o brasileiro essa palavra traz diferentes significados para cada um de nós são cores sabores lugares alegrias tristezas afetos esperança a gente começa hoje junto com você uma jornada por aqui vão passar pessoas de diferentes origens culturas histórias de superação através do empreendedorismo são histórias que juntas vão contar um pouco de quem somos nós Afinal o que é ser brasileiro E aí a nossa convidada de estreia é a neurilene neurilene tá aqui com a gente eurilene está muito feliz de volta tá aqui no primeiro episódio do nosso O que é ser brasileiro conta para gente tinha
você me chamou neurilene moro na aldeia três Unidos do Povo Cambeba município de Manaus representa um mulheres Cambeba no qual lhe deram um restaurante só trabalha mulheres e também trabalho com a saúde indígena cuidando do meu povo estou muito feliz muito obrigada de pelo convite mas não acredita que você tá aquele primeiro episódio vem de longe né longe muito longe a localização ali só para as pessoas saberem Onde se localiza a comunidade de três Rio Negro boca do rio cuieiras no município de Manaus tempo horas até essa até Manaus depois pego um avião para São
Paulo e o William e qual é a Primeira Lembrança assim que você tem da sua infância Olha a Primeira Lembrança é uma lembrança muito triste né no qual nunca saiu devido a perca da minha irmã eu tinha 6 anos de idade e a vinda de oportunidade de busca de oportunidade para Manaus nessa é uma lembrança que eu tenho que eu acho que vai ficar gravado por muito tempo na minha vida e morte da sua irmã foi o que levou à comunidade a se mudar porque ela morreu por falta de proximidade com saúde nessa atendimento médico
lá isso e como é que foi essa mudança como é que foi a sua família sair lá na região onde eles estavam e vir para mais perto de Manaus como é que a família reagiu essa mudança nesse muito triste porque é as crianças no caso eu estou incluída Meus irmãos meu pai e teve muita coragem de pegar a família né e sair de lá de uma aldeia no qual ele estava estruturado de uma convivência para vir para cidade porque o destino dele foi vim para Manaus e ficar em Manaus em busca da saúde e uma
educação para os filhos que já estavam né e chegando em Manaus ele viu que tudo era diferente a gente não tava acostumado numa cidade no qual era tudo fechado tudo comprado enquanto numa aldeia é tudo livre brincadeiras É comidas bebidas tudo natural e sendo que foi uma dificuldade imensa para ele trabalho meu pai em busca de trabalho não conseguia E aí a gente passou ainda três meses né e na cidade quando apareceu uma oportunidade de um primo da minha mãe oferecer um terreno que ficava e lá no interior Aí a gente foi meu pai foi
ver meu pai não pensou duas vezes para ir para lá no qual era o nosso lá né nossa convivência era numa aldeia E aí foi quando Ele montou Aldeia com a gente e pra gente fazer uma alegria né eu começando do nada eu tinha 6 anos de idade 6 anos de idade e como é que foi essa Você lembra disso como é que foi essa a criança neurilene com seis anos nesse lugar novo se mudando com a família né que você venha tem alguma lembrança sim não imagina como foi chegar do barco e sai do
bar que correr correr atrás de fruta da natureza que é um vizinho uma frutinha que lá já tinha uma família que era o primo da minha mãe irmão disse que é do lado do terreno e ele foi e as criança pequena também E aí eles foram com o copinho cheio de fruta então assim toma liberdade é como se a gente tivesse preso no lugar naquele verdade a gente tava preso né e aliviar a liberdade de uma criança viver brincando feliz correndo atrás de frutas que representa para você é assim quando você olha Floresta o rio
essa natureza e você sente a liberdade a vitória né e é como eu sempre falo neurilene você não quer sair de lá não lá é minha vida né e eu tenho a natureza a terra como uma mãe um pai que está ali nos protegendo de tudo e respirar né é uma vida a natureza tais como a gente respira um ar livre gosto muito da cidade para que a gente depende muito né para uma saúde uma educação em busca de melhoria mas lá a natureza a floresta para nós é Tudo é Você fala muito do seu
pai e teve a coragem de fazer essa mudança de localidade da comunidade de vocês e que representa o seu pai na sua vida e olha o meu pai representa tudo para mim né porque eu sempre estou focada nele ele é meu exemplo de tudo de vida de coragem de força porque ele através se fosse uma outra pessoa ele não teria coragem de sair de um lugar em busca de melhoria se ele não tivesse coragem né E tudo de através de uma pessoa que ele teve ele buscou por cinco filhos dele oportunidade que talvez hoje lá
a gente não teria né porque o meu irmão mais velho é professor até hoje começou com 13 anos mesmo pequeno ele começou ainda até hoje ele é diretor de escola na minha Aldeia tem um irmão mais novo que ele é microscopia esta trabalha com saúde também examinando uma área aqui no ano que 2 mil foi um maior casa que ter a gente não tem mais caso e eu e outro meu irmão trabalhamos como técnico de enfermagem e mais que o empreendimento se vê o artesanato e outras oportunidades para Aldeia todas estudaram ônibus lá mesmo lá
dentro lá dentro da Aldeia com esse meu irmão professor né para técnico eu já tive que ir ir para Manaus que nesse na época não tinha então foi mais um uma como é que eu posso dizer um pico de coragem de deixar minha família meus filhos que era um pequeno porque eu fiz tudo voltado para minha família né por meus filhos porque eu queria buscar oportunidade eu queria dar mais oportunidade para eles como eu tô dando hoje o que eu não tive né e assim foi bem produtivo porque eu consegui dizer tudo o que eu
busquei eu consegui a gente tá falando de da Educação na escola etc mas eu queria falar o seguinte é sobre a educação é as suas tradições da sua própria cultura é esse ele tá falando do seu pai que seu pai é um chave aqui é o líder né da Aldeia como é que você vê isso essa questão da educação é digamos mais da cidade né ou a passagem do conhecimento dos saberes a importância disso para a comunidade para continuidade da comunidade na aldeia Olha é uma coisa que ele nunca deixou foi a nossa cultura o
nosso costume ele sempre correu atrás e mesmo tendo essa ligação com a cidade ele sempre buscou para que a nossa tradição nunca se perdesse né e ao educação foi voltada tudo para os nossos costumes tanto professores indígenas hoje a gente tem três professores indígenas que dá aula voltado a nossa cultura o nosso povo e no pai ele sempre fez isso para não ser perdido tanto na saúde quanto na educação EA Aldeia todas elevado do nosso curso conforme o nossos costumes né E quando eu digo Hoje estou aqui representando o meu povo é porque é como
se fosse a fala dele ele em todo canto que ele vai ele fala eu estou representando a minha comunidade o meu povo né E é isso que eu quero e é isso que eu gosto dele e é o exemplo que eu tenho dele você já sofreu preconceito por ser indígena já muito muito desde criança quando a gente chegou lá na aldeia três Unidos não tinha nenhuma outra Aldeia e quando a gente o licor como Aldeia como um povo Cambeba como indígena todo mundo tinha medo da gente e não tinha coragem de encostar parar lá porque
a gente ia atacar a gente era índio índio é bicho índio pode comer gente né então quando eles viram que a gente mostrou e a gente não tinha medo não tem medo de se identificar como indígena e sim buscar melhoria para o seu povo eles viram que tudo era diferente e alguns já foram nos apoiar e hoje a gente trabalha ou sete comunidade indígena próximo lá né tanto na educação quanto na saúde eles tiveram que se apoiar e ver como você não ter vergonha da sua identidade É importante agora eu quero o trazer uma uma
história né que a história a famosa história que vocês vão conhecer sobre o restaurante Ah mas eu queria começar lá no comecinho que através da educação está falando tempo todo educação né da construção de uma escola na sua comunidade apareceu uma oportunidade e mudou a vida sua vida a vida das mulheres é a vida na aldeia conta um pouquinho nessa história como é que foi É uma história muito muito muito legal que também né Fica marcado para vida da gente de Oi e a gente tá ali escondida não ser reconhecida não poder que estava cuidando
de casa e olha o momento abre uma oportunidade de você começar a empreender a trabalhar com negócio né E 2009 surgiu essa oportunidade de fazer uma construção de uma escola de tempo integral né no qual a Fundação Amazonas Sustentável com parceria com a Samsung é escolher esse lugar e esse lugar é três Unidos é do ou esse pedaço de terra e veio a proposta para mim é com o empresário muito legal que eu também amo a pessoa que eu não esqueço porque me ensinou várias coisas de e não saber de não dizer um não' para
qualquer desafio né e assim ele sempre está guardado na minha mente por isso e é me pena essa proposta de ter um empreendimento porque eu tinha cara de de empreendedora de empresária né pura saber por eu gostar de conversar por eu saber lidar com as pessoas e ele viu oportunidade de mim que se eu montasse esse negócio esse negócio não ia serviço só para fornecer alimentação e seria um restaurante né nesse alimentação para o para obra que ele ia fazer mais sim para escola que era para outra escola mas sim para receber pessoas de vários
lugares e aí eu olhei para ele assim aí será que eu tenho coragem aquela época você era só do Largo você só de casa pode casa cuidar do marido cuidar dos filhos meus filhos não pequeno na época né como é eu chegar em casa e falar isso nossa foi e não teve apoio de nada né mas mesmo marido meu marido é assim Foi um momento difícil mas hoje eu vejo assim como eu consigo né mas você desde o início fala assim eu vou ser titubeou ali o meu avô resolveu ir resolvi porque era uma oportunidade
não só para mim mas como para a comunidade né porque eu vejo assim nós mulheres temos que ter coragem e ajudar também casa queremos igualdades e compartilhar tudo né então a gente também somos capazes de a fazer qualquer coisa e principalmente uma coisa que eu gosto de fazer cozinhar né E que a gente sabe cozinhar sabemos se a gente não sabe o mais buscamos conseguimos E aí eu convidei as mulheres na época ele ele pediu o seu Sérgio pediu para mim convidar uma pessoa e de outras comunidades se quisessem né para me ajudar porque seria
um trabalho bem pesado com muitas pessoas e aí eu fui busquei ainda algumas trabalharam umas desistiram e enfim eu não desisti eu comecei com 10 mulheres trabalhando na obra e terminei com três nossa né e assim desde então a gente viu que a gente consegue Mas de onde vem essa coragem de mulheres indígenas guerreira isso é coragem né porque E aí eu decidi e quando terminasse a obra e nem com tudo que eu fiz e eu achava que eu tinha coragem de que eu era capaz foi quando eu fui atrás da formação de técnico enfermagem
deixando a minha família meus filhos a enfim a comunidade meus pais minha mãe para voltado buscando melhoria na saúde e além de empreendedora Você tem o restaurante e tem a missão ali de cuidar da saúde da comunidade né isso você faz de forma voluntário não o governo federal é formou um uma equipe para trabalhar e aí eles contrato contrato uma empresa terceirizada para voltar a trabalhar com a saúde indígena depois esse Esse empreendimento que foi fazer essas essas comida para esses trabalhadores e da acabou virando um restaurante é isso E aí e ele continuou transformando
a vida das pessoas e parece foi o primeiro empreendimento grande ali na sua Aldeia é e com mulheres né fala como é que foi o impacto disso nas mulheres da Aldeia e levou realmente o impacto muito grande porque as mulheres como eu já falei tava acostumada ali trabalhar somente no celular né cozinhando para seus maridos os seus filhos e quando foi levado para convidar e elas viram que tava dando certo o empreendimento com restaurante né E aí muito muitos dos seus maridos alguns Nem tanto mas alguns é ficar um pouco revoltado porque achava que as
mulheres eu ficar independente né e Há muitas coisas iam mudar eles ficavam sem o almoço seu jantar então assim deu o impacto assim um pouquinho e é ruim e mesmo assim eu consegui conversando com elas né que só era mais uma ajuda na casa tudo bem de um jeito como saber conversar né como saber lidar tanto com as mulheres quando os maridos e momentos que a gente recebe grupos a gente Convida eles também participar participar do evento no final do evento isso foi levando como aqui não era tipo O Bicho de Sete Cabeças né era
momento de gente ter nossa liberdade ter o nosso trabalho que voltado a ajudar também a casa a família né os filhos preciso então aí aí eles foram os acostumando e assim meu pai também me ajudou muito em relação a isso a conversar também com as mulheres né com os seus próprios Maridos e ajudá-los os filhos em casa o cabo e aí a gente eu fui conseguindo reverter isso aí hoje a gente trabalha de pão assim bem mais organizada para que nada acontece com essas mulheres quando voltam para casa altas horas da noite que às vezes
a gente vai até tipo para mim é Tarde 10 11 horas né da noite e assim hoje trabalhamos bem mais à vontade por quê temos apoios do marido da família da comunidade e importante o outro passa que vocês deram e quem é empreendedor sabe a importância do treinamento do estúdio de continuar aprendendo para que aquele negócio seja ingerido E aí você deu um passo importante que foi o o apoio do Consulado da mulher que é um projeto da Consul existe há mais de 20 anos incentivo empreendedorismo o feminino é capacita apoia e no Brasil todo
já foram 37 mil mulheres que passaram pela Assessoria do Consulado da mulher conta pra gente qual foi a importância de você fazer parte desse projeto para avançar na expansão do negócio o consulado da mulher foi para gente um uma segunda mãe né pro nosso negócio para o nosso conhecimento para nossa divulgação do nosso trabalho e através do Consulado da mulher hoje o nosso negócio assim mandou muito bem hoje em 2016 quando eu ganhei o prêmio o consulado da mulher é não conhecer São Paulo vim fazer esse treinamento para ser uma semana aqui fazendo treinamento voltado
para levar para minha Aldeia de como é empreender mais ainda né é buscar mais conhecimento que isso foi muito importante realmente por um negócio de Por que vocês imaginam que na cidade a gente já tem dificuldade imagina uma aldeia onde a gente não tem energia elétrica onde a gente não tem água E como eu posso encanada né potável hoje a gente já tem mas antes de 2016 a gente não tinha então era um desafio que a gente tinha e hoje ainda continuo com a energia que ainda não tenho energia 24 horas e mas foi uma
oportunidade que a gente teve de como expandir o nosso negócio e como saber lidar ou nosso negócio né E o bonita aqui eles gravaram um documentário onde eles foram até lá e a gente vai mostrar um trechinho do documentário la gravado na aldeia vamos ver e tive um sonho de ver as mulheres têm independente e buscar o seu objetivo de qualquer formação o que ela quer atender Porque antes eu era essa mulher só a de casa lavava cozinhava e cuidava dos filhos só que eu não quis aquilo para minha vida né Oi oi como é
que eu posso dizer um início de uma nova vida e muito significante para nós mulheres vai mudar um pensamento de ter mulheres Independente de as mulheres começar a trabalhar para fora ajudando em sustentabilidade de sua própria família o primeiro momento do que a gente começa a trabalhar a gente já tem um grande sucesso e que a gente tinha uma boa iniciativa né com as mulheres que estavam ali dentro trabalhando junto e unido sempre sorrindo e sempre animada linda esse documentário vale a pena assistir hoje vocês tem o restaurante que entrega cinco mulheres é isso e
atende turistas né como é que tá sendo essa experiência uma experiência maravilhosa né E porque é saber lidar com pessoas é da minha Aldeia é totalmente diferente de saber lidar com pessoas de fora né então O que é uma experiência e nunca jamais eu poderia é Que pena né E hoje eu tô conseguindo ter ele dar conversar brincar porque o meu conhecimento de trabalhar com pessoas é isso é todo tempo rindo é todo tempo tanto na cozinha quanto o receber as pessoas lá fora então é maravilhoso saber lidar é poder lidar com pessoas de fora
e gosto muito de trabalhar gosta muito de receber as pessoas com prato mais pedido é o funny é o que esse fraco o prato é um prato indígena da minha cultura e no colo leva a macaxeira que você chama o mandioca e recheada com peixe né que é todo temperado cozinhado e voltado ao meu povo né então é um prato que representa a minha avó lembro muito dela que ela sempre fazia quando a gente era criança para gente comer e aí é por isso que eu sempre hoje e sempre explico Essa parte aí do prato
o seu pai ele falou que você no futuro ele você pode se tornar uma oshawa é esse que é uma é a líder da comunidade da Aldeia você sente quando ele falar isso para você orgulho porque não só ele que já falou isso para mim mas os meus irmão né e de eu saber e ter o mesmo jeito dele é como eu já falei de saber lidar com pessoa e de saber receber de poder conversar tem um jeito de conversar com as pessoas né e assim eu fico muito muito feliz e é muito gratificante ouvir
dele isso né Eu não sei se ainda eu consigo é ser é mas eu venho estudando isso na minha mente como é que a lidar com as pessoas da minha Aldeia hoje né eu sei que ele é uma ambição é ele sabe lidar mas ainda venho acompanhando tô acompanhando ele como liderança como líder líder a restaurante mas acredito que hoje muitas coisas também mudaram né Devido as tecnologia ou a convivência ali costume tradição e tecnologia que a gente tá tem que juntar os dois né que eu falei hoje a gente já tem wi-fi na aldeia
então é muito bom tem muitas coisas positivas que eu possa falar hoje aqui mas também traz um pouquinho O negativo de querer mudar é hoje a as pessoas né Então é eu fico muito feliz assim ele poder dizer que eu posso ser uma tuxaua da Aldeia mas ainda tô nesse processo de de acostumar será que eu consigo e como será o a aldeia liderada por uma mulher olha os homens vão estranhar né mata Mas eu acredito que não mudaram muitas coisas né pelo conhecimento que eu trago dele eu só vou ampliar o caminho que ele
pode passar e não querer mudar muita coisa né mas sim melhoria Sempre buscar coisas melhores para a aldeia e não querer estragar essa caminhada que ele já vem levando a 30 anos que aquele lidera 30 anos Aldeia 31 ele é a eleny O que é ser brasileiro e é ter coragem é teu orgulho Ah e vim de dentro de você É não negar sua identidade Principalmente uma brasileira indígena como eu né dizer que como eu gosto muito de me representar coragem é né e não ter obstáculo que possa impedir a nada e diz assim todo
dia é dia acordar e dizer vou vencer a qualquer coisa que vier vocês dia para ser a gente encerrar o programa para um trechinho de uma canção que a gente vinha comentário Olha não sei se o meu povo vai hahaha é uma campanha [Música] ochos caí apurar a gente o akamaru a cama e pitani O chuska irapura Xem Ana tuchos km Tito pai o aro no figura data e nem eu era no campeonato chuska emitir tu pai o aro do figura data e nem eu era no you eu fiquei brigada pelo carinho para confiar ou
você participa gente Eu é que agradeço muito feliz muito grata de estar aqui com vocês oportunidades né E espero fazer sucesso Nossa já deu sorte Obrigado até o próximo tchau o [Música]