[Música] Olá a todos eu sou Flávio Azevedo líder do escola mais segura estamos aqui para mais uma TPC do conviva vou fazer a minha audiodescrição eu sou um homem branco de cabelo grisalho barba grisalha estou usando um óculos Verde tartaruga Redondo uso uma jaqueta de couro bordô uma camiseta preta e passarei agora para o nosso ilustre convidado o primeiro Tenente Thiago lourençon para que faça sua audio descrição Olá a todos eu sou o primeiro Tenente PM Thiago Luiz linson diretor de análise de risco da Defesa Civil do estado de São Paulo eu sou um homem
e da de pele da cor parda o cabelo grisalho olhos castanhos e alto aproximadamente 1,81 m de altura estou trajando uniforme da Defesa Civil do estado de São Paulo que é constituído de uma calça e uma camisa polo na cor azul marinho num colete azul marinho com os ombros na tonalidade laranja Tenente Lourenço Muito obrigado Agradecemos muito a sua participação hoje falaremos sobre a construção de planos de contingência nós tivemos em nossa sexta atpc um voo panorâmico sobre todo o desenvolvimento que nós fizemos aqui sobre educação para redução de riscos e desastres e hoje teremos
a oportunidade de trabalhar a questão de elaboração de planos de contingência os principais conceitos um roteiro sobre para a construção e elaboração de plano de contingência e a sistematização e a conclusão do nosso encontro eh no próximo bloco falaremos um pouco mais [Música] sobre Olá professores eu sou a Vivian e não saiba mais de hoje vamos falar sobre a prática de gestão de sala de aula voz de comando que está no livro aula nota 10 de dog lemov e para falar junto comigo essa técnica trouxe a Débora Olá professores Olá Vivian é um prazer est
aqui hoje com vocês Débora falando em gestão de sala de aula O que fala a técnica voz de comando a técnica voz de comando vem para nos lembrar que a comunicação que a gente faz envolve muitos elementos que nem são tão conscientes como tom de voz expressão corporal e expressão facial que vão determinar a qualidade da nossa comunicação muitas vezes é através desses elementos que a gente comunica com maior assertividade que a gente inspira maior produtividade também pensando nessa gestão existe algumas alguns princípios nessa técnica né sim são seis né eu vou te falar se
princípios Vivi eu vou te fazer a pergunta e você me fala sobre ele tudo bem Tá legal então vamos lá Mude seu registro Mude seu registro é a forma como você comunica envolvendo tom de voz linguagem corporal e expressões faciais mostre os dois ombros mostrar os dois ombros é a capacidade que o professor tem de se colocar parado quando ele vai fazer alguma comunicação importante use economia de linguagem usar economia de linguagem nada mais é do que ser conciso e bem pontual nas informações que oferece presença silenciosa a presença silenciosa é quando você precisa que
os alunos te escutem e o ambiente está ruidoso Então você parar o que você estiver fazendo e esperar que eles acompanhem a seu o seu movimento bacana a quinta a Auto interrupção Auto interrupção quando você percebe um ambiente mais ruidoso você para de falar e espera que os alunos acompanhem a sua comunicação para depois você prosseguir ótimo e o último tempo e lugar tempo e lugar quando você pede ao aluno que ele faça alguma coisa ou sugere uma comanda e você aguarda até que ele te responda em relação a isso não permitindo que haja distração
com outro tópico muito bacana Esse foi um pouquinho sobre a técnica voz de comando e daqui a pouco nós voltamos com ela na prática na sala de aula obrigada Débora obrigada eu viv até [Música] até voltamos e nesse segundo bloco falaremos um pouco mais sobre a o nosso objetivo o nosso objetivo aqui é mostrar as etapas para elabor oração de um plano de contingência E para isso eu passo a palavra ao nosso convidado Tenente lorençon por gentileza eh é sempre uma honra estar presente aqui eh com os senhores né para apresentar um pouquinho sobre as
atividades extremamente importantes né para que a gente Construa um caminho de resiliência nas nossas escolas e também melhora a cultura de percepção de risco da nossa querida sociedade Paulista eh pra gente falar um pouco sobre elaboração de plano de contingência é importantíssimo que a gente inicie explorando alguns conceitos né alguns elementos que compõem as etapas de elaboração e por isso a gente começa falando um pouquinho aí sobre o conceito de desastre né a gente vai tomar por base essa fórmula que aparece aí eh na tela para para vocês né que diz pra gente que o
risco eh Ele é igual ao perigo vezes vulnerabilidade vezes dano e o que são esses conceitos né todos eles estão dentro do próprio conceito de desast então o que que é o desastre o desastre é um evento adverso sobre um cenário vulnerável de origem natural ou tecnológica que cause danos humanos materiais ambientais e prejuízos econômicos ou sociais Então veja que como eu disse dentro do conceito de desastre nós temos aí o evento adverso que aqui na na tela vocês vão identificar no caso aí a ameaça e o perigo sobre um cenário vulnerável então falaremos das
vulnerabilidades e que cause o dano e aí por fim a gente vai entender como a interação de um perigo sobre uma vulnerabilidade resulta em um dano expondo para nós o potencial da ocorrência que é no fim o risco então ameaça e perigo uma forma muito lúdica da gente compreender né eu utilizo aqui a a história dos Três Porquinhos né então a ameaça a gente pensa no no evento puro e simplesmente aquilo que existe está no mundo né Eh por exemplo vulcanismo né uma ameaça que existe em algum lugar do território ele existe o vendaval o
deslizamento de terra a inundação o incêndio né a seco ou a estiagem São ameaças elas existem e a gente pode inclusive pensar em avançar sobre o nosso a nossa percepção de possíveis ameaças fazendo a leitura de um documento que chama cobrad né que tá sinalizado em baixo aí no slide que é a classificação e codificação Brasileira de desastres convido a todos que façam ali Uma Breve Leitura para que te ajude nesse processo né de expandir somente com relação às possibilidades de ameaças que existem que em geral quando a gente pergunta né paraas pessoas sobre um
desastre elas associam sempre ao excesso de chuvas mas o desastre está relacionado com o excesso de chuvas mas também com a falta dela Além disso temos desastres de origem biológica e também os de tecnológica que são por exemplo colapso de edificação incêndio em residência aglomerados residenciais incêndio em edificações no geral acidente de transporte tanto de pessoas ou produtos perigosos dentre outras tipologias existentes é importante a gente iniciar a atividade compreendendo Eh toda a a possibilidade da existência de uma gama muito grande de ameaças para que a gente possa desenvolver planos de contingência na nossas nas
nossas unidades escolares né Eh então a ameaça Como eu disse aquilo que tá no mundo em algum lugar existe né A partir do momento em que eu faço uma avaliação sobre a possibilidade de de uma ameaça ocorrer em um determinado local no território aí eu passo a falar então de perigo porque o perigo é a probabilidade de ocorrer o evento em algum local Então vou usar aqui o exemplo lúdico a história dos Três Porquinhos né então Os Três Porquinhos eles moram no local onde a ameaça vem da vula realmente se faz presente ente né com
uma certa frequência e intensidade então ali a gente já não fala mais ameaça naquele local do território onde eles moram existe o perigo de vendaval Porque existe a probabilidade de ocorrer o vendaval aí a gente passa então para analisar o segundo elemento que é a vulnerabilidade a vulnerabilidade os senhores associem com a palavra fragilidade o que significa isso né significa que é necessário fazer Uma Breve breve análise sobre todos os elementos que que estão expostos a um perigo então por exemplo uma pessoa uma edificação uma infraestrutura um sistema enfim qualquer coisa que esteja sujeito a
um perigo então o nosso exemplo prático né do caso dos Três Porquinhos nós temos lá um porquinho que reside numa casa de tijolos né e Então qual que é a fragilidade de uma casa de tijolo frente ao perigo de vendaval uma fragilidade baixa né então uma V habilidade Pequena já o lado oposto os o porquinho lá que mora numa casa de palha Então qual que é a fragilidade de uma casa de palha diante do meav com certeza muito alta então com esse exemplo né a gente consegue compreender a ideia de vulnerabilidade a fragilidade de algo
perante um perigo e por fim a gente fala sobre o dano que é o resultado dessa interação entre um perigo e algo que é vulnerável a ele vai o que Vai resultar em um dano né é o resultado das perdas Então vamos fazer também essa breve análise no nosso exemplo prático né Eh lá na casa de tijolo qual que seria então o dano decorrente de e de um vendaval então a gente a gente espera aí que o dano será muito pequeno né ou ou Possivelmente inexistente e já no lado oposto nós temos um dano Possivelmente
muito alto lá na casa de palha porque a vulnerabilidade dela fragilidade frente ao vendaval é muito alta então assim o que que a gente acabou de fazer de uma forma bastante prática né a gente acabou de analisar o risco em uma determinada área qual área que foi a área onde moram os três porquinhos e dentro dessa área a gente setor ela em três setores distintos Quais são os setores né então o primeiro setor é onde as residências são de tijolos nesse setor o risco que é o potencial da ocorrência de venda Val naquela área vai
ser muito baixo ou nulo por quê Como já foi dito né apesar de ocorrer o vendaval que é o perigo e a fragilidade daquelas casas e o dano decorrente dessa interação do Perigo com com as casas será baixo muito baixo ou nulo no lá do posto então nós temos um outro setor né onde o risco de vendaval é muito alto e por que é muito alto porque a interação do Vendaval com uma casa de palha que representa uma fragilidade muito alta vai resultar em danos muito alto e por fim nós temos um intermediário né que
é a casa de madeira ali onde provavelmente né por conta da fragilidade ser então média perante o vendaval e os danos decorrentes também médios perante ao vendaval nós temos Ah então um risco o potencial de vendaval nessa área onde as casas São de madeira ele será médio e por que que é importante a gente estabelecer esse tipo de relação né fazer essa análise sobre um possível risco né de alguma tipologia porque a gente consegue priorizar aquela que a gente precisa atender primeiro né então cito como exemplo né se na sua escola existe a possibilidade de
ocorrer um incêndio né E também existe talvez a possibilidade de você ter problemas relacionados com a ESAG o calor intenso a baixa umidade relativa do ar que vai afetar a rotina aí do do dos seus alunos então é importante fazer essa análise sobre o perigo vulnerabilidade dano que vai estabelecer o grau de risco e você consegue priorizar o atendimento aquela que você precisa fazer o seu plano de contingência num primeiro momento obviamente necessário fazer para todos né Eh e por fim para terminar essa parte conceitual nós temos então aí as ações de proteção e Defesa
Civil Tenente Lourenço ontem mesmo da gente entrar na parte de mitigação preparação resposta e recuperação Eu gostaria de chamar para as perguntas interativas Tenente lorençon por gentileza você poderia falar um pouquinho sobre prevenção mitigação preparação resposta e Recuperação e antes de tudo gostaria de agradecer muito a sua explicação para essa fórmula que foi de maneira bastante lúdica tá ótimo fico muito feliz né com isso a explicação foi passada uma vez por mim pelo um do um dos geólogos que trabalh com a gente aqui no estado né do Instituto de Pesquisas tecnológicas e ela realmente é
bastante lúdica e nos ajuda a compreender os conceitos né e é importante compreender end então a gente entra nesses elementos né prevenção mitigação preparação resposta e Recuperação são ações de proteção e Defesa Civil então é importante eu frisar nesse momento né Eh as ações de proteção e Defesa Civil elas são de responsabilidade de todos sem exceção tá todos no poder público iniciativa privada e sociedade em geral e de uma forma especial dentro do poder público cada um precisa fazer dentro das suas atividades habituais precisa levar para paraas suas atividades habituais elementos de Gestão de Risco
e de desastre então Eh da onde que tá dito isso né lá na lei 2608 de 2012 que instituiu a política nacional de proteção e Defesa Civil parágrafo único do Artigo terceiro que ela diz que a pnpdec né a política nacional de proteção de Defesa Civil deve ser integrada com todas políticas setoriais é só para dar um exemplo do que isso significa eh a a a educação é muito comum que a gente veja né nessas AES que você vê na tela eí vou falar sobre ação de resposta é muito comum a gente ver as escolas
sendo utilizados como abrigo né Então veja é uma atuação que envolve a estrutura da Secretaria da Educação lá na ação de resposta agora vamos falar uma ação de prevenção né para ajudar você nesse processo aí de você compreender o seu papel dentro da política de proteção e Defesa Civil Então como prevenção né qual que seria a expertise da Secretaria da Educação ensinar né ensinar as pessoas pessoas sobre risco e desastre para que a gente melhore a cultura de percepção de risco da nossa sociedade isso é extremamente importante quem tem a expertise para est na sala
de aula passando informação para os estudantes Sem dúvida né o pessoal dos professores da nossa Secretaria de Educação então é importante fazer esse papel e lembro né na própria política pública de educação existe essa eh eh a possibilidade de execução lá no parágrafo 7º do artigo 26 né da da da da política de de educação ele diz né que devem ser inseridos temas transversais no currículo básico relacionados com características regionais eh da de uma localidade né e área de risco né risco de desastre são características que precisam ser tratadas então pra gente falar agora sobre
prevenção O que significa prevenção prevenção quer dizer eliminar um risco que existe ou evitar a sua instalação é simples assim a partir do momento em que eu não consigo fazer a prevenção Eu sei que está instalado um cenário de risco então eu passo pra próxima ação que é a ação de mitigação e mitigação significa diminuir o dano decorrente da interação daquela fórmula né Eh eu vou até pedir para você puder voltar um pouquinho só o slide diminuir o dano decorrente né da interação entre o perigo e a vulnerabilidade e a próxima ação é a preparação
então de novo né Toda vez que eu não consigo fazer prevenção todas as outras etapas elas estão presentes a preparação significa otimizar ação de resposta então é nesse momento aqui eh que a gente elabora né o nosso plano de contingência né essas três etapas iniciais prevenção mitigação e preparação elas são a gestão do risco dentro do processo por que gestão do Risco porque ainda não ocorreu o evento de desastre eu trato apenas do Risco eh e na preparação está aí a elaboração do plano de contingência que ele tem esse objetivo né de otimizar as ações
de resposta para osos riscos Possivelmente presentes aí na sua comunidade escolar a partir do momento em que ocorre o evento o desastre eu tenho ação de resposta que é onde são realizadas ações de Socorro assistência e restabelecimento de serviços essenciais e por fim recuperação o momento pós-desastre onde é necessário eh restabelecer a normalidade de forma definitiva que para que as pessoas possam voltar a atuar no seu tanto no âmbito Escol ou na sua vida pessoal em qualquer área aí da nossa sociedade ou seja muito obrigado e uma coisa que é interessantíssimo ali que deu para
perceber Talvez o Senhor possa falar um pouquinho mais mexendo nas variáveis essa fórmula a gente também consegue diminuir o risco correto é isso mesmo a gente atuando nas variáveis dessa fórmula que está presente aí pra gente a gente diminui o risco por exemplo existe a possibilidade de eu diminuir o risco de venda V lá para os Três Porquinhos existe né como que eu faço isso V mexer no perigo então será que não é possível eh para que o pessoal do meio ambiente aí no seu município eh faça a por exemplo uma mata ciliar no entorno
né é possível né quebra a dinâmica do vento diminui a força diminui o risco assim como é possível ajudar para que eles melhorem a estrutura de suas casas aí eu estou trabalhando onde na vulnerabilidade assim eu diminuo o risco assim como é possível capacitar essas pessoas para que saibam O que fazer no momento do Vendaval essa capacitação permite permite fazer com que as pessoas saiam do lugar de risco do local de risco no momento adequado e assim eu t trabalhando na diminuição do dano e tudo isso faz com que eu diminua o risco e lembrando
para finalizar vou aproveitar né Esso é uma multiplicação né Se eu conseguir eliminar qualquer um dos fatores eu zero o risco e elimino o risco dessa área Ok muito obrigado e aí podemos falar um pouquinho mais sobre a nossa experiência como a gente vai fazer essa elaboração do plano de risco Sim podemos a gente pode e falar agora então dos Passos de elaboração no no próximo bloco A gente dá continuidade no nosso tema Ok [Música] obrigado olá agora vamos trazer a técnica voz de comando para a prática na sala de aula Débora pensando em gestão
de sala de aula Como podemos eh trabalhar essa técnica voz de comando a voz de comando nada mais é do que o professor exercitar a modulação da voz as expressões de linguagem e de corpo ele deve começar por aquilo que ele achar mais fácil Vivi se for mais fácil trabalhar primeiro em inflexão de voz ele pode focar nisso e depois ele vai acrescentando os outros elementos bacana e como podemos utilizar ela pensando naqueles princípios que falamos no primeiro bloco então eu vou fazer igual do outro bloco eu te faço a pergunta e você responde pode
ser pode ser vamos lá ok então vamos lá nos princípios Mude seu registro Mude o seu registro nada mais é do que mudar a sua postura na no momento em que você fala Professor então Existem três tipos de registros ou condutas que se pode considerar que é a casual quando você usa uma linguagem mais coloquial e uma postura mais despojada a formal quando você articula muito bem as palavras tem uma comunicação mais formalizada e uma postura mais centrada entre os dois pés mais ereta e a urgente quando você usa um tom de voz uma intensidade
um pouco mais alta quando você Frisa algumas palavras em específico e usa gestos mais bruscos um pouco mais eh inclinados pra frente por exemplo entendi e o mostre os dois ombros mostre os dois ombros é uma sugestão de que o professor quando for falar algo importante que ele quer que os alunos tenham atenção ele pare e não distraia os alunos fazendo outras tarefas como distribuir folhas na sala por exemplo então pare e mostre pros alunos que aquilo que você vai falar é importante Ah que legal use economia da linguagem usar economia da linguagem é não
falar demais numa orientação é trazer informações mais pontuais mais concisas para que os alunos consigam se centrar naquilo que é mais importante e não se distraiam com outras questões da linguagem presença silenciosa a presença silenciosa quando o professor traz pro aluno uma técnica modulando a sua voz desde o início da comunicação então ele fala num tom mais calmo e o aluno vai associando esse essa voz calma com a necessidade de ter atenção no que naquilo que está sendo falado Vivi Auto interrupção Auto interrupção quando o professor vai falar num ambiente que ele percebe que tá
um pouco mais barulhento um pouco mais ruidoso e aí o professor interrompe a sua fala mesmo que no meio de uma frase para que solicite dos alunos a atenção devida para aquele momento e a última tempo e lugar tempo e lugar é um compromisso que o professor tem de não deixar com que a turma ou ele mesmo se distraia com um outro tópico antes que a comanda ou aquilo que foi solicitado seja realizado então é uma forma de gerenciar a o o objetivo que vai ser atingido naquele momento muito bacana Esse foi um pouquinho de
como trazer a voz de comando na prática na sala de aula Muito obrigada Débora muito obrigada Vivi até a próxima pessoal [Música] até Olá voltamos e teremos mais um pouquinho sobre as explicações do tenente lorençon sobre ameaça vulnerabilidade dano e risco que ele começou a desmembrar da Fórmula anterior Tenente lourençon por gentileza eh importante antes da gente falar sobre as etapas que são bem simples né é algum fazer algumas pontuações né Por exemplo quando você tiver analisando aí a a ameaça e o perigo na sua comunidade escolar é bom que você faça a leitura da
cobrade isso vai ajudar você a a ter uma noção geral sobre as possibilidades de risco eh existentes na sua comunidade escolar então cito alguns exemplos né Você pode tratar aí de possibilidade de incêndio de evento com o gás li que é feito de petróleo ou GNV de acordo com o que você utilizar aí você pode tratar de problemas relacionados eh a a um caso Clínico né com com alguém na sua comunidade escolar um acidente pessoal um um acidente de trânsito na frente da escola ou que venha afetar a escola enfim é necessário que você e
eh entenda né compreenda aí na sua vivência na sua comunidade aquilo que você Já verificou que é possível correr e trate esse risco em um plano de contingência e tem Outros tantos exemplos né Eh como por exemplo queda de galho queda de árvore eh problema com o animal pensent enfim são diversas tipologias que você pode tratar então é importante você iniciar esse processo já com a mente bem aberta para saber as tipologias eh possíveis eh o segundo elemento importantíssimo na análise de vulnerabilidade você precisa você precisa tratar de detalhes sobre as pessoas da sua comunidade
escolar isso é importantíssimo saber a quantidade de homens mulheres de crianças se existem idosos aí trabalhando eh se tem pessoas com deficiência pessoas com algumas necessidades especiais de saúde isso é importante saber para que seja dada a destinação correta na elaboração do Plan e execução especialmente o apoio à pessoas que TM alguma dificuldade de mobilidade para e uma necessidade de abandono da da escola e e a gente pode então passar esses dois pontos er importantes para o próximo passo que são as etapas né Eh pode passar para o próximo slide ou seja antes mesmo de
a gente entrar na próxima etapa gostaria de chamar a nossa pergunta interativa agora falando sobre as nossas etapas Tenente lourençon vejo aqui que nós temos oito passos o senhor pode falar um pouquinho sobre cada um desses Passos sim com certeza né então no primeiro passo aí a gente já explorou bastante né especialmente por conta dos dos conceitos que é a percepção de risco e a decisão de construir um plano né então a gente já explorou bastante você abrir sua mente aí observar as os possíveis eventos aí na sua comunidade escolar fazer aquela análise de risco
né Eh para ver qual se trata primeiro e decidir construir um plano eh aí passa para um segundo passo que é constituir um grupo de trabalho esse grupo de trabalho ele é formado ele deve ser formado por todos aqueles que terão uma competência de executar alguma atividade no seu plano de contingência então por exemplo né imagina a possibilidade de um incêndio aí na sua escola quem no âmbito interno da sua comunidade escolar deveria atuar Então se a gente imaginar né uma contingência para abandono da da escola no momento de incêndio não seria importante a gente
pensar e nos auxiliares inspetores que vão orientar o abandono aí para para para as crianças né paraos estudantes eh inclusive os professores participando uma contagem dessas pessoas em um ponto eh um ponto de encontro né então os professores também atuando O zelador ali ou enfim eu não sei qual o nome correto mas a pessoa que que tem a chave do portão né que vai dar acesso pro lado externo paraa área segura né quem aciona a sirene Quem faz o monitoramento né para saber quando a a alguém avisa olha está acontecendo um princípio de incêndio em
determinado lugar né Quem é responsável por isso né e lá conferir tentar fazer o combate do princípio com o extintor né identificar que se não for possível é necessário fazer o abandono enfim é um momento em que você precisa pensar eh no Todo sobre um evento para poder definir ações né E e aí você constitui o grupo de trabalho formado por todos esses profissionais que vão ter algum tipo de atuação aí eu deixo aqui para que você eh possa você pode consultar né essas informações por exemplo no site SP Alerta psp.gov PBR diversas tipologias ali
e você vai saber o que fazer antes durante e depois de um desastre te ajuda nesse processo de entender a dinâmica e construir o grupo de trabalho então a partir daí eh você forma esse grupo de trabalho vamos pro terceiro passo já onde todos então todos aqueles em que você já pensou que devem atuar na contingência vão fazer a análise né dessa possibilidade de incêndio que é o nosso exemplo aqui para que possa ser definido o que cada um de fato vai fazer quem vai abrir o portão quem que vai conduzir as crianças quem vai
fazer a contagem delas no ponto de eh de encontro quem que vai definir qual que é a rota de fuga em ponto de encontro enfim né Eh são eh H diversas ações em que o grupo precisa observar e definir os procedimentos os os procedimentos também incluem questões de monitoramento de alerta e alarme qual o tipo de sinal que será utilizado dentre outras eh atividades presentes de um plano tá eh tudo isso para que você consiga monar essas informações no documento né que é o quarto passo aí onde você vai escrever né Eh tanto os procedimentos
quanto os responsáveis por cada procedimento E aí a gente passa para o próxima etapa a próxima etapa trata da aprovação aprovação é uma coisa muito simples né Eh é o momento em que você divulga o plano paraa sua comunidade escolar você capacita a sua comunidade escolar para que saiba o que fazer no momento do evento no momento da funcionamento de um alarme eh e todos os responsáveis né que foram envolvidos nas etapas anteriores precisam assinar o plano né Isso é importantíssimo por quê Porque assim a gente tem ciência certeza né de que todos de fato
conhecem o que vão fazer no momento da emergência então a gente passa aí eh para o o sexto passo né Eh onde efetivamente o envolvimento é necessário com a capacitação e realização de procedimentos de simulação tá então a gente passa para o sétimo passo onde o plano é operacionalizado a melhor forma de operacionalização é com a realização de de exercícios simulados Para quê Para que todos saiba exatamente o que fazer no momento de uma emergência e por fim a revisão a gente recomenda Que seu plano seja revisado e a cada se meses no mínimo né
O que que você tem que revisar aí se os procedimentos estão funcionando eh se os treinamentos estão dando certo se os responsáveis por cada procedimento ainda sabem o que fazer ou se eventualmente foi substituído então isso precisa ser mantido sempre revisado atualizado para que o seu plano seja efetivo perfeito Tenente temos também aqui um modelo que a gente tem que tá disponível no eh para consulta no site do conviva ou seja temos aqui o modelo do plano de contingência que vocês poderão acessar e Aqui nós temos o quê um pouquinho sobre o que foi o
nosso percurso formativo ou seja os conceitos de perigo vulnerabilidade eh danos e riscos a sequência para construção né que é do um plano de contingência que a gente trabalhou aqui a importância do simulado foi dita aqui há pouco temos um desafio que que todas as nossas unidades escolares façam o seu plano de contingência e que isso daí está colocado no nosso PPA de 2024 a 2027 Presidente lourençon quer fazer mais alguma observação não só agradecer pela oportunidade sempre uma honra para nós estarmos presentes aqui com os senhores agradecemos a presença de e muito obrigado [Música]
[Música]