Muito bem vocês ouvem falar alguma coisa não recording in Progress vocês ouvem também é bom né é um sinal de vocês sabem o que tá acontecendo também seja assim muito bem então bem-vindos aí bem-vindas de volta estamos na nossa reta final aula 14 né 14 tem 15 e 16 acabou estamos chegando ao Fim a gente e hoje a gente h do grupo vai vai acontecer mesmoa boa a gente não conseguiu conciliar a agenda para acontecer no no acamargo que foi uma oferta muito generosa deles mas a gente eu acho que assim a gente quer muito
fazer a gente não estruturou Plano B porque a gente tinha um plano A que seria fazer no último dia no secam o Vítor abriu aí acho que ele quer falar alguma coisa mas assim eu Super topo como como vocês sugerirem aí a gente consegue se organizar e a nossa casa tá à disposição para receber vocês como possibilidade Fala Vitor é daqui a 15 dias né Maros é dia 10 talvez dia 9 acho que seria dia 9 não acho que dia 9 ou dia 2 não dia 2 seria dia 2 seria dia 2 mas eh sugestões
faz semana que vem é Não acho dois a semana que vem de fato tem razão dois semana que vem ah você tem razão seria nove no dia 9 nesse horário eh eu não acho que não foi isso tá porque eu quando eu ofereci o você Camargo acho que a anaísa já até sabia eu vou estar em voo para Milão nesse dia não consigo participar Mas isso não era um impedimento não ah e qualquer forma onde for eu não vou conseguir estar não vamos fazer isso pó né a gente faz a o Ponto normal virtual no
dia 9 e depois faz alguma coisa posterior a semana seguinte é uma ideia que também nos ocorreu eh eventualmente se seria até a gente fazer uma reunião presencial aqui na na nossa casa mesmo a gente teve ideia de repente fazer um oferecer para vocês um jantar enfim a gente pode também se reunir como a possibilidade Mas a gente pode amadurecer né qual vai ser o melhor caminho aí e a gente traz para Vocês mas eu adoraria recebê-los aqui pra gente tomar um vinho aprofundar as conversas da mais pesado eu já fiz o convite só falta
definir a data e o que que o ma vai [Risadas] cozinhar Então pronto a gente fecha uma data e tá Tá feito convite Maravilha eh sugestões começo de semana meio de semana fim de semana que que vocês acham mais razoável meio para meio para mim é Melhor que normalmente é quando eu tô em São Paulo Gabriel acho que também quinta-feira quarta-feira é quinta-feira porque quinta é nova sexta né a gente tem aí três dias para se recuperar depois né ou mais boa Vamos chutar num qu Então tá bom tá pensando eu vou parar a gravação
e começar outra eu acho não não vai dar vou ter que sair a aula só por causa do começo que para quem for assistir mas ok Já fica sabendo também da da nossa intenção bom então marcaremos numa quinta-feira nosso encontro Eh estamos na nossa última dimensão Espero que a essa altura as coisas comecem a a fazer um pouquinho mais de sentido nossa a nossa última dimensão é a dimensão da vivacidade ou a dimensão do movimento vocês estão vendo na Tela sim então a dimensão da vivacidade é reconhecer que todo todo o sistema Vivo É Vivo
né e tudo aquilo que tá vivo tem Tem movimento né Eh então aqui voltando a essa essência de sistemas vivos a nossa o nosso olhar é poder eh refletir sobre esse dimensão de movimento e e como é que a gente ativa uma dimensão de movimento que seja potente Eh para que para aquilo que a gente né para aquilo que a gente tá aí cada um no seu cada um no seu organismo Cada um na sua necessidade de movimento eh fazendo acontecer vamos antes disso abrir um pouquinho para reflexões a gente teve na nossa última aula
a gente falou um pouquinho né sobre questão do ver coletivo de formação da imagem comum a gente falou trouxe uma né uma reflexão sobre diálogo A escada do Diálogo eh reflexões perspectivas angústias aflições dívidas insights Eu acho que eu posso eh falar um pouco dessa história de imagem comum da realidade ou [Música] eh todo mundo tá voltado para um mesmo objetivo né que eu acho que é é o que traz muito muita potência para Instituições né Eh a saúde nesse nesse elemento eu acho que ela ensina muito porque cuidar de um paciente ninguém consegue fazer
sozinho é um ambiente super coordenado né para fazer dar certo eh paciente quando chega para fazer uma cirurgia ele vai passar na mão de muitos ao mesmo tempo ele espera sair dois três dias depois do hospital e é assim é muito fácil alinhar os furinhos do queijo suíço para dar uma coisa errada Sabe precisa de muita coordenação para poder funcionar e aí você fazer isso em alto volume coordenação em alto volume requer muito treino muita muita prática né E quando a gente vive esse ambiente da Saúde durante muitos anos depois eu cheguei na área corporativa
eu achei que eu tinha muito para ensinar área corporativa do jeito de trabalhar em equipe né Eh aí a gente por tá num hospital numa Instituição de saúde os exemplos eles são diários né paraa área corporativa a gente conseguiu ir transferindo esse essa esse elemento de cultura no ano passado eu comprei 20 livros de um livro que eu acho que vale a pena recomendar aqui que chama a organização sem medo eh vale para todas os tipos de organização Mas elas traz muitos exemplos da Saúde porque que ela é uma psicóloga da Harvard que trabalha exatamente
Eh na área de saúde né mas ela fala o poder de trabalhar todo mundo junto com Norte único com papel e responsabilidade bem definido com comunicação intensa esses elementos todos de um time de alta performance sabe e eu não paro de encontrar eh metáforas eh da área de saúde para ajudar a área corporativa a se coordenar melhor e E aí encontrar eh eh maneiras de potencializar o todo sabe eh ela chama a autora chama m edmonson m com y a y edmonson eu distribuí 20 Livros desse aqui na área corporativa e fi ó dá uma
lida e passa para quem você quiser depois de um ano exatamente um ano eu fui ver onde os livros estavam e que caminho eles fizeram e teve livro que passou na mão de oito pessoas em um ano teve livro que ficou guardado na gaveta né né que nem o primeiro leu isso acontece mesmo mas acho que desde que eu fiz isso aqui a gente consegue falar muito mais do tema sabe e e abriu a cabeça de muita gente a própria Liderança começou a agir diferente e tal sei lá foi uma metodologia que eu usei que
ninguém precisa repetir mas eu acho que a gente precisa botar em cima da mesa as coisas e falar abertamente delas né você criou uma linguagem comum também né É eu de fato acho que é uma é uma analogia muito boa pergunta que a gente quer sustentar é justamente essa né Como que tá o nosso paciente pensando como organização né como que tá esse corpo né O que que qual é a necessidade dele qual é o movimento que a gente sente fazer e pensando nessa multidisciplina iedade Qual é a qual é a parte de cada um
né quando o que que eu cuido do como é que eu cuido o quê né Eh e como é que a gente ajuda a a organização a a se conectar a essa realidade né a poder estar conectado a esse corpo e entender o que que tá acontecendo com esse corpo né sem que a gente Simplesmente sem que sem que se N sem que você tenha que ativamente fazer isso acontecer como é que você cria uma uma consciência sistêmica fala mal não eu eu ia falar eh eu acho que isso tem que partir por conta do
Medo tem que partir de cima né você não não tem uma expectativa que as pessoas abaixo vão se expor eh sem saber o quão seguro é aquele ambiente né Eh eu eu tenho até alguns exemplos aqui A gente tem um na nossa estrutura pessoas que são eh diretores de conta o cara acaba sendo mais protetivo do próprio cliente que da própria empresa então quando vai uma conversa para defender o cliente ele acima de tudo é o cliente e aí a o o time que é colega de trabalho desse cara fica com medo de enfrentar por
conta que o cara é um um diretor de conta e o outro é simplesmente um gerente de de operações o que eu vejo faltar é essa eh Abertura que a empresa não sei da onde que viria mas como é que você cria um ambiente que o gerente pode pode sem medo confrontar o cara que é um ou dois níveis acima e acho que isso que é é o mais crítico e o cara que é o o cara que é o diretor tá confortável porque ele impõe o dele e o cara embaixo fica Será que eu
vou arriscar o meu emprego nisso ah não vou a maioria Não Arrisca É acho que é bem por aí e que você a gente costuma dizer assim Ver né esse ver coletivo ele você tem dois iguais não existe maior ou menor e como é que você consegue ajudar a organização a sentir isso a sentir que assim estagiário ou Presidente todo mundo tem alguma percepção daquela realidade e aquilo tem seu valor é claro que provavelmente a contribuição de um de um estagiário e a perspectiva e o histórico e as referências né ela vai Ter uma diferença
provavelmente para pessoas mais síes mas faz parte eh mas como é que eu escuto acolho desafio questiono se for o caso para ir até criando esse senso crítico de realidade né Eh mas eu eu super vejo porque as estruturas tradicionalmente hierarquizadas fizeram com que o líder acha que tem que saber as respostas e as pessoas acham que não tem que fazer perguntas né não tem não tem muito espaço para Isso é promover esse ambiente né de de segurança acho que é acima de tudo sim bem então essa essa essa reflexão né que a gente traz
da potencialidade Ela é super importante pra gente olhar agora pra dimensão da vivacidade quer dizer a potencialidade nesse sentido de você somar perspectivas né conseguir Olhar ter esse ver coletivo cada vez mais ativo para que o movimento aconteça eh o mais potente possível a gente vai falar um pouquinho que que que a gente tá trazendo sobre essa Ótica de de potência né então só pra gente resgatar aqui nossa nossa jornada reconhecendo que as pessoas estão altamente disponíveis a dar o seu melhor né a serviço de um todo como é que eu ativo isso acho que
essa é a Grande pergunta como é que eu ativo isso né porque essas pessoas que estão caladas tem muito para dar né como é que eu vou ativando Pouco a Pouco essa essa potência Então tudo para nós começou com a questão da essencialidade que é um pouco disso quando eu tô diante de uma situação ou seja até no meu dia a dia de negócios é muito comum a gente pegar planos de Negócios em que você vê eh uma baixíssima consciência do que de fato é essencial para aquela organização Para aquele movimento futuro né O que
realmente tá acontecendo no mercado como que tá a empresa Qual é o movimento a ser feito então a gente vê muitas vezes uma uma fragmentação uma Uma não uma não consciência do que de fato precisa ser eh trabalhado ou atuado já Começando por aí então a essencialidade é é o começo né se eu não sei se eu não tenho se não consigo sentir né eh qual que é essa aonde tão as questões para onde eu vou ou onde tão as questões Mais críticas que não estão fazendo as mudanças acontecer depois a integralidade que ajuda a
gente entender os porquês que eventualmente as coisas não estão acontecendo não estão indo pra direção que a gente gostaria de ir que muitas vezes não tem a ver só com dizer para onde ir mas o a resistência que pode existir então a gente fala muito da eh da da natureza do nosso pensamento que é é um pensamento binário né um Pensamento e não integral e que eu me adapto a um e tendo a a a a excluir a negar ao outro né então a questão da integralidade depois a questão da totalidade que é como é
que eu conecto as pessoas a saírem desse lugar eh individualizado e irem para um lugar de totalidade de todo eh reconhecendo que elas são parte de um todo né então é menos sobre eh como que eu cumpro a minha meta é mais sobre como o meu papel contribui para esse todo e como é Que a gente constrói de forma harmônica esse essa consciência depois a maturidade que que é dolorida né porque a pergunta aqui é o que que qual é a minha parte nesse nesse todo né É como é que eu crio uma cultura em
que as pessoas de fato possam fazer escolhas conscientes reconhecendo e Abrindo mão dos seus interesses próprios vamos dizer assim eh mas sem abrir mão de si né quer dizer eu eu tô dentro Disso eu sou eu tô inteiro aí também mas eh como é que eu reconheço a minha parte nesse todo e como é que eu crio diálogos mais potentes para integrar esse processo depois a potencialidade que é a questão do do ver coletivo como é que eu eh cria o espaço né para que a gente consiga ver de fato a realidade A partir dessa
realidade eh que esse ver que a gente Costuma a gente chama de ver mas a gente fala muito que o ver é o agir né é um ver que é como se você visse um buraco na sua frente Você vai desviar né você não é um ver que te toma consciência a ponto de você não querer mais fazer de um outro jeito você você entendeu o que tá ali Quais são as consequências daquilo Qual é necessidade daquele movimento para daí a gente chegar na vivacidade e daí é tá Bom qual é o movimento Então o
que faremos né Para onde vamos o que faremos qual movimento Qual o plano começar a deixar a coisa um pouco mais eh coordenada né eu diria que via de regra o que a gente tá acostumado a fazer que a gente fala do movimento mecânico é esse movimento meio depara que sai de de diagnóstico de um problema e já vai imediatamente pro movimento já vaii querer definir o que fazer n Então o que a gente tá convidando aqui é como É que eu reconheço as outras dimensões antes de atuar exclusivamente no movimento né Para que o
movimento tenha de fato potência ou porque senão eu vou ficar repetindo padrões até que eles fazendo esforço desnecessário e assim c a dimensão da da vivacidade ela ativa essa consciência do movimento mas de onde tá indo né Qual é o movimento que emerge do sistema porque a Nossa a medida que você começa a trazer consciência do que tá acontecendo no corpo é naturalmente já vem uma consciência de qual é o movimento necessário Então como é que a gente ativa eh essa clareza de de movimento e como é que a gente faz com que essa direção
comece a ficar cada vez mais eh eh disponível para quem tá junto conosco então aqui o que a gente diz o que habilita é criar o senso de Direção então né Qual é a direção Qual é o norte e o que a gente chama aqui de pmpp que é o próximo movimento potente possível que é tá bom o norte é para lá mas eu não vou conseguir chegar lá agora o que eu consigo fazer hoje né então eu vou tá bom eu vou correr uma maratona mas eu eu eu nem comecei a correr ainda né
então que que eu posso fazer no próximo ciclo que vai me habilitar a a lá na frente eh poder correr uma maratona Então isso traz Impacto alinhamento ritmo eh um senso de compartilhamento de de escolha e sentido com sentido né O que que a gente quer dizer com isso é que assim eh tem dois tipos de sentido né Você tem um sentido do tipo ah faz sentido que é um sentido mental ah entendi é para lá Entendi né e tem um outro sentido que é um sentido mais emocional que é um sentido de Conexão né
como é que a gente ajuda a conectar essas duas essas duas camadas né de de de movimento para que não seja só um a entendi né seja mais do que o entendi seja um Ah tá é para lá faz sentido de maneira mais Ampla mais íntegra ou mais inteira a pergunta chave aqui é qual o movimento emergente do sistema e ou qual é o próximo movimento potente possível né O que que eu o que que é o que que eu preciso fazer agora qual o movimento que Me habilita para esse futuro emergente tudo bem até
aí essa consciência ela a gente tá olhando ela sobre a sobre quatro grandes dimensões aqui ou microd dimensões vamos chamar assim eh pro movimento ser ativado a gente vai a gente precisa ter consciência da ordem a gente precisa ter consciência dos ciclos a gente precisa ter consciência do Ritmo e a gente precisa ter consciência da direção a Gente vai falar de cada uma delas isoladamente que elas na verdade se complementam falando primeiramente da da dimensão de ordem né da da consciência da ordem que é muito um convite que muitas vezes é é ignorado em movimentos
que diz respeito a a você Honrar e o que te o que o que nos até aqui né Aqui tem uma frase do Bert hellinger para quem não conhece Bert é o a pessoa que que criou o movimento de Constelação né o todo o processo de de de terapêutico de constelação sistêmica eh e que ele traz essa imagem né de que quando o passado é respeitado como é ou como foi sem que ele venha a ser engrandecido ou diminuído então o passado servirá o futuro de bom grado n sobre a ótica sistêmica de constelação diaa
de regra o que ele tá dizendo para nós indivíduos é que quando a gente honra o que o que os nossos pais Fizeram por nós Independente de julgamento de muito ou pouco né só nesse movimento de honra verdadeiramente honra você não ficar aprisionado a as críticas e a tudo aquilo que você sentiu falta ou que sentiu excesso quando você se abre para um movimento potente eh na vida né muitas pessoas vivem aprisionadas em função desse não desse não né natural em função da nossa da nossa eh formação e evolução Como como indivíduo adulto muito comum
então aqui acho que o convite é muito esse eh olhando paraa organização olhando paraos sistemas é muito comum a gente chegar num determinado lugar eh M quem chega de Fora criticando e desafiando e reclamando e falando sem sem Honrar o que de fato fez com aquela aquela organização ter chegado a onde chegou isso é quando você fala em processos de transformação isso é um Dos das questões mais comuns que acontecem e que mais causam imediatamente uma ruptura né uma um não movimento porque aí você cria aí cada organização Traz a sua linguagem mas aí você
cria eh nós e eles de qualquer natureza né então são os os herdados e os e os escolhidos são os os preteridos e os né as pessoas vão criando nomenclaturas porque elas vão se sentindo eh fazendo ou não parte daquilo pela Segregação e aqui acho que o convite é bem o convite da imagem que é de você fazer da de qualquer histórico de passado você poder reconstruir aquilo e fazer com que aquilo seja força pro futuro então sobre essa Ótica de de ordem o que a gente percebe de desafios mais comuns primeiro tem a ver
com as múltiplas narrativas carregadas de vieses pessoais ou seja se você for ouvir a história do Passado daquela organização ela geralmente ela tá altamente fragmentada cada um contando a suas experiências daquilo que ouviu ou viu né e aquilo muitas vezes perde eh força para pro movimento pro próximo movimento acontecer eh não é incomum quando a gente vai fazer trabalhos perceber que o time tá ele tá mais no passado do que no presente barra futuro porque ele ainda tá culminando as questões que ainda não Foram resolvidas daquele passado né Acho que alguns de vocês já viveram
isso tô lembrando aqui do Aquino inclusive num trabalho que a gente fez com ele acho que só isso foi uma das coisas que apareceu né aqui no que tinha eh Em um passado que ainda tava muito ativo e que tava inibindo a potência daquele time de poder se mover Então como é que a gente cria essa imagem comum para poder fazer esse movimento Eh depois uma uma questão de falta de entendimento sobre as escolhas do passado também é muito comum PR gente olhar para trás e não entender né Quando Às vezes a gente vê assim
às vezes até os pais eh cuidado muito grande em guardar coisas né você vai falar pô mas planejar futuro né ou de não gastar em excesso ou ou ao contrário Às vezes você vai encontrar padrões de pessoas que que querem oferecer abundantemente Né querem oferecer abundantemente porque talvez tenha tido falta no passado e aí você vai pro passado você vai entender um histórico de guerra você vai entender um histórico de privações algum histórico que que fez com que diante daquele momento na melhor escolha que aquelas pessoas poderiam ter tido naquele momento aquilo foi feito e
aquilo foi criando uma escolhas né E essas escolhas marcam o o presente né então como é que a gente Ajuda também a a ter uma compreensão maior dessa desse entendimento de escolhas passadas para que a gente destrave o que tá Por Vir paraa frente o que também é muito comum eh muitas vezes por falta de profissionalização por falta de de de estruturação né você você chega em situações das organizações em que você não tem um histórico estruturado né você você não tem uma inteligência eh de aprendizagem A partir de processos procedimentos políticas o que que
que seja e porque isso ficou nas pessoas e as pessoas se foram E aí aquele né você não você não tem muito histórico de de memória em relação a ao o que e o porquê pouco do que eu falei quer dizer muitos que chegam querem fazer diferente então acho que essa é a beleza e até o contraponto eh comar o passado não significa eh a uma não melhoria uma não inovação né você você desonrar o Presente né porque senão você tá desonrando o presente e o futuro né em última análise você quer dar vitalidade para
aquela organização Então como é que você honra esse passado mas sem deixar de de atuar eh naquilo que é importante e é necessário pro paraa organização no presente barra futuro e acho que a última a gente já falou tudo bem até aí ma quer falar alguma Coisa não talvez acho que a gente fale na na sequência mas eh para mim algo que me marcou muito uma uma frase que eu ouvi eh é que as pessoas fazem o melhor que elas podem o nível de consciência que elas têm né então quando a gente olha pro passado
na perspectiva de que as escolhas que foram feitas foram feitas baseadas com que aquelas pessoas que estavam naquele contexto tinham de consciência de capacidade de Possibilidade e a gente olha olha para isso acho que é isso que o tá falando né com com honra e com acolhimento e com gratidão porque foram essas pessoas que possibilitaram pavimentaram o caminho pra gente chegar onde a gente chegou é é muito Sutil esse movimento né mas mas eu sinto que ele faz muita diferença a gente vê isso recorrentemente né o quão diferente é quando um time que tá se
formando um time que tá tá fazendo uma transformação olha pro passado com com Um olhar de gratidão de honra ou quando olha pro passado com olhar de de julgamento de crítica porque fizero Porque deixaram de fazer eh é um movimento que é que é de novo Sutil mas que de fato Ou ele inibe o movimento porque as pessoas que está que já estavam naquele naquele contexto passado elas realmente se tornam uma Âncora do movimento ou as pessoas se sentem de fato vistas honradas e elas vão junto elas se abrem para essa possibilidade de De mudança
então assim eu eu eu realmente sinto que que esse é um tema subestimado eh porque ele é é de novo Sutil Mas ele é muito muito muito importante fala gabes impressonante como há uma conexão grande com o tema de maturidade né Porque esse mesmo movimento que a má falou né de você assumir entender na consciência e acolher o do outro é você acolher você mesmo também primeiro e ajuda a Gerar essa conexão empática Também com com outro e n situações também organizacionais muito bem observado G que muitas vezes a gente tá na posição de não
de quem tá chegando mas de quem já tava né e o quanto que a gente da onde a gente Escuta as propostas do novo né De que lugar a gente escuta isso né Eu acho que essa é uma Eu acho que só só vivendo nas duas situações pra gente poder compreender o impacto que isso pode Fazer mas acho que isso é É bem por aí né A maturidade de você poder olhar para para aquilo e falar É verdade né Acho que tem escolhas que foram feitas que a gente hoje pode fazer diferente Ou tem movimentos
tem padrões que já não fazem mais sentido e a gente pauta muito muito muito muito pelo olhar de realidade é a realidade que puxa né Quanto mais a gente ajudar as pessoas a se conectar à realidade do que tá Acontecendo no sistema maior a chance da gente explicar passado entender presente e movimentar futuro então e e por isso o ver coletivo por isso O anterior né por isso esse trabalho anterior de ajudar as pessoas a compreenderem isso tudo bem então o que que a gente sente o que habilita esse esse essa consciência da ordem ser
ativada Também o primeiro é compreender reconhecer e acolher as escolhas passadas um pouco do que a gente falou e de novo né Eh acolher não significa sustentá-las significa simplesmente acolher uma outra coisa importante eh não basta dizer né não é não é entrar numa reunião e falar ah muito bom Foi muito legal o que fizemos pro passado ó ótimo agora temamos no outro movimento parabéns pelo que fizemos Muito obrigado agora estamos No novo Vamos criar um novo etc etc eh precisa ter verdade né é um movimento que você verdadeiramente precisa entender o que o que
aconteceu ali para você poder de fato Honrar aquilo para que aquilo seja sentido porque muitas vezes é até falado mas não necessariamente as pessoas percebem aquilo como legítimo como verdadeiro e e a trava vai continuar existindo se você olha isso por exemplo sobre a ótica de relações humanas sobre a ótica Por exemplo para quem já teve mais de uma relação especialmente casamento segundo casamento que não honra o primeiro casamento não não anda P ele não tem a força que ele pode ter para para para andar para frente né então quando quando os os companheiros conseguem
honrar para si mesmo e pro e pro parceiro ou pra parceira eh onar essa história passada entender que quem chega chega depois né e sem sem que você continue Vivendo aquele passado mas simplesmente você honrando aquilo você destrava movimentos bem potentes em relações também nesse sentido então aqui não há julgamentos e sim aceitação né como a falou não é não é de um lugar de crítica é um lugar de de acolhimento eh não é um lugar de né quanto que eu me apriso ao padrão então não é um lugar de aprisionamento é reconhecer eventualmente que
tem padrões que não Fazem mais sentido e e convidar coletivamente as pessoas a superar aquele padrão a encontrar uma nova forma a aprender com o que foi com o que foi vivido e o que a falou muito também que essa coisa as pessoas colaboram quando são vistas e honradas elas entram num outro padrão né porque daí elas fazem parte né ao você eh incluir o passado elas elas se sentem parte daquilo Legitimamente e um pouco do que a gente já falou de geral o sistema prospera quando honramos as raízes tudo bem até aí fala Gu
pitin sabe que é muito legal que você tá falando essa questão da da colaboração porque eu me fiz um uma me deu uma lição de casa e peguei uma uma dica aí de um livro do Adam Caren Inclusive acho que o Vitor tinha falado do poder e amor né eu tô lendo um Livro que chama como colaborar com pessoas que você não gosta não confia e lance assim né um livro bem o título é bem bombástico assim mas no final o livro não tem nada a ver o título é muito mais eh chamativo do que
o o a ideia do livro que é justamente a colaboração que a colaboração é uma escolha e é muito legal que você tá falando dessa questão de quandoas pessoas são vistas e honradas porque um dos exemplos é que Esse cara o Adam kahen ele ele é um mediador super conhecido um cara que faz muita mediação e ele mediou o o que foi a primeira conversa para chegar num acordo de país na Colômbia e ele falou assim como é que eu faço para botar A FARC o exército libertação Nacional o governo sentado numa mesa para negociar
e para colaborar e o lance foi assim eles vão ter alguma coisa em comum pris achar o que que eles Tê em comum alguma coisa Eles t em comum e o que os três tinham em comum eles queriam acabar a guerra aí começou porque você começou a entender que todo mundo queria a mesma coisa com outros resultados cada um queria um resultado diferente mas no fundo no fundo eles queriam a mesma coisa e acho que isso tem tudo a ver com você falou com a questão de que elas foram vistas porque eu vi o cara
revolucionário malvadão lá que tava lá terrorista Guerreiro foi visto e foi Honrado o que ele quer é é a mesma que todo mundo queria achei isso muito louco e e e bacana como isso também tá exatamente nessa questão da da do que habilita a a consciência né então eu quis trazer esse exemplo Porque para mim tá esse livro é muito legal quem puder ler eu tô lendo o original em inglês eh bem bacana eu vou ver se tem aqui vou depois eu pego para mostrar para vocês mas é bem legal E confirma né esse ponto
que você tá falando que é muito legal que as pessoas quando elas se são são percebidas eh São reconhecidas como a coisa muda fala ma sim não é só comentar que o que o Aquino colocou o livro lá no chat para quem quiser pegar nome autor ah bo estamos trabalhando com interdependência Obrigado aqui Valeu pitin pitin só só o comentário vai lá muitas vezes essa essa situação muito Às vezes Acontece quando uma empresa adquire outra né só que aí o que mais se vê é você dá benefício financeiro olha você entra aqui você participa que
você vai ter um um um ganho financeiro em 18 24 36 meses como é que foi combinado isso mascara muito né como a pessoa vai querer colaborar né ou seja Apesar que todo mundo achar que isso é um baita de um de uma de um benefício vai joga contra a cultura do negócio quando acabar esse Período é não à toa como é que chama esse Como é que chama esse bônus Earn out não mas no é mas tem retention tem reten né tipo no no no informal no informal como é que as pessoas chamam isso
Putz não sei eu tô com algema de Ouro ah sim né ou seja Você tá é é exatamente isso mal e é aí que o mecânico entra porque esse é o mecânico Esse é o olhar mecânico Eu quero que as pessoas fiquem e eu vou atuar Onde eu acho que elas vão se sentir mais né de Novo nem não estamos aqui num julgamento de certo errado a gente tá entendendo escolhas e consequências porque a consequência é essa né de você não necessariamente atuar eu tive particularmente uma situação parecida que eu tinha uma uma situação dessa
em que eu me vi eu eu eu me vi num movimento de saída da organização quando eu não deveria sair porque eu tinha uma algema de ouro Hum E eu e eu abri o jogo e tive uma conversa Que foi muito difícil mas que foi muito potente eh porque eu dizia isso eu dizia olha ficar Algemado para mim é uma é como eu tô me sentindo eu tô preso não faz sentido para mim mais eu tá onde eu tô E aí Abriu uma conversa para para se olhar para para futuro mas é isso fala gabes
eu lembrei da gaiola que você me contou uma vez Talvez seja conectado Essa é é foi outra situação mas é é um pouco disso né de você às vezes a Gente se nesse caso era uma era uma auto prisão eu contei uma situação pro Gabriel também uma vez que eu tava me sentindo aprisionado sem que eu tivesse de fato preso n E aí me veio essa consciência e eu eu eu falei que eu abri eu abri a porta da gaiola que eu mesmo tava me porque eu falava Ah não eu vou quebrar a gaiola não
não preciso quebrar a gaiola posso abrir a porta e sair né preciso quebrar a gaiola mas é um pouco disso E aí vem Um pouco da nossa autorreflexão também de momentos em que você que que você que escolhas você faz né você quer ficar preso você quer est que que você quer fazer Uhum boa então eh para nó e né e pros movimentos e pro time como é que a gente habilita a a consciência da ordem a segunda consciência é a consciência dos ciclos a consciência dos ciclos eu diria Que é uma das Talvez uma
das mais desafiadoras que a gente tenha eh a ser desconstruída que a gente só quer sol né A gente só quer est no verão a gente só quer a gente só reconhece eh ciclo da colheita a gente não reconhece o ciclo da da da da semeadura a gente não reconhece o ciclo da germinação a gente não reconhece o ciclo do do do inverno né via de regra Oi ciclo da poda né dout Poda eh para nós qualquer movimento que não signifique crescimento eh não nos leve a um sentimento de evolução no sentido de crescimento ela
gera um nega a verdade é essa a gente nega tudo aquilo que não é uma manifestação do que a gente entende ser evolução de forma equivocada então aqui é um convite da Gente poder integrar individualmente e coletivamente esses ciclos porque muitas vezes a gente chega seja ciclos de vida né em que a gente passa por situações em que você olha para trás e você quer sempre ver uma curva ascendente e n e você cria essa imagem do que é curva ascendente né então eu passei na escola Entrei numa boa faculdade fui fui contratado para uma
boa empresa depois de uma boa fui para Uma melhor depois de uma melhor para uma outra melhor E aí daí eu me casei depois eu tive não sei quantos filhos e tiá você vai criando toda uma narrativa do que significa sucesso né e e e sem olhar eh por por aquilo que a gente até define como percalços né que na verdade nada mais são do que ciclos eh de também evolução muito profunda em relação ao que a gente seja individual seja coletivo então aqui É como é que a gente aprende a desfrutar e entender o
que tá também em cada um desses desses movimentos sobre a ótica de negócios geralmente a gente tá vendo os ciclos né de um negócio que tá começando de repente começa a criar valor de repente cresce expande chega num estágio aí de maturidade e que em algum momento vai chegar no estágio de declínio mais tempo ou menos tempo o ciclo o ciclo ele é ele Vai acontecer e o quanto que a gente tá eh disponível a reconhecer E fora que dentro de cada um dos movimentos se a gente der um zoom nessa nesse gráfico a gente
vai ver vários altos e baixos ali acontecendo né ele não é um não é tão bonita quanto quanto representada mas naturalmente momentos mais desafiadores são os momentos que a gente aqui chamou de de declínio barra Regeneração né o quanto que eu reconheço um momento de perda de valor n um fim de ciclo e busco encontrar uma reinvenção o que significa ess ção acho que se olhar para talvez aqui Verena pirolo e gabes devem estar vivendo muito claramente essa eh não sei a que momento exatamente vocês se percebem nesse ciclo mas claramente vocês estão de reinvenção
aí Né de de de futuro e tal mas que as curvas coexistem né mas elas muitas vezes coexistem até que tem uma curva só e aí talvez seja talvez O Grande Desafio eí voltando a uma das questões que você trouxe no começo da do da aula de hoje éem que momento que a gente vai sabe que tá para né que você vai ter que olhar ter um olhar diferente do para da da ordem né com a ordem versus o caos tambm você vai ter que ter uma parte organizacional dentro da da Ordem para tocar o
que é o existente mas com uma parte também olhando pro Futuro uma curva ainda ind Inicial né mu muitos casos que momento você abraça mais uma versus a outra acho que essa uma dicotomia não falando neamente da nossa empresa mas acho em geral aqui nas curvas de inovação mesmo e E acima de tudo Engraçado fala pirulo não não desculpa eu passou longo Tenebroso inverno aí de duas três sessões que eu basicamente perdi mas vou Bem-vindo de volta é não é fácil mas estamos passando por essa Regeneração na verdade é dedicação né de tempo na verdade
e administrar mas o a verdade é que eu acho que também muitas muitas das desses momentos você só consegue ter realmente o contexto completo depois que essas coisas passam também às vezes querer botar porque você você provocou a gente né e eu ia colocar um rótulo mas eu não consigo nem te dizer exatamente se é realmente um é um período de Com Certeza de reconstrução ou de repensar algumas coisas de negócio mas com certeza eu não consigo dizer ainda se a gente já mudou dessa cur mas quando eu olho para trás eu tenho uma perspectiva
de longo prazo nessa empresa que eu tô aí eu consegui talvez dá 1 ano e meio a do anos atrás é que percebeu o quanto a gente construiu entendeu enquanto que essa honra que foi feito lá atrás tal Porque não necessariamente a organização todo mundo Tinha a mesma visibilidade do que foi feito né que foi com com muita muitas escolhas duras mas que com isso se conseguiu então assim eu não não sei se também tem que ter a necessidade realmente de né Eu acho que assim garantir que a gente tá né Eh eh alinhado e
e e e e e tentando manter esse ciclo né a ordem digamos assim das coisas para que as coisas caminhem pra frente que a gente construa em cima do que foi feito para trás é importante mas Não necessariamente Todo mundo vai ter consciência o tempo todo de onde está exatamente mas se tem a colaboração se tem o a honra ao que foi feito e ao mesmo tempo o desafio do que pode ser melhorado eu acho que aí você tá indo caminho certo Independente de passar por esse ciclo assim uma coisa que por acaso agora quando
eu né Essa parte que eu entrei eu já senti que tem muita conexão do que a gente viveu também na organização Mas também de como a gente Percebe e que a gente às vezes só consegue realmente ter esse contexto geral a percepção real das coisas como elas são quando você coloca tudo em perspectiva entendeu porque você tem que viver o presente mas olhando assim você consegue criar essa uma noção exata de o que que foi importante da para construção onde você chegou né ou Quais são as coisas que daqui para frente eu também tenho que
cuidar para que eu tenha o mesmo tipo de de sei lá de Resultado positivo no longo prazo entendeu é o que a gente tem procurado acho que aqui o convite também é a medida que a gente começa a trazer a consciência dos movimentos isso traz muita potência né da da Porque de fato nem sempre as pessoas conseguem ter essa clareza mas a medida que você vai conversando vai trazendo vai olhando Vai vendo isso começa ficar cada vez mais claro Qual é a necessidade desse Movimento eh E acima de tudo eu até até antes do do
do reconhecimento a gente sente que tem um desafio muito grande que é eh é justamente reconhecer esses momentos mais desafiadores né a gente a gente percebe isso muito nítido é muito nítido quando quando tá indo tudo bem fica muito fácil você olhar pra frente e fazer um planejamento quando começa a apertar quando começa a ter Alguns desafios eh a gente tem uma natureza de não querer manifestar é como se tivesse errado tá ter algum problema então a gente vai no Case que a gente trabalhou na na aula passada e a gente vai trazer um pouco
mais nessa aula também eh o tempo que se levou para reconhecer que de fato existia uma necessidade de regeneração vamos chamar aqui foi muito longo a gente tá com um outro cliente também que foi ainda mais longo né E que você olha e muitas vezes Você é aí que você perde a chance da Regeneração porque quando você vai ver você já em alguns casos você já não tem mais o que fazer né não tem literalmente né e e esforço é muito grande ou o trauma vai ser muito grande ou o que quer que seja Então
aqui tem um convite que é como é que a gente reconhece primavera verão outono inverno né como é que a gente reconhece e ativa Essas esses ciclos porque para cada ciclo a gente vai ter uma necessidade diferente mas isso tá trazendo nutrição pro pro corpo de de qualquer forma né fala ma não talvez você antecipe já o que vai vir no nos desafios ótimo que acho que o parte desse desafio da gente reconhecer a potência de cada um dos ciclos né como uma falou a potência do verão a potência do inverno é porque a gente
a gente aprendeu que Sucesso tá muito atrelado àquilo que a gente consegue mensurar em termos de resultado Market share ebit da crescimento eh isso nos leva a ter uma uma visão mais limitada né em termos do que o que de de fato gera valor eu sempre quando a gente fala desse tema de ciclo eu lembro de um de uma situação de um cliente nosso onde por uma imprevisibilidade realmente de mercado aconteceu um algo que não estava no controle eles tiveram que deixar de Vender determinado produto E isso gerou todo um caos né internamente e aí
foi interessante perceber a gente tava fazendo um trabalho com com duas plantas distintas em uma delas eles conseguiram reconhecer a beleza desse momento que não era um momento de colheita era um momento talvez ali de inverno né de olhar para dentro o quanto eles cresceram por conta desse Episódio eh criando uma musculatura de time de processo de conversas difíceis eh ao Passo que o outro time estava Resistindo ainda à realidade e brigando com aquilo e não conseguindo ver o valor que o inverno tava se apresentando Então acho que é um pouco sobre isso como que
a gente coletivamente consegue ter essa consciência de que não não estamos na primavera não estamos no verão Estamos aqui no outono inverno e qual é o valor dessa desse ciclo dessa Estação provavelmente não vai ser o valor financeiro né vai ser um valor que tá Para baixo da terra né até num numa perspectiva mais metafórica da natureza é isso você vai para dentro da terra você vai enraizar você vai para dentro do solo né Tem uma coisa que é mais escura não é visível não é solar né é uma coisa mais na na terra na
na fertilização Então acho que a gente precisa eh enquanto até indivíduos né Observar isso na gente mesmo né os nossos próprios ciclos pra gente perceber perceber eh que tem a potência Cada um deles e quando a gente acolhe isso é eh traz muito muito valor não só no curto prazo quanto no longo prazo né porque é como a gente tá vendo aqui é mais rápida a Regeneração do que a gente ficar Resistindo né querer colher os frutos quando não é Temporada acho que é um pouco isso sabe querer colher frutos fora de época eles ficam
azedos né E no fundo Esse é uns sintomas inclusive que a gente vê né a nossa nosso pensamento Mecânico a gente até traz aqui acho que é o terceiro quarto item que é a cultura do fertilizante né a gente tá eh tá tão querendo que tudo dê frutos que a gente cria fertilizante né a gente a gente quer a gente não quer esperar as estações do ano a gente quer eu vou usar uma expressão aqui mais a gente quer envenenar Porque mesmo assim a gente vai né isso isso não não nos faz parecer eh dentro
do ciclos esperados etc etc Então Eh aqui para nós acho que esse é um é um dos grandes dilemas quer dizer dos nos modelos mentais que a gente sente mais desafiadores que a gente vive hoje na sociedade é esse extrativista né que é o quanto mais melhor individualmente e a manifestação disso é coletivamente né a gente tá tá tá bem do jeito que tá né ou ou tá conseguindo refletir sobre o que a maco aumentou de olhar pro pro pro que tá sendo desenvolvido desenvolvido para Além da Luz questão de ambições desmedidas né a gente
vê isso muito frequente também nas organizações eh até uma situação também um cliente que a gente vivia e vive eh em que eles tinham um slogam que era esse infinito e além né tipo eh São que de fato não tinha muito limite né Eh a questão da intangibilidade né que eu só só se controla aquilo que se mede Esse é um modelo mental muito empregado no nosso mundo corporativo e que eh acho que eu já devo ter contado aqui algumas situações relacionadas a isso mas como é que você se abre para aquilo que não é
só o indicador que tá na luz né Eh como que a gente reconhece esses ciclos e valoriza esses ciclos e entende o que tá sendo o que tá sendo desenvolvido ali o que tá o que tá criando ali Eh naquele naquele momento nosso mindset de escassez né que a gente sempre acha que vai faltar no futuro então a gente tem uma dificuldade de de lidar com esse sentimento de de suposta baixa o o significado sucesso e a e o famoso a famosa comparação né o famoso olhar para fora o famoso benchmark a gente falou um
pouquinho da outra da outra vez né você olhar é muito interessante porque muitas vezes você não não percebe que né tem muitas Empresas tem tem um cliente aliás é o mesmo cliente que viveu uma curva muito positiva de de crescimento Fez muitas coisas e por isso Acabou avançando em relação à concorrência foi repetindo um padrão a concorrência foi percebendo e de repente a concorrência começou a a pegar por quê porque soube aproveitar desse momento soube aprender com isso soube-se encontrar um contra movimento do movimento né vamos dizer assim eh e aí aí a empresa olha
e fala nossa Estão eles né Tem tem gente fazendo tais coisas diferente do que a gente tá fazendo sem necessariamente você reconhecer o que você mesmo fez que você agora tá num outro ciclo que eles já passaram também por aquele ciclo né então como é que a gente eh suaviza um pouco essas esses sentimentos e essas sensações né não é incomum eh aliás esse mesmo cliente dizia assim eles estavam Crescendo eu vou dizer aqui significativamente né mais dois dígitos por mais de 5 anos eh eles continuavam crescendo dois dígitos num determinado ano só que não
atingiram o o Budget por um pequena diferença e aquilo virou um fracasso então né como é que como é que a gente ressignifica quer dizer o crescimento foi enorme né mas ainda assim soou fracasso porque eles não acertaram no alvo que eles tinham eh determinado Enfim então como é que a gente ajuda a ressignificar e dar verdade para esses movimentos acho que essa esse é o grande convite então coisas que a gente sente que habilita um é isso esse olhar sistêmico esse olhar de né como é que eu como é que eu entendo esse movimento
todo como é que eu eu olho pro todo não só paraa parte não só pro momento mais Passado Presente Futuro como é que eu entendo esses ciclos que as organizações são sistemas vivos elas vão ter esses Esses momentos Isso vai acontecer como é que eu acolho cada uma das realidades e faço ter Potência em cada uma delas como é que eu reconheço a potência de cada um desses ciclos né Eh e o o quanto que eu que eu consigo olhar também para pro todo eh e e reconhecer que né não não a a parte como
a gente costuma falar muito né que é o todo é maior que a parte como é que eu olho para mim para dentro ao invés de olhar para fora né Isso serve individualmente isso serve coletivamente eh e como é que eu dou forma e valor aquilo que não é mensurável eh né como é que eu ajudo a as pessoas a perceber que tá bom o o o ebitda não bateu mas tá bom o que que teve para Além disso né má tava citando esse exemplo Tá bom a gente perdeu tal produto e não tá vendendo
o quanto deveria vender Tá bom mas o que que a gente O que que tem de de ganho nesse Ciclo que a gente que é muito importante que e que habilita a gente a regenerar no futuro né E aí eles começam a articular sobre isso e tomar consciência do valor que que isso tem tudo bem até aí a outra consciência que a gente traz é a consciência do ritmo que ela também é um eu diria que é uma consciência bastante desafiadora não é incomum a gente Encontrar aliás se for olhar em Essência hoje é muito
difícil você encontrar organizações que que estejam num ritmo que a gente considere eh potente vamos dizer né eu diria até saudável é saudável né que a ambição pelo mais faz com que se coloque muitas vezes um ritmo para além do ritmo que é possível ser vivido por aquele organismo e as consequências a gente sabe quais são né porque o que a gente vem Vivendo em em muitas organizações em Função disso também me lembro eh de um cliente que uma vez eu tive uma uma reunião que até atrasou reunião de conselho e era pra gente trazer
alguns insights de um movimento que a gente tava fazendo E aí o presidente do conselho falou assim eh em uma palavra a gente não vai ter muito tempo tal em uma palavra o que que o Qual é a mensagem chave do que você traz aí a gente falou desacelerem a Organização porque assim as intenções eram ótimas mas a a intensidade com que aquilo tava acontecendo Eh tava para muito além da capacidade do corpo poder absorver e de fato fazer o o movimento acontecer então como é que a gente tem toma consciência sobre isso eh sobre
esses impactos né Uma das uma das formas que a gente costuma trabalhar muito e que parece relativamente óbvia mas ela nem sempre ela ela ela é óbvia é sobre Essa né A Famosa zona de tensão criativa ou zona de Flow zona de de onde a gente dá o nosso melhor que é uma reflexão muito simples né que faz a gente pensar sobre a essa equação de desempenho e de de desafio de stress ou de dificuldade o que quer que seja né Eh que existe uma correlação direta né se você tá num uma zona de de
de num ritmo muito baixo seguramente o seu desafio é baixo né mas o desempenho Tende a ser baixo também a se você vai pro outro extremo acontece o mesmo fenômeno né você dá um nível de desafio um nível de stress muito alto achando que aquilo vai se vai se eh reproduzir em desempenho mas na verdade você tá tirando você não tá tirando o melhor das pessoas do time da organização o que quer que seja né então como é que a gente reconhece eh cada um desses extremos e as Consequências desses extremos para poder encontrar e
colocar o time a organização as pessoas no seu melhor lugar eh eh e o seu melhor lugar não é comparativo né não é porque o concorrente faz de um determinado jeito que você vai ter capacidade de fazer aquilo naquele momento quer dizer como é que você olha para você mesmo e começa falar Tá bom eu quero correr uma maratona e significa isso para mim do nível de desafio eu eu me lembro minha Primeira não sei se foi a primeira mas acho que foi a segunda aula de guitarra eu peguei um professor que era top assim
peguei várias indicações professor incrível tal bá aí na primeira primeira aula acho que foi a primeira aula a primeira aula ele ele sentou na minha frente pegou a guitarra dele começou a solar que nem um como aqueles caras que eu via na televisão e que eu falava Pô eu quero ser igual esses caras um dia mas eu Nunca imaginei que eu ia encontrar um cara desse na minha frente um dia e que ele ia ser meu professor e que ele falava Então vai tocando aí vai vendo o que sai cara eu olhei para aquilo falei
assim qual a chance de eu conseguir eu fiquei totalmente intimidado envergonhado e obviamente foi a minha minha última aula né eu eu não não me senti estimulado o suficiente para até queria fazer o que Ele fazia mas foi para uma foi para um lugar de abandonei vendi a guitarra coloquei queimei de raivo bricadeira eh mais um pouco disso né como é que a gente sente isso individualmente e coletivamente e coloca a organização num ritmo de Flow vou Dizer para vocês parece bobagem mas esse é um dos temas mais recorrentes que a gente encontra em em
times é a pergunta muito mais é o que que vocês vão deixar de fazer do que o que vocês vão fazer até Porque se a gente vai paraa primeira dimensão que é a essencialidade no momento que você toma consciência da essencialidade você começa a ter mais consciência do que realmente vale a pena ser feito e o e os esforços que você vai fazer para aquilo acontecer sim então Quais são os desafios comuns aqui muito parecidos com os com os outros mas aqui vem muita questão de glamorização da performance né as Pessoas quererem dar sempre o
seu melhor essa a falta de inteligência sistêmica de não entender de fato para onde tá indo o que tá fazendo tem um né Bora fazer né ninguém sabe muito bem porque tá fazendo O que tá fazendo porque que tô né Qual o sentido daquilo eh muito comum sentimento de culpa não posso parar eh mentalidade escassez né o que que vai acontecer qual vai ser Se eu parar eu eu Morro medo de fracasso e Assim Segue então a gente sente isso muito forte eh e o que habilita é justamente isso reconhecer que tudo tá em movimento
que tem né Tem movimentos pendulares tem momentos de inspiração momentos de inspiração né Tem momentos de para quem eh a acho que a ma tem uma uma não sei se foi a ma que falou recente mas descanso também é performance né como é que eu reconheço que eu preciso equilibrar a o o o a organização Como um todo para também conseguir ter um desempenho saudável e potente o desfrutar também é treino eh gestão do tempo versus gestão de energia o esticar a corda versus atenção criativa se pegar o mesmo exemplo do até do instrumento né
se você pega a corda de um de um violão e você deixa ela frouxa som não sai som até que você vai apertando apertando E ela encontra o seu melhor lugar que é o Tom dela ela ela vai vibrar e e vai oferecer o que ela tem de melhor para oferecer porque ela tá preparada para oferecer aquele tom e se você vai apertando mais chega um momento que ela estour né então aqui é bem esse convite O quanto que a gente entende esse sticar que ele tem uma ele tem uma necessidade a gente precisa para
um lado se deixar frouxa não vai sair som ao mesmo tempo eu preciso encontrar Qual é o equilíbrio disso eh e o quanto que cada um de nós também respeita os nossos momentos os nossos ciclos internos os altos e baixos se sentem à vontade inclusive de compartilhar isso quando necessário né se abre pro time pro time também poder manifestar um pouco desses momentos e entender que nem sempre as pessoas estão Disponíveis e estão prontas para dar o seu melhor e enfim e Assim Segue tudo bem até aí as dívidas reflexões tá fazendo sentido esse último
parece ser um dos grandes dilemas das organizações dos times né como você ter de fato esse espaço o entendimento dos ciclos de individuais de disponibilidade como você falou eu consigo relacionar muito isso à realidade que né eu vivo não só a empresa atual mas história de carreira Né Talvez é um dos grandes paradigmas que as empresas vivem hoje questão do Ritmo o ritmo tem que ser sempre Frenético é muito difícil de ser não a gestão de workload éos mais difíceis de sair né que você fica dentro dessa desse looping n quase uma prisão também de
até porque né Gabriel quando a gente não consegue dar solução na receita a gente dá no custo né aí você premem as pessoas pessas né E aí começa a não dar certo Mesmo né excelente comentário é e eu acho que é sempre o custo tá na mão da gente e resolve para amanhã a receita Depende de tanta coisa de tanto ecossistema de tudo então a gente acaba fugindo pro curo de alguma forma mas a solução para respeitar o ciclo interno ele tá na receita não tá no custo né senão você vai sempre trabalhar com as
pessoas acima do do ritmo que aguenta que é onde o custo dá certo né mas aí vem turnover com turnover vem os de fora Os de fora não respeita o passado e você entra numa Roda Viva né É É uma equação que não fecha essa né É ela não fecha essa equação e ela é ela ela ela faz as pessoas olharem pro chão né esse movimento de cortar custo né a invés de você olhar paraa frente para cima você olha pro chão a moral moral de todo mundo fica para baixo né porque você você você
contrata O que é possível você faz o que cabe você faz o vocabulário da empresa fica sempre um vocabulário de Redução né de de limitante quando você eh rejeita a hipótese de que o custo é suficiente para equilibrar empresa fala assim tem que ser na receita você convida todo mundo pro paraa criação você convida as pessoas melhor delas exato É então eu acho que por mais difícil que seja o momento que tenha guerra que tenha tudo assim eu sempre faço o convite paraas pessoas que resolvendo a receita é muito mais desafiador requer muito mais Criatividade
e coordenação mas é muito mais legal é o ambiente fica melhor você você tem o que fazer né porque no custo só você não tem o que fazer você demite corta né Você vai dar o resultado financeiro mas a empresa ela morre ela ela fica olhando pro chão né não vai ter nunca um desculpa não vai ter nunca um próximo momento potente a ser discutido se a sua se a sua solução tá no Custo sim sim sim concordo Vittor e acho que o desafio é que quando fala olhar a receita né que é encontrar soluções
criativo Às vezes o desafio tá em parar de fazer mais coisas né porque o que a gente observa é que nessa tentativa de gerar receita criam-se novos projetos novas iniciativas novos planos de ação mais e mais e mais que gera só mais complexidade né Acho que o ritmo às vezes projetos cilos né fo projetos gado é o que o falou assim desacelera no Sentido de para tudo para colocar a bola no chão rever esquema tático assim mas isso é quase que um eh quase que uma uma Fronte assim né para as pessoas parar Então eu
concordo com quando o Gabriel fala que é um dos grandes desafios assim eh até no nível mais individual assim a gente costuma começa a ouvir pessoas falando que não pararam para almoçar eh trabalha tomando remédio assim isso é eh é é contraproducente porque a gente não Consegue gerar soluções criativas num estado energético onde a gente tem se colocado né de de completamente muitas pessoas operando num a base de remédio assim sem sem dormir então eh a gente tá é um padrão muito muito tóxico e um ciclo muito vicioso vicioso que a gente talvez ainda não
ten nem noção das consequências do Futuro mas eu eu realmente me chamo esse PR mim um tema muito sério assim porque de nove de cada 10 pessoas com quem eu falo eu sinto que O ritmo não tá sendo respeitado acho que é um pouco da liderança mecânica que tratavam pessoas como robôs mas a gente precisa de fato olhar para isso com mais eh de uma forma mais sistêmica mesmo né como a gente tem falado que como organismos pessoas que são organismos vivos porque não é sustentável assim essa essa forma de operar pensando em Regeneração futuro
sustentabilidade e por aí vai Boa muito bem eh e aí por a gente Traz essa consciência que é a consciência da direção que é muito curioso também porque eu vou dizer para vocês é surpreendente eu eu confesso que por muito tempo consultivo eu eu achava que esse era era um tema pouco importante porque os líderes estavam preparados a dar senso de direção de criar estratégia de dar visão etc Etc mas É impressionante como cada vez mais isso se torna difícil né a linguagem e a e a capacidade de se articular uma visão potente uma um
senso de direção coletivo ele ainda é muito escasso ele ainda é muito escasso então aqui o que a gente tá eh e não à toa as pessoas não não sabem né ficam tentando tudo porque não sabem necessariamente para onde estão indo então aqui o convite Eh eu diria assim o que a gente quando a gente olha para paraas experiências que a gente tem eh em clientes você temo essas coisas né ou você tem alguns lugares em que você tem uma visão muito muito clara mas que aquela visão na verdade ela tá muito distante de se
ida e ela não ela não não é tangível o suficiente para fazer com que as pessoas se se mobilizem e entender de fato Qual É a direção Eh Ou você tem uma estratégia que ela é altamente elaborada muito bem articulada cheia de micr detalhes mas ela não tem ela não tem uma macr narrativa né Ela não ela não não te faz sentir o corpo e o movimento do corpo é como se tivesse num não num vários exames né Você vai pro você faz um checkup ali pega aquele mão de exame aquele mão de resultado você
Não consegue correlacionar uma coisa com a outra consegue falar de tudo sem Tá bom mas e daí né Tô vivo tô morto para onde eu vou qual é qual é o meu qual é o meu quadro que as pessoas estão direcionadas ou as organizações estão direcionadas por por projetos e muitas vezes cados e que não se tem uma clareza do Da onde levam esses projetos eles são projetos Independentes que eles têm o Seu valor naturalmente mas que tá mas a soma disso faz que movimento né para onde eu vou de fato quando eu quando eu
somo Eh esses projetos ou que também não é em comum a gente chega e o que se ouve falar são metas não se sabe direito para onde leva para o que faz a história do é a história do do regador de de de de plantas lá que eu comentei no meu condomínio Que três semanas de chuva e a pessoa regando as plantas porque era terça-feira e terça-feira é dia de regar planta tô tô preso na meta e as pessoas via de regra estão presas nas metas porque é isso que vai me dar meu bônus que
é isso que vai dar meu e meu próximo passo de carreira e Assim Segue então aqui aqui acho que o convite é como é que a gente consegue criar a Consciência do movimento e da direção e aqui a gente trazendo uma imagem que é é criar essa imagem de futuro distante Ou seja que eu consigo olhar eu olho paraa frente eu eu entendo o que é eu consigo ver o que é Embora esteja distante né Eh e numa primeira dimensão ela tá tão distante que eu não vou conseguir fazer agora que é o que a
gente vai chamar de Visão a visão é o norte né A visão é que muitas vezes a gente sente que ela é até um pouco menosprezada e ela fica tão perene dentro das organizações que ela perde sentido ela vira uma coisa que ela não tá necessariamente conectada à necessidade do corpo ela tá lá solta né Tá simplesmente ali a serviço de um um dia de workshop que foi feito um dia quem sabe Então como é que eu como é que eu crio esse senso de visão de Futuro Para onde vamos Mas que quando você lê
aquilo Ela te dá senso de direção tipo ela mas ela não dá mais detalhe que isso ela ela é Ela é muito mais eh inspiracional né Ela é muito mais arquetípica ela é muito mais sensorial ela Ela te dá um um senso de tá entendi para onde a gente tá indo né dessa visão como é que eu faço que daí vem a pergunta como é que eu Trago essa visão Para aquilo que a gente tá chamando de próximo movimento potente possível né como é que eu como é que eu olho para essa visão falo tá
o que que eu preciso e posso fazer agora e que ao fazer isso isso me traz mais potência para eu chegar aonde eu pretendo chegar no próximo movimento e como é que eu articulo sobre isso Qual é o qual é o movimento o que que é isso não é um monte de coisa é uma coisa o que que é essa coisa como é que eu crio também Como se fosse uma microvent porque é isso que vai fazer com que as pessoas entendam a necessidade do corpo imediatamente Ah eu quero sair eu quero recuperar o corpo
ele tá na UTI Tá bom mas primeira qual é o primeiro movimento primeiro movimento é recuperar os os os sentidos básicos pronto então o primeiro movimento é recuperar os sentidos básicos ninguém aqui vai fazer acupultura porque a acupultura não não Vai ajudar recuperar os sentidos básicos da pessoa mas vai abrir o peito vai vai abrir o peito se precisar abrir o peito vai abrir o peito porque é o que a gente tá vivendo o corpo tá deixando de viver a gente precisa o próximo movimento é fazer o corpo os sentidos básicos voltarem a ativar Ótimo
então eu tô entendendo o que que tá o que tá ali dentro desse movimento necessário agora porque se eu se eu trabalho só num plano de visão eu começo a tirar esse senso Crtico de necessidade do corpo imediato eu começo Já criar um monte de fantasia do que pode ser feito porque aão ela é ela é Ampla distante e não Action E aí ela né eu me perco no meio do caminho então percebe que até na imagem a o próximo movimento é uma micrão né eh ou ela é uma uma batalha ser vencida com o
nome que a gente queira dar em relação a isso mas ela é uma microvision que ela tá dentro da Visão Mas ela é menor do que ela mas ela não sai do do espectro Da visão né Porque se ela começa e isso ajuda tiar toda uma linha que a gente tá chamando aqui de uma linha de um desgaste desnecessário porque é muito comum as pessoas estarem fazendo coisas que elas não sabem por que tão fazendo para que tá fazendo a serviço do que aquilo tá ah Mas eu sou acupunturista tá bom corpo não precisa de
acupultura agora então como é que a gente ressignifica isso agora qual é o movimento a ser Feito então como é que eu tiro eu torno isso Consciente e tiro essa camada de desgaste assim como eu também tiro no momento em que eu defino essa visão eu tiro uma camada de distração né que é daquilo que assim isso não não leva a gente para onde a gente quer ir portanto isso não faz sentido ser feito e para né então aqui para nós o pmpp ele é mais aspiracional ou seja ele já tem mais tangibilidade Né Ele
é mobilizador ele é um agregador de batalhas comuns ele é sistêmico ele não é de uma única área ele é como se fosse o próximo movimento que que é agora qual é o próximo ciclo Ah qual que é esse ciclo Não sei vai depender de negócio para negócio de empresa para empresa situação situação de de time para time né pode po ser um ano pode ser meses pode ser do anos pode ser 3 anos vai depender do que que significa esse movimento a ser mas ele dá esse senso Fala gabes de de movimento essa imagem
A traz uma alternativa interessante é o que o Vittor colocado a como desafio né quando a gente vai pro corte de custos o momento de escassez onde a gente a questão vamos primeira coisa começa a cortar mas tem provavelmente tanto recursos mal aplicados ou estão gerando distração estão desgastados e não estão orientados o que seria esse pmpp talvez uma realocação né o empregar Esses recursos de maneira mais inteligente olhando para esse pmpp vai gerar um retorno muito maior né se sinceramente tá só realocando os recursos de maneira mais inteligente né então antes de cortar custo
como é que a gente faz esse movimento mais de redirecionar que vai demandar como você falou dizer não para uma série de coisas para dizer qual o que que realmente vai ser importante agora olhando para FR frente esse Ô Gabriel eu vejo assim o Esse pmpp ele canaliza a energia das pessoas em torno de um objetivo comum também evita que cada silo fique gastando a sua energia numa direção diferente então se você conseguir chegar nessa página de que um movimento potente é é é muito bom pronto você criou um dos elementos fundamentais do time de
alta performance que é um Norte comum né todos querem a mesma coisa do contrário Cada um quer o seu sucesso Individual da sua diretoria para parecer mais bonito pro seu chefe para ser promovido aí aí viram um caos né Todo mundo trabalhando eh e rasteira para todo lado inveja vaidade né aqui é todo mundo se colocar a serviço do do Sucesso coletivo que não é fácil mas é necessário se quiser eh e esse movimento faça sentido aqui do mpp né não e assim É de fato isso né a a e e a dificuldade que muitas
vezes é de você abrir mão né eu Vou exemplos de situações em que você tinha uma empresa numa crise absoluta e E aí o RH fazendo lançamento Ah vamos entrar no Great Place To Work tendo que mobilizar a organização inteira fazer uma série de movimentos uma série por quê eu tô olhando pro lado Tô vendo que todo mundo tá fazendo eu estou no RH eu não sei muito bem o que fazer direito então eu vou lá e faço eu eu eu vou vou fazer aquilo que todo mundo faz e que eu Preciso fazer também entende
tipo E aí o desafio gente faz stio é verdade isso assim faz sentido nível de energia que se né se gastar esse nível de energia para se fazer esse movimento agora né É isso que o corpo para fazer pesquisa de clima né Marcos e não tem tempo para e eh resolver as coisas que aparecem na pesquisa de clim por exemplo né ou ao contrário né faz a pesquisa sempre já tá tudo sistematizado e como tá em crise não faz já tá sistematizado faz vai ver Que tá com febre tá tudo bem tá com febre Que
bom tá medindo que tá com febre o corpo tá com febre mesmo vamos reconhecer que o corpo tá com febre que não tá legal e é isso mesmo porque o paciente tá doente se tiver um né seria estranho a gente encontrar um Resultado positivo aqui então e aí Isso serve para cada um na sua própria dimensão né a gente eh esse cliente que a gente vai que a gente tá citando para vocês para vocês terem um exemplo do do do situação Que eles viviam de perda de valor né Eh ele inclusive eles tinham recém contratado
um trabalho de consultoria para fazer planejamento e sistema de gestão de desempenho treinar todos os líderes para saber fazer meta meta de uma meta que nem eles acreditavam que a meta era atingível e não era atingível mas ninguém tinha coragem de falar que a meta não era atingível e eles gastando uma fortuna e imobilizando as pessoas olha olha o Não Era nem desgaste nem não sei nem dizer o que que era isso e assim isso não é incomum isso não é incomum né então e como é que eu faço e aí a partir do pmpp
eu desdobro isso em objetivos naturalmente esses objetivos vão ser cada um com a sua parte né mas eu procuro ter objetivos interdependentes para que as pessoas entendam como o Vitor tava falando o que que a gente tem aqui em comum e que talvez RH seu papel agora não vai ser Esse seu papel agora vai ser aquele né Ah mas eu quero ser um RH mais isso tá bom mas no futuro agora não preciso Ah tá bom tecnologia você quer ser isso quer ser aquilo não agora é é isso eu preciso do básico Então qual é
o movimento necessário que a gente e como é que eu crio esse senso de movimento e direção tudo bem até aí então os objetivos a gente trouxe aqui smart no sentido de que sim são mais mensuráveis mesmo aí eu começo a Trabalhar na na no detalhe disso mas conecta vibração aí eu começo a ter mais movimento mais conectado mas para isso se eu não sei o que o corpo precisa percebe a consequência disso e aqui a gente trouxe o exemplo sistêmico e mecânico desse dessa desse movimento né você tem de um lado tradicionalmente como é
que acontece estabelecimento de objetivos e e prioridades pega-se diretrizes de conselho de seja a onde for cada área Faz as suas propostas fica lá com uma lista de intenções dessa lista de intenções você coloca limites então tem o budg tem alguns limites ali ou seja Corta aqui corta ali Corta aqui corta ali e você cria um um monte de peça tentando encaixar um monte de quadrado tentando encaixar num redondo e cheio de áreas vazias né Cheio de de lugares que não necessariamente estão sendo cobertos então aqui o convite é de um Olhar mais sistêmico aonde
Eu construo um ver coletivo desse ver coletivo eu crio Essa visão essa missão disso eu posso definir Pilares estratégicos construir objetivos interdependentes e o movimento né você cria um movimento coletivo de que as coisas aconteçam mais fluidamente eh a gente teve um cliente já faz um tempo que o primo Prim workshop que a gente foi fazer o cliente falava ass os os diretores falavam assim a gente tem Nossos nossos objetivos são totalmente eh dependentes e não conectáveis a gente não sabe aonde Tá aonde Tá levando o nosso negócio simplesmente não sabe e não tô falando
de uma de uma Startup e nem de uma empresa de pequeno significado sim então é realmente é é um super tema né como é que eu conecto isso no no todo consciência da direção os desafios que a gente percebe eh primeiro essa coisa de a Gente tem a gente tá acostumado a uma escola mais mecânica de que alguém define uma estratégia e eu compartilho essa estratégia Ó é assim é para lá que a gente vai é desse jeito Esses são os objetivos faça ao invés de eu ver coletivamente Qual a necessidade do corpo como é
que qual o sentido que isso tem né e e construir isso junto mesma coisa o padrão mecânico vai pro padrão de maior menor né uma área poucas pessoas definem o que tem Que ser feito eh e não de uma de iguais um pouco do que o Maurício falava de pessoas poderem se desafiar de trazer as suas verdades de né seja estagiário gerente coordenador quem quer que seja o mecânico ele define visão estratégia tudo isso objetivos de um lugar muito mental muito mental e ele não tem um sentir ele não tem um ele não é viceral
ele não é um tá ele é né não é um faz sentido no coração ele é um faz sentido Muitas vezes mental e às vezes nem nem mental né as pessoas às vezes mal entendem só me diz assim tá me diz o que eu tenho que fazer fazer eu faço o padrão mecânico parte da premissa da Desconfiança de que eu não acredito que as pessoas vão ser capazes de COC construir uma imagem comum eh o padrão mecânico parte da premissa da ordem eu vou dizer o que eu não eu não confio e eu vou dizer
o que vocês têm que fazer né o padrão sistêmico o Convite é a escolha é tipo Vocês estão entendendo o que tá acontecendo não é incomum acho que eu já falei isso aqui para vocês não é incomum durante alguns processos que a gente faz não é incomum executivo eu tô falando se levo levantar a mão e falar meu ciclo acabou eu não eu não pro movimento que a gente que vocês estão V esse movimento que eu tô vendo que a organização precisa fazer não sou Eu para mim não faz mais sentido entende agora a minha
a minha dúvida é o que fez aquela pessoa até aquele momento não ter percebido isso ainda Porque de fato muitas vezes é isso mesmo eh ciclos também se encerram e como é que as pessoas reconhecem isso coletivamente individualmente O que é que seja é uma escolha querer servir a um organismo é uma escolha não é uma obrigação eh um leva condicionamento né e o outro Leva fluidez acho que esse é o grande convite e aqui acho que os dois grandes Desafios que a gente mais percebe na na questão da direção é que Ou eles são
too broad Ou eles são too narrow né ou seja ou é ele é grande muito grande eu não consigo alcançar não consigo entender não consigo ver como a minha parte nesse todo eu não consigo entender minha prioridade eu não consigo E aí isso vira distração ou ele é pequeno demais e aí eu fico só focado no no regar planta eu Vou lá todo dia de manhã faço a minha meta beijo tchau né como é que eu encontro um equilíbrio dessas duas coisas eu preciso do broad eu preciso do narrow Mas tem uma coisa no meio
que precisa ser potente o suficiente para gerar movimento o que o que habilita direção aceitar a realidade como ela é no agora né então como é que eu eu porque muitas vezes isso limita eu quero criar uma direção que não é a direção de fato Necessária pro sistema que habilita criar uma imagem comum do passado do presente e do Futuro o ver coletivo que a gente já falou o que habilita Essa visão inspiradora e clareza do pmpp do próximo movimento potente possível o que que que que de fato pode ser feito Qual é o próximo
ciclo que a gente cria o que habilita interdependentes e conectados a esse movimento a esse próximo movimento e acolher a imprevisibilidade Porque a gente vai planejar e a gente sabe que nem tudo né Nem tudo que tá no papel é o que vai acontecer na realidade então a gente tá flexível para que essa direção mude de rumo Se necessário tudo bem até aí mas eu tô sem olhar a hora me ajuda tudo certo a gente tem 15 minutos acho que é legal passar aqui o cas pra gente poder eh né concretizar essa imagem boa então
Não sei se vocês lembram do que que a gente trouxe mas era uma empresa só para resgatar né que trouxe a gente pedido era a diretoria tá se entendendo a gente quer fazer um 360 e para ajudar nas relações etc e a hora que a gente começou a se aprofundar começou a ver que não era bem essa história mas que era uma empresa que tava muito tempo negando a realidade por ter desenvolvido já um plano de Negócios achando que seria a resposta necessária por ter não ter coragem de de dizer que realmente aquele plano não
ia parar em pé e isso tá gerando um caos dentro da organização todo mundo ali que uma consultoria contratada porque os o problema o que achava que era o problema o problema era que os líderes não sabem estabelecer metas ah os os líderes estão sendo bonzinhos demais Eles não estão sendo severos o suficiente né então percebe o o volume de distração que pode Acontecer quando você nega uma realidade que você quer que um ciclo seja diferente do que ele de fato é né aí acho que vocês lembram dessa imagem que a gente trouxe eles mesmos
representaram no no durante workshop isso aqui um workshop com diretoria tá isso aqui não é estagiário gerente coordenador isso aqui é diretoria Desenhando no papel e aqui um movimento que a gente eh trouxe era justamente Trazer conexão à realidade então como é que a gente ajuda esse time como é que eu ajudo esse time a realizar que o que que tava acontecendo até ontem e o que tá acontecendo como é que eu realizo como é que eu coloco verdade em cima do que tá do nosso mercado de competidores de consumidores de cliente do nosso negócio
enfim várias perguntas em relação a isso que modelos mentais que estavam sustentando a gente até aqui o que que mudou aonde a gente que Mundo de fato a gente tá vivendo que modelos mentais sustentam esse novo mundo E aí qual o impacto em negócios cultura qual batalhas a serem vencidas enfim mas tudo para resgatar senso de realidade e poder falar da realidade de forma concreta porque é a partir daí é você poder dizer que o paciente se você não se você ficar fingindo que o paciente tá o Ah não O Paciente não tem febre não
o paciente tá não tá tudo bem quer dizer O que que o corpo né Daí vem corri se eu tiver errado Vitor mas acho que a as doenças autoimunes têm a ver com isso ou ao contrário autoimune quando ele não quando ele ele se ele começa a se auto flagelar o o o o corpo ele percebe que ele tá sendo atacado é isso perdamos o Vitor vor Oi eu tava perguntando a Cintia respondeu Sim aqui não eu tava fazendo uma analogia doença autoimune Obrigado Cintia Pelo menos eu entendo que é não sou a médica aqui
não mas também manja muito do Paranauê então aqui a gente criou aqui um né um rápido resumo desse movimento do depara que a gente ajudou e percebe que o depara não é um plano de ação né o depara é o que o que tava acontecendo que mundo a gente tava vivendo e que mundo a gente tá vivendo De fato então lembra que eles se viam com marcas fortes e aí começaram a haver necessidade de reposicionamento lembra que eles viam eh Enfim uma imagem de competidores que era de um jeito e agora começam a ter que
olhar de outro jeito e Assim Segue mas só só contribuir que esse esse é um frame que a gente usa com bastante frequência dada né algumas variações mas é é a matéria prima do ver coletivo é é ajudar as pessoas a a dialogarem né A Partir desses dessas dimensões para que elas criem essa eh Essa visão de realidade né Essa essa narrativa comum do que que aconteceu no passado onde é que a gente tá para que a partir disso consiga se criar o pmpp Né o pmpp ele emerge A partir dessa dessa discussão acho que
é legal contar como é que isso sim sim sim é as perguntas aqui elas mudam em função da Necessidade e da realidade de cada cliente mas via de regra como é que você ajuda as pessoas a Acessar a realidade né e acho que o que mais chama atenção aqui é o modelo mental lá embaixo né O que sustentou o modelo mental a que nos trouxe até aqui então um dos modelos mentais era que preço era igual a custo mais margem sobe aumenta o preço então um olhar totalmente interno de preço né Não interessa se o
consumidor quer ou não quer eu vou aumentar o preço porque o meu custo aumentou o outro modelo mental eu sou marca né Eu sou a marca x o Consumidor não vai me deixar né Tipo eu achando que a a marca é tão boa que o consumidor não vai me deixar as marcas x y z nunca vão me alcançar Esse era o modelo eles reconhecendo isso tá isso são frases deles eh e o outro era que a matriz o grupo quem quer que seja me pediu assim então a gente vai fazer o que foi né a
gente segue as diretrizes da Matriz E aí qual foi o convite o convite era o mercado orienta preço o nosso foco é no Consumidor e cliente o que faz sentido para o nosso modelo de negócio é uma pergunta porque nem eles sabiam a resposta então é menos sobre o olhar de comparação de competidor o que quer que seja mas o que faz sentido para eles e o olhar de custo e eficiência operacional é essencial eles começaram a reconhecer também essa necessidade que tava um pouco perdida porque achavam que eles tinham marca premios etc etc Então
Como é que você vai trazendo essa consciência eh aliás Esse é um dos clientes que um dos diretores levantou a mão e falou não é mais para mim E aí de diversas conversas e imagens que foram se criando uma delas a gente criou um movimento de depara né uma pergunta que é tá o que que parece ser o mindset de negócio o mindset deles era muito de ebtida E E aí a gente trouxe tava trazendo muito a imagem de foco interno versus foco externo foco no consumidor o que quer que seja e o que que
significa esse movimento né Então aí o presidente levantou e no flip shart fez esse desenho ele falou a gente hoje tá aqui olhando paraa ebitda querendo achando que isso vai gerar valor né Não o que gera valor pra gente é começar a entender o que o cliente precisa e a partir dali fazer o movimento contrário Né então a gente precisa abrir mão de ebda e isso era uma vaca sagradíssimo isso era Pensa aí dentro dos negócios de vocês aí o que que é proibido ser falado porque você vai preso falar que não ia cumprir ebda
preso você tá assim preso louco esse cara é louco não existe nenhuma nenhuma operação desse grupo opera sem tal margem de ebda Essa era o modelo de Esse era o modelo mental que aprisionava eles aí o presidente levanta desenha e fala a gente vai sair de Ebtida vai ter que buscar Market share isso vai custar pra gente e para depois a gente começar a Gerar valor e recuperar ebo E aí ele fez esse desen e e ainda Fi rabiscando a gente não sabe muito bem qual é o caminho então a gente vai dar os tropeços
mas a gente é esse o movimento que a gente quer começar a fazer E aí ele fala é este movimento da linha verde é este movimento não é o vermelho ou seja a Gente não vai abrir mão indiscriminadamente de ebtida a gente também precisa ter um controle mínimo para isso não tá tudo bem Qualquer margem de ebtida a gente vai redefinir o que que é essa nova margem abaixo do esperado e vai ser o movimento de piora para melhora né worse before better então só essa só essa fala dele já traz um uma clareza de
movimento né Eh então como é que a gente e aí vieram alguns Acordos que eles fizeram de bom senso que era o primário que era assim vamos olhar pra realidade não por aquilo que a gente eles estavam estabelecendo metas muito acima da realidade que eles tinham e que eles conseguiriam né então bom senso de de desafio e realidade e aí vem outras outras acordos sanitizados aqui obviamente a gente não mas definir percebe aqui ó definir o que realmente é essencial focar no que realmente é vital É olhar pro câncer não pra gripe A gente tá
aí eles começaram a reconhecer que eles estavam em estado o paciente tá num estado mais terminal do que a gente imaginava do que a gente estava querendo reconhecer né então isso por si já é todo um movimento que é o que a gente fala o ver é o agir ninguém consegue acordar no dia seguinte e e continuar fazendo as mesmas coisas e aí a gente foi construindo junto um pouco desse movimento de depara Do que do que que é essa trajetória né que em Essência saía de um olhar que era um olhar para dentro eles
ficaram presos em si mesmos para um olhar para fora e aí a gente foi criando a imagem de passado para entender da onde eles saíam né então eles tinham que provar o sucesso do modelo de negócio para matriz Esse era o a essa era a visão que tava regendo eles percebe que totalmente olhando para dentro o indicador Principal era ebitda as principais batalhas tinham a ver com garantia e rentabilidade tinha que ter um Budget acurado tinha que ter ambição de um número que obviamente não era esse mas era o número que eles tinham que acertar
E aí qual era o papel do time ou qual eram os mindsets mais críticos E aí a gente começou a construir uma visão futura que eu vou até abrir mais que a visão futura era ocupar um espaço de relevância no Mercado brasileiro e lá o indicador seria Market share e bitd mas nenhuma chance deles fazerem isso no próximo ciclo E aí eles construíram dois PMs PS né um próximo que era dar nosso melhor com o que temos de melhor que assim a gente não vai conseguir criar produto agora a gente não vai conseguir mudar muita
coisa a gente vai ter que fazer meio que uma lição de casa para ver o que que a gente tem de melhor e d o nosso melhor com com o que a gente tem É o que a gente pode fazer e uma das coisas que mais matavam eles era o e a a a não previsibilidade de snp que é o estoque deles altíssimos porque eles faziam produto achando que iam vender e não vendiam E aí ficava com o estoque altíssimo e com uma loucura uma complexidade enorme então isso eles falaram isso a gente consegue resolver
isso é uma coisa que a gente precisa resolver que vai tirar a complexidade da gente Então esse é o indicador crítico Que a gente vai olhar definiram batalhas objetivos mais realistas compreensão do mercado foco e eficiência no essencial melhor portfólio possível porque eles não iam ter o melhor portfólio do mundo eles iam ter o melhor possível eliminar gargalos compreensão de estrutura compreensão de estrutura de custo percebe Não é ser a melhor empresa em custo eficiência não é a compreensão porque eles não tinham menor noção da estrutura de custo deles então Compreender já era um grande
passo qual era o papel da do time mindset realidade interdependência foco no essencial ocupar o seu lugar e assim vai que que seria o segundo próximo movimento gerar valor para consumidores e clientes aí era o movimento de market share aonde eu ia começar a me conectar mais com o mercado maior clareza de proposta de valor um portfólio mais potente custos mais competitivos eficiência operacional Então como é que eu preparo a Organização para depois fazer esse movimento para depois fazer o terceiro movimento né então de novo Como é que eu dou essa esse senso de de
clareza de movimento tudo bem até aí perdemos muitos perdemos muitos soldados tem uma soldada que está caminhando para muito legal Maros eu queria dizer que não faz muito tempo eu fiz uma conversa muito profunda uma consultoria que chama eh holandesa que Chama Talent vue não sei se você já ouviu falar disso eles falam assim eh a geração de valor de uma empresa ela tá 70% concentrada em 15 a 20 indivíduos que tem uma contribuição desproporcional para aquilo acontecer E aí eh ele parte de um caminho que você primeiro tem que definir como você gera valor
pra empresa depois estabelecer uma meta de quanto você quer melhorar sua geração de valor Aí depois você vai ver que pessoas T contribuição desproporcional e como você vai e dar plenas condições de trabalho para essas pessoas né E aí tem uma discussão sobre qual é o papel da posição e como é que você vai eh maximizar a potência daquela posição e se você tem a pessoa certa qua são as características da posição tudo bem cara foi transformador pra gente parar para pensar p como é que é a geração de valor né E como o AC
Camargo tem essa causa do Câncer causa social ficou na nossa mais profunda reflexão são os anos de vida produtivo que a gente salva dos pacientes o cumulativo de anos de vida produtivo salvos paraa sociedade é a nossa geração de valor meio romântico né porque is não fala com dinheiro pô tudo bem mas cara quando a gente começou fazer esse exercício você o dinheiro é muito importante para conseguir atingir essa meta de geração de valor eu preciso de Recurso para poder salvar as vidas e fazer aí o recurso entra na discussão né é muito interessante mas
acabou que é diretora de impacto social passou a ser uma das posições Chaves que não era nem considerada ela era o patinho feio era quem gasta dinheiro antes né quando você quando você põe o ibda como discussão principal diretora de impacto social é quem gasta o dinheiro mas na discussão de valor ela passou a ser uma das 15 posições mais Fundamentais da instituição e que precisa ter o máximo de produtividade né mas claro tudo isso profundamente conectado com o aspecto financeiro porque você precisa ter pujança financeira para conseguir exercer o seu papel na sociedade perfeito
mas é é muito interessante toda essa reversão desse caminho sair da do Mecânico e ir para esse lugar de discussão de geração de valor é muito potente esse esse exercício muito legal Mesmo principalmente quebrando Silos É isso aí porque geralmente essa falta de visão do né do todo é que começa a levar a organização por umas uns caminhos muito loucos assim e é exatamente a área pensando no kpi dela pensando na atividade que ela faz que você deu o exemplo ali de de RH por exemplo Então tá claramente é isso quando você tem uma estrutura
muito grande eu não eu não sei se o risco é tão grande deo acontecer em estruturas menores entendeu que a gente Vem de um né eu venho de uma experiência só de estrutura grande e vejo isso muito claramente é Acho que chega num tamanho que você pode perder essa perspectiva mas em todo lugar exist mas na grande é é bem claro assim é muito claro que em todo lugar você vai para um startup essa visão tá na cabeça tá na cabeça do fundador que tem que que nunca aprendeu a a já tá bom aa pode
falar melhor que eu aí a cabeça é Não 100% exatamente vai é isso isso tá vivo Independente de Tamanho Porque as grandes tem o desafio da complexidade Os Pequenos TM o desafio de tá na cabeça de poucos e não vê necessidade não entende porque compartilhar às vezes não consegue nem articular nem entender a importância nem né ou enfim eh é isso é isso é de um jeito diferente mas existe é a a mudança Às vezes precisa acontecer até mais rápida que quando você tá em crescimento mais acelerado né numa empresa menor e com Menos gente
é até às vezes mais eh tem que acontecer de forma até mais rápida às vezes é o que você falou você tá na cabeça do fundador né É difícil aparece às vezes mais hierarquizado né dependendo da cultura que você tem do que uma empresa grande que já tem um conceito de de grupos Cross funcionais e tudo isso que já é mais sofisticado do do que muitas vezes as empresas menores Você não tem o mesmo nível de sofisticação dos times também é assim já Tá vivendo uma experiência interessante de ciclos que é a empresa dela é
uma Startup que o produto o primeiro produto foi pro mercado faz duas três semanas e e o fundador e a empresa existe há não sei quantos anos o fundador É um cientista cabeça de cientista pesquisador etc e ou seja comercialização S tipo até agora tava tudo fazendo por embaixo da terra e o importante Era essas raízes serem agora começa a nascer A planta mas olham pra Será que isso é importante começa a ter né Qual é eu eu fui para uma reunião eu fui para uma reunião há duas semanas atrás que a gente tava se
preparando para lançar que o produto é meio que customizado né então que a gente precisa reservar espaço na fábrica pros pacientes comerciais e daí o pessoal falou vamos usar outro nome não vamos falar comercial porque não soa [Risadas] Bem então é interessante de ver a O que significa comercial e tudo mais é parece feio vender enfim cada uma vai viver um dilema de ciclos aí em relação a isso é bom muito bem só para não perder o costume eu vou deixar aqui para vocês uma reflexão Quais sintomas observa em relação ao movimento falta clareza de
futuro muito esforço Silos Burnout ciclos diferentes a consciência dos elementos ordem ciclo Ritmo e direção tão ativas não tão ativas Alguma delas falta e há algo que eu sinto de fazer diferente a partir de agora próxima aula a gente vai trazer uma cliente que vai trabalhar esse mesmo tema só que numa área porque eu acho a gente acho quis trazer a Dimensão empresa mas acho que tem uma questão de time de área que é muito legal também de escutar e de ouvir a gente vai trazer a Daniele Baeta que é diretora de commercial operations da
da galderma Na Am pra América Latina e ela vai contar a história parte do nosso do nosso encontro vai ser ela trocando um pouco Contando um pouco pra gente o que que foi esse movimento dentro da da divisão dela Belê Então tá bom gente Obrigado Aos aos que estão estamos beijos a todos Até a próxima Semana valeu pesso Valeu pessoal até obrigado valeu obrigada pessoal boa semana obrigado boa semana boa semana valeu um abraço a todos tchau tchau