o olá meus caros alunos bem-vindos a mais uma vídeo aula do curso de farmacologia do professor sérgio aula de hoje é de número 43 falaremos hoje sobre a farmacologia da tuberculose e também da hanseníase qual o roteiro da aula de hoje falaremos sobre os mecanismos de infecção pelo mycobacterium leprae e pelo mycobacterium tuberculoses os principais sinais e sintomas de cada uma dessas doenças também falaremos sobre o esquema terapêutico para tratamento da hanseníase e da tuberculose e no caso da hanseníase falaremos também sobre o tratamento das reações hansênicas estão as bactérias as micobactérias elas podem ser
categorizados em bactérias ou micobactérias patogénicas em patogênicos em potencial se já vai depender do estado imune do hospedeiro ou essa profetas que nunca estão olá queridas com nenhuma doença humana as micro bactérias patogênicas elas podem se aglomerar no conglomerado micobacteriano liderado pelo mycobacterium tuberculosis chamado de complexo mycobacterium tuberculoses formado além do mycobacterium tuberculosis propriamente dito também pelo mycobacterium bovis ou africano ou capri o micro e o pine pede também faz parte das micobactérias patogénicas o mycobacterium leprae aqui nesse slide nós podemos ver a estrutura da parede celular da membrana micobacteriana e de outras bactérias também
e aqui também é mostrado as diferenças entre as bactérias gram-positivas as bactérias gram-negativas e também estrutura celular das micobactérias tão que diferença de nós podemos observar que vem as bactérias gram-positivas nós podemos observar a principal a pintura que chama mais atenção na membrana plasmática é o peptídeo glicano que aqui está sendo chamado de mureina tem umas bactérias gram-positivas elas têm um espesso peptidioglicano abaixo do peptídeo glicano nós temos a membrana citoplasmática e para que que serve o péptido clicando nessas bactérias ele serve para proteger a bactéria das variações ambientais das variações de deformidade variações na
estrutura da célula é o mesmo que a bactéria entre em um ambiente mais hiperosmótico mas hiposmótico a bactéria vai sofrer pouca variação de forma em virtude do peptídeo glicano proteger das bactérias gram-negativas elas ao contrário das grandes positivos elas têm um peptídeo glicano muito fino muito delgado mas elas possuem também o fato de proteção que é uma segunda membrana plasmática que são bactérias que possuem duas o nosso plasmática uma membrana interna e uma membrana externa na qual o principal antígeno de superfície da membrana externa é o lipopolissacarídeo e essas bactérias elas apresentam uma certa resistência
aos antibióticos porque os antibióticos para atravessar a membrana plasmática externa eles precisam ser hidrossolúveis e passarem por dentro de proteínas de membrana chamadas de poliana já as micobactérias elas apresentam estrutura muito mais próxima das bactérias gram-negativas elas apresentam também um peptídeo glicano muito delgado apresenta um duas membranas plasmáticas mas o que é que diferencia as micobactérias das bactérias gram-negativas a estrutura da membrana plasmática muito diferente principalmente a estrutura lipídica tão as micobactérias para são formadas por fosfolipídeos extraíveis além do ácido micólico e também o hino galactosan no e a exatamente essas moléculas muitas vezes que
são alvos farmacológicos como nós veremos principalmente no tratamento da tuberculose então vamos iniciar pela cole quimioterapia da hanseníase e nessa imagem nesse slide mas já podemos verificar que a hanseníase na verdade ela não é apenas uma doença elas são várias doenças é um espectro de doenças no espectro de formas clínicas thomas temos uma forma clínica chamada forma tuberculóide na qual paciente geralmente apresenta apenas uma lesão ou poucas lesões é considerado uma forma leve da doença e caracterizada principalmente por ter poucos bacilos circulantes muitas vezes quando nós vamos ver mais adiante esses bacilos não são nem
reconhecidos durante a baciloscopia nós temos também uma forma grave da hanseníase que a forma vishoviana que também é chamada de lé pro mato bom e na forma virchowiana o lepromatosa o paciente apresenta muitas lesões disseminadas pelo corpo e é caracterizada também pela presença de uma grande quantidade de bacilos estão a carga bacilar é muito grande e nós temos também as formas de mor ficas ou formas borderlines que são formas clínicas intermediárias entre a forma tuberculóide e a forma vishoviana tão hanseníase é uma doença infecciosa causada pelo mycobacterium lep que é um bacilo a transmissão da
hanseníase a acontece por vias aéreas de pessoas a pessoas pessoas infectadas transmitem para pessoas susceptiveis a sua evolução depois do contato prévio com micobactérias sua evolução vai depender que no seu sistema imunológico da pessoa infectada então aquela pessoa que desenvolve a hanseníase ela apresenta uma susceptibilidade imunológica para que haja o aparecimento dos sintomas o fio causador da doença ele tem afinidade tanto por células cutâneas por isso nós podemos observar as lesões cutâneas mas também apresenta afinidade pelas células dos nervos periféricos principalmente as células de swann que são células responsáveis pela produção e liberação da bainha
de mielina construção da bainha de mielina a multiplicação do bacilo é extremamente lenta podendo durar entre 11 a 16 dias para cada divisão por essa razão o período de incubação é extremamente longo algumas pessoas podem ser contaminadas podem contrair a doença mas podem manifestar os sintomas apenas muitos anos depois a hanseníase é uma doença que apresenta uma rede multicausal ela depende de vários parâmetros para que o paciente manifesta a doença ela depende um contato íntimo e frequente da pessoa susceptível com o doente infectante a gente vai ver o que significa esse doente infectante é uma
convivência domiciliar com infectado ela depende também de uma susceptibilidade genética além de um contato direto com as secreções das vias aéreas de infectado já que é transmissão é por via aérea e depende da mina deficiência imunológica por essa razão a maioria das pessoas não adoece mesmo sendo exposta ao mycobacterium leva aproximadamente cinco porcento da população geral ela é susceptível ela consegue compilar a grande maioria dessas circunstâncias multi causar quais os principais sinais e sintomas da hanseníase são paciente normalmente apresenta mancha que pode ser esbranquiçada em alguns casos mas outras pessoas outros pacientes podem apresentar essas
manchas avermelhadas ou até amarronzadas e essas manchas elas aparecem em qualquer parte do corpo mais uma característica bem peculiar e que normalmente essas manchas apresentam perda a alteração da sensibilidade é a chamada parestesia tão paciente apresenta manchas e testado a sensibilidade aquela mancha e é verificado que a uma redução dessa sensibilidade o paciente com hanseníase também apresenta dor e sensação de choques de fisgadas ou de agulhadas ao longo dos nervos dos braços das pernas e também apresenta inchaços de mãos e pés não é demais também é uma característica do paciente com hanseníase além dessa sensação
detox fisgadas e agulhadas nos nervos em função do processo inflamatório que se instala nas troncos nervosos paciente com hanseníase também apresenta diminuição da força dos músculos das mãos além dos pés e fácil devido à inflamação dos nervos muitas vezes o paciente a presta úlceras de pernas e de pés em tupimento sangramento ou ferimento além de ressecamento do nariz em virtude da entrada do mycobacterium a coisa nasal e também apresenta ressecamento dos olhos tão durante a anamnese do paciente suspeito do a pessoa suspeito com hanseníase deve fazer perguntas relativa cada um desses sinais ou sintomas para
que no seu conjunto que seja mais fácil diagnóstico aqui nessa imagem nós podemos ver alguns dos principais nervos periféricos que são acometidos pelo micobacterium então nós temos um nervo ulnar nós temos o tibial posterior e nós temos também o fibular como os principais nervos acometidos que apresenta o espessamento durante a doença durante a hanseníase e o comprometimento dos troncos nervosos eles são observados quando é observado o espessamento do nervo quando observado uma dor espontânea ou uma dor que se apresenta depois que o nível palpado ou também alteração da função sensitivo-motora da área da inervação a
organização mundial da saúde pela e classificar máximos a classificação de uma classificação histológica hepatology quem tuberculóide lepromatosa e boderline de mofo mas é organização mundial da saúde ela preferiu classificar na cnh em dois grandes grupos o paucibacilar ou seja aquele paciente que apresenta ou com os bacilos e os poucos bacilos engloba as formas clínicas tuberculóide e a borderline tuberculóide esse paciente apresenta normalmente até cinco lesões a grande maioria apresenta uma ou duas lesões normalmente o paciente paucibacilar apresenta apenas um tronco nervoso afetado e quando é feita a baciloscopia da linfa ela normalmente negativo já o
paciente multibacilar engloba o lepromatoso e as suas formas borderline a borderline não é pro matosa ea borderline borderline são pacientes que apresentam muitos bacilos então normalmente o paciente apresenta mais de cinco lesões a grande maioria são lesões disseminadas por todo o corpo esse paciente multibacilar também apresenta um ou mais troncos nervosos afetados e a baciloscopia na sua grande maioria das vezes é positiva mesmo que aquele paciente apresente menos do que cinco lesões o tratamento da hanseníase é um tratamento poliquimioterápico seja são vários antibióticos usados para tratar hanseníase e esses vários antibióticos eles são usados não
porque a doença é uma doença altamente resistente mas pouquinho grande o elevado período de incubação faz com que vários antibióticos possam agir em diversos pontos da cadeia epidemiológica da biologia do microrganismo isso vai tornar o tratamento muito mais eficiente e os antibióticos usados napoli quimioterapia da hanseníase são da persona a sigla dds a rifampicina o rfm ea clofazimina não cfz o esquema de tratamento ele muda para os caso o alce bacilar ou para os casos multibacilares mudando a composição do tratamento nós podemos ver nessa tabela também que o tratamento muda para adultos para crianças e
para adolescente variando assim a dosagem que podemos ver nessa tabela também que existe uma dose chamada de dose mensal que a chamada dose de ataque que ela acontece em uma única vez durante um mês e tratamento e uma dose diária ou dose de manutenção que ela acontece todos os dias durante aquele mês também tão para adulto por exemplo ele faz uso mensalmente seja dose de ataque é 600 mg de rifampicina + 100 miligramas de dapsona enquanto que diariamente o paciente adulto vai fazer o uso apenas de 100mg de dar funciona não fazendo uso de fã
piscina então paciente adulto ele usa rifampicina dapsona todos os meses e diariamente ele utiliza apenas dapsona as crianças e os adolescentes também fazem uso de e aí dapsona mensalmente e da persona diariamente o que vai mudar é apenas a dose para adolescência dose rifampicina de 300 a 450 mg enquanto que a dose de dapsona é 50 mg e para crianças de 0 a 5 anos a dose mensal de rifampicina é 150 300mg enquanto que a dose de dapsona é 25 mg e esse tratamento vai durar quanto tempo são necessários para o tratamento de um caso
paucibacilar 6 12 e essas seis doses precisam ser administradas no intervalo de até nove meses ou seja pode haver três faltas essas faltas podem ser consecutivas ou não mas dentro dos nove meses a necessidade de que seis doses sejam administrados aqui nós podemos ver as cartelas estão separados por exemplo a dose mensal das doses diárias na parte superior da tabela nós estamos vendo a dapsona e a rifamp os dois antibióticos que são administrados mensalmente e na parte inferior da tabela nós estamos vendo todas as doses de dapsona que são administradas diariamente tanto para o caso
adulto que imagem superior como para o caso infantil que a imagem info