Flow. >> Salve salve família, bem-vindos a mais um flow. Eu sou o Igor. Hoje vamos falar de polícia aqui cara e na mesa comigo temos Sargento Nantes. E aí cara, tudo bom? >> [ __ ] esse bigo se apruma aí não, >> apruma não. Já [risadas] >> e tem o Castro aqui também. Sargento CR. >> Beleza. Estamos na área aí. Derrubou. É pênalti. Vamos trocar ideia, falar sobre Tudo aqui, falar dessas dessas palhaçada que tá acontecendo no Rio de Janeiro aí. Palhaçada dos filha da [ __ ] que fica falando mal da polícia aí, mano.
Vai tomar no cu. Pega o fuzil e vai lá prender os cara, seu bando de filha da [ __ ] >> Daqui a pouco vai entrar aqui uma moça também para te fazer uma massagem. >> É. >> É. Mas essa moça tem cambão? [risadas] Se >> não quero. Quero. >> Se não tiver cambão, você não quer? Não, não, não quero mais com cambão não. Minha experiência com cambão já foi, já na morango lá. Abraço ela. Manda um abraço pra Morango. >> Um abraço aí pra Morango. Aí, minha mulher ficou [ __ ] né, mano? Não
é para me queria me colocar para fora. Falei, mas não foi de língua, né, mano? Porque geralmente assim, o que o que compromete é o de língua, né, mano? É o De língua compromete. >> Quando vocês quando vocês estavam na pista lá fazendo as rotas de vocês, não sei o que, encontrava os encontrava assim umas moças assim garbosa, querendo dar uns beijinhos também. >> Os avatar. É, >> não pulava fora, né, meu? Fardado não dá, né, irmão? Fardado ali eu tava ali eu tava no no momento descontração, né, meu? Pá, zoeira. Eu sou zoeiro para
[ __ ] O Nantes jamais é não é perfil Do Nantes isso daí, né, meu? >> Não, não, o meu não, o meu é >> nem Ana Maria Braga outro dia buzinando atrás da viatura nós >> é mesmo >> não paramos. >> Tá certo. >> Pouca ideia [risadas] >> eu beijava a EB. [ __ ] [risadas] A gente já vai continuar aqui. A gente, bom, já entendeu, né? Nós vamos falar de polícia, aparentemente com bom humor, Tá? [risadas] Eh, mas antes da gente continuar aqui, deixa eu falar para vocês dos parceiros de hoje aqui, começando
com a KTO. Cara, a KTO é uma casa de apost que sabe o que tá fazendo, beleza? Para começar, não é um jeito de você ganhar dinheiro e não é um investimento. Ali é para você se divertir para quem sabe o que tá fazendo, tá? Se você gosta de adicionar mais uma camada de emoção ao teu evento esportivo, aí a Catel é o melhor lugar Para você fazer isso por conta das ferramentas que tem lá e das promoções que acontecem o tempo inteiro também. Por exemplo, você pode criar a tua própria múltipla lá na na
plataforma da KTO, tá? Tem promoções como chance Extra, que se você aposta no Flamengo, no Flamengo não, se você apostar e com o Flamengo, o Flamengo perder é inem comum, tá? Mas você aposta no Santos, torceido, manicolor, mano. Que par >> tu é santista, né? Agora se você é santista, aí você aposta lá no Santos, fica tranquilo, porque se o Santos perder a KTO devolve até R$ 25 para você. >> Então já pode contar com esses 25 anos, >> tá? De [risadas] novo, tá bom? No Brasileirão, na Copa do Brasil e na Libertadores, tá rolando
aí o chance extra, sem contar também a Liga do Milhão, que é cada palpite certo que você consegue, você soma pontos para participar da liga do Milhão, tá? Então, Lembrando, não é um jeito de você ganhar dinheiro, não é investimento, é o dinheiro que você ia gastar com a sua com entretenimento. Então, um cinema que você não foi, uma viagem que você levou um bolo da namorada, esse tipo de é com essa grana, não com o dinheiro do mercado, nem com o dinheiro do aluguel, tá? Lembrando, só para maiores de 18 anos e jogue com
muita responsabilidade, tá? É para se divertir. E bom, se quiser mandar uma mensagem pra gente, fica à Vontade. Jenzão vai escolher os cinco melhores live pics que vocês mandarem. Tem o QR code aqui, o link aí na descrição. E é isso. Manda aí, vai, vai que ficar faltando falar de alguma coisa aqui, você tá a fim de participar. Vai ser incrível ouvir a tua mensagem aqui. Beleza, gente? Seguinte, vamos começar falando então eh do que do assunto que roubou a brisa aí nesses últimos dias eh na última semana vai, que foi a mega operação que
que aconteceu lá no Rio de Janeiro, que a gente no primeiro momento, eu lembro que na terça-feira teve um Flow News, a gente tava falando de acho que 64 mortos. >> Eh, e no dia seguinte isso daí quase dobrou ou dobrou por conta de corpos que estavam na mata e tudo mais, né? Muita gente falou que foi eh teve uma galera falando que que era uma chacina, né? Teve uma galera falando vários ah massacre. >> É um massacre, umas lendas urbanas de Que eh os policiais teriam eh matado os bandidos com faca, inclusive por conta
de umas cabeças separada que encontraram e tal. Eh, e no fim, aparente assim, eu fiquei olhando para ver se ia surgir alguma coisa. Só tem uma parada que o Jeanzão falou que era, pô, se tiver algum inocente aqui nesse meio, vai ter matéria para [ __ ] vai passar em tudo quanto é lugar, vai em tudo quanto é rede social e não teve, né? Então, eh, até as até as os depoimentos que eu tava Vendo de familiares, acho que uma tia de um garoto que eu não lembro o nome dele, mas era com R, o
do cabelo vermelho, que foi que que eu ficou mais famoso, entre aspas, da cabeça separada dele numa árvore e tal, ela falando que ele era do bem, não sei o quê, e depois os caras foram encontrar várias coisas que ele era envolvido com movimento. >> Sim, né? >> Eh, beleza. Então, aqui a gente tem alguns pontos de vista. A gente tem o Cara que acha que foi uma chassina. A gente tem, e aqui tem bem mais gente, inclusive a galera da própria favela que tava fizer, fez-se uma pesquisa e a maioria da população, 80 e
poucos por no resto do Brasil, se eu não me engano, posso ter enganado o número, 87% das pessoas que estavam lá apoiam esse tipo de operação, né? E aí uma coisa que chama que chama atenção é a seguinte. Isso daí, esse tipo de ação, esse tipo de e confronto Só é possível lá no Rio de Janeiro. Aqui em São Paulo, a gente já teve algum, não desse tamanho, porque esse foi o maior de todos, mas a gente já te a gente tem eh necessidade barra já aconteceu algo parecido com isso aqui em São Paulo. O
que fizeram comparativo foi com fizeram até um paralelo com o Carandiru, mas o Carandiru foi uma situação totalmente diferente, né? O Carandiru, as tropas do choque na época eu era uma criança, mas eu falo também por ouvir Dizer e por conversar com pessoas que atuaram lá no dia. >> O Carandiru era uma mega rebelião no dia. Os indivíduos estavam também com faca, estavam com seringas, inclusive infectadas com sangue, com HIV. >> Uhum. para combater os policiais no dia. E aí chegou-se a um número de 111 mortos, que foi o que foi publicado e veiculado. Em
tese, eh, pessoas, muitas vezes ligadas a ONGs e direitos humanos acusam a polícia de ter promovido um dos Maior massacres da história. Era o que era acusado o Carandiru, os policiais que agiram lá. E você conversa com os policiais, você imagina você entrar num num ambiente alarado com água até o joelho, um ambiente de baixa luminosidade, bandidos altamente periculosos e vindo para cima de você. Não tem o que você fazer. Só que hoje eu eu fazendo uma análise rápida de território, embora eu esteja fora da rua já há uns do anos, quase três anos, mas
Eu acredito que em São Paulo não haja campo para haver um confronto dessa magnitude, principalmente por conta do território. Existem alguns focos, principalmente na Baixada Santista, de criminosos que tentam imitar o Rio de Janeiro, principalmente por conta do terreno nos morros, mas a quantidade em em menor número. Existem criminosos com fuzil no interior dessas comunidades, existem criminosos dispostos a atirar em viatura. Tanto que recentemente nós Tivemos policial nosso, policial da rota, perdemos dois no em 2023 e 24. Um foi em julho de 23, o outro foi em fevereiro de 24, >> lá em Santos, na
Baixada Santista. Nós perdemos um foi em Santos e o outro foi no Guaruju, não, na divisa ali de São Vicente também. Nós perdemos dois policiais em situações parecidas com essa do Rio, porém a quantidade de indivíduos hoje lá no interior das comunidades é em números menores. O Rio De Janeiro, infelizmente, ele ao longo dos anos vem se arrastando e principalmente por conta de eh algumas proteções, impedimentos do da polícia agir, os indivíduos, os marginais foram tomando o território de uma maneira que hoje a gente vê aí. Não tem, eu acredito que não tem um especialista
maior para falar de Rio de Janeiro do que o Pimentel. E ele explanou muito bem durante esses dias, ao longo ao longo desses dias aqui na imprensa, ele Mostrou o que é o Rio de Janeiro, o que é o crime organizado, a maneira que eles tomam o território, a maneira que eles eh sequestram as pessoas que moram ali dentro praticamente no território e e impõe as regras deles, né? A gente existe relatos muitas vezes do próprio dos próprios criminosos criarem bloqueios, como se fosse um bloqueio policial de parar o veículo, abordar e revistar quem tá
no interior do veículo, inclusive para identificar se é policial Ou não. Recentemente nós tivemos casos de >> de policial que tava passando no meio da comunidade que foi identificado, não sei se chegou a ver, lembra no Honda Fit que balearam o polícia e soltaram ladeira abaixo. Então assim, o o policial lá muitas vezes morre só pelo fato de ser policial. Virou uma guerra, né? Instalou-se uma guerra lá em em quantidade muito grande, numerosa de de indivíduos envolvidos com o crime. Isso Não chegou em São Paulo. Então, por conta disso, eu acredito que em São Paulo
não teriam um confronto dessa magnitude. >> Aham. Entendi. É, aqui em São Paulo, a sensação que eu tenho, bom, eu sou carioca e a sensação que me parece é que aqui em São Paulo o crime é mais organizado. O que que eu quero dizer com isso? Eh, lá no Rio tem uma, por conta de como funciona o crime lá no Rio, que a gente tem mais de uma facção e a gente Pode adicionar inclusive no bolo das facções às milícias, né? >> Sim. Eh, a gente e aí aí do outro lado a gente tem a
polícia, a gente tem ali então um uma cena de guerra deflagrada mesmo, não entre a polícia e todos os bandidos. É entre a polícia e todos os bandidos e entre os bandidos também, né? Aqui e é é diferente. Aqui as coisas, tipo, o PCC comanda todo, tudo que for que tem a ver com crime, >> entre aspas. >> É, entre aspas. É, é lá no Rio, lá no Rio a gente tem mais de uma facção e tem as guerras, inclusive, eh, uma tentando tomar território da outra tempo inteiro. O, o Pimentel teve aqui sexta e
ele disse que o, eh, eles tinham, os criminosos que foram que estavam envolvidos nessa mega operação, aí eles tentaram invadir acho que o Morro da Kitanda no dia anterior e tentariam novamente, né? Então isso é uma é uma coisa de infelizmente comum lá no Rio Lá, esse essa guerra por território, né? Aqui em São Paulo a gente tem uma situação completamente diferente. Aqui a gente tem só o PCC, né? E sem contar também o o a diferença topográfica, né? Lá no Rio. >> É. E esse é o principal. >> Tu acha que esse é o
principal? >> Esse é o principal. É. Inclusive a a topografia do Rio de Janeiro, ela ela ela facilita a vida do do cara lá do do traficante, né, cara? Porque uma coisa é Você eh aqui a gente tem um um problema também da da lá no litoral que é a as palafitas, né? >> Os palafitas aqui no litoral é palafita e alguns mols tem ali, mas >> nada chega comparação o Rio de Janeiro, entendeu? Então ali o cara tem a vantagem do cara tá lá por cima e você tem que invadir ali, subir. É muito
mais fácil quem tá em cima resistir, né, do que quem tá subindo ali o morro. Então tem esse negócio da topografia e assim, Às vezes a pessoa as pessoas vê vê a gente aqui de São Paulo e eles quer sempre colocar: "Ah, a rota é melhor do que o BOP, o BOP é melhor do que a rota". Não tem essa, cara. Eh, são polícias completamente diferentes, são atuações completamente diferentes, entendeu? >> O Telhada, o o coronel e o capitão Telhada me explicaram isso da última vez. É, é completamente diferente. São polícias extremamente eficiente, Extremamente profissionais,
entendeu? Mas que combatem um crime, uma situação de crime diferente, diferente você combater o a o crime no Rio de Janeiro com os mous, com as facções, com várias facções, né, do que aqui em São Paulo, entendeu? Aqui em São Paulo não tem nenhum lugar, nenhum lugar que a polícia não entra, nenhum. Ah, favela deópolis. Pode ser qualquer uma, vai. Pode ser. Não que eu vou dizer para você que entra dois policiais, é lógico, né, meu? É Sempre com um apoio, mas a gente entra em qualquer lugar, qualquer, qualquer favela, qualquer comunidade. Tem barricada aqui
nasel? >> Não, na Baixada Santista existe alguns focos. >> É, >> lá lá tem uma similaridade com o Rio de Janeiro, principalmente por conta do desenho geográfico também nos morros. É, exatamente existe alguns focos de barricada, mas a barricada lá é, vamos Dizer assim, se fosse fazer um comparativo, é do playground, mano. >> Entendi. >> É do das crianças que estão no jardim da infância ainda. Os caras colocam algumas lixeiras, às vezes colocam um tronco de árvore diferente no rio que os caras enfia trilho de trem no meio da e não deixa passar, coloca carro
queimado, enfim. Não existe nesse nível ainda, mas já existe. É uma cópia, eles estão replicando o que é feito lá, tentam Replicar, mas é como o Castro colocou bem aqui, cara, ele falou, eh, aqui em São Paulo, na maioria das vezes, ainda é coibido de imediato. O cara começou, a gente vai lá, dá uma resposta imediata, então não deixa crescer. E no Rio de Janeiro, igual eu falei, muitas vezes veio ordens judiciais proibindo a polícia de adentrar o morro, de fazer exatamente de fazer operações. Então, >> quando você faz isso, você deixa que o crime
>> cresça. >> Você deixa que o crime cresça. Você faz com que ele expanda. O cara tá à vontade. Voltando lá no assunto que você falou do o crime organizado aqui em São Paulo, se eu arrisco a dizer que o crime aqui é mais desorganizado. >> Desorganizado. >> Desorganizado mesmo. >> Desorganizado. >> Por quê? Eh, lá no Rio a gente sabe que Tem facção A, facção B, um confronta o outro, enfim. Aqui o crime organizado, embora o haja uma facção única aqui no praticamente única no estado inteiro, com exceção de Rio Claro, que tem um
uma outra facção que combate, enfim, mas essa facção é pequena. Existe uma guerra lá menor, >> mas aqui existe um um crime que tá muito comum, inclusive vitimou a a Beatriz, né? Chegou a acompanhar, passou. é um caso que tá na na imprensa hoje. Esse Crime tem sido cada vez mais comum. É um crime de roubo, roubo de pertences. Muitas vezes o cara para pegar o celular, para fazer o que do desdobramento do celular, o cara faz um golpe do Pix, enfim. >> E hoje ainda mais eh utiliza-se, na realidade, eu acho que ela foi
entregar uma mercadoria do LX. O LX, infelizmente, é uma plataforma que era para ser boa, mas infelizmente existe. Nós tivemos casos lá atrás de policiais Que morreram, que foram comprar um celular. na inocência foi numa [ __ ] foi ali no Parque Novo Mundo. O policial chegou lá para comprar o celular. Ah, como que você vai pagar? Vou pagar em dinheiro. Falou na mensagem. Quando chegou lá, os caras vieram roubar ele, ele foi reagir e morreu. Esse roubo acontece cada vez mais. Isso não tá sob controle da facção criminosa. Isso tá fora do controle. Inclusive,
a facção criminosa aqui chegou a soltar um salve Que era para cobrar os indivíduos que roubavam celular, que roubavam a quebrada, né? vamos dizer assim, antigamente existia um um ditado que ladrão não rouba na quebrada, mas os caras estão roubando cada vez mais. Tem aumentado o número da molecada que se empolga com o crime, que acha que é bandido, arruma um revólver e vai pro ponto de ônibus roubar trabalhador. E agora ainda, por conta das últimas operações que tivemos aqui em São Paulo, Mais de 10.000 celulares apreendidos numa pancada só, rastreabilidade identificou quem que eram
os receptadores que estavam enviando para fora, estava enviando celulares paraa África. dificultou um pouco eh o escoamento da mercadoria. Então, que migraram para quê? Aliança e corrente. >> Ouro. >> Ouro. >> Isso daí vira o quê? Depois, Nant? >> Então, eh, nós estamos, inclusive, e eu Tô fazendo minha parte como parlamentar, né? Eu fiz um projeto de lei para travar e pra gente fiscalizar a receptação do ouro. Então, eu tenho que criar um caminho, eu tenho que chegar no comerciante e falar assim: "Eu quero a origem desse material que você comprou". E e isso dá
autonomia para o município, mas isso tem que ser uma lei federal, criar uma rastreabilidade desse ouro, porque muitas vezes esse cara o o celular é fácil muitas vezes de Rastrear, mesmo desligado consegue se rastrear o celular. O ouro não, o cara chegou, colocou numa botija numaçarico, derreteu, já era, irmão. >> E muitas vezes a pessoa não consegue nem retirar, tá 50 anos no dedo dela aliança e ela morre por conta daquilo. Então, infelizmente é um roubo que tem aumentado muito e não. E esse tipo de crime que a gente viu o caso hoje, que na
maioria das vezes pode se tornar um latrocínio, tem crescido muito e não tá No controle da facção. É um crime aleatório à parte. >> Entendi. Coisa de noia, de certa forma. >> É, é, seria uma coisa de noia. É, é, é o cara que tá intermediário. Ele não é o Noia que o Noia >> ele não é nem o Noia. Ele não tem, ele não é tão vagabundo. Noia, mas também não consegue ser um faccionado. Aí ele fica no meio termo ali, >> ele tá no meio termo. Só que isso tem aumentado demais esse tipo
de crime. Então por isso que eu falo que nesse sentido é desorganizado. O crime aqui não consegue. O crime tentou frear, mandou um salve, falou que ia era para cobrar no sentido dele, na palavra deles, né? Era para punir quem tivesse cometendo esse tipo de crime e a molecada tá cagando, continua roubando igual louco naquele >> molecada não respeita ninguém. >> Então, ou seja, essa molecada que não respeita tá desenfreada. E é um crime Que a gente vê diariamente, que ele é perigoso, que ele vitima muitas pessoas, que não tem nada a ver e, infelizmente,
tá crescendo cada vez mais. Por isso, nesse sentido, eu falo que é mais desorganizado que lá, que talvez, eu não sei a realidade ao certo se tem esse tanto de roubos da maneira que é, mas quando os caras vão para cometer esses roubos, vão pr as pistas lá que desce, faz o arrastão, é a manda de alguém, tem autorização de alguém. Aqui não tem Autorização, cara, não precisa de autorização de ninguém. Entendi, entendi. >> Aqui em São Paulo, o Nant lembra disso daí há uns anos, há alguns anos atrás, aí faz um bom bom tempo,
a o o Comando Vermelho tentou se instalar aqui, lembra? Na cidade Tiradentes, >> cidade Tiradentes, eles tomaram a cidade Tiradentes. Cidade Tiradentes, é aqui é um é um, vamos dizer assim, é um bairro cheio de prédios populares, entendeu? Então eles se instalaram nesses prédios e a inteligência da da polícia eh levantou isso daí foi feita uma mega operação lá. que não teve, não teve as mortes que teve no Rio de Janeiro porque não enfrentaram, você tá entendendo? Porque tem isso daí, não enfrentaram. Aí foi lá e debelou aquela, prendeu o que tinha que prender, matou
que ele tinha que matar e debelou aquilo ali. Então, quer dizer, você cortou mal pela raiz. O que O que acontece é o seguinte, você não pode deixar se instalar. Foi o que o Nantes disse. Aqui em São Paulo, a gente não deixa se instalar, entendeu? Quando vê que uma situação tá saindo do controle, aí face uma op, foi o que aconteceu no litoral, né? Operação escudo, operação escudo. >> Operação escudo foi feito porque tava saindo de controle, entendeu? mataram policiais e aí meu tavam tinha denúncias de que estavam coagindo moradores, Comerciantes. Então a polícia
foi, fez uma operação, né, na época comandada pelo capitão de Rit como secretário de segurança pública, o coronel Cássio, né, que era que era o comandante geral na época. E foram lá e arrebentaram, entendeu? Colocaram o óleo da casa e e igual ao Rio de Janeiro, comerciantes, moradores, tudo aplaudiram a operação da polícia, entendeu? Então, quer dizer, os moradores, eh, >> inclusive teve níveis de aprovação bem Parecidos com esse, com esses que foram divulgados agora, >> os moradores que são gente boa, porque tem na comunidade tem, eu seria hipócrita dizer: "Ah, só tem vagabundo". Não,
não. Tem gente boa lá. Você pode ter certeza que o pessoal que é gente boa, quando entrou dentro de casa, fechou a porta, falou: "Puta que par, graças a Deus que isso aconteceu". Entendeu? que a a as pessoas que foram pôr a cara lá, algumas mães que foram Pôr a colocar a cara lá, era pessoas que eram já eram para mandar, já era para ó, vai lá e detona, vai lá e arrebenta. Porque teve uma mãe que falou assim: "Olha, eh, eu, o meu filho me ligou da mata para mim ir lá buscar ele, aí
a polícia não deixou entrar. Como é que a polícia vai deixar entrar uma mulher numa mata onde tá tendo um embate ali, tá tendo uma troca de tiro?" Ela devia ajoelhar nos pés de polícia e agradecer ao senhor salvou a minha vida. Porque se Ela entrasse ali, ela nem ia salvar o filho dela e nem ia se salvar, entendeu? Porque numa troca de tiro ali no meio do mato. Então ela foi lá e eu fiz um vídeo, falei: "Ó, a culpa do filho da senhora ter é da senhora porque a senhora não cuidou, devia ter
cuidado do moleque, deu pô". Às vezes não adianta, né? Não adianta. Não, >> não, não, não. Mas tem que fazer pelo menos tentar, tentar pelo menos, cara. Tentar pelo menos. Aí a mulher que tava Lá na favela com a criança de 10 anos, ela foi embora. Eu sei que todo mundo pode ir embora, pô, mas faça sua parte. As mães que tentaram fazer a parte dela e não conseguiram, não colocaram a cara, tipo assim, elas já sabiam que o futuro do filho dela seria aquilo. Porque só tem dois caminhos para pros jovens que entram nesse
nessa vida. Ou é cemitério ou é cadeia. Não tem outro lugar. O cara pode, eu não conheço, eu não conheço ladrão que se aposentou. >> É, não fica velho, né? >> Não fica velho, não se aposenta. Você tá entendendo? >> Só, só fica velho os que vão presos e fica preso uma tempão, né? Exatamente. O cara fica 10, 15, 20 anos, aí esse aí consegue amadurecer. Mas a grande maioria não chega aos 30. >> Aí tem uns cara aí que se fala: "Ó, não, que eu sou é maconheiro, entendeu? A maconheira é diferente de de
de traficante, de ladrão." Aí tem uns Maconheiros velho aí, [risadas] >> falando em nome dos meus amigos, >> uma moral para vocês aí, ó. É diferente, você tá entendendo? Mas é o que eu falo, cara, a a eu achei que a operação foi só não foi perfeita. por causa da morte dos policiais, entendeu? Ela só não foi perfeita pela morte dos policiais, só que a quanto a a morte do dos vagabundos, eles escolheram, porque eu falei, eu sei, eu disse em outro podcast que a polícia ela É legalista, irmão, vou te explicar por que ela
é legalista. Teve 19 vagabundo que se omiziou numa casa, pegou a mulher, a dona da casa como refém. Só nessa casa a polícia prendeu 15 fuzis. Tinha 19 vagabundo, 15 fuzis. Quando a polícia cercou, eles mijaram, se entregaram, fizeram a mulher gravar, né? Eles se entregando. Você viu essa cena? >> Vi esse vídeo primeiro até mostrou aqui. Eles se entregando, né? Saindo, pô, seis esculacho, pá, seis esculacho, pá. Saíram. Aí se entregaram, foram presos. Porque ninguém, você não vê ninguém falar dos 81 que foram presos. Isso daí ninguém fala. Só falam dos c e pouco
que morreu. E aí eles se entregaram. Aí teve, eu vi alguém falando e eu já dei uma rebatida nele que ele falou assim: "É, mas também a mulher tava gravando, meu irmão, se a polícia não é legalista, se a polícia é covarde igual o traficante, aquela mulher que tava gravando, ela ia virar o quê? Mais uma Vítima. Você tá entendendo? Ela ia virar mais uma vítima. Mas a polícia é legalista, irmão. Ah, independente de tá gravando ou não, se entregou, baixou a arma, ó, tô me entregando, já era, pô. vai preso. Eu sei que e
é até vai preso e amanhã tá na rua de novo. >> Uhum. >> Tá na rua de novo porque a gente sabe como é que nosso sistema nosso sistema que é judiciário. A gente sabe como é que funciona, infelizmente. Mas a Polícia é legalista. Se entregou é creque pro DP. >> Vocês acham que tem alguma chance dos bandidos que encontraram os policiais na mata terem sido de fato mortos por faca? Que nem tava se falando por aí? Eu não acredito. >> Eu também não. >> É assim, eu não, vamos dizer assim, para ser legalista igual
o C, eu não tive acesso aos autos. Uhum. >> Mas pode haver de ter algum embate corpo A corpo? A gente não sabe. O policial tá passando aqui, de repente o cara grudou o fuzil do policial, policial grudou no dele. De repente ele precisou fazer uso desse recurso. E isso a gente vai descobrir depois no no discorrer dos autos. O policial de repente na declaração dele falou: "Eu precisei fazer uso". Mas de modo geral, eu acredito que não. >> Esse essa >> até porque o o ferimento por arma de Fogo, principalmente os projetos de fuzil,
ele ele é pérforo, ele é pérforo contudente. Todo projétil ele é pérforo contudente igual o golpe de faca. Então o que acontece? A velocidade que ele passa e principalmente se passar, vamos dizer, no jargão de de raspão, ele vai parecer que cortou com a faca, mas não é um corte de faca, entende? Esse modos operantes de arrancar a cabeça não é da polícia, [ __ ] [ __ ] mas isso daí é desafiante, car. >> Aí entra aí entra uma pergunta. Será que os caras já não tinha um desafeto lá dentro e aproveitaram já para?
Ó, eu eu não não tenho, eu não não sei, não posso comprovar o que eu vou falar porque eu ouvi, mas disseram que teve mortes ali que pelo tempo de de de estarem ali mortos já foi antes da polícia entrar. Então o que que acontece? Vai saber se ali não aproveitaram. Pegaram ali os rivais ali, já aproveitaram, já fizeram uma faxina e colocaram na comanda da Polícia. Como é que pode garantir que isso não aconteceu? Inclusive arrancando cabeça. [ __ ] mano. Arranca. Ó, vou falar para você. Ô, ô, ô, Igor, eu sou policial. O
Nanc também p Se você tá trocando tiro numa numa numa mata, você não vai parar ali. Acabei de trocar tiro, bati um carpel, por que que eu vou cortar aquela cabeça ali? Mano, não tem não tem não tem explicação para isso, cara. Não é não é modos operantes da polícia, cara. A polícia ela quer Abater. Ela quer abater. Se o cara tá tirando, você quer e inutilizar aquele cara, acabou, caiu no chão, baleado, acabou a a injusta agressão, parte para outro, [ __ ] Tá na mata, parte para outro, avança, vai avançando agora. Não, pera.
Por que que eu vou cortar essa cabeza? Porque não faria sentido uma operação desse tamanho, o policial perder tempo para decapitar o indivíduo. >> Eu acho que não, nem cabe. Nem cabe. O problema que há muitas vezes é a Sensacionalização em cima de tudo. >> Exatamente. >> As pessoas elas, igual você mesmo pontuou no início, colocaram como uma mega execução, como eh uma chacina, um massacre. Aí até as grandes mídias depois começaram a mostrar tirando as roupas táticas, ou seja, aquele posicionamento dos corpos dos corpos um do lado do outro, que lá não foi a
polícia que fez. Aqui lá foi posicionado proposital para Fazer aquela foto impactar o mundo, colocar todo mundo de cueca ali. Aquilo ali é uma estratégia covarde para querer dizer que quem morreu ali foi inocente. Só que eu não vejo essas mesmas pessoas que estão batendo divulgar a lista de do da vida pregressa dos indivíduos que estavam lá deitado. Ninguém fala mais nada. Pera aí, meu. Não tinha santo ali não deitado ali. A imagem é como se fosse um monte de santinho. É como se pegasse os caras de cueca e executasse Todo mundo e falar os
caras tava desarmado e fizeram a [ __ ] de uma covardia. Aquilo lá foi uma [ __ ] de uma manipulação. Quem fez fez de caso pensado, inclusive retirando as roupas táticas dos cara, as camuflag de camáticas e e armamento também. Tinha armamento com eles também. Então, ou seja, ali foi pensado ali, ele foi uma estratégia justamente para impactar não só o Brasil, impactar o mundo para querer dizer aí, ó, maior chassino, Maior números de morte, como >> bater o recorde, marcas de guerra, de fato, são marcas de guerra mesmo, só que colocaram como se
fossem inocentes do outro lado, que tivessem morridos, fossem inocentes. E a gente sabe que não é. >> Aham. E um detalhe também dis em cima diso daí que o N falou, o o delegado, o delegado geral, ele foi muito feliz em quando ele disse assim, ó, nós temos a filmagem de quem tava cortando a tirando A farda, porque aquilo ali se chama fraude processual, entendeu? Porque você está eh alterando um local de crime. >> Ah, tirou da mata lá, trouxe ali, deixa do jeito que tá. A partir do momento que cortaram as roupas ali e
tem gente que lá que pôs a cara para cortar, todos vão ser responsabilizados. Todos vão ser responsabilizados. Os caras já estão pegando as imagens lá para responsabilizar por fraude processual. Então, quer dizer, aquilo ali foi uma Foi um negócio, igual o Nantes falou, foi um uma estratégia montada para denegrir a imagem da polícia, entendeu? Para jogar aquilo ali na comanda da polícia, porque não se não se pode provar que aqueles indivíduos foram retirados da matas, foram da mata, foram alvejados pelos policiais, n? Não se pode provar. Ah, pô, é muita coisa, >> a perícia dá,
né? A perícia vai dar agora. É muita coincidência. Ah, é muita coincidência. Eh, os polícias tá na Mata. Mas só que a mata ela é divisa de outras comunidades. Deu embate levado lá. Deu um embate >> ali ali >> é maré um para maré dois. >> Não, mas mas a ali de de [risadas] ter levado pr pra mata eu eu considero um sucesso na operação. >> Porque leva para longe dos moradores. Você levou para longe das pessoas que não tem nada a ver. >> Mas a a estratégia foi realmente essa. >> Foi genial. você afastar
para não envolver as pessoas e não ter aquela meu, morreu inocente, morreu uma criança. Não, não, não morreu quem tinha que morrer, quem tava armado e quem atirou, >> inclusive. >> E levaram pro local inclusive adequado. >> Adequado, não. E ali eles corriam, toda vez que a polícia entrava, os relatos dos policiais, eles corriam ali pra mata. E os policiais não tinham uma um Vamos dizer, uma estratégia no papel para entrar na mata para Só que dessa vez foi diferente. Os caras fizeram um cerco, veio os policiais entraram pelo outro lado, foram daqui, cercaram, houve
o entrevero ali e já era. Foi extremamente inteligente a operação porque tirou, foi como Nantes disse, tirou o pessoal, os vagabundos da área onde é onde tem a população que não não tem que não tem nada a ver com isso. Aí levou pro Matagal. E no Matagau foi onde Teve um embate e ó, uma parte da da mudança da mídia foi quando divulgaram o o policial que morreu sendo baleado lá. >> Sim. >> Ali foi um divisor de águas porque tava todo mundo falando não que não sei o Aí quando mostrou os policiais lá em
cima do morro lá e e o policial ser alvejado, inclusive um policial do BOP teve que se abaixar e puxar o cara baleado e outro que o outro delegado que tava com que tomou tiro na perna ali, começou a Mudar. Os caras viram que realmente o o o confronto houve o confronto, não foi novela, não foi fictício, não foi invenção da polícia, você tá entendendo? Então, para mim a operação, tirando a a morte dos quatro do de quem realmente foi assassinado, que foi os quatro policiais, a operação para mim foi um sucesso. E se dependesse,
se eu dependesse ter a força era para fazer uma toda semana, toda semana. E assim e indo se superando. Ó, foi 120, cara. Vamos a semana que vem. Vamos ver se a gente consegue e multiplicar isso daí, porque vagabundos a meta. >> Vamos dobrar a meta agora. Porque, irmão, é o seguinte, ali nenhum anjinho morreu ali. Teve um deputado aí que foi lá, morreram quatro pessoas da minha da minha igreja. Eu sou pastor. Morreu quatro pessoas da minha igreja. O que que os fiéis da igreja dele estavam fazendo 4 horas da manhã na mata armada
de fuzil? tava fazendo alguma alguma Oração lá. Como é que era aquela [ __ ] Tava no monte. Nem nem é ali do Legendários. É do legendários aquela [ __ ] Não. Então tava lá. Por quê? Se tava lá, velho. É o seguinte, só não morreu. Sabe quem não morreu? Quem tava dentro da sua casa com a sua família dormindo, vai esperando para ir trabalhar. Essa pessoa não morreu. Agora o vagabundo que tava na mata, armado de fuzil, trocando tiro com polícia, tem que morrer mesmo. E eu achei que foi Pouco, pouco por mim. A
podia ter triplicado isso daí que ainda tava pouco ainda. É, [ __ ] [risadas] Mas levou-se uma galera presa também. >> 80 81 81 presos. Por que que ele e é relevante isso aí? Relevante. Mas só que você não vê ninguém falar. Você viu alguém falar? Você viu a o Luciano Hul falar isso daí? Aquele hipócrita do [ __ ] >> Canalha, rapaz. >> Aquele canalha. O cara nasceu num berço De ouro, carro dele blindado. Quando ele foi em 2011 lá na favela, ele foi amparado pelo BOP, né? Hoje o cara vive num condomínio, uma
[ __ ] de uma mansão, carro blindado, [ __ ] segurança. Esse cara precisa da polícia. precisa para quê? Para nada. Agora quem precisa da polícia, aquele cara que tá invadindo a casa dele, ele liga um 90, esse cara aqui tá achando ótima operação, que é os quase 80% da população que está apoiando o governador Cláudio Castro. >> Inclusive Castro é [ __ ] >> 87% é [ __ ] né? Casto é [ __ ] mano. Casto é saco. Eu preciso lá dar um abraço nele. >> É saco, mano. >> Falando nesse nesse cidadão aí
cantando. É, ele ele foi na igreja lá, ele cantando. Nossa, gostou d gostei mais dá de 1 a zer nos n cantorzinhos de merda que tem aí. Aquele Fabro Vitar, Anita dá de 10 a 0, cara. Canta, >> muito invejoso, cara. >> Canta pr [ __ ] mano. Canta [risadas] pr [ __ ] >> Tu queria cantar que nem a Anita tu? Ah, Anita a única coisa que ela fez que me espantou foi a tatuagem no cu dela. Foi a única coisa que me espantou dela. >> Isso é verdade. Será que é verdade? >> O
quê? >> Que ela tatu, >> ela mostrou ela fazendo a [ __ ] da tatuagem no cu. Aí, >> tem que ver se é verdade se fez, né? >> Quem fez não, eu não quero nem ver, cara. Eu prefiro a morango do que ela. A morango é muito melhor do que ela, cara. >> Tá certo. >> Que aquele ali é um lixo. Ser humano lixo. >> Que isso, cara? Alguma vez tu já conversou? >> Sou com a Anita para saber se ela é um lixo. >> Com Anita? Eu não preciso nem conversar, irmão. 38 anos
de polícia me dá esse Feeling, >> tá? >> Eu olho assim pro Eu conheço o vagabundo a distância, velho. Vagabundo eu conheço a distância. E quando eu falar com um cara é vagabundo, irmão, pode escrever. Escreve. >> Você viu que da última vez que eu vim aqui eu falei uma coisa? Três dias [risadas] de >> Foi ou não foi? Foi, foi, foi, foi, foi, foi, foi. >> É, velho. >> Acredita no antigo. Alguma coisa chamou a atenção de vocês mais do que, por exemplo, a minha atenção chamou o fato dos caras tá usando inclusive drone.
>> Sim. >> Tipo, o armamento dos caras chamou muito a minha atenção. Aquele tipo de armamento ali. Ele é bom. Não é, não tem aqui também. Tipo, as os caras daqui também tem um armamento tipo aquele. >> Os caras quem? os bandidov daqui é >> menor, existe, tem armamento até melhor. >> Inclusive >> existe, >> mas lá os cara tava atacando de drone >> princiente, principalmente no, principalmente quando se fala de roubo de carro forte, >> tá? >> Os caras os caras vêm com ponto 50, >> [ __ ] Não é, existe a Barret, já
não sei, já ouviu falar. >> Então os caras têm aqui e utilizam inclusive para rasgar no meio o carro forte para fazer com que o os agentes de segurança privada desçam, né, do veículo e muitas vezes utilizam explosivo. Eles o explosivo plásticos carola no caminão, explode o camião abre igual uma flor >> para explodir já os cofres, explodir tudo para para retirar a grana. Então existe equipamento até superior, inclusive, mas utilizado em operações, >> em operações, né? se é que pode se dizer Em situações para cometer crimes pontuais >> para enfrentamento, dificilmente é mais raro
para o enfrentamento ou ou no decorrer do no desdobramento de um crime desses, quando depara com um comboio policial, muitas vezes eles fazem uso desse armamento. Mas vocês já também já se encontraram em posições de conflito intenso, assim como foi, talvez não do tamanho que foi no Rio, >> mas já estiveram ns confrontos sinistros Também, né? Aqui em São Paulo eu costumo dizer que eu tive num um conflito para mim que mais se aproximou daqueles, eu acredito que foi na favela da funerária. >> Como é que foi isso aí? >> No dia, eh, era um
pouco depois do do Black Block, tava tendo algumas manifestações, tal. 2012, 13. >> É 2012, exatamente. >> Naquela época, eh, eu lembro que chegou no rádio, tava na zona leste, chegou no Rádio que indivíduos haviam cercado uma uma viatura e estavam atirando de fuzil. O, as viaturas estavam acompanhando uma manifestação, esses indivíduos cercaram. Na realidade, depois a gente foi apurar os fatos. Tratava-se de um roubo a uma transportadora que era próximo. Quando viram a viatura que estava lá por conta da manifestação, atiraram contra a viatura. Estilhaços atingiu esse policial. policial pediu apoio e quando foi
chegando as viaturas em cima do Viaduto Curuçá, eu lembro que eh eu fui a uma viatura, eu devo ter chegado uns 15, 20 minutos depois que nós estávamos na zona leste, então deslocamos rápido, né? Logo no começo ali da zona norte >> tinham quatro contigo, era você mais três. >> Eu eu mais três policiais, mas no dia foi acionado todas as viaturas do batalhão nosso que estava na rua. Tá? >> A rota ela trabalha em nível estadual. >> Uhum. >> Quando não tem alguma operação específica, ela faz patrulhamento na na região metropolitana, na capital e
região metropolitana. Então é muito rápido o deslocamento. >> E o Telhada me contou que sempre em viaturas com quatro policiais. >> Viatura sempre com no mínimo com quatro. Pode acontecer de ter cinco quando tem um estagiário na viatura, >> mas quatro ou cinco policiais, um equipamento é mais adequado para um Combate com indivíduos com armamento mais pesado também. Ou seja, viatura de rota sai no mínimo com três fuzis, >> tá? >> No mínimo três fuzis, enfim, é uma viatura autossuficiente, vamos dizer assim. >> Fiz o que é? >> Temos geralmente hoje os mais utilizados são
o FN SCAR, o H e o L. O H é o 762, o L é o 556, >> tá? E calibre 12 nós temos temos Inclusive a calibre 12, aquela semiautomática [ __ ] italiana, daqui a pouco eu lembro o nome dela. Enfim, temos equipamento de ponta, fora todas as pistolas, policiais com pistola, carregador sobressalente em grande quantidade, enfim, para esses tipos de conflito. Eu lembro que no escudo balístico temos todo o equipamento para enfrentar uma guerra também. E aí eu lembro que quando chegamos nesse Local, eh, foi sinistro porque quando a gente chegou em
cima da ponte, tinha um monte de carro parado assim, atravessado no meio da pista, as pessoas se jogaram embaixo do carro, os caras estavam dando rajada, dava para ver os tiros traçante vindo de dentro da comunidade da da favela da funerária. E aí, cara, é aquele momento que você olha pro lado e fala assim: "Meu, não tem mais ninguém para chegar, mano?" Aí fala: >> "É nós mesmo, mano. De improviso, cara. É de improviso. Nesse dia eu lembro que para não delatar posição nossa, pros caras não terem visão plena, nós fomos apagando as luzes da
do poste no na bala. Você dava tiro e apagava. E aí a gente foi fazendo fogo de cobertura, progredindo pro interior da comunidade. E nesse dia nós conseguimos abater três indivíduos. Três indivíduos foram mortos >> num confronto e três fuzis recuperados. >> Quanto tempo tu ficou aí nessa ocorrência? >> Essa operação durou em média aí umas 2 3 horas, >> tá? de operação pra gente conseguir atingir até o ponto das trocas de tiro. Então, foi uma operação intensa, cara. >> E o polícia que tava tomando tiro lá na viatura. >> Então, conseguimos fazer o fazer
o o fogo, através do fogo de cobertura, a gente conseguiu liberar espaço para que ele fosse socorrido pela equipe. Nesse dia, aeronave tentou fazer um sobrevô. Aeronave nossa, das únicas aeronaves militares que que o Águia, né, o Águia da Polícia Militar, ele voa à noite, >> ele tem um um oloforte gigantesco que vira um dia onde passa, mas nesse dia ele começou a receber disparos e teve que abortar o o sobrevo inclusive também no dia. >> Uma [ __ ] de uma operação, cara, similar o que a gente vê no Rio, né? >> Sinistro. E
tu, C, já passou por uma dessas aí também? Não, porque assim, e Eu a rota ela tem um diferencial de quem trabalha no no na área, né? Eu nunca fui nunca trabalhei na Rota, sempre trabalhei no tático, na ROCAN, então a gente é mais territorial, né? Ali, vamos dizer assim, tem um determinado delimitado. A rota, não. Por exemplo, o N estava na zona leste, deu um negócio na norte, ele vazou para lá. Então, a probabilidade de quem trabalha na rota, de quem trabalha na especializada de trombar com a situação um pouco mais Avantajada é muito
maior, né? a gente não, a gente, eu já tive uns embates, mas embates assim, eh, igual favela da Vila Prudente, né, eh, acompanhamento de de carro roubado, entendeu? Então, quer dizer, a gente tem esses embates. Eu quando vinha na na RCAN ali na na favela da Vila Prudente, a gente tinha uma uma técnica da gente tentar pegar os cara que era assim, se você os caras de longe vê a viatura e já dá um toque no rádio e, né, os caras já somem. E a gente Vinha com as viatu, com as moto, tinha um caminão
aqui, a gente vinha no caminão aqui, ó, da lateral do caminhão. Quando chegava em cima da favela, a gente saía de trás do caminhão e aí era espanta barata. Aí os caras corria. E a gente a vantagem da moto é que os corredor da favela, a gente você mete a moto ali e cai para dentro, né, velho? A gente metia a moto ali uma vez numa dessa daí eu joguei a a moto no nas pernas do cara, trançapé, o cara caiu, a Arma dele já saiu rodando. Mas aí o que acontece, como no Rio de
Janeiro também as favelas daqui, quando vê uma situação dela, elas crescem para cima do polícia, você tá entendendo? Elas vêm para cima. E aí eu peguei, segurei o cara, vi a arma ali, peguei a arma do cara, segurei o cara aqui, mas só que eu tava sozinho, tava eu e mais um só na moto, ele pegou um que tava na na entrada e eu entrei sozinho. Aí numa dessa daí você tem que escolher a sua segurança ou você prendeu O vagabundo, entendeu? Aí eu optei pela minha segurança. Aí a favela caminhou para cima, cresceu para
cima de mim, efetu um disparo para cima, que também não é eh o o regular, você não pode fazer isso daí, mas >> regular, mas foi o meio necessário meio necessário ali, entendeu? E falei: "Ó, quem vi vai tomar". >> E aí o HT ocupou um apoio, pá, e as barcas chegou as quatro rodas, fechou. Aí peguei com a arma do vagabundo, sem o Vagabundo, mas aí apresentei a arma, no outro dia nós fizemos, intensificamos ali, conseguimos pegar o cara ali, né? Eu reconheci ele, peguei e levei pro DP. Então, quer dizer, o embate, meu
embate não era tão assim, eh, violento como como quem trabalha na rota. A rota tem essa vantagem. Ó, o litoral tá pegando, desce, >> municia as barcas e vai pro litoral. Era, sei lá, >> roubo de caixa eletrônica, manda todas As viaturas para lá. Aeroporto, manda para lá. A possibilidade do embate é muito maior, entendeu? E a gente não, a gente que trabalha na na na área, você já eh você vai ter um embate ali, se você trombar de repente com os caras saindo de um roubo que tiver de fuzil, você vai ter aquele embate,
entendeu? Mas é mais tranquilo, vamos dizer assim, né? Entre aspas, é mais tranquilo >> essa essa operação do Rio. E a na verdade eu acho que o ponto aqui tem Mais a ver com a aceitação da sociedade, de quem tá e de quem tá e de quem sofre na mão, né, da galera aí. Eh, me parece que há uma aceitação, talvez agora fica mais claro com essa com a publicação dessa >> da pesquisa >> da pesquisa, eh, que mostra que a polícia parece que tá mais eh sendo mais aceita pelo povo de uma forma geral.
Sempre foi assim ou agora que estão olhando? Porque assim, você tava, vocês Estavam me contando que a durante a operação escudo lá em Santos, o o as pessoas que lá moravam aplaudiam a polícia e tudo mais, né? Na mídia >> como sendo como tá sendo feito no Rio também. >> Sim. >> É, >> na mídia eh a operação escudo foi uma carnificina também. Veja, né? Mas eh esse momento agora que com essa acho que essa pesquisa ela é muito emblemática Nesse sentido de mostrar que boa a maior parte quase que toda a galera que tá
lá eh aprova, né? Isso. Vocês sentiam isso enquanto estavam na rua ou isso é a população de fato tá começando a a se enxergar melhor com a polícia? >> Na realidade, no na numa análise que eu faço, a população sempre confiou na polícia. Eu sempre, eu costumo dizer, um dia sim, um dia não, tava dentro de comunidade, tava dentro da favela. Eu sempre encontrei pessoas boas, pessoas Que estavam dispostas a trazer informações, informações sobre os criminosos, mas muitas vezes as pessoas tinham medo até de se expressar. E quem não se expressa automaticamente quem falava pelo
povo era a mídia, era os políticos mais voltados para esse lado. Só que agora o povo tá, o povo tá tão de saco cheio, cara, que o povo tá indo pra rua e falar e tá tendo coragem de dar a cara tapa, como o Pimentel comentou esses dia mesmo de uma senhora que falou Assim: "Eu não aguentava mais eh essa essa barricada aqui na frente da minha casa, não aguentava mais ser oprimida pelo crime". As pessoas estão de saco cheio, não estão aguentando mais, porque a grande maioria das pessoas são boas. e um número de
marginais mínimos que tem colocado essas pessoas de refém. E isso tem aumentado cada vez mais a pressão. Nós vimos matérias recente, agora agora tá pipocando tudo. As pessoas estão tendo coragem, inclusive, de ir pra Internet. Eu vi um uma matéria de um de uma senhora que tinha uma filha de 10 anos que essa filha, o o chefe do tráfego, o gerente do tráfego, chegou para ela e falou: "Essa menina vai ser minha mulher". E ela mudou da comunidade com medo do cara tomar a filha dela como mulher. >> Uhum. >> Então isso isso é uma
realidade que acontece todos os dias. Todos os dias na comunidade as pessoas sofrem, as pessoas Não aguentam mais. E infelizmente a gente tem uma imprensa que é muito mais voltada para denegrir a imagem policial, porque a única salvação dessas pessoas que estão dentro da comunidade, o único alento é o policial. E na maioria das vezes, eu vivo muito isso aí, principalmente na Câmara, hoje existem políticos que tentam a todo momento distorcer e dizer que a polícia entra na comunidade para oprimir preto pobre, eh, que não teve oportunidade na vida. E na Realidade é justamente o
contrário. A polícia ela vai lá, a polícia vai lá como como nós sempre fomos no interior das comunidades para trazer um alento para essas pessoas, para trazer um alívio, falar assim: "Porra, até que enfim alguém tirou esse esse maldito daqui. Esse traficante tava ameaçando todo mundo. Até que enfim alguém prendeu ele. Se o cara trocou tiro, graças a Deus. Ó, quantas vezes no meio de de comunidade de favela, nós matamos o Ladrão lá, passava as pessoas quietinha assim, ó, com medo de ser vista e falava assim: "Obrigado, obrigado. A gente não aguentava mais esse cara
aqui. E isso a gente, eu vivi isso durante anos na minha carreira". Mas hoje eu acredito que eh as pessoas estão tendo mais coragem. A a própria população de bem que mora lá dentro tá tendo coragem de colocar para fora e falar assim: "Por qu, sabe por quê? Porque ela já é Ameaçada todo dia. Ela toma o cara enfia o revólver na cara dela todo dia. Então, talvez hoje elas enxergaram com essa operação, elas enxergaram uma esperança. >> Qualquer coisa com essa operação, elas enxergaram uma esperança de falar assim, ó, tem alguém olhando por nós
que tem coragem de combater. Eu falei uma frase um tempo atrás que eu falei assim, >> foi até lá no Glauber, né, mano? Glauber, eu falei assim: "Ô, Glauber, >> você apruma não, João? >> Você apruma não, não, não pensa aí não. [risadas] Eu falei assim: "Ô, Glauber, os pitbull tão tudo na corrente, >> os pitbull tão tudo na corrente. Quem que são os pitbull? Os policiais idealistas que tem coragem de cometer o bandido, o traficante que oprime o cidadão de bem dentro da comunidade. Os os pitbull estão tudo na corrente. Por que que o
pitbu não vai lá? Muitas vezes por entrave ilegal, muitas vezes por interferência política, interferência do Judiciário, os pitbull tão aqui amarrado. Eu senti isso aí na pele ao decorrer da minha carreira, muitas vezes ficava fora da rua, como outros amigos combativos, caras que tem coragem de combater o crime. E de repente, >> por que que tu ficava fora da rua? >> Porque a gente combatia o crime e às vezes não era conveniente e a gente combatia, sempre combateu com muita vontade, com muita verdade. E aí que acontece? Os pitbull tava tudo na Corrente aqui, ó.
Eu falei, sabe quando os pitbull vão ser soltos? Quando o caos se instalar, quando a mulher de 10, que tem uma filha de 10 anos, vê a filha dela praticamente eh ser sequestrada pelo crime, for lá e pedir socorro e vê que não tem mais jeito, que como ela existem milhares de pessoas, então tá na hora de soltar os pitbull e soltar os pitbull. E eu sempre falei que o crime nunca mais vai ser mais forte que o estado com os verdadeiros combatentes, Os homens combativos. E hoje a prova tá aí. quando soltou os pitbull
da corrente, colocou para fazer o que tem que ser feito. Eh, mais de 100 mortes, mais de 100 mortes. Só que pergunta quantas pessoas inocentes morreram. Zero. Tá lá a lista agora. Para quem tava falando besteira na imprensa, tá lá a lista. E o povo de bem que tá dentro da comunidade tá aqui, ó. Falou: "Meu, acho que chegou o tempo. Agora eu vou colocar a cara pra frente, eu vou Colocar a cara na internet, eu vou falar mesmo que eu tava sofrendo isso para ver se eles continuam". E eu torço muito que essas operações
continuem. Quem não quiser se entregar, filho, vai pro saco. Problema do ladrão que não quisesse entregar. Quem quisesse entregar, meu, você apruma. Nãoé não tá falando, ó. Você vê como o absurdo que hoje em dia quem romantiza vagabundo, traficante, ele não tem mais vergonha de pô a cara. Tanto é que na Câmara aqui de São Paulo, né, na Câmara Municipal, teve umas vereadoras lá que queriam um minuto de silêncio pros vagabundos. Graças a Deus que o Nantes estava lá, o Adriles, o Pavanato brigaram, armou a maior guerra lá porque queriam, pô, isso é um absurdo,
cara. Isso é um tapa na cara. É um tapa na cara de quem paga imposto, de quem é trabalhador. Outra coisa que o tá falando que ele ficou afastado, pô. O que acontece é o Seguinte, os cara eh que o polícia que trabalha, o polícia que trabalha e ele ele gera trabalho para todo mundo, você tá entendendo? O polícia que trabalha ele gera trabalho pro delegado, pro escrivão. >> Morte na praia é afogamento. Morte na mata, crime ambiental, [ __ ] Você tá entendendo? Aí o que acontece? O policial que trabalha, ele faz todo o
sistema trabalhar. Então, por isso que às vezes os caras quer podar. Uma vez eu Teve até um fato engraçado, eu tava nas RCAN e aí me mandaram patrulhar uma determinada companhia >> e eu tinha sempre a mania de ir na companhia me apresentar pro comandante que eu era do tático, né? Tudo bem com o senhor, ó, tô patrulhando a área do senhor hoje. O senhor tem algum local aí que o senhor queira queira que eu intensifique, né? Né? Aí ele falou assim: "Não, ô Castor, obrigado aí, pô, tal lugar assim, assim". Aí eu Brincando, falei
assim para ele, né? Falei: "Inclusive, vou matar um ladrão na área do senhor hoje, né?" Ah, brincando e, né, pedindo para Deus que acontecesse, né, meu? Aí ele falou assim: "Castrou, pega suas motos e some daqui. Não quero você na minha companhia". Falei: "Não, chefe, tô brincando, pô. Brincadeira, pô". Aí me despedi dele ali, saí, fui tomar um café na cozinha, né? Com a com as frente de trabalho que tinha na época. Daqui a Pouco o meu capitão me ligou, "Castrou, o que que você falou pro capitão"? Aí falou: "Chefe, fiz uma brincadeira com ele,
né?" Ele falou assim: "Ele mandou se rapar fora daí, vai para outra companhia, ele não quer você aí". Você tá entendendo? Então que é eh funciona assim, quando você quando você trabalha você faz o sistema trabalhar, entendeu? Então é mais simples pro cara você trabalhar, terminar seu serviço, você escrever assim, ó, >> sem alteração, >> durante o patrulhamento, sem novidades, >> você tá entendendo? E o cidadão fica, muitas vezes >> e o cidadão fica mercer, >> porque muitas vezes a falsa impressão do político, a falsa impressão do político que existiu tempos inclusive, ah, o policial
matou um bandido aqui na área hoje. Dependendo de como a imprensa veicular aquilo, aquilo é prejudicial para o político que tá pro governador. Um exemplo, prejudicou a imagem do governador. O governo tá tendo, o governador tá tendo que se explicar pra imprensa. E a partir daí ele vai descendo ordem para baixo. Que [ __ ] é essa? Vocês me foderam, tiraram eu do meu sono para me dar trabalho por causa de uma [ __ ] de uma morte. Só que, meu irmão, não é o polícia que escolhe. E muitas vezes esse polícia que é combativo,
que tá indo atrás do bandido, ele é olhado, ele era olhado, que é hoje No governo tá muito bem. O governo atual de São Paulo, eu tenho que falar muito bem do governo, do secretário. Hoje policiais que são combativos continuam trabalhando, graças a Deus tá muito bem. Mas em governos anteriores nós tínhamos grande dificuldade porque você era visto como problema. Você que tinha coragem de pegar o ladrão na unha, ir atrás, trocar tiro, meu, você era problemático. O cara olhava, falava: "Meu, pela aí o que que faz? Some da minha companhia". >> Por quê? >>
Muitas vezes o comandante ele ia ver que ia vir uma [ __ ] de orde para de baixo para cima que ia [ __ ] a vida dele mesmo. Ele ia falar: "Mano, você é problema. Some daqui". Eu quando eu tava, eu tava trabalhando aqui que eu falava assim, cpou, dava uma ocorrência de gravidal, cpom, ó, tô a caminho. Aí eu já sabia os caras, os motoristas dos oficial falar: "Puta que pariu, não acredito, o carro tá indo para lá, mano Ó, zica, pá." Entendeu? Porque os caras sabia que eu ia chegar lá e eu
eu tenho a mesma linha do do Nantes, velho. Nós vamos para resolver. É polícia, é resolver, irmão. Chega lá, se tiver que tromar tiro, tiver meu, vai para cima e arrebenta. Por isso tem que ser assim, cara. Polícia. Hoje em dia o que tá acontecendo na a diferença da polícia hoje é que tem muito concurseiro hoje, entendeu? Cara que entra aqui, o cara tenta 10 concursos, desgraçadamente ele Passa pro da PM, aquele maldito. Aí o que que acontece? Ele vai lá, faz a escolinha dele, né, meu? Para mim, o que uma das coisas que eu
que se eu tivesse condições senho de mudar na PM, eu mudaria é na formação. Quem tá formando o polícia tinha que ter poder de veto, chegar a reunir os instrutores, falar: "Esse cara não serve". E aquele aquele aquilo ali ser acatado? Entendeu? Porque hoje em dia você, eu converso com os instrutores falar, mano, tem uns cara Que pelo amor de Deus, >> o instrutor, os instrutores é tudo sargento. >> Não, não tem oficial, tem praça, sargento, eh, tem até soldado que dá instrução, soldado, cabo, sargento, tenente, capitão, né? Então o que que acontece? Tinha que
ter o o veto, entendeu? Aí o que que acontece? O cara que ele entra aqui, ele é concurseiro, aí ele conseguiu passar na PM desgraçadamente. Aí ele vai, pá, faz o Curso lá, pega a farda dele, vai tirar fotinho para colocar no TikTok, né? Ah, já a a f já vai apertar para ficar apertadinho para mostrar as tatuagem. Esse cara, se tiver um embate, ele vai querer trocar tiro? Não vai, irmão. É, >> não vai. Você tá entendendo? Ele fala assim, ó: "Tô fazendo minha faculdade e eu quero terminar minha faculdade e canelar. Não é
que nem eu que eu entrei em 1987 e eu sabia que eu só ia, só ia depois de 30 anos que eu ir embora. Sabe Nem Sabe nem fazer o óco fundo do copo, [risadas] mas [ __ ] >> Vim para combater o vontade de catar ladrão. Ah, me deram um pica-apau. Falou assim, ó, sem colete, um Fusca. Fala, vai lá, polícia, mostra que brilha. Que que é [risadas] que é um picapau, Castro? >> É o 38. Aquele que que tem o cão, cão junto, pica-pau. Parece um pica-apau. Dá um pica-pau sem colete, um fusca
>> sem comunição, que você não pode pôr seis. Ele tem capacidade para seis. Mas aonde tá ali o cão, você não pode colocar aqui, acident e o carregador era aquele estilo Fordeste que você tinha que tirar uma por uma e colocar, você entendeu? E tava lá e falou: "Vai lá Castrão, combate o crime". Aí eu combati o crime, >> resolvi o briga de marido mulher como >> é não. Tapa tira pro alto primeiro. >> É, tiro pro alto primeiro. Tapa puxão de Cabelo. Era ia, viia para resolver. Resolvia, [ __ ] >> Resolvia. Nunca mais
ligava. Não, e no é assim. [risadas] E aí o tempo que eu ia que eu chegava assim, ó, quando você chegava com a viatura, porque tudo é impacto psicológico, irmão. >> É verdade. >> Tudo é impacto psicológico. Hoje em dia, se você para, tá tendo um zulu ali, pá, diferente. Chega o N com esse bigodão Aí, aí já com aquela, com todo respeito. Mas assim, [risadas] cara, ou tem umas foto tua que é assustador apenas, tá? O alemão da rota. Então eu não tinha essa, eu não tinha essa cara de, mas só que a gente
chegava psicopata, >> mas eu vou falar isso aí, ajudava na abordagem, cara. Auda, [ __ ] mano. Você chegava na ocorrência, aí é chega hoje e fala assim: "Tá, aquela aquele tumulto, né, meu". Chega hoje e fala assim: "Boa, boa tarde, tudo bem? Que que tá Acontecendo?" Como é que tá a farda? >> A farda tá tá salhando, né, meu? O polícia, o polícia é a vácuo. Coloca ele aí a vinco. A gente era tudo largado, tudo [ __ ] bigodeado. >> Até, tem até um meme, né, que os caras fala. Eu gostava era aqueles
polícia feio todo sujo. >> Exatamente. A [risadas] farda tudo respindada de gordura de que você dos lanches que você comia, bafo, [ __ ] E aí chegava e falava assim, eu já descia Da viatura e falava assim: "Que que tá acontecendo nessa [ __ ] aqui, caralho?" Aí os caras já escutava os caras já sair e falava assim: "Aí agora os homens chegou, hein? Aí [risadas] ó, aí agora aí você já vinha ali e a gente já tinha já a a técnica para isso. Quando você pegava um tumulto, você quando você chegou, você já olha
quem tá tumultuando, aí você vai naquele e arrebenta aquele. Aí os outros falar: "Pelo amor de Deus, tô fora, cara". Não. E então era era assim que a gente resolvia. Agora hoje aí eu falo isso daí no podcast, nossa, a polícia era violenta. Era era violenta e funcionava. O crime estava controlado. Agora hoje você vê com toda a técnica, com Hilux, eh, nave espacial, pá, e os caras chega e os caras taca a pedra na viatura, né? Eh, vai para cima do policial. Quando que no meu tempo o cara vinha para cima de mim, cara?
Quando? Nunca. >> Vinha, não vinha. >> Aí hoje eu vejo os policiais tentando imobilizar o cara. Velho, não tem negócio de mobilizar. Eu só sei lutar pon 40, 9 mm, 38. Caminhou para cima de mim, é pau. Não tinha conversa. A gente já é, os instrutores falam pra gente, ó, você mira no nariz e você dá, porque no nariz é delete, até o cara descobrir onde ele tá, você já gemou o cara. Então, quer dizer, são essas coisas que mudam. Eu sei que eu falo isso daí, eu não é que eu quero que a polícia
faça Isso hoje, é surreal, é outros tempos, outras políticas. Mas eu quero que o pessoal saiba que a polícia já foi assim e controlava o crime. >> Mas do ponto de vista eh do ponto de vista de instrução mesmo, como é instruído no vamos lá. E assim, eu tô falando não tô falando das instruções que tem do mundo real, eu tô falando na teoria como é que como um um policial deveria agir no caso desse aí que tu fala: "Ó, vou dar um no teu nariz e já Era." Como é que é hoje? Hoje vai
tentar conter o cara, né? >> Eu acredito que hoje o policial ele, principalmente por conta de toda essa pressão, essas reformas que passaram, câmera, o policial ele trabalha um pouco amedrontado, ele trabalha inseguro, cara. E não tem coisa pior para profissional quando você trabalha inseguro, cara. Hoje, recentemente, por exemplo, nós tivemos decisões da STJ que o cara ele Teria que fundamentar a fundada suspeita para ele poder abordar, >> tá? >> Aí você me mete uma câmera no peito do polícia. >> Aham. >> Beleza. Aí o policial, existe um negócio que chama tirocínio policial. >> Uhum.
>> Qualquer qualquer profissão do mundo é considerado a experiência do Profissional. Na polícia não. O judiciário falou que não pode ser considerado a experiência dele para basear a fundada suspeita. [ __ ] meu irmão, nós tem mais, eu tenho mais de 20 anos de polícia aqui. Tem mais de 30. >> Tem 38, >> cara. Eu bato o olho no cara 500 m. O jeito do cara andar, o qualquer gesto que o cara fizer, eu tenho certeza que ele tá com alguma coisa ilícita ou que ele tá devendo. Mas se eu for Fundamentar legalmente, não consigo,
porque o judiciário entendeu que aquilo não serve de base. >> Tô entendendo. >> Aí você imagina, >> judiciário que nunca sentou numa viatura. Aí você imagina que esse policial, ele tem uma câmera no peito, >> ele vai fazer esse tipo de abordagem, aí ele pensa: "Porra, abordo, não abordo? Se eu abordar, está sendo gravado. Se for gravado e o cara não tiver nada de ilícito, eu posso responder um abuso de autoridade. Se o cara tiver um advogado que instrua mais." E muitas vezes esse policial, ele vai abordar com medo, ele vai fazer uma revista, por
exemplo, e o cara não vai deixar. E muitas vezes esse cara tá armado. Esse cara muitas vezes, como a gente viu, esse cara ele percebe a insegurança no olhar do policial, porque o ser humano, eh, principalmente em situações de Estress, ele tem uma ele tem uma análise muito mais eh total, acho que faz sentido. >> É, ele tem uma análise em situações de stris, ele tem uma análise muito mais primitiva, vamos dizer, muito mais animal. >> Uhum. do que do que é racional. >> E ele consegue detectar e eu sei o que você tá falando,
em em situação de estresse, tu consegue mesmo que eh instintivamente Consegue sentir o que que o cara tem pelas microsões, tudo mais. >> Ex. E o policial hoje, principalmente, infelizmente, uma coisa que não tá sendo dada a ele ou entregue ou ensinada é a maldade. O policial ele tem que ter maldade, >> ele tem que ter malícia, ele tem que ter maldade. >> Até a maldade não é para você fazer maldade, é para você identificar a maldade. >> Isso, a maldade, a maldade que você tá falando aí é é a maldade de, de conhecimento da
vida. >> Maldade que é diferente da crueldade. Uma pessoa cruel é diferente de uma pessoa maldosa. >> Beleza? Ele tem que ter a maldade. O que que é a maldade? eu saber que se esse indivíduo tá armado e e que ele pode atirar em mim, eu vou atirar nele antes, mesmo que que ocorra a morte dele. E o que muitas vezes acontece, Principalmente com um cara que tá iniciando, eu falo assim: "Você tem coragem de matar alguém?" Não. Fala: "Meu irmão, se você não tiver coragem de matar, você vai morrer, por onde, [ __ ]
vai, >> você vai morrer na hora que você catar". Sabe por quê? Porque o marginal ele se prepara. O moleque que tá lá na quebrada, que tá andando com os outros bandidos, que tá aprendendo com o crime ou que já passou num numa Fundação Casa, Como eu vi relatos de amigos meu que eram instrutores dentro de Fundação Casa, a molecada treinando da geral num roubo dentro da Fundação Casa. A molecada treinando e aí o cara falava assim pro outro: "Vai, meu, achou a arma, achou a arma, atira nele." A molecada treinando a maldade, treinando a
crueldade para ser cruel. Hã. >> E aí o cara quando ele não tem essa maldade dotada de insegurança, instintivamente, quando a gente chega no Embate, que um olha pro outro e e o marginal ele percebe que esse policial tá inseguro nos atos dele, que ele não vai ter coragem de sacar a arma dele e atirar se precisar, o marginal que é cruel, que é maldoso, que que ele vai fazer? vai matar. Ele vai ter coragem de investir. Ele tá desarmado, tomar a arma do policial e matar o policial à vezes até com a própria arma,
porque ele viu, esse cara não tem coragem. Eu tive e é muito louco isso aí. Eh, eu tive um Tempo em Campinas, eu fui responder um processo administrativo, eu trabalhei em Campinas, aí me colocaram para trabalhar na região central. Lá na região central antigamente a gente tinha, agora é bom ainda para todo mundo e obrigado o coronel Cásio por ter feito isso aí, mas a gente usava, tá ligado aquele que parece um pastel? Usava aquele Bibico. Tô trabalhando no centro de Campinas. >> Que que tu achava de usar o bibico, cara? >> [ __ ]
era [ __ ] irmão. Não vou falar real, irmão. [ __ ] gostava da boi na caída nos olhos. De repente um bibico, nada contra quem usava. Mas, mano, >> antes ou depois do se apruma não, João. >> Cara, foi antes, um pouquinho antes. >> E aí eu lembro que eu >> não dá para você colocar o Bibi, não dá, [risadas] né? Eu peguei uma ocorrência e não é [ __ ] E fica parecendo um pasteleiro, >> parece um soldadinho daquele de cantiga De criança. Mas antigamente, sabe como é que os caras escolhi a farda?
Cortar rapidinho. Colocava uns manequim e colocava um povo assim do povo para ver, né? Entra o primeiro polícia. Ninguém falava nada. Quando entrava um que [risadas] todo mundo risada, fala: "Essa daqui, >> essa aí, >> essa >> antigamente era assim, cara, só farda ridícula." Tá, >> hoje não. Hoje, graças ao coronel, >> meu. A farda da PM hoje é top, cara. Top. >> E aí o que acontece? Mas, mas essa experiência ela serve para mostrar que muitas vezes não é onde você tá, não é a modalidade de patrulhamento que você tá, mas é saber se
posicionar. E nesse exemplo eu lembro que tinha uns informantes lá no centro de Campinas. O cara entrou, roubou uma lanchonete e correu pro ponto de ônibus. E o Informante ficou no visual e ligou pra viatura. E a gente tava, meu, 2 km, 1,5, tava perto. E o cara falou: "Meu, é um cara de vermelho calça jeans". >> Cheguei, ponto de ônibus lotado, a borda. Cheguei na abordagem, só que a impressão que o cara tinha é que os policiais de Bebico era mais tranquilo, se [ __ ] >> certo? tava eu e o outro polícia que
era um [ __ ] de um polícia Januário, mandar um abraço para ele. >> Aí eu lembro que esse indivíduo que foi uma situação mais ou menos até parecida com a do Cabo Santana na Paraisópolis, >> eu lembro que esse indivíduo, eu tava com a CT30, fiquei na segurança, descemos, abordamos ele no ponto de ônibus, o polícia grudou ele. Quando o polícia começou a dar geral, ele se embolou com o polícia, esse cara. >> Aham. >> E virou emboleiro. Por quê? Ele achou que teria condições de fazer o Enfrentamento e correr. Eu lembro que as
as minhas palavras foi pro foram pro policial. Falei: "Descola dele que eu vou atirar nele." E quando >> aí, [ __ ] >> quando eu fui puxando de lado assim que o cara olhou no meu olho, meu, >> foi engraçado porque ele olhou no meu olho, ele viu que eu ia atirar mesmo, que ele tava ali embolando, tentando catarão do polícia naquele emboleiro. Eu falei: "Descola dele que eu vou atirar Nele." Quando ele olhou no meu olho assim, ó, eu lembro que ele falou assim: "Eu perdi, soltou e deitou no chão, cara". E foi três
palavras que eu falei, cara. Só que ele viu ali distintivo ia vir bala mesmo. Ia mesmo, cara, do jeito que ele se embolou ali. Mas isso é o cara perceber a segurança que eu tinha do que eu tava fazendo. Por que que eu ia atirar nele? Eu tenho uma resposta jurídica para aquilo. A qualquer momento Ele podia pegar a arma do policial, balear o policial, balear eu, balear quem tava no ponto de ônibus. Então eu tinha uma ali nós estávamos num perigo iminente e eu atiraria nele, mas esse conhecimento técnico muitas vezes não é passado
pro policial novo e ele vai ficando cheio de insegurança, cheio de dúvida na cabeça dele, na hora de atuar muitas vezes ele acaba não obtendo um êxito desse. >> E aí eu falo e aí é onde eu entro no Detalhe, não é a farda, é a atitude. É o cara saber conduzir a ocorrência. É ele olhar e falar: "Mano, fodeu". E aí é um negócio muito mais instintivo, muito mais animal. que tem que haver. E quando você age dessa maneira, foi lindo. O cara deitou, colocou as mãozinhas para trás, não precisa encostar um dedo nele,
ele já entendeu o recado ali. >> Exatamente. >> E esse eh, vamos lá, do ponto de vista de treinamento também, eh, Você nessa situação aí, o cara tava embolado com policial, com outro policial ali, você tinha todos o todo o amparo legal para neutralizar aquele cara ali. E esse neutralizar, ô Nantes e Castro, ele vem em que? De que maneira? Como assim? Eh, tu já dá o tiro na intenção de matar o cara ou tu dá o tiro na intenção de aquele cara ali não pode mais oferecer nenhum risco? >> Irmão, todo disparo é para
neutralizar Literalmente que é para >> é para tirar o cara de combate. >> O que acontece? Você numa situação de estress, geralmente o corpo humano depois quando você vai adquirindo mais experiência, mas essa historinha que muitas vezes os especialista de dá um óculos aí para mim invertido aí. Tem um óculos invertido aí. Pera aí, vou colocar. Pinta o cabelo dele. Pinta o cabelo dele. Pinta o cabelo dele. >> [ __ ] isso aí vai ser sucesso. Car, >> pinta o cabelo dele. Aí é sucesso, >> [ __ ] Mano, [risadas] >> agora eu vouar meu
pitar. Quando você vem nessa situação, você tá com a pedra primeiro, [risadas] tá ligado? Não, você procura a pedra e taca. Não, >> brincadeira à parte, cara, quando você tá na situação de estresse, existe um negócio que chama garrafão, que é o tronco, >> tá? >> Não existe negócio de dar tiro em perna. Ah, vou tentar acertar uma perna, tentar acertar um braço. >> A silueta que a gente treina não tem perna. >> A silueta [risadas] vai no estande de tiro, tem um quadrado que é similar o tronco. >> Tem uma cabecinha também, né? >>
É, tem. Algumas siluetas possuem, só que eu vou falar, na grande maioria das vezes, em situação de estress, você Enxerga o tronco e você vai atirar geralmente na na região tóáxica. É região toráxica. Não tem essa por e instintivamente você identifica também que é o ponto que o cara vai parar mais rápido. Agora é óbvio que um ferimento desse do impacto que pegar aqui ou pegar na cabeça vai desligar o cara e os danos são tão graves que esse cara provavelmente vai a óbito. >> Vai evoluir a óbito. Vai evoluir a óbito. >> Só que
mais uma vez eu falo, quem faz essa opção não é o policial, quem faz é o marginal. Porque no momento que nós paramos, levanta a mão, vira de costa, pá, deu geral bonitinho, tá preso. E ele era procurado, esqueci de falar, ele era procurado pela justiça esse cara. Por isso que ele ele ficou louco. Ele tinha mais crime para pagar, não era só o crime que ele tinha acabado de cometer. >> Deu a geral, pô. Tá bonitinho. Foi Preso, irmão. Tá preso. Agora, a partir do momento que ele optou se atracar com o policial, eh,
se embolar, tentar pegar a arma, meu irmão, risco, >> ele tá colocando a equipe em risco e ele vai tomar tiro para ser neutralizado, para que ele cesse aquela iminente injusta agressão. E a partir daquele momento, aonde pegar, geralmente os disparos vão ser pegados, vão, vão pegar aonde a gente treinou para atirar, que é aqui, ó, no garrafão. E às vezes Acontece dele abaixar e pegar na cara, na cabeça, enfim. Mas o ponto principal é aqui, é no garrafão. E outra, é preconizado pela polícia. Dois disparos. >> Double shot. É o double shot. >> É,
dois disparos. Pum, pum. Não neutralizou. Mais dois. Mais dois até multiplicado por dois. >> Pô, mas como é que o cara vai aguentar dois tiros de fuzil? >> Aguenta, aguenta >> de fuzil. >> De fuzil >> de 556 também. É. No, no, no dia eu tava com a 130 de 556. de 762 de mancha. 762 é mais difícil do cara aguentar. Agora de de 556 >> até uns seis dispar. Eu falo para você na caixa às vezes o cara o cara continua lutando >> caixa >> porque é um projétil, você conhece, ele é um projétil
similar, a espessura dele É a mesma do calibre 22, ele é muito rápido. Então até o cara conseguir, porque ele foi inventado inclusive na guerra para capturar o cara em vida ou para que socorresse o cara. Então o 9 mm e o 556 pela velocidade, o cara permanece muito mais tempo em combate na maioria das vezes. Isso depende da munição também. Tem algumas munições expansivas hoje para 556 que dá um um impacto maior. >> Isso que você tá falando aí tem a ver Com o negócio que a gente tava falando lá no começo. Eh, quando
o Pimentel veio aqui na sexta-feira, que a gente tava falando do lance da faca, de arrancar a cabeça das pessoas, ele me mostrou um vídeo que a gente não, obviamente não pôde passar aqui, que era um vídeo de um corpo de um cara que tinha tava assim o o vídeo era assim, era uma cabeça separada e um corpo com tronco com o a espinha aparecendo aqui assim, a pontinha dela, né? E aí o cara virou o Corpo aqui assim e tinha um buraco, tipo um buracaço aqui assim atrás, né? Aquilo ali é um tiro de
fuzil no pescoço >> e separa a cabeça mesmo. 762 no pescoço. Aí aí onde aí onde entra aquilo que você falou da faca. O cara falou: "Olha, nossa, arrancou a cabeça, usaram faca e não foi a faca". Isso daí que o N tá falando do do tirocínio que estão querendo tirar da gente. Isso é inerente do polícia, cara. Lembrando aqui, você que não entende o que é um tirocínio, é Basicamente o instinto do, é, é o faro, o cara ele olha, hum, aquele aquele gordão ali, hum, aquele gordão ali tá com ganja e vai lá
olhar, entendeu? O tirocínio é meio que o faro do polícia, né? >> Faro do policial. Você vê e, e o tirocínio às vezes ele ele é discricionário do polícia. São vários fatores, não dá pra gente e eh relacionar como é que é. Só dando um exemplo do tirocínio pro pessoal, eu Vinha com a uma vez com a na ROCAN, na Radial, na Rocan, que eu ia me deslocar para algum lugar e eu tô aqui no corredor e eu tô atento a tudo. Aí eu olhei no no retrovisor do do carro do cara, eu notei que
ele me viu, ele viu que era uma viatura, ele subiu o vidro. Isso daí já foi um motivo para mim abordar ele, entendeu? Foi o meu tirocínio. Eu tava olhando para ele, eu vi que pelo retrovisor ele me viu e ele subiu o vidro. Aí eu já dei um toque de Silênio para ele, encostou. Ele tava fumando uma maconhinha lá, né? Né? E ele não queria que eu sentisse boa. Ele só não queria que você sentisse cheiro. Mas era gente boa. [risadas] >> Era gente boa. Inclusive na época era jogador do Corinthians, né? Mas deixa
isso daí para lá. Identifiquei já, já identifiquei, identifiquei ele. Aí falei: "Porra, mano, ó, né? Dei uma uma armadura nele ali. Não, senhor, já terminou. Pá, Beleza. Falei, vai embora e já era." Porque não tem como você levar o cara também. Ah, você tá preso por causa, você tá com cheiro de maconha. Não tem, você tem que ter material aí aprenderam aí. >> É, entendeu? É, >> mas agora mas agora se tu tiver com 9 dá nada não, né? >> Agora então quer dizer, o que tão querendo tirar da gente é isso daí, entendeu? Tão
querendo tirar isso daí, Tão querendo podar essa situação do polícia. E quem quer tirar? Cara que nunca aceitou numa viatura, cara. Cara que nunca patrulhou, cara que nunca, [ __ ] mano, nunca teve um embate. Como é que o cara fala um negócio desse daí, pô? Aí o que ele tava falando é igual a câmera. Coloca a câmera. Eu sou a favor da câmera. Não nessa situação que a câmera se apresenta aqui. Eu sou a favor que a PM te dá uma câmera, fala assim, ó, policial, essa câmera é sua, coloca No seu peito. Você
aciona a hora que você quiser. É discricionário seu. É pra sua garantia. Nós já usávamos a câmera quando a gente tava trabalhando na Rocan. A gente comprava a câmera, colocava ali. Comprava a câmera, colocava ali, né? E patrulhava. Mas para quê? Aquelas imagens seriam para beneficiar a gente. Agora, do jeito que a câmera é usada hoje, ela é mais para fiscalização do que para a até porque a maneira que Trouxeram a câmera que foi apresentada aqui, ela tá de maneira, ela tá ela tá de maneira totalmente equivocada, né? Porque você copia, você copia as o
que é feito lá fora, mas você não copia tudo, você copia em partes, né? >> Entendi. É bom, eles fazem, a gente faz isso o tempo inteiro com vári coisas. Exatamente. Então, um exemplo, copiar a polícia comunitária do Japão lá atrás, ó. Vamos fazer a polícia comunitária para o policial convençar, ir lá falar Com todos os moradores. Beleza, só que esqueceram de copiar a cultura do japonês para cá. O cara não joga papel no chão, [ __ ] >> E aí você acha que vai funcionar aqui? Polícia não anda armada. >> Exatamente. Polícia não anda
armada. O cara levanta o bastãozinho colorido lá, todo mundo para e fica em choque. Então assim, e aqui a câmera fizeram a mesma coisa, infelizmente. Se você pegar eh estudos lá fora, inclusive tava Conversando com um coronel, amigo meu recentemente, ele falou: "Não, meu, a câmera lá para ter validade jurídica, você não pode assistir o vídeo mais que uma vez. Ela ele não pode ser apresentado durante o o julgamento mais de uma vez, porque isso é uma covardia com o policial. O que a gente segundo para decidir >> a percepção que você tem aqui do
seu olho, percepção ótica nesse momento aqui é uma sobress. você vai enxergar minha Blusa diferente, você vai enxergar cabelo diferente, enfim, você vai ter outra percepção. E aí quando você passa, volta, divide em frames, tem 60 frames por segundo, aí você pá pá pá e pega uma fotografia do cara puxando, não era uma carteira, como que ele não viu e volta 10 vezes? Falou: "Mano, você tá de sacanagem, né, [ __ ] O cara tá lá no meio do morro tomando um monte de tiro, como é que ele vai ter certeza que o cara tava
puxando?" Ele atirou, irmão. E É isso que e aqui é utilizado frequentemente. Uma que em tese todas as imagens deveriam ser protegidas e guardadas para ser utilizada >> juridicamente. Só só em juízo. Outro vai ver na hora na hora >> da meia hora tá passando no todos os jornais, todas as redes, todas, enfim, as câmeras. Então assim, eh, qual a segurança jurídica hoje que o policial tem? A imagem só tem sido utilizada, infelizmente. E aí eu falo que melhorou, Inclusive com o governo novo que tá foi alguém, mas enfim. Vamos ficar entrando muito nesse detalhe,
mas eu tô falando lá atrás quando implantaram Aham. >> A sacanagem, porque os caras começaram utilizar indiscriminadamente e acabou amedrontando o policial. E aí é o que muitas vezes traz essa insegurança do cara. >> E sabe o que é mais engraçado? Sabe o que é mais engraçado? Que o Nant sabe disso. Há pouco tempo atrás tentaram Colocar umas câmeras nas salas de aula para filmar os professores dando aula. Nossa, caiu o mundo. Não, isso é um absurdo. Foram lá na câmera, fecharam a rua. >> Aqui pode botar a câmera aqui. Eu deixa botar. >> Então,
aí, quer dizer, [ __ ] aí não é que nós somos contra a câmera. Eu não sou contra a câmera. Já falei que eu só sou contra do jeito que ela foi implantada. Por, veja bem, outro outro Fator que eu vou te dar, o a rede trabalha muito com informação, com, vamos dizer assim, com cagoetagem. Por exemplo, você tá patrulhando uma rua, aí o cara mãozinha, aí você para, olha, eu moro na rua tal e lá tem um carro que fica parado, que fica passando droga, ó, a placa do carro é tal p Hoje em
dia com a câmera o o o civil não tem coragem de fazer isso, porque ele não sabe se a imagem dele tá sendo gravada e depois o que que vão ser feito com essa imagem. >> O policial deu uma cana fácil isso aí. O policial prendeu, foi lá, constatou a denúncia verdadeira, prendeu. Aí esse cara tá preso, traficante, levou pro DP, beleza, vira processo. Advogado do do bandido vai falar: "O quê? Eu quero as imagens." Requisita as imagens do dia todo de trabalho do Castro. Aí quem que vai tá lá na imagem do Castro? A
cara do informante, >> tá entendendo? Aham. >> Então o cara e não tem como você negar Essa imagem pro advogado, infelizmente, porque ele fez revisão judicial. E aí como é que você faz? Você acaba expondo pessoas que t coragem de denunciar muitas vezes >> a câmera também beneficiou o polícia vagabundo. Qual polícia vagabundo? Vou explicar. O polícia que não quer fazer [ __ ] nenhuma. >> Aí põe uma câmera no peito dele. Aí a desculpa dele, não posso fazer, não dá para fazer mais nada, né? Porque se eu For abordar alguém, eu pegar uma pontinha
de maconha, eu tenho que levar pro DP, porque isso não é prevalicação. Ah, que se eu for abordar o car. Então, quer dizer, o cara patrula 12 horas sem abordar ninguém. E a e isso daí não é ilegal. Não é ilegal. O cara pode, não é que você entra na polícia, ó, você tem que abordar tantas, não. Abordagem é discricionário do polícia, você tá entendendo? E aí o vagabundo fica eh patrulhando, patrulhando entre aspas, Né? Passeando com a viatura 12 horas sem olhar nada. Tá ai, tá. Nossa, deu 25º. Fecha o vidro. Fecha o vidro
é botão, né? No meu tempo que era assim, né? Fecha o vidro, ar condicionado, ligado e fica lá. Parece que ele tá no carro dele. [ __ ] eu veio um bagulho desse daí para mim, bicho. Olha, eu fico >> e assim, >> cara, fico louco, cara. e deixar bem claro que o uso das câmeras, quando eu bato nas câmeras, eu não tô falando do Governo atual não, viu? Porque quem implantou foi lá atrás. E aí é algo que depois que você implanta fica difícil de tirar. >> O calcinha apertada que implantou isso daí >>
lá atrás quando foi ele f [risadas] >> foi [ __ ] >> lá atrás quando >> Ô ô Castro, tua calça tá apertada aí. >> E [ __ ] [risadas] >> Ah, mas eu tenho culhão roxo. Quer ver? Quer ver? [risadas] >> Meu saco é roxo, cara. Quer ver? Ah, [ __ ] >> O gorilão da bola roxa. >> É [risadas] esse esse c é tão filho da tão maldito >> que sabe que ele é santista, né? >> Sei. >> Aí o dia que eu fui na no no estádio lá, o Dr. Nico, um abraço
pro Dr. Nico, >> me chamou para ir no camarote. Aí eu fui no camarote justamente aquele dia que o S tomou seis. >> Nossa, mano. >> Aí eu tô saindo não. Aí eu tô saindo para ir embora. Tava eu, meu filho. Tava, né? Tava 4 a 0, né? Tava 4 a 0. Eu eu falei para ele, vamos embora. 4 a 0. Já era, Dr. Nico, muito obrigado. Até a próxima. Acontece. Quem que é o trombo? >> Tromb >> com a calcinha, a calça estourando branca e com a camiseta branca estourando também do Santos. >> O
maldito. >> Eu falei pro meu filho, olé aí, ó. Por esse >> essa desgraça aí, atrasou o lado, [ __ ] >> Ó, rapidinho, já que a gente tocou no assunto futebol, rapidinho, rapidinho. Eh, cara, eu torço muito pelo Neymar, de verdade, tá ligado? Gosto para [ __ ] É um ET sinistro para [ __ ] >> S. >> Que tragédia será se o Santos for rebaixado com o Neymar? >> Aí fodeu, né, mano? >> Cara, é assim, vai ser rebaixado, infelizmente. Infelizmente. Você viu os jogos que tem aí, a sequência de jogos do Santos?
Meu, a sequência é sinistra. Então, quer dizer, eu acho que se rebaixar vai ser um divisor de águas. O Neymar vai mexer muito com o brilho dele e ele vai querer fazer alguma coisa para >> Duvido que ele vai jogar na Série B. >> Não, não vai. Na série B não vai jogar Nem [ __ ] Isso não. Mas mas demorou pro Santos virar uma safe. Caçar. >> É isso. Quando caçar demorou pro Neymar é pro Santos virar uma saf, entendeu? Demorou cara. É problema é dinheiro. O Santos não tem dinheiro, cara. O Santos não
tem dinheiro. E tem até um time que não é ruim, cara. É um time bom, mas eu não sei o que acontece, cara. Eu não sei o que acontece. Eu acho que tá faltando um cara que nem o Serginho lá, o Chulapa, para pegar os caras no no Vestiário, fechar pote e quebrar todo mundo na na rede. >> Tudo para você também é couro, mano. >> É couro, cara. Resolve tudo para ele é porrada. >> Resolve tudo, cara. Julap era assim, cara. Dinheiro só não resolve se for público. Aí aí ó. >> Aí ó. [risadas]
[ __ ] Ainda me incentiva ainda. >> Entendeu? Mas é isso que vai acontecer, irmão. Infelizmente eu tô assim bem se Não escapar, se ô se escapar porque teve quatro pior. É, é, é a minha a minha salvação. >> Nesse momento tá uma posição fora do Z4, se eu não me engano. >> Uma posição só. É. >> E tá com a diferença de, eu acho que dois ou três pontos pro primeiro que tá ali, entendeu? >> Boa sorte para vocês aí, porque eu como fã do Neymar não ia querer ver o >> Não, o próximo
jogo é contra o Palmeiras. >> Nossa, você é louco. Contra o Palmeiras. No próximo jogo aí no outro acho que é contra o Cruzeiro, entendeu cara? >> Tá tranquilinho, né? >> Só boca pobre, irmão. Só boca pobre. E nós jogamos em casa, dois jogos em casa. >> Tá tipo, tá tipo subir o morro com de stiling. >> Stetiling. Com pedra. >> Com [risadas] pedra. Pega. Pega. >> O especial agora. Especialista de Segurança. Especialista agora de segurança. [risadas] O Santos tá que nem subiu o morro para enfrentar a cara de fuzil com a pedra. Tá mais
ou menos no mesmo, mais ou menos no mesmo esquema, cara. Então, infelizmente, cara, eh, e eu sou eu sou santista, né? Meus filhos são santistas. Meu pai quando era vivo era santista. >> Maldade que tu fez com teus filhos. >> Maldade, [ __ ] né? O meu pequeno, eu tenho, eu tenho uma bala perdida de se Anos. O meu pequeno, >> ele era são, ele era santista. Santi Santi. Aí agora o que acontece? Que acontece? A a a avó dele é lá do Rio Grande do Norte, pai. E no como no Nordeste ninguém tem time,
todo mundo torce pro Flamengo, né, meu? E aí ela é flamenguista e agora meu moleque virou flamenguista, >> sabe muito. Esse é inteligente. >> Flamenguista. Aí eu tô para encontrar aí. O moleque é doente, mano. O moleque, >> nós tava numa festa outro dia, ele pai, vamos embora que tem jogo do Flamengo, mano. Azul crinando. Ele foi assistindo o jogo, >> mano. Aí eu fô para encontrar o presidente do Santos que eu falar e a culpa é sua, seu filha da [ __ ] [risadas] Eu criei o moleque para ser santista. Você foi lá por
causa dessa bosta desse time que você montou aí, desvirtuou meu meu filho, [ __ ] Esse daqui não. Se Falar n o outro é pequenininho. Esse daqui já era. Se ele falar pai, vou mudar de time, >> vai seu cuantista, rapaz. [risadas] Se ele falar p vou mudar de time, eu falo assim, não, menos mal, né? Pior se o moleque falar pai, você é corintiano aí, velho. Aí não, aí é guerra. >> Aí é guerra. Aí guerra. >> Aí ia entrar >> com a função, né? >> Ia entrar e o que ele falou, porrada. Entendi.
[risadas] >> Aí ia ser porrada no moleque, mano. Mas aí >> Flamengo, né, meu? Tá bom. >> Ó, e sobre o lance das câmeras lá, eh, lembrando que existem existem profissionais ruins em tudo quanto é profissão. Legal. >> Legal. Eh, a maioria em qualquer círculo em geral é formada por imbecis também, né? Legal. Eh, recentemente, eh, por que que o que acontece? O problema, o as Câmeras elas acabam eh conseguindo existir da forma como existem, porque elas acabam pegando uns vacilão vacilando, né? Recentemente, eu vou, sei lá, uns dois, três meses aí, teve um polícia
que eh o outro polícia filmou ele dando tiro de fuzil num morador de num cara que não tinha casa, né? Um cara que tava na rua, né? Um morador de rua. eh, nesse. E aí isso municia a galera que é a favor das câmeras como elas estão, né, cara? Eh, Então de certa forma ela serve para o jeito que tá, a ideia é impedir que aconteça esse tipo de coisa, excessos policiais, né? E no fim, pelo que vocês estão me dizendo, ela acaba mesmo é corroborando ou fortalecendo >> o crime >> o policial que não
quer se in fortalecendo o crime >> que nem não sei se é a mesma se não sei se se a comparação é válida, tá bom? Mas eh quando eu tava quando aconteceu o Lance da da das UPs lá no Rio também, foi uma operação sinício, os caras tinhams, se eu bem me lembro, eh eu morava com minha mãe ainda, mas se eu bem me lembro, eh, tacaram fogo numa porrada de ônibus naquela ocasião no Rio de Janeiro. Foi foi uma onda de terror pela cidade. E a resposta foi uma operação que os caras invadiram as
favelas lá e instalaram as opps, que é a unidade de polícia pacificadora, né? Na prática aconteceu foi o seguinte, eh, o polícia tava lá numa posição que ele tinha pouco jeito de se defender, no caso de um ataque massivo, né? Era uma, era um posto dentro da favela. E na prática o que rolava eram os acordos >> com o próprio movimento. >> Até para assim assim. E aqui eu tô colocando, eu tô confiando no polícia que tá dizendo isso aqui é para proteger a minha vida e não tô levando pro lado do polícia que é
safado >> e quer que se [ __ ] né? Mas cara, eu tenho relato deuns caras que trabalharam no na que o cara falava assim: "Meu irmão, ali eu sabia que ali na esquina ali era a boca, mas no papel tava tudo bonito, acabou o crime." Por quê? Porque a gente era instruído a não ir ali >> na boca. >> Sim, >> né? E aí você coloca o o todo a o estado precisa ocupar, não sei, mas precisa Ocupar de um jeito inteligente que funcione. Desse jeito você só tá colocando um troço ali que tem
data de validade para todo mundo perceber que é falido, que não funciona. >> Os cara vem com, os caras vinha com a viatura, tirava o o a o bloqueio ali, como é que fala? >> A barricada, passava com a viatura, colocava a barricada de novo e entrava. [ __ ] cara, aí não, né? Aí, [ __ ] aí é é embaçado, né, cara? A minha, a minha, Vamos dizer assim, a minha revolta contra as câmeras, vamos dizer assim, não é, >> é porque sempre é no polícia. >> Bom, dá para colocar por >> Não, não,
não, não. Vamos lá. Existem diversos serviços. Exatamente. Existem diversos serviços que são prestados pelo Estado à sociedade. >> Tá >> como ele disse, por que não na escola, Como a gente tem relatos de professor sensualizando aluno ou professor xavecando aluna, >> examente, >> entende? ou professor induzindo aluno, enfim, a sexualidade. Por que não coloca na escola? Ah, não, na escola não pode. Porque não coloca no médico que a gente tem relatos de, infelizmente, médicos estuprando vítima ou estuprando paciente ser dado, tá entendendo? Não, mas só quem não presta é o polícia. Se você Pontuou bem,
existe onde se existir ser humano, existirão erros, existirão crueldade, existirão sacanagem, só que não. Todo mundo mira um holo em cima da polícia. Só que eu vou falar para você, os erros, se a gente começasse a contabilizar e talvez se filmassem todos os segmentos, todos os serviços são prestados, porque é o estado, o estado hoje que presta grande parte dos serviços que que são prestados pelo estado, se a gente começasse filmar Tudo, talvez a gente ia descobrir uma [ __ ] numa cratira e falar assim: "Na moral, meu, os polícias são os mais corretos. Porque
a polícia, por exemplo, você pegar a polícia de São Paulo, atende 45.000 ocorrências por dia no estado de São Paulo. >> 45 >> 45.000 BO são gerados, aliás, 45.000 telefonemas são atendidos. Hoje passou desse número por dia, mas mais de 20.000 BO são gerados. O que que é o BO? É desde um atropelamento de uma arma que foi retirada da rua, de uma porção de droga, enfim, 20.000 ocorrências em média são geradas por dia. Numa semana estamos falando de 140.000 ocorrências atendidas no estado de São Paulo. Se uma der errado, sabe qual que vai ser,
qual que vai aparecer na imprensa? >> É que deu errado. >> É a que deu errado, irmão. >> E toda vez e se durante um mês a gente Falar que vai vai para 700, quase 700.000 ocorrências atendidas, 400 eh 700.000 pedidos atendidos, vamos se fosse uma empresa, 700.000 pedidos foram atendidos. desses 700.000, se um der errado, eles vão falar do que deu errado. Então é o que eu falo, você acha que na rede pública de saúde, e aí eu não tô, você acha que não acontece erros médicos? >> Acontece, acontece erro em tudo quanto é
lugar. >> Exato. >> E por que que só o polícia coloca? >> Mas sempre quem vai tomar chicotada é o polícia. E o polícia E a polícia é o único serviço que se você ligar 24 horas, fala: "Meu, tô desesperado aqui, tem um cara no quintal armado, vai demorar minutos, sua casa vai tá cheia de o seu quarteirão vai tá cercado. É um dos únicos serviços que são mais a segurança é o dos serviços que é mais bem prestado pelo estado, é Um dos serviços mais presentes, é a instituição que mais, >> entendi. ajuda as
pessoas. Só que a que é mais chicoteada é a que mais aparece da Ibope, né, irmão? Falar da da polícia, né? E é a última a ser lembrada. Já pegando um gancho aqui, ó, do que falou na hora que ele falou do Luciano Hul, eu falei canalha. Por que que eu falei canalha? >> Por quê? >> Porque canalha o posicionamento dele, me Desculpa, aproveitou para hypar na operação, falou: "Ai, 120 mortes, 120 vidas". Ó, me desculpa, meu irmão. Colocou a família do dos policiais por último, tá? Pegou, falou do filho dele, ah, não, que os
meus filhos hipócrita, porque eu tenho certeza, >> já vi ele levar uma pancada de MC no programa dele. O MC vai lá, canta uma música de amor, bonitinha, só que o MC quando vai no baile, mano, toca o [ __ ] manda tacar fogo em viatura, Manda fugir da polícia, tá entendendo? Eu tenho certeza que os filhos dele ele não deixa ir num baile funk. Ele não permite que vá num num pancadão. Então para mim hipócrita, eh falou que ai os meninos não tiveram oportunidade porque se o estado tivesse oportunidade, tem vários depoimentos de mães
falando assim para falando das mães dos bandidos que morreram lá. [ __ ] eu dei de tudo, eu dei estudo. No meu melhor, eu era faxineira, mas eu dei o meu melhor para Ele. Sempre dei conselho. >> Eu não tinha luxo, eu sempre dei conselho. Então, mãe tinha para dar conselho. Ah, não teve o o melhor dos luxos. E aí é onde eu falo da hipocrisia, porque toda semana o cara publica esses os MCs com ostentação, vendendo um mundo de ilusão para essa molecada. E aí muitas vezes atrai o cara, seduz o cara a participar
do crime, porque eu costumo dizer, não são todos os MCs, mas o crime organizado Utiliza e se utiliza muito bem dos músicos, principalmente do segmento do funk para atrair jovens, atrair seus soldados, principalmente quando você fala de músicas de apologia o crime que incentivam os caras, enfim, você consegue atrair aquele público para os pancadões. virou um, eu falei outro dia de uma abordagem que eu peguei de um moleque que visitou um fluxo e o moleque se viciou lá, virou um drogado, virou um escravo do traficante. Esse moleque era Um moleque decente, trabalhador. Pô, eu via
desespero do olhar do moleque. Eu falei assim: "Ô, [ __ ] larga". Peguei dois pinos de cocaína vazio no carro dele. Falei: "Ô, mano, larga dessa porra". Eu vi desespero dele falar para mim assim: "Senhor, eu não consigo. Eu queria muito. Eu me viciei uma vez que eu fui no no fluxo do Jaqueline, eu usei isso aqui, não consigo largar mais". O moleque ganhava R$ 50 por dia e gastava 20, 30 por dia, de dois a três pinos por Dia. Ou seja, metade do ordenamento dele ficava na mão do traficante. E aí onde eu falo
da irresponsabilidade muitas vezes que o cara leva pelo pelo Ibope, ele leva, ele incentiva. E aí eu falo: "É óbvio que o cara vai cantar no programa dele, vai cantar uma música, uma letra bonitinha". Só que aí você vai pegar as letras dos caras que vão no programa dele, os caras descendo a lenha na polícia, mandando dar pinote, incentivando e inflamando toda a massa, Toda a molecada. Então, no meu ponto de vista, para mim, hipócrita, ele egoísta, porque ele fala de si, ele quer sempre e mais uma vez aquele discurso dos, infelizmente, da dos hipócritas
também que trabalham comigo na política muitas vezes, que é falar sempre tentar colocar o marginal como vítima. marginal não é vítima. Eu tenho dó da criança que muitas vezes não foi orientada, não foi direcionada, talvez falta de programas sociais, programa severo de forçar esse Moleque de repente para >> para ter uma um bom estudo. E aí eu falo, aí eu vou entrar num outro detalhe, o egoísmo do crime organizado. O crime organizado ele é egoísta. Por quê? Os caras crescem falando que o estado é ausente, que o estado não provê recurso, que o estado não
dá exemplo. Só que aí a partir do momento que hoje eu me deparo com crime organizado no país que arrecada em média, isso aí eu eu estive numa palestra e foi e foi um Ministro que falou isso aí. 300 bilhões por ano é a estimativa que o crime organizado arrecada no país. Aí quando eu vejo os cara lavando dinheiro em bet, posto de gasolina e enfim, tudo que eles podem entrar e hoje é franquias de chocolate, de perfume, enfim, os caras estão entrando em tudo. >> Pera aí, meu. Cadê aquele discurso lá atrás daquela preocupação
com a pessoa pobre da periferia? Cadê aquela preocupação? Por que que o crime Organizado não lava dinheiro em escola? Monta um [ __ ] num colégio, importa os cara mais [ __ ] do mundo, aí o cientista mais [ __ ] e bota para dar aula pro moleque da favela que é gênio, [ __ ] Que tem um monte de moleque aí que a gente aprendeu que é gênio, cara. >> Por que que os caras não lava dinheiro nesses moleques? Mete na escola lá, [ __ ] injeta nesses moleques. Faz esse moleque se tornar um
cientista [ __ ] um empresário [ __ ] já que tá lavando Dinheiro. Dá para lavar dinheiro em escola também. É só que os cara queram. Os caras tá lavando dinheiro em tudo. Mas aí eu falo, na realidade os caras olham pra molecada da periferia, vende um discurso que é contra o estado, que tem que atacar o estado, bota a molecada para confrontar mesmo e no final, irmão, os cara, os bamb bambã só tá querendo encher os bolsos também. São outros hipócritas, outros caras canalhas também que se aproveitam do nosso país, da Juventude, enfim. Hoje
a gente não tem mão de obra, [ __ ] Nesse sentido, nesse sentido, eh, a gente, a gente se vê numa situação que a gente tem um problema gigante e que ele tem o jeito de combater o que está e um jeito, suponho aqui, tá? Eh, um jeito de porque assim, a gente perdeu o bonde na instalação dessas organizações criminosas. Perdemos bond. Eles já estão instalados, eles existem e agora são inclusive eles se espalham pelo país, né, >> e pelo mundo. >> E pelo mundoé mundo. >> Legal. Eh, se a gente for pensar, olhar assim,
legal, temos que resolver esse problema. tem o jeito do enfrentamento. O enfrentamento acaba se fazendo necessário, né, porque já está instalado. Mas não tem, não sei se a gente tá fazendo um trabalho sério para que isso não seja perpétuo. O que que eu quero dizer? Que não adianta rolar uma mega operação lá na no complexo do Alemão, matar ou e prender, sei lá, quase 200 bandidos. E e é isso. >> É isso aí. >> Por quê? Porque amanhã ou vai ah daqui a uma semana tá tudo de volta, >> tá todo mundo assumindo seus posto
ali, molecada nova. Do que você tá falando pra polícia não é interessante o confronto, cara. Não é interessante o confronto, entendeu? Pra polícia seria muito melhor ela ficar lá igual os Polícia do BOP, vamos ficar treinando, dando uma corridinha, pá. E se não tivesse confronto, top. A gente não é que falar assim que a gente é viciado em confronto, não é nada disso. O confronto ele se eh eh se faz necessário, deu se faz. Chega uma hora que perdeu o controle. Lá no Rio de Janeiro. Perdeu totalmente o controle, cara. Não tem mais para onde
correr, tem que ter o combate. >> Mas como é que faz isso? Com cuidado? Beleza. Essa mega operação aí, a princípio, não morreu nenhum inocente, >> mas como fazer esse combate de forma assertiva? garantindo que não que não que que inocentes não sofrerão. Por que que eu tô falando isso? Porque numa situação que tá, entre aspas, guerra deflagrada, meu irmão, o cara meter a mão para pegar a carteira para mostrar o documento >> é um problema, né? >> Como é que a gente vai cuidar dessa [ __ ] É, é um problema. >> É, aí
tem que ter estado, né? Tem que ter o estado tem que fazer a parte dele, entendeu? Eh, e entrar. É isso que eu falo para você. Não adianta você entrar, ter um embate, virar as costas embora. Falou: "Obrigado, pá". Não, tem que ter continuidade. Continuidade. Se você não tiver continuidade e dali você, igual o o esse o processo da da polícia pacificadora, seria ótimo se tivesse continuidade e se realmente Fosse eh cumprido o que tava no papel, você tá entendendo? de chegar o estado, ó, tô aqui agora, vou montar aqui um lazer para as crianças,
uma escola com qualidade, pá, pá, pá. Aí, beleza, mas não, você ir lá b as costas e deixar, por isso que eu falo para você, tem que ter essa operação toda semana, porque vai chegar uma hora que os traficantes vão falar: "Mano, nós vamos ter que ir embora daqui, cara, não estão aguentando". Você tá entendendo? Agora Vai lá, faz uma aí vem. Hoje fal, eu vi lá de vir para cá que o ministro do STF tava lá conversando com o governador. Na minha simples opinião, né? Um cara que não é um advogado, não sou [
__ ] nenhuma. O qual o que por um ministro do STF? Se fosse o ministro da segurança, top. Se fosse presidente da República, o ministro do STF, vai ver o quê? se houve, se tá houve constitucionalidade na ação. A princípio quem a ação foi Constitucional porque foi eh encabeçado pelo pelo pelo governador e na Constituição tá lá que o governador ele é o chefe da polícia, foi ele que determinou. Você tá entendendo? Então para que que vai um ministro do STF? É isso. Essas coisas que eu não consigo entender, cara. Tipo assim, parece parece ser
tipo, vamos lá que ele vai baixar a bola dele, >> mas é >> fazer uma pressão, entendeu? Eu eu eu Não consigo entender. >> Eu tenho uma análise diferente. Eu espero que essa visita dele tenha sido para produzir bons frutos. >> Não é >> não. Não, mas eu não sei. >> Talvez, irmão, porque assim, uma coisa é você ouvir dizer, outra coisa é ele pisar lá no solo. O cara, chega aí, mano, senta aqui, ó. era esses caras aqui, ó o que tava acontecendo. As a operação antes de startar, como que foi? Pode acontecer, >>
pode acontecer. E de repente difícil, >> inclusive já pegando na linha, você falou como resolver? Nós temos feito um [ __ ] de um trabalho aqui em São Paulo, tá? Hum. >> Um uma um dos flancos para se atacar é asfixiar financeiramente o crime. >> Examente. >> O crime. Em 2012, mais ou menos, nós iríamos extinguir o PCC. Estávamos próximo. Arrecadação do PCC nessa época, eh, 10 milhões mês. Beleza, fácil. Nós invadia um bunker, pegava cinco aqui, aprendia, pegava mais quatro no outro lugar, enfim, mano, tomava tudas as armas que os caras tinha comprado, prendia
tudo, enfim, nós estávamos asfixiando financeiramente. Passou-se os anos, aí nós tivemos uma brecada, tomamos uma brecada na época, Geraldo Alkm brecou por nós tínhamos um núcleo de inteligência, trabalhava, isso Aí é era ah, declara e enfim, existia várias polêmicas, falava que era inconstitucional, mas nós tínhamos um núcleo de inteligência ligado diretamente à rota na época era um éramos um dos batalhões mais atuantes na época com apoio de outras unidades, mas nós estávamos mais à frente. Combativamente, quase extinguimos o PCC, não deu. Beleza? De repente do nada os caras fala: "Sai a rota, tira o serviço
de inteligência e foda-se". E deixa Rodar Bangu rodou. Aí você se depara hoje numa realidade, numa arrecadação aí média mês pode chegar 10 bi mês mudou, né? De 10 milhões para 10 bi >> os caras mudaram de patamar. >> E na moral, eu vou falar para você, eu tava meio desacreditado >> até a operação carbono oculto que foi recente. [ __ ] de uma paulada. 60 bilhões, quase 60 bilhões apreendido. Aí eu falei: "Caramba, vai dar para asfixar Os caras de novo. Tá mapeando onde tá o dinheiro. [ __ ] da hora. Outro tipo de
operação, inclusive às vezes você escuta idiota, é, mas porque não deu tiro nos caras da Faria Lima. Falar, mano, é crime colarinho branco, é outra ideia, mano. Os cara que estão lá, o cara usa terno, pô. O cara não tá com fuzil, ele não vai confrontar você. Você chega lá aprend isso daí, né? >> Ah, mas por que não botou algema? Porque algema você bota em quem tá resistindo a Prisão, caramba. no cara que não resiste isso aí é uma súmula do STF, >> súmula vinculante. Então assim, >> é, é diferente. Ah, não, tá tratando
melhor não. Não é que tô tratando melhor, que o [ __ ] do moleque que o crime organizado treinou para ficar com fuzil na favela. Esse moleque foi treinado para dar tiro no polícia, [ __ ] Foi treinado para resistir. O outro cara não. O outro cara ele é um intelectual. Não tem como. É diferente a Prisão. >> Não deixa de ser criminoso, mas é um intelectual. >> Mas ele não vai, ele não vai no embate contra o policial. Ele, o policial chegou lá com com mandado lá, ele fala assim: "Onde é que, qual viatura
que eu vou? >> Como é que você vai vai um gema num cara desse? Qual viatura que eu vou? Aquela ali. Vou lá, sento, posso ligar pro meu advogado?" Pode liga para adô indo para Tal DP, tal. Acabou. E é um crime diferente. Então assim, começamos muito bem. Estamos asfixiando, que é um do dos caminhos, asfixiar o grana dos caras, >> a grana dos caras, bloqueio de bens, enfim, estamos arregaçando, graças a Deus. Aí, segundo ponto, o combate que tá sendo feito. Esse combate por terra não tem como não ser feito. Tá instalado, o crime
tá lá, tá com os fuzil, não deixa ninguém entrar, tá oprimindo o povo lá. A polícia tem que Ir lá dar uma resposta. Esse combate tem que ser feito. Eu costumo dizer que é igual apagar incêndio. Um incêndio na floresta. Você tem que agir por vários flancos. Você joga água aqui na frente, mas você faz um acero na parte de trás, senão o fogo toma a mata inteira. Aí beleza, asfixiamos monetariamente. Combate por terra. Aí educação, mano, educação. Beleza. Se a gente não tiver programas sérios, e aí eu falo sério mesmo, educação nesse país, ela
tem que Produzir, irmão. Todo país evoluído, se você pegar a molecada produz. O moleque entra na universidade, ele sai com um artigo científico para evoluir o país, irmão. Ah, meu, o moleque inventa o carro, a eletricidade, o outro inventa carro movido água. Existe competições e nós estamos aqui para trás, moleque. O outro invita um envia um ele cria um chip e um mini chip. E o nossa molecada, mano, tá nas pistas, [ __ ] Tá sendo jogada aos montes. >> E aí em cima disso que ele tá falando de educação, aí você vai e o
coloca uma escola cívico-militar que em todo lugar que foi implantado deu muito certo, muito certo, né? Você vê aí os as os alunos que se destacam da onde que é escola cívico-militar. E aí os professores são contra, cara. Eu não consigo entender isso aí. Acha que a escola civ militar vai ficar o polícia lá. Vai, vai, faz a lição de casa. Não é isso, cara. Aí fica todo mundo querendo Jogar isso. Daí a escola cívico-militar, a única coisa, a única diferença é que ela vai ser administrada por policiais. Então ali vai ter regras na escola.
Aí todo lugar que impõe a escola coloca, tem filas quilométricas de pais querendo colocar eh as crianças nessa escola, porque sabe que essa escola tem um ensino de qualidade, você tá entendendo? E aí a o pessoal da da esquerda tem um negócio assim, ó, acredita que tem. >> É, é a é acredita que tem. Não, e é Mostrado que tem. Não, não, não. Meu ponto é porque assim, eu o eu acho que eh talvez a esquerda brasileira não tenha percebido que a própria população, inclusive a população que tá na favela e tudo mais, tem uma
parcela gigantesca de conservadores ali. Então, o cara que é conservador, ele vê valor numa escola cívico-militar, porque uma escola que e que vai por esse caminho, ela ensina eh a ser um cidadão, afinal uma escola cívico militar, né? >> E aí o pai ele tem agora a opção >> de de matricular o filho numa escola cívico-militar >> ou não, >> se não quiser. >> É isso que eu falo para você. O pessoal de esquerda é assim, ó. Eu não gosto disso, eu não quero. Não vai ser implantado. Não, não, mas pera um pouquinho. Põe lá,
[ __ ] com o pai que quiser colocar, põe. É que tem arma. Você não gosta de Arma, não compra, [ __ ] >> Não compra. É simples, mas só quem [risadas] quem tem quem quer comprar arma, compra. Escola cívico-militar. Você põe escola cívico militar. Ô, ô, ô. >> Tu deixaria aquele filha da [ __ ] ali comprar uma arma? >> Aquele filha da [ __ ] ali, Não, porque ele não teria, ele tem que ter essas especificações, ele tem que ter ir lá passar no psicológico, passar em teste. >> Então não é quero comprar
uma arma, compra. >> Não, se você tiver condições, tá? >> Se você tiver condições, se você tiver, porque não é assim, comprar uma arma, vai lá no mercado, essa arma aqui, não. Você vai, são vários requisitos. Ainda bem, mas justamente por isso, porque é uma arma, são vários requisitos. Só que a partir do momento que você preencheu esses requisitos, cara, sem problema. Ah, mas se o cara tá com a arma, ele vai Fazer uma besteira. Se ele fizer uma besteira, ele vai vai, >> ele vai faz com o carro, ele vai pagar por aquilo ali.
Agora o que não pode aí eu não gosto, eu não quero. Ah, eu não. Não é assim que funciona. Nós >> Mas eu não gosto, eu não quero. Vai abre para tu também, pô. Tu é a favor do aborto. >> Quem? Tu não. Então aí aí não pode. Aí não tem também >> não. Mas [ __ ] meu irmão, >> maconha, >> meu irmão, maconha eu também sou contra porque é ilícito. O dia que legalizar, é o que eu falo para você, nós somos legalistas. O dia que eu falei isso daí no eu contra 30
lá, maconheiro, né? O dia que legalizar, falou: "Tá legalizado, não foi nós que legalizamos. Quem legalizou foi a eh a política tá legalizado, acabou, não é mais crime, porque nós somos legalistas. O que eu falei droga não vai não vai legalizar Nunca no Brasil. >> Tomara, tomara, >> tomara, tomara. Não é por conta de de quem é contra como nosso. >> Hã, >> meu irmão, >> é porque tem vagabundo ganhando dinheiro para [ __ ] Essa [ __ ] ali. Crime, você imagina o crime organizado, ele é ele monopoliza a venda da droga no país.
>> Para que que ele vai pagar imposto se ele não precisa, cara? >> Bom, eu tenho uma outra visão. >> Então, fala, fala que >> eu acho assim, com certeza faz sentido isso daí. Eh, dá pra gente fazer um paralelo com o cigarro. O cigarro ele é legalizado, ele tem uma incidência gigantesca de imposto e ainda assim >> as pessoas, eu posso ir ali e comprar um cigarro, mas ainda tem muito contrabando de cigarro. É uma defesão, mas mínimo. O contrabando é mínimo de cigarro. É, não é, não é tão grande. >> Então você tá,
então você tá deponto contra você mesmo, >> porque ó, vamos lá, porque aí, beleza, aí agora a gente agora pode ter o cara pode comprar a maconha dele em lugares específicos, com a legislação específica, com a idade mínima definida, com controle de qualidade pela Anvisa, etc, etc, etc. Beleza? Eh, a princípio, isso aqui eu tô falando de um cenário, a princípio, esse essa grana aí, ela, como é em Los Angeles, por exemplo, ela é Devolvida pro estado e é investida em educação, né? Isso quer dizer que o crime vai parar de produzir maconha? Não, não
quer. Assim, a a assim como o cigarro ainda que tenha um fluxo mínimo, ainda existe, né? Eh, mas a essa não ter uma uma proibição nesse sentido ajuda inclusive o cara que [ __ ] planta em casa, o cara que resolve o próprio problema. Nem toda a ganja >> então >> é proveniente do do crime, >> mas vamos lá. >> 99% aqui. Só você sabe por que o estado, você sabe porque que o governo não quer liberar? Não é porque ela, você é maconheira, tá preocupa, tá preocupada com o sistema de saúde, irmão. >> Hã,
>> porque a partir do momento que liberou, vai haver uma gama de maior de usuários, >> tá? >> Vai ter uma gama e aí vai ter aí o cara Fala: "Ah, mas eu aonha, como a maconha não prejudica, tá?" E a maconha dá problema pulmonar, dá um então quer dizer, vai ali e eh colapsar o serviço de saúde, você tá entendendo? Então não é que ele tá preocupado com você não. Agora a partir do momento falou assim, ó, todo maconheiro não vai, o o cara que for maconheiro não vai pro SUS, entendeu? Ele vai ter
que procurar [ __ ] que pariu para ele. Não pode fazer isso. Então por isso que É proibido, irmão. Por isso que é proibido, porque sabe que é o mal. É que nem o cigarro. O cigarro eu acho que deveria ser proibido, cara. Eu também acho que o cig a bebida deveria ser proibida, entendeu? Deveria ser proibida. Bom, aí o teu argumento faz mais sentido agora, mas eu acho uma merda assim mesmo, porque eu não acho assim, primeiro é porque tua relação com macraira dá tapa na cara deles. >> Exatamente. Não é da lá. Já
[risadas] Foi, já foi. >> Não, e é um acerto, né, meu? As falava: "Ah, ah, vocês fazia a gente comer não fazia. Você quer ir pro DP ou você quer comer?" [risadas] >> O cara comia. Era um acerto. Ele escolhia. É uma opção dele. É que nem o cara, você quer morrer ou quer ir preso? Ah, eu quero morrer. Vou trocar tiro com você. Vou morrer, [ __ ] Não, eu quero ser preso. Cque creque, o cara vai preso. Você tá entendendo? Eu eu sou Não É que os caras fala: "Ah, você é você não
gosta de maconheiro?" É ilegal, irmão. Eu sou policial militar. É ilegal. Acabou. O dia que liberar, eu não vou mais embaçar não. Eu não vou querer que fuma perto de mim, é um direito meu. Igual um dia eu tava na praia lá sentado lá com com meu meu menino lá, menorzinho, e o dois caras do lado. Tá em local público. Tá em local público. Eu falei bacana. pega sua maconha e canela daqui, rapa fora, Porque eu tô com meu filho aqui, eu não quero que meu filho fique de Aí o cara pegou, olhou para mim,
aí o Satanás buzinou no ouvido dele, falou: "Mano, vaza, vaza, vai fumar essa maconha em lugar". [risadas] Entendeu? E ele falou, pegou, levantou, falou: "Não, tudo bem, senhor, foi embora. >> É justo você tá é é respeito, irmão. Você tem que respeitar. Respeita para ser respeitado em todos os sentidos. Tem que ser assim. É no H LGBTQI a mais. É Tudo, tudo é calcado no respeito. Você respeitou, nós somos a, você mora num prédio, a maioria faz as leis, a minoria tem que cumprir. Ponto, acabou. A a nós somos, a maioria não usa droga, então
é, nós fomos ditar as as leis, a maioria ainda é hétero, então nós vamos digitar as vamos eh eh fazer as leis e vocês cumprem. Se cada um ficar no seu quadradinho, irmão, meu, a humanidade vai embora. Mas o problema é que o cara quer que dê guela baixo, que ele é um Homem, que ele se sente uma mulher e ele quer usar o banheiro de mulher. Eu já falei e canso de falar, se minha mulher ou minha minha filha tiver lá, ele não vai entrar. Ele pode chamar o exército, a [ __ ] que
pariu. Falou: "Minha mulher tá aqui, você não vai entrar." Nem se for a morango. Nem a morango não é nem a morango. Você vai ficar aqui fora. Mas a morango ela é ela é troquei ideia com ela, falou: "Eu não tenho esse negócio aí. O problema é que os caras quer Lacrar. O cara quer, eu quero mijar em pé no banheiro da mulher. Não vai >> comigo, não vai. Se eu tiver lá, não vai. E nós vamos se embetar ali e não vai entrar, entendeu? Pode chamar a imprensa. Ah, você vai ser eh, como é
que os cara fala? É, vai ser >> hã >> cancelado. Você vai ser cancelado. [ __ ] Eu não tô nem aí. Eu não nasci com [ __ ] de internet, com [ __ ] nenhuma. Pode me cancelar nessa [ __ ] Mas não vai entrar. E acabou. Tinha nenhum modenzinho de de linha de escada na época. >> Tinha nada. O cara entrou na polícia 87. N. Ô, irmão, >> [ __ ] [risadas] que pariu. >> Há dois anos e meio atrás eu não tinha, só tinha WhatsApp porque era, para mim era uma modernidade. E
o meu número minha linha telefone, acabou há 2 anos e meio atrás, [ __ ] Você entendeu? Hoje eu tô envolvido Aqui, ainda domina um pouco ainda. Mas é o seguinte, a minha característica é a mesma. Eu sou raiz, não vai entrar. Beleza, você vai esperar minha mulher sair. Se minha mulher saiu do banheiro e outro não que não embaçado dela entrar, vai lá, mija lá e que se [ __ ] Entendeu? É um negócio tão de lacrar, porque teve um um um prefeito lá na cidade do interior que ele fez três banheiros e masculino,
feminino e o o trans. >> Não quiseram. >> Que que é isso? Não é lacrar. É lacrar, [ __ ] >> É, cara. Eu acho que quando a gente tá debatendo qual banheiro que que a gente vai ter que usar aí, a gente tá perdendo tempo com uma porrada de coisa mais importante pra gente >> examente. É o que eu falo, velho. É, é, as coisas são calcadas no respeito. Respeita, respeita e já era. É que nem eu eu moro, eu moro para mim chegar na minha casa, eu passo por uma comunidade. >> Eu passo
lá na favela e o pessoal tá queimando fumando uma maconha. Meu, já era. Não mexeu comigo. Você pode se acabar na maconha, meu irmão. De boa. Não mexa comigo e não mexe com a minha família, porque se mexer com a minha família aí, velho, aí o chicote está, entendeu? Mas não mexeu com minha família. [ __ ] Castro, vou falar pr [risadas] você. Tá >> de sacanagem, Castro. Ó do Nantes. Nantes eu acredito. Ó o bigode dele. Agora tu não sei, man. Você já viu acreditado? Quem vê cara não vê coração. >> Meu pau na
tua mão. Tô brincando. [risadas] >> [ __ ] Castrão. [ __ ] mano. >> Mas é uma realidade. Quinta série, [ __ ] >> Não [risadas] é? >> Eu gosto de tu, cara. Tu é maluco. >> Não, cara. Mas é uma realidade, irmão. É uma realidade, [ __ ] Você tá entendendo? É uma realidade. Ó, o que tá Faltando nesse nesse mundo aqui é homem. Que eu falo homem, eu tô generalizando, né? Então é um homem masculino que tá faltando é homem com caráter, gente. Gente com caráter, gente com postura. O Igor falou num assunto
muito importante. Quando você falou da escola >> que você falou, o cara vai aprender ser cidadão. Antigamente, na tua época, na nossa aqui, você aprendeu ser cidadão aonde, >> cara? Eu >> cidadão, cidadão, os seus princípios. Cidadão, você aprendeu aonde? >> Vamos lá. Acho que eu diria que em casa majoritariamente, >> mas a escola quando eu estudava tinha tinha algumas tinha algumas coisas, tinha isso. Como era o nome da matéria? >> É, era eh >> moral e cívica. Educação moral e cívica. >> Educação moral e cívica. É isso que é nesse ponto que eu queria
chegar. >> Antigamente a gente aprendia dentro de Casa e um pouco na escola, mas a grande maior parte era dentro de casa. >> Uhum. Eh, eu eu costumo atrelar o Estatuto da Criança e do Adolescente porque é a minha percepção. >> Pô, mas a gente deu sorte. Desculpa, desculpa, mas eu tenho consciência que, [ __ ] hoje com 40 anos eu olho inclusive para de onde eu saí e os meus amigos e o [ __ ] eu percebo que eu Tenho uma sorte do [ __ ] de ter pai e mãe dentro de casa. >>
Isso. Beleza. >> Isso faz diferença para [ __ ] Já [ __ ] Já já uma diferença pr [ __ ] >> E aí o que acontece? que aí a gente vai entrar numa divagação muito mais profunda, mas vamos lá. Vou vou ficar superficialmente só nessa parte do moral cívico, >> tá bom? >> Então, no meu ponto de vista, uma Análise minha rápida, Estatuto da Criança Adolescente, década de 90, foi criado no início dos anos 90. Enfim, o Estatuto da Criança e do Adolescente, ele ele trouxe muitos direitos para pra criança que eram que são
válidos, que aconteciam abusos, enfim, >> mas ele trouxe uma percepção que não precisa cumprir regra. Existe até um cara que faz meme na internet que é engraçado. O a mãe dele, ó, vai lá lavar o prato. Aí ele fala, aí O próprio cara, ele faz um videozinho lá na IA, ele é uma criança. A minha professora falou que eu não posso lavar em casa, lavar louça em casa, senão é trabalho infantil, tá escrito na lei, eu vou chamar, enfim. e trouxe muitos direitos e justamente numa fase da percepção da criança que ela tem que entender
também quais são as obrigações dela como cidadão e aí vai entrar o respeito. Enfim, só que com O passar dessa geração que foi sendo criada com direito, direito, direito, foi entupindo na cabeça dela, que ela tinha vários direitos, hoje são educadores. Hoje ela só passa que ela tem direito pro filho dela, a grande maior parte da sociedade, infelizmente. E na escola também não tem mais mostrando quais são as obrigações, os deveres, só direito, direito, direito. E aí é onde a gente começa a entrar num conflito na Sociedade que o cara acha que ele pode fazer
tudo, que o estado tem obrigação de suprir as necessidades dele e que ele não precisa trabalhar, que ele não precisa correr atrás. Não, [ __ ] O estado é obrigado a me bancar. >> Aham. Entende? Então nós estamos entrando num conflito de geração que se nós não retomarmos, >> tem uma galera aí que é os neném. >> É os neném. Exatamente. A gente tá Entrando, >> nem trabalha nem estuda. >> O cara não quer saber de nada. >> [ __ ] meu irmão, é cara que briga com a mãe, porque a mãe não lavou a
roupa dele e por que não deu o dinheiro para ele dar um rolê no shopping, não colocou gasolina no carro. >> Aí é porrada. Não, meu irmão, mas é verdade. Só que nós estamos entrando numa >> infelizmente cada vez menos nós temos Pessoas produzindo no nosso país. Isso é grave. A China, eu costumo dizer que eu eu gosto de analisar tudo que aconteceu no mundo. A China, se você pegar 30, 40 anos atrás, os caras tava comendo rato, morcego, tava [ __ ] Hoje são uma das maiores potências econômicas. Como que conseguiram isso? todo mundo
produzindo. Eu tive uma conversa com o chinês outro dia, ele falou: "Estudava das 7 da manhã às 9 da noite todo dia". E acho que domingo tinha uma um domingo ou dois Domingos por mês que folgava todos os dias estudando quando era criança. É pouca ideia, mano. É estudar, estudar, estudar, estudar. Ah, meu, mas isso é contra os direitos. É contra os direitos. Isso aqui é o seguinte, irmão. Esse cara aprendeu produzir. Esse cara veio aqui pro Brasil, olhou um lugar que ninguém quer trabalhar, mano. Esse cara se tornou bilionário quase, analisando um terreno fértil,
porque aqui é o território aqui é fértil. >> O território aqui você jogar, eu falo isso aí direto, você jogar uma semente de mixirica no asfalto, se ela achar um buraquinho na terra, nasce um perma, >> nasce árvore ainda viaduto, cara. Só ninguém produz, ninguém quer saber de produzir no nosso país e a gente tá afundando cada vez mais. Se a gente não retomar essa rédia, fazer com que as pessoas voltem a se tornar produtivas, voltem a respeitar uma outra, meu irmão, nós vamos continuar entrando em colapso. E cada vez piora. E cada vez piora.
>> E aí, aí entra o interesse político. A parte é interessante que as pessoas estejam produtiv estejam produzindo, sejam produtivos, estejam produzindo, se tornem intelectuais. e saibam escolher os seus representantes políticos ou é interessante que as pessoas se permaneçam cativas >> recebendo uma ajuda qualquer e e fica fidelizada a mim. >> Me fala tu que é vereador, pô. >> Eu tô falando não. Para mim é interessante que as pessoas tenham essa independência, essa liberdade para mim. >> Mas eu quero dizer na grande massa >> Uhum. >> Os políg é interessante, não é, meu irmão? A
grande maioria aqui dormindo é falar: "Meu irmão, deixa esse cara quietinho no canto e vou continuar tocando. Deixa cativo a mim". Só que aí eu costumo dizer nesse sentido, até os políticos, me desculpem, mas são Medíocres. Por quê? Meu irmão, a gente podia tá transformando esse país na maior potência mundial e não é difícil de fazer, não. Dá para fazer, mano. Grana tem para fazer, tá? >> Mas ninguém quer, porque o cara é medíocre, ele tá pensando no umbigo dele. A grande maioria, infelizmente. >> Com certeza. Entendi. >> Mas ó, você quer ver, você quer
ver em cima disso que o N tá falando, você quer Ver como a a nós estamos numa merda, cara? Pega um dia e vai numa escola pública no horário da saída que >> olha, olha o pessoal saindo da escola e fica olhando assim, para assim de longe dentro do seu carro e fica olhando. Aí você vai falar assim: "Esse é o futuro do país, cara". Mano, um bando de cara que de de moleque que você vê que não tem comprometimento nenhum. Zero, cara. zero de comprometimento com qualquer coisa, você tá entendendo? Eh, não é Você
que nem ele falou da China, do Japão. No Japão começa assim, a é criança até adolescência, ela nunca tive um uniforme da escola. Ela tá sempre com o uniforme da escola porque tá sempre estudando. Agora aqui, cara, você vê aí vai o além de dos alunos ser ruins, agora no Rio Grande do Norte fica até seis matérias e eh que que a pessoa tirou nota ruim, ela não pode ser reprovada. Ô mano, vai para [ __ ] que pariu, [ __ ] >> Ué, no Rio até outro dia a gente a gente aprovava automaticamente. >>
Não, aqui também iniciou na década de 90. Eu lembro o dia que a professora falou para mim, por que que eu falo que o o a >> a derradeira foi na década de 90? Eu lembro o dia que a professora falou na sala de aula para mim, acho que foi em 95, 94, 95. Ela falou assim: "Pode ficar tranquilo, não precisa estudar que nós não podem, nós não podemos mais reprovar Vocês, >> porque na, até essa época tinha os repetente, os cavalão que moleque repetia três, 4 anos. Quando chegou essa notícia, meu irmão, você acha
que todo mundo fez o quê?" Eu coloquei o pé na mes falei: "Puta, sucesso, >> agora não preciso mais estudar." Quando estudava, eu tinha pav, >> é só não faltar que nós não podemos mais reprovar vocês, cara. E essa aprovação automática, meu irmão, faz o cara chegar No ensino médio. O cara chega no ensino médio, analfabeto funcional. Ele identifica as letras, mas o cara não consegue interpretar uma frase. Aí você pega minha avó, que estudou até quarta série, meus avós, você conversa com ele, minha avó faz equação. Conta de equa, mano. Tipo que nós tava
aprendendo na oitava série, ela faz, mano, >> quarta série. >> Então, quarta séri. Aí você vê essa molecada de hoje aí é precário hoje, Infelizmente. >> Aí você vê essa molecada, aí você vê uma escola cívic, vou voltar na escola cívica militar, você pega uma escola cívic militar, você vê qualidade do ensino, você vê, você não vê professor, é, é aluno querendo bater em professor, isso inexiste na escola, entendeu? Chega lá, todo mundo canta o hino nacional, >> você pega uma moleque hoje aqui, ó, eu posso quanto você quiser, n? A gente sair daqui, pegar
o primeiro moleque, Passar aqui, vem cá, canta o hino nacional. Não sabe cantar >> não. Meus moleques sabos sab não sabe porque você [ __ ] [ __ ] >> Cara, ó a cara dele com esse bigodão. Psicopata até nacional >> até o menorzinho de 7 anos. Mas >> como é que tu fala para eles cantar o hino >> meu irmão? >> Não faz a carinha moralzinha. Cheguei o seguinte [risadas] >> põe forma. >> Você gosta da sua mesada? Você cultou sua mesada? [risadas] Não >> se apruma não, João. >> Mas é muito louco. Eu
fui, eu fui numa viagem com os três, eh, meio do meio do ano. Fui, fui viajar, meu, hora para caramba no carro que eu resolvi. Eu quis ir de carro >> para aproveitar bem o tempo com eles. >> E eu no carro aqui, pá, você vai escutando as músicas. Eu falei, quem sabe cantar o Nacional aqui? >> Nenhum dos três sabia. Eu falei quem souber vai ganhar 100. Não, >> aí ó, >> sem cruzeiro. Aí a molecada gosta de dinheiro, né, meu? Não. Então vamos. E eu repassei o hino nacional algumas vezes durante o percurso
com eles. Aprenderam, cara. E numa brincadeira simples, saudável, eu tenho certeza que O resto da vida eles vão lembrar. Mas por, mas sabe o que que me despertou, cara? Porque eu falei assim que direto você vê na internet os cara, ó, meu canto hino nacional, falei: "Porra, ninguém sabe cara, os cavalos vai, eu falei: "Mano, minha molecada, eu vou ensinar, eu vou ensinar um pouco". E ainda detalhe, eu fui interpretando o os parágrafos e explicando para eles o que que significava. Cada parte da >> Os moleque não t desgraçado. [risadas] >> Só pelos 100 conto,
né, meu irmão? [ __ ] >> Cadê esses 100 conto? >> Ô, ô, pai, na moral, [risadas] não vou cantar essa [ __ ] não quero entender [ __ ] nenhuma. Vou só cantar e ganhar esse 100. Mas >> na moral, vou falar para você, você não tem noção de qual a molecada gostou, cara. >> Não é >> viajou, pirou, mano. >> É uma interação que não existe mais entre pai e filho. Explicar, passar, mano. Não tem mais. Como não tinha dinheiro, fala: "Ou você canta o nacional, você vai apanhar", [risadas] você entendeu? >> Sabe
cantar o hino nacional? >> Sabe, cara. >> Eu quero ver. Canta aí então. >> Não, não. A primeira parte todo mundo sabe. Eu quero do início da segunda parte. Aí, ó. >> Muito tempo. Vai ficar. [risadas] >> Já vai apanhar. >> Apanhei pouco. Apanhou pouco, meu. >> Já vai apanhar. Quando sair daqui já. O apanhou pouco, viu? Tá eternamente emo esplêndido. >> A gente cantava. Eu tava, eu estudei no colega da polícia militar. >> Estudou, pô. Estudou, cara. Estudou. Tanto eu valorizo que meus filhos estudar na escola da Polícia Militar, cara. Uma polícia, pô, top.
É, né? Nem Vou falar nada, né? Que [risadas] uma vacalhada também, né? Mas deixa para lá, né? Mas é assim, cara. O que falta hoje em dia é é o pário e o poder, que eu tinha falado, o pátrio e o poder. Eu vejo, olha, não posso bater no meu filho. Não digo espancar, irmão. Espancamento, eu não sou a favor de espancament, mas uma palmada, cara, você chegar e dar um puxão de orelha no filho. Ah, não pode fazer isso. >> Tomava várias quase todo dia, mano. >> Também, [ __ ] Também. >> E não
matou não. Não morou não. Por isso que ficou orelhudo. >> É isso aí. [risadas] >> Meu pai, meu pai, uma vez ele foi na escola, chegou lá, trouxe o meu boletim, uma pá de nota vermelha. >> Fodeu, >> [ __ ] Não comeu. Tomei um couro. Falei: "Pai, esse boletinho não é meu pau. Tomei um couro." Aí eu fui no outro dia na escola, falei, fui lá na diretoria, Ai confundi. Passou um boletinho de outra pessoa. Não, eu ti uma porrada tua. Eu cheguei em cá, falei: "Ó, pai, tá vendo? Aí, ó, aí o cara
cheio da razão. Aí, ó, [ __ ] Ó meu boletim aí". Ele falou assim: "Uma surra nunca faz mal para ninguém." >> É. >> E jogo, o jogo continua e já era. >> Não foi mais que obrigação. Era assim que funcionava. Meu pai era pista quente. Ele não era polícia não, Mas ele era pista quente. Então o que tá faltando hoje é porque os pais de hoje em dia, ai filhinho faz daqui para mim, meu >> irmão, >> filhinho [ __ ] meu. Ó, pega aquele negócio ali para mim. E eu fico louco. Eles sabe,
eles me conhecem. Se eu falo assim, ó, pega aquilo ali para mim, tem que ser a hora que eu mandar, cara. Não é questão de, ah, já vai lá pegar na hora, porque se demorar, falou, você tá Alejado, ô filha da [ __ ] mandei você pegar o negócio ali para mim, [ __ ] [risadas] Aí já vai rapidinho e já traz, entendeu? Porque assim, agora os pais hoje em dia, >> sério, é, é para valer isso aqui >> ou ele ele tá falando >> nunca, ele nunca bateu em mim, né? >> [ __ ]
mais escuta, escuta. Por que que eu não batia? >> Mas só o grito dele já era já era melhor apanhar, >> [ __ ] Você tá entendendo? >> Como é que era o grito? Como é que era o grito? Foi Eric, [risadas] seu filho da [ __ ] Vem aqui. V, [ __ ] Já era. [risadas] >> Já era, irmão. Já era. >> O Nantes é assim, ele faz sumir a boca atrás do bigode. >> É, >> é isso aí. É isso aí mesmo. [risadas] >> Só nem gritar, cara. >> Você é louco, mano. Mas
é assim, o que tá faltando é isso daí, ô Igor. O que tá faltando é pai com, sabe, com pulso firme, cara. pulso firme pro filho chegar em casa e corrigir. Se eu chegasse com isso daqui em casa, meu pai falou assim: "Onde você vou esse negócio aqui? Não, colega me deu, amanhã eu vou na escola ver se ele deu para você. Se ele não deu, você vai ter que se explicar comigo, você tá entendendo?" E já era, irmão. E como eu já sabia disso, Eu se alguém viesse me dar um bagulho, eu nem queria,
porque eu sabia que eu ia chegar em casa e meu pai indagar. Agora, hoje em dia não. Hoje em dia o cara, o moleque chega com uma moto põe na garagem lá. >> Que que é essa moto? É um camarada meu >> e tá tudo certo e >> tá tudo certo. É um um caráter geral, uma moto roubada lá na garagem do cara, você tá entendendo? Porque eu parece que o pai tem medo de de cobrar o filho, Cara. Não tem que ter medo, [ __ ] Tem que ir lá e cobrar. É o que
eu disse para você, eu sou contra espancar a criança. Igual uma vez uma mulher lá, >> igual você já espancou, né, meu? >> Igual. Não, espanquei os filhos dos outros, [risadas] né, meu? Os filhos dos outros que ele não deu educação em casa. Ou você educa seu filho em casa, ou senão o traficante ou a polícia vai educar na rua. Se >> você não educar, a vida é dura. Se você Não educar, velho, já sabe, meus filhos. Eu oriento. Falou, a polícia abordou, velho. É o que o polícia falar, se o polícia falar planta bananeira,
você planta. Interessa? O que o polícia mandar você fazer, você faz. Em último caso, falou: "Vou levar você pro DP". O senhor poderia avisar meu pai que meu pai é policial militar? Você poderia avisar ele? Entendeu? No último caso, eu sempre orientei, não tem essa de eu falei e você tá com alguém, você tá com Uma patotinha, você é o centro ali da situação, porque todo mundo sabe que seu pai é polícia, vai ficar todo mundo escorado de você. Então já fala pro pessoal: "Ó, meu pai já falou que não era nem para falar, já
tira de já tira de >> de escanteio ali," entendeu? Porque é assim que funciona, tem que educar assim. Então o que tá faltando hoje em dia é os pais fazer a parte dele na educação. A escola tem tem a parte dela, Tem. Só que os pais tem que começar em casa. Você mesmo falou que você foi educado nessas regras aí. O Nantes também, eu também, meus filhos também. O que tá faltando é as pessoas, a gente tem que educar os filhos da meu filho tem 6 anos mais novo. Ele não joga lixo para fora do
carro. Já orientei ele, ó. Ó, deixa o lixo aqui. Então, o que tá faltando é isso. Um país que joga lixo na rua, um país que você tem uma uma vaga de deficiente, põe um cone lá. [ __ ] mano, o deficiente, coitado, tem que parar, descer tudo lá, a cadeira de roda para tirar o cone, para estacionar o carro. Por se ele deixar sem cone, um maconheiro maldito vai colocar o carro lá. Você entendeu? É [ __ ] cara. É um país que eu vejo essas coisas. Não precisa ser um maconheiro. Precisa ser um
maconheiro, car. Pode ser só um filha da [ __ ] >> É, mas eu já junto os dois. Um filha da [ __ ] maconheiro. [risadas] >> Pronto. >> Tá bom. Tem mensagem para nós aí. Je mensagem, deixa eu falar para você que tá assistindo a gente, deixa eu te perguntar se você já tomou hidromel na sua vida. Cara, o hidromel é como se fosse uma um vinho, só que em vez de usar uva no processo de fermentação, usa o mel. E aí dá origem a a essa bebida incrível que já existe há um tempão
aí na humanidade dos. É, os caras estavam chip. >> Eu vou te arrumar. Não, >> é porque a gente, eu, e eu >> eu não posso, a gente não pode, por conta das regras, já que somos todos legalistas aqui, a gente não pode >> examente >> beber enquanto eu faço uma propaganda para as pessoas comprarem, entendeu? Então, ol que tá aí, ó, a gente tá se privando viu, pessoal, >> estamos nos privando de tomar aqui o delicioso hidromel Felipe Mid para eu Poder te advertir, te exortar a comprar o teu hidromelipmid.com.br. br, cara. E vou
te falar que se você chegar lá, você vai encontrar vários sabores. Todos eles, ou quase, acho que tem um, acho que só o do Flow que ainda não participou do concurso internacional, mas todos os outros já são premiados internacionalmente pela qualidade, pelo sabor e pela, né, porque é uma delícia mesmo. Se você já conhece, você entra lá em filipid.com.br, vai Refazer o teu estoque. Agora, se você não conhece, tá perdendo tempo, você tem que entrar lá em filipemmidia.com.br BR e comprar o teu e usar o cupom Flow 10, que você vai ganhar 10% de desconto
na tua compra final. Então, cara, vai lá, experimenta, tenho certeza que tu vai se amarrar. Eh, claro, você precisa ser maior de 18 anos para comprar e para consumir bebida alcoólica, tá bom? Se beber, não dirija. E é para beber com muita responsabilidade. Aqui a gente tá Falando só para, entendeu, os caras que são, [ __ ] legalista, >> Felipe Mid, >> Felipe Mid. Demorou. Então vai lá, tem o link no QR code na descrição aí também. E o Jean vai dar play nas mensagens que tem pra gente aí. Vamos ver as atrocidades que eles
mandaram para vocês. Vai. Boa noite, Sargento Nandes, Sargento Castro, Igor, prazer exato falar com vocês. Eu queria saber a opinião de Vocês sobre o sistema carcerário de hoje, porque assim, para mim, o sistema teria que ser refeito e teria que ser como uma indústria que os presos eles fazem dinheiro tanto para pagar a sua estadia, entre aspas, na prisão, tanto quanto render dinheiro pra sociedade, né? E isolá-los completamente eh da sociedade, removendo saidinha e etc. Que que vocês acham? Qual a opinião de vocês sobre isso? Valeu. Boa noite, pessoal. Basicamente colocar o preso para Trabalhar
que ele tá falando, >> [ __ ] >> né? >> É o essencial, irmão. Essencial, entendeu? A gente vive num país que o cara rouba seu carro, ele bate em 10 carros, é preso e ele não paga nada, entendeu? É free. Pô, tem que colocar o cara para trabalhar. Para mim, todos os presídios deviam ser terceirizados. >> Mas para colocar o cara para trabalhar, ele não tem que ficar preso. >> Nós temos, >> nós temos travas legais. Nós temos travas legais >> hoje, infelizmente. Infelizmente nós temos travas entravas legais. >> Todo mundo mas tinha que
tirar essa [ __ ] desses entravas. Então, [ __ ] >> principalmente. É, então, mas é quem assinou os tratados, né, internacionais. Nós não podemos submeter o preso a trabalhos forçados. Ele ele pode trabalhar para remerto De vista, o que ele falou, eu acho perfeito também. Era o melhor dos mundos. Vai quebrar pedra, irmão. Vai, >> meu, arruma um uma fazendona assim, ó. Dá uma máquina pro cara fala: "Você vai comer?" Mas o feijão que você tá plantando lá, mano. >> Entendeu? Eu acho perfeito se isso acontecesse no Brasil, mas nós temos entraves legais hoje,
como pena de morte, enfim, qualquer outra outra outra pena que seja degradante, vamos dizer Assim, não pode coisa que tinha que acontecer uma um novo olhar no nosso no nosso código, né, criminal para que primeiro de tudo o bandido fique preso, >> acabe Para mim, para mim, o cara foi condenado. O cara foi condenado, cessou-se todos os direitos dele. Ele só tem deveres. Então é fácil baixar a criminalidade no país. Fácil. Baixa a maioridade penal para 14 anos. >> [ __ ] Da outra vez você me falou Isso, eu fiquei chocado também. >> 14 anos.
14 anos. Você vê o moleque de 13 lá que e a um um uma passagem criminal que ele tem estupro. 13 anos. O moleque é pista quente. Então baixa para 14 anos a maioridade penal. Segundo, o cara tem que perder. O cara foi condenado há 15 anos, hoje ele tem que ter certeza que ele vai sair daqui da prisão em 2040. Certeza absoluta, sem saidinha, sem visita íntima, sem nada. Ele vai estar na cadeia, já que não pode Trabalhar, mas ele vai estar na cadeia, ele vai est lá, a única coisa que ele vai ter
direito é alimentação e só já era. Entendeu? E outra coisa, pegou o cara aqui, um ladrão aqui de periculoso aqui de São Paulo, manda ele puxar a cana dele no Ceará, pega o do Ceará e manda para cá, tira o cara da área de conforto dele. Ah, vem os dias, o pessoal dos direitos humanos. Ah, mas e a família dele? [ __ ] eu não mandei ele roubar e dar trabalho pra família Dele. Manda ele para lá e acabou. E tira todos os direitos do car um ou só os mais perigosos? Não, você pode, você
pode não, os mais perigosos, os caras mais perigosos, entendeu? Os cara que que se ele tiver aqui dentro da cadeia, ele vai ligar, vai mandar buiar o [ __ ] Pega esse cara e manda ele lá pra casa do [ __ ] Tudo bem que ele vai ligar, mas já traz o lado dele. O cara sabe, [ __ ] mano, vou vou vou ser preso aqui, vou os cara me mandar para um Presídio federal lá no Ceará e minha família, minha visita, como é que vai ficar? Se vira, entendeu? Então o que você tem que
dificultar a vida do ladrão. Quanto mais você dificultar, melhor. Eu não quero ser desumano, não quero que o cara entre lá na cadeia e tome um pau todo dia, mas ele sabe que ele vai ficar preso >> e vai ser uma merda. >> E vai ser uma merda. A vida dele vai ser uma merda. >> Hoje Hoje o que mais incentiva o criminoso é a sensação da impunibilidade. Com certeza. Ele sabe que ele não vai ser punido, cara. Ele fala: "Man, na moral, porque >> não os crimes evoluem, né, Nti? Por exemplo, você tava falando
no começo aí do do lance do cara que pega o celular do outro e então agora não tem mais sequestro. >> Exato. Não tem mais sequestro. Exatamente. >> Sequestro da merda para valer. Sequestro é um dos que dá merda, né? >> Que é um crime mais pesado. >> Isso. >> Exatamente. Então ele pega o celular, >> coloca o celular na boca aqui porque fica com a tela aberta, né? Coloca o o cara coloca o celular na boca para segurar o o a tela aberta. >> E aí o cara vai e faz o que tem que
fazer. Eh, infelizmente essa sensação da o cara tem a certeza que ele não vai ser Punido e quando ele cair na cadeia vai ser muito tranquilo. O problema hoje que enfrentamos, que aí faltou completar na hora que eu tava falando do combate, né, do do crime organizado, que é você sequestrar os bens, enfim, atuar na educação. >> E um dos pontos principais é mexer na legislação. Tá sendo feito, tá em estado avançado agora em Brasília, pelo menos com relação ao crime organizado, tá? Inclusive o secretário nosso de Segurança pública, Derrite tá pedindo afastamento para voltar,
que ele é um dos relatores para implementar e colocar o eh categorizar as facções como terroristas. Isso é importante porque são penas mais rígidas, penas maiores, >> muda no na maneira do cumprimento da pena e isso tem que acontecer. É óbvio que o que o Cos tá falando era meu sonho também. [ __ ] cata o ladrão, põe lá na casa do [ __ ] Mas infelizmente nós temos grande parte da legislação que Protege o marginal hoje. E não é simples de mudar, né, mano? A gente te fala, mas você tem que convencer um Congresso
inteiro. >> Você tem que fazer, por exemplo, mesmo convencendo o Congresso inteiro e sendo votado praticamente por unanimidade, a cassação da saidinha de presos a gente não conseguiu colocar em prática ainda, porque o judiciário entendeu que é só pros crimes que ocorrerem daqui paraa frente, que a lei não retroage para para >> ela só retroage para beneficiar o réu e não para prejudicar. Então, infelizmente, ainda não está em execução e vai ser executado de fato mesmo daqui 5, 10 anos que vai começar a sentir-se o reflexo dessas leis. E agora você imagina fazer mudanças radicais.
Eu sou super a favor. Preso para mim, ele tem que sofrer na cadeia, tem que é pena. Pena é para você sofrer. O cara causou um mal. Causou um mal pra tua família, meu irmão, ele tem que sentir na pele, Doer para ele não querer cometer aquele crime maiormente. Vamos ressocializar. Vamos. Mas primeiro ele tem que sentir a dor. Sentiu a dor, viu que meu não compensa ser criminoso. Aí sim a gente começa a mudar. Mas contrário, do jeito que tá hoje, o cara vai paraa cadeia, ele tem vida de rei, meu irmão, enquanto a
gente não mudar essa realidade, infelizmente nós vamos continuar tendo problemas de reincidência do cara reincidir 10, 15 vezes. Então, >> o que não é incomum, né? 86 vezes, igual um teve aí, 86 vezes, o juiz falou: "Não, vamos liberar aí que ele não, ele não causa nenhum problema pra sociedade". >> Só respondendo o colega, eu sou super a favor de penas como essa, mas acho que vamos demorar um pouquinho para ter essa realidade. >> Infelizmente. >> Infelizmente. >> Dá na outra aí. >> A mandado mandou uma mensagem pelo Pix. Salve, salve família. Sempre acompanho VC
que estão falando sobre a área de segurança pública direta. Dúvida. Rota é igual Bob? Quais as principais diferenças? Existe alguém mais forte que o Bob? Bom, aí tu era tu não, obviamente não viu o episódio com telhada, mas qual a diferença entre a o a rota não está para o BOP, na verdade o BOP tá para outra polícia aqui de São Paulo. >> Aqui em São Paulo temos o BOP também. Hoje chama B batalhão de operações especiais que se assemelha mais que o Gat e o COI que fazem parte do BOPE. >> Uhum. >> Que
são tropas especializadas. O Gat possui sniper. Enfim, >> GAT é civil. >> Não, o O GAT é da Polícia Militar também. É o batalhão. É o quinto batalhão de choque. >> Tá. >> Quarto batalhão de choque. Agora deu um Branco. Quarto batalhão de choque hoje. Olha que >> que é o Có e o Gate. Tá. [ __ ] deu um branco mesmo. Os caras vai me dar um pau lá, mano. Firmeza. >> Ainda bem que eu tô fora. >> Corta essa parte aí. [risadas] Nós temos cinco unidades de choque aqui no estado. Primeiro batalhão de
polícia de choque, Rota. Segundo batalhão de polícia de choque é o o Anchieta, que ele fica responsável pelos jogos, praças De desportiva, jogo, show, enfim, segundo batalhão de choque e a Rocan, o patrulhamento com moto, >> que que a Rocan iniciou lá, depois teve a a ela foi difundida essa modalidade de patrulhamento para os batalhões territoriais, mas ela iniciou no choque, inclusive dentro do do batalhão da rota. Terceiro batalhão de choque é o controle de estrur civis. Esse aí é tem uma megaada. Porrada >> não é na realidade é porrada mesmo. É o Chega com
aquele caminhão guardião, precisa desobstruir uma via, enfim, vai fazer ideia. Os caras que só treinam para isso. E aí tem o o quarto batalhão de choque que compreende o CO e o GAT, que são as unidades que especializadas. O o GAT, ele é o esquadrão anti tem o esquadrão antibombas, possui sniper, enfim, ele tem e negociador de de sequestro. Então são unidades especializadas para aquele tipo de ocorrência. E o COI também age combate Contra a guerrilha eh rural. Foi criado mais ou menos a temporada, mais ou menos na mesma época, eh inclusive um pouco antes
da rota, foi uma necessidade na década de 70. E a rota foi criada para o patrulhamento, o combate à guerrilha urbana. E na época >> os cara roubava banco, >> roubavam bancos. Não existia essa modalidade de um de viaturas de quatro rodas com mais homens, mais bem Equipados para fazer frente com o crime organizado da época, que eram os caras que combatiam. E a rota trouxe essa modalidade até os dias de hoje. Qual que é o principal diferencial? A rota patrulha. O dia que não tem operações específicas em apoio ao Ministério Público, enfim, para ir
fazer cumprimentos de mandado de prisão, a rota continua patrulhando. A rota tá ali na missão em busca do veículo que foi roubado, do celular que foi roubado na Esquina, enfim, pegando um traficante, a rota, fazendo uma incursão dentro da comunidade, descobrindo informações e aí dá uma [ __ ] de uma cana. Enfim, a rota ela faz esse patrulhamento tático urbano que até onde eu sei o BOP não faz. O BP é aquartelado, similar. O Bob é aquartelado, ele permanece >> só operações especiais, >> só mentalizando, tem uma operação, determinada operação especial, enfim, aí ele ele
vai e atua diretamente. Então Essa é a maior diferença. Agora em quesitos, ele fala assim, eh, qual que é mais forte que ele fez na pergunta ali. Não, não dá para falar que é mais forte. O que eu o que eu vejo e que eu tenho intuito que todo mundo é o pitbull na corrente, irmão. Todos são. O que eu vejo, o que eu enxergo, é a disposição de enfrentamento pro crime. E isso não só nem o BOP, nem a rota. Nós temos nos BaEPS, nas forças táticas, em outras modalidades de policiamento de outros Estados,
como as rotãs, por exemplo, >> possuem guerreiros, que é um perfil, esses guerreiros, eles têm um perfil específico. Você passa por uma seleção para identificar se você possui esse perfil. E é um perfil que é perfil de louco, eu vou dizer porque é o cara que enfrenta o crime, ele vai para cima, meu irmão, pode estar tomando tiro. Uma vez eu escutei de um comandante que passou lá pela rota, não vou citar o nome dele, mas que ele foi colocado lá justamente Para frear os policiais. E eu lembro que numa troca de tiro ele falou
assim: "Pera aí, meu, vocês estavam tomando tiro e foram para cima do cara. Você é louco? Eu me esconderia. Esse cara passou, ele ficou alguns dias na lá na rota. Não ficou muito tempo mesmo. Devia ter ficado umas horas lá, né, mano? >> Lembra que eu falei de questões políticas? Muitas vezes um político que não gosta de determinada atitude da tropa coloca um comandante que não tem Nada a ver com o perfil nosso. E eu lembro que o o comandante olhou para mim e falou assim: "Meu, para nós, né, os policiais estavam na mesa, o
cara tava tirando em vocês e vocês foram para cima do cara". E aí? >> Aí vocês que acharam esquisito, né? Aí ele falou assim: "Eu jamais faria isso, só que é justamente eu não culpo ele. É o perfil dele. Ele tem um perfil que não é combativo. Todos os policiais que trabalham nessas unidades Especializadas, principalmente pelo fato de você voluntário, que você sofre para [ __ ] para est lá, quando você tá lá, cara, é o policial totalmente destemido. Quando o cara tá te tá atirando em você, meu irmão, ativa um turbo aqui que aí
que você vai mesmo. Parece fala: "Filha da [ __ ] agora você vai tomar tiro, maldito." e você vai paraa cima do cara, irmão. Então esse é o perfil dos guerreiros que geralmente compõe essas tropas. Então não vou dizer que ninguém É melhor que ninguém, irmão. Cada um tá atuando na sua área. Mas uma coisa, eu tenho certeza, se mandar o pitbull pegar, ele vai pegar. Esses pitbull que servem nessas unidades vão para cima e vai ser sem dó. Não tem medo de enfrentar o crime. E é por isso que muitas vezes o marginal, lembra
que eu falei daquela questão animal, aquela intuite instintiva? >> O marginal ele entende também. Ele fala: "Meu irmão, esses caras são destemidos. Eles estão por tudo ou nada, mano". >> Ô, Jan, bota aí a foto daquele cara do >> Vai achar, vai achar. >> Calma aí, o Jan vai achar uma foto ali. Aí o que tá falando, o que ele tá falando também é pr você ver, batalhão de área, os cara saem cinco cara numa viatura, né? Três fuzis, tudo. E aí tem o pessoal do 01, que é aqueles dois policiais de uma viatura e
que, velho, às vezes ele tromba uma ocorrência ali [ __ ] e os caras vão para cima e vão Pro arrebento, entendeu? Em cima do que ele tá falando, eu tenho ocorrência da ROCAN. Eu tava na na ROCAN e nós estava numa padaria tomando um café, né? >> Tu pagou esse café? Lógico. Tomando café. >> Na moral, mano, você não pagou nem o bolo da vinha, man? Paguei, eu paguei. Eu fui lá no caixa pagar, o cara não quis. Eu não vou dar porrada no cara. Eu não vou dar porrada no cara. Eu tinha uma
nota de 50 que tava plastificada, eu Usava ela, né? [risadas] Era de estimação ela. >> De estimação. [risadas] >> E ela tinha o fiel também. Tava amarrada no fiel. >> Tá amarrada o fiel. E aí nós estava tomando um café de boa. >> Seu >> e tinha uma senhora lá que ela trabalhava no mercado que eu fazia bico. Ela fazia entrega com a perua e ela tava Lá também. Fiquei conversando com ela e tomando café nisso ali foi na Avenida São Miguel. Tem a águia de ar com São Miguel. O Copom jogou. A viatura aí
ó, a viatura pediu cão com a certa acompanhando o veículo e vinha. Agrade é composito de São Miguel, [ __ ] Eu tava ali pertinho. Aí eu falei, mano, aí eu desci saí, chamei o o parceiro, falou: "Cola, cola, cola que ele tá vindo aqui, tá de serviço com a Rocan. Falei: "Cola, cola, que os caras estão Acompanhando o carro, vai sair aqui na venda São Miguel". Quando eu acabei de falar para ele, nós montamos na moto e nisso aquela senhora que eu tava trocando ideia com ela falou: "Nós vamos apoiar". O Quando eu olhei
já vi o carro batendo e a troca de tiro, blá blá, pegamos as motos e vum arrumamos para lá, né? Aí chegamos lá, os caras já tinha já tinha sido baleado no carro, dois cara foi os dois baleados. Aí nós chegamos no apoio ali para prestar Socorro. Naquela época podia prestar o socorro. Conclusão, nós não participamos da ocorrência, mas chegamos no apoio. >> Aham. >> No outro dia, 9 horas da manhã, eu tava lá no mercado no bico. Quando eu cheguei lá, cara, essa mulher tava em plantos chorando. >> Ai, graças a Deus, o senhor
tá vivo. Me abraçava. Falei, mas o que aconteceu? ontem na padaria o senhor escutando os tiros. O senhor pegou a moto e foi para Onde tava os tiros. Falei: "Praazer, eu sou policial militar, é isso que é a minha função, [ __ ] Não, por que que você não ficou ali protegido?" Eu falei: "Não, tá aqui no sangue, [ __ ] Eu vou para onde o bicho tá pegando e vou para cima". Ela ficou inconformada com aquilo. Porque esses dois, é o que eu falei para você, esses dois polícias que estão na viatura aqui, eles
estão para enfrentar qualquer parada, irmão. Então, esses caras são heróis. Não pela não Desprestigiando batalhões de de área ou batalhões especializado, pelo amor de Deus. Mas esses dois caras que estão aqui, cara, patrulhando na rua da sua casa, eles podem de repente tá patrulando e o cara tá roubando sua casa e sair de fuzil, como já aconteceu, e ter que trocar tiro com o cara de fuzil ali. Aí ele vai pedir um apoio, vai vir especializada para apoiar e aí o chicote estala. Porque o vagabundo ele não tem medo daqueles dois polícias na viatura. Ele
tem medo do rádio, irmão. Porque se o polícia gritar ali, copô com acerta, rua tal, número tal, >> velho. >> Sai polícia c de cima da árvore, sai do boeiro, sai de tudo quant lugar, velho. Quando você olhar, tem 30 viaturas te apoiando. Então isso você quer que o cara tem medo. O cara tem medo do cara gritar ali. É só abrir. >> Isso. Preso aí [risadas] Trancado, né? Não, a gente é de 100. >> Ninguém se ligou, né? [risadas] É, eu vi daqui. >> Aí, ó. Tá no Q aqui, ó. Mano, tô esperto. Dá
licença. >> Compreta. >> Não, você não sabe. >> Não, não é porque assim, de fato, a a fechadura eletrônica dessa que põe 100, mas eh pelo fato de ter quando tem os program aqui, a gente deixa porque tu vai mijar e tu não vai saber a senha, Né? >> Não. E eu paguei outro mico, mas eu conto fora do ar depois. >> Bom, boa. Sério cara? >> Não, zoado. >> Depois ele me conta. Então, dá play na próxima aí. Juan Silv 2023 mandou uma mensagem pelo Pix. Salve grande SGT Castro e Nante. Máximo respeito aos
guerreiros que arriscam suas vidas em prol da sociedade civil. Castrão, para descontrair um Pouco. Conta a da areia na marmita. Cara cagá. Abraço a todos. >> Ai >> por uma risada. Caracagá. Caracaká. >> Tá bom. Tá bom. >> [ __ ] mano. >> Como é que é? Areia. Aria na marmita, cara. É o seguinte, >> eu tô por fora. Tu manja essa? >> Não, nem essa aí. Nem eu sei, man. >> Não, a gente é zo eu sempre fui zoeiro para [ __ ] né? Zoava muito. E tinha Um cabo que trabalhava com a gente,
o cara era assim, cara, ó. Ele trazia um um potinho de fruta, aí ele ia comer a fruta e tipo ficava escondido para comer a fruta, não oferecia para ninguém, né? Pá, >> e ele um dia chegou da rua e a gente almoçava na companhia, a gente pegava marmita na rua e trazia para almoçar na companhia, né, meu? E ele chegou e eu vi ele entrar com duas marmita, ele pegou e desceu pro alojamento. Aí voltou com uma Marmita só. >> Aí eu falei pro meu parceiro, falei: "Mano, tá levando marmita para casa, mano? [
__ ] vai tomar banho, né, meu? Você pegar para você comer aqui agora. Tá levando para casa". Aí beleza, comeu, né? [risadas] Comeu, pá. Aí eu falei: "Não, vamos esperar". Aí ele foi embora, foi pro patrulhamento. Aí eu falei: "Ó, vamos lá, vamos dar uma olhada no armário dele." Aí eu falei: "Do jeito que ele é vagabundo, preguiçoso, armário Era aqueles de segredo. Só fiz assim, ó. Virei pro lado, abri o armário, aí pegamos uma marmita, dei pro pessoal do CV de dia comer, né, mano? Aí falou: "Minha, agora que a gente vai comprar?" >>
Ele pega essa marmita no rancho do >> Não, não. Pegou em algum em algum restaurante, né? Aí eu falei assim: "E agora?" Aí o meu parceiro, né? "Ah, vamos cagar na marmita". Eu falei: "Não, [ __ ] aí não, mano. Aí não, [ __ ] não. Aí é muito. Falei: "Vamos pegar Viatur, vamos na rua". Aí pegamos uma garrafa d'água, fomos aí, viu uma obra e vi areia. Enchemos a a garrafa de água de areia, né, meu? Trouxemos aí, colocamos na marmita, aí pegamos uns ossos de frango que sobrou lá, né? Colocamos pá, fechamos a
marmita, demos aquele nozinho do jeito que ele deu, fui lá, coloquei no armário dele, deixei lá. [risadas] Aí terminou o serviço, >> fechou cadeada. >> Aí >> entendi. >> Pegou a terminou o serviço. >> Barulho, barulho. Parece o beijo que a morango deu no pescoço dele. É característico. Aí beleza. Aí terminou o serviço, ele pegou a bolsa dele, falou, falou, gente, falou, foi embora, né? Colocou o paisano e foi embora. Aí falei amanhã no próximo serviço que a gente vai saber, nós estava de folga no outro Dia. Aí chegou no outro dia, eu cheguei 6
hor 6 horas para assumir o serviço. Aí ele falou, preciso falar com o senhor aí eu falei: "Pô, chega aí fal que aconteceu ó, abriram o meu armário, certo? E é o seguinte, do mesmo jeito que abriram, os caras podem colocar alguma coisa para me incriminar lá, né?" Falei: "Mas aí, sumiu alguma coisa, né, do seu armário? De sonso, né? Sumiu alguma coisa do seu armário?" Falou: "Não, não, ó". Falei: "Mas o que que Aconteceu? Ele falou: "Não, abrir meu armário, eu eu falar pro senhor, eu faço um, quando eu sair daqui, eu vou pro
bico, né, mano? E eu pego duas marmitas que eu levo para mim levar um comer uma lá no bico à noite, né, minha janta. E aí chegou lá, eu peguei a marmita no isopor, coloquei no microondas, [risadas] esquentou a marmita, né, meu que ele tirou, que ele foi tirar a tampa. Falei: [risadas] "E aí?" Falei: "Que Aconteceu?" Vou só tinha areia e osso de frango. Eu falei: "Não acredito". [risadas] Aí falou assim, ó, eu tô desconfiado de quem fez isso daí. Falei: "Quem?" Aí falou assim: "Fulano, que era meu motorista". Aí eu falei: "Não, não,
ele não foi, porque se foi ele, eu tô compactuando com isso, né?" Ele falou: "Não, não tô filho da puta". [risadas] Falou: "Não tô acusando o senhor, né, meu?" Mas aí eu falei, "Não, aí eu falei Para ele, não, deixa quieto, isso daí, meu. Foi uma brincadeira que os caras fizeram, pá, pá, pá, pá pá. Não, mas os caras podem colocar de repente colocar droga no meu armário para me comprometer. Falei: "Jamais vou fazer isso, pá". Então, foi isso daí. A zoeira, cara. Mas depois eu me arrependi. Mas >> depois ele ficou sabendo, né? Através
da internet. >> Não, esqueci. Um dia falei o nome dele Aqui no podcast. Eu falei o nome dele. Aí ele me ligou no outro dia. Aí s gente, foi o senhor, né? Filha da [ __ ] [risadas] Me xingou para [ __ ] Me xingou para [ __ ] Aí eu falei: "Ô irmão, deixa para lá isso daí. Coração peludo". Não, tá aposentado, cara. Tá reformado. Coração peludo isso daí, mano. >> Mas cara, a gente zoava demais. >> Deve fazer tempo isso daí, né, >> cara? Faz uns 12 anos. [ __ ] o cara Até
hoje ele tá bolado contigo. Tá bolado, cara. Ele pegou. >> Imagina a fome do cara pegar só areia osso, velho. >> Ô, e naquele tempo, 12 anos atrás, não é que nem hoje que você liga pro iFood. Ah, o iFood, o cara teve que se virar nos 30 lá, né, meu? Ou passou fome a noite inteira, né, mano? >> Olha que f [risadas] Quero ver se quero ver se o tenente faz isso com porque ele não tinha como te mijar, né? O cara era Cabo, né? Não, então ele não, ele falou quando eu falei assim,
aí quando ele falou assim, ó, eu tô desconfiado do fulano. Falou: "Não, não, aí não, caralho". Tipo, né? Falei: "Aí, você tá me, eu tô compactuando com isso aí". Falou: "Não, não tô acusando o senhor, né, meu pai? >> Sendo que foi tu que [risadas] >> Mas podia ser pior. O [ __ ] podia ter cagado na marmita. >> Imagina o cara botar no microondas uma Marmita de merda. Cara, [ __ ] [risadas] que pariu. >> Aí ia vacilo, ia [ __ ] todo o rolé, né? >> Não, não, não. Aí, aí, aí foi demais,
né, meu? Eu achei que foi demais. [risadas] >> Merda é demais. É. Cadê? Dá ali na próxima aí, gente. Nossa. >> Aí, ó. >> Aí, ó. >> Salve, pessoal. Boa noite. Eu queria saber de vocês o porquê de tantas Viaturas às vezes paradas em ocorrências como uma batida de moto, uma batida de carro. Eu observo que aqui em São Paulo ficam muitas viaturas, às vezes três, quatro viaturas paradas por conta de algo que é tão simples de se resolver. O porquê disso >> aí, aí é mais a minha praia, né? >> Praia, né, meu? Não,
>> esculacho. Eu vou dizer que escula sou esculach. É o seguinte, deixa eu explicar como é que eu esqueci o nome do Cara. >> Como é o nome dele? >> Oliveira. Escula não. Não, não. Oliveira. É o seguinte, deixa eu te explicar, meu irmão. Ó, tem um acidente de trânsito, aí e eh a viatura, chega uma viatura para atender ocorrência. Aí, por exemplo, o cara ele foi pro hospital, aí vai ter que uma viatura ir lá no vir aqui no local pegar dados para ir lá no hospital pegar a papeleta que é a que o
cara deu entrada no hospital Para levar pro DP. Aí tem alguma outra viatura que vai ter que pegar os pertences do cara para levar no DP e tem outra viatura que vai ficar preservando o local. Então ele falou três, quatro viaturas, tá na média. É isso aí mesmo, entendeu? É, às vezes também acaso que o rondante vai lá, >> no caso, eu como sargento tem a viatura, duas viaturas atendendo ocorrência, eu encosto lá para rondar as viaturas, vê como é que tá. Então, juntou três Viaturas, não é que as a aú de viaturas, são funções
diferentes ali, que chega um, um tá rondando, o outro vai pegar a papeleta, o outro vai levar o o mochila, alguma coisa, né? E então, quer dizer, junta aquele aquelas viaturas, porque é o trâmite da ocorrência mesmo, >> pô. E a polícia e que, cara, não tô aqui para puxar o saco de ninguém, mas a polícia realmente eh aqui em, ó, vou te contar uma parada que aconteceu esses dias, cara. Tem um cara que trabalha Aqui com a gente que ele teve um AVC, ele tava se preparando para sair de casa para então, inclusive, depois
a gente vai fazer uma doação para ele lá. >> Ah, é, vocês viram lá no lá entrada. >> Então, ele tava, descobrimos que, porque assim, eh, quando ele não apareceu, liga para todo mundo, o que que aconteceu? Porque o cara se permmente nunca faltou, entendeu? Que que tá acontecendo, tal. Aí eh, a minha esposa foi também eh encontraram ele na casa dele de tarde, o Cara tava se preparando para sair, devia ser 6 horas da manhã, sair lá >> e encontraramse 3 horas da tarde o cara tinha tido um AVC e o maluco é forte,
>> portão. Eu lembro dele, pô. Da outra vez que eu vi, ele tava aqui fortão. >> E aí ele e eh quem foi assim, quem socorreu ele foi a polícia no fim das contas que ligamos, ligaram para todo mundo lá, não sei que o primeiro a chegar foi a polícia, já pegou, já levou. Quando chegou a motoca do SAMU, Os cara já tinha ido embora já. Então os caras resolvem. >> Cara, eu vou falar para você, ô ô, ô Igor. Antigamente, cara, não tinha, não era que nem hoje que você liga lá, vê uma viatura
do SAMUD bombeiro. Cara, antigamente era só PM, cara. Eu fiz seis parto, cara. [ __ ] seis partos eu fiz. >> Eu fiz um lá na frente da rota >> aí, ó. Eu fiz seis partos, cara. >> Ainda brinquei com a mãe, falei: "Ó, Coloca o nome dele de Tobias. [risadas] >> Por favor, eu fiz seis parto, cara. Inclusive, um parto que eu fiz era de prematuro. >> Eita! >> A mulher foi no banheiro, ela foi lá, não sei o que ela foi, foi usar, foi urinar e ela sentiu um dor no pé da barriga.
Ela agachou no banheiro e ficou lá. Aí o marido desesperado ligou 90. Aí chegamos lá, eu tava na viatura do Setor, cheguei e eu sempre fui fuçador, cara. Eu tinha uma eu só passava dificuldade uma vez, na outra, no outro serviço já, aquela dificuldade eu já tinha sanado. E aí fui lá, falei: "Pega a bolsa lá". E trouxe a bolsa. Tem todo um um um assim uns procedimentos, né? Aí eu cheguei no banheiro, falei: "Que que aconteceu?" O senhor falou: "Não, eu tô grávida". E eu fui fui eh urinar e eu senti uma dor muito
forte do pé da barriga. Aí eu falei assim: "Senhora, Consegue sentar?" Ela sentou e ela esticou as pernas. Quando ela abriu, eu já vi a coroa da criança, né? O crânio da criança falou: "Ó, a senhora vai, vamos, vamos ter que fazer o parte da senhora aqui". >> Aí ela falou: "Ai, meu Deus". Falei, não esquenta a cabeça? Aí eu falei pro pai del pro marido dela, pega uns panos, né? Tá? Porque a gente tem que quando vai fazer o parto que a mulher deita ali, aí você tem que colocar o pano ali e Isolando
anos dela, porque às vezes a mulher faz e ela defeca e se ela defecar contamina a criança. Então você isola ali, né, o anos dela e o resto é só, cara, você vai amparar, é ombro, você vai tirar um ombro, vai você vai se levantar o outro, aí vem que nem sabão, sabonete molhado, aí você ampara ali a criança, né? Aí você mede um palmo da barriga da criança aqui. Aí amarra aqui, mede mais um palmo, amarra aqui, corta no meio, né? Fez o pai. Só que a Criança, só que a criança, eu não tiro
só, eu não tiro só vidas, não. Trago vidas aí. Aí beleza, né, meu? F cortei ali, pá, e a criança não chorava. Mas [risadas] e que tu tirou? >> Abafoca. Vai, vai, vai. >> Aí a criança não chorava, cara. >> Hum. Aí eu falei: "Puta que pariu". E nesse caso aí eu não, não é quase. Aí eu falei: "Ó, vai vir outra viatura levar a senhora". Eu Desci correndo, né? Entramos na viatura e eu fui limpando as as narinas da da menina da da era uma menina, a boca dela com a mão. E nesse caso
assim, se ela não chorar, eu fui fazendo massagem no peito dela. Se não chora, você tem que colocar a boca no, a sua boca no nariz, na boca e não não puxar, sugar para limpar as vias aéreas. Você tem que sugar. Só que eu pedindo para Deus que eu não tivesse que fazer aquilo ali, porque eu ia vomitar, mas beleza, eu ia Fazer aí, beleza, pai. Fui limpando. Aí a criança chorou, falei: "Graças a Deus, graças, [risadas] graças a Deus". Aí eu pá, o hospital de Hermelino ali, entrei correndo. Onde é o é o Tin
é o Natal? Segundo andar. Eu passo aí correndo com a criança no colo. Cheguei lá, ó, ó, doutora, é pr e era prematura, né? A mulher tinha falado que ela tinha 7 meses. Falei: "É prematura, ela já levou lá para dentro. Aí já foi, já foi. Eu vi o trabalho, né? Aí tava Continuando. Aí na hora que eu tava saindo, tava chegando na viatura com a mãe. Aí minha filha falou: "Tá na UTI neonatal, as médicas estão assistindo, a senhora vai para outra outro lugar lá, né?" Aí ela falou: "É menina ou menina?" Aquele tempo
não tinha negócio de que nem hoje que você vê até o vd. Aí eu falei, "A menina?" Ela falou assim: "Ai, tá bom, como é que é o nome da sua mãe?" Falei: "Iolanda". Aí falou: "Posso colocar o nome da minha filha na Sua da sua mãe na minha filha?" Falei, "Pode, sem problema". Aí ela falou: "Ah, tá bom. Depois eu não fiquei sabendo. Fui lá um dia na casa dela, já tinha mudado, não sei se colocou, mas a criança sobreviveu, né? Depois eu passei lá outro dia, fui falar com a médica, a médica falou:
"Não, >> legal, >> deu tudo certo". Então, quer dizer, antigamente era gente, irmão, para tudo, tudo, tudo. A gente era padre, eh, Psicólogo, psiquiatra, era tudo, irmão, tudo. Então, as pessoas só tinham polícia, não tinha mais ninguém. >> Continua ainda, viu, mano? Boa parte ainda, >> continua, continua ainda. E tem pessoa que não valoriza por isso. Na e na pergunta às vezes dele do do colega aí, algo que às vezes na na ótica dele é simples, não é tão simples assim, que você falou, existe um trâmite, um procedimento legal para que a ocorrência Dê certo,
né? Então, às vezes ele vai ver várias viaturas encostadas, mas cada uma tem uma função. >> Tem uma função. É, é. Respondendo a pergunta. >> Eu entendo às vezes, talvez a revolta dele de cidadão, né? Ele fala: "Porra, mano, os cara tá roubando do outro lado ali e tem um monte de viatura parada". Mas ele aí ele também tem que entender o lado do policial que ele não entende o suficiente da dinâmica da ocorrência Também para falar que não tá fazendo nada ou que aquela ocorrência não tem aquela importância, né? >> Entendi. >> Tem que
ser >> fechou. >> Na próxima tu para e pergunta: "Ô, meu irmão, tu não vai correr atrás de bandido não?" >> Fala aí, fala aí, fala isso aí. Eu acho que se parar, dá certo. Você parar do lado da viatura e falar assim: "Ô, meu, Vocês vão ficar parado". >> Você não tem mais o que fazer, não. Vai procurar bandido, mano. >> Fala isso aí. Fala isso aí que é tranquilo >> aí. É tranquilão. [risadas] Bom, dá nada. Dá nada. >> Já sabe. Cadê? Tá com a próxima aí. Gan >> tem esse mais uma. >>
É a úla. >> Essa é a última. >> Toto mandou uma mensagem pelo Pix. Nantes e Castro. Na opinião de vocês, vocês acreditam que a operação no Rio foi um divisor de águas para abrir olho da população referente à segurança pública? Força e honra. Abraço a todos. >> Boa. >> Rapidinho. Ó a cara. Ah, olha ali, olha a cara daquele maluco ali, ó. >> Aí, cara. >> Olha a cara desse psicopata, meu irmão. Não, >> não é psicopata não, cara. O cara tá Atento só no patrulhamento. [risadas] >> É atento. Eu gosto de gente assim,
cara. É um cara atento ao serviço. >> Então, sabe que é pior? Eu tinha, o Jean mostrou na seguinte sequência. Primeiro, ele mostrou um vídeo dos bandidos, eh, de tocar em cima do morro lá, olhando lá para baixo, não, que não sei o quê. Aí tem o outro maluco fumando um baseado. Aí o o o lance era assim: "Imagina tu chapado de maconha enfrentando esse cara aqui, ó". [risadas] >> Não, imagina, imagina você no matagal e você d conta com esse cidadão aí. Tá >> maluco, olha a cara [risadas] dele. Tá maluco. Olha ali mesmo.
Olha, mano. Mano, >> não. Aí o ol o olho dele ele aí o olho dele nem resseca, mano. Porque ele nem pisca, tem nem pálpebra, né? 12 horas com esse olho assim, ó. >> [risadas] >> Ei, [ __ ] Aí sim, [ __ ] >> [ __ ] aquele ali em cima também tá Maníaco. Ó lá, ó. Tudo zó tá até torto. Até torto ali, mano. Aí, ó. Aí sim, ó. Aí a polícia. Você vê, ó. Ó. Você vê, dá uma olhada. Baixa um pouquinho. Baixa um pouquinho o vídeo, ó. Você vê, ó. Ó lá,
ó. Ó, ó o dedo. >> Procedimento fora do gatilho. Tá vendo? Procedimento. É um cara que tá ali louco para para arrebentar alguém, mas tá no procedimento >> agora. Não tomou cuidado ali no sutache, né? Tá um A08 de cabeça para baixo. >> Opa. Abafoca. [risadas] >> Ah, tem um motivo. >> Tem um motivo. Depois tu me conta. Então, ela de 80 de bota [risadas] cabeça. Tá, tá bom, tá bom, tá bom, tá bom, tá bom. >> Deixa eu ver, deixa eu ver aqui, deixa eu ver quem, quem é aquele polícia. [risadas] >> Deixa eu
identificar aí. É mais difícil, né? [risadas] >> Entendi. >> Foi sem querer, pô. Foi sem querer. >> Vacilou na hora de colocar. Na hora de colocar >> é que pô na pressa, entendeu? Missão p >> é [ __ ] mano. A pressa é [ __ ] >> Então perdão ao amigo aí do olhão instalado aí que a gente inclusive falou bruto, hein? Não, guerreiro. >> Atento, atento. >> Agora a gente tava onde mesmo? >> Tenho meda. >> Perguntou se abriu os olhos essa. >> Ah, é essa operação aí. E a gente falou um pouco sobre
isso, sobre o impacto dessa dessa operação no na percepção pública >> das próprias operações, né? Eh, a população além de ter aprovado, eu não sei, isso aqui eu não se não é dado, não é informação, mas eu escutei que os caras falam: "Porra, tinha o bagulho meio que o Castro falou, tinha que ter uma toda semana". >> É, mas é isso mesmo. >> Mas não é dado, não é informação. >> Não é informação, mas na realidade é a sensação que você tem quando você conversa com as pessoas na rua. >> Aham. É o que eu
tô dizendo. >> Todo mundo fala isso. >> Isso é o que a maior parte das pessoas que entram em contato fala. Tinha que ter uma toda semana. Volta naquilo que a gente falou, a população tá de saco cheio, não aguenta mais criminoso, desde o cara que é roubado no ponto de ônibus, No semáforo, enfim, que perde a aliança da da senhorinha que é espancada pro cara levar a aliança. Até essas pessoas que são subjulgadas pelo crime organizado, ninguém aguenta mais, cara. E aí é uma hora ia explodir. Esse foi o momento de das pessoas falarem:
"Porra, mano, arrumando alguém agora para vingar nós". Ah, quando a água bate na bunda, irmão, aí o pessoal eh reage, né, meu? E o e o pessoal tá vendo que as coisas estão eh tá meio extrapolando, cara. Tá Extrapolando. É crime para tudo quanto é lado aqui em São Paulo que, pô, tem uma não que no Rio não tem uma polícia ativa, mas aqui em São Paulo que a gente não tem tantas dificuldades quanto o Rio, sabe? Tem às vezes roubo de esse roubo de de aliança, pô. É roubo de celular, é roubo de moto,
pô. Você não pode ter uma moto aqui, cara. >> Eu comprei um uma NC 750, derrolei quatro vezes com ela, tentaram me roubar duas, entendeu? Você não pode andar, Cara. Você não pode ter uma moto, você não pode ter um carro que o cara quer levar. Então isso que tem que acabar, tem que acabar com isso. E só vai acabar, não vai acabar você fazendo abraçando a a Alagoa Rodrigo de Freitas e soltando pombinha branca. Não vai, meu irmão. Tem que ser o o vagabundo. Ele só respeita o que ele teme. Se ele temer, ele
respeita. Se ele não temer, ele não vai respeitar, entendeu? Essa é a percepção. >> Bom, acabou aí, né, Jean Nantes Castro, muito obrigado pelo tempo de vocês. Obrigado por vir aí. >> Esse comprimido aqui, ó, >> deixa eu ver >> esse comprimido aqui, ele me resolve muito derí. >> Esse comprimido aí, esse comprimido aí, ele é aplicado na cabeça do da pessoa, do vagabundo, ele resolve muitos problemas, entendeu? Mas tem que ser uma aplicação >> membro de de de responsa, entendeu? Se você aplicar, você acaba com estuprador, você acaba com traficante, você acaba com noia,
com ladrão. Não, maconheiro não, porque maconheiro é >> agora sim. [risadas] Ele tá os caras, os caras tá até aplaudindo, [risadas] >> os cara tava, >> os caras tá ensinando falar assim, maconheiro, falei [risadas] quando eu falei os [ __ ] [aplausos] Gente, obrigado pela moral, espero contar com vocês pra gente trocar umas outras ideias no futuro também. Aí, eh, essa daqui é a tua câmera. Se tu quiser falar alguma coisa, tipo, como as pessoas te encontram na internet ou qualquer coisa que tu quiser, essa é a hora. >> Meu irmão, primeiramente obrigado aí pela
oportunidade de estar com vocês. Foi um papo da hora. Infelizmente assim, não dá para falar tanto do C porque já Tô [risadas] >> tá saco cheio. >> Mas quero agradecer a todos por nos aturar até agora. Minhas redes sociais em todas as redes @sargentonantes por extenso, >> tá? Sargentoantes. >> Sargento Nantes. >> Tá bom. Beleza. >> Valeu. >> E tu, Castro? Eu quero, primeiro, se você me permitir, agradecer a a minhas a Minha conta do Instagram, que ela passou de 800.000 seguidores, né? Eh, eu tive a semana passada eu comemorei 700.000, hoje estou comemorando 800.000
seguidores. Muito top. Agradecendo a a Ágile, né, que é uma uma um pessoal que cuida o Daniel, eu conheço há mais de 20 anos. Ele pegou minha conta estagnada e conseguiu fazer um trabalho aí de dar um up na minha conta aí. e meu YouTube também que tá passando de 400.000 eh inscritos, né? Não chega, não tô Chegando nem a unha do dedinho do É. Então, mas tá com 400.000 lá, graças a Deus, que é a Montana que cuida, porque a ágil cuida das minhas redes sociais e a Montana cuida do meu YouTube. Aí agradecer
o pessoal aí, agradecer você mais uma vez pelo convite, cara. muito top aqui. Eu gosto muito de vir aqui porque a gente bate um papo aqui. Você deixa a gente como a maioria dos podcasts que eu vou, mas deixa com a gente com liberdade pra Gente trocar ideia, pra gente falar, pra gente expor e pra gente mostrar pras pras pessoas que o atrás de uma farda existe um ser humano que chora, sangra, sente fome, sente necessidades fisiológicas. Isso é que é o meu podcast, ele é destinado a isso aí, né? destinado a mostrar as forças
de os as coisas boas que as forças de segurança produzem pro país. Beleza? Bom, tá bom. >> Valeu, gente. Obrigado pela moral. Vocês que assistiram aí, muito obrigado Também. Segue os cara, a gente vai deixar aqui no comentário fixado para vocês encontrarem com facilidade. Aproveita e dá o like nesse vídeo aqui, compartilha, manda ele no grupo da igreja, manda ele no grupo. Qual outro grupo? Grupo dos maconheiros. Maciro, maconheiro. Aí, velho. Aí arrebenta, meu. >> Grupo da Moranguinho. >> Ah, da Moranguinho. Da Moranguinho. Manda também LGBTQ. A mais também. >> Quando você quiser compartilhar, Dhe.
Se tiver no celular, aperta o botãozinho do hype, que eu não sei o que que faz, mas deve ser bom. E entra no Discord. Entra no Discord aí para você poder sugerir outros episódios também. Que que tu falou aí, N? >> Grupo dos Betistas, mano. Manda também. Pode ser. Manda no grupo dos Betistas também. Manda no grupo dos Bolsonaro também. Manda onde você quiser, [risadas] tá bom? Só compartilha aí Obrigado pela moral. A gente se vê amanhã, tá [risadas] bom? Aqui, ó. Fez o L, virou uma arminha >> ou a arminha vira o L também.
[risadas] >> Depende do ponto de vista. Assim, ó. Assim eu tô eu tô arminha para cima ou é um L? >> Não, não, não existe arminha para cima. Arminha aqui, ó. >> Tá. >> É para bater o indivíduo, >> tá? >> Para bater. >> Mas aqui é um pica-pau, né? Olha aqui o cão. >> Não, não, não. Aqui pode ser, pode ser um fuzil. É, >> pode ser, pode ser também. Então sempre aqui >> colocou que eu tenho umas fotos antigu com fuzil para cima quer [risadas] fuzil para cima. >> Valeu família, um beijo para
vocês. Obrigado, gente. Valeu. Até a próxima. Tchau.