[Música] bem-vindo a todos ao sexto coato E hoje nós iremos falar sobre o complexo do ombro o complexo do ombro tá é constituído por uma articulação que é a extern clavicular uma segunda articulação que é a acromioclavicular a terceira que é entre a cabeça do úmero e a cavidade glenoidal escápulo humeral e uma quarta articulação que ela não é uma articulação verdadeira que é a escápulo torácica então quando nós falamos no complexo ombro nós temos de falar dessas quatro articulações Ou seja a articulação extern clavicular que é uma ação sinovial uma articulação sinovial que é
complexa porque apresenta um disco articular a articulação acrômio clavicular que é uma outra articulação sinovial complexa porque tem um disco e a terceira articulação que é escápulo humeral que é uma articulação sinovial uma articulação complexa e no seu conjunto existe uma estrutura de fibrocartilagem que nós chamamos de labrum Orla ou bord delete e a quarta articulação que é só uma articulação funcional Aonde a escápula ela tem o seu movimento de deslizamento com o gradio costal muito bem sabendo dessa estrutura articular da da articulação do ombro nós iremos detalhar todas essas estruturas com o body pent
associado com a anatomia palpatória Então a primeira coisa que nós ir encontrar será a estrutura óssea que é a clavícula esse osso alongado apresenta uma extremidade external e uma extremidade acromial então nós teremos aqui o osso externo a aqui a articulação externo clavicular com o seu revestimento a cápsula a cartilagem o líquido sinovial a cavidade uma articulação sinovial e entre elas uma estrutura de fibrocartilagem que é o disco articular durante a palpação nós vamos vendo todo o movimento desta clavícula medialmente ela apresenta uma convexidade lateralmente ela apresenta uma concavidade extremidade external extremidade acromial quando nós
estudamos agora a escápula nós iremos encontrar agora na escápula este osso que apresenta algumas características e uma dessas características é uma estrutura que irá se articular com a clavícula essa estrutura chama-se de acrômio então quando nós estudamos a escápula apresentamos um ângulo superior um ângulo inferior uma margem Medial ou vertebral uma margem lateral ou axilar e a cavidade para se encaixar a cabeça do úmero nós temos agora uma estrutura óssea que nós chamamos de espinha da escápula e esta espinha da escápula ela vai terminar em uma projeção anterior que nós chamamos de acrômio então nós
temos agora duas importantes estruturas ósseas clav escápula nós temos agora aqui a segunda articulação que é a articulação acrom clavicular uma articulação sinovial uma articulação complexa porque apresenta um disco na realidade toda a estrutura óssea do membro superior está encaixado ao tórax nesta articulação então aqui é o ponto ósseo aonde os ossos do membro superior se encaixam no tórax com externo por isso a importância de um disco na externo clavicular na crômio clavicular qualquer movimento Que você realiza nesse complexo do ombro vai ter uma irradiação vai ter uma projeção nessa articulação então o desgaste é
grande por isso que necessita de um articular articulação acromial acrômio clavicular da mesma forma o desgaste é grande e essas articulações elas são sedes de processos inflamatórios uma artrite uma artrose por quê Porque apresenta uma cartilagem articular apresenta uma membrana sinovial apresenta uma cápsula articular apresenta líquido sinovial e ligamentos são todos os elementos passíveis de processos inflamatórios e degenerativos quando nós estudamos agora a escápula nós iremos ter agora a partir da espinha da escápula duas importantes forças uma força acima da espinha da escápula esta força eu irei chamar de força supraespinhal esta região logo abaixo
da espinha da escápula eu terei uma força chamada de força infraespinhal força Supra força infra ângulo superior ângulo inferior margem Medial margem lateral essa escápula agora ela vai apresentar uma outra face essa Face que esta voltada para os arcos costais eu vou chamar de face ou força subescapular Então a nossa escápula localizada dorsalmente apresenta duas forças supraespinhal infraespinhal e anteriormente uma força subscapular pois bem essa articulação ela é extremamente complexa essa estrutura do complexo ombro apresenta uma terceira articulação que é entre a cabeça do úmero e a cavidade glenoide ou glenoidal essa articulação ela é
instável Ela tem uma instabilidade por que ela tem uma instabilidade se a gente for analisar o úmero a cabeça do úmero três vezes maior do que se encaixe essa cavidade glenoidal Então se essa cavidade ela é rasa se essa cavidade ela é menor e a cabeça do úmero é três vezes maior biomecanicamente essa articulação ela tem uma instabilidade não existe um perfeito encaixe como é a nossa articulação coxo femural a cabeça do feno em relação ao acetábulo por isso que essa articulação escap umeral ela necessita Obrigatoriamente de estruturas que dê uma maior estabilidade essa articulação
scap umeral é uma articulação que tem três eixos de movimentos Nós temos duas articulações que são triaxiais escapulo meral e coxo femural na realidade essa articulação ela faz uma flexão ela faz uma extensão rotação externa rotação interna abdução e adução ao conjunto de todos esses movimentos eu tenho agora um movimento de circundução então vejam que essa articulação além de ter uma ampla mobilidade uma ampla né uma uma ADM muito Ampla o seu movimento ela necessita então de estruturas que estruturas seriam essas na escápula nós iremos encontrar na cavidade algumas estruturas que a contornam a sua
margem contorna a sua margem ao redor da PR aumentar a área de contato Então eu tenho agora a cavidade e ao redor desta cavidade eu tenho uma resistente estrutura de fibrocartilagem essa estrutura de fibrocartilagem é a mesma constituinte do nosso é a mesma que está localizada no Disc Ou seja é uma estrutura de fetil é uma estrutura resistente e essa estrutura agora a função dela é aumentar a área de contato que a cabea Doo é TRS vezes maior do que esta cidade aqui então por isso nós temos a orla laum ou bordelet esta estrutura de
fibrocartilagem ela vai ter um labrum anterior um labrum posterior um labrum superior e um labro inferior Ou seja quando lesões como vôlei basquete handball ou até mesmo a natação o que acontece pode haver lesões nessa estrutura são as chamadas lesões labrais Tá ok então essa cavidade glenoidal apresenta essa estrutura de fibrocartilagem e a sua função é aumentar a área de contato e consequentemente dando uma maior estabilidade muito bem então nós temos aqui as estruturas ósseas e as estruturas articulares pois bem Só que essa estrutura ligamentar e óssea ela apresenta estruturas importantes que vão contrair e
relaxar que são os músculos do complexo do ombro nós iremos falar de um grupo de músculos extremamente importantes em que os seus tendões irão dar uma estabilidade os seus tendões irão dar uma maior estabilidade e reforço e proteção a cápsula articular bem como essa articulação ela apresenta uma ampla amplitude de movimento essa cápsula ela apresenta uma frouxidão tá em algumas patologias nós temos algumas que vão essa cápsula que é a capsulite adesiva causando dor restrição ao movimento essa cápsula ela é Ampla ela é frouxa para promover essa grande amplitude bem mas em consequência dessa grande
amplitude a cavidade ser Rasa e a cabeça do úmero ser três vezes maior acontece agora as luxações OS Ou seja a saída o deslocamento dessa cabeça do úmero dessa cavidade Ok então esses músculos eles irão agora dar uma maior estabilidade um maior reforço uma maior proteção aonde essa cápsula ela é menos resistente ao conjunto desses músculos nós damos o nome de mango rotador tá então o manguito rotador é constituído por um músculo que nós iremos encontrar na fossa supraespinal esse primeiro músculo localizado na foça supraespinhal ele irá ter a sua origem na fossa supraespinhal quando
nós estudamos o húmero eu encontro alguns acidentes anatômicos eu encontro uma estrutura óssea que é o tubérculo essa estrutura aqui ó eu vou chamar de tubérculo anterior ou tubérculo menor do úmero nessa região mais lateral eu vou encontrar um tubérculo lateral que ele é o maior tubérculo maior do úmero aquele que é anterior aquele que é Medial é o menor esse lateral é o tubérculo maior e entre esses dois tubérculos o Medial anterior que é o menor e o lateral que é o maior Eu tenho um suco chamado de suco intertubercular muito bem neste suco
intertubercular nós vamos encontrar a passagem de um importante tendão que é a cabeça longa do bíceps neste suco entre o tubérculo menor e o tubérculo maior esse tendão se aloja nós vamos encontrar o tendão e nesse tendão uma pequena sinovial e um ligamento transverso da cabeça longa do bíceps estabilizando e o mantendo dentro deste suco Então eu tenho aqui tubérculo menor do úmero tubérculo maior do úmero o Medial aqui o anterior que é o menor o lateral que é o maior e entre eles o suco e no interior desse suco cabeça longa do bíceps pois
bem esse músculo supraespinhal agora que se origina na fossa Supra espinhal tem a sua inserção no tubérculo maior do ú primeiro músculo supraespinhal força Supra tubérculo maior do úmero este músculo quando ele contrai o movimento em direção da origem e quando ele contrai ele faz a abdução do ombro primeiro músculo Supra espinhal origem na fossa inserção no tubérculo maior ó bem nós identificamos a espinha da escápula logo abaixo da espinha da escápula eu tem uma força chamado de força infraespinhal ou infraespinal nesta região nós vamos encontrar um outro músculo que faz parte do manguito rotador
esse segundo músculo nós iremos chamá-lo se está abaixo da espinha nós iremos chamá-lo de músculo [Música] infraespinal origem força infra a sua inserção será também no tubérculo lateral do úmero ou tubérculo maior do úmero Supra infra quando há a contração a direção do movimento é na direção da origem e agora eu tenho agora uma rotação lateral Então o meu músculo infra espinal ele vai promover uma rotação lateral supraespinhal infraespinhal durante a palpação logo abaixo do meu músculo infra espinhal nós iremos encontrar um outro músculo que eu vou chamá-lo ele é um músculo roliço ele é
um músculo arredondado por isso que eu vou chamá-lo de músculo Redondo menor supraespinhal infraespinhal Redondo menor muito bem esse músculo Redondo menor tem a sua origem na força infraespinal tem a sua inserção curiosamente também no tubérculo maior do úmero vejam que eu tenho um tendão protegendo superiormente dois tendões protegendo posteriormente reforçando essa cápsula então meu músculo Redondo menor ele é um rotador lateral semelhantemente ao infraespinal então nós temos músculo Supra nós temos o músculo infra nós temos o músculo Redondo menor ângulo inferior da escápula margem axilar o lateral da escápula nessa região aqui nós iremos
encontrar um músculo tá tá E esse músculo mesmo tendo a origem na escápula mesmo tendo a sua origem no úmero esse músculo ele começa pelo ângulo inferior vai contornar toda essa estrutura lateral superior do tórax ele vai passar para a região anterior e vai se inserir em uma crista Olha só lembram do tubérculo menor do úmero lembram do tubérculo maior do úmero esse músculo agora começando no ângulo inferior da escápula ele vai contornar essa região lateral superior do tórax e se inserir em uma crista ele vai se inserir na crista do tubérculo menor do úmero
muito bem esse músculo que se origina na fossa [Música] infra contorna essa região lateral da escápula essa região superior do tórax e se insere na crista do tubérculo menor quando ele faz este movimento ele vai fazer uma rotação interna e vai auxiliar na adução do H vai fazer uma adução porque ele faz o movimento lateral e se insere na crista ou seja esse tendão do Redondo maior ele não participa ele não estabiliza ele não reforça a cápsula consequentemente esse músculo Redondo maior não faz parte do manguito rotador supraespinhal infraespinhal Redondo menor mas lembram que nós
falamos dessa foça subescapular vamos bem É nessa força subscapular que eu vou encontrar um músculo chamado de músculo subscapular Ou seja supraespinhal faz parte do manguito rotador infra faz parte do manguito rotador Redondo menor faz parte do manguito rotador e quem é o quarto músculo o subscapular aonde ele se origina se origina da fossa subscapular e a sua inserção é no tubérculo menor do úmero ou seja na realidade esse tendão ele reforça a cápsula então nós temos agora supraespinal infraespinal Redondo menor subscapular o subscapular faz uma rotação interna e faz uma adução então vejam que
agora manguito rotador gente não esquece Supra infra Redondo menor e subscapular fazem parte do manguito rotador Redondo maior não faz parte mesmo estando no Complexo do ombro o seu tendão não fortalece não participa no falecimento na estabilização da cápsula articular por isso que o redondo maior não faz parte do manguito rotador bem durante o estudo do ombro existe um importante músculo que não faz parte do manguito rotador mas nós iremos falar sobre ele tá E esse músculo nós chamamos pela sua forma de uma uma asa delta de músculo deltoide Então nós vamos encontrar um músculo
que tem uma forma de uma asa delta Ou seja é o músculo deltoide faz parte do ombro não faz parte do manguito rotador ok muito bem esse músculo Deide ele vai comear na clavícula lembram que a gente falou que a clavícula tem uma extremidade external uma extremidade acromial então ele se origina na clavícula então ele tem a sua origem uma origem clavicular [Música] este músculo tem uma origem em uma das estruturas da escápula que é o acrômio tem uma origem acromial além disso esse músculo vai ter a sua origem a espinha da escápula espinha a
crômio clavícula Então esse músculo apresenta essas regiões da onde ele se inicia [Música] clavicular acromial e a espinha da escápula bem esse músculo ele vai apresentar a sua inserção e um acidente do úmero que eu chamo de tu osidade deltoidea do úmero é aonde esse [Música] músculo irá se [Música] inserir clavícula acrômio espinha tu tuberosidade deltoidea esse músculo vai apresentar três porções uma porção anterior uma porção lateral e uma posterior esses ventres essas fibras localizadas anteriormente participam basicamente na flexão do homb essas fibras já médias essa parte já lateral abdução E essas fibras posteriores participam
da extensão então vejam que agora nesse complexo do ombro além dos músculos peitoral maior peitoral menor além do músculo trapézio tá que são músculos da região do dorso tá os peitorais da região anterior do tórax na anatomia palpatória todos eles deverão ser levados em consideração toda essa região que vai dar protuberância occipital externa linhas nucais eu tenho toda essa margem localizada aqui que é o trapézio a parte superior do trapézio Além disso quando a gente fala na região dsal tem os romboides menores os romboides maiores tem toda uma estrutura de músculos mas quando a gente
tá enfocando aqui nesse nessa estrutura do complexo ombro eu também tenho de pensar da cabeça longa do bíceps bíceps braquial ou bíceps do braço nós vimos o tubérculo menor tubérculo maior suco intertubercular ou seja o meu bíceps tá ele se origina em um tubérculo da cavidade lemam da cavidade glenoide ou glenoidal tem um tubérculo superior que é o tubérculo supraglenoidal é aonde se inici a cabea longa do bíceps que pass P suco intertubercular ou suco bicipital nós temos agora um tubérculo infraglenoidal aonde nós temos a cabeça longa do tríceps tríceps braquial então durante o exame
do ombro eu tenho de analisar todas as estruturas ósseas a ligação e a localização desses músculos e a ligação com essas articulações externo clavicular acrômio clavicular escápulo meral e as estruturas que se relacionam com elas quando a gente faz movimento coloca-se dois dedos nessa região da concavidade da minha clavícula eu faço movimento de extensão eu vou encontrar uma estrutura um nódulo nesta região logo na concavidade da minha clavícula e essa estrutura eu chamo de processo coracoide então vejam olha as estruturas ósseas no Complexo do ombro extremidade external convexidade concavidade extremidade acromial e logo nessa concavidade
processo coracoide o processo corac tem uma projeção anterior a espinha da escápula tem uma projeção posterior tá É nesse processo coracoide que agora eu vou encontrar um outro tendão a origem da cabeça curta do bíceps Então olha processo coracoide origem da cabeça curta do bíceps tubérculo supraglenoidal que passa pelo suco intertubercular esse tendão que é a cabeça longa do bíceps bíceps duas cabeças dois tendões de origem Então veja agora eu posso analisar se o paciente tem uma tendinite existem testes ortopédicos no tocar teste de hergon teste de speed aonde eu posso no suco intertubercular analisar
o paciente e dependendo do movimento né ele vai mostrar identificar que tem uma dor Então olha suco intr tubercular no processo coracoide além da cabeça curta nós temos a origem de um outro músculo o músculo coracobraquial começa no processo coracoide e vai até a metade superior ou o terço superior do Umo então quando a gente está analisando esse complexo do ombro eu ten tenho de por baixo da pele imaginar a posição de todas essas estruturas uma tendinite tá para as lesões do manguito rotador nós temos vários testes teste de job teste de Pater tá então
existem testes relacionados com a expressão do paciente aquele medo que ele tempo porque ele sabe que pode ter uma luxação né o teste de apreensão deste ombro Então a partir do conhecimento da anatomia a partir dos pontos de reparos Ou seja a crômio as extremidades ângulos margens espinha processo coracoide Eu já imagino toda uma estrutura de tecidos moles além disso esse acrômio tá ele pode ter também umas características que características são essas nós temos um acrom que ele é horizontal nós temos um acromio que ele é Curvo e nós temos um acrômio que ele parece
um gancho logo abaixo do acrômio nós vamos encontrar uma bolsa sinovial e essa bolsa sinovial é chamada de bolsa sub acromial nós temos o tendão do supraespinal nós temos uma bolsa subacromial agora imagina se esse acrômio tem uma forma de gancho a cada movimento de abdução a cada movimento vai havendo um impacto um impacto desse tendão E à medida que esse Impacto vai acontecendo lesões desse tendão vai se degenerando vai tendo algumas lesões nesse colágeno até que pode acontecer o rompimento do tendão do supraespinhal esse Impacto esse espaço é um espaço muito pequeno entre o
acrômio o tendão e a sua bolsa isso pode fazer com que haja agora uma ruptura e essa entidade clínica nós chamamos de síndrome do impacto Além disso essas bolsas que nós temos no ombro né Nós temos uma pequena bolsa na cabeça longa do bíceps nós temos bolsas localizados na região do processo coracoide e nós temos bolsas sinoviais que estão abaixo do meu músculo Deide que eu chamo de bolsa subdeltoidea essa bolsa subdeltoidea tá quando a gente rebate e retira esse músculo deltoide ela está inferiormente é uma grande bolsa e essa bolsa subdeltoidea muitas vezes tem
uma integração com a bolsa que está abaixo do acrm que nós chamamos de bolsa subacromial isso pode ter um contexto de inflamação esta bolsa ela pode se inflamar todo esse complexo de bolsas sinoviais do ombro poderão se inflamar o líquido sinovial à medida que tem um processo à medida que tem uma diminuição do movimento há uma maior reabsorção das estruturas do osso né os osteoclastos isso faz com que haja uma alteração na consistência desse líquido sinovial e esse líquido sinovial poderá se tornar um líquido pastoso a medida que ele deixa de ser líquido torna-se pastoso
ele poderá se calcificar e eu tenho agora uma bucite calcificada eu posso ter uma bucite calcificada subacromial nós temos do processo coracoide e tem também da bolsa subdeltoidea todas essas lesões vão limitar vão reduzir a amplitude dessa articulação a cabeça longa do bíceps tem uma pequena bolsa sinovial aqui tem o suco tem uma bolsa revestindo esse tendão e um ligamento mantendo pode se inflamar E aí nessa situação eu posso ter o chamado ombro congelado limitou reduziu a amplitude decorrente de inflamações e calcificação das bolsas do ombro então quando a gente está diante do paciente fazendo
a anamnese e em segundo ponto o exame físico nós temos de ter toda essa noção de que estruturas poderão estar comprometidas ou articulares ou musculares problemas musculares porque toda essa região tem uma inervação Ou seja que vai d braquial esse plexo braquial nós temos o trapézio nós temos o extern cleido mó escaleno anterior escaleno médio escaleno posterior e desta região tá entre o escaleno anterior e o escaleno médio nós temos agora as fibras desse plexo braquial que vai para essa região do ombro então nós temos as raízes de C5 C6 C7 C8 e T1 todas
essas raízes estão descendo e se ramificando para essa estrutura então eu posso ter uma lesão cervical causando uma fraqueza nesses músculos do meu complexo ombro dores irradiadas que vão paraa mão para o antebraço para o braço muitas vezes é de origem cervical uma lesão do plexo braquial então C5 C6 forma o tronco superior C7 forma o tronco médio C8 e T1 forma o tronco inferior nós temos divisões anteriores e posteriores nessa região da axila nós vamos ter os faccos na lateral posterior e Medial as suas junções com os respectivos nervos nervo mediano nervo músculo cutâneo
nervo Radial nervo unar além dos nervos relacionados com a parte sensitiva cutâneos então todo esse plexo tem envolvimento com lesões desse complexo do ombro tá então quando a gente estuda ombro gente para você ser assertivo no seu exame físico nos testes ortopédicos você tem que saber muito bem da anatomia dessa estrutura ou da mão ou do cotovelo ou do ombro ou do quadril a partir disso esse profundo conhecimento da anatomia vai te auxiliar na palpação tá regiões relacionadas com palidez vermelhidão tumorações então a anatomia palpatória agora está intimamente relacionado com esse Body pent Porque a
partir do conhecimento por baixo da pele a palpação e agora durante a sua anamnese a sua coleta de informações você já tem uma noção do que pode estar envolvendo e comprometendo as limitações as dores que o seu paciente possa apresentar nesse complexo do Ó Ok então até a próxima