Pessoal, eu queria muito antes da gente começar a sessão de hoje ter um papo com vocês e realmente assim parabenizar vocês a respeito das entregas da linha editorial e quem entregou já os cronogramas, tá? Eh, de verdade, eu tô sentindo assim a sede de vocês de fazer acontecer, de fazer o negócio assim virar, né? virar a chave de vocês para que essa comunicação ela se torne uma verdadeira bazuca de negócio. A gente já Tem algumas pessoas aqui que já estão colhendo resultados muito acima da média, progredindo assim em alta escala, em alta velocidade. Vocês não
sabem como isso me deixa assim feliz como eu entro nesse encontro de hoje é no meu high potential para trazer para vocês o que eu realmente acredito, aquilo que eu realmente defendo, né? E como que a gente vai fazer esse passo a passo para vocês, portanto, eh atribuírem muito do sucesso de vocês e Da comunicação de vocês para chegar no tal do lá, tá? que que eu preciso que todo mundo esteja ou tenha até aqui a plena noção e convicção do que que eu sou, do que que eu faço, do como o mundo me enxerga,
como eu quero que ele me enxergue e como que eu vou fazer isso viver daqui em diante. Ou seja, eu preciso que todas vocês tenham um domínio pleno da essência de vocês até agora. Por quê? Os primeiros dois Encontros é normal que vocês muitas vezes se sintam perdidas, porque vocês entram na mentoria achando que diretamente ou imediatamente a gente vai falar sobre comunicação, que a gente vai falar sobre post, que a gente vai falar sobre alto impacto, que a gente vai falar sobre como realmente chamar atenção e o que que eu, Amanda, acredito e como
que eu desenho a minha metodologia. Eu acredito que se a gente sai falando, falando, falando, falando, Produzindo, produzindo, produzindo, produzindo, a gente fica no mesmo lugar que vocês estavam, que é um esforço fuderoso, sem saber exatamente que eu sou, sem ter uma direção específica, sem ter uma base fundamentada. E é isso que a gente precisa ter construído até aqui e até agora. Essa fase que vocês fizeram de determinar as linhas editoriais e de passar a planejar um cronograma, isso muda a vida. Por quê, pessoal? Porque Isso dá o controle para vocês. Tem muitos mentorados nossos,
alunos nossos, que a partir disso começam a ter assim gravações semanais, quinzenais e o conteúdo ele para de ser aquela pedra no sapato que todo dia, no final do dia a gente fica preocupado de tipo: "Putz, não sei o que eu vou fazer. Putz, o dia passou, putz, eu precisava ter gravado." Não é isso, porque a gente consegue blocar. as coisas. Então eu trago para vocês Algum alguns pontos muito cruciais antes de entrar no encontro de hoje que para mim é a verdadeira virada de chave, a quebra de paradigma. E é assim, daqui é onde
vocês guinam de verdade perante os resultados do que eu acredito, tá? Que que vocês devem fazer? Vocês devem olhar sempre paraas linhas editoriais, entendendo elas como limite. Sabe? igual quadra esportiva que tipo saiu da linha tá fora. As linhas editoriais elas basicamente determinam Isso para vocês e vocês entendem finalmente qual é o universo comunicativo de vocês. Que que tá dentro, o que que tá fora, que que faz sentido e o que que não faz. Por quê? Porque senão tudo vale. Tudo é referência, tudo faz sentido. E quando tudo faz sentido, nada faz sentido, tá? Então
isso é muito determinante para vocês conseguirem estipular justamente aonde vocês têm a quadra que tá valendo O jogo e aonde a quadra já é morta, tá? Eh, essas esses temas, esses pilares, essas editorias, significa que segunda-feira eu posto tal coisa, terça-feira eu posto tal coisa, quarta não é isso, gente. Eu quero muito que vocês possam ter uma pauta viva, que vocês possam olhar pro cronograma e falar: "A minha base, a minha audiência, por menor que ela seja, ou por maior que ela seja, ela se comporta desse, desse desse jeito. Ela tem essa e essa e
essa Aceitação. Esses dias são melhores, esses dias são piores, tá? E a gente vai conduzir vocês nessa jornada. Hoje eu vou ensinar vocês a de fato construir um conteúdo de alto impacto. E isso tem muito a ver com as formas como a gente escreve, como a gente determina o roteiro, como a gente escolhe sobre o que que a gente vai falar e o que que a gente põe de gancho, de isca para entrar naquele tema, tá? Vamos lá. Posso compartilhar minha tela? E aí na Sequência a gente abre para perguntas. Se vocês forem tendo perguntas,
eu vou pedir para vocês não interromperem hoje, porque hoje é um um momento que eu quero vocês muito concentradas, tá? Eh, e a gente deixar tudo pro final, combinado? Deixa eu só ver uma coisa aqui, Ju. Quando que é o nosso próximo encontro em termos de data? Como tem essa coisa de jogo, feriado, >> semana que vem, >> semana que vem na >> a gente tem dia 8 >> e dia 15, >> na quarta-feira. Então, pessoal, só pra gente deixar avisado, tá? Semana que vem, pelo menos em São Paulo, é feriado, na quinta-feira, mas quarta-feira
à noite a gente tem encontro. Eh, recomendo todo mundo participar e na outra semana a gente se encontra de novo na sequência. Então, a gente vai para um intensivão nesse nesse próximo ciclo, tá? Numa Bombada que monstra. Então, bora lá. Deixa eu dividir minha tela aqui pra gente começar. Me de um segundo que ele vai carregar. Outra coisa, aproveitando que tá carregando, quem não, Ju, a gente já passou o formulário eh de confirmação do evento presencial. >> Já passamos e eu vou puxar de novamente para quem esqueceu ou não viu a mensagem. Isso, gente, quem
for Participar do evento já confirma, tá? Eh, quem não tiver certeza, avisa a gente e aí a gente ou coloca que vai e depois a gente vê mais em cima ou enfim, a gente vê isso juntas. Mas super importante pra nossa organização vocês já eh já confirmarem. Carregou para vocês por aí? Vocês vem minha tela? Ainda não. >> Ainda não. M >> Hum. >> Agora sim. >> Oi. >> Tá aí. Eu quero que vocês me confirmem se vocês passam de tela comigo. Passam. Temos a capa. >> Temos a capa. >> Tá. Passamos. >> Passamos. >>
Ótimo. Então vamos lá, pessoal. A gente vai falar sobre o método de autoativação. Quando eu fui criar esse método, na verdade ele é uma reunião de todos os conceitos que eu já aprendi, que eu já li, que eu já estudei na minha vida a respeito de eh escrita de roteiro, copywriting, persuasão, definição de tema, escolha de pauta e por aí vai, tá? Eu tive uma grande escola na vida, uma grande oportunidade na minha vida, que foi aprender assim Beber da fonte na Empíricos, que é para mim assim a maior o maior NBA de copywriting do
Brasil, porque os caras são muito, muito bons nessa linguagem persuasiva e eles aprenderam com os melhores, eh, que foram os sócios americanos que implementaram muito do marketing digital na Empíricos e que foram os pioneiros no Brasil a respeito disso. Então, muito do que eu trago aqui, as pessoas usam para escrever anúncio, usam para escrever página de Venda, usam para escrever eh, por exemplo, vocês se inscrevem nos eventos gratuitos, né, que no final vão apresentar ali um projeto, um produto, uma ideia e tal. É muito dessa linguagem. E aí eu adaptei isso para o conteúdo. Eu
queria fazer uma recomendação de livro para vocês nesse momento. É um livro fineco, mas é um livro que vocês não vão achar fácil de ler, tá? Ele é um livro mais chatinho e que muito Provavelmente vocês vão entender e absorver ele na segunda vez que vocês lerem. Ele se chama Great Leads. Ju ou M, coloquem no chat para mim, por favor, o nome. Vocês vão encontrar esse livro só em PDF. Ele ainda não tá disponível por nenhuma editora brasileira para vender, tá? A distribuição era só da Empíricos e Empíricos não distribui mais. Mas eu recomendo
enormemente vocês lerem para aprender a como de fato Gerar impacto. Esse é o meu objetivo com vocês aqui hoje, vocês aprenderem a gerar impacto. Então, a primeira coisa, eu preciso que todo mundo saia daqui entendendo a lógica e conseguindo de fato aplicar. Então, que que a gente precisa entender para realmente nivelar todo mundo que tá nessa sala? Por que que alguns conteúdos geram reação e outros não? A verdade, gente, não é sobre escrever melhor, é sobre como o nosso cérebro reage, como a Gente é capaz de dar insumo para esse cérebro agir e fazer com
que a pessoa reaja o problema de todas vocês aqui, prestem muita atenção, olho no meu olho agora, tá? O problema de vocês quando se trata de comunicação, quando se trata de conteúdo, seja você uma marca pessoal, seja você uma marca institucional, não é a qualidade, é a tua neutralidade. O conteúdo correto, ele não é o mesmo que o conteúdo relevante. Muitas vezes a gente faz o conteúdo para demonstrar que a gente sabe que a gente é, que a gente tá em algum lugar de algum jeito, com alguma posse, qualquer coisa que seja, e a gente
não se atém se aquilo gera impacto para o outro. A gente acha muitas vezes que só colocar na rua e só não está infringindo qualquer coisa já tá suficiente. Tá suficiente para marcar presença, para gerar assim para para ser barulho, ruído, Mas não para ser marcante, tá? Eu queria que quem tivesse com papel e caneta, o bloco de nota na mão, escrevesse tipo assim, neutralidade e a gente vai riscar com o X em cima, tá? A gente não busca mais a neutralidade. Esse método da autoativação, ele consiste em três pilares principais. O primeiro, provavelmente muitas
de vocês já ouviram falar que a nossa obrigação é gerar emoção. É preciso gerar emoção. É preciso gerar Emoção. E eu vou bater na mesma tecla, mas eu vou explicar para vocês como é que a gente faz isso. A segunda coisa é realmente eu preciso chamar a atenção das pessoas. Se eu não chamo a atenção das pessoas, elas não olham para mim. Isso não significa que eu preciso fazer um show pirotécnico. Isso não significa que eu preciso fazer uma produção cinematográfica. Não é mais sobre isso. Mas existem macetes e formas que a gente Tem de
chamar atenção. E a terceira coisa é: eu me faço relevante para o outro. Eu falo com o outro e não comigo. Se não é relevante pro outro, eu não fiz o meu trabalho certo. Se ele não tá chamativo, eu não fiz o meu trabalho certo, tá? Então, o que que esse método resolve? A gente deixa de produzir conteúdo que informa, mas que não gera reação. O meu objetivo aqui com vocês é: eu coloco um Post na rua. Esse post gera conversa, esse post gera resposta. Esse post ele gera uma via de mão dupla. Segunda coisa,
conteúdo que explica, mas que não engaja, é a enorme maioria de vocês. Um conteúdo que ele vem ou dizer alguma coisa ou explicar alguma coisa, mas que aquilo não tem participação, coparticipação das pessoas. E a terceira coisa é o conteúdo que é que é salvo, mas ele não é comentado. A gente vai pro Caminho oposto disso, tá? Quais são os quatro princípios que vocês devem perseguir a partir de agora? Eu preciso de uma pauta que seja viva. Eu preciso de uma pauta que interesse ao outro e não a mim. Eu não vou dentro do meu
baú, do meu repertório, buscar qual é a parte do meu repertório que eu consigo falar, eu devo falar para as pessoas me acharem mais inteligente. Não. Qual é a pauta que eu posso buscar que faz com que gere mais Conversa? Qual é a pauta que eu posso buscar que abra um caminho no qual o outro consegue participar daquilo que eu tô colocando na mesa? A segunda coisa é a autoativação. A autoativação, gente, significa imediatamente eu gerar emoção de autoativação. Quais são as emoções de auto ativação? aquelas emoções que fazem o corpo reagir, aquelas aquelas emoções
que fazem o Corpo ter algum impulso, seja de comentar, seja de encaminhar, seja de abraçar, de chorar, de xingar. O terceiro princípio é a gente colocar um conflito dentro da nossa headline. Por quê? Porque as headlines muito neutrinhas, muito morninhas, muito begezinhas, não engajam. Toda vez que eu tenho um conflito, toda vez que eu jogo a minha manchete, o meu título para um Viés de embate, eu não tô falando pra gente puxar briga, eu tô falando de colocar dois agentes, dois princípios, duas coisas que se confrontam, tá? Isso gera curiosidade. E o quarto pilar é
o gancho visual. Ele é essencial. Queiram vocês ou não. Ele é um ponto muito, muito, muito central nessa construção. Ai, Amanda, mas eu vejo hoje em dia muitos vídeos que a gente chama de formato talking head, né? que Basicamente é tipo o rosto da pessoa com um pedaço do colo dela e somente isso, gente, por si só. Os acessórios podem ser ganchos visuais, um movimento que você faça com a mão pode ser um gancho visual, um movimento corporal pode ser um gancho visual. A gente tem muitas formas de trabalhar gancho visual. Ai, Amanda, eu trabalho
muito post gráfico, sem problema. Gancho visual também é essencial, tanto no gráfico quanto no vídeo, tá? Eu quero Que vocês guardem isso assim, gente, com todos os dias, a hora que a gente for criar um post, a gente vai dar check nesses quatro princípios. Que que eu quero que vocês façam agora? Eu quero que vocês abram o feed vocês no canal que vocês mais usam, seja Instagram, seja TikTok, seja LinkedIn. Abre aí, porque a gente vai fazer uma autópsia do seu fit. Abre aí, fica com ele aberto. Que que eu quero que vocês façam? Eu
Quero que vocês respondam as perguntas que eu vou fazer para vocês, tá? a respeito dos últimos posts. E aí, idealmente, a partir de agora, com todos os posts que vocês criarem, vocês vão passar por essa mesma lista, tá bom? Primeiro princípio básico que é muito necessário vocês entenderem, a pauta ou o tema é diferente do gancho. São duas coisas que se encaixam. Tá? Não necessariamente essas duas Significam a mesma coisa. Muitas vezes eu quero falar de um conceito, eu quero falar de um princípio, eu quero falar de uma ideia, eu quero falar de uma opinião
e eu uso algum gancho, alguma coisa que tá acontecendo, alguma coisa que as pessoas têm familiaridade ou tem curiosidade para inserir aquilo, tá certo? Então vamos lá. Primeira pergunta que vocês devem se fazer a respeito do seu último post. Gancho. Ele é pop ou ele gera uma identificação Imediata? Ou seja, ele é de algo que as pessoas t reconhecimento imediato? Seja uma celebridade, seja uma trend, seja um filme, seja uma sensação, seja um sentimento, seja algo que a gente vive na nossa vida. E vocês devem responder sim ou não. Vós carinhas. Vejo que não. Então
essa é a primeira coisa. Qual é o o maior erro de vocês aqui nessa sala? O maior erro é Achar que os conteúdos frios eles ainda são performáticos. Eles não são mais performáticos, gente. Conteúdo frio no qual eu quero descer um conceito guela abaixo da minha audiência não funciona. Conteúdo que eu venho mostrar o meu produto de forma imediata, sem aplicação direta, sem incitar a minha audiência em algo que seja útil, razoável, curioso para eles, não funciona. Não é por aí que a gente vai, tá? Então, Primeira pergunta, sim ou não? Segunda coisa, emoção de
alto impacto. Quando a pessoa se depara com o meu post, aquilo gera um coração acelerado para ela? Ela fica de repente assim tão indignada ou tão tocada ou tão emocionada que ela quer comentar, que ela não consegue parar, tipo, ela não consegue se segurar, ela quer ir lá comentar. De uma nota de zero a 10, quanto você consegue acelerar o coração da pessoa nesse teu último post. Terceiro quesito, as palavras que você usa na sua headline, elas geram um impacto visceral, elas são fortes o suficiente para, tipo assim, meu Deus, gera quase um soco no
estômago em termos de impacto pelo uso das palavras em si. Quais são palavras que a gente traz aqui? Mas só como um exemplo muito amplo, tá? Cada um vai ativar um tipo de Emoção aqui. Eu já vou falar sobre elas, mas palavras como poder, escancara, tóxico, mentira, vergonha geram esse tipo de impacto visceral. Vocês usam esse tipo de palavra? Vocês têm esse vocabulário? Tá? Depois ali no seu momento imediato que a pessoa encontra o seu post, há alguma contradição, alguma provocação, alguma injustiça nomeada, alguma coisa Em choque que desafia o senso comum? Sim ou não?
Vejo que não. E aí quando não tem, a gente cai aonde? No neutro. Daí o roteiro de vocês é simples. Vocês cortaram tudo que parece chato, que parece confuso ou que não tem base para crer. Vocês estão dando esse comando pra inteligência artificial quando, tipo, o texto tá pronto. Vocês estão pedindo, eu ensinei isso já para Vocês, falar pra inteligência artificial. Corte tudo que possa parecer chato, confuso ou sem base para crer. Tudo que tá fora da minha ideia central ou da minha biga, eu corto de zer a 10. Quanto o meu roteiro é simples
e ele permanece no essencial. Esse é um grande erro que eu vejo aqui nessa sala também. Muitas vezes os roteiros são muito prolixos. A gente repete três vezes a mesma coisa, a mesma fala, com palavras um pouquinho Diferentes. Penúltimo item, frases curtas. Quando eu escrevo meu roteiro, as frases são curtas. Eu preciso que vocês entendam que frase longa é igual a fôlego perdido. E quando eu perco o fôlego, eu perco a atenção das pessoas. Eu preciso de frases curtas, palavras curtas. O que que eu queria muito ensinar vocês a fazer? Quando eu vou pensar nas
minhas postagens, então a gente fez um caminho até aqui. Vocês Entenderam quem vocês são? Vocês entenderam quais são as pilastras que seguram a estrutura da casa de vocês? Agora a gente escolhe quais são os temas, quais são as pautas que regem o nosso cronograma. A gente entende que pauta e gancho são pontos diferentes. E aí, que que eu recomendo muito? que no começo, enquanto eu vou me familiarizando, enquanto eu vou eh ganhando confiança, ritmo, frequência, eu vou tendo roteiro. Quando é que é a hora de eu passar a produzir sem roteiro? Quando eu tô muito
familiarizado com aquele tipo de coisa. Quando eu pegar o celular e falar algo com um gancho forte, com palavras fortes, com frases curtas, com só o essencial ali, é muito fácil para mim. Tá? Isso exige um tempo, isso exige maturação. Não queiram sair fazendo isso até chegar lá. Façam roteiro. Sigam o roteiro. Até hoje eu tenho colegas assim de grande porte de Diferentes mercados que escrevem e seguem roteiro até agora. Ter um roteiro não é sinal de fracasso, tá? Que que eu quero dizer com isso? Quando eu vou escrever o roteiro, eu penso: "Cara, eu
queria falar sobre tal coisa. Nossa, que bom esse gancho me dá a oportunidade de abrir essa conversa já num lugar de alto impacto, porque tem bastante gente que quer falar sobre isso. Ótimo, show, sensacional. Vou escrever meu roteiro, vou lá na minha Cabeça e penso: "O que que eu quero falar?" Sabem o que eu faço? Muitas vezes eu vou pra inteligência artificial e falo pra inteligência artificial assim: "Claude, converse comigo a respeito de tal tema". Aí vai lá o Clode e vai falar comigo a respeito daquilo. E aí eu vou sublinhando, vou tirando as frases
que eu acho que, putz, são muito legais, elas são muito essenciais para construir aquela ideia. Aí eu pego aquilo e eu Encaixo aquilo com um gancho. Então, um exemplo, tá? Na semana passada eu queria falar que eh a marca é o reflexo da paixão do fundador pelo seu ofício. Isso é uma das frases que eu mais uso. Na primeira aula eu trouxe isso para vocês. Eu falo isso para todo e qualquer mentorado. Eu repito muito isso na jornada de vocês. Se eu fosse postar somente é a frase, que é algo que eu trouxe pra Ias
hoje, por exemplo, no documento dela Sobre as frases, muitas vezes a gente quer aplicar frases de impacto sendo elas educativas. Que acontece, gente? Elas não funcionam. As pessoas não têm interesse nisso. Então o que que eu fiz? Eu encaixei o gancho do Neymar para provocar aquele conceito, aquela pauta que eu queria falar para articular aquilo. É quase como uma desculpa para chamar a atenção das pessoas para eu poder Instigar uma conversa ou trazer uma opinião que eu acho que é relevante tanto para mim falar, pra minha imagem, pra minha construção de reputação, quanto pro outro
ouvir, tá? E aí eu construo isso, eu vou construindo essa ideia com a inteligência artificial. Vou lá e escrevo o roteiro. Normalmente, pessoal, eu escrevo o roteiro na minha mão. Eu não deixo a inteligência artificial escrever o roteiro. Por quê? Fica muito robótico, Tá muito manjado o jeito da Iá de escrever. E assim, as pessoas não querem ouvir a sua Iá, que conversa com a minha Iá, que conversa com a Iá da Mirela. As pessoas querem conversar com as pessoas. Usem a Iá para fazer esses retoques. Então, quando eu acabo de escrever, a primeira coisa
que eu falo para ele é isso. Corte tudo que pareça chato, confuso ou sem base para crer. Aí ele vai lá e corta. Aí eu falo: "Agora Reescreva esse roteiro todo com palavras simples que todo mundo possa entender e que em sua maioria tenha uma ou duas sílabas. Aquilo já revoluciona o roteiro, gente. Já vem uma forma muito menos prolixa, mais direta, mais gostosa de falar e de absorver. Eu também peço as frases curtas. Quero frases curtas. Por quê? Porque a gente vai dando ritmo pro texto, Tá bom? Quando eu faço isso, eu vou gravar.
E aí eu vou gravar. Cara, abre a câmera e vai. Sem muitas exigências, sem muito. Mas eu vou me preocupar. Eu vou me preocupar com a minha roupa, eu vou me preocupar com a minha maquiagem, eu vou me preocupar com o meu acessório. Por quê? Porque tudo isso joga a favor ou contra a minha reputação. Ai, Amanda, mas era essa era de conteúdo lowfi, de conteúdo feio, que eu posso abrir câmera em todo e qualquer lugar. Sim, gente, Pode. Tudo depende da construção que você quer perante a sua marca, tá? E aí eu chego no
último ponto que é o seu último post, ele tem um punch visual? Ele tem algo visualmente impactante? uma expressão, um movimento, um cenário, um objeto. Essa é a lista de fatores que vocês devem se preocupar de agora em diante. É isso que vocês precisam usar para construir posts que vão levar vocês em direção ao objetivo que vocês tanto Querem, que é a visibilidade, que é o crescimento, que é a relevância. E eu posso dizer para vocês assim, gente, não tem não tem como aplicar a receita de bolo dos pilares editoriais, montar um cronograma, construir os
posts com isso daqui e não dá certo. Não tem como. Quem aplica é tipo assim, imediato, é batata. O negócio acontece, tá? Vamos lá. Vamos falar um pouco de cada um desses aspectos. Que que é a pauta Viva, gente? Que que é esse negócio que a gente fica falando para vocês? Traz um gancho que seja reconhecível, traz um algo que seja identificável. Muitas vezes a gente fala sobre a tal das pautas pops, mas é só ela que basta, que serve? Não, a gente tem três eixos de pauta viva. Qual é o objetivo de ter uma
pauta viva, gente? É ter um atalho cognitivo. É o cérebro reconhecer algo que ele quer falar a respeito sem esforço nenhum. Então ele bate o olho naquilo que ele conhece e fala: "Nossa, eu queria saber mais disso. Me interessa o ponto de vista dela." Quais são esses três eixos? Eixo um, pautas universais. É um assunto que todo mundo passa, que todo mundo vive, que todo mundo é. Vou dar um exemplo para vocês de uma mentorada nossa essa semana. Ela foi falar sobre amizades de infância. Na hora que ela falou: "Meu, eu quero Falar sobre amizades
de infância". Eu falei: "Do it." Por quê? Porque a faixa etária dela são mulheres de 35 a 45 anos que estão passando por uma crise das amizades, sempre foram mulheres sociáveis e que estão vendo o ciclo delas super se reduzir. Toda vez que você for falar de amizade de infância, vai bombar, vai dar bom. Por quê? Porque é uma pauta universal. maternidade, Amizade, casamento, traição, eh, millennials, só de falar millennials pro pra audiência de vocês, gente, é muito imediato. Isso bate muito perfeito para elas, tá? Então, pautas universais é aquilo que rege todo mundo ao
mesmo tempo. Quem que, por exemplo, eh, sempre trabalhou muito com pautas universais? Eu vou dar um exemplo de Marca para vocês. A Havaianas. Por que que a Havaianas, que é o todo mundo usa, conseguia ter comunicações que batia em todo mundo? Porque ela usava muito das pautas universais, tá? Segunda coisa, e aí talvez o universo mais fácil para vocês trabalharem, as pautas pops. Pauta pop é um assunto que vem de fora, é uma referência compartilhada. é uma pessoa famosa, é uma série, é uma marca, é um comportamento, é um algo que tá Rolando, é algo
do universo que consegue reger um bloco de pessoas relevante. Então, tipo, se eu vou falar do Neymar, muita gente conhece o Neymar. Se eu vou falar da Virgínia, muita gente conhece a Virgínia, tá? E isso vai calibrando a possibilidade de alcance que eu tenho. O terceiro ponto normalmente é o mais quente, mas que muitas vezes eu encontro várias mentoradas com ranço, com Preguiça de produzir isso, mas que assim dá muita tração de crescimento e de alcance pros perfis, que são as pautas quentes. É um assunto que tá vivo agora, é um algo que acabou de
acontecer. Então, exemplo, a gente teve duas mentoradas que na segunda pós jogo foram falar sobre a postura dos técnicos, uma da seleção brasileira e uma da seleção japonesa. Cara, os vídeos bombaram, bombaram, Né? Então elas juntaram a o terceiro ponto com o primeiro, que é a pauta quente, o jogo, o técnico com uma pauta universal, que é a autoridade ou que é a liderança ou que é a postura. Gente, isso daqui corta muito caminho para vocês. Enquanto a gente ficar insistindo em fazer conteúdo frio, vai ser difícil mesmo de crescer. Vai ser complexo mesmo de
engajar Naturalmente, normalmente, não tem nada de errado com você. É o que é. Tá? Então, até aqui estamos entendido. Quem tiver pergunta, please, vai anotando pra gente bater tudo no final, tá? Segunda coisa dos princípios, a emoção de autoativação. Que que eu preciso? que os posts de vocês eles rompam a indiferença. Parem de querer acertar, ser correta o tempo todo. Se o mercado corporativo ensinou isso para vocês, se o mercado universitário ensinou isso para vocês, a internet desensina. Tudo que a gente precisava ser neutro, blazer, distante, frio, seguro nos corredores das empresas que a gente
já trabalhou, na internet, isso funciona da forma oposta. Então eu digo para vocês, não é sobre informar, é sobre Ativar, é sobre tensionar, é sobre ancorar no mundo real. A gente tem três níveis de emoção. E quando eu olho paraa produção de conteúdo de vocês, em enorme maioria, ela não ativa nenhum desses blocos de emoção. Ou seja, ela não é construída para bater de forma nenhuma para dentro da pessoa. Ela só é capaz de informar, ela só é capaz de ensinar. E não é isso que a gente quer. Por quê? Porque a concorrência tá muito
alta. A gente tá Com muita gente com a boca no trombone ao mesmo tempo. Então as caixas de som barulheira gigante. Se a gente não faz algo realmente diferente ou um barulho maior que os outros, a gente não aparece de verdade, tá? Então vamos lá. Que que eu preciso que vocês entendam? A gente tem três blocos de emoção. O primeiro bloco são as emoções de baixa ativação. As emoções de baixa ativação são aquelas que acalmam, que estabilizam, que Desaceleram o corpo. Então, por exemplo, hoje eu tava falando com a Clara sobre o tom da linguagem
dela pra marca que ela tá construindo, que é uma marca de moda. É, a construção dela vem toda em cima desse bloco de emoção da baixa ativação, aonde a gente convida o corpo da pessoa a ficar. E ali a gente incita paz, conforto, acolhimento, segurança, encantamento. Então, algumas de vocês aqui t muito da construção da marca Baseado ou ancorado nesse tipo de emoção. Só que quando a gente vai pros conteúdos de vocês, ele não tem essa conexão, ele não tem o mesmo perfil dessas emoções. Para quem trabalha com esse tipo de emoção, gente, a estética,
o sensorial é muito relevante. Então eu preciso de um visual muito, é prazeroso, bonito, que a gente ganha a pessoa pelos olhos. A trilha sonora precisa estar em Perfeita sinergia com aquela construção. A energia corporal da pessoa participando daquelas cenas também, o voice over da forma como ela fala também, tá? Então não tem problema eu trabalhar com emoções de baixa ativação. O que tem problema é eu trabalhar sem emoção, tá? Eu preciso entender o perfil de cada bloco de emoção e entender o que que eu estou fazendo. Segundo bloco de emoção, média ativação, Que é
aonde o corpo acorda, só que ele não levanta. Então ele ainda não age, ele só observa. Então o o campo da média ativação é a admiração, a esperança, a identificação, a clareza, o desconforto, a dúvida. Então, muitas vezes vocês podem se pegar pensando sobre pessoas que vocês consomem e que vocês realmente têm muita admiração. É uma pessoa que causa esse tipo de sensação em vocês de identificação ou de gerar essa Esperança. Mas reparem que muito provavelmente vocês não comentam nas postagens dessa pessoa, vocês não entram ali para aquela roda. Qual é a roda que vocês
entram? É a roda da autoativação. A autoativação são as emoções que elas rompem a anestesia. Quando o coração acelera, a energia sobe, tipo, isso me incomodou. Ou isso não é justo ou nossa, eu quero muito isso. Quais são essas emoções? Raiva, indignação, desejo, inveja, coragem. Para eu entrar no campo dessas emoções, gente, eu preciso ter muita coragem, porque vai vir chumbo grosso dos dois lados. Mari passou por isso semana passada, trouxe uma opinião que não era uma opinião polida do mercado a respeito de Bruna Marquezini. Pauta viva, quente e emoção de alta ativação. O circo
estava montado. Primeiro ela Ficou, né, má, em choque. Meu Deus, que eu faço? As pessoas estão aqui falando que eu tô errada. E a gente falou: "Pera, má, você confia no que você falou?" >> Eu fiquei assustada, hein? >> Ficou assustada. Mas isso que é uma marca consciente dos seus movimentos? Isso que é uma marca que se faz ser percebida. Por quê? Porque senão a gente fica ali no campinho da neutralidade, dos esquecidos no escanteio, da turma Sentada no banco. A gente não quer mais ser a turma sentada no banco, tá? Mas eu quero muito
que vocês pensem sobre esses blocos de emoção. Não significa que o bloco de autoativação é a gente comprar briga o tempo todo. Significa que a construção ela precisa ser feita de uma maneira que eu traga o impacto e depois eu absorva o impacto. Vou mostrar para vocês, tá? O terceiro ponto é o conflito, gente. Contraste, tensão, ponto de energia. Quando não tem conflito, só tem estabilidade. A função dessa etapa é gerar fricção interna. Eu posso até falar tipo desafio das gerações, conflito das gerações. Eu coloco uma coisa em oposição à outra. Eu coloco duas frentes
que orbitam em territórios diferentes. Eu faço aquilo gerar algum tipo de faísca, algum tipo de calor. Muitas vezes, para vocês aprenderem a gerar Conflito, eu recomendo que vocês usem a inteligência artificial, dizendo justamente para ela, por favor, gereflito em cima dessa ideia. incite o conflito a partir de tal coisa. E aí, por fim, a gente vem pro gancho visual. Por quê? Porque é o primeiro microimpacto que interrompe o movimento do scroll. Sem gancho visual, o conteúdo pode ser Ótimo, mas ninguém chega até ele. O gancho visual, ele abre a porta, só que ele não é
só estética bonita, gente. Ele é interrupção reconhecível. Ai, Amanda, mas eu tô num cenário lindo. Ai, Amanda, mas eu tô com uma câmera ótima. Não basta. saiam do automático. Tem muita gente nessa sala querendo gritar no microfone, inclusive vocês. Então, isso daqui é algo que eu queria que vocês Imprimissem e passassem a usar assim todos os dias, todos os dias. Tá? Isso aqui é o checklist. A gente vai mandar para vocês assim que terminar aqui, tá? Que que eu queria passar com vocês? Eu trouxe aqui alguns exemplos de posts para vocês entenderem de criadores diversos,
de universos diversos. O que que é esse poder da autoativa? Vamos lá. Deixa eu ver se eles passam aqui ou se eu vou ter que ficar abrindo os canais. >> Esse não é chique nem intelectual porque sabe prciar Ernest. Lá no vizinho. Eu falo muito sobre o meu bod com Insta. Aqui tem muita gente que cri que se apega a detalhes. Não vi de moda do passado. Tem só uma coisa, vocês percebem que por si só ela tem uma coisa que é reconhecível que é uma marca. Ela tem um conflito muito claro que ela coloca
um grupo contra o Outro. Ela traz aqui palavras fortes de imediato. Vocês percebem que ela segue exatamente os padrões do que eu tô ensinando a vocês. Eu vou mandar esse material para vocês depois para vocês navegarem nessas referências, tá? O de ortografia. Cafanice com dois Ss. Eu sabia? Não. Erro total. Acontece. Mas eu até acho bom porque mostra que meu roteiro não é chat GPT. No mundo de vídeos, carrosséis e até comentários Feitos por chat de PT, acho chique um texto com vírgula de pessoa normal, ao invés daquela coisa redondinha de redação de Ener. Nunca
achei que falaria isso, mas tá tudo tão robotizado que até um errinho de português eu tô achando charmoso. E o mais engraçado, esse mesmo vídeo no vizinho tem mais de 1 milhão de views e simplesmente ninguém falou nada, ninguém notou e se notou ninguém liga. Vamos para um outro vídeo com a mesma pauta e um jeito diferente de falar, mas Ainda habitando esse universo da auto ativação. >> Vamos lá. A a famosa bolsa Hermes, eu vejo muita gente falando hermê, hermês, hermes, enfim, o correto é hermes. Por quê? Eh, o e do e >> vocês
percebem que verbalmente a construção de frase dela é muito mais fraca do que o vídeo anterior, mas ela tem um gancho visual que ela sai com a bolsa, né? Ela pega a bolsa na mão, coloca a bolsa na frente da câmera e ela Fala: "Pronúncia da Hermes". que é uma coisa assim que muita gente, primeiro conhece a marca e segundo muita gente tem medo de errar porque quer fazer parte desse universo. Então aqui está uma pauta pop, não é uma pauta quente, mas é uma pauta pop, tá? Vamos lá. Ainda mais um exemplo dela. >>
Eu tenho uma teoria e ela é real, tá? Até o brega dos anos 80 tem mais estilo Do que essa cafonice de hoje em dia. >> Brega cafonice. Aí ela traz anos 80, identificação. Aqui qual você passa e qual te faz parar. Então vejam a diferença. A geração que cancelou as joias. Ixe, ele tá cortando para vocês, eu acho, né? Deixa eu abrir aqui direto no Insta. A geração que cancelou, que cancelou as joias, carros e bolsas e agora tem um novo símbolo de luxo. Vamos falar sobre o mercado de wellness. Vocês conseguem Ver que
assim, não tem nada a ver com a Peres Hilton, não tem nada a ver com a Bruna Marquezini, mas elas ilustram o post. Vocês conseguem ver o gancho visual funcionando na veia? Porque parece que tem alguma coisa ali a respeito delas? e que é polêmica. Palavra forte cancelou. Pauta reconhecível, geração, joia, carro, bolsa, que significa ostentação, luxo, tá? Olhem a diferença desse post para Esse post. Wellness, o mercado que movimenta trilhões. Entenda porque sua marca precisa se posicionar agora. Vocês entendem que ele vai para uma vibe estética de baixa ativação, como eu expliquei ali para
vocês, e que aquele não provoca nada a ninguém, ele não atiça a curiosidade de ninguém e que ao mesmo tempo a maior parte de vocês produz posts desse tipo e nesse sentido. É muito mais fácil a construção desse tipo de post, gente. Por que que a gente precisa ficar engambelando ou trazendo uma construção diferente? Porque tem muita gente fazendo muito barulho dentro dessa sala. Se a gente não aparece, a gente fica ali esquecido. Mais um. Alfabetizar gera gasto. Assistencialismo da voto Forte, porrada, soco no estômago, né? em compensação. Ih, esse post foi tirado do ar.
Vamos pro próximo. Então, que que eu quero mostrar para vocês desses últimos posts, né? O post A, ele aponta risco, ele nomeia perda, ele cria comparação, ele gera atenção, ele fala de uma situação real. O post B ele é correto, ele explica, ele organiza, ele não ameaça nada, ele fala de uma ideia. Então, o primeiro ele cria movimento, o segundo ele é correto. E é muito do que vocês fazem. A gente não quer mais vocês fazendo isso, gente. Por quê? Porque isso não chama atenção. Porque isso não gera tensão, porque a gente fica na abaixo
da média, abaixo da meiuca. E a meiuca não garante resultado, tá? Qual é a lição de casa de hoje? Vocês têm duas lições de casa. Primeira lição de casa, vocês vão assistir a uma aula gravada que a Ju vai Mandar para vocês assim que a gente terminar essa aula aqui, que é uma aula da Hana e do ALF. A Hana trabalhou comigo num projeto, eh, e aí eles deram essa aula e essa aula é muito complementar a tudo que a gente tá falando aqui. Eles têm um outro jeito de falar, de explicar e que assim,
muitas vezes é aonde acontece a virada de chave de vocês de falar: "Ah, beleza, peguei, entendi." Então não deixem de assistir essa aula, Ela é muito importante pra gente fechar esse ciclo condensado na cabeça de vocês. E a segunda lição de casa é a partir do cronograma que vocês formaram no último encontro vocês vão seguir esse checklist para criar pelo menos os próximos três posts. É preciso, é necessário e é vital. Preciso que vocês olhem para essa tela aqui para criar as próximas postagens, tá? A gente recomenda muito. Eu vou até Colocar ela num fundo
claro para quem quiser imprimir, colocar isso na parede do escritório, ponha. Gente, eu uso isso todos os dias. Várias vezes eu me questiono. Eu vou tirar a tela e depois eu volto se precisar, tá? Várias vezes eu me questiono, cara, meu post tá bom, meu post tá ruim. Aí eu falo, hum, tá faltando gancho. Ou, hum, tá sem impacto visual. ou putz, essa pauta aqui não interessa a Ninguém, interessa a mim. E aí eu vou reverter, eu vou repensar isso, tá? Vamos aqui abrir para perguntas, Dri. Tá, >> tá. Eh, vamos lá. Primeira dúvida, conflito
para mim é antes e depois. super para você antes e depois é assim o conflito. Claro, tá? Bagunça, eh, bagunça, arrumação. Ou, por exemplo, eu vou insistir em um que eu mandei para vocês ontem, não porque eu acho que Informático, mas exato. Entendeu? Assim, já não te falei para parar de pintar o tapete de canetinha, só um exemplo. E aí aquilo se resolve, aquilo se transforma, >> tá? Então a gente colocar essa tensão no começo, ele já te garante essa fricção que eu preciso para chamar atenção. Por o que que eu coloquei muito no teu
feedback ali, né? Os posts de vocês, eles acabam sendo muito explicativos ou informativos, >> neutros. >> Neutros. >> E é isso que eu quero. É, é, é por isso que eu quero tirar vocês desse lugar, >> tá? >> Tá. Segunda dúvida, stories você também faz com roteiro? >> Não. Story é uma coisa que é assim, gente, ele precisa, ele tem a função de ser mais solto. Por outro lado, eu não sou a pessoa que, tipo assim, eu mostro o meu dia a dia e as pessoas são muito Interessadas no meu dia a dia. Os meus
stories, eles vêm muito baseado no que eu sei que as pessoas querem de mim. Então, muitas vezes elas querem um empurrão, muitas vezes elas querem uma sensação, muitas vezes elas querem um aprendizado. E eu tenho isso claro. E isso para vocês também tem que ficar claro justamente nessa primeira parte da mentoria do que a gente fez até aqui, né? O que que as pessoas querem de mim, qual é a dor delas e tal. Que que eu fui Fazendo ao longo do tempo que me ajuda muito quando eu tô sem ideia. Eu tenho uma pastinha na
minha galeria de fotos que se chama Stories. Deixa eu achar aqui para mostrar para vocês. Ups. Stories. E aqui, gente, eu tenho prints, ideias, pautas, coisas que eu quero falar. Então, quando assim eu tô sem ideia nenhuma, eu vou lá e eu procuro na minha Pastinha. Então, por exemplo, hoje eu postei um texto a respeito de estarmos no meio do ano, cara. Isso é um negócio que eu tinha postado há três anos atrás. Isso tava salvo na minha pastinha. Eu lembrei, falei: "Cara, quando foi julho, eu postei isso e foi muito bom, deixa eu retomar."
E aí fica lá, sabe, Dri? Então, isso vai me ajudando. Muitas vezes eu olho pro meu dia a dia, pra minha agenda e falo, hum, tô com a agenda legal para mostrar mais ali do Dia a dia, da rotina, para fazer da rotina, né, um entretenimento legal pra minha audiência. Putz, essa semana eu tô mais eu comigo mesma, preciso corrigir linha editorial, preciso olhar pros não sei o que de exercício, parará parará. Então não é por aí. Vou dar, vou criar outros elementos para conseguir gerar essa conversa, >> tá? >> Então se você fala no
stories vai ser em roteira, natural, >> super natural. Qual é a única coisa assim que é muito importante de vocês prestarem atenção nos stories? Eu chamo de story dedão, que é quando a gente abre a câmera e sai falando num jeito bem prolixão, achando que as pessoas estão super interessadas. Oi, gente, bom dia. Ai, nossa. Ai, tipo, que acontece, principalmente quando a gente não tem um ponto de vista onde a gente vai levar, onde a gente vai caminhar e a gente não legenda ou aquilo Não tá muito bonito, é a cara do engajamento baixo. Então,
ter esse pensamento crítico a respeito desses pontos, DRI, quanto mais vocês testarem, quanto mais vocês se familiarizarem, mais natural vai ser para vocês usarem isso no dia a dia e vai ficar fácil. Eu prometo para você. Confia em mim. >> Tá bom. >> Tá bom. >> Confia. Tá joia. Obrigada. >> Vai ajudando vocês. Fala B. Tô recapitulando aqui minha dúvida. Naquele slide de que você falava de emoção de autoativação, aí tinha baixa, média e alta. A gente tem que ter como target sempre tentar. Você falou que faz sentido às vezes a baixa, faz sentido às
vezes a média, mas a gente tem que ter como objetivo ter o maior parte do nosso conteúdo na alta ou não necessariamente? Depende do assunto. Depende muito do seu Objetivo. Então, se você falar para mim assim, Amanda, meu objetivo é, cara, alto alcance, alto potencial de crescimento. Aí eu vou te falar, B, se você tracionar na autoativação, a probabilidade disso acontecer é muito maior do que se você ficar na baixa ou na média ativação. Se você falar para mim assim, Amanda, eu tenho tudo a ver. Vou dar o exemplo da da Clara. Eu tenho tudo
a ver com a baixa ativação. Meu universo tem tudo a ver com a baixa Ativação. Não dá para eu me forçar para ir pra alta ativação. Então não dá. Mas vou te dar o exemplo da Ali, por exemplo. A Alic é uma pessoa que eh conduz muito do dia a dia dela, da metodologia de atendimento dela, eh a respeito desse lugar de acolher, de conversar, de compreender e tal. Por outro lado, quando eu olho pro repertório dela ou paraas opiniões dela, tem muito mais a ver com a alta ativação do que com a baixa ativação.
Então, se Eu construir todo um universo para lique em cima da baixa ativação, ela fala: "Manda, isso não sou eu, isso tá baixinho demais para mim". Entendeu? Então, horas eu preciso navegar com ela nesse universo da alta ativação e horas eu preciso navegar com ela nesse universo da baixa ativação. Por quê? Porque eu preciso calibrar a personalidade dela exatamente do jeito que ela é. Ela é isso, entendeu? >> Eu já sou o contrário, já uma pessoa, eu sou uma pessoa muito pouco polêmica, né? Então eu já tenho o desafio de tentar ir paraa autoativação. Mas
assim, o que gera engajamento, >> você acha que não? Não precisa se forçar. Por quê? Porque isso não se sustenta. Eu >> também, gente. >> Eu preciso mostrar para vocês exatamente isso. Li, perfeito você ter falado, não Se sustenta, não queremos ser algo que a gente não é. Por outro lado, a gente pode trabalhar justamente as pautas vivas. Então, quando eu falo para vocês as sensações, as dúvidas, os sentimentos, as situações que geram identificação, isso já percorre um enorme caminho. Ou quando eu vou olhar para acontecimentos, então o que que eu posso trazer e tracionar
daquilo, tá? Isso por si só já ajuda do do no Caso da Lívia, por exemplo, cara, os ganchos visuais para ela são muito importantes, as definições de pauta para elas são muito importantes. A gente precisa sair desse frio, a gente precisa sair desse morno muito focado no produto e a gente precisa gerar. Então, por exemplo, então tá correto dizer, por exemplo, no meu caso, considerando minha personalidade, o meu assunto, se para mim é mais desafiador ter uma ativação, Uma uma e uma emoção de ativação alta, eu tento compensar isso com as pautas e com os
conflitos e com os ganchos visuais para tentar dar um uma equilibrada no negócio. >> Perfeito. Perfeito. Eu só não posso ficar num campo aonde eu não ativo nenhuma emoção e achar que tá tudo bem. Não tá. Ih, te perdi. Tô te vendo agora. Tá. Eu preciso ativar algum grupo de emoção, nem que seja a calma, nem que seja a admiração, Tá bom? A gente vai trabalhar isso com vocês. É importante que vocês façam esse próximo exercício pra gente conseguir realmente direcionar. Tá bom, Tati. Oi. >> Oi. >> Eh, Amanda, eh, eh, e eu eu fico
me enxergando com um pouco de dificuldade de ir para baixo ou para alta eh ativação em função de hoje eu precisar de estar no equilíbrio mesmo, não poder, por exemplo, algo que me Puxam no corporativo, eh, é que geralmente eu eu tenho posições fortes, né? e o pessoal pede para eu ficar mais ali no meio. Eh, e aí eu fiquei pensando, como eu poderia fazer isso nesse processo de transição, eh, sem gerar conflito aonde hoje eu tô no CLT. >> Então, vamos lá. A primeira coisa é que assim, quando a gente tá construindo eh a
tua personalidade e e eu acho que isso é muito direto para você, a gente precisa entender que a Gente tá construindo o teu lado B e o teu caminho B. >> Uhum. Não vou eh me basear ou me ater no teu dia a dia, nos exemplos da tua rotina, no que acontece na tua empresa para construir conteúdo. É quase como se eu colocasse um Chinese wall do tipo: "Daqui para cá eu sou empresa, daqui para cá eu sou eu, eu sou a minha marca pessoal". Que que eu acho? Eu acho muita forçação de barra, ao
contrário da Betina, você Querer se apoiar na baixa ativação. Você é alta ativação na veia, Tati. Você é opinião forte. Você é convicção. E eu sinto que esse lugar dos entraves ou das tuas dificuldades com as redes é justamente falar: "Tá, mas esperam uma coisa de mim quando necessariamente eu sou outra ou eu vou para um outro lugar." E aí você até fica com um tom de voz mais arrastado, mais lento, por conta disso, porque você Tá insegura. Quando você tá num lugar de poder ou de segurança, você é um trator e eu preciso que
você assuma esse palco dentro das tuas redes. Então, a gente não vai falar a respeito da tua empresa, a gente vai falar a respeito de toda essa metodologia que eu tô construindo com você, que é esse empoderamento desse líder, que é essa autonomia empresarial corporativa, que é a gestão de projetos como uma Baita de uma arma dentro da construção da carreira e por aí vai, tá? Então é tipo assim, das 8 às 6 da tarde você é uma, das 6 da tarde à meia-noite você é outra e você tá disponível para mim, tá? Não tenha
medo de cair na auto ativação. A gente não tá falando nada a respeito da empresa. Fechou, Cam? Oi. Você tá no moodle? >> Oi. Oi. Tudo bem? >> Tudo você? >> Tudo bom. Eh, também a mesma coisa da baixa ativação, média, alta. Eu tenho, eu acho que eu tenho um tom de voz e tenho um, um, um assunto que, né, é para, eh, que é para mulheres mais velhas na maioria, e que eu sinto que elas têm essa conexão, essa identificação comigo pela maneira que eu falo, eu sinto, né, e pelo que eu recebo de
mensagem e tudo mais. Agora, se eu entrar com uma autoativação aqui, posso já? >> Pode. Repara uma coisa. O teu tom de voz e a tua presença tá fazendo eco. Eu vou te contar, depois eu te, tá? Eh, o teu tom de voz e a tua presença, de fato, eles jogam no campo das ativações mais baixas, tá? E isso faz muito sentido, muita sinergia com quem trabalha com moda. Então você, Gabi Lombarde, Lívia, Clara, todas estão nesse mesmo ponto. Por outro lado, Cami, você é uma pessoa que consegue incitar opiniões muito fortes, convicções muito claras.
E mesmo que você não tenha um jeito que é um jeito de ah, saia ali gritando e tal, você tem um jeitinho de pontuar certos aspectos que por si só para as pessoas eles já causam algum tipo de fricção de uma forma elegante. E isso é o suprassumo, isso é o que todo mundo Quer. Então eu não preciso ser igual aquela moça que eu mostrei do antisocial. Eu sou mais parecida com a Júlia Lens, por exemplo, entendeu? que vai falar de uma pauta ativamente relevante para as pessoas, mas de um jeito mais baixo, entende? Então,
a tua composição é um pouco do que a Betina tava falando. Eu vou calibrar uma coisa com a outra. Então, você vai trazer a história da Mulher 40 mais, exemplo, pode não pode, devo ou não devo? Galisteu usando tal coisa. Só um exemplo, tá? Mas de um jeito que ele é provocativo, sem gritar, que ele é agradável de se estar, tá? Então eu acho que assim, desde que você começou a mentoria, você já engrenou nesse caminho, você já entendeu essa diferença e de agora em diante é muito mais os ajustes de pauta, É muito mais
a gente pegar essa frequência de elevar mais esse tipo de fricção, de conflito, de incômodo do que qualquer coisa, tá? Tá. Aí tem uma outra coisa que eu fiz umas postagens, não sei se você chegou a ver que já faz um tempo, sobre uma conversa da Manuela, da Ávila, com a Cíntia Chagas e falando, comparando a a o modo como elas estavam se vestindo as duas, né? E teve uma outra que também Foi um estouro assim que foi da eu comentando da roupa que a Janja usou na Assembleia Geral da ONU e que foi, acho
que da Cintia foi mais estouro do que da Janja, mas as duas foram muito fortes. Só que daí eu também fico pensando agora, eh, se trazer essas pautas mais políticas pode ser ruim para mim. A pergunta é: você aguenta aguenta e o quanto vou te explicar de novo e o Quanto te incomoda o tipo de comentário que chegou ali para você, tá? Eh, de novo, uma marca forte, gente, ela contempla muita gente, mas ela não é aceita e amada por todo mundo e tá tudo bem. Então, as marcas nativas do digital, em sua maioria, elas
são marcas polarizadoras. Por quê? Porque os agentes que concebem essas marcas sabem que é isso que é performático dentro da internet. De novo, se eu sou muito neutra, se eu sou muito bege, se eu sou muito ã, isso não me ajuda. Dou, te dou um exemplo, cara. Se até a Taylor Swift, uma menina dos interior branca, loura, Lara, tem uma uma prolle de hater. Quem somos nós para as pessoas não terem opiniões contrárias? Deixa as pessoas te conhecerem pelas tuas opiniões fortes. Fundamente-as. Escreva os teus roteiros para você não Tomar co à toa. Mas não
tenha problema das pessoas terem concepções, ideias, visões diferentes das suas. Tá tudo bem? Tá. E eu quero muito que vocês saibam que a gente tá aqui de mandada com vocês para olhar isso junto. Então, pô, tô insegura, tô insegura com esse roteiro. Vamos olhar juntas, vamos analisar juntas, vamos pensar juntas, tá? Perfeito. Obrigada. Eu tava super pensando se eu voltava a fazer esse tipo De pauta ou não, mas que bom. Vou voltar, ao meu ver, é com certeza. Pode ir. Milena, Milena, Amanda, dear. Eh, esses rote os roteiros, por exemplo, eu vou escrever três, três
roteiros, né? Antes de eu gravar, eu posso postar lá no grupo para pra Ju ou alguém dar algum pitaco ou não? Sim, super podem e devem. Só uma coisa, nunca tenham a expectativa que vocês vão mandar um roteiro no dia e Ele vai ser capaz de ser postado no mesmo dia. É por isso que a gente insiste tanto de vocês fazerem blocos de roteiro. >> Faz o roteiro de uma semana, manda pra gente, deixa a gente olhar e analisar todos, >> tá? >> Mas pode mandar sim. >> Mais algum ponto? Só ele? Só isso. >>
Só isso. Eu só queria saber se só para confirmar, para não fazer erra. É isso, Clara. Te perdi. >> Me ouvindo? >> Tô. >> Amanda, eu só queria o seu ponto de vista. Essa semana eu vi um perfil, uma pessoa que também fala muito sobre marketing digital, enfim. Ela disse o seguinte: "Eu nunca tinha visto isso em lugar nenhum. o ponto de vista dela muito diferente. Quando um post dela viraliza demais, alcança muita gente, Ela sempre acaba apagando porque acaba alcançando um público que não vai fazer parte da comunidade ou então não vai contratar, fechar
o serviço dela. Eu queria, eu eu nunca tinha visto esse ponto de vista. Eu queria saber o que que você pensa a respeito disso. >> Eu acho que é um tiro errado. É um exército que tem uma arma muito forte, que sabe do seu poderio bélico, que tem muita vontade de usar, mas que não necessariamente usou aquilo Estrategicamente. Então, se a pessoa conhece os limites da quadra dela e sabe qual linha tá dentro da área e qual linha tá fora, ela deveria construir os roteiros dela para não precisar apagar. Porque quando você apaga, você fala:
"Ó, eu não falei aquilo". Então, eu não concordo com esse tipo de conduta. Clar. Eu acho que assim, se você falou, se você trouxe algo pro mundo, banca aquilo, seja positivo, seja Negativo. E eu acho que isso tem muito a ver com os meus valores e os meus princípios. Não tem problema errar. Não tem problema errar. A gente pede desculpa quando a gente errou, mas errar de um jeito forçado ou premeditado e depois se eximir daquilo, eu acho que não faz sentido, tá? Não se preocupa com isso, não gasta teu tempo com isso. Não acho
que é o teu teu BO, tá? Não te vejo indo por esse caminho. >> Não, com certeza não. Era só uma curiosidade. No meu caso, você até mencionou que meu perfil tem mais um perfil de baixa ativação. E eu tava pensando como que eu poderia trazer eventualmente essas eh essas enfim, esses conteúdos de auto ativação que gera uma minha emoção muito mais forte, sem chocar com o resto o restante do do conteúdo, não ficar desarmônico, >> usando, enfim, >> pautas, ideias que sejam úteis paraa tua Audiência. Então, a gente vai prezar muito pela estética e
pela utilidade, tá? Esses dois pontos eles vão se encontrar. Então, a gente vai trazer muito do sensorial no visual e a gente vai trazer muito da utilidade na escolha das pautas ou do viés escolhido em termos de caminho, tá bom? Eh, Betina, lembrei de uma dúvida aqui enquanto as meninas estavam falando. Eh, quando eu tiver falando de conteúdos mais, eh, informativos, né, com aquele objetivo de de sustentação, acho que você que era o nome que você chamava, >> né? No meu caso, se eu tô falando de signos, de movimento dos planetas e tal, >> é
mais difícil. Talvez eu não sei se eu consigo incitar um conflito, certo? Se é um conteúdo mais informativo. >> Não sei. Na verdade depende. Será que o informativo ele não pode ser um informativo em uma ativação mais alta? Será que eu vou falar assim do trânsito de, sei lá, vou dar um exemplo, Mercúrio, Rubble Dubble? Qual é o efeito que isso causa? Você pode estar irritada, você pode ter brigado com não sei o quê, você pode ter agido de tal forma, porque tal coisa, tal coisa, tal coisa. Então é muito mais de você conseguir agora
se familiarizar com essas construções B do que a gente continuar agindo no automático em virtude do eu quero falar uma coisa, Eu vou falar isso aqui desse jeito que é o jeito que eu sei falar. De novo, tem muita gente na sala, muitas vezes a gente gasta recurso, energia, tempo, dinheiro para colocar coisas no ar, mas aquilo não é performático. Por quê? Porque aquilo não bate nas pessoas. Aonde eu vou treinando o meu olhar? Aonde eu vou me especializando nisso? Estudando as minhas referências. Olhem para as referências na construção do cronograma, na construção das headlines,
Nas construções de roteiro. Vai ajudar muito vocês sobre isso e a gente tá aqui para balizar vocês, tá? >> Tá. Então, mesmo quando for uma um conteúdo informativo, você acha que vale a pena? É, não é que vale a pena. É possível super >> te desafiar e achar um caminho de criar um conflito. Super. >> Eu não consigo achar agora, mas vou ver Se a Ia me ajuda com uma >> isso. >> Uma ideia de de >> não é são as tuas referências. Vai olhar para as referências, referências performáticas, tá? E repara que assim, ah,
estamos falando de tal planeta em trânsito astrológico e tal, tá? Como que isso eu posso gerar um efeito subversivo nas pessoas a colocando aquilo no centro? >> Tá calma. Primeira vez que você ouviu Sobre isso, você vai se familiarizar. >> Deixa eu passar. Mari. >> Oi, gente. Boa noite. >> Oi, Mari. Diga >> aí, Amanda. Eu tô travada aqui com esses eh ganchos e eu vou te explicar porquê. Eu tenho duas referências, que é aquela Fabi Bertot e a Marta, que aí eu tentei seguir um pouco na linha delas. E eu tinha o modelo que
eu usava antes, que me trouxe muitos seguidores, que dava Muito engajamento, mas que era um engajamento ruim, eu acho, porque não gerava venda, nada, né? Acho que era um público que não era o público que eu gostaria de atingir, que é, ah, o funcionário que, por exemplo, pegando um exemplo aqui, líder ruim persegue funcionário. Bom, bom, esse foi um gancho que deu muito engajamento, as pessoas comentaram, compartilharam. Me trouxe muitos seguidores. >> Segura. Funcionário ruim. Como é? Líder >> líder ruim. Persegue funcionário bom. >> Olha a construção. Primeiro, líder ruim. Palavras bem fortes aqui. Aqui
você tá ativando a pessoa imediatamente. >> Persegue, persegue. É o auge da força do do soco no estômago. Funcionário bom. é uma é uma situação de plena identificação das pessoas aonde elas se colocam de vítima com um conflito muito Claro. Então essa construção de frase má por si só, ela compete diretamente ao método que eu tô apresentando aqui. Ela é a resposta direta ao método que eu tô apresentando aqui. Quando você me fala dos ganchos e você cita essas duas pessoas, elas fazem exatamente isso. não viés muito mais próximo à etiqueta corporativa. Faça isso se
você quer tal efeito, usando essas palavras fortes. Não faça isso se você espera tal atribuição. Então, basicamente, o que que é? É você pegar essa construção que você já é boa em e a gente subir de nível, a gente sofisticar. E com isso a gente adicionar outras possibilidades dentro da tua linha editorial, que foi o que eu te provoquei hoje. Foi o que eu te provoquei falando, Mari, não tá ilustrado. Quando a gente tem muito das tuas publicações focadas em listas, cinco passos para três ideias d coisas Do tipo, a gente cai muito no neutro,
no informativo. Deixa eu te pedir, vamos seguir com essa conversa no teu grupo no paralelo, porque senão a gente vai confundir as pessoas aqui. Pode ser? >> Tá bom. >> Tá. >> Pode, porque eu tô confusa. >> Boa, Flávia. >> Ei, gente, Amanda, são duas coisas. A Primeira é o seguinte, eu acho que você falou um pouco agora sobre a minha dúvida. Essa questão de gerar alta ativação, para mim tava muito fixo, que era só falar de alguma polêmica muito forte, porque você vai ter os dois lados do amo e odeio. Mas eu acho que
esse ponto aí é palavras no próprio gancho já podem gerar essa alta >> ativação. >> Então eu ativo com palavras específicas. E o outro ponto é, eu queria te ouvir, Se assim, se puder, eh, sobre a sua avaliação dentro do meu perfil, se eu posso usar essa autoativação, porque eu acho que eu sou mais, sabe assim, eh, mas o meu >> é >> eu tenho convicção disso e te escrevi isso hoje no feedback do teu cronograma, né? Eu acho que assim, você acertou muito os teus pilares editoriais, acertou muito os temas que vão reger e
a tua comunicação. O que que a gente Precisa fazer agora? A gente precisa trazer essa construção para os ganchos, para as headlines, porque eles ainda tão neutrinhos, porque eles ainda tão informativos, educativos. Então eu acho que assim, você pegou o espírito da coisa, você entendeu o jogo do que eu tô querendo propor aqui perfeitamente e agora a gente vai testar, agora a gente vai conceber, agora a gente vai pôr esse caldo para crescer, Tá? >> Pode ir paraa autoativação, sim, falar: "Eu acho que você tem muita força para fazer isso." >> Uhum. Aí ela vai
aparecer mais no gancho, né? um conflito, por exemplo, ele poderia gerar uma uma ativação, porque ele vai est mais no meio do conteúdo, né? Isso. >> Eh, o a intenção é a gente sempre ter um gancho que ele incite as pessoas a terem algum tipo de reação, seja uma Admiração, seja um conforto, uma calma, uma paz, que é a baixa ativação, ou seja, uma indignação que é a altíssima ativação, tá? Cada um vai jogar no campo e na temperatura que mais tem a ver consigo, sem ficar querendo montar ou estruturar um personagem que não tem
cola nenhuma com a tua estrutura de valores, de bandeiras, de construção de personalidade. Certo? Certo? E uma outra coisa que eu lembrei, eh, a ideia da gente sempre pensar, colocar um filtro do que pode gerar assim, comentários, eh, né, para gerar um um engajamento, é como ter esse olhar, é, é pela minha, assim, o que eu acho que geraria, como que assim, eu tenho que olhar >> eh o o post aquilo para ter alta ativação, as pessoas têm que não, eu preciso comentar, eu preciso e reagir alguma forma entrar na conversa. Acho Que é a
pauta viva. Aliás, é sobre a pauta viva. A pessoa, como que eu tenho esse filtro da pauta viva? Como assim que eu penso? >> Primeira coisa que eu vou que eu vou me questionar, isso é reconhecível para as pessoas de imediato ou a pessoa tem que fazer um mínimo esforço para bater o olho e ter uma identificação plena com o que tá sendo proposto em Termos de conversa? Veja, é a mesma coisa que você chegar numa mesa, num jantar com gente que você não conhece. Se você vai falar do tempo com as pessoas, nossa gente,
tá frio ou nossa gente, do nada hoje ficou calor, né? Eu tô sentindo, você tá sentindo, o cara do lado tá sentindo. É por isso que isso é papo de elevador. Por quê? Porque tá todo mundo sentindo a mesma coisa ao mesmo tempo, certo? Se eu vou falar com uma pessoa a Respeito de um ponto muito técnico ou específico da minha profissão, sendo que eu nem sei o que ela faz, você concorda que aquilo pouco interessa? >> Uhum. aquilo tem uma identificação. Agora vai falar da seleção brasileira no jogo de segunda. Se todo mundo não
sabe falar, todo mundo sabe falar sobre aquilo. Vai gerar um conflito ou uma opinião forte a respeito daquilo, de modo que você traz Uma convicção clara num ponto de vista que as pessoas não tinham pensado antes. Opa, aqui tá o meu lugar de fala. Entendeu? >> Sim. Vamos tentar. Vamos tentar. >> A gente vai treinar, gente. É para isso que vocês estão aqui. >> Vocês vão assistir a aula da Hana, vocês vão colocar isso em prática, vocês vão conseguir. Confiem, tá? A gente também vai guiar e orientar Vocês, >> tá? Ótimo. Obrigada. >> Obrigada. Pessoal,
vamos nessa. Então, a turma, uma galera já debandou aqui hoje. Turma com fome, com sono. Então, ó, lição de casa. Logo logo a Ju vai colocar no grupo o link da gravação dessa aula. A lição de casa imprescindível é vocês assistirem essa próxima aula gravada e é vocês treinarem, testarem. Quanto mais vocês testarem, melhor vocês vão ficar. Ninguém chega no dia um na academia sendo maromba. Galera, eu vou virar maromba depois de um ano, tá? E eu nem sou maromba ainda depois de um ano. Depois de 2 anos treinando todos os dias fazer aí eu
já tô mais na turma, tá? De tempo ao tempo. E tem um personal aqui que tá olhando por vocês, tá? Esse personal somos nós. Estamos aqui de mão dada com vocês, turma. Obrigada, obrigada pelo encontro de hoje. Obrigada pela confiança nessa Jornada. Vamos nessa. Um beijo grande. Até semana que vem. Tchau. >> Obrigada. C. Ciao. >> Ciao.