[Música] [Aplausos] [Música] Hoje é dia de nós! Recebemos a Pâmela Magalhães, que já está entre nós, está aqui no ar ao vivo para todo o Brasil, o nosso Tribuna dessa [Música] noite. Pâmela Magalhães, boa noite!
Tudo bem? Boa noite! Primeiro, adorei a sua abertura.
Boa noite para você e seja gentil, seja sempre gentil, porque isso sempre te fará mais encantador, mais interessante. E eu acho que é sempre uma corrente do bem. Faça uma gentileza, vai gerar uma nova gentileza.
Você, sendo gentil, ensina o mundo a ser também. Você sabe que, quando a gente estava preparando esse programa de hoje, eu estava fazendo uma reflexão. Antes de escrever a reflexão de hoje, eu estava pensando: será que, nas minhas atitudes, eu sou gentil?
Porque a gentileza serve em qualquer lugar, não é? Ela serve com o seu marido, com a minha esposa, serve em muitas situações no trabalho. E acho que, não sei, o ser humano parece que esqueceu de ser gentil, né?
Eu acho que as pessoas, às vezes, querem muito, pedem demais, cobram do mundo, mas esquecem de fazer os pequenos movimentos. Aí tem sempre uma máxima assim: “Ah, será que vale a pena fazer isso? ” Ah, mas eu não vou ganhar nada fazendo isso, né?
Você ganha, sim! É uma harmonia, né? Isso vai se espalhando cada vez mais.
Ser gentil te torna uma pessoa gostosa, uma pessoa boa de se ter por perto. Verdade, gente! Deixa eu dar um recado para você, já que estamos ao vivo.
Nós vamos mudar o número do nosso WhatsApp. Por enquanto, é o mesmo, tá? Nós ganhamos um WhatsApp exclusivo do Tribuna, graças a você que está nos acompanhando.
Ó, a gente recebeu tanto WhatsApp que já travou aqui o WhatsApp! Tá arrecadado umas dez vezes. Aí eles falaram assim: “Não, vamos dar um WhatsApp pro Fábio, que o negócio tá pegando!
” Então, a partir — e acho que da semana que vem, é isso, Luí? Acho que a partir da semana que vem, né? Nós vamos divulgar isso.
Nós vamos divulgar o novo número do WhatsApp. Hoje é este aqui que está aparecendo no vídeo, que é o mesmo que você conhece: 11 99440 6296. Você vai participar aqui do nosso programa, vai fazer suas perguntas e eu faço aqui para a Pâmela, tá bom?
E tem novidades aí, viu, no seu quadro, que eu nem te contei! Ah, tá vendo? Eu vou saber ao vivo!
Gente, é isso! Não, mas eu gosto assim, deixar surpresa, né? É porque aí você já vê a reação espontânea.
Ótimo! Exatamente. Bom, vamos para as perguntas.
Vai fazendo perguntas, que eu vou fazer para ela. Já tá chegando um monte aqui, aliás, tem gente que já sabe que você vem, né? E já faz as perguntas.
Muito bom, contente! Mandem mesmo! Vamos começar com Matão, São Paulo.
É o Eduardo. Ó, ele fala assim: “Boa noite, Fábio! Boa noite, Pâmela!
Pâmela, eu sou tão tímido que os meus amigos acham que eu tenho um problema. Eu não consigo chegar nas mulheres, eu fico vermelho, eu travo. ” Estou falando em travar, ó!
Travei! “Como melhorar? ” Bom, meu querido, primeiro, se você está percebendo que a sua atitude gera um problema na sua vida, você não tem que ficar tão preocupado assim com o que os outros acham, mas sim com aquilo que você sente.
A timidez tem muito da preocupação com o que os outros vão pensar, do que os outros vão achar, da possibilidade de você falhar, da possibilidade de você não ser bom o suficiente. E nessa, né, nessa ansiedade, nessa angústia que é gerada, o que você faz? Você trava!
Conforme você fala ali, paralisa nesse medo, no receio de perder, de não se dar bem. Mas, na verdade, você fica no zero a zero, né? Você fica com a vontade, não vai e fica ali sem nem saber como seria.
Arrisque! Tente! O máximo que vai acontecer é você ter a certeza de que, ó, não era para você, que aquela paquera não deu certo mesmo.
Agora, não tentar sempre vai te deixar com aquela angústia, com aquela aflição de que, ai, como poderia ter sido se eu tivesse tido coragem de fazer? E é justamente a cada tentativa que você vai ficar mais forte, mais amadurecido, mais experiente no seu autoconhecimento até onde você aguenta e pode ir. Vamos para mais uma de namoro.
A Flávia, de Iguatu no Ceará, pergunta o seguinte: “Pâmela, eu tenho 24 anos e, nesse ano, eu tentei namorar três vezes. Toda vez que a coisa ia ficando mais séria, eles caíam fora. Eu estou ficando desacreditada.
” É isso mesmo, querida, acho que aconteceu, né? A gente está realmente numa sociedade mais fluida. São muitas, né, uma possibilidade de múltiplas relações.
Então, para querer se relacionar mesmo, a pessoa tem que estar afim, ali, numa proposta de comprometimento e num amadurecimento sustentável para a relação. Agora, eu te proponho pensar um pouco: quais são os perfis das pessoas que você está se aproximando? São pessoas que querem mesmo um relacionamento ou você está assim: “Ah, deixa o coração escolher, né?
Deixa a vida me levar. ” É importante que você observe, né? Porque se você entrar numa relação qualquer, acreditando ali sem perceber se aquela pessoa é um parceiro em potencial, se tem um interesse de um relacionamento estável, a chance de você se machucar é muito grande.
Tá? Então, essa história de dedo podre que falam por aí, sempre analisa o histórico, tá? Porque, provavelmente, você está ali repetindo os mesmos perfis ou o mesmo comportamento que você tem ali também está sendo repetido.
Faça alguns ajustezinhos que eu te garanto que vai mudar esse desempenho e levante a cabeça, né? Estamos no final do ano, né? Você vai conseguir arrumar um namorado!
Legal, né? Muito bom! Outra coisa: essa obsessão de arranjar um namoro.
. . tá, não tem obsessão!
Viva a relação! Se tiver que acontecer, vai se desenvolver, ali vai evoluir para um namoro. Não tem que namorar, tira isso; esse "tem que" se acontecer, vai acontecer, porque tá ali no destino e cabe ali, né?
Na maturação. Fica aí, não sai daí que eu já volto! Pergunta bomba: cadê?
Foi? Cadê Renato? Explodiu?
Ó lá! Você viu? Lá é um pouco.
. . tá da tar, mas ela.
. . ah, que a gente tem que ensaiar o negócio de novo!
De novo! De novo! Luí, vamos lá!
Dá para novo! Pergunta bomba: Renato! Olha lá!
Olha lá! Ah, agora sim! Fô, posso fazer?
Deve. . .
depois disso? Claro! Gente do céu, mas eu não sei se eu posso fazer essa pergunta no ar.
Pode, produção? Pode? Então vamos lá!
Atenção! Gente do céu, vamos lá! Boa noite, meus queridos!
Boa noite! Sou Isabela, de Araraquara, São Paulo. Eu sou psicóloga recém-formada e me espelho muito na Pâmela.
Obrigada! Estou saindo com um moço e tenho medo de novamente quebrar a cara. Qualquer mensagem dele já faz meu coração disparar.
Eu fico esperando que ele retribua da mesma forma que eu estou me doando. Como fazer para não esperar tanto e não me decepcionar futuramente? Olha, essa pergunta é muito legal, aliás, vale um dia a gente falar só disso.
Perceba que a tua ansiedade de uma experiência que você já viveu no passado tá refletindo o tempo inteiro. Tá ali na tua cabeça, martelando. Então, olha, se você não tá vivendo de fato ali, né, isso que você tanto teme, na cabeça já tá acontecendo!
Então, tudo aquilo: ansiedade, angústia, medo. . .
o seio da frustração, tudo tá ali fomentando, produzindo na tua cabeça. Então, a chance da autossabotagem aí é imensa, como se você inconscientemente provocasse aquilo que você tanto teme. Então, vamos saber deixar o que é de outra experiência ali atrás, na outra página, naquele comecinho do livro e permitir que as novas histórias aconteçam.
Que a gente possa viver cada dia, cada situação, cada movimento do outro sem ficar prevendo, tá? Senão, você vai antecipar sofrimento e situações que nem existem, mas acabam sendo produzidas por você! Ó, é uma pergunta!
Tem muitas perguntas delicadas aqui! Gente do céu! Ó, Fábio, eh, boa noite!
Eu também não sei se ela tá ouvindo que nós estamos conversando aqui. Ela falou assim: "Olha, eu também não tenho muita sorte no amor, né? E quando eu vou saber que ele está afim de um relacionamento sério?
" É a Lúcia que está perguntando. Lúcia querida, não dá pra gente ter bola de cristal, né, para saber se a pessoa quer? A gente tem que observar os movimentos.
Eu costumo dizer assim: você tá interessado numa pessoa, né? Está interessada ali? Então você faz um movimento, observa, e perceba como é a resposta disso.
O outro tá ali no mesmo ritmo que você ou você fica tão ansioso, ali, nervoso, querendo que o outro faça, que você acaba ali bombardeando, né? Ao invés de mandar uma mensagem e esperar, manda duas, três, quatro, cinco. .
. Fica lá, né? Fica tenso, fica ansioso.
Então quanto mais você faz isso, aí o outro responde, você até se confunde se aquela resposta foi espontânea ou se foi de tanto que você puxou. Tem gente que quer tirar do outro a fórceps, né? Não espera, não respeita e não observa esse equilíbrio.
O relacionamento, para que você tenha menos sofrimento, ele tem que, desde o comecinho, observar se tem ali uma troca genuína, equilibrada. Porque senão você sobrecarrega, aí você dá demais, a relação fica completamente desgastada, o outro não aguenta, né? Se sente sufocado e acaba saindo, ali, né?
Saidinha pela esquerda. Então, se você quer evitar a frustração, observa o equilíbrio, tá? E ó: diálogo, conversa desde o comecinho, tentar entender.
Não é colocar o outro contra a parede, não, mas conversar, ver qual é a intenção não com você necessariamente, mas de vida. O que que a pessoa pensa? O que que ela tem vontade?
Quais são os desejos? Quais são os objetivos a médio a longo prazo? Essa é uma forma de você entender também, alinhar.
Não é garantia de nada, porque a vida é imprevisível, as coisas podem acontecer, mas pode ajudar bastante. Aliás, ninguém sabe se vai quebrar a cara em qualquer relacionamento, né? Isso, de repente, você começa a pessoa fala: "Ah, não quero", aí ela vai te conhecendo, vai se apaixonando, e aí acaba querendo tudo com você, né?
Até muda de país! Ou então tem aquela pessoa que diz querer tudo, e conforme andar da carruagem, ela vai desanimando, vai se desestimulando. Faz parte!
A gente tem que entender que isso é da vida. Colorido da vida, é o colorido! E às vezes, né, o branco e preto também!
Ó, eu tenho duas perguntas aqui, bem complicadas, mas eu tenho uma da Bahia. Ó, pessoal da Bahia, é que eu já vou fazer a pergunta já, já pra Pâmela. É, eu já vou até falar quem é.
Não, não vou falar quem é! O pessoal da Bahia fica na audiência com a gente. Fica aí, fica aí, Pâmela!
Deixa eu falar uma coisa para você! Ó, olha, Pâmela, deixa eu te falar uma coisa. Diga essa pergunta aqui, a hora que eu li, e eu acho que é bomba também.
Será que é bomba? Eu não sei, não tô vendo! Não sei, é uma pergunta que eu acredito que muitas telespectadoras passam.
Boa noite, Fábio! Boa noite, Pâmela! Eu, Fábio, eu me apego muito fácil.
Eu começo a ficar com alguém e já fico apaixonada. Tinha até que pôr aquela música, viu, Renato, do Daniel, aquela: "Ah, eu adoro amar você! " Parece, né?
Ó, ela chegou com a pessoa e se apaixona, já se apega! Como que eu faço para mudar? Esse meu comportamento, Pamela, é a Ângela de Barrocas, na Bahia, tá mandando beijo, beijo para você, viu?
Ângela querida, beijo para você. Você não vai conseguir, nem acho que deve mudar sua personalidade. Se você é uma pessoa mais sensível, mais sentimental, mais romântica, é uma delícia, teu jeitão ali, né?
Acho que é bem bacana, você tem que gostar disso e, com certeza, vai ter muita gente que gosta. Agora, você pode controlar um pouco isso, ou seja, você não pode chegar ali, conhecer uma pessoa e já mergulhar ali inteiramente, né? A chance de você se machucar é grande, então, tome um pouco de cuidado.
Eu sempre brinco, né, com aquele exemplo: você viu ali o mar, né? Pensar o mar no sentido do relacionamento. Vai lá, molha o pezinho, viu que tá tranquilo, molha mais um pouquinho, chega até o joelhinho; aí, molha até o umbigo e, aí, se desce, você percebe que tá seguro.
Aí, você vai lá, daquele mergulho maravilhoso. Relacionamento é dessa forma. Então, é claro que é gostoso ser intenso, mas a gente tem que saber onde a gente pode ser intenso, onde é merecedor ali, né, da nossa intensidade, para você não se machucar.
Não merece, né? É tanto amor, é tanto sentimento, agora, o se apegar em excesso pode ter uma associação também com carência, tá? Então, não tenha só no relacionamento a tua fonte de prazer ali, o teu sentido de vida.
Que você possa também ter outros setores da vida, mais equilibradinho, para você também obter prazer, para você também poder ali mergulhar com muita intensidade. Assim, você não fica tanto sobre o risco, né, dessa relação não dar certo e você depositou inteiramente ali. E também, não pode perder esse gosto pela paixão, né?
Fã, não fica também muito frio, até porque eu sempre brinco: as pessoas intensas são deliciosas, né? São as pessoas que realmente curtem, elas se arriscam mais, mas também elas sentem ali muito mais emoção. Com certeza!
Ah, com certeza! Agora sim, tem uma pergunta bomba. Atenção, D!
Dá para preparar ali, eu pego sempre o pessoal no pulo. Aqui, pergunta bomba, atenção! Pamela Magalhães!
Quem trai? Quando falo sobrenome, é sério, é bronca! Tem que ficar, tem que ficar!
Pamela, dá até um frio na barriga aqui; é que nem quando chama, né, Fábio? “Par Pinel”, quando pai fala “n”, pela já falou, opa! Fala Fabinho, não é Fábio par Pinel!
Ou lascou-se! Quem trai vai trair sempre. O meu marido já me traiu várias vezes.
E, quando eu tento me separar, ele faz mil chantagens e ameaças. Ixi! Então, na verdade, são várias perguntas em uma só.
Deixa eu tentar te ajudar. Primeiro, quem traiu uma vez não necessariamente vai trair sempre, tá? Aliás, logo mais eu vou fazer um programa só sobre traição, vocês vão ver, tá bem pertinho.
Agora, o teu marido, pelo visto, ele trai várias vezes, porque você já contou aqui que ele trai várias vezes você. E aí, ele faz aquele show de “ai, meu Deus, eu nunca mais vou fazer isso”, você volta com ele e ele trai de novo. Então, se é reincidente, eu não tô aqui para dizer se você tem ou não que estar com essa pessoa, porque você tem que saber o que você quer pra sua vida, o que você se julga merecedor.
Aliás, para todo mundo que tá assistindo, os relacionamentos com os quais nós nos mantemos são diretamente proporcionais àquilo que acreditamos merecer, tá? Então, analisa para ver a relação que você tá; se ela tá condizente com o que realmente você acredita que mereça com tanto que você se estima, o quanto você gosta de si. Esse é um primeiro passo.
Agora, se você tá ali e continua com esse parceiro que continua a te trair, na minha opinião, falta diálogo, falta amor próprio, falta você estabelecer ali limites, se posicionar, mostrar para ele que, olha, ele precisa realmente te valorizar, te respeitar. Mas, antes de tudo, você tem que se respeitar, tá? Se você sempre aceitar ele dá uma choradinha, faz um teatro e você volta, ele vai entender em várias instâncias psíquicas que ele pode fazer o que for, tá?
Que você sempre vai perdoar. Ó, para todo mundo que tá assistindo, hein? Fica esperto!
Tua atitude ali pode ser conivente com muita coisa que você não gosta da relação. E vou falar uma coisa para você, ó, chega aqui pertinho: não seja, nunca, aceite ser a segunda, ah! De jeito nenhum, Fábio!
De jeito nenhum! Porque, pelo amor de Deus, né? De jeito nenhum!
Se for nessa atada, vai chegar num momento que ele vai falar. Ele sabe que ela tá lá em casa, não é cerza? Isso já, você vê, que vira um mecanismo.
A gente tá falando de traição, Fábio, mas é para muitas outras coisas. Eu tava falando outro dia, eu coloquei lá um post sobre isso, essa história de desculpa. Gente, desculpa virou uma coisa banal, né?
Uma frase que tudo é desculpa. Desculpa não! Quem fala muito desculpa não se apropria das responsabilidades daquilo que faz.
Então, não, não tem que desculpar tudo não! O outro tem que se apropriar da culpa daquilo que fez, para conseguir fazer diferente, para conseguir fazer melhor. Senão, vira uma banalização, né?
Toda vez faz, pede desculpa e volta com você; aí repete de novo. Quem repete toda vez o mesmo comportamento que te machuca não tá entendendo. Não tá claro o quanto aquilo é inadmissível na relação.
Você quer uma mais tranquila ou você quer uma mais punk? Eu quero a que for o Paulinho! Tá impressionado aqui.
Ele tá fazendo a primeira vez com a gente aqui com a P, afiada! Tô afiada hoje, eu tô segura. Vamos lá, deixa eu ver qual que eu vou colocar aqui.
Ó, boa noite, Pâmela! Boa noite, Fábio. Eu adoro seu trabalho, viu?
Pâmela, eu tô num relacionamento e estamos caminhando para um casamento para o ano de 2018. Só que, nos últimos meses, ele vem se negando a namorar. Ah, ó, já conversei com ele, já perguntei se ele não gosta mais de mim.
Uhum, e ele fala que gosta, pois nada o prende a mim. Se ele não gostasse, não estaria mais, né? Não estaria mais comigo.
Qual a sua opinião a esse respeito e qual a atitude eu deveria tomar? Olha, eu acho que se você tá conversando com ele, esse é um caminho que tem que acontecer. PR se conversar, isso, diálogo sempre.
Como Fábio tá falando, precisa entender um pouco o contexto do cenário. Quais são as outras coisas que acontecem na vida de vocês, né? Quais são as outras particularidades ali, questões de família, de trabalho?
Às vezes, ele tá muito estressado. A iminência de um casamento faz com que a pessoa repense um monte de coisa, né? Então, tem muitas fantasias ali, é uma nova identidade social.
Então, ele vai assumir uma responsabilidade grande. Eu não sei o que tem na história dele associada à história do casar, né? O que será que ele tem associado com esse lugar de marido e de família?
Então, entenda que esses fatores estressores podem, sim, estar martelando na cabecinha dele e ele não tá conseguindo relaxar para namorar com você. Ah, o outro ponto também é que, justamente pelos receios, pelo medo, ele pode estar sabotando inconscientemente essa proposta, fazendo com que você fique ali meio desencorajada, né? Meio em dúvida pela dificuldade que ele tá de assumir esse lugar.
Mas tudo isso que eu tô falando são hipóteses dessa pergunta que você me manda, né? Para outras pessoas que estejam assistindo e que se vejam nesse lugar. Mas pera aí, deixa eu entender: ele vai sabotar em que sentido?
Ele não quer assumir a posição de marido? Ah, então eu vou. .
. Fábio, entender. Não, tua pergunta é ótima, Fábio, porque a tua pergunta é o que o outro pode estar pensando ali, perguntando na iminência de novas situações, de novos lugares, ali, circunstâncias, né?
Papéis que a gente não conhece podem causar esse certo estranhamento, um certo medo do novo. E nisso a gente se sabota. Para quê?
Para permanecer no conhecido, no mesmo lugar. E isso, gente, não é consciente. Não, eu quero sim me sabotar, dar um tiro no pé, colocar veneno no meu próprio leite.
Não, isso é inconsciente. A pessoa faz com mecanismo de sobrevivência, de defesa, para justamente se manter no mesmo lugar. E não quero dizer que esse mesmo lugar seja ótimo, mas ele é conhecido, e tudo que é conhecido causa uma pseudo segurança.
Entendi, acabou, passou rápido. Passa os seus contatos, vamos lá! P.
Obrigada, sempre muito bom estar aqui. Obrigada para você que tá nos assistindo. Eu tenho uma página no Facebook, Pâmela Magalhães Psicóloga.
Quero você lá comigo! Tem o meu Instagram e meu Snapchat, que é PS Pâmela e PSI Pâmela. E tem novidade no meu canal do YouTube, Pâmela Magalhães.
Se inscreve lá que logo mais você vai ver e vai gostar. Você sabia que ela tá querendo me entrevistar no canal dela? Eu falei que não.
Eu falei que não na entrevista. Não, não, não! É metido, não.
Eu sei lá o que ela vai perguntar para mim. Nada! Um beijo, tchau!
Até a semana que vem. Ó, eu da entrevista? Ó, Nani, eu só sou entrevistador!
Ó lá, aquele negócio que você falou, né? Eu não quero saber, né? Eu quero ficar no meu lugar.
Vou guardar isso que você tá falando.