ae todo dia que a gente tem para dizerem milho dizem mil para melhor desempenho ó para pior pior para telha desempenha para telhado desempenhado e vão fazendo pegados com 1 é uma outra área cultural não é mais importante as verbas mais características e das que mais se transformando em paulistânia a poluição e caipira a tendência para chamar qualquer pessoa atirou de caipira a sair já no sentido meio pejorativa e jocoso já que a pessoa não tenha possibilitado é nesse sentido que se deve usar num contexto como o nosso o caipira é o morador da paulistânia
que proveio de uma mistura entre o português e russo índio a polícia de são paulo é grande parte de minas e goiás onde para o bolso atua para na parte também de certa maneira espírito santo e região dorsal afins o hype é um dos tipos do homem rural brasileiro eu quem é e eu achei que meu coração pra mim é aqueles paulista cercado de mulheres indígenas apreendidas as banheiras criar uma massa crescente mamelucos que fizer as bandeiras então essa gente am deseja ter uma cultura própria falando pi como já disse várias vezes em são paulo
falava se não português correntemente a nossa língua geral quer dizer o tupi guarani é adaptado pelos jesuítas nós não somos bilíngües hoje em são paulo por pressão do governo português se nós pensamos os nomes daqueles homens importantes do século 17 o século 18 bartolomeu bueno o em hangu era land tal ou tomar o taka ea gente vem da toponímia de são paulo nós estamos acostumados não percebemos mas se pensar na quantidade de nomes indígenas à direita com esse tubo em araraquara e itapetininga e ubatuba ae háháhá o sertão foi um poderoso fator psicológico do pandeirista
lá estava fortuna índios e certamente minas de metais e pedras preciosas o sertão era mistério aventura durante o século e meio os paulistas fizeram ativadores de 1º para serem os braços e as pernas do trabalho e suas vilas e sítios depois com mercadoria para venda os engenhos de açúcar andaram além dos sertões lançados pela grande esperança sempre foi deparar com minas de ouro prata ou pedras preciosas um belo dia a paulistana conseguiu portugal queria descobrir o ouro em quantidade de 91 ouro preto foi um preso que encontrou e não é conhecer o futebol cada papel
de um padrão e toneladas de ouro nos rios em toda parte e levou chame de gente enorme do brasil inteiro de portugal onde não havia ninguém 30 depois de ver 300 mil pessoas em vez de portugal outra das províncias no afã de colher euro fizeram igreja kharisma por josa seja o preto os tempos passaram o ouro acaba se da grande diáspora dos mineiros saem de perto para o lugar do ouro e eu como todo o território de minas gerais o mesmo acontece moto brasil é um desafio também o ano acaba e essa diáspora da gente
andando a gente se realizando criando pouco fazendo toucinho plantando roça de milho criando vacas fazer um queijo isso cria uma cultura caipira num mundo bandeirantes era uma grande empresa econômica este bandeirantes quando ele se sedentarismo ou quando ele perdeu a sua iniciativa maior quando ele deixou de ter contato com o mercado e se bandeirantes todos os caipira uma parte de fazendeiros de exportadores deu gente foi ganhar dinheiro soltou localizados nas cidades de são paulo sorocaba a itu até o homem rural propriamente este deixou de seu protagonista da economia de mercado e se transformou no produtor
para si mesmo ele é um bandeirante parado eo bandeirante economicamente atrofiado a filha essa era que depois seria muito transformada com a plantação de café e roubaram milhares de km de floresta os cravos importante perceber da áfrica para plantar café e café o [ __ ] ou escravidão em são paulo no entanto no vale do paraíba ao vivo o negro traz elementos da cultura africana então nós temos muitas regiões são paulo a os caipiras é praticando também a atividade de origem africana como moçambique como a congada o batuque é muito bonito o seu mundo caipira
assim rs pela cultura africana e haver uma espécie de indiferenciação liderança indígena herança portuguesa e africana quanto à libertação dos escravos ea mão-de-obra substituída por emigrantes milhões de emigrantes para trazer o bebê estava preparado social psicólogo que trabalha como a sadia o que o leigo não estava o trabalho regular do brasil é uma barbaridade eu trabalho escravo bush bata caipira tinha o sertão na frente dele ele podia fugir ele podia escapar uma população móvel dessa maneira e pouco numerosa gera um tipo de área de assentamento no solo muito disperso é que a unidade básica da
cultura caipira é o bairro o bairro é aquela porção de território em que as pessoas não têm contacto imediato mais na qual todos se sentem como pertencendo a uma mesma comunidade é uma vez eu perguntei pro acabou muito velho o que é um bairro ele respondeu com um bairro é uma nação sinhá caipira isolado dos centros urbanos ele periodicamente se encontra em função das necessidades comunitárias do bairro por exemplo fazer uma casa e não pode fazer sozinho ele faz um mutirão quem ele chama para mutirão aqueles que pertencem ao mesmo bairro se vai fazer uma
festa para fazer a festa de santa cruz onde vai fazer a festa de são joão quem faz a festa quem contribui quem traz comida quem dá o dinheiro necessário quando é o caso é o pessoal da do bairro a festa de santo é um elemento poderoso início de coesão do grupo essa própria cultura nasceu de intercâmbio com a cultura erudita com cultura portuguesa e foi a maneira de falar em tudo nós sabemos que o caipira fala às vezes de maneira mais pura do que nós quando fala pergunta depois ele fala com quem falava as pessoas
conta no século 17 min orelha já mandei chamar a forma colorida com maninho e wendel o médico heitor eu não tenho só sonhar acordado no ausência me deixa o outro stone ou que é o nó azul liberar seu amado meu eu limbo o carinho o lazer fazia parte da cultura caipira daí a fama injusta no reffis e vai da música tendo lazer ele podia pescar e podia caçar não porque era se divertir aqui na dieta dele aí uma dieta que se aproxima da dieta do índio a dieta do primitivo só essa levanta obra mas lá
ele fazia você não está dormindo no início do século passado ou seja no século 21 onde iria até a metade do século passado por volta de 1950 o brasil era uma unidade cultural usaria dizer quase perfeita acabada isso transferia do ponto de vista social um ritmo um tempo que era perfeitamente viveu assimilável pelas pessoas não era uma sociedade de conflitos tão evidentes conflitos existiu mas eles eram resolvidos dentro de um determinado ritmo dentro de determinado tempo com o advento da sociedade industrial há um impacto muito grande sobre essa sociedade que nós podemos chamar de arcaica
onde aquilo que a sociedade consumia praticamente era produzida pelos próprios habitantes não havia supermercado avião feiras no avião fábricas havia artesanato mesmo com a vida da missão francesa que trouxe tecnologias novas formas de viver hábitos sociais mesmo assim o impacto não foi tão grande quanto foi evidentemente a partir dos anos 50 com o boom da industrialização e com o ter desabado no brasil procedimentos hábitos e tecnologias que tinham sido fabricadas e criadas fora do país e que portanto eram estranhas a um universo da civilização brasileira as instituições básicas da cultura caipira desintegraram se ao impacto
da onda renovadora representada pelas novas formas de produção agrícola e pastoril de caráter mercantil já não são aqueles caipiras de modo de existência caic pobre mas satisfatória seu próprio juízo com a industrialização se altera na constelação que tinha de fundamental que era sua tecnologia produtiva transformando todo o seu modo de ser de pensar e de agir do momento em que ele fica mais subordinado ao mercado que ele tem comprar bens de consumo para os quase não tem dinheiro que a mulher dele que é uma bacia de lata que ele quer despertador que a filha que
é um relógio o tempo dele acaba ea margem de lazer acaba eu vou e dizendo pra cidade lembra que a cidade tivesse emprego já na essa gente foi votada a escola que era mais um por um degredado quando caipira vem para a cidade de são paulo são paulo hoje é um destruidor de caipiras aquele mas são mais imagina alisar que vai ser servente de pedreiro ele vai trabalhar na construção civil ele vai ser porteiro ele vai ser soldado e vai morar na periferia mas é a vida é a vida do dia-a-dia é a caminho do
trabalho a caminho de casa e isso que é importante essa confiança que a gente nota nas pessoas essa determinação quando cheguei que houve aquele a que ele vê nem dão quero aquela quantidade carro neves pede que ele espera ganhar maior tura fernando pessoa consegue fazer uma causa tão nobre daquele jeito anos que assaltou um fim claro que quando passava três qual junto à estrada que ela está de terra onde morava na roça enquanto a sala principal pessoa fica tudo assim meio né ai passava sem o helicópetero assim baixo assim o pessoal estava imaginando me pode
encostar no à venda ultimamente a coisa se tornou mais complexa porque as instituições tradicionais estão perdendo todo o seu poder de controle e de toda a nação a escola não ensina a igreja nunca a pesquisa os partidos não politizam o que opera e monstruoso sistema de comunicação de massa e pondo padrões de consumo inatingíveis desejos e alcançar e aprofundando mais a marginalidade dessas populações eu não falo do mundo quem tira apenas como um estudioso e o fal do mundo que ter como participante eu então sou levado até que a cultura caipira que eu conheci uma
cultura distinta sobrevivência de ano estão aí o que chega até mim com o morador da cidade é essa cultura folclórica a impressão que a gente tem frequentemente pela música caipira é que o caipira tem uma música original editais de lá e mas serviu de inspiração para o nome da cidade não é só isso não grande parte da cultura do homem da cidade vai para o campo pode até dar em nada minha vida assistindo por uma jovem minha mulher e eu n no bairro rural de piracicaba cantor chamado em o joão de ponte canto uma coisa
muito bonita de junho o jogo que coisa bonita que o senhor achou filhos conteúdo não é meu professor éder machado foi desmanchado eu fui ver e saber que era era aquela marcha levei o metrô linho e rodando de mansinho pela estrada lei quer ouvir no rádio de macho ele foi à cidade ouviu no rádio de irmã desmanchou ea e o desmanche é uma das formas de comunicação das culturas eu pego uma noção aqui eu pego a noção lá essa cultura tradicional trazia em si tal riqueza e era de tal forma aberta e não fechada no
ponto de vista das suas é estrutura as mentais que ela podia se me lama e devolvendo através de formas novas e novos hábitos e novas maneiras de encarar a realidade ae essa inventividade essa criatividade essa capacidade de inovar do brasileiro sem dúvida nenhuma é um dos trunfos um produto de exportação que o brasil tem vai melhorar o negócio estava ruim agora vai violar o leão vai sair e curtir o que eu vou falar ai ai eu falei e da câmera o que vocês isso vai passar ai ai ai ai bruna que eu volte lá e
até porque bujari e assovios de uma bahia vem com quem puxar o cabo já no meu pai e não bati na banda beijo dó ai ai rio daniel da vinheta da cobra coral ai ai meu pai me dirijo a vossa mãe mandou matar maravilhoso a minuta gostando e ele já mandou parar a minha alma do baralho e eu sou mesmo desse jeito e apple vagem que já ai ai de mim ninguém eu moro na balança é no meio tempo da ai ai rodaram o mundo na cachoeiro como a água na boca é