A minha mãe, ela quando eu comecei a assistir vídeos no YouTube, ela sempre muito braba e direta falou: "Para de ficar gastando seu tempo para deixar quem é rico mais rico e famoso ainda". Falou: "Vai lá usar esse tempo, fazer alguma coisa para um dia os outros pararem para te assistir". >> Um vídeo teu tipo todos os visos do canal do Veturb, sabe? O que que tu botou na cabeça das pessoas? O que que Tu falava que criou esses fãs? E tu acha que isso é uma coisa que é replicável? >> Nossa, eu tenho uma
opinião muito boa sobre isso. >> Então me conta, Luana. Luana Carolina. >> Em 2014, ela fez uma escolha que mudaria tudo, começar a produzir conteúdo na internet. De lá para cá, fundou duas empresas, se tornou referência em estratégia digital e hoje inspira mais de 1,7 milhões de pessoas a transformarem conhecimento em liberdade. >> Então, esse é o primeiro fator. Aí tem um outro fator que esse daqui eu recomendo que vocês anotem que é muito importante. O influenciador que ele só faz piadinha, que ele só faz um conteúdo superficial, ele não entra na camada de decisão
dos seguidores. Qual que é o conteúdo que deve ser evitado, que não vai entrar nessa camada de decisão e que tu não recomenda que as pessoas façam? >> Então daí eu me sinto uma pessoa chata falando para não fazerem isso, mas é Porque eu não acredito que seja uma locação inteligente de tempo e energia. Então criando esse fosço competitivo, você não fica brigando para ser o melhor. Você naturalmente se torna a escolha óbvia. Não é a melhor escolha, é a única escolha. Sabe o que mudou o meu conhecimento de vendas? E de um dia pra
noite comecei a fazer muito mais dinheiro a partir desse livro. Nossa, isso. Tá calma, vamos lá. Vou respirar aqui. >> Respira, respira. >> Eu fico muito empolgada com essas agora. O podcast começou, gente. Vamos lá. >> Cara, eu não achei que isso ia acontecer nesse podcast. >> O episódio de hoje será com a Luana Carolina. A Luana, pessoal, ela é uma grande criadora de conteúdo e pelo menos na data de hoje que eu gravo isso aqui, ela tem mais de 1.600.000 1000 seguidores lá no Instagram. Ela também tem uma presença enorme no YouTube. Ela é
especialista em produtividade, em como ter mais disciplina, em como executar mais e tirar mais suco aí do teu dia. E nesse podcast aqui a gente falou até mesmo de quais livros que ela acha que tornaram ela uma pessoa mais inteligente para que você aí possa ler eles também e ficar mais inteligente, beleza? E claro, se você não conhece o podcast, ele se chama Segredo da Escala. E aqui a gente traz pessoas que já escalaram suas ofertas, Já escalaram seus negócios para que você que tá em casa consiga pegar uma, duas, às vezes três dicas, caso
o podcast esteja bom, aí aplicar no teu negócio e escalar ele também. Esse podcast aqui, pessoal, ele foi criado pelo Veturb. O Veturb é uma hospedagem de vídeos focada 100% em aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Hoje, mais de 10.000 empresas, não só no Brasil, mas no mundo todo, confiam no Vetur para aumentar a conversão dos seus vídeos de vendas. E Caso tu tenha um vídeo de vendas, eu te convido aqui para testar o Veturb. Tem um link com 14 dias de graça aqui na descrição. É só criar tua conta e depois tu
vai ter ainda mais 15% de desconto durante 2 meses. Mas chega de conversa, bora pro podcast. Então, com vocês, Luana Carolina. Luana, seja bem-vinda. >> Muito obrigada. >> Cara, eu nunca imaginei que tu estaria aqui, tá? Eu lembro que a gente se conversou no Instagram um tempo atrás e Daí eu te recomendei um livro que é o Seeking Wisdom, né, que vai aparecer aí na tela, pessoal, esse livro. E esse livro quem me recomendou foi o Artur Ribas, que curiosamente, pessoal, a gente tem um podcast aí com Artur que vai aparecer aí na tela também.
Aí depois aí que tu assistir esse, tu pode assistir esse outro podcast aí do Artur. E aí tu pegou, e eu descobri isso hoje no almoço, tá pessoal? Aí tu pegou o livro do Se Wison e tu zerou o Charlie Munger, tu começou a estudar mais e mais e mais sobre ele. >> Eh, isso me leva a crer, né, que tu é uma pessoa que gosta muito de estudar, de aprender. E cara, como quando que tu desenvolveu essa habilidade? E >> por que que tu faz isso em primeiro lugar? Isso é uma coisa que tu
tem prazer em fazer ou como é que é o negócio? Eh, primeiramente, Eu tô muito feliz de estar aqui. Eu gosto de conversar com pessoas interessantes. Adoro conversar com você. Eu sou muito feliz que você me indicou esse livro. Todas as conversas que nós já tivemos foram conversas divertidas. Eu gosto de pessoas que são boas pessoas. Você é uma boa pessoa. Hoje no almoço, antes de vir para cá, a gente já se divertiu muito. >> E eu quem fui a host dele >> é >> foi, fiz um monte de pergunta. falei: "Ah, no podcast de
hoje você vai ter que se safar, senão eu que vou te fazer as perguntas". Então, muito obrigada pelo convite. É uma honra estar aqui. >> Eu te agradeço. >> E a respeito da sua pergunta, é muito fácil a gente olhar paraa nossa história e numa pós-narrativa construir uma explicação do porqu, sei lá, eu gosto de estudar. Eu já me questionei muito isso, porque eu não vim De uma casa onde, sei lá, minha mãe ou meu pai me cobravam a respeito de estudo, pelo contrário, eles nunca eles nunca se importaram porque eles sempre falavam que eles
confiavam muito em mim. Eles sempre falam: "Não, a gente nunca viram uma nota de escola. Eles nunca sabiam quando era época de prova ou não. Então eu vim desse meio e minha mãe nunca me cobrou a respeito de nada. Talvez isso tenha ajudado, porque eu sempre enxerguei os estudos como algo Divertido, literalmente. Eh, não estudo da escola, eu nunca fui uma aluna excepcional, uma aluna diferente, mas dentro dos temas que eu tinha interesse, eu sempre achei muito gostoso desdobrar e explorar ideias. até estava falando no meu Instagram a respeito disso, que uma leitura é quando
você tem um tema ou uma situação, seja uma leitura de ficção ou não ficção. E o livro é o desdobramento daquelas ideias. É como se cada frase Seguinte, cada parágrafo seguinte, é uma caixinha de surpresa que você fica empolgado de saber o que tem naquela caixinha de surpresa. E quando você encontra bons temas ou bons escritores, a leitura ela é um momento que você consegue entrar em estado de flow e se não é essa diversão num sentido de pulinhos de alegria, mas você encontra ideias que você nunca tinha visto até então, explicações novas. E eu
acho isso Muito interessante, porque você é uma pessoa antes de ler um livro, mas você não tem noção de quem você é depois de ler aquele livro, porque cada bom livro ele traz uma explicação a respeito de como o mundo funciona. E se são bons livros, como os livros que você já me indicou, você não consegue continuar levando a vida do mesmo jeito, porque agora você tem uma nova camada de interpretação a respeito daquilo que tá acontecendo e Isso te dá uma oportunidade de agir diferente. Eu eu sou apaixonada por isso tudo. >> Uhum. >>
E por conversas interessantes, enfim. É. Uhum. >> Eu não sei muito de onde veio, mas eu sei que eu acho muito legal. >> O que que tu acha que as pessoas que não leem, elas acabam perdendo? Se se é que elas perdem. Tem um rapaz aqui nessa sala, tá, que ele não lê e que tá Sentadinho lá, ó, lá atrás. É o Gabriel. Tu mesmo, né? Ele não lê. E daí agora eu tô tô convencendo ele a ler. E aí a dica que eu dei para ele foi para ele ler Harry Potter, porque isso vai
ajudar ele a pegar o hábito de ler. >> Isso. >> Após ele pegar o hábito de ler, ele pode daí começar a ler coisas mais inteligentes. Só que nem isso ele fez, né? Ele começou. >> É verdade. Ué, tô mentindo. Mas nem Harry Potter tá lendo, né, Gabriel? Ele tá lendo Jogos Vorados, acho, sei lá, uma coisa assim. E daí? Mas, mas cara, mas tá funcionando. Tu tá lendo, né? Ou não >> tô. Ó, ele tá. E eu não consigo imaginar o que que é não ler, sabe? Eh, tu lembra de quando tu não lia
e quando que tu fez essa transição ou foi uma coisa que que nunca aconteceu? Tu sempre leu? Eh, na escola quando era muito novinha, eu bem novinha mesmo, não era nem ensino Médio e nem um ensino fundamental, eu acho, direito. Enfim, quando era muito nova, eu entrava na biblioteca e tinha aquela sessão de livros que era do ensino médio. Eu achava muito bonito os livros da capa vermelha, que eram os livros da edição da Abril, os clássicos da Abril. E eu abria eles, eu cheirava, era um cheiro gostoso, as páginas meio amarelada. E eu gostava
de como era a letra daqueles livros, porque era uma letra gostosa de ler. E eu nunca vou esquecer que eu tinha na minha cabeça que era muito legal ler aqueles livros. E um, o primeiro livro que eu li, eu tinha, eu era muito novinho. Quantos anos? >> Hum, acho que uns 11 anos. Os sofrimentos do jovem Verter de Get. >> Caramba. >> É, eu nem tinha noção muito, só que eu achava muito poético, filosófico. Eu escrevia poemas e eu publicava na Internet. >> Ah, é? >> Mas não tá no meu nome. Eu usava tipo um
nome especial. >> Pseudônimo. >> É. >> Nossa, que chique. >> É, mas eram coisas meio bregas assim, eu não recomendo. E eu li esse livro e eu me achava muito legal por estar lendo esse livro. E depois esse livro ele Drácula. Eh, que eu também achava muito legal, porque a capa era bonita, as letras eram bonitas e era um livro grande. Então, começou a ir e eu li muito nessa época, até que um dia, eu não sei muito quando foi isso, eu comecei a entrar na adolescência e sei lá, meio que eu parei de ler,
não sei, comecei a mexer muito no computador. Na época eu descobri, tinha Blog Spot, tinha Tumblr, eu meio que fui parando de Ler, mas mesmo quando eu não lia, eu sempre consumia conteúdo por escrito na internet, no Tumblr eu achava legal e você dar, como que chamava? Era repost, né, em poemas e esse negócio mais profundo. Mas eu parei é aquele negócio de foto lá, né? >> É foto, texto, enfim. É que eu não lembro disso, eu acho. Quer dizer, eu acho que eu lembro, eu lembro do Orcut, mas eu tinha, mas daí eu parei
e eu nunca vou esquecer que Eu conhecia um amigo meu, Simonsen, e ele escrevia muito e eu me questionei nisso eu já tinha, sei lá, uns 19 anos, 20 anos. Gente, por que eu parei de ler? Eu sempre gostei de ler. Por que eu parei de ler? Era em novembro. Sabe por eu não esqueço que era novembro? Porque tinha Black Friday da Amazon e eu comprei, sei lá, uns 20 livros >> e daí eu voltei a ler e não parei mais. Mas eu já tive essa fase de não ler. >> Uhum. >> Simplesmente porque, sei
lá, só não tava lendo. E depois que eu voltei, eu comecei a enxergar igualzinho você acabou de relatar. Como que as pessoas não leem? Porque as pessoas não leem. É muito bom, é muito importante. Às vezes eu tô desanimada, eu leio e no livro eu consigo voltar, sabe, um pouco paraa realidade e tirar aquela visão. Porque quando eu estou muito preocupada, normalmente é quando eu pego alguma Situação, algum problema e eu aumento aquilo muito e a leitura faz eu voltar a ter os pés na realidade que sabe sair daquele daquela neurose às vezes de um
problema e não sei, hoje em dia eu não eu não consigo cogitar não ler. Não sei, não faz sentido. É um caminho sem volta. É, conforme a atenção das pessoas vai diminuindo, principalmente, acredito que por causa das redes sociais ou até mesmo outros conteúdos, como por exemplo, esse aí que a gente tá fazendo ou sei lá, os Outros podcasts que tu fez >> aí, como tem muito mais opção e as outras e essas outras opções às vezes tem mais dopamina, eh, que é inserida na pessoa que tá consumindo conteúdo e também é mais fácil de
transferir informação, porque num livro a pessoa tem que ativamente ente lê, enquanto aqui no podcast a pessoa não faz nada, ela só escuta. >> Uhum. >> Eu acredito que daí esse meio de Leitura, de consumo de conteúdo, que que a leitura, ele acaba perdendo um pouco para esses outros meios, como o podcast ou sei lá, audiobooks, enfim, coisas nesse sentido. E eu não sei, tu tu tens alguma técnica para evitar isso ou isso é uma coisa que nem eh acontece na tua vida em primeiro lugar, porque tu só gosta do ato de ler. >> Tem
um motivo, >> né? Quando você lê, você tem literalmente as Páginas do livro e as letras como pontos de informação. Então, você não tem uma voz, um timbre, um timbre de voz ou recursos visuais que estão criando vieses de percepção daquilo que você está lendo, que acontece em qualquer aula gravada. até numa sala preta com roupas pretas e o máximo de minimalismo possível no cenário e até numa sala de aula, não só no podcast, o que acontece com o livro? Você usa mais a sua imaginação literalmente e você pausa melhor para ler, para pensar a
respeito daquilo que você leu, sem estar sendo influenciado por outros fatores. Então, eu tenho escritores que eu adoro, eles participam de podcasts, foi o que nós estávamos conversando no almoço, mas eu sempre prefiro o livro, porque eu sinto que é um espaço mais privado, que eu não tô sendo invadida por outras Informações que vão criar alguma percepção em mim, porque o nosso cérebro ele sempre vai ancorar e sempre vai ter vieses. Então, pode ser que eu assista algum podcast e só pelo fato da pessoa olhar pro meu rosto, ela vai criar algumas alguns preconceitos, não
negativos, só positivos também, ou no tom da minha voz, ou às vezes eu tenho algum vício de linguagem que ela vai se incomodar, Igual no podcast que eu participei, que eu falei, acho que troféus, troféis, falei errado, plural, eh, e aquilo incomodou. Teve um cara que comentou que ele se incomodou muito com aquilo e é o que não acontece numa leitura, porque você tem o conteúdo mais cru para você absorver. Então eu mesma, eu não consumo tantos podcasts. Sabe quando que eu consumo podcast? Quando eu estou secando o meu cabelo. Eu coloco meu AirPods com
Cancelamento de ruído enquanto estou secando meu cabelo, escuto um podcast. E eu descobri que eu não consigo secar meu cabelo menos de 40 minutos para fazer uma escova. Então >> consigo ia perguntar, pô, tipo, demora tanto assim? >> Sim. Sim, coisa que só mulheres que estão assistindo, não vou entender, homem jamais entenderiam. >> É, >> mas eu não coloco podcast no carro e nem Música muito e eu não é muito raro eu parar para ouvir um podcast ou parar para assistir alguma coisa. Os cursos, quando eu assisto algum curso, eh, eu eu tenho um horário
específico para ver aula, mas sempre que possível baixo o material, estudo em cima daquele material. E eu recomendo para qualquer pessoa, se você tem aquele conteúdo em livro, inscrito, consuma antes de você consumir o podcast. Mas também tem outro negócio que se você tem um autor já mais Famoso e que ele ainda tá vivo para participar de podcast, alguém que você gosta das ideias, o podcast é bom porque você consegue absorver de forma mais rápida e superficial a ideia geral que ele tem. E quando você vai ler, você meio que já sabe do que ele
tá falando, então você consegue também tirar mais proveito da leitura. Então existem essas duas vias assim, mas eu diria que eu não acho que em algum momento faça sentido a pessoa substituir o audiobook pelo livro Em si. E eu tropecei num conteúdo, eu não sei o quanto isso é verdade ou não, mas que a leitura ela ativa alguns algumas partes específicas do cérebro da pessoa que o só ouvir não ativa. E eu acho que é muito fácil, pelo menos quando eu estou ouvindo algum conteúdo, me de não prestar atenção como quando eu leio. Quando eu
leio, eu entro num estado absurdo. É como se tudo desaparecesse ao meu redor. E quando eu tô ouvindo coisas, Eu sinto que é muito fácil roubar a minha atenção, imagens ou qualquer outra coisa. Então, a leitura, isso é uma experiência pessoal minha, mas ela me coloca muito mais nesse estado de foco do que qualquer outra aula, é, vídeo, áudio, enfim, por aí vai. >> Uhum. Uma coisa que eu queria comentar que eu queria, bom, tem algumas perguntas para te fazer, mas a primeira delas. Tu já tentou ler um livro e ouvir O audiobook dele ao
mesmo tempo? >> Não. >> Dizem que isso é um grande hack, sabia? >> Porque tu presta atenção, mas em teoria é, eu testei isso. Tu conhece o Hormo? >> Uhum. Uhum. >> Ele recomenda isso daí. Aí eu testei esse livro, cara. Agora não consigo parar de pensar que eu tô cantando. Que droga. que ela falou, pessoal, que eu falo cantando. Se tu acha que eu falo cantando, comenta aí, tá? Mas o Ormo ele Ele deu essa dica de tu ler o livro e escutar o audiobook ao mesmo tempo. Daí eu comecei a fazer isso, para
mim funcionou muito bem. Aí eu queria te dar essa dica também pro pessoal de casa. >> Vou testar isso. >> É, >> mas cara, uma coisa que o livro tem que o podcast e outros meios eles não têm, é que o livro ele tem uma alta densidade de informação. Então, o que que significa? A pessoa, para ela fazer um Livro, ela teve que escrever, colocar os pensamentos de forma estruturada. Ela teve que remover toda a gordura, todo o excesso do que ela colocou, enquanto que no podcast não tem, por exemplo, no livro não vai não
vai ter aleatoriamente alguém falando: "Ah, será que eu tô cantando como eu acabei de fazer"? Entendeu? Isso não existe no livro, obviamente, né? E então o livro ele é muito mais denso, ele é muito mais organizado. A pessoa colocou um [ __ ] Esforço eh naquele negócio ali e preparou aquilo ali às vezes por anos para te dar o suprassumo do conhecimento dela. E então tem esse lado bom que é uma coisa bem legal que não tem no podcast. O podcast ou outros meios muitas vezes eles têm uma baixa densidade de informação. Então é muito
tempo para passar pouca informação. E por outro lado, tá? Uma coisa que o podcast tem, que o livro não tem, é o fato de que eu sinto que no podcast O conteúdo às vezes ele é mais real, >> justamente porque no livro é no livro a pessoa ela tem tempo para para mascarar um monte de coisa ou às vezes ela tem uma ideia boa >> e ela explica aquela única ideia boa em 200 páginas, >> sendo que tu poderia falar em uma frase, que daí ele fala no no podcast, por exemplo, >> aquele livro Essencialismo.
ou tipo, a única coisa, [ __ ] qual que É a ideia desse livro, entendeu, mano? Faz uma coisa só, tá ligado? Aí, tipo, dá para resumir num negócio só, só que o cara fala e fala e fala e fala e fala. E daí, eu não sei se isso é uma coisa de de ego, sabe, da pessoa se estender tanto assim. E também há uma exigência externa que as pessoas sentem uma injustiça quando você fala algo simples que é muito útil, muito bom. Mas as pessoas elas têm essa necessidade de associar A complexidade com o
valor de algo. E eu vejo que na própria criação de conteúdo ou na busca de soluções de negócios, tomadas de decisão, parece que se eu escolho uma via muito simples e básica, é preguiça ou simplesmente que eu não estou atendendo a toda expectativa que eu deveria atender. Eu conheço muitas pessoas que são inteligentíssimas e travam na hora de criar conteúdo Justamente porque elas não aceitam que elas podem simplesmente falar coisas simples, que elas podem gerar conteúdos falando do básico. Então, as pessoas buscam essa âncora de diferenciação através da complexidade e essa associação de que algo
só é inteligente e que só vale a pena ser feito se ele tem um nível alto de complexidade. Caso contrário, ai ela tá falando óbvio, af, mas isso até eu sei. Então também tem esse problema. >> Sem dúvida. Quando o cara vai escrever um livro desse, aí você fala que aquilo poderia ter sido e de fato poderia, nossa, tem muito livro que é assim, um capítulo ou um texto no substec, tipo, >> é um artigo, >> um artigo. Ele também pode ter pensado nisso, mas existe uma pressão externa de como assim, então, se é se
se essa ideia não é uma ideia longa, então não vale a pena ser publicado como um livro. >> Uhum. Então eu vejo que tem esse outro lado. >> Sim. O que é bizarro, né? Porque as ideias simples geralmente elas são as melhores. O simples muitas vezes é o último grau de sofisticação. Eh, eu não sei se sabe, cara, mas eu sou copywritter e eu já estudo isso há 11 anos. Eu ajudei meio que a criar a o mercado de marketing direto aqui no Brasil, principalmente com os podcasts Aqui do Veturb, que vem muita gente boa
aqui. E e cara, depois de eu ler todos os cursos, a primeira coisa que eu li quando eu fui estudar copywriting era o Aida, atenção, interesse, desejo deção. Aí depois de eu ler todos os livros que tem, desde do Clud Hopkins lá em 1914 com a a propaganda científica até agora 2025 com autores atuais, no final que tu tem todo o conhecimento, tu chega na conclusão de que era a primeira coisa que tu viu que, mano, na real que o 8020 De tudo é atenção, interesse, desejo de ação. Isso é muito doido, sabe? E as
pessoas não valorizam isso. Só que às vezes eu acho que aí tu tem que primeiro ter o conhecimento para tu aprender a valorizar eh como como para chegar naquele simples demorou tanto, sabe, para tu ter esse eh essa essa essa noção, esse conhecimento dos primeiros princípios do negócio que tu tá eh estudando. Tem até aquele gráfico, cara, que fala sobre eh competência E tempo de não, confiança e tempo de estudo, tá ligado? Sei não. Começa a estudar um pouquinho, aí tu, meu Deus, sei tudo. Aí tu vai estudando mais, >> aí tu percebe, pô, na
real eu não sei de nada, entendeu? >> E cada vez menos. >> É, exatamente. Mas cara, o conteúdo, o conteúdo que eu posso dizer assim, teve vários, né, mas que mais marcou a minha vida, >> não foi um livro, foi um podcast, que Foi o podcast do naval com o Joe Rogan, que vai aparecer aí na tela, tá, pessoal? E esse podcast ele é excelente. Eu recomendo que tu escute aí. Bom, já que tu tu falou que tu nem leu leu o livro do naval, então muito menos o podcast, né? >> Muito menos podcast, >>
tá? Mas cara, recomendo, tá? Eu acho que tu vai gostar bastante. E assim, e eu queria falar contigo sobre conteúdo para entender como é que tu faz Para como que tu fez, né, para crescer tanto. Uhum. >> Mas antes disso, cara, eu queria entender um pouco mais sobre eh a os modelos mentais que tu tem na tua cabeça. >> Uhum. Porque eu acho que isso daí foi, aliás, acho, não tenho certeza que foi uma das coisas que te permitiu eh chegar onde tu tá, escalar aí a tua audiência, teu, te teu perfil no Instagram, etc.
Eh, cara, tu tens eh tu consegue me Dizer algum livro, alguma coisa, algum modelo mental, algum curso que te marcou na tua jornada, que tu acha que foi uma coisa assim e significativa para moldar o teu comportamento ou a tua maneira de pensar? Foi o livro do SK Wislon, que foi a primeira vez que eu tive acesso a essa informação de uma forma tão simples e tão descomplicada. E a partir dele eu comecei a ser obsessiva com algumas ideias. A primeira Delas é simplificação. Simplifique, simplifique, simplifique. Não busque ser inteligente, não busque ser brilhante. Evite
ser idiotas. Eu adoro porque o Manger ele fala que ele e o Buff eles eles por um longo período de tempo eles só erraram menos do que a maioria e tiveram a disciplina para quando surgissem boas oportunidades, cujo o ganho é muito alto e o risco é muito baixo. Então são essas Boladas de verdade, a disciplina de agarrar com força essas oportunidades e entregar o máximo possível quando elas surgiram. E fora desses pequeníssimos momentos, ao longo de anos de oportunidades grandes, são evitar os erros óbvios e, principalmente corrigir os erros o quanto antes. E isso
eu gosto que o David Dut fala, que você não busca por um sistema antierro, porque isso é uma ilusão. Os erros eles não são só programados e previsíveis, eles surgem De acordo com os novos contextos e os novos desdobramento das situações. Então, seria aquele problema do cisne negro. Todos os cisney são brancos até que amanhã surge um cisne negro e mude tudo. Então a ideia não é você buscar essa verdade absoluta ou cenários absolutos em que não existe erro, mas sim buscar cenários e caminhos de tomada de decisão nos quais você consegue arrumar e sair
daquele erro. Você Consegue consertar e se desamarrar do erro. Então são cenários em que por mais que aconteçam coisas ruins, eu consigo voltar atrás ou eu consigo ajustar as coisas. Ele tem essa visão de política também que ele fala que o grande erro é as pessoas buscarem entidades supremas que não erram em que estão certas, sendo que na verdade nós teríamos que nos preocupar de ter um sistema que corrige erros o quanto Antes. Então essas duas ideias t eh duas ideias tanto do David Dutch quanto do Charlie Munger de você buscar sistemas em que com
uma menor margem de erro e que mesmo que tenham essa pequena margem de erro você consiga consertá-los o quanto antes, é a melhor saída. Isso mudou completamente a minha vida e nós tivemos um momento muito marcante na nos nossos negócios que foi recentemente agora na Black Friday, onde tivemos oportunidades muito interessantes e Diante desse modelo mental a gente escolheu ir por um caminho em que a comunicação era simples e clara, porque trazendo um pouco da COP, e eu acho que você vai concordar comigo, mais importante do que qualquer coisa é você conseguir fazer com que
a outra outra pessoa entenda o que você está falando, ou seja, ser claro e simples. Segundo, em quais dos cenários os desdobramentos, caso algo dê errado, eu consigo voltar atrás e corrigir os Erros e também em consequências de longo prazo, porque eu nunca me questiono só sobre se isso aqui der muito bom, como eu vou me sentir, e se isso der muito ruim, como eu vou me sentir? Eu sempre me questiono d a quantidade de pontos de alegria, se eu ganhar nessa situação, é equivalente à quantidade de pontos de tristeza ou de arrependimento se isso
dá errado? Porque pode ser uma condição em Que a minha decisão boa me dê um resultado que me deixe 10 pontos feliz. Mas pode ser que o resultado daquela minha decisão não saia como esperado, eu fique 50 pontos tristes. Então é como numa aposta. Você pode ganhar R 1 milhão deais, mas pode perder tudo. Ou você prefere poder ganhar 10.000 e perder, entende? Eu trago muito também esses modelos mentais >> eh baseados em probabilidade pro dia a dia. >> Uhum. O nome disso é Valor esperado. Isso vem do PKER, expected Value. >> Perfeito. Você já
leu o livro Thinking Bats? >> Cara, eu ganhei esse livro recentemente, mas eu não li. >> A coisa mais interessante que eu li foi o Fábio da minha mentoria que me indicou. Ele trabalha muitos anos com investimento lá nos Estados Unidos. Ele É um crânio. E ele falou que eu ia gostar desse livro. E ele foi de umas pouquíssimas pessoas que leu alguns dos livros que eu já tinha lido. Então ele trazendo uma dedicação, eu falei: "Vou gostar". E o que mais me surpreendeu desse livro, levando em consideração tomada de decisão, esse universo, é que
ele fala que, vamos supor, eu tenho uma decisão para falar igual em póker mesmo ou igual naqueles jogos de roleta, saiu o 2 e sei lá, vou falar o número Aqui, eu não lembro de cabeça, mas vamos supor que o 17 é o preto, sabe aquele jogo de roleta? >> Sim. Vamos supor que saíram três vezes e saia quatro de novo. Quer dizer, só que existe a probabilidade e ela tá acontecendo. >> Uhum. >> Mas vamos supor que uma pessoa tenha 90% chance de ganhar e outra tenha 10% de chance. E a de 10% de
chance ganha. Não é que a probabilidade estava errada. é Que mesmo tendo uma probabilidade ao teu favor, ainda existe a chance daquilos não sair como você espera. Sem dúv. >> Tem muita gente que se ilude só porque são grandes as chances de algo sair como eu esperava, que vai sair como você esperava. Então também dentro disso, dentro de uma circunstância, eu tenho variáveis que me levam a tomar uma decisão e essa decisão que eu tomo acaba tendo um output ruim. Mas não é porque a decisão foi ruim. Julgam muito técnico de futebol ou dessa às
vezes, sei lá, essas pessoas que lidam com essas decisões muito grandes que acabam ficando públicas. Se você tivesse no contexto daquela pessoa, sendo uma pessoa bem inteligente, você também tomaria aquela decisão? >> Sim, sem dúvida. >> Então, é um livro bem interessante que ele fala disso. >> Uhum. Tem um exemplo que eh eu acho que fica deixa bem claro pras Pessoas que imagina que eu coloco uma arma aqui na tua frente que tem um tambor ali com seis balas e tem uma bala ali. E aí se tu não, aí tu tem que pegar a arma
e dar um tiro na tua própria cabeça. Tem um um jogo disso, acho que é roleta russa, né? E a a o pensamento, o exercício, o experimento mental é, se tu não se matar, tu ganha R milhão deais. Aí vai ter um cara que vai pegar, vai girar, vai atirar. Pô, não morri. Eh, ganhei 1 Milhão. Olha como eu sou inteligente. Tem uma minha decisão correta. Não, foi a decisão completamente errada. >> Porque caso tu perca, é tu, tipo, tem um risco de ruim, né? É o que tu falou, tu vai ter muito mais pontos
de tristeza do que pontos de felicidade em primeiro lugar. E cara, o que eu tô entendendo disso, tá, é que tu tá me falando que esses livros eh mais que eu que eu julgo, eu, João, julgo mais complexos, pô, Secking Wison Do Peter Bin vai aparecer na tela, o começo do infinito lá do David Dodge vai aparecer na tela também, pessoal, que esses livros te deixaram mais inteligente. E, mano, 100% eu também, tá? Eu eu acho que não tem como tu ler esses livros e não ficar mais inteligente. >> Não tem como. >> Na minha
visão, eu considero isso daí o suprassumo do que é ser inteligente hoje. Claro que eu não sou a pessoa mais Inteligente do mundo, então, tipo, isso é é até onde eu enxergo, sabe? Talvez tenha alguma coisa a mais do que isso. Eu lembro que no podcast do Artur, a gente falou sobre uns livros muito maluco lá, até volta e meia, sei lá, o Artur ele ele falava assim, né? Pô, pessoal, esse aqui é o melhor livro que eu já li de gestão da minha vida. Aí tu vai ver o livro, é uma coisa totalmente aleatóri.
Um cowboy dos Estados Unidos. >> É tipo esse que eu vi especificamente era a história do carrinho de supermercado. >> Aí eu fiquei tipo, [ __ ] é essa, velho? Que que é isso? >> Então assim, sem dúvida alguma, vai existe uma outra fronteira, tá? Na minha visão, o top hoje, o que me deixou mais inteligente foi essa parada aí. Sing wisdom. Eh, o que eu acabei de falar, tu tá falando da mesma coisa. >> Aham. Porém, apesar disso, essas coisas Aqui, eh, esse tipo de conteúdo, pelo que eu me lembre, tu começou a consumir
recentemente. Eu sei disso porque eu que te passei o seing wis. Se a gente considerar isso, tá? como se fosse o nível dois de inteligência >> e onde o nível zero é alguém que nem lê em primeiro lugar. Na tua vida teve um nível um, teve alguma coisa que tu acha que te deixou mais inteligente, mas não tanto quanto esse Zicking Wasdon e que talvez seria a primeira etapa aí nessa Jornada do conhecimento dessas pessoas que estão vendo a gente em casa ou até do próprio Gabriel ali que tá lendo Jogos Vorais ali, Harry Potter,
sei lá. Eh, muita gente me fala, por exemplo, segredo da mente milionária, pai rico, pai pobre, esse tipo de coisa. >> Nossa, eu tenho uma opinião muito boa sobre isso. >> Então, me conta, Luana. A primeira coisa é que se formos analisar o que estamos falando que é inteligência aqui. Porque Quando usamos um termo para discutir, precisamos delimitar dentro do nosso repertório para eu e você tá sendo muito óbvio que significa inteligência, mas a gente precisa expor para alinhar as expectativas com as pessoas. Hoje, o que eu considero que essa inteligência desse nosso papo aqui
até então é a capacidade de analisar cenários e contextos, Ter uma percepção do que tá acontecendo o menos distorcida possível e diante disso saber explorar as possibilidades de ação eh através desse contexto que te gerem um lucro em algum nível, um lucro lucro social, um lucro profissional e por aí vai. E por que isso tá 100% ligado com a pergunta que você fez? Porque antes de ler esses livros, eu tinha uma ideia disso, só que não de Forma tão sistemática, organizada, igual hoje em dia eu tenho, pensando em sistema, sobre algo que é caótico, algo
que é complexo, etc., que eu amo esse tema. Mas eu tinha uma noção que veio da criação da minha mãe do básico, do básico que é o quê? Para e pensa. A tal que hoje a gente dá esse nome porque hoje a gente conhece do pensamento de segunda ordem. É calma. Não toma nenhuma atitude pensando agora. A minha mãe me criou desse jeito. >> Simplicidade a simplicidade da tua mãe. >> Perfeito. Minha mãe me criou desse jeito. >> Quais são as consequências de segunda ordem? O que você não tá enxergando? o que está por trás.
E eu cresci numa casa que meu padraço era vendedor. A minha mãe sempre muito inteligente esse tipo de inteligência, porque quando falamos de inteligência, talvez as pessoas tenham uma expectativa a meu respeito que vai se, quem tem essa Expectativa vai se frustrar muito, que é o tipo de inteligência de repertório de saber o nome das coisas e capital de país e esse eu sou muito ruim nisso. Eu até tava brincando com a Vic, a gente conversando, sei lá, às vezes eu acho que eu tenho até alguma que eu esqueço o nome das coisas, eu confundo,
eu misturo, eu leio 20 livros da mesma pessoa e eu esqueço o nome do autor ou eu não sei pronunciar o nome, mesmo já tendo visto 20 vídeos de como pronuncia Aquele nome. Quando a gente fala da inteligência de respirar, analisar o que tá acontecendo, tentar perceber o que tá acontecendo sem os vieses, que hoje a gente fala, né, sabendo que existe isso, fala dos viéses cognitivos, é, calma, deixa tentar analisar as coisas com distância. Aí que foi o passo número um e veio da criação com a minha mãe, dela sempre falando, não existe almoço
grátis, nem tudo que luz é ouro. O que tá por trás, Se uma pessoa tá sendo tão simpática com você, o que tá por trás daquilo? Ou nas palavras dela, Luana, qualquer idiota quer ser seu amigo, né? Porque é muito benéfico. E como traduzir essas palavras dela para o manger da vida? são os interesses. Um um dentista, poxa, os meus os meus seguidores dentistas ficam bravos quando eu falo disso, mas é só uma citação do livro, tá? Que ele fala: "O dentista ganha de dinheiro como? Arrancando dente. Então todo problema Vira um dente a ser
arrancado. Eu sei que vocês não fazem isso, tá? É só um modo de falar. >> Mas então esse foi o passo número um, porque é a mesma, você tá entendendo que é a mesma coisa? é conseguir ter uma percepção sem com, eu não falo sem distorção, é impossível, mas com o mínimo de distorção, que você consiga respirar e ter um repertório, aí que entra um repertório de atitudes A se ter diante daquilo, quais são as possibilidades de resolução disso ou quais são os problemas que isso pode gerar. Isso é repertório. E daí você adquire conversando
com pessoas, porque não é só em livro. você adquirir conversando com pessoas, assistindo a podcasts, porque é explorar esses desdobramentos dos problemas ou das questões, ter exemplos e saber como agir diante daquilo. Então, o primeiro passo é esse. E eu e eu tenho um pouco de ranço e eu uso essa palavra de quem desmerece outros livros mais simples, como sei lá, o pessoal fala: "Ai, Napoleon Rio, não sei que lá, não sei que cá". Porque hoje eu só dou conta de ler os livros que eu leio, porque eu li outros livros antes. Não existe o
que você vai absorver de um livro, depende dos livros que você leu anteriormente, das mesas que você sentou. e de todas as experiências de Vida que você teve. Então eu acho muito maldoso querer mandar o cara le stotes se ele não tem nenhuma base para isso. Ele vai se sentir burro, mas ele só ainda não tem um colchão suficiente para tirar o maior proveito possível daquilo. E isso é um dos motivos que me levam a querer ler todos os dias mais e mais, porque eu sei que existem coisas muito mais brilhantes e que eu ainda
não dou conta de entender a Genialidade por trás daquilo. É igual obra de arte. Tem quem olha e fala: "Ai, é isso?" Mas se você traz um contexto explicando, ó, naquela época não existia tinta azul, era uma tinta impossível de se fazer e esse cara foi o primeiro cara a conseguir. Por isso que esse quadro azul vale tantos, sei lá, milhões, milhões de reais. Porque tem esse contexto que justifica, aí você admira a coisa. Então, a leitura também é algo que te engrandece como um Ser humano, porque você consegue entender o por algo é valioso,
o porque algo é inteligente, o porqu é diferente. Se você não tem todo esse repertório, essa construção, você vai ser um ignorante que vai olhar e vai falar: "Pô, quem é o idiota que que ah, para que saber desse negócio aí de sei lá, física? Ai, nossa, Kaká. Leitura clássica é uma Ai, que negócio tedioso, Machado de Assis. Mas quando você entende o por aquilo é considerado um Gênio e você é capaz de desfrutar porque você tem os critérios e entende que aquilo não é qualquer um que faz, que aquilo é muito difícil, que aquele,
naquele contexto era quase impossível aquilo existir. Aí você consegue admirar. Então, não dá para ser um admirador do que é objetivamente bom se você não tem os critérios para falar que aquilo é muito bom. Eh, e com livros não é diferente. Por Isso que eu não, eh, por isso que eu falo para os meus seguidores para eles não se cobrarem às vezes de porque se quis não tem em português. >> Pois é, >> é a tradução que tem uma bosta e não tem. E aí tem muito seguidor meu que fala: "Poxa, Lu, eu nem dou
conta de ler inglês, cara, tá tudo bem, cada um tem o seu momento de vida, porque eu já fui a pessoa que fiquei muito triste me Cobrando e chorando no meu quarto por me sentir muito burra, porque eu via as pessoas, eu não entendi, eu não atendia as expectativas do que para elas era ser alguém inteligente, mas eu queria ser aquilo e eu me esforçava. E aí que tá a maldade do que a gente chama desse capital intelectual, que hoje em dia tá bonito falar, capital cultural. Porque algo que, por mais que você se esforce
e passe horas com a bunda na cadeira, se Você não adquiriu tempo de experiência e exposição às coisas, ainda mais falando de capital cultural, que é essa coisa de saber entender de obras de artes, de leitura, de história, se você não teve tempo exposto a isso, não adianta você se esforçar e você vai se achar um burro. Se você não já leu inúmeras obras clássicas, não adianta você sentar para estudar Dostoyevski. Você só vai entender o que é se você leu aquilo. E Você não pode se cobrar se um cara aparece num corte falando que
você é alguém superficial por não ter lido aquilo, sabe? Às vezes o cara vem literalmente de uma casa que os pais nunca leram e ele precisa se sentir culpado aos 20 e poucos anos, porque só agora ele foi descobrir que talvez era importante ele ter prestado mais atenção naquilo. Ou alguém que eh fazia escolhas de roupas com logos muito grande, talvez do contexto social que aquela pessoa Veio, aquilo era legal, >> viu, Gabriel? Tá de boi para ti, mano. >> Talvez o contexto que aquela pessoa veio foi o que ela aprendeu e ela se sentiu
orgulhosa. Aí hoje na internet ela bate num vídeo de alguém falando: "É porque você é emergente, você não sabe o que é if you know, you know." Tipo, cara, quem tá cagando essas regras? >> Uhum. Até então a pessoa não teve a oportunidade e talvez aos 20 e poucos, 30 e poucos, 40 e poucos anos que ela teve, que ela entendeu que, poxa, eu devo escolher com mais inteligência minhas peças de roupas ou talvez seria interessante eu começar a ver bons filmes ou ler livros que agreguem que sobreviveram o tempo, igual você falou. >> Uhum.
Mas ela não tem eh a vida inteira dela não foi acumulando isso. E por mais que ela sente e se dedique e tenha boa intenção, ela não vai conseguir de um mês pro outro construir aquilo que Valorizam, esse conhecimento que valorizam. Não adianta o cara fazer um curso de um mês sobre vinhos, porque se eles sentar à mesa com alguém que cresceu numa família, que todo final de semana o tio ou avô abria bons vinhos e comentava a respeito de como esse vinho que veio do sul da França pipi popó é bom, você tá competindo
com alguém que viveu aquilo lá. Então eu acho esquisito essa era que a gente tá na criação, na criação de Conteúdo, não, no consumo de conteúdo, que tem muitas pessoas falando que tal coisa é de pobre, tal coisa é de rico, tal coisa é de quem é a inteligência que vale a pena ter a outra inteligência superficial, tipo, calma, as pessoas estão descobrindo que existe agora algumas coisas e vai precisar ter muito tempo exposto aquilo para que se internalize e se torne um hábitos que o Pierre Bordier fala, que se torne tão natural para você
que você saiba como se Portar num restaurante caríssimo. >> Caso contrário, você vai se sentir um peixe fora do aquário e um idiota e um impostor e vai ser horrível isso. >> Uhum. Qual que é o nome do rapaz aí? Pierre o quê? >> Pierre Border. >> É B. Que chique. >> Ah, você fala francês, >> mas eu não sabia que não. Ai, humilde. Você que sabe falar o nome desse cara. Não, eu >> eu chamei de PR burro di, mas no entanto, sei lá, não sei. >> É, você nunca viu aquele corte do Cloves
dele falando que chegou para um professor e ele tava em dúvida e o professor falou para ele: "Porra, mas isso é elementar e você sabe que tem esse corte do Cloves?" Não sei. O do Cloves é o único que eu sei é aquele que ele xinga todo mundo lá. >> Do BR. Então essa é a continuação do Brill que ele fala que ele teve um Professor dele quando ele tava lá que ele foi fazer uma pergunta pro professor e o professor falou: "Porra, mas isso daí é elementar, não sei o quê". Era esse cara, era
esse professor. >> Ah, interessante. Boa. Legal. Eh, cara, pelo que eu entendi, tá? E aí tu me corrige se eu tiver errado. Meio que tu teve que ler esses livros aí Que a gente definiu aqui de maneira totalmente aleatória, mas tipo de nível um que a gente falou. >> Eh, tem uma expressão em inglês que é chamado de Booksmart, um inteligente de livros. Só que tu também falou que a tua mãe ela te criou passando eh alguns ensinamentos interessantes aí, alguns modelos mentais eh interessantes. E teve um ali que tu falou que eu achei interessante
que tu disse: "Nem tudo Reluz, >> nem tudo que reluz é ouro. >> Nem tudo que reluz é ouro." É. E eu gosto dessas frasezinhas assim. E isso daí também é vem do efeito lindo, porque isso vem de muito tempo, né? E daí geralmente tem um fono de verdade. Por exemplo, quando a esmola é demais, o santo desconfia, é melhor um passarinho na mão do que dois voando, essas coisas. >> Ai, é que eu lembrei do ontem no podcast com o Fermento, ele Tava falando que ele teve uma conversa super séria, acho que com o
avô dele e no final ele mandou o avô dele deixar um recado, tipo, muito sério. Aí o avô dele, como é que é? antes uma teta na mão do que duas dentro da roupa. Enfim, desculpa, gente, mas é que eu lembrei disso só para contextualizar e vocês vão ficarem fora da piada interna da minha cabeça. >> Pois então, eh, a tua, mas é uma Sabedoria também, tá? Essa daí é melar do passarinho, né, pessoal? Mas cara, tu acha que isso é real? Tipo, a tua mãe, a tua mãe te ensinou coisas mais street smart, tipo,
esperto de rua, coisas mais da vida. Não, nada a ver. >> Não, su é tudo a ver. Tu já deve ter lido essa frase. >> Qual? >> Tudo que precisava ser dito já foi dito. >> Já li já. >> Porém, precisa ser repetido porque quando foi dito ninguém estava prestando atenção. >> É que saco, né? Pô, a gente já poderia saber, né, >> tudo >> a sociedade ela a gente, >> a gente já podia saber tudo, o dobro de tudo e mais um pouquinho. E >> mais um pouquinho. Exatamente. A sociedade ganha conhecimento Coletivamente, mas
o ser humano ganha sabedoria individualmente. Todo ser humano tem que ser forjado ali, ó, tipo, para tu aprender, cara. Vocês aí, ó, ó, vocês que são homens aí, cara, quando tu tiver ali 14, 15 anos, tu vai ter que ir falar com uma com uma guria teu colégio. E cara, e é um saco que a gente fica nervoso. É horrível, né, pessoal? Comenta aqui nos comentários. >> Você ficava nervoso >> pr [ __ ] >> Nossa, trem assim a mão, né, Gabriel? Você ficar nervoso até hoje seiar. Eh, mas aí só que tu é forjado,
entendeu? Todo ser humano tem que passar por aquilo ali para tu para tu se desenvolver. Eh, cara, antes da gente falar de conteúdo, tá? Eu queria falar sobre esses livros de nível um que tu falou que tu teve que ler. Tu recomenda e teve algum que desses livros e mais iniciais sem ser o Seeking Wisdom, sem ser o David de Deut? Por que tu vai matar os caras? Entendeu? Vai vai ter um outro aí que vai que vai ver e vai gostar e recomendo muito, tá, pessoal? Vai aparecer aí na tela esses dois livros. Eh,
eu, João, eu não consegui ler ainda o começo do infinito, só que eu não insisti nele. >> Insista. >> Eu quero muito, cara. >> Depois eu volto aqui pra gente conversar só sobre ele. >> Nossa, daí a conversa vai ser louca. É >> muito. Chama o Artur também. >> Nossa. Eh, e eu gosto muito desse negócio aí, tá? Dessas paradas. Muito, tipo, demais. Mas indo um passo atrás, imagina que alguém tá começando a querer criar esses modelos mentais. Tem alguma coisa que te marcou, tu não lembras? ou como é que foi? >> Tem tem um
livro que eu adoro e primeiro, ah, por que você começou por Esses livros? Uai, porque na minha cabeça esses livros iam me ajudar muito. Eu tinha eles à minha disposição. Eh, um dos que eu mais gosto e recomendo até hoje, ele, sei lá, R$ 12, chama A Boa Sorte. >> Ah, sério? Esse hein? >> Eu adoro. >> Nossa, quem me recomendou esse livro aí era uma menina que eu era apaixonado e daí ela ela tinha ficado com o meu melhor amigo. >> Ah, é por isso eu pensei que você ia jogar meu livro, agora fico
mais tranquila. >> Não deu. Ela me recomendou. Eu nunca li, pessoal, mas vai aparecer aí na tela. É um verde, não é >> isso? É, >> eu sei. Aí eu tenho >> Mas eu te contar agora. É bem simples. Esse livro basicamente ele conta que >> existe a sorte e a boa sorte. A sorte, que são as circunstâncias propícias para Bons cenários, surgem. A boa sorte é quando elas surgem, mas você preparou o terreno para deixar elas mais potentes. >> Hum. >> Então é literal, é simples. É simples, é rápido. Eu acho que em 30
minutos a pessoa consegue ler ele até o final. >> Ah, é o livro ou consumir esse daí aí, entender >> o livro. É, ele é curtinho. >> É curtíssimo. Curtíssimo, curtíssimo. >> Ah, boa sorte. Legal. De fato. >> Ah, tem outro livro que eu acho que já tem tradução, que é Easy Peasy, que é o do literalmente modelos mentais daquele cara lá, Form Street, sei lá, um negócio assim. >> Ah, >> sabe os vermelhos? Eu acho que eles traduziram isso. Eles eles traduziram já o primeiro. >> É, sim, eu sei. É o o de o
a caixa de Ferramenta lá de modelos mentais >> do Farnan Street. >> Esse cara, ele trabalhava na CIA. Ele acabou de lançar um livro também, pessoal, que é é Thinking Clearly, vai aparecer aí na tela. É um branco. Bem bom esse livro, tá? Recomendo. E o podcast T dele também é bem bom. É, de fato, esse livro aí é bom. Só que eu não sei se tem traduzido. >> Tem, tem, tem, tem, tem. O primeiro só >> eu falo porque eu procurei acho que no Kindle tinha, se vocês quiserem procurar aí atrás, daí dá o
OK pra gente. >> Uhum. Uhum. E ele tem o blog dele também, que eu acho que dá para traduzir. Ou você simplesmente joga no chat de GPT. >> É, mas dá. E bizarramente quando tu clica com o botão direito na página e e clica lá translate, traduzir, funciona, velho. Eu não sabia que funcionava tão bem assim. Não, não, não tão bem, mas tipo, dá para tu consumir conteúdo. >> Volta, mas eu tenho um cliente russo aí do Vetor, eu quero ver o que ele tá fazendo na página dele. Eu tenho que >> Você sabe falar
russo? >> Eu não. Tá louco. Ten que traduzir. >> Acho que é legal. Eu acho ele legal. E o francês ali que tu falou que eu falo é mentira, tá? Porque a >> filha da mãe, >> não é que eu tô bem enferrujado, mas se vier volta e meia tem uns haitianos que aparecem por aí aqui em Floripa que eles Emigraram tudo para cá lá do Haiti. É sério? Deu >> eles falam francês, >> falam. >> Só que é do jeito deles, né? Com o sotaque deles lá. Igual eu que falo cantado aqui, eles devem
falar cantado também em teoria, né? Cara, é muito interessante, velho. Eh, a tua evolução intelectual. E uma coisa que eu achei interessante também foi que no caminho para cá, né, Eu tava conversando ali com o teu marido ali, o Rafa, e muita gente boa, tá, pessoal? Rafa tá ali fora, ele não quis ficar aqui dentro. Aqui dentro só tá a Ana e a Vitória. Pô, Vitória, tu tá lá dentro no camarim, velho. >> Não é Vitória, é Vick. >> Vic, Victória. >> Vic é Vic. >> Tá lá nos bastidores, né? Eh, mas ele me falou
que tu foi a primeira mulher no Brasil a criar Conteúdo. O nome é Studi Gram. Studia Gram. Como é que é? >> Studio Gram. >> Studio Gram. Da onde que veio essa ideia, cara? Por que que tu fez isso? >> Do Tumblr. Mas eu não fui a primeira. A Gabi Ferreira, ela tinha dois vídeos postados estudando. >> Isso é uma outra mulher, obviamente. >> Isso é é o que aconteceu quando eu usava Tumblr, tinha os este Tumblr, era mais Difícil de pronunciar mesmo, pessoas que compartilhavam anotações e dicas de estudos que eu fiquei viciada, achei
muito divertido aquilo lá. E eu criei o meu perfil e comecei a postar dicas de estudos, fotos das minhas anotações. >> Esse foi o start. Tu achou divertido postar? >> Ah, não, eu já postava antes. >> Ah, tu já gostava? >> Mas era completamente perdida, assim. Era, >> sabe, 50 fatos sobre mim. Era aquele negócio. >> Ah, tu fazia isso? >> Super, aquele tí. Tu tu postava 50 fatos sobre a Luana na internet? >> Mano, eu >> eu não era ninguém não. >> Não, mas mas mas assim, ó, >> quem quer saber? Ninguém. Mas estava
lá >> assim, eh, independente disso, tu tinha essa vontade em primeiro lugar. Eh, eu eu João tá eu odeio Instagram, eu odeio postar isso aí que a gente tá fazendo, tá? Não, isso aqui até pode ser, mas porque é tu, porque essa conversa tá uma conversa, é de coisas que eu acho interessante, mas eu odeio isso aqui, cara. Eu não gosto, pô, pessoal. E vocês é de casa, eu até gosto de vocês, mas não é natural para mim, sabe, aparecer, tá aqui, pô. E já faz dois anos, toda terça-feira, 5: da tarde, sai um episódio
aqui long, duas, 3, 4, 5 horas nunca foi, mas 4 horas meia, sabe, de conversa. >> Uhum. >> Então, para mim não é nem um pouco natural. Eu me forço a tá aqui para ti, então é uma coisa natural. Tu sempre quis compartilhar conteúdo com as pessoas. Tá correto isso que eu falei? Sim, mas eu não acredito que seja algo inato. Eu acredito só que o meu histórico de vida e o meu contexto favoreceu. >> Como assim? >> Porque primeiro a minha mãe, ela quando eu comecei a assistir vídeos no YouTube, ela sempre muito braba
e direta falou: "Para de ficar gastando seu tempo para deixar quem é rico mais rico e famoso ainda". >> É sério que ela mandava essa? >> Por Deus, por Deus. Ela chegou e falou isso e falou: "Vai lá usar esse tempo, fazer alguma coisa para um dia os outros pararem para te assistir". Ela Literalmente falou isso. >> Ela mandou essa. É, nossa, >> ela ela literalmente falou isso. >> Que legal. Então, primeiro que tem isso. Segundo, eh, na já na escola eu achava legal quando a professora pedia para ler, eu queria levantar para ler. E
uma coisa que eu defendo e eu vejo que as outras pessoas que falam de criação de conteúdo na internet ignoram completamente esse fator, que é o fator mais determinante a Respeito da facilidade que alguém vai ter com as câmeras ou não, é sobre o contexto de vida daquela pessoa e quantos incentivos ela tem que facilitam ela tomar a decisão e se sentir mais eh fluídos numa câmera, se sentirem mais soltos na frente de uma câmera. Naturalmente a tua demanda chave hoje não está relacionada com você aparecer, muito mais relacionado com você tomar decisões de negócios
inteligentes, é mais interno. Agora pensa que além de todo esse histórico que eu tive que facilitou eu ligar uma câmera, começar a falar, eh, minha mãe sempre me incentivou, meu pai achava legal e por aí vai, eu também comecei a fazer meu primeiro dinheiro através de vídeos. Então pensa que já muito nova, eu criei um sistema de recompensa de que se eu apareço me dá retorno financeiro. >> Com quantos anos, Luana? >> Eu comecei a fazer dinheiro ou comecei a Gravar? >> Ambos? >> Eu comecei a gravar com 14 anos. 15 anos. 15 anos foi
quando, porque eu ganhei meu celular de 15 anos e eu usei ele para gravar. Eh, quando eu comecei a ganhar dinheiro, a primeira vez que eu ganhei dinheiro, dinheiro foi de uma plataforma de estudos para divulgar um para divulgar eles num vídeo. Então, foi publicidade e Eu ganhei R$ 300. >> Opa, eu tenho um aviso importante aqui para te dar, cara. Mas se tu tá buscando hoje uma forma simples, uma forma barata para tu começar no mercado digital, começar a ganhar dinheiro, então eu acredito que low ticket é de longe a melhor oportunidade para isso.
E foi por isso que eu pedi, pessoal, para dois especialistas em low ticket, o Paulo e o Davi, para eles criarem um curso completo, te mostrando passo a passo Como que eles fazem para escalar as ofertas low ticket deles. Esse curso, ele é 100% de graça, não tem nenhum tipo de custo e tu vai encontrar ali um passo a passo pr tu chegar a faturar até seis dígitos por mês usando esses produtos low ticket e também uma estratégia de venda super simples chamada de mini VSLs. Esses mini VSLS aí são mais ou menos VSL comuns,
porém eles são minis, ou seja, são mais curtinhos, vão ali de 3 a 6 minutos, então é super fácil Fazer. E além disso, vai ter várias aulas bônus ali, inclusive uma delas feita por mim mesmo. Então eu que fiz a aula de mini VSL. Espero até aqui que vocês gostem aí. E como eu falei, tá tudo 100% de graça. Não precisa pagar um único real para assistir aqui esse curso. A ideia é realmente capacitar, fazer tu ganhar dinheiro aí no mercado digital para que aí eventualmente, né, quando tu for precisar hospedar esses minivls aí para
tu escalar, cara, Tuveturb meu cliente e daí a gente consiga crescer juntos, beleza? Então assim, cara, assim que tu terminar esse episódio aqui, corre lá para ver o curso de low ticket. Eu tenho certeza que se tu ver isso aqui e tu aplicar, tu vai começar a ganhar dinheiro, porque os meninos ganham dinheiro com isso. Não é difícil ganhar dinheiro com isso. É barato para começar esse projeto para testar. Talvez tu teste aí o teu projeto, sei lá, com R$ 100, R$ 200. Então tu consegue todo mês dar um tiro ali e eventualmente acertar alguma
coisa. Beleza? Então cara, vamos de volta agora pro episódio e bom podcast. Tu nunca teve eh ansiedade de aparecer, de se expor, de Eu, cara, eu sou noiado com segurança, por exemplo. Eu não gosto de, tipo, de vir pessoas aqui e falar de números absurdos e toda e eu tá aparecendo aqui, Sabe, direto no podcast. É uma coisa que eu me preocupo. E aí tu vai tu vai falar assim, tá? Ou qualquer pessoa, tá, João, mas isso aqui nunca vai acontecer, tá, mano, mas pode acontecer, tá ligado? Eh, eh, existe, é que nem o negócio
da roleta russa ali, tem uma pequena chance disso acontecer. Eu não, não quero dar margem para isso, não ter nenhum outro benefício do outro lado, além de validação de ego, na minha opinião. Então, como eu não quero validar meu Ego, tanto faz. >> Eh, mas no teu caso, tu não teve essa ansiedade, esse medo de tu aparecer, eh, não teve nenhum bloqueio referente a postar conteúdo em primeiro lugar? >> Não, não tinha muita noção das coisas. Eu acho que foi bom de eu ter começado nova, não tinha eh adolescente. >> Uhum. >> Eu tive uma
questão com Stalker em 2019. >> Ah, é. >> Foi por isso que eu tranquei a faculdade De psicologia que eu comecei na UFPR. E eu fiquei com medo de ir pra faculdade. Daí eu fiquei muito tempo sem ir. Daí eu teria que refazer o semestre, aquilo me desanimou. Eu já tava para lançar studs e daí na minha cabeça faria sentido eu só fazer uma faculdade particular de administração para administrar uma empresa. Ai que diice. Mas enfim, mas eu tranquei também da a faculdade de administração. >> Uhum. Eh, a única coisa ruim da exposição, eu nunca
tive medo de aparecer, seja para dar palestra, enfim, por aí vai, porque eu falo muito há muito tempo e eu tenho na minha cabeça, antes de subir num palco, entrar num podcast, que eu não preciso performar ou atingir algum objetivo. É só eu falar daquilo que eu já falo no meu dia a dia, é só eu conversar a respeito das coisas que eu já converso. E é só eu continuar sendo aquilo que eu Sou e estender aquilo que eu já vivo. Então, não tenho que fazer algo novo e diferente para atingir uma performance, porque eu
acho que isso dá muita ansiedade. >> Uhum. Eh, mas o que é desconfortável é que ainda mais numa proporção de visibilidade que hoje eu tenho, ainda mais com essa questão que às vezes tem muito corte meu que fazem, pegam pequenos hospedagos de conteúdos, às vezes vídeo no YouTube postam, É que é são poucos fragmentos que a pessoa tem acesso à Luana e isso acaba criando muita oportunidade de distorção ou das pessoas não me compreenderem a fundo ou saberem o que eu penso, quem eu realmente sou, como eu sou como pessoa. Isso é a parte mais
chata. Só que fora da internet isso também acontece. A internet só amplifica, porque a partir do momento que eu tô na internet, eu escalo, >> boa, >> eu estou disponibilizando mais fragmentos para mais pessoas. E o que é escalar? Muitas vezes significa você sair da bolha. E o que é sair da bolha? é você acabar aparecendo para alguém que não está no teu universo, portanto, a pessoa não tem repertório para te compreender da forma que você deveria ser compreendido. E não tô nem falando que aquela pessoa é inferior ou superior. Só estou falando que aquela
Pessoa está em um contexto cultural de interesse, em um universo em que aquilo que eu estou falando, ela não tem fragmentos suficientes para entender o porque eu tô falando aquilo do jeito que eu tô falando ou qual é o contexto daquilo. Então, como eu disponibilizo um pequeno fragmento para uma quantidade tão diversa de pessoas com experiências diferentes, repertórios diferentes, contextos eh culturais diferentes, níveis de conhecimentos diferentes, eu Fico muito mais vulnerável para distorções, porque a lógica de como a coisa funciona. Um pedaço. Se eu pegar um pedaço de, deixa eu pensar, uma pamonha, você vai
entender. Só a pamonha. Eu, você vai entender. É muito bom esse exemplo. Eu pego uma pamonha e lá no Nordeste, todo mundo que olha sabe que é uma pamonha e fica muito claro que aquilo é uma pamonha. Eu trago aqui pro sul. Opa, eu já tenho uma quantidade de Pessoas que vão olhar esquisito tentando interpretar o que é aquilo. E as pessoas vão construir uma interpretação conforme o material mental que elas têm. Então, são as conjunturas, nós queremos explicações sobre o que são as coisas de acordo com o nosso histórico de vida, o nosso nível
de conhecimento. Então, eu abro margem pra pessoa interpretar o que é aquilo. E a pessoa pode achar: "Bom, é uma comida". Mas se eu pego essa pamonha e eu levo pra Coreia do Sul, você Compreende que eu desloqueio tanto aquilo lá do ambiente natural daquilo que as pessoas podem achar que é um sabonete? E o conteúdo não é diferente. Se eu pego um corte ou um take de um vídeo de 20 segundos e eu tiro ele do nichozinho dele e jogo ele lá para uma galera que não tem familiaridade com esse tipo de assunto e
por aí vai, eu abro muita margem para interpretações muito distantes Da minha intenção inicial com aquilo. >> Uhum. Então, a gente tá vivendo pela primeira vez por causa da escala, esse fenômeno tão grande de um monte de pessoas se matando nos comentários e divergindo tanto as opiniões, naturalmente, porque eu falei de uma pamonha, mas o que eu posso defender é uma ideia política >> e talvez no meu contexto como, sei lá, concursado, aquela ideia política faça sentido para Mim, mas ela cai no colo de alguém que, sei lá, é um empresário multimilionário dentro do contexto
cultural de experiência e de conhecimento dele, aquela ideia é uma ideia burra, só que para essa pessoa aqui nesse ambiente era a ideia mais inteligente. >> E conectando isso com o que falamos logo no início, >> uma decisão parece ser burra, mas uma decisão naquele contexto, com aquelas Informações disponíveis, não sei se é tão burra assim. Então, por isso que a internet é completamente caótica e é natural que pessoas que não estão acostumadas com a exposição se sintam tão desconfortável de aparecer também, porque eles vão usar você de uma ciente modelar. Cada um vai te
modelar a sua própria maneira conforme você chegar para aquela pessoa. >> Sim. >> E entra também daí a importância de ter uma comunicação inteligente. >> Uhum. Porque quanto eu mais me esforço para me comunicar com clareza, eu tento diminuir a margem de distorção. Mas se eu me comunico de uma forma preguiçosa, sem me preocupar, que aquilo lá pode eh eh como que transbordar barreiras, eu eu estou abrindo muitas brechas. >> Uhum. >> É um universo muito grande da escala. >> Uhum. ela te dá muito dinheiro porque é escala. >> Uhum. >> Você consegue que uma
pequena ação gere muitos retornos longo prazo, torne uma um efeito de bola de neve positivo, que são meus vídeos no YouTube, por exemplo. Vídeos que ao longo dos anos continuam rodando e continuam atraindo pessoas e me geram dinheiro e me ajudam. >> Pois é, eu fiquei irritado, mano. Um vídeo teu tipo todos os views do canal Do Veturb, sabe? A gente pega tipo 350.000 views. Daí o teu último tinha 400.000 Ross, eu fiquei, [ __ ] >> Não, é, é muito engraçado isso. E é um vídeo >> de 300 meses atrás >> e é o
que o Instagram não proporciona, os stories não proporciona, mas enfim. Ou mesmo um curso igual SP, o curso que eu gravei, é um vídeo onde eu dou a aula sobre contexto, a importância de você saber gerar contexto na sua criação de Conteúdo para diminuir essa chance de distorção da audiência, enfim, por aí vai. >> Uhum. E não só isso, mas também para as pessoas te perceberem da forma que você quer que elas percebam você. >> Uhum. >> É uma aula que eu gravei, uma aula que eu gravei, então sei lá, 25 minutos de aula. Então
são 25 minutos da minha vida que eu me dediquei lá para explicar uma coisa e Hoje sei lá quantos milos a gente tem no SPE. E eu consegui todas essas pessoas tirassem proveito e conseguissem usar ao favor esse vídeo de 25 minutos. >> Uhum. >> Então, uma ação minha >> continua gerando reações, >> sem dúvida. E a escala, >> eu acredito, cara, que a gente não tem como impedir as pessoas que estão vendo os nossos conteúdos e distorcer eles, porque a pessoa ela ela é obrigada a Fazer isso. Ela não tem como não fazer isso
em primeiro lugar, toda pessoa vai fazer isso. E tem tem um ditado, não um ditado na real, mas alguém falou isso, achei muito interessante, que quando tu publica alguma coisa na internet, quatro pessoas vão achar, vão ficar tipo tanto faz, três vão amar o que tu fez independente do que tu fez e três vão odiar o que tu fez independente do que tu fez. Então, não vale a pena tu brigar por essas pessoas que que tu que vão Odiar o que tu fez em primeiro lugar, independente do que tu fez. Vale a pena tu brigar
pelas pessoas que estão indecisas. Porém, essas pessoas aqui, essas três que eventualmente ficam brabas contigo porque elas colocam o teu conteúdo no contexto delas e aquilo ali eventualmente fere algum tipo de valor delas, >> eh, elas sempre vão existir, sempre vai tá lá, cara. Até mesmo aqui no Veturb Volta e meia aparece algum cara aí que vai e que fala mal do podcast. E eu acho até que nesse teu episódio, tá, como tu é uma pessoa que tem uma audiência muito grande e eu faço piadas bem ruins, vai ter alguém que vai falar: >> "Não,
eu conheço eles, eles vão gostar muito." >> Ai, que bom, porque os outros episódios aí, pessoal do Veturb, quem conhece, né? A galera fala assim: "Porra, esse João, ele precisa de um fono urgente". O que é Verdade. Eh, >> eu acho que você fala super bem. >> Agora vai ver, vai ver os episódios antigos aí. Agora eu tô me policiando. >> Mas as pessoas também falam que eu preciso, então tá tudo bem. >> É, então eu eu nunca tive isso, sabe? Esse esse porém aí eu nunca fui cancelado. Eu eu não sei como é que
seria ser cancelado em primeiro lugar, mas cara, eu sou tão [ __ ] Eu não consigo imaginar, tipo, ficar irritado Por uma coisa da internet, sabe? Apesar de que eu sei que isso acontece, eu sei que que que existe tudo isso e que as pessoas não gostam disso e que e que tem todo um rolê disso daí. Só que a minha personalidade ela é assim é um pouco apático, eu acho. E é por isso que eu te perguntei, cara, se tu teve algum algum problema com isso na no começo da tua jornada de produção de
conteúdo. Eu tô achando, aliás, pelo fato de tu me falar que tu Não teve, eu tô achando que tu é uma pessoa que naturalmente produz conteúdo, que tu naturalmente tu nasceu com essas com certas habilidades naturais, mas o contexto da tua mãe que tu falou, isso daí fez com que tu começasse a produzir conteúdo e tu não tivesse as barreiras comuns que as pessoas têm, medo de aparecer, ansiedade, entendeu? E também tem o fato de que hoje em dia, eh, foram dois episódios que recente, em foi em 2019, um episódio quando eu Tava fazendo uma
transição, saindo do universo de estudos para o universo de negócios digitais, foi muito chato porque eu ouvi de tudo, ai agora ela vai ficar querendo vender, sei lá o qu, esse tipo de coisa. Eh, e de vez em quando às vezes surgem alguma, mas são coisas muito fracas perto do carinho que eu tenho da minha audiência. E no início eu não tive essa trava Justamente porque primeiro as coisas não tinham as proporções que tem hoje, então não era as coisas não explodiam igual explodem hoje, não viralizam igual viralizam hoje, sabe? E também porque eu acredito
que o próprio consumidor de redes sociais eles eram bem mais tranquilos e não existisse sistema de incentivo ao comentário negativo que é que existe hoje através dos likes nos comentários. Depois que as redes sociais Disponibilizaram essa ferramenta de você curtir um comentário, aumentou muita quantidade de pessoas comentando algo que sabem que seria um comentário validado por outras pessoas. E também começou um fenômeno de eu abro os comentários para ver o que estão falando e para ver qual está sendo a opinião geral das pessoas em relação a esse conteúdo. E o cara vai lá, ele assiste
um vídeo, ele até gosta e quando ele abre os Comentários, o primeiro comentário é alguém falando que aquilo que acabou de ser dito é uma burrice por causa de X, Y e Z. E ele reavalia a própria opinião baseado na opinião geral que recebeu 1000 curtidas aquele like. Pô, se todo mundo tá falando isso, eu acho que eu interpretei esse vídeo errado. Antes não acontecia isso, depois começou a acontecer. E tem um fenômeno mais recente ainda, que para mim é o pior de todos, É essa esse boom de criadores de conteúdo que criam conteúdos sobre
outras pessoas. Nossa, está acontecendo muito. >> Sim, mas é porque a forma que a pessoa descobriu de ancorar um crescimento em cima de alguém que já é grande. >> É de pegar, sabe? As pessoas estão de bicicleta e pegam o ônibus. >> Como que chama? Tem um nome disso, né? Tipo pegar rabeira, né? Um negócio assim. >> Tem a rêmora que fica >> isso também é >> do lado do tubarão ali comendo o resto. >> Mas é, mas é a mesma coisa. Só que existe algo muito malvado que passa batido por algumas pessoas, que é
literalmente assim o que muitos ensinam. Eu pego um vídeo, por exemplo, seu e daí passa lá e daí eu faço um comentário bem assim: "Esse pi acha milionário?" É, gente. E daí, tipo, eu mudo e daí eu Falo: "É, gente, não, ele é muito inteligado." Mas esses primeiros segundos é para gerar essa dúvida. É o gancho. >> É o gancho. E daí a pessoa traz o resto do conteúdo, onde ela meio que volta a elogiar ou fala bem ou contradiz aquilo. >> É, sem dúvida. >> Só que isso eu acho que é meio safado, sabe?
Porque você jura que não tá fazendo mal, >> mas nós, e você sabe muito disso, quem Estuda a construção de opinião pública sabe que não importa a construção da frase ou todo o contexto que importa são pedaços da frase. Então, se você começa uma frase falando: "Nossa, eh, esse vendedor de curso enganador de pessoas?" Sim, gente, esse vendedor me ajudou a fazer R$ 100.000, R$ 1.000. Mas no final das contas o que fica na cabeça do no subconsciente do geral são aqueles primeiros segundos também. Eles se tornam fragmentos que ficam na cabeça da Pessoa. E
por que tá uma febre fazer vídeo assim? Porque funciona. >> Funciona. É. E também que esse começo ele é a parte mais consumida do conteúdo em primeiro lugar. Perito. >> Muitas pessoas nem vão passar desses primeiros segundos aí. >> Pero, isso é isso que eu queria falar. E eu sou uma defensora disso que ai, mas no vídeo eu expliquei, gente, é uma grande ilusão você achar que o seu seguidor ou o usuário ele vai assistir o Vídeo até o final. Tem um conteúdo que eu vi recentemente, não sei se chegou para você, Aninha, é de
uma mulher falando: "Ai, pijamas que meu marido permite que eu use sendo da igreja". É um negócio assim. E daí ela vai mostrando, tipo, ah, esse daqui ela vai provando e ele vai falando, não, é um absurdo. Tipo umas camisolas, uns negocinho e bem no último frame ela troca, ele dá um abraço, fala: "Brincadeira, é claro que ela pode usar Para dormir comigo roupa". Sim, só cara, os comentários mais curtidos é: "Meu Deus, reveja seu relacionamento, que absurdo, isso é relacionamento abusivo." Tipo, e eu achei engraçado porque eu fiquei rolando eu, gente, ninguém viu esse
vídeo até o fim e as pessoas não vem as coisas até o fim. >> Não vem. Claro que não. >> E a pessoa que tá se escalando em cima dos outros com esse conteúdo jurando que não, mas eu expliquei tudo, ela tá sendo Uma pessoa oportunista. >> Uhum. >> Teve uma menina que fez um vídeo bem assim: "Eu caí no golpe do curso da Luana Carolina e daí ela veio, ela ficou enrolando, enrolando e daí para falar que o cara tinha oferecido o curso para ela por R$ 90, ela comprou achando que era desconto, mas
tipo não deu o curso para ela, sabe? Tipo golpe. >> Ela caiu num golpe de alguém dando que Dava o golpe em ti também. Isso. Só que ela ai não, mas eu expliquei não sei o que, não sei o quê. >> Não, isso daí mancha a imagem das pessoas, sem dúvida. Mas esse é o ponto. As pessoas não ligam porque pela primeira vez elas veem um vídeo tendo 100.000, 200.000 visualizações. Você acha que ela tá importando? >> Tá felizona. >> Exatamente. >> É, viralizei. >> E isso é o viralizei barato. E daí o que acontece?
Eu já comecei a fazer algumas pesquisas, pessoas que usam muito disso de falar dos outros, de comentar dos outros, quando elas vão fazer um vídeo só elas falando com a câmera sobre um pensamento delas, uma ideia delas, não tem retorno nenhum, porque o seguidor que chegou, ele chegou para consumir aquele tipo de conteúdo. E qual é a diferença aí disso e de um Instagram de fofoca, sabe? >> Uhum. É, o princípio psicológico, eu acredito que é o mesmo, talvez só o conteúdo mesmo. >> Perfeito. >> É, cara, eh, pelo que eu entendi, então, tu começou
sendo uma influenciadora digital e aí tu foi crescendo pouco a pouco, baby steps. >> Baby steps. >> E aí em 2019, aí sim, tu fez a migração Para você trabalhar. 2021 >> 2021 que tu fez essa transição pro digital. >> Fo 2020, 2021, Viqueninha. Acho que foi em 2021, né? >> Eu tinha anotado 2019. Vou botar 21. Então, >> não é que eu falei que em 2019 eu não, >> mas foi bem recente. Então, >> foi, eu comecei a falar de marketing muito recente. >> Como que foi esse esse teu crescimento, Luana? eh, referente a
a à tua carreira aí de influencer até tu fazer essa transição aí 21, tu já tinha tipo milhões de seguidores. >> Eu nunca tive um boom. >> É, >> eu nunca tive um boom. Tipo, nossa, estourou esse aqui, foi o motivo. Eu nunca tive um vídeo que trouxe um boom pro meu perfil muito significativo. >> Como que aconteceu esse teu crescimento? postando conteúdo, muito conteúdo longo prazo. Toda semana postava post no feed, vídeo e virou uma bola de neve, principalmente porque o YouTube ele proporciona essa bola de neve. Então, quanto mais conteúdo você cria, melhor
é. >> E a época, que foi uma época que eu cresci muito eh nos estudos, foi quando eu passei na federal, só que um pouco antes disso eu já tava ganhando muitos Seguidores compartilhando vlogs de estudos. Hum. >> E foi um conteúdo que as pessoas gostaram muito, começou a ter muita visualização, mas não teve um vídeo de pum, o vídeo que eu tive, que estourou no início, foi um vídeo que eu fiz de tabelinha de estudo pra prova, muito antes dos vlogs. >> Tabelinha de estudo. >> Ah, era um negócio pifio. Aí >> pifi >>
aí foi um vídeo com 50.000 views e esse foi o meu estouro. >> Sim, >> esse foi o vídeo de que, nossa, estourou demais assim. E a partir disso tiveram bons conteúdos. Bons conteúdos. >> Se o YouTube ele é essa rede aí boa que, pô, bola de neve, que conforme tá produzindo conteúdo, >> por efeito composto, uma hora as coisas começam a dar muito bom. Se ele Realmente é isso, eu acredito que é, tá? Porque eu também, eu comecei no YouTube com VTURB por causa disso. Eu acredito que eu não ia conseguir ter tanta consistência,
não cons não, mas tanto resultado no Instagram. Eu preferi ir pro YouTube porque eu sabia dessa facilidade. Mas por que que tu parou então? Aliás, eu não sei se tu parou. Eu acho que tu postou conteúdo faz alguns meses, né? Mas pelo menos a tua frequência não tá tão alta quant época Que eu fiz a transição, porque eu eu falava só de estudos e eu daí não falava mais de estudos. >> Uhum. Então, acho que eu fiquei 1 ano e meio, 2 anos sem postar nada e eu voltei. Falava muito de desenvolvimento pessoal porque eu
sempre gostei muito de alta performance e eu dei de novo, dei uma parada porque eu não queria ser conhecida como aluna do desenvolvimento pessoal, porque de fato o coração do meu conteúdo hoje são Negócios digitais, é no que eu mais gosto de trabalhar, aonde eu tenho meus treinamentos. E daí eu voltei, eu adoro o YouTube, daí eu voltei com esse foco maior em desenvolvimento profissional. Eh, e eu só parei porque daí, meu Deus, muita coisa para resolver da empresa. A gente tava organizando muitas coisas internas, tomando algumas decisões internas. >> Uhum. >> E para não
só gravar de cumprir tabela, Sou meio contra gravar para cumprir tabela, enfim. >> Uhum. >> Eh, aí eu dei uma pausa nos conteúdos do YouTube, ainda mais com Black Friday. Nossa, muitos outros vídeos eu tava tendo que gravar. >> Imagina >> aula, por aí vai. Mas agora a gente vai voltar também. >> Tá retornando. >> Com certeza. Eu adoro o YouTube. YouTube É muito bom. >> Tu tem aquelas plaquinhas lá do YouTube? >> Tenho. >> Eu quero ganhar. Pessoal, se inscreva no canal. >> Sabia que é uma placa muito bonita? >> Ah, é. >> Ela
realmente é uma placa bonita. >> Eu imagino. Eu quero ver para poder modelar, para poder tirar essas aí. Essas daqui eu acho que elas são legaizinhas, mas eu queria ter. >> Ah, mas eu pref aquela do YouTube parece ser muito única, sabe? Essa daí parece a da Kify que a gente usou de referência. É, não parece. Olha só. >> Ah, eu tenho as plaquinhas lá em casa, só que ficam guardadas. É, >> eu tento não me apegar que eu sempre lembro que um sucesso no passado não garante sucesso no futuro. >> Sem dúvida. >> Tento
me ponderar para não ficar ancorando muito. Ah, já fiz muito certo. Nossa, olha essa placa. Onde eu já fiz? Mas aí daqui pra frente. >> É, sem dúvida. Eu não gosto mais de placa porque quando eu olho aquele martelo da monetize que eu tenho, eu lembro que se eu tivesse usando a pagar-me, eu acho que eu teria mais uns bons R 5 milhões deais no bolso, entendeu? Uns quadro que é um é um porque é um martelo de 30 milhões de faturamento, né? Aí [ __ ] aí pagar ali 9% de taxa mais gera Contexto
para pros meus seguidores que estão assistindo, eles não são muito introduzidos. Ah, desculpa, pessoal. É que as plataformas aí digitais elas cobram muito, né? Uma taxa bem alta e dão premiações. Só que tem outras plataformas bem mais baratas, como a Pagarme. E aí, se eu tivesse usado a Pagarme, eu ia eu não ia ter a premiação, né, da das plataformas caras. >> Ex. >> Porém, apesar disso, eu teria o Dinheiro. E, cara, eu prefiro o dinheiro, sabe? Hoje em dia, sei lá, que que eu vou fazer com com aquela premiação lá em casa? Eu nem
uso para nada. Na verdade, tá na casa do meu sócio. Eu acho que ele usa isso para segurar uma porta, sabe? Uma coisa assim. É complicado. Mas cara, então tu foi crescendo, tu começou como influenciadora e aí tu foi crescendo e aí eventualmente tu fez essa transição Aí pro digital. >> Antes disso tu tinha um caderno de estudos. >> Não foi meio junto. A Studs lançou em 2020. Em 2020 eu lancei Studs. >> Por que que tu fez isso >> então? Qual foi a lógica da época? Eu fazia publicidade e eu vendia muito para toda
a marca que eu fazia publicidade. Eu esgotava, eu fazia, eu vendia muito que eu divulgava e as marcas me pagavam Bem. E olha que loucura, porque é a mesma explicação de onde nasceu a Luana no marketing. Até que a minha mãe me falou: "Filha, você não pensa em abrir uma empresa tua? Porque tipo assim, você vende muito para todo mundo. Você o tempo todo as pessoas compram tudo que você divulga. E aí surgiu a ideia de lançar o caderno studo, Ao assunto que eu trazia, enfim. Em paralelo a isso, outras influenciadoras, amigas minhas, que tinham
até mais seguidores, muito mais engajamento que eu, começaram a perguntar para mim e me questionar como eu conseguia vender tanto, porque eu não era tão, eu não era tão grande para conseguir fechar contratos tão gordos e para conseguir esgotar tantos produtos. Não tinha milhões de seguidores na época. E eu comecei a falar, porque eu cresci numa casa de pai e mãe vendedores. E eu nunca tive medo e nem vergonha de vender. Vender para mim nunca foi um problema. Eu nunca vi com preconceito a venda. Eu sempre vi como uma parte do trabalho. >> Hum. E
eu sempre me interessei por isso, porque na minha criação de conteúdo, eu sempre consegui trazer conteúdos que geravam uma boa retenção, um bom engajamento. Eu sempre trazia várias inovações e novidades ali no universo e elas também me perguntavam sobre isso. E tem um fato interessante que eu nunca trabalhei com agência. Eu ia atrás das empresas que eu queria fechar contrato. >> Ah, é? >> É. Eu prospectava, não sabia o que era prospectar. Então, as próprias influenciadoras e minhas amigas e meus amigos começaram pedindo por isso. Luana, ensina mais pra Gente. E quando eu falava a
respeito disso, de negociação, de vendas, as pessoas gostavam muito do meu jeito de falar disso. E foi assim que eu caí no universo do marketing digital. Não foi algo intencional, tipo, putz, eu descobri que isso dá dinheiro, porque eu meio que ganhava dinheiro com publicidade já. >> Uhum. Eh, e eu nunca tive aquele sonho de ficar milionária, nem sabia que as pessoas ganhavam tanto dinheiro assim Com o digital. Eh, e como eu já gostava de estudos, esse negócio de dar bons cursos, se esforçar para construir uma boa aula, eu acabei tendo feedbacks muito positivos dos
meus treinamentos. E aos poucos eu larguei toda a publicidade que eu fazia, porque para mim parou de fazer sentido. Eu pensava, bom, se essa marca, porque a matemática qual? Se uma marca me paga, sei lá, R$ 10, Você não concorda comigo que para fazer sentido ela paga 10? É porque o dinheiro que movimenta-se que que se movimenta pro bolso deles é maior que 10? >> Pode ser. Aí eu comecei a pensar, bom, então o meu poder de influência ele movimenta um dinheiro muito maior do que o que está entrando no meu bolso. Eu pensei, eu
estou sendo um outdoor. E a influência, por mais que quem vê de fora a que, nossa, mas pô, você tá ganhando tantos milis para fazer um Story? Não é pelo story, é por toda a audiência que foi conquistada, por toda a narrativa construída, por todo o posicionamento, autoridade. É isso que a empresa tá me pagando, não é pelas views ali do dia. Eh, portanto, abrir a studies me pareceu a decisão muito óbvia na hora. >> Uhum. Uhum. e ir pro marketing digital, começar a falar de crescer audiência, eh gravar conteúdo, falar com a câmera, perder
a vergonha de gravar stories, Acabou sendo o caminho lógico da coisa, porque eu já fazia muito dinheiro, eu já tinha muita audiência, eu consegui fazer uma transição de nicho que é muito difícil. São pouquíssimas pessoas que eu conheço que sucederam em fazer uma transição de nicho, porque imagina que você tem é como um cantor de sertanejo. Construiu a carreira inteira em cima de pessoas que gostam de ouvir sertanejo. O noal dele é Dentro do sertanejo e aí ele simplesmente decide ter uma banda de rock. Complicado. Você já tem uma audiência. E o que eu mais
ouvi na época eram pessoas me falando que eu ia me arrepender, que eu estava porque foi no meu auge que eu fiz essa transição. >> O teu prime. >> Exato. Não foi >> igual o Neymar no PSG, >> não foi o caminho contrário, tipo, putz, Não tá dando retorno, eu vou mudar de nicho. Pelo contrário, as pessoas falavam que eu tava completamente maluca, porque as empresas estavam me pagando tão bem como nunca pagaram. Eu tava atraindo mais seguidores do que eu nunca atraí e que eu ia me arrepender de mudar de nicho, que eu ia
perder a oportunidade que eu tinha dos estudos. >> O nicho era dos estudos, né? >> É, >> entendi. Sabe uma coisa interessante, Cara? Olha como as coisas se juntam, né? A gente estava falando no almoço da da Taylor Swift e do John Meer também. E eu fui no show do John Meer, tá? Faz duas semanas, acho três, lá em Las Vegas. Foi bem legal. Mas esses cantores assim, cara, eh, eles trocam, tá, de nicho constantemente. Tanto que o álbum aí, esse último, que merda, pessoal, eu sei o nome dos álbuns todos, cara, que é o
The Life of a Show Girl. Cara, eu jamais imaginei >> do J ou da Taylor Swift, >> da Taylor Swift. Nossa, já que merda. Eu jamais imaginei que eu ia falar isso nesse podcast. Isso eu não imaginei. Vermelho igual um pimentão, cara. Ó. Eu confesso assim, ó, no começo do podcast eu falei: "Cara, eu nunca imaginei que estaria aqui". Mas na verdade eu imaginei, tipo, sei lá, uns 2, 3% ali. >> Mas você nunca imaginou que ia falar. >> Ah, a esse esse é zero de verdade. É, Esse aí é zero mesmo. Isso eu não
imaginei não. Mas cara, esse The Life of Show Girl é de um jeito aí o o folklore lá que elas estavam falando ali que a Ana falou é de outro, aliás, a Vick falou. Então, essas cantoras, aliás, a Taylor Swift ali, ela lança vários álbuns com estilos diferentes. O John Mayer é a mesma coisa, pô. Ele começou com músicas bem lentas, depois foi para uma música mais country. O Último álbum que ele lançou é o Sob Rock, que tem a música Wild Blue, que que é a minha música favorita hoje. Cara, o Jomer é muito
bom, tá, pessoal? Escutem aí a música Wild Blue aí recomenda, mas eles criam estilos novos, apresentam pra audiência deles. Grande parte das pessoas odeiam >> isso, >> alguns acham legal, mas o ato do artista se reinventar, eu acredito que é algo positivo, porque Os maiores artistas eles fazem isso frequentemente e a audiência que gosta do artista ela continua eh escutando. Então, cara, eu sei todas as músicas do João Meer de todos os almas, de todos os estilos e eu realmente sei. Pode colocar aí, pessoal. Fala aí a a o que tu quiser. Eu sei. Por
quê? Porque eu sou muito fã do cara. Então, o ato de tu ter feito a transição de nicho e ter funcionado, fazendo essa analogia aí como um Artista, eu vejo que as pessoas lá, elas não estavam lá necessariamente por causa dos estudos. Claro que uma parte eh com certeza já tá, foi a parte inicial, mas cara, eu acho que tu fez alguma coisa que eu não sei o que que é que fez com que as pessoas virassem teus fãs e aí independente do que tu falasse, eh, não independente, né? Claro que se tu falar de
uma coisa muito bizarra, o pessoal ia desconectar, >> mas assumindo que, pô, está aqui no Espectro de personalidade da Luana. Se tu falar daquele assunto ali, em primeiro lugar, as pessoas iam gostar de ti, iam iam vão continuar te acompanhando, como foi o que aconteceu de fato. Então isso daí que tu acabou de de dizer me leva a crer que essas pessoas viraram teus fãs. E aí a pergunta que eu tenho para te fazer, cara, antes da gente falar sobre a parte de vendas ali e tal, >> Aham. >> Era: "Cara, o que que tu
fez, velho? O o o qual que era a tua rotina? Qual que era o tipo de conteúdo? O que que tu enfiou naquele conteúdo ali? >> Uhum. >> Que fez com que essas pessoas virassem teus fãs com tanta intensidade a ponto de tu trocar de assunto e a galera acompanhar, sabe? Certo? >> Tu tem consciência disso ou tu só se expressava em primeiro lugar? E a tua Personalidade é uma personalidade tão magnética que faz as pessoas quererem ir até ti, porque tu também é muito única, mano. Tu tu acabou de falar aqui no no começo
do podcast de ah que ou foi no almoço que tu falou de ser bonito, alguma coisa assim. E aí tem essa parte, não foi? Tem a parte da de tu ler umas coisas complicada, tem a parte de tu estudar. Então é uma personalidade muito muito diferente, sabe? São muitas eh facetas de uma coisa só. >> Ah, que eu falei, calma, vou me explicar, senão o pessoal vai me xingar, que já me xingaram por isso antes, tá? É, >> calma. Vamos lá. Eu falei, não foi aqui no, não foi gravado isso, mas eu falei que é
muito complicado construir uma audiência usando artifícios que você precisa ficar aumentando intensidade. Então imagina eu criando conteúdo Sobre, sei lá, fotos bonitas, sabe? tipo blogueira de boniteza, não sei qual é o nome desse nicho, mas que você segue porque você acha muito bonito o corpo bonito, >> as modelos lá no Instagram lá. É, e eu sempre falei que eu não quis ir por esse caminho, embora eu esteja dentro de alguns padrões que a sociedade gosta muito. Eu tenho essa consciência, porque eu acho muito malvado ao longo do ao longo dos anos, é primeiro porque o
que Eu mais conheço são mulheres lindas que elas têm uma imagem muito distorcida e que chega bizarro, tipo, a pessoa estragada de bonita, ela não se acha bonita porque aquilo virou um fator tão importante da vida dela. >> Estragada de bonita. >> Uhum. Ser ser bonita virou um uma característica tão importante para ela que ela acorda e dorme preocupada com isso. Tudo vira uma questão, a pele, o cabelo, A roupa, o tamanho da bunda, o tamanho do peito, a barriga chapada. E eu sempre achei muito perigoso. E daí eu tava conversando com ele que por
mais quando eu tinha lá meus 16 anos, >> era uma possibilidade isso, sei lá, só tipo tirar fotos bonitas e ser uma it looks legais. Eu não quis ir por esse caminho porque eu não queria virar uma presa e virar refém de cada vez, ter que se reinventar e continuar dentro das expectativas das pessoas. Tanto que eu Tenho essa liberdade hoje em dia, sei lá, às vezes eu aprend de qualquer jeito nos stories, nos podcast, tem muito podcast que eu vou que sabe, não tô mega preocupada em como tá a minha aparência, porque não é
um fator que faz a pessoa me acompanhar e também porque aquele fator que faz alguém te acompanhar é o que as pessoas vão reparar em você. >> Uhum. >> Então eu não quero as pessoas comentando na minha foto, sei lá, ah, ela Emagreceu, ela engordou, não sei quê. Então, só para contextualizar, >> que era disso que nós estávamos falando aqui. >> É, eu não lembrava exatamente o que que era, mas eu sabia que tinha isso daí. Mas independente, cara, o que que tu botou na cabeça das pessoas, o que que tu falava que criou esses
fãs e e tu acha que isso é uma coisa que é replicável e que o pessoal que tá em casa, eles conseguiriam talvez criar Essa mesma coisa aí que tu criou? >> Tá, vamos lá. Let's go. >> Tem muita coisa envolvida nisso. A primeira acho estranha palavra fã, sabia? >> Eu gosto de falar tipo pessoas que acompanha e gostam. >> Pode ser. >> A segunda coisa é que existem dois dois elementos que dá para trabalhar aqui que garantem uma uma que garantem ser replicáveis esse fenômeno. O primeiro é De frequência. Frequência gera familiaridade, frequência gera
segurança, frequência, frequência, frequência, frequência. E eu sempre fui muito frequente. >> Frequência de postagem de conteúdo, >> de aparecer pras pessoas. E dentro de frequência também conta tempo de tela. O fato de eu ter participado de tantos podcasts ou de lá atrás ter feito muitos Vídeos no YouTube, isso é tempo de tela. Então eu não entro só numa frequência, mas eu garanto o foco da pessoa e a atenção dedicada para mim ao longo de um vídeo de 15 minutos. E a pessoa ela vai tendo dentro desse tempo mais oportunidades de descobrir que tem pontos em
comum comigo, que é o que eu falo dentro dos meus treinamentos. Você é responsável por disponibilizar Fragmentos que as pessoas vão decidir se se identificam ou não com você. você mesmo. Eu posso apostar que tem muitas pessoas que assistem, acompanham o podcast, que se você abrisse alguns fatos da tua vida ou algumas opiniões, isso seria literalmente um ponto de contato pra pessoa decidir se se conecta com você ou não. Tipo na física, superfície de absorção. Então, cada conteúdo que você cria e quanto mais você disponibiliza Suas opiniões e visão de mundo, se a pessoa não
se identificou com algo, tem outro algo que ela pode se identificar. Então, a frequência associada a tempo de tela que abre espaço para você falar a respeito das coisas e a pessoa decidir se ela gosta ou não. Quem não fala, eu brinco, né, que tem uma tem muita influenciadora Hello Kitt opinião de nada, não fala nada. Eu posso gostar da pessoa, achar bonita, gostar porque a Pessoa tem um lifestyle de viajar de jatos particulares e sei lá o quê, mas eu não considero aquela pessoa alguém [ __ ] como eu queria ser amiga dela, porque
eu nem tenho a oportunidade disso. Então esse é o primeiro fator. Aí tem um outro fator que esse daqui eu recomendo que vocês anotem que é muito importante mesmo, que assim, eu posso ser um influenciador que só tá compartilhando informações e Falando a respeito das coisas meio que por cima. Ou eu posso ser alguém que tem opiniões e visões de mundos e que eu exponho mais e eu assumo um papel de crítico. Não é crítico, mas é alguém com critérios de avaliação de decisão. Tipo, eu sou literalmente alguém que fala que tomar nessa xícara é
melhor do que tomar na garrafa e eu exponho o motivo e eu falo que terão consequências. E por isso, se você quer decidir entre tomar Água, tome água em uma xícara e jamais água direto da garrafa. Eu exponho os critérios e convenço a pessoa do porquê, aquilo seria bom, ou pelo menos exponho. O que acontece quando eu crio muito esse tipo de conteúdo, que é um conteúdo que eu trago a minha visão de mundo, explico a minha visão de mundo e abro esse espaço e falo porque é benéfico para você agir de acordo com a
forma que eu tô dizendo ali, eu abro espaço Dentro da camada de decisão do meu seguidor. Então eu ganho mais frequência e mais tempo de tela sem ele precisar estar no celular consumindo meu conteúdo. Porque quando ele for pegar a água da geladeira, ele vai falar: "Será que eu vou tomar da garrafa? Mas e aquele posto da Luana falando de tomar na caneca? Eu eu consegui invadir um espaço na cabeça da pessoa sem ela estar usando o celular, Porque eu entrei na camada de decisão, no repertório de decisão. O influenciador que ele só faz piadinha,
que ele só faz um conteúdo superficial, ele não entra na camada de decisão dos seguidores. E é por isso que nós encontramos tantos fenômenos na internet de pessoas que são personalidades tão fortes que os assuntos que elas tratam são quais? Relacionamento, dinheiro e beleza, porque você vai gostar muito disso. Você Mesmo estudou aquele livro de cop, você me falou que você ficou obsecado por ele, o >> Break Advertising. >> Isso. E o o que são os níveis? Tem os níveis de consciência e tal. Mas você não concorda comigo que alguns mercados são objetivamente mais interessantes,
lucrativos que outros mercados, que são mais fáceis de fazer dinheiro? >> Claro. >> Por quê? Eu gosto de falar que eu consigo fazer dinheiro porque a pessoa ela tem um momento aonde ela vai ter um problema e ela quer buscar solução e eu entro com a solução para esse problema e acontece uma transição financeira. Se eu trabalho com em um mercado cujo problema é muito esporádico na vida da pessoa, eu tenho menos oportunidades de aparecer como uma solução. Por que o mercado de emagrecimento funciona muito, porque a pessoa ao longo do dia ela vai levantar
e escolher uma roupa para pôr, talvez ela é uma oportunidade de contexto mental que aquele problema surge. Putz, não gostei de como eu fiquei na roupa. Toda vez que ela passa na frente de um espelho no dia a dia dela, o problema surge. Quando ela vai comprar uma roupa nova, o problema surge quando ela sai com amigos e não se sente confortável, porque é a única que Não tá com um vestido mais coladinho, o problema surge. Então, esses mercados, por que que eles são objetivamente mais lucrativos? Porque no está mais presente com frequência no dia
a dia da pessoa. >> Uhum. Ela ao longo do dia ativa mais vezes aquela preocupação e aquelas informações mentais a respeito daquele problema e isso abre espaço e mais oportunidades de eu fazer uma venda. >> Uhum. >> Naturalmente. Eh, então, criadores de conteúdo que falam de relacionamento, primeiro é um problema que todo mundo tem. É, é muito comum. Segundo, são muito fáceis as situações que fazem esse problema se revelar. E se eu tenho um criador de conteúdo que fala tão de de forma tão forte, o teu marido tem que agir assim, primeiro, não é só
um problema frequente, mas um problema muito Importante pra minha vida. do meu relacionamento, ele toma um espaço muito grande e ele é uma variável que tá interligada com todo o sistema, porque implica em tudo. Então você você consegue entender dessa forma sistemática o por o por exemplo, falar de relacionamento funciona tanto é um vídeo que viraliza muito >> falar de emagrecimento ou falar de beleza ou falar de dinheiro. >> Uhum. Porque são muitas situações no dia A dia em que o cérebro da pessoa ele vai entrar em uma consciência, um estado de trabalho em que
aquele tema aparece. Então é a frequência, é o princípio da frequência. >> Sim. E voltando para o que você tá falando, e por isso eu falei pras pessoas, pega um caderno para anotar, porque isso é muito importante. Você que é criador de conteúdo e fica só na ladaainha de um conteúdo bobo, Técnico, e não aparece com frequência, você não tem a oportunidade de alugar esse espaço na cabeça do seu seguidor nos na camada de decisão de assuntos frequentes e importantes no dia a dia dele. Quando eu faço a brincadeira do se tem comida na geladeira,
come a comida na geladeira, você provavelmente não viu, mas eu fiz um story brincando disso e as pessoas começaram a me marcar muito, porque eu falei, gente, você tem comida na geladeira, comeida na Geladeira. >> Mas o que que isso quer dizer? >> Vai para não pedir delivery. Se tem comida na geladeira, você come comida da geladeira. >> Não gostei desse conselho. >> Então, ninguém gostou. E qual foi o problema? As pessoas começaram a brincar e me marcar muito, porque todas vezes que elas iam jantar ou almoçar, que é algo é uma situação que acontece
duas vezes ao Dia, todo santo dia, elas lembravam de mim porque elas ficavam com vontade de pedir um hambúrguer uma pizza e tinha comida na geladeira. >> Putz. O segredo é não deixar comida na geladeira, pessoal. >> Sim. Do outro dia eu fiz um vídeo brincando, tirando uma pizza da geladeira, a caixa da pizza da geladeira e sabe para descontrair. Uhum. Mas na minha criação de conteúdo, como eu criava muitos vlogs, Eram muitos situações da minha vida e eu nunca vi, eu nunca falei dessas situações passivamente. Então eu sempre dava minha opinião, eu dava algum
conselho daquilo, eu explicava aquilo que tava acontecendo, não só da de estudos, mas também de outras coisas, de assuntos satélites. E eu acredito que fazendo um efeito lola palusa desses fatores de frequência, tempo de tela e de você aumentar a Superfície de contato, dando mais oportunidades de pontos de conexão com a audiência, tipo, beleza, eu não me conecto com John Mayer, mas eu me conecto com os livros que você lê. Se você nunca me tivesse dado a oportunidade de revelar teus livros, eu não teria conexão nenhuma com você. Eu talvez não estaria aqui conversando com
você. Tu não se conecta com John Mayer. A gente vai ter R$ 15 Chamando isso aí. Acabou. >> Mas você compreendeu? >> Sim, compreendi. >> Se você nunca tivesse disponibilizado esse fragmento, eu não estaria aqui hoje, talvez. >> É possível que não, né? Eh, >> então, dado isso, eu acredito que seja replicável na, sei lá, dá teus pulos aí, cada um com seus problemas. Eu tenho umas Perguntinhas referente a isso, tá? Pelo que eu entendi, então tu falou que uma coisa muito importante é ter uma alta frequência para tu aparecer várias vezes pra pessoa. >>
Uhum. Por frequência eu entendi postar muito e depois tu falou também que é interessante tu ter tempo de tela na pessoa, ou seja, tu ocupar eh uma parte ali do do dia da pessoa. Eu traduzi isso Aí em que não só tem que postar muito, mas tem que postar um conteúdo que tem uma alta retenção. Isso >> e simplificando ainda mais um conteúdo bom. Então, essencialmente >> só é só postar uma coisa boa. >> É, posta muito e posta coisa boa. Essencialmente, tipo, o se pela pela simplificação que eu fiz, foi mais ou menos isso
aí que eu entendi. E aí tu falou também, cara, que a gente tem que entrar na camada de decisão da pessoa. >> Isso >> eu achei isso aí muito interessante porque uma vez que tu entra na camada de decisão da pessoa, a pessoa ela vai te usar como parâmetro para decidir certas coisas. E aí, obviamente, né, tu vai ser muito mais influente na vida da pessoa, uma vez que ela faça isso, o que daí vai facilitar para ela te ver como alguém que é que tem credibilidade ou autoridade, eu diria mais autoridade, e Consequentemente ela
vai estar mais eh propensa aí a virar eh aquela palavra que tu não gostou, mas eu vou usar de novo que eu não sei é o fã, >> porque eu não sei outra palavra, cara. Sei lá, tu virar uma pessoa que gosta muito e vê muito, sei lá, mas vou chamar de fã aí, cara. Entendi. Tá, entendi. Só que uma dúvida que eu tenho é o seguinte, tu falou: "Cara, eh, o teu conteúdo para tu fazer isso, ele para entrar na camada de decisão, na minha Cabeça, né, pra pessoa ter que decidir alguma coisa, eu
entendi que ele tem que ser algum tipo de conteúdo técnico, alguma coisa que tu ensina a pessoa, que tu gera um valoral." Perfeito. >> Saquei. Eh, e tu falou que não pode ser um conteúdo de ladaainha. Só que daí também tu falou para mim que tu construía muitos vlogs. >> Uhum. >> E que aí nos vlogs tu acabava mostrando Muito da tua vida, tal. Aí, cara, eu tenho uma pergunta aqui, tá? E eu vou usar um pouco do Charlie M Grey. Eh, tem uma porrada de conteúdo pra gente fazer, >> tá? >> E eu queria
saber qual que é o conteúdo que deve ser evitado, qual que é o conteúdo que não vai entrar nessa camada de decisão e que tu não recomenda que as pessoas façam e que não vai causar? esse efeito aí de gostar do conteúdo e seguir Ou como eu falei, virar fã, porque uma vez que a gente tem essa esse tipo de conteúdo, a pessoa ela pode daí fazer outra coisa, fazer uma coisa externa a isso. E talvez conseguir replicar um pouco mais esse teu efeito >> eh dessa tua comunidade, digamos, >> tá? Eh, eu falo muito
isso nos meus treinamentos e é o problema de conteúdos virais a partir de trends. Quando você faz uma trend, seja usando Uma música que tá em alta ou uma brincadeira que tá em alta, a pessoa para para assistir por uma familiaridade com trend e não porque ela está interessada em quem você é. E quando você faz a trend, principalmente essas trends, que é literalmente só você replicar o conteúdo, sabe? Que é literalmente só aquela foto do Vinícius Júnior da Virgínia. >> Isso, por exemplo, >> que isso aí tava na minha no meu Instagram lá, @
e funciona. Mas por que as pessoas param para ver, dão risada e curtem? Por causa da Virgín, do Vinícius Júnior. >> Eu não engajo não, tá? Para mim não funcionou. >> Mas você é bem diferente. >> É, eu sou meio chato. >> Mas então isso alimenta muito o ego, porque você vê, pô, a galera tá Engajando, só que as pessoas não vão lembrar de você. Então eu evitaria, é que eu evitaria esse tipo de conteúdo porque ele te dá uma view, um boom, só que é uma visualização que não tem qualidade, porque a pessoa ela
tá dando like, ela ela parou, ela vai, olha aqui lá a loja de colchão colocou aqui do Vini, sabe que estão fazendo muito essa brincadeira. >> Uhum. Ela vai até compartilhar com Alguém, ela vai curtir, mas não significa que ela vai comprar o seu produto. Para mim é muito óbvio. E não significa que ela vai gostar de você. Ela está interagindo com o fator Vini Júnior e Virgínia e não com o fator você empresário. Então eu evitaria esse tipo de conteúdo, mas é muito difícil porque daí as pessoas fazem e vem um pela um boom,
é menos trabalhoso. Então daí eu me sinto uma pessoa chata Falando para não fazerem isso. Mas é porque eu não acredito que seja uma locação inteligente de tempo e energia. Eh, desculpa te interromper já interrompendo e eu já vou ir pros outros, tá? Tá. >> Os outros tipos de conteúdo. Mas tu acha que não nunca existe espaço para esse tipo de conteúdo ou isso pode ser usado numa estratégia macro de conteúdo? >> É, também às vezes eu tô falando muita besteira porque, sei lá, você vê o Adib Lá com a Simed fazendo as trends, >>
ele faz, >> eu acho que faz, né, Vick? >> Faz. Só que o a é complicado de falar porque a exceção não é a regra e é difícil seguir seguir pela exceção e jurar que você pode ter a mesma performance que a exceção. >> Entendi. É, a gente a pergunta aqui é qual que é o conteúdo que vai gerar os fãs? Então isso daí sem dúvida não gera É porque a pessoa ela não tá ali por você. Às vezes ele pode ter achado o seguidor pode ser um quebra gelo, eu não sou contra, mas eu
acho que não faz sentido você achar que isso é estratégico para crescer. Sem dúvida. >> Você entendeu? Tipo, você quer fazer, faz igual eu fiz uma brincando recentemente. >> Ah, meu marido tem duas mulheres da Eu coloquei eu brava dando uma aula e outra eu tirando umas fotos. Tipo, cara, Aquilo lá, sei lá, é um conteúdo só engraçadinho, bonitinho, para quebrar um gelo. Eu não sou contra isso, >> mas tem gente que ancora uma expectativa de crescimento de negócio em cima disso. E não faz sentido nenhum. >> Uhum. Porque para você ter um negócio validado,
um negócio que atinge uma escala boa, cara, o buraco é muito mais embaixo do que você teve engajamento porque seguiu uma trend. >> Sem dúvida. Tem um rapaz que ele veio aqui no podcast que é o Léo Tabari e vai aparecer aí na tela, tá pessoal? E daí tu conhece o Léo? Não, do Tabari. >> Talvez. Eu sou meio ruim com o nome. Talvez se ver foto eu lembre. É, então é, >> provavelmente conheço, provavelmente conheço. >> Ele é um cara bem fortão assim, ele tem o método turbo lá e aí ele fala de conteúdo
tal e daí esses conteúdos de Meme, de trends, ele diz que é conteúdo de atração, que é para tu jogar uma porrada de gente, que é o que mais é topo de funil. >> Calma, calma, mas eu tenho uma pergunta. Traz seguidores essas trends? Porque o conteúdo topo de funil é completamente diferente do que eu tô falando agora. >> Hum. O topo de funil foi tipo o vídeo que eu fiz recentemente, aonde eu falo assim: "Eh, você vai ser o único bobo que não Vai ostentar nas redes sociais? Tá todo mundo ostentando? Por que você
não tá?" Você deve ostentar nas suas redes sociais. Ostente seu conhecimento, ostente suas habilidades. Você nunca sabe quem tá assistindo. Isso é um conteúdo super topo de funil. >> Uhum. >> Não tem nenhum uma coisa inteligente, nada. E é o conteúdo que dá um boom e atrai muita gente. A trend, essa trend de Réplica, as pessoas estão assistindo pela trend. Você tá entendendo a diferença? Eu consigo visualizar os dois tipos de conteúdo aqui. Uma é algo que a pessoa vai curtir e nem vai te seguir, não vai ficar curiosa a seu respeito. Então eu o
conteúdo topo de funil, que é esse conteúdo mais sem muito critério e tal, mas vai lá e sucesso, ele é muito importante porque ele atrai as pessoas. >> Uhum. Só que eu não acredito que ele Seja que um meme ou um trend replicável faça a pessoa querer te seguir. E eu falo, observe o seu próprio comportamento. Quantas pessoas você segue porque você viu uma trend, tipo, porque você estava no reals, viu a trend? Ah, nossa, quero ver mais trends no perfil dele. >> Uhum. É difícil. Além desse conteúdo de trend que tu falou que deve
ser evitado caso a pessoa queira gerar os fãs, entre aspas, aí Como que te chamou eles mesmo? Pessoas que gostam de ver, não tem um nomezinho simples, não? >> É, são seguidores, vai. >> Então, os seguidores >> seguidores interessados, >> seguidores interessados aí. Pronto, pessoal. Eh, então beleza. Além de de conteúdo de trend que deve ser evitado caso a gente queira gerar seguidores interessados, tu acha que tem algum outro tipo de Conteúdo que tu não recomenda que as pessoas façam? >> Ai, esse conteúdo que a gente tava falando recentemente, que você usa de outras pessoas
para crescer e ainda mais falando mal de outras pessoas ou tipo querendo achar que sai, sabe? nesse tom de alguém que tá julgando e de alguém que tá falando quão fulano fez algo errado e eu vou explicar o porquê. Ai eu eu não sei. Eu não gosto desse tipo de coisa. Isso é bem Luana, opinião de Luana, sabe? Levando pra vida. Eu não acho que é bom você sustentar um trabalho em cima disso. >> Saquei. E >> mas isso funciona, tá? Para atrair pessoas. >> É, eu eu confesso, tá? Que agora vou falar os segredos,
segredos da escala que cara quando tava que tá rolando Agora é Black Friday, né pessoal? Inclusive tu tá fazendo a tua Black Friday que é o dobro de de o dobro de tudo mais um pouco mesmo, alguma coisa. Como é que é? >> Tudo de tudo. Dobro de tudo. Mais um pouquinho pelo preço de um. Tudo de tudo. >> Tudo de tudo. O dobro de tudo. Mais um pouco pelo Não é mais um pouco. É mais um pouquinho. >> Mais um pouquinho. >> É o dobro de tudo e mais um pouquinho. >> Era para ser
mais um pouco assim, pessoal. Só que a Luna falou: "Não, já tô entregando muito e vai ser mais um pouquinho só porque, né, se fosse". É, mas quando tava rolando essa essa briga aí do do pessoal lá do do Leandro Lira lá, do Érico Rocha com o pessoal lá do do Ícaro, do Sobral, eu não sei nem se rolou, tá? Eh, mas em teoria as pessoas falaram que rolou e daí tava o pessoal comentando, eu falei: "Caramba, daí eu Comecei a ver um pouquinho, >> é o fofoquei do digital, viu como funciona?" >> É, mas
aí eu já cansei, eu falei: "Ah, [ __ ] daí eu parei de de ver e fui seguir minha vida". É, eu acho que, enfim, vou me vou me abster aqui. Eu acho que é é muita gente achando que sabe muita coisa. >> É, então, >> enfim. >> Eh, mas cara, eu o o que que tu acha do Seguinte, tá? O que que tu acha >> da dessa frase aqui que eu vou falar para ti? >> Hum. >> Aliás, antes disso, mano, eh, a tua mãe trabalha com quê? Ela é vendedora. >> Hoje ela trabalha
na Studs, que é a minha empresa que eu abri. >> Ela trabalha na tua empresa? >> Isso, isso. Ela é minha sócia na Studs. >> Mas antes ela fazia o quê? Antes ela trabalhava como vendedora da Mary K. Ela Virou diretora da Mary K. >> Pois é, pelo que eu peguei da tua mãe aqui, ela deve ser violenta assim, né? >> Deve ser tipo pá. >> Sim. >> Solta ela na na Amazônia com uma faca aqui na boca aqui, ó, assim, ó. >> É, ela é braba mesmo. >> Ela chega lá e resolve. Se o
Brasil entrar em guerra, tem que mandar ela, porque ela parece ser tipo muito executora assim. >> Muito >> que interessante, cara. Aí tu herdou essa parte, saquei. Tô tô entendendo. Tô entendendo. Legal, >> cara. O que que tu acha do seguinte, >> tá? >> Eh, eu tenho um preconceito, tá? Não preconceito, eu tenho uma crença que vocês, mano, vocês que são eh que são do digital, influenciadores aí e tal, que que posta um monte de coisa, Eh, e quando eu digo vocês, eu quero dizer pessoas que que eu considero que tenha uma personalidade magnética. >>
Hum. >> E daí, o que que é isso? é o fato de tu ser tu e pelo fato de tu ser única da a combinação de atributos teus faz com que tu seja uma pessoa única e aí tu meio que se conecta com uma galera pelo fato de ser tu aí quem mais que é assim negro, Paulo Marçal, Thiago Fint, o Próprio Cai que veio aqui já uma vez, apesar dele não produzir mais conteúdo. >> Nossa, >> era só limpar, tá tudo bem, >> mas meu coração parou por um segundo. Pessoal, eu dei um toquezinho
nessa água. cheia aqui. Eu vou até deixar mais longe. Cara, imagina se esse negócio vira, vai ficar frustrado. Mas enfim, voltando para minha pergunta aí, cara, eu acho que existe, tá, esse negócio aí da personalidade magnética. E daí eu eu não sei exatamente por se vocês nasceram com isso, sei lá o que que aconteceu. Eh, mas eu eu na minha visão hoje, eu acho que isso é é meio que um poder secreto, sabe? Porque é uma coisa que que que eu acho que nem vocês conseguiriam replicar isso, sabe? Que que eu acho que é uma
coisa que vocês meio que tem assim, eu eu não sei nem se eu tô me expressando direito. Eu acho que eu tenho um pouquinho disso, tá? Não Tanto quanto tu. Eh, na verdade eu acho que todo mundo tem isso. O que muda é só a escala que é. Então, tipo assim, tu vai botar qualquer pessoa aqui, vai ter alguém aqui do outro lado, porque o mundo tem 8 bilhões de pessoas, então vai ter algum doido aqui que vai se conectar muito com a pessoa que tá aqui, independente de quem for. Só que curiosamente essas pessoas
de personalidade magnética, tipo tu, Maral, etc., políticos também, vocês conseguem Fazer isso em escala. E daí é por isso que que tem muita gente assim que que dá um um uma atenção grande assim para vocês. Cara, o que que tu acha disso, velho, que eu tô falando? Tu tu acha que eu tô viajando completamente? Tu acha que existe um um fundo de verdade nisso? Eh, eu eu sou muito curioso, eu gosto de entender como que as coisas funcionam, só que eu não consigo replicar, cara, essa parada da personalidade magnética, Sabe? Só que eu não sei
se é replicável em primeiro lugar ou ou se é uma coisa que tipo é inerente do ser humano e eu tipo tem que nascer uma outra Luana Carolina para ou um outro Pablo Marçal, um outro Thiago Negro para conseguir eh gerar essa audiência toda. Aí qual que a tua opinião sobre isso? >> Uai, acabei de falar para você, é só uma superfície de absorção. Eu dei mais oportunidades para as pessoas se identificarem comigo com mais Frequência. É tipo como se eu andasse com, vamos supor que hoje você cria pouco conteúdo, então você sabe, deixa pensar,
deixa pensar, deixa pensar. Sei lá, areia. Vamos pensar em areia. Ah, esse exemplo vai ser horrível, mas foi veio na cabeça. Calma. >> Areia. Eu gostei desse exemplo. >> É muito ruim o que eu vou falar agora, mas você vai entender. Vamos supor que Nós vamos ali pra praia, >> tá? E daí você passa protetor solar só nesse nessa parte aqui do seu braço. Uhum. >> E você rola na areia. A areia só vai grudar aqui porque você não deu a oportunidade dela ter aderência. Agora você passa a areia, o produtor celular no corpo todo
e começa a rodar na areia, vai ficar tudo grudendo. Eu falei que ser horrível. Mas o que eu Tô falando, olha quantos posts essas pessoas que você falou tem. Quantas vezes elas apareceram? Sério? É obscena a quantidade de vídeos que tem rolando por aí de todas essas pessoas. >> É do Marçal mesmo. Meu Deus do céu. >> Então, mas e você é uma pessoa interessante? Eu acho que você só nunca deu muito essa oportunidade. >> Uhum. Ou você tem que ser alguém muito Especial e diferente, o que eu sei que não é o meu caso,
que as pequenas vezes que você aparece é tão especial, é tão diferente, é tão único que atrai muitas pessoas. Então, porque a intensidade é muito grande, é muito concentrado. Mas se você é uma pessoa meia boca, tipo eu, tipo uma pessoa normal, só que você aparece tantas vezes ao lado de tantas pessoas legais e faz tantos vídeos e faz tantos stories, É probabilístico. Você tá aumentando as chances das coisas acontecerem simplesmente por estar presente por bastante tempo. >> Uhum. Opa, desculpa interromper o teu episódio aqui rapidinho. Eu só queria te pedir, tá, se tu quiser
me ajudar aqui no podcast, que é para tu pegar e se inscrever aqui no canal. Isso é 100% de graça, tá? Obviamente não paga nada para fazer isso. Eu tô te pedindo isso porque eu vi que 57,8% De vocês aí que estão em casa assistem o podcast, mas infelizmente não se inscrevem no canal. E aí, cara, se tu não se inscreve, o canal não cresce, o YouTube não entrega isso aqui para mais pessoas e a gente não consegue atrair mais convidados aqui pro podcast para criar um conteúdo legal para ti. Então, cara, se tu quer
me ajudar, por favor, clica aqui embaixo, tá, em se inscrever e vamos tentar diminuir esse valor aí, vamos tentar chegar nos 50%, colocar Essa meta pra gente poder crescer o canal aqui do Veturb e trazer mais conteúdo para ti, para que tu possa ganhar ainda mais dinheiro, beleza? Então, de volta pro episódio, tá? Deixa eu te fazer uma outra pergunta. Então, eu te perguntei o que que tu o que que tu não recomenda, >> tá, >> que as pessoas elas postem. >> E aí tu falou aqui sobre conteúdos de trends, conteúdo de fofoca. >> Eh,
entendi. Tá show de bola. Só que as pessoas também tm que saber o que postar em primeiro lugar, >> né? >> E, e aí tu falou: "Cara, tem que postar alguma coisa aqui e tal". Idealmente, né? Que tu entreão da pessoa, tal. Tá. >> E eu tenho eu tenho uma ideia, né, que >> Uhum. >> Aliás, se o que eu falei da personalidade magnética ali é real, que Pô, só pelo fato de tu ser tu, tu vai atrair uma galera que vai querer ser ser teu, ser um seguidor interessado, se isso é real. Eh, então
eu acho que o melhor conteúdo que a pessoa poderia postar não é uma coisa formulaica, não é uma coisa que existe para toda a pessoa. >> Perfeito. >> Na verdade, é só a expressão da própria personalidade dela. >> Ótimo. >> Porque ao se expressar você mesmo nas redes sociais, tu vai acabar atraindo esse público aí que vai gostar de ti, é, pelo fato de tu ser tu. >> Isso. Só que para fazer isso exige coragem. velho. >> Ah, existe porque talvez você descubra que você não é tudo isso. Talvez você descubra que o que você
achava que era algo de interessante a teu respeito, as pessoas não dão muita bola. Talvez Aquilo que você achava se achava especial por saber, quando você expor que sabe aquilo, você vai descobrir que as pessoas não valorizam aquilo que você sabe. >> Portanto, se identificou parte da tua vida >> tendo um troféu que ao expor esse troféu era um troféu valioso só para você. Talvez na hora de gravar um vídeo e falar o que você acha, você vai descobrir que as pessoas não Concordam e você vai olhar para para aquela opinião que sustentava tanta tantas
decisões que você tomou na tua vida e princípios e valores da sua vida e vai se questionar, será que eu tava errado o tempo todo? Assim acontece >> o desafio. Então eu acredito, tá? Mas se eu tiver errado, tu me corrige. Cara, tu que é especialista aí do conteúdo, dessas coisas, eu só sei falar cantado mesmo. Minha minha habilidade pessoal, cantar enquanto fala. É cada um na sua, Né? Eh, mas uma vez que a pessoa vença isso, tá? Porque isso vai acontecer pelo fato de tu ser tu, vai ter pessoas que vão ser diametralmente opostas
ao que tu tá falando. É, uma vez que tu vença isso, basta tu só só ser tu, só compartilhar quem tu é, da maneira que tu é, porque mesmo que a tua personalidade não seja tipo, ah, eu não vou ser um Pablo Marçal aqui, que que vou conectar com Deus e o mundo, tu ainda vai conectar com eh um número de Pessoas X. E tem um artigo na internet que o nome dele é 1000 True Fans, que é 1000 fãs verdadeiros. aparece aí na tela o artigo. Já leu esse artigo? >> Eu li ele no
livro Super Fans. >> Ah, legal. Então, esse artigo acho muito interessante que ele fala: "Cara, se tu tiver 1000 fãs na internet, pessoas que vão comprar tudo aquilo que tu vende, como eu sou fã do Joel Mayer, a Luana aqui também é, só que ela ainda não Sabe." Eh, cara, como é que tu não gosta de J Mayer, velho? >> É, eu acho meio, né? Tranquilo. >> Não, mas é porque tu não tá entendendo, velho. Mas tem escutar, >> viu? Eu não tenho os critérios de para admirar. >> Calma, tu vai ter, tá? Fica tranquilo.
Mas eh, caramba, é que eu tava falando, velho. >> Você tava falando sobre os 1000 fãs. >> Ah, é. Eh, só só pelo fato de tu se Expor esses 1000, se tu conseguir fazer isso na internet, ter essa coragem, tu vai adquirir, cara, no mínimo esses 1000, que já vai ser o suficiente para sustentar tua vida, só pelo fato de tu ser tu, tá ligado? Faz sentido isso que eu tô falando? Faz, faz sentido. >> Que interessante, velho. Então, o segredo de tu postar conteúdo é que não tem segredo, é só tu ser tu mesmo.
>> É, mas às vezes as pessoas têm que levar em consideração que tu ser tu, mas ela é Uma pessoa meio questionável. Então assim, >> como assim? Fala mais. >> Às vezes é alguém, eu mesma, né? >> Fala agora, fala. >> Na minha trajetória inteira de vida, inúmeras vezes eu tive que rever >> quem eu era, porque eu era uma pessoa que dava para melhorar. >> É, não gostar de Meira. É, >> e exatamente. Então assim, também saiba que você tem >> você tem cartão verde para não se abraçar suas opiniões atuais e tá tudo
bem. Criar conteúdo não te prende aquilo que você falou. >> Sem dúvida. >> Porque também as pessoas têm esse receio e se eu mudo de ideia, daí você muda. Ué, não tem para onde fugir. >> E e cara, e pessoal, tomara que vocês mudem. Tomara, >> tomara que tu cresça na tua vida a ponto de conseguir rever tuas opiniões e e Melhorar tuas opiniões, né? Eu acho que não mudar seria um alerta vermelho, talvez, né? >> Não, eu acho esquisitíssimo. Eu brinco com o pessoal do escritório, com a minha família, que a cada 8 meses,
um ano, eu transmuto completamente personalidade. >> Uhum. Claro, eu tô exagerando aqui, mas o que eu estou falando é que eu tenho interesses completamente novos, eu tenho explicações, algumas muito diferentes daquelas. E o tempo também diz sobre as Suas explicações que duraram. >> Uhum. >> Então, opa, faz 5 anos que essa minha forma de levar a vida tem funcionado daquele efeito lind. >> Efeito lind. Boa. >> É. Daí então beleza, mas se sinta confortável o suficiente para saber que talvez criando conteúdo na internet você descubra que o teu jeito de ser é meio questionável e
tá tudo bem. Eu mesma Tive muitas revelações de, ok, vamos ter que mudar um pouquinho e tá tudo bem, mas ao mesmo tempo você vai descobrir e é mais provável que isso aconteça, que aquelas características que te faziam inseguro, opiniões que você achava muito boba, visão de mundo que você se diminuía por ter aquelas visões de mundo, são elementos que outras pessoas vão admirar e se conectar com você. Simplesmente por você ser a pessoa que Você é, simplesmente por você ler o tipo de livro que você lê, se tornam fatores de diferenciação. A única vantagem
competitiva que alguém pode ter é ela assumir as experiências de vida que ela teve, o repertório que ela tem, o conhecimento que ela tem. Qualquer outra vantagem é copiável. A gente tá falando a respeito da construção do fosso de diferenciação. Dinheiro, tudo que o dinheiro compra é replicável. Amizades e conexões também são frágeis. Cenários e assuntos vão no hype, saem do hype, mas a tu o teu filtro de realidade, como você interpreta o que tá acontecendo, a tua percepção, como você analisa aquilo e a tua digestão é única, porque desde características fisiológicas, o fato de
você ser homem, os hormônios que estavam circulando no seu sistema No momento que você viu aquilo, o teu nível De cansaço ou o teu nível de alerta, tudo isso influencia em como você percebeu aquela situação. E mesmo que você tenha um irmão gêmeo que está do seu lado, se ele comeu algo diferente de você e isso alterou o pico glicêmico dele, impacta na percepção que ele tá tendo daquilo que tá acontecendo. Essa simples variação. Agora pegue duas pessoas que nasceram em cidades diferentes, com criações diferentes, culturas Diferentes. É irreplicável. E por mais que o outro
tente te copiar, ele não tá dentro de ele não tem disposição do teu corpo literal, porque isso faz parte. Eu li no livro do Antônio Damázio, onde ele fala do erro de Decart, que não tem como separar razão e emoção, porque eh toda a tua fisionomia, ela implica na tua percepção, na tua emoção, e não tem como separar uma coisa da outra. Então, literalmente só você por ser você. Isso Que faz você ser um indivíduo diferente de mim. A tua posição geo, a tua geolocalização faz você perceber as coisas diferentes, alguém mais alto, alguém mais
baixo. Agora imagina as coisas que você ouviu. É, é tão, é um, é um fosso tão intransponível que quando a gente fala de criação de conteúdo, se o cara vai querer criar conteúdo na internet, ele abre a mão disso, porque ele se tem baixa conta, Baixa autoestima e tal, ele não acha que é alguém interessante e recorre a uma lista de promptes para criar vídeos virais que no curto prazo podem até trazer resultado. Ele tá fazendo a maior cagada da vida dele, porque ele tá deixando de usar esse fosse intransponível, que é a ultra vantagem
competitiva, que é o repertório que a pessoa tem, para replicar um prompt. Cara, >> Luana, onde que tu aprendeu isso aí? >> Acabei de falar no livro de Antônio Damáio e no dos outros que eu falei anteriormente. >> Sabia, tu sabia que esse livro que, bom, eu não conheço esse livro aí do Antônio Damaso, tá? Mas esse negócio aí que tu acabou de falar no livro lá do Eric que ele escreveu sobre o naval, ele aquele branco que vai aparecer na tela, pessoal, ele fala assim: "Escape da competição através da autenticidade". >> Mas as pessoas
não sabem o que é Autenticidade. Elas acham que a autenticidade >> é é sei lá, você viste uma roupa diferente que os outros não vestem. elas não entendem eh na base da teoria o que é autenticidade e por existe autenticidade. E autenticidade é você assumir o teu histórico de vida, a tua visão de vida, o teu nível de conhecimento, porque só o fato de eu ser mais Ignorante que você a respeito de algumas coisas faz com que eu não consiga explorar todas as possibilidades com tanta sabedoria e me leve a tomar uma decisão que alguém
mais inteligente não tomaria. E dentro dessa decisão eu encontro um output super positivo pros meus negócios. Então, o fato de eu ter menos conhecimento que você faz eu me sentir menos limitada, me dá mais coragem para agir e faz eu ter mais resultado que você em algumas situações. Então, você assumir o nível de conhecimento que você tem não é ruim também. >> Uhum. Então, é, eu vejo que hoje em dia na internet muita gente fala de branding, posicionamento, autenticidade, mas parece que as pessoas esqueceram que isso é muito mais simples do que parece e é
menos complexo do que parece. >> Ninguém consegue ser uma Luana melhor Que a Luana. Isso, esse que é o ponto. E quando você tenta ser alguém, imitar os três jeitos, falar cantar, igual você fala, eu vou est sendo um outdoor seu, uma versão sua. E o princípio de referência e de contraste demonstra que, por mais que eu seja muito bom, mas não seja você, isso só vai salientar o quão bom você é. Então, todas as vezes que temos essa cópia, a cópia ela salienta quem é autêntico. Porque a pessoa que é autêntica, por mais que
a cópia seja muito parecida, é aquela história, um 8 de um lado de um 10/10, ele vira um 6. Um 9.5 do lado de um 10/10, pelo princípio do contraste, ele é muito pior. >> Uhum. Então, é muito louco como funciona esse princípio de referência e contraste. E é o que eu falo na primeira aula do meu treinamento de nicho, que eh você precisa Definir seu nicho e fazer pesquisa de mercado e ter um domínio de público, porque o teu seguidor, quando ele consome o teu conteúdo, o nosso cérebro ele não pensa isoladamente no vácuo.
A gente sempre tem que construir um contexto mental de referência. E se você não sabe quais são as referências que vão vir à mente do seu seguidor e do teu cliente, você tá criando uma estratégia no escuro. Você não faz ideia do de qual tá sendo A coisa mais de qual é a coisa mais inteligente a ser feita, porque as pessoas elas sempre vão interpretar com base em algum background mental de algo parecido com aquilo, porque o cérebro não consegue processar no vácuo. Então, se a pessoa nunca consumiu um curso online, ela vai, sei lá,
lembrar da escola, ela vai lembrar de de algum MBA que ela fez ou de ela vai ter que ancorar a opinião dela em algo semelhante. Então, eu acredito que uma Boa pesquisa de mercado é justamente para você saber em qual contexto de comparação você estará sendo inserido e como se armar de uma forma inteligente para já prever quais são as crenças que podem surgir. E disso eu li no livro do Breaking Through Advertising. >> Segura, pessoal. Cara, eu jamais imaginar que tu tinha lido esse livro. >> Eu li já duas vezes ali. >> Tu tem
ele físico? >> Não, queria muito ele físico. >> Quer? Você tem ele físico? Claro. >> Não, eu tenho ele impresso. Agora que eu lembrei, a Lora imprimiu. Mas você tem ele tipo com capa dura? Hã? >> Aqui, >> ali em casa. Quer que eu te empreste? Te empresto. Ah, mas devolv >> não devolv, né, desgraçada? Velho, agora >> devolv não. Eu posso falar tipo, eu quero que você me empresta, mas eu já não me comprometo aqui de >> cara. Se tu realmente quiser, eu te dou, Porque eu não tô mais. Eu quero. Você pode me
dar. Eu aceito. Porque eu tenho ele. A Lora imprimiu ele apostilado para mim, só que tá me dando um toque porque a diagramação é desse tamanho. A apochila eu não consigo levar na minha bolsa. >> Tá, mas Luana, na moral, tu vai pegar meu livro? >> Hã? Realer isso? >> Não vou devolver. >> Você compra outro. Você é milionário. Links. >> Deixa, deixa eu te fazer, deixa eu te fazer duas perguntas, tá? >> Tá. >> É a primeira delas. Você me falou que não tinha esse livro físico quando eu te perguntei. >> Não existe >>
não. Mas eu, você falou que não tinha. Eu perguntei. Mas você leu aonde? Você em PDF no almoço. Acho que você confundiu porque eu perguntei para você. >> Não, não, não. Eu tenho o Breakthrough Advertising. O Brilliance Breakhr eu não tenho. >> Ah, é, ele é bom também. >> É, mas o Breakh é infinitamente melhor. >> O advertising >> é >> quando ele fala, sabe o que mudou o meu conhecimento de vendas? E de um dia pra noite comecei a fazer muito mais dinheiro a partir desse livro. >> Nossa, isso tá calma. Vamos lá. Vou
Respirar aqui. >> Respira. Respira. >> Eu fico muito empolgada com essas coisas. Agora o podcast começou, gente. Vamos lá. >> Foi quando ele fala que a você um bom hop é quando você descobre quais são as suspeitas da sua audiência e quais são as crenças da sua audiência. >> Uhum. >> E a partir desse mapeamento, a tua comunicação não é vender, mas é só Desmistificar. a crença da sua audiência e gerar esse senso de autoeficácia para que ao mesmo tempo que a pessoa ache aquilo plausível, ela se sinta eh confiante e ela tem uma autoestima
de que ela consegue fazer aquilo. E eu gosto do exemplo da televisão que ele usa desse livro. Você sabe o livro decor? Tipo, você você lembra se eu falar dos exemplos >> que é um anúncio de televisão? >> Why TV Honers Haven been told this fact? Sim, eu adoro esse. E daí ele começa literalmente o texto falando que com simples ajustes que são feit tipo >> e qual que é o capítulo? Quero ver se sabe o nome da técnica. Começa com G. Capítulo 7, gradualização. >> Pega, pessoal. Copywritter, cara. 11 anos de copy nas costas
pessoal. Já li o break to advertis indicar barral. >> E daí eu fico boba. Eu eu tenho print desse porque eu li na porcaria do iPad de Tinha que ficar tirando print porque Eu acho muito louco quando como ele começa, beleza? Gerando uma identificação. Ah, você não teria que ter feito esse reparo. Só que pera, eu não tenho que ser um técnico, eu não tenho que ser uma pessoa muito inteligente, não. E daí ele dá a justifica. Então, primeiro ele torna plausível e depois Ai, eu adoro. >> É bom, >> é muito bom. É esse
daí, pessoal, é o o melhor livro de COP, tá? Em termos de inovação, eu acho que realmente é o melhor livro de COP que tem, principalmente a parte de nível de sofisticação. >> Isso mudou a minha vida também. Assim >> demais, >> porque todo mundo fala de níveis de consciência, só que poucas pessoas falam muito mais sentido, >> ele é muito mais poderoso. >> E se tu pensar bem, faz esse exercício Depois, tá? tenta refletir ali qual o nível de de consciência que casa, com qual nível de sofisticação, porque se a pessoa é muito consciente,
necessariamente ela vai ter um nível de sofisticação alto. Mas esse é outro rolê, tá, pessoal? Isso aí é é é mais complicado e a gente tem pod, >> mas eles são inteligentes, tem >> são. Eu acho que você deveria ensinar isso agora aqui. >> Claro, eu ensino o que é nível de sofisticação, tá? Assim, cara, eu não achei que isso acontecer nesse podcast, mas eu ensino explicando pra tua audiência, tá? O que que é nível de sofisticação? Eu acho que esse é o conteúdo mais ferrado assim, marketing. Eu vou explicar, só que depois tu vai
ter que explicar uma coisa para mim que que é importante também. >> Não ferrado, mas útil. >> Útil, >> útil é útil. >> É o mais potente assim de todos. E e cara, eu já refleti muito sobre isso, tá? Mas muito, muito, muito, muito, muito. Não tem, >> [ __ ] Tem muito o que falar e vai ser útil para eles, porque eu adoro esse tema. >> Então, como é que funciona, pessoal? O nível de sofisticação, ele mede o nível de ceticismo que o mercado tem. E isso é muito importante saber, porque o a coisa
principal que tu precisa eh para vender para alguém é justamente fazer a pessoa acreditar no que tu fala. Não é a promessa. Qualquer um pode prometer. Qualquer um pode falar que ah, vou fazer tu ganhar R$ 1 milhão deais. Eu posso falar, Luana, o Rafa aqui, todo mundo aqui. Até o Gabriel pode falar. Qual que é a diferença? A diferença é tu conseguir provar aquilo, a pessoa Acreditar. Se tu, Luana, eu te garanto, velho, tu e o Rafa, mano, eu garanto para vocês, sem sombra de dúvidas, vocês também. Se eu conseguisse provar, sem sombra de
dúvidas que tu pegar e abrir a conta do teu banco aqui e me dá todo o teu dinheiro agora, que amanhã eu te dou 1 bilhão de dólares e tu acreditasse, sem sombra de dúvidas, tu faria isso. Tu não seria maluca? >> Com certeza. Eu sei que eu faria se eu tivesse essa crença. Eh, >> é porque meu dinheiro tá todo investido, não tem nada na conta. >> É, então ia ser uma aposta bem assimétrica. É, mas a parte importante é justamente essa parte da crença, da pessoa acreditar no que está falando, nãoquilo que isso
está falando em si. E por isso que o nível de sofisticação é importante, porque ele mede eh o quão o quão cético é o teu mercado. Então, no nível um de sofisticação, que a gente a Gente chama de nível de promessas, basta tu prometer pra pessoa que eh tu consegue entregar o benefício porque não tem mais nenhuma outra pessoa prometendo aquilo. Então, pelo fato de tu ser único, as pessoas acabam te dando uma chance acreditando em ti. Então, lá antigamente, lá na Roma antiga, teve um cara que eu não sei quem foi, tá? ou Marcos,
não sei o quê, sei lá, algum cara doido aí que ele tava lá numa carroça e ele escreveu lá em Gis assim, Ele se ligou, ele falou: "Caramba, as pessoas querem emagrecer". Aí ele escreveu lá emagreça botou assim na placa, colou lá na no coliseu lá. E esse cara ficou podre de rico porque ninguém naquela naquela época falava pras pessoas que que era possível emagrecer em primeiro lugar. Então todo mundo pensou: "Caramba, emagrecer é legal". Todo mundo começou a ir lá e ele ganhou muito dinheiro, ele ajudou as pessoas a emagrecer. Aí o que aconteceu?
Os Competidores viram aquilo e se ligaram: "Pô, aquele cara tá prometendo que que vai emagrecer, vou prometer também". E aí como como eh mais pessoas prometeram a mesma coisa, o público começou a não ver diferença entre as promessas. Então ele não tinha um motivo específico para ir para um ou para outro. Ele parou de ter crença nas pessoas porque era tudo igual. Aí o que que aconteceu? As pessoas começaram a fazer promessas maiores e mais Específicas. E daí a gente entrou no nível dois soficação, que é chamado de batalha de benefícios, que daí seria quando
tu promete assim: "Ah, você vai emagrecer, você vai emagrecer 10 kg, você vai emagrecer 20 kg, você vai emagrecer 30 kg e aí ganha quem promete mais." Esse é o nível dois de sofisticação. Então, se tu tá num mercado que tá nesse nível, basta tu prometer mais que que teus competidores. Porém, e a maioria Dos mercados não tá assim, simplesmente porque quando chega nesse nível as pessoas começam começam a prometer mais e de maneira mais específica, até que uma hora se torna inacreditável. Vai ter um cara que vai falar: "Perca 100 kg em, aliás, perca
10 kg em um mês". Aí o pessoal vai aumentar isso e alguém vai falar: "Perca 100 kg em uma semana". Fica inacreditável. Quando acontece isso, o mercado evolui daí eh do nível de batalha de benefícios pro nível três, Que é chamado de batalha de mecanismos. E daí >> é meu favorito, essa parte >> é legal. E daí o que que é aqui? Agora a gente tem que dar um novo motivo pelo qual a pessoa vai ter resultado. Então eu não vou mais falar assim: "Você vai emagrecer 10 kg". Eu vou te falar: "Você vai emagrecer
com alguma coisa, com dieta detox, com crossfit, com academia, com lipoaspiração, com a coisa X. Uhum. >> pelo fato de ter um motivo pelo qual vai Funcionar, esse motivo pelo qual o negócio vai funcionar é o que dá esperança para as pessoas quererem consumir o teu conteúdo, eventualmente comprar o teu produto. >> Perfeito. >> E aí ganha quem tiver o mecanismo mais acreditável. E aí é >> e as pessoas briga, as ideias elas começam a brigar e o mecanismo mais acreditável, aquele que as pessoas acreditam mais, eh, ele acaba ganhando. E isso é muito importante,
porque uma vez que tu fala pra pessoa um mecanismo que tu diz assim: "Olha, você vai emagrecer com dieta detox", a pessoa pensa: "Pô, mas eu nunca tentei essa dieta antes, >> talvez funcione para mim". E aí tu consegue furar o nível de sofisticação e consequentemente vender pra pessoa de novo. Porém as pessoas começam, né, os teus competidores começam a brigar contigo e aí uma hora o o nível de Soficação vai aumentar de novo e tu vai começar, tu vai sair da batalha de mecanismos e tu vai pra batalha de mecanismo expandido, que é basicamente
ter um mecanismo melhor do que os seus competidores têm. Então tá todo mundo falando de dieta detox? O teu vai ser a dieta detox orgânica, é uma coisa a mais. E aqui e esse é a mais é o motivo pelo qual as pessoas têm que comprar de hoje em dia, tá pessoal? A grande maioria dos Mercados estão nesse nível aí. Eh, aqui no Brasil, lá fora também é raro, até porque o mercado ele se recicla todo dia, entra gente nova no mercado e sai gente antiga. Mas um nível a mais do que isso seria o
nível máximo de sofisticação, que é nenhuma promessa eh funciona. E daí a maneira correta de tu conversar com o teu público é através de identificação. E aí geralmente os copriers usam as famosas leads de história, que é Basicamente tu começar contando uma história que a pessoa se identifica e depois transicionar ali pro teu pit de vendas. Mas essa parada aí do nível de sofisticação, eh, é diferente do nível de consciência, porque o nível de consciência tu meio que define onde tu quer trabalhar. Então, hoje tem pessoas que não sabe que tá acima do peso e
tem que emagrecer. Tem pessoas que é consciente do problema, ela sabe, ah, tô acima do peso, mas não sei o que fazer. Tem pessoa que tá acima do peso e sabe o que fazer, ela é consciente da solução. Então, tu escolhe onde atacar. O nível de sofisticação tu não escolhe, tu tem que observar porque ele já existe, ele já tá lá porque aquelas pessoas já receberam uma porrada de promessa. Então tu não tem o luxo de escolher, tu só tem que identificar ele e conseguir trabalhar com ele, >> estudar o mercado. >> Exatamente. E isso
aqui, cara, é uma Coisa que se tu erra nisso, se tu aí vai lançar um produto, cara, terror nso aqui, fodeu tudo, >> não adianta, né, ter o melhor produto do mundo. >> Ninguém vai comprar de ti, porque o teu produto, ele não fura o nível sofisticação. E daí, por isso que essa é a parada mais importante, velho, quando vai lançar um produto, é garantir que ele tá furando o nível de soficação. Eu lembro que teve um produto que eu lancei Que ele vendeu uns R 60 milhões deais, de 40 a 60, eu não me
recordo, mas mas foi um volume absurdo, assim, foi a oferta que mudou completamente minha vida. Que cara, quando eu vi aquilo lá, eu nunca vi tanto dinheiro assim. Foi foi uma coisa que tipo pá, estourou minha cabeça, foi muito bom. E eu era o mercado de rejuvenecimento que eu tinha uma marca de cosméticos, né? >> Aham. E daí nesse mercado eu vi que tava Todo mundo falando de colágeneno. Colágeno, colágeno, colágeno. >> Então se eu lançasse um produto de colágeno, eu ia ser só mais um. Eu precisava expandir o mecanismo. E daí eu lancei um
produto de colágeno do tipo três e tipo um, que que é exclusivo pra pele. O colágeno tipo dois, ele é pr articulação, aquele UC2. >> Se tu for na farmácia, tu vai ver. >> Aham. E daí a minha mensagem era assim, cara, ó, pessoal, eh, esse colágeno aqui Rejuvenesce, os outros não funcionam porque ele não é do tipo três, tipo 1. Esse aqui funciona porque é do tipo três, tipo um. Aí compra aí, o nome do produto é renova 31. Então, até no nome tava o três e 1. Então, todo produto ele foi criado pensando
no mecanismo. Então, essa é uma [ __ ] maneira de tu criar produtos que já furam nível de sofisticação de cara. É só pensar, cara, como que eu, qual que vai ser o mecanismo desse produto para daí eu Pegar e posicionar ele no mercado de forma a furar o nível de sofisticação. E daí se tu errar nisso, cara, esquece, teu produto não vai vender. >> Não vai vender. >> Se tu acertar nisso, a chance de vender aumenta muito desde que tu acerte a parte da comunicação. Porque copyright tem duas coisas, né? Tem psicologia, que é
as ideias que tu passa, e comunicação, que é o como que tu passa aquilo ali. >> Passa aquelas ideias. É porque tu pode Passar isso aí num lançamento, pode passar isso aí em conteúdo, pode passar num VSL, no advertorial, no webinário, tem uma porrada de forma de passar e daí tem que escolher a maneira mais eficiente, que é aquela a mais rápida, com menos atrito pro cliente para poder maximizar o consumo da mensagem, consequentemente a conversão. >> Perfeito. >> É, mas aí essencialmente, resumidamente, isso que é nível de sofisticação. E Cara, eu só expliquei porque
ela pediu, tá? Eu eu não era, tô falando sério, não era para eu explicar ela que porque a estrela aqui do podcast não sou eu não, já tô aqui toda terça-feira, 5 da tarde. A estrela era para ser tu, mas como tu pediu? >> Não, mas eu pedi, eu gosto muito desse assunto. Eu conheço a minha audiência, eu sei que eles vão amar esse assunto. >> Legal. Então tá. Então, já que eu expliquei para ti o que é nível de Sofisticação, eu quero que tu explique para mim uma coisa, >> eh, que, cara, tu ficou,
tu falou várias vezes ali, tá? E eu sei que eu vou voltar um pouquinho para trás. Tranquilo, >> mas eu preciso voltar. Tu falou várias vezes ali para pras pessoas, não, porque se tu se tu é tu mesmo, tu é uma pessoa mais autêntica e aí tu tem todo esse repertório que vai criar esse fosso intransponível. >> E aí tu usou essa tu usou essas duas palavras aí, fosso intransponível. É >> cara, só o intransponível já, já nem sei o que que é, mas eu acho que é tipo que não dá para transpor, que não
dá para passar, sei lá. Pode ser que eu não sou tão esperto assim como tu, mas essa parada do fço entendo e eu acho isso muito importante. Só que eu não sei se o pessoal de casa eles entendem. Tu consegue explicar pro pessoal o que que é fosso, por que que isso é importante e Por que isso se aplica na tua personalidade autêntica? Não na tua possui só, mas no pessoal de casa. É porque literalmente quando você eh pensa antigamente lá na era medieval, você tinha que se proteger dos outros, >> os invasores do castelo.
>> Os invasores do castelo. Portanto, se você criasse esse espaço difícil de ser passado e quanto maior era esse espaço, mais difícil esse espaço era de ser Passado, você tinha vantagens. Porque ao invés de se defender usando artilharia, você pouparia os seus soldados e pouparia suas munições. É, munição não de arma. Mas vocês vocês entenderam? >> Os recursos. >> Os recursos perfeitamente. Então, na internet, eu acredito que isso seja fundamental e é a minha filosofia. Eu não quero ser a melhor em batalha. Eu quero ser boa suficiente para não precisar entrar em batalhas. Eu não
quero precisar da melhor artilharia ou dos meus melhores recursos. Eu quero usar o meu tempo e energia, que são recursos escassos, para crescer e não para lutar contra quem está me impedindo crescer. Isso serve para muitas coisas para além do digital. Na vida também o nosso dia a dia tem 24 horas. O que passa nos seus pensamentos nessas 24 horas? São ideias que te colocam numa posição de crescimento, de desenvolvimento ou é Você batalhando contra você mesmo? Eu passei por um período muito difícil esse último mês, esse penúltimo mês, enfim, que já melhorei 100%, >>
graças a Deus. Mas eu passei por um tempo aonde parte do meu dia, cara, eu tava em batalha comigo mesma, tava muito autocrítica, tava num período muito difícil. Até que eu mesma escrevi num caderno isso. Esse seu tempo e sua energia são recursos limitados no que eu quero Gastar o meu fluxo de pensamento. Eu não quero ter que ficar me corrigindo, me ponderando. Eu preciso conseguir voltar a ficar bem para usar esses meus pensamentos para ideias que vão me trazer vantagens competitivas e crescimento. Alguém que passa a vida inteira pagando incêndio não tem tempo de
crescer. Portanto, buscar conhecimento para tomar melhores decisões que evitem a batalha e os problemas antes de qualquer coisa é Fundamental, porque resolver problemas te toma tempo e no digital não é diferente. Então, eh, ainda mais nessa, nessas Black Fridays, o que eu mais fiz foi, cara, vou focar no meu, vou focar no meu, vou focar no meu. A última coisa que eu queria era entrar em alguma briga ou entrar, porque eu queria usar meu tempo e energia para comunicar para minha audiência que o dobro de tudo é muito bom e ponto final e serve pra
pessoa que quer se Posicionar, que quer se comunicar e quer aprender a desenvolver e lançar o infopruto. Fim. Eu não queria usar um tempo de tela para ficar me explicando, um tempo de de tela para ficar convencendo o porqu o que eu escolhi é bom. Isso não gera venda. eu explicar o porque eu fiz o dobro de tudo sozinha, isso não vai me gerar venda. O que vai me gerar venda é um conteúdo direcionado paraa audiência. Ó, para você é útil. Olha aqui o print das pessoas Executando, que isso é muito legal dos meus seguidores,
que como eu tenho esse treinamento de stories dentro do dobro de tudo até o ed, eles criam os stories usando a estratégia e me marcam o invisível. Então, todo dia chega a marcação. E você acha que eu vou usar o meu tempo e energia lá no meu Instagram para ficar debatendo com alguém e tentando convencer que o meu jeito é o jeito certo? Não. Eu uso esse meu tempo para falar: "Olha só, hoje tem 20 Pessoas aplicando." Não, não é nem 20 vendas. Eu não posso falar: "Ah, hoje eu fiz 20 vendas ou hoje eu
fiz hoje os alunos estão assistindo as aulas." Não, olha, 20 alunos executando já o conhecimento da aula. Isso para mim é muito melhor. E o fosço que nós estávamos falando até agora é você construir vantagens competitivas, genuínas, que te distanciem, que te ao mesmo tempo que te protejam também te deem esse tempo de respiro De você. Pode ver os países que entram em recessão em tempos de guerra, cara, não tem tempo para pensar, não tem tempo para nada. O tempo é dedicado para proteger-se. Então, criando esse fosço competitivo, você não fica brigando para ser o
melhor. Você naturalmente se torna a escolha óbvia. Não é a melhor escolha, é a única escolha. >> Uhum. >> Então você cria um universo próprio teu, Aonde só o teu conteúdo faz sentido dentro daquele contexto que você criou. E daí você não compete pelas coisas, você não briga por preço, você não briga por prometer que ai vai ganhar não sei quantos milhões, não. Você só esclarece o que você está fazendo e as pessoas vão querer comprar de você porque elas confiam em você, elas se identificam com você. Ah, eu acredito que nós estamos entrando Numa
era de conteúdo agora que o conteúdo ele já está virando commodity, então você não consegue mais pegar as pessoas pelo tema igual um tempo atrás. Era só colocar um título interessante no vídeo ou fazer um um gancho e de um assunto que era interessante, que as pessoas paravam para ver. Se você fizesse um vídeo falando, é assim que você duplica seu patrimônio, as pessoas param para ver porque elas têm interesse. Mas, como muitas pessoas Começaram a fazer isso, não é mais um diferencial, é igual o que você tá falando sobre e por isso que eu
pedi para você explicar, porque eu queria falar a respeito disso, os níveis de >> tava tudo planejado, então >> sofisticação, tudo planejado, >> tava tudo planejado, o pessoal tava sendo manipulado, nem sabia, >> porque o conteúdo não é diferente. A partir do momento que todo mundo tá Criando um vídeo com um take legal, um corte legal, uma edição legal sobre aquele tema, você precisa ir pro outro nível. Aí tem gente que apela ou fala mais alto ou usa de uma roupa mais diferente, até que tem o último nível que é o de identificação. Foi o
que a Malboro fez no livro. A partir do momento que todos os cigarros já não filtra aqui, filtra ali. Esse é torrado, esse não é torrado. Não, uma Hora chegou, cara. É porque você vai ser um homem [ __ ] se você fumar. >> Pega. >> Mas esse conteúdo, no caso, eu tava dando exemplo, o conteúdo, eh, como vai ter todo mundo falando de tudo, vai voltar um fenômeno da psicologia que já existe, ele vai se acentuar que é qual? No meu caso, serve. Eu brinco que o maior motivo que faz as pessoas não comprarem
é porque elas suspeitam que no caso dela delas não Serve, porque nós tendemos a achar que somos muito especiais e o nosso caso é diferente. E é a pergunta que eu mais recebo na minha caixinha quando eu abro qualquer produto, Lu, mas para mim que sou médica, no meu caso que sou médica, serve? Sim, mas no meu caso que sou psicóloga serve? Sim. Mas no meu caso que sou psicóloga de criança serve? Sim. E parece que vira Um turtles all the way down, sabe? Sempre tem um negócio, mas no meu caso, no meu caso, no
meu caso. E eu vejo que isso vai tá se direcionando pro consumo de conteúdo. As pessoas, cada vez mais elas vão consumir conteúdos aonde elas encontrem pontos de identificação, seja na comunicação verbal ou na comunicação não verbal. O que seria um ponto de identificação na comunicação não verbal, que é o que mais fácil a gente faz sem ter consciência. Cara, eu vejo aqui você Parece um cara da minha idade, de um de um de um estilo parecido com o meu. Eu me identifico com você ou eu me identifico com aquele Air Force? É um Air
Force? É um Jordan ali, sei lá. >> Que que é, pessoal? Isso aqui não sei também. É um Jordan. >> É um é um é um Air Jordan. Então, pô, ele usa esse tênis que eu gosto. Isso é a identificação através da comunicação não verbal. Aí eu entro na comunicação verbal, que É, eu gosto de falar, eu dei um nome idiota que talvez outras pessoas inteligentes já fizeram isso antes de uma forma muito melhor, mas é tipo um marketing situacional, porque a audiência, lembra que a gente já falou, só lembra de você em determinada situação
em que na mente dela, no fluxo de pensamentos, acende a importância da solução daquele problema. Mas aí uma situação que revela isso. Então, no seu conteúdo, eu sinto que é uma tendência cada vez maior isso. Se você falar de forma genérica e não ter coragem de se mostrar, se expressar, você não vai atingir ninguém, porque as pessoas elas cada vez vão encontrar suas próprias tribos. E isso, o livro U and then é impecável do David Barry, que as pessoas elas, o nosso cérebro funciona através de categorizações, tanto nós nos categorizamos quanto Categorizamos os outros e
sabemos como agir de acordo com a categoria. Nunca é de acordo com você. Eu sei o jeito que eu falo com você, as ideias que eu trago à mesa com você, eh os assuntos que eu posso trabalhar com você, o tipo de piada que eu posso fazer, não é por quem você é, é pela categoria que eu te coloco, sempre assim, com tudo. Então, como o nosso cérebro já tem naturalmente essa forma de funcionamento através de Categorização, extremamente comum, não tem como fugir disso. Ponto final, é o consumo de conteúdo, ele vai se intensificar para
esse lado. Então não vai dar para mais falar bem assim: "Oi, gente, vem ver um dia comigo na minha rotina". Não é? Vem ver um dia comigo na minha rotina como CLT que trabalha das 8 às 8 ou vem ver um dia meu sendo professora do ensino fundamental. Eu vou ter que introduzir na minha comunicação Especificidade de quem eu sou e quem vai se beneficiar daquilo. É o que nós estávamos falando lá atrás, sei lá quando mais, mas eu sei que a gente falou disso, de que uma solução de um problema, e isso entra em
nível de sofisticação também, uma forma de se diferenciar, ela é ela é diferente para cada tipo de pessoa em determinado momento de vida. Então, é uma forma de eu construir uma diferenciação, Não só pelo mecanismo, eu vejo, mas também por quem é aquela pessoa e qual momento ela vai se beneficiar melhor daquilo. Então, emagrecimento para mulheres que tem dupla jornada de trabalho e ainda tem filhos em casa. Não, meu bem, você não vai ter tempo de fazer uma drenagem linfática e nem de fazer uma [ __ ] preparação de cozinha. Então para você, eu tenho
uma alternativa. Então a gente vai entrar nos próximos anos uma intensificação Grotesca de identificação e categorização. As marcas já estão fazendo cada vez mais isso, porque o branding, de forma geral, muitas marcas seguem para um caminho de ah, é só a gente dizer que tipo de pessoa e personificar aquela pessoa na nossa marca que daí a pessoa vai comprar. Então as marcas já estão fazendo isso há muito tempo, mas cada vez mais nos infoprodutos e na criação De conteúdo, isso também vai aparecer. Então, ontem eu tava consumindo um rapaz, eu adoro os vídeos dele, ele
fala de carros para gays e mulheres. É, é duo, eu acho, Eduardo, o nome dele. >> Como é que é? >> Ele o o Instagram dele, ele fala de carros, só que ele começa o vídeo falando carros para gays e mulheres. Então ele ele literalmente fala: "Meu conteúdo não é para você que é homem hétero. Eu falo de carros para gays e Mulheres." >> Nossa, eu quero muito ver isso agora. >> É muito legal. Caramba, que interessante. >> Mas por que eu tô falando disso? Porque é literalmente às vezes uma mulher vai acessar o conteúdo
dele e falar: "Nossa, eu prefiro consumir sobrecarros com um conteúdo desse cara aqui do que com um outro homem que eu não me identifico a forma dele falar." Então, isso vai Acontecer cada vez mais no digital e na internet. As pessoas vão delimitar claramente para quem é o meu conteúdo, em qual contexto a minha solução melhor se encaixa. Até porque na hora de dar um depoimento, de eu expor um depoimento, você não concorda comigo que a pessoa que está dando depoimento vai gerar um filtro em quem compra? >> Claro. >> Então vai acontecer. Eu acredito
que é esse caminho do marketing Que é e é é de personalização cada vez mais. E se a pessoa ela não segue um caminho de autenticidade, ela vai ficar genérica. Ela não vai conseguir ter clareza de para quem ela fala, em qual contexto, em quais circunstâncias >> e porque a solução dela é melhor para aquele tipo de pessoa. >> Agora eu entendi porque que tu falou do nível de sofisticação. Tá querendo dizer que os conteúdos por si só também Sofisticam. Ah, com toda com toda a certeza absoluta. >> Mecanismo, o mecanismo seria o equivalente a
esse a essa especificidade da vida da pessoa >> em algum nível. Dá, dá para fazer várias comparações, mas daí a gente teria que separar um tempo para fazer de uma forma mais inteligente, mais pensada e mais ponderada. >> Uhum. Por curiosidade, tá, antes de eu fazer as outras perguntas que eu quero Fazer, esse rapaz aí dos carros para gays e mulheres, não foi ele que falou do RS7 para ti, não, né? >> Hum, hum. que ela tava nada a ver, né? >> Não, eu consumo há muito tempo o conteúdo de carro. Ah, é, tá aí
uma coisa interessante. É, >> era do RS6. >> RS6. É, mas tem um sete também, né? Deve ter, né? Tem, né, Rafa? >> Cara, eu não sei se tem um RS7. >> Ah, eu acho que é a sete, na real. Acho que a sete tem. >> A sete eu sei que tem. >> É aquele sedan lá, né? >> Um gigantão. >> Sei, sei, cara. Eh, a gente falou um pouco aqui sobre qual conteúdo não fazer, qual conteúdo fazer. O não fazer, a gente falou de, cara, trends que não geram valor, conteúdo de fofoca. Por outro
lado, Conteúdos que tu acha interessante fazer são simplesmente conteúdos autênticos, onde tu expressa a tua personalidade única. É, mas com, claro, com uma intenção. Você não vai ficar lá ai bobaiando na frente da na câmera. O que que é isso? >> Então assim, boba de tipo a ficar de bonitão achando que as pessoas vão querer parar para te ouvir só porque é você que tá falando. Se você ainda não é Alguém relevante, as pessoas não ligam muito para quem é você. >> Uhum. >> Entendeu? Então vamos lá. O que é o conteúdo bom que vale
a pena? É, antes de qualquer coisa, você falar sobre temas e assuntos que a pessoa ela se identifique e que ela consiga enxergar na vida dela. Eu gosto de defender que o bom conteúdo é aquele que não é genérico e que a pessoa dá nome aos bois, ou Seja, ela é específica. Então, né? Ai, você anda com autoestima baixa. Isso é ser genérico. Eu falar: "Cara, a última vez você olhou no espelho, você tem evitado passar por espelhos? Isso é específico. Você, como um cop sabe a diferença disso, >> sem dúvida. >> E eu falo
que as pessoas têm que aprender a trazer isso pro conteúdo. >> Uhum. >> Não só fala, sabe? Fala só de coisas Genéricas e de forma abstrata. Sim, >> evite termos genéricos, evite abstração. Ai, é importante, é incrível. Vou te passar uma dica incrível para você quer crescer no Instagram. Então, evite esses termos genéricos, abstratos e priorize sempre trazer um assunto onde você vai trazer um uma situação, um exemplo concreto e uma conclusão da coisa em algum nível que possa ser útil paraa Pessoa que tá assistindo aquilo. >> Uhum. E eu falo que sempre traga emoção
para aquilo que você tá falando, porque você sabia que nós aprendemos a nos comunicar primeiro por sinais e depois com a vocalização, tipo palavras, com a linguagem. >> Claro. >> Então os sinais vieram antes da a expressão veio antes da linguagem. Isso. Perfeito. >> Brigar lá, surtar, sei lá. >> E por que isso é importante? Porque quando a pessoa senta para ler um para ler um roteiro, ela Calma, vamos dar um passo anterior. >> Quando eu tô falando aqui com você, >> eu tenho uma ideia que eu quero expressar e a palavra que eu escolho
serve a essa minha ideia principal e a essa emoção que eu tô sentindo. Você não concorda comigo? >> Uhum. >> Que é literalmente o que eu acabei de dizer aqui, sabe? Então, as palavras escolhidas elas vêm depois da ideia concebida. E essa ideia quando é concebida, ela acende em mim, não é essa palavra que eu queria, mas enfim, que serviu aqui, sentimento, emoções, um nível de empolgação, porque eu tenho uma opinião sobre o que eu tô falando agora, eu tenho uma visão, eu tenho um sentimento Em relação à aquilo que eu tô falando. Pode ser
uma frustração, uma alegria, um medo, uma tristeza. Então essa emoção tá no meu corpo e a palavra que eu escolho, ela vem junto com essa emoção. Então ela vem depois dessa emoção. Eu não escolho a palavra e eu tenho uma emoção com aquela palavra. Eu escolho a palavra porque eu tô naquele ritmo. E por que é importante isso? Quando você, quando as pessoas vão gravar conteúdo, hoje em dia, elas fazem um roteiro E quando elas estão gravando, elas falam as palavras desassociada de como elas se sentem em relação à aquela palavra. Aí fica aquela sensação
robótica e sabe um negócio xuxo, sem graça. Por quê? Porque a lógica foi invertida. Eu escolho as palavras perfeitas do roteiro e eu meio que tento, eu até esqueço de implementar uma emoção naquilo que tá sendo falado, porque eu não tô falando porque eu tenho uma Emoção e eu quero falar algo. Eu tô falando porque eu tô seguindo um roteiro. Então eu não sou contra usar roteiro de jeito nenhum. Acho que ajuda inúmeras, milhões, milhões de pessoas. É bom. Mas quando você for seguir algum roteiro e na hora de gravar um conteúdo, não esqueça que
você não tá apenas recitando palavras ou falando uma palavra após a outra, bloquinhos assim de tijolos, mas aquelas palavras estão dentro de uma frase, de um contexto que Tem uma ideia, você tem um sentimento em relação à aquilo. Então, um bom comunicador nas redes sociais que cria um bom conteúdo, ele consegue ligar a câmera e transmitir tudo junto e fica mais real, fica mais genuíno do que eu só seguir uma palavra, uma frase perfeita que eu montei no script. Então essa é a minha maior dica em relação à criação de conteúdo e independente mente, eu
sempre confundo usar Independente ou independentemente do de qual é o tipo de conteúdo que você tá gerando. As pessoas vão parar para ouvir e você tem que pôr emoção naquilo. Você tem que falar o que você sente em relação à aquilo. Não dá para ficar um conteúdo morno e muito cru e muito seco. >> Uhum. Então, é pôr essa vida dentro do conteúdo. >> Uhum. Eh, cara, eu eu quero trocar de assunto E falar sobre rede de que a gente vai postar frequência, mas antes eu só queria fazer um comentário sobre isso que tu falou
e daí a gente já vai para esse outro tópico, tá? é que nesse sentido de escolher o que fazer, de colocar a vida no conteúdo, fazer uma coisa realmente original, uma coisa boa, o que que tu acha de conteúdos que eles têm meio que o mesmo tema, eh, e que a gente consegue replicar eles de maneira constante, Como por exemplo, esse próprio podcast aqui? A gente tem isso aqui há do anos. Tem um site que é chamado de rival IQ. É um site de espionagem de conteúdo. Eu até já te coloquei lá, tá? É. E
daí tu tu tá nos meus benchmarks. Exatamente. Depois, ah, não tô com o meu computador aqui, senão eu te mostrava. Mas aí lá aparece quantos posts que tu faz e por semana no Instagram, no YouTube, no Twitter. Meio que te dá um overview total ali, sabe? Se tu for ver isso daí, tu vai ver que a gente, tu do VTub, a gente posta oito res por dia, tá? Então a gente posta aí 8 x 7, 56. A gente posta 56 res por semana, na verdade 56 shorts, pessoal, vai aparecer aí na enfim, é só clicar
em shorts aí no YouTube, vocês vão ver. Então, cara, uma porrada de conteúdo, porque um podcast que a gente faz, a gente cria um monte de shorts e a gente consegue fazer meio que esse spam nas redes sociais e aí os shorts eles acabam Gerando tráfego aqui pro pro YouTube e daí o negócio pro grid, sabe? Então assim, como eu não sou o cara de conteúdo, quando eu comecei a fazer conteúdo pela primeira vez, eu pensei: "Cara, qual que é a coisa que eu menos tenho chance de errar? Pô, eu não sou muito criativo, não
vou conseguir ficar fazendo mais coisa, não tenho nem saco para ficar fazendo direto, sabe? E daí eu falei: "Pô, se eu tiver um conteúdo que ele é simples, que é a Mesma coisa sempre, que eu posso só replicar, eh, eu acho que eu tenho muito mais chance de fazer. Por isso, quando começou o podcast, eu falei para ti, cara, o tema é sempre o mesmo. O tema do podcast é o quê? Segredo da escala. Como que fez para escalar? Eu falo sempre sobre a mesma coisa, só que como cada convidado é bom em uma coisa,
>> o os podcasts é, eles são radicalmente diferentes. Tem podcast aqui de gestão, de tráfego, de não sei o quê. >> E realmente é muito bom, tá, pessoal? O que tem de conteúdo aí? Se tu assistir uma hora de conteúdo aqui do podcast todo dia, todo santo dia tu vai ver uma horinha de conteúdo, tu vai demorar mais de um ano >> para zerar. Claro, >> porque tem mais de 100, tem cento e poucos episódios. A maisia de episódio é 3 horas cada um. O teu aqui, ô Gabriel, tá quanto tempo o episódio aí dela?
>> É um É, aí tipo é paulado, entendeu? Aí Por isso que é aí por isso que uma coisa fica >> não, mas mas é assim, o pessoal ele ele sabe e daí e mas cara para mim funciona muito bem, tá? Se tu olhar todos os podcasts que tem aí o o sei lá, o da Kifa e tal, etc, tirando os podcasts ultra topo de funil, mas podcasts do marketing digital, tirando esses daí que tu foi aí do dos soft, tal, essas paradas, cara, a gente pega muito mais view, mas muito mais. Eh, e postando
muito menos, que a gente só posta um episódio por por semana. Então, a minha ideia é, cara, menos episódios, só que com qualidade maior, episódios mais longos, mais densos, principalmente tecnicamente, porque, cara, eu sou empresário também, então eu quero, eu não quero ter uma conversa superficial. O que que tu acha disso, desse formato? Tu acha que é uma coisa que as pessoas devem fazer? Tu acha que as pessoas não Devem começar com isso ou devem ser isso eventualmente? Eu queria só entender isso aqui. Depois eu vou falar de redes e frequências e depois eu vou
encerrar. é que tudo é contextual igual você tem uma equipe, você tem os equipamentos e esse formato que você tem é mágico, é maravilhoso, é igual o pessoal lá dos sócios, do grupo primo, porque você cria uma previsibilidade de comportamento. Então é só chegar aqui. Você tem a outra pessoa que é a força motriz. Você tem os Seus direcionamentos, mas você tem é uma um conteúdo diferente e é algo que gera retorno, porque você pode reaproveitar de inúmeras formas pelo tempo de tela e pela variedade. >> Então isso é um formato mestre, >> mas a
maioria das pessoas, primeiro, elas não têm acesso para convidar outras pessoas. ou o custo também que é alto, né? >> E é um custo altíssimo. >> Uhum. >> Mas isso aqui, como replicar numa realidade diferente? Eh, eu falo, é que são tantas pessoas diferentes. A gente tá falando conteúdo para quem, né? Alguém que é um médico que atende pacientes ou nutricionista, enfim, é um pouco mais difícil, mas eu ensino isso na SP também. Um exemplo é você, toda consulta você vai com um caderninho de pontos que você quer prestar atenção E você usa esse momento
que você tá com o seu cliente, tipo um laboratório cognitivo. E eu não tô nem falando para você usar do seu cliente paciente para criar conteúdo, mas é para perceber quais são as dúvidas que ele tem, quais são as variáveis e dificuldades que ele encontra. E você vai criando como se fosse um arquivo de repertório de ideias para falar a respeito. Seja, putz, hoje eu tive três pacientes e eles três Falaram de um problema X. é um conteúdo interessante para você trazer no seu Instagram e você vai criando uma amostra e um documento que te
dá também que te gera alguns padrões e você descobre quais são as situações mais frequentes que vai gerar mais identificação e daí você usa o teu favor na criação de conteúdo para quem trabalha com o cliente, para profissionais que parte do tempo deles Não pode ser criando conteúdo porque eles dedicam já para outros projetos. projetos. >> Uhum. >> Igual um arquiteto, enquanto ele mesmo tá fazendo um projeto com a equipe ou em reunião com o com o cliente dele, ele tem que estar com a consciência ativa, ele tem que tá num modo ativo de eu
vou pegar no ar, eu vou inspecionar e pegar coisas que podem ser úteis para mim. >> Uhum. e vou também estudar esse meu cliente, porque quantos profissionais não atenderam já inúmeros clientes e nunca pararam para analisar o que tava acontecendo ali, para usar o favor dele como informação para tomada de decisão. A maioria vive no automático. Eles estão exercendo a profissão deles bem, só que eles não entendem que aquilo ali também é uma oportunidade deles absorver informações, tanto para criar conteúdo, quanto para descobrir termos, Dúvidas frequentes, situações de identificação comum e fazer uma pesquisa de
público mesmo. Isso é o caso mais, é que eu diria difícil de criar conteúdo, porque a pessoa ela tá muito ocupada já no dia a dia dela e ela não pode só começar a gravar com o cliente dela na frente dela e às vezes algum advogado ou em algumas áreas médicas é sigiloso, não pode. Então você ainda tira proveito daquilo lá Sendo um observador, como alguém que tá curioso para tirar proveito daquela situação. >> Uhum. Agora vamos em outro outra realidade. Alguém que tá na faculdade, que tá estudando ainda, que quer documentar a jornada, livros,
conteúdos. Se se você está no segundo semestre da tua faculdade, você passou por uma prova que te aprovou e disse que você estava apto em relação aos conteúdos do primeiro Semestre. Então, por que não criar conteúdo relacionado à aquilo? Uhum. >> Se você tá na metade da faculdade, você sabe algo que as pessoas que não passaram pela metade da tua faculdade eh não sabem. E o conteúdo em si, eu preciso observar quem é a pessoa e levar em consideração a individualidade dela. Tem gente que escreve muito bem e fala muito mal. Então, talvez ir para
um substeck ou gerar aqueles textos por escrito Ou alguém que fale muito bem. Não perca tempo respondendo caixinha de pergunta em texto. Faça vídeos. Alguém que não consegue criar conteúdo curto, cara, vai pro YouTube e contrata alguém para conseguir compactar partes do seu conteúdo. Não é você que tem que saber fazer isso. >> Ah, Luana, eu gosto muito de falar ou o meu trabalho é muito complexo, não tem como eu transformar. E outra coisa, eu tenho feito alguns vídeos pro meu Instagram de 13 minutos. Claro, não tem a mesma performance de um vídeo de topo
de funil, mas as pessoas também param para ouvir. Eh, use recurso de lives. Ah, Lona, trabalho com bolo, sou culin trabalho, sei lá, compra um microfoninho a distância, bota o celular lá, uma live, meninas, hoje vamos as confeiteiras vamos fazer juntas o bolo hoje. Então, depende. Então eu não consigo cagar uma regra aqui para Alguém, desculpa o palavreado, levando em consideração que a mesma ação em contextos diferentes geram resultados diferentes. >> Uhum. >> Eh, então eu não tenho uma resposta de bate pronto, esse é o melhor conteúdo. Depende, depende, depende, depende, depende, depende. >> Sem
dúvida. Uhum. >> Cara, obrigado. Eh, >> de nada. >> Deixa eu te deixa eu trocar de assunto. Eh, que eu queria finalizar aqui a nossa estratégia com o seguinte. que a gente já sabe o que postar de certa forma. Agora eu queria saber como que eu faço, velho, para postar, porque tem uma porrada de rede. A gente tem Instagram, TikTok, YouTube, Pinterest, >> Twitter, hoje é o X, né, o X. >> E a gente pode postar lá uma vez por dia ou 100. Aí no meu caso aqui, pô, eu sei que quando eu falo pr
as pessoas que eu Posto oito res por dia, o pessoal fica: "Meu Deus, como assim?" E realmente, tá, se tu for olhar, se tu pegar o negócio e tu olhar ontem, hoje talvez não tenha, não sei se já acabou a postagem de hoje, mas isso acontece e eu sei que é um volume bem alto, mas eu tenho essa vantagem de de ter esse podcast aqui. Aí o como que as pessoas podem eh mapear isso daí? Isso é um planejamento que se faz e se começa de qualquer maneira mesmo e depois tu profissionaliza isso? O melhor
caminho para começar a criar conteúdo é pelos stories, alguém que tá do zero, >> porque é com a barreira de entrada menor, eles somem em 24 horas, então se você passou vergonha é por pouco tempo. E se você performou muito bem, você pode simplesmente salvar e republicar ele num reals ou até num TikTok. E se foi um conteúdo que foi bom, você pode salvar nos destaques. Então, comece pelos stories. Luana, eu sou muito tímido, eu tenho muita vergonha. Crie um close your friends nos seus stories. Coloque um, dois colegas de confiança. Comece a gerar conteúdo
só para simplesmente você desbloquear uma crença e você desbloquear memórias, desbloquear comportamentos que vão se transformar em memórias autobiográficas, porque você não se vê fazendo aquilo porque você nunca fez aquilo. Mas a partir do momento que você faz esse novo Comportamento com uma frequência grande, o presente se torna uma passado, que é uma memória. E essas memórias são os tijolinhos da sua construção de autoimagem. Portanto, daí você consegue quebrar esse ciclo de eu não me vejo criando conteúdo, porque daí você já começou a criar algum conteúdo para essas pessoas do seu close friends. E um
dia que você sentiu um pouco mais confortável, você vai criar o conteúdo e vai por sem querer postar no normal e Deixar lá. Isso eu tô falando que é uma estratégia para quem tá muito gato escaldado de criar conteúdo. É a forma mais leve, mais tranquila, aos poucos, de pequenas exposições, eh, até baseada em algumas soluções da psicologia, né, para quem tem trauma, essas coisas, essas pequenas exposições graduais funcionam muito. É avalidado, Luana, [ __ ] Eu adoro falar, eu não tô nem aí para nada, Quero meter o louco, quero furar a bolha, vai pro
TikTok. >> Ah, é, >> cara, vai explodir. >> Eu ia te perguntar quem pro pessoal que fez o Execução Máxima e realmente quer fazer isso aí, quer furar a bolha mesmo, quer quebrar tudo, então é TikTok, >> quer meter o louco, >> meter o louco, a vacalhar. >> Só que tem um problema do TikTok. TikTok foi que eu conversei com a Vic, ela que Me passou esse insite. É uma plataforma que as pessoas não consomem criadores de conteúdo, eles consomem conteúdo, então é mais difícil você criar conexão com a audiência. Portanto, mesmo se eu explodir
no TikTok, eu no meio das minhas comunicações, redirecionaria as pessoas pro meu Instagram para conseguir criar essa conexão através dos stories. >> Hum. Humum. >> Luana, eu mando muito bem de comunicação, Me garanto muito no que eu falo e eu tenho uma presença boa. Vai pro YouTube que lá não tem concorrência. As pessoas têm medo do YouTube porque a gente já começa ali com alguns recursos já. Você tem que ter uma câmera. Ah, o celular serve? Claro que serve, mas as pessoas já ficam muito receosas. Aí, nossa, tem que editar, tem que anelar. Se você
não, Lona, eu não ligo para isso. Eu só quero meter o louco. Vai pro YouTube e saiba que o 8020 é Thumbnail de título. Jamais gaste mais energia no seu vídeo do que pensando na thumbnail no título. Porque se ninguém clicar, azar que o teu vídeo foi um vídeo genial. >> É verdade. >> E nos vídeos, nos primeiros segundos, já traga o motivo da pessoa ver aquilo até o fim. Então, ó, se você tá vendo esse vídeo, é porque você tá passando por esse problema e esse vídeo vai solucionar Esse problema e depois desse vídeo
você vai ser capaz de X, Y e Z. Então, já traz ali um motivo pra pessoa ficar. Traga no vídeo dicas práticas com exemplos palpáveis e entregue pequenas vitórias pro seguidor. Então, se você for falar de comunicação, dê uma dica que ele pode aplicar o quanto antes. E no final do vídeo, sempre relembre o que foi falado no vídeo e relembre a pessoa agora do que ela é capaz e nunca feche um vídeo sem mandar A pessoa para outro vídeo do seu canal. Faz sentido. Uma coisa que eu queria compartilhar, cara, com a audiência de
casa, eh, até mesmo contigo sobre esse negócio de thumbnail e título, é que isso é tão importante, só que muitas vezes as pessoas acabam não fazendo nada referente a essa coisa que é importante em primeiro lugar. Então a pessoa coloca às vezes uma thumbnail ali que ela Pensou, uma thumbnail aleatória ou uma regional aleatória ou um começo de vídeo aleatório também. Só que essas três partes aqui elas são extremamente importantes, sabe? São. >> E daí imagina e tu sair lá da tua cidade, pegar não sei o quê, vir para cá tal, etc, almoçar e não
sei o quê, grava o podcast aqui de 500 horas para daí o cara errar na tamine no título e o e o episódio não performar. >> Cadê a responsa? Cadê a responsa? Mas, mas sabe como é que se minimiza isso, cara? Radicalmente, porque tu não precisa confiar na sorte, sabe? Não precisa cruzar os dedinhos assim, falar: "Deus me abençoe com uma tamide boa". >> Cara, olha o processo que a gente tem no Veturb, tá? Que é uma coisa que eu acho que o pessoal de casa poderia eventualmente replicar também. Se tu olhar os nossos episódios,
episódios antigos, pessoal, coloca aí na tela, Thagão, alguma introdução aí que a Gente já fez, sei lá, >> tu vai ver que o podcast vai começar contigo falando alguma coisa. Eu sei o que que o com o que que vai ser. Não, >> mas você vai pegar o ponto de ouro ali do podcast. Mas como que a gente acha isso? Será que é intuição? >> Não, >> intuição. Intuição são como os amadores fazem, que, aliás, não amadores, mas como pessoas que só fazem. Mas a gente vai pegar, a gente vai criar um ranking Do que
que a gente acredita ser os melhores momentos. A gente vai pegar todos esses vídeos, vamos voltar no Facebook, vamos rodar uma campanha lá com objetivo de visualização de vídeo e a gente vai ver. É isso aí. Abre a boca mesmo, né? Abre a boca mesmo. Porque >> safado, ele é cheio. >> Claro, mano. Vocês porque assim, ó, se vocês ficar fazendo coisa na aleatoriedade Vai ter muito mais chance de dar merda, né? Então é melhor ter uma abordagem científica disso. E daí a gente coloca lá todos os vídeos para vídeo e a gente vê qual
vídeo retém mais. Esse vídeo que tem mais vai ser o primeiro vídeo do YouTube. Aí, beleza, a gente já tem aquele vídeo ali. Uma vez que a gente tem um vídeo que retém mais, que que a gente precisa agora de uma thumbnail que seja congruente com aquele vídeo. A gente faz lá uma porrada de Thumbnail, joga no Facebook de novo e testa agora a thumbnail. Só que não é mais uma campanha de vídeo, é uma campanha de cliques no site. Para onde é que a gente tá mandando isso aí? Pro canal do YouTube. Mas não
interessa. É só pra gente medir qual thumbnail tem o maior CTR. Quantas vocês usam? >> Uma porrada, acho que são 10, que a gente testa nessa primeira fase, mas tem do tem duas fases. Aí a gente testa todas as tambils lá no Facebook. Med CTR. Ah, essa aqui tem o maior CTR, essas três aqui, >> tá? >> Então a gente vai ter agora o começo do vídeo que retém, que mais retém, que a gente sabe que a gente testou. E a gente tem agora as três melhores, as melhores thumnails, mas a gente vai pegar as
três melhores. >> E a gente joga essas três melhores lá no teste AB do YouTube. >> Sim, sim, sim. Porque o YouTube ele tem Também o teste AB. Exatamente. Então tem duas camadas de teste AB. Tem a camada de teste AB porque no YouTube só permite três, né? >> Sim, sim, sim. >> No metal eu testo 10 e daí a gente faz isso e joga lá no YouTube. Então eu tenho o melhor vídeo, o melhor começo de vídeo que mais retém. E e cara, eu não é que eu tenha melhor tambinei, o melhor começo de
vídeo, mas [ __ ] entre ser aleatório >> e tu testar. >> E o título? >> O título, o título eu não sei se a gente faz. Eh, eu eu não lembro se a gente tem a opção de teste AB, tá? Eu acho que não. >> Não, de título não tem. Agora tem, mas antes não tinha, né? >> Eu acho tem. É que é que eu acho que que liberou é recentemente, né? >> Aí eu acho que a gente tá fazendo eh similar, só que pro nosso canal foi Recentemente, mas até pouco tempo era só
fazer uma coisa congruente com a thumbnail. Mas essencialmente era isso. E cara, encurta muito, é tipo, encurta muito >> o processo de tu criar conteúdo, porque se tu erra, se tu erra no 8020, que a minnei e o título, cara, >> que tem um vídeo bom. É, ninguém nunca vai clicar, sabe? E daí, por isso que a gente tem toda essa abordagem aí para para fazer isso. E tem mais coisa Também, tá? Porque é é uma é uma série de vídeos que a gente coloca ali, não é só um vídeo. A gente coloca o melhor
momento, um, depois dois, depois três, mas o resumo superficial é isso daí. Então, a gente consegue eh colocar, pessoal, olha que interessante, né? Uma abordagem científica nesse processo aí eh de criação de conteúdo, que muitas vezes é uma coisa artística, né? >> É, e dá para replicar isso pro Instagram. Eu acho que tem um tal de res De teste hoje, né? Uma coisa assim. Tem, >> tem, tem, >> mas eu nunca usei. Eu não sei. Eu não sou o cara do conteúdo, tá? Tudo que eu sei fazer é podcast longo. Nem curto eu sei fazer,
pessoal. Olha que merda, é só podcast assim. Mas eu gosto, cara. Acho muito divertido. Mas, cara, eh, então, pelo que eu entendi, se a pessoa tá começando stories, é a coisa mais fácil. Se ela tem vergonha, tem medo, cria o Close Friends, pratica lá, porque aí tu não vai ter julgamento de pessoas aleatórias do teu perfil. >> Tu recomenda a pessoa começar no perfil dela mesmo ou começar em outro perfil do zero? >> Depende. >> Tanto faz. Ah, depende. >> Depende. Luana, eu tenho muita vergonha dos meus conhecidos e tal. Criam do zero. Luana, eu
tenho uma galera que me apoia, cria no seu. >> Hum. Interessante. E finalmente tu falou: "Cara, quero furar a bolha". Vamos pro TikTok, porém tem que ter cuidado porque o TikTok ele é uma rede de consumo de conteúdo e não de criadores de conteúdo. >> Isso. >> Então, idealmente, >> cara, você tem que conseguir tempo de tela com o cara. Joga ele pro YouTube, joga ele pros stories ou cria conteúdos Longos no TikTok, mas você precisa o cara vendo você diariamente. No TikTok, as pessoas não consomem o que seria o feed e os stories. Eles
consomem a for you, por isso que é fácil explodir lá. >> Uhum. >> Então eu acho que é importante você meter o louco lá, mas daí tipo levar a galera para algum outro lugar. >> Uhum. Maravilha. Entendi. Eh, Luana, Cara, chegamos, tá, eh, no finalzinho. Que que tu achou do podcast? >> Ah, eu amei. >> Gostasse? Gostei. Tô ansiosa para saber o que o pessoal vai achar. >> Achei que tu ia falar que tava ansiosa para receber o livro. Até fiquei até agoniado já. Mas eu vou te dar. >> Não, mas eu então é que
não é que eu já acredito na sua palavra tanto que eu não gero dúvida ou ansiedade a respeito disso. >> Obrigado. Deus te abençoe. Mas cara, obrigado pelo teu tempo e pro pessoal, tá, que gostaria de aprender contigo, eu sei que tu tens um treinamento chamado de execução máxima. >> Tenho execução máxima. é que que a minha noiva curiosamente comprou >> ou execução digital ou execução máxima. >> Execução digital e execução máxima ou são ou é a mesma coisa? >> Vamos lá. >> É que lembra que eu falei já muito de Alta performance e esses
treinamentos de alta performance são rotina para enriquecer, bem focado em rotina, modelos mentais paraa tomada de decisão de demandas diárias. E o execução máxima, ele fala sobre autocrítica, foco, constância. Ele é muito mais para um lado de filosofias de vida e tal. Rotina para enriquecer é mais prático de como construir uma rotina útil. Aí tem o MCP, que é método conhecimento prático, que eu abro todas As minhas estratégias de estudos. E esses são, essa é a tríade do alta performance. >> Uhum. >> Que eu não divulgo eles, né? Eles existem, mas para quem já é
aluno e tal. Hoje o meu galinha de ovos de ouro que eu brinco é o SPE, porque é bizarro o tanto de resultado que ele gera. Aonde eu ensino o >> O que que é SPE? >> Story para enriquecer. >> Story para enriquecer. Tu ensina a pessoa a fazer stories e ganhar dinheiro. >> Exatamente. Como transformar seguidores curiosos em clientes. >> Coisa boa, hein? >> Muito bom. É, gostei. >> E daí nós temos o execução máxima, que é um passo seguinte para execução máxima, perdão, execução digital, que é um passo seguinte para quem quer desenvolver
um infopruto que já seja, já esteja vendido Antes do lançamento, que é a estratégia que eu uso. Eu já eu uso de recursos de tomada de decisão para criar algo que meio que já nasce validado, que foram o livro de sofisticação. Isso. Portanto, você não precisa nem vender, é só tornar disponível, porque o trabalho de antecipação já foi feito, que é a estratégia que eu uso hoje, os meus alunos com mais resultados usam, porque a gente não usa de estratégias e gatilhos mentais que são muito Agressivos, nem um pouco. E são estratégias que ao mesmo
tempo que você vai conseguir vender, você consegue aumentar seu engajamento. Então você não perde o seu engajamento em prol da venda que acontece muito no mercado digital. >> Uhum. E é parte de tudo que eu falei tá dentro dos treinamentos com de forma muito mais didática, com exemplos práticos, principalmente exemplos práticos, porque eu priorizo muito a Execução. >> Boa, boa. Mas hoje, hoje não, né, porque a gente não sabe quando é que esse podcast vai sair. >> É, >> mas o o que que tá disponível? Tem coisa que tá fechada, só tem no teu Instagram.
Black tá rolando, então eu acredito que vai estar rolando com esse podcast no ar, que putz é é tudo o dobro de tudo, porque eu gravei dois cursos inéditos especialmente para essa black, que é o Do YouTube para enriquecer e TikTok para enriquecer e mais um pouquinho que a pessoa ainda ganha um Plner Studs, que é o produto físico. Então tá tá bem bem bom mesmo. Mas caso a pessoa viu isso e a Black não está mais em época de Black, eu recomendaria ela começar pelo SPE. Ah, Lana, já tem audiência, já sei o que
eu faço, quero lançar o infopruto de uma vez e começar pelo infopruto, vai paraa execução digital. >> Boa, boa. Então, pessoal, ó, caso, tá, Tu tenha se interessado aqui pelos conhecimentos dessa nossa convidada famosa, a senhora Luana Carolina, que estuda aí modelos mentais, física, tudo que tem para estudar, eh, tu basta, tá, tu ir lá no Instagram dela, qual que é o teu Instagram mesmo? >> Luanacarolina.ss. S. É só ir lá em luanacarolina. Tu é Luana Carolina Silva? >> Uhum. >> Mentira. >> Sou a Lana Carolina da Silva. >> Da. >> É mesmo. >> Mas
agora tem o Rugember que eu sou uma mulher casada, tá? >> Nossa, que chique. O Rafa é Lenberg. >> Rugemberg. Aham. >> [ __ ] que chique né? Top parabéns. >> Obrigado. >> Eu sou só campus mesmo. Tristeza, né, velho? Tu também só >> é o que tem, né? Eu posso fazer pessoal Nasci assim, né? É, >> mas caso tenha interesse, pessoal, vai aparecer o Instagram da Luana aí na tela, Luana Carorina Carolina.s e aí provavelmente lá no link da B deve ter alguma coisa aí. >> Tem, tem, tem. Fica tranquilo. Você quer no meu
remarketing, >> é, vai cair, entendeu? E só sai se comprar. >> Exatamente. >> É, então existe essa essa possibilidade, Tá? caso tu queira fazer isso. E Luana, eu queria te agradecer mais uma vez, cara, pelo teu tempo. Ô, >> espero que tenham gostado da conversa. >> Eu gostei. Achei bem legal. Eh, deu quanto tempo aí de podcast? Até agora >> 3 horas meia. >> É, deu 3 horas me de podcast. A gente vai cortar isso aqui. Vai para umas 3:10. Não foi o podcast mais longo, como eu falei, a gente soltou um de 4 horas
me segunda. >> Ah, mas o povo assiste Batman, né? Tem 3 horas. Aqui é um podcast perto de Batman. Openheimer. >> Batman, >> Cavaliro das Trevas. Não tem uma coringa, não tem muitas horas >> demais. >> Então, >> uma vez que o conteúdo é bom, as pessoas assistem. Não existe cop ruim, pessoal. Existe cop chata, sem dúvida. Mas, cara, eu sempre termino o podcast eh dando a Palavra, óbvio que tu já falou um monte, né? Mas eu queria que tu desse alguma mensagem, algum conselho pro pessoal que tá em casa. Aí tu pode falar o
que tu quiser. Tem gente que fala de Deus, tem gente que fala alguma coisa eh motivacional, tem gente que fala para, sei lá, qualquer coisa. Daí se tu quiser aproveitar esse tempo, essa câmera, >> manda bala, brilha. >> Bom, eu diria para você que jamais exista de um sonho cujas habilidades Você pode desenvolver através da prática deliberada, porque bom você se torna. Minha mensagem master aí. Esse aqui, mensagem simples e eficiente. Pessoal, esse aqui foi mais um episódio do podcast Segredo da Escala. Um grande abraço e valeu, cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui
mais um episódio do Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais Episódios aí na tua caixa de entrada. Isso aí é muito importante pra gente e se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala
para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.