Platão, ele falava demais da música, que a música é vibração. E essa vibração, ela puxa a tua consciência para sintonia com essa vibração. A gente não precisa ser sinestésico, nenhum paranormal para perceber, por exemplo, porque uma pessoa que gosta de música vulgar, em algum momento ela vai ser vulgar.
Uma pessoa que gosta de músicas violentas, em algum momento ela vai expressar violência. E a consciência dela ela afinizou com aquele nível de vibração. Em algum momento ela vai expressar coisas afines.
Nada na vida é impune. Aqueles que assistiram caibalha, eu dizia para vocês que a nossa essência, segundo a tradição egípcio, isso é complicado, mas dá pra gente imaginar, diz que a nossa essência é o padrão em que a nossa consciência vibra. Isso é você.
Os egípcios chamavam isso de nome interno. Minha consciência vibra nesse plano. Ela vibra diante da beleza, da bondade, da justiça.
Bom, isso sou eu. E o que que eu tenho que fazer? pegar coisas que vibrem nessa mesma sintonia para poder assentar a minha consciência aí ou puxá-la paraa frente.
Eu começo a me afinizar com coisas que vibram aqui embaixo para eu puxar minha consciência para baixo. Então vocês vão perceber que ao longo da história sempre me falou a respeito de depurar o gosto, que o gosto não é impune, o que você leu, o que você ouve, as companhias que anda, porque tudo é vibração. E quando você cria sintonia com uma vibração muito baixa, a tua consciência vai voltar lá.
M.