E aí, meu amigo? Jonathas Leone. Jonatas.
O pessoal no no consultório chama você do quê? Dr Johnny. Dr Johnny.
Legal. Legal. Dr Johnny.
Vou fazer um carimbo. Isso. Dr Johnny.
Isso aí. Muito bom. Obrigado por você tá aqui.
Obrigado a você, meu amigo, pra gente conversar um pouco sobre esse assunto tão importante, tão urgente, eu diria, né? Sim. E você tava falando em off aqui que o Senhor começou a colocar um encargo no seu coração em relação a isso.
Sim. Sim. O Senhor começou a ministrar no meu coração que essa é uma batalha dele, cara.
Essa é uma dor dele. Ele ele se afeta com isso. E isso tem afetado a igreja, isso tem afetado famílias, isso tem afetado ministérios.
E ele colocou essa dor em meu coração para me sensibilizar, para gerar em mim um suporte médico também, porque é isso que eu tenho entendido, a pornografia é um pecado. Uhum. Mas eu estudo medicina e eu tenho entendido que a pornografia também é um problema de saúde, ela também afeta a nossa saúde.
E nós, enquanto vivermos esse dualismo, né, essa questão do não, isso é só espiritual, isso é só médico, só biológico. E a gente não vê o indivíduo de forma plena, de forma inteira, a gente vive de forma muito limitada, muito fragmentada. Então essa fragmentação é ruim.
Eu penso que chegou o momento da igreja se apropriar disso e da igreja trazer e assumir essa responsabilidade, porque a pornografia não é um problema dos homens. Uhum. A pornografia é um problema da igreja, cara.
OK. A igreja tem solução. Você falou que você tem você tem feito alguns eh algumas pesquisas, né, nas suas redes sociais em relação a isso, porque você tá preparando o material.
Eh, e o que que te impressionou ali ou ou foi realmente já confirmando que você achava mesmo nessas nesses resultados? Sim, cara. O que me impressionou é um aumento considerável do consumo de pornografia por mulheres.
Hum. Antigamente a gente falava que pornografia era um problema do homem, né? E hoje a gente vê um crescimento significativo, exponencial, talvez pelas mudanças, tanto culturais quanto pelas formas, pelo acesso Uhum.
ao material hoje, através da internet, diferente de antigamente que era por meio de revistas, um conteúdo muito mais muito mais difícil de obter. Hoje a internet escancarou tudo isso. Então não é um problema só do homem.
Sim, é um problema do homem como humanidade. E se é um problema da humanidade, é um problema da igreja, cara. Que a igreja é essa redenção da humanidade, né, cara?
Muito forte. E é uma coisa interessante que eu tenho, eu tô tô lendo um livro até o Her Walker, ele me deu esse livro para ler, eh, Relacionamentos de Aliança do Asher Tratter. Cara, é um livro incrível e ele vai gastar páginas e páginas para falar sobre esse fio, né, que tem na palavra de Deus, que é aliança.
Nosso Deus é um Deus de aliança. Nosso Deus é um Deus fiel, né? Então você vai ver que de Gênesis Apocalipse é sobre alianças, né?
É sobre eh as alianças e é sobre promessas feitas por Deus. E o tempo inteiro há essa ênfase, né, que nosso Deus não quebra a aliança, nosso Deus não volta atrás em sua palavra e tal. E aí tem um momento que ele fala uma coisa muito interessante.
Ele diz assim: "Olha, toda vez que você que a intimidade for maior que a aliança, você vai ter problema todas as vezes, entendeu? Então, todas as vezes que o seu nível de intimidade é maior do que o seu compromisso, vai ser desastroso aquele relacionamento. E eu comecei a pensar muito sobre a nossa geração, porque a nossa geração é uma geração sem aliança, sem aliança, mas que continua querendo intimidade.
E o que é a pornografia? É um atalho de intimidade sem compromisso de aliança, né? É um atalho de intimidade é onde eu não preciso me comprometer com nada.
Não sei nem quem é aquela pessoa, não sei nem nome, não sei nada, não sei que que faz, que não faz, tá passando bem, passando mal, não me interessa, porque eu quero a intimidade sem nenhum nível de responsabilidade, né? Enquanto a intimidade, o sexo na palavra de Deus era um resultado de uma aliança e um compromisso, né? Exato.
E e eu tava conversando hoje com uma uma eh uma amiga que tava lá em casa nos ajudando e ela passou por momentos bem difíceis, tal, e eu tava falando para ela, é interessante, por exemplo, eh, e e calhou que nós estava fazendo uma estamos fazendo uma reforma em casa, né, de alguns problemas que deu lá, a gente tá reformando, tal. E aí eu falando para ela que hoje tá crescendo muito o número de pessoas nessa geração agora, principalmente os mais jovens, que querem só alugar a casa, não querem comprar a casa mesmo tendo condições. E querem alugar carro, não querem comprar carro mesmo tendo condições.
Por quê? Porque eu tô lá na minha casa alugada e deu um problema, eu ligo pro cara e falo: "Ó, vem trocar o telhado aqui. Ah, não vou.
Então vou embora e vou pra outra casa". Quando é sua, quando você comprou a casa, deu um problema no telhado, meu irmão, se vira. Nós temos que consertar esse telhado, né?
Eu tenho, e aí falando, eu tenho uma aliança, eu eu tenho eu tenho uma ligação, um contrato com isso aqui e o que eu tenho, uma ligação profunda, eu eu conserto, né? O que eu não tenho abandono e vou pra próxima, né? Então eu vejo muito sintomático de uma de uma geração que não quer fazer aliança e que é uma afronta a esse atributo de Deus que é comunicado para nós.
Exato. Sem dúvida. E e isso é muito interessante ainda, Dô, porque eu percebo essa relação entre pecado e problema de saúde.
Uhum. Porque eu nunca conheci um pecado que não fizesse mal à saúde. Olha só, interessante.
Você fez essa afirmação aqui em off, mas eu queria que você explicasse mais ela. Então, todo pecado vai gerar um problema de saúde. Todo pecado faz mal à saúde e a santidade sempre faz bem à saúde.
Você pode parar e observar, você vai ver que tudo que faz mal à saúde é pecado. É pecado. E, e é interessante a gente pensar nisso do ponto de vista da da pornografia, porque, por exemplo, a glutonaria, glutonaria é pecado, a gente não não leva muito a sério, por vezes nos nossos pano, nossos ajuntamentos, a gente passa pano, porém é pecado.
E a gente sabe, a glutonaria é pecado. Agora esse pecado ele traz consigo uma série de problemas de saúde. Então você vai ver lá a obesidade, você vai ver diabetes, excesso de colesterol, você vai ver problemas ósteoarticulares, você vai ver uma série de problemas inflamatórios que estão nesse pacote.
Ó, pecado sempre adoece. E por que isso, cara? Porque tudo que tá fora do propósito adoece.
Tudo que está fora do propósito vai adoecer. você pegar esse microfone e não usá-lo para o propósito que é o propósito dele, ele vai danificar. É, então o o formato dele que a gente podia usar ele de de martelo.
É, você pode usar como martelo, pegar e talvez até funcione, né, por um tempo, né? Funciona, mas adoece, danifica. E o nosso corpo é assim, cara.
Nosso corpo, tudo que não está cumprindo o propósito vai adoecer. Então, se você olhar aí para outros comportamentos também, por exemplo, a promiscuidade sexual, além da pornografia, cara, você vai ver todos os estudos mostrando que a promiscuidade sexual ela tá associada a um monte de doenças que a santidade e a castidade e o sexo dentro do propósito do casamento não tem. Interessante.
Então você vai ver que o sexo dentro do propósito do casamento, ele é um fator de proteção à saúde. O sexo fora do propósito do casamento, ele aumenta a chance de uma infinidade de problemas de saúde. Exatamente.
Então, por exemplo, eh eh a própria amamentação protege, a gravidez protege contra uma série. São mandamentos do Senhor. Tudo que o Senhor mandou fazer faz bem.
Tudo que o Senhor disse para não fazer faz mal. Então é, a gente é muito integral, né? Total, total, né?
Tipo assim, não, eu tô pecando no meu espírito aqui, meu corpo não tá sendo afetado, não. Tá tudo sendo afetado. Tá tudo sendo afetado.
Então, tem essa conexão. E por que que eu acho importante a gente entender isso? Porque durante muito tempo, eu acho que eu e você vivemos essa vivemos e esse entendimento, eh, e passamos por isso de olhar a pornografia como um problema espiritual.
Uhum. Eu acho que hoje chegou o tempo, nós temos elementos para isso, temos maturidade para isso. A igreja tem maturidade para isso, para entender a natureza espiritual e pecaminosa de uma prática, mas para também, assim como a gente trata diabetes, assim como a gente trata artrose, e isso pode ter algum tipo de relação com comportamentos pecaminosos, a gente também pode tratar e a gente pode se valer de uma série de recursos.
E hoje o que me encanta, Dô, é ver o quanto a gente enquanto ciência, neurociência, descobriu a ponto dos caras ateus estarem chegando hoje. Você pode procurar aí na pornograf, não, você pode procurar na internet, você pode colocar aí, ah, efeitos da pornografia no cérebro, você vai ver uma infinidade de cientistas, de médicos, de psicólogos, que não são cristãos dizendo: "Cara, para com isso. Isso destrói o seu cérebro".
Isso. Então, então assim, ó, para para eu entender o que você tá falando, você tá dizendo o seguinte, vamos usar o outro exemplo, né? Eh, alguém que tá num pecado da glutonaria, eu preciso num discipulado fazê-lo chegar a esse entendimento, a se arrepender, mas ele vai precisar de uma ele vai ter que ir no médico para resolver o banda da diabética que ele tá.
Exato. Essa consequência física, vamos ter que usar outros mecanismos além do arrependimento. E isso é tão arrependimento quanto a confissão de um pecado.
Hum, entendi. Isso é tão arrependimento quanto porque é uma ação da meia volta, né? né?
Exato. Exato. Eh, e aí está dizendo então que eu preciso levar essa pessoa a arrependimento, entender que é pecado aquilo da pornografia, abandonar aquilo, mas existem casos que a pessoa vai precisar de uma ajuda de outras profissionais e técnicas para ela sair daquilo.
E mesmo nos casos onde ela não vai precisar do profissional, onde ela não vai precisar de uma consulta, ela se valer desse conhecimento de como funciona o cérebro, de como se constrói um hábito, de como se desconstrói ou se destrói um vício, ela saber, cara, como é que a minha mente funciona, cara? Uhum. Uhum.
Eu tenho neurônios aqui, eu tenho sinapses, eu tenho dopamina, eu tenho um sistema de recompensa. Entender, cara, quando eu sei jogar o jogo, quando eu sei as regras do jogo, eu tenho muito mais chance de vencer do que quando eu não sei, cara. Se eu sou um amador no jogo, se eu não sei como é que funciona, se eu não sei onde é que eu tô entrando, quais são as armas, quais são, cara, eu já entro perdendo, então eu tenho que estudar o o inimigo.
E eu acho que hoje nós temos uma infinidade, nós temos um gigante diante de nós e nós sabemos o ponto fraco deles, cara. Eh, OK. Então, dos estudos que você tem feito, aquilo que você tem lido, aquilo que você tem pesquisado, quais são alguns efeitos da pornografia no cérebro humano?
Sim, tem até um livro que eu queria indicar pro pro pessoal. Eh, é um livro de neurociência, mas ele é um livro para para qualquer pessoa, para para o público geral mesmo, que eu não sei se tem em português ele ainda, mas ele em inglês é your brain onn. Então é o seu cérebro ali no pornô, o que que acontece com o seu cérebro no pornô?
e ele detalhou tudo que tem de evidência científica, de achados recentes, de revisões sistemáticas, metaanálises, a partir dos achados da neurociência, mostrando, cara, que que tá acontecendo no no cérebro no cérebro de quem está preso à pornografia. E é interessante olhado que não é só o vício no conceito no no sentido do cara, o vício como dependência, aquele cara que tem tido agora uma perda de controle, ele não consegue parar, ele tem uma exposição progressiva, compromete funcionalidade, não o consumo, começa a comprometer o social dele. Então isso que ele tá falando é só mesmo o consumo.
Ele nem tá falando do extremo lá. Isício tem prejuízos porque é progressivo, mas não tem dose segura, não tem exposição segura. Porque tem muita gente que vai dizer: "Não, que você não pode é ser viciado, mas consumir de vez em quando, de 15 em 15 dias, uma vez por mês, paro quando eu quiser, cara".
Quiser. Então é prejudicial em qualquer em qualquer tempo. E por que é tão prejudicial?
E aí, falando já do que acontece no cérebro, cara, o nosso cérebro ele tem um pico de neuroplasticidade que acontece até os 18 anos de idade. Hum. Então, quais são os maiores hábitos que a gente tem?
São aqueles que foram formados na nossa infância e adolescência. Por isso que a Bíblia até neurocientificamente vai nos ensinar, ensina a criança no caminho em que deve andar, porque quando crescer não vai se desviar dele. Por quê?
A bíblia tava dizendo, o pico da neuroplasticidade é na infância e adolescência. Por é como eu, eu gosto de usar esse exemplo mesmo, como uma massinha, que cara, criança é uma massinha mole, massinha de modelar, cara. Do jeito que você coloca, você acabou de comprar, do jeito que você coloca, ela ela fica depois de um determinado ela enrijece.
E aí não é que ela não muda, mas as mudanças são mais lentas, as mudanças são mais dolorosas e custam muito mais. Então, o cérebro é plástico, ele em qualquer momento da vida pode ser modificável. E glória a Deus por isso, porque Romanos 12 também testifica disso, que nós podemos ser transformados conforme a renovação do nosso entendimento em qualquer momento, mas os nossos hábitos eles são formados.
O pico de formação do nosso dos nossos hábitos é até os 18 anos. E aí, cara, por que que a pornografia hoje é um problema tão tão mais sério do que anteriormente? Porque o consumo de pornografia nunca foi tão precoce.
Cara, antigamente precisava ser maior de 18 anos para ter acesso a um material, ainda que tivessem ali os caminhos alternativos, algum maior de idade lá, mas tinha que ter o intermediário hoje. Não, hoje não não tem essa necessidade. E a exposição tá cada vez mais precoce.
E não só na pornografia lá dos dos tubes da vida, dos sites de pornografia explícita. Hum. Mas o softp, aqueles estímulos de TikTok e estímulos mais suaves na sensualidade, mas que vão gerando esse primeiro estágio da dependência, que é a sensibilização.
E você falou qual que é a idade que tá e eh nas pesquisas mostram que é a primeira hoje mostrando primeira exposição aos 10 anos de idade, 10 anos o cérebro de uma criança. Acho assim, ó. A gente precisava parar aqui e você ter noção dessa informação.
Estamos falando de 10 anos de idade. E como, como que isso tá acontecendo com 10 anos de idade? É porque alguém colocou um celular, um um alguma coisa sem supervisão na mão dessa criança.
Então, não estamos nem falando de um adolescente, né? Estamos falando de uma criança. Então, fica um alerta aqui a todos os pais.
você precisa se debruçar sobre isso, você precisa ir lá e verificar. Então eu fiz um combinado com a Luía, né, que a gente ia dar para ela um celular com 12 anos e foi muito interessante porque a gente fez toda uma programação do celular dela que ela não consegue baixar um aplicativo. Quando ela aperta ela baixar um aplicativo, apita no meu aqui e eu tenho que aprovar o aplicativo, o aplicativo para ela baixar lá e ela não consegue acessar nada e tal e acabou.
Ah, você é chato, não é? A gente vai ter que proteger os nossos filhos mesmo assim. Ela tá lá na escola, tá é exposta, você vai ter que falar sobre isso, tal, mas tudo que a gente puder fazer para protegê-los, a gente precisa fazer.
Exatamente. Exatamente. E aí, D, o que que acontece no cérebro dessa criança?
O que que acontece em qualquer nível de exposição? Mas na infância a massa tá mais mole. Então, a chance de criar um hábito ali, de dorsalizar e de criar uma memória mais intensa, porque os hábitos têm a ver com isso.
O que que é essa sensibilização que é o primeiro estágio de mudança cerebral de um vício como a pornografia? Cara, você tem uma memória muito intensa, você tem um estímulo que desencadeia memórias muito intensas, que que desencadeia uma liberação de dopamina muito grande. É um estímulo de novidade para algo que nós fomos programados, porque nós fomos programados para o sexo.
Deus nos fez para isso. Por isso, venerado entre todos seja o matrimônio. Então, no fundo, no fundo, o que que a pornografia tá dizendo sobre o que que esse e e essa epidemia ou pandemia de pornografia diz para o mundo?
É que, cara, nós somos feitos pro casamento, cara. Hum. Nós somos feitos para o prazer no sexo, no casamento.
Por isso, venerado entre todos seja o matrimônio, o leito, sem máculo. Nós somos feitos para intimidade, mas nós somos feitos para uma intimidade em aliança. E quando a gente faz fora disso, a gente tá rompendo princípio.
Agora imagina do que você tá falando, né? Uma pessoa esperando em Deus e ela casa e ela tem esse pico, essa liberação de dopam na noite de núpcias. noite naquele olhando pro olho daquela pessoa que ela fez uma aliança, ela nunca mais rompe.
Então ela ela ela vai ter tudo isso, esse vício em sua aliança, né? Esse esse essa cola com aquela pessoa, né? Uau, cara, isso é incrível.
Esse circuito foi engenhosamente programado pelo Senhor para o casamento, cara. Uhum. E toda vez que eu penso naquela pessoa, penso na aliança, eu tenho até um caminho cerebral aqui de prazer em relação aquela pessoa.
Exatamente. Exatamente. E no casamento esse prazer é contínuo.
Sim, né? Agora, a pornografia é um caminho artificial que vai te colocar numa distorção. E aí esse que é o problema, porque se a verdade nos liberta, as distorções nos aprisionam, não nos escravizam.
Então, toda verdade cria um caminho no cérebro. OK? Agora, toda distorção, toda mentira, ela cria um labirinto.
Hum. Humum. Ela cria, não, eu, eu gosto até de comparar os hábitos com casas na nossa mente.
Os vícios não são casas, são cativeiros. Hum. Sabe?
É um lugar que você é uma casa, mas você entra lá e você não consegue mais sair. Mas a construção cerebral, cara, é muito parecida, é idêntica. um hábito e um vício.
A questão é que os vícios eles têm uma proteína e hoje é esse é um achado da neurociência também muito legal. Eles têm uma uma proteína eh muito nova, vou até falar o nome aqui dela para não pro pessoal que que interessa. Delta Fos B.
Delta Fos B. É que é um achado em todos os vícios. Hum.
E e essa proteína tem sido uma ponta e e um um Então, para eu entender assim, você tá dizendo que ela tá presente no cérebro de alguém viciado, tá preso em qualquer vício e e o o organismo produz ela é quando ele tá diante de uma substância como cocaína, como nicotina, como anfetamina, como álcool, qualquer dependência que vai colocar dentro desse cárcere, dentro desse circuito adoecido, preso vai produzir essa proteína. Então, que que os achados hoje de neurociência estão mostrando? Que cara, o cérebro de alguém que tá viciado na pornografia é igual ao cérebro ou esse mecanismo, esse sistema de recompensa que é uma parte do nosso cérebro envolvida na construção de hábitos, cara, você tem um cérebro parecido com o de alguém que está consumindo uma determinada substância.
E aí, qual que é o impacto disso? é que o cérebro reduz em massa cinzenta. Você tá brincando?
o cérebro fica menor, a o sistema de recompensa ele tem menos massa cinzenta. Tem um artigo do Jama que é principal revista científica dos Estados Unidos, da Associação Médica Americana, mostrando que, cara, com o consumo progressivo da pornografia, você tem uma redução da massa cinzenta do sistema de recompensa cerebral, que é essa parte do cérebro associada à motivação, associada a desejo. E isso é uma outra parada que vale muito a pena a gente pensar, porque não é relacionada a prazer.
Hum. Prazer não é isso, é motivação e desejo. Então você esmaga esse sistema, você hiperestimula ele em um comportamento que é de hedonismo total, não é de prazer, é de busca pelo prazer.
OK? Porque prazer é você alcançar o que você deseja. Agora, esse sistema da pornografia, ele não te dá o que você deseja.
É como o cavalo correndo atrás do da cenoura. Exatamente. É o sequestro, cara.
Então se mata ali, se esforça, busca, busca, busca. E aí você tem uma liberação muito intensa, muito intensa de dopamina. Só que aí qual que é o resultado disso?
Você vai liberando, liberando, liberando. Você vai gastando toda a sua dopamina. Como você tivesse uma barrinha lá, imagina quando você jogava lá Street Fighter, né?
Você toma um golpe ali, vai, vai baixando, vai baixando, vai baixando. Então, cada vez que você vai estimulando isso com um um uma hiperestimulação, porque o novo gera uma hiperestimulação, Deus nos fez para ter uma estimulação longitudinal e contínua de prazer, porque prazer tem a ver com a aliança. Eh, agora o desejo não pode ver que quando a serpente eh vai tentar Eva, você vê que o o que tá envolvido ali não é prazer, porque Deus nos fez para o prazer.
Prazer é obediência. O que que tá envolvido ali? Desejo.
OK? E vendo o que era desejável. Então, cara, não é prazer que a pornografia oferece, é desejo.
Uhum. Uhum. Só que desejo, cara, é uma busca incessante.
E aí o cara tem ali um momento em que parece que ele atingiu uma saciedade Uhum. que vem encharcada de emoções negativas e isso vai fazer com que a motivação dele aos poucos vai ficando cada vez menor. Então é é uma lógica que reflete muito o tempo em que a gente vive.
É um comportamento hedonista. Uhum. E a a pornografia é isso que leva como consequência a essa redução de massa cinzenta.
E qual é o resultado disso? Anedonia. E o que que é anedonia?
Falando o português, é perda de prazer. Então eu busco tanto o prazer, mas que eu não tenho mais prazer em nada. Eu não tenho mais prazer em nada.
Então quais são algumas consequências disso? Então eh já já há assim consequências eh na saúde? Sim, vou te falar.
ligadas ao vício em pornografia. Sim, sem dúvida. Eu vou te falar o que é é o um um conjunto de grupos, OK?
Primeiro grupo, saúde emocional. Hum. Então, o que a gente tem visto é um aumento significativo e uma correlação.
Então, correlação, Uhum. Não necessariamente é causalidade. Uhum.
tá relacionado, não dá para dizer como causa ou consequência, mas muito provavelmente como causa, com ansiedade, com depressão e com esgotamento mental, tá? Então, cara, se eu tenho o meu sistema de recompensa, que é esse lugar onde eu experimento motivação, onde eu experimento desejo, onde eu experimento energia e, cara, minha barrinha, minha barrinha tá destruindo, a consequência natural é que eu vou ter problemas com ansiedade e com depressão. E, cara, isso é muito visível, sim, na práticaelação, essa correlação.
Então, e é fato. Segundo, funcionamento social. tende a ter prejuízos.
Então, à medida que cresce a exposição e o consumo de pornografia, que é uma relação solitária, o que que os estudos têm mostrado? Que o desempenho social das pessoas fica menor, menos paciência, menos tod cara, é, é um estímulo totalmente impaciente, totalmente. Ele treina você para não depender de ninguém.
É, e é e é doido, né? Porque você vira uma máquina de receber prazer. Exato.
E não e em nenhum momento você precisa dar, né? Exatamente. Porque se você pensar na relação sexual é essa troca, né?
Aonde uma pessoa tá te dando prazer e você tá dando prazer a outra pessoa. Quando você pensa na pornografia, é essa, esse ato solitário aonde você não faz nada, você só recebe, né? É, é uma das coisas mais egoístas que você poderia fazer e provavelmente isso vira um caminho para relacionamento social, né?
Então, não tá me dando prazer, sai. Não tá me dando prazer, sai. Isso se torna um padrão.
E é, e é muito interessante isso, porque essa memória, ela ocupa um papel na relação dopaminérgica ali, na forma como isso gera motivação em mim, que isso começa a repercutir nos relacionamentos sociais. Hum. Então você vai ver um desempenho social pior do que em pessoas que não têm problema com ou que não tem uma exposição a à pornografia, sobretudo no vício.
Então quanto e tudo isso é dose dependente. Maior consumo, ansiedade, depressão, estress, segundo eixo ali, funcionamento social tende a ficar prejudicado. O terceiro eh elemento é a menor satisfação nos relacionamentos.
Hum. Então, obviamente eu treino o meu cérebro, eu treino o meu corpo para não relacionar com o outro. Uhum.
Então vai ter e e é é interessante isso porque não não vai dar para competir com a quantidade de estímulo, de novidade e de até de treino mesmo da sensibilidade. E aí isso vai gerando uma impaciência com o relacionamento, vai gerando uma dessensibilização para o ato sexual propriamente propriamente dito. Então o relacionamento tende a prejudicar por diversos motivos.
Então, a gente vai ter impacto na saúde emocional, impacto social e impacto relacional. Casamento tende a ser porque o que você tá dizendo então é que alguém eh que começa a ser exposto à pornografia, às vezes chega até mesmo nessa condição de vício, vai gostar cada vez menos de sexo. Exato.
É paradoxal isso, né? Mas é a a pornografia é totalmente paradoxal. Parece que a pessoa quer muito sexo, mas na verdade ela vai querer cada vez, cada vez menos.
E um quarto grupo é que pode ter alteração nos gostos sexuais. Então, e isso é um perigo muito grande, porque obviamente nós não estamos dizendo que alguém que consome pornografia vai inevitavelmente ter alteração de preferência, mas é comum a toda dependência você precisar de estímulos novos. Novos, né?
Então, a o vício sobrevive da novidade em busca daquela sensação. Isso eu já vi. Eu preciso ver isso aqui.
Isso eu já vi. Eu preciso ver isso aqui. E cara, sabe qual é o termo mais mais procurado nos sites de pornografia?
Novinha. É mesmo? Novinha.
Você sabe mais novinha. Mais novinha. Mais novinha.
Mais novinha. Cara, cara, o que que nós estamos nutrindo com a indústria da pornografia? Pedofilia.
Meu Deus, cara. Cara, por isso que eu penso que chegou um momento, cara, da igreja se levantar para dizer: "Nós lutaremos essa batalha". E não é lutar contra quem consome a pornografia, que é vítima desse sistema, cara.
Não é, nós vamos ajudar essas pessoas porque nós vamos fortalecer as pessoas, nós vamos dar ferramentas para elas, nós vamos tratar delas, nós vamos ajudá-las, mas nós vamos acabar com a pornografia, cara. Muito forte, muito forte. E e para quem tá nos ouvindo hoje, nos assistindo e falou: "Cara, eh, isso tem acontecido comigo.
Eu eu observo muitas as coisas que você falou, eh, quais seriam algumas diretrizes, né? Quais seria qual seria um caminho aí de saída, né, desse lugar tão escuro? Sim, eu costumo aconselhar construir um mapa.
Aí você vai falar: "Pô, acrótico lá vem. Acrótico de novo. " Mapa.
Guarda aí, gente. Mapa de novo, mas mas ajuda na hora de lembrar, né? E aí e também o meu cérebro não vai conseguir lembrar de explicar pro paciente se eu não tiver essa estrutura.
E aí? E aí, olha que que interessante, né? E esse mapa vai funcionar da seguinte maneira ali, né?
Então, se nós temos um sequestro, se nós temos um cativeiro mental, eu preciso de um mapa para sair disso. Então, que é esse mapa para sair para você do labirinto lembrar, lembrar como é que eu saio desse labirinto. O M do mapa é motivação.
Então, cara, nós estamos falando de motivação. Dopamina tem a ver com motivação. O problema é que a gente confundiu motivação com desejo.
Hum. Então, motivação bíblica não é desejo, porque nosso desejo tá contaminado, cara. Nosso desejo está corrompido, nosso coração está, a gente não deseja a santidade, a gente não deseja o que tem que desejar.
Nosso desejo foi afetado pela queda. Então, o nosso desejo deformou. Então, a gente não pode esperar ter vontade de não fazer.
E é isso que acontece. Uhum. Poxa, vida, mas eu continuo tendo vontade, eu continuo tendo desejo.
Então, que que eu proponho? Motivação não tendo a ver com vontade, motivação tendo a ver com motivo. Hum.
E aí, o que que é motivo? Por por que eu preciso fazer isso, cara? Porque quando eu entendo por, cara, aí muda, mano.
Comece pelo porquê. É, é essa lógica, cara. Eu tenho que saber o porquê.
E, e aí, meu, nós falamos aqui alguns alguns porquês. Cara, eu tenho que ter uma uma lista muito clara e visual do porquê, porque o meu cérebro reage àquilo que faz sentido. Hum.
Então, se faz sentido, se tem um bom porquê, aquilo que o Víor, o Víctor Frank eu diz, né? Quem tem o bom porquê vai suportar o como, cara, o como não vai ser fácil, mas eu tenho um porquê. Então, é uma jornada que eu entro e eu posso cair, mas meu, eu não vou voltar para aquele lugar.
Então, eu tenho motivação, eu tenho os motivos certos. Por que que eu vou abandonar a pornografia? Cara, eu vou abandonar a pornografia porque o meu corpo foi comprado pelo sangue de Jesus e ele existe paraa glória de Deus.
Porque o sexo, porque a aliança é um tema do Senhor. E intimidade que supera a aliança é uma distorção, porque todo pecado adoece, porque todo pecado vai. Então eu vou fazer uma lista ali.
Muito bom. é aquelas pessoas ou aquela pessoa eh naquela imagem, naquele vídeo, é foi feita a imagem de Deus. Separar e refletir isso aqui é a imagem de Deus.
E Deus tá sofrendo aquilo ali, né? E e a sua a sua penúltima pregação aqui na igreja me fez enxergar isso de um jeito, porque você falou algo que fez muito sentido dentro desse assunto pornografia, nós nos tornamos o que contemplamos, cara. Uhum.
Uhum. Então eu eu me transformo no que eu assisto. Sim.
Então, mais um porquê, né? Mais um porquê. Eu não posso assistir algo que eu não quero me tornar e que não tem nada a ver com quem eu sou diante de Deus.
Então, cara, faz uma lista. Da sua lista dos porquês, né? Lista dos por Começa pelo porquê.
motivação. Segundo acompanhamento. Cara, não dá para sair de um mecanismo cerebral onde você tá preso sozinho.
Cara, por isso que cérebro vai te enganar, né? Ele vai te enganar e você não sabe sair. Sim.
Então você precisa de conexões. O cérebro trabalha com conexões. Cara, como é que Deus faz conexões?
Pessoas, confessem as suas culpas uns aos outros para que vocês sejam perdoados. Mas confessem a Deus para que vocês sejam perdoados. E para ser curado, cara, confessem uns aos outros.
Esse acompanhamento, ele vai envolver um nível do discipulado. Uhum. E por vezes, e aí eu acho importante a gente frisar e aproveitar esse momento para falar sobre isso, cara, tem gente que sabe o que a gente não sabe.
Hum. Hum. E que foi treinado, preparado, formado para isso.
Então, tem muitas demandas mentais que, cara, se você procurar um psicólogo, se você procurar um médico, por vezes tem até medicamento que pode ajudar, dependendo do grau de estresse que esses neurônios estão, num quadro de ansiedade, num quadro depressivo, num quadro de TDH. E eu não tô dizendo que é a pornografia que causa isso, porém isso pode se tornar uma retroalimentação. Cara, um problema de saúde pode fazer com que a pessoa se sinta mais vulnerável.
Então ela tem um controle menor de impulso, ela tem uma ansiedade e busca por algo que a alivie de alguma forma. A pornografia tem esse e e essa promessa de um alívio promessa que vem, uma propaganda enganosa que vem carregado de culpa, de medo e de remorço, que piora o sistema, vai gerando mais ansiedade. Mas tratar a causa raiz, tratar a causa base, tratar esse aspecto biológico, essa neurobiologia.
Uhum. vai ser muito importante também. Então aí vai envolver um acompanhamento de discipulado.
Uhum. pessoas de você ter alguém para você chegar, prestar conta, falar. E aí eu acho importante que a igreja esteja preparada para isso.
Uma coisa que eu que eu eh percebi em todo esse processo, né? E é que tem algo atrelado a ela, né? Que é o orgulho, né?
Exato, cara. Que é o orgulho, porque é muito louco que a pornografia nós estamos falando de imagem, né? Então tem um sustentar uma imagem, né?
Exato. E quando você chega para alguém e abre, rasga o coração, é destruir uma imagem, né, de de ah, eu sou bom, porque diferente de alguns outros pecados, eh, ele é feito no secreto, né? Exato.
Então, você tá andando aqui na rua e você não sabe quem tá, né? Então, é você ir de encontro, né? E não tem outro caminho para vencer o orgulho a não ser humilhação, né?
E é aquele que se humilha, né? Exatamente. Não é aquele que é humilhado, é aquele que se humilha, né?
Hum. Exatamente. Então esse acompanhamento envolve essa humildade e você dizer: "Cara, não consigo, me ajuda".
E aí vai quebrar o orgulho e vai ser um Então, eh, mapa tá falando de motivação e acompanhamento. Aí, antes de você falar o o pá, o p e o a, eh, você falou para mim que você vai fazer um encontro sobre isso, sim, que pode ser aí uma das pessoas que vai te ajudar nesse processo. Como que vai funcionar?
Sim, vai ser agora nesse sábado, fala data 20 de maio. É, porém eu vou deixar esse conteúdo gravado para quem não puder acompanhar no dia. Gravado.
Então, então vai tá gravado lá. Então, se você tá vendo depois do dia 20, tá lá no canal, tá? Então eu vou deixar o link aqui na descrição para vocês.
E e a ideia é que seja um conteúdo mesmo de preparação, tanto para quem lida Hum. Como para quem falou, cara, isso é é uma luta que eu quero guerrear junto, cara. Essa batalha é Deus quer ajudar outras pessoas também.
Essa batalha é de Deus, por essas pessoas vão precisar de gente para acompanhá-las, tá? E se você não sabe como é que o o mecanismo da pornografia funciona no cérebro, você não vai conseguir ser o acompanhamento que você poderia ser conhecendo. Então eu aconselho demais, como eu queria que de cada igreja do Brasil tivesse alguém tendo acesso a esse material, sabe?
para falar, cara, aqui na igreja não vamos, cara, vamos conseguir isso, colocar isso de meta. Nós vamos fazer, nós vamos fazer para ter pastores, para ter líderes de jovens, de adolescentes. Eu queria muito, cara, que os pais tivessem acesso, cara.
Pais de crianças. Então, eh, sábado, dia 20, que horas? 20?
Ah, das 8 ao meio-dia. Às 8 da manhã ao meio-dia vai tá ao vivo. E aí, a galera se inscreve?
É, se inscreve, tá? Não, eu vou deixar aqui o É aberto para todo Não, vai ter um uma taxinha só do sistema. É bom pra galera bem acessível, mas mais por isso mesmo, porque eu já percebi que quando é gratuito a galera não se compromete.
Então é um valor muito acessível acessível. R$ 64 é um uma coisa assim. E quem não não tiver fala: "Ó, quero muito, mas não tenho, não tenho condição, manda que vai participar".
Tá? Então, e vou deixar o link na descrição aqui para você clicar aí e acessar, beleza? Legal.
Beleza. E P, o P, esse P eu vou dividir em duas duas partes. Tem dois dois Ps aí.
Um é o P de processo. Cara, é importante entender que quedas haverão em algum momento, em algum grau. Uhum.
Então, você precisa aprender a usar esses momentos em que você está no processo para aprender sobre você, para aprender sobre Deus e para aprender sobre o o mecanismo. Por quê? Assim como não se constrói um caminho cerebral de um dia pro outro, você não desconstrói um caminho cerebral de um dia pro outro.
Então essa é uma angústia de muito cristão. Ele fala: "Cara, eu confessei, eu e meu aconteceu. " Então é é um é necessário compreender, cara, como é que vai acontecer isso.
Vai ter um passo a passo, vai ter um processo, você vai ter ainda um nível de tentação, você vai ter um nível de sofrimento, uma abstinência. É importante reconhecer que, cara, demanda tempo. A, os estudos mostram, cara, de dois a se meses você vai precisar de um acompanhamento intensivo.
Uhum. Porque é um processo, é uma jornada. E depois desses seis meses não significa que Aham.
tô livre. Tô livre, porque tem uma memória, cara. Sim.
Tem um sistema cerebral que nós não vamos utilizá-lo, tá facinho de abrirlo de novo. Facinho de abrir de novo. E um outro, uma outra parte desse P é o prazer.
E aí, que que é prazer de verdade? Prazer de verdade, porque a pornografia, de fato, é um desespero por algo que só Deus pode dar. Hum.
É um uma busca por um prazer que só a intimidade num quarto fechado. Uhum. Entra no teu quarto, fecha a porta.
Entra no teu quarto, fecha a porta. Então se você diz pro seu cérebro, agora você não pode mais ter prazer ele entra em colapso, porque ele foi criado para prazer. Ele foi criado para o prazer.
Então você tem que trocar desejo por prazer. E aí, como é que você troca desejo por prazer? De fato, é na obediência, cara.
e trazer essas pequenas vitórias para um nível consciente de prazer, celebrar mesmo, sabe, cara, um dia, dois dias, 10 dias e celebrar isso, sabe? Comemorar, porque o nosso cérebro entende a celebração. Hum.
Hum. Entende o prazer como um estímulo para os hábitos duradouros para levar pro pra área do cérebro, pro corpo estreado, dorsal, algo que você quer, cara, o cérebro entende a linguagem do prazer. Então, se você tem prazer, aquilo tende a ser repetido.
Então, a gente precisa começar a desenvolver essa relação de prazer com a santidade. Com a santidade. Muito bom.
é o antídoto contra o desejo da imoralidade, é o prazer na santidade. Então, e e fazer isso de forma intencional, consciente. Cara, se eu tô lutando contra isso, eu preciso colocar prazer.
E não só o prazer das disciplinas espirituais, mas outros prazeres também. um hobby, você ter encontros com amigos, você fazer uma atividade física, você ter momentos em que você lê um livro terminado de ler. Exatamente.
Exatamente. E o quarto, o o quinto passo aí que seria na verdade que é é PPA, mas aí o o P nessas duas nessas duas facetas dele é o ambiente, cara. OK.
Ambiente. E por que o ambiente? Em dois níveis.
Primeiro porque, cara, o ambiente é invencível. Uhum. Quando eu digo isso, eu tô dizendo que, cara, o ambiente da presença de Deus é invencível.
Hum. Cara, é o que você tem dito com frequência. Contemplação.
Contemplação. Contemplação. Quando eu estou no ambiente da presença, quanto menos você perceber, você tá sentando da imagem dele, né?
É. Você não tá lutando, você tá contemplando, você tá exposto. Então, o ambiente forma você, o ambiente forma seus hábitos.
O ambiente é imbatível. É, não, não é à toa que hábito e habitate, hum, tem a mesma raiz. A mesma raiz.
Hábito, habitate, habitação. Porque Cristo veio habitar entre nós para dizer: "Ó, vocês agora podem habitar comigo e ter novos hábitos e ter novos hábitos contemplando. " É o método de Deus de transformação, é mudando o ambiente.
E por isso também que nós precisamos projetar o ambiente pra santidade. OK? Então, cara, o meu ambiente, se a presença, se o ambiente me molda, se eu aprendo vendo, se eu, como você, você disse, eu nunca li um livro sobre cultura brasileira e sou profissional.
É o meu ambiente. É o meu ambiente. Eu preciso me familiarizar com esse ambiente da presença de Deus, do discipulado, do cuidado, da adoração a Deus, o ambiente da presença.
E o oposto também é verdadeiro, cara. eliminar, eliminar tudo que é do ambiente que pode me levar a isso. Então, cara, eu por isso que Jesus disse: "Meu, se o teu olho te faz pecar, se a tua mão te faz pecar, eés falar que entre vocês não acha nem menção de moralidade sexual, ele tá falando sobre piadas, ele tá falando sobre histórias, ele tá falando sobre, né?
E e no nosso caso aqui, talvez um grupo do WhatsApp que você tem que sair. Exato. Porque eles falam o tempo inteiro sobre aquilo ali.
Pessoas que você vai ter que deixar de seguir, né? Ou aplicativos que você vai ter que desinstalar, né? Séries que você vai ter que decidir.
Não assisto. Eu não vou assistir ela. Você não vai morrer, viu?
Você não precisa assistir radicalidade ambiental. E cara, quem tem falado isso são os neurocientistas. Os caras têm dito, ó, nós somos resultado dos ambientes, tá?
né? Você quer mudar alguém, muda o ambiente dele. Muito bom.
É o que a Bíblia nos ensina, cara. E me segue. Exato.
É, é o ambiente. E aí agora nós vamos precisar dificultar os os ambientes e os gatilhos. Então, cara, celular, eu vou ter que ter uma série de controles ali, eu vou ter que ter uma série de de rigores ali de prestação de conta.
Era muito bom. Como seria bom se a gente tivesse um nível de controle até e governamental. Sim.
Entendendo que táend problema de saúde pública, cara. É um problema de saúde pública, assim como a gente tem aí, não pode fumar em lugares públicos ou lugares abertos. Cara, tem uma lei que regula.
Deveria haver uma série de leis para regulamentar, para banir isso, mas a gente sabe que é uma estrutura muito eh ainda muito poderosa, né? Mas o fato é que no nosso ambiente a gente tem a oportunidade de de moldar isso. Então o ambiente é então só revisar motivação e ajuda, acompanhamento aí é 2pess, processo e prazer e ambiente.
Muito bom. Que eu queria incentivar você, cara, junta um grupo, entendeu? junto um grupo e e logicamente vai ser muito melhor do mesmo sexo ali, um grupo de meninos, de homens, um grupo de meninas e e mulheres, porque segundo as pesquisas há muitas pessoas passando isso eh ao seu redor, tá aí junto com você.
E esse grupo, um ajudando o outro, prestando contas, um falando com o outro sobre isso, talvez semanalmente, talvez vocês um tem a liberdade de pegar o celular do outro, falar: "Não, d aqui, vou dar uma olhada e tal para vocês se ajudarem". pega esse podcast, ouve com eles, cara, pega esse esse mapa, fala, vamos fazer, vamos juntos, cara, porque é uma luta que não é para você lutar sozinho. É isso aí.
Que não tem como ser lutado sozinho, né? Ela precisa de acompanhamento. E lógico, queria incentivar você a participar sábado, dia 20, agora de maio, é, nessa imersão.
Como é que ficou o nome? Como é que você colocou? Cérebro livre da pornografia.
Cérebro livre da pornografia. Então, eh, vou deixar o link na descrição para você aqui, meu amigo. Muito obrigado.
Obrigado, meu amigo. Então, estamos juntos. Obrigado você que ficou aqui com a gente no podcast DIS COP.
Toda quarta-feira nós estamos aqui e tem muito mais conteúdo aí. Cada quarta-feira a gente fala de um tema novo e eu queria te incentivar a tá com a gente de novo. Pega esse link, manda para todo mundo, curte esse vídeo, se inscreve no canal para você receber tudo que a gente tá produzindo.
Mas nunca se esqueça, Deus abençoe você, você é uma cópia de Jesus.