é uma pauta mundial. E a gente por quê? Porque na quebrada só é futebol. Isso só é futebol para os mais velhos. O pequenininho não vai jogar. Então a menina tem esse estero de futebol, ter contato corporal, machuca, então eles não vão. Então de Forma orgânica, hoje a gente tem quase 70% do nosso público é feminino. E é legal porque o Brasil foi a maior delegação feminina, maior número de medalhista, é uma pauta mundial, as
meninas vêm, mexe com a autoestima delas, sabe? E quem cuida oportunidade deentar um esporte que na região não tinha a oportunidade de fazer qualquer esporte, nunca imaginou. Ela nem sabe o que que ah, não gosto. Ela começa a fazer, a outra vai. E por isso que esses Passeios que a gente faz é sensação, porque aí o outro foi conta, a coisa irradia. E a menina é quem cuida da favela hoje é a mulher. Quem cuida da da da periferia é a mulher, porque tem questão de violência, o cara morre, vai preso, acidente, vai embora, droga,
né, bebida. a mulher é a avó que acolhe a filha que engravidou, a neta e vai acolhendo. Então, quem quem tá lá na ponta hoje na favela é a mulher, né, que o cara vai embora, eh, larga filho para Lá. Então, eh, e a gente ter essa monecada hoje é muito importante, é muito legal e a gente tá querendo abraçar, aumentar a o prazo, principalmente que aumentar essa questão a captação de recursos pra gente conseguir mais alcance e atender melhor a esse público. E a nossa ideia é botar mais polos. Você tá falando de pensar
grande, a nossa ideia é ter aí assim coisa de milhares de crianças num futuro próximo. Estamos trabalhando para isso. Por que não? Eu ia te fazer essa pergunta. Então, a sua visão no futuro, a sua visão de futuro, que eu eu tenho acompanhado Adriana aí há um ano mais ou menos, eu vejo toda hora Adriana em Brasília e conversa com deputado e conversa com vereador e tal, o cara é fuçado. Eu entendi que você tá com a casa arrumadinha, pelo que eu entendi, do ponto de vista de documentação e tudo, o raquetes para a vida
está pronto para dar um salto maior. Quer dizer, o Sertão, quem capinou o sertão foi o Adriane, a esposa e o e a galera que ajudou a comprar o projeto. É, tá começando a ter apoio, Adriane. Eu não sei se ficou totalmente claro no início do episódio, eles foram convidados para levar as crianças no Rio Open, então ele levou um bocado de criança para lá e tudo. Ou seja, os grandes players envolvidos no tênis já estão conhecendo o projeto e apoiando o projeto, seja lá como for, tá? Eh, tá pronto. A sua Ambição é fazer
o projeto ampliar para pegar mais crianças, talvez mesmos locais ou em outros locais ou criar mais braços. Essa é a sua ideia no momento? É essa ideia. E a gente quer montar também a uma academia pública que não tem no Brasil, botar uma primeira academia pública de ter no Brasil, tá? A gente vê o seguinte, você tentar a fazer o trabalho a pegar um terreno, né, como dato, que a gente pode pegar ou via prefeitura ou estado ou ou união, né, a Gente vai pletear. Vendemos a ideia pro atual prefeito que ganhou a na no
município. Ele colocou no plano de governo dele, no teste registrou construção da primeira academia pública de tênis do Brasil, o pit 7000 que eu mandei para ele, expliquei, né? Porque não tem, por que que não tem? Por que que não pode ser tênis? Por que não? né? Eu queria ganhar visibilidade orgânica, quebrando tabu, paradigmas de que fazendo inclusão de molecada da Quebrada. Pô, imagina, o cara vai sair, vai sair matéria no Brasil inteiro, né? E que seja a primeira de várias e outros tomem essa iniciativa e sejam multiplicadores, né? Fazer essa academia, pegar um terreno
pra gente fazer as quadras, fazer a academia e a contrapartida a gente atendia o social, né? e aí fazer uma gestão para se se retro alimentar e e bancar e e agora a e fazer o que a gente entender, a gente tá agora conseguindo verba parlamentar e de Apoio velic federal, a gente vai conseguir amplificar bastante. Agora esse primeiro ano o que aconteceu? Teve uma uma empresa, um cara que também veio do tênis, me viu, né, pro tênis coach Alfaville, que que é a minha empresa de aula de tênis. E aí viu que eu tinha
um projeto, que eu falo muito pouco projeto agora que eu tô falando bastante. E ele, pô, veio conhecer o projeto, eh, ficou encantado. Eu posso falar porque eu já ouvi falando dele, falando do projeto Para várias pessoas e que me falaram que ele falou. E aí e ele veio com com um amigo da Santa Casa de Piracicaba que faz essa captação lá de emenda parlamentar, mas ele Santa Casa os cara captou milhões, né? E aí ele falou: "Cara, seu projeto estacional dá pra gente fazer isso no Brasil inteiro". Deu: "Opa, como assim?" falou: "Ó, através
de parlamentar, aí ele pegou a minha documentação, arrumou tudo assim, vê o que tinha, os prados, carências, Tudo direitinho e falou: "Olha, vou paraa Brasília, dá para fazer esse trabalho". Só que eu falei: "Ó, não tenho condições de pagar sua consultoria, a gente não tem budget para isso. Não temos, não temos nem para eu sair. Quando eu vou para Brasília, eu pego a minha lojinha, eu fecho a porta, é paro de dar aula, par aula diminui um pouquinho o custo variável, mas os fixos aumenta, continuam, né? diminui a receita da minha família, porque a gente
É o consultório. Se o cara faz 100 consultas por mês, você sai uma semana, é menos 25 na receita. É. É. Então foi esse acordo que a gente fez de família, fez esse trabalho o ano inteiro. Ele falou: "Você tem um projeto muito legal, deixou, ajustou o ofício, tudo e ele eh então a gente vai para lá e o pessoal é avalista". Então o que acontece? Essa empresa chama Cipriano Aala do Cipriano. Ele é de Sorocaba. Ele atende hoje mais de 100 instituições do país inteiro. Santa Casas, ONGs, Casa de Davi, gente muito boa, tudo
cliente dele. E esses eles são número um no Brasil, referência até de 14 estados. Então, um cara que tem uma credibilidade que mais de 1 bilhão 200 milhões de emendas executadas, nunca teve uma devolutiva. Então, quando o cara sabe que eu falo: "Eu tô, você já recebeu emenda parlamentar, já falo pro chefe de gabinete, não, mas eu estou trabalhando com Cipriano e ele preparou nosso que Tá." Ah, então tudo bem. Então é o cara que já tem número um no país. Então assim, ele viu que tinha muito potencial o projeto, eh, acreditou e ele entrou
para bono com a gente, porque a lei permite nessa captação você pagar lá na frente, tá? comissão dentro da lei, você já indica, tem um percentual que você pode gastar para isso, para fazer essa captação. Então a gente tem hoje tá muito bem assessorado e o que foi uma surpresa muito boa foi a receptividade Que teve isso em Brasília dos deputados, muito grande, muito grande, porque a gente vai quebrando, né, esse tabu, esse paradigma de que olha, de rico, é elitizado. E o que foi uma surpresa melhor ainda para eles, no caso da contrapartida, que
vários chefes de gabinete, assessor ou chefe de gabinete, nem assessor, chefe de gabinete, chefe de orçamento, que são os que mandam no gabinete, inclusive de senadores, jogavam tênis, pessoas que h 9, 10 anos, Eles nem tinha ideia. Aí eu jogo de tênis, não sei que, o cara joga o tênis. Você fal joga onde? Se eu mora aqui em Brasília, qual lugar o cara? Tal lugar. Eu conheço, pô. Conheço quase todo mundo tênis, né? Joguei tênis, a minha formação. Ah, é no IAT Clube, é no IAT Clube com fulana, é no clube do exército, é no
Asbac, é no clube do Senado. Eu conheço a galera, né, do tênis em Brasília e ou mesmo foi outros estados, a gente vai no de São Paulo. Então aí já dá conexão, aí já tem uma empatia, né, porque o cara tem um tem uma tem um hobby, aí dá conexão, o assunto do gabinete vira tênis, aí aí eu eu viro interlocutor. Então assim, vai ser a gente tem uma um caminho bem bem bem promissor para isso. Bom, né? E a gente tá trabalhando e agora então você tem várias frentes de captação, né? Que é a
doação, que é a lei de incentivo renúncia fiscal, né, que a gente também agora tem, tá apto para para poder Executar e e essas esse caminho que a gente tá fazendo também, mas é um trabalho de formiguinha, tá? Ô, Adrian, uma dúvida da galera é é minha, é totalmente legítima a minha dúvida. Quando, como você tem uma empresa, o, né, o Raquetes para vida, ele tem ele tem esse benefício de receber renúncia fiscal, qual tipo de empresa pode doar esse dinheiro para você e fazer para empresa que isso a gente tá a empresa que seja
que esteja no regime do lucro Real, lucro real, tá? Real você pode doar até 2% do seu imposto devido e na pessoa física também pode doar do IR até 7% do valor devido. Então qualquer pessoa física eu posso doar até 7% do IR devido para você. Isso. Exatamente. E a e a empresa que estiver na tributação, no regime lucro real, 2% do valor devido, né? Como que é essa doação? a gente tem uma conta aberta, tá, pelo Ministério Publicado, diário da da União, tem uma conta aberta no Banco do Brasil. Então, eh, tipo, tem esse
número da conta e faz a doação, ele tem o passo a passo. Essa essa doação feita lá, a gente pode eh no mínimo captar 20% desse valor e adaptar, fazer o e começar o projeto. Posso pleitear esse valor ou esperar juntar o valor maior e aprovar e aí ele te dá o direito de você começar a montar o projeto. Isso. Para você ter uma ideia, a na região aqui oeste hoje tem cinco projetos da lei incentivo federal, que é o vôlei de Barueri, o Vôlei de que é profissional, o vôlei de o basquete, o vôlei
de Osasco, basquete de Osasco, um time de futebol de Osasco, um time de futebol de Baruri e o e o atletismo da Caixa aqui em Santana e Paraíba, que é o complexo de atletismo. Então são seis, só que veja bem, essas seis eh situações todas são de alto rendimento. a gente tá no esporte de fomento de inclusão, que é o que o Ministério do Esporte mais tem bons olhos, porque é onde você realmente faz A transformação e você consegue atingir o público muito maior. Ótimo. Ótimo. E tem empresa da CONPAU aqui, né? Agora precisa achar
a gente. Então, então é isso que isso Adriane, mas eu acho que as pessoas não sabem. Acho é, cara. Eu acho que tá cheio de gente com vontade de fazer, de ajudar. Eh, desde o cara que doa sapato pro projeto, que ele quer fazer um Pix ocasional. Mas isso são coisas e sempre foi minha preocupação. Ah, legal, legal. Vocês conseguiram doar 100 120 sapatos pra galera. Legal, isso é legal, tá? Mas e depois o projeto depois, né? Aí a vida toca, né? Então assim, a gente precisa de empresas, todo mundo que assiste o FEBEC. Gente,
a gente tem muito médico aqui, a gente tem don de hospital que segue, é gente grande que pode fazer isso. Tem gente que talvez até faça e fala: "Esse ano eu vou fazer meu IR pelo pelo raquete para vida". E e conhecer mais o projeto, né, Adrian? Eu acho que Eh eh o Adriano é muito disposto a apresentar o projeto para as pessoas, né? Então, o podcast a gente tentou dar um espaço que eu falo desde a pessoa que dá um like lá no Instagram do daquetes para vida, já ajuda para dar visibilidade, para acompanhar
o projeto, se sensibilizar de doações esporádicas ou o que eu acho que é mais importante para esse projeto, grana para que esse moço aí tenha paz para tocar o projeto e Ajudar essas 267 crianças que vão virar 2670 no futuro. É isso, assim, a gente quis abrir o nosso espaço aqui, que muita gente tá pensando assim, o que que esses povo tá falando que não é de evidência hoje? E o Léo começou o o episódio falando que era um episódio egoísta para ele, mas pro outro lado, para mim assim que eh é só agradecer porque
é inspirador e a gente quis sim abrir o nosso espaço para inspirar também pessoas, porque o que a gente Mais fala nesse canal aqui é sobre saúde, sobre evidências, o quanto que cuidar da tríde alimentação, sono, atividade física, ela é o que tem embasamento científico para prevenção e tratamento de tantas condições de saúde. E a gente sabe que a gente vive num país de desigualdade e a gente sabe que, apesar da gente ter conhecimento da ciência, que o caminho é que todo mundo deveria fazer os minutos de atividades físicas diárias, semanais, é que o Quanto
que isso é saudável, a gente ter uma população que não tem nenhuma oportunidade de experimentar por tempo, por espaço, por incentivo, por qualquer que seja a razão. Então assim, o seu projeto, Adriane, assim, o Raquete para vida, nos toca e e a gente te agradece, é que e você leva isso para tentar diminuir um pouco essa desigualdade. É muito bonita a sua fala de, eu confesso que o episódio eu segurei para não chorar aqui várias vezes, é, é porque Realmente toca que na hora que você fala o quão eletista é o tênis e muitas vezes
assim, eh, sem te escutar, a gente não para para pensar na palavra preconceito com o próprio esporte. É eretista porque da gente nunca popularizou o esporte. Eh, a gente tem o futebol que é mais popularizado no nosso país, que parece que é mais simples só sair correndo atrás de uma bola, mas se a gente tem incentivos de ter quadras públicas, raquetes disponível no local, do mesmo Jeito que tem quadras públicas com bola de basquete disponível, por que não ter a quadra de tênis, a raquete e a pessoa experimentar também? Eh, e isso tira o eletismo
do eh dá mais oportunidade para que outras pessoas tenham acesso ao esporte, que o Adriano pontuou muito bem, o número de quadras são minúsculas, eh, muitas vezes essas quadras estão dentro de condomínios privados e isso torna-se eletista. Se a gente populariza isso e disponibiliza para mais pessoas, A gente tem mais pessoas tendo acesso ao esporte, o benefício que esse esporte pode trazer. Então assim, a gente tá encantado com o projeto. Eu espero que as pessoas que escutem a nossa audiência se se toque, aqueça o coração também e que indique para pessoas que têm oportunidade de
ajudar ou se você po pode ajudar, ajude você ou divulgar divulgar, né? Que divulgar para ter alcance para aqueles que possam ajudar. Eu falo que assim, eh, existe inúmeras maneiras de ajudar. Sim, a gente precisa dinheiro, precisa para recorrência, porque precisa, tem boleto para pagar, tem conta, tem folha, pagamento, tem imposto, né? E a gente é uma empresa, uma empresa, né, social, né? E ela tem que ter gestão, ela tem que ter tem ter capital, tem fluxo de caixa, tem tudo, tudo tem que funcionar, tem a parte todo investimento eh que a gente tem feito
e tá reformando a sede agora, um projeto Lindo, né, que a gente vai fazer assim, uma nave mãe lá, sabe? uma coisa assim maravilhosa, porque as pessoas têm que acabar essa coisa de que, ah, para projeto social, dá descarte, pode ser coisa bagunçada. A gente fez questão, a gente foi muito elogiado, eu fiquei muito feliz. Eh, é, é, é as brigas intern porque a minha esposa vai lá e faz a camisa para pro Não, pro Rio Open não vai camiseta, não, vai ser gola, vai ser de gola, vai ser piquê e não sei o Quê.
Ficaram lindas camisetas, todo mundo elogiando, porque a gente tem que acabar com essa coisa, porque é para projeto social, vai qualquer coisa, tem que ser descarte. Não, cara, não. A gente sabe, pô, tem gente que manda raquete com cabo quebrado, fala: "Pô, isso é, isso isso é descarte, é lixo, sabe?" Então assim, eh, então entender que isso, isso gera abundância, sabe? Energia, sabe? o nome que quiser, que que a pessoa quiser dar, a crença que Ela, que ela tiver, a gente isso gera traz prosperidade. Eu fal, a gente que doa, a gente ganha muito mais
do que recebe. Esse sentimento, Lu, que você tá tendo agora de falar de você se emocionar por porque vocês estão dando voz aqui, tá dando tempo, sabe? Tô dando a credibilidade de vocês para levar uma mensagem nossa, porque vocês acreditam. Isso é uma doação maravilhosa. Isso não tem preço, é intangível, né? Quanto custaria? Ah, uma hora de podcast se For, se você for mensurar ou não, mas tem coisas que que não tem como mensurar, que é a intenção, o o a empatia, o olhar pro próximo, tá? Então, que assim, eu agradeço em nome de dessas
famílias eh e dessas outras milhares que a gente vai alcançar, vai, a gente vai celebrar. Eu tenho certeza quer ver, é, a gente quer ver esse projeto bem grande, né? Não, eu tenho certeza. Eu não sou semfanismo. É uma, é um trabalho que tá sendo feito com planejamento, pé No chão. Não muito pé no chão não, que a gente primeiro a gente vai lá, mete o boleto e depois se vira para poder pagar. Como foi essa viagem pro Rio de Janeiro, nós falamos de um investimento de R$ 35.000 para fazer 29 dias. Uhum. E o
dia do seu aniversário, Léo, que eu acordei, que eu vi a sua mensagem, eu fiquei assim, eu chorei lendo, chorei, chorei ouvindo, porque eu não esperava, não tinha menor, não esperava eu ver o que que é o altruísmo, sabe? O que que é Essa essa doação, sabe? Não importa se foi simples, foram mais de R$ 3.000 que os seus seguidores aqui doaram e que fez uma diferença enorme. Mas se fosse 30, como teve pessoas que doaram R$ 5, não importa, não importa. Olha o tamanho, olha o alcance que teve, olha o alcance que vocês conseguiram.
Então assim, eh, cara, que presente. Eh, é, não, o presente foi meu, cara. Assim, é, não, presente foi nosso. Eu fiquei assim, cara, fala em vó falando de novo, porque Quando você olha para aquela criancinha, tem até umas fotos. Vou te vou mandar o material para vocês. Depois até preciso quando você for colocar, se você se permitir, a gente pode divulgar as fotos também, não? Claro, não. Todos tem autorização de de voz, né? que é a conta partida que as crianças dão para nós, né, para conseguir trazer mais coisa para elas. Eh, cara, você olha,
você fala assim: "Não tem preço, porque as crianças vai esquecer nunca Daquilo". Não, não vá. Eh, e que que e que ele seja o primeiro de muitos na vida delas, que elas prosperem, mas a ideia é que ela olhe e fala assim: "Pô, fizeram isso por mim". Elas tá encrustado esse esse dever, esse senso do fazer isso pro próximo. Ontem a quadra tava molhada, choveu para caramba à noite, elas chegam cedo, rodo, vamos limpar, vamos jogar a quadra. que a gente vai usar. Vamos, vamos limpar a quadra, não vamos sujar a quadra, porque Isso é
nosso, é de todos e existe muito mais pessoas boas do que pessoas ruins. Claro, mundo. Adriana sempre tocou hoje assim, tem algumas frções suas que foram fortes para mim hoje assim, é todo mundo que tem uma criança em casa não importa a classe social, todo mundo sabe que quando tem algo que desperta a a magia na criança, que é uma excursão de uma escola, você falou muito bem, não importa a classe social, você consegue tudo daquela criança naquela semana, Você consegue que o quarto fique arrumado, que para casa seja feito. Só de falar assim, se
você não fizer, você não vai na excursão e você mexe com sonhos de qualquer criança, de estar ao lado de outras crianças fazendo algo que é o que é mágico para aquilo, não importa. Então eu fico pensando assim, se não importa para clato social, imagina pros menos favorecidos a possibilidade de fazer algo que eles nunca nem sonharam em fazer com os Próprios pais. E isso me toca porque assim, se é mais para qualquer um viajar só com crianças para um lugar que eles admiram, imagina para aquelas que nunca pensaram. E você falou tão bonito assim,
essas crianças foram servidas. Essas crianças, você falou mais uma frase assim, elas foram com roupas bonitas. Você não fez qualquer uniforme, você fez um uniforme que elas se sentissem partes pertencentes. Isso é muito legal. Por quê? Porque eu sofri muito preconceito. É isso, tá? Sofri muito preconceito quando era atleta, muito. Tá. E cabelo lisinhos meus lindos olhos azuis que eu não tenho. Muito preconceito. Por quê? Com as fotos da das crianças aqui, ô Adriane, do do material. Olha que legal. É lindo. Depois eu vou colocar. Pedi o editor para colocar alguma dessas fotos. Não é
muito legal. E assim, na hora que eu tava no jogo, na virada do game, o cara falava: "V aí você não se você não ganhar o jogo, você não vai viajar, né? Porque você não vai ter gratuidade do ranking, né? Acabava o jogo." Ô, desculpa aí, eu falei brincando. Falava aquilo para te desestabilizar. machuca. Falava gente para machucar no meio do jogo porque sabia que eu era militante. Quanto que já teve de pai de de de atleta que hoje é meu amigo que pediu a cabeça porque eu tava ocupando o espaço dele, ele comprava, ele
era sócio do clube título eu ficava usando a quadra tirando lugar de outra ele que Pagava. Então assim, eu não queria que essa criança chegasse lá e fosse hostilizada com o coletivo, aquele coletivo de futebol aberto do lado rasgado que a gente no dia a dia. Casa que eu falei: "Não, elas vão lá, elas levaram mochilinha, squeeze, eh, almofadinha para poder Eles tinham almofadinha igual o Rolang Garroz para poder sentar naquada fizeram uma graça." Então assim, para quê? para se sentirem bem, as pessoas Olharem bonita, fez uma bandeira do raquetes para vida maravilhosa, as crianças
com orgulho, a gente conseguiu literalmente parar o Cristo redentor, aquilo ali para a torre da Babilônia, né, de gente falando tudo quanto é língua e tirando os pau de selfie, deitado no chão, outro pisando. A gente conseguiu literalmente abrir a nossa faixa de 5 m com todas as crianças atrás, abrir uma clareira para tirar foto das crianças. Acho que nunca falar Assim, a gente vai conseguir nunca tirar essa foto e conseguimos tirar, mas uma coisa de bção, de de Deus. Eh, mas a a ideia a criança se ela se sentir e o que a gente
faz lá, a nossa ideia que eu falei que a nossa assim frase, né? Ela é a gente faz essa criança sonhar. Ela o direito dela de sonhar. Toda criança ela tem de sonhar. Direito, tem o direito, tem o direito, tem direito de sonhar. Então a gente faz com que elas possam sonhar, o que elas nem imaginavam que eu Sa você pontuou muito bem. É, é, é sobre isso. E eu vou te falar outra coisa. Eh, se o que o que eles viveram eh é inesquecível para elas, imagine pra gente. Uhum. Imagine, imagine para nós poder
proporcionar isso para um grupo tão grande. É, na luta diária, na luta diária ali, pô, as brigas interno vai fazer, não vai fazer e não consegue procura e não fechou e correndo atrás assim, contra o relógio. Eh, mas aí a coisa vai. Eu voltei, voltei destruído, Sem voz, todo mundo, os professores, todo mundo voltou arrebentado, né? Porque a responsabilidade não é energia, mas ao mesmo na mesma proporção o senso de de uma gratidão, sabe? Uma é uma eu não tenho eu não tenho esse adjetivo, eu sei como falar o sentimento, sabe? Eh, quanto que é
gratificante. Eu falo assim, a gente ganha muito mais. Aí você olha para, pô, tô aqui na minha casa agora, né? Então, o silêncio, filho tá na escola, pô, a gente tem condições Hoje tem meus dois filhos mais velhos formados, independentes e caras pessoas do bem, sabe? que que valoriza o que tem, valoriza a história da nossa família, a história da família deles. Eh, são totalmente dependentes, assim, os meninos bons, foram criados no esporte e eu tenho mais dois para poder educar aí na nessa batalha. Então, a gente é muito privilegiado, sabe, ter uma casa, sabe,
com conforto para nossos filhos, que eles eles não têm ideia do Que é passar necessidade, passar uma vontade de alguma coisa. Então, meu filho passa de 5 anos, seis agora, né, que ele vai pro projeto já um ano, ele fica lá com a gente no projeto. Legal. Porque o lanche dos meninos, ele queria comer também a bolacha, porque ele até ele entender com os 5 anos que não é que não vou dar bolacha porque que ele vai almoçar. Aham. Ele já queria comer a bolacha. Eh, até ele entender. Hoje ele separa os brinquedos dele, separa
lápis De cor, separa roupa para dar pros meos projetos. E ele fala: "Meu pai tem um projeto". Eu falo: "Não, meu papai não tem projeto. Incrível. É, meu pai trabalha no projetor esse sentimento para ele valorizar o que ele tem. E vou te falar uma coisa assim com muita propriedade, quando vão vão suas crianças lá, quando tá no pula-pula a criança é tudo igual em 2 minutos, elas são as melhores amigas, best friend forever, as melhores amigas. E essa Hora, filho, não é o seu carro que você chegou, o tá usando, é quem pula mais
alto. É quem pula mais alto no pula pula. É quem corre mais rápido e acabou. E é uma lição que elas dão para nós. Vão, vão apoiadores nossos lá, quando eles ficam ressabiados de levar o filho, não sei o quê, quando vão falar: "Ó, teu filho ali, ó, maloqueiro igualzinho. Onde é que ele tá pendurado? Lá na árvore mais do que os outros. A gente que coloca barreiras, a gente que que Que coloca essas, né, eh, essas barreiras, esses obstáculos, cara, né? A gente e a gente tá tirando o direito essas crianças serem crianças. Então,
essas duas horas que a gente tá lá, essa criança que tá cuidando três, quatro irmãos dela, ela sonha, ela tem o direito dela do lúdico, de brincar, de ser criança e ser feliz. E é sobre isso. Isso isso aí. E você falou outra frase que eu queria repetir agora para finalizar minha fala aqui para te passar A fala, Léo. Eh, gratidão, Adriane, gera generosidade. E tem uma frase que eu, Léo, a gente carrega na nossa vida. já tem, vai fazer agora 15 anos que a gente terminou o nosso doutorado. Que horror. Eh, eu tive, nós
dois tivemos a honra de ter um professor mentor muito generoso em pesquisa, que o o ambiente em pesquisa é um ambiente com muito ego, né? Eh, é, é. E a gente teve um homem maravilhoso como mentor, muito generoso. E ele foi tão generoso que isso gera uma gratidão muito grande. E uma coisa que eu, Léo, a gente não nunca falado, mas que a gente sempre andou nessa linha, é vamos passar a a generosidade da mesma forma que a gente recebeu. E a gente faz essa corrente. Hoje eu vejo meus ex-alunos sendo generosos com a nova
geração e isso vira uma corrente de todo mundo. Eu fui grato pelo que eu recebi e por isso eu dou. Eu fui grato pelo que eu recebi e por isso eu dou. E esse é o Caminho, é a gratidão de gerar vontade de ajudar o próximo. É esse sexo, porque você tem esse sexo de pertencimento, gera essa gratidão. Isso você vai no você tá no Central Parque, que acontece falando do brasileiro, você tá nos Estados Unidos, você tá no Central Park, tem um banco, banco doado por fulano de tal, eh, escola de universidade, laboratório doado
pela empresa tal, a quadra de tênis, nome de um ex-aluno. Por quê? Porque o cara tem esse senso de Gratidão que ele recebeu aqui, ele devolve, multiplica. Entendeu que tem que multiplicar? Não adianta. Eu eu vou vender bolacha para cada vez ter menos pessoas que t acesso, possibilidade de compra. Não, não tem como. Nós vamos conseguir fazer isso com vocês, Adriane. Você vai conseguir, cara. É e é você vai conseguir. Acho que a a o poder que o seu projeto tem para reduzir desigualdade, para ajudar as pessoas, é incrível. Tá bem. E me fala, por
favor, Adriane, onde as pessoas podem encontrar o projeto pra vida, se tem site, se é no Instagram, se tem no telefone, nós vamos colocar na descrição do vídeo, nas descrições do áudio. Então, onde que as pessoas podem encontrar para saber mais sobre o projeto, conhecer o projeto. Então, nosso site é o www.raquetesavida.org, né? É.org. E Instagram, raquetes para a vida, tá? também. Então, a gente tá aí, tá trabalhando. Eh, agradecer, queria Agradecer meus patrocinadores. Vamos lá, não posso esquecer. Vamos lá. Vamos lá. É, a gente tem Rudnick, é uma empresa de produtos químicos, uma das
maiores do país, já online, que doas do os alimentos também e faz sempre alguns aportes financeiros em algumas situações, né, a drogarias campeã, a Trumpf, que é uma empresa de de cortes de aço, de indústria da muito automobilística, são feras, empresa alemã multinacional e a Alfa Code, que Eu não posso esquecer de falar que entrou conosco agora que eles fazem aplicativos, eles estão hoje Rabibs, Ragazo, Madeira Todo mundo de clientes dele faz de shopping também são feras, estão estão conosco entrando, mas mais do que o apoio financeiro, são pessoas que acreditam na gente, acreditam na
causa, estão sempre conosco. Então, maravilhoso, cara, maravilhoso, sensacional. Galera, apoi o projeto Raquetes para Vida. Eh, esperamos começar com Adriana no futuro de novo, trazer mais resultados aqui, o que precisar, toma disposição. Luluzinha, onde as pessoas te encontram? sempre aqui no PBC, lá no Instagram, no seu Landeline Costa. Galera, eu não tenho mais nada a pedir, a não ser que você siga o canal do PBC no YouTube e nas redes sociais e também no Spotify. Sigam, a gente tem que bater 100.000 pessoas até o final do ano. Vamos bater, Vamos bater mês que vem. Eu
tô achando. Agradeço de coração. Vamos fazer lisongeado. Somos embaixadores daqu para a vida. Eh, eh, e, e, e vamos fazer de tudo para esse projeto andar melhor, gente. Adriane, última coisa, o convidado tem que mandar beijo para todo mundo, gente. Um super beijo e a gente se muito obrigada. Valeu, muito. [Música]