Essa a segunda parte é boa tarde prazer tê-los aqui boa tarde também para quem está nos vendo e escutando pela internet e essa é a segunda parte de um encontro sobre eh os biomas certamente motivado pela recente catástrofe do Rio Grande do Sul na parte da manhã tivemos várias palestras muito interessantes um debate muito interessante sobre essa questão e agora À tarde nós vamos nos concentrar n políticas públicas e experiências do setor privado em projetos de mitigação adaptação a abr a sessão da tarde eu quero primeiro lugar agradecer amig e aqui de assessoria da presidência
professora que deu uma grande contribuição estutura dessa reunião a composição da reunião e agradecer também os técnicos daep que desde o início da ideia eh começaram a participar dessa Questão a questão dos bioma está distribuída em várias diretorias da fep e foi muito bom que esses técnicos pudessem se reunir e discutir em conjunto essa questão que é tão relevante para o Brasil hoje em dia não apenas devido a catá do Rio Grande do Sul Mas também de uma maneira muito mais geral pois tem a ver com com mudanças climáticas tem a ver com a destruição
dos biomas que destrói também uma grande riqueza nacional aja Vista a Biodiversidade que poderia ser explorada numa biotecnologia sustentável haja vista também a situação das próprias populações né com em algumas regiões com níveis de pobreza importantes enfim é uma série de questões que pega várias questões da da ciência das ciências eh chamadas exatas né das ciências sociais das ciências humanas é uma questão interdisciplinar e que é fundamental para o desenvolvimento econômico sustentável do país então eu vou chamar Aqui bom já estão aqui na mesa o Eduardo Martins Thiago Piccolo quero chamar também o Professor Rui
opperman Isabela Andrade reitora da Universidade Federal de peló depois eu vou apresentar vou dar os vou dar os vou dar os os mini currículos Ebert Júnior da fármacos da Amazônia Rodrigo Costa que é aqui técnico da da fep muito bem mesa completa Quero Agradecer também eh a a pessoas que contribuíram para essa essa composição para essa para essa para essa mesa entre as quais a a maa Mair Castro lá da Amazônia que tem feito um trabalho importante lá na entre os ribeirinhos e com indústrias na Amazônia e que também nos ajudou ao lembrar nomes de
empresas na Amazônia estão eh focadas no desenvolvimento sustentável da região então Eh sem mais delongas nós vamos ter tempo para debate depois vamos começar a Essa sessão com e o Professor Rui opperman eu queria então ler rapidamente um minicurrículo dele ele é doutor em odontologia pela Universidade Oslo Noruega Professor titular de periodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pesquisador do CNPQ foi reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul de 2016 a 2020 atualmente é diretor de relações internacionais da Caps MEC Professor com a palavra Ah cada
um de vocês vai ter 15 minutos para falar e eu vou avisá-los do final desse 15 minutos 2 minutos antes tá bom vamos lá precisar o microfone Dev depois tá bem Bom primeiramente Quero Agradecer o convite eh para estar aqui nessa mesa cumprimentar meus colegas de mesa especialmente professor luí davidovic que é um ícone uma referência para todos nós no Brasil e internacionalmente quer também reconhecer a participação da Professora ima na organização e principalmente a reitora isab ela que é hoje nossa liderança nas universidades federais nos nas instituições federais de educação superior do Rio Grande
do Sul ela sendo reitora da federal de Pelotas e o meu lugar de fala vocês vão ver tá escrito aqui Universidade Federal do R Grande do Sul na verdade eu sou ex-reitor da Universidade Federal do Rane do Sul fui reitor de 2016 a 2020 fui reeleito em 2020 mas não tomei posse Porque não quiseram de qualquer maneira estou hoje como diretor eh de relações internacionais na Caps mas o meu lugar de fala os meus lugares de fala necessariamente serão primeiramente com experiência como gestor público na Universidade Federal fui vice-reitor durante dois mandatos tendo como reitor
profor Carlos Alexandre Neto meu grande amigo e depois um termo como reitor da Universidade Federal e meu segundo lugar de fala é exatamente a Caps porque a Caps assim como todo o governo federal eh se mobilizou E tá está mobilizada com relação à tragédia que está acontecendo no Rio Grand do Sul e no âmbito de cada uma dessas instituições no caso a nossa agência Eh estamos mobilizados para que se Garanta todos os direitos eh que os nossos eh alunos e professores pesquisadores têm com relação a Caps e seus editais mas a minha fala primeiro é
com relação à questão Do que aconteceu ou está acontecendo no no Rio Grande do Sul eu tenho aqui um dado de 178 óbitos 81.000 pessoas ainda em abrigos 588 1.000 desalojados 10.485 ainda estão em abrigos 2 milhões quase 2. 400.000 que são afetados 86 feridos e 36 ainda desaparecidos Então hoje pela manhã nós tivemos aí um cenário muito mais preciso dessa questão mas como introdução para mostrar que a tragédia ela continua existindo ela vai Levar muito tempo e temos agora essa grande responsabilidade de recuperar eu acho que é importante a gente contextualizar a tragédia dentro
de um processo de desglobalização né que corre também o risco de um caráter bélico eu venho agora da Europa onde a questão bélica é uma questão candente em vários sentidos né e ele está mais ou menos generalizado e há um risco de generalização sim né Eh os anos de pandemia né eles foram eh seguidos por Anos de radicalização e de guerras que se que ameaçam se ampliar E isso tem um significado muito grande colocando em risco a democracia e a segurança não só no Brasil não só na América Latina mas em todo o mundo né
ferir de morte a luta contra as mudanças climáticas que eu acho que isso é muito importante pensar e relegar a segundo plano o combate às desigualdades em todas as suas dimensões isso Marcos Nobre publicou agora recentemente na Revista Piauí muito interessante o trabalho dele que nos levou a essa conclusão e é importante na minha visão que a crise ambiental que hoje a gente vive vai muito além da crise climática e tem a sua origem no próprio modo com que o sistema capitalista organiza a relação entre o ser humano e a natureza Então aí tem uma
vinculação pra gente não ficar pensando na chuva no na casa no na pedra e não nas na causalidade que é uma causalidade que também tem que ter Sempre em mente né Eh evidentemente que nós temos aí uma uma um desafio que é o desafio de que o aquecimento global ele está como uma das partes fundamentais disso nós estamos falando e o meu colega de urgs Valério pata Pilar junto com a Mercedes Bustamante recentemente presidente da da Caps mas também uma grande pesquisadora na área do serrado eles publicaram um R um um um artigo mostrando né
que a ciência é o caminho para as novas Trajetórias dentro dessa perspectiva e acho que hoje de manhã isso ficou muito reafirmado sabe eh professor luí davidov que eh eu a assistindo em parte quanto tanto quanto eu consegui eu simplesmente re assegurou para mim de que hoje nós temos no Brasil a estrutura os equipamentos e as pessoas de mais altíssima qualidade na ciência portanto nós temos todas as condições para abordar os problemas como esses gerados e que estão ocorrendo no Rio Grande do Sul utilizando todo o toda a estrutura científica acadêmica que nós temos então
não se trata de você formar mais doutores não se trata de você abrir novas linhas não sei do qu mas se trata sim de você ter a coragem de um financiamento que seja adequado a coragem de políticas muito Claras para a superação dessas dificuldades e principalmente e essa é uma visão que eu acho que também hoje de manhã ficou bem clara de que você tenha também a Possibilidade de criar estruturas que nos previnam do Futuro de novas ocorrências porque elas certamente virão a acontecer então não é mais apenas remediar reconstruir mas é também criar as
estruturas necessárias para que a gente possa evitar uma tragédia tão grande como essa que acete se acometeu sobre nós né E aí é claro nesse sentido né o professor Raldo bng também lá do R Grande do Sul é muito versado na questão e geológica né ele Coloca que os fatores climáticos ambientais e o descaso da gestão pública estão por trás exatamente dessa grande questão aí que nós estamos hoje preocupados né sim tem a questão da estruturação geológica da formação dos rios dos Vales enfim do próprio Lago Guaíba como desaguadouro a própria comunicação do Lago com
o mar passando por Pelota né mas isso é importante sim mas também tem outros fatores que são importantes que dizem a Própria intervenção humana na questão do solo na impermeabilização do solo na no defloramento das Cabeceiras Enfim tudo todos isses todos esses são fatores que devem ser levados em conta há também a questão da própria infraestrutura do estado e municípios né nós passamos aí por governos neolibera tanto no estado como no município que desarticularam as eh as as as forças públicas Responsáveis pela mitigação pela prevenção e pelo limitação do dano em tragédias como essa né
Não só a questão dos departamentos de água esgoto mas a própria produção de energia elétrica tudo isso ficou em em um um segundo plano porque havia toda uma uma uma outra questão conforme a visão dessas autoridades né E que estão aí hoje nós estamos pagando por essa questão tem a questão conforme o o professor Raldo né da da da Defesa Civil né ele ele pontua Uma coisa que eu achei muito interessante se se tem um helicóptero salvando uma velinha em cima de um telhado por mais lindo que isso seja isso mostra que alguma coisa falhou
né e é por aí que a gente tem que olhar a questão eu acho bem interessante essa figura que ele utiliza e ele encerra o artigo dele de uma forma que eu acho que é a forma que eu gostaria de colocar aqui A grande questão é a questão da educação educação comra maiúscula né Porque realmente nós temos que o que nós estamos hoje vivendo nós temos que preparar para o futuro as nossas gerações E aí educação é importante que se seja eh orgânica a formação dos nossos alunos em todos os níveis desde a o ensino
básico até a pós-graduação e nesse sentido eu vejo que ah o a tragédia ela é reconhecida na população Houve aqui uma uma pesquisa da quest que mostra que a maioria das pessoas 64% reconhecem que o que Aconteceu no Grand sul está ligado às mudanças climáticas parece impressionante a gente ter que dizer isso mas a gente recentemente passou por um negacionista negacionismo terra planista que colocou a ciência em cheque então uma pergunta que parece é óbvio que é né mas tem que fazer e só 64% eu esperava que fosse mais que isso mesmo de qualquer maneira
as causas apontadas são a poluição Industrial o Desmatamento a ocupação desordenada das cidades e o e o uso de combustíveis fsseis né e o que mais preocupa evidentemente aí tem um viés de de de momento né claro que foi as inundações mas também o calor acabar com a água no mundo né hoje nós temos países aí em que a água tá mais cara do que a gasolina né E isso isso são coisas que a gente deve e deve precisa levar em conta eu vou abordar uma questão que é Uma questão de natureza política Porque de
fato a inundação nos pegou né eh de forma desprevenida né isso aconteceu de tal maneira por exemplo que portoalegre tem um sistema para contenção de enchentes desde 1970 em função de uma grande enchente que ocorreu em 41 e esse sistema falou fragorosamente nos dois sentidos primeiro permitiu que a água entrasse em Porto Alegre e depois impediu que ela saísse nãoé então assim é uma é uma é uma coisa quase que cômica Trage cômica o que aconteceu e aí disse bom mas fomos pegos de surpresa não fomos pegos de surpresa Não já havia várias sinalizações haviam
vários estudos tanto nas universidades como a Universidade Federal do Grande do Sul como também dentro dos da da das áreas técnicas dos departamentos de água dizendo de que havia problemas com a manutenção das comportas havia problema com as bombas que não estavam sendo mantidas né Durante 2017 a vereadora Sofia cavedon enviou para o prefeito de então uma solicitação de que as bombas e as comportas fossem mantidas so o risco de inundação 2017 nada foi feito n e tá Por que que ela falou porque tinha vários estudos mostrando que se houvesse uma inundação Nós estávamos em
risco a própria candidata Manuela na quando se candidatou à prefeitura na última eleição ela colocou como proposta para o Combate a alogamento retornar as obras de drenagem estabelecer ações permanentes de limpeza dos Arroios resgatar os projetos das casas de bomba então nós todos estávamos prevenidos se não fizemos foi porque isto foi uma opção política uma opção política de quem eh estava no poder e aí nós temos aí hoje o prefeito dizendo né de que o Lula não colocou um centavo nos abrigos de Porto Alegre né então de novo estamos vivendo Um momento político de eh
eleições para os prefeitos e isso está evidentemente trazendo uma uma uma radicalização no discurso Mas a gente não pode esquecer nós sabíamos que isso ia acontecer houve o descaso e o próprio Prefeito que ali está hoje foi um que acusava o prefeito anterior de descaso então tem tem vários vídeos dele acusando o denté o prefeito que não cuidava assim como temos um vídeo do do do do governador do Estado dizendo que ele deveria nós Devíamos Demolir o muro de contenção das águas para poder trazer o lago Guaíba de volta para o convívio dos cidadãos né
imagina se tivéssemos feito a demolição do Muro ou como é que estaríamos hoje né na situação Então realmente a a a a situação é uma situação que precisa ser colocada não só mais na questão técnica acadêmica porque essa nós temos as estruturas temos o pessoal temos e eu tenho certeza a reitora vai colocar isso melhor do que eu temos organizado dentro Do Estado subaproveitado né porque na verdade nós temos hoje o Instituto de Pesquisas hidráulicas do Rio Grande do Sul hoje é grande referência no que vai acontecer no que está acontecendo é uma é um
instituto de várias décadas com reconhecimento Nacional Internacional e que acertou tudo em termos de previsão do que ia acontecer tanto que hoje é uma referência para a mídia social no Rio Grande do Sul pois bem nós temos isso nós temos vários Vários instrumentos de de consultoria de de representação e o que que fez o governo Municipal contratou uma auditoria Americana de má fama inclusive né chamou holandeses para fazer uma consultoria sobre a questão e os o que que os holandeses concluíram que o departamento Municipal de água esgoto isso é os técnicos que o prefeito não
ouviu tinha toda a razão em dizer que as coisas iam acontecer do jeito que aconteceu então Eh nesse sentido eu acho Que nós temos que ter muito claro de que nós que estamos na academia nós que estamos no governo né Nós temos que olhar não mais colocando responsabilidades fora da nossa área de abrangência assumir as nossas responsabilidades mas entender né de que os os novos paradigmas que hoje se colocam para a gestão pública ambiental né ela requer que você mude a forma como nós temos abordado despriorizado as questões ambientais e os riscos que nós Temos
em decorrência desses desequilíbrios Uma Última Palavra com relação à própria Caps desde o começo a Caps Como de resto todo o governo se mobilizou nós hoje temos uma secretaria especial que está aí à frente eh o o ministro pimenta que está cuidando dessa questão pelo Governo Federal mas nós nos mobilizamos fizemos adiamos todos os editais prorrogamos prazos de bolsas para que ninguém fosse prejudicado em função a decorrência da tragédia que Aconteceu lá no Rio Grande do Sul e encerro dizendo que para mim uma das grandes Uma das uma das questões mais comoventes com relação a
como a sociedade reagiu a inundação é a nossa solidariedade a solidariedade em todos os níveis agora a pouco um avião veio da China com ah suprimentos em doação para o Rio Grande do Sul tem estive na Europa vários lugares tem caixas de doação para o Rio Grande do Sul Então essa Solidariedade ela é importante ela é essencial mas não vamos nos esquecer nós temos uma tarefa importante que é que isso nunca mais aconteça obrigado obrigado eh vou passar a palavra agora paraa Professora Isabela Andrade que é arquiteta e urbanista Doutora em arquitetura urbanismo pela Universidade
Federal de Santa Catarina professora do centro de engenharias da Universidade Federal de Pelotas e que é atualmente Reitora da Universidade Federal de de de Pelotas como tal membro afiliado da andifes e também é presidente do Fórum das Universidades públicas e dos institutos federais do Rio Grande do Sul então a palavra está consigo 15 minutos eu aviso 2 minutos antes Obrigada ao Oi Obrigada boa tarde a todas as pessoas eh gostaria de saudar professor luí davidovich que tá conduzindo os trabalhos nessa mesa e saudar de forma Especial ao reitor Rui opman que uma vez reitor me
disseram que sempre reitor e fico muito feliz quando vejo aqui o nome da Universidade Federal do Rio Grande do Sul sendo tão bem representada por ti então como instituição Gaúcha e como presidente do Fórum das Universidades públicas e dos institutos federais do Rio Grande do Sul é importante que a gente faça essa referência de de quão importante a gente ter as nossas universidades aqui representadas o Professor Rui hoje tá na Caps e quando a gente viu o nome da da urgs aqui a gente ainda falou que como é o mundo né como é a vida
de de te trazer aqui como representante da dessa grande instituição que que faz um trabalho exemplar não só no Rio Grande do Sul mas em todo o Brasil então o objetivo da fala hoje aqui eu represento nesse ato a Associação Nacional dos dirigentes das instituições federais de ensino superior eh cuja Presidente a professora Márcia Abraão reitora da Universidade de Brasília e ela me pediu que que trouxesse essa palavra falando um pouquinho sobre as ações que nós tivemos das instituições federais principalmente das instituições federais gaúchas durante todo o enfrentamento a essa grave crise climática que tivemos
no Rio Grande do Sul Então a gente vai falar um pouquinho sobre a importância das Universidades no apoio à sociedade e no enfrentamento à crise climática o Passador de slid tá aqui obrigada então falando brevemente sobre a nossa Associação A andifes então ela congrega hoje 69 universidades Federais e dois centros federais de educação tecnológica que como essa imagem nos mostra ela tá presente em todo o nosso país falando brevemente sobre o fors que é o fórum das Universidades públicas e os institutos federais do Rio Grande do Sul é um fórum que envolve todas as instituições
públicas de ensino superior Do nosso Estado ele foi recentemente formalizado nós tínhamos anteriormente momentos e ações conjuntas das universidades e institutos federais mas formalizamos em 5 de junho de 2023 esse Fórum em uma reunião que fizemos na Universidade Federal de Pelotas e hoje temos essa Congregação de instituições sete universidades federais uma universidade estadual e três institutos Federais e temos feito uma série de ações conjuntas eh começamos tratando a Questão do orçamento falávamos ainda na questão da pandemia enquanto aquele evento se de eu e hoje a gente tem atuado muito fortemente em relação a todas as
ações que temos desenvolvido em função desse período que o estado vem passando esse aqui é o nosso for iips para mostrar para vocês Essas são as Universidades e institutos que fazem parte Universidade Federal de Pelotas Universidade do Estado do Rio Grande do Sul Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre que é a única Federal voltada à área da da saúde no Brasil inteiro Universidade Federal da Fronteira Sul Instituto Federal do Rio Grande do Sul Universidade Federal de Rio Grande Universidade Federal do Rio Grande do Sul Federal de Santa Maria Federal do Pampa Instituto
Federal Farropilha e Instituto Federal Sul Rio Grandense Então temos duas imagens ali que representam os reitores e reitoras dessas instituições a foto abaixo foi no Dia que nós fizemos a a instauração Então desse fórum e a foto que a gente que vê na imagem acima eh é uma imagem que nós tiramos um registro que fizemos na no ministério de apoio à reconstrução do estado que tá localizado em Porto Alegre então foi nesse Ministério em uma das agendas que fizemos recentemente como que a gente montou essa apresentação A ideia é que a gente apresente brevemente algumas
das ações Que cada uma das instituições desenvolveu por ocasião da crise climática como a a gente tem feito esse enfrentamento demonstrando o papel fundamental das nossas instituições e principalmente o que que a gente pensa daqui pro Futuro O que que a gente quer fazer com um olhar atento paraas próximas ações que a gente pode ter uma participação das nossas instituições então atago aqui a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre que Teve uma criação de um grupo de enfrentamento à crises climáticas parceria com Secretaria Municipal de Saúde projeto UFS pão onde se produzia
pães para distribuir aos abrigos da cidade de Porto Alegre paraa população arrecadação de doação financeira com a através da fundação da faculdade de medicina ações de comunicação e o retorno através do recomeça UFPA onde foram feitos uma série de mutirões de limpeza e reorganização dos espaços para Que se pudesse recomeçar quando eu falo na UFPA eu me lembro da de um depoimento da Lúcia que é atual reitor quando a gente estava no auge da crise ela disse para nós no grupo de reitores Eu nunca imaginei a chegada no viaduto de um de um barco com
pessoas que estavam sendo resgatadas Não imaginei passar por esse tipo de situação porque teve todo um atendimento através dos profissionais da UFPA professores técnicos estudantes Nesse nessas pessoas que foram resgatadas durante o período lá em Porto Alegre passamos ao Instituto Federal do Rio Grande do Sul o Instituto Federal do Rio Grande do Sul organizou um abrigo em Canoas que teve mais de 700 pessoas envolvidas mais de 700 pessoas abrigadas central de recebimento e Distribuição de doações no Campus Bento Gonçalves auxílio emergencial pros estudantes projeto também de panificação que foi distribuído foram distribuídos as Vítimas produção
de cartilha projeto cama solidária então foram feitas camas para entregar nos abrigos também limpeza de escolas da região projeto winmaker que produziu brinquedos para crianças pessoal assim a gente tá trazendo algumas das ações para demonstrar o papel que as nossas instituições tiveram claro que aqui não tá tudo era muito difícil elencarmos porque no caso da Universidade Federal do Rio Grande do Sul a Universidade do Professor Rui Mesmo identificamos mais de 100 ações elaboradas desenvolvidas então foi bastante coisa que as nossas instituições tiveram envolvidas Universidade Federal do Rio Grande teve uma atuação através de boletins de
acompanhamentos diários que eram produzidos comitê de análise e prognóstico de eventos extremos produção de boletins abrigo de pessoas e animais domésticos e pontos de arrecadação Modelagem numérica modelagem de inundação Universidade Federal do Pampa pegamos três ações principais então espaços virtuais para apoio pedagógico de acolhimento aos docentes descentes criação do site unipampa no enfrentamento à crise climática no Rio Grande do Sul ações institucionais relacionadas a práticas solidárias de toda a comunidade acadêmica e além disso tudo aquilo que foi doado ao comitê técnico e Social Universidade Federal de Santa Maria algumas ações também aqui ó h a
parte de de tricô de cobertas a serem distribuídas nos abrigos rede de apoio para animais resgatados massa escola recebendo medicamentos de todo o país e fazendo a distribuição alunos da UFSM envolvidos no conserto de eletrodomésticos E aí a gente fala aqui em alunos da UFSM mas tivemos essa mesma ação em outras instituições na UFPEL Nós também atuamos com uma prática Semelhante a essa recebendo eletrodomésticos equipamentos das casas das pessoas e fazendo conserto e restauração para devolver em bom uso laboratório de leites e Panificação do colégio politécnico ampliando a produção também para atuação junto aos abrigos
eu tô preocupada com um horário eh Instituto Federal Sul Rio Grandense o iful também teve um alojamento para desabrigados no Campus Pelotas Campus kvg descaracterização e Distribuição de Vestuários doados pela Receita Federal edital auxílio enchente para os estudantes lavagem desinfestação e conserto de eletrodomésticos danificados fabricação de mobiliário emergencial para casos casas atingidas pela enchente produção de marmitas para desabrigados Universidade Federal da Fronteira Sul armazenamento de equipamentos e materiais nos camp da universidade ponto de arrecadação de doações disponibilização dos veículos para Coleta e transporte de doações atuação técnica no levantamento de informações e elaboração de projetos
de recuperação e prevenção aos municípios atingidos em aqueles que estão localizados no alto Uruguai auxílio financeiro emergencial a estudante estudantes que tiveram familiares impactados pelo evento climático Universidade Estadual do Rio Grande do Sul diversas ações de apoio e acolhimento criação do Observatório Clima e Território que é uma rede multidisciplinar de pesquisadores que atua de forma colaborativa em ações sobre o clima no território do Rio Grande do Sul e mapas produzidos pelo atório que é um exemplo que a gente traz nessa imagem Universidade Federal do Rio Grande do Sul teve um papel super importante através do
Instituto de Pesquisas hidráulicas os dados do iph que acredito que todo mundo acessou Em Algum momento desse período né as previsões que eram dadas as notas técnicas além das demais ações que foram desenvolvidas através desse período Instituto Federal Farropilha também através de auxílio financeiro emergencial para estudantes preparo e Distribuição de marmitas e Lanches fabricação de sabão líquido e Álcool gel para doações distribuição de kits or frut para desabrigados e produção de 2 toneladas de feno que era para alimentar Os animais também da da enfim que que estavam nesses espaços restauro de móveis centro de recebimento
de doações em todos os campes do ifar por fim não menos importante eu deixei a minha instituição a Universidade Federal de Pelotas Nós também servimos de abrigos dois prédios da Universidade abriram as portas para servir de abrigos para pessoas e também para animais domésticos tivemos auxílio para estudantes disponibilização da Frota de veículos tanto pro Resgate das pessoas quanto para coleta de alimentos e assistência trabalhamos no projeto abrigos RS fazendo todo o cadastro das pessoas que estavam nos abrigos mapeando coleta e Distribuição de doações e refeições com conselho estamos participando hoje do conselho do plano Rio
Grande e deixei por último para falar sobre a sala de situação do comitê de crise Municipal de Pelotas e comitê de crise Regional então nós tivemos uma Forte atuação de Equipe técnica de várias áreas da Universidade Então pessoal da hidrologia pessoal da engenharia uma engenheira cartógrafa tivemos o pessoal da meteorologia da Economia mais de 30 pessoas entre professores técnicos e estudantes da Universidade atuando diretamente na sala de situação do município e lá em Pelotas nós tivemos todo um reconhecimento do poder público municipal à ciência por isso que eu quis reforçar e deixei por Último para
falar isso para vocês e não tivemos a perda de uma vida sequer na nossa cidade claro que é uma cidade diferente é uma cidade plana tivemos tempo para fazer um planejamento porque já tínhamos todo ocorrido em Porto Alegre região metropolitana Mas mesmo assim a gente teve uma agilidade e uma escuta do poder público a respeito do que a ciência orientava das áreas que deveriam ser evacuadas das pessoas que deveriam Deixar as suas casas e isso foi feito com todo o apoio de equipes de diferentes áreas que estavam na sala de situação e felizmente não tivemos
nenhum óbito na nossa cidade as ações que a andifes promoveu como um todo através das instituições das Universidades públicas de todo o paí então a gente fez reuniões com sen tem uma reunião com o senador que aparece na primeira imagem à esquerda projeto acolher onde a andifes disponibilizou Uma plataforma virtual para apoiar a comunidade acadêmica que estava na linha de frente no atendimento às vítimas do Rio Grande do Sul tivemos um seminário da andifes que tratou exclusivamente sobre a questão eh da crise climática no nosso estado tivemos um programa que ainda está em atuação o
comunicação universitária em rede sobre emergência climática no Rio Grande do Sul com uma série de episódios que foram disponibilizados E durante o lançamento Do PAC das Universidades públicas a nossa presidente Professora Márcia pode apresentar o projeto que a gente traz de criação no âmbito Federal do centro sul brasileiro de previsão e mitigação de impactos de eventos extremos e mudanças climáticas que essa é a proposta nossa futura Então essa proposta se originou através da andifes e também em soma ao fips que é o fórum das Universidades do Rio Grande do Sul onde a gente tem o
intuito de reunir esse grupo de pessoas De pesquisadores esses cérebros que nós temos no âmbito das nossas universidades e institutos Federais e colocar todo esse conhecimento à disposição do poder público seja o poder público municipal estadual e Federal então nós apresentamos já essa proposta ao Ministro Paulo pimenta que está responsável pelo apoio à reconstrução do estado e temos o interesse em criar um um centro que possibilite através de uma rede articular todas essas capacidades Técnicas e científicas que nós temos no nosso estado à disposição para lidar com o futuro do espaço paraa gente para que
a gente possa planejar por exemplo Para onde as cidades devem crescer onde a gente deve reconstruí-las né porque a gente viu Que cidades foram arrasadas não adianta querermos reconstruir no mesmo local a gente tem que pensar através de um planejamento Urbano e territorial para onde isso deve avançar Então esse é o principal objetivo que a Gente consiga trabalhar essas várias mentes que temos nas nossas instituições através de uma rede e fornecer dados eh oportunos para toda a nossa comunidade muito obrigada muito obrigado Muito obrigado então nós tivemos duas Exposições aí de dois reitores né da
de universidades lá do Rio Grande do Sul mostrando a situação no local fazendo considerações sobre que envolviam não apenas a ciência mas também a política né Eh no sentido de de de precaução e Administração dessas questões e o papel das Universidades também ajudando a mitigar a situação atual e também com prospecção para o futuro né Nós vamos ter agora a palavra do Rodrigo Costa ele é mestre em Sistemas de computação trabalha naep desde 2001 já tendo atuado em diversas áreas da empresa desde tecnologia da informação fomenta a infraestrutura de pesquisa e assessorias atualmente faz parte
do departamento de cooperação Internacional e também faz Parte do Conselho consultivo da fnep Rodrigo a voz da fnep eu vou só pedir que coloquem a apresentação por gentileza Opa boa tarde a todos eh agradecer o espaço para falar cumprimentar aos colegas da mesa e dizer que foram colocados aqui 15 minutos e eu achei que seriam 15 minutos não tão bem medidos aí coloca um físico para controlar esses minutos mas tudo bem Eh metrologia quântica perfeito o and War dizia que em algum momento todos teriam 15 minutos de fama os 15 minutos eu não quero para
Fama eu quero para contar uma história então mereceria um pouquinho mais de tempo mas eu vou ligar então a velocidade 1 e me tentando ter cuidado para equilibrar detalhes sem excessos ou omissões para contar essa história como eu acredito que outras histórias virão em complemento contadas por outras pessoas também aqui da fep Então agora atenção pois a partir de então começa a contação a história começa mas não é exatamente ela começa já é o meio da história mas ela começa falando aqui numa bela tarde no bairro do Flamengo as pessoas na praia no aterro passeando
usando Eh o seu tempo para fazer práticas esportivas E essas pessoas em geral não têm noção de que no edifício icônico muito próximo de onde elas estão algumas eh decisões algumas reflexões São feitas os empregados de uma empresa pública federal trabalham com seus pares olhando para assuntos estratégicos nacionais que irão impactar aquelas pessoas que os cercam desavisadamente sem saber que isso vai influenciar suas vidas e as das demais pessoas que seguem seu cotidiano em todo o país O tema que a gente tá trazendo no dia de hoje fala sobre a tragédia no Rio Grande do
Sul um alerta para os biomas brasileiros e nós já tivemos uma Palestra sensacional hoje pela manhã fiquei muito feliz com o resultado dela e agora a gente tá tendo uma outra palestra né então eu sou Talvez a pessoa que destoa aqui dessa as figuras mas eu fico muito feliz de ter sido antecedido por dois reitores ainda mais que estamos falando de fep então eu vou começar na verdade como eu disse era o meio da história então eu começo a a a essa essa minha fala trazendo um pouco de retrospectiva dessa História eu não tô voltando
ainda Tanto Tô voltando pouco mas para falar de diretrizes estratégicas do Ministério de Ciência Tecnologia e inovação que acabam resultando na inct na estratégia Nacional de Ciência Tecnologia e inovação falando sobre os eixos estruturantes resumidamente a gente po pode dizer que os re estruturantes que servem até de base para enit tem um de infraestrutura um voltado para reindustrialização tem outro para Programas e projetos estratégicos nacionais e um outro voltado para Desenvolvimento Social vale a pena destacar que no final do próximo mês a gente vai ter o grande evento da conferência nacional a quinta Conferência Nacional
de Ciência Tecnologia e inovação cujo tema é Ciência Tecnologia e inovação para um Brasil justo sustentável e desenvolvido que tem tudo a ver com o que a gente tá discutindo aqui buscar um país com essas Características Então vamos falar dos protagonistas dessa nossa história eu vou falar aqui do fndct é o protagonista e protagonista dessa história fnep então falando sobre o fndct criado em Julho de 69 naquela época Ainda não existia o ministério de Ciência Tecnologia e inovação que é o ministério digamos assim que foi temporão com relação a a ISO daí que nasceu em
85 e ele então era ligado ao Ministério do planejamento surge o o Fndct como apoio financeiro ao desenvolvimento científico e tecnológico hoje em dia importante frisar essa conquista que o fndct é um fundo de natureza tanto contábil quanto financeira e a gente nessa história do fndct na virada ali da do do ano 2000 ali na virada de século um pouquinho antes surgem os fundos setoriais mas isso é uma outra história de repente a gente tem uma outra pessoa para contar melhor sobre ela com relação a fnep aí Eu já antecipo vou dar aqui tá um
spoiler eu sou suspeito mas como o pró Professor David mencionou eu tô aqui desde 2001 mas a fep ela já existe desde 67 mês que vem no dia 24 ela faz mais um aniversário em junho de 71 ela é designada secretaria executiva do fndct Então ela é responsável por cuidar da das questões administrativas orçamentárias contábeis financeiras do fundo e vocês notam aqui que ah a fep né a a a nossa heroína ela é um Pouquinho mais velha do que o fndct mas nós não temos problemas de etarismo não temos questões quanto a isso então não
tem problema nenhum assim como na história de uma música a gente pode até trazer para cá e dizer que todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa Que nem feijão com arroz essa frase não é minha sobre o fndct eh recentemente foram idealizados 10 programas estruturantes e Mobilizadores resumidamente a gente pode falar que o primeiro teria uma conexão seria de infraestrutura com aquele eixo inicialmente falado a gente tem um outro que é o mais inovação o de infraestrutura proinfra o mais inovação voltado paraa reindustrialização Nacional a gente tem um que é voltado pra transformação
digital que eles chamam de conecta e capacita Brasil a gente tem aqui o o quarto programa que é o pro Amazônia pro desenvolvimento Sustentável da região Amazônica esse Eu dei um destaque Depois eu mostro por tem também um que ele é voltado a repatriação de talentos mas é mais do que isso mobilidade conão com com com com os talentos brasileiros e acho que é importante olhar também pro desenvolvimento dos talentos e pros talentos que estão aqui no próprio Brasil mas isso também é uma outra história a gente tem um sexto que é de política com
ciência que é de apoio a Políticas públicas baseadas no conhecimento científico a gente tem um que é voltado à parte de museus a parte de acervos que tanto eh se referem a científicos históricos culturais biológicos a identidade Brasil tem o oitavo e o nono programas que são voltados para programa estratégicos nacionais sendo o oitavo de natureza geral e o nono olhando pra defesa e tem um 10mo que ele é voltado paraa segurança alimentar erradicação da fome Eu fiz duas marcas aqui porque eh como eu sou chato eu teria dois comentários dois pontos de atenção primeiro
é que quando o programa quatro fala sobre Amazônia eu sempre perguntei e a gente não deveria colar Amazônia e demais biomas porque é óbvio que a amazônia ela é a coroa eh dos dos biomas brasileiros é a Joia da coroa dos biomas brasileiros e como talando a gente vai conhece vê as coisas lá em Londres das joias da coroa vê que elas são valorizadas são Visitadas são eh cuidadas são seguradas são prestigiadas então a Amazônia tem com certeza que ser prestigiada mas os biomas eles estão absolutamente conectados absolutamente ligados Então eu acho que deveríamos também
ter um olhar de atenção para esses demais biomas e com relação à segurança alimentar e erradicação da fome eu só colocaria um adendo mas é óbvio que isso é um ponto de atenção que todos estão percebendo é que isso deve ser feito de Maneira sustentável do contrário né a gente vê que muitos momentos assim a gente tem óbvio que lutar contra contra contra a fome e garantir segurança alimentar mas em muitos momentos a gente vê que eh alguns espaços acabam sendo eh utilizados privilegiando talvez a agricultura e a gente tem que ter a certeza de
que isso é feito de maneira sustentável bom eh essa daqui é uma foto quase do lado da mesa em que eu trabalho aqui na fep Então mostra né outro Spoiler de que eu sou suspeito feito a missão da fep que tá ali né que é promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil ou seja econômico e social por meio do fomento público a qu Ciência Tecnologia e inovação para quem Para todo mundo para Praticamente tudo que pode ser empresas universidades Instituto Tecnológico outras instituições eh públicas e privadas eu tinha falado no início que a fep
Deixa eu ver se eu acerto ih não Aqui eu já tô avançando eu tinha que voltar esse de baixo volta isso então vamos voltando como eu tinha dito no início a fep ela atua em toda a cadeia da Inovação perfil de atuação então quando a gente vê o que que significa perfil de atuação em toda a cadeia da Inovação significa tanto com relação à visão temática né a gente pode falar de tendências mundiais que tem tudo a ver com o que a gente tá conversando aqui também recursos naturais e energia Mudança climática e meio ambiente
globalização sociedade saúde desigualdade de bem-estar demografia essa parte de Economia empregos e produtividade papel dos governos né voltado para quê sabendo que isso tudo passa pelo futuro da Ciência Tecnologia e inovação e muito mais então do ponto de vista temático pode apoiar qualquer uma das temáticas e também toda a cadeia da Inovação quando a gente olha pras questões de estágio de risco e Desenvolvimento a gente usa muito o termo de trl que é do technology readiness level o nível de prontidão ou maturidade tecnológica Então passa de desde fase de pesquisa básica e aplicada também atravessando
parte de desenvolvimento tecnológico até a partir de protótipos introdução no mercado crescimento e expansão de empresas e quando eu falo dessa dessa questão da da fep né que eu vejo como a grande dama da Ciência Tecnologia e Inovação óbvio que existem diversas outras instituições que são exemplos de grande grandíssima relevância seja às vezes no aspecto de ciência às vezes no aspecto de tecnologia às vezes no aspecto de inovação é que eu trago só alguns exemplos dessa dessas instituições Academia Brasileira de ciências Embrapa Fiocruz né Eh a Embraer Veg Petrobras as unidades de pesquisa em Ciência
e Tecnologia do ministério universidades brasileiras bom que ten Dois eh reitores aqui na mesa conosco e universidades públicas elas são praticamente 100% já foram apoiadas pela fep e isso é o que tem em comum todas essas instituições que eu tô citando aqui e muitas outras Todas têm sido beneficiadas pelo famento da fep esse daqui é o mapa eu não vou me detalhar nele porque é um mapa com muita informação mas eu queria só apresentar que é um mapa da presença Nacional do do do mcti e a gente olha ali na direita Eu Só não consegui
localizar aqui o impo que seria o Instituto Nacional de eh pesquisas oceanográficas mas ali a gente tem semad que já foi apresentado hoje aqui de manhã na parte de monitoramento e e Alerta desastres naturais Você tem o cen que são de minerais CN de tecnologia estratégicas do Nordeste aí você tem cpend de eh energia e materiais você tem desenvolvimento sustentável em mamirauá Mata Atlântica eh a parte de de eh Pesquisas da Amazônia pesquisas Espaciais pesquisas do Pantanal eh semiárido a parte de computação eh o Museu Paraense Emílio gue tão bem representado aqui aqui pela nossa
assessora da fnep que eu sempre digo não pode esquecer de dizer que também é assessora da fnep eh a nossa professora imma Vieira rede nacional de pesquisa então tem toda uma infraestrutura de dentro do mcti que são parceiros importantíssimos para fep poder viabilizar o trabalho dela então aqui Nesse tema da tarde disse Poxa vida já foram 10 minutos e tá entrando agora no tema da tarde é isso mesmo vamos correr rápido um alerta pros biomas brasileiros então papel da fnep e da cooperação internacional no apoio a soluções e soluções sust áveis pros biomas brasileiros Então
tava faltando uma coisa nessa história que é o suspeito o suspeito da história nascido da Guanabara ou seja antigo né um monte de coisa falando sobre inteligência Computacional cientista da Computação tecnologia da informação infraestrutura de pesquisa além de ser filho irmão marido pai tutor tricolor e outras coisinhas mais e aí a pergunta é e esse suspeito com esse olhar degele como di uma professora minha de redação lá na época de Ensino Médio Mas onde é que estão os biomas onde é que os biomas entram nisso eu de fato eu não sou a pessoa mais indicada
Da Da fep para falar sobre Biomas vejo pessoas aqui na plateia que se tivesse que falar sobre biomas saneamento recursos hídricos seriam muito mais qualificados do que eu mas eu vim contar uma história e é isso que eu espero fazer esse é um mapinha aí digamos assim já que eu não sou especialista em bioma deixa eu fazer uma colinha dos biomas brasileiros aí a gente tem o mapa e a gente vê ali no lado direito Qual é o percentual ocupado no no território brasileiro e a gente vê Que a amazônia é praticamente metade e quando
a gente olha pra questão do Pampa é 21% mais ou menos e curiosamente ente ele tá limitado apenas ao Estado do Rio Grande do Sul que deve ter mais ou menos 23 de área de pampa e aqui eu destacaria também a questão do sistema Costeiro sistema Costeiro Marinho na na verdade que alguns chamou de Amazônia Azul mas eu acho importante que Ten o nome de sistema porque ele se os biomas Eles já Tem tantas diferenças dentro dele mesmo imagine então o sistema marinho seria mais ou menos dizer que fosse um bioma Marinho era como dizer
que tem um bioma terrestre um bioma Marinho Então acho interessante que seja considerado como um bioma não seja considerado como bioma mas um sistema aqui é só ilustração da diversidade da riqueza que cada um desses biomas tem com relação à Flora e com relação à quantidade de espécies divididos pelas suas classificações Taxonômicas ali apontados apenas os vertebrados e a e a flora e essa é uma foto também icônica que mostra na cidade de Manaus uma divisão tão fantástica tão exata com relação ao que é a cidade do que é a floresta e essa é uma
foto que eu acho que ela é linda eh chama atenção mas ela é perigosíssima por quê Porque eu trago aqui umas referências de uma outra obra eh uma obra meio meio dura meio difícil que ela ela ela ela é dividida entre a Terra o homem e a luta isso já foi muito abordado aqui eu vou traduzir aqui o que que eu queria dizer na terra h minha luta porque tem o fator homem que ele não pode ser segregado quando a gente olha uma foto como aquela lá de Manaus dá a impressão de que as coisas
são são são separadas que os conjuntos são disjuntos mas não a gente tem exatamente que olhar a o pertencimento a presença do homem dentro do do ambiente então o homem Obrigado o homem é sua necessidade consumidora para garantir a sobrevivência ou o fator social como elemento impactante e impactado frente à sustentabilidade Ali era da obra doos Sertões Mas quem quiser pode seguir por diversas outras obras que são interessantíssimas também que abordam o homem dentro de um contexto eh ambiental e e e da estrutura eh do espaço urbano ou não tão Urbano a tragédia do Rio
Grande do Sul já Vimos Um monte dessas fotos e tem uma questão que eu acho importante destacar é será que ela era uma tragédia anunciada e qual a resposta possível as respostas a gente pode olhar com Realismo pessimista de que ela tende a se repetir em algum tempo em algum grau e o realismo otimis se era previsível há como mitigar riscos eh do contrário a gente vai ficar sempre vendo essas essas essas chargez inhas perguntando P existir o mesmo gelo ou então mostrando que na natureza não Existem Recompensas nem castigos mas consequências então uma resposta
que a gente poderia tentar trabalhar é no Ponto de Equilíbrio porque há muito a ser feito com influência de diversos fatores mas Ciência Tecnologia inovação devem ser reconhecidas como elementos diferenciais na construção de uma alternativa eficaz para solucionar os problemas aqui temos alguns exemplos de editais recentes da fep por exemplo cadeias produtivas de Bioeconomia tanto para icts como para empresas em subvenção racionalização do uso de água e alguns outros como resíduos de saneamento um hor a dia tecnologias digitais energias renováveis e bioeconomia e out outros exemplos também que são de grandes infr estruturas apoiadas pela
fep como Siri o super computador Santos doon o laboratório oceano o tanque Oceânico da cop alguns navios e eh a Rede comunitárias de Educação específ Pesquisa interligando as cidades por fibra ótica eh trabalhando apoio da fep para RNP destacar aqui rapidamente o fortalecimento da cooperação internacional como houve um adensamento das redes do final do século XX para o início do Século XXI e isso possibilita O que que a gente tenha parceiros tanto internamente quanto internamente isso aqui é só uma amra da quantidade de parceiros de cooperação internacional do Brasil e dentre essas cooperações internacionais eu
vou destacar Alguns alguns exemplos como por exemplo a Torre Alta eh de observação da da Amazônia com com os alemães o programa sino brasileiro de satélites com os chineses eh a a o Amazon Projeto Amazon Face com o Reino Unido que eles é um projeto assim a torato já mais conhecida que eles capturam informações atmosféricas de interação o o o de satélite naturalmente é pro monitoramento do Espaço a partir da de de satélite do espaço do Brasil eh o Amazon Face é um projeto em que eles vão criar numa área de Floresta madura uma uma
concentração maior de gás carbônico E aí eles vão avaliar alguns componentes né como esses que estão aí indicados para verificar como é que a floresta reage quando existe um acréscimo da concentração de gás carbônico naquele espaço curioso que uma das coisas que eles precisam agora de recursos é exatamente para comprar Gás carbônico ainda no âmbito da das cooperações internacionais eu vou trazer aqui a duas menções muito rápidas uma é a coalizão verde que é uma iniciativa de bancos de desenvolvimento Eh que que se localizam em países Amazônicos que é para tentar atuar de forma positiva
para o desenvolvimento Regional respeitando o fator humano e o fator ambiental e outro evento que acontece no rio todo final do ano e a Fep sempre apoia que esse ano ele é uma iniciativa oficial do do Rio capital do do G20 que é que é que é o Green Rio fechando aqui com chave de ouro na cooperação internacional para informar que a o Brasil é o mais novo membro da rede eureca e se somando a 47 países e a fep e a rede oreca assinaram um acordo na Turquia e a fep é o principal ponto
de contato da rede oreca e vocês podem ver ali na imagem à direita a ministra Luciana Santos ali na esquerda vocês vem O meu chefe Alexandre barrar e ao lado ali o segundo da esquerda pra direita o nosso chefe de gabinete aqui mostrando que a fep esteve realmente muito bem representada Turquia o futuro da história o porvir em aberto mas com ventos de esperança olhar para o Brasil o mundo inteiro olha pro Brasil o Brasil tem que olhar para si mesmo conscientização acho que tem aumentado a gente pode tanto crescer de maneira independente Como pode
crescer em Parceria eu como cooperação internacional coloco-me à disposição para crescermos em parceria também com os outros países com tantos países amigos que querem trabalhar com no aquela lista a gente deve conhecer as nossas reconhecer melhor dizendo as nossas vulnerabilidades e as demandas entender Ciência Tecnologia e inovação como solucionadora de desafios aproveitar ideias de sucesso aqui mesmo mencionaram mais cedo a coisa das Cidades esponjas se a gente deixou de que elas deixou de fazer com que elas fossem naturalmente esponjas elas a gente pode tentar retornar essa ideia a partir das ideias de sucesso de Fora
garantir condições de fomento a Ciência Tecnologia e inovação e óbvio não podia deixar de falar isso exatamente por ser suspeito prestigiar fep e suas instituições parceiras enquanto passa tarde as pessoas na praia e no aterro continuam Seus afazeres ainda leias em sua maioria ao que acabara de ser contado permanecendo naquele lugar muita história por se escrever continua no próximo capítulo [Aplausos] obrigado agradeço que a alma do pesquisador e homem superou o espírito do Físico mas tá tá na parte de dívida aqui 2 minutos e meio então Eh nós ouvimos aí até agora Três palestras né
de pessoas diretamente envolvidas de fato com a questão lá do do Rio Grande do Sul uma fala representativa da de ações da fep né e agora nós vamos ter três palestras que eu acho que fazem parte da solução do problema tá certo são palestras de pessoas que estão envolvidas com empresas que procuram fazer um desenvolvimento sustentável do dos biomas nacionais da Agricultura também né Eh muitas vezes Desafiando concepções pré-estabelecidas né e certamente apontando um caminho porque quando a gente olha pro pra situação dos biomas pros desmatamentos né Amazon Cerrado tem uma solução que é a
solução de mandar tropas né polícia exército etc agora a extensão do país é tamanha e fica difícil controlar só com isso né a outra solução que já tinha sido apontada há muito tempo tá lá no documento desculpa puxar braça para sardinha da Academia Brasileira de ciências mas está lá no documento de 2008 da Academia Brasileira de ciências sobre Amazônia né é um documento do da e também tá o livro Azul Olha o o capítulo sobre livro do livro Azul sobre ecossistemas foi redigido praticamente só por ela uma grande amiga da da ima né que é
Berta Becker né e e tanto ela como a Ima né apontam soluções para isso que é um desenvolvimento sustentável da região certo procurar outras fontes até De lucro para empresas mas que sejam sustentáveis que não derrubem a floresta que mantém a floresta em pé Então nós vamos ter agora três palestras nesse sentido certo então eu convido para falar agora o Eduardo de Souza Martins que é biólogo mestre em Ecologia pela Universidade de Brasília já atuou como técnico do CNPQ e participou do processo de interiorização da Universidade Federal do Pará na Amazônia ele foi presidente por
duas vezes do Ibama Atualmente Preside o grupo associado de agricultura sustentável que promove as práticas regenerativas para agricultura tropical no Brasil Eduardo você com a palavra Obrigado por comparecer Muito obrigado luí eh é muito interessante essa experiência aqui porque falei poxa vida vou falar de agricultura depois da tragédia do Rio Grande do Sul e é claro que tem a ver com a agricultura também mas hoje aqui foi muito rico para mim primeiro que eu Tive a experiência no CNPQ trabalhei no museu Guel eh e tive lá uma oportunidade de trabalhar com Aires né José Márcio
Aires que criou mamirauá né que foi uma coisa extraordinária Mas uma coisa fundamental hoje Rui foi eh reafirmar certas coisas né primeiro nós não temos crise de solução não temos a gente tem capital humano eh a gente quando consegue se livrar da síndrome de cachorro magro eu não falo Viralata porque viralata é uma grande raça de cachorro né e a gente consegue coisas incríveis né e tem um problema meio de se olhar né o o Rodrigo falou nisso A gente tem que se olhar a gente tem que começar a saber o que que é que
a gente é paz né a gente tem que eh assumir também não adianta ficar jogando coisa para debaixo do tapete e o que eu vou contar aqui também é uma história mas é uma história e primeiro perfil dessa Desse pessoal Que eu represento aqui é um perfil de pessoas que trabalham com agricultura intensiva e extensiva né e o que e com esse pessoal primeiro essa divisão que na realidade não é real acaba se apropriando muito porque às vezes é conveniente politicamente às vezes é conveniente para ficar esticando a corda né do rural e urbano né
ela não funciona assim essas coisas não são divididas né Eh e tem uma interdependência enorme aí mas o o Eu Acho que o rural na na trajetória que teve né ele foi incluindo uma dificuldade muito grande de lidar com as coisas eh daí quase todo mundo que é rural em qualquer país é conservador vocês já repararam isso né É tudo conservador né Eh então mas é um pessoal quando você aprofunda né e eu sempre tive o a disposição de lidar com extremo para encontrar caminhos né Sempre busquei isso muito na vida eh Eu percebi uma
coisa esse pessoal tinha uma dificuldade enorme porque eles sempre estavam no limite do ponto de vista de sobrevivência Econômica Eu sempre faço um exercício quando encontro um grupo novo de agricultor e digo o seguinte quem já quebrou uma vez levanta a mão quem já quebrou duas vezes levanta a mão quem já quebrou três eu paro de falar não vai ficar constrangedor porque todo mundo já Quebrou várias vezes e e onde é que tá isso né o cara funciona numa numa lógica daquilo que ele precisa gastar para produzir sempre no limite e ele lida com um
monte de coisas que são incertezas ele tem a incerteza do clima ele tem a incerteza de quanto é que vai valer o dlar ele tem certeza de como é que vai tá o valor da commodity né e a idade de quebrar é enorme e aliás mudança climática tá aumentando a Frequência que esse pessoal tá quebrando Porque ninguém aguenta 2 3 anos seguidos de um extremo que em geral derruba a produção né E esse pessoal se juntou e começou a fazer uma que que é que a gente pode fazer Ah não a margem de manobra Nossa
é reduzir custo fal vamos começar a reduzir custo como e a gente começou a perceber que substituir aquilo que a gente fazia com base na chamada agricultura convencional Reduzia custo a gente começou substituir os insumos convencionais adubo químico e agrotóxico e isso fazia com que a gente reduzisse custo mas com qu né E aí tem uma coisa que falar o que que vocês fizeram só fez uma coisa nós pegamos os princípios da agroecologia e escalamos levamos PR escala e a gente pegou os princípios da intensificação Ecológica e buscamos Explorar isso nas possibilidades possíveis eh numa
coisa que é o seguinte é a agricultura inspirada na natureza Eu tenho um um processo da natureza quando eu consigo pegar parte desse processo e incluir ele eh no meu sistema o meu sistema é melhor eu consigo reduzir mais eu consigo fazer uma intensificação com base na natureza Por que que essa intensificação vem ela vem porque eu tô copiando algo que a Natureza selecionou por um período enorme fantasticamente grande operou caminhos incríveis eu tô se apropriando e trazendo isso para um sistema agrícola né não é natureza é diferente da natureza é inspirado na natureza isso
nos levou a reduzir consumo dos insumos convencionais tô falando de adubo solúvel tô falando de agrotóxic em 80% isso reduziu o custo de 30 a 40% agora o que que é mais incrível né o Solo melhorou até porque o nosso foco é melhorar o solo a base né Eh essa melhora do solo eh permitiu o agricultor porque esse processo não é simples ele muda nós estamos falando aqui falou-se muito em Paradigma isso significa trocar o paradigma de como é que você olha agricultur mas quando o agricultor faz isso e eu tô falando de agricultor velho
como nós alguns aqui da da da da mesa que já tá ali há muito Tempo na dá muito tempo ali na na labota né e os caras com 30 40 anos de de de lavoura dizendo seguinte eu passei a vida achando que eu tinha que controlar a natureza e eu descobri que ela é parceira quando isso acontece significa trocou a chave é o outro paradigma ele viu funcionando né e a gente foi devagar como é que lida com isso aí foi aumentando faz evento a internet facilita muitas coisas né mas a gente também começou olhar
dizer o Seguinte vamos olhar para para para o que tá acontecendo no resto do mundo né com relação a essas coisas que a gente tá fazendo e esse negócio que que a gente viê aqui funcionando né Será que de fato aí a gente começou a perceber que a a literatura científica Global Mundial tava sinalizando pro mesmo rumo que nós estamos indo é óbvio que isso não se faz sem reação imagina o que a indústria de insumos Químicos porque em agricultura essa convencional qualquer coisa que você fala é qu C contra controla 80% equipamento 4 por
eh agrotóxico seis controla não sei quanto tudo é controlado por poucos é a expressão do capitalismo que quando ele cresce V vira oligopólio e vira um problema vira um problema pra sociedade se a gente não tem estado forte para nos proteger nós estamos arrebentado com esse negócio aí bom Eh quando a gente olha tudo que a gente utiliza e e as coisas não são São relativamente simples né Nós temos para substituir e e adubo químico a gente usa pó de rocha rizadores é bem possível que o Thiago já tem experiência com isso né Eh para
substituir boa parte dos agrotóxicos a gente usa biológico mas a gente multiplica o biológico na fazenda multiplicação própria eh e a gente também faz algo que é manter o Solo sempre coberto tá sempre coberto não pode tá sempre coberto tá sempre cuidado né aí o que que a gente viu primeiro quando tem excesso de chuva a água infiltra fator que é fundamental para lidar com excesso se a gente for olhar no Rio Grande do Sul boa parte onde eh teve arrasto enorme né você vai perceber que os solos Estavam todos compactados e a compactação das
piores Fatores que a gente tem que não só eh oportuniza a a erosão e mais né cria a possibilidade de você reduzir a produtividade porque a raiz não cresce bate lá e não cresce não explora o solo e tem E aí vem aquelas coisas que você fala mas tem alguns senso né você vai numa feira dessa de agricultura essas feiras grandes que o pessoal faz e o o se olha os equipamentos os equipamentos hoje já pesam em torno de 15 toneladas quem é que estabelece que isso É a solução Quando você vai ver são as
quatro grandes empresas que controlam tudo vê onde que eles desenham os equipamentos né bom a gente começou a perceber que a gente precisava de um conhecimento diferente Aliás a gente de uma certa maneira adota uma outra forma de entender e perceber o conhecimento primeiro a gente adota que todo mundo envolvido é relevante do ponto de vista de gerar conhecimento quando a gente vê Conhecimento no que a gente faz num processo relacional entre o pesquisador e o agricultor e quando a gente consegue fazer isso é incrível como cresce é muito difícil trazer os pesquisadores tradicionais em
Agropecuária para esse campo é muito difícil mas tem aumentado e cada vez chega mais gente mas ao mesmo tempo tem um monte de de de de pesquisador cooptado pela indústria porque aí tem um Problema a gente tem uma dificuldade extraordinária de pegar esse esse pesquisador e colocar nas linhas que a gente tem de né porque ele tem pouco dinheiro de custeio e com com dinheiro mínimo isso acontece Principalmente dentro da Embrapa com dinheiro mínimo a empresa grande vai lá e faz a a a citação dele é amplo isso a ponto desses pesquisadores nos atacarem de
forma sistemática e fazem campanha fazem Pesquisa para ficar o que nós fazemos estamos agora numa luta que é a última coisa que nós precisamos regulamentar tudo que a gente faz tá regulamentado por lei né a última coisa que a gente precisa de de resolver paraa regulamentação é a multiplicação biológica mulação própria de biológicos e tem uma guerra que a gente sofre há 5 anos sendo atacados de todas as formas que vocês possam imaginar para eh desqualificar o que a gente faz Né então por que que eu tô dizendo tudo isso né eh e aí eu
não sou gaúcho mas sou casado com uma Gaúcha Então aprendi a a apreciar a amar aquele estado Gaúcha as não ah não pode ser plural não ah mas eh o o a gente inclusive ia criar o primeiro grupo Nosso Estadual ia ser no Grande do Sul ia sendo um evento em juí e não aconteceu por causa do da tragédia agora remarcamos pro ano que Vem mas a gente fez recentemente uma reunião com em maté e a gente vai pegar tudo que a gente pratica e vamos começar a ver como é que isso pode ser adotado
no Rio Grande do Sul apesar dos nossos agricultores serem eh agricultor de grão portanto em geral maiores o que a gente faz serve para qualquer cultura e serve para qualquer tamanho de área de produção serve para pequeno médio grande não tem isso e a gente também não tem preconceito algum a gente também é Aberto a todas as agriculturas o o que é relevante para nós é se isso faz a gente melhorar nosso sistema se o solo melhora E se a gente mantém custos que são custos eh estáveis né eu vi que o luí não marcou
meu tempo e por isso que eu vou parar agora não mas eu eu tinha feito eh aqui no final é é aqui É aqui no final eu tinha Ah isso aqui é Isso aqui é importante mostrar olha aqui gente olha que incrível com relação à questão da da a questão da de falta de chuva Agora sim 2 minutos tá isso aí é resiliência climática isso é Santa Catarina e Soja a mesma soja plantada na mesma época a que tá em cima é com manejo sustentável a que tá embaixo é o manejo convencional isso é milho
em Mato Grosso do Sul vizinho e do outro lado o sustentável isso sempre depois de Estiagem isso aqui é Mato Grosso da mesma situação vizinho um ent e o outro convencional isso aqui é é incrível imagina que ali embaixo dia sem chuva durante o ciclo da sorja E ali a produtividade de saco tudo que tá em azul é o convencional veja que quando ele tem 20 dias sem chuva ele teve uma queda do potencial produtivo dele que saiu de 70 para 50 enquanto eu tenho convencional nós estamos Resistindo 60 dias sem chuva no ciclo e
mant a Produtividade e isso se dá porque o solo a Biologia tá funcionando tem um monte de limitação que tá aí descrito né e e aqui é uma coisa que vai pro pro artigo que a que a Ima pediu para poder indicar o que que é que a gente precisa de política pública O que que a gente precisa de atitude para fazer essas coisas acontecerem Muito obrigado [Aplausos] obrigado então Vamos paraa segunda Palestra relacionada a empresas que estão envolvidas com o desenvolvimento sustentável Eu vou pedir agora que fale o Schubert Júnior ele é é diretor
comercial da fármacos da Amazônia é economista formado pela Universidade Federal do Amazonas com pós graduação em emprendedorismo pela Universidade Estadual do Amazonas vencedor de Prêmios nacionais em inovação pela CNI e a bipec com mais de 30 anos de experiência na área comercial e exportação e é o Responsável pela abertura da fármacos da Amazônia nos Estados Unidos com a palavra Boa tarde a todos Quero Agradecer o convite eu me sinto um pouco incomodado tá sentado é o TD TDH que não eu vou fazer igual todo mundo né o TDH não ajuda né primeiro a gente vai
explicando né Eh o nome Schubert eu sou de Manaus eu sou do Amazonas com esse nome austríaco alemão e isso é o Isso é uma casualidade é algo que acontece muito no nosso estado é os Nossos avós botarem nossos nomes que vê em filme ou em revistas sabe Deus de onde vem essas revistas né esse nome Vem de um pastor que veio há 70 e poucos anos atrás numa cidade chamado Careiro que é onde meu pai nasceu meu pai é do interior do interior mesmo de de morar em palafitas né e e hoje Ele é
professor da ele foi aposentado da Universidade do Amazonas eu vou contar mais na frente um pouco a história dele que foi quando Começou tudo isso né E esse e esse pastor entregando Bíblia catequisando índio nome era Schubert e eu sou Schubert Júnior e o nome do meu filho é não é acabei acabou essa palhaçada n que isso nem eu sei falar meu nome Até porque eu p é mudo né gente é schuber E aí nem eu sei falar meu nome né mas eu vou divergir um pouco né como eu sou da área comercial tem muito
doutores professores reitores me Permitam divergir um pouco quando eu me formei economia eu fui fazer meu minha apresentação e era uma época que que a Zona Franca de Manaus estava em em processo de acabar o incentivo lá e como todo bom economista o pessoal falando o que que eles acham o que que não acham aí eu cheguei na frente da minha banca que era assim né algo de dar medo e eu falei gente é muito simples o que a gente pode resolver tudo do Amazonas a gente queima a floresta 100% queima destrói vira Goiás faz
Cria gado cria cria boi cria soja faz plantação destrói tudo pega os rios vende os peixes e acaba com os índios um professor me deu cinco mas os outros me deram 10 e entenderam o porquê quando a gente falou isso todo mundo pulou né e eu também era menino e menino é uma desgrama né para falar besteira é rápido mas enquanto não houver uma valorização real e sincera na nossa Floresta não adianta falarmos dela Sem vivenciarmos e conhecermos né a maior parte das políticas pública hoje são de pessoas que nunca passaram uma semana no meio
da Mata há 30 dias atrás eu tava numa ute de hospital com dengue hemorrágica e hoje estou aqui significa dizer que andar a floresta tem seus riscos né a fármacos ela começou única eh ela começou a princípio não foi única e exclusivamente mas porque o meu praia é professor da Universidade do Amazonas de farmácia por mais de 30 anos e ele Notou que como alguém falou eu acho que foi nosso companheiro ali a nós temos a solução para tudo nós temos essa solução só que todas as soluções estão em prateleiras de universidade e poucas viram
ações né a hora que déssemos mais importância à educação e ao que sai de dentro das Universidade nós não teríamos esse problema lá no Amazonas eh é dito que o Amazonas é um lugar que não se falta água nós estamos nos preparando pra maior seca de todos os tempos o Rio Amazonas está sendo dragado drenado dragado né porque daqui alguns meses não vai mais passar barco vocês imaginam isso o Rio Amazonas não vai passar barco ou seja tudo que o Distrito Industrial fizer ou vai ficar preso ou vai ficar esperando drenagem para possuir passar barco
e onde é que tá essa água toda talvez em Porto Alegre né sou sou aluno do Júlio de Castilho Sou aluno do Julinho né Estudei somos Que bom né Quase que eu me meto em política mas eu consegui sair de lá né fui aluno do Júlio morei em Porto Alegre no Rio Grande do Sul 3 anos eu tenho família lá ajudamos da forma que que podemos e Manaus também todo lugar que você ia tinha um restaurante algum lugar que fazia alguma ajuda né né então existe esse tipo de desafio que a água que tá saindo
do Amazonas tá indo para algum lugar né E se o ano passado nós tivemos a pior Seca no Amazonas e e esse Ano vai ser pior do que o ano passado para onde vai essa água toda não sei se vem para cá para fep Ainda bem que nós estamos no primeiro andar mas com certeza vai para algum lugar né o Amazonas pode não ser o pulmão do mundo como muito tempo se falou mas ele é sustentável ele sustenta um pouco o clima desse Brasil e desse país inteiro eh então precisa ser respeitado e as pessoas
que inventam a política pública Tem que ser colocado ali dentro isso não era nem o que eu ia falar também porque nem tu já viu é isso aqui só tá é um pouco da Nossa revolta né de quem tá todo dia eh ali dentro mas como a gente vai falar para que serve como nasce e e Como gera dinheiro lá dentro como economista fal nós Seme que gera dinheiro do Amazonas e como realmente destruir a floresta é algo impensável e foi uma brincadeira para chamar atenção dos professores e Tentar me diferenciar de alguma forma né
Nós criamos a fármacos da Amazônia que são os fármacos os produtos farmacológicos que vem da floresta amazônica na Amazônia existe um outro mito que eu não sei se vocês entendem ou não sobre isso mas é que lá nós temos matéria prima da floresta à vontade isso não existe né dentro da área de cosmético a matériaprima da Amazônia ela é muito escassa né Eh nós não conseguimos à vontade né E existe a Biopirataria muito grande o meu pai como professor já foi eh alvo de vários golpes disso né de a pessoa começa na fármacos tentando comprar
alguma coisa depois tá pedindo a planta e os estudos e isso e aquilo inclusive o cheve mesmo nos Estados Unidos antes da pandemia negociando ali na em ali perto da lá ali na Flórida não sei que cidade exato e a pessoa foi negociando comigo e claro a gente vai ficando feliz eu sou gerente comercial Eu quero negociar eu quero abrir os Estados Unidos né eu vendo na Amazon vendo no Walmart eletrônico e no final a pessoa perguntou tu tem como me mandar as plantas a as sementes para cá eu digo tenho tu me manda 100.000
adiantado que é o preço da minha prisão né eu vou ser preso né tu me manda 100.000 E aí o que vale eu preso não sei quantos milhões tu manda aí depois a gente conversa e a pessoa nunca mais falou comigo tá bom eu vou Pedir para para tocar né para colocar um vídeo bonito né eu vou pedir para colocar um vídeo para Vocês entenderam um pouco a fármacos né a fármacos ela é uma empresa de base familiar que é o meu pai minha irmã e eu Nós temos 22 anos de empresa né foram foram
2 anos de fundo de quintal e e 22 anos eh sempre trabalhando com a floresta amazônica nós temos um grande diferencial né eu acabei acortando um pouco desculpem o TDH Mas como nós não temos matéria prima à vontade a fármacos fiz algo diferencial eu não sei se no Brasil inteiro mas nós temos um terreno lá nós temos terras lá em met qu 1.00000 que nós plantamos as plantas que vão ser utiliz não apenas é a floresta em pé como é a floresta reconstituída é a floresta replantada de uma forma que nós utilizamos apenas as folhas
e essas folhas é transformada em óleo e é transformada em cosmético né Então não apenas nós vamos refazer a floresta Claro eh de acordo com o nosso tamanho nós éramos como eu falei Fundo de Quintal para micro para pequena e hoje nós somos uma média empresa e dentro dessa média empresa fep tem uma grande importância porque nós nós somos ganhador de sete prêmios fep né gente gente já era todo ano a gente via pra festa da fep era a coisa mais linda do mundo né e teve ess prêmio muito bom né Então nós plantamos isso
para eh fazer o nosso próprio cosmético tá bom vocês vão conhecer um pouco a empresa tem como colocar o vídeo por aí aqui não vai apertar não Ah o Nossa Amazonas uma das regiões mais ricas do Brasil terra da cultura da diversidade e de inúmeras espécies de plantas e animais também é solo de um povo Guerreiro forte e criativo foi nesse solo a partir desse povo Caboclo aguerrido e cheio de inovação que nasceu A fármacos da Amazônia do beço artesanal a produção industrial é a pioneira no desenvolvimento econômico e sustentável de bioativos Amazônicos uma empresa
que utiliza os recursos da floresta óleos essências e plantas medicinais de forma sustentável para fabricação de mais de 70 produtos distribuídos entre cosméticos alimentos e m de base familiar a partir do professor e pesquisador Schubert Pinto da Universidade Federal do Amazonas ganhou destaque a partir do plano de negócios iniciado no Cid centro de incubação e desenvolvimento Empresarial vieram então sete premiações de reconhecimento à Inovação de seus produtos e processos também foi reconhecida como empresa empreendedora e vencedora do prêmio Nacional do CNI o cuidado em criar Inovar e manter a tradição dos produtos naturais promove a
qualidade de vida para quem os consome e Gera renda para nossa região sem degradar nem poluir o meio ambiente é dessa maneira que a fármacos da Amazônia se mantém Líder no norte do Brasil se tornando presente também em outros estados fabricando em média 10.000 unidades por dia com a força importância da floresta amazônica para o nosso planeta os negócios se expandiram hoje a fármacos da Amazônia exporta produtos com DNA 100% amazônico para os Estados Unidos com registros reconhecidos pelo Fda uma história de contínuo investimento em pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias a Amazônia é o
tesouro do mundo além da Beleza Natural a região também é rica em Recursos e matérias primas que ov a saúde e bem-estar nossa missão é levar até você o que há de melhor na floresta de forma segura sustentável com qualidade e Respeito as nossas raízes amazônicas fármacos da Amazônia a Amazônia em [Música] você legal né não emociona em história aqui é interessante que quando a gente começou a empresa é e meu pai aí são do Dezinho né a gente no domingo a gente foi proibido de falar proibido porque a gente faz o churrasco né também
com uma certa tendência Gaúcha né todo domingo tem churrasco E os as esposas os cunhados falavam assim ninguém vai porque vocês só falam de empresa Então tem que terminar isso e no sábado e Domingo nós tentamos parar o sábado o domingo a gente consegue o sábado nem tanto né né então aí já vai ser daqu é como eu falei uma empresa que eu vou só resumir e depois eu vou falar o a minha área econômica mesmo que eu acho mais interessante que a nossa a área de eu falar aqui é como a gente pode gerar
recurso né A bioeconomia é uma economia baseada no Uso Sustentável dos recursos biológicos né hoje nós temos do minutos já meu Deus então vou pulando aqui eh hoje a fármacos ela compra de várias comunidades né Nós operacion a bioeconomia eh utilizando produtos naturais né todos os nossos óleos são 100% naturais muito de produção própria ou de comunidades é muito importante né é muito importante nós trabalharmos em parceria com a comunidade local e o os institutos governamentais ou não em muitos lugares e em muita comunidade como se se ajuda esse povo né é são Lugares que
o governo não chega fora os tal dos bolsas atrapalha a família porque eles não trabalham eles não geram e eles não vão atrás de sobreviver nós chegamos a distribuir algo em torno de R 800 a R 1 milhão de Reis todo ano é pouco para o é pouco mas pro nosso tamanho é bastante recurso né por 50 100.000 todo mês tu ir pro interior do Estado e distribuir em formato de compra de matériaprima num comércio Justo na França se falava é Comércio justo mesmo é algo que você paga né para as pessoas trabalharem e El
entregarem uma matériaprima de qualidade né dentro dos nossos estudos nós estamos lançando linha de produtos exemplo do Guaraná todo mundo gosta de guaraná o Brasil inteiro consome guaraná só que o Casquilho de guaraná que é todo jogado fora Ele tem o mesmo o teor de cafeína do do que tá ali dentro né do do olho do Guaraná Então esse tipo de estudo nós estamos fazendo para lançar produtos Produtos novos Vamos ser a primeira empresa do Brasil a lançar os games né são produtos em forma de Jujuba com ativos Amazônicos né Nós até brincando lá digo
não vamos lançar creatina com guaraná porque o cara já já usa creatina já fica cafeinado E aí já vai paraa sua academia e faz é uma não mas mas ali não não não legal para mim eu preciso vender né não posso estourar ninguém não vamos botar 3 G ali aí existe a Anvisa nós somos 100% Anvisa Tá bom então nós ainda Conseguimos gerar bastante recursos através da comunidade né existe uma reserva chamada waimiri atroari que fica a 200 km de Manaus é onde tem nossos sítios essas pessoas esses índios Nós levamos saúde muitas vezes educação
para eles né e de formato mais grosseiro né me perdoe a forma de ser grosseiro é ensinar os caras a ganhar dinheiro porque são enganados de uma forma absurda né são um índio que acha que sabe negociar e ainda ganha um Espelhinho em troca do Ouro deles então ou a gente planta ou a gente paga isso direito para que eles possam ter as condições de ter qualidade para que nós possamos fazer produtos de qualidade né então não em toda a região mas dentro do nosso nosso tamanho nós temos mais de 70 comunidades na qual nós
mensalmente ou por período né porque eles não têm matériaprima toda hora não não existe essa matériaprima abundante mas a gente já faz paga um ano antecipado faz as Coisas certa leva os pinos leva mas faz parte do negócio né os cara toma tudo de cachaça mas é natural do do do povo então a gente consegue gerar recurso e dentro desse recurso gerar uma certa qualidade de vida para todas essas pessoas né agora que eu ia começar já acabou também tô te imitando mesmo né então já tá já acabou mas é falar 22 anos de História
na realidade são 25 Com um fundo de quintal ainda e crescer até média empresa é uma Coisa muito satisfatória sabendo que nós já temos três sítios já plantamos algumas dezenas de milhares de árvores né e nunca foi derrubado uma única planta uma única árvore para que nós possamos ter eh sempre matériaprima de qualidade né E como bom economista nós temos que vender o Amazonas até o ar né Vocês querem ar do Amazonas eu vou ter que ir para vender para vocês mas isso só vai poder acontecer se existe vi um propósito eh Regional ali dentro
né Não somente uma empresa nós temos diversas empresas que usam o nome amazônico e fica aqui para esse fórum um dia tem um seo amazônico quem usar o nome amazônico tem que gerar recurso lá dentro tem que gerar emprego lá dentro em vez de usar o nome amazônico os caras faturam 10 bilhões de reais e não joga 100.000 lá dentro menos do que eu que não sou um milésimo deles tá bom Obrigado estou à [Aplausos] Disposição Olha eu como controlador do tempo viu Rodrigo eu t um des porque o seguinte eu fico extremamente interessado nas
apresentações E aí fico querendo que continue então só que tem coisas assim tem o jantar com a família né O Peregrino então então então agora eu quero pedir que fale aqui o Thiago Piccolo que é o atual CEO da regm empresa referência em restauração ecológica de alta qualidade Em escala ele iniciou sua carreira em finanças no Morgan Stanley e na GP investimentos formado em economia pela Harvard University com pós-graduação pela Harvard Business School já atuou como CEO do hot Fruit natural da terra maior varegista alimentar do Brasil do grupo tecnos maior indústria de relógios do
país e da fintec Submarino finance Então você com a palavra muito obrigado boa tarde queria começar agradecendo a fnep pelo convite A professora ima também saudando aqui os os colegas da mesa eh a minha contribuição aqui hoje é como um executivo trabalhando paraa restauração de de vegetação nativa em larga escala tá E é fácil falar da regreen é difícil falar em 15 minutos então me organizei aqui pra gente falar um pouquinho sobre o que que a empresa é o que que a gente já fez até hoje e depois terminar falando um pouco dos Desafios que
a gente enfrenta tá e e eu também tenho um Videozinho que tá dentro da apresentação é o primeiro slide Então eu não sei se eu passo aqui ou se vocês passam aí mas um vídeo bem curtinho que ajuda a gente a começar não foi aí voltou o vídeo não foi o vídeo tá nesse slide nossa meta é restaurar 1 milhão de mas o planeta terra precisa muito mais para que a gente possa endereçar as principais crises que a humanidade vive hoje aig Green é uma empresa que busca Fazer uma coisa a restauração ecológica de alta
qualidade em escala nós fomos desafiados pelos investidores a criar modelos que parassem em pé financeiramente um choque né opa pera aí como é que eu faço uma floresta para em pé [Música] economicamente já fizemos vários reflorestamentos aqui que a natureza todo mundo depende dela né E quem cuida dela somos nós né [Música] bom a a brien é uma empresa de restauração ecológica Então o que a gente faz a gente pega áreas que foram desmatadas no passado décadas às vezes até séculos atrás e promove a restauração da do do do ecossistema que existia lá antes da
degradação eu acho que tem algumas coisas que tornam Green uma empresa diferente interessante o primeiro é esse embasamento muito grande que a gente tem na ciência a empresa foi Fundada por um grupo de sete phds como eu sou eu sou o oitavo funcionário da companhia e como eu sou constantemente lembrado eu sou o primeiro que não tem um phd eh e e isso acho que torna a empresa bem especial e dá pra gente eu acho a nossa base da cultura da companhia A empresa que foca muito em escala eh eu acho que tradicionalmente a restauração
ecológica é algo que foi feito em menor escala com muita bravura é muito pioneirismo e a Gente achou achou que o momento era certo pra gente complementar esse esse approach com o approach de escala é uma empresa que tem um comprometimento grande com qualidade a gente usa um termo até que é restauração ecológica cinco estrelas que é um termo não é que a gente inventou é da sociedade eh paraa restauração ecológica internacional que quer dizer que não só a composição física da floresta é recomposta é restaurada mas todos os subsistemas eh Eh ambientais e tudo
para dar resiliência paraa restauração e a gente foca muito não só em gerar os benefícios climáticos que eu vou falar um pouquinho lá na frente mas também gerar COB benefícios importantes pra biodiversidade e pras comunidades no entorno tá e a gente hoje tá presente em dois biomas eu falo um pouco mais à frente na Mata Atlântica e na Amazônia proposta de valor da companhia a gente falou um pouquinho no vídeo a Gente tem essa essa meta bem ambiciosa de restaurar 1 milhão de hectares e é muito eu acho mas é pouco também se a gente
comparar com o tamanho do problema né e dessa crise climática que a gente enfenta o mundo hoje emite 60 gig toneladas de carbono por ano se a gente restaurar 1 milhão de hectares quear para burro a gente vai capturar 15 milhões de toneladas estão uma pequena fração de uma pequena fração Mas é uma parte da solução a gente espera e a Gente monetiza essa restauração de algumas formas a principal delas é o crédito de carbono é é um crédito de carbono que a gente chama de remoção aonde você parte de uma área que era um
pasto ou seja que tem uma linha de base de carbono muito pequena você recompõe a floresta e essa diferença entre o que era e o que virou através da da ação que a gente Tomou é o que gera o crédito de carbono e tá lá estocado eh nas árvores tá eh como eu falei também no início a Empresa eu acho que Opa des desde sempre tentou né buscou ser constituída da melhor forma possível com os melhores profissionais em cada uma das áreas a gente tem hoje um corpo científico muito diferenciado com pessoas aqui do Rio
da PUC pesquisadores que que acho que publicaram eh papers assim muito relevantes em diversos aspectos da da Restauração e também uma turma boa eh muito reconhecida eu acho lá da esal do interior de São Paulo que é o pessoal Que desenvolveu as técnicas de restauração que a gente usa hoje eh para restaurar um hectar a prescrição varia tremendamente dependendo da situação daquele hectar dependendo do uso pretérito da terra dependendo do Entorno E então pode ser uma restauração muito intensiva envolvendo o plantio de 1.600 indivíduos por hectar com alta diversidade de espécie pode ser uma estação
menos intensiva onde a gente cuida de remover o que tá bloqueando a Regeneração natural e aí ajuda a natureza a caminhar na direção que ela já naturalmente já caminha quando esse potencial existe eh a gente depois eu acho desse grupo de cientistas vem um grupo de investidores a gente é uma empresa né então a gente tem por trás investidores e alguns dos investidores que são reconhecidos no Brasil e lá fora como dos mais comprometidos com o impacto mais comprometidos com o longo prazo e com a sustentabilidade do que a Gente faz e foi complementando eventualmente
com o grupo de executivos do qual eu faço parte que tem como missão colocar de pé esse negócio desenvolver o plano de negócios e hoje a gente é uma empresa como qualquer outra tem tem tem ciência e tem capital mas tem também contabilidade marketing RH enfim todas as funções que a a das empresas tem eh falando um pouco sobre Eh agora acho Que agora foi eh as comunidades locais eu acho que são eh uma parte importante da regreen na verdade a gente entende que como uma empresa eh eh de certa forma Pioneira num setor que
tá surgindo agora nosso papel não é só ter um sucesso Empresarial dentro desse setor é ajudar a criar o setor Então nesse sentido a gente precisa investir em ciência precisa investir na cadeia de suplimentos e precisa ter certeza que a Comunidade tá envolvida e ela eh sente eh e percebe valor daquilo que a gente faz e a gente hoje tem três pilares três pilares para essa atuação eh a gente busca eh gerar emprego e renda nas comunidades onde a gente tá presente a gente Geralmente vem substituindo a pecuária a gente tem iniva que é uma
atividade que gera bem pouco emprego e bem pouca Renda pra comunidade então a gente se assegura de de melhorar essa situação eh a gente Busca disseminar conhecimento e produzir ciência apesar de ser uma empresa que é eu ainda considero uma Startup uma empresa ainda que tá no início da sua vida a gente foi fundado 3S Anos Atrás a gente tem uma um orçamento de pesquisa e desenvolvimento relevante eh e a gente busca engajar as comunidades no entorno escutando eles sempre antes de eh eh implantar os os os eh projetos e durante a implantação dele também
e por que que a r Green foi Criada no Brasil e não foi criada em Nova York ou em Londres ou em qualquer outro lugar no mundo é porque o Brasil tem um potencial que é inigualado no mundo para as soluções baseadas em natureza a gente tem no Brasil hoje 194 milhões de hectares de pastagem é uma área que cobre boa cobriria boa parte da Europa Ocidental e desses 194 milhões mais ou menos metade são pagens degradadas aa Nossa produtividade na pecuária é baixíssima é muito muito Fraca eh e a gente tem condições climáticas no
Brasil é que são também muito diferenciadas versus A grande maioria do mundo eh além de ter eu acho já um conhecimento científico eh bastante avançado na na questão de florestas tropicais e e no fundo Esses são os mesmos fatores que nos tornam referências no ar Agro no setor de eucalipto tudo mais então a gente realmente acredita muito no potencial do Brasil para soluções baseadas em Natureza a gente trabalha em cima de um trabalho de um de um algoritmo de otimização geoespacial que indica pra gente Quais são as regiões no Brasil que tem mais potencial para
restauração usando Eh algumas dezenas de camadas de dados diferentes e tentando assim maximizar o impacto que a gente tem a gente hoje eh trabalha a gente tem eh adquiriu já 26.000 ha de de propriedades privadas que antes eram propriedades de pecuária de baixa produtividade Muitas Delas com proprietários ausentes eh e a gente tá presente hoje como eu falei em em dois biomas na mata atlântica no município de Eunápolis e Guandu eh no sul da Bahia e e em breve eu espero aqui no Vale do Paraíba também no interior do Rio na fronteira com Minas Gerais
e a gente tá presente também na amazia no Oeste do Maranhão e Paragominas são os clusters iniciais que a gente elegeu a gente quer ganhar mais tamanho nessas áreas e eventualmente e para outras Áreas também no Brasil e quem sabe no futuro nos outros países que também tem um potencial para essa atividade aqui eu trouxe uma foto da nossa primeira área de restauração que é a Fazenda Ouro Verde e de uma espécie que é cana fía que é nativa da Mata Atlântica a gente percebe depois de um ano não vou dizer que você chega lá
Especialmente para quem é cientista depois de 1 ano e meio o impacto não é Exatamente de uma floresta daquela de cinco estrelas que eu falei mas para um leigo é uma diferença enorme de uma área que era um pasto com pouquíssimos animais gerando pouquíssimo resultado pro proprietário pro entorno Eu também trouxe mais um videozinho só mostrando essa mesma área num shot aéreo se vocês puderem passar Essa era área de pasto já preparada pro plantio já com a subsolagem como é que ela ficou depois De Exatamente é 10 meses exatamente a gente tem conseguido eu acho
bons avanços e tem conseguido eu acho também colocar esse assunto eh na prateleira na vitrine esse esse potencial que o Brasil tem para restauração eh ecológica e a gente recentemente assinou e anunciou um acordo muito importante com a Microsoft A Microsoft é uma empresa que fez um compromisso de zerar suas emissões de Carbono tá trabalhando para mudar eh né o seus processos produtivos o seu uso de energia e etc e tem investido em soluções de remoção de carbono de alta qualidade como as nossas a gente fez um contrato de 15 anos na qual a Microsoft
se compromete ao longo desse 15 anos a comprar e os créditos carbono que vão ser gerados através da restauração de 17.000 haar nesses dois biomas eu queria terminar aqui na verdade gastar até um pouquinho mais de Tempo falando um pouco dos Desafios que eu acho que era o dever de casa que eu recebi da da da ima dividir um pouco com vocês o que que a gente encontra de obstáculo hoje primeiro que eu botei é o conhecimento científico apesar da gente tá aqui no Brasil eu acho ter uma certa base desenvol e apesar daen ter
sido constituída por cientistas a gente reconhece que a gente tá muito no início da nossa jornada Eu tenho um conselheiro até que que usa uma Expressão bem interessante quando ele compara o que a gente tá fazendo com o setor de eucalipto né o setor de eucalipto eh passou por investimentos muito grandes no aumento da produtividade um hectar de eucalipto hoje é qu C vezes mais produtivo do que era nos anos 70 nada disso foi feito ainda da mesma forma para nativos e e a expressão que ele usa ele falou aqui no Brasil a gente conseguiu
transformar as espécies Exóticas em espécies domésticas que a gente Domina muito bem e as espécies nativas viraram exóticas pra gente então desenvolver esse conhecimento científico é Um Desafio enorme que a gente tem e para uma empresa como a nossa que tá começando a gente não consegue fazer isso sozinho a gente precisa fazer isso em grupo com o setor e precisa fazer isso com apoio das instituições que geralmente eh eh estão aí para ajudar nesse sentido segundo é tecnologia e Operações eh não é fácil restaurar essa quantidade toda de hectares não é fácil fazer isso em
paralelo em cinco propriedades Como eu faço hoje é difícil de fazer isso em áreas que são declivosas ou aclives aonde você não consegue mecanizar então desenvolver essa tecnologia desenvolver os drones os softwares que permitam a gente fazer isso é absolutamente essencial para que a gente possa atingir a ambição de escala que a gente tem E para isso Também precisamos de apoio e também precisamos se dedicar a eh a tecnologia desenvolvimento de ciência e tudo mais eh cadeia de suprimentos é um é um é um um complic metet também não tem hoje uma cadeia de suplimentos
formada se eu quiser comprar milhares de mudas de um dia pro outro milhares de sementes de um dia pro outro isso não existe então a gente tá ajudando a formar isso tá dando eh visibilidade da nossa demanda previsibilidade tá ajudando com Maquinário e tecnologia alguns viveiros menores nas regiões onde gente tá presente a gente precisa dessa cadea Mentos e aparecendo pra gente poder ter a escala que a gente quer ter aspectos fundiários não vou gastar muito tempo mas é difícil acessar área no Brasil especialmente para uma empresa como a nossa que tem um nível de
diligência muito alto então para cada eu hoje já comprei cinco áreas né totalizando Mais ou menos 20.000 he eu já eu já 26.000 he Eu já avaliei mais ou menos 2 milhões de hectares Então essas coisas vão sumindo porque não tem matrícula Porque tem uma posse ou porque tem um passivo ambiental Então realmente é um Desafio grande da nossa da nossa área capital o nosso negócio é altamente capital intensivo eu compro as áreas hoje no futuro eu quero fazer parcerias que eu acho que diminui a intensidade de Capital mas eu preciso restaurar no início e
a captura de carbono ocorre ao longo de 50 anos o Investimento tá na frente e o carbono vai sendo capturado ao longo de muitos e muitos anos então para isso a gente precisa de uma base de capital e hoje não é fácil para um banco financiar isso o banco tá não tá acostumado a financiar o tipo de coisa que a gente faz com prazo que a gente tem não tá acostumado a colocar valor na natureza como a gente acha que deveria ter então para isso a gente também precisa de apoio a gente por exemplo conseguiu
aprovar uma linha No BNDS muito importante com fundo clima mas com muita dificuldade necessidade por exemplo de colocar garantia 100% de garantia então às vezes é um pouco do ovio da galinha e por fim gente cultura aí um desafio eh grande mas gostoso de trabalhar de como é que a gente faz para uma empresa que tem cientista financista da Faria Lima e executivo falar a mesma língua trabalhar junto para fazer o negócio dar certo Muito obrigado Eh lembrar que essas discussões esses debates essas apresentações estão sendo assistidos também de forma online bom então pode ser
até que o pessoal online aí tenha perguntas a fazer nós começamos agora ess essa parte de debates né de questões perguntas etc eh e tá então aberto para perguntas Eu quero primeiro fazer um comentário e e e que é o seguinte realmente o esses tanto Eduardo Martins como Schubert Júnior como Thiago Piccolo mostraram assim saídas né para o Desenvolvimento sustentável de de biomas e até reconstrução de biomas certo então eu acho que isso aponta para para uma possível saída pode haver outras né e um aspecto que eu acho interessante que eu tenho visto nessa em
todas essas apresentações é eh isso isso foi dito eh por você Eduardo a questão de conversar né conversar com as pessoas envolvidas né Eh e isso é muito importante quer dizer sem isso não vai quer dizer não adianta vou fazer uma não Adianta pegar biodiversidade na na Amazônia né E purificar l em São Paulo Tá certo porque isso vai gerar riqueza pro país mas não mas não não acaba não não não não acaba com o desmatamento da floresta porque o pessoal lá vai continuar cortando madeira e vai continuar fazendo mineração ilegal porque tem que sobreviver
né então é muito importante envolver o pessoal também nisso né através da participação na medida da possibilidade e através da Educação também né quer dizer que eles eleve o nível de educação deles ajudá-los nisso né para entender o que estão fazendo e mais que sobreviver Viver Viver a Vida da floresta viver a vida do bioma e conservar aquele bioma Então eu acho que são lições assim muito muito importantes pra gente muito importantes pra gente né a gente vê aquele desastre no Rio Grande do Sul e a gente vê toda essa solidariedade que se formou em
torno Disso e logo em seguida vem aquela pergunta e aí como como é que a gente vai se precaver né no futuro como é que a gente vai evitar esses desastres né então nós temos aí uma conexão ttic um sistema complexo a gente chama isso em física de sistema complexo que envolve uma porção de coisas né O que tá acontecendo na Amazônia influi no sul do país né então influi no mundo né então é uma questão muito importante eu acho que é muito importante para fep também né Porque a fep tem esse lado social muito
importante né e tem a ver também com a O que é fnep como é que a fep pode contribuir né para que haja esse desenvolvimento sustentável dos biomas eu quero aqui agradecer muito né primeiro a Ima que foi realmente fantástica na na elaboração desse desse [Aplausos] projeto Quero agradecer também aos técnicos e técnicas da fnep Tá certo me Lembro da primeira reunião que tivemos né com o pessoal entusiasmado querendo realmente discutir essa questão eh interdepartamental m né quer dizer um caráter departamental porque tinha gente ocupando disso em vários departamentos e a fepe é uma só
né e a questão é uma só né agradecer muito também ao Peregrino que que realmente tem promovido essas discussões aqui na fepe um realmente eh não ele ele ele já tem uma longa Vivência nisso né Peregrino em várias outras instâncias mas aqui na finep acho que ele tem sido muito importante e last but not least né agradecer muito ao presidente da fep o Celso pancera que tá ali atrás ol ali e e que e que realmente tem essa consciência eh social né Eh muito forte né que entende que o Brasil precisa dessa consciência precisa de
desenvolvimento sustentável e que dá a fep uma força muito grande nesse sentido né de ser uma empresa estatal que serve Ao povo brasileiro né e através da sua participação social e a através dos seus critérios né de fortalecer de incentivar e de motivar um desenvolvimento sustentável pro país né então eu queria agora abrir para debate perguntas etc Ah boa tarde a todos me chamo Renato primeiramente C você quer fazer uso da palavra agora como é que tá depois tá bom Ahã bom queria cumprimentar toda a mesa eh e também os colegas que estão Assistindo online
né Eh sou Analista da fenep eh a 15 anos e eu tive a oportunidade de momentaneamente eh acompanhar os trabalhos da federal de Pelotas assim como da ugs então através da magnífica retora eu mando um abraço para toda a comunidade Lá de Pelotas também vocês tiveram um papel formidável inclusive na pandemia e que nunca será esquecido por nós né e um abraço para todos vocês né Eh a minha fala não vai ser uma fala Dan analista de fnep porque Acho que o tá muito bem representado pelo Rodrigo não tem eloquência dele Daí então é é
a minha fala vai ser rapidamente assim como uma testemunha ocular de quem vivenciou a tragédia porque eu estava lá em Lageado daí eu consegui eh captar eh o que de fato ali aconteceu e foi algo realmente sem precedentes né Acho que todos vocês já viram imagens suficientes eu não vou aqui eh falar da da da da destruição Especialmente na na Em duas cidades que onde eu tenho entes queridos ali rocas Sales Encantado daí ã Mas falar da resiliência do do Povo Gaúcho né o professor Eduardo falou bastante a resiliência do solo né as pessoas que
habitam o solo também naquele naquele espaço geográfico são muito resilientes né e o que eu posso dizer que nas primeiras 36 horas ali da tragédia eh de fato foi povo salvando o povo né e as Universidades participaram desse esforço que eu posso dizer é que Não só as federais né que estão aqui muito bem representadas né mas também as comunitárias aí eu vou destacar o papel da Univates o papel da UNISC em Santa Cruz do Sul imediatamente abriram as portas assim como como deve ser feito e acolheram esses essas pessoas estavam desabrigadas então eu pude
verificar assim nossa toneladas de de mantimento sendo canalizados para as Universidades e acho que esse é um ponto fundamental como as Universidades elas eh se Tornaram eh nos últimos anos assim um ponto eh de acolhimento da população eu acho acho que isso é um ganho que que não se pode perder de perspectiva né Eh academia eh de portas abertas né pra sociedade Eu acho que isso tá funcionando muito bem e isso não pode ser deixado de consideração eh também gostaria eh de citar a questão da Agricultura Porque ela foi muito atingida o Rio Grande do
Sul tem um papel fundamental na agricultura do país É um na região sul a maior produtor de grãos tem um peso significativo eh nós só da parte dos vinhos lá da Serra né mas também eh de soja e trigo né e o que eu pude ver não foi apenas assim o o o lato solo indo embora né o solo indo embora mas eh bairros inteiros que desapareceram lavouras inteiras que desapareceram e ficaram as pedras então o processo de recuperação ã da atividade arg pecuária dessas regiões atendidas eu posso falar Mais do Vale tacar e da
Serra vai demorar bastante porque você vai ter todo um trabalho de recol dessas pedras para então e que se possa trabalhar alguma cobertura vegetal e daí retomar a atividade da Agricultura mas resumidamente era isso só queria dar os parabéns pela iniciativa tô muito orgulhoso da fnep em menos de 60 dias tá respondendo fazendo a sua parte eu me lembro de ter trocado o WhatsApp com com o Celso e respondeu imediatamente Renato Nós vamos Estamos fazendo alguma coisa e agora com menos de 60 dias a gente tá aqui reunido discutindo a ação que já tá estruturada
então isso mostra realmente que o governo também a fep tão tão atentos e é isso só queria ser testemunha assim da do papel das Universidades nesse momento que foi Fantástico e tá sendo Fantástico Muito [Aplausos] obrigado eh Boa tarde a todos parabéns pelas Pelas palestras pelos contos também e gostaria de fazer direcionar minha pergunta para as empresas eh até em função da do papel da fnep né do relacionamento entre icts e empresas eh ouv como desafios e também como ações eh concretizadas é a parte da a relação com a pesquisa e a ciência Eu gostaria
de de saber você mencionou que é um dos Desafios thgo e e se você conseguiu nesse período nesses 3 anos ter uma resposta das ict Se for se você chegou a fazer essa busca e também do Schubert se foi possível eh você nesse como foi possível né no desenvolvimento da sua empresa eh a Acionar e ter as respostas também das icts da mesma forma na parte da da Agricultura Eduardo Obrigado eh sim eh e sim já Já começamos a acionar essas instituições que podem nos ajudar Inclusive a própria fnep nós estamos participando agora de uma
chamada de um Edital e também e Temos conversado sobre a possibilidade de captação de recursos em outras modalidades seja diretamente com a fnep seja através de correspondentes que vocês têm ou bancos que lidam às vezes com montantes menores né E também já tivemos conversas com outras instituições eh eu diria que os desafios que a gente encontra são dois O primeiro é que para uma empresa relativamente pequena como a nossa que tem que fazer muitas coisas às vezes é Uma dedicação muito grande para participar de todos esses processos e são processos que geralmente demoram um pouco
mais e exigem muito da gente então às vezes é falta braço e tempo para uma empresa que tá se estruturando e que tem que fazer muitas coisas ao mesmo tempo segundo Eu mencionei um pouco da garantia né assim empresas muito maiores Às vezes tem um monte de garantias e tem bancos que Estão dispostos a dar a garantia só em troca de 1 2% ao ano no Nosso caso uma situação muito su gêner a gente ficou super feliz quando a gente captou esse recurso do BDS aí tem que ter 100% de carta fiança a gente foi
no banco os caras falaram prontamente é só você depositar 100% de colateral aqui mas para que que eu tô captando dinheiro então então eu acho que essa é uma outra coisa como que uma empresa que tá tá crescendo tá surgindo gera as garantias que são necessários muitas vezes para acessar esse recurso que geralmente só Empresas muito maiores mais estabelecidas conseguem acessar e eu acho que ainda não a gente não consegue ainda convencer eu acho do valor do ativo que a gente tá na mão eu tenho milhares de hectares plantados com árvores nativas se fossem milhares
de hectares de lavour eu acho que de repente o pessoal enxergava o valor mas milhares de hectares de IP de jatobar se ainda é difícil de valorizar mas eu tô otimista que a gente Vai conseguir aos poucos evoluir também sinto Boa Vontade de praticamente todas as instituições com quem a gente fala eh a gente eh tem muita relação com pesquisadores e os pesquisadores fazem parte do grupo eh lá tem o agricultor o pesquisador e os técnicos tudo junto e sempre interagindo muito né Eh a gente também tem uma prática que o de estimular o o
o o agricultor a testar as coisas então o agricultor faz muita teste vê o que funciona o que não Funciona e e sempre compartilha isso tem sido uma ferramenta muito ágil de extensão do conhecimento eh Nem sempre o que a gente precisa resolver é simples por exemplo nós somos dependentes de herbicida eh e nós precisamos resolver isso e foi muito difícil a gente encontrou inclusive pesquisadores expostos a a a trabalhar redução de herbicida etc mas a gente precisava de buscar solução que eliminasse o Herbicid e a gente acabou percebendo que essa solução ia ser pelo
caminho da mecanização né e foi muito difícil achar quem se dispusesse a fazer isso a gente acabou montando um grupo de técnicos colocamos um conjunto de pessoas que são produtores acompanhando esses técnicos fizemos uma vaquinha entre os agricultores e estamos pagando essa pesquisa que já vai completar 3 anos agora em setembro vamos ter o primeiro protótipo que já custou R 3 milhões Deais né e estamos com muita expectativa de um edital que tá anunciado aí envolvendo eh mecanização porque a gente quer colocar esse equipamento para ele poder trabalhar em escalar então eh eh Tem vários
tipos de problemas como esse um outro problema sério que nós temos nós não temos semente hoje sendo selecionada que seja responsiva a esses manejos regenerativos Porque toda a indústria de semente tá controlada por poucas Empresas que usam o melhoramento como veículo da trenia e a trenia no Brasil é um esquema de você vender insumo numa lógica de venda casada então aí você fala bom vou montar um esquema de melhoramento de semente é complicad envolve Prazo Longo né Eh eh mas a gente já viu que é possível Tem gente na universidade os agricultores já se dispõe
a fazer então cada uma dessas coisas que a gente sabe que não vai vir da cadeia a gente tem se organizado para Fazer emergir ao mesmo tempo é importante a gente dizer que e essa coisa que é Um Desafio que é você organizar a cadeia de fornecedor nós Já conseguimos organizar duas cadeias de fornecedores uma de pó de rocha e outra de insumos biológicos para multiplicação própria tanto é que essas duas cadeias hoje tem organizações próprias elas já se organizaram e já já já têm uma estrutura e se defendem e se colocam e se organizo
Então isso é outra coisa que Também a gente tá quando eu falei aí ouv aí o negócio da Neo industrialização eu fiquei animadíssimo f porque muito do que a gente tá precisando pode vir eh dessa dessa iniciativa da Neo industrialização que vocês estão propondo Qual é a pergunta mesmo Alô oi relação que vocês já estiveram já tiveram com icts para conseguir com a instituição instituições de ciência e tecnologia para conseguir implementar as as inovações e os produtos de vocês B a fármacos como uma empresa tecnológica e meu pai como professor da universidade por mais de
35 anos eh existe uma frase lá no Amazonas que quem parte reparte não fica com a melhor parte ou é besta ou não conhece da arte Então os melhores alunos nós trouxemos para fármacos né os melhores alunos dele e os outros bons alunos que foram para essas instituições nós mantivemos acordos né e parcerias né lá em muita gente reclama das instituições mas a Fármacos é uma empresa que nasceu dentro de uma incubadora de empresa e até hoje vive eh eh com apoio das instituições a própria fep nós estamos no outro domingo indo pro para Belém
pra universidade do Pará mostrar os o resultado de projetos que foi apoiado pela fnep né E nós sbpc é é a terceira que a pharmacos participa então mesmo CBA algumas instituição de órgãos algumas instituições na amazia nós temos acordos para fazer principalmente testes né porque como os Nossos testes não são validados no Amazonas nós temos que mandar os nossos produtos para fora para rbla não sei coisa assim isso aí é mais dos farmacêuticos tá então antes que a gente que nós façamos isso Nós criamos um laboratório dentro da empresa para esse laboratório nos dá o
norte pra gente mandar para as instituições para esses parceiros que eles vão dizer tá OK pode mandar para para fora que a Anvisa vai legalizar ou não né E outra coisa né Eles tê muito estudos no Amazonas Existe muitos estudos existe solução para tudo para todas as doenças do mundo claro que é muito estudo Porém precisa eh eh aprofundar nesses estudos então muuito do que tá sendo estudado dentro do segmento principalmente de cosmético nós chamamos o técnico o professor nós temos hoje uns quatro ou cinco projetos sendo trabalhado em conjunto para produtos que vão sair
daqui a 2 anos daqui a 3 anos mas estudando principalmente os ativos Da floresta amazônica né mas ao contrário do que muito se fala muitos empresários só reclama nós vivemos dentro de uma incubadora fomos apoiados desde o sebrai fep governo do estado todo mundo fizemos todos os cursos a a gente não sabia nem precificar um produto e tudo foi aprendido através de instituições de parceiros nós nós fomos altamente nós somos grato por cada eh eh instituição dessa por cada parceiro de tecnologia Que nos indicou eh aonde ir aonde não ir mesmo na área é porque
tem hora que a gente se empola vamos comprar máquina tal custa um rinze mais o dos meus filhos e aí os caras cara não faz isso nós temos essa máquina aqui na universidade faz o teste que tu quer ver se é isso mesmo e às vezes não era nós íamos quebrar ou quebrar a cara no mínimo né então a fármacos ela é grata e depende ainda muito de de de todos esses parceiros e de toda a inteligência eh eh Eh que existe dentro da da do Amazonas mais alguma pergunta comentário é um comentário mas eh
eu queria ouvir eh os da mesa primeiro adoreo a mesa a de manhã também foi muito boa acho que nós quem esteve aqui ou remotamente recebeu uma aula com vários tópicos dessa aula abordado com muita eh senioridade pelo os que estavam aqui mas eu queria ressaltar com uma síntese que eu faço aqui dessa mesa se se é possível que a universidade é um um Reservatório muito importante para essa agenda que a gente tem pro Futuro hoje e pro Futuro vejam bem ela não foi episo ação da Universidade não foi episódica no Rio Grande do Sul
na covid Quem esteve nas universidades brasileiras viu ela fazendo álcoo em gel ela acudindo eh cidadãos que estavam desamparados numa crise sem perspectiva a a covid demonstrou o papel da Universidade não só pelo saber que ela é depositária pelos seus cientistas mas também pela Sua nacionalidade seu espírito público seu espírito de solidariedade Isto é um ser social diferente Ou melhor pode não ser tão diferente mas é singular eh na sociedade egoísta que nós estamos vivendo Então acho que a gente deveria saudar a universidade Professora Isabela a senhora como reitora representante daives leva esse recado que
eu vejo todos falaram da Universidade não só os que são dela né a feps Coadjuvando a fármacos eh deu depois ento agora final o Eduardo também o Tiago também todo mundo saudou a universidade com o o Locus por onde essas coisas podem caminhar então eu particularmente como ajudante aqui da ima e do Luiz na organização desses eventos fico muito feliz em ver a universidade sobressaltar sobre sobressaindo nesse debate tão importante mesmo quando os temas são complexos Tiago a questão do ador de Eventos como desses produtos que você tá produzindo aí o investidor ele não tem
noção do que infelizmente ela não criou uma cultura sobre esses riscos que ele tá correndo uma coisa é plantar couve plantar alface outra coisa fazer o que você tá fazendo crédito de carbono que que o quem é que entende bem desse mercado de crédito de carbono desse reflorestamento que você faz então a gente tem que dar um tempo embora temos que catequisar esses inv ores de que o Que a gente tem na mão é o futuro são as novas tecnologias que sequer foram descobertas que sequer foram eh controladas que estão vindo por aí e que
requer investimentos também muito especiais porque os os que estão aí não servem eu mesmo digo paraa fep a finp tem que construir mecanismos adequados a essas novas tecnologias que estão nascendo pela sua mão pela mão também a visão estratégica do Eduardo enfim de todos que estiveram aqui fico muito Feliz para beij a todos que estiveram aqui agradeço por ter aceito o convite da fep são duas questões rápidas né direcionadas pro Thiago e pro Eduardo né começando pelo thgo eu fiquei na dúvida se vocês também atuam em áreas degradadas por incêndios eh não não ouvi você
falando disso aí eu fiquei na dúvida se seria possível né e especificamente pro Eduardo eh se nas áreas onde não é possível né Essa Restauração de vegetação nativa eh porque eu entendi que vocês atuam muito na substituição de insumos técnicas da agricultura convencional né substituindo por uma agricultura mais sustentável Mas se vocês têm eh ações voltadas para eh plantação de agricultura digamos familiar em áreas que não podem ser recuperadas e também se aí também vale pros dois né Se vocês já tiveram eh alguma oportunidade de aproximação de de eh discussão de Aproximação de de governos
de diferentes esferas né paraa discussão de mecanismos né de ações mais voltadas para municípios que tenham sido identificados como prioritários eh em relação aos desmatamento né Por exemplo os os municípios eh 70 municípios da Amazônia legal que foram identificados pelo MMA né Se vocês já tiveram oportunidade tem algum envolvimento alguma ação nesse sentido bom OB no eh no meu caso sim a gente Atua em áreas pode vir atuar em áreas que foram desmatadas em função de incêndio as condições pra gente eh tem tem que ser uma área que não vai voltar sozinho se é uma
área que vai voltar sozinho um incêndio no meio da floresta que em volta tem um monte de Floresta provavelmente não justifica porque eu recebo por um conceito que chama adicionalidade o quanto que eu tô conseguindo gerar um outcome que é adicional ao que aconteceria se eu não Tivesse atuando então nunca aconteceu da gente analisar uma área que passou por incêndio mas a gente poderia contanto que a gente justificasse que a nossa atuação era necessária pra Floresta voltar com a qualidade que a gente gostaria que voltasse em relação a segunda pergun pergunta de em interação com
com governos e tudo também é curioso a gente não pode para fins de crédito de carbono atuar em áreas que foram desmatadas há menos de 10 anos então Isso porque você não quer criar um incentivo perverso de alguém que desmata a área e depois ganha dinheiro Restaurando a área e ganhando crédito de carbono então a gente geralmente não atua em áreas de de desmatamento muito ativo tem também a questão de segurança Então as áreas que a gente atua geralmente são áreas que passaram por por ciclos de desmatamento intensivos que ainda hoje tem mas eu não
atuo em áreas específicas que tenham sido Desmatadas recentemente por essa razão que eu mencionei apesar de achar que no futuro a gente tem que ter outros mecanismos que não gerem esse incentivo mas também gerem a a a restauração a solução para de matadas tá é nós temos pequenos no nosso grupo mas a que dos nossos Associados são grandes né médios e grandes eu acho que a gente precisava pensar de uma outra maneira os espaços Primeira coisa que que nós conseguimos nós conseguimos no processo produtivo mudar a forma de produção mudar o paradigma só que agora
a gente precisa começar a pensar nas paisagens o Brasil tem uma possibilidade e é um dos poucos países que tem isso que é o código florestal só que o código florestal ele vem sendo empurrado pela com a com a barriga e não vem sendo implementado de fato o código florestal seria uma das possibilidades mais Incríveis da gente fazer o sistema de produção numa transição regenerativa ter a possibilidade da inserção dentro da paisagem e a gente precisa olhar para esses espaços e começar a pensar eh no conjunto de agricultores que tem ali e Verê como é
que é que de forma complementar você resolve os problemas daquele espaço tem uma dimensão que é de segurança alimentar né E só que tem uma outra dimensão eh que é uma uma dimensão de Complementariedade de fato Entre esses agricultores eu vou levantar um um uma demanda que nós temos nós precisamos de semente de plantas de cobertura eh Por que que muitas vezes o agricultor lá do do do do Norte tá comprando semente de um outro lugar se a semente poderia estar sendo produzida ali não só essa sementes das coberturas mas as próprias sementes comerciais nós
temos uma demanda enorme de extratos Vegetais então e essas coisas a gente aprendeu quanto mais elas se resolvem num dado contexto mais sustentável a gente é e mais dinheiro do gasto envolvendo agricultura vai circular no próprio local hoje o maior dreno de dinheiro da agricultura são as chamadas revendas o que se paga de royalty e vai para fora e não fica na região É extraordinário e dá para substituir tudo fazendo dinheiro Circular em cada contexto então a gente nós estamos fazendo isso não nós não estamos fazend no isso mas a gente sonha em fazer a
gente sonha em encontrar uma maneira disso eh eh ter convergência isso significa uma redução incrível do ponto de vista de emissões não só porque quando eu troco um insumo eu estabeleço uma uma diferença entre o insumo intensivo em emissões com outro que é menos intensivo eu altero a logística Das coisas né porque são logísticas que vão ficar con porque eu tô regionalizando eu reduzo a nossa dependência de importação 80% do que agricultura brasileira consome é importado seja por causa do adubo ou seja por causa das moléculas pega a a a pandemia e vi vi o
que acontece com essa agricultura que a gente tá praticando e ela é anti é anti tudo anti carbono é anti tudo o o brasileiro aqui nosso governo fica Falando ah carbono negativo não é carbono aliás fica falando Baixo Carbono não é Baixo Carbono é carbono negativo nós podemos fazer uma agricultura de carbono negativo eu tenho que incluir tudo isso que nós estamos falando numa mesma lógica entendeu então e eh eh hoje eh essa agricultura tem demanda o mercado AJ usante do Agricultor tá pedindo os produtos dessa agricultura a gente só não não satisfaz quem tá
a montante que controla a Indústria de insumo há muito tempo sempre em quatro cinco empresas que concentram tudo né então eh a oportunidade que a gente tem e outra coisa a história do desmatamento e a relação que isso tem com os agricultores Nós não precisamos desmatar mais né Eh e a gente precisa começar a compreender Quais são os fatores que levam a desmatamento nos contextos em geral são processos que se apropriam de terras é por isso que o Tiago não Consegue resolver os problemas dele porque quando ele vai ver o histórico é tudo uma lógica
de apropriação né e a gente precisa começar a lidar com os espaços que a gente tem de produção trabalhando com intensificação nós não precisamos mais de desmatar nada mais obrigado eh mais algum comentário alguma pergunta eu quero lembrar que nós teremos breve Ah quer fazer um Deixa eu só fazer essa lembrança aqui eh Brevemente nós teremos a quinta conferência nacional de ciênci e tecnologia e inovação vai ser nos dias 30 e 31 de Julho e 1 de agosto são três dias em Brasília ela foi precedida por cerca de 200 conferências entre temáticas regionais estaduais algumas
municipais né conferências Livres né e tudo isso conduz a conferência nacional e conduzirá também os documentos que serão publicados após a conferência nacional eh na na quarta conferência Teve o livro azul eu não sei qual será a cor do livro da quinta conferência né Mas além do do livro da conferência que sintetiza as questões eh vai haver uma série de livros também como foi feito na na publicações variadas sobre vários temas que foram publicados pelo CGE na época da quarta conferência então é um material acumulado muito interessante muito importante para a construção de políticas públicas
para Ciência Tecnologia e inovação e Considero também que os participantes dessa mesa né terão esse compromisso que é o mesmo que já teve o pessoal que participou da da parte da manhã né de escrever uns artigo zinhos Tá certo Quatro páginas por aí né Eh para fazer parte de uma publicação que eu espero que a fep consiga publicar antes da quinta Conferência Nacional você v que mas o pessoal aqui trabalha o tempo todo ver Às vezes hein às vezes eu saio daqui tarde e tem gente cheio de Gente trabalhando aqui tá certo ao contrário do
que falam aí sobre empresas estatais não é isso então é isso então o pessoal trabalha do tempo todo então que eu tô falando é altamente viável Tá certo e tem que ser feito ficar pronto antes da conferência nacional para poder influenciar a conferência nacional e as publicações que vêm depois dela tá certo então é isso quero então de novo você quer fazer um comentário agora obrigado eh na verdade não é um Comentário eu acho que a professora Isabela também queria fazer um um último comentário na verdade eu quero fazer um agradecimento porque o coordenador e
moderador da mesa não faria sentido que ele se auto agradecesse então eu como o segundo representante da fnep aqui na na mesa quero deixar consignado o nosso agradecimento a sua coordenação aqui a sua pessoa né porque ele é uma das pessoas que tem esse talento em conseguir ser de tantos então ele é da Academia ele é da Universidade ele é Internacional e ele é da fep também assessor da nossa presidência o que o que muito nos honra e Ainda mais sabendo que até ontem ele tava de licença saúde Mas como ele tem um coração gigantesco
hoje ele está aqui nos ajudando a conduzir essa mesa então agradec aí obrigada eu pedi só para fazer um comentário rápido final que na minha fala eu tive que dar uma acelerada para conseguir apresentar as ações das Universidades institutos que achei que era importante que a gente tivesse esse Panorama Geral do que que foi o Rio Grande do Sul ao longo desse período Mas de fato Como Tu colocaste a gente teve uma solidariedade muito grande de todo o país das diversas instâncias e no âmbito das Universidades não foi diferente então só colocar um caso que
um caminhão que saiu de Mossoró levou 11 dias para chegar em Porto Alegre com mantimentos vestuários mas foi fez esse trajeto né Assim como de outras instituições brasileiras e foi para nós muito tocante muito marcante não só brasileiras um amigo meu que hoje é professor na Universidade do Chile organizou liderou todo um processo também de coleta de mantimentos materiais equipamentos vestuários para encaminhar o Brasil através da força aérea chilena isso chegou em Pelotas no aeroporto de Pelotas de diretamente então foram várias ações nacionais internacionais Que a gente nem sabe mensurar ao ponto que chegamos mas
o que eu queria de fato comentar é que assim como foi na pandemia a gente novamente Teve uma grande valorização da ciência e eu espero que a gente não perca o momento e não não deixe isso acabar mais uma vez sendo eh ficando um pouquinho de lado um pouquinho para trás como a gente enxerga a pandemia todo mundo relembra momentos como esse mas muitas vezes a gente vê um um descaso ainda com a ciência um Descaso com a educação um descaso principalmente com educação pública que a gente viveu muito enquanto reitores reitoras e e servidores
das Universidades públicas brasileiras que a gente não deixa isso acontecer novamente então é um pedido aqui que eu faço de público para quem tá aqui presencialmente quem tá também nos acompanhando de forma remota porque foi um momento bastante difícil que nós passamos e a pandemia nos mostrou a Importância das Universidades e hoje toda essa situação climática mais uma vez reforça que não é só só no Rio Grande do Sul que a gente tem toda essa força todo esse desenvolvimento mas ao longo de todo o país que a gente possa sair fortalecido desse cenário tá bem
obrigada Pois é tudo isso é inovação empreendedorismo e ciência ciência muito importante ciência ciência universidades educação né tudo isso vem vem daí vem daí né e eu espero que nca mais tenhamos Um negacionismo oficial no Brasil Assim espero assim espero obrigado pela participação e até a próxima pesso Tom