o Olá eu sou modelo essa balas sou artista visual e Sou professora de artes do ensino básico e eu nasci em Campina Grande andei um pouco depois ir para João Pessoa e isso daí no curso de artes visuais da UFPB e foi dentro do curso de artes visuais que conseguiu descobrir entender como artista eu sempre fui uma pessoa criativa desde a minha infância eu tenho até hoje caderninho se registros os três quatro cinco seis anos de idade em que eu sempre andava com Lápis e Papel sempre registrei tudo uma redor e até hoje os cadernos
as anotações os lápis e o papel faz muito baixo do meu processo criativo não extremamente desenhando mais como uma forma de registro outra forma de registro um bastante recorrente na minha produção é a câmera fotográfica não de uma forma técnica mas como a colagem de papel com uma forma de registro também uma forma de captura uma me atentar as coisas são ao redor sempre fez muito parte de bom e isso transparece no meu nas minhas Produções artísticas e no meu processo criativo a primeira vez que eu percebi isso foi com a série poros e surgiu
a partir de um convite para participar de uma exposição coletiva no parque cultural casa da pólvora e ao procurar o que que eu poderia esse povo eu percebi uma Constância entre fotografia e superfícies e essa percepção das marcas em cima do mundo em cima da vida essas marcas de tempo um marca de pessoas que passaram por ali marcas de evidências marcas de temporalidades a série poros hoje para mim é uma gaveta que eu posso reabrir e incorporar criar novas significações nos rizomas novas os afluentes A partir dessa percepção de superfícies recentemente na nos momentos social
teve um desdobramento da série polos em que eu fotografei marcas no meu corpo e marcas da casa por exemplo é outro momento da minha produção foi durante a pandemia eu tive o privilégio de poder estar isolada eo isolamento ver e do tempo o que me fez retomar projetos e entrar em contato com Produções ou ideias que estavam engavetados e mais à frente em um momento ainda pandêmico eu participei de uma exposição coletiva virtual e convidou as mulheres artistas a produzirem algo de alguma forma em um metro e meio de raiva ou seja 3M de diâmetro
querendo e tendo auge de resgatar as minhas veias e as minhas raízes as mulheres da minha família EA relação com a costura com crochê com tricô uma linha de uma forma geral é o decidi chegar nesses três metros de diâmetro a partir do crochê Foi aí que surgiu o croché razão que é uma obra ainda muito latente é uma obra que eu ainda considera me completa eu acredito que muitas mãos ainda tem que tocar o clichezão E participar da produção de lei foram três meses de produção para conseguir chegar no produto com muitos registros muitos
desdobramentos é eu tive a oportunidade de é aquela que através de precisão o que me deixou muito feliz [Música] pouco mais à frente com ligação também comprou tesão mas se desdobrando para outros momentos meus eu gosto de chamar de movimento pelo de cobra que é aquele bichinho que você toca e ele se enrola nele mesmo e que eu literalmente fazer esse movimento e cheguei e percebi meu próprio umbigo percebendo o meu umbigo eu tive muita vontade de falar sobre ele de falar sobre essa primeira cicatriz de vida de mudança de corte de separação é uma
cicatriz única e todo mundo tem mas ninguém tem igual então eu comecei a coletar umbigos em veículos na natureza um veículos na margarina que ela abria e também comecei a coletar umbigos de outras pessoas que se dispuseram a enviar fotos do seu próprio me a partir dessas registros de Margem eu comecei a criar pequenas esculturas de umbigo voltando para matéria da argila e os primeiros materiais que eu entrei em contato do curso de artes visuais e que é bastante coisa em mim eu voltar para argila com os umbigos fez muito sentido fez muito sentido pegar
essa matéria do chão essa matéria viva essa matéria que se luta essa matéria que tem vida própria então foi muito interessante trabalhar com esse material junto com os umbigos que fala desse íntimo e fala de uma individualidade mas também fala desse coletivo tipo uma felicidade muito grande também no ano passado 2021 em participar da 1ª Bienal de arte contemporânea da Paraíba com três dos meus amigos ver aquela ideia sair do papel e sair de um planejamento que chegaram no expografia Foi algo muito bonito de alguma Que importante ela nos dá a liberdade de entender Quais
materiais fazem sentido para uma produção especificada processo artístico cada ideia cada transposição do íntimo por externo pede um maternidade diferente que seja argila seja um lápis de papel seja fotografia seja o vídeo eu acredito que o primeiro passo eu consegui externalizar para conseguir tirar o que tá dentro colocar para fora É sim esse processo de piolho de cobra de se perceber de se olhar de minuciosamente anotaram os pequenos detalhes e Essa sou eu novo grana mulher artista E aí E aí